A Culpa

O sentimento mais antigo da humanidade

A culpa talvez seja o sentimento mais antigo da humanidade, desde que Caim matou Abel e, inicialmente se sentiu culpado. Em Gênesis 4:13-14, logo após ter assassinado seu irmão Abel, Caim expressou ao SENHOR que seu castigo era tão grande que ele não poderia suportá-lo. Ele temia ser expulso da face da terra e esconder-se da presença do SENHOR, tornando-se um fugitivo e errante pela terra. Caim também temia ser morto por qualquer pessoa que o encontrasse. No entanto, o livro de Gênesis mencionou apenas Adão e Eva (os pais de Caim) e Abel (que agora estava morto) até aquele ponto. Portanto estava óbvio que, na verdade, o que Caim sentia não era medo, mas culpa pelo assassinato do irmão.

A culpa, o sentimento mais antigo da humanidade.

O pecado original e a culpa

A culpa também estigmatizou a humanidade por causa do “pecado original”, a partir do momento que Adão e Eva desobedeceram o criador e comeram o fruto da arvore do conhecimento. Ora, como alguém pode achar que a arvore do conhecimento seja algo ruim ou mau. Afinal de contas somos cristãos e acreditamos nas enigmáticas palavras de Jesus Cristo Nosso Senhor: Conhecereis a verdade e ela vos libertará. Tudo gira em torno disso. Então o caminho da humanidade não poderia ser outro senão o do conhecimento.

O conhecimento liberta

Analogamente podemos dizer que o conhecimento liberta e liberta mesmo, pois o homem, na medida que adquiri conhecimento e expande sua consciência, ele se liberta. Isso é líquido e certo. Então eu diria que me sinto rumo à minha melhor versão. Que quando eu a alcançar, realmente serei livre, no sentido pleno da palavra. Não precisarei mais dessa versão materialista, mundana e pequena.

A energia, outrora tão negativa e densa, já que vibrava em frequências muito baixas, agora assume uma aura de positividade, leveza e luz. Segundo Grazi Bianchini a culpa vibra em míseros 30 hertz e por isso mesmo atrai tanta energia negativa. Então é preciso se desvencilhar desse sentimento vil e mesquinho para podermos enfim sairmos do ciclo vicioso para um novo ciclo virtuoso.

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