Crianças Índigo

Crianças muito especiais estão chegando!

Um livro instigante que todo mundo deveria ter em sua cabeceira, Crianças Índigo trata dessas crianças muito especiais que estão nascendo por toda parte e que serão os líderes de uma nova civilização que um dia vai povoar a terra. Os autores Lee Carrol e Jan Tober estão certos de que ainda há muito a pesquisar, embora seus estudos constituam a mais completa literatura disponível sobre o tema.

Sobre os autores

Lee Carroll é formado em economia e administração pela Western Behavioral Sciences Institute, na Califórnia, e administrou por décadas uma empresa de técnica de áudio antes de se dedicar à escrita. A partir de 1989, Carroll começou a canaliJzar mensagens de uma entidade que identifica como Kryon, dando origem aos grupos de luz Kryon, hoje reconhecido internacionalmente como autor de mais de uma dezena de livros sobre o tema, traduzidos para dezenas de idiomas ao redor do mundo.

Jan Tober é cantora de jazz, com passagens por turnês ao lado de nomes como Benny Goodman e Fred Astaire, além de praticante de metafísica. Junto com Lee Carroll, iniciou em 1991 os encontros que evoluíram para reuniões internacionais, atraindo públicos de milhares de pessoas na Europa e nos Estados Unidos.

Juntos, os dois assinam a série “Crianças Índigo” (The Indigo Children), best-seller que populariza o conceito de uma nova geração de crianças com características psicológicas e comportamentais supostamente distintas das gerações anteriores. É importante registrar que o conceito de “crianças índigo” carece de comprovação científica e é tratado por parte da comunidade acadêmica e por diversas tradições espirituais organizadas como pseudociência ou crença de cunho essencialmente esotérico e New Age.

Crianças Índigo.

Sobre a obra

Nesta obra, os autores apresentam o conceito de “crianças índigo”: uma suposta nova geração que exibiria um conjunto incomum de atributos psicológicos e comportamentais, ainda não documentados em gerações anteriores. Segundo Carroll e Tober, essas crianças chegariam ao mundo com forte senso de autoestima, dificuldade em aceitar autoridade sem explicações e uma sensibilidade fora do padrão, características que exigiriam nova abordagem educacional por parte de pais e professores.

O livro reúne depoimentos de educadores, terapeutas e dos próprios autores, propondo orientações práticas para lidar com esse perfil infantil, no intuito de ajudar essas crianças a alcançar equilíbrio emocional e evitar frustrações. A obra populariza um termo criado originalmente pela parapsicóloga Nancy Ann Tappe, incorporando-o ao universo das mensagens que Carroll atribui à entidade Kryon.

Vale destacar que o conceito de “crianças índigo” não possui respaldo científico reconhecido, sendo tratado por parte da comunidade acadêmica, médica e por correntes espíritas organizadas como pseudociência de cunho esotérico e New Age, e não como diagnóstico ou classificação clínica.

Wagner Braga

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