POESIA: PASSAGEM SÓ DE IDA, POR ALLAN DIAS CASTRO

Nesta terça-feira você vai ler, ver e ouvir mais uma incrível poesia do incrível Allan Dias Castro, “Passagem só de ida” – extraída do Voz ao verbo 180 numa interpretação magnífica do próprio autor. Então não saia dai, aperte o play e comece logo a assistir!

Quando a gente fica preso ao arrependimento

E o peso desse sentimento nos deixa estagnados

É preciso perceber que culpa não significa aprendizado

Querer voltar no tempo por algo que fez ou deixou de fazer

Já é perder tempo outra vez, sem nem perceber

Não repetir o que nos deixou arrependidos

É finalmente ter aprendido com aquela situação Ao se livrar da corrente da autopunição

Você percebe que liberdade é abrir mão

Do medo de dizer adeus

Quantos pensamentos, julgamentos e até sentimentos

Que você carrega já não são mais seus?

Recomeçar, nem sempre significa

Voltar ao ponto de partida

Se a vida que você tem buscado

Estiver do outro lado da despedida

É preciso atravessar o passado

Com passagem só de ida

Aprendizado é fazer com que

O tempo nos ensine, e não nos atrase

Dê as boas-vindas a uma nova fase Livre de culpa, mágoa, revolta

Só vai!

Liberdade não tem volta — Texto: Passagem só de ida – Allan Dias Castro Voz ao verbo 180 #vozaoverbo #poesiafalada #autoral #allandiascastro

Fonte:

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POESIA: MEU NOME NÃO TEM SUSTANÇA, POR JESSIER QUIRINO

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POETA POSTA POEMA EM HOMENAGEM AO PRÍNCIPE PHILIP NAS REDES SOCIAS E É COMPARTILHADO PELA FAMÍLIA REAL BRITÂNICA

Família real britânica compartilha poema em homenagem a príncipe Philip

Poema de Simon Armitage chamado “Os Patriarcas: Uma Elegia” foi divulgado nas redes sociais da realeza

INTERNACIONAL

 por AFP

Príncipe de Edimburgo morreu em 2021 aos 99 anos

EFE – 17.04.2021

A família real britânica compartilhou um poema neste sábado (9) em homenagem ao príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth 2ª, no primeiro aniversário de sua morte.

Os versos do poeta Simon Armitage foram postados nas redes sociais da família real um ano depois de o duque de Edimburgo morrer no Castelo de Windsor, a oeste de Londres, aos 99 anos.

A monarca decidiu passar o dia reservadamente, depois de ter participado de uma missa em homenagem ao seu falecido marido na Abadia de Westminster no dia 29 de março, uma aparição que gerou expectativa após a sua ausência em vários atos devido aos seus problemas de saúde.

A família real britânica publicou um vídeo em suas redes em que o próprio poeta lê o texto The Patriarchs: an Elegy (“Os Patriarcas: uma Elegia”), acompanhado de fotos e imagens de diferentes momentos da vida do consorte da rainha, desde sua infância e seu tempo na Marinha britânica durante a Segunda Guerra Mundial até seu casamento com Elizabeth 2ª, em 1947.

O poema descreve a geração da guerra como “esposos do dever” e foi publicado pela primeira vez para o funeral de Philip em 17 de abril de 2021, cerimônia com a presença de apenas 30 membros do círculo familiar mais próximo, devido às restrições da pandemia. Na ocasião, a rainha sentou-se sozinha em um banco, vestida de luto.

A monarca, que completará 96 anos em 21 de abril, está no trono há 70 anos, um recorde, e enfrenta vários problemas de saúde e escândalos que afetam tanto o príncipe Charles, seu herdeiro, quanto seu filho mais novo, Andrew.

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POESIA: AS APARÊNCIAS ENGANAM, POR BRÁULIO BESSA

Continuando a nossa homenagem ao icônico Bráulio Bessa, apresentamos nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA , mais uma soberba performance desse incrível poeta declamando “As aparências enganam”, de sua autoria. Um show que vale a pena ver e/ou rever.

Publicado em 7 de out de 2018

Fonte: https://www.youtube.com/

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CRÔNICAS: PONTE NEWTON NAVARRO, POR MARIA ELZA BEZERRA CIRNE

Na coluna CRÔNICAS desta quarta-feira temos mais uma homenagem feita pela competente cronista Maria Elza Bezerra Cirne. Desta vez para o pintor, desenhista, poeta, cronista e dramaturgo Newton Navarro que empresta seu nome a magnífica Ponte que liga a Zona Leste da cidade de Natal à Zona Norte. Também tem suas pinturas e vídeo desse artista potiguar. Então leia, curta, assista e conheça mais sobre a nossa cultura.

PONTE NEWTON NAVARRO

“Eu não acho cidade mais bonita que Natal, nem rio mais bonito que o meu rio. Eu vi uma vez o Sena. Achei uma porcaria. Vi também o Tejo e achei também uma porcaria. Mas o Potengi não. Que Azul!! E os morros que protegem a cidade? E as madrugadas? E as estrelas da manhã? Só em Natal tem essas coisas. A estrela repetida no forte da pedra… uma cidade coberta de alísios, embaladas pela canção dos pescadores, enfeitada de um alado e do outro, rio e mar, pelos azuis e verdes, e pelas janelas. Quer cidade maior e melhor? Não existe. Nenhuma” (Newton Navarro em entrevista ao jornal O Poti, 1º de dezembro de 1974)

Obra de Newton Navarro

Subo devagar a ponte, no sentido Forte/Redinha, o vento a favor me ajuda a chegar ao topo. De lá, uma recompensa pelo esforço no pedal: a visão do encontro de rio e mar; a fortaleza em estrela e o farol da boca da barra protegem e sinalizam o caminho para Natal.

Cidade poética, Natal é linda por natureza. A ponte estaiada é poesia para o olhar, um traço no infinito da paisagem, como diz Gustavo Sobral sobre as pontes.

Na volta, muito mais esforço para vencer o vento e a inclinação. Ao chegar ao topo, mais uma parada para assimilar as palavras e a poesia cênica do pintor, desenhista, poeta, cronista e dramaturgo Newton Navarro – um dos mais completos artistas de Natal.

Farol da Boca da Barra
Rio Potengi

Seu nome tinha que estar ali gravado, batizando essa obra da engenharia humana que possibilita uma visão panorâmica sobre as duas margens do Potengi e o Atlântico em sua infinitude, um arremate para a permanência daquele que soube tão bem retratar a nossa cidade.

A obra de Newton Navarro é toda marcada pela vivência entre a Redinha, a Ribeira, as Rocas, Areia Preta, a boemia e os personagens de uma cidade marinha. Bem o descreve o escritor e amigo, Veríssimo de Melo: “Newton Navarro vale uma cidade inteira. Porque ninguém mais do que ele reúne melhor os tons e semitons da terra, os encantamentos dos alísios, a bondade, a boemia tantas vezes, a inteligência sempre e sempre.

Semana passada, o Rio Grande do Norte foi surpreendido por um projeto de lei do Deputado Estadual Coronel Azevedo, propondo alterar o nome da ponte para Wilma Maria de Faria. Estranhei o fato, porque o ilustre Deputado é recifense e Pernambuco é firme na preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural, bem como na preservação da memória daqueles que compõem esse acervo.

Não bastasse ter sido a própria Wilma Maria de Faria que, em 2006, enquanto Governadora do Estado, nomeou a ponte como Ponte de Todos Newton Navarro, a proposta absurda pretende apagar uma homenagem à intelectualidade potiguar.

Um descaso com a história recente, um desmerecimento à construção de uma identidade. O Instituto Histórico e Geográfico emitiu uma nota de protesto e conclamação; assim como o Conselho Estadual de Cultura.

Se é para esquecer aqueles que foram merecidamente homenageados com nomes de ruas, praças, pontes e avenidas, que tal alterar o nome de logradouros de pessoas que não possuem qualquer relação com a cidade de Natal?

A ponte deve permanecer com o nome original, porque Newton Navarro Bilro vale por uma Natal inteira.

Maria Elza Bezerra Cirne

Sócia efetiva do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte



Newton Navarro

CIDADE ALTA

Terno coração de pedra,
mas,

pedra de sentimento,
que de tanto amor
em duro granito se tornou.

Verânica luz
Esplende em tuas torres
Rosário! Catedral!

E um canto de saudade,
Todas as tardes,
Canta, metálico,
um galo áulico,

Cidade Vesperal!

No alto, os sinos,
Não choram os mortos,
Chamam-lhe o nome.

E ao longe o rio
Desce cantando,
E num passeio
A tarde carregando…


MEMÓRIA VIVA | Newton Navarro (1982)Fonte: Blog de Maria Elza Bezerra Cirne
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POESIA: DIFÍCIL FOTOGRAFAR O SILÊNCIO, POR ANTÔNIO ABUJAMRA

Na nossa coluna POESIA desta sexta-feira você vai assistir e curtir o poema “Difícil fotografar o silêncio”, de Manoel de Barros, numa performance espetacular, declamado por Antônio Abujamra. Então senta ai na sua poltrona, se acomode e aprecie!

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POESIA: A FLOR E A NÁUSEA DE CARLOS DRUMOND DE ANDRADE É O 9º POEMA MAIS IMPORTANTE DA LITERATURA BRASILEIRA

Seguindo com a apresentação da série “As 10 poesias mais importantes da literatura brasileira” chegamos a 9ª colocada: A Flor e a Náusea de Carlos Drummond de Andrade, neste momento especial, declamada e interpretada por Eliza Morenno, arte-educadora no Instituto de Arte Tear, atriz, escritora e co-fundadora da poesia viral produções.

Fonte:

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POESIA: “TEM QUEM QUEIRA” DE ANTÔNIO VIEIRA, POR IRACEMA MIRÃO LIMA

Esse poema, muito brejeiro, tem um tom de bom humor, de ironia, de sarcasmo, muito bem delineado, muito bem colocado, e foi tema de uma novela de sucesso, “Da cor do Pecado”, é uma canção bem brasileira, bem popular. A letra não deixa de ser bastante interessante por tocar num ponto crucial de nossas experiências românticas, ou de vida mesmo, quando nos deparamos com um momento de decidir se seguimos em frente ou buscamos uma outra alternativa para uma situação de vida. E ele dá várias situações como: falta de dinheiro, ele oferece trabalho, falta de companhia ele oferece “vá procurar brincar, está triste vá procurar brincar”, está solitária existe alguém que gosta, “vá procurá-la”. Enfim, resumindo aconselha a viver a vida porque ela é passageira e se a gente “não quiser tem quem queira”. Portanto, deixo aqui meu recado afirmando que concordo plenamente com ele de que sempre temos opção. A vida é cheia de escolhas e é claro que quando escolhemos um caminho deixamos os outros milhares de caminhos. Porém quando esse caminho que escolhemos está satisfazendo nossas melhores expectativas nossas melhores ambições nossos desejos do coração não há porque não seguir adiante. Então, penso que as escolhas bem feitas, feitas a partir de ponderações, reflexões e do melhor de nós, que é a nossa intuição, não deixam nada a desejar. Portanto “se tu não quer”, não tem problema não, “tem quem queira” escolher o melhor para si e para quem estiver ao nosso redor. Como sempre tiramos disso uma máxima, digamos assim, de vida que é: viver a vida é saber escolher, fazendo as escolhas adequadas às nossas reais necessidades às nossas prioridades, com sabedoria. E onde vamos buscar essa sabedoria senão nos bons livros dos filósofos, dos sábios que conhecemos? E o maior sábio de todos, na minha opinião, é Jesus Cristo, que deixou um legado há mais de dois mil anos e nunca pôde ser esquecido.

Comentário de Iracema Mirão Lima

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POESIA: INSPIRAÇÃO, MARIO DE ANDRADE, PAULICEIA DESVAIRADA, 1922

O oitavo poema mais importante da literatura brasileira, nessa série dos 10 poemas mais importantes, é Inspiração de Mario de Andrade, Pauliceia Desvairada de 1922, poeta da 1ª geração do nosso modernismo, que é um hino de amor a cidade de São Paulo. No vídeo a seguir é declamado por Paulo Roberto Brito Pimentel. 

Fonte:

 

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POESIA: POR AMOR DE ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: POR AMOR DE ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta sexta-feira você vai ver, ouvir e curtir o dos poemas do grande poeta Allan Dias Castro, recitado por ele, que se chama “Por Amor”, onde ele indaga: por que continuar depois de uma perda? Então comece bem a sua sexta-feira assistindo a essa pérola de POESIA.

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POESIA: ANTÍFONA DE CRUZ E SOUZA É O 7º POEMA MAIS IMPORTANTE DA LITERATURA BRASILEIRA

Nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA, continuamos exibindo os 10 poemas mais importantes da literatura brasileira e chegamos ao 7º, que é o poema “Antífona” de Cruz e Souza, representante do simbolismo, que se opõe ao parnasianismo. Uma escola que busca a sonoridade das palavras. Então aproveite para conhecer mais e melhor esse poeta maravilhoso.

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POESIA: ANTÍFONA DE CRUZ E SOUZA

Na sequência da nossa série das 10 poesias mais importantes da literatura brasileira temos nesta edição o poema “‘Antífona de Cruz e Souza. Um clássico imperdível. Algo bem sutil que, de forma alguma, transcreve a realidade da periferia. Nada como a tranquilidade e a satisfação de saber que o nosso líder encontra-se em combate.

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POESIA: PROFISSÃO DE FÉ DE OLAVO BILAC, POR JOÃO ARAÚJO

Continuando a nossa série dos 10 poemas mais importantes da literatura brasileira apresentamos o 6º lugar, com o poema “Profissão de fé” de Olavo Bilac recitado por João Araújo que é compositor, poeta, percussionista e produtor musical, natural de Recife/PE. Assista, ouça e aprecie mais uma obra prima da literatura brasileira.

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POESIA: NAVIO NEGREIRO DE CASTRO ALVES

A nossa série dos 10 melhores poemas da literatura brasileira continua nesta sexta-feira, aqui na coluna POESIA, com o 5º poema, de Castro Alves narrado pelo incrível e inenarrável Paulo Autran. Este vídeo contém cenas dos filmes Amistad e 12 anos de escravidão. Assista e se regozije com essa obra prima!

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POESIA: LEMBRANCAS DE MORRER DE ÁLVARES DE AZEVEDO, POR CID MOREIRA

Na sequência da série dos 10 melhores e maiores poemas da literatura brasileira, hoje vamos apreciar o poema “Lembranças de morrer” de Alvares de Azevedo, poeta da 2ª geração do romantismo, “geração do mal do século”, daqueles caras que querem morrer de amor. Então assista ao vídeo completo a seguir e contemple essa maravilha de poesia.

Fonte:

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POESIA: CANÇÃO DO EXÍLIO DE GONÇALVES DIAS, POR CID MOREIRA

Continuando com a série dos 10 melhores poemas da literatura portuguesa hoje vamos ouvir “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias (1823-1864), poeta nascido em Caxias, Maranhão, era filho de português com mestiça, formado em direito pela Universidade de Coimbra. Sua mais famosa obra “canção do Exílio” foi escrita ainda em Coimbra e você vai apreciar agora sob a interpretação de nada mais nada menos que Cid Moreira!

Fonte:

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POESIA: MARÍLIA DE DIRCEU DE TOMAZ ANTÔNIO GONZAGA

Continuando com a série dos 10 melhores poemas da literatura portuguesa hoje vamos ouvir “Marília de Dirceu Soneto II, poema de Tomaz Antônio Gonzaga, poeta da língua portuguesa que nasceu na ilha de Moçambique e viveu de 1744 a 1810.

O nome arcádico é Dirceu, foi um jurista, poeta e ativista político participante da Inconfidência Mineira, movimento pela independência de Minas Gerais, precursor do processo que conduziu à separação do Brasil de Portugal. Considerado o mais proeminente dos poetas árcades, é ainda hoje estudado em escolas e universidades por seu “Marília de Dirceu”. A poesia de Tomás António Gonzaga apresenta as típicas características árcades e neoclássicas: o pastoril, o bucólico, a Natureza amena, o equilíbrio etc. Paralelamente, possui características pré-românticas (principalmente na segunda parte de Marília de Dirceu, escrita na prisão): confissões de sentimento pessoal, ênfase emotiva estranha aos padrões do neoclassicismo, descrição de paisagens brasileiras, etc. O convívio com o Iluminismo põe em seu estilo a preocupação em atenuar as tensões e racionalizar os conflitos.

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POESIA: EPÍLOGOS DE GREGÓRIO DE MATOS, POR RAPPIN HOOD

Nesta sexta-feira estamos iniciando, aqui na coluna POESIA uma nova série de 10 poemas escolhidos de cada fase por que passou a POESIA brasileira. E para começar vamos ouvir “Epílogos” de Gregório de Matos, para muitos o primeiro poeta brasileiro. Então se acomode na poltrona, ouça, assista e curta esse obra prima da POESIA brasileira.

Gregório de Matos viveu de 1636 a 1696 e qualquer semelhança da sua obra com o momento atual não passa de mera coincidência (ou não). A voz e o som é de Rappin Hood e faz Parte de uma apresentação do Museu da Língua Portuguesa em SP. Aqui temos trechos selecionados do poema. Leia-o todo, vale à pena.

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POESIA: OS MAIS PERFEITOS VOTOS DE FELIZ ANO NOVO, POR BRÁULIO BESSA

Na nossa primeira edição da coluna POESIA do Blog do Saber você vai ouvir um mix com poemas de Bráulio Bessa que somados, formam a mais linda mensagem de Feliz Ano Novo 2022! Isso porque é tudo que cada um de nós mais precisa e merece para fazer de 2022 um ano memorável, inesquecível e pra lá de perfeito!

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POESIA: “PRU QUE”, POR ROLANDO BOLDRIN

Na nossa última publicação do ano de 2022, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber vamos encerrar o ano com mais uma espetacular interpretação desse incrível apresentador, ator, compositor, cantor, prosador e poeta Rolando Boldrin, onde declama “Pru que”, um poema de Pompílio Diniz, no seu programa Sr. Brasil. Então convido você a assistir, curtir e apreciar essa extraordinária performance!

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POESIA: COCO DO PÉ DE MANGA, POR JESSIER QUIRINO

Terça-feira é dia de POESIA aqui no Blog do Saber e hoje nós vamos com Jessier Quirino, esse poeta genial, interpretando “Coco do pé de manga”, ao vivo no espetáculo Vizinhos de Grito. Então se acomode ai na sua poltrona, assista, curta e aprecie muito!

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POESIA:DURANTE, POR ALLAN DIAS CASTRO

O destaque desta sexta-feira, aqui na coluna POESIA é o texto “Só por hoje”, tirado direto da página 19 do livro de Allan Dias Castro “A Monja e o Poeta”, no capítulo sobre o AGORA. Ele fala que: “O TEXTO QUE ME SALVOU NESSE ANO INTEIRO , UM DIA DE CADA VEZ. A frase final no quadro marcou bastante também, e lembrar dela diariamente será minha busca para 2022”. Então assista o grande poeta declamando essa maravilha de poesia!

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POESIA: CORAÇÃO DE MANUÉ SECO, POR ROLANDO BOLDRIN

Hoje, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber, você vai assistir a mais uma irretocável apresentação de Rolando Boldrin, apresentador do programa Sr. Brasil, declamando desta feita, o poema “Coração de Manué Seco” do poeta Catulo da Paixão Cearense. Para você começar sua sexta-feira e seu fim de semana se divertindo, relaxando e apreciando o talento desse maravilhoso artista.

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POESIA: SENHOR DOUTOR, POR PATATIVA DO ASSARÉ

Nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA, a nossa homenagem vai para o grande poeta cearense Patativa do Assaré, numa apresentação no Festival Massafeira 1979. “O festival foi responsável pelo lançamento de Patativa no mundo fonográfico, em que fez um enorme sucesso com sua poesia autenticamente popular e de forte crítica social”. Desta feita ele declama “Senhor Doutor”.

Fonte:

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POESIA: SOBRE OCUPAR O SEU LUGAR NO MUNDO, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: SOBRE OCUPAR O SEU LUGAR NO MUNDO, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Aqui na coluna POESIA desta terça-feira você vai ver e ouvir mais um belíssimo e reflexivo poema do talentoso Allan Dias Castro sobre ocupar o seu lugar no mundo, que você consegue respeitando os seus próprios passos. Então assista, ouça, reflita e curta muito!

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POESIA: DEFINIÇÃO DE SAUDADE, DE BRÁULIO BESSA

Aqui na coluna POESIA desta sexta-feira, você vai ouvir mais um belíssimo poema de Bráulio Bessa, onde homenageia Santana, o cantador, lembrando de um poema de Antônio Pereira que fala sobre “saudade” e o inspirou a escrever “definição de saudade”. Então ouça, curta e aprecie!

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POESIA: GENTILEZA É ECO, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: GENTILEZA É ECO, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta terça-feira você vai curtir, aqui na coluna POESIA, mais um extraordinário poema desse consagrado poeta Allan Dias Castro, que recita, de sua autoria: “Gentileza é eco”, do seu Voz ao Verbo 168. Então dê o play e aprecie!

Ninguém é obrigado
A ser gentil com quem está do lado
Mas gentileza é uma escolha diária
Pra quem entendeu que a leveza é necessária
Na vida de quem trata os outros
Como gostaria de ser tratado
Tá todo mundo ocupado
Correndo atrás do prejuízo
Fazendo o que for preciso
Pra chegar aonde nunca quis
E de tanto perguntar “qual o preço pra ser feliz?”
Não percebe o valor de um simples sorriso
Gentileza é eco
E quem escolhe por ela
Acaba sendo escolhido
Sim, o que eu quero pra mim
Vou receber refletindo
Simples assim
Pra quem que escolheu ser gentil
A vida retribuiu sorrindo —Gentileza é eco – Texto Allan Dias Castro Voz ao verbo 168 

Fonte:

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POESIA: O TEU RISO DE PABLO NERUDA, POR LUMA CARVALHO

Existe um Projeto que se chama: “E o que é a Poesia?”. São Poemas recitados pela professora e atriz Luma Carvalho. Na edição desta sexta-feira estamos publicando o primeiro de uma série de poemas deste brilhante projeto. Então te convido para assistir, ouvir, curtir e apreciar!

Fonte:

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POESIA: QUANDO VIER A PRIMAVERA DE ALBERTO CAEORI, POR PEDRO LAMARES

Na nossa coluna POESIA desta sexta-feira temos um novo estilo de poema para apreciar. Esse vem lá de Portugal com ator português Pedro Lamares recitando “Quando vier a primavera” de Alberto Caeiro. Um show de interpretação. Assista!

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POESIA: SONHE – POEMA FALADO DE CLARICE LISPECTOR

Hoje a nossa homenagem, da coluna POESIA, vai para a imortal Clarice Lispector na série POEMA FALADO, com “Sonhe”. Assista, ouça, curta, ame e reflita!

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

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POESIA: VALORIZAÇÃO DA VIDAQ, POR BRÁULIO BESSA

Valorizar a vida é nosso bem mais importante e valioso. A InterCement, através do Movimento Zero Acidente faz uma campanha de valorização da vida Firmamos e convidou o poeta Bráulio Bessa para fazer um poema dedicado à valorização da vida e que reflete os principais pilares desse Manifesto de Segurança. Convido você a assistir ao vídeo completo a seguir e apreciar mais uma pintura desse artista fenomenal!

Fonte:

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POESIA: SOBRE EVITAR O ARREPENDIMENTO, POR ALLAN DIAS CASTRO

Allan Dias Castro é o nosso destaque de hoje, aqui na coluna POESIA recitando um poema de sua autoria: Simplesmente, que fala sobre como evitar o arrependimento. Convido você a assistir ao vídeo completo a seguir e apreciar essa maravilha de obra prima. Segue abaixo a letra completa.

Quando se costuma a ficar em silêncio

Por achar que vai dizer o óbvio, ou por medo de se repetir

A gente pode perder a chance de falar exatamente

O que o outro precisava ouvir O mais simples, às vezes, É o mais complicado de dividir

Porque quando não é da boca pra fora

É mais do que falar, é sentir Só que guardar um sentimento bom

É sufocar um coração

Que já não está cabendo em si

Ter coragem de se expressar

É como abrir a porta de um cofre

Que a gente leva aqui dentro

Com sei lá quantas chaves

Uma é para pegar aquele impulso de dizer

Simplesmente “oi, eu senti tua falta”, e deixar sufocado

Outras duas para deixar trancado

O desejo de dizer “você faz a diferença na minha vida, obrigado”

E a clareza de um “me desculpa, eu estou errado”

Ou , “eu só confio em mim hoje em dia, Pelo fato de você ter confiado”

E sei la quantas outras chaves são necessárias

Para manter o peito apertado de tanto “eu te amo” guardado.

Em segredo.

E repara de quem a gente tem medo:

Dos nossos melhores amigos, nossos pais,

Da pessoa que está do nosso lado.

É por isso que dizer o simples

É não deixar que essa rotina nos engula

Ou que o óbvio nos intimide

A gente aprendeu que ganha mais quem acumula

Mas há coisas que só têm valor quando a gente divide

Então, para que tudo de bom

Aí dentro desse cofre

Não vire arrependimento,

Saia da dúvida do silêncio

Para a clareza da simplicidade

Mude o hábito de ficar na vontade

De expressar um sentimento

Por ficar à vontade de dizer o que sente

Apenas fale. Simplesmente

Texto: Simplesmente – @allandiascstro

Fonte:

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POESIA: FELIZ DIA DO PROFESSOR, POR BRÁULIO BESSA

Nesta sexta-feira temos a alegria de postar, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber, mais uma pérola do extraordinário Bráulio Bessa, que se chama “Feliz dia do professor”, onde esse grande artista interpreta com muita desenvoltura o poema de sua autoria.

Fonte:

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POESIA: A PASSAGEIRA – QUANTAS VIDAS CABEM EM UMA SÓ VIDA? POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: A PASSAGEIRA – QUANTAS VIDAS CABEM EM UMA SÓ VIDA? POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Na nossa coluna POESIA desta terça-feira você vai assistir a mais uma irretocável apresentação do nosso grande poeta Allan Dias Castro recitando: Quantas vidas cabem em uma só vida? Revisitando o texto “A passageira” para homenagear aos que tem coragem de estar em constante transformação para conseguir manter a sua essência. Este poema está na página 38 do livro “A Monja e o Poeta”, no capítulo sobre MUDANÇA, onde começo com a seguinte pergunta: Quantas vezes você insistiu em permanecer igual por medo de não se reconhecer? O poema “A passageira traz não só minha caminhada na bagagem, mas tem como inspiração toda pessoa que soube diferenciar não ter companhia de solidão, e assim acabou encontrando a si mesmo no (seu próprio) caminho. Abraços, boa viagem. 

Fonte:

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CRÔNICAS: O FIM DO MUNDO, POR CECÍLIA MEIRELES

Nesta quarta-feira voltamos com a nossa série de 8 crônicas famosas, aqui na coluna CRÔNICAS, comentadas por Laura Aidar, Arte-educadora, artista visual e fotógrafa. Licenciada em Educação Artística pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e formada em Fotografia pela Escola Panamericana de Arte e Design, hoje a homenagem vai para Cecília Meireles, com a crônica “O fim do mundo”. Boa leitura!

 

4. O fim do mundo – Cecília Meireles

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus – dono de todos os mundos – que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos – segundo leio – que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês…

A crônica Fim do mundo, de Cecília Meireles pode ser lida em Quatro Vozes, obra publicada em 1998. Aqui a autora descreve um acontecimento de sua infância, em que a passagem de um cometa deixou as mulheres de sua família apavoradas.

Cecília, criança, ao testemunhar a passagem do cometa não se assustou, pelo contrário, ela ficou maravilhada. Assim, esse episódio marcou a vida da escritora, que expõe de maneira clara e precisa suas considerações acerca da vida, do tempo e da finitude, fazendo um paralelo com os mistérios do universo.

Laura Aidar
Laura Aidar
Arte-educadora, artista visual e fotógrafa. Licenciada em Educação Artística pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e formada em Fotografia pela Escola Panamericana de Arte e Design.

Fonte: Cultura Genial

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POESIA: VÉSPERA DE FEIRA, POR JESSIER QUIRINO

Nesta terça-feira você vai se divertir a valer com o extraordinário e espetacular Jessier Quirino recitando “Véspera de feira”. Uma descrição pormenorizada do ritual de montagem de uma feira livre de rua. Então, o que está esperando? Aperte no pitoco e curta muito!

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POESIA: FERNANDA MONTENEGRO RECITANDO SIMONE BEAUVOIR

Na coluna POESIA desta sexta-feira uma singela homengem a grande dama do teatro onde neste pedaço de reportagem em homenagem aos seus 80 anos cedida a globo news Fernanda Montenegro recita parte de uma obra de Simone Beauvoir. Então convido você a assistir esse espetáculo inesquecível protagonizado por essa diva da dramaturgia!

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POESIA: “VINGANÇA DE CABOCLO”, POR ROLANDO BOLDRIN

Nesta terça-feira, na coluna POESIA temos o incrível Rolando Boldrin em mais uma magnífica apresentação, onde interpreta e declama o poema “Vingança de Caboclo” do compositor e poeta Zé da Luz, no programa Sr. Brasil de 05/04/2015. Um show que vale a pena ver e rever. 

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POESIA: CHEGADAS E PARTIDAS, POR BRÁULIO BESSA

Buscamos e encontramos um poema do sensacional Bráulio Bessa que ainda não havia sido publicado aqui na coluna POESIA do Blog do Saber. O poema Chegadas e Partidas de sua autoria, recitado com tanta mestria que você não pode perder. Então se acomode na poltrona, aperte no play e curta muito!

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POESIA: MATUTO NO FUTEBOL, POR JESSIER QUIRINO

Nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA você vai assistir o grande poeta, prosador e contador de causos Jessier Quirino declamar “Matuto no Futebol”, uma narrativa humorística do poeta José Laurentino, natural de Puxinanã-PB. Jessier conta que conheceu a história no princípio dos anos 1970 na voz do próprio Zé e passou a declamar com alegria e gosto. Zé Laurentino é considerado pelo poeta um dos grandes influenciadores do seu trabalho e acabaram se tornando amigos de palco. Hoje o poeta descansa no trono eterno. Então, o que está esperando para se divertir até umas horas?

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POESIA: “QUEM ME COMPREENDE”, POR ROLANDO BOLDRIN

Na nossa coluna POESIA desta terça-feira você vai assistir o incrível Rolando Boldrin contar vários causos sensacionais e cantar “Quem me Compreende” da obra do extraordinário Ari Barroso, pra você se divertir até umas horas. Então se acomode na sua poltrona e comece logo a assistir o vídeo completo a seguir!

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POESIA: NÃO SOU NADA…POR ANTÔNIO ABUJAMRA

Hoje o ator Antônio Abujamra interpreta com muita maestria um poema de um dos maiores poetas portugueses, Fernando Pessoa, “não sou nada…”, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber. Então convido você a assistir ao vídeo a seguir e apreciar essa obra de arte!

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