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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: ESTUDO MOSTRA QUE CARVALHOS COM MAIS DE 150 ANOS AUMENTARÃO SUA TAXA DE FOTOSSÍNTESE EM ATÉ 1/3 ATÉ 2050

Uma descoberta científica realmente acalentadora é o destaque da nossa coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE desta sexta-feira. As mais novas pesquisas lideradas pela Universidade de Birmingham contribui para o campo que olha para o uso das florestas como sumidouros de carbono eficazes e oferece aos pesquisadores do clima uma nova ferramenta na luta contra as mudanças climáticas. Os carvalhos maduros aumentarão sua taxa de fotossíntese em até um terço em resposta aos níveis elevados de CO2 que devem ser a média mundial por volta de 2050, afirmam. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa incrível descoberta!

Árvores maduras aumentarão a absorção de CO2 em um terço em resposta aos níveis elevados no ar, mostra estudo

Os carvalhos maduros aumentarão sua taxa de fotossíntese em até um terço em resposta aos níveis elevados de CO2 que devem ser a média mundial por volta de 2050, mostram novas pesquisas.

Os resultados são os primeiros a emergir de um experimento gigante ao ar livre, liderado pela Universidade de Birmingham, no qual uma velha floresta de carvalhos é banhada por níveis elevados de CO2. Este último estudo contribui para o campo que olha para o uso das florestas como sumidouros de carbono eficazes e, potencialmente, oferece aos pesquisadores do clima uma nova ferramenta na luta contra as mudanças climáticas.

Maior captura de carbono

Ao longo dos primeiros três anos de um projeto de dez anos, os carvalhos de 175 anos responderam claramente ao CO2 aumentando consistentemente sua taxa de fotossíntese.

Os pesquisadores agora estão medindo folhas, madeira, raízes e solo para descobrir onde termina o carbono extra capturado e por quanto tempo permanece preso na floresta.

O aumento na fotossíntese foi maior sob forte luz solar. O equilíbrio geral dos principais elementos nutrientes, carbono e nitrogênio, não mudou nas folhas.

Manter a proporção de carbono para nitrogênio constante sugere que as árvores antigas encontraram maneiras de redirecionar seus elementos, ou encontraram maneiras de trazer mais nitrogênio do solo para equilibrar o carbono que estão obtendo do ar.

A pesquisa foi realizada nas instalações de Enriquecimento de CO2 do Ar Livre (FACE) do Instituto de Pesquisa Florestal de Birmingham (BIFoR), em estreita colaboração com colegas da Western Sydney University que realizaram um experimento muito semelhante em floresta de eucalipto antigo (EucFACE). BIFoR FACE e EucFACE são os dois maiores experimentos do mundo que investigam o efeito das mudanças globais na natureza.

A pesquisadora Anna Gardner, que realizou as medições, disse: “Estou muito animada em contribuir com os primeiros resultados científicos publicados para o BIFoR FACE, um experimento de importância global. Era difícil realizar medições no topo de um carvalho de 25 metros dia após dia, mas era a única maneira de ter certeza de quanto a mais as árvores estavam fotossintetizando. ”

O professor David Ellsworth, cientista-chefe do EucFACE, disse: “Trabalhos anteriores no EucFACE mediram a fotossíntese aumentada em até um quinto no aumento do dióxido de carbono. Portanto, agora sabemos como a floresta antiga responde ao clima temperado quente que temos aqui em Sydney e ao clima temperado ameno das latitudes médias do norte, onde Birmingham fica. ”

RELACIONADOS: A Itália está protegendo suas árvores gigantes para sempre – Árvores monumentais que podem viver por séculos

O professor Rob MacKenzie, diretor fundador do BIFoR, disse sobre o estudo, publicado na  Tree Physiology : “É um prazer ver a primeira peça do quebra-cabeça de carbono para o BIFoR FACE se encaixar. Agora temos certeza de que as velhas árvores estão respondendo aos níveis futuros de dióxido de carbono. Como todo o ecossistema da floresta responde é uma questão muito maior que requer muitas investigações mais detalhadas. Agora estamos avançando com essas investigações ”.

De acordo com o Independent , ele afirmou que esta pesquisa pode ajudar na formulação de uma política climática eficaz. “Dos quatro principais alvos climáticos do primeiro-ministro [do Reino Unido] – carvão, carros, dinheiro e árvores – as árvores são, talvez surpreendentemente, as menos bem compreendidas como alavanca de controle do clima.”

“Nosso trabalho se soma ao pequeno conjunto de resultados de laboratórios na floresta que são essenciais para orientar a política climática.”

Fonte: Universidade de Birmingham

Fonte: Good News Network

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AUTOCONHECIMENTO: A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FERRAMENTA PARA ASSUMIR A IDENTIDADE

Um assunto que já vem sendo discutido há mais de 3 décadas, desde que o Best Seller, Daniel Goleman, publicou o seu mais célebre livro, Inteligência Emocional, é o destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta sexta-feira. Apesar de todo esse tempo desde a sua publicação a maioria das pessoas, ainda é muito rasa em termos de Inteligência Emocional. Dai a importância de apresentarmos aqui esse tema, que aborda a identidade e sua inteligência emocional. Identidade, é o que todos nós em algum grau buscamos para nos reconhecermos. Inteligência emocional, é onde identificamos como e quando tomar as melhores decisões naquele momento de forma prática, é uma estrada que durante toda a vida você percorrerá. Portanto te convido a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Identidade e sua inteligência emocional

Blocos de madeira com as letras I, E, Q.
dmitrydemidovich / 123rf

Dentro de uma sessão psicanalítica tratamos muito sobre a questão de lidar com sentimentos, como expor esses sentimentos e emoções tanto para o analista como para a vida, mas quando se trata sobre exportar, devemos lembrar que para isso é necessário importar, que nada mais é do que portar para dentro, agora como exportar algo antes de importar? Ainda mais em se tratando de feridas, curas, lições, raivas, amores, dentre outros tantos sentimentos e emoções que vivemos mais preocupados em afirmar exportação do que absorver para importação, e aí, sim, de fato, saber como manifestar tal ação.

Hoje em dia é muito comum, e às vezes até maçante, vermos a ideia do que seria a inteligência emocional, a maioria das pessoas responde que é o “controle das emoções”, e eu reflito que para controlar uma emoção devemos entender o que é uma emoção, e mais uma vez uma grande parte da humanidade responde “Emoção é tudo que sinto”, está errado, pois quando nos machucamos fisicamente sentimos uma dor, essa dor é emoção? Não, então para entendermos exatamente como é quando estamos emocionados, vou dar um exemplo prático, vamos supor que você acorda bem, em um dia ensolarado, aparentemente tranquilo, e decide ir a um zoológico; chegando lá você está feliz, relaxando, e então depara com um leão fora do recinto, seu corpo sofrerá algumas mudanças no momento em que seu cérebro registrar a informação de um leão estar à sua frente, por conta da emoção que você sentiu naquele momento ele libera uma série de programações corporais, dentre elas, seu estômago para de produzir enzima, sua boca fica seca, você começa a suar, dilata a pupila, sua mente vai liberar uma adrenalina para que você fique focado naquele problema em questão, e tudo isso simplesmente pelo mero registro da informação que podia ser simplesmente uma imagem em 3D, poderia ser um holograma, mas como todas essas mudanças acontecem em menos de 1 segundo, não tem como você controlar suas emoções de fato, isso serve para situações tanto de medo, como de tristeza, de felicidade, o choro é manifestado por uma série de motivos, e ele é uma manifestação dessa emoção que é causada no nosso corpo, ou seja, as emoções são esses mecanismos que a natureza criou para que possamos nos comportar de maneira eficiente em determinado momento, sem perdermos tempo, é automático.

Podemos, então, controlar as emoções? Não, o que podemos é controlar comportamentos, e esses comportamentos gerarem uma mudança emocional, existem diversas formas de você buscar esse controle emocional, como a meditação, ela pode te auxiliar na respiração e esse controle na respiração alterar de forma positiva suas emoções, porém, antes de querer controlar as emoções ou seus comportamentos, é necessário entender e identificar seus processos emocionais, se você é mais extrovertido, introvertido, prefere receber ordens ou dar ordens; tudo isso resulta numa combinação de identidade que você pode e deve domar de acordo com a busca desse controle emocional, como, por exemplo, se você está diante de uma possível situação de discussão, algo que te incomoda e te faz perder a cabeça, o que você faz sabendo que tudo pode sair do controle em instantes? Você evita uma conversa naquele momento e depois de mais calmo retoma as rédeas e controla seu comportamento para que a emoção de descontrole não venha, obviamente tudo tem uma consequência e é necessário buscar essas adaptações diante de determinadas situações, nem sempre você poderá adiar uma conversa ou pedir 5 minutos para que se acalme, mas reconhecer e identificar suas emoções é o primeiro passo para a inteligência emocional.

Parte do rosto de pessoa branca deitada.

Zulmaury Saavedra / Unsplash

É necessário refletirmos sobre esse autocontrole que é tão exigido pelo outro e por nós mesmos, nesse autocontrole existe um paradoxo onde quanto mais temos mais ele se esgota, existem pessoas que têm um controle maior no começo do dia, estão mais focadas, mais produtivas, emocionalmente e racionalmente concentradas para qualquer decisão, porém, ao longo do dia, isso vai se desgastando e no final todas aquelas promessas feitas no início do dia são deixadas de lado, pois a luta entre o autocontrole, a ansiedade e o stress de certa forma fez com que elas fossem embora, e isso tudo faz parte dessa busca pela inteligência emocional, onde identificamos como e quando tomar as melhores decisões naquele momento de forma prática, é uma estrada que durante toda a vida você percorrerá.

Identidade, é o que todos nós em algum grau buscamos para nos reconhecermos, e Jaques Lacan traz uma teoria interessante sobre essa questão em o “Estágio do Espelho”, que seria quando a criança passa a reconhecer o próprio reflexo, porém, se olharmos apenas o reflexo, não sabemos o que se passa dentro de nós, apenas o exterior, por dentro estamos em um turbilhão de sentimentos, imagens, sons, dentre tantos outros, e por fora essa imagem relativamente organizada e estável.

Tanto nossa imagem quanto nossas palavras não sabem, de fato, transmitir o que se passa no nosso interior, e isso não seria considerado uma falha, e sim uma realidade dessa geração da humanidade desde a sua existência, será que realmente queremos ser compreendidos? Porque estamos de certa forma sozinhos dentro das nossas próprias condições e convicções perante o mundo externo, para muitos isso pode ser um problema, para outros a graça da vida, pois o que teria de novo se todos nós compreendermos uns aos outros? A grande questão é por que compreender, e o que fazer depois disso, os meios nem sempre justificam os fins, não é porque tudo tem um preço que devemos estar dispostos a pagar, essa compreensão deve partir do respeito às vulnerabilidades de cada ser, pois todos devemos ser vulneráveis para que haja um comprometimento mínimo consigo mesmo e com o próximo.

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AUTOCONHEIMENTO: A HIPNOSE COMO FERRAMENTA PARA A MUDANÇA DE HÁBITO OU DE PADRÃO

A Hipnose é uma técnica terapêutica  muito utilizada para auxiliar no tratamento de diversas questões físicas e emocionais e atua de modo consciente e inconsciente. De uma forma ou de outra passa pelo AUTOCONHECIMENTO e o amadurecimento espiritual. Excelente ferramenta para quem deseja a mudança de hábitos ou de padrão. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer  essa técnica e como ela pode lhe ajudar a se libertar de velhas crenças limitantes e dar um salto quântico!

Como a hipnose pode te ajudar a resolver problemas?

Hipnose: entenda o método e quando ele pode ser usado

A hipnose é uma técnica terapêutica que pode ajudar no tratamento de diversas condições físicas e emocionais

hipnose é um método terapêutico reconhecido para o tratamento de diversas questões físicas e emocionais, mas ainda é envolta por mistérios e curiosidades. Muitas pessoas têm dúvida sobre a sua eficácia mesmo com diversos artigos científicos que provam o seu sucesso terapêutico.

A hipnose atua de modo consciente e inconsciente. Durante o processo de tratamento é preciso entender que o estado hipnótico não é sempre igual para todas as pessoas. Uma pessoa hipnotizada tem uma alteração natural no foco de atenção e pode entrar em um transe leve, médio ou profundo.

No estado mais leve a pessoa “flui” a sua atenção entre estar bem consciente e, às vezes, mais focada nos pensamentos. No estado médio, a pessoa fica mais focada no que ocorre no mundo das ideias, da fantasia, com menor contato com todos os estímulos do agora. No estado mais profundo, a pessoa fica mais conectada com o que sente, pensa e imagina e, muitas vezes, não se recorda posteriormente do que vivenciou no estado hipnótico.

Durante o transe hipnótico a pessoa vivencia, ainda, certos fenômenos ditos hipnóticos, tais como: analgesia, anestesiaamnésia etc.

Para diversas questões emocionais o uso da hipnose é uma ferramenta excelente. Para o tratamento de depressãoansiedade e compulsão alimentar, a hipnose pode contribuir para solucionar as causas, os sintomas e também somar para a cura e mudança de padrão.

Emagrecer usando a hipnose, por exemplo, é um método muito eficaz para mudança de padrão emocional. Comer em excesso e não ter disciplina são comportamentos comuns, que merecem atenção para que haja uma “correção” e ajuste nesta dinâmica.

Muitas pessoas não conseguem mudar hábitos alimentares por questões hormonais ou por problemas de saúde que merecem atenção médica. Mas a grande maioria tem ligações afetivas com o tema: situações familiares, problemas na infância, na adolescência são comuns. A complexidade de montar uma rotina saudável para conseguir praticar atividade física também acaba sendo um problema.

Quando você está em um estado emocional focado e direcionado, como no estado hipnótico, há um favorecimento da sua concentração, direcionando melhor sua energia e tempo para entrar em contato direto com os fatores emocionais que sustentam crenças ou padrões negativos.

Mas não adianta achar que hipnose é “delegar” ao hipnotista a cura do seu problema. Seja responsável pelas suas emoções e comportamentos para que você tenha, além do seu inconsciente, o seu consciente trabalhando a seu favor. Crie metas, modifique hábitos, cuide bem de você.

A hipnose em si não é responsável pela cura de modo isolado. É por meio da alteração do foco de atenção que podemos nos beneficiar de um momento específico de aprendizado. E, ao aprender novas formas de lidar com a gente, com os outros e com as nossas emoções, somos capazes de mudar.

A hipnose também contribui para a superação de traumas e momentos difíceis que foram vivenciados. O bem-estar proveniente da hipnose pode ser comparado com o bem-estar de uma meditação mais profunda (embora o funcionamento da mente seja diferente nos dois estados mentais). Os benefícios da hipnose estão ligados ao processo de mudança de hábitos para um comportamento mais saudável.

A quantidade de sessões não pode ser estabelecida previamente, pois cada um responde e reage de modo diferente. Embora alguns profissionais vendam seu serviço com número de sessões pré-programadas, o ideal é o trabalho de consciência e tomada de responsabilidade para a mudança desejada.

Sucesso naquilo que busca e até breve!

Adriana de Araújo
Escrito por Adriana de Araújo
Psicologia – CRP 56802/SP
Por Especialistas – Em 9/6/2021

Fonte: Minha Vida

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AUTOCONHECIMENTO: CONHEÇA A FERRAMENTA PODEROSA “BARRAS DE ACCESS”

O destaque da nossa coluna AUTOCONHECIMENTIO deste sábado é uma ferramenta quântica extraordinária de expansão da consciência criada pelo norte-americano Gary Douglas, fundador do Access Consciousness. Ele desenvolveu dezenas de processos verbais e corporais para permitir o acesso à consciência e o empoderamento pessoal através do uso da energia e da frequência dos pensamentos. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir para conhecer tudo sobre essa poderosa ferramenta que pode nos dar o controle total da nossa vida!

O QUE É BARRAS DE ACCESS?

O QUE É BARRAS DE ACCESS?

Por Paulo Castilho

Barras de Access: uma nova ferramenta quântica de expansão da consciência

Você já ouviu falar nas Barras de Access? Trata-se de uma ferramenta energética de expansão da consciência criada em 1990 pelo norte-americano Gary Douglas, fundador do Access Consciousness. Hoje, a técnica está presente em 173 países e tem sido utilizada por mais de 30 mil pessoas nos últimos 25 anos. Há quatro anos, chegou por aqui e tem sido cada vez mais falada nas redes sociais brasileiras.

O slogan de Access Consciousness diz: “Empoderando as pessoas a saberem o que já sabem”. Desta forma, eles desenvolveram dezenas de processos verbais e corporais para permitir o acesso à consciência e o empoderamento pessoal através do uso da energia e da frequência dos pensamentos. A terapia das Barras de Access é primeira e mais popular destas técnicas e propõe uma mudança de vida através da liberação de energias acumuladas no campo energético das pessoas – a maior parte delas atuando em nível inconsciente nas mais diversas áreas da vida.

COMO FUNCIONAM AS BARRAS DE ACCESS?

Ao todo, as Barras de Access são 32 pontos mapeados ao redor da cabeça por onde correm estas energias. Cada um deles corresponde a um aspecto do comportamento humano e de como a pessoa se relaciona com eles, tais como: dinheiro, controle, poder, criatividade, corpo, sexualidade, tristeza, alegria, bondade, paz e calma, entre outros. Estes pontos armazenam o componente eletromagnético de todos os pensamentos, ideias, atitudes, decisões e crenças que as pessoas têm sobre qualquer coisa. E é isso o que bloqueia o fluxo livre da energia vital, que possibilita a auto-realização pessoal.

Na prática, por exemplo, poderíamos citar a dificuldade de alguém que, apesar de trabalhar bastante, tem problemas com sua prosperidade material e acaba se relacionando mal com dinheiro, tornando-se pouco realizada nesta área – o que é bastante comum com a maioria das pessoas. Isso acontece porque muitas vezes, desde pequenos, ouvimos expressões como: “Dinheiro é sujo!”, “Seu pai não é rico!” ou “Isso não é para você!”. Estes pensamentos se acumulam no subconsciente, alterando a energia original da pessoa – o que limita a percepção que ela tem e cria a separação da consciência universal por crenças de não-merecimento. É isso o que gera dificuldades para ela ter e receber tudo o que esteja relacionado com sua prosperidade material. O mesmo processo serve para crenças de quem tem dificuldades de emagrecer ou de se relacionar com o próprio corpo, com a sexualidade, com a própria raiva, entre outros fatores.

O leve toque com os dedos nestes 32 pontos, de acordo com o fundador da técnica, libera o fluxo destas energias e permite o acesso à consciência, num princípio de harmonização energético parecido, por exemplo, com um tratamento de acupuntura.

A consciência, conforme propõe Access Consciouness, é o Todo: inclui tudo e nada julga. Assim, não existem conceitos de certo e errado, bom e mau – numa visão dualista da realidade como a maioria das pessoas enxergam a vida. Acessar a consciência é estar aberto a tudo sem pontos de vista fixos para saber receber. Com as barreiras energéticas diluídas, após a aplicação da técnica, permite-se a livre circulação do fluxo de energia natural, sem julgamentos – seja sobre si mesmo, em relação aos outros ou dos outros em relação a você. Entrar neste estado de unidade, através da percepção de uma vida mais consciente, é a chave para criar a realidade que cada um deseja para si.

Ao “correr as barras” de alguém, como se diz, é como se os mecanismos de controle que ficam implantados em nossos pensamentos fossem baixados e essas crenças limitantes fossem apagadas do nosso banco de memórias quando os pontos são tocados. Esse processo facilita a expansão da consciência e abre a percepção para uma nova forma ilimitada de ver as coisas. É nisso que a terapia se baseia para criar mudanças de vida: com os pontos de vista descriados, aumenta-se o campo das escolhas e é aqui as Barras de Access começam a se relacionar com o mundo de infinitas possibilidades da física quântica.

Quem passa pela sessão, que dura aproximadamente uma hora e meia, costuma entrar num profundo estado de relaxamento, chegando a adormecer muitas vezes. Quando o atendimento termina, é comum a sensação de leveza e empoderamento, como se o ego que controla as nossas mentes estivesse mais dissolvido e o acesso à consciência, mais facilitado.

Muitos terapeutas, coachs e profissionais de saúde mental e áreas
correlacionadas têm descoberto nas Barras de Access uma forma complementar aos tratamentos tradicionais – como uma maneira de acelerar certos processos para criar mais consciência em seus pacientes. Um dos aspectos mais ressaltados por eles é a simplicidade da técnica, que pode ser aprendida em um curso de apenas oito horas, em um único dia, bem como a rapidez de resultados, sentidos já numa primeira aplicação – ainda que o recomendado seja uma média de dez sessões para um tratamento mais efetivo.

O QUE DIZ A NEUROCIÊNCIA?

Mais recentemente, as Barras de Access começaram a ser estudadas pela comunidade científica. Os fundadores de Access Consciousness encomendaram um estudo junto ao neurocientista Ph.D, Dr. Jeffrey L. Fannin. Ele analisou e mapeou, através de eletroencefalogramas, o comportamento das ondas cerebrais antes e depois da aplicação das Barras de Access.

“Quando vi os resultados, fiquei de queixo caído!”, diz Dr. Fannin, num vídeo do youtube, onde ele demonstra os resultados desta experiência, “Foi algo jamais visto em mais de 16 anos de carreira”, afirma.

No estudo, inicialmente o cérebro mapeado mostra uma atividade normal intensa, com frequências altas do funcionamento da mente de uma pessoa – com as chamadas ondas deltas, registradas em vermelho. Logo após a sessão de Barras, os gráficos mostram uma evidente diminuição dessa atividade cerebral, em especial nas áreas de foco, concentração e atenção. (Veja nas ilustrações)

Para demonstrar a eficácia das Barras de Access, Dr.Fannin também usa na comparação registros de ondas cerebrais feitos com praticantes avançados de meditação (que praticavam por 2 horas diárias), onde pode ser observado um alinhamento da fase e da coerência entre as ondas cerebrais e as ondas do coração. “É isso o que permitem que as pessoas tenham experiências ‘mágicas’ de elevação espiritual consciente com o alinhamento da própria energia dos chakras. O que percebi não é apenas um alinhamento físico completo, estou falando de alinhamento com o universo!”, declarou o neurocientista.
Ele explica, ainda, que o tálamo é a parte do cérebro que regula todas essas frequências. Acima dele existe a porta talâmica, onde estão as células reticulares, que se conectam a outras células que crescem para fora do cérebro e terminam no chakra da coroa, que se comunica diretamente com o campo quântico de informações presentes no universo. “É a nossa antena!”, resume.

Com a mente funcionando em baixa frequência, após a aplicação das Barras de Access, é possível receber de forma mais livre as frequências do Campo Quântico do universo – algo bem parecido com o estado meditativo. “Estas informações entram pelo cérebro através da porta talâmica e todas as frequências se distribuem ali, convertendo-se em ressonância. E as células do corpo ressoam com essa mesma vibração. Ser capaz de fundir essa energia e uni-la, é absolutamente possível com este processo”, garante o Dr. Fannin. E ele ainda acrescenta: “A habilidade de aproveitar essa energia e começar a trabalhar com ela dentro de si não é uma mágica da ciência. Mas é a ciência ajudando a mostrar o que está acontecendo e como acontece o fluxo dessa energia dentro de um indivíduo”.

O vídeo foi gravado na Conferência de Knock Secret, em San Diego, EUA e pode ser visto no link: bit.ly/video_neurociencia_barrasdeaccess (não se esqueça de habilitar a tradução automática de legendas para o Português). Para ver o vídeo sobre a aplicação das Barras de Access, acesse: bit.ly/vídeo_barrasdeaccess.

O autor:
Paulo Castilho é jornalista e produtor multimídia. Além de pesquisador, também atende como terapeuta de expansão da consciência e facilitador, utilizando diversas técnicas, como meditação e processos energéticos verbais e corporais de Access Consciouness.

Fonte: Revista Saúde Quântica

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TECNOLOGIA: COVID DATA TRACKER É A NOVA FERRAMENTA PARA RASTREAR A DISTRIBUIÇÃO DAS VACINAS CONTRA COVID-19

Uma ferramenta incrível que vai rastrear a distribuição de vacinas contra a Covid-19 é o destaque, aqui da coluna TECNOLOGIA deste sábado. Você vai pode acompanhar em tempo real todo os números referentes a distribuição das vacinas no seu estado ou região através do  COVID Data Tracker dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, que possui um mapa interativo que inclui contagens estado a estado. No final desta postagem você pode acessar a ferramenta através do link.

O rastreador de distribuição de vacinas COVID-19 permite que você veja para onde as doses nos EUA estão indo

Se você gostaria de ver a rapidez com que as vacinações estão progredindo em seu estado, o COVID Data Tracker dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças possui um mapa interativo que inclui contagens estado a estado.

No site, você verá dados do número total de vacinas distribuídas, bem como o número total de pessoas que receberam a primeira dose. Outro painel de dados mostra a distribuição em instalações de cuidados de longo prazo, que são priorizadas nas diretrizes atuais de vacinação dos Estados Unidos.

Na quinta-feira, você pode ver no mapa do CDC que os estados que receberam a maioria das doses per capita até agora são: New Hampshire, Connecticut, DC, Alasca, West Virginia, Kentucky, Tennessee, Oklahoma, Novo México, Colorado, Iowa , Nebraska, Dakota do Sul, Dakota do Norte e Montana.

Ao todo, de acordo com o CDC, mais de 21 milhões de doses foram distribuídas.

Os dados vêm de provedores de saúde e espera-se que os dados no site do CDC sejam atualizados três vezes por semana: às segundas, quartas e sextas-feiras.

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PARA DIVULGAR BIODIVERSIDADE, PARQUE DAS DUNAS UTILIZA DE FERRAMENTA TECNOLÓGICA

Parque das Dunas utiliza ferramenta tecnológica para divulgar a biodiversidade

06 jan 2021

Parque das Dunas utiliza ferramenta tecnológica para divulgar a biodiversidade – Blog do FM

Como uma forma de ampliar os serviços oferecidos a quem chega no Parque Estadual Dunas do Natal “Jornalista Luiz Maria Alves”, a partir de agora é possível conhecer mais da biodiversidade do Parque, através da tecnologia por QR Codes disponíveis nas placas informativas. O projeto Trilha Virtual é resultado de uma parceria entre o Parque das Dunas e a Universidade Potiguar, por meio do curso de Ciências Biológicas, e é uma alternativa para quem deseja ter uma experiência virtual sem se afastar da Natureza.

Com a leitura de QR Codes nas placas informativas localizadas na área das trilhas pavimentadas, e espaço de uso público (Bosque dos Namorados), é possível descobrir mais sobre o Parque e toda a diversidade biológica ali existente.

“Com a ajuda da tecnologia, esse momento tão desafiador para o mundo traz muitas descobertas e novas alternativas para o lazer também. Diversas pessoas podem ter fácil acesso às informações. O passeio virtual se torna importante para que elas não deixem de conhecer e se sentirem próximas ao tanto de vida existente na Unidade de Conservação”, afirmou a gestora do Parque das Dunas, Mary Sorage.

O passeio permite que os visitantes apreciem a Mata Atlântica, com direito a muitas informações sobre a fauna, a flora e tudo que faz parte deste importante bioma brasileiro. Atualmente, cerca de 800 espécies habitam o Parque das Dunas, entre flora e fauna.

A gestora acrescentou, ainda, que o passeio virtual também é uma grande ferramenta para promover o turismo ecológico e incentivar a educação ambiental.

Para o biólogo e educador ambiental, Daniel Costa, o projeto vem como uma inovação, permitindo um momento tecnológico e educativo, onde a população pode conhecer um pouco sobre a fauna e a flora do Parque das Dunas.

“É uma aprendizagem que pode ser também coletiva, e, além de inúmeros benefícios, a iniciativa vem mostrar a importância do uso da tecnologia para a educação ambiental. Quando as pessoas começarem a ter contato com essas atividades de forma virtual e se engajarem, elas podem repensar sobre a interação com as áreas verdes e sua relação com o meio ambiente”, afirmou.

Jornada no Bosque

Outra alternativa virtual para quem visita o Parque das Dunas, no bairro Tirol, é o jogo de realidade aumentada “Jornada no Bosque”. O Programa Museal Jornada no Bosque, que acontece na Unidade de Conservação desde 2019, vem lançando uma série de novidades na sua programação 2020/2021. Nesta edição, o tema é “A natureza cura”. A ideia é levar o sentimento de reconexão com a saúde, cultura e a natureza mesmo as pessoas estando em casa ou visitando o Parque com as limitações do período de pandemia.

O Game é parecido com o Pokémon Go e está disponível gratuitamente para baixar nas plataformas IOS e Android. O espaço natural do bosque é o cenário onde o jogo acontece. Seus desafios colocam os usuários em movimento, impulsionando que caminhem pelo Parque, ampliando sua interatividade com a biodiversidade.

Não utilize trilhas clandestinas

O Idema ressalta a importância da utilização das trilhas oficiais por parte da população. A presença irregular nas áreas da mata tem provocado desequilíbrio ao ecossistema Mata Atlântica. As trilhas clandestinas desrespeitam e desconsideram toda a questão dos princípios da preservação da Unidade de Conservação da Natureza.

“É importante sempre levantarmos essa questão da presença irregular na Unidade de Conservação. No momento em que um grupo adentra o Parque sem autorização, sem ser para os fins de educação ambiental, está desrespeitando a legislação, causando dano à Unidade e uma série de impactos à Natureza. Além da questão da insegurança pessoal, uma vez que, o Parque possui mais de 1.172 hectares de área”, finalizou a gestora do Parque, Mary Sorage.

Fonte: Política em Foco

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AUTOCONHECIMENTO: O DISCERNIMENTO COMO FERRAMENTA PARA A JORNADA ESPIRITUAL

O tema da coluna AUTOCONHECIMENTO desta quarta-feira é sobre discernimento, habilidade super importante que todo ser humano irá desenvolver em sua jornada espiritual para o AUTOCONHECIMENTO, já que conectar-se com sua verdadeira essência divina é a chave para ser capaz de conhecer sua verdade. Então convido você a ler o texto completo a seguir e entender como funciona esse processo todo!

EXERCITANDO O ESPÍRITO - Luciano Subirá - ORVALHO.COM - LUCIANO SUBIRÁ

Discernimento é uma das habilidades mais importantes

Mensagem canalizada em 1 de Novembro de 2020 – Arcanjo Gabriel

Discernimento é um das habilidades mais importantes que você irá desenvolver em sua jornada espiritual e ele é um importante tema energético de 2020.

Queridos, há uma parte de vocês que sempre, sempre sabe a verdade. Se você é presenteado com informação, sinta-a no seu corpo. Ela parece empoderada ou não? Ela está honrando seu livre arbítrio e sua sabedoria interior? Ela é projetada para separar ou unir? Sua energia é expansiva ou de contração? Ela é projetada para alimentar medo ou amor?

Para poder dizer se algo combina com você ou não, é essencial que você tire um tempo para se conhecer. Conectar-se com sua verdadeira essência divina é a chave para ser capaz de conhecer sua verdade e se algo honra aquela verdade ou não. Sua autoconsciência é o que o permite sentir se algo é solidário ou discordante com seu sistema de energia.

Nós os encorajamos a considerar a verdade de qualquer informação com a qual vocês sejam presenteados, mas pedimos que se lembrem que vocês são os especialistas em empoderamento de sua própria expressão de vida. Conectem-se com sua autenticidade, sua bondade e permitam a esta energia mostrar o caminho. Daquele lugar de alinhamento vocês sempre irão reconhecer o que melhor honra vocês e seus propósitos.

Shelley Young – Fonte: https:/www.goldenageofgaia.com/
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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COMPORTAMENTO: DISMORFIA DO INSTAGRAM, O USO DA FERRAMENTA DE EDIÇÃO DE IMAGEM AFETA A PERCEPÇÃO DE BELEZA E A AUTOESTIMA

As redes sociais vieram para ficar e fazer parte do cotidiano do ser humano em todas as partes do globo terrestre. É algo que se incorporou aos nossos hábitos e não temos como ignorar. Tem suas vantagens, pois tornou a vida mais dinâmica, globalizada e cada vez mais linkada com o que acontece no mundo. O perigo está em não impor limites ao uso dessa ferramenta super poderosa e acabar sendo literalmente engolido(a) por esse poder. O artigo a seguir fala sobre essa dependência do ser humano por uma das muitas ferramentas disponíveis, o Instagram. Saiba o que é “Dismorfia do Instagram” e como ela está afetando as pessoas na sua autoestima!

Dismorfia do Instagram: como os filtros afetam a autoestima?

Uso da ferramenta de edição de imagens afeta a percepção de beleza e leva muita gente a buscar pela perfeição no visual

Escrito por Clovis Filho

Redação Minha Vida

Em 3/11/2020

Os filtros de aplicativos como o Instagram são ferramentas divertidas e que, a princípio, surgiram como uma forma de descontrair as interações digitais. Assim, aquela foto simples de antes passou a ser uma selfie com orelhas de gatinho, com maquiagem pronta e até com olhos de outra cor.

No entanto, indo muito além da diversão, alguns filtros foram criados para eliminar qualquer tipo de “imperfeição” no visual dos usuários. E é justamente sobre os problemas causados por esse aspecto da exposição aos filtros que trata o estudo publicado pelo Journal of The American Society of Plastic Surgeons, em 2019.

Segundo a pesquisa, a busca por uma beleza próxima àquela fornecida pelos filtros de aplicativos pode estar provocando o transtorno disfórmico em jovens, ou seja, uma onda crescente de dismorfia corporal – que pode levar a quadros de transtornos alimentares, ansiedadedepressão e busca por procedimentos estéticos radicais e desnecessário.

Dismorfia do Instagram

Por conta da mania lançada nas redes sociais, o fenômeno vem sendo chamado também de “dismorfia do Instagram”. Como o próprio nome o descreve, os recursos usados no aplicativo “filtram” tudo aquilo que possa ser encarado como um defeito no visual (seja uma pinta, uma mancha, uma olheira ou qualquer outro detalhe). E é aí que se encontra o problema.

Motivados pelo efeito, muitos usuários buscam na vida real a aparência que os filtros proporcionam nas fotos, na tentativa de concretizar uma imagem que só existe no virtual. É a necessidade de incorporar a figura que a própria pessoa aprova e determina que possui a tal beleza almejada.

“Vivemos numa sociedade que prega a juventude eterna, ou seja, a ausência de qualquer tipo de sinal que possa revelar a verdadeira idade. A indústria de produtos de beleza e dermocosméticos cresce exponencialmente e os padrões exigem cada vez mais a perfeição”, explica a psicóloga Sirlene Ferreira.

Sinais de alerta

De acordo com a especialista, as pessoas mais influenciadas negativamente por essa exposição são aquelas que ainda não têm uma personalidade forte formada (como crianças e adolescentes), autoestima rebaixada, pouca autoconfiança, carência afetiva e muita insegurança.

É possível identificar esses quadros quando a pessoa passa a evitar contato social, se nega a atender chamadas de vídeo, não permite ser fotografada e expressa descontentamento constante com a própria imagem. Nesses casos, é comum que se demonstre ausência de amor próprio e nunca aceite elogios.

“Por isso, eu chamo a atenção para as pessoas que convivem com amigos ou familiares com essas características, pois essas pessoas precisam de ajuda profissional”, afirma Sirlene. De fato, caso não recebam algum tipo de orientação ou auxílio, esses indivíduos podem tomar atitudes extremas, que geram impactos físicos e mentais.

Muitos cirurgiões plásticos identificam esse quadro nos pacientes que os procuram e até mesmo se negam a realizar procedimentos desnecessários. É frequente que essas pessoas recebam encaminhamento médico para psicoterapia, como forma de encontrar e tratar a verdadeira origem do descontentamento com sua forma física.

“Não é possível criar regras para quem pode ou não ter acesso a essa ferramenta, o que podemos fazer é prestar mais atenção nas exigências que algumas pessoas fazem de si mesmas”, explica a psicóloga. Se uma espinha no rosto impede alguém de ter contato até mesmo com a própria família, pode ser um sinal muito revelador de que algo não está certo.

Redes sociais e padrões de beleza

De acordo com Sirlene, é preciso deixar claro que a ferramenta de filtros do Instagram não é responsável pelo descontrole de quem a utiliza. Isso porque a rede é um veículo poderoso para divulgar serviços, informações e até negócios – mesmo que sejam associados a imagens “falsas”, corrigidas por aplicativos que escondem imperfeições.

Mas, ao se depararem com tantos rostos e corpos “perfeitos”, indivíduos mais sugestionáveis começam a se comparar com aquela imagem inatingível e passam a se sentir inadequados. A questão, porém, é que dificilmente será possível evitar essa exposição aos filtros e padrões de beleza, uma vez que eles estão em todos os lugares.

Apesar da fama pelos filtros, o Instagram não é a única fonte que pode desencadear alterações negativas na percepção da própria beleza. Em qualquer rede social, quando se vê a foto de uma pessoa com pele lisa, nenhuma celulite, músculos definidos, barriga negativa e nenhum defeito perceptível, a tendência é o desejo a se igualar ou até mesmo ultrapassar aquela perfeição.

Assim, a beleza deixa de ser somente um fim para ser um meio para alcançar a felicidade. “Nossa mente trabalha rápido e entende que se quisermos ser felizes, precisamos alcançar aquele padrão de beleza”, afirma a psicóloga Lucia Moyses.

No entanto, quando o indivíduo olha no espelho, é comum que se perceba distante desse padrão que deseja. Mesmo uma pessoa considerada bonita por muitos sabe que tem imperfeições. Porém, incapaz de chegar à perfeição das imagens que vê, ela passa a se tornar obsessiva com seus defeitos e essa obsessão levar ao transtorno dismórfico.

Como evitar o problema?

Primeiramente, é necessário entender que os filtros não são a causa da questão. O problema está intrínseco no ser humano e a ferramenta pode ser um gatilho para tornar esse tema público entre familiares e amigos.

Elevar a autoestima, desenvolver o autoconhecimento e fortalecer a personalidade própria são passos essenciais para evitar o surgimento da dismorfia. É recomendado também valorizar outras qualidades importantes.

“Dessa forma, tornar-se perfeito fisicamente não será fundamental e, sim, ter resiliência, flexibilidade, inteligência, empatia, simpatia, saúde, alegria e outras qualidades que muito mais provavelmente levarão à felicidade e realização pessoal”, aconselha Lucia Moyses

No caso dos adolescentes, parte desse processo cabe aos pais, professores e psicólogos, uma vez que essa idade é muito crítica, com mudanças hormonais, forte sentimento de pertencimento e transição do estado infantil para o adulto, tornando difícil para os jovens descobrirem sozinhos os efeitos da imposição de padrões de beleza.

“Quando as pessoas tiverem ciência de que a perfeição estética não é tão importante assim e de que a beleza está nas diferenças e na imperfeição, não será preciso mais temer os filtros do Instagram”, conclui a psicóloga. Até lá, lembre-se que nem tudo o que vemos nas redes sociais é, de fato, real.

Redes sociais e bem-estar

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Clovis Filho

Fonte: minhavida.com.brcia digital

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AUTOCONHECIMENTO: AUTOACOLHIMENTO, A FERRAMENTE AUXILIAR NA TRANSIÇÃO DO EGO PARA O EU

A nossa coluna AUTOCONHECIMENTO desta terça-feira trás mais um interessante e esclarecedor texto publicado por Beth Michepud, de autoria da psicóloga e psicoterapeuta Bel Cesar sobre o “Autoacolhimento”. O autoacolhimento é uma ferramenta primordial no processo de autoconhecimento, pois auxilia na transição do Ego periférico para o Eu Superior interior do ser humano. Por isso lhe convido a ler esse maravilhoso texto a seguir e entender a importante função do “autoacolhimento”. 

O autoacolhimento pede passagem

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Há muito tempo eu li algo que me despertou para o caminho do autoconhecimento. Era sobre a pintura de uma ponte sobre um rio. A ponte seria o caminho pelo qual transitamos do inconsciente para a autoconsciência, onde o percurso é único e singular, e cada um, em si mesmo, é a ponte e o caminho.
Dar a mão à si mesmo, não se abandonar e se tratar com o máximo amor e com respeito às limitações é garantia de uma vida mais leve e plena.
O texto de hoje é de Bel Cesar,  psicóloga e psicoterapeuta sob a perspectiva do budismo tibetano.
Vamos refletir sobre autoacolhimento?
“Não importa a razão: quando nos sentimos desajustados em nós mesmos, tornamo-nos reféns de nossa própria autocrítica. Muitas vezes, quando passamos alguma vergonha (seja por algum motivo relevante ou não) ficamos presos a um estado interno que nos coloca cada vez mais para baixo. O mesmo pode ocorrer quando somos agredidos ou simplesmente fomos mal atendidos.
Quando o desconforto próprio ou alheio entra dentro de nós, só nos resta cuidar deste mal-estar. Se os outros (ou nós mesmos) nos tratam mal, ainda assim, podemos nos tratar bem! A alavanca para mudar este sistema é saber nos autoacolher.
Autoacolhimento é estar disponível para nós mesmos: abrir espaço interior para nos recebermos. Mas, se nossa linguagem interna soar hostil, não iremos querer nos autoescutar. Naturalmente, se nos sentirmos desconfortáveis, vamos querer cair fora, mas para onde ir quando o mal-estar está instalado em nosso íntimo?
A primeira coisa a fazer é parar de nos colocar para baixo. Dizer a nós mesmos repetidas vezes: “Ok, isso de fato ocorreu, agora cabe a mim diluir esse impacto, escolho me autoacolher”. Quando agimos assim, acionamos nossa base interna de segurança, pois, passamos a estar disponíveis para nos receber ao invés de nos criticarmos ainda mais.
Autoacolher-se não quer dizer ser condescendente com os próprios erros. Mas, sim, tratar a nós mesmos com gentileza à medida em que admitimos nossas falhas.
Autoacolher-se não quer dizer justificar nossa fraqueza como vítimas de consequências injustas. Mas, sim, dar a nós mesmos a chance de nos levantarmos assim que caímos.
Quando pararmos de nos rejeitar, conseguiremos nos aproximar de nós mesmos a ponto de escutar nossas reais necessidades internas. A questão é que muitas vezes estamos tão sobrecarregados pela sensação de não nos sentirmos atendidos, que sequer conseguimos escutar nossos pedidos internos. Mas, à medida em que permanecemos ao nosso lado, mesmo que inconformados com o ocorrido, passamos a nos escutar.
Validar nossas necessidades é outra forma de nos autoacolher. Depois que reconhecemos o direito de nos darmos algo, agora precisamos agir de modo coerente para recebê-lo. Se quisermos ser respeitados em nossos limites, precisaremos inicialmente ser sinceros para reconhecê-los.
Por exemplo, muitas vezes dizemos, sim, quando na realidade queríamos dizer não, simplesmente porque não levamos a sério nossos limites e necessidades. Isso ocorre porque não aprendemos a escutá-los. O medo de lidar com a decepção alheia é um reflexo da incapacidade de nos auto-acolhermos diante de nossos próprios limites!
Portanto, podemos sempre ampliar nossas possibilidades internas na medida em que nos mantivermos em contato com nossa base interior. Esta não é uma atitude egocentrada, na qual o outro não é levado em consideração. Mas, simplesmente, parte do processo diário do desenvolvimento interior. Sabermos nos respeitar é uma forma saudável de liberarmos o outro de nossas expectativas exageradas.
Quando nos autoacolhemos, podemos ser quem somos. Livres da pressão interna de corresponder a expectativas que ainda não estamos prontos para cumprir, podemos relaxar e gradualmente gerar novas forças para seguir adiante. Uma vez confortáveis com nossa base interior, podemos nos preparar para receber melhor o outro, seja em sua alegria ou desconforto”.
Luz e Paz!
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