EM VISITA AO RN MINISTRO DA JUSTIÇA ANUNCIOU INVESTIMENTO DE R$ 26 MILHÕES DO FUNDO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA PARA O ESTADO

Por G1 RN

 

Ministro da Justiça André Mendonça ao lado da governadora Fátima Bezerra (PT), do RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiMinistro da Justiça André Mendonça ao lado da governadora Fátima Bezerra (PT), do RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Cumprindo agenda no RN nesta sexta-feira (12), o ministro da Justiça e Segurança Pública André Mendonça anunciou o investimento de cerca de R$ 26 milhões do governo federal ao Estado para aquisições de equipamentos, viaturas e capacitações dos profissionais. Os recursos são do Fundo Nacional de Segurança Pública. Mais de 1 mil profissionais do estado já foram capacitados pelo programa.

Ao todo, segundo o ministro, são R$ 12 milhões para compra de equipamentos e R$ 14,7 mi para construção da nova sede do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep).

“Estamos liberando R$ 12 milhões para aplicação imediata em políticas públicas na área de segurança pública: armamentos, equipamentos de segurança e de proteção, além de viaturas. Somados a esses R$ 12 milhões, são R$ 14,7 milhões para construção do Itep do RN”, disse o ministro.

“Nos últimos dois anos, assinamos 30 convênios de repasse com o estado do RN na segurança pública, num total de R$ 150 milhões, com cerca de metade desse valor já executado. E mais R$ 75 milhões que estamos em processo de execução”.

Além disso, durante o encontro com a governadora Fátima Bezerra (PT), o ministro assinou o Acordo de Cooperação que marca a adesão do RN ao V.I.G.I.A., um programa nacional de segurança nas fronteiras e divisas, que tem o objetivo de aumentar as fiscalizações e a repressão ao crime organizado, contrabando, e o fluxo de armas e munições, principalmente na divisa entre os dois estados.

O programa também deve buscar coibir possíveis crimes por meio de rotas marítimas. Por enquanto, os dois estados serão os únicos da região Nordeste a terem o programa implantado.

Para o secretário de Segurança Pública do RN, coronel Francisco Araújo Silva, a implantação do programa irá fortalecer a repressão ao crime organizado por ser “mais uma importante ferramenta nas ações integradas envolvendo as forças de segurança federais e estaduais no Rio Grande do Norte”.

Durante a atividade, o ministro André Mendonça ainda entregou o Diploma de Honra ao Mérito da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) a sete profissionais de segurança pública do Estado que se destacaram no cumprimento de suas funções. Um deles foi recebido pela família do sargento do Bope F. Silva, morto em dezembro do ano passado em um assalto.

Agenda

O ministro desembarcou primeiro na Base Aérea de Natal às 8h e seguiu para visitar a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, onde foi apresentado a dados sobre o sistema prisional. Em seguida, ele acompanhou uma barreira policial montada na Av. Capitão-Mor Gouveia. O ministro foi depois ao 9º Batalhão da Polícia Militar e à Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa.

À tarde, o destino foi o encontro com governadora Fátima Bezerra. Eles seguiram para a Escola de Governo para tratar sobre o V.I.G.I.A, e o Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado.

Programa V.I.G.I.A.

O programa V.I.G.IA. integra o policiamento federal e estadual, com padronização de técnicas, táticas e procedimentos. Também são abertas possibilidades de investimento em capacitações e equipamentos, ações com o intuito de direcionar esforços e contribuir com a formulação de estratégias operacionais. O Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas deu R$ 2 bilhões de prejuízo aos criminosos em 2020, segundo o Ministério da Justiça.

Atualmente, onze estados participam do programa, que conta com três eixos de atuação no combate ao crime organizado: Operação Hórus, Capacitações e Aquisições de Equipamentos e Sistemas.

Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado

O Rio Grande do Norte também já integra as Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado, plano lançado pelo Ministério da Justiça, em janeiro. O Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado tem como objetivo reduzir os indicadores de crimes praticados por membros de organizações criminosas, como homicídio, latrocínio, tráfico de drogas, roubos a bancos, cargas e veículos. Os primeiros estados a aderirem ao plano foram o Rio Grande do Norte e o Ceará, ambos de forma voluntária.

As forças-tarefas terão como linha de atuação a busca pelo isolamento de líderes de organizações criminosas no sistema prisional, a prevenção e a repressão da criminalidade violenta praticada por esses grupos, a descapitalização das facções, com foco no bloqueio de bens e valores, além da venda antecipada desses bens.

Os quatro eixos de atuação do Plano são: Inteligência de todos os órgãos de segurança pública envolvidos, análise criminal estratégica, policiamento ostensivo de forma especializada e adoção de procedimentos investigativos capazes de dar respostas efetivas e oportunas para a redução e repressão à criminalidade.

Fonte: G1 RN

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FURAR FILA DA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 SE TORNOU CRIME, APÓS APROVAÇÃO DO PROJETO NA CÂMARA

Câmara aprova projeto que torna crime furar fila da vacinação contra a Covid-19

Da CNN, em São Paulo

11 de fevereiro de 2021 às 23:10

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Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (11) um projeto que torna crime furar a fila da vacinação contra a Covid-19. A pena estabelecida é de 1 a 3 anos de detenção e multa – caso envolva falsificação de documentos, pode ser elevada em um terço. A proposta deve valer também para qualquer campanha de vacinação.

O projeto prevê ainda o crime de corrupção em plano de imunização para infrações cometidas por agente público em benefício próprio. Nesses casos a pena é de 2 a 12 anos de prisão e multa, que também será aplicada ao funcionário público que não tomar providências à apuração do crime.

Além disso, o texto ainda cria uma forma qualificada de peculato, com pena de 3 a 13 anos e multa, se houver desvio ou subtração de bem ou insumo público ou particular. A proposta agora segue para votação no Senado. Também foi aprovado um projeto que aumenta a pena para destruição, inutilização ou deterioração de vacinas e insumos destinados ao combate a pandemia.

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DIREITO- JUSTIÇA: SEM DENÚNCIA E SEM CRIME RESTRIÇÃO DE LIBERDADE DO JORNALISTA EUSTÁQUIO JÁ PASSA DE 200 DIAS

Advogado expõe a situação de Eustáquio: 200 dias com restrição da liberdade, sem denúncia, sem processo e sem crime (veja o vídeo)

FotomontagemFotomontagem

Ricardo Freire Vasconcellos, advogado do jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio, preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, fez um resumo da situação em que se encontra o comunicador, atualmente.

Eustáquio está com as restrições à sua liberdade há mais de 200 dias, quando foi decretada a prisão temporária dele por cinco dias por “ausência de endereço certo e sabido”, em 26 de junho de 2020. Essa prisão foi prorrogada, para que fosse feita a oitiva, até o dia 6 de julho. Mas, no dia 5 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou as medidas cautelares restritivas, entre elas: proibição de aproximar-se do Supremo Tribunal Federal a menos de um quilômetro, ausentar-se de Brasília sem ordem judicial e impedimento de contactar aquelas pessoas que estão dentro do inquérito 4828, que investiga supostos atos antidemocráticos.

Durante todo esse período, foram feitas mais de cinco buscas e apreensões na casa dele, nas quais levaram tanto equipamentos de trabalho, tanto de Eustáquio, quanto da esposa.

Nesse espaço de tempo, o jornalista foi contratado para fazer matéria em São Paulo em relação às eleições municipais de 2020. Vasconcellos chegou a pedir autorização da justiça para ele se ausentar de Brasília. Porém, o jornalista viajou, urgentemente, a São Paulo e houve o entendimento de que ele violou as medidas cautelares impostas.

“Neste caso, foi imputada a ele tornozeleira eletrônica”, explicou o causídico, acrescentando que o jornalista já recebeu 164 ameaças de morte.

“Comunicamos ao ministro Alexandre de Moraes e ao Ministério dos Direitos Humanos, que marcou para ele ir lá e (por isso) teve a prisão preventiva decretada por violação das medidas”, informa.

O advogado, no entanto, esclarece que Eustáquio não violou nenhuma medida porque a prisão do jornalista não tem fundamentação jurídica nenhuma para se embasar. Até porque o próprio inquérito dos atos antidemocráticos já foi considerado pela delegada Denisse Dias Rosas, que chefia essas investigações, que não há indícios contra Oswaldo Eustáquio que leve a considerar qualquer delito.

Lembrando que o jornalista não está incluso no famigerado inquérito das Fake News, mas foi preso, ilegalmente, acidentou-se dentro do sistema carcerário e, hoje, está impedido de fazer tratamento que o recupere da paraplegia porque a “tornozeleira” o impede de usar os equipamentos adequados

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: MINISTROS DO STF TREMEM NA BASE COM A INDICAÇÃO DE BIA KICIS PARA A CCJ

Caro(a) leitor(a),

A cada dia fica mais explícito e claro as “segundas intenções” dos ministros do Supremo Tribunal Federal e arrisco a dizer má fé, com relação a natureza de seus julgamentos, de suas atitudes subversivas e da total desobediência a algo que deveriam ser guardiões: a Constituição. Primeiro, se eles observassem realmente a Constituição não existiriam pedidos de Impeachment no Senado. Segundo, o fato de Davi Alcolumbre ter, ao apagar das luzes, arquivado todos eles só confirma o conluio entre  legislativo e judiciário, além de mostrar que tais pedidos têm fundamento. Terceiro, a reação de desconforto dos ministros a indicação da deputada Bia Kicis para presidente da CCJ só confirma que o STF está mais para uma ORCRIM do que para uma instituição cuja função é manter a lei e a ordem à luz da Constituição brasileira.

Alvos de pedido de impeachment, ministros do STF reagem à indicação de Bia Kicis à CCJ, diz colunista

Publicado em 04.02.2021

Marcello Casal Jr. | Agência Brasil

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiram o nome indicado para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJ).

Trata-se da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), aliada do governo Jair Bolsonaro.

Segundo a coluna de Andreia Sadi, do G1, alguns ministros foram ouvidos por ela e disseram que a indicação de Bia “desmoralizaria” os trabalhos da comissão que cuida exatamente da legalidade de propostas, como emendas constitucionais.

Vale frisar que Bia Kicis é uma das deputadas mais leais a Jair Bolsonaro. Desde que foi eleita, a parlamentar segue defendendo diuturnamente a agenda conservadora que foi responsável por eleger o presidente da República em 2018.

Ela, inclusive, já pediu impeachment de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, ambos ministros do STF.

Conforme registrou o Conexão Política, antes de ingressar na carreira política, Bia Kicis foi procuradora de Justiça no Distrito Federal durante 24 anos.

A indicação da deputada foi aprovada ontem à tarde pela bancada do PSL. A escolha ainda precisa ser sancionada pelos demais integrantes da CCJ.

É necessário o voto da maioria para a parlamentar assumir o posto.

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BOAS NOTÍCIAS: OS SABICHÕES QUE FURAREM A FILA DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID NÃO FICARÃO IMPUNES

Só um aviso para os sabichões: Quem furar fila da vacinação contra Covid poderá ser enquadrado em crimes de peculato e improbidade administrativa e pegar até 12 anos de cadeia. No artigo a seguir você fica sabendo dos detalhes e o que pode ocorrer com que for cúmplice nesse delito!

É lei: furar fila da vacinação contra Covid pode dar até 12 anos de prisão

Não pense que vai ficar por isso mesmo! A turma do “se colar, colou”, que entrou no esquema de furar fila da vacinação em pelo menos 10 estados brasileiros e no Distrito Federal (veja abaixo) pode se dar mal. Isso vale para quem aplica a dose e para quem recebe a agulhada sem estar nas prioridades estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

O alerta é do promotor de Justiça Clayton Germano, da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Ele integra a força-tarefa no combate à covid-19 do Ministério Público do Distrito Federal.

Além de ser coisa de gente mau-caráter e egoísta, isso pode ser enquadrado em crimes de:

  • Peculato: praticado por servidor que se apropria de um bem público em prejuízo da coletividade, que prevê pena de 2 a 12 anos de prisão e
  • Improbidade administrativa: crime cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta.

E Clayton lembra que o servidor público – que tem a guarda das vacinas contra Covid-19 e aplicou a dose em quem, neste momento, não teria direito – também pode perder o cargo.

Quem se envolve na fraude também poderá ter de pagar multa.

Denúncias em 10 estados e DF

Clayton abriu uma investigação para apurar denúncias de favorecimento da aplicação da CoronaVac no Distrito Federal. O caso é mantido sob sigilo. Mas não é apenas no DF.

Promotores de Justiça e procuradores da República de diferentes regiões estão instaurando procedimentos para apurar denúncias semelhantes em ao menos 10 estados, de acordo com levantamento da Agência Brasil.

Entre eles no Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Afastado do cargo

Em Pires do Rio, município a 150 km de Goiânia, o secretário municipal de Saúde Assis Silva Filho foi afastado do cargo por ter furado a fila e imunizado a própria esposa.

O pedido de afastamento dele foi feito pelo Ministério Público do Estado de Goiás e acatado pela comarca da cidade.

Assis Silva assumiu que furou a fila para “preservar a saúde da mulher da minha vida”.

Ele também é pastor da igreja Vitória em Cristo.

Com informações do CorreioBraziliense e Agência Brasil

Fonte: Só Notícia Boa

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SEGURANÇA: O RN RECEBERÁ RECURSOS E EQUIPAMENTOS PARA COMBATE AO CRIME ORGANIZADO EM DIVISA E FRONTEIRAS DO ESTADO

Governo do RN passa a integrar programa de combate ao crime organizado em fronteiras e divisas

 DIVERSOS

Por meio do Programa V.I.G.I.A, estado receberá recursos e equipamentos para repressão ao tráfico de drogas, combate ao contrabando de armas e mercadorias. Foto: Divulgação

As forças de segurança pública do Rio Grande do Norte e do Ceará estão sendo incluídas no Programa V.I.G.I.A. – responsável por integrar o policiamento federal e estadual no combate aos ilícitos nas regiões de fronteira e divisas do país.

Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (14) na Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), o secretário de Operações Integradas do Ministério da Justiça, Jeferson Lisbôa Gimenes, apresentou os mecanismos de trabalho para a inclusão dos dois estados nordestinos no programa. No Ceará, a apresentação aconteceu na terça-feira (12). O início das ações do programa nos dois estados ainda será oficializado.

O programa V.I.G.I.A. (Vigilância, Integração, Governança, Interoperabilidade e Autonomia) é coordenado pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e se baseia em metodologias modernas de gestão, utilizando a integração entre equipes especializadas, com padronização de técnicas, táticas e procedimentos, além das possibilidades de investimento em capacitações e equipamentos, ações com o intuito de direcionar esforços e contribuir com a formulação de estratégias operacionais.

Em 2020, o Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas agiu de forma integrada para o combate ao crime. Foram mais de R$ 2 bilhões de prejuízo aos criminosos, segundo o ministro do MJSP André Mendonça.

No RN e no Ceará – até então os únicos do Nordeste onde o programa será implantado – a missão do Programa V.I.G.I.A. será aumentar as fiscalizações e a repressão ao crime organizado, como o tráfico de drogas, por exemplo, além de combater ações do contrabando, e o fluxo de armas e munições, principalmente na divisa entre os dois estados. A intenção da instalação do programa é também coibir possíveis ocorrências de crimes por meio de rotas marítimas.

Além dos 11 estados que fazem fronteira com outros países (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina), o V.I.G.I.A. também já foi implementado nos estados do Tocantins e Goiás.

Sobre a instalação do programa, o secretário da SESED, coronel Francisco Araújo Silva, classificou como fundamental a implantação do programa no estado para fortalecer ainda mais a repressão ao crime organizado. “O V.I.G.I.A. é mais uma importante ferramenta nas ações integradas envolvendo as forças de segurança federais e estaduais no Rio Grande do Norte”, destacou.

Acompanharam a apresentação do Programa V.I.G.I.A. o secretário adjunto da SESED, o delegado Osmir Monte, o delegado geral adjunto da Polícia Civil do RN, delegado Ben-Hur Cirino de Medeiros, o comandante-geral da Polícia Militar no RN, coronel Alarico Azevedo, além de outros diretores e comandantes das forças policiais do estado.

Como integrantes da comitiva do Ministério da Justiça, participaram da apresentação o tenente-coronel Saulo de Tarso Sanson da Silva, que é titular da Coordenadoria Geral de Fronteiras (CGFRON), Gustavo Luis Dantas Guimarães, gerente administrativo da CGFRON, e João Fernando Henriques Pinheiro Filho, servidor mobilizado da CGFRON.

Fonte: Blog do BG
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TEMOS QUE ESCOLHER ENTRE OBEDECER A LEI E COMETER CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL SUJEITO A IMPEACHMENT, DIZ GUEDES SOBRE 13° DO BOLSA FAMÍLIA

Guedes: 13º do Bolsa Família pode resultar em crime de responsabilidade

Anna Russi, do CNN Brasil Business, em Brasília

Atualizado 18 de dezembro de 2020 às 16:42

Dar 13º do Bolsa Família é crime de responsabilidade", diz Paulo Guedes

Em coletiva dada nesta sexta-feira (18), o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre a atual disputa em Brasília: dar ou não dar 13º ao Bolsa Família. De acordo com ele, atender tal demanda levaria o governo a cometer crime de responsabilidade fiscal.

“Temos que escolher: ou você comete um crime de responsabilidade e fica sujeito ao impeachment ou você segue a lei”, destaca.

Ele comparou a situação com a desoneração da folha de pagamentos, defendia pelo ministro.

“Mesmo eu, que sou a favor da desoneração, se não for aprovado o pacto federativo, se não tem espaço fiscal para fazer, se não tem receita, eu não posso dar a sugestão ao presidente de que desonere. Da mesma forma, se por dois anos eu der o 13º, eu configuro uma despesa permanente e ai tinha que haver uma compensação com redução de outra despesa”, explicou.

Na avaliação dele a pandemia e o atraso na aprovação do pacto federativo dificultaram ainda mais o pagamento do benefício.

“O Pacto Federativo abriria espaço orçamentário e haveria espaço fiscal, mas não aconteceu isso. A exceção para estourar o teto de gastos foi apenas para saúde. Assim, sou obrigado a recomendar que não pode ser dado esse 13º”, acrescentou.

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OPINIÃO: A VERDADEIRA INTENÇÃO POR TRÁS DO CASO CARREFOUR

A Mentira no Caso Carrefour (veja o vídeo)

Fotomontagem ilustrativa

“O racismo ainda não morreu, mas está por um fio. Ele só é mantido vivo por políticos, agitadores raciais e pessoas que se sentem superiores por chamar os outros de racistas”.

Esta frase, que um esquerdista diria que foi elaborada por um racista, é na verdade do autor, filósofo e economista Thomas Sowell, um dos maiores intelectuais vivos. Sowell compreende o racismo como ninguém. Não pelo fato de ser negro, mas por estudá-lo há seis décadas.

E é exatamente o que estamos vivenciando no Brasil. A exploração do racismo como moeda política por parte de grupos que fingem tentar combatê-lo, enquanto criam um ambiente de tensão racial para que ele se eternize. Não há, repito, não há qualquer interesse de movimentos de esquerda em acabar com o racismo, há sim a intenção de monopolizá-lo, tanto em sua forma ativa quanto em sua forma passiva.

Para a atual narrativa esquizofrênica esquerdista, não existe racismo de negros contra brancos. Não importa o que um negro faça contra um branco, por mais violento, opressivo e humilhante que seja o ato, ele não poderá ser definido como racismo. Sofrer racismo, segundo a atual teoria racial vigente no país, é prerrogativa exclusiva de negros e pardos (estes últimos podendo ser considerados brancos conforme a conveniência).

Segundo esta teoria estapafúrdia, (que já encontra voz no nosso meio jurídico e é abraçada por toda a grande mídia), o branco, mesmo vítima de um crime, continua sendo o opressor. E o negro, mesmo sendo o autor do crime, continua sendo o oprimido. Tudo é justificado por uma suposta e eterna reparação pela escravidão que precisa ser feita cotidianamente, onde brancos que nunca tiveram escravos, devem aceitar calados a violência de negros que nunca foram escravizados.

É claro que a maioria sensata das pessoas, sejam negras, brancas ou pardas, acham esta argumentação completamente ridícula. Discriminar alguém pelo tom da sua pele é errado, não importar a cor da vítima. Mas isso não impedirá os mercadores raciais de promoverem sua agenda. E quando levamos em conta que esses oportunistas controlam a mídia, quase todo o meio cultural e acadêmico, se opor requer não só conhecimento, mas também coragem.

Os próprios brancos, buscando aceitação em seu meio e movidos por uma culpa branca de classe média-alta, abraçam essa estupidez e tentam obrigar outros brancos a não entrar em discussões sobre o racismo, pois “ao opressor privilegiado só cabe ouvir e obedecer ao que diz o oprimido”. Eles não entendem que, limitar quais assuntos uma pessoa pode participar em razão de sua cor, é a definição exata de racismo. Mas preferem abandonar sua dignidade, em troca de pontos imaginários num ranking de consciência social.

Entendendo isso, vemos porque grupos que dizem lutar contra o racismo, jamais deixarão que ele acabe. O racismo vivo e pulsante na sociedade, significa poder e lucro para estes agitadores raciais. Se o racismo acabar, eles não têm razão de existir e perdem toda a sua alavancagem social.

O episódio onde um homem foi morto por seguranças no supermercado Carrefour, é o exemplo claro de como esse mecanismo de perpetuação do racismo está funcionando a todo vapor na sociedade.

Há muito tempo a esquerda brasileira, que vive de imitar a esquerda americana, procura um caso emblemático de racismo para poder explorar. Com a proximidade do dia da consciência negra, se apegaram ao primeiro que apareceu na tentativa de gerar comoção. Mesmo que ali não tivesse o mínimo indício de motivação racial. A verdade e os fatos não importam para esse pessoal, o que importa é se ela pode ser distorcida pela narrativa forjada.

Dezenas de veículos da mídia imunda se apressaram em sincronizar chamadas de matérias ligando a morte ao racismo. Ao mesmo tempo em que celebridades e políticos faziam posts em suas redes “indignados” com o quanto a “sociedade brasileira é racista”. De repente, a ÚNICA explicação para a morte da vítima, era o racismo. E quem questionasse o porquê, só podia ser, obviamente, um racista.

Bem, faltou combinar com a realidade. A própria delegada que investiga o caso de perto, disse que não há motivação racial. A tentativa da mídia e dos agitadores raciais de santificar a vítima, caiu por terra quando seu passado criminal foi divulgado e um vídeo seu iniciando a confusão ao socar um dos seguranças começou a circular. O pai da vítima, que foi na TV criticar o racismo no Brasil, já foi condenado, junto de seu filho, por injúria racial e lesão corporal contra uma mulher. Ficou claro que a vítima era sim uma pessoa violenta e com histórico de agressões. Sua morte foi culpa de seu próprio temperamento agressivo combinado com o despreparo de seguranças, não foi por que “a sociedade brasileira é racista”.

Claro, um simples detalhe como a Realidade, não iria impedir os militantes raciais de iniciarem seu vandalismo, gerando cenas que ilustraram com perfeição a verdadeira face desse engodo vitimista: vândalos, em grande parte brancos, destruindo, saqueando e colocando fogo em um estabelecimento enquanto trabalhadores negros tentavam impedi-los. É o que acontece SEMPRE que o pessoal do “vidas negras importam” atuam: vidas de trabalhadores negros são diretamente prejudicadas.

Cena mais absurda, somente o CEO do Carrefour Brasil abaixando a cabeça para os mercadores raciais e pedindo desculpas por ser um “homem branco privilegiado”. Não percebe que este pessoal não quer desculpas, quer controle. E agora viram que podem obrigá-lo a se comportar como eles quiserem.

Essa é a força da narrativa destes grupos que lucram com o racismo. Eles conseguem subverter o bom senso e os fatos. Acabar com o racismo é a última de suas intenções. Ao forjá-lo em todas as situações na sociedade, eles podem forçar a implementação de políticas e de ações por parte dos parlamentares e das empresas. Ações de combate ao preconceito racial, onde esses grupos são pagos para ensinar à sociedade como esta deve se comportar da maneira que eles querem. Tudo muito bem calculado. Tudo muito bem executado.

Manter negros e brancos em uma eterna tensão racial, é o objetivo final destes grupos “antirracistas”. Principalmente para prejudicar adversários políticos. O que irão fazer é dizer que a sociedade está dividida em razão do Presidente Bolsonaro, e que é necessário um presidente de esquerda para uni-la novamente. Caso não sejam atendidos, eles mesmos quebram o país para comprovar a “desunião”. Tática simples e eficaz.

A verdade é que o racismo é ao mesmo tempo poder político e financeiro para estes grupos que fingem combatê-lo. Acabar com o racismo, significa acabar com eles mesmos. E isso, eles jamais permitirão.

Veja o vídeo:

Foto de Frederico "Fred" Rodrigues

Frederico “Fred” Rodrigues

Escritor, Empresário e Comentarista Político. Membro fundador da Frente Conservadora de Goiânia e Membro da Direita Goiás.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SOMENTE A GARANTIA DA MOBILIDADE SOCIAL É CAPAZ DE DIMINUIR A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E BRANCOS

Mobilização pode levar pauta racial para centro do debate público, diz professor

Da CNN, em São Paulo

Atualizado 21 de novembro de 2020 às 21:07

Mobilização pode levar pauta racial para centro do debate público, diz professor - Flipboard

Após uma sexta-feira de protestos por todo o país, em função da morte de um homem negro, espancado por seguranças de um supermercado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a Avenida Paulista amanheceu neste sábado com uma enorme pintura com os dizeres “Vidas Pretas Importam”.

A ação foi feita por um coletivo de artistas e produtores culturais. Na capital paulista, o protesto ocupou três faixas de uma das principais vias da cidade.

O professor de Direitos Humanos da FGV-SP Thiago Amparo conversou com a CNN sobre o fortalecimento dos atos antirracismo no Brasil após o crime em Porto Alegre.

Segundo ele, a esperança dessa mobilização nacional é de que a pauta racial e o combate à violência policial venha para o centro do debate público.

“O Brasil é um país muito racista, no sentido de perpetuar a violência racial, e esse último caso do assassinato brutal do João Alberto é de fato um dos ápices mais claros e brutais deste tipo de violência”, diz.

Thiago Amparo defende a necessidade de uma reparação histórica que garanta uma justiça socioeconômica à população negra, possibilitando o acesso a oportunidades em diferentes esferas: tanto no mercado de trabalho, quanto na educação.

Segundo o especialista, somente a garantia da mobilidade social será capaz de diminuir a desigualdade entre negros e brancos.

Fonte: CNN

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SEGUNDO MOURÃO, PESSOS PODEM DISCORDAR DA SUA VISÃO MAS NÃO PRECISAM OFENDÊ-LO

Podem discordar da minha visão, mas não precisam ofender’, diz Mourão

 

Igor Gadelha

Por Igor Gadelha, CNN  

 Atualizado 21 de novembro de 2020 às 20:13

Mourão: “Podem discordar de minha visão, mas não precisam ofender” - O Antagonista

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou à CNN que sua opinião de que “não existe racismo” no Brasil foi dada com base em estudos sobre a formação da nacionalidade brasileira. Ele disse que pessoas podem discordar da visão, mas não precisam ofendê-lo.

“Essa é minha opinião à luz do estudo da formação de nossa nacionalidade. Inclusive fui claro ao comparar com o que vi em outro país. Pessoas podem discordar de minha visão, mas não precisam ofender”, declarou o general da reserva à coluna, por meio de mensagem de texto.

A explicação foi dada por Mourão horas após ele comentar, nessa sexta-feira (20), a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos que morreu após ser espancado por seguranças do supermercado Carrefour, em Porto Alegre (RS).

Mourão classificou a morte como “lamentável”, disse que o caso é de uma “segurança totalmente despreparada”, mas negou que o crime possa ter sido motivado por questões raciais. “Para mim, no Brasil não existe racismo. Isso é uma coisa que querem importar aqui para o Brasil. Isso não existe aqui”, afirmou.

“Digo para vocês o seguinte, porque eu morei nos EUA: racismo tem lá. Eu morei dois anos nos EUA, e na escola em que eu morei lá, o ‘pessoal de cor’ andava separado. Eu nunca tinha visto isso aqui no Brasil. Saí do Brasil, fui morar lá, era adolescente e fiquei impressionado com isso aí. Isso no final da década 60”, disse.

“Mais ainda, o pessoal de cor sentava atrás do ônibus, não sentava na frente do ônibus. Isso é racismo. Aqui não existe isso. Aqui você pode pegar e dizer é o seguinte: existe desigualdade. Isso é uma coisa que existe no nosso país”, acrescentou Mourão. A colocação provocou fortes reações de movimentos anti-racistas.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: CANDIDATO DO PARTIDO NOVO DIZ QUE TRÁFICO NEM DEVERIA SER CRIME

Novo começa a mostrar a cara: Candidato do partido diz: “tráfico nem devia ser crime”

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Fotomontagem: Marcelo Castro e André do Rap

Não demorou muito…

Gradativamente o Partido Novo vem mostrando sua verdadeira face!

O candidato a vereador na cidade de São Paulo, empresário Marcelo Castro, defendeu em suas redes sociais a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, que mandou soltar o traficante André do Rap.

Até ai, tudo bem. A argumentação usada é que é chocante, estapafúrdia.

Segundo Castro, o “tráfico nem devia ser crime”.

“O tal do “André do Rap” tava preso temporariamente há um ano.

A lei é clara: prisão preventiva por mais de 90 dias tem que ser fundamentada. Não foi. Acerta MAM (Marco Aurélio Mello).

Ademais, o cara foi preso por tráfico, não por assassinato ou latrocínio.

Tráfico nem devia ser crime”, escreveu o candidato.

Confira:

Posteriormente, Marcelo Castro afirmou que não sabia que o caso tratava “de um chefão do PCC”.

“Com esse nome, achei que era vendedor de droga de baile funk”, tentou justificar.

Confira:

A carapuça de Amoêdo e sua turma vai caindo!

O Novo não é “novo”. O Novo é um engodo.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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COMPROMISSOS DO PRESIDENTE: “POLÍTICA DE TOLERÂNCIA ZERO” CONTRA CRIME AMBIENTAL, É O DESTAQUE EM DISCURSO DE BOLSONARO PARA LÍDERES MUNDIAIS

VÍDEO: Em discurso para líderes mundiais, Bolsonaro destaca “política de tolerância zero” contra o crime ambiental; veja

 DIVERSOS

 

Apesar do caráter virtual, a sede da ONU em Nova York receberá um representante de cada país. Cerca de 200 pessoas estão fisicamente presentes, o que equivale a 10% da capacidade de ocupação da estrutura. ASSISTA ACIMA A PARTIR DE 19 MINUTOS E 50 SEGUNDOS.

Assim como em 2019, quando discursou pela primeira vez na ONU, Bolsonaro deve falar sobre a Amazônia e as políticas ambientais do seu governo. Cada país-membro tem até 15 minutos para os discursos. Após a fala do presidente brasileiro, Donald Trump, Tayyip Ergodan e Xi Jinping – líderes dos Estados Unidos, Turquia e China, respectivamente – ocuparão a tribuna virtual.

“O presidente vai tocar na Amazônia. A princípio vai mostrar aquilo que estamos fazendo. Temos ainda a criação do Conselho [da Amazônia], a criação da operação Verde Brasil 2, um esforço do governo em combater as ilegalidades, o que não é simples, não é fácil e elas continuam a ocorrer, infelizmente”, afirmou a jornalistas, nesta segunda-feira (21), em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão. Ele coordena as ações do governo brasileiro no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia.

Agência Brasil

Fonte: Blog do BG

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JUSTIÇA: A SITUAÇÃO FICA INSUSTENTÁVEL PARA O PRESIDENTE DA OAB, APÓS MPF ABRIR INQUÉRITO PARA APURAR SUPOSTO CRIME

MPF abre inquérito para apurar suposto crime do presidente da OAB e situação fica insustentável

LER NA ÁREA DO ASSINANTE

Felipe Santa Cruz

A situação está ficando extremamente complicada e indigesta para o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz.

Entre os advogados, parece tomar corpo o entendimento de que o presidente da entidade precisa ser afastado do cargo, imediatamente.

A citação de seu nome na delação premiada do ex-presidente da Fecomércio, Orlando Diniz, caiu como uma bomba.

Agora, para agravar o quadro, o Ministério Público Federal acaba de determinar a instauração de inquérito no âmbito da Polícia Federal para investigar possível prática de crime por parte de Santa Cruz, em razão da suposta tentativa de pagamento ilegal de benefício de R$17 mil reais, por mês, a um ex-funcionário da Ordem, que nunca contribuiu financeiramente em previdência privada para a entidade, para que fizesse jus a tal benefício.

O fato veio à tona através de um Memorando assinado pelo Tesoureiro, Vice-presidente e Secretário do Conselho Federal da OAB, que emitiram o respectivo documento comunicando a irregularidade e requerendo a suspensão do pagamento e revogação do ato.

Nesse sentido, o procurador da República, Caio Vaez Dias, em atenção ao pedido formulado pelo Instituto Nacional dos Advogados (INAD), determinou a abertura do inquérito policial, a juntada de documentos pelo Conselho Federal da OAB e algumas providências, inclusive a oitiva de Santa Cruz.

Eis o que determinou o procurador:

“1. Juntada dos documentos pela gestão do CFOAB:

a) cópia integral:

Do processo de nº 49.0000.2020.005019-2.

Da decisão do Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB exarada em sua 1.541ª Sessão, realizada em 17/02/1987.

Da ata do Conselho Diretivo que mencionou a questão do pagamento do benefício de R$ 17 mil reais ao ex-funcionário da OAB.

Das decisões da Diretoria da OAB e do Conselho Pleno mencionadas pelo Presidente da OAB em sua manifestação nestes autos.

Da ata da reunião do Conselho Pleno em setembro de 2020, que teria analisado a questão na sessão plenária.

2. A oitiva de:

A respeito dos fatos, de Paulo Fernando Torres Guimarães.

Dos signatários do Memorando nº 002/2020-DIRETORIA, de 13 de agosto de 2020 (cuja cópia consta destes autos).

Do Presidente da CFOAB e, ora representado, FELIPE DE SANTA CRUZ OLIVEIRA SCALETSKY.

De fato, a situação do presidente da OAB é desesperadora.

O seu afastamento do cargo é absolutamente necessário para que a entidade seja poupada.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: MP INVESTIGA PAGAMENTOS DE FACÇÃO A ADVOGADOS DO PT E A ONG DO RIO DE JANEIRO

Caro(a) leitor(a),

Eu acho incrível como é que um furo de notícia como o do conteúdo do vídeo a seguir só é noticiado por redes de televisão de pequena abrangência. Esse tipo de reportagem a Globo não mostra. Uma notícia como essa não tem repercussão na grande mídia. Por que será hein?

Provas cabais de conversas de membros da cúpula do PCC, incluindo o chefão Marcola com advogados do PT, que pagaram valores milionários a esses advogados para entrarem com ações no STF e até na OEA para derrubar restrições a visitas nos presídios federais. 

Parece até que ninguém notou que o PT está e conluio com bandidos presos em presídios federais. Os traficantes mais poderosos e perigosos do Brasil. Meu Deus! É impressionante como essa vagabundagem, esses quadrilheiros fazem e desfazem sob as barbas da justiça e dos poderes estabelecidos nesse país! Em qualquer país do mundo notícias como essa baniriam de vez um partido como o PT da vida política do país. Mas aqui, nem uma marolinha essa notícia vira!

Quando é que isso vai mudar?

Fonte:

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