GRUPO DE LIDERANÇAS INDÍGENAS ENTREGOU AO CONGRESSO PETIÇÃO PELA SAÍDA DE EXPLORAÇÃO IRREGULAR EM TERRAS INDÍGENAS

Por G1 DF

 

Projeções em defesa de terras indígenas no Congresso NacionalProjeções em defesa de terras indígenas no Congresso Nacional

O Congresso Nacional recebeu projeções em defesa de terras indígenas e contra o garimpo ilegal nas áreas de preservação, na noite desta quinta-feira (3) (veja vídeo acima). A Iniciativa faz parte da campanha #ForaGarimpoForaCovid, do Fórum de Lideranças Yanomami e Ye’kwana.

Nesta quinta, o grupo entregou a autoridades federais uma petição para a retirada de garimpeiros ilegais da terra Yanomami em Roraima e no Amazonas. Segundo os organizadores, cerca de 20 mil pessoas exploram a área irregula

Projeção na marca entrega de petição com mais de 400 mil assinaturas que pede a retirada de garimpeiros ilegais da Terra Indígena Yanomami — Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

As projeções exibidas no Congresso traziam mensagens em defesa do meio ambiente e pedindo a união entre a população urbana e os indígenas. “Juntos, povo da floresta e povo da cidade”, dizia um dos textos.

Projeção em defesa dos Yanomami é vista na Câmara dos Deputados na noite desta quinta (3) — Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

Operação em Roraima

Na semana passada, a Polícia Federal realizou uma operação contra o garimpo ilegal na terra Yanomami em Roraima. A ação teve como alvo um trio suspeito de comandar a operação no local.

Durante as buscas, os agentes encontraram ouro escondido em uma lixeira que estava em um banheiro. Segundo as investigações, além da própria exploração do garimpo na região, os suspeitos eram responsáveis pela logística e pelo envio de insumos e materiais para viabilizar o crime de outros garimpeiros da região.

Fonte: G1

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PARA FINS DE DEFESA, VENEZUELA FABRICARÁ DRONES MULTIUSOS

 

Maduro anuncia que Venezuela fabricará drones para fins de defesa

Aeronaves não tripuladas têm autonomia de voo de cinco horas; não foram divulgados outros detalhes técnicos ou mecânicos

INTERNACIONAL

Do R7

Anúncio foi feito na quinta-feira (19) e transmitido por rede estatal de televisão

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou na quinta-feira (19) que o país “em breve” fabricará drones multiuso, incluindo para fins de defesa, por meio de uma empresa fundada neste ano e que também apresentou nesta sexta-feira (20) dois modelos para treinamentos.

“Nós, os venezuelanos, em breve fabricaremos drones de uso civil e multiuso (…), drones para desenvolvimento nacional, para defesa nacional, feitos na Venezuela”, declarou o mandatário durante um ato público de trabalho transmitido pela rede estatal de televisão “VTV”, sem dar mais detalhes.

Segundo Maduro, os drones serão fabricados pela Empresa Nacional de Aeronáutica (EANSA), fundada em fevereiro deste ano com o objetivo de buscar a “independência tecnológica” do país.

Na quinta-feira, a fabricante apresentou duas aeronaves para treinamento e observação de pilotos, “feitas inteiramente na Venezuela, com mão de obra venezuelana e mente venezuelana”, ressaltou Maduro.

Por sua vez, o vice-ministro de Transporte Aéreo da Venezuela, Ramon Velásquez, afirmou que essas aeronaves têm autonomia de voo de cinco horas, mas não divulgou outros detalhes técnicos ou mecânicos.

A “VTV” mostrou imagens das aeronaves, identificadas como EANSA 1 e EANSA 2 e pintadas com as cores e iniciais da companhia aérea estatal Conviasa, que Velásquez também dirige.

Com uma frota de cerca de 50 aviões, a Conviasa sofre sanções desde fevereiro por parte do governo dos Estados Unidos, que alega que a empresa foi usada para “enviar funcionários corruptos do regime (de Nicolás Maduro) ao redor do mundo para aumentar o apoio a seus esforços antidemocráticos.”

As sanções impedem que cidadãos e empresas relacionadas com os Estados Unidos façam negócios com a Conviasa – como a venda de peças de reposição ou combustível -, o que dificulta as operações internacionais da companhia.

 

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SAÚDE : GRUPO “MÉDICOS PELA LIBERDADE” SAIU EM DEFESA DO POVO E REBATE DECLARAÇÃO AUTORITÁRIA DE DÓRIA

Médicos rebatem “obrigação” da vacina de Doria: “Não somos RATOS DE LABORATÓRIO” (veja o vídeo)

LER NA ÁREA DO ASSINANTE

João Doria

João Doria ultrapassou todos os limites ao anunciar na sexta-feira,

16, que irá obrigar o povo de São Paulo a tomar a vacina chinesa.

Em resposta a tamanha insensatez, o grupo Médicos Pela Liberdade saiu em defesa do povo e rebateu as declarações do governador.

“Nós, do Médicos Pela Liberdade, especialmente os que residem em São Paulo, declaramos resistência total à suposta obrigatoriedade de vacinação obrigatória contra o vírus chinês, ainda mais com uma vacina produzida a toque de caixa, sem nenhum estudo a médio e longo prazo”, declarou.

O grupo foi firme ao finalizar:

“Não somos RATOS DE LABORATÓRIO”

Confira a declaração na íntegra:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DOIS IRANIANOS SÃO ACUSADOS PELOS EUA DE ROUBAR INFORMAÇÕES SIGILOSAS

 

EUA acusam 2 iranianos de roubar informações sigilosas

Segundo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os hackers teriam agido a mando do Irã em alguns momentos. Pena total pode chegar a 50 anos

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Réus ainda não foram presos

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira (16) que foi aberto um processo no estado de Nova Jersey contra dois iranianos acusados de roubar informações confidenciais de sistemas de computadores nos EUA, na Europa e no Oriente Médio, em alguns momentos agindo a mando do governo de Teerã.

“Os réus roubaram centenas de terabytes de dados, que geralmente incluíam comunicações confidenciais relacionadas à segurança nacional, inteligência de política externa, informações nucleares não militares, dados aeroespaciais, informações de ativistas de direitos humanos, informações financeiras de vítimas e dados pessoais e de propriedade intelectual, incluindo informações de pesquisa científica não publicadas”, afirma a Procuradoria Geral de Nova Jersey.

Os promotores identificaram os suspeitos como Hooman Heidarian, de 30 anos, e Mehdi Farhadi, de 34, ambos residentes da cidade de Hamedan, no Irã, e disseram que eles obtiveram informações sobre dissidentes, ativistas de direitos humanos e líderes da oposição.

“Em outros casos, os réus venderam os dados e informações piratas no mercado negro para obter benefícios econômicos particulares”, completa a nota da Procuradoria Geral.

O procurador-geral adjunto para a Segurança Interna, John C. Demers, acusou especificamente o Irã, a Rússia, a China e a Coreia do Norte de permitir tais atividades.

Já o FBI confirmou que os réus não foram presos e destacou que os seus nomes foram acrescentados à lista de acusações de participação em uma campanha maciça e coordenada de crimes na internet.

Por todas as acusações, incluindo conspiração para cometer fraude informática, acesso não autorizado a computadores protegidos, causando danos a essas máquinas, e fraude para acessar um computador, eles poderiam ser condenados no total a mais de 50 anos de prisão.

 

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A DEFESA DE WITZEL PEDIU A TOFFOLI O RETORNO DELE AO CARGO ATÉ QUE A DECISÃO SEJA ANALISADA PELA CORTE

Wilson Witzel faz pedido a Dias Toffoli para retornar ao cargo

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 05 de setembro de 2020 às 17:37

Wilson Witzel faz pedido a Dias Toffoli para retornar ao cargo | CNN Brasil

A defesa do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, o retorno dele ao cargo até que a decisão seja analisada pela corte. Witzel foi afastado em votação do Superior Tribunal de Justiça.

A defesa alega que até agora ele não foi ouvido ainda nessa fase da investigação e cita ainda que é “frágil” o argumento dado pelo ex-secretário de Saúde do Estado, Edmar Santos, em delação premiada, de que teria recebido de Witzel R$ 15 mil.

A defesa diz ainda que “não há nenhuma prova de que ele no mandato estaria atrapalhando as investigações” e quer que ele seja reconduzido ao cargo de governador.

O PSC também pediu que o STF defina como deve ser o rito para o afastamento. O ministro Edson Fachin é o relator e decidiu levar a questão ao plenário, mas ainda não há data. Com isso, Toffoli é quem deve decidir sobre o pedido.

A comissão especial da Assembleia Legislativa do Rio, que analisa o processo de impeachment, tem até o próximo dia 15 para emitir um parecer. A defesa do governador afastado pediu para que 15 testemunhas sejam ouvidas, entre elas, cinco procuradores do Ministério Público Estadual e a subprocuradora Lindora Araújo, responsável pela denúncia.

Wilson Witzel foi afastado do governo do Rio de Janeiro por 180 dias por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), após pedido da Procuradoria-Geral da República na Operação Tris In Idem, que investiga irregularidades e desvios na saúde. Ele ainda enfrenta um processo de impeachment na Assembleia Legislativa (Alerj). O então vice-governador Cláudio Castro assumiu o comando do estado.

Fonte: CNN

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MINISTRO DA DEFESA ENCAMINHA À PGR REPRESENTAÇÃO CONTRA GILMAR MENDES

Defesa acusa Gilmar de violação da Lei de Segurança Nacional

 TELEGRAM 

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, acionou um artigo da Lei de Segurança Nacional em sua representação contra Gilmar Mendes encaminhada à PGR, informa Fausto Macedo.

Segundo a apuração do Estadão, o dispositivo citado é o artigo 23 da LSN, que prevê como crime a prática de incitar “à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis”. A pena é de um a quatro anos de prisão.

Trata-se do mesmo artigo usado por outro ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, para investigar bolsonaristas que pedem intervenção militar e o fechamento do Congresso e do STF.

Também são mencionados artigos do Código Penal sobre crime contra a honra e um artigo do Código Penal Militar.

A representação foi protocolada nesta terça, 14, como resposta às falas do ministro do STF no sábado. Gilmar afirmou que o Exército está se associando a um “genocídio”, em referência à crise provocada pela Covid-19, agravada pela ausência de um titular no comando do Ministério da Saúde.

A PGR agora vai analisar a representação da defesa para definir se há indícios de crime ou conduta ilegal na postura do ministro do STF. Pode optar por dar prosseguimento à investigação ou arquivá-la.

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MINISTRO DA DEFESA DE CHAVES FAZ ALERTA A OPOSITORES, ENQUANTO ESTIMULA A PARTICIPAÇÃO NA ELEIÇÃO PARLAMENTAR EM DEZEMBRO

Ministro da Defesa de Maduro alerta opositores de que “nunca poderão exercer o poder político”

Vladimir Padrino ataca Juan Guaidó, enquanto o chavismo estimula a participação na eleição parlamentar de dezembro

FRANCESCO MANETTO

México – 06 JUL 2020 – 12:25 BRT

O ministro da Defesa da Veneuela, Vladimir Padrino, em uma imagem de arquivo.O ministro da Defesa da Veneuela, Vladimir Padrino 

A Venezuela tem um encontro com as urnas no horizonte, as eleições legislativas marcadas para 6 de dezembro, cuja participação o Governo de Nicolás Maduro está estimulando para legitimar uma nova Assembleia Nacional, hoje dominada pela oposição. Essa votação, convocada por uma autoridade eleitoral designada pelo Tribunal Supremo de Justiça, alinhado ao regime, já foi rejeitada por Juan Guaidó e pelos partidos que o apoiam, por entenderem que carece das garantias suficientes. Neste domingo, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, veio lhes dar razão. Durante um ato militar pelo 209º aniversário da assinatura da independência nacional, o general advertiu que esses opositores “nunca poderão exercer o poder político”.

“Enquanto existir uma força armada como a que temos hoje, anti-imperialista, revolucionária, bolivariana, nunca poderão exercer o poder político na Venezuela”, clamou Padrino López. “Acredito que seja bom que isso seja entendido por essa facção de meliantes, politiqueiros, que se atreveram a pôr em um comunicado, um despropósito de comunicado, exigir de nós um maior compromisso, quando a Força Armada Nacional Bolivariana já deu demonstrações concretas, à vista de todo o povo da Venezuela, de seu interesse patriótico de defender a integridade de nosso espaço geográfico, que não é uma opção para nós, é um mandato constitucional”, acrescentou.

As palavras do titular da Defesa se emolduram num clima de máxima tensão política e demonstram o que a oposição sempre reprovou em Maduro, e também em seu antecessor, Hugo Chávez. Ou seja, que o chavismo não está disposto a ceder o poder. Por esta razão, a oposição se recusou a participar das últimas convocatórias ― em 2017, quando foi eleita a Assembleia Nacional Constituinte, que, na prática, atua como um braço legislativo às ordens do Executivo. E também em maio de 2018, quando se recusou a disputar uma eleição presidencial que transcorreu sem observação internacional plural e que, portanto, foi considerada fraudulenta pelos opositores de Maduro.

A equipe de Guaidó condenou essas declarações e as qualificou de “insolentes, ditatoriais e contrárias a toda a ordem constitucional”. “O general demonstrou novamente que em nosso país a soberania popular está sequestrada […]. Nicolás Maduro e Vladimir Padrino perverteram ao máximo a nossa instituição militar […]. Declarações deste tipo não podem ser ignoradas e exigem uma expressão de condenação por parte da institucionalidade da Força Armada Nacional e da comunidade internacional”, diz um comunicado divulgado pelo Gabinete de Guaidó, reconhecido como presidente interino por mais de 50 Governos estrangeiros.

A ameaça de Padrino afasta também um hipotético cenário de diálogo. Justamente nesta semana, a União Europeia voltou a apelar a uma solução política negociada à gravíssima crise que o país atravessa. E as eleições parlamentares de dezembro, se as condições permitirem, poderiam ser o primeiro teste para uma aproximação. Guaidó, enquanto isso, busca solucionar também a crise política particular da oposição e suas bases, frustradas por uma confrontação que se eternizou. “Faço um apelo a uma grande aliança por nosso país. Uma aliança sem mesquinharias. A luta definitiva pela liberdade deve encontrar todos nós juntos. Estarmos juntos é a chave neste momento”, manifestou o chefe do Parlamento.

Em termos parecidos se pronunciou Leopoldo López, que reapareceu por videoconferência da residência da Embaixada da Espanha em Caracas em um ato on-line batizado como Congresso da Unidade Nacional. “Saberemos conquistar esta segunda independência”, afirmou. “Hoje, irmãs e irmãos, o desafio é imenso, e só podemos alcançar esse desafio com unidade”, afirmou o dirigente opositor.

O desafio da coesão das forças opositoras ― o chamado G-4, formado pelos partidos Primeiro Justiça, Ação Democrática, Vontade Popular e Um Novo Tempo ― sempre foi árduo por causa de diferenças estratégicas e inclusive ideológicas. Todos cerraram fileiras com Guaidó quando este se pronunciou contra Maduro, em janeiro de 2019, mas com o passar do tempo essa unidade voltou a rachar. O fato de as atividades da oposição se reduzirem a um conjunto de gestos e ações simbólicas, enquanto a rua continua desmobilizada e a pandemia impede a convocação de novas mobilizações, é o que mais mal-estar provocou em alguns setores.

Nesta semana, Henrique Capriles, ganhador das eleições parlamentes de 2015 e ex-adversário eleitoral de Maduro, lançou críticas a Guaidó e a López. “O verdadeiro debate é se lutaremos ou não lutaremos, se faremos algo ou não faremos nada. Não vamos acompanhar ficções e fantasias que só servem para dar mais frustrações aos venezuelanos e destruir mais a oposição, se é que não acabam de destruí-la”, opinou. Capriles, que também rechaça ao menos neste momento a realização de eleições legislativas por causa da crise sanitária da covid-19, defende que em médio prazo será preciso rever a estratégia. “É preciso reconstruir a oposição como é preciso reconstruir a Venezuela.”

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PONTO DE VISTA: UMA DEFESA MAGISTRAL DE UMA RÉ NO STF. É QUASE UM CHEQUE MATE!

Caro(a) leitor(a),

O vídeo a seguir é longo, tem pelo menos 25 minutos, mas posso garantir que ao final você vai querer mais e pedir bis. Minha resposta a Alexandre de Moraes é na verdade a melhor defesa em um inquérito judicial que eu já vi, feita pelo próprio réu, sem a ajuda de um advogado. Bárbara, a autora desse vídeo é uma das pessoas indiciadas no bizarro processo das “Fake News”, instaurado por Dias Toffoli e que tem como relator o malévolo Alexandre de Moraes. O processo acusa pessoas de só produzirem fake news, mas também de ofenderem desrespeitosamente os ministros do STF. Ela é um dos acusados de disseminar fake news nas suas redes sociais. A garota, apesar de jovem é muito esperta, inteligente e parece conhecer bem os meandros da lei, pois fez uma defesa irrefutável, onde acusa outras inúmeras pessoas, bem como órgãos da grande mídia, exibindo provas contundentes de desacato e fake news ao STF como instituição que não foram arrolados nesse processo. Também apresenta imagens e falas do próprio Alexandre de Moraes, bem como de outros ministros do STF em plena delinquência, deixando-os totalmente desmoralizados. É coisa pra Inglês ver! A essa altura esse vídeo já teve mais de 1 milhão de visualizações. Até onde eu pude ver já haviam mais de 30 mil comentários. Então vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos para ver como o Sr. Alexandre de Moraes vai sair dessa! Por isso tiro o chapéu para essa corajosa garota e apoio sua inteligente iniciativa!

Fonte:

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ENTREVISTA: SERGIO MORO DÁ ENTREVISTA EXCLUSIVA À VEJA PARA REBATER ACUSAÇÕES DE TRAIDOR

Neste sábado aproveite para ler essa ENTREVISTA exclusiva que o Ex-Ministro Sergio Moro deu a reportagem de VEJA depois da enxurrada de acusações nas redes sociais pelos bolsonaristas chamando-o de traidor. Nessa entrevista ele reafirma tudo que disse, se indigna pelo presidente ter lhe chamado de mentiroso  explica o porquê da sua atitude, lamenta por ter exposto a deputada Carla Zambelli e promete lavar a honra quando for inquerido a prestar depoimento no inquérito aberto pelo Ministro do STF Celso de Melo. Fato que já está programado para a próxima semana. Convido-o a ler toda a ENTREVISTA a seguir, refletir e tirar suas conclusões e se não for suficiente para fazer o seu juízo de valor sobre a hombridade, honestidade, lisura e caráter de Sergio Moro, aconselho aguardar o desenrolar do inquérito e depois formular o seu conceito.

Sergio Moro afirma que apresentará ao STF provas contra Bolsonaro

Em entrevista exclusiva, o ex-ministro da Justiça diz que o governo nunca priorizou o combate à corrupção

Por Policarpo JuniorLaryssa Borges

Atualizado em 1 maio 2020, 09h12 – Publicado em 30 abr 2020, 19h39
Quando Sergio Moro decretou as primeiras prisões da Operação Lava-­Jato, em 2014, ninguém imaginava que começaria ali uma revolução de consequências históricas para a política, a economia e o combate à corrupção no Brasil. Em quatro anos, as investigações revelaram a existência de uma monumental estrutura que tinha como membros ativos as maiores empreiteiras do país, altos dirigentes de empresas estatais e políticos de todos os quilates — de deputados a presidentes da República. Todos se nutrindo da mesma fonte de um esquema que, durante anos, desviou mais de 40 bilhões de reais dos cofres públicos, dinheiro convertido em financiamento de campanhas eleitorais e propina. O caso fulminou biografias, quebrou empresas, arrasou partidos políticos e desmascarou muita gente que se dizia honesta. A histórica impunidade dos poderosos levou uma surpreendente rasteira — e abriu caminho para que um outsider chegasse à Presidência da República. Com a eleição de Jair Bolsonaro e a nomeação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, muitos apostaram que a corrupção sistêmica sofreria o golpe de misericórdia no país — uma tremenda ilusão, segundo o próprio Moro.“O combate à corrupção não é prioridade do governo”, revela o agora ex-­ministro da Justiça, que foi descobrindo aos poucos que embarcara numa fria. Ele estava em casa na madrugada da sexta 24 quando soube que o diretor-geral da Polícia Federal fora demitido pelo presidente. Mas o episódio foi a gota d’água de uma relação tumultuada. Havia tempo o presidente não escondia a intenção de colocar no cargo alguém de sua estrita confiança. Bolsonaro frequentemente reclamava da falta de informações, em especial sobre inquéritos que tinham como investigados amigos, correligionários e parentes dele. Moro classificou a decisão do presidente de pôr um parceiro no comando da PF de uma manobra para finalmente ter acesso a dados sigilosos, deu a isso o nome de interferência política e, na sequência, pediu demissão. Bolsonaro, por sua vez, disse que a nomeação do diretor da PF é de sua competência e que as acusações de Moro não eram verdadeiras. O Supremo Tribunal Federal mandou abrir um inquérito para apurar suspeitas de crime.

RECADO – Moro, em relação a Bolsonaro: “Ele sabe quem está falando a verdade” Alex Farias/Photo Press/.

Em entrevista exclusiva a VEJA, Moro revelou que não vai admitir ser chamado de mentiroso e que apresentará à Justiça, assim que for instado a fazê-lo, as provas que mostram que o presidente tentou, sim, interferir indevidamente na Polícia Federal. Um pouco abatido, o ex-ministro também se disse desconfortável no papel que o destino lhe reservou: “Nunca foi minha intenção ser algoz do presidente”. Desde que deixou o ministério, ele passou a ser hostilizado brutalmente pelas redes bolsonaristas. “Traidor” foi o adjetivo mais brando que recebeu. Mas o fato é que Bolsonaro nunca confiou em Moro. Sempre viu nele um potencial adversário, alguém que no futuro poderia ameaçar seu projeto de poder. Na entrevista, o ex-ministro, no entanto, garante que a política não está em seus planos — ao menos por enquanto. Na quarta-feira 29, durante a conversa com VEJA, Moro recebeu um alerta de mensagem no telefone. Ele colocou os óculos, leu e franziu a testa. “O que foi, ministro?” “O presidente da República anunciou que vai divulgar um ‘vídeo-bomba’ contra mim.” “E o que o senhor acha que é?”, perguntamos. Moro respirou fundo, ameaçou falar alguma coisa, mas se conteve. A guerra está só começando. Acompanhe nas próximas páginas os principais trechos desta conversa.

“O COMBATE À CORRUPÇÃO NÃO É PRIORIDADE DO GOVERNO”
O ex-ministro Sergio Moro recebeu VEJA em seu apartamento em Brasília. Na entrevista, que durou duas horas, ele lembrou que aceitou o cargo de titular da Justiça diante do compromisso assumido por Bolsonaro com o combate à corrupção. Aos poucos, porém, foi percebendo que esse discurso não encontrava sustentação na prática do governo — e ficou bastante incomodado quando viu o presidente se aproximar de políticos suspeitos:

“Sinais de que o combate à corrupção não é prioridade do governo foram surgindo no decorrer da gestão. Começou com a transferência do Coaf para o Ministério da Economia. O governo não se movimentou para impedir a mudança. Depois, veio o projeto anticrime. O Ministério da Justiça trabalhou muito para que essa lei fosse aprovada, mas ela sofreu algumas modificações no Congresso que impactavam a capacidade das instituições de enfrentar a corrupção. Recordo que praticamente implorei ao presidente que vetasse a figura do juiz de garantias, mas não fui atendido. É bom ressaltar que o Executivo nunca negociou cargos em troca de apoio, porém mais recentemente observei uma aproximação do governo com alguns políticos com histórico não tão positivo. E, por último, teve esse episódio da demissão do diretor da Polícia Federal sem o meu conhecimento. Foi a gota d’água”.

A LENDA - O ex-juiz da Lava-Jato era, até dias atrás, tratado como “herói” pelos militantes bolsonaristas, mas,… Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil 

O senhor acusou o presidente Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal. Tem provas disso? O presidente tem muito poder, tem prerrogativas importantes que têm de ser respeitadas, mas elas não podem ser exercidas, na minha avaliação, arbitrariamente. Não teria nenhum problema em substituir o diretor da PF Maurício Valeixo, desde que houvesse uma causa, uma insuficiência de desempenho, um erro grave por ele cometido ou por algum de seus subordinados. Isso faz parte da administração pública, mas, como não me foi apresentada nenhuma causa justificada, entendi que não poderia aceitar essa substituição e saí do governo. É uma questão de respeito à regra, respeito à lei, respeito à autonomia da instituição.

E quais eram as motivações políticas? Reitero tudo o que disse no meu pronunciamento. Esclarecimentos adicionais farei apenas quando for instado pela Justiça. As provas serão apresentadas no momento oportuno, quando a Justiça solicitar.

“NÃO POSSO ADMITIR QUE O PRESIDENTE ME CHAME DE MENTIROSO”
O presidente Bolsonaro rebateu as acusações do ex-ministro. Ele negou que houvesse tentativa de interferência política na Polícia Federal e acusou Sergio Moro de tentar negociar a demissão do diretor da PF em troca de sua nomeação para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Moro conta por que divulgou uma mensagem trocada entre ele e a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) e outra entre ele e Bolsonaro:

“Eu apresentei aquelas mensagens. Não gostei de apresentá-las, é verdade, mas as apresentei única e exclusivamente porque no pronunciamento do presidente ele afirmou falsamente que eu estava mentindo. Embora eu tenha um grande respeito pelo presidente, não posso admitir que ele me chame de mentiroso publicamente. Ele sabe quem está falando a verdade. Não só ele. Existem ministros dentro do governo que conhecem toda essa situação e sabem quem está falando a verdade. Por esse motivo, apresentei aquela mensagem, que era um indicativo de que eu dizia a verdade, e também apresentei a outra mensagem, que lamento muito, da deputada Carla Zambelli. O presidente havia dito uma inverdade de que meu objetivo era trocar a substituição do diretor da PF por uma vaga no Supremo. Eu jamais faria isso. Infelizmente, tive de revelar aquela mensagem para provar que estava dizendo a verdade, que não era eu que estava mentindo”.

IMAGEM QUEIMADA… – depois das acusações que fez contra o presidente, foi alvo de ataques e chamado de “traidor” Pedro Ladeira/. 

Na mensagem, Bolsonaro cita uma investigação sobre deputados aliados e afirma que aquilo era motivo para trocar o diretor da PF. O que exatamente queria o presidente? Desculpe, mas essa é uma questão que também vai ter de ser examinada dentro do inquérito que foi aberto no Supremo Tribunal Federal para investigar esse caso. Reitero a minha posição. Uma vez dito, é aquilo que foi dito. Não volto atrás. Seria incoerente com o meu histórico ceder a qualquer intimidação, seja virtual, seja verbal, seja por atitudes de pessoas ou de outras autoridades.

O senhor sofreu algum tipo de ação intimidatória após as revelações que fez? Atacaram minha esposa e estão confeccionando e divulgando dossiês contra ela com informações absolutamente falsas. Ela nunca fez nada de errado. Nem eu nem ela fizemos nada de errado. Esses mesmos métodos de intimidação foram usados lá trás, durante a Lava-­Jato, quando o investigado e processado era o ex-presidente Lula.

“NUNCA FOI MINHA INTENÇÃO SER ALGOZ DO PRESIDENTE”
Depois das denúncias de Moro, o Supremo Tribunal Federal determinou que fosse aberto um inquérito para apurar se o presidente tentou de fato aparelhar a PF para fins políticos. Em seu parecer, o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu que também fossem investigados os crimes de denunciação caluniosa e contra a honra — ilícitos que, em tese, podem ter sido praticados por Moro:

“Entendi que a requisição de abertura desse inquérito que me aponta como possível responsável por calúnia e denunciação caluniosa foi intimidatória. Dito isso, quero afirmar que estou à disposição das autoridades. Os ataques mais virulentos vieram principalmente por redes virtuais. Não tenho medo de ofensa na internet, não. Me desagrada e tal, mas se alguém acha que vai me intimidar contando inverdades a meu respeito no WhatsApp ou na internet está muito enganado sobre minha natureza”.

RISCO DE PROCESSO - Aras: pedido de investigação por denunciação caluniosa e crime contra a honra do presidente Andressa Anholete/Getty Images

O senhor recebeu mais críticas ou apoios por se demitir do cargo e acusar o presidente? A opinião pública compreendeu o que eu disse e os motivos da minha fala. É importante deixar muito claro: nunca foi minha intenção ser algoz do presidente ou prejudicar o governo. Na verdade, lamentei extremamente o fato de ter de adotar essa posição. O que eu fiz e entendi que era minha obrigação foi sair do governo e explicar por que estava saindo. Essa é a verdade.

Qual é hoje a sua opinião sobre o presidente Bolsonaro? Pessoalmente, gosto dele. No governo, acho que há vários ministros competentes e técnicos. O fato de eu ter saído do governo não implica qualquer demérito em relação a eles. Fico até triste porque considero vários deles pessoas competentes e qualificadas, em especial o ministro da Economia. Espero que o governo seja bem-sucedido. É o que o país espera, no fundo. Quem sabe a minha saída possa fomentar um compromisso maior do governo com o combate à corrupção.

“NÃO QUERO PENSAR EM POLÍTICA NESTE MOMENTO”
Em todas as grandes manifestações dos apoiadores do presidente, a figura do ex-ministro da Justiça sempre ocupou lugar de destaque. Após sua demissão, ele passou a ser tratado nas redes sociais como traidor e oportunista que estaria tirando proveito político em um momento de fragilidade do governo:

“Lamento ter de externar as razões da minha saída do governo durante esta pandemia. O foco tem de ser realmente o combate à pandemia. Estou dando entrevista aqui porque tenho sido sucessivamente atacado pelas redes sociais e pelo próprio presidente. Hoje mesmo, quarta, ele acabou de dar declarações, ontem deu declarações. Venho sendo atacado também por parte das pessoas que o apoiam politicamente. Tudo o que estou fazendo é responder a essas agressões, às inverdades, às tentativas de atingir minha reputação”.

MANDANTE - Adélio, que tentou matar o presidente: caso ainda não encerrado ./Divulgação

O que o senhor pretende fazer a partir de agora? Estou num período de quarentena. Tive 22 anos de magistratura. Deixei minha carreira com base em uma promessa não cumprida de que eu teria apoio nessas políticas de combate à corrupção. Isso foi um compromisso descumprido. Não posso voltar para a magistratura. Eu me encontro, no momento, desempregado, sem aposentadoria. Tudo bem, tem gente em situação muito mais difícil que a minha. Não quero aqui ficar reclamando de nada. Pedi a quarentena para ter um sustento durante algum tempo e me reposicionar, provavelmente no setor privado.

Fonte: VEJA

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