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GOVERNO DO RN ASSINA PROTOCOLO COM EMPRESA DE NEOENERGIA VISANDO PROJETO PILOTO DE PRODUÇÃO DE HIDROGÊNIO VERDE

RN firma protocolo para produção de hidrogênio verde

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Istock

O Governo do Rio Grande do Norte assinou o protocolo de intenções com a empresa Neoenergia S / A que visa à execução de projeto piloto para produção de hidrogênio verde. O protocolo define providências e medidas de cooperação. Por parte da empresa está a responsabilidade pela prospecção de demanda e captação de parceiros tecnológicos, definição de estrutura para financiamento do projeto. Já ao Estado caberá promover incentivos fiscais, regulatórios, fundiários e licenciamento para o desenvolvimento da cadeia de produção de hidrogênio verde.

“O RN se projeta cada vez mais na área das energias renováveis, já somos maior produtor do país em eólica on shore (em terra). E caminhamos para ser o primeiro Estado a produzir offshore. Este acordo que estamos firmando com a Neoenergia entra neste contexto e amplia para a produção de hidrogênio verde. Digo da satisfação de firmar este protocolo que é ação concreta e compromisso com o desenvolvimento sustentável “, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

O hidrogênio verde se tornou a prioridade na estratégia de energia e climática de países diversos. Isso acontece porque é alternativa para setores de difícil abatimento de transporte de carbono, possibilitando o armazenamento e fornecimento aos setores da indústria e transporte. A aceleração do desenvolvimento do mercado de hidrogênio trará mais oportunidades de negócios nas áreas de petróleo e gás, eólica e solar, biocombustíveis, nuclear, vez que existem várias tecnologias e insumos para a produção de hidrogênio.

O Rio Grande do Norte tem as melhores condições ambientais para a geração de energia eólica offshore. Hoje, tem quatro projetos em processo de licenciamento que podem incluir uma produção de hidrogênio verde – energia mais barata, renovável e grande disponibilidade de geração, ampliando a viabilidade dos empreendimentos.

Titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Jaime Calado reforçou que o RN tem “os melhores ventos do mundo. A Neoenergia é pioneira na geração de energia eólica on shore em nosso Estado e pode ser off shore. Convidamos o grupo, discutimos as possibilidades, e hoje estamos aqui para firmar este protocolo que já é de um projeto piloto. Por isso, considerado um dia marcante, um fato histórico para um setor que só faz crescer, gera 60 mil empregos e tem aqui as maiores empresas do setor no mundo. Queremos que o RN seja cada vez mais um polo produtor de energias renováveis ​​e armazenagem de hidrogênio verde “.

O coordenador de desenvolvimento energético da Sedec, Hugo Fonseca, explicou que o hidrogênio verde é visto hoje no mundo todo como viabilidade de energia limpa. “Investir neste setor e em novas tecnologias é entregar um legado de sustentabilidade às novas gerações”. O presidente da Federação das Indústrias, Amaro Sales Amaro, elogiou a iniciativa e disse que a Fiern se soma a este esforço e quer dar sua colaboração. “O grupo Neoenergia já é parceiro nosso e, tenho certeza, vai continuar contribuindo muito para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, destacou.

Para João Hélio, diretor técnico do Sebrae: “enquanto instituição, acreditamos muito no desenvolvimento energético. Há pouco tempo tínhamos seis, agora são mais de 100 empresas atuando nesta área. Que o hidrogênio verde venha com muita força e seja protagonista. Aqui o Estado e empresas apostam em novo caminho e o Sebrae está à disposição. ”

Marcio Caires, presidente da Cosern – empresa do grupo Neonergia – disse que “esta é mais uma parceria com o Governo do Estado. Agora, chegou a hora do hidrogênio verde. Junto com o Estado e outros parceiros estamos confiantes no sucesso desta nova iniciativa. ” O grupo Neoenergia também foi representado pelo superintendente de operações, David Benavent, diretor de Relações Institucionais e Governamentais, João Paulo Neves Batista Rodrigues, diretor de negócios liberalizados, Hugo Nunes, gerente de exploração, Hélio Reinaldo, e o gerente da Termope, Tatsumi Igarashi.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE NOTIFICA EMPRESA SOBRE INTERESSE DA PASTA EM ROMPER CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DA COVAXIN

Governo notifica empresa sobre cancelamento de contrato da Covaxin

A notificação é o primeiro passo para o cancelamento do contrato pela pasta, antecipado na sexta-feira pela CNN

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 25 de julho de 2021 às 16:03

Governo notifica empresa sobre cancelamento de contrato da Covaxin | CNN DOMINGO - YouTube

Ministério da Saúde notificou na manhã deste domingo a Precisa Medicamentos para se manifestar sobre o interesse da pasta de romper o contrato para a aquisição de vacinas Covaxin.

A notificação é o primeiro passo para o cancelamento do contrato pela pasta, antecipado na sexta-feira pela CNN. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, decidiu rescindir o contrato após o anúncio feito na sexta-feira pela manhã pela Bharat Biotech, fabricante da Covaxin, de que a Precisa não era mais sua representante no Brasil em razão da adulteração em documentos entregues ao ministério para que o contrato fosse celebrado.

Na notificação encaminhada neste domingo, o Ministério da Saúde apresentou à empresa as justificativas para a rescisão e pede que ela se manifeste sobre o assunto. Foi a forma encontrada para dar segurança jurídica ao cancelamento.

A Precisa, conforme mostrou a CNN, contesta que seja a responsável pela adulteração. De acordo com a empresa, foi uma parceira da Bharat a responsável pelos documentos adulterados.

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EMPRESA POTIGUAR PREPARA PLANOS PARA INCREMENTO DOS SERVIÇOS E ENTRADA NO STREAMING

Empresa potiguar investe em novos serviços e preparação entrada no streaming

Redação / Portal da Tropical 

Atualizado em:

Foto: Divulgação

Com planos para incremento dos serviços já oferecidos e ampliação do leque de produtos, a Cabo Telecom completou 21 anos nessa quinta-feira (24) com o olhar voltado para o futuro. A empresa com DNA potiguar foi pioneira na prestação dos serviços de internet banda larga e de TV por assinatura no Rio Grande do Norte, e agora trabalha na expansão de sua rede de fibra óptica enquanto planeja, em breve, lançar novidades no campo do streaming, entre outros benefícios para os clientes.

Com cerca de 130 mil assinantes no RN e na Paraíba, a Cabo Telecom já oferece tecnologia de ponta para residências e empresas nos dois estados. Ao longo do primeiro semestre deste ano, um dos principais investimentos foi na modernização das redes nas áreas já atendidas de Natal e da região metropolitana.

“Atualmente, a Cabo Telecom já possui mais de mil km de redes ópticas ativas, e até o final do ano, o plano é que 85% da nossa rede antiga em bairros de Natal e em Parnamirim sejam substituídos pela Cabo Fiber, a nossa tecnologia de fibra óptica ”, projeta Cláudio Alvarez, diretor presidente da Cabo Telecom.

Na prática, libertada mais 450 km de fibra óptica para incrementar o serviço de internet em bairros como Nova Descoberta, Cidade Alta, Alecrim, Capim Macio, Cidade da Esperança e Mirassol.

E no interior do Estado, os municípios do Agreste também viram a chegada e ampliação das atividades da Cabo Telecom neste semestre, através dos serviços da recém adquirida Cortez Online, que já operava em São José de Mipibu, Nísia Floresta, Monte Alegre, Brejinho, Goianinha, Tibau do Sul e Canguaretama.

“Com uma presença já consolidada em Natal ao longo de duas décadas, agora estamos olhando com mais atenção para os mercados da região metropolitana. Nosso plano é seguir investindo no aumento da cobertura de redes nas cidades em que a Cortez Online já atuava ”, adianta Cláudio. “Em maio, implementamos nosso serviço de telefonia fixa municípios municípios do Agreste potiguar e no Litoral Sul, sempre priorizando a contratação de mão de obra local”, relata o presidente da companhia.

A expectativa de crescimento da Cabo Telecom segue a linha do Grupo Conexão, do qual a empresa potiguar faz parte. O Grupo atualmente está presente em mais de 50 cidades em várias regiões do Brasil e serviços de prestação de serviços a mais de 400 mil lares, cerca de 20 mil clientes empresariais, empregando mais de 2.200 colaboradores. São mais de 8.500 km de rede com capacidade para atender mais de 1,4 milhões de clientes.

No Nordeste, a Cabo Telecom é responsável pela geração de 760 empregos diretos e indiretos. A empresa possui um dos maiores setores de call center do estado, seis vezes consecutivas avaliado como o melhor do país em pesquisas feitas pela Anatel.

“O atendimento ao cliente é um dos nossos diferenciais. Buscamos sempre associar a tecnologia ao contato humanizado dos nossos colaboradores com os consumidores. É assim que oferecer um serviço de alta qualidade, competindo com grandes marcas nacionais, mas sem deixar de lado o nosso DNA genuinamente local ”, orgulha-se Cláudio.

Novos produtos 

Para o segundo semestre, a Cabo Telecom traz novidades para o seu público. Está previsto para o mês de julho o lançamento do Conexão Vantagem, uma espécie de clube de vantagens, além de uma plataforma de streaming, a ConexPlay, e o ConexMóvel, serviço de telefonia celular. Também estão entre os próximos projetos de rastreamento veicular e câmeras de monitoramento.

“Estamos animados com essas novidades, que já estão nas fases de teste e ajustes finais. Tudo sempre pensado para oferecer mais vantagens aos nossos assinantes, que também vão poder usar a plataforma ConexPlay para autoatendimento. A Cabo Telecom chega à maioridade com muitos projetos para o futuro ”, comemora Cláudio.

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QUEIROGA SÓ PODERÁ ASSUMIR O MINISTÉRIO DA SAÚDE QUANDO DEIXAR O CARGO DE SÓCIO-ADMINISTRADOR EM EMPRESA DE SERVIÇOS MÉDICOS

Cargo em empresa retarda posse de Queiroga no Ministério da Saúde

A equipe de Jair Bolsonaro esqueceu-se de checar se Queiroga constava como administrador de alguma empresa na Receita Federal

Fernando Molica

Por Fernando Molica, CNN  

Atualizado 20 de março de 2021 às 15:26

O cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da SaúdeO cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da SaúdeFoto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Anunciado, no último dia 15, como futuro ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga só poderá assumir o cargo quando deixar a função de sócio-administrador de uma empresa de serviços médicos em João Pessoa (PB), o Cardiocenter – Centro de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Cardíacas.

A lei 8.112, de 1990, proíbe que servidores públicos da União participem “de gerência ou administração de sociedade privada”. Consultado, a advogado Bruno Barata, especialista em direito administrativo, explicou  que ministros de Estado podem ser sócios, mas não administradores de empresas privadas.

Disponível na página da Receita Federal e consultado no fim da manhã deste sábado (20), o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) do Cardiocenter informa que Queiroga é, entre os 19 sócios da empresa, que funciona no Hospital Alberto Urquiza Wanderley, da Unimed, o único com a função de administrador.

O currículo do futuro ministro, disponível na plataforma LinkedIn, informa que ele é diretor do Cardiocenter e diretor técnico do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Unimed João Pessoa.

Na manhã de sexta (19), a CNN enviou mensagem para o Whatsapp de Queiroga, perguntou se sua condição de sócio-administrador do Cardiocenter estaria atrasando sua posse no ministério e se ele deixaria o cargo na empresa privada. Até o início da tarde deste sábado (20), Queiroga não havia respondido aos questionamentos, também encaminhados à assessoria de imprensa da Sociedade Brasileira de Cardiologia, entidade que o médico preside.

A CNN também entrou em contato com o Ministério da Saúde e, através da assessoria de imprensa, a pasta informou, por telefone, que não responde por Queiroga uma vez que ele ainda não é ministro e que só responderia às perguntas depois da posse do futuro  ministro.

Fonte: CNN

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EMPRESA POTIGUAR EM SÃO PAULO DO POTENGI INICIA EXPORTAÇÃO DE CASTANHA DE CAJU PARA NOVA YORK

Empresa potiguar inicia exportações de castanhas de caju para os EUA

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação / Grupo JPX

De São Paulo do Potengi para Nova Iorque, nos Estados Unidos: como castanhas de caju da Greenlife Caju, reativada no início do ano, embarcaram na última quarta-feira (3) com destino à cidade mais desenvolvida dos EUA, levando toda a qualidade e o sabor potiguar aos norte-americanos. Foram expressos 700 caixas, contendo aproximadamente 17 toneladas de amêndoas de castanhas de caju (ACC) produzidas com o apoio do Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi).

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, a notícia prova que o desenvolvimento econômico do estado segue no caminho certo. “Esta é uma conquista de todo o Rio Grande do Norte. Ver uma empresa que estava parada há 6 anos retomar as atividades, em um período difícil como o que estamos vivendo, voltar a produzir em poucos meses e já exportar esse produto tão simbólico do nosso RN mostra que nosso trabalho está valendo a pena “, comemorou o secretário.

De acordo com o diretor da empresa, Júnior Praxedes, este é apenas o primeiro contêiner de ACC enviado para outro país. A perspectiva é de que 30 contêineres sejam examinados ao mercado externo até dezembro, e 3 ou 4 serão exportados ainda este mês. Além dos Estados Unidos, o Canadá e alguns países da Europa também devem receber como remessas, que, ao todo, somam mais de 500 toneladas de ACC exportadas.

Este número equivale a 60% da produção da empresa. Os outros 40% têm destino no mercado interno brasileiro. Desde que reabriu, em janeiro deste ano, a Greenlife já passou a comercializar seu produto em estados como São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará e, como não poderia faltar, Rio Grande do Norte.

Para a reativação da fábrica, foram investidos R $ 33 milhões pelo grupo JPX. O grupo emprega atualmente 350 pessoas na fábrica de castanhas e em postos de depósitos, lojas de peças e serviços, indústria de pré-moldados e na construção civil. Apenas a Greenlife Cajueiro gera 200 empregos diretos e deve ampliar em mais 150 até a próxima safra de cajus. Além das amêndoas, produto de consumo suprido nordestino, a empresa incorporá o líquido (LCC) e a casca das frutas, utilizados para diversos fins, como na produção de inseticidas, verniz e disciplinados.

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VICE-GOVERNADOR DO RN VISITA EM BRASÍLIA LABORATÓRIO DA EMPRESA RESPONSÁVEL PELA FABRICAÇÃO DA VACINA SPUTNIK.V

Em Brasília, vice-governador do RN visita farmacêutica que vai produzir vacina russa

03 mar 2021

O vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto, esteve nesta terça-feira, 2, em Brasília (DF), representando a governadora, Fátima Bezerra, em visita aos laboratórios da União Química, empresa responsável pela fabricação no Brasil da vacina russa contra o novo coronavírus, a Sputnik V.

A ação aconteceu por iniciativa do Fórum Nacional de Governadores, que defende celeridade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para liberar a fabricação do imunizante em larga escala no Brasil.

O vice-governador, o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, e 18 representantes de estados e do Distrito Federal conheceram as instalações do laboratório que tem capacidade para produção de 8 milhões de doses por mês.

“O cronograma de produção da vacina é para o início do mês de abril. A ideia é que os estados brasileiros, mediante a apresentação de um plano de vacinação, possam comprar as vacinas”, declarou o vice-governador.

Segundo ele, o foco da reunião foi esclarecer que é possível estreitar o calendário de imunização e que a Anvisa conceda a outorga emergencial para fabricação da Sputnik V, que já envolveria de imediato 10 milhões de doses contratadas pela União Química com a Rússia. Além disso, prevê a produção no Brasil – a partir de maio e junho – para o fornecimento de 8 milhões de doses por mês.

“Vivemos um momento crítico, um estado gravíssimo, em que a pandemia da Covid-19 uniformizou em todo o Brasil, o que se faz preciso aumentar o ritmo da vacinação. Este encontro foi muito importante, e todos saímos convencidos de que é preciso que o Governo Federal, no menor espaço de tempo, ajude a aprovação emergencial para que a Sputnik V integre a plataforma do Plano Nacional de Imunização”, destacou Antenor.

Fonte: Política em Foco

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BOAS NOTÍCIAS: GANHADORA DE CARRO EM RIFA DOA O PRÊMIO PARA COLEGA DE TRABALHO QUE ANDAVA DE BICICLETA NO FRIO

Uma boa ação que viralizou na Internet é o destaque, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Uma trabalhadora de Wisconsin ganhou carro numa rifa e doou para uma colega de trabalho, cuja condução para o trabalho todos os dias era uma bicicleta, sob um frio terrível, muitas vezes abaixo de 0.Esta Boa Ação proporcionou uma imensa felicidade e gratidão a garota havaiana de 17 anos. Leia o artigo completo a seguir e conheça essa bela história!

Trabalhadora Chick-fil-A de Wisconsin que ganhou um carro na rifa da empresa dá para uma colega de trabalho que anda de bicicleta para o trabalho

Ela havia trabalhado no restaurante por apenas cinco meses, mas seus colegas de trabalho se tornaram como uma “segunda família” para aquele jovem de 17 anos.

E, quando Haley Bridges ganhou um carro novo no sorteio de Natal organizado para funcionários de Appleton, Wisconsin Chick-fil-A, ela sabia exatamente o que faria.

Ela deu o carro para sua nova ‘irmã’, que andava de bicicleta para o trabalho no frio clima de Wisconsin.

Sim. Hokule’a Taniguchi, de 19 anos, de Honolulu, estava indo para o restaurante Grand Chute usando apenas duas rodas.

“Eu andava de bicicleta aqui todas as manhãs, então era um pouco difícil”, disse o jovem de 19 anos ao
WLUK News . “Como sou do Havaí, pensei: ‘Está meio frio!’”

Na festa de Natal, quando o nome do vencedor foi arrancado da sacola e Taniguchi ouviu ‘Haley Bridges’, ela sabia o que ia acontecer.

Haley jurou entregar o carro se ganhasse.

“Eu realmente comecei a chorar, porque estava muito feliz”, disse Taniguchi. “Eu estava tipo, ‘Oh meu Deus! Eu não posso acreditar que isso é real! ‘”

“Agora posso fazer compras no mercado”, Taniguchi sorriu. Ela também pode sair cinco minutos antes do início do turno, em vez de passar duas horas pedalando.

Isso é o que acontece quando você tem uma grande família feliz trabalhando.

ASSISTA o vídeo abaixo …

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CEO DA FARMACEUTICA CHINESA SINOVAC BIOTECH, CONFESSOU TER SUBORNADO AUTORIDADES SANITÁRIAS DA CHINA DURANTE ANOS PARA ESTABELECER SUA EMPRESA COMO LÍDER NO MERCADO

 

CEO da Sinovac  subornou autoridades sanitárias na China

Casos não têm ligação com a Coronavac, a vacina contra o novo coronavírus que está sendo desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan (SP)

INTERNACIONAL

Do R7

A Sinovac é uma das líderes no setor de vacinas na China A Sinovac é uma das líderes no setor de vacinas na China
Thomas Peter / Reuters – 24.11.2020

Yin Weidong, fundador e CEO da farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, uma das líderes na corrida por uma vacina contra o novo coronavírus, confessou ter subornado autoridades sanitárias da China durante anos para estabelecer sua empresa como uma das líderes do mercado.

O caso, revelado em documentos da Justiça chinesa publicados pelo jornal norte-americano Washington Post, não envolve a Coronavac, a vacina contra covid-19 que a Sinovac está testando no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, mas revela como a companhia cresceu no mercado.

Segundo os documentos, em 2016 Yin admitiu em um julgamento que pagou mais de US$ 83 mil (cerca de R$ 427 mil) entre 2002 e 2011 para Yin Hongzhang, um agente sanitário que fiscalizava desenvolvimento de vacinas, e sua esposa. Foi nesse período que a Sinovac saiu de uma startup para uma das gigantes do setor na China, com diversas pesquisas financiadas pelo governo.

Confissão na Justiça

No julgamento, Yin Hongzhang confessou que apressava as certificações das vacinas da Sinovac e sete outras empresas e foi condenado, em 2017, a dez anos de prisão. Yin Weidong, que apesar de ter o mesmo sobrenome do agente não é parente dele, não foi processado e permanece no cargo, comandando a Sinovac até hoje.

Durante os nove anos em que o fiscal facilitou o processo de aprovações, a Sinovac conseguiu lançar vacinas contra hepatite A, SARS, gripe aviária, gripe suína, febre aftosa e gripe comum. Por conta da pesquisa com a SARS, acabou saindo na frente na corrida pela vacina contra o novo coronavírus.

A confissão de Yin Hongzhang ajuda a entender como uma empresa até então de pequeno porte foi a primeira no mundo a fazer testes clínicos de uma vacina contra a SARS em 2003 e a primeira a lançar comercialmente uma vacina contra a gripe suína em 2009.

A CoronaVac é uma das três vacinas chinesas contra a covid-19 que estão em fases mais avançadas. A vacina da estatal Sinopharm já está sendo aplicada em um programa que abrange os funcionários de saúde e a da CanSino, em parceria com um instituto militar de pesquisas, foi aplicada em pessoal das Forças Armadas.

A Sinovac reconheceu publicamente o caso de suborno, mas afirma que cooperou com as investigações e que ninguém da empresa foi processado. O CEO disse, ao testemunhar, que não tinha como recusar os pedidos do fiscal.

Em outros processos, pelo menos 20 agentes do governo e administradores do setor hospitalar de pelo menos cinco províncias chinesas admitiram ter recebido propinas de funcionários da Sinovac entre 2008 e 2016.

Em uma nota de resposta ao Post, um porta-voz da empresa disse que todos os casos foram analisados pelo sistema jurídico da China e que até hoje nenhum processo foi aberto contra a empresa ou seu fundador.

Corrupção e punições

A corrupção no setor farmacêutico chinês se tornou gigantesca após a descentralização promovida nos anos 1990, até que em 2007, o antigo responsável pela agência sanitária do país, Zheng Xiaoyu, foi executado por receber propinas de diversas empresas.

Até 2014, o governo costumava punir apenas os funcionários estatais que cobravam as propinas do setor privado. Naquele ano, a GlaxoSmithKline recebeu uma multa de US$ 490 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhões) por subornar médicos e agentes do Estado para ampliar suas vendas. O principal executivo da empresa no país foi preso.

Apesar de todas as confissões, nenhum processo indica que a Sinovac esteja envolvida em algum tipo de escândalo com relação à segurança de seus produtos nem que as propinas tenham sido pagas para a aprovação de algum produto defeituoso. Mas especialistas acreditam que ela precisa ser olhada com cuidado.

“O fato de que a empresa tem esse histórico de propina cria uma sombra de dúvida sobre os dados da vacina, que ainda não foram publicados em artigos nem revisados por outros profissionais”, disse Arthur Caplan, especialista em ética médica entrevistado pelo Post. “Até mesmo em uma pandemia, uma empresa com reputação duvidosa precisa ser vista com cuidado”.

 

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PEQUENA EMPRESA DE CHINELO NA ANGOLA DRIBLA A CRISE DA PANDEMIA E JÁ EXPORTA PRODUTO

 

Angola: Empreendedorismo dribla a crise da pandemia de covid-19

Pequena empresa de chinelos decolou e está até exportando graças a abertura de novos canais de venda e uma melhor publicidade

INTERNACIONAL

Mariana Ghirello, do R7

Empreendedora angolana Marisol NgunzaEmpreendedora angolana Marisol Ngunza

Quando a covid-19 chegou em Angola, na África, Marisol Ngunza quase entrou em desespero. A crise econômica gerada pelo novo coronavírus também afetou a família dela. Com o marido abatido pela queda na renda, ela precisou sustentar a família. Ela e a filha tinham apenas um negócio caseiro de chinelos.

Assim como em muitas partes do mundo, a Angola, um país com 30 milhões de habitantes, viu o número de desempregados crescer após a chegada da pandemia. Um golpe muito duro contra um país que vinha se reestruturando e se desenvolvendo após anos de conflito armado.

Atualmente, devido a baixa industrialização do país, tudo precisa ser importado, conforme conta Marisol. “É um país que não fabrica quase nada, importamos até uma agulha”, explica. Além disso, também é dependente da importação do petróleo.”

De acordo com o Banco Mundial, o país tem feito progressos econômicos e políticos desde o fim da guerra em 2002. Mas, segundo dados do Inquérito às Despesas e Rendimentos de 2018/2019 do Instituto Nacional de Estatística, o índice de pobreza é alto, 40,6%. Assim, um dos desafios é a redução da desigualdade.

Para fugir da crise, sem a opção de empregos formais, os angolanos vão trabalhar como ambulantes ou montar um pequeno negócio.

Continuidade nos negócios

Para Camila Silveira, diretora da Câmara de Comércio Brasil-Angola, a população do país africano possui um espírito muito empreendedor. “O angolano é muito empreendedor, é difícil ele trabalhar em apenas um local, eles sempre têm um trabalho fixo e um negócio. E as mulheres são mais ousadas neste quesito do que os homens”, explica.

“Há 15 anos trabalho na Angola, fui convidada para montar uma feira multisetorial que era a primeira feira que ia ocorrer no país, tinha acabado a guerra e estavam todos muito focados em estruturar o país”, relata Camila.

Foi quando percebeu que muitos negócios não ia adiante por falta de conhecimento em gestão de negócios e passou, então, a prestar consultoria para empreendedores angolanos. O início foi despretencioso, conforme ela relata, mas a ideia foi ganhando corpo, e hoje ela é convidada do governo para dar palestras.

“Em Luanda, a capital, as pessoas têm acesso à internet e formação, mas nas províncias eram mais carentes, com extremas necessidades. Eles queriam fazer coisas, mas não tinham formação alguma, por mais que conseguissem um negócio não tinham estrutura para continuar”, destaca Camila.

Segundo Camila, como a produção industrial no país é pequena, tudo o que é fabricado vende bem e com menor preço. “A partir do momento que tenho uma fabricação local, os valores caem”, ressalta.

“Dava para aguentar”

O que era difícil antes com a pandemia se tornou ainda mais complicado. “Atendia cerca de 500 pessoas por mês, e quando começou a pandemia passei a atender 200 pessoas por dia”, reforça Camila. Uma delas, era Marisol.

“Eu fazia os chinelos e vendia, mas a minha empresa não tinha expressão”, conta Marisol. Foi então que ela foi orientada a abrir a empresa formalmente, bem como páginas oficiais na internet e começar a vender também por aplicativos.

Além de melhorar a publicidade de seu produto, Camila orientou ela a expandir seu negócio para revendedores, e hoje ela ela tem representantes do seu produto em mais seis cidades da Angola e nos vizinhos Namíbia e África do Sul. Ela exporta ainda para Portugal, França, Itália, Egito, Líbano e Maurítania.

Este crescimento da empresa de Marisol só foi possível graças a digitalização da empresa. Já adiantado por entidades internacionais, é a digitalização dos negócios que poderia ajudar na recuperação da crise da covid. Camila leva a recomendação a sério e ajuda a outros empreenderores angolanos a ampliarem seus canais de vendas.

Para dar mais base para novos empreendedores, Camila Silveira montou também uma plataforma angolana de cursos sobre gestão, finanças, e outros temas relacionados para impulsionar os negócios. “A Angola foi um dos países que mais se estruturou nos últimos anos”, completa.

“Antes eu trabalhava só com a minha filha, dava para aguentar, mas hoje já tem mais seis pessoas trabalhando comigo fixo, e quando tenho uma demanda maior, contrato mais pessoas por hora, fora os revendedores”, comemora Marisol.

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UMA EMPRESA PARTICULAR PODE TER SIDO RESPONSÁVEL PELO APAGÃO NO AMAPÁ

Bolsonaro sugere ‘falha’ em empresa particular de energia do Amapá

Patrik Camporez, da Agência Estado

08 de novembro de 2020 às 01:01

Jair Bolsonaro faz declaração nas redes sociais sobre apagão no AmapáJair Bolsonaro faz declaração nas redes sociais sobre apagão no Amapá

Pressionado a restabelecer o fornecimento da energia no Amapá, que ficou mais de três dias sem luz, o presidente da República, Jair Bolsonaro, sugeriu neste sábado (7), que uma empresa particular pode ter sido responsável pelo apagão que atinge o Estado.

O presidente disse que “não queria culpar ninguém”, mas, sem citar nomes, questionou o trabalho de manutenção realizado pela companhia. “Acho que falhou a manutenção da empresa particular que fornece a energia”, afirmou, em “live” transmitida em suas redes sociais.

O apagão atingiu praticamente todo o Estado do Amapá na noite de terça-feira (3), quando um incêndio danificou uma subestação na capital Macapá. Desde então, várias cidades têm relatado dificuldades no abastecimento regular de água e alimentos. A energia somente começou a ser restabelecida parcialmente neste sábado. Haverá racionamento por pelo menos dez dias, até que haja uma solução permanente para o problema.

A subestação e a linha de transmissão que falharam são da Gemini Energy, que é gerida por fundos de investimento. A concessão, formalmente chamada de Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE), pertencia à Isolux, que entrou em recuperação judicial na Espanha. No fim do ano passado, a linha foi comprada pela Gemini, que pertence a dois fundos de investimentos: a Starboard e a Perfin.

Segundo o presidente, o governo vai investigar a explosão do transformador, fato que ele classificou como “muito esquisito”. Na “live”, Bolsonaro explicou que o Macapá contava com três transformadores. Depois que um deles explodiu, o segundo, que funcionava de forma muito “precária”, não suportou a carga e também parou de funcionar.

Um terceiro equipamento, segundo o presidente, estava em manutenção desde dezembro do ano passado. “Eu não queria criticar, mas é uma manutenção bastante longa, dez meses. Alguma coisa esquisita está acontecendo. Já era para ter resolvido esse assunto, já. O Ministério de Minas e Energia está investigando essa questão. Quem sabe vai ter uma justificativa”, disse o presidente.

A população do Macapá tem manifestado insatisfação com o governo por causa do prazo de dez dias para que o problema seja resolvido. Segundo Bolsonaro, no entanto, 63% da energia havia sido restabelecida até o início da noite deste sábado.

Após sofrer forte cobrança de políticos locais, o governo enviou geradores de energia para o Estado, priorizando inicialmente as regiões mais críticas e os hospitais.

“A gente espera que tudo seja restabelecido no máximo em dez dias. Estamos sendo bem representados por Alcolumbre e Bento Albuquerque”, declarou, referindo-se ao ministro de Minas e Energia e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-PA), que viajaram neste sábado para Macapá.

Fonte: CNN

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: EMPRESA ESPANHOLA DE BIOTECNOLOGIA ESTÁ PROCURANDO GERAR ENERGIA RENOVÁVEL A PARTIR DA BIO BATERIA

Caro(a) leitor(a),

O conhecimento humano acumulado já está dobrando a cada dia e é incrível como as descobertas da ciência estão se sucedendo uma atrás da outra todos os dias. Nós que publicamos, aqui na coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE quase todos os dias as novidades nos surpreendemos com essas novas descobertas. E são descobertas muito, muito sustentáveis. Então convido você a ler o artigo completo a seguir econhecer essa extraordinária TECNOLOGIA no que tange a geração de energia limpa! 

Organismos naturais no solo podem alimentar luzes com esta bio bateria, que pode ser a tecnologia mais perturbadora do mundo

Uma empresa espanhola de biotecnologia está biotecnologia gerar energia renovável a partir do próprio solo em que nossas casas são construídas.

Descrita como a startup mais perturbadora do mundo em 2016 pelo Google, Bioo (pronuncia-se Bee-oh) cria baterias que utilizam micróbios do solo para gerar eletricidade de uma maneira simples, mas engenhosa.

Quando o solo no qual a bateria é colocada é irrigado ou recebe chuva, nutrientes e micróbios no solo que se alimentam de matéria vegetal em decomposição infiltram-se na bateria, onde sua atividade alimentar cria prótons e elétrons. Quando combinado com o oxigênio que flui pelos orifícios da bateria, o processo gera eletricidade suficiente para acender luzes, telas ou pequenos eletrodomésticos.

O objetivo do Bioo é expandir sua tecnologia até que suas unidades movidas a solo possam gerar energia para uma casa inteira, o que pode não ser tão difícil, já que a fabricação não requer nenhum mineral tóxico ou de terras raras como alguns painéis solares fotovoltaicos.

Bioo está usando vasos de plantas em grande parte de suas pesquisas porque as plantas expelem o excesso de energia de sua fotossíntese através das raízes, que podem ser capturadas para alimentar pequenos dispositivos.

Atualmente uma casa está um pouco fora do alcance do fundador Pablo Vidarte. No entanto, ele criou várias maneiras inovadoras de apresentar suas ideias e, com sorte, gerar os dados e o capital necessários para aumentar sua escala.

Uma dessas vitrines é a Instalação Viva , para a qual as plantas são usadas como interruptores biológicos de ligar / desligar. Depois de receber uma certa frequência de rádio, Vidarte descobriu que certos vasos de plantas podem produzir energia por meio de seus sistemas e ser usados ​​como interruptores elétricos vivos, ligando luzes, telas, música e até mesmo estendendo wi-fi, para uso em uma casa ou ambiente de varejo.

Bioo

12Trabalhando na ilha espanhola de Ibiza, os maiores painéis Bioo da Vidarte alimentam a iluminação externa instalada em toda a propriedade da empresa, que acende à noite.

Ao contrário dos painéis solares, que requerem baterias para armazenar energia para uso quando o sol não está brilhando, ou das turbinas eólicas que param de se mover sem uma brisa, os micróbios do solo nunca dormem – e nunca param de gerar energia. O fluxo de energia é consistente, mesmo no meio da noite ou em um dia sem vento. O painel Bioo também economiza água embaixo de um jardim ou gramado, pois está gerando H20 extra que é expelido para o solo.

E os painéis de energia 100% renovável, que atualmente podem gerar 3W por metro quadrado, não interrompem a paisagem natural acima do solo. Muitos planejadores de cidades estão ansiosos para usá-los para alimentar as luzes, especialmente em parques.

“A tecnologia em si tem potencial para ser muito, muito barata”, diz Vidarte. “Afinal, requer apenas grafite e substâncias à base de carbono que são realmente fáceis de obter, são muito abundantes e também muito baratas.”

Fonte: goodnewsnetwork.org

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ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES NO RN É COMUNICADO PELA HERING

Por G1 RN

 

Loja da Hering no Brasil — Foto: Divulgação/HeringLoja da Hering no Brasil — Foto: Divulgação/Hering

A Cia. Hering confirmou nesta segunda-feira (21) que vai encerrar as suas atividades no Rio Grande do Norte. A fábrica que funcionava em Parnamirim, na região Metropolitana de Natal, será fechada e também serão encerrados os contratos com as 22 pequenas fábricas de costura no Seridó potiguar que produziam para a empresa e que geram cerca de 500 empregos.

Segundo a empresa, a decisão se dá por uma “adequação na produção, de jeans e de peças leves, que a partir de setembro passa a ser gerenciada pelo sourcing da companhia”. Isso deriva de um estudo logístico feito pela Cia. Hering que “visa a melhoria de importantes indicadores da operação, como a redução do lead time”.

“Nesse cenário, a unidade de produção localizada no Rio Grande do Norte terá suas atividades encerradas. Agradecemos todos os colaboradores que fizeram parte da história da Cia. nesta unidade”, disse em nota a empresa. O encerramento total das atividades acontece em até 90 dias.

A Cia. Hering inaugurou a fábrica no Rio Grande do Norte, especificamente na cidade de Parnamirim, em 2009. Além disso, já atuava com “facções” (oficinas de costura) terceirizadas no estado. A empresa não informou quantos colaboradores serão afetados pelo encerramento das atividades.

Em nota, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) lamentou a saída da fábrica do estado. A entidade disse que se reuniu com a direção da empresa e com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico para fazer um apelo para que não ocorressem os distratos com as pequenas indústrias do interior e para a permanência das atividades em solo potiguar.

“Lamentavelmente, a diretoria da Hering noticiou os prejuízos que já vinham ocorrendo agravados, significativamente, pelo fechamento das lojas – em todo o Brasil – em razão da pandemia de Covid-19, considerando que a maioria estava localizada em ambientes de shopping centers. Quem decide, de fato, o tamanho da produção de qualquer empresa é o mercado. Não é possível uma intervenção”, disse em nota a Fiern.

Para a federação, o momento é de buscar novos clientes para as pequenas fábricas do interior que trabalhavam para a a Hering.

“Portanto, se a Hering, por razões de mercado, está reposicionando seu negócio, devemos conjuntamente procurar novos clientes para as oficinas de costura que são células estratégicas e relevantes de geração de emprego e renda, indispensáveis ao desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte”.

Fonte: G1 RN

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POR R$ 650 MILHÕES A EMPRESA AES TIETÊ COMPRA TRÊS PARQUES DE ENERGIA EÓLICOS NO RN

AES Tietê fecha compra de três parques eólicos no RN por R$ 650 milhões

 ECONOMIA

A elétrica AES Tietê assinou contrato nesta quarta-feira para compra da participação total da J. Malucelli Energia em três parques eólicos no Rio Grande do Norte, em negócio de até 650 milhões de reais, informou a empresa em comunicado.

Segundo a AES Tietê, o acordo envolve os parques Brasventos Eolo (antigo Rei dos Ventos 1), Rei dos Ventos 3, em Galinhos e Miassaba 3 que fica em Macau, no Complexo Eólico Ventus.

As unidades somam capacidade instalada de 187 megawatts (MW), com operação 100% contratada no mercado regulado de energia.

A companhia afirmou que pagará 449 milhões de reais em duas parcelas, sendo 51% do montante no fechamento da operação e 49% cinco meses depois, e assumirá a dívida líquida do projeto, com saldo estimado em 201 milhões de reais.

“Esse é mais um passo da estratégia de crescimento e diversificação de portfólio da companhia por meio da aquisição de ativos de fontes complementares à hídrica e com contratos de longo prazo”, disse a elétrica, controlada pela norte-americana AES, em fato relevante.

A conclusão do negócio está sujeito ao cumprimento das condições acordadas no contrato de compra e venda de ações, acrescentou a AES Tietê.

Em entrevista à Reuters na semana passada, o chefe da AES Corp na América do Sul, Julian Nebreda, afirmou que a companhia pretende acelerar a expansão de sua unidade de energia renovável no Brasil, a AES Tietê, após ter chegado a um acordo com o BNDES para a compra de parte das ações do banco estatal na elétrica que envolveu cerca de 1,27 bilhão de reais.

Fonte: Blog do BG

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GOVERNO DO RN FOI CONDENADO A PAGAR INDENIZAÇÃO À EMPRESA QUE TEVE MICRO-ÔNIBUS INCENDIADO POR ORDEM DE PRESIDIÁRIOS SOB SUA CUSTÓDIA

Estado do RN é condenado após incêndio de micro-ônibus ordenado por presidiários

O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado a pagar uma indenização de mais de R$ 129 mil à empresa Betesda Transporte e Turismo ME, que teve um micro-ônibus incedidado em 2016 por ordem de presidiários.

Por Redação – Publicado em 29/07/2020 às 10:00

Micro-ônibus foi incendiado no dia 29 de julho de 2016

O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado pelo juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, a pagar uma indenização de mais de R$ 129 mil à empresa Betesda Transporte e Turismo ME, que teve um micro-ônibus incendiado em 2016 por ordem de presidiários que estavam sob a custódia do Estado. Os valores definidos pelo juiz foram de R$ 114.550 a título de danos materiais e de R$ 15 mil por danos morais.

No entendimento do magistrado, houve conduta omitiva por parte do Estado, ao ter falhado em garantir a segurança e a ordem pública, o que contribuiu para o incêndio do micro-ônibus, que fazia a linha “M” (Natal-Macaíba). O veículo foi incendiado no dia 29 de julho de 2016. Na ação, a empresa alegou que o micro-ônibus era o único patrimônio da empresa e que constituia a fonte de renda de seu proprietário.

A empresa alegou ainda que esse foi o primeiro ato criminoso de uma sequência de várias outras condutas cometidas como forma de retaliação dos presidiários contra a instalação de bloqueadores de sinal de celular nas unidades prisionais do Estado.

Segundo a empresa, foram mais de 100 ataques em menos de duas semanas em todo o Rio Grande do Norte e que o caos na segurança pública do Estado chegou a ostentar, inclusive, repercussão nacional. Por fim, a emrepsa requereu a condenação por danos materiais, por danos morais e por lucros.

O Estado se defendeu alegando que o autor não apresentou provas suficientes de que houve omissão governamental, e, assim, não se desincumbiu quanto ao fato constitutivo do seu direito.

Decisão

Para o magistrado, o fato lesivo decorreu de ato omissivo do Estado, que consistiu em não agir específica e positivamente para evitar o incêndio, mesmo tendo ciência prévia do evento criminoso, ou de sua previsibilidade concreta.

De acordo com o juiz Bruno Montenegro, é evidente que o Estado, apesar de cientificado dos riscos e danos que poderiam vir à tona, não foi capaz de impedir que bandidos mantidos sob sua custódia em presídios comandassem a empreitada criminosa, em direta retaliação à instalação dos bloqueadores de sinal de celular nas unidades prisionais do Estado, a qual culminou no incêndio de 13 veículos, dentre os quais se encontrava o micro-ônibus do autor da ação.

O julgamento cita ocorrências de queima de veículos em Natal, Parnamirim, Macaíba, Florânia, Monte Alegre, São José de Mipibu, Currais Novos e Caicó, além de disparos contra uma delegacia de polícia na capital, tudo isso no intervalo de 24 horas.

“Percebo, senão, que se toda a articulação dos meliantes foi direcionada e orquestrada do interior de um presídio de segurança máxima, não se pode corroborar com o entendimento segundo o qual a ameaça efetivada pelos criminosos teria se dado de forma genérica, sem que as autoridades tivessem ciência sobre os locais nos quais os atos criminosos poderiam ocorrer. A meu sentir, e diante do quadro que se apresentou, restou clara a omissão específica das autoridades de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte”, comentou.

E continuou: “Se o Estado não houvesse assegurado garantias de incolumidade às empresas de ônibus, através do seu serviço de inteligência, certamente elas não teriam retomado a inserção de seus coletivos na via pública no dia dos fatos, restando bem caracterizada a omissão específica do ente estatal, visto que, havendo a possibilidade concreta de ocorrência de evento criminoso, o ente público estimulou que as empresas pusessem os ônibus em circulação, se omitindo, porém, de encampar ações preventivas”, entendeu o juiz Bruno Montenegro.

Fonte: Agora RN

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A SK-BIOSCIENCE EMPRESA FARMACÊUTICA SUL-COREANA PODERÁ PRODUZIR ATÉ 200 MILHÕES DE VACINAS ATÉ JUNHO DE 2021,DIZ BILL GATES

Empresa coreana pode fazer 200 milhões de vacinas, diz Bill Gates

Anúncio foi feito em carta enviada pelo co-fundador da Microsoft Corp. ao presidente sul-coreano, Moon Jae-in

SAÚDE

Do R7

Farmacêutica poderá produzir 200 milhões de vacinas Farmacêutica poderá produzir 200 milhões de vacinas

A SK Bioscience, empresa farmacêutica sul-coreana apoiada por Bill Gates, poderá produzir 200 milhões de vacinas contra o novo coronavírus, até junho de 2021.

O co-fundador da Microsoft Corp. fez o anúncio em carta enviada ao presidente sul-coreano, Moon Jae-in, de acordo com reportagem da Bloomberg.

Segundo a reportagem, representantes do escritório presidencial de Seul afirmaram, neste domingo (26), que Gates está tentando cooperar estreitamente com a Coreia do Sul para a produção da vacina e citou uma carta enviada por Gates em 20 de julho.

O bilionário norte-americano e Moon também conversaram por telefone em abril sobre como se unir para combater o coronavírus e desenvolver uma vacina.

Gates disse que o investimento em fábricas em todo o mundo pode garantir que regiões além dos EUA não fiquem para trás na corrida pelas vacinas covid-19.

Fonte: R7

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