POESIA: LEMBRANCAS DE MORRER DE ÁLVARES DE AZEVEDO, POR CID MOREIRA

Na sequência da série dos 10 melhores e maiores poemas da literatura brasileira, hoje vamos apreciar o poema “Lembranças de morrer” de Alvares de Azevedo, poeta da 2ª geração do romantismo, “geração do mal do século”, daqueles caras que querem morrer de amor. Então assista ao vídeo completo a seguir e contemple essa maravilha de poesia.

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POESIA: CANÇÃO DO EXÍLIO DE GONÇALVES DIAS, POR CID MOREIRA

Continuando com a série dos 10 melhores poemas da literatura portuguesa hoje vamos ouvir “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias (1823-1864), poeta nascido em Caxias, Maranhão, era filho de português com mestiça, formado em direito pela Universidade de Coimbra. Sua mais famosa obra “canção do Exílio” foi escrita ainda em Coimbra e você vai apreciar agora sob a interpretação de nada mais nada menos que Cid Moreira!

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POESIA: MARÍLIA DE DIRCEU DE TOMAZ ANTÔNIO GONZAGA

Continuando com a série dos 10 melhores poemas da literatura portuguesa hoje vamos ouvir “Marília de Dirceu Soneto II, poema de Tomaz Antônio Gonzaga, poeta da língua portuguesa que nasceu na ilha de Moçambique e viveu de 1744 a 1810.

O nome arcádico é Dirceu, foi um jurista, poeta e ativista político participante da Inconfidência Mineira, movimento pela independência de Minas Gerais, precursor do processo que conduziu à separação do Brasil de Portugal. Considerado o mais proeminente dos poetas árcades, é ainda hoje estudado em escolas e universidades por seu “Marília de Dirceu”. A poesia de Tomás António Gonzaga apresenta as típicas características árcades e neoclássicas: o pastoril, o bucólico, a Natureza amena, o equilíbrio etc. Paralelamente, possui características pré-românticas (principalmente na segunda parte de Marília de Dirceu, escrita na prisão): confissões de sentimento pessoal, ênfase emotiva estranha aos padrões do neoclassicismo, descrição de paisagens brasileiras, etc. O convívio com o Iluminismo põe em seu estilo a preocupação em atenuar as tensões e racionalizar os conflitos.

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POESIA: EPÍLOGOS DE GREGÓRIO DE MATOS, POR RAPPIN HOOD

Nesta sexta-feira estamos iniciando, aqui na coluna POESIA uma nova série de 10 poemas escolhidos de cada fase por que passou a POESIA brasileira. E para começar vamos ouvir “Epílogos” de Gregório de Matos, para muitos o primeiro poeta brasileiro. Então se acomode na poltrona, ouça, assista e curta esse obra prima da POESIA brasileira.

Gregório de Matos viveu de 1636 a 1696 e qualquer semelhança da sua obra com o momento atual não passa de mera coincidência (ou não). A voz e o som é de Rappin Hood e faz Parte de uma apresentação do Museu da Língua Portuguesa em SP. Aqui temos trechos selecionados do poema. Leia-o todo, vale à pena.

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POESIA: OS MAIS PERFEITOS VOTOS DE FELIZ ANO NOVO, POR BRÁULIO BESSA

Na nossa primeira edição da coluna POESIA do Blog do Saber você vai ouvir um mix com poemas de Bráulio Bessa que somados, formam a mais linda mensagem de Feliz Ano Novo 2022! Isso porque é tudo que cada um de nós mais precisa e merece para fazer de 2022 um ano memorável, inesquecível e pra lá de perfeito!

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POESIA: “PRU QUE”, POR ROLANDO BOLDRIN

Na nossa última publicação do ano de 2022, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber vamos encerrar o ano com mais uma espetacular interpretação desse incrível apresentador, ator, compositor, cantor, prosador e poeta Rolando Boldrin, onde declama “Pru que”, um poema de Pompílio Diniz, no seu programa Sr. Brasil. Então convido você a assistir, curtir e apreciar essa extraordinária performance!

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POESIA: COCO DO PÉ DE MANGA, POR JESSIER QUIRINO

Terça-feira é dia de POESIA aqui no Blog do Saber e hoje nós vamos com Jessier Quirino, esse poeta genial, interpretando “Coco do pé de manga”, ao vivo no espetáculo Vizinhos de Grito. Então se acomode ai na sua poltrona, assista, curta e aprecie muito!

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POESIA:DURANTE, POR ALLAN DIAS CASTRO

O destaque desta sexta-feira, aqui na coluna POESIA é o texto “Só por hoje”, tirado direto da página 19 do livro de Allan Dias Castro “A Monja e o Poeta”, no capítulo sobre o AGORA. Ele fala que: “O TEXTO QUE ME SALVOU NESSE ANO INTEIRO , UM DIA DE CADA VEZ. A frase final no quadro marcou bastante também, e lembrar dela diariamente será minha busca para 2022”. Então assista o grande poeta declamando essa maravilha de poesia!

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POESIA: CORAÇÃO DE MANUÉ SECO, POR ROLANDO BOLDRIN

Hoje, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber, você vai assistir a mais uma irretocável apresentação de Rolando Boldrin, apresentador do programa Sr. Brasil, declamando desta feita, o poema “Coração de Manué Seco” do poeta Catulo da Paixão Cearense. Para você começar sua sexta-feira e seu fim de semana se divertindo, relaxando e apreciando o talento desse maravilhoso artista.

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POESIA: SENHOR DOUTOR, POR PATATIVA DO ASSARÉ

Nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA, a nossa homenagem vai para o grande poeta cearense Patativa do Assaré, numa apresentação no Festival Massafeira 1979. “O festival foi responsável pelo lançamento de Patativa no mundo fonográfico, em que fez um enorme sucesso com sua poesia autenticamente popular e de forte crítica social”. Desta feita ele declama “Senhor Doutor”.

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POESIA: SOBRE OCUPAR O SEU LUGAR NO MUNDO, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: SOBRE OCUPAR O SEU LUGAR NO MUNDO, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Aqui na coluna POESIA desta terça-feira você vai ver e ouvir mais um belíssimo e reflexivo poema do talentoso Allan Dias Castro sobre ocupar o seu lugar no mundo, que você consegue respeitando os seus próprios passos. Então assista, ouça, reflita e curta muito!

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POESIA: DEFINIÇÃO DE SAUDADE, DE BRÁULIO BESSA

Aqui na coluna POESIA desta sexta-feira, você vai ouvir mais um belíssimo poema de Bráulio Bessa, onde homenageia Santana, o cantador, lembrando de um poema de Antônio Pereira que fala sobre “saudade” e o inspirou a escrever “definição de saudade”. Então ouça, curta e aprecie!

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POESIA: GENTILEZA É ECO, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: GENTILEZA É ECO, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta terça-feira você vai curtir, aqui na coluna POESIA, mais um extraordinário poema desse consagrado poeta Allan Dias Castro, que recita, de sua autoria: “Gentileza é eco”, do seu Voz ao Verbo 168. Então dê o play e aprecie!

Ninguém é obrigado
A ser gentil com quem está do lado
Mas gentileza é uma escolha diária
Pra quem entendeu que a leveza é necessária
Na vida de quem trata os outros
Como gostaria de ser tratado
Tá todo mundo ocupado
Correndo atrás do prejuízo
Fazendo o que for preciso
Pra chegar aonde nunca quis
E de tanto perguntar “qual o preço pra ser feliz?”
Não percebe o valor de um simples sorriso
Gentileza é eco
E quem escolhe por ela
Acaba sendo escolhido
Sim, o que eu quero pra mim
Vou receber refletindo
Simples assim
Pra quem que escolheu ser gentil
A vida retribuiu sorrindo —Gentileza é eco – Texto Allan Dias Castro Voz ao verbo 168 

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POESIA: O TEU RISO DE PABLO NERUDA, POR LUMA CARVALHO

Existe um Projeto que se chama: “E o que é a Poesia?”. São Poemas recitados pela professora e atriz Luma Carvalho. Na edição desta sexta-feira estamos publicando o primeiro de uma série de poemas deste brilhante projeto. Então te convido para assistir, ouvir, curtir e apreciar!

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POESIA: QUANDO VIER A PRIMAVERA DE ALBERTO CAEORI, POR PEDRO LAMARES

Na nossa coluna POESIA desta sexta-feira temos um novo estilo de poema para apreciar. Esse vem lá de Portugal com ator português Pedro Lamares recitando “Quando vier a primavera” de Alberto Caeiro. Um show de interpretação. Assista!

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POESIA: SONHE – POEMA FALADO DE CLARICE LISPECTOR

Hoje a nossa homenagem, da coluna POESIA, vai para a imortal Clarice Lispector na série POEMA FALADO, com “Sonhe”. Assista, ouça, curta, ame e reflita!

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

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POESIA: VALORIZAÇÃO DA VIDAQ, POR BRÁULIO BESSA

Valorizar a vida é nosso bem mais importante e valioso. A InterCement, através do Movimento Zero Acidente faz uma campanha de valorização da vida Firmamos e convidou o poeta Bráulio Bessa para fazer um poema dedicado à valorização da vida e que reflete os principais pilares desse Manifesto de Segurança. Convido você a assistir ao vídeo completo a seguir e apreciar mais uma pintura desse artista fenomenal!

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POESIA: SOBRE EVITAR O ARREPENDIMENTO, POR ALLAN DIAS CASTRO

Allan Dias Castro é o nosso destaque de hoje, aqui na coluna POESIA recitando um poema de sua autoria: Simplesmente, que fala sobre como evitar o arrependimento. Convido você a assistir ao vídeo completo a seguir e apreciar essa maravilha de obra prima. Segue abaixo a letra completa.

Quando se costuma a ficar em silêncio

Por achar que vai dizer o óbvio, ou por medo de se repetir

A gente pode perder a chance de falar exatamente

O que o outro precisava ouvir O mais simples, às vezes, É o mais complicado de dividir

Porque quando não é da boca pra fora

É mais do que falar, é sentir Só que guardar um sentimento bom

É sufocar um coração

Que já não está cabendo em si

Ter coragem de se expressar

É como abrir a porta de um cofre

Que a gente leva aqui dentro

Com sei lá quantas chaves

Uma é para pegar aquele impulso de dizer

Simplesmente “oi, eu senti tua falta”, e deixar sufocado

Outras duas para deixar trancado

O desejo de dizer “você faz a diferença na minha vida, obrigado”

E a clareza de um “me desculpa, eu estou errado”

Ou , “eu só confio em mim hoje em dia, Pelo fato de você ter confiado”

E sei la quantas outras chaves são necessárias

Para manter o peito apertado de tanto “eu te amo” guardado.

Em segredo.

E repara de quem a gente tem medo:

Dos nossos melhores amigos, nossos pais,

Da pessoa que está do nosso lado.

É por isso que dizer o simples

É não deixar que essa rotina nos engula

Ou que o óbvio nos intimide

A gente aprendeu que ganha mais quem acumula

Mas há coisas que só têm valor quando a gente divide

Então, para que tudo de bom

Aí dentro desse cofre

Não vire arrependimento,

Saia da dúvida do silêncio

Para a clareza da simplicidade

Mude o hábito de ficar na vontade

De expressar um sentimento

Por ficar à vontade de dizer o que sente

Apenas fale. Simplesmente

Texto: Simplesmente – @allandiascstro

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POESIA: FELIZ DIA DO PROFESSOR, POR BRÁULIO BESSA

Nesta sexta-feira temos a alegria de postar, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber, mais uma pérola do extraordinário Bráulio Bessa, que se chama “Feliz dia do professor”, onde esse grande artista interpreta com muita desenvoltura o poema de sua autoria.

Fonte:

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POESIA: A PASSAGEIRA – QUANTAS VIDAS CABEM EM UMA SÓ VIDA? POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: A PASSAGEIRA – QUANTAS VIDAS CABEM EM UMA SÓ VIDA? POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Na nossa coluna POESIA desta terça-feira você vai assistir a mais uma irretocável apresentação do nosso grande poeta Allan Dias Castro recitando: Quantas vidas cabem em uma só vida? Revisitando o texto “A passageira” para homenagear aos que tem coragem de estar em constante transformação para conseguir manter a sua essência. Este poema está na página 38 do livro “A Monja e o Poeta”, no capítulo sobre MUDANÇA, onde começo com a seguinte pergunta: Quantas vezes você insistiu em permanecer igual por medo de não se reconhecer? O poema “A passageira traz não só minha caminhada na bagagem, mas tem como inspiração toda pessoa que soube diferenciar não ter companhia de solidão, e assim acabou encontrando a si mesmo no (seu próprio) caminho. Abraços, boa viagem. 

Fonte:

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CRÔNICAS: O FIM DO MUNDO, POR CECÍLIA MEIRELES

Nesta quarta-feira voltamos com a nossa série de 8 crônicas famosas, aqui na coluna CRÔNICAS, comentadas por Laura Aidar, Arte-educadora, artista visual e fotógrafa. Licenciada em Educação Artística pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e formada em Fotografia pela Escola Panamericana de Arte e Design, hoje a homenagem vai para Cecília Meireles, com a crônica “O fim do mundo”. Boa leitura!

 

4. O fim do mundo – Cecília Meireles

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus – dono de todos os mundos – que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos – segundo leio – que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês…

A crônica Fim do mundo, de Cecília Meireles pode ser lida em Quatro Vozes, obra publicada em 1998. Aqui a autora descreve um acontecimento de sua infância, em que a passagem de um cometa deixou as mulheres de sua família apavoradas.

Cecília, criança, ao testemunhar a passagem do cometa não se assustou, pelo contrário, ela ficou maravilhada. Assim, esse episódio marcou a vida da escritora, que expõe de maneira clara e precisa suas considerações acerca da vida, do tempo e da finitude, fazendo um paralelo com os mistérios do universo.

Laura Aidar
Laura Aidar
Arte-educadora, artista visual e fotógrafa. Licenciada em Educação Artística pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e formada em Fotografia pela Escola Panamericana de Arte e Design.

Fonte: Cultura Genial

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POESIA: VÉSPERA DE FEIRA, POR JESSIER QUIRINO

Nesta terça-feira você vai se divertir a valer com o extraordinário e espetacular Jessier Quirino recitando “Véspera de feira”. Uma descrição pormenorizada do ritual de montagem de uma feira livre de rua. Então, o que está esperando? Aperte no pitoco e curta muito!

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POESIA: FERNANDA MONTENEGRO RECITANDO SIMONE BEAUVOIR

Na coluna POESIA desta sexta-feira uma singela homengem a grande dama do teatro onde neste pedaço de reportagem em homenagem aos seus 80 anos cedida a globo news Fernanda Montenegro recita parte de uma obra de Simone Beauvoir. Então convido você a assistir esse espetáculo inesquecível protagonizado por essa diva da dramaturgia!

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POESIA: “VINGANÇA DE CABOCLO”, POR ROLANDO BOLDRIN

Nesta terça-feira, na coluna POESIA temos o incrível Rolando Boldrin em mais uma magnífica apresentação, onde interpreta e declama o poema “Vingança de Caboclo” do compositor e poeta Zé da Luz, no programa Sr. Brasil de 05/04/2015. Um show que vale a pena ver e rever. 

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POESIA: CHEGADAS E PARTIDAS, POR BRÁULIO BESSA

Buscamos e encontramos um poema do sensacional Bráulio Bessa que ainda não havia sido publicado aqui na coluna POESIA do Blog do Saber. O poema Chegadas e Partidas de sua autoria, recitado com tanta mestria que você não pode perder. Então se acomode na poltrona, aperte no play e curta muito!

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POESIA: MATUTO NO FUTEBOL, POR JESSIER QUIRINO

Nesta terça-feira, aqui na coluna POESIA você vai assistir o grande poeta, prosador e contador de causos Jessier Quirino declamar “Matuto no Futebol”, uma narrativa humorística do poeta José Laurentino, natural de Puxinanã-PB. Jessier conta que conheceu a história no princípio dos anos 1970 na voz do próprio Zé e passou a declamar com alegria e gosto. Zé Laurentino é considerado pelo poeta um dos grandes influenciadores do seu trabalho e acabaram se tornando amigos de palco. Hoje o poeta descansa no trono eterno. Então, o que está esperando para se divertir até umas horas?

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POESIA: “QUEM ME COMPREENDE”, POR ROLANDO BOLDRIN

Na nossa coluna POESIA desta terça-feira você vai assistir o incrível Rolando Boldrin contar vários causos sensacionais e cantar “Quem me Compreende” da obra do extraordinário Ari Barroso, pra você se divertir até umas horas. Então se acomode na sua poltrona e comece logo a assistir o vídeo completo a seguir!

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POESIA: NÃO SOU NADA…POR ANTÔNIO ABUJAMRA

Hoje o ator Antônio Abujamra interpreta com muita maestria um poema de um dos maiores poetas portugueses, Fernando Pessoa, “não sou nada…”, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber. Então convido você a assistir ao vídeo a seguir e apreciar essa obra de arte!

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POESIA: AGRADECIMENTO, POR ALLAN DIAS CASTRO

Na nossa coluna POESIA hoje tem um poema incrível do talentoso poeta Allan Dias Castro, agradecimento, onde ele se inspira na oração universal da gratidão: entrego, confio, aceito e agradeço. Então convido você a assistir ao vídeo completo a seguir e se inspirar com essa obra de arte. 

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POESIA: VOU-ME EMBORA PRO PASSADO DE JESSIER QUIRINO NO SR. BRASIL

Neste sábado temos uma dupla incrível na nossa coluna POESIA, Rolandro Boldrin e Jessier Quirino, que declama o poema e sua autoria “Vou-me embora pro passado”, no programa da TV Cultura, Sr. Brasil. Você não pode perder essa oportunidade única de ver essas duas feras em ação!

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POESIA: “MEU MELHOR AMIGO”, POR ROLANDO BOLDRIN

Terça-feira é dia de POESIA aqui no Blog do Saber e hoje o incrível Rolando Boldrin declama o poema “Meu Melhor Amigo” (Rolando Boldrin ? Inspirado em poema de Ado Benatti). Um show que você não pode perder. Então senta ai, aperta no play e relaxa!

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POESIA: SEJA DIFERENTE, POR BRÁULIO BESSA

Nesta sexta-feira, dia de POESIA, aqui no Blog do Saber, você vai assistir “Seja diferente”, uma nova visão do Poema O Amor Ideal de Bráulio Bessa! Esse artista incrível que agrada 10 de cada 10 amantes da poesia. Então não perca essa oportunidade de revê-lo declamando mais uma de suas obras primas!

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POESIA: MARATONA, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: MARATONA, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta terça-feira o talentoso Allan Dias Castro é o destaque, aqui na coluna POESIA do Blog do Saber, declamando o poema Maratona, direto do Voz ao Verbo 124, de sua autoria. Então convido você a assistir ao vídeo completo a seguir!

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POESIA: O AMOR BATE NA AORTA, POR DRICA MORAES, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

O amor bate na aorta é a linda poesia do incrível Carlos Drummond de Andrade, que a também incrível Drica Moraes declama na nossa coluna POESIA desta sexta-feira, no Toda Poesia. Então convido você a assistir esse performance maravilhosa dessa grande artista!

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POESIA: CAUSO DO BOTADOR DE ÊNFASE, POR JESSIER QUIRINO

Terça-feira é dia de POESIA, aqui no Blog do Saber e hoje vamos curtir um dos causos fabulosos do talentoso artista Jessier Quirino com o título “Causo do botador de ênfase”. Não saia dai, pois você vai se divertir e rir até umas horas!

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POESIA: SONHAR, POR BRÁULIO BESSA

Sexta-feira é dia de POESIA, aqui no Blog do Saber  e hoje tem o extraordinário Bráulio Bessa declamando SONHAR, um poema de sua autoria, que emocionou milhões de brasileiros em rede nacional, no programa ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES. Então aperte no play e se emocione também! Vale a pena ver de novo!

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POESIA: ANCESTRAIS, SOBRE RENASCER PARA A LIBERDADE, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: ANCESTRAIS, SOBRE RENASCER PARA A LIBERDADE, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Uma grande coincidência está acontecendo nesta terça-feira, aqui no Blog do Saber. O tema recorrente nas diversas colunas é “Liberdade”. Também aqui na coluna POESIA temos um belíssimo poema recitado pelo talentoso Allan Dias Castro: “Ancestrais”, que versa sobre renascer para a liberdade. Assista, reflita e faça o seu juízo de valor!

Voz ao verbo 160 – Ancestrais (Allan Dias Castro)

Quantas gerações dormem dentro de um sonho?

Seus bisavós, avós, seus pais?

Às vezes são tantas, que nem você desperta mais

Mas um sonho não é um bastão de frustrações hereditárias

Por mais que hajam opiniões contrárias

Basta que uma pessoa seja a favor de fazê-lo acontecer: Sim, você.

Pensa nessa vida como se fosse uma viagem

Nossos ancestrais nos deram a passagem

Mas ninguém pode viajar no lugar de alguém

Quem nunca escutou frases como: Sempre foi assim na nossa família,

Isso não está no nosso sangue, não é pra gente

Nem tente, porque ser realizado não é nossa realidade

Tenha vontade, mas tenha mais limites.

Eu diria, respeite essas opiniões, mas não acredite

São escolhas, existe uma diferença

Entre quem diz que sabe o caminho e quem caminha

Repito, respeite: cada um fez o que pôde

Com as possibilidades que tinha

Por isso não existe culpa

O que nos deixa estagnados

É viver olhando pra trás procurando culpados

Aquele que é capaz de olhar o passado

E agradecer, já entendeu:

Por mais parecidos que sejam os caminhos

Cada um tem que fazer o seu

Os que vieram primeiro nos deram a chance

De aprender até como erros

Honrar as antigas gerações

É cortar o cordão umbilical das frustrações

Isso é dar à luz à própria vida

É renascer pra liberdade

Assumir a responsabilidade do seu sonho

É escolher sua realidade

Fonte:

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POESIA: A FLOR E A NÁUSEA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, POR ELIZA MORENNO

Hoje vamos de TODA POESIA, aqui na coluna POESIA, com a espetacular performance de Eliza Morenno declamando “A flor e a náusea de Carlos Drummond e Andrade. Convido você a assistir essa obra prima de interpretação e inspiração!

Fonte:

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POESIA: JESSIER QUIRINO E SANTANNA NO PAPEL DE BODEGA DE SÃO JOÃO

Hoje, aqui na coluna POESIA nós vamos de muita prosa, canção e poema numa conversa de pé de balcão com Jessier Quirino e Santanna, o Cantador, Caboclo formado em conhecenças nordestinas e sertanejas. Portanto, o que você está esperando? Se acomode na poltrona e assista o Papel de Bodega Especial de São João.

Fonte:

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POESIA: NUNCA É TARDE DEMAIS! POR BRÁULIO BESSA

Nesta sexta-feira, aqui na coluna POESIA, você vai perceber que no poema “Nunca é tarde demais, declamado no quadro Poesia com Rapadura, Bráulio Bessa utiliza uma linguagem simples e cotidiana para transmitir uma mensagem de esperança e superação para todos aqueles que estão desanimados ou desistindo. Que o tempo acabou, a oportunidade já passou, que não tem mais idade, que agora é tarde… Embora a vida seja, sim, cheia de dificuldades, e o tempo passe rápido demais, ela também guarda coisas boas para nós. Então, não perca tempo, dê o play e comece logo a assistir essa obra de arte!

Fonte:

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POESIA: SOBRE AS CICATRIZES QUE NOS TROUXERAM ATÉ AQUI, POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: SOBRE AS CICATRIZES QUE NOS TROUXERAM ATÉ AQUI, POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta sexta-feira Allan Dias Castro vem lhe convidar a abrir o coração e abraçar a sua história falando sobre a trajetória e as cicatrizes que nos trouxeram até aqui, no seu Voz ao verbo 158. Um poema que atinge a sua alma e faz você refletir. Não deixe de ver e um bom fim de semana!

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POESIA: UM CAMINHO DA ALMA #4, POR BRÁULIO BESSA

Depois de conquistar o coração dos brasileiros com sua Poesia que transforma e passar mais de um ano entre os autores mais vendidos do país, Bráulio Bessa volta a nos brindar com poemas que, como de hábito, nos fazem pensar e nos fazem sentir. Sempre fiel às suas raízes, mas trazendo novidades, em Um carinho na alma o poeta cearense amplia a gama da sua poesia, indo além do cordel tradicional mas sem jamais abandoná-lo. Seus versos falam sobre os temas que pontuam sua obra, como o amor, a esperança e a amizade, mas também a seca, a injustiça e a falsidade, produzindo as rimas inspiradas que nunca deixam de levar um sorriso aos lábios. Além de poeta, Bráulio é também um grande contador de histórias. Por isso, além dos poemas, o livro traz relatos de sua infância em Alto Santo, da vivência com a família e os amigos, e de suas andanças de norte a sul do Brasil, abraçando e falando com o povo que tanto lhe prestigia.

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POESIA: O QUE VOCÊ VAI GANHARCOM ISSO? POR ALLAN DIAS CASTRO

POESIA: O QUE VOCÊ VAI GANHARCOM ISSO? POR ALLAN DIAS CASTRO
Allan Dias Castro, como nasce um poema

Nesta sexta-feira, aqui na coluna POESIA, o talentoso Allan Dias Castro está revisitando o texto “A Mudança” para lembrarmos da pergunta que muda tudo: O que você ganha com isso? Assista ao vídeo, curta, aprecie, reflita e tire suas conclusões!

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