PODCAST: DEVIDO O COLAPSO NO SISTEMA DE SAÚDE, MANAUS DEVE RECEBER COTA EXTRA DAS VACINAS QUE IRÃO CHEGAR

Governadores acertam cota extra de vacina para Manaus

SEXTA, 22/01/2021, 08:32

Furo' sobre Bolsonaro no JN consolida repórter Andréia Sadi

Andrea Sadi destaca que a informação foi passada pelo governador do Piauí, Wellington Dias, que participou da reunião de um grupo de trabalho que discute o colapso do sistema de saúde em Manaus e defendeu junto aos governadores, por meio do grupo no WhatsApp, que o Amazonas receba uma parte maior dessas novas doses. Das vacinas que vão chegar, Manaus deve receber o dobro. Governadores de 22 estados já tinham dado ‘ok’ para a proposta.

Fonte: CBN

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BOAS NOTÍCIAS: AMANHÃ O GOVERNO DA ÍNDIA ENVIA A VACINA OXFORD/ASTRAZENECA PARA O BRASIL

O verdadeiro motivo pelo qual o governo indiano havia suspendido a exportação de doses foi uma questão de logística, até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado. Agora liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19 e informou que e as primeiras remessas serão enviadas nesta sexta, 22, para Brasil e Marrocos. Para maiores detalhes e esclarecimentos leia o artigo completo a seguir!

Índia libera e vacina contra Covid será enviada amanhã ao Brasil

Notícia boa sobre a vacina Oxford/Astrazeneca. O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19 e informou que e as primeiras remessas serão enviadas nesta sexta, 22, para Brasil e Marrocos.

A afirmação foi feita pelo secretário de Relações Exteriores da Índia, em entrevista à Reuters.

“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando por Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, afirmou Harsh Vardhan Shringla.

O Palácio do Planalto confirmou à Record TV que recebeu a informação e já está em contato com o Ministério da Saúde.

As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Instituto Serum da Índia, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo.

A suspensão

O governo indiano havia suspendido a exportação de doses até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado.

No início desta semana, a Índia enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

O secretário das Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, disse que o fornecimento comercial da vacina começaria na sexta-feira, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro Narendra Modi de que a capacidade de produção da Índia seriam usadas por toda a humanidade para combater a pandemia.

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos”, disse ele, referindo-se ao fornecimento gratuito.

Com informações da Reuters e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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EDITORIAL: CERCEAR O DIREITO DE CRENÇA DAS PESSOAS É CRIME

Caro(a) leitor(a),

No EDITORIAL desta sexta-feira estou muito indignado com esse terrorismo ideológico que está acontecendo no país. Isso já passou de todos os limites. Cercear o direito de crença das pessoas é crime. Ninguém têm o direito de impedir que as pessoas façam uso dos remédios profiláticos que acreditam dar resultado contra o CORONAVÍRUS. Isso é algo muito pessoal que deve ser resolvido entre o paciente e seu médico. Não pode ser institucionalizado. Por favor, assistam ao vídeo a seguir, reflita, tirem suas conclusões e se concordarem viralizem esse vídeo em todas as redes sociais!

Fonte:

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

Por G1 RN

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte registrou 133.174 casos confirmados de Covid-19 desde o início da pandemia. No total, a doença vitimou 3.203 pessoas no estado. Os dados estão no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) desta quinta-feira (21) Outros 541 óbitos estão sob investigação.

Em relação ao boletim do dia anterior, são 880 novos casos e 11 mortes a mais – sendo quatro confirmados nas últimas 24 horas, em Mossoró, Marcelino Vieira, Natal e Caiçara do Rio do Vento.

O RN tem ainda 73.826 casos suspeitos e outros 304.805 descartados. O número de confirmados recuperados segue em 91.645, e o de inconclusivos, tratados como “Síndrome Gripal não especificada”, está em 65.811.

A Sesap informa que 469 pessoas estão internadas por causa da Covid-19 no RN, sendo 323 na rede pública e 146 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 57,2% na rede pública e de 48,3% na rede privada.

O boletim destaca ainda que 351.477 testes para Covid-19 foram realizados no estado até o momento, sendo 187.170 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 164.307 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 133.174 casos confirmados
  • 3.203 mortes
  • 73.826 casos suspeitos
  • 304.805 casos descartados
  • 91.645 confirmados recuperados
Fonte: G1 RN
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EM MEIO A DENÚNCIAS SOBRE “FURA-FILAS” DA VACINAÇÃO, TCE SOLICITA DADOS DE VACINAÇÃO NO AMAZONAS, POR SUSPEITA DE IRREGULARIDADES

Por suspeita de irregularidades, TCE solicita dados de vacinação no Amazonas

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

22 de janeiro de 2021 às 00:02

Vacinação em ManausInício da vacinação contra o novo coronavírus em Manaus – 18 jan. 2021
Foto: José Brito/CNN

Em meio a denúncias sobre “fura-filas” da vacinação – pessoas fora dos perfis de grupos prioritários que teriam recebido doses da Coronavac por favorecimento -, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) encaminhou um ofício-circular às prefeituras do interior do estado solicitando dados de vacinação contra a Covid-19 para cruzar os dados sobre o quantitativo de vacinas recebidas.

A medida foi tomada após a Corte de Contas ter notícias de divergências nos quantitativos de vacinas enviadas pelo governo e recebidas pelas prefeituras, além de questionamentos sobre a ordem de vacinação do grupo prioritário que deve ser imunizado.

Em um prazo de 24 horas que se encerrou nesta quinta-feira (21), as prefeituras também teriam que informar, entre outros dados, quantas vacinas contra a Covid-19 receberam do governo e quem serão os profissionais de saúde imunizados nesta primeira etapa.

“Já estamos apurando todos os casos denunciados pela população e pela imprensa das pessoas que estão sendo vacinadas, possivelmente, de forma irregular. Vamos também acompanhar, juntamente com os prefeitos, se a distribuição de vacinas está seguindo os protocolos instituídos pelo Ministério da Saúde. É um momento ímpar na saúde pública e precisamos garantir a transparência para a população” destacou o presidente da Corte, conselheiro Mario de Mello.

Depois de quase 24 horas de suspensão da campanha de vacinação contra Covid-19 em Manaus, a prefeitura da capital do Amazonas decidiu que só receberão o imunizante os profissionais da saúde dos hospitais, prontos-socorros, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Serviços de Pronto Atendimento (SPAs) escolhidos pelo governo estadual.

O trabalho de vacinação começou na terça-feira (19) estava destinado apenas a profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS) que estão atuando na linha de frente contra a Covid-19.

Em nota, a prefeitura explica que teve de rever o plano. “Com o baixo volume de doses de vacinas contra a Covid-19 repassado pelo governo do Estado à Prefeitura de Manaus – apenas 40.072 das 282 mil recebidas do Ministério da Saúde, na última segunda-feira, 18 -, o Executivo municipal precisou rever o plano de vacinação.”

Com a alta dos casos de Covid-19, o estado do Amazonas enfrentou colapso do sistema de saúde nas últimas semanas, com falta de cilindros de oxigênio e outros insumos básicos para o tratamento de pacientes.

Investigações em pelo menos oito estados

As promotorias de pelo menos oito estados brasileiros instauraram investigações sobre pessoas que teriam sido vacinadas contra Covid-19 mesmo sem pertencer aos grupos prioritários. Os casos de “fura-filas” da Coronavac foram denunciados no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pará e Paraíba.

Entre os investigados estão prefeitos, servidores públicos, familiares de funcionários da saúde entre outras pessoas que não se enquadram nos critérios do Ministério da Saúde. Por exemplo, o prefeito da cidade baiana de Candiba, Reginaldo Martins (PSD), foi um dos primeiros vacinados no município.

Candiba recebeu 100 doses da Coronavac, que são suficientes para vacinar apenas 50 pessoas, conforme aponta denúncia do Ministério Público Federal (MPF).

O momento em que Martins recebe a vacina foi publicado nas redes sociais da prefeitura. Após a denúncia, o prefeito justificou a atitude como “forma de incentivo para a população que está desacreditada”.

Em vídeo publicado no Instagram da prefeitura, ele alegou que se enquadraria nos critérios por ter 60 anos e comorbidades. Porém, apenas os maiores de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência estão contemplados no primeiro grupo prioritário.

As pessoas denunciadas pelo Ministério Público nos estados, se condenadas, poderão responder por crime ou, no caso de servidores, por ato de improbidade administrativa. No caso do prefeito de Candiba, o MPF ainda requeriu um pagamento de multa de R$ 145 mil.

Já o Ministério Público do Pará (MP-PA) apura o caso de uma engenheira na cidade de Bragança, a cerca de 200 km da capital Belém. Ela teria tomado a primeira dose da Coronavac em um hospital no qual ela trabalhou para uma reforma.

Os promotores suspeitam que, para furar a fila na prioridade pelo imunizante, a mulher utilizou a influência do marido, que seria um médico funcionário do hospital.

As denúncias continuam a crescer conforme o programa de vacinação do Brasil avança. Até às 17h desta quinta (21), o país já aplicou pelo menos 129.441 doses da Coronavac.

A primeira fase da vacinação prioriza a aplicação em pessoas que são funcionários da saúde, pessoas de 75 anos ou mais, pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas e índigenas aldeados em terras demarcadas.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, conta até o momento com apenas seis milhões de doses da Coronavac, que já foram aprovadas pela Anvisa. Além disso, já foram autorizadas dois milhões de doses da vacina de Oxford, que serão importadas da Índia. A previsão é que essa remessa da vacina britânica chegue em solo brasileiro nesta sexta-feira (22).

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AUSTRÁLIA CONSEGUIU NESTA SEMANA ZERAR AS INFECÇÕES POR COVID-19, APÓS ADOÇÃO DE MEDIDAS RÍGIDAS

Austrália zera casos de covid-19 após adoção de medidas rígidas

Estados de Nova Gales do Sul, Victoria e Queensland adotaram o lockdown para conter o contágio da doença entre a população

INTERNACIONAL  
Da EFE

Austrália conseguiu nesta semana zerar as infecções por Covid-19

A Austrália conseguiu nesta semana zerar as infecções por covid-19 em todo o seu território, abrindo a possibilidade de iniciar uma bolha de viagens com as ilhas do Pacífico, de acordo com informações de fontes oficiais nesta quinta-feira (21).

“Hoje temos seis dias entre sete, com nenhum caso (de Covid-19) na Austrália”, disse o ministro da Saúde australiano, Greg Hunt, à imprensa em Melbourne.

Esses resultados vêm depois que o estado de Nova Gales do Sul, o mais populoso da Austrália e que está livre de infecções há quatro dias, superou um novo aumento detectado em meados de dezembro nas praias do norte de Sydney, forçando o confinamento de cerca de 250 mil moradores por pelo menos duas semanas.

Por sua vez, o estado de Victoria, epicentro da segunda onda de covid-19 que eclodiu no final de junho do ano passado e obrigou cerca de 5 milhões de habitantes da cidade de Melbourne passar pelo confinamento pela segunda vez entre julho e novembro, acumula 15 dias sem infecções, após um contágio de Sydney.

Fonte: R7
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JUSTIÇA: ADVOGADOS AVALIAM QUE SERÁ DEMITIDO POR JUSTA CAUSA O EMPREGADO QUE SE RECUSAR TOMAR VACINA CONTRA CIVID-19

Empregado que não tomar vacina poderá ser demitido por justa causa, avaliam advogados; entenda em que situações

FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS

Trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 correm o risco de serem mandados embora por justa causa, afirmam advogados especializados em Direito do Trabalho ouvidos por esta coluna.

Com a aprovação para uso emergencial das vacinas contra a covid-19 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no domingo (17) e início do Plano Nacional de Imunização na segunda-feira (18), que irá permitir que todos os brasileiros possam se proteger da doença nos próximos meses, a recusa em se vacinar poderá custar o emprego de quem trabalha com carteira assinada.

Por enquanto, apenas os profissionais da saúde que estão da linha de frente de combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus estão sendo imunizados, mas à medida que a vacina for sendo liberada para todos, os trabalhadores das demais áreas poderão ser cobrados pelas empresas para apresentar o comprovante de vacinação a fim de manter seus empregos.

A coluna ouviu a advogada Adriana Calvo, autora do Manual de Direito do Trabalho e membro da comissão de Direito do Trabalho da OAB/SP; a especialista em gestão de pessoas e compliance trabalhista Ana Gabriela Primon, sócia do escritório Granadeiro Guimarães Advogados e o professor do Departamento de Direito do Trabalho da USP, Antonio Rodrigues de Freitas Júnior.

Para os três advogados, a possibilidade de demissão é possível e até mesmo provável, uma vez que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou que, apesar de a vacinação não ser obrigatória, ela poderá implicar em punições para aqueles que se recusarem a tomar a vacina. A decisão foi tomada no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 6586 e 6587) e de um Recurso Extraordinário com Agravo (ARE 1267879) que tratavam da vacinação contra a covid-19 e do direito de recusar a imunização em razão de convicções pessoais.

Empresa deve garantir ambiente de trabalho saudável

“Essa é uma questão bastante complexa e envolve uma discussão constitucional”, explica a advogada Ana Gabriela. “De um lado temos a liberdade do indivíduo e o princípio da legalidade, pelo qual ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, e, por outro, há a questão da saúde pública e o dever legal do empregador de manter um ambiente de trabalho saudável.”

“Considerando que o STF já decidiu que a recusa pode implicar em aplicação de multa, impedimento de frequentar determinados lugares ou até usar o transporte público, por exemplo, é possível a aplicação da justa causa porque nesse caso a empresa deve priorizar o interesse coletivo”, diz Ana Gabriela.

Para o professor Freitas, “o espaço do estabelecimento da empresa é de uso compartilhado e contribuir para evitar a propagação da doença por meio de práticas cientificamente recomendadas, é medida de higiene do local de trabalho pela qual cabe ao empregador zelar, fixando normas e protocolos de observância obrigatória”.

A advogada Adriana Calvo completa. “Fica claro que se o município onde estiver sediada a empresa não editar nenhuma lei dizendo que a vacina é obrigatória, então caberá ao empregador decidir se ele vai torná-la obrigatória ou não com base no seu poder diretivo. Esse poder vem do artigo 157 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), pelo qual o empregador tem o dever de zelar pela saúde e segurança no ambiente de trabalho.

“Como existe a possibilidade de o empregado que contrair covid-19 culpar a empregadora por acidente de trabalho trazendo repercussões econômicas muito grandes para a empresa, assim que a vacina estiver disponível, é provável que as empresas passem a exigir que seus empregados se imunizem.”

E os trabalhadores que estiverem em home office?

Já para o trabalhador que está em home office, ou seja, trabalha da sua casa e não comparece à empresa, os advogados entendem que, nesse caso, a empresa não pode obrigar a pessoa a se vacinar.

“Se o empregado trabalha em home office e não retornou à atividade presencial, não haveria nenhum fundamento para que o empregador exigisse a vacina desse empregado. O empregado está na sua casa, não traz nenhum risco para a empresa, é direito dele decidir se quer ser vacinado ou não”, diz Adriana Calvo.

Quem pode se negar a tomar a vacina e não ser demitido?

O professor Freitas entende que qualquer empregado pode ser demitido por justa causa, desde que fique demonstrado que há uma recusa infundada em tomar a vacina. Mas aqueles que tiverem uma recusa fundamentada não poderão ser obrigados. “Por exemplo: gestantes não podem ainda se submeter à vacina e portando podem se recusar. Por outro lado, a vacina também tem que estar disponível na localidade em número tal que sua aplicação seja possível”, diz.

O empregado que apresente também um atestado médico demonstrando que possui determinada condição de saúde que não permite se vacinar também não poderá ser obrigado, explica a advogada Adriana Calvo.

Mas basta não tomar a vacina para já ser mandado embora por justa causa?

Não é bem assim. Como a demissão por justa causa é uma punição que prejudica bastante o trabalhador, ela precisa ser aplicada de maneira proporcional à gravidade da falta, explica a Ana Gabriela. A sugestão da advogada é que a empresa faça uma gradação das penalidades.

“Primeiro, a empresa deveria aplicar uma advertência, em seguida, poderia aplicar uma suspensão do contrato de trabalho e, por fim, caso ainda houvesse a resistência do trabalhador, a demissão por justa causa.”

A advogada Adriana Calvo concorda que não deve haver uma justa causa imediata. “O ideal é primeiro dar uma advertência e um prazo de 30 dias para o empregado se vacinar e, caso ele não o fizer, então aplicar a justa causa.”

Tudo isso lembrando que a vacinação já tem de estar disponível para todos, pois já ficou decidido que as empresas não poderão comprar vacinas para imunizar seus empregados.

Ainda não há prazo para que a vacina esteja disponível para todos os brasileiros no Plano Nacional de Imunização.

Fonte:  Blog do BG

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PONTO DE VISTA: ATÉ QUANDO OS BRASILEIROS VÃO SER FEITOS DE IDIOTAS?

Caro(a) leitor(a),

Depois de tudo que presenciamos nesses últimos 10 meses, após o STF ter retirado a responsabilidade do governo federal de gerir e comandar o combate à Covid-19 nos estados brasileiros e este ter sido praticamente obrigado a distribuir toda a verba para os governantes estaduais gerirem esse processo e a partir de então o que se viu foi a maior e mais descarada roubalheira da história dessa república. Os governadores, com raras exceções, meteram a mão com força, sem dó nem piedade, no dinheiro público destinado a salvar vidas. No estado do Amazonas a coisa foi tão descaradamente escancarada que a Secretária da Saúde foi presa em operação da Polícia Federal que apura fraudes e desvio na compra de respiradores sem licitação pública, de uma importadora de vinhos, ou seja, algo absolutamente bizarro, pois desde quando uma importadora de vinhos comercializa respiradores? É querer achar que o cidadão e até mesmo a justiça brasileira são completamente idiotas e inéptos. E num momento como esse que culminou com o colapso total da saúde no Amazonas a nossa complacente e incompetente justiça ainda está pedindo explicações, não se pode admitir que esses larápios ainda estejam absolutamente livres. Cadeia neles, cadeia neles, cadeia neles!

STJ dá 48h para autoridades do Amazonas se explicarem sobre estoque de oxigênio e gastos com pandemia

Publicado em 20.01.2021

Por  

 

Divulgação | Governo do Amazonas

O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Jorge Mussi, determinou nesta última terça-feira (19) que o governo estadual e os municípios do Amazonas prestem em 48 horas esclarecimentos sobre o exato momento em que tiveram conhecimento do risco de desabastecimento de oxigênio em unidades de saúde.

Mussi ordenou que os esclarecimentos sejam “detalhados”. Ele também quer ser informado sobre o recebimento e o uso de verbas federais para o combate à pandemia de covid-19. O vice-presidente do STJ está responsável pelo plantão da Corte, até o fim de janeiro, e pode decidir nos casos que julgar urgentes.

O ministro recebeu um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) no sábado (16) para investigar a condução de crise no sistema de saúde pelas autoridades estaduais e municipais do Amazonas, sobretudo em relação à falta de oxigênio nas unidades hospitalares.

Ao atender ao pedido da PGR, ele requisitou ainda informações sobre as ações adotadas no combate à pandemia; o número de leitos clínicos e de UTI à disposição; o número de profissionais envolvidos nas ações de combate à pandemia, entre outras informações técnicas sobre as ações de saúde pública desenvolvidas pelo Sistema Único de Saúde.

As apurações correrão no âmbito de um inquérito que já havia sido aberto no STJ para investigar desvios na instalação de um hospital de campanha em Manaus. Na decisão de terça (19), Mussi escreveu que o Ministério Público Federal (MPF) demonstrou haver a suspeita de “ilegalidades diversas no emprego de recursos federais destinados ao enfrentamento da pandemia”.

OUTRO LADO

Em nota, o governo do Amazonas disse que prestará os esclarecimentos pedidos ao STJ em tempo hábil.

No texto, o Executivo estadual confirma que foi notificado em 7 de janeiro pela empresa White Martins, fornecedora de oxigênio para o estado, sobre o risco de desabastecimento diante de uma alta repentina na demanda.

“Assim que foi comunicado pela empresa da dificuldade de atender a demanda, no dia 7 de janeiro, o Governo do Amazonas reportou a situação ao Ministério da Saúde e iniciou uma força-tarefa para solucionar o problema, contando com o apoio das Forças Armadas no transporte de oxigênio de plantas da própria White Martins em outros estados para Manaus”, diz o texto enviado pela administração do Amazonas, segundo informações da Agência Brasil.

Editor-chefe do Conexão Política; residente e natural de Campo Grande/MS | FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br

Fonte: Conexão Política

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ANÁLISE POLÍTICA: CHINA NEGA INSUMOS PARA VACINA APÓS SER INSULTADA POR BOLSOBARO, POR JOSÉ NÊUMANE

Estamos de volta com o irreverente e destemido José Nêumanne Pinto, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA, comentando dentre outros assuntos sobre a Indignação dos chineses com insultos proferidos pela famiglia Bolsonaro e pelo chanceler Ernesto Araújo, que passaram a dificultar entrega de insumos para vacinas coronavac e da AstraZeneca, o que impede Pazuello de dar datas do plano de vacinação na resposta ao STF. 2 – Fiocruz não produziu uma só das 160 milhões que Ministério da Saúde diz que Brasil comprou na vacina da AstraZeneca, de fato produzida no laboratório indiano Serum. 3 – Ministro da Saúde espera entrega de 2 milhões de doses em Mumbai, mas Brasil fica fora da lista dos países para os quais a Índia anuncia exportação da vacina. O vídeo está imperdível. Então, comece logo a assistir!

Fonte:

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NO ALMOXARIFADO DA PREFEITURA DE MOSSORÓ, SÃO ENCONTRADOS POR SERVIDOR, RESPIRADORES LACRADOS

Servidor encontra respiradores lacrados no almoxarifado da Prefeitura de Mossoró

21 jan 2021

Servidor encontra respiradores lacrados no almoxarifado da PMM | MOSSORÓ | Mossoró Hoje - O portal de notícias de MossoróDo Mossoró Hoje:

Os novos servidores da Prefeitura de Mossoró todos os dias são surpreendidos com novidades na “casa arrumada” da gestão anterior.

Desta vez, o responsável pelo almoxarifado da PMM, ao iniciar o processo de catalogação de tudo que está armazenado no local, encontrou três caixas com respiradores, lacrados.

Os equipamentos são utilizados para suporte à vida de pacientes infectados pela covid-19, que não conseguem respirar por conta própria.

O servidor explicou que, como não houve transição de governo, não sabe onde está a documentação que mostra a origem desses respiradores, quando chegaram ao almoxarifado e muito menos em qual unidade de saúde eles deveriam ser instalados. Também não há informações sobre quantas unidades chegaram na cidade, no total.

Aparentemente, de acordo com as etiquetas contidas nas caixas, trata-se de parte do lote de respiradores enviados ao município pelo Governo Federal, ainda em 2020, no auge da pandemia da covid-19.

Questionada pela reportagem de MOSSORÓ HOJE a atual secretária de saúde, Morgana Dantas, afirmou que somente hoje tomou conhecimento da existência dos equipamentos, no momento em que eles foram encontrados pelo responsável pelo almoxarifado.

Também entramos em contato com secretário de Planejamento do município, Frank Felisardo, que informou que também foi pego de surpresa com a notícias dos respiradores e que irá pessoalmente ao almoxarifado, verificar a situação, além de buscar os documentos para saber origem, destino e quantidade de equipamentos.

OUTROS EQUIPAMENTOS

No local, também foram encontrados três caixas com Focos Cirúrgicos, um equipamento hospitalar que tem a função de auxiliar a equipe médica durante um procedimento cirúrgico, iluminando uma área ou cavidade do paciente. É, portanto, um dos dispositivos mais importantes na hora de montar uma sala de cirurgia. Estes também estão lacrados.

Também existem 50 impressoras, dezenas de computadores, colchões, mesas e cadeiras para creches e 5 fogões industriais. Estes últimos, já criando teia de aranha.

Segundo o responsável pelo almoxarifado, os fogões já se encontram no local há, pelo menos, 3 anos.

Fonte: Política em Foco
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