A PRESSÃO SOBRE O MINISTRO DA SAÚDE, MARCELO QUEIROGA FAZ PARTE DA ESTRATÉGIA DE SENADORES DA OPOSIÇÃO EM PREPARAR TERRENO PARA DEPOIMENTO DE PAZUELLO

Estratégia de pressão sob Queiroga é prévia para depoimento de Pazuello na CPI

Um senador do grupo que forma a maioria da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado relatou que a estratégia, de fato, era apavorar Pazuello e Barra Torres

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

07 de maio de 2021 às 00:41

O ministro da Saúde Eduardo PazuelloEduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde
Foto: Carolina Antunes/PR (6.ago.2020)

A pressão sobre o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que tem marcado a sessão da CPI da Pandemia desta quinta-feira (6) faz parte de uma estratégia do chamado G7, grupo que reúne senadores independentes e de oposição, para preparar o terreno para os depoimentos do ex-ministro Eduardo Pazuello e do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres.

Em caráter reservado, um senador do grupo que forma a maioria da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado relatou que a estratégia, de fato, era apavorar Pazuello e Barra Torres.

Além de as perguntas terem sido feitas num tom mais incisivo, os senadores do G7 também mostraram uma articulação conjunta para a sequência dos questionamentos. Depois da primeira bateria de questões feitas pelo senador Renan Calheiros (MBD-AL), relator da CPI, a estratégia é a de que os demais integrantes do grupo majoritário repitam as dúvidas, mas as formulem de outra maneira. A ideia é que o depoente acabe sucumbindo à pressão.

A avaliação do grupo é a de que, nesta quinta, durante o depoimento de Queiroga, a estratégia deu certo. Senadores ouvidos pela CNN citam, por exemplo, a pressão para que o ministro da Saúde desse sua opinião sobre o uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19.

Embora Queiroga tenha conseguido se esquivar de um posicionamento claro, senadores do G7 avaliam que, em um determinado momento, o ministro acabou “entregando” as informações que a CPI queria. Uma delas, por exemplo, quando o ministro reconheceu que a hidroxicloroquina pode causar arritmias cardíacas e que não autorizou a distribuição do medicamento em sua gestão à frente da pasta.

“Eu não autorizei distribuição de cloroquina na minha gestão. Eu não tenho conhecimento de que esteja havendo distribuição de cloroquina na nossa gestão”, disse Queiroga, após ser questionado.

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RENAN CALHEIROS TRAÇOU ESTRATÉGIA PARA ACALMAR MILTARES SOBRE O RUMO DA CPI DA COVID

Renan Calheiros traça estratégia para acalmar militares e aproximá-los da CPI

No episódio desta sexta (30) do podcast Horário de Brasília, Daniela Lima e Renata Agostini contaram que senador quer abrir caminho para colaboração

Renata Agostini
Thais Arbex

Por Renata Agostini e Thais Arbex, CNN  

Atualizado 30 de abril de 2021 às 17:39

Renan Calheiros traça estratégia para acalmar militares e aproximá-los da CPI | CNN 360º - YouTube

Relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) traçou uma estratégia para acalmar os militares sobre os rumos da comissão, que inclui encontros com representantes das Forças Armadas e envio de mensagens, nos bastidores, de que as tropas não estarão no centro das investigações.

O assunto foi um dos temas do episódio desta sexta-feira (30) do podcast Horário de Brasília, apresentado por Daniela Lima e Renata Agostini. A dupla comentou que o movimento de Renan é importante porque o senador e o chamado G7, grupo que reúne parlamentares de oposição e independentes, já debatem a convocação do ex-comandante do Exército Edson Pujol, que entrou em choque com Bolsonaro e foi substituído recentemente pelo presidente.

O objetivo de Renan é aproximar os militares dos trabalhos da CPI, convencendo-os a colaborar com a apuração. O senador indicou a interlocutores que planeja realizar encontros com integrantes das Forças Armadas a partir da próxima semana.

O movimento atende a dois objetivos. De um lado, Renan quer rebater um discurso que, na visão do senador, será explorado por Jair Bolsonaro: de que a CPI pretende emparedar os militares. De outro lado, oferecer uma saída política às tropas, ao sinalizar que a CPI pretende apontar que os militares foram arrastados para o centro da crise pelo Palácio do Planalto – e não por decisão própria.

A avaliação de Renan, transmitida a interlocutores, é que o movimento será importante especialmente num momento em que a imagem do presidente da República está desgastada com parte dos militares, após a troca rumorosa dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Isso porque a ideia não é blindar as tropas de pedidos de informações ou de convocações. O incremento na produção de cloroquina promovido pelo Exército terá de ser apurado, já que investigar a recomendação do uso de ivermectina e hidroxicloroquina pelo governo é uma das frentes consideradas mais promissoras por Renan e seus aliados.

Na próxima quarta-feira (5), o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, será o primeiro militar a depor à CPI da Pandemia. Durante a semana, também serão ouvidos pela comissão outros nomes que ocuparam o posto de titular da pasta no governo Bolsonaro: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich vão depor na terça (4) e o atual ministro, Marcelo Queiroga, é esperado na quinta-feira (6).

O atual ministro da Defesa, Walter Braga Netto, ficou fora da primeira rodada de oitivas. Mas não está descartada a sua convocação. Sobre Pujol, Renan indicou a pessoas próximas que o ex-comandante do Exército pode esclarecer pressões feitas pelo Palácio do Planalto sobre as tropas.

Apresentado por Daniela Lima e Renata Agostini, o Horário de Brasília é transmitido ao vivo e com vídeo no site da CNN Brasil e no canal da emissora no YouTube, às sextas-feiras, a partir de 12h30. Depois, os episódios podem ser acessados on demand nas principais plataformas de podcast: Apple Podcasts, Spotify, Amazon Podcasts e Deezer.

Fonte: CNN
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PONTO DE VISTA: UMA SÁBIA DECISÃO DE MORO, CASO SE CONFIRME A INFORMAÇÃO

Caro(a) leitor(a),

Apesar de toda a especulação e de ser muito cedo ainda para um posicionamento do ex-juiz Sergio Moro quanto a uma possível candidatura política, vejo com bons olhos e como uma sábia decisão, caso se confirme, a de se filiar ao Podemos. Um Partido Político que defende a unhas e dentes a Lava Jato e o combate a corrupção. Um partido comandado por um dos poucos políticos de decência e vergonha na cara, que facilmente conseguimos contar nos dedos das palmas das mãos nessa atual formação do Congresso Nacional. Caso essa decisão venha a se confirmar combina com a estratégia, que venho prevendo nesta coluna há tempos, de Moro com relação entrar definitivamente na vida pública, que é: silêncio, paciência e surpresa. Essas, as melhores armas de um grande estrategista!

O partido escolhido por Sergio Moro para disputar as eleições 2022

Decisão colide com cenário de suspeição no âmbito da Lava Jato.

Publicado em 23.04.2021

Marcelo Camargo | Agência Brasil

 

O cenário político segue movimentado em torno da disputa eleitoral de 2022.

O ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, terá que decidir se entra ou não para a política.

Segundo a coluna Radar, da Veja, Moro conversou com aliados nos últimos dias e apresentou algumas percepções sobre o futuro.

Ele teria definido o mês de outubro para confirmar ou não a sua candidatura ao Palácio do Planalto ou algum outro cargo político.

Ainda de acordo com a coluna, se o nome de Moro for realmente lançado, o partido será o Podemos, liderado pelo senador Álvaro Dias, que é um dos principais parlamentares em defesa da Lava Jato.

Raul Holderf Nascimento

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.
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O MINISTRO EDSON FACHIN ACEITOU A DESISTÊNCIA DE LULA DE DOIS HABEAS CORPUS SOBRE A SUSPEIÇÃO DE DESEMBARGADORES

Lula desiste de habeas corpus e esvazia estratégia de Fachin

Avaliação no Supremo é de que a tese da suspeição dos dois desembargadores não encontraria guarida na Corte

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 05 de março de 2021 às 20:55

Lula desiste de habeas corpus e esvazia estratégia de Fachin

 O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, aceitou, nesta sexta-feira (5), a desistência da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre dois habeas corpus que apontavam a suspeição dos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) João Pedro Gebran Neto e Carlos Eduardo Thompson Flores, pelo caso do sítio de Atibaia.

O motivo oficial da defesa do ex-presidente é que a maior parte dos temas já foi discutida em outros julgamentos. Mas, nos bastidores, se aponta que a ideia é evitar que o processo de suspeição dos desembargadores do TRF-4 contamine o julgamento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro no caso do tríplex de Lula.

A avaliação no Supremo é de que a tese da suspeição dos dois desembargadores – fundamentada basicamente no fato de se relacionarem com Moro – não encontraria guarida na Corte, uma vez que o universo jurídico se relaciona entre si, segundo uma fonte próxima a ministros do STF.

A análise é diferente da tese da suspeição de Moro, baseada, segundo a defesa, em diversos elementos corroborados com os diálogos hackeados de grupos do Telegram da Lava Jato, e que apontariam uma relação muito próxima entre Moro e os procuradores, o que acabou por favorecer a condenação do petista.

O receio da defesa de Lula é que o STF, ao não ver suspeição na segunda instância que condenou Lula, acabe por prejudicar o julgamento da suspeição da primeira instância.

Fonte: CNN

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PODCAST:A ESTRATÉGIA DE BOLSONARO COM A SAÍDA DE CELSO DE MELLO

Bolsonaro estava esperando a saída de Celso de Mello para poder colocar em campo estratégia final

Andrea Sadi analisa a postura do presidente Bolsonaro que decidiu não depor em inquérito que investiga suposta tentativa de interferência na Polícia Federal. Bolsonaro acha que esse inquérito dá uma espécie de palanque para o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. ‘O objetivo dele político, antes do jurídico, é não dar esse espaço para Sérgio Moro’. A expectativa do governo é que esse inquérito seja arquivado o mais rápido possível. ‘Nos bastidores, alguns assessores dentro do governo acreditam que com o inquérito arquivado, Bolsonaro pode resgatar estratégia de nomear Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal‘.

Furo' sobre Bolsonaro no JN consolida repórter Andréia Sadi

 

Fonte: CBN

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DEPUTADOS CONSIDERAM COVARDE A ESTRATÉGIA DA GOVERNADORA DE ADIAR A VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Deputados comentam estratégia do Governo do RN para adiar votação da PEC da Previdência

16 jul 2020

Deputados comentam estratégia do Governo do RN para adiar votação da PEC da Previdência

“Essa pode ser considerada uma estratégia covarde. Deixamos de votar um projeto vindo do governo, mas também o pedido de decreto de calamidade de dois municípios. Considero lamentável que o Governo use a estratégia de esvaziar o quórum desta Casa, inviabilizando a votação da PEC”, lamentou.

José Dias comentou a publicação de uma nota de apoio à reforma da Previdência estadual, oriunda das classes empresariais do Estado, onde entidades reafirmam a necessidade da aprovação. “Lamento que empresários que não conhecem a PEC venham com posições de solidariedade ao governo. Eu não mudo meu voto de nenhuma forma. Lamento profundamente o que foi feito ontem porque o resultado era esse. A fuga da bancada do Governo prejudicando a votação da PEC da Reforma da Previdência Estadual”, ressaltou.

O parlamentar foi seguido por Gustavo Carvalho (PSDB) que comentou a atitude da bancada do Governo que esteve ausente na sessão ordinária desta quarta-feira. “A constatação que faço é a importância do presencial na discussão de temas importantes como esse. O que vimos hoje foi a fragilidade da remoticidade em matérias que necessitam de debate”, disse Gustavo ressaltando a coesão do bloco de oposição em torno do assunto.

“Essa oposição está mais do que unida e convencida de que deve manter os critérios que sempre adotou em relação aos debates, ao contrário do que vem acontecendo com o governo”, falou o deputado lembrando a votação de ontem (14), quando o requerimento de autoria do deputado Kelps Lima (SDD) que adiava a tramitação da PEC da Previdência para o retorno dos trabalhos presenciais da Assembleia foi rejeitado pela maioria. “Ontem arregimentaram para votar em massa de forma remota a reforma da Previdência. Hoje esvaziam o plenário para desqualificar o quórum. Contra fatos não há argumentos, mas contra Fátima eles sobram”, disse.

Gustavo Carvalho questionou “se eles estão defendendo que a votação aconteça sem os votos deles para fugirem mais uma vez das contradições cansativas e enganosas de suas retóricas?”. Sobre a nota da classe empresarial, o parlamentar destacou que seu mandato sempre esteve ao lado do setor produtivo e daqueles que propagam o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e que a aproximação dessas classes com o Governo pode ser perigosa para o Estado. “Tenham cuidado! Mesmo com a experiência que esses empresários têm de vida é preciso lembrar que o governo de hoje sempre procurou atrapalhar o setor produtivo do RN e desde o início desse mandato começa a acenar diferente”, aconselhou.

O deputado Tomba Farias (PSDB) reforçou a importância da forma presencial na votação da PEC da previdência. “O que queremos é discutir a reforma da Previdência. Os fatos de hoje nos mostram ainda mais a importância da discussão presencial para esse projeto que modifica a vida de milhares de servidores do nosso Estado”, colaborou.

Tomba se mostrou admirado com a nota divulgada por entidades ligadas à economia pedindo a aprovação da PEC da Previdência e destacou a importância da PEC das Emendas Impositivas. “Essa sim vai precisar da união de todos e merece não só uma, mas várias notas. Vamos precisar de união para que esses recursos cheguem aos municípios. Isso porque a PEC das Emendas Impositivas vem proteger os deputados, vem dar moralidade a essa Casa e proteger o municipalismo”, frisou.

Seguindo no horário destinado aos deputados, Getúlio Rêgo (DEM) lamentou a estratégia do Governo e disse que este tenta minar a resistência dos parlamentares de oposição. “Nunca negamos a necessidade dessa Reforma, mas o que estamos questionando é a forma como ela está sendo posta, e fere principalmente os mais fracos”, lamentou.

Getúlio relembrou a discussão em torno do Proedi – Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte. “A Governadora se apropriou da força do empresariado para tentar intimidade a Assembleia em se acomodar diante do decreto inconstitucional que ela editou em relação ao Proedi, que sacrificava e confiscava recursos do ICMS dos municípios do Rio Grande do Norte”, disse ao relembrar que “até hoje o compromisso assumido em devolver os recursos de setembro a dezembro dos municípios do RN, não foi honrado”, posicionou-se.

Da mesma opinião dos demais deputados, Kelps Lima lamentou a nota divulgada pelo setor produtivo do Estado. “Nós que somos políticos estamos sujeitos a críticas públicas, mas considero essa nota de um equívoco gigante. Nenhum deputado de oposição se colocou contra a reforma”, e continuou “o que me espanta é uma nota nesse momento. Porque até agora nenhuma dessas instituições fez uma única sugestão para essa PEC e eu vou além e questiono: quais são as sugestões do setor produtivo? Qual é a posição dessas entidades em relação aos vários pontos importantes dessa reforma? Me sinto constrangido por essas entidades. O que deu a entender é que estão a serviço do governo, caso contrário que estas entidades se expliquem”, questionou Kelps.

Já o deputado Coronel Azevedo (PSC) mudou o foco do debate e falou sobre a importância da ajuda do Governo Federal ao Rio Grande do Norte, principalmente nessa época de pandemia. “Isso se deve ao trabalho sério do Governo Federal. Estamos há mais de um ano e meio do Governo Bolsonaro e até agora não tem nenhuma denúncia de corrupção e isso tem refletido em obras e em benefícios para a nossa população”, comemorou. Coronel Azevedo destacou o que considera a falta de compromisso do Governo do Estado com a saúde do Rio Grande do Norte. “Vários hospitais do Estado ainda aguardam as ações deste Governo como forma de melhorar o atendimento aos pacientes vítimas da Covid-19, mas o que estão encontrando são apenas promessas”, finalizou.

Ainda durante o horário direcionado aos deputados, Nelter Queiroz (MDB) leu um artigo de sua autoria que fala sobre discordância, radicalismo e intransigência. “A discordância travestiu-se de radicalismo, intransigência, fanatismo e violência. As realidades e os problemas são distorcidos, os argumentos são sofismados. A discussão não existe. Há imposição. O ser humano vive situações e quadros interdependentes. Não é algo teórico, mas concreto. A humanidade não existe fora do seu contexto biológico, econômico, familiar, social, cultural e religioso. Querem tornar a nossa vida, alma do outro mundo, como dizem os moradores da Serra do João do Vale. Pretende-se fazer da vida humana um binômio dicotômico: vida versus economia. Um ser humano não vive sem comida, sem bens materiais. Assim sendo, tais realidades são indissociáveis. Mas, há quem queira esfacelar ou retalhar o homem. Dizer que se salva primeiro a vida e depois se vê a economia, além de demagógico, é mortal. O que adianta ter vida, se não há trabalho, pão e bens”, destacou.

Fonte: Política em Foco
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CENTRÃO JÁ ADMITE NOVA CPMF E DISCUTE APOIO, ENQUANTO GUEDES TENTA CONVENCER A BOLSONARO

Líderes do Centrão discutem estratégia de apoio à ‘nova CPMF’

Renata Agostini e Bárbara Baião, da CNN em Brasília

 Atualizado 15 de julho de 2020 às 15:41

Líderes de partidos de centro iniciaram conversas com o Palácio do Planalto e com a equipe econômica para traçar uma estratégia política que viabilize a criação de um imposto sobre transações financeiras.

O plano, que foi abraçado por líderes do PP e do PL, é apresentar o imposto como uma das fontes de financiamento do novo programa do governo para a área social, que vem sendo chamado de Renda Brasil e substituirá o Bolsa Família, além de uma forma de promover a desoneração ampla da folha de pagamentos para as empresas.

A ideia já foi apresentada de forma preliminar a outros líderes do bloco chamado de “Centrão”. A avaliação é que a proposta precisa amadurecer, mas pode ser um caminho para dirimir as resistências dentro do Congresso à criação do novo imposto.

Na terça-feira, os líderes de PP, Arthur Lira, e de PL, Wellington Roberto reuniram-se com Guedes, o secretário da Receita, José Tostes, e outros integrantes da pasta. O tema também já foi sugerido à Secretaria de Governo, que cuida da articulação política do governo.

O imposto sobre transações financeiras, que lembra a antiga CPMF, é um sonho antigo do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele defende que reduzir o custo de contratação de funcionários é essencial para a retomada da atividade econômica. Para compensar a queda de arrecadação com essa isenção que seria dada às empresas, é necessário buscar uma nova fonte de receita para o governo. No desenho de Guedes, é aí que entraria o imposto sobre transações financeiras.

O problema: Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já se posicionaram publicamente contra a ideia. Até recentemente, os líderes dos partidos do  Centrão também sinalizavam discordar do plano. Agora, que passaram a integrar a base do governo, buscam com Guedes uma forma de emplacar o tributo.

O Ministério da Economia pretende enviar seu desenho de proposta tributária à Casa Civil ainda nesta semana. A equipe econômica ainda debate o formato. Mas a ideia é que ele inclua a simplificação de impostos e não defina ainda as bases do  imposto sobre transações digitais.

Guedes tem a missão de convencer Bolsonaro a abraçar a ideia. Agora, a articulação do governo pensa como “vender” o imposto, que é impopular no Congresso.

Fonte: CNN

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ESTRATÉGIA DO GOVERNO É DURAR ATÉ MUDANÇAS DE PRESIDENTES NAS CASAS DO CONGRESSO E STF

Estratégia na saraivada de flechas

Imaginem aquelas cenas de filmes com temas medievais, onde o exército do Bem, o conquistador, avança, mas vem a saraivada de flechas dos inimigos, que muitas vezes estavam em um ponto mais alto.

O exército conquistador tem que parar e levantar o escudo para se defender, protegendo-se de todas as maneiras, e esperar passar, torcendo para que não perca muitos combatentes.

Depois que o ataque de flechas passa, o exército volta a avançar e conquistar terreno, até conseguir vencer de vez o inimigo.

Em minha opinião, é exatamente isso que ocorre no Governo hoje, agora que estamos indo para o 2º semestre desse ano de 2020.

O método do Governo é preparar o terreno para 2021, quando terão mudanças profundas nas 2 casas legislativas, com a eleição dos novos Presidentes do Senado e da Câmara, e no próprio STF, que estará sendo presidido por Fux e com um novo integrante a partir do final desse ano.

A prioridade do Governo agora é durar até lá, para poder continuar o avanço que veio fazendo até antes desse cenário caótico começar.

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: MUDANÇA E CRIAÇÃO DE HÁBITOS – AULA 3

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quinta-feira temos a 3ª aula do curso MUDANÇA E CRIAÇÃO DE HÁBITOS, cujo assunto é ESTRATÉGIA é o SEGREDO para a mudança e criação de HÁBITOS de Albano do Seja Uma Pessoa Melhor. Assista essa 3ª aula e aprenda como desenvolver-se e evoluir! 

Fonte:

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