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SAÚDE: DURAÇÃO DA IMUNIDADE DAS VACINAS CONTRA COVID-19 NO ORGANISMO É INFLUENCIADA POR DIVERSOS FATORES E VARIA DE PESSOA PRA PESSOA

O que a ciência sabe sobre a duração da imunidade das vacinas contra a Covid-19

Especialistas explicam que o desenvolvimento da imunidade é influenciado por diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra

Lucas Rocha, da CNN, em São Paulo
20 de julho de 2021 às 04:30

Profissional da saúde prepara vacina contra Covid-19 em Santos (SP)
Foto: Guilherme Dionízio/Estadão Conteúdo (22.jun.2021)

Desde o início das campanhas de vacinação no mundo, a comunidade científica global busca responder quanto tempo dura a proteção das vacinas disponíveis contra a Covid-19. Segundo especialistas consultados pela CNN, o desenvolvimento da imunidade é influenciado por diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra.

Além disso, a ausência de um teste específico que indique se uma pessoa está protegida também torna difícil estimar com precisão a duração da imunidade. No entanto, alguns estudos recentes fornecem algumas pistas.

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O que dizem os estudos
A Pfizer divulgou um comunicado em que afirma, com base nos resultados dos estudos de fase três, que a eficácia de sua vacina é de pelo menos seis meses após a vacinação com a segunda dose.

Em entrevista à CNN, o coordenador do teste clínico da vacina no Brasil, Cristiano Zerbini, adiantou resultados de um estudo que será publicado no periódico científico New England Journal of Medicine.

Os resultados apontam que sete dias após a 2ª dose da vacina da Pfizer houve proteção de 95% a 100% contra a Covid-19. Depois de seis meses, a proteção se manteve em 100% em um grupo de pessoas, mas chegou a reduzir para 86% em outras, principalmente na América Latina, incluindo Brasil e Argentina.

“Notamos que há uma diminuição de 6% da efetividade a cada 2 meses”, disse Zerbini à CNN. A imunidade robusta da vacina da Pfizer também foi verificada em um estudo publicado na revista científica Nature.

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Oxford, os níveis de anticorpos induzidos por uma única dose da vacina da AstraZeneca diminuem gradualmente, mas permanecem elevados por pelo menos um ano. A pesquisa não avaliou a duração da proteção após a segunda dose.

A farmacêutica Janssen divulgou que seu imunizante de dose única gera uma forte resposta de anticorpos neutralizantes que não diminuem com o tempo. Os estudos consideram um prazo de oito meses e também avaliam a ação das células do sistema imunológico.

Um dos estudos mais recentes sobre a Coronavac, publicado no New England Journal of Medicine, destaca que a vacina alcançou uma efetividade de cerca de 86% no Chile. Apesar dos dados positivos, a pesquisa não indica a persistência de anticorpos ou da ação de células de defesa ao longo do tempo.

Dose de reforço x terceira dose
O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Fonseca, explica que há uma diferença entre dose de reforço e terceira dose. “A terceira dose acrescenta uma dose aos protocolos atuais. Para uma vacina funcionar, você tomaria a primeira, segunda e terceira doses. Isso é diferente de uma dose reforço, que é dada depois de algum tempo, como acontece por exemplo com a febre amarela ou a tríplice viral. Essa dose é dada depois de algum tempo para compensar a queda da resposta imune”, diz.

Segundo os especialistas, ainda são necessárias evidências científicas para determinar a necessidade de uma terceira dose das vacinas contra a Covid-19. “A resposta que temos com base nos estudos publicados é que os protocolos incluem duas doses, com exceção da vacina da Janssen, que é de dose única. Portanto, uma terceira dose não é necessária para que sejam conferidas as respostas protetoras garantidas em bula”, afirma Flávio.

A opinião também é compartilhada pelo presidente do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola. “Não há nada concreto sobre a terceira dose ser importante ou não. Se isso realmente vai aumentar a imunidade e trazer uma eficácia maior do que a que já temos nesse momento e prolongar a resposta imune, ainda não está certo”, complementa.

O especialista defende a prioridade da imunização da população com as duas doses. “Nesse momento, eu diria que é muito mais necessário usar as doses que temos para completar mais rapidamente a imunização da população. Ainda temos uma baixa cobertura nacional”, diz.

Em relação à variante Delta, os especialistas afirmam que, apesar de uma certa resistência, a linhagem ainda é suficientemente sensível às duas doses dos imunizantes. “A variante Delta não é motivo para aplicação de uma terceira dose. São mais especulações do que conclusões baseadas em evidências”, diz Flávio.

Nesta segunda-feira (19), a Pfizer inicia um estudo com mais de 10 mil voluntários pelo mundo com a aplicação de uma dose de reforço. No Brasil, 885 pessoas participarão dos testes. Os voluntários serão acompanhados por um ano, e em até dois meses os pesquisadores devem ter uma análise preliminar que mostrará os efeitos da dose de reforço. “Vamos esperar os resultados da ciência antes de querer tomar a terceira dose e misturar vacinas”, disse o coordenador do teste clínico da vacina no Brasil, Cristiano Zerbini.

O Governo de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira, que vai iniciar uma nova campanha de vacinação contra a Covid-19 em 17 de janeiro de 2022. Segundo o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, não há um estudo que comprove a necessidade de uma terceira dose. “Isto não é reforço, isto é uma necessidade que nós temos de estar sempre anualmente fazendo uma proteção”, afirmou, em entrevista coletiva.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.

Entenda os mecanismos que conferem a imunidade
A indução da resposta imune pode ser feita por diferentes metodologias. As vacinas consideradas clássicas, como a Coronavac, utilizam o vírus inativado ou atenuado, incapaz de se replicar. Outro tipo de tecnologia é utilizado para as vacinas genéticas, como a da Pfizer, que utiliza o material genético do novo coronavírus, e da AstraZeneca e da Janssen, que utilizam um vírus enfraquecido para transportar os genes virais para dentro das células, desencadeando a resposta imune.

Segundo os especialistas, a geração da imunidade contra a Covid-19 é um processo complexo, que envolve diferentes estruturas do organismo. O principal alvo dos estudos de eficácia das vacinas são os anticorpos neutralizantes, capazes de bloquear a entrada do vírus nas células humanas.

No entanto, os especialistas afirmam que não é possível estimar a proteção de uma pessoa vacinada somente a partir da avaliação da presença de anticorpos neutralizantes. O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Fonseca, explica que a proteção contra a doença também envolve a resposta celular, que consiste na ativação de outras células do sistema imunológico.

Dessa forma, ainda que uma pessoa não tenha desenvolvido uma grande quantidade de anticorpos neutralizantes, é possível que ela esteja protegida pela ação das outras células de defesa do organismo.

Nível de imunidade pode ser influenciado por diversos fatores
Apesar das diferenças de tecnologia, todas as vacinas disponíveis no Brasil são seguras e eficazes. No entanto, uma série de fatores do organismo podem influenciar a potência e a duração da resposta imunológica.

O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia explica que a resposta imunológica pode ser menos eficaz em pessoas que fazem parte dos extremos de idade, como idosos e crianças abaixo de cinco anos. A resposta imunológica também pode ser mais baixa em pessoas que apresentam algum tipo de alteração na imunidade, como pacientes com câncer e doenças autoimunes.

Cientistas buscam teste que indique a proteção após a vacinação
O pesquisador Jorge Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), destaca que o conhecimento sobre a imunidade em relação à Covid-19 é dinâmico e tem sido ampliado ao longo da pandemia.

“No início da pandemia, eu dizia que quem teve a doença estava protegido. Como não havia variantes, as pessoas que já tinham tido a doença montavam uma resposta protetiva que se mantinha. As reinfecções surgiram com as variantes”, afirma.

Segundo Kalil, até o momento, não há um teste específico que permita confirmar o nível de proteção de uma pessoa vacinada contra a Covid-19.

Avaliação da duração da imunidade requer tempo
A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, explica que além dos testes laboratoriais, a eficácia e a duração da imunidade induzida pelas vacinas podem ser avaliadas em estudos de efetividade, que fazem o acompanhamento de grandes populações vacinadas.

Segundo Mônica, cada laboratório produtor de vacina desenvolve uma metodologia própria de quantificação de anticorpos e da ativação da resposta celular. Por isso, não é possível comparar os números de anticorpos dos estudos entre imunizantes diferentes. “O mais importante é comparar os vacinados com os não vacinados e ver os números de casos entre os que receberam ou não a vacina”, explica.

A especialista diz que o tempo de aplicação das vacinas contra a Covid-19 no mundo é relativamente curto, o que limita a resposta com base em evidências sobre a duração da imunidade.

Todas as vacinas são eficazes
As vacinas contra a Covid-19 são desenvolvidas a partir de diferentes tecnologias, mas todas têm o objetivo comum de induzir a resposta imunológica, que envolve a produção de anticorpos neutralizantes contra o SARS-CoV-2, vírus causador da doença, e a ativação de células de defesa do organismo. Os imunizantes oferecem proteção, porque previnem a doença, especialmente nas formas graves, reduzindo as chances de morte e internações.

Fonte:CNN

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SAÚDE: SAIBA COMO AUMENTAR A IMUNIDADE BAIXA, SEUS SINTOMAS E CAUSAS

O nosso sistema imunológico trabalha 24 horas por dia para nos manter saudáveis. O que determina o nosso nível de saúde e bem estar é o nosso Sistema Imunológico ou Sistema de Defesa do nosso organismo. Quando a imunidade está baixa ficamos suscetíveis à doenças e complicações. O artigo de hoje, aqui na coluna SAÚDE esclarece tudo sobre o assunto e nos ensina como perceber os sintomas, saber quais as causas e como aumentar a imunidade. Então fique esperto(a), leia o tudo e saiba como se manter saudável!

Imunidade Baixa: Como Aumentar, Sintomas e Causas

Dicas para Aumentar a Imunidade Baixa Incluindo as Vacinas

 

Certamente você já escutou falar em imunidade baixa ou até mesmo esteve nessa situação. Esse termo é comumente usado tanto para explicar o porquê de alguém ficar doente com recorrência, como de ter apenas um resfriado. Mas, de fato, o que é imunidade baixa e o que acontece para a imunidade cair?

O corpo possui um sistema responsável por agir ao ataque de vírus, bactérias e outros microrganismos patogênicos – o sistema imunológico. Quando não nos alimentamos bem, estamos estressados ou temos outros hábitos ruins, ele enfraquece, nos deixando suscetíveis à doenças e complicações.

Por sua vez, as vacinas estimulam o organismo a se defender contra esses agentes prejudiciais, assim como bons hábitos, alimentos e suplementos ajudam a aumentar a imunidade. Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Então não deixe de continuar de olho na leitura do artigo!

Aqui você saberá tudo sobre:

  • O que é sistema imunológico;
  • Quais os sintomas de imunidade baixa?
  • O que faz a imunidade cair?
  • Como aumentar a imunidade de forma natural?
  • O que fazer quando a imunidade está baixa?
  • Qual vitamina para imunidade baixa? Conheça alimentos fontes

 

O que é o sistema imunológico?

A parte responsável pelos mecanismos de defesa do corpo é o que chamamos de sistema imunológico. Quem garante a barreira contra vírus, bactérias e fungos são milhões de células que trabalham a todo o momento. A ação delas faz com que possamos ficar protegidos contra várias doenças e complicações.

Por isso, o sistema imune é tão importante. E, mais do que isso, é imprescindível conhecer e adotar hábitos saudáveis que auxiliam o “campo” de segurança do corpo. Mas, primeiro, é essencial que você reconheça os sinais e sintomas que aparecem quando ele está pedindo socorro. Veja mais no próximo tópico!

Quais os sintomas de imunidade baixa?

A imunidade baixa pode resultar em complicações leves e até em casos mais sérios. De fato, tudo vai depender de como está o seu sistema imunológico, já que é ele quem dita a vulnerabilidade do organismo. Confira a seguir alguns sintomas e sinais que o corpo dá quando a imunidade está baixa:

  1. Otite;
  2. Cansaço excessivo;
  3. Amidalite;
  4. Herpes;
  5. Problemas de pele;
  6. Infecção intestinal de repetição;
  7. Candidíase;
  8. Gripe insistente.
imunidade baixa: 8 sinais que o corpo dá

O que faz a imunidade cair?

Como anda a qualidade do seu sono? Você tem se nutrido corretamente? Tem se estressado? Essas são algumas importantes perguntas a se fazer para avaliar as possíveis causas que levam a imunidade baixar.

Além disso, fatores genéticos influenciam diretamente no sistema imunológico, assim como a idade – crianças e idosos tendem a ficar doentes com maior facilidade. Ainda, algumas doenças, como desnutrição, AIDS, câncer, anemia e alcoolismo propiciam o enfraquecimento da atuação das células de defesa.

Variações hormonais típicas dos ciclos menstruais, da TPM e da gravidez são possíveis causas da queda de imunidade, assim como o uso de tabaco e alguns medicamentos. Ficou com medo? Calma, há diversas maneiras de reverter quadros de baixa imunidade e aumentar a imunidade. Siga a leitura para descobrir!

Como aumentar a imunidade de forma natural?

Basicamente, para aumentar a imunidade, é necessário manter um estilo de vida saudável. Além disso, você pode intensificar o consumo de alimentos ricos em vitaminas, minerais e aminoácidos que estimulam a produção das células de defesa. Veja os principais hábitos saudáveis:

O que fazer quando a imunidade está baixa?

A boa notícia é, que assim como os hábitos de vida não saudáveis podem baixar a imunidade, quando adequados, eles são capazes de fortalecer o sistema imunológico. Confira a seguir 9 dicas para aumentar a imunidade e ajudar o seu corpo a ficar mais resistente ao ataque de vírus, bactérias e fungos:

  1. Durma bem;
  2. Perca o hábito de fumar;
  3. Evite muita exposição ao Sol;
  4. Restrinja bebidas alcoólicas;
  5. Controle o estresse;
  6. Pratique atividades físicas moderadamente;
  7. Só use medicamentos quando realmente for necessário;
  8. Tenha sua carteira de vacinação em dia;
  9. Mantenha uma alimentação balanceada.

Deseja entender melhor? Abaixo você saberá porque todas essas dicas ajudam na baixa imunidade!

1. Durma bem

A privação de sono resulta na diminuição do número e da função das células do sistema imune. Portanto, 7 a 8 horas de descanso com qualidade por dia são fundamentais para evitar a imunidade baixa. Combinado?

2. Perca o hábito de fumar

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o tabagismo é inimigo das defesas do corpo e propicia aos fumantes uma chance maior de adoecer em comparação aos não-fumantes. Opte por estar no grupo certo!

3. Evite muita exposição ao Sol

Os raios ultravioleta (UV) causam danos ao DNA, levando a liberação de citocinas, que são moléculas envolvidas na resposta imune, e acarretam na baixa da imunidade.

4. Restrinja bebidas alcoólicas

A ingestão de álcool em excesso tende a inibir a resposta imunológica do organismo, refletindo na queda da imunidade e propiciando o surgimento de infecções e outras complicações. Portanto, restrinja o consumo!

5. Controle o estresse

Com o estresse constante, o corpo passa a produzir hormônios em grandes quantidades, como cortisol e adrenalina, que atuam na inibição das funções do sistema de defesa do organismo.

6. Pratique atividades físicas moderadamente

O excesso de exercícios tende a causar a baixa da imunidade, já que diminui os níveis de glutamina dos músculos, um aminoácido não essencial, que tem extrema importância para o sistema imunológico.

7. Só use medicamentos quando realmente for necessário

Os antibióticos, por exemplo, não matam só as bactérias que causam infecções, mas também aquelas que habitam no organismo e ajudam a nos proteger contra invasores. Tome cuidado com o uso indiscriminado!

8. Tenha sua carteira de vacinação em dia

As vacinas são feitas com partículas ou com o agente inteiro que causa a enfermidade. Elas têm papel essencial no fortalecimento da imunidade, pois fazem com que o corpo se defenda por meio de anticorpos.

9. Mantenha uma alimentação balanceada

Desde a antiguidade já se sabe que a nutrição é um fator extremamente importante na manutenção do estado de saúde e do bem-estar dos indivíduos. O seu sistema imunológico depende de uma série de reações desencadeadas por nutrientes e compostos bioativos específicos.

Siga lendo e conheça alguns alimentos importantes para consumir na dieta e aumentar a imunidade!

Qual vitamina para imunidade baixa? Conheça alimentos fontes

Existem certos tipos de vitaminas, minerais e aminoácidos fundamentais para a formação das células do sistema imunológico. Então, se você está em busca de soluções sobre como aumentar a imunidade naturalmente, foque nos seguintes nutrientes:

  • vitaminas A, C, D e E;
  • minerais selênio e zinco;
  • aminoácidos, como arginina e lisina.

1. Ricos em vitamina A

Os alimentos ricos em vitamina A são principalmente fígado, gema de ovo e óleos de peixes. Essa vitamina lipossolúvel atua como um potente antioxidante, neutralizando os radicais livres. É também essencial para o funcionamento da retina e para promover a formação dos pigmentos que tornam a visão noturna possível.

Além disso, é fundamental para o crescimento e manutenção dos tecidos que revestem a superfície do corpo e para tornar o sistema imunológico mais ativo, melhorando a resistência às infecções.

2.  Ricos em vitamina C

A vitamina C age como um antioxidante no organismo e também auxilia no funcionamento do sistema imune e na formação de colágeno. Ainda, contribui com a absorção de ferro dos alimentos, ajuda na regeneração da forma reduzida da vitamina E e atua no metabolismo energético e de proteínas e gorduras.

Abacaxi, laranja, limão e kiwi possuem grande quantidade de vitamina C, favorecendo a resistência e a produção dos leucócitos no corpo e contando muitas propriedades anti-inflamatórias.

3. Ricos em vitamina D

São usados no tratamento e na prevenção da deficiência de vitamina D e em casos de hipocalcemia. Essa vitamina age sobre os ossos, rins e intestino, regulando o metabolismo do cálcio. Também auxilia na saúde óssea e na imunidade, contribuindo com o menor risco de determinadas doenças autoimunes.

Óleo de fígado de bacalhau, bife de fígado, gema de ovo e atum são alimentos ricos em vitamina D, que ajudam a tratar imunidade baixa. É importante ressaltar que essa vitamina também é obtida através do Sol.

4. Ricos em vitamina E

A vitamina E é mais uma das vitaminas que ajudam na baixa imunidade. Ela se encontra na classe das lipossolúveis, sendo essencial para a nutrição humana. Devido a sua ação antioxidante, ajuda a combater a formação de radicais livres e tem grande importância para o sistema imunológico.

Principalmente as oleaginosas são exemplos de alimentos ricos em vitamina E, incluindo pistache, amêndoa e castanha-do-Pará. O óleo de amêndoas também é uma boa opção para incluir na alimentação.

5. Ricos em selênio

O selênio é um potente antioxidante capaz de atuar como rejuvenescedor no corpo, sendo essencial para a manutenção da saúde. Possui ação imunoestimulante, auxiliando na proteção contra doenças cardíacas e circulatórias. Ainda, tem ação anti-inflamatória, o que faz dele útil à artrite e outras doenças autoimunes.

Entre os alimentos bons para aumentar a imunidade e ricos em selênio estão castanha-pará, farinha de trigo, frango, arroz, gema de ovo, carne bovina e clara de ovo, por exemplo.

6. Ricos em zinco

Uma das principais funções do zinco é a sua participação na síntese e degradação dos carboidratos, lipídeos e proteínas. Ainda, ele atua na manutenção do crescimento e desenvolvimento normal humano. Encontramos o zinco em alimentos, como ostras, camarão, carne de vaca, frango e peixe.

Além disso, o zinco age como estabilizador de estruturas de membranas e componentes celulares e na participação ativa da função imune e desenvolvimento cognitivo.

7. Ricos em aminoácidos

Arginina e lisina são aminoácidos que contribuem para reverter casos de imunidade baixa. A arginina auxilia no tratamento de doenças que afetam o sistema imunológico e na hipertensão arterial. É encontrada no chocolate, amendoim, nozes, gelatina e castanha de caju, por exemplo.

Já a lisina é um dos mais importantes aminoácidos, pois participa da formação dos anticorpos do sistema imune e é bastante efetiva no tratamento do vírus da herpes. É encontrada nas carnes, peixes, e ovos.

Esses foram 7 alimentos para incluir no cardápio e potencializar a imunidade! Uma dieta incompleta não oferece os nutrientes e compostos bioativos necessários para o trabalho das células de defesa.

Diversos estudos já foram realizados sobre as vitaminas, minerais e aminoácidos citados. Já imaginou encontrar todos reunidos em um único lugar?

Leia mais sobre o Melhor Suplemento para Imunidade – 9 Ingredientes Essenciais

Gostou das dicas para aumentar a imunidade baixa?

Você costuma ficar doente com facilidade? Se sim, está na hora de parar e repensar seus hábito e agora você já sabe como aumentar a imunidade do corpo e ter muito mais saúde!

Quem necessita fortalecer o sistema imunológico, pode seguir as recomendações contidas neste conteúdo! As dicas não servem apenas para quem está com a imunidade baixa, mas para quem deseja evitar doenças e possíveis complicações também. Ficou com dúvidas? Comente aqui e logo responderemos você!

Siga lendo sobre o assunto em: Conheça 10 Dicas de Como Fortalecer o Sistema Imunológico de Idosos! Para mais artigos, acompanhe o nosso Blog!

Referências

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SAÚDE: O METABOLISMO DO FERRO E SUA IMPORTÂNCIA PARA NOSSA SAÚDE

Hoje você vai ter a oportunidade de aprender tudo sobre o metabolismo do ferro e sua importância para nossa saúde, aqui na coluna SAÚDE, com o Dr. Samuel Dalle Laste. Portanto, não perca essa chance de você aumentar a sua consciência sobre os cuidadeos coma sua saúde. 

Fonte:

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BEM ESTAR: ENTENDA COMO A BEBIDA ALCOÓLICA AGE NO ORGANISMO DE HOMENS E MULHERES

Nesta sexta-feira temos um artigo especial, aqui na coluna SAÚDE e BEM ESTAR sobre como o álcool atua no organismo masculino e feminino. Você vai ficar sabendo dentre outras coisas se pode melhorar ou se atrapalha o desempenho sexual. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir para conhecer em detalhes este assunto!

O álcool pode melhorar ou atrapalhar o desempenho sexual?

Entenda como a bebida alcoólica age no organismo de homens e mulheres e se ela pode influenciar na relação sexual

A combinação de álcool e sexo é um assunto que costuma despertar curiosidade. No imaginário de muitas pessoas, tomar algumas doses de bebida alcoólica tem uma função importante nas preliminares, quase como se fosse uma espécie de afrodisíaco. Mas, afinal, a substância pode aumentar a libido ou melhorar o desempenho sexual?

Para responder essa pergunta, precisamos entender como o álcool age no organismo e seus impactos na hora do sexo para homens e mulheres. Em termos gerais, a substância é um depressor do sistema nervoso central, o que significa que uma ou duas doses, inicialmente, podem provocar uma sensação de bem-estar e relaxamento.

Neste contexto, a pessoa, geralmente, fica mais desinibida e autoconfiante, dando a impressão de que o efeito do álcool torna mais fácil conquistar um parceiro ou ficar mais à vontade na cama. Porém, à medida que o número de doses aumenta, a concentração de álcool no sangue sobe e, com isso, também cresce o risco de o desempenho sexual não ser satisfatório.

Assim, a bebida alcoólica em excesso diminui a libido e, o que antes parecia ser uma boa combinação, acaba sendo desastroso. Para os homens, pode ficar mais difícil alcançar e manter a ereção, além de retardar o orgasmo, até mesmo ao ponto de inibi-lo. No caso das mulheres, também pode ocorrer a dificuldade de alcançar o orgasmo e algumas relatam diminuição da lubrificação vaginal.

Expectativa x Realidade

Além dos aspectos físicos, é importante destacar as expectativas em relação à atuação do álcool no sexo. Um estudo apontou que, quando consumido em baixas quantidades, o álcool está associado a maior excitação sexual autorrelatada, ou seja, as pessoas têm a percepção de que ele aumenta a excitação e melhora o desempenho sexual. No entanto, a realidade é diferente e, fisiologicamente, isso não é constatado.

Outros estudos ainda indicam que as pessoas que associam o beber a um melhor desempenho sexual tendem a consumir mais álcool nas ocasiões em que o sexo é uma possibilidade. Entretanto, essas pessoas não relataram experiências sexuais mais positivas em relação às que tiveram quando estavam sóbrias.

Disfunção sexual e riscos

Para quem sofre de dependência alcoólica, a relação álcool e sexo é ainda mais problemática. Um estudo mostrou que 37% dos pacientes dependentes apresentaram alguma dificuldade sexual, sendo a disfunção erétil a mais comum entre os homens (representando 25% dos casos).

É preciso alertar também sobre outro efeito, ainda mais custoso à saúde: o abuso do álcool diminui a percepção de riscos e dificulta a tomada de decisões. Assim, uma das principais consequências negativas é ter relações sexuais sem proteção, o que aumenta as chances de de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e de uma gravidez indesejada.

Em casos mais extremos, o excesso pode levar a um “blecaute alcoólico”, ou seja, a pessoa corre o risco de não se lembrar de partes ou períodos inteiros enquanto estava acordada e bebendo. São períodos de amnésia durante os quais a pessoa realiza ações, como ter uma relação sexual, e o cérebro é incapaz de formar memórias de tais eventos.

Por isso, é importante ter consciência dos riscos que o consumo abusivo de álcool nos expõe e dos mitos que nos cercam quando o assunto é álcool e sexo: bebida alcoólica em excesso não é sua aliada. E vale lembrar que é essencial respeitar os próprios limites ao decidir beber, pois os efeitos do álcool variam bastante de pessoa para pessoa.

Efeitos do álcool no corpo

Álcool e imunidade: bebida pode afetar a defesa do organismo

Bebidas alcoólicas podem engordar e atrapalhar seus treinos

Álcool na gravidez: nenhuma dose é segura para a saúde do feto

Arthur Guerra de Andrade
Psiquiatria – CRM 33807/SP
Por Especialistas – Em 16/10/2020
Fonte: Minha Vida
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SAÚDE: MELHORE SUA SAÚDE FORTALECENDO O FÍGADO

Nesta quinta-feira você vai assistir a mais uma mini palestra do Dr. Marco Menelau. Desta vez, sobre como melhorar a saúde, através do fortalecimento do fígado. Uma aula que você não pode perder, já que o fígado é um dos órgãos mais importantes do nosso corpo e ao ser bem cuidado pode lhe dar muito mais saúde. 

Fonte:

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