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EM DISCURSO NA OMS, QUEIROGA AFIRMA QUE GOVERNO BRASILEIRO ESTÁ ADOTANDO “FIRME RECOMENDAÇÃO” SOBRE MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA COVID-19

Queiroga diz na OMS que Brasil reforçou medidas de prevenção

Ministro defendeu distanciamento social em discurso durante a abertura da Assembleia Mundial da Saúde

Natália André, da CNN, em Brasília

 Atualizado 24 de maio de 2021 às 13:56

Queiroga diz na OMS que Brasil reforçou medidas de prevenção

Em discurso na Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (24), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o governo brasileiro está adotando “firme recomendação” sobre medidas de prevenção contra a Covid-19.

A fala aconteceu durante a abertura da Assembleia Mundial da Saúde, que reuniu nesta manhã ministros de todo o mundo em uma cerimônia virtual. Queiroga começou agradecendo aos profissionais de saúde e se solidarizando com as vítimas de Covid-19 no Brasil e suas famílias. O ministro, no entanto, não citou os números de casos e óbitos do país.

Queiroga também falou sobre a campanha de vacinação. Segundo ele, mais de 90 milhões de doses já foram distribuídas, imunizando mais de 55 milhões de brasileiros. Porém, o dado diverge com o divulgado pelo próprio Ministério da Saúde: no Vacinômetro, base de dados da pasta sobre a vacinação no país, consta que mais de 55 milhões de doses foram aplicadas, número que não corresponde ao total de brasileiros imunizados já que as vacinas utilizadas no país são em duas doses.

Em relação às medidas sanitárias, Queiroga disse que o Brasil vem reforçando firmemente as recomendações de proteção contra a Covid-19. “Investimos recursos financeiros e humanos na promoção da saúde e na retomada da economia. A isso, somamos nossa firme recomendação de medidas não farmacológicas para toda a população”, afirmou o ministro. “Hoje, nossa maior esperança para permitir o retorno gradual e seguro à normalidade é a ampla vacinação.”

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BOAS NOTÍCIAS: 80 MILHÕES DE DOSES DE IMUNIZANTES DE 4 FARMACEUTICAS SERÃO DOADAS POR BIDEN PARA OUTROS PAÍSES

Num momento como esse uma notícia como uma doação de 80 milhões de doses de imunizantes por uma só fonte é pra lá de boa, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Joe Biden anunciou que vai doar essa quantidade de doses dos imunizantes Moderna, Pfizer e Johnson & Johnson e AstraZeneca. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Biden anuncia doação dos EUA de 80 milhões de vacinas para o exterior

Imunizantes da Moderna, Pfizer e Johnson & Johnson e AstraZeneca serão enviados nos próximos dois meses

da CNN*
17 de maio de 2021 às 13:54 | Atualizado 17 de maio de 2021 às 16:29

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou nesta segunda-feira (17) que irá enviar mais 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19 a outros países, além das 60 milhões de doses da AstraZeneca que já havia anunciado no começo deste mês. Ao todo, serão 80 milhões de imunizantes.

Nessa remessa, estarão doses da Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson, a serem enviadas até o fim do junho.

Até o momento, os EUA já mandaram doses da AstraZeneca ao Canadá e ao México. Esse imunizante ainda não foi aprovado pela agência reguladora do país.

Biden disse que os EUA trabalharão com o consórcio Covax, da OMS, e outros parceiros para distribuir as doses de maneira igualitária em todo o mundo.

Ele declarou também que, nas próximas semanas, conversará com outras democracias para ampliar os esforços na mitigação da pandemia e que espera anunciar progressos até a cúpula do G7 em junho, que acontecerá no Reino Unido.

“Os EUA nunca estarão totalmente seguros até que a pandemia esteja sob controle globalmente. Nenhum oceano é largo o suficiente, nenhum muro é alto o suficiente para nos manter seguros”, declarou. “Doença e morte fora de controle em outros países pode desestabilizá-los e nos posar risco também”.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa (28.abr.2021)O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa (28.abr.2021) Foto: Getty Images

Biden planeja doar mais doses no futuro. “Os Estados Unidos continuarão a doar o estoque excedente conforme esse estoque nos for entregue, mas isso não será o suficiente”, afirmou, acrescentando que irá dialogar com outros países para aumentar a produção de imunizantes.

“Pediremos a outras nações para partilharem o custo econômico desse esforço, mas isso nos ajudará a vencer a pandemia e nos deixará a capacidade de produção para nos preparar para a próxima crise”.

Quem vai liderar essa distribuição será o coordenador da resposta à Covid-19 da Casa Branca, Jeff Zients, em conjunto com o conselho de Segurança Nacional e o Departamento de Estado.

Em pronunciamento na Casa Branca, Biden adiantou que os números da vacinação no país, que serão atualizados nesta terça-feira (18), mostrarão ques 60% da população americana já recebeu ao menos uma dose da imunização.

Ele disse ainda que, pela primeira vez, desde o início da pandemia, o número de casos da doença caiu em todos os 50 estados.

(*Com informações de Kaitlan Collins, da CNN Internacional)

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SAÚDE: CÂNCER DE MAMA JÁ É O MAIS COMUM NO MUNDO SUPERANDO O DE PULMÃO

OMS: câncer de mama supera o de pulmão e já é o mais comum no mundo

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Câncer de mama | Foto: Sociedade Brasileira de Mastologia

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser maior causa de mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama, 11,7% do total, sendo o que mais pessoas atinge no mundo.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado, mas continua a ser aquele que mais pessoas mata. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas. Essas informações foram dadas ao jornal El País pelo médico Álvaro Rodriguez-Lescure, presidente da Sociedade Espanhola de Oncologia.

De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado.

A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

Fonte:  Portal da Tropical- notícias

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DIANTE DE UM VIRUS QUE TEM MUITA ENERGIA QUALQUER RELAXAMENTO É PERIGOSO, DIZ DIRETOR EXECUTIVO DA OMS SOBRE PANDEMIA NO BRASIL

Pandemia: Diretor da OMS admite preocupação com situação do Brasil

“A situação do Brasil mostra que isso não acabou para ninguém”, disse Mike Ryan nesta sexta-feira (26)

INTERNACIONAL

Do R7, com informações da EFE

"A situação do Brasil mostra que isso não acabou", disse Mike Ryan

SALVATORE DI NOLFI/EFE

O diretor-executivo de emergências da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mike Ryan, admitiu preocupação com o momento do Brasil no combate ao novo coronavírus, que é o causador da covid-19.

“A situação do Brasil mostra que isso não acabou para ninguém, pois qualquer relaxamento é perigoso, diante de um vírus que ainda tem muita energia”, disse o representante da agência, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (26).

“Se as medidas sanitárias de controle não forem mantidas durante a introdução das vacinas, pagaremos um preço alto”, completou Ryan.

O Brasil tem o terceiro maior número de casos de infecção no mundo (10,4 milhões, segundo o Ministério da Saúde), mas o diretor da agência admitiu não estar claro se a magnitude do contágio tem relação com o surgimento de uma variante do novo coronavírus no país.

Mas Ryan fez um apelo pela continuação dos cuidados, com distanciamento social e uso de máscaras, que se mostraram eficazes contra todas as cepas do coronavírus. “Aumentar a capacidade do sistema de saúde é algo positivo, mas não é suficiente”, afirmou o diretor da OMS.

Fonte: R7
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BOAS NOTÍCIAS: BRASIL RECEBERÁ LOTE COM 10 MILHÕES DE DOSES DA VACINA DE OXFORD

A OMS autorizou o uso emergencial do imunizante, vacina de Oxford/AstraZeneca, no mundo inteiro e estima que o Brasil receberá algo em torno de 10,6 milhões de doses da vacina. Este é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS nesta quarta-feira de cinzas. Então, leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes!

Brasil receberá 10 milhões de doses da vacina de Oxford, após decisão da OMS

A OMS, Organização Mundial da Saúde, estima que o Brasil deverá receber algo em torno de 10,6 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, pelo consórcio Covax, ainda neste semestre.

A estimativa foi feita após a OMS autorizar, nesta segunda, 15, o uso emergencial do imunizante no mundo inteiro.

Na prática, a decisão permite que as vacinas sejam distribuídas pelo programa Covax Facility – iniciativa da OMS – para ajudar os países em desenvolvimento a ter acesso mais rápido e equitativo às vacinas contra a covid-19, informou a AgênciaBrasil.

“Hoje é um dia pra renovarmos a esperança no controle da pandemia. A OMS autorizou o uso emergencial das duas versões da vacina da Oxford AtraZeneca, dando sinal verde para que a vacinação comece mundialmente pelo Covax”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus durante coletiva.

A OMS autorizou o uso emergencial da vacina produzida em locais diferentes: uma fabricada pela AstraZeneca-SKBio, na Coreia do Sul e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.

“Elas são produzidas em locais diferentes e por isso precisam de revisões e aprovações separadas. A autorização de uso emergencial da OMS avalia e garante a qualidade, eficácia, segurança das vacinas para covid-19 e é um pré-requisito para que essas vacinas sejam distribuídas pelo Covax”, afirmou Tedros Adhanom.

Distribuição mais rápida

“Temos agora todas as ferramentas para a distribuição rápida das vacinas. Mas ainda precisamos aumentar a produção e continuamos a pedir aos desenvolvedores de vacinas que enviem seus dossiês a OMS para a revisão, ao mesmo tempo em que enviam para os países de alta renda”, disse o diretor-geral da OMS.

Até o momento, a organização só havia aprovado o uso emergencial da vacina da Pfizer/BioNTech.

A autorização para o uso da vacina da AstraZeneca ocorreu quatro semanas após a OMS ter recebido o dossiê com os estudos completos sobre o imunizante e planos de gestão de risco e adequação das cadeias de refrigeração dos fabricantes do imunizante.

Com informações da AgênciaBrasil

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: O PAÍS COM MAIOR ÍNDICE DE PESSOAS COM TRANSTORNO DE ANSIEDADE DO MUNDO É NO BRASIL

 

Brasil tem a maior taxa de ansiedade do mundo - A Crítica de Campo Grande Mobile

Ansiedade é o transtorno mais comum entre os brasileiros; sintomas pioraram na pandemia

É hora de dormir. O seu dia transcorreu normalmente. Ao deitar a cabeça no travesseiro, a sensação deveria ser de tranquilidade. Não há motivo nenhum para grandes preocupações. Mas você – que não tem nada – abre o olho no meio da madrugada. O coração dispara. Aí gera aquela confusão: essa falta de ar é porque eu estou com Covid?

Vem o medo de algo pior – fulminante. A pessoa acha que vai morrer nessa hora. Os sintomas são intensos e reais. Mas, na hora do exame, não estão mais lá. Essa dificuldade em descobrir o que está realmente acontecendo atrasa a busca por um tratamento adequado. E o problema só cresce.

Desde 2017, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo. Já eram quase 19 milhões de brasileiros com a qualidade de vida comprometida. E aí veio o coronavírus – que desencadeou transtornos mentais – e piorou a situação de quem já sofria com eles.

O Ministério da Saúde vem conduzindo uma pesquisa para avaliar a saúde mental dos brasileiros. A primeira etapa foi realizada nos meses de abril e maio. Mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil participaram do estudo. O resultado mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica.

Você vai ver nesta reportagem:

– Desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo.
– Entenda como o nosso organismo reage à ansiedade normal.
– Quando a ansiedade vira doença?
– Identificando as diferenças da ansiedade normal para a patológica.
– A pandemia do coronavírus desencadeou transtornos mentais e piorou a situação de quem já sofria com eles.
– O que é transtorno de ansiedade generalizada.
– Ansiedade é a terceira principal causa de afastamento do trabalho no Brasil.

No próximo domingo (13), a série ‘Parada obrigatória 1 – vencendo a ansiedade’, vai acompanhar brasileiros na busca por um tratamento eficaz. O que o SUS precisa fazer para atender a essa imensa multidão de ansiosos que hoje existem no Brasil? E os outros transtornos de ansiedade – como a síndrome do pânico e o estresse pós-traumático? Você vai descobrir em que casos a medicação se torna indispensável.

Fonte: G1
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POLÍTICA: BOLSONARO REBATE COM PRECISÃO ELOGIOS DE XI JINPING A OMS, E RESSALTA QUE A MESMA PRECISA DE UMA REFORMA URGENTE

Xi Jinping elogia OMS e Bolsonaro rebate com precisão: “A OMS necessita urgentemente de uma reforma”

Fotomontagem: Xi Jinping e Jair BolsonaroXi Jinping e Jair Bolsonaro

Nesta terça-feira (17), o presidente Jair Messias Bolsonaro defendeu que a Organização Mundial da Saúde (OMS), precisa ser reformada “urgentemente”.

A declaração foi feita durante cúpula virtual dos Brics, após o discurso do ditador da China, Xi Jinping, elogiando a OMS.

Para Bolsonaro, a Organização está menosprezando os países ao se colocar como única conhecedora dos métodos de combate à pandemia.

“Desde o início também critiquei a politização do vírus e o pretenso monopólio do conhecimento por parte da OMS, durante a pandemia da Covid-19. O combate à Covid-19 foi feito prioritariamente por cada país, e não por organismos internacionais”, disse o presidente.

E continuou a crítica na mesma linha:

“É preciso ressaltar que a crise demonstrou a centralidade das nações para a solução dos problemas que hoje acometem o mundo. Temos que reconhecer a realidade que não foram os organismos internacionais que superaram os desafios, mas sim a coordenação entre os nossos países”.

Bolsonaro também defendeu reformas na Organização Mundial do Comércio (OMC) e no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BOAS NOTÍCIAS: PROGRAMA DE VACINA GLOBAL ALTAMENTE EFICAZ REDUZ EM 80% OS CASOS DE HEPATITE B NO MUNDO

Uma excelente notícia é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado. Programa de vacina altamente eficaz reduz em 80% os casos de hepatite B infantil no mundo todo e hoje é apenas 1%. Um trabalho árduo e incrível, que merece comemoração. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir para conhecer os detalhes desse trabalho espetacular!

Programa global reduz drasticamente os casos de hepatite B infantil em 80% no mundo todo – com menos de 1% para chegar

WHO

Devido a um programa de vacina global altamente eficaz, a proporção de crianças com menos de cinco anos que estão cronicamente infectadas com hepatite B caiu significativamente – para pouco menos de 1%. 

Isso caiu em relação a cerca de 5% na era pré-vacina (período entre os anos 1980 e o início dos anos 2000), de acordo com novas estimativas da Organização Mundial de Saúde

A eliminação da hepatite viral faz parte de um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU para “garantir vidas saudáveis ​​e promover o bem-estar para todos em todas as idades” desde 2015. 

Alcançar uma taxa de prevalência de menos de 1% de infecções por HBV em crianças muito pequenas é um grande marco que aproxima o mundo do objetivo da ONU de acabar com a hepatite até 2030.

“Nenhum bebê deve crescer apenas para morrer de hepatite B porque não foi vacinado – o marco de hoje significa que reduzimos drasticamente o número de casos de danos ao fígado e câncer de fígado nas gerações futuras”, disse o pesquisador de saúde pública Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus . 

“Prevenir a transmissão da hepatite B de mãe para filho é a estratégia mais importante para controlar a doença e salvar vidas. Mesmo no meio da pandemia COVID-19, devemos garantir que mães e recém-nascidos tenham acesso a serviços que salvam vidas, incluindo vacinas contra hepatite B. ”

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está agora pedindo uma ação unida e intensificada para construir sobre essa conquista por meio de esforços intensificados para prevenir a transmissão vertical do HBV por meio de testes em mulheres grávidas e fornecimento de profilaxia antiviral para aqueles que precisam e manter e expandir o acesso à vacinação contra a hepatite B e à vacina de dose ao nascer.

Prevenção da hepatite B

Os bebês podem ser protegidos do HBV por meio de uma vacina segura e eficaz que fornece mais de 95% de proteção contra a infecção. 

A OMS recomenda que todos os bebês recebam a primeira dose da vacina contra hepatite B assim que possível após o nascimento – de preferência em 24 horas – seguida de pelo menos duas doses adicionais.

A expansão da vacina contra hepatite B em todo o mundo nas últimas duas décadas, em grande parte devido ao apoio fornecido pela Gavi, a Vaccine Alliance, foi uma grande história de sucesso de saúde pública e contribuiu para a redução das infecções por HBV entre crianças. 

Em 2019, a cobertura de três doses da vacina contra hepatite B durante a infância atingiu 85% em todo o mundo, ante cerca de 30% em 2000. 

No entanto, o acesso à primeira dose crítica dentro de 24 horas após o nascimento permanece desigual. A cobertura global desta dose ao nascer é de 43%, mas cai para 34% na Região do Mediterrâneo Oriental da OMS e apenas 6% na Região Africana da OMS.

“Expandir o acesso a uma dose adequada ao nascimento da vacina contra a hepatite B é a pedra angular dos esforços para prevenir a transmissão do HBV de mãe para filho. Para países especialmente em regiões como a África Subsaariana, onde a dose de nascimento da vacina contra hepatite B ainda não foi introduzida, é uma prioridade garantir essa proteção o mais cedo possível ”, disse a Dra. Meg Doherty, Diretora de HIV Global, Programas de hepatite e DST.

A eliminação da transmissão vertical do HBV também é um passo importante para atingir as metas da estratégia global de hepatite da OMS, que visa reduzir novas infecções por hepatite em 90% e mortes em 65%, em comparação com os níveis de 2015.

Continuaremos a compartilhar notícias de saúde promissoras de todo o mundo assim que chegarem.

(Fonte: OMS ) 

Fonte: Good News Network

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ANÁLISE POLÍTICA: A OMS DIZENDO O QUE A GENTE JÁ SABIA, STF E O RESUMÃO DO DORIA QUE FEZ O SUPREMO, POR BÁRBARA

Nesta terça-feira a comentarista política Bárbara atualiza você com as últimas notícias da política. Dentre elas, toda essa situação que o nosso supremo enfiou todos nós e as novas declarações vindas da O.M.S. Sempre com muito humor e acidez. Então, se acomode na poltrona e vamos lá!

Fonte:

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R$ 2, 5 BILHÕES PARA ADERIR AO CONSÓRCIO DE VACINAS DA OMS SÃO LIBERADOS POR BOLSONARO

Bolsonaro libera R$ 2,5 bi para aderir ao consórcio de vacinas da OMS

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 24 de setembro de 2020 às 23:21

Bolsonaro libera R$ 2,5 bi para Brasil aderir à aliança internacional por vacinas - Jornal O Globo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou duas medidas provisórias que colocam o Brasil como parte da Covax, aliança global da Organização Mundial da Saúde (OMS) para vacinas contra a Covid-19, com a liberação de R$ 2,5 bilhões.

As medidas provisórias foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União nesta quinta-feira (24).

A primeira MP é, segundo a Secretaria-Geral da Presidência, “a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility)”.

O texto da medida provisória está um passo atrás, autorizando a adesão. A MP 1003/2020 estabelece que o Brasil não será obrigado a comprar alguma vacina que seja aprovada e que, caso queira, poderá fazer isso sem a necessidade de licitação.

Apesar da dispensa da licitação, a medida coloca que seguirá sendo necessário um processo administrativo com justificativa para a escolha de compra e o preço pago e as condições sanitárias da vacina escolhida.

A outra MP, a 1004/2020, prevê a liberação de R$ 2,5 bilhões para que o Brasil possa integrar a Covax. Como parte da aliança, o país terá acesso às vacinas aprovadas nas nações que fazem parte dessa iniciativa.

O comunicado do governo diz que a participação na Covax permitirá que o país possa comprar vacinas para imunizar 10% da população até o final de 2021, “o que permite atender populações consideradas prioritárias”.

“A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível”, diz a nota divulgada.

Antes da decisão anunciada hoje, o Brasil enviou três pedidos para que tivesse mais tempo para avaliar se deveria ou não entrar para a Covax. Havia a expectativa de que o valor a ser liberado fosse o dobro anunciado hoje, na faixa dos R$ 5 bilhões.

De acordo com a Secretaria-Geral, a participação na Covax não impede que o país realize acordos bilaterais com empresas produtoras de vacinas da Covid-19.

O país já tem um acerto encaminhado com a vacina produzida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, que está sendo testada em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Nesta semana, o Ministério da Saúde liberou R$ 80 milhões para o Instituto Butantan, órgão do Governo de São Paulo que testa a vacina Coronavac, da farmacêutica chinesa Sinovac Biotech.

Fonte: CNN

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AUTOCONHECIMENTO: O SUICÍDIO JÁ CEIFA MAIS DE 800 MIL VIDAS POR ANO NO MUNDO

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira trago um texto muito importante, pois estamos iniciando mês de setembro que foi instituído pela OMS, desde 2003, como o mês de campanha de prevenção contra o suicídio em todo o mundo, o setembro amarelo. Portanto o assunto é “Suicídio: uma calamidade mundial!

Então lhe convido a ler o texto completo a seguir sobre esse tema tão atual e preocupante que ceifa 800 mil vidas por ano no mundo.

Suicídio: uma calamidade mundial

Homem segurando flores amarelas mortas
Riz Mooney/Unsplash

O Setembro Amarelo foi instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no dia 10 de setembro de 2003, como data de campanha de prevenção contra o suicídio em todo o mundo, por causa dessa calamidade que assola a humanidade de forma alarmante. A cada ano identifica-se pelas estatísticas o aumento dessas ocorrências, que se tornaram um problema de saúde pública.

As causas são as mais diversas, sendo a depressão uma das mais importantes neste contexto. Dificuldades financeiras, doenças, drogas lícitas ou não, desenganos da vida e também a ausência de religiosidade do ser humano fazem com que essa incidência se torne cada vez mais preocupante. O suicida não quer deixar de viver, ele quer “se livrar” daquilo que o aflige.

A fragilidade humana decorrente dos sentimentos e emoções mal vivenciados oportuniza esse ato de desespero, e para quem acredita que a vida não se resume do berço ao túmulo sabe que aumentamos em grau elevadíssimo nossas aflições do amanhã, ou seja, o Espírito segue além-túmulo com tudo que aqui construiu de bom ou não. Lembremo-nos sempre de que a vida é um ciclo de desafios, que são provas para o nosso processo evolutivo.

Homem sentado no sofá da sala com as mãos unidas
Kelly Sikkema/Unsplash

Abreviar a vida é a maior transgressão do ser humano às Leis de Deus, segundo a questão 944, do “Livro dos Espíritos”: “Tem o homem o direito de dispor da sua vida?” – Não, só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão dessa lei.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu, em 22 de janeiro de 1998, que “saúde é um estado dinâmico de completo bem-estar físico, mental, espiritual e social, e não meramente a ausência de doença ou enfermidade”, e o Ministério da Saúde apoia o Centro de Valorização da Vida (CVV). Em 2017, 2 milhões de pessoas ligaram de maneira gratuita para o número 188, que oferece apoio emocional e de prevenção do suicídio. Imaginemos quantas vidas foram poupadas desse desatino…

Os números continuam crescentes e sabe-se que a cada 40 segundos alguém comete suicídio no mundo. No Brasil, a cada 42 minutos isso acontece. Chega-se a um total de 800 mil casos por ano em todo o mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu a meta de reduzir em 10% os casos de mortes por suicídio até 2020. Não será fácil, visto que a pandemia do Covid-19 contribuiu fortemente para o crescimento dos processos depressivos.

Quando cremos no Criador e que somente nele poderemos ter o amparo necessário para as nossas vicissitudes, além obviamente da nossa vontade, sentimo-nos fortalecidos e a fé, aliada à perseverança e à resignação, leva-nos ao caminho de uma dor menor, enquanto a revolta é a porta do sofrimento. Revoltar-se é agravar tudo que já nos incomoda e sabemos que essa postura nada resolve.

Mulher ao lado de uma janela segurando uma xícara
Foundry/Pixabay

Enquanto o ser humano não buscar no seu interior as virtudes do bem, como o amor, a caridade, a fraternidade, dentre tantas outras, não sairá desse labirinto de Dédalo que o eterniza encarcerado no desespero. Esse reencontro com o seu “eu” constitui-se na chave do tesouro adormecido e a que somente cada um de nós tem acesso.

Tenhamos consciência de que as nossas lutas externas são fugazes, mas aquelas contidas em nosso íntimo são as difíceis, pois é imperioso que renunciemos aos fatores impeditivos do nosso progresso moral, como o egoísmo, o orgulho e outros sentimentos inferiores que trazemos de vidas pretéritas.

Luiz Guimaraes
Escrito por Luiz Guimaraes

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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BOAS NOTÍCIAS: APÓS DÉCADAS DE TRABALHO INCANSÁVEL A ÁFRICA CONSEGUE ERRADICAR O VÍRUS DA POLIOMIELITE

Um marco importantíssimo na saúde pública do continente africano é o destaque da coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira. Após 24 anos de luta para erradicar o vírus da poliomielite, desde que Nelson Mandela ajudou o Rotary International a lançar sua campanha Chute a Pólio para Fora da África , o continente africano finalmente está livre do poliovírus selvagem. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes.

Um ‘marco importante’: a África finalmente erradica o vírus selvagem da poliomielite de seu continente, após décadas de trabalho

A Organização Mundial da Saúde está comemorando a notícia de que o continente africano finalmente está livre do poliovírus selvagem, 24 anos depois de Nelson Mandela ajudar o Rotary International a lançar sua campanha Chute a Pólio para Fora da África .

“Hoje é um dia histórico para a África, que cumpriu com sucesso os critérios de certificação para erradicação da pólio selvagem, sem casos registrados na região por quatro anos”, disse a professora Rose Gana Fomban Leke, que dirige a Comissão Regional de Certificação da África para a erradicação da pólio (ARCC).

O sucesso vem após um processo exaustivo de décadas de documentação e análise da vigilância e imunização da poliomielite dos 47 estados membros da região, que incluiu a realização de visitas de verificação de campo a cada país.

Em 1996, os líderes africanos de todos os países se comprometeram a erradicar a poliomielite, em uma época em que o vírus paralisava cerca de 75.000 crianças anualmente. Embora não haja cura para a poliomielite, a doença pode ser prevenida com a administração de uma vacina simples e eficaz.

O apelo de Mandela naquele ano mobilizou nações africanas em todo o continente para intensificar seus esforços para alcançar todas as crianças com a vacina contra a pólio – e o último caso de poliovírus selvagem foi detectado e derrotado em 2016 na Nigéria.

Funcionários da OMS dizem que os esforços de erradicação da poliomielite impediram até 1,8 milhão de crianças de paralisia vitalícia e salvou aproximadamente 180.000 vidas.

“Este é um marco importante para a África. Agora as futuras gerações de crianças africanas podem viver livres da poliomielite selvagem ”, disse o Dr. Matshidiso Moeti, Diretor Regional da OMS para a África. “Essa conquista histórica só foi possível graças à liderança e compromisso de governos, comunidades, parceiros globais de erradicação da pólio e filantropos. Presto homenagem especial aos profissionais de saúde e vacinadores da linha de frente, alguns dos quais perderam suas vidas, por esta nobre causa. ”

O anúncio desta terça-feira marca apenas a segunda erradicação de um vírus da face da África desde a varíola, há 40 anos.

Embora a erradicação do poliovírus selvagem aqui seja uma conquista importante, 16 países africanos relataram casos de cVDPV2. Embora raros, esses casos de poliovírus derivados da vacina podem ocorrer quando o vírus vivo enfraquecido usado na vacina oral da pólio passa entre as populações subimunizadas e, com o tempo, muda para uma forma que pode causar paralisia. Se uma população for adequadamente imunizada com vacinas contra a poliomielite, ela estará protegida contra a poliomielite selvagem e os poliovírus circulantes derivados da vacina.

“A África demonstrou que, apesar dos sistemas de saúde fracos e dos desafios logísticos e operacionais significativos em todo o continente, os países africanos têm colaborado de forma muito eficaz na erradicação do poliovírus selvagem”, disse o Dr. Pascal Mkanda, Coordenador da Erradicação da Pólio da OMS na Região Africana.

“Com as inovações e experiência que o programa de poliomielite estabeleceu, estou confiante de que podemos manter os ganhos, pós-certificação e eliminar cVDPV2,” acrescentou o Dr. Mkanda.

Graças à dedicação dos governos, da OMS, Rotary International, UNICEF e Fundação Bill & Melinda Gates, os casos de pólio foram reduzidos em todo o mundo em 99,9% desde 1988. Apenas o Afeganistão e o Paquistão ainda têm casos do vírus selvagem.

“A experiência adquirida com a erradicação da poliomielite continuará a ajudar a região africana a lidar com o COVID-19 e outros problemas de saúde que têm atormentado o continente por tantos anos. Este será o verdadeiro legado da erradicação da pólio na África ”, disse o Dr. Moeti.

Fonte: Good News Network

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DIRETOR DA OMS ACREDITA QUE PANDEMIA DEVE DURAR MENOS QUE A GRIPE ESPANHOLA

OMS espera que covid-19 possa acabar em menos de 2 anos

Diretor-geral do órgão ressaltou que gripe espanhola durou dois anos, mas hoje há mais tecnologia e conhecimento para lidar com uma pandemia

SAÚDE

por Reuters

Tedros Adhanom acredita que pandemia deve durar menos que gripe espanhola

A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que a crise do coronavírus possa acabar em menos de dois anos, afirmou o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta sexta-feira (21|).

A gripe espanhola, que emergiu em 1918, levou dois anos para terminar, disse ele.

“Nossa situação, agora com mais tecnologia, claro que com mais conectividade, o vírus tem mais chance de se difundir, pode se propagar rápido”, disse.

“Ao mesmo tempo, temos a tecnologia e o conhecimento para impedir isso.”

Mais de 22,81 milhões de pessoas foram infectadas pelo coronavírus em todo o mundo, e 793.382 morreram, de acordo com uma contagem da Reuters.

Fonte: R7
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NUTRIÇÃO: SAIBA COMO FORTALECER SUA IMUNIDADE NATURALMENTE

Em tempos de pandemia de coronavírus, onde depois de 5 meses ainda se sabe muito pouco ou quase nada sobre esse vírus e as vacinas ainda devem demorar pelo menos mais 6 meses, é imprescindível fortalecer ao máximo a nossa imunidade. E a forma mais eficaz é através de uma alimentação absolutamente saudável e natural. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer as dicas de como fazer isso! 

Fortalecendo a imunidade naturalmente

Pote em formato de coração com frutas e cereais, ao lado de um estetoscópio.
Foto: udra / 123RF

Em tempos de pandemia, o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é o isolamento social, seguido de formas de evitar o contágio, seja por meio de máscaras, do distanciamento humano, até que se encontre uma vacina eficaz contra o coronavírus (Covid-19). Além disso, as pessoas devem se preocupar em como fortalecer o sistema imunológico, evitando assim a probabilidade de contaminação, ou, caso ocorra, que os sintomas e a intensidade que afetam o organismo sejam minimizados de forma expressiva e perceptível.

O sistema imunológico humano funciona como uma barreira que blinda o corpo humano contra os antígenos: vírus, bactérias, entre outros. O método de defesa do organismo, por meio desse sistema, é denominado de resposta imune. Tal resposta ocorre de duas formas: a inata ou natural e a adquirida ou adaptativa.

A imunidade inata ou natural é nossa primitiva linha de proteção, visto que nos acompanha desde o nascimento, constituída por barreiras físicas, químicas e biológicas. Como exemplos, a pele é uma barreira física que nos protege contra os agentes patogênicos; a lágrima lubrifica os olhos, protegendo-os contra infecções; o suco gástrico é produzido pelo estômago e atua no processo de digestão; o suor tem ácidos graxos que auxiliam a pele a impedir a entrada de fungos; as plaquetas agem na coagulação do sangue.

A imunidade nata também é representada pelas células de defesa, como os leucócitos, neutrófilos e macrófagos; estes são, metaforicamente falando, os “soldados do organismo”.

Caso a imunidade natural não funcione, a imunidade adquirida entra em ação. A imunidade adaptativa consiste basicamente na defesa adquirida ao longo da vida, por meio de anticorpos e vacinas. A imunidade adaptativa opera diante de determinado problema. Depende do acionamento de células especializadas, chamadas de linfócitos.

Podemos fortalecer o sistema imunológico de forma natural, por meio do uso das plantas medicinais e alguns alimentos com funções antibióticas, antivirais e antibactericidas citados a seguir:

EQUINÁCEA

Foto ampliada de uma flor de equinácia.

Imagem de M W por Pixabay

Essa planta medicinal, também conhecida como Flor-de-cone, Púrpura ou Rudbéquia, é considerada um dos melhores imunoestimulantes naturais que existe, por sua capacidade de neutralizar a ação de micro-organismos patogênicos: vírus, fungos e bactérias. Outras propriedades: anti-inflamatória, antioxidante, desintoxicante; laxativa e antialérgica. As partes usadas da Equinácea são a raiz, as folhas e as flores, podendo ser utilizadas na forma de chá, infusão, compressa, e também encontrada em farmácias como cápsulas ou comprimidos.

UNHA DE GATO

Foto de um ramo de unha-de-gato.

Foto de keisotyo em Wikimedia Commons

Desenvolve-se na forma de cipó, formando arbustos. Seu nome científico é Uncaria tomentosa e é popularmente conhecido como Herinha. Suas principais propriedades são: anti-inflamatória, antioxidante e depurativa do organismo. Auxilia no tratamento de infecções e inflamações diversas do organismo humano, como artrite, úlcera e amigdalite. A casca, raiz ou folha da planta pode ser consumida em chás, infusões, ou em cápsulas.

CALÊNDULA

Foto de uma flor de calêndula.

Imagem de Heike Frohnhoff por Pixabay

A calêndula é uma planta medicinal, também conhecida como bem-me-quer, maravilha, margarida dourada ou verrucária, muito utilizada contra erupções, eczemas e outros problemas inflamatórios da pele. As propriedades medicinais são: adstringente, analgésica, anti-inflamatória, antifúngica, calmante, cicatrizante, antialérgica, antifúngica, antiviral e bactericida. As folhas e flores são componentes de pomadas, banhos, emplastos e chás e/ou infusões.

GINSENG

Prato com raízes de ginseng sobre uma mesa.

Imagem de whaltns17 por Pixabay

Erva comum na medicina chinesa, e a variedade mais recomendada é a Panaxginseng, sendo amplamente empregada para melhorar o raciocínio, a memória, a concentração e a resistência física. Foi comprovado cientificamente que seu principal componente ativo tem importantes propriedades anti-inflamatórias e anticâncer, além de ser antidepressivo e anticonvulsivante. No Oriente, principalmente na China, é muito empregado na forma de chás ou xaropes das folhas e caules, mas, no Brasil, é vendido em farmácias, como cápsulas ou comprimidos.

GINKGO BILOBA

Imagem ampliada de folhas de ginko biloba.

Imagem de Marzena P. por Pixabay

O Ginkgo Biloba é uma planta tradicional da medicina chinesa com ação anti-inflamatória, antioxidante e melhoria do fluxo sanguíneo corporal e cerebral. Este último benefício explica porque essa erva é mundialmente conhecida como excelente para a saúde mental, sendo recomendada contra demência, auxiliando a memória e o raciocínio. No Brasil, é encontrado nas farmácias em cápsulas ou comprimidos.

MACELA

Flores de macela em um campo.

Imagem de Vilve Roosioks por Pixabay

Essa erva brasileira é conhecida como Alecrim-de-parede, Camomila-nacional, Carrapichinho-de-agulha, Macela-de-campo, Macela-amarelo ou Macelinha e famosa por sua função calmante. Além de ser comum para tratamentos do sistema gastrointestinal e contra dor dentária, tendo em vista suas propriedades anti-inflamatórias. Ainda tem ação antiviral, antiespasmódica, antisséptica, calmante, antialérgica, adstringente, tônica, digestiva e expectorante. Utiliza-se as flores secas em chás ou infusões, além de tinturas.

PRÓPOLIS

Potes de vidro com mel e própolis empilhados.

Foto de formulário PxHere

Combinação de pólen, cera e resinas vegetais que as abelhas recolhem por meio das enzimas salivares. Dentre as variedades de própolis existentes e estudados para a saúde temos: marrom, verde e vermelha, todas com excelentes propriedades de antibiótico natural, anti-inflamatório, antifúngico e imunoestimulante. Pode ser utilizado na forma de extrato, tintura ou spray, tanto uso interno quanto externo (problemas de pele).

CÚRCUMA (AÇAFRÃO-DA-TERRA)

Cúrcuma em pó ao lado de cúrcuma em planta, com folhas decorativas.

Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay

Planta medicinal, também chamada de açafrão-da-terra, açafrão-da-índia, mangarataia e gengibre-dourado, utilizada tradicionalmente na Ayurveda (medicina tradicional da Índia), além de ser amplamente utilizada como especiaria na culinária. Apresenta inúmeras propriedades farmacológicas: antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana, antitumoral, diurética, hepatoprotetora, neuroprotetora, sedativa, entre outras. Pode ser empregada em tinturas, infusões ou como condimentos em molhos, carnes, sopas e outros pratos culinários.

GENGIBRE

Foto de gengibres cortados em fatias sobre uma mesa de madeira.

Imagem de Joseph Mucira por Pixabay

O gengibre é vegetal nativo da Ásia, onde a raiz é usada na culinária e na medicina natural. A planta tem benefícios terapêuticos: ação bactericida, anti-inflamatória, desintoxicante e termogênica. Amplamente utilizada no tratamento de enfermidades do sistema digestivo (cólica, gases, azia, diarreia, náusea), respiratório e circulatório. Utiliza-se na forma de chá ou infusão, xarope, pasta, ou como condimento culinário.

ALHO

Foto ampliada de quatro cabeças de alho, com uma delas pela metade.

Foto de formulário PxHere

O alho é uma planta comestível, rica em diversas vitaminas e minerais: enxofre, selênio, manganês, cálcio, cobre, potássio, fósforo, ferro, vitaminas B1, B6, C e fibras. Auxilia na redução da pressão arterial, níveis de colesterol LDL, desintoxicação por metais pesados, desempenho físico e combate a demência. Utilizado amplamente na culinária como tempero, mas tem as versões em cápsulas, tinturas ou óleos.

PIMENTÃO

Pimentões vermelhos e amarelos em uma cesta.

Foto de formulário PxHere

Vegetal parente das pimentas, em cores diferentes, do verde claro ao vermelho. O pimentão contém vitaminas A, C, B (1,3,5, e 6), E e K, além de antioxidantes carotenoides. Por suas propriedades auxilia na prevenção do câncer, degeneração cerebral, diminuição do risco de doença cardiovascular e saúde da visão. Amplamente utilizado na culinária na forma de saladas, molhos, sopas, entre outros.

ACEROLA

Imagem ampliada de frutas de acerola.

Imagem de Ponciano por Pixabay

Pequena fruta rica em vitaminas A, C, B1, B2, B3, B5 e B9, além de cálcio, zinco, cobre, magnésio, potássio e antioxidantes. A grande quantidade de vitamina C torna essa fruta importante aliada para aumentar a imunidade do organismo, sendo muito recomendada no combate de gripes e resfriados. Usada no preparo de refrescos, doces, geleias e sorvetes.

LIMÃO

Limão cortado ao meio sobre mesa de madeira.

Foto de formulário PxHere

Fruta enriquecida em vitamina C, minerais e antioxidantes, com propriedades antibióticas, antissépticas, cicatrizantes, diuréticas, imunoestimulantes. Podendo ser consumida na forma de sucos, shakes e molhos culinários.

Dica: um excelente shot de saúde para fortalecer o sistema imunológico de crianças e adultos – tomar em jejum meio limão (qualquer variedade) em meio copo de água filtrada com 10 gotas de própolis verde.

Se quiser conhecer mais a respeito do maravilhoso mundo da Medicina Natural, visite nosso site ou agende uma consulta.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DEVIDO AOS PROTOCOLOS DE SEGURANÇA PARA A PRODUÇÃO DA VACINA CONTRA CORONAVIRUS POPULAÇÃO NÃO COMEÇARÁ A SER VACINADA ANTES DE 2021, AFIRMA DIRETOR DA OMS

População não começará a ser vacinada antes de 2021, afirma OMS

Diretor da entidade diz que os protocolos de segurança para a produção de uma vacina contra o coronavírus não podem ser ignorados

SAÚDE

Da EFE

 

Diversas vacinas para a covid-19 estão em fase de testesDiversas vacinas para a covid-19 estão em fase de testes

O atual avanço das pesquisas para encontrar uma vacina contra o novo coronavírus e as precauções necessárias indicam que a população não começará a ser vacinada antes “da primeira parte de 2021”, afirmou nesta quarta-feira (22) o diretor do Programa de Emergências Sanitárias da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan.

“Temos que ser realistas quanto ao tempo. Não importa o quanto tentamos acelerar o processo, temos que estar seguros de que uma vacina é segura e eficaz, e isso leva seu próprio tempo. Estamos trabalhando como podemos, mas isso não significa de forma alguma que vamos pegar atalhos no que se refere à segurança”, afirmou Ryan.

As declarações de Ryan foram feitas em sessão informativa ao público nas redes sociais. Na mesma ocasião, a epidemiologista Maria Von Kerkhove, que integra o mesmo programa da OMS, ressaltou que não se pode ter expectativas exageradas e acreditar que a vacina será uma solução absoluta.

Eficácia das vacinas

Ryan lembrou que nenhuma vacina é 100% eficaz. Para ilustrar o raciocínio, lembrou que a vacina para o sarampo é das mais precisas, com 95% de eficácia. Outro aspecto que deve ser levado em conta é a duração da imunização oferecida pela vacina.

Cada vez mais vacinas — entre as 23 que estão nas fases mais avançadas em diferentes partes do mundo — estão chegando à fase 3, o que significa que, depois de mostrar que são seguras e com alguma eficácia, podem começar a ser administradas a milhares de pessoas. Esta etapa vem antes de uma vacina ser aprovada pelas autoridades sanitárias do país.

A OMS recebeu a confirmação de 14,73 milhões de casos de coronavírus no mundo, dos quais 169.013 correspondem às últimas 24 horas. O número de mortes pela nova doença é de 611.284, 3.503 a mais do que no dia anterior.

Durante a sessão, uma das perguntas mais frequentes foi se é seguro comparecer a grandes eventos ao ar livre. Von Kerkhove disse que sim, contanto que os participantes mantenham uma distância física de pelo menos um metro e cumpram as medidas de higiene indicadas, em particular a lavagem das mãos. Caso isto não seja possível, recomendou o uso de máscaras durante todo o evento.

Ryan pediu para que os jovens não se deixem levar pela ideia de que, se pegarem o vírus, terão sintomas mais leves. Segundo ela, há pessoas nessa faixa etária que apresentaram sintomas graves e sofreram sequelas que levaram semanas ou mesmo meses para se recuperar.

“Demora muito tempo até que o pulmão volte à capacidade normal, e em alguns casos o sistema cardiovascular também é afetado”, disse Ryan. A OMS documentou diversos casos de jovens que necessitam de três a seis meses para que os órgãos recuperem as funções normais, após terem sofrido a doença durante dez dias.

Fonte: R7

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DIRETOR DA OMS DIZ QUE MUITOS PAÍSES ESTÃO CAMINHANDO NA DIREÇÃO ERRADA, DESTA MANEIRA A PANDEMIA CONTINUARÁ ACELERANDO

Não há previsão para um retorno ao ‘velho normal’, diz OMS

Diretor-geral da OMS afirma que muitos países estão ‘caminhando na direção errada’ e, desta maneira, a pandemia de covid-19 seguirá se acelerando

INTERNACIONAL

Do R7

Tedros Adhanom, diretor-geral da OMSTedros Adhanom, diretor-geral da OMS

O diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, foi enfático ao declarar, nesta segunda-feira (13), que não há previsão nenhuma para um retorno ao “velho normal” e que a pandemia provocada pelo novo coronavírus segue se acelerando por conta de decisões equivocadas de lideranças nacionais.”Não há previsão para a volta ao velho normal em qualquer tempo futuro”, disse Adhanom. Ele ainda repetiu a frase, enfatizando a declaração.O discurso do diretor-geral, que tradicionalmente abre as coletivas de imprensa regulares da OMS, foi um dos mais duros até o momento. Adhanom costuma ser bastante diplomático e, mesmo no auge da crise com a gestão de Donald Trump nos Estados Unidos, que acabou anunciando sua saída da organização, não fazia críticas tão diretas aos governos nacionais.

“Permitam-me ser direto: muitos países estão andando na direção errada. O novo coronavírus segue sendo o inimigo público número um, mas as ações de muitos governos e de várias pessoas não reflete esta verdade.”

Como de costume, Adhanom não citou nomes de líderes ou mesmo países específicos, mas pouco antes havia feito um levantamento da situação da pandemia no mundo alertando que há quatro tipos de situação. Há os países que tomaram medidas de forma preventiva e conseguiram ser pouco afetados pela covid-19; aqueles que conseguiram superar a doença com ações severas; aqueles que, apesar das ações e redução dos casos, enfrentam ressurgimentos, mas com sistemas de vigilância preparados; e aqueles países que enfrentam situações muito preocupantes de transmissão comunitária.

A OMS citou “países na Ásia e na África” e foi enfática ao ressaltas que as Américas seguem sendo o epicentro da epidemia. EUA e Brasil seguem sendo os países mais afetados, ao mesmo tempo em que são as maiores nações a baterem de frente com a organização e as orientações da comunidade científica.

“Se o básico não é seguido, só há um jeito dessa pandemia continuar: piorando”, declarou Adhanom.

Fonte: R7

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EM MUDANÇA NO SITE, OMS ADMITIU A POSSIBILIDADE DE TRANSMISSÃO DO COVID-19 PELO AR, PRINCIPALMENTE EM AMBIENTES FECHADOS

OMS revisa alerta para possível transmissão do coronavírus pelo ar

Entidade refaz documento sobre modos de propagação da covid-19 e admite que, em determinadas condições, o vírus pode ter transmissão aérea

SAÚDE

Da EFE

Transmissão aérea pode acontecer em locais com muitas pessoas, diz a OMS Transmissão aérea pode acontecer em locais com muitas pessoas, diz a OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) modificou nesta quinta-feira (9) o site de informações sobre a covid-19 para admitir a possibilidade de transmissão aérea do novo coronavírus, principalmente em ambientes fechados e em determinadas circunstâncias.

“Tem havido surtos de covid-19 em certos lugares fechados, como restaurantes, boates, locais de oração ou áreas de trabalho onde as pessoas gritavam, falavam ou cantavam”, onde a transmissão por via aérea “não pode ser descartada”, destaca o comunicado.

O portal acrescenta que este tipo de contágio pode ter ocorrido em ambientes mal ventilados, onde pessoas com coronavírus puderam passar um longo período de tempo com outras pessoas.

A OMS acrescenta que são necessários mais estudos “urgentes” para investigar este tipo de transmissão, embora ressalte que por agora a principal via de transmissão comprovada é através do contato com pequenas gotas expelidas por pessoas infectadas quando estas tossem ou espirram.

“A transmissão por gotículas respiratórias pode ocorrer quando uma pessoa está próxima (cerca de 1 metro) de uma pessoa infectada com sintomas como tosse ou espirro ou que esteja falando ou cantando. Nessas circunstâncias, gotículas que podem conter o vírus podem atingir a boca, nariz ou olhos de uma pessoa suscetível e resultar numa infecção”, diz o documento da OMS.

Esta transmissão também seria possível se estas gotículas permanecessem em determinadas superfícies (móveis, maçanetas, grades), passassem pelo contato com outras pessoas e tocassem os olhos, nariz ou boca.

Alerta de especialistas

Na terça-feira passada, os especialistas da OMS anteciparam em entrevista coletiva que não descartavam uma possível transmissão aérea do vírus (que o tornaria muito mais contagioso) sob certas condições, em resposta aos pedidos de mais de 200 cientistas para que esta possível via de infecção seja investigada.

O jornal The New York Times publicou na segunda-feira uma carta aberta na qual 239 cientistas exigiam que a OMS levasse mais a sério a hipótese de transmissão por via aérea do coronavírus SARS-CoV-2 e enfatizavam que os padrões de distanciamento social da Covid-19 eram insuficientes.

Fonte: El País

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COM BASE EM NÚMEROS DE CRESCENTES ESTUDO, OMS RECONHECE RISCO DE TRANSMISSÃO DO COVID-19 TAMBÉM PELO AR

OMS reconhece risco de transmissão do coronavírus pelo ar

Organismo anuncia a publicação de um relatório elaborado ao longo das últimas semanas com base em “novas provas”

JAVIER SALAS

08 JUL 2020 – 10:26 BRT

Maria van Kerkhove, diretora de emergências sanitárias da OMS.Maria van Kerkhove, diretora de emergências sanitárias da OMS.

Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que há um número crescente de estudos e testes que mostram que a transmissão do vírus da covid-19 também ocorre por via aérea. Em sua habitual retórica ambígua, admitiu essa possibilidade durante a última entrevista coletiva realizada na tarde de terça-feira em sua sede de Genebra e anunciou a publicação de um relatório que resumirá todas as informações a esse respeito. Esta possibilidade, que não considera “definitiva”, foi o tema mais relevante do comparecimento dos diretores da OMS depois que 239 cientistas divulgaram uma carta aberta em que pedem ao organismo que aceite que o contágio do coronavírus pode ocorrer por via aérea e leve isso em conta nas suas recomendações.

“Acreditamos que devemos estar abertos a estas provas e compreender suas implicações com relação aos modos de transmissão e as precauções a serem tomadas”, admitiu Benedetta Allegranzi, diretora de prevenção e controle de infecções da OMS. Allegranzi acrescentou que a organização vinha desde abril dando atenção às contribuições destes cientistas especializados em aerossóis e transmissão aérea. No entanto, a cientista acrescentou que “há algumas provas novas, mas não é definitivo. Portanto, não se pode descartar a possibilidade de transmissão aérea em ambientes públicos, especialmente em condições muito específicas: lugares abarrotados, fechados, com pouca ventilação. Entretanto, a evidência deve ser reunida e interpretada”.

“Vínhamos falando da possibilidade de transmissão pelo ar e transmissão por aerossóis como um dos modos de transmissão da covid-19, assim como as gotículas”, explicou Maria van Kerkhove, diretora da unidade de zoonoses e doenças emergentes da OMS. “Emitiremos nosso relatório nas próximas semanas e isso resumirá tudo o que sabemos neste campo”, acrescentou. Há meses, especialistas em contágios por via aérea pedem à OMS que parta do princípio de que o coronavírus também é capaz de se manter em suspensão em partículas microscópicas de saliva e em questão de minutos acaba sendo aspirado por alguém no ambiente.

Na semana passada, 239 cientistas divulgaram um texto em que repassavam as provas científicas desta transmissão por vírus em suspensão: “Existem evidências mais do que suficientes para que se aplique o princípio de precaução. Para controlar a pandemia, à espera de dispor de uma vacina, devem-se interromper todas as vias de transmissão”. Estes especialistas não estavam descobrindo uma via principal ou inesperada; advertem que, sobretudo em ambientes internos, há situações em que se pode dar o contágio por aerossóis, essas pequenas partículas que permanecem em suspensão e podem infectar alguém. Em sua defesa, Allegranzi observou que as recomendações da OMS já incluem a necessidade de ventilar adequadamente os estabelecimentos comerciais e a conveniência de evitar lugares fechados, com muita gente e sem circulação de ar.

Fonte: El País

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS AMERICANOS DESENVOLVEM FILTRO TÉRMICO QUE MATA COVD INSTATANEAMENTE

Filtro de alta eficiência desenvolvido por cientistas norte-americanos que consegue matar na hora 99,8% dos micro-organismos responsáveis pela Covid-19 é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira. Leia o artigo completo a seguir e saiba de todos os detalhes!

Cientistas criam filtro de ar capaz de destruir Covid em 99%

Cientistas norte-americanos criaram um filtro de ar que consegue matar na hora 99,8% dos micro-organismos responsáveis pela Covid-19.

A informação vem em boa hora porque nesta terça, 7, a OMS, Organização Mundial de Saúde, reconheceu que o coronavírus pode ficar suspenso no ar por até três horas e esta é uma maneira de transmissão do vírus.

filtro, criado por pesquisadores da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, é um tecido feito da espuma de níquel aquecida a 200°C por eletricidade.

“Este filtro pode ser útil em aeroportos e aviões, prédios de escritórios, escolas e cruzeiros para parar a disseminação da doença. Sua habilidade de controle pode ser muito interessante para a sociedade”, disse o professor Zhifeng Ren, responsável pelo projeto.

“Esta nova tecnologia de proteção do ar para ambientes internos de biodefesa oferece a primeira prevenção em linha contra a transmissão mediada pelo ambiente de SARS-CoV-2 no ar e estará na vanguarda das tecnologias disponíveis para combater a pandemia atual e quaisquer futuras ameaças biológicas no ar em ambientes internos”, afirmou Faisal Cheema, da Faculdade de Medicina da UH, e coautor do artigo.

As pesquisas

Os pesquisadores relataram em artigo publicado na revista “Materials Today Physics” que os testes no Laboratório Nacional de Galveston mostraram que 99,8% do coronavírus SARS-CoV-2 foram mortos em uma única passagem por um filtro.

Em outro teste no laboratório administrado pelo Departamento Médico da Universidade do Texas, o filtro matou 99,9% dos esporos de bactérias de antraz.

Zhifeng Ren afirma que o uso de espuma de níquel era o indicado porque atendia a vários requisitos principais: é flexível e porosa, o que permite o fluxo de ar e também é eletricamente condutora, o que permite o aquecimento.

Como

O filtro foi feito em colaboração com Monzer Hourani, CEO da Medistar, uma empresa de desenvolvimento de imóveis médicos com sede em Houston, e ainda outros investigadores.

E a empresa sabia que o vírus não pode sobreviver a temperaturas acima de 70 graus Celcius, então os pesquisadores decidiram usar um filtro aquecido.

Ao tornar a temperatura do filtro muito mais quente – cerca de 200 graus Celcius – eles conseguiram matar o vírus quase que instantaneamente.

Uma variação do filtro, para uso individual, também está sendo desenvolvida — a ideia é que fique em cima da mesa e proteja quem está sentado.

Com informações do Universidade de Houston

Fonte: Só Notícia Boa

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DONALD TRUMP FORMALIZOU NESTA TERÇA FEIRA O INÍCIO DO ROMPIMENTO DOS EUA COM A OMS

Em meio a novo pico de coronavírus no país, Trump oficializa saída dos EUA da OMS

Decisão foi anunciada em maio e formalizada agora, mas só se concretizará daqui a um ano. Pano de fundo é disputa geopolítica com a China

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

Trump oficializa saída de EUA da Organização Mundial da SaúdeTrump oficializa saída de EUA da Organização Mundial da Saúde EPA

Depois de culpar repetidas vezes a Organização Mundial da Saúde (OMS) pelos maus resultados causados pela pandemia de coronavírus no mundo, de suspender o repasse de verbas para a organização e de ameaçar deixar seu assento no órgão, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump formalizou o início do rompimento com a OMS nesta terça-feira, dia 7.

Em uma carta enviada a António Guterres, secretário-geral da ONU, a administração Trump informa que o país quer dar início formal ao processo de retirada da OMS, braço das Nações Unidas para a saúde.

Ao fazer o movimento, Trump notificou o Congresso, que precisará dar sua anuência nas diversas fases de desligamento entre o país e a organização multilateral. Uma resolução aprovada pelos congressistas americanos em 1948 permite a retirada dos Estados Unidos da OMS, mas determina que o procedimento deverá levar pelo menos um ano. Os americanos também terão que pagar uma série de taxas pela renúncia à posição, que só aconteceria definitivamente em julho de 2021.

Disputa com a China

Os Estados Unidos são hoje o maior financiador da OMS, responsáveis por cerca de 15% de todo o orçamento anual do órgão. Apenas em 2019, o governo americano repassou US$ 400 milhões ao órgão.

No entanto, desde março, o presidente americano passou a atacar a OMS e suas ações para combater a epidemia. Trump acusa a instituição de ter acobertado a falta de transparência dos chineses em relação ao vírus, o que teria levado ao espalhamento planetário do SARS-CoV2.

A China se tornou nos últimos anos o principal adversário dos americanos na arena internacional. Para Trump, ao atirar na OMS, ele acerta a China e, com isso, pode ganhar pontos com seu eleitorado conservador, pouco simpático aos chineses.

Além disso, a quatro meses de enfrentar as urnas para tentar se reeleger, Trump tem repetido que fez o melhor que podia para conter a epidemia no país e que, se os resultados não foram ideais, isso aconteceu por uma falha da OMS em orientar os países.

“Bater na OMS como cúmplice da China traz poucos riscos para os interesses americanos e pode ser decisivo para alguns eleitores na campanha de Trump”, explica Michael Cornfield, analista político da Universidade George Washington.

O governo americano já afirmou que propôs reformas do órgão, condição para que o país se mantivesse entre os quadros. Sem uma resposta positiva da organização, no fim de maio, Trump afirmou “nós vamos romper nossa relação com a OMS e direcionar os fundos” para organizações de caridade sanitária internacional.

Futuro incerto

O descontentamento do governo Trump com organismos multilaterais não é uma novidade e tem crescido conforme aumenta o peso e a presença da China nesses fóruns. Para alguns analistas, no entanto, ao se retirar da discussão no escopo da OMS, os americanos deixam o caminho livre para que a China ocupe esse vazio de poder.

China e Estados Unidos se engajaram em uma disputa para, em meio a epidemia, determinar quem espalha mais recursos e ajuda globalmente, em uma diplomacia de luvas e máscaras que tenta garantir áreas de influência.

O líder democrata da Comissão de Relações Internacionais, senador Robert Menendez, não poupou críticas diante do anúncio de retirada dos Estados Unidos da OMS em meio ao novo pico de casos de coronavírus pelo país nas últimas duas semanas. Até agora, os americanos já perderam mais de 130 mil pessoas para a doença e se tornaram a nação com maior número absoluto de vítimas fatais e casos.

“O Congresso recebeu a notificação de que o presidente oficialmente retirou os Estados Unidos da OMS, em meio a uma pandemia. Chamar a resposta de Trump ao coronavírus de caótica e incoerente seria pouco. Isso não vai proteger nem as vidas nem os interesses americanos, vai apenas deixar os americanos doentes e sozinhos”.

Embora tenha sido formalmente iniciada, a saída dos Estados Unidos da OMS não necessariamente vai se concretizar. Caso o democrata Joe Biden vença as eleições presidenciais em novembro e assuma o controle do país no ano que vem, o processo deve ser revertido. Biden já afirmou ao longo da campanha que pretende fortalecer a presença americana em organismos multilaterais como a OMS.

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ANÁLISE POLÍTICA: OS FATOS DA SEMANA NA VISÃO CRÍTICA, ÁCIDA E BEM HUMORADA DE BÁRBARA

Caro(a) leitor(a),

Assim como a vida a política também é dinâmica e muda a toda hora e com essas mudanças também temos novos interlocutores que começam a opinar sobre os fatos políticos que stão ocorrendo e é com grata satisfação que passo a postar na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA os comentários da mais nova personagem nas redes sociais com um olhar crítico, irreverente e muito humorado. É a Bárbara. Aquela que se tornou investigada no bizarro inquérito das Fake News. Então convido você a assistir o vídeo completo a seguir, refletir e tirar as suas conclusões!

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ANÁLISE POLÍTICA: LAMBANÇA DA DONA MARIA DA OMS E OS CURANDEIROS VOCACIONAIS DE PLANTÃO

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira temos mais um comentário irreverente de José Nêumanne Pinto sobre a lambança que a diretora técnica da OMS, Maria Van Kerkove, aprontou em plena pandemia da covid-19, ao afirmar que assintomático que tiver sido contagiado pelo microrganismo não transmite a outra pessoa sã. Nesta terça-feira, 9 de junho, a entidade resolveu esclarecer melhor, mas aí a mancada já tinha sido divulgada. De acordo com o comentarista a fala da mulher inspirou curandeiros vocacionais, como o presidente Jair Bolsonaro, a dizer em reunião ministerial que a grande “descoberta” de dona Maria permite que se ponha fim imediato a quarentenas no Brasil. Diz que o chefe do Executivo, não perde uma oportunidade de tentar transferir a responsabilidade por seu erro, reconhecido como “mau exemplo! por seu “amigo” Donald Trump, para governadores e prefeitos, o que tem sido desmentido por interlocutores dele, como Dias Toffoli, e acadêmicos de Direito. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

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OMS VOLTA ATRÁS MAIS UMA VEZ E REINICIA ESTUDOS EM PACIENTES COM HIDROXICLOROQUINA

OMS reinicia os testes em pacientes com hidroxicloroquina

Aumentam as dúvidas sobre o estudo que alertou de uma maior mortalidade associada à cloroquina e seu derivado

NUÑO DOMÍNGUEZ

03 JUN 2020 – 21:45 BRT

Pesquisadora em um hospital de São Paulo.Pesquisadora em um hospital de São Paulo.

Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu retomar todos os seus testes clínicos com hidroxicloroquina apesar das dúvidas existentes sobre esse medicamento. O secretário geral da organização, Tedros Adhanom, informou na quarta-feira que um comitê independente de segurança analisou os dados do teste clínico Solidarity da OMS que analisa diferentes tratamentos contra covid-19, entre eles a hidroxicloroquina. Essa parte do teste havia sido cancelada após um estudo publicado há cinco dias alertar de uma maior mortalidade ligada a esse fármaco e outro parecido, a cloroquina. O comitê independente revisou os dados de mortalidade ligada ao fármaco e não encontrou razões para não continuar com o teste, de modo que o comitê executivo da OMS deu ordens para retomá-lo. Mais de 3.500 pacientes de 35 países participam do teste Solidarity que, além da hidroxicloroquina e cloroquina está experimentando outros três tratamentos: remdesivir, interferon e lopinavir/ritonavir, dois antirretrovirais usados contra o HIV.

A decisão da OMS coincide com um crescente ceticismo sobre o estudo que aponta que a cloroquina e seu derivado não só não ajudam os doentes hospitalizados, como aumentam seu risco de morte. Mas esse estudo aparentemente monumental ―dados de mais de 96.000 pacientes; revisão de especialistas independentes, publicação na The Lancet, uma das revistas científicas mais prestigiosas― está caindo. A própria revista que o publicou acaba de reconhecer que há “importantes perguntas científicas” sem respostas sobre o estudo.

A principal pergunta é se os dados são verdadeiros. Parece algo inconcebível em se tratando de uma publicação de prestígio e assinado por três cardiologistas de instituições respeitadas, mas por enquanto não há maneira de sabê-lo porque os autores não tornaram públicos os dados para que sejam revisados por especialistas independentes. Sequer forneceram a lista completa dos quase 700 hospitais que participaram cedendo dados anônimos de pacientes por via telemática à empresa norte-americana Surgisphere. Seu principal executivo, Sapan Desai, é autor do trabalho, ao lado dos cardiologistas Mandeep Mehra, do Hospital Brigham de Mulheres de Boston, Frank Ruschitzka, do Hospital Universitário de Zurique e Amit Patel, do departamento de bioengenharia da Universidade de Utah. A empresa argumenta que não pode fornecer os dados e identificar os hospitais com os quais trabalha por acordos de confidencialidade.

Numerosos especialistas, entre eles um grupo de mais de 200 médicos e bioestatísticos de vários países, denunciam que o trabalho contém dados aparentemente impossíveis que não podem ser verificados. Sustentam que o estudo não soube ponderar bem as diferenças entre os pacientes, por exemplo os que recebem o tratamento e por quê e a qualidade dos hospitais em que estavam internados. Também acham quase impossível que em um continente como a África possam existir dados informatizados e de qualidade de 4.400 pacientes, o que significa um de cada quatro infectados no continente. A maioria dos pacientes analisados, 63.000, é da América do Norte, provavelmente muitos dos EUA, país em que a dose aprovada dos medicamentos é mais baixa do que as usadas no estudo, alertam.

Outro grande estudo assinado por vários membros da mesma equipe e baseado em dados da Surgisphere acaba de entrar na discussão. O trabalho analisou dados de 8.000 pacientes em 170 hospitais para realizar um trabalho aparentemente contundente. Ao contrário do que apontaram outros trabalhos não havia provas de que dois medicamentos para controlar a tensão aumentam o risco de morrer por covid-19. “Recentemente nos alertaram de importantes dúvidas sobre a qualidade da informação nessa base de dados”, alerta nesta semana o prestigioso New England Journal of Medicine, que publicou o estudo, em uma carta de seus editores.

A Surgisphere anunciou que disponibilizará todos os dados aos autores do estudo não afiliados à empresa para que façam uma “auditoria” independente. As duas revistas envolvidas dizem que tomarão novas medidas quando os resultados dessa análise forem divulgados. Os mais de 200 especialistas nesse campo exigem que essa auditoria seja feita pela OMS ou órgão semelhante. Também pedem à The Lancet que torne públicos todos os comentários dos especialistas independentes que analisaram o estudo antes de sua publicação.

Fonte: El País
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EDITORIAL: NÃO É A TOA QUE TRUMP CORTOU RELAÇÕES COM A OMS UMA ORGANIZAÇÃO COM MUITAS SOMBRAS AO REDOR

No nosso EDITORIAL desta quinta-feira vamos tratar de um assunto que virou polêmica mundial, principalmente depois que a OMS suspendeu suas pesquisas. O uso da Hidroxicloroquina e da cloroquina no tratamento da Covid-19, que estranhamente, desde o começo dessa pandemia, essa organização vem insistentemente tentando desabonar e desqualificar as propriedades profiláticas dessa droga. E finalmente resolveu suspender definitivamente levando países e governos que vinham fazendo uso da droga a suspenderem também o tratamento terapêutico, que podia estar ajudando a salvar vidas no mundo todo, baseado em estudo divulgado por empresa de origem duvidosa. De acordo com o artigo a seguir a renomada revista científica The Lancet “põe em dúvida” tal estudo respaldada por investigação do também renomado Jornal Britânico The Gardian e pode revelar um escândalo de proporções gigantescas. Esse lance não está muito diferente da crise política que estamos vivendo aqui no Brasil, onde se está desviando a atenção da pandemia para outros interesses privados. A pandemia da Covid-19 é uma guerra mundial e como tal precisa ser tratada, com foco total. E numa guerra vale tudo para se salvar vidas, inclusive fazer uso de remédios que podem ajudar nesse intento. É o que a médica Raissa Soares no artigo mais abaixo conclama a classe médica a fazer, depois de expor inúmeros argumentos sustentáveis para se fazer uso da hidroxicloroquina em meio a pandemia. O sexo dos anjos se discute depois da guerra. Então lhe convido também a assistir o vídeo com os meus argumentos sobre tudo isso que está acontecendo e no final, refletir e fazer o seu melhor juízo de valor!

MUITO GRAVE: The Lancet “põe em dúvida” estudo que levou OMS a suspender cloroquina; investigação do britânico The Guardian pode revelar escândalo

Foto: picture-alliance/dpa/Zuma/Quad-City Times/K. E. Schmidt (via DW0)

“The Lancet” põe em dúvida estudo que levou OMS a suspender cloroquina – Revista científica emite alerta sobre estudo publicado em maio que levou OMS a suspender suas pesquisas sobre hidroxicloroquina. Levantamento usou dados, agora questionados, de 96 mil pacientes.A revista médica The Lancet divulgou nesta terça-feira (02/06) uma nota de preocupação com um estudo alvo de críticas sobre a cloroquina e hidroxicloroquina, publicado na própria revista, na qual reconhece que “questões importantes” pairam sobre o trabalho e afirma que está sendo feita uma auditoria independente dos dados utilizados.

A chamada “expressão de preocupação”, emitida pela Lancet, não significa uma retirada total do estudo, mas coloca em dúvida o trabalho científico realizado.

A publicação do estudo, em 22 de maio, numa das revistas científicas mais renomadas do mundo, levou à suspensão de ensaios clínicos de hidroxicloroquina em todo o mundo, pois a pesquisa apontava que o medicamento não seria benéfico para pacientes hospitalizados com covid-19 e poderia até ser prejudicial. O estudo também levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) asuspender temporariamente, por precaução, o uso de hidroxicloroquina em pesquisas por ela coordenadas em vários países.

Depois da decisão da OMS, os governos da França, da Itália e da Bélgica interromperam o uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com covid-19.

O estudo se baseia em dados de 96 mil pacientes hospitalizados entre 20 de dezembro e 14 de abril em 671 hospitais e compara a condição dos doentes que receberam tratamento com cloroquina ou hidroxicloroquina (cerca de 15 mil) com os que não receberam.

Os dados usados são da empresa Surgisphere, que se apresenta como uma empresa de análise de dados em saúde com sede nos Estados Unidos. O jornal britânico The Guardian colocou em dúvida a idoneidade da empresa, que tem apenas uma meia dúzia de funcionários, que aparentam ter pouca experiência científica, e pequena presença online. O dono da Surgisphere, Sapan Desai, é um dos autores do estudo publicado na Lancet.

Os autores do estudo dizem “não terem conseguido confirmar o benefício da hidroxicloroquina ou da cloroquina” nos doentes analisados, apontando um acréscimo de efeitos adversos potencialmente graves, incluindo “um aumento da mortalidade”, durante a hospitalização de doentes com covid-19.

VEJA MAIS – BOMBA: Governos e OMS mudaram suas políticas e tratamentos da Covid-19 com base em dados suspeitos de pequena empresa e estudo da Lancet é questionado, destaca reportagem do The Guardian

Muitos investigadores expressaram dúvidas sobre o trabalho, incluindo alguns cientistas céticos sobre o benefício da hidroxicloroquina contra a covid-19.

Numa carta aberta divulgada na semana passada, dezenas de cientistas expressaram preocupação com o trabalho e disseram que um exame detalhado levantou questões de metodologia e de integridade dos dados, apontando a recusa dos autores em dar acesso total aos dados e a falta de “revisão ética”.

Entre os investigadores que assinaram a carta aberta está o francês Philippe Parola, colaborador em Marselha de Didier Raoult, promotor francês da hidroxicloroquina que contribuiu amplamente para popularizar esse tratamento que vem sendo promovido por líderes como Jair Bolsonaro e Donald Trump.

Outra revista científica, a New England Journal of Medicine, também publicou um estudo com base em dados da Surgisphere, também assinado por Desai. As dúvidas quanto aos dados fornecidos por essa empresa levaram também esta revista a emitir uma “expressão de preocupação”, nesta terça-feira, sobre um estudo publicado em 1º de maio e que sugere que medicamentos para tratar problemas cardiovasculares não elevam o risco de uma pessoa morrer de covid-19.

UOL, com Deutsche Welle

Fonte: Blog do BG

A médica mais lúcida que o Brasil já ouviu! Calou a extrema imprensa e fez Bolsonaro e o povo sorrir (veja o vídeo)

Médica Raissa Soares

Com uma enorme sensibilidade e sobretudo cheia de compaixão para o próximo, a médica desabafa sobre a missão de salvar vidas.

Para Raissa, o coronavírus têm dividido a classe médica, por “pensamentos diversos”.

Segundo ela, é necessário acabar com a doença durante a sua fase viral, e não esperar até chegar a fase inflamatória para usar os medicamentos que podem ser mais eficazes.

Confira:

 

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CIÊNCIAS: PESQUISADORES CHINESES DESENVOLVEM REMÉDIO CAPAZ DE CURAR PESSOAS INFECTADAS PELA COVID-19

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Covid-19: A China diz ter resposta

Pesquisadores chineses garantem que estão desenvolvendo um medicamento capaz de curar as pessoas infectadas pela Covid-19 e oferece a imunidade temporária contra o vírus.

Enquanto uma centena de laboratórios mundiais rivalizam na busca incessante de uma vacina contra o novo coronavírus, na China pesquisadores garantem que estão desenvolvendo um medicamento capaz de curar as pessoas infectadas pela Covid-19 e de oferecer a imunidade temporária contra o vírus.

A notícia foi anunciada à Agence France Presse pelo diretor do Centro de Inovação Avançada de Genoma da Universidade de Pequim. Sunney Xie explica, o medicamento conseguiu demonstrar que o medicamento foi bem-sucedido em testes com ratos.

«Depois de termos injetado, durante cinco dias, anticorpos neutralizantes em ratos a carga viral foi reduzida por um fator de 2.500. Isto significa que este medicamento tem potencial, tem um efeito terapêutico», refere.

O medicamento usa anticorpos produzidos pelo sistema imunológico humano de 60 pacientes recuperados depois da Covid-19. É uma nova abordagem na procura de potenciais soluções para combater o novo coronavírus. Todavia, o sistema já foi utilizado em tratamentos para outros vírus, como o HIV, o Ebola ou a MERS.

Sunney Xie afirma que o tratamento poderá estar disponível antes do fim do ano, a tempo de responder a um novo surto da Covid-19 no inverno.

Na Austrália e em outros países atingidos pelo novo coronavírus, já estão sendo planeados ensaios clínicos em humanos, voluntários que se ofereceram para participar nos testes, uma vez que a China regista cada vez menos casos de contágio.

O estudo que resulta desta pesquisa, publicado no último domingo na revista científica Cell, informa que a utilização de anticorpos providencia uma potencial “cura” para a doença e encurta o tempo de recuperação.

Imunização temporária

Se mais de uma centena de laboratórios se lançaram na procura de uma vacina, esta pode levar entre 12 a 18 meses até chegar ao mercado, advertiu a Organização Mundial da Saúde. Um tratamento à base de anticorpos poderá ser mais rápido para chegar ao mercado.

Na China, mais de 700 pacientes receberam o plasma de convalescença, uma técnica que, segundo as autoridades sanitárias, está produzindo «bons resultados».

Porém, admite Sunney Xie, a quantidade de plasma existente «é muito limitada». Enquanto os 14 anticorpos utilizados na pesquisa poderão ser rapidamente reproduzidos à escala global.

«Nós poderemos acabar com a pandemia com um tratamento que funcione, mesmo sem vacina», defende.

Fonte: rfI Mundo

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SAÚDE PÚBLICA: VÍRUS CORONA CAUSA ALERTA VERMELHO EM PAÍSES ASIÁTICOS

Um problema de SAÚDE PÚBLICA é o foco dessa postagem na coluna SAÚDE desta terça-feira devido ao vírus mortal que se alastra na China conhecido por Corona, que provocou uma reunião de emergência da OMS por causa da forma como está se espalhando pela Ásia. Leia a reportagem completa a seguir e saiba tudo sobre esse vírus!

Reunião de emergência da OMS sobre o vírus mortal da China

Thaís Garcia

Publicado em 21.01.2020

Reunião de emergência da OMS sobre o vírus mortal da China 16

Imagem: AFP/GETTY

 

A Organização Mundial da Saúde das Nações Unidas se reunirá amanhã (22) em Genebra para uma reunião de emergência sobre o vírus corona.

O vírus é identificado como vírus corona – um tipo de vírus que pode causar várias doenças, que variam do resfriado comum à SARS, ou Síndrome Respiratória Aguda Grave. A SARS infectou pela primeira vez pessoas no sul da China, no final de 2002 e se espalhou para mais de duas dúzias de países, matando quase 800. O governo comunista chinês inicialmente tentou ocultar a gravidade da epidemia de SARS, mas seu encobrimento foi exposto por um médico de alto escalão.

Como na SARS, os sintomas se assemelham aos da gripe, com febre e tosse. Problemas respiratórios podem ocorrer posteriormente e o vírus pode se mover para os pulmões. Mais de 290 pessoas já foram infectadas com o vírus corona, embora autoridades de saúde mundial afirmam que esse número também pode ser muito maior.

As autoridades de saúde na China e em outros lugares estão agora tentando evitar a repetição do que aconteceu com a SARS com este atual surto de vírus corona. Acredita-se que o recém-descoberto vírus corona seja menos sério que o SARS, já que centenas de pessoas que entraram em contato próximo com pacientes diagnosticados não ficaram doentes, indicando a possibilidade de o vírus não ser transmitido facilmente entre humanos.

Alerta máximo

As autoridades de saúde de todo o mundo estão em alerta máximo sobre este vírus misterioso originário da China. O vírus anteriormente era detectado apenas em animais. No entanto, acredita-se que um surto tenha começado com pessoas que foram contaminadas por animais em um mercado de alimentos frescos na cidade de Wuhan, no centro da China.

O chefe de uma agência do governo chinês confirmou a transmissão entre humanos. Duas pessoas na província de Guangdong, no sul da China, foram contaminados através de familiares que estiveram em Wuhan, informou a mídia estatal.

Até agora, 291 pessoas contraíram o vírus na Ásia e 4 morreram. O surto ocorre quando o país entrou em seu período mais movimentado de viagem, quando milhões de pessoas embarcam em trens e aviões para o feriado do Ano Novo Lunar.

Casos em outros países

As autoridades da Tailândia e do Japão já identificaram pelo menos 3 casos, todos envolvendo viagens recentes à China.

A Tailândia tem passageiros de aeronaves de áreas de risco na China examinados nos aeroportos de Bangcoc, Chiang Mai, Phuket e Krabi. Qualquer pessoa que apresenta sintomas fica em quarentena por 24 horas como precaução.

Durante o Ano Novo Chinês ou Ano Novo Lunar, cerca de 1.300 passageiros por dia chegam de Wuhan à Tailândia. Essa metrópole chinesa é o epicentro do surto de vírus. O ministro da Saúde tailandês, Anutin Charnvirakul, disse que os passageiros estão sendo examinados “sem exceção”.

Taiwan e Vietnã também intensificaram a triagem e emitiram um aviso de viagem.

A Coreia do Sul relatou seu primeiro caso na segunda-feira (20), quando o exame de uma chinesa de 35 anos de Wuhan deu positivo para o novo vírus, um dia depois de chegar ao aeroporto de Seul, Incheon. A mulher foi isolada em um hospital estatal da capital sul coreana. A Coreia do Sul é um dos seis países asiáticos que estão rastreando os passageiros das companhias aéreas vindas do centro da China.

Nos EUA, no último fim de semana, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (em Inglês, CDC) começaram a rastrear centenas de passageiros que chegavam de Wuhan, na China, em três aeroportos com o maior afluxo de passageiros daquela área.

Pelo menos 100 funcionários do CDC foram enviados para o aeroporto JFK em Nova York, LAX em Los Angeles e SFO em San Francisco. Eles estão medindo a temperatura e questionando os passageiros que chegam, verificando os sintomas do vírus que podem parecer à primeira vista como um resfriado comum, gripe ou até pneumonia.

Na Austrália, os passageiros dos três voos semanais de Wuhan serão verificados quanto a sintomas do vírus no aeroporto australiano de Sydney a partir de quinta-feira (23). Os passageiros receberão um folheto informativo e serão solicitados a relatar quando são (ou foram) afetados por uma febre ou outro sintoma suspeito.

“Não podemos impedir completamente que o vírus entre no país. É provável que o período de incubação dure uma semana”, alertou o principal consultor médico do governo australiano sobre a proteção limitada que as medidas oferecem.

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

Fonte: Conexão Política

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