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A CIDADE DE MOSSORÓ GANHARÁ MAIS UM EMPREENDIMENTO, UMA LOJA DA HAVAN

Loja Havan se instalará em Mossoró

24 dez 2020

Com investimento de R$ 100 milhões, Havan quer construir mais 6 lojas este ano

A cidade de Mossoró ganhará um novo empreendimento. A rede de lojas Havan instalará uma unidade naquele município.

O empreendimento será construída em um terreno localizado na Avenida João da Escóssia, entre a Universidade Potiguar (UNP) e a Uninassau, próximo ao Partage Shopping Mossoró. A loja de departamentos tem o objetivo de gerar em média 200 empregos diretos na cidade. A empresa pretende inaugurar 30 lojas em 2021 e a Havan Mossoró está dentro dessa programação.

Fonte: Política em Foco

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CERTAS ATITUDES NÃO DEVEM SER FEITAS, DIVIDO RISCO DE PERDER TODO SEU DINHEIRO

DESENVOLVIMENTO PESSOAL: CERTAS ATITUDES NÃO DEVEM SER  FEITAS,  DIVIDO RISCO DE PERDER TODO SEU DINHEIRO
Notas de Reais e dólar para artes. Foto. Sérgio Lima, 30-07-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

6 coisas que você NUNCA deve fazer com seu dinheiro |

11 de nov. de 2020

Fonte:
Seja Uma Pessoa Melhor
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ESTE MÊS EUA E BRASIL DEVEM ASSINAR ACORDO ANTICORRUPÇÃO

 

Brasil e EUA devem assinar acordo anticorrupção neste mês

Acordo faz parte de esforço para facilitar negócios. Outros dois devem ser assinados, todos foram fechados por Trump e Bolsonaro em março

R7 PLANALTO

Thiago Nolasco, da Record TV

 

Brasil e EUA devem assinar acordo anticorrupção neste mês

Tom Brenner/Reuters – 7.3.2020

Três acordos regulatórios entre o Brasil e os EUA estão prontos e devem ser assinados no mês de outubro, disse o ministro das Realções Exteriores, Ernesto Araújo, ao R7 Planalto. Os acordos fazem parte do pacote comercial acertado entres os presidentes Bolsonaro e Donald Trump quando se encontraram em Mar-a-Lago, na Flórida, em março deste ano e devem facilitar a atividade das empresas exportadoras.

Um dos acordos é de facilitação de comércio por meio de redução da burocracia em trâmites aduaneiros. Outro é de convergência regulatória, para facilitar novas técnicas produção de normas e regulamentos compatíveis entre os Países. E um terceiro é um acordo anticorrupção.

Para o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a negociação “faz parte da nova geração de entendimentos que nós estamos tendo com os Estados Unidos para facilitar a vida dos empreendedores. Sãoo acordos regulatórios, não afetam o acesso aos mercados, mas às vezes têm impacto até maior para o agente econômico, para as empresas”.

 

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: UMA INICIATIVA DO MCDONALD’S QUE VAI POUPAR 600 BILHÕES DE COPOS DESCARTÁVEIS POR ANO

Uma louvável inovação está acontecendo no McDonald’s mundial e a natureza a gradece. Os testes com xícaras de café retornáveis e reutilizáveis estão começando no McDonald’s do Reino Unido. O objetivo é reduzir a demanda por recipientes de bebidas quentes para viagem, que produz 600 bilhões deles por ano em todo o mundo. Uma iniciativa realmente de tirar o chapéu. Então convido você a ler o artigo completo a seguir para saber dos detalhes dessa nova novidade!

McDonald’s inova com xícaras de café retornáveis ​​e reutilizáveis

McDonald’s

O McDonald’s do Reino Unido começará a testar um novo sistema de copos reutilizáveis ​​e retornáveis ​​para reduzir a demanda por recipientes de bebidas quentes para viagem, que produz 600 bilhões deles por ano em todo o mundo.

Em vez de depender apenas de copos biodegradáveis ​​ou recicláveis, a vice-presidente de sustentabilidade global do McDonald’s, Jenny McColloch, está optando por um sistema reutilizável de copos feitos por uma empresa chamada Loop.

Esta iniciativa visa dar ao consumidor um maior sentido de responsabilidade em relação ao copo e aos resíduos em geral.

Em seu sistema, um pequeno depósito será pago em cada xícara que será devolvido ao comprador após o seu depósito em uma caixa especial na loja ou em pontos de coleta em outras lojas participantes em todo o país, como Tesco, onde eles podem estar recolhidos e levados a uma instalação para serem esterilizados e enviados de volta aos restaurantes para serem usados ​​novamente.

“Agora você pode sair do restaurante com ele e depositá-lo em qualquer lugar”, disse Tom Szaky, CEO da Loop. “Assim, você consegue realizar esse tipo de experiência ininterrupta e não precisa lidar com nada além de depositá-la de volta no ecossistema Loop.”

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O McDonald’s alemão, assim como empresas americanas como Starbucks e Peet’s Coffee, oferecem pequenos descontos para clientes que trazem suas próprias xícaras, mas – em parte por causa da inconveniência de trazer um copo para todos os lugares – relativamente poucos bebedores de café tiram proveito do negócio.

Loop e McDonald’s estão se inspirando no ReCup da Alemanha, um dos finalistas do NextGen Cup Challenge,  um concurso patrocinado pelo McDonald’s e Closed Loop Partners, que foi lançado no ano passado para tentar encontrar as melhores soluções para problemas de sustentabilidade de copos para viagem.

O ReCup funciona da mesma forma que o Loop – é uma espécie de “compartilhamento de bicicletas, mas para copos”, e McColloch espera verificar como o sistema funcionará em uma organização como o McDonald’s.

No Reino Unido, muitas franquias e pequenos cafés estão usando copos recicláveis ​​para bebidas quentes, que exigem que o revestimento interno seja removido antes que o material externo parecido com papelão possa ser reciclado. No entanto, mesmo esses copos têm um ciclo de vida antes que a estrutura molecular do material se quebre e não são reutilizáveis.

MAIS: eles reciclam eletrônicos – e a vida das pessoas – ao darem bons empregos a ex-criminosos para imaginar um mundo melhor

A Loop espera 100 implantações em cada xícara, um aumento acentuado em relação às tradicionais, enquanto o McDonald’s e McColloch esperam que quanto mais restaurantes implementarem esse tipo de medida, maior será a infraestrutura para ampla atividade econômica circular, permitindo mais e mais empresas a aderirem a práticas ecológicas.

Fonte: Good News Network

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NEGÓCIOS: O BRASIL É UM POSSÍVEL CELEIRO DA MODA SUSTENTÁVEL, NA VISÃO DO HERDEIRO DA CHANEL

Chanel: herdeiro vê Brasil como possível celeiro de moda sustentável

Estadão Conteúdo

30 de agosto de 2020 às 11:12

Chanel: herdeiro vê Brasil como possível celeiro de moda sustentável | CNN Brasil
Herdeiro da grife francesa Chanel, uma das principais marcas de luxo do mundo, David Wertheimer acredita que o Brasil pode ser um celeiro para exportar práticas sustentáveis aplicadas à moda para o mundo todo. Membro da quinta geração da família à frente do império de luxo, o executivo lidera um fundo de investimentos que vai garimpar práticas sustentáveis para produção de roupas, sapatos e acessórios – e já está de olho em pelo menos dois negócios no Brasil.

Embora os contratos ainda não estejam fechados, por aqui o fundo que Wertheimer montou em parceria com o banco suíço Mirabaud tem interesse em tecnologias extraídas da cana-de-açúcar que possam substituir outros materiais usados em sapatos, como o plástico e a borracha não orgânica. “Estamos olhando para um conjunto de marcas que são completamente sustentáveis, ligadas à cana-de-açúcar, usando couro reciclável e outros materiais reciclados”, disse o empresário, em entrevista ao Estadão.

O fundo, que está em fase adiantada de captação, deve concentrar o equivalente a R$ 1,3 bilhão. Na mira de Wertheimer estão tanto marcas já estabelecidas quanto iniciativas em estágio mais embrionário, que receberiam cheques menores, dentro do conceito de venture capital. Para encontrar boas práticas no País, o fundo procurou a ajuda do Instituto E, comando pelo empresário Oskar Metsavaht, dono da Osklen, que há mais de 20 anos desenvolve práticas ambientalmente corretas.

A busca do fundo pela moda sustentável vai se espalhar também pela Europa e pela Ásia. E canais de venda que reforcem o posicionamento sustentável das marcas também estão na mira de Wertheimer. “Também procuramos novas formas de vender online, de comunicação para facilitar as negociações e olhamos como as pessoas vão abordar o consumo daqui em diante”, disse o empresário. Entre as referências do empresário nesse sentido é a marca francesa de calçados Veja, que montou linha de produção sustentável no Brasil (por aqui, a marca chama-se Vert).

O esforço para unir moda e sustentabilidade faz sentido, já que o setor é o segundo mais poluente do mundo. De acordo com artigo publicado na revista Nature em abril, 20% da poluição de água pelo setor industrial está concentrada na produção de têxteis, que responde por 35% das micropartículas de plástico que vão parar no fundo do mar todos os anos. As redes de fast-fashion, que pregam uma moda de uso rápido e descartável, contribuíram para que a produção de roupas dobrasse em 20 anos – o que amplia o desafio de descarte de materiais.

Luxo acessível

Sem se afastar totalmente do DNA da Chanel, Wertheimer quer focar no que se chama de “luxo acessível” – conceito que, cada vez mais, estará ligado a empresas que têm um impacto reduzido para a sociedade e a natureza. “O novo luxo é ser sustentável. A minha visão é que sustentabilidade é a chave para todas as marcas que virão no futuro.”

Wertheimer acompanha as discussões sobre o desmatamento da Amazônia, mas não quis comentar o tema diretamente. “O que eu posso dizer é que, no meu setor, vou tentar fazer os melhores investimentos, os mais sustentáveis e os que têm melhor impacto para a população.”

Osklen, Vert e a sustentabilidade ‘possível’

Uma das principais referências quando o assunto é a associação de moda e sustentabilidade, o empresário Oskar Metsavaht, fundador da Osklen, diz que as marcas devem abraçar a causa sustentável sem perder de vista a viabilidade financeira do negócio. É melhor escalar a montanha pouco a pouco do que tentar atingir o topo em um tiro só – assim, não se regride na busca de práticas menos poluentes nem a empresa é obrigada a fechar as portas.

O conceito defendido por Metsavaht é “as sustainable as possible”, ou seja, uma atuação tão sustentável quanto possível. Ele lembra o caso de um desenvolvimento, anos atrás, de uma camiseta da Osklen feita 100% de algodão orgânico, mas cujo preço final – mesmo para uma marca premium – era inviável para o cliente. Depois disso, ele percebeu que é melhor dar passos mais curtos.

“A gente tinha duas opções: ou parar o projeto ou fazer de outra forma. E com 80% de algodão normal e 20% orgânico, vimos que era viável”, lembra Metsavaht. “O importante é ser transparente: é a pessoa olhar e ter a informação sobre a composição daquela peça.”

A orientação sustentável da Osklen começou em 1998, a partir de uma parceria da Embrapa para plantar algodão orgânico. Desde então, a companhia evoluiu sua cadeia produtiva para trabalhar com uma variedade de matérias-primas e processos alternativos – como tecido feito a partir de garrafas pet recicladas, “couro” de escama de peixe e desenvolvimento de tinturas naturais – e recebeu vários reconhecimentos internacionais por seu trabalho.

Apesar de a Osklen ter sido vendida para o grupo Alpargatas – que também é dono das sandálias Havaianas -, Metsavaht continua a atuar como diretor criativo da marca. Ele não dá apenas o direcionamento sobre as últimas tendências de moda, mas continua a tocar projetos para ampliar a “pegada” sustentável da empresa.

Brasil + França

Transparência também é o nome do jogo na marca francesa Veja – que é conhecida no Brasil como Vert. A companhia, que é sucesso entre os jovens “descolados” na Europa, desenvolveu toda a sua cadeia de produção no Brasil. O algodão é orgânico, plantado no Nordeste, e a borracha é extraída de forma sustentável na floresta Amazônica. “Mas isso não quer dizer que sejamos perfeitos. E a gente deixa isso claro”, afirma o gestor de cadeias produtivas e inovação da marca, Beto Bina.

Além de olhar de perto sua cadeia de produção, a Veja também tem cuidado para que seu êxito de vendas não acabe gerando impacto desproporcional no meio ambiente. “O crescimento foi bem orgânico, a empresa nunca foi alavancada por investidores externos ou investiu em marketing para trazer consumidores de maneira artificial”, diz. “A gente nunca vai fazer anúncio pago.”

O conceito se estende ainda à questão da governança e do tratamento dos funcionários. O fato de o Brasil ter leis trabalhistas sólidas influenciou a escolha da Veja pelo País. “Isso seria mais difícil de fazer na China ou na Índia, por exemplo”, explica Bina.

Fonte: CNN

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GOVERNADORA DO RN CONVOCOU A BANCADA FEDERAL PARA CONTINUAR O DEBATE, SOBRE A DESATIVAÇÃO DA PETROBRÁS NO ESTADO

Governadora e bancada federal se reúnem segunda para tratar sobre a Petrobras

30 ago 2020

Governadora se reúne com bancada federal nesta segunda(31) para discutir fechamento da Petrobras - Notícias do Pássaro

A governadora Fátima Bezerra convocou a bancada federal para dar continuidade ao debate sobre a desativação da Petrobras no Rio Grande do Norte. A reunião será realizada presencialmente na *próxima segunda-feira (31), às 10h30, no Auditório Emprotur, no Centro de Convenções de Natal.* Logo após a reunião, a governadora poderá conceder entrevistas.

Toda a bancada confirmou presença: a senadora Zenaide Maia e os senadores Jean Paul Prates e Styvenson Valentim; as deputadas federais Carla Dickson e Natália Bonavides; os deputados federais Benes Leocádio, João Maia, Rafael Motta, Walter Alves e General Girão.

Ao se reunir com o presidente da estatal, Roberto Castelo Branco, em videoconferência realizada quinta-feira (27), a chefe do Executivo estadual sugeriu a criação de um Grupo de Trabalho, que foi prontamente aceito. O encontro com os parlamentares potiguares dará sequência ao debate proposto sobre a redução dos danos que a saída da estatal deverá causar ao Estado.

Fonte: Política em Foco
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BOAS NOTÍCIAS: AMBEV CONTRATA TRAINEE COM SALÁRIO INICIAL DE R$ 7 MIL E NÃO REQUER LÍNGUA ESTRANGEIRA

Uma notícia pra lá de boa aqui na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira. A Ambev abre inscrições para trainee, com vagas em todo o Brasil, oferece salário inicial de R$ 7 mil, não precisa dominar nenhuma língua estrangeira e o único requisito é ser formado em curso superior de junho de 2018 a dezembro de 2020. E a boa notícia é que não é fake news!

Ambev abre inscrições para trainee: R$ 7 mil de salário

Imagina se formar e já começar a carreira ganhando R$ 7 mil por mês? A cervejaria Ambev abriu inscrições para o programa de trainee 2021.

O valor pago é maior do que o oferecido no ano passado. A oportunidade é para recém-formados em qualquer curso e o processo de seleção será online.

Podem participar recém-formados de todo o país, sem precisar se deslocar, informou a Exame.

Sem inglês

Agora a cervejaria não exige mais conhecimentos de língua estrangeira.

A Ambev tirou a avaliação do nível de inglês e os contratados receberão bolsas da empresa para estudar inglês.

A holding também mudou sua prova de lógica, com menos foco em matemática.

Requisito

O único requisito para as vagas é a formação em curso de ensino superior entre junho de 2018 e dezembro de 2020.

Depois do teste, a empresa vai fazer um “game de competências” para avaliar como o candidato se sai em habilidades como criatividade, cooperação, resolução de problemas, inovação, tolerância, adaptabilidade e abertura a novos desafios.

Illana Kern, Head de Gente e Gestão na Ambev, disse à Exame, que o programa não será focado nas habilidades técnicas, que podem ser desenvolvidas mais tarde, mas nas experiências pessoais dos candidatos.

Inscrições

O programa tem vagas em todo o Brasil nas áreas de Negócios, Tecnologia e Supply.

As inscrições vão até dia 8 de setembro.

Para se inscrever no projeto Trainee Ambev clique aqui.

Foto: divulgação
Foto: divulgação

Com informações da Exame

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: A CRIATIVIDADE COMO SEMPRE SALVANDO NEGÓCIOS EM TEMPOS DE CRISE

Uma grande ideia criativa é o destaque da coluna BOAS NOTÍCIAS deste domingo. A ideia do picolé de coxinha salvou o negócio do empresário Clayton Francisco Quintiliano, de Jaú, no interior do estado de São Paulo. Leia o artigo completo a seguir e conheça essa história de superação e sucesso!

Empresário vende picolé de coxinha e salva negócio durante pandemia

Criatividade na crise! Clayton Francisco Quintiliano, de Jaú, no interior do estado de São Paulo, criou o picolé de coxinha – na verdade uma coxinha em formato de picolé – e explodiu nas redes sociais.

A alternativa de renda extra que ele encontrou durante a pandemia de Covid-19 acabou fazendo sucesso.

A iguaria viralizou pela primeira vez em maio deste ano, quando o professor de dança ficou impedido de dar aulas presenciais e precisou se reinventar. (Veja a receita abaixo)

“É muito difícil parar e fechar as portas”, disse o empresário, que tem um estúdio de dança na cidade.

Sorveteria

Quintiliano era dono de uma sorveteria e começou a pensar em uma forma de equilibrar as vendas no inverno.

Clayton pediu então para sua mulher, Camilla Maróstica Rizzo Quintiliano, desenvolver a receita, que foi testada pela família inteira.

“Queria fazer coxinha, mas num formato que tivesse a ver com o conceito da loja”, diz ele. Estava criado o picolé de coxinha, brincadeira que agradou ao casal, mas de início não foi adiante.

“Não sei fritar salgados, mas contei a minha ideia para uma pessoa que sabia e pedi para ela fritar para mim e ver se dava certo”, revela.

Pandemia

Aproveitando a época de isolamento, Clayton retomou a produção do picolé de coxinha e ganhou a internet.

Camila ajuda na produção. Cada picolé de coxinha custa 4 reais e a bandeja congelada custa 12.

Os recheios são de frango, calabresa, presunto e queijo.

O sucesso foi tanto que o casal já pensa em expandir o negócio.

Formatos

Além de Clayton, outros empresários também pensaram em outros formatos de coxinha…

Já inventaram o sanduíche de coxinha, quibe de coxinha, hambúrguer, cupcake, buquê e até ovo de páscoa de coxinha.

Fátima Almeida, uma salgadeira de Curitiba, criou em 2017 o ‘coxinha ovo’, um ovo de páscoa salgado de quase um quilo. Embalado para presente, o produto foi sucesso tanto na internet, quanto nas vendas.

Receita Picolé de Coxinha

Ingredientes
Massa

1 colher (sopa) de manteiga
150 ml de leite
300 ml de caldo de cozimento do frango
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
Sal a gosto
Recheio
1 peito de frango cozido e desfiado
Azeite a gosto
1 cebola pequena
2 dentes de alho
Cheiro verde e sal a gosto
Montagem
Óleo para fritar
10 palitos de picolé

Modo de preparo
Massa: Coloque os ingredientes na panela (exceto a farinha) e deixe em fogo médio, até levantar fervura. Acrescente a farinha e mexa bem até ficar homogênea e desgrudar da panela. Despeje a massa em superfície de mármore, espere esfriar um pouco e sove. Reserve.

Recheio: Refogue o frango em azeite com cebola, alho cheiro verde e sal. Reserve.

Montagem: Em volta de um palito de picolé, modele a massa, recheie e frite em óleo não muito quente.

Clayton e a esposta CamilaFoto: instagram
Clayton e a esposa Camila Foto: instagram

Com informações da Marie Claire 

Fonte: Só Notícia Boa

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POR R$ 650 MILHÕES A EMPRESA AES TIETÊ COMPRA TRÊS PARQUES DE ENERGIA EÓLICOS NO RN

AES Tietê fecha compra de três parques eólicos no RN por R$ 650 milhões

 ECONOMIA

A elétrica AES Tietê assinou contrato nesta quarta-feira para compra da participação total da J. Malucelli Energia em três parques eólicos no Rio Grande do Norte, em negócio de até 650 milhões de reais, informou a empresa em comunicado.

Segundo a AES Tietê, o acordo envolve os parques Brasventos Eolo (antigo Rei dos Ventos 1), Rei dos Ventos 3, em Galinhos e Miassaba 3 que fica em Macau, no Complexo Eólico Ventus.

As unidades somam capacidade instalada de 187 megawatts (MW), com operação 100% contratada no mercado regulado de energia.

A companhia afirmou que pagará 449 milhões de reais em duas parcelas, sendo 51% do montante no fechamento da operação e 49% cinco meses depois, e assumirá a dívida líquida do projeto, com saldo estimado em 201 milhões de reais.

“Esse é mais um passo da estratégia de crescimento e diversificação de portfólio da companhia por meio da aquisição de ativos de fontes complementares à hídrica e com contratos de longo prazo”, disse a elétrica, controlada pela norte-americana AES, em fato relevante.

A conclusão do negócio está sujeito ao cumprimento das condições acordadas no contrato de compra e venda de ações, acrescentou a AES Tietê.

Em entrevista à Reuters na semana passada, o chefe da AES Corp na América do Sul, Julian Nebreda, afirmou que a companhia pretende acelerar a expansão de sua unidade de energia renovável no Brasil, a AES Tietê, após ter chegado a um acordo com o BNDES para a compra de parte das ações do banco estatal na elétrica que envolveu cerca de 1,27 bilhão de reais.

Fonte: Blog do BG

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TEMENDO MONOPÓLIO DO REMDESIVIR PELOS EUA, EUROPA NEGOCIA COM LABORATÓRIO

Europa teme que os EUA monopolizem o remdesivir e negocia com o laboratório

Washington domina quase toda a produção imediata do antiviral, que por enquanto demonstrou benefícios terapêuticos limitados contra a covid-19

BERNARDO DE MIGUEL

Barcelona / Bruxelas – 02 JUL 2020 – 12:18 BRT

Produção de remdesivir em laboratório de Cairo, em 25 de junho.Produção de remdesivir em laboratório de Cairo, em 25 de junho

aquisição pelos Estados Unidos de quase toda a produção dos próximos três meses do antiviral remdesivir, o primeiro remédio aprovado especificamente contra a covid-19, gerou surpresa e mal-estar na União Europeia, assim como entre especialistas e defensores do acesso universal aos medicamentos. Preocupa que o acordo estabeleça um precedente em plena pandemia —e ainda sem a vacina— e dê lugar a um novo cenário em que as operações comerciais limitem o acesso aos medicamentos e enfraqueçam a cooperação internacional frente ao coronavírus.

Comissão Europeia anunciou por sua vez que negocia com a Gilead para aumentar sua capacidade de produção, permitindo que também os europeus tenham acesso ao antiviral. “A comissária (ministra europeia) da Saúde, Stella Kyriakides, manteve numerosas conversações com o fabricante, e a Comissão (Poder Executivo do bloco) negocia a reserva de doses para os Estados membros da UE”, afirmou o organismo.

O mal-estar de Bruxelas e demais capitais europeias ante as táticas norte-americanas de formação de estoques é evidente. “A Comissão toma nota do anúncio feito pelos EUA”, afirmou o organismo, que já assistiu à batalha em torno das máscaras e da suposta tentativa norte-americana de adquirir o laboratório alemão CureVac, líder na investigação de uma vacina.

A polêmica desatada pela operação chegou nesta quarta-feira à sede da Organização Mundial da Saúde em Genebra, onde, ao ser perguntado sobre o caso, o diretor de emergências, Michael Ryan, afirmou que está tratando de verificar a informação e “suas possíveis implicações”.

Os especialistas consultados na Espanha destacam que o fármaco auxilia no tratamento de alguns doentes, mas que está longe de ser a cura que freará a epidemia. “Segundo o ensaio que o avaliza, reduz de 15 para 11 dias a internação de pacientes com pneumonia que precisam de ventilação com oxigênio, mas sem serem intubados”, explica Eduardo López Briz, do grupo Gênese de avaliação de medicamentos da Sociedade Espanhola de Farmácia Hospitalar.

São os doentes de uma gravidade média, aproximadamente uma quarta parte dos hospitalizados, que por sua vez são menos de 20% dos infectados com sintomas. “A dexametasona, por exemplo, é bastante mais rentável em nível terapêutico. É um corticoide já existente no mercado, barato e que já comprovou que salva vidas”, continua López Briz.

Para Santiago Moreno, chefe de serviço de doenças infecciosas do hospital Ramón y Cajal (Madri), o remdesivir “reduz as hospitalizações, mas não reduz a mortalidade nem diminui as internações na UTI, segundo os resultados preliminares. Falta sabermos ainda muitas coisas sobre este antiviral e estamos à espera de conhecer os resultados de dois grandes ensaios em andamento”.

A gravidade da pandemia do coronavírus acelerou extraordinariamente o processo de aprovação do remdesivir. Os Estados Unidos autorizaram em maio o uso do fármaco como tratamento de emergência. A Agência Europeia de Medicamentos deu na semana passada o primeiro passo para fazer o mesmo na UE, à espera da aprovação definitiva por Bruxelas, que pode acontecer já nesta sexta-feira.

Um tratamento de 12.600 reais

A transação entre o Governo dos EUA e o laboratório Gilead foi divulgada apenas dois dias depois de a empresa anunciar o preço de venda do antiviral nos países desenvolvidos: o equivalente a 2.100 reais por dose. O tratamento habitual, indicado para pacientes maiores de 12 anos, é de seis ampolas em cinco dias, o que situaria o custo do tratamento em cerca de 12.600 reais.

Vanessa López, diretora da ONG Saúde como Direito, que defende o acesso universal aos medicamentos, qualifica o preço de “abusivo”. “Cálculos feitos pela Universidade de Liverpool estimam que o custo de produção mais um lucro razoável seria de um dólar [5,30 reais] por dose”, afirma.

A organização alerta que, como no caso de outros fármacos, “os milionários investimentos de organismos públicos nas primeiras fases de desenvolvimento de novos fármacos acabem produzindo enormes lucros para as empresas farmacêuticas”. “Estes elevados preços e os acordos como o dos Estados Unidos põem em risco o acesso ao fármaco de toda a população que o necessite”, conclui López.

A Gilead destaca que está fazendo “um grande esforço para multiplicar a produção”. “Os prazos estão sendo reduzidos de quase 12 meses para cerca de 6 meses, para assegurar um acesso rápido e o mais amplo possível nesta situação de crise”, defende a companhia, acrescentando que a redução de quatro dias nas internações graças ao antiviral “geraria uma economia hospitalar de 12.000 dólares (63.800 reais) por paciente” nos Estados Unidos.

A Gilead defende em uma resposta por escrito que o acordo alcançado com Washington se deve ao “aumento significativo” da epidemia no país, onde “existe uma necessidade urgente de ajudar a tratar os pacientes afetados”, enquanto “a maior parte da UE e de outros países desenvolvidos reduziu grandemente seus níveis da doença”. O laboratório recorda que sua capacidade de fornecimento é “atualmente limitada” e que “a Gilead é uma companhia global com sede nos Estados Unidos”.

“Reconhecemos a escala global desta pandemia e estamos trabalhando o mais rapidamente possível para permitir o acesso em todo o mundo”, defende a Gilead.

Fonte: El País

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RN JÁ É O LÍDER NA PRODUÇÃO DE ENERGIA EÓLICA NO BRASIL

Rio Grande do Norte lidera produção de energia eólica no Brasil

 ECONOMIA

O Rio Grande do Norte lidera o ranking dos estados com maior capacidade instalada de usinas eólicas em operação comercial no Brasil. Informações referentes a abril do estudo InfoMercado Dados Gerais, elaborado e divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, mostra que o Estado tem capacidade de gerar com 4.358,38 MW de energia. De acordo com informações do Centro de estratégias em Recursos Naturais e Energia do RN (Cerne), de fevereiro deste ano, o RN tem 156 usinas em operação, seis em construção, 12 projetos vencedores de leilão e 56 projetos contratados, mas sem construção iniciada.

Na lista dos cinco estados que mais concentram capacidade de geração de energia por meio da força dos ventos ainda estão quatro estados do Nordeste (Bahia, Ceará, Piauí e Pernambuco) e um da região Sul (Rio Grande do Sul) o que ressalta a predominância do Nordeste neste tipo de fonte. Nos últimos dez anos, a energia eólica trouxe investimentos da ordem de R$ 15 bilhões para o RN, com instalação de parques nos municípios de Bodó, Parazinho, São bento do Norte, Pedra Grande, São Miguel do Gostoso, João Câmara e Alto do Rodrigues.

Ao todo, as eólicas tiveram uma geração de energia, durante o mês de abril deste ano, de 4.220 MW médios, o que corresponde a 17% de aumento em relação ao mesmo mês no ano passado. Os números comprovam a tendência de crescimento da fonte, mesmo com a queda de 11,8% no total de energia gerada no Sistema Interligado Nacional – SIN.

Fonte: Blog do BG

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GOVERNO DO RN DEFINE QUEM ABRE A PARTIR DO DIA 24 SOB CUMPRIMENTO DE RIGOROSO PROTOCOLO SANITÁRIO

RN define 16 setores que poderão funcionar a partir do dia 24, mas não inclui shoppings

Liberação acontecerá sob a condição de cumprimento, por parte dos estabelecimentos, de protocolos específicos de medidas sanitárias

Por Redação – Publicado em 19/06/2020 às 15:05

Fase 1 será dividida em 3 ‘frações

O Governo do Rio Grande do Norte publicou uma portaria, nesta sexta-feira (19), definindo como será a primeira fase do retorno das atividades comerciais e produtivas no estado a partir do dia 24 de junho.No documento foi estabelecido o cronograma que inclui 16 setores que podem retomar as atividades inicialmente. Contudo, o retorno depende da avaliação sobre a situação da pandemia no estado, principalmente com relação à disponibilidade de leitos críticos.

As regras levam em consideração os termos do Plano apresentado ao Governo do Estado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomercio), Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte (Faern) e pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor).

De acordo com a publicação, a liberação acontecerá sob a condição de cumprimento, por parte dos estabelcimentos, de protocolos específicos de medidas sanitárias para impedir a propagação da Covid-19. Dentre estas medidas estão o distanciamento interno de pelo menos 1,5 m entre as pessoas; impedimento de entrada de pessoas dos grupos de risco e infectados pelo novo coronavírus, assim como o impedimento do acesso de pessoas sem máscaras de proteção aos estabelecimentos.

O Governo, entretanto, enfatizou que poderá haver uma nova restrição e até adiamento da implementação da fase, caso seja verificada a tendência de crescimento dos indicadores após a liberação das atividades.

Como vai funcionar

A fase 1 será dividida em 3 ‘frações’, nas quais alguns setores prioritários da atividade econômica retomarão, gradualmente, o funcionamento, mediante o cumprimento de protocolos sanitários definidos.

Na Fração 1, que “será iniciada a partir de ato formal da Governadora do Estado”, estão autorizados a funcionar, dentre outros, serviços de RH e terceirização; atividades dos serviços sociais autônomos (Sistema S) e afins, excluídas as escolas a eles vinculadas; agências de turismo; salões de beleza, barbearias e afins; e armarinhos.

Na fração 2, prevista para iniciar no quinto dia do cronograma, retornarão à atividade estabelecimentos como lojas de móveis, eletrodomésticos, colchões e utensílios domésticos; lojas de departamento e magazines, desde que não funcionem em shoppings centers e centros comerciais; joalherias, relojoarias e comércio de joias; lojas de eletrônicos e de informática, de instrumentos musicais e acessórios, de equipamentos de áudio e vídeo e de equipamentos de telefonia e comunicação, dente outros.

Na fração 3, prevista para iniciar no décimo dia do cronograma, retornarão à atividade as lojas de brinquedos; lojas de artigos esportivos; lojas de artigos de caça, pesca e camping; e os serviços de alimentação.

Ainda de acordo com o decreto, as lojas situadas em shoppings centers e centro comerciais, ainda que enquadradas nas hipóteses anteriores, não poderão reabrir na Fase 1.

Fonte: Agora RN

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DUAS EMPRESAS MEXICANAS QUE INTERMEDIAVAM REVENDA DE PETRÓLEO VENEZUELANO NOS MERCADOS ASIÁTICOS RECEBEM SANÇÕES DOS EUA

EUA impõem sanções a empresas do México por ligações com Venezuela

Libre Abordo e Schlager Business Group começaram a receber petróleo venezuelano para revenda nos mercados asiáticos no fim do ano passado

INTERNACIONAL PO

Reuters – Internacional

Sanções econômicas foram aplicadas pelo Departamento do Tesouro dos EUAsanções econômicas foram aplicadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA

Os Estados Unidos adicionaram nesta quinta-feira à sua lista de sanções a empresa mexicana Libre Abordo e uma companhia relacionada, acusando-as de ajudar Caracas a escapar de sanções norte-americanas, na primeira ação formal tomada pelo Departamento do Tesouro contra empresas mexicanas envolvidas no comércio de petróleo venezuelano.

Em comunicado, o Departamento do Tesouro disse que impôs sanções a três indivíduos, oito entidades estrangeiras e dois navios por atividades relacionadas a uma rede que tenta contornar sanções dos EUA à Venezuela que visam pressionar o presidente de esquerda Nicolás Maduro.

Entre as empresas adicionadas à lista estão a mexicana Libre Abordo e o Schlager Business Group, além de suas coproprietárias Olga María Zepeda e sua mãe, Verónica Esparza.

O Tesouro dos EUA também apontou o mexicano Joaquín Leal Jiménez, acusando-o de ter trabalhado com Alex Saab –preso recentemente em Cabo Verde– Libre Abordo e Schlager Business Group por intermediarem a revenda de milhões de barris de petróleo venezuelano.

Libre Abordo e Schlager Business Group começaram a receber petróleo venezuelano para revenda nos mercados asiáticos no fim do ano passado, depois de assinarem dois contratos com o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro em meados de 2019.

No dia 15 de junho, o presidente Manuel Lopez Obrador foi questionado, durante um evento no estado de Veracruz se o país venderia gasolina para a Venezuela, mesmo com a possibilidade de sofrer sanções econômicas por parte de Estados Unidos. Ele respondeu que não havia recebido nenhuma solicitação da Venezuela.

Contudo, Obrador afirmou que no “caso de uma necessidade humanitária” o México colaboraria com a Venezuela. “Nós somos livres, o México é um país independente e soberano, tomamos nossas próprias decisões e não nos metemos nas políticas de outros países”, disse o presidente.

Ele reforçou que isso significa a “autodeterminação dos povos e que nenhuma hegemonia pode ‘esmagar’ nenhum país”.

Fonte: R7

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O PLANO DE RETOMADA GRADUAL DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO RN É INICIADO

Governo do RN e Fecomércio iniciam execução do Plano de Retomada Gradual da atividade econômica do RN

Capacitação da classe trabalhadora dos segmentos do comércio e do turismo é uma das estratégias da retomada da economia

Por Redação – Publicado em 13/06/2020 às 08:17

Videoconferência foi realizada nesta sexta-feira (12)

A capacitação da classe trabalhadora dos segmentos do comércio e do turismo é uma das estratégias da retomada da economia, no cenário pós-pandemia, adotada em parceria pelo Governo do RN e Sistema Fecomércio. Em videoconferência realizada nesta sexta-feira (12), a governadora Fátima Bezerra e o empresário Marcelo Queiroz firmaram uma parceria que integra as ações concretas do Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica do RN, como a oferta de cursos online gratuitos.A secretária, Ana Maria Costa (Setur), o presidente da Emprotur, Bruno Reis, dentre outros gestores do Governo do RN, como Fernando Mineiro (secretário de Gestão de Metas e Projetos), também participaram da reunião e apresentaram suas considerações a respeito do setor e do Plano de Retomada do Turismo, que tem o objetivo de promover ações integradas dos empreendimentos turísticos para garantir a saúde pública e organizar a retomada gradativa das atividades. A meta do plano será a preservação dos empregos, auxiliando na segurança econômica e sanitária.

“O Plano aponta uma retomada com embasamento técnico científico através de protocolos de biosseguranças muito consistentes. Consideramos que o turismo é uma das cadeias que mais geram emprego e renda, e foi um dos setores mais afetados, cuja retomada vai ser mais difícil, e é nessa questão onde reside a maior importância desse plano, feito em diálogo com o setor empresarial através da Fecomércio”, expôs a governadora.

A secretária Aninha enfatizou que mais de 400 empresas do turismo foram consultadas, através de uma pesquisa, e apontaram suas dificuldades e o panorama em que estão mergulhadas atualmente. “Esse foi um plano feito a muitas mãos. Sabemos que a realidade será outra, após pandemia, e queremos estar preparados para vivenciar essa fase que terá um foco muito grande no turismo regional”, disse.

Bruno Reis (Emprotur) se debruçou ativamente na construção da parceria com o Sistema Fecomércio, que está ofertando mil vagas em cursos online gratuitos específicos para o turismo. Ele declarou que haverá uma campanha de promoção do RN, especialmente para os municípios vizinhos. “A sinergia entre os atores será fundamental para a retomada do turismo no RN, o uso de dados para a tomada de decisão irá colaborar para mitigarmos os impactos de maneira mais efetiva”, disse Bruno Reis

CURSOS ONLINE GRATUITOS

Além dos cursos para o turismo, o Sistema Fecomércio RN, por meio do Senac, abre 850 vagas em cursos gratuitos de preparação dos estabelecimentos de Comércio e Serviços para retomada gradual.

Inicialmente, as vagas beneficiarão Creches e Escolas, Escritórios, Lojas, Estabelecimentos de Beleza e Estética, Shoppings e Praças de Comércio, Estúdios de Pequeno Porte e Personal Trainers.

O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, explicou que foram elaborados seis cursos que abordam de maneira multidisciplinar as diretrizes gerais de saúde conforme orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), bem como a utilização dos equipamentos de proteção individual. A humanização do atendimento e ferramentas para adequação dos pequenos negócios à nova realidade de mercado também são temas contemplados nas capacitações.

“Há cerca de um mês, apresentamos o Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica do RN, em uma ação das federações patronais juntamente com diversas entidades do nosso estado. Agora, damos mais um passo reforçando nosso compromisso para o retorno das atividades com a segurança e responsabilidade que o tema requer”, avaliou.

Os cursos serão ofertados através do Programa Senac de Gratuidade (PSG), que é mantido por recursos da contribuição compulsória das empresas de médio e grande portes para o Senac. As inscrições ocorrerão de 22 a 26 de junho, no site rn.senac.br. As aulas têm início previsto para 29 de junho.

Fonte: Agora RN

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NEGOCIAÇÃO É A TÔNICA DA ARGENTINA PARA SAIR DO BURACO

Argentina estende negociação com credores para chegar a acordo

País vizinho prorrogou prazo, com o objetivo de buscar nova proposta para conseguir ‘maximizar’ o nível de aceitação entre credores privados

INTERNACIONAL

Da EFE

Argentina prorrogou nesta sexta-feira (12), pela quarta vez, o prazo de adesão à oferta de reestruturação de US$ 66,238 bilhões — o equivalente a R$ 334 bilhões—, em títulos de sua dívida sob legislação internacional. Dessa forma, o país vizinho prolonga as negociações com credores privados em busca de uma nova proposta que consiga “maximizar” o nivel de aceitação entre eles.

O dia 19 de junho é o novo prazo estabelecido para que os detentores desses títulos deem aval para a proposta de swap que o país formalizou em 21 de abril na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

Enquanto isso, o governo de Alberto Fernández manterá as negociações abertas com grandes grupos de credores, a maioria dos quais rejeitou a proposta inicial e está exigindo melhoras.

O Ministério da Economia informou em comunicado que o governo e seus assessores pretendem aproveitar a nova prorrogação para manter as “discussões abertas e permitir que os investidores continuem contribuindo para uma reestruturação de dívida bem sucedida”.

O adiamento anterior havia sido anunciado em 1º de junho, após o governo e grandes grupos de credores liderados por fundos de investimento trocarem propostas alternativas de swap com o objetivo de chegar a um acordo.

A oferta inicial apresentada pela Argentina à SEC foi avaliada por especialistas em cerca de US$ 40 para cada US$ 100 de dívida líquida a ser trocada, e a proposta revisada que trouxe aos credores em maio valeria de US$ 45 a US$ 47.

Enquanto isso, os grandes credores haviam inicialmente feito contrapropostas avaliadas entre US$ 58 e US$ 60, mas em uma nova negociação baixaram a pedida para uma faixa de US$ 53 a US$ 55.

Embora não tenham sido oficialmente revelados os detalhes técnicos de uma possível nova oferta, a imprensa argentina e especialistas de mercado especulam que ela deve variar de US$ 50 a US$ 52.

“Desta forma, o diferencial com os créditos dos diversos grupos de credores é significativamente reduzido e as chances de se chegar a um acordo são aumentadas”, comentou hoje a consultora Portfolio Personal Inversiones.

Fonte: R7

 

 

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ALEMANHA GASTARÁ MAIS 130 BILHÕES DE EUROS NO PÓS PANDEMIA PARA RESTABELECER ECONOMIA

Alemanha gastará 130 bilhões de euros para combater crise causada pelo coronavírus

Merkel anuncia pacote de estímulo que inclui bônus por filhos, redução do IVA e verbas para os municípios

ENRIQUE MÜLLER

A chanceler alemã, Angela Merkel, anuncia um pacote de estímulo para a economia do país, na noite de quarta-feira.A chanceler alemã, Angela Merkel, anuncia um pacote de estímulo para a economia do país, na noite de quarta-feira.P

Os líderes da grande coalizão que governa a Alemanha aprovaram na noite desta quarta-feira, após dois dias de exaustivas reuniões, um pacote de 130 bilhões de euros (737 bilhoes de reais) em gastos públicos. Com essa medida, o gabinete da chanceler Angela Merkel pretende enfrentar as consequências do coronavírus para a maior economia europeia.

O pacote, que será aplicado neste ano e no próximo, inclui um bônus para famílias com filhos, redução na alíquota do imposto sobre valor agregado (que incidente sobre bens e serviços) e vários bilhões em ajuda às empresas. Em um gesto voltado a desonerar as famílias, o Governo pagará um bônus de 300 euros (1.700 reais) por criança, em parcela única, junto com o auxílio familiar habitual.

O plano se soma aos 156 bilhões de euros de um pacote aprovado em março, no início da pandemia. Seu escopo é mais amplo do que se antecipava nos últimos dias. Os líderes dos três partidos que compõem a grande coalizão alemã (os democratas-cristãos da CDU, os sociais-cristãos bávaros da CSU e os sociais-democratas do SPD) começaram a debater o pacote no começo da tarde de terça-feira e, após nove horas de reunião, decidiram retomar a discussão no dia seguinte.

De 1º de julho a 31 de dezembro de 2020, a alíquota normal do IVA será reduzida de 19% para 16%; e a alíquota reduzida, que incide sobre bens essenciais, passará de 7% para 5%. Também haverá isenção tributária na tarifa elétrica para lares e empresas.

Destaca-se também a ajuda aos municípios, que receberão bilhões de euros do Governo federal. Os líderes da CDU, SPD e CSU concordaram que qualquer déficit tributário resultante da redução do IVA será compensado pelo Governo alemão e pelos Estados.

Os líderes da coalizão também decidiram liberar bilhões em ajuda adicional a setores que foram particularmente afetados pela crise. De acordo com a resolução da reunião, está previsto um “auxílio-ponte” de até 25 bilhões de euros. Outros 50 bilhões serão destinados a investimentos em tecnologias do futuro, incluindo a promoção de carros elétricos e mais estações de carga. A tecnologia de hidrogênio e a inteligência artificial também serão promovidas. Como no caso do abatimento no IVA, a perda de arrecadação pela desoneração das empresas será compensada pelo Governo federal e pelos Länder (Estados).

Fonte: El País
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ENTIDADES TURÍSTICAS APRESENTAM PROJETO PARA RETOMADA DAS ATIVIDADES NO RN

Entidades turísticas apresentam protocolo sanitário para a retomada das atividades

Iniciativa visa a construção de uma série de ações integradas para garantir a segurança e organizar a retomada gradativa do turismo; projeto apresentado contempla seis fases e define um fluxo geral de atendimento a ser seguido pelas empresas do setor

Por Redação – Publicado em 01/06/2020 às 05:00

Praia de Ponta Negra

Como forma de tentar recuperar o turismo potiguar, sete entidades do trade se reuniram para formular um Plano de Retomada do Turismo. A iniciativa visa a construção de uma série de ações integradas para garantir a saúde pública e organizar a retomada gradativa do turismo. A medida pretende preservar empregos e auxiliar na segurança econômica e sanitária para a atividade econômica.Ao todo, o projeto contempla seis fases e prevê 18 meses de atividades. Em maio, foram concluídas as duas primeiras ações previstas: criação de um protocolo de segurança sanitária e um plano de treinamento para habilitar as empresas a atuarem de acordo com as novas recomendações de biossegurança.

O foco do Plano Básico de Segurança Sanitária é oferecer diretrizes de enfrentamento ao coronavírus para a retomada da atividade turística. O documento define um fluxo geral de atendimento a ser seguido pelas empresas do turismo, em casos de turistas com suspeita de Covid-19 ou que informem estar com sintomas da doença.

Além disso, também apresenta critérios mínimos gerais de higiene pessoal, segurança sanitária, distanciamento social e sanitização de ambientes a serem seguidas pelos segmentos relacionados à atividade turística, notadamente os Meios de Hospedagem; Receptivos e Áreas de Visitação e Alimentos e Bebidas.

O projeto envolve ainda a implementação de um Selo que ateste que as organizações estão aptas a seguirem os protocolos de saúde definidos; e a elaboração de um Plano de promoção do destino RN.

E para auxiliar as empresas na implementação das mudanças, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac RN) irá ofertar capacitações online gratuitas, para trabalhadores do segmento. Inicialmente, serão 500 vagas, disponibilizadas através do Programa Senac de Gratuidade (PSG). As matrículas estarão disponíveis de 08 a 12 de junho, e as aulas terão início a partir do dia 15 de junho, no site do Senac RN.

Também está prevista a consolidação de um cronograma de implantação das medidas de retomada e alinhamento do governo na construção e execução de estratégias para o fortalecimento do turismo.

A iniciativa é liderada pela Secretaria Estadual do Turismo (Setur), em parceira com o Sistema Fecomércio RN, por meio do Senac, a Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH), Sindicato das Empresas de Turismo do RN (Sindetur ), e a Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária do RN (Suvisa).

“A importância do Plano de Retomada das Atividades Turísticas se dá pela relação de confiança e credibilidade com o mercado. Após essa crise, as pessoas passarão a procurar os destinos que se sintam mais segura. Este passa a ser é um forte diferencial de competitividade. Os nossos empreendimentos turísticos passarão a cumprir todos os protocolos de segurança sanitária, com todos os trabalhadores do turismo fazendo capacitações gratuitas no Senac, a partir de junho, para conhecerem e atuarem dentro das normativas. Estamos articulando esse trabalho com diversos setores da sociedade.”, afirma Aninha Costa, secretária de turismo do RN.

O presidente do Sistema Fecomércio Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, destacou que o setor de turismo é um dos que mais estão sofrendo com as restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus.

“Foi o primeiro a fechar suas portas, e deve ser um dos últimos a ter seu funcionamento pleno restabelecido”, afirmou.

Para ele, o Plano de Retomada do Turismo do RN é importante porque os estabelecimentos precisam estar preparados para a retomada. “Os turistas que chegarem ao Rio Grande do Norte precisam se sentir seguros ao circular no nosso estado, ao se hospedar em nossos hotéis. Então, este Plano servirá não só para preparar o estabelecimentos e profissionais do turismo. Ele servirá para atestar ao visitante que aqueles locais e profissionais estão qualificados e preparados para recebê-lo. Este conjunto de ações previstas no documento, e que está sendo construídos a diversas mãos pelas entidades que fazem o setor aqui no estado, devem fazer com que o nosso destino saia mais fortalecido desta crise”, disse Queiroz.

O presidente da ABIH-RN, José Odécio Jr. também destacou a importância desse plano para a retomada do setor turístico, em especial da indústria hoteleira, que está com as portas fechadas desde março de 2020, e espera que essa iniciativa auxilie a reabertura das empresas de forma segura.

“Esse plano de segurança sanitária é fundamental para pensarmos na reabertura das atividades do turismo do Rio Grande do Norte e tomar providências de higienização e controle, gerando mais segurança para os nossos colaboradores e hóspedes.

Com esse trabalho que está se iniciando agora, e juntos com o apoio dessas instituições, damos um passo adiante com o nosso compromisso de combate a pandemia no sentido de estabelecer premissas básicas de cuidados sanitários, mesmo que esse protocolo ainda sofra alterações no decorrer do tempo e das avaliações.

E mais do que nunca a parceria com o Senac que irá oferecer treinamentos para os nossos colabores é importantíssima, pois qualifica aqueles que estarão no dia a dia em contato com os turistas. Estamos todos de parabéns com essa iniciativa.”, comentou José Odécio.

“O desafio de reerguer o setor é enorme, pois de um lado existirão consumidores mais exigentes e preocupados com sua segurança e do outro, empresas com sérias dificuldades financeiras e com severas limitações de investimento. O trabalho conjunto iniciado nesta primeira etapa do projeto da retomada do turismo do RN mostra que é possível enfrentar este desafio. Somente com muita união, perseverança e empenho de todos, conseguiremos retomar os níveis de fluxo turístico de antes da pandemia”, ressaltou George Gosson, hoteleiro e presidente do Natal Convention Bureau.

Fonte: Agora RN

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MAIS SETE CAMPOS DE TERRESTRES DE PETRÓLEO VENDIDOS PELA PETROBRAS NO RN

Petrobras conclui a venda de sete campos terrestres no RN por R$ 676,8 milhões

Foto: Junior Santos

A Petrobras finalizou a venda da totalidade da sua participação em sete campos de produção terrestres no Rio Grande do Norte, localizados no Polo Macau, para a SPE 3R Petroleum S.A., subsidiária integral da 3R Petroleum e Participações S.A..

Após o cumprimento de todas as condições precedentes, a operação foi concluída com o pagamento de R$ 676,8 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Para a gerente executiva de Gestão de Portfólio da Petrobras, Ana Paula Saraiva, o desinvestimento da Petrobras tem atraído novos participantes para a indústria, trazendo mais dinamismo para o setor. “ É uma ótima notícia para a Petrobras, para a 3R-Starboard, para o setor onshore e para o mercado em geral. Um bom momento para termos boas novas.”

O sócio da Starboard (acionista controladora da 3R), Paulo Thiago Mendonça, fala sobre os planos para o estado do Rio Grande do Norte: “A venda de ativos onshore e águas rasas é uma estratégia muito sadia para a Petrobras e cria oportunidades para novos entrantes no setor, que irão poder priorizar seus recursos gerando valor para a região e para o país. Temos como importante missão ser a maior produtora de gás do estado do Rio Grande do Norte e exponencializar essa oferta de gás”

Sobre os campos

O Polo Macau engloba os campos de Aratum, Macau, Serra, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Sanhaçu. A Petrobras detinha 100% de participação em todas as concessões, com exceção da concessão de Sanhaçu, na qual era operadora com 50% de participação, enquanto os 50% restantes são da Petrogal Brasil S.A.. A produção total atual de óleo e gás desses campos é de cerca de 5 mil barris de óleo equivalente por dia.

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REGRA QUE DEFINE ISOLAMENTO DE ESTRANGEIROS DEIXARÁ DE VALER EM 1º DE JULHO NA ESPANHA

Espanha define data para encerrar quarentena de estrangeiros e volta a incentivar o turismo

Regra que obriga isolamento de estrangeiros deixará de valer em 1º de julho, mas Governo ainda precisa definir condições de segurança para viajantes e população

Madrilenhos passeiam no parque Retiro, no primeiro dia de saída do confinamento, na segunda.Madrilenhos passeiam no parque Retiro, no primeiro dia de saída do confinamento, na segunda.

CARLOS E. CUÉ

|HUGO GUTIÉRREZ

Madri – 26 MAY 2020 – 11:55 BRT

A Espanha continua a tomar medidas em prol do retorno à atividade turística normal. Primeiro foi o presidente do Governo (primeiro-ministro), Pedro Sánchez, que anunciou no sábado que turistas estrangeiros poderiam viajar para o país no verão espanhol, que começa em junho. E na segunda-feira, em uma reunião interministerial por videoconferência, ficou definido o dia 1º de julho para o fim da quarentena obrigatória para viajantes que residem no exterior. Assim, concretiza-se a reativação de um setor vital para a economia espanhola e se elimina um obstáculo à venda de viagens, já que essa norma desestimulava os turistas que planejavam passar férias no país.

O Executivo estabeleceu como meta que o turismo, setor responsável por mais de 12% do PIB da Espanha, não perca a temporada de verão. Isso é vital para o setor —e para a economia espanhola—, pois essa é a época do ano em que se concentra o maior número de viagens pelo país. Por isso, as autoridades decidiram definir a data de vencimento da quarentena obrigatória para os turistas de fora.

Fonte: El País

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MADRI SE PREPARA PARA MAIOR CRISE ALIMENTAR DESDE A GUERRA CIVIL

Madri prevê a maior crise alimentar desde o fim da Guerra Civil

Sem turistas, desemprego deve disparar na capital, onde muitos bares e restaurantes não poderão reabrir por falta de mesas externas

Funcionários montam e fazem a limpeza de mesas de um restaurante no centro de Madri.Funcionários montam e fazem a limpeza de mesas de um restaurante no centro de Madri.

MANUEL VIEJO

Madri – 24 MAY 2020 – 17:19 BRT

Em 20 de dezembro de 2019, o Instituto Nacional de Estatística da Espanha (INE) publicou um dado histórico na Espanha: Madri havia superado a Catalunha como a principal economia regional. Uma ultrapassagem de proporções maiúsculas, que só ocorrera antes em 2012 e 2013. A região onde fica a capital espanhola começava 2020 da melhor maneira possível, respondendo por 19% do PIB nacional: 230,8 bilhões de euros (1,39 trilhão de reais). O veleiro da capital ia de vento em popa. Madri era de novo o motor da Espanha.

Quatro meses depois, a região arranca de novo com o barco no meio de uma tempestade de proporções incalculáveis: 400.000 desempregados, 50.000 autônomos sem saber quando voltarão à rotina de três meses atrás e uma crise social que, segundo dados da Prefeitura da capital, prevê a maior crise alimentar desde o fim da Guerra Civil espanhola, em 1939. Pelo menos 101.942 cidadãos recebem diariamente uma sacola com mantimentos, segundo a Federação Regional de Associações de Moradores da capital.

Madri foi e é o epicentro da pandemia de coronavírus na Espanha em nível sanitário, político e social. Aqui começou a expansão do vírus pelo país, aqui surgiram os protestos contra o Governo, e aqui se iniciaram as filas da fome. O balanço é dilacerador. O bichinho abstrato deixou uma região abatida, com mais de 67.000 casos confirmados e 8.907 falecidos em hospitais até o momento. E antes de abrir as porta à fase 1 do desconfinamento, a partir desta segunda-feira, o Colégio de Médicos (conselho profissional) alerta: “Continua nos preocupando que o sistema sanitário madrilenho não possa assumir um novo recrudescimento”.

Foram dois meses caóticos tanto no aspecto político como no econômico. O alívio das medidas de restrição começou na segunda-feira passada, com a chamada fase 0,5, uma etapa que nem sequer estava prevista no manual da desescalada do Governo espanhol. A decisão foi precedida pelos gritos de socorro em lugares como a Puerta del Sol, o marco zero da capital, e o palácio de La Moncloa, sede do Executivo: “É preciso abrir a economia como for”. O objetivo era fechar o quanto antes a gigantesca ferida econômica. Nesta segunda-feira, as consequências começarão a ser conhecidas.

“Com a fase 1 só abriremos entre 10% e 15% dos negócios. Nem todos têm mesas externas”, conta Tomás Gutiérrez, presidente da associação madrilenha dos empresários de hotelaria e restauração. Um em cada cinco estabelecimentos da capital estão relacionados com esse setor. Dos 19.137 bares, restaurantes e hotéis, calcula-se que quase 3.500 não reabrirão mais. “Sobretudo os menores.” Gutiérrez acredita que a recuperação, se vier, será em setembro. “E falta ver como o cliente reage.” Cerca de 120.000 famílias madrilenhas viviam deste setor até março.

O desemprego já havia subido em fevereiro na região. Segundo dados oficiais, 2.147 cidadãos se inscreveram nas listas de procura de emprego. Em março a cifra se multiplicou por cinco, e em abril por vinte. Há mais de 400.000 desempregados, sem contar os que estão com pagamentos parcialmente suspensos, sob um mecanismo chamado processo de regulação temporária de emprego (ERTE, na sigla em espanhol). Com a entrada na fase 1, o Governo regional espera “recuperar entre 35.000 e 55.000 empregos de pessoas que hoje se encontram no ERTE”, segundo o Conselheiro de Economia, Emprego e Competitividade da Comunidade de Madri, Manuel Giménez.

O empresário Juan Francisco Miguel, de 32 anos, abrirá sua produtora DrCerebrus nesta segunda-feira após mais de 60 dias. “Tinha 11 funcionários contratados em fevereiro e só cinco voltarão. Perdemos muitas filmagens.” Ele é um dos 50.000 autônomos da região que continuarão fazendo malabarismos nas contas.

O mesmo ocorre com o setor turístico. Madri é a capital europeia com mais gasto médio por turista, com 355 euros (2.141 reais) por dia, segundo dados do portal Hosteltur. Sem o habitual ruído das malas pelas ruas até julho – a região recebeu 11 milhões de turistas em 2019 –, a Comunidade já prepara uma guinada no setor. “A prioridade agora será o turismo interno”, anunciou a presidenta regional, Isabel Díaz Ayuso, na sexta-feira, sem dar detalhes.

As mudanças também serão notadas na mobilidade, embora se mantenham as faixas horárias. Veem-se mais bicicletas que nunca, mas não se prevê um modelo local que reforce este modal. O principal problema, segundo o Consórcio Geral de Transportes, será a gestão do metrô nos horários de pico. Em condições normais, são três horas de maior movimento: das 8h às 9h, das 14h às 15h e das 18h às 19h. Durante o confinamento, só houve uma faixa com aumento de viajantes diários, a das 14h, mas o consórcio espera que voltem os três picos de tráfego à medida que a desescalada avançar.

Com tudo isto, e apesar de tudo, Madri levantará as persianas na segunda-feira com o objetivo de liderar a recuperação econômica na Espanha. Não está prevista a passagem a uma nova fase nas duas semanas seguintes. E enquanto isso? Reabrirão os hotéis sem zonas comuns, visitas em casa só com até 10 amigos, os velórios poderão receber 10 familiares, e os teatros e cinemas até 30% da ocupação. O motor econômico arranca de novo, e quase três meses depois, em marcha lenta.

Fonte: El País

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SEGUNDO GUEDES BRASIL NÃO TEM SAÍDA E PRECISA “AGUENTAR” A CHINA

O Brasil está quebrado e precisa “aguentar” a China, diz Guedes

Do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 22 de Maio de 2020 às 18:45

Paulo GuedesMinistro da Economia, Paulo Guedes, na reunião ministerial em 22 de abril, no Palácio do Planalto.

Em vídeo da reunião ministerial divulgado nesta sexta-feira (22), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a China deveria financiar um Plano Marshall para o mundo a fim de compensar os impactos econômicos causados pelo coronavírus. Mesmo assim, segundo o ministro, o Brasil não deveria entrar em mais atritos com a China.

“A China é aquele cara que você sabe que você tem que aguentar. Porque para vocês terem uma ideia, para cada um dólar que o Brasil exporta para os Estados Unidos, exportamos três para a China”, diz Guedes, que também defende uma maior responsabilização aos chineses. “A China (censurado) deveria financiar um Plano Marshall para ajudar todo mundo que foi atingido”, disse ele

Guedes afirma que a relação com os chineses pode ser pragmática. E que a China precisa do Brasil porque “eles precisam comer”.

“Você sabe que geopoliticamente você está do lado de cá. (…) Não vamos vender para eles ponto críticos nosso, mas vamos vender a nossa soja para eles. Isso a gente pode vender à vontade. Eles precisam comer, eles precisam comer”, disse.

Críticas ao desenvolvimentismo

Segundo o ministro, o Pró-Brasil, vendido como uma espécie de plano para recuperar o país, essa ideia poderia ser um desastre. Segundo ele, a retomada do crescimento vem pelos investimentos privados, reformas e abertura da economia.

“Voltar uma agenda de trinta anos atrás, que é investimento público financiado pelo governo, foi o que a Dilma fez. Então, tá cheio de gente pensando nessa eleição agora, e botando coisa p… na cabeça de todo mundo aqui dentro. (…) O governo quebrou! Em todos os níveis (…)”

Segundo ele, a agenda de desalavancar bancos públicos e reduzir endividamento e queda de juros seria suficiente para o Brasil voltar a “voar”, mas aí veio o coronavírus. E a previsão de queda do PIB para 2020 é de 4,7%.

Guedes ainda afirmou que tem conversado com investidores e que querem um “bom ambiente de negócios no país”. Segundo o ministro, o mundo inteiro quer investir no Brasil e que estão dispostos a colocar “centena de bilhões de dólares” no país.

“Simplificação de impostos e segurança jurídica, coisas desse tipo”, disse. De acordo com o ministro, o governo precisaria entrar na OCDE e aderir ao General Purchase Agreement (GPA) seria o suficiente para o Brasil entrar no alvo dos investidores novamente.

“Então, basta a gente fazer isso, quer dizer, vai fazer concorrência para concessão, privatização, então nós já estamos na pista certa, já estamos indo para a direção certa”, disse.

Reconstrução com aprendizes militares

A reconstrução, segundo Guedes, pode passar pelo recrutamento de jovens aprendizes dos quartéis brasileiros. “Quantos jovens podemos absover?  Um milhão a duzentos reais, que é o bolsa família, trezentos reais, pro cara de manhã fazer calistenia. (…) De tarde, aprende a ser um cidadão, pô. (…) É… voluntário para fazer estrada, para fazer isso, fazer aquilo. Sabe quanto custa isso? É duzentos reais por mês.”

Segundo o ministro, com dez meses com um milhão de jovens, os custos para os cofres públicos seria de R$ 2 bilhões. “Então, nós vamos pegar na reconstrução, nós vamos pegar um bilhão, dois bilhões e contratar um milhão de jovens. A Alemanha fez isso na reconstrução (da Segunda Guerra Mundial)”, disse o ministro.

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ECONOMIA: RESTITUIÇÃO DO IR COMEÇA EM 29 DE MAIO E VAI ATÉ 30 DE SETEMBRO

Veja calendário de restituição do IR 2020; 1º lote vence no dia 29 de maio

O pagamento do primeiro lote ficou programado para o dia 29 de maio, com a última data prevista para 30 de setembro

Por CNN Brasil – Publicado em 22/05/2020 às 11:21

A declaração do Imposto de Renda (IR) é feita por meio de um programa da Receita Federal

Nesta sexta-feira (22), a partir das 9h, a Receita Federal libera a consulta do primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Depois que a pandemia de coronavírus se alastrou pelo Brasil, algumas regras do processo de declaração do IRPF 2020 passaram por mudanças, a começar pela adoção de um novo calendário.Depois dos ajustes, o pagamento do primeiro lote ficou programado para o dia 29 de maio, com a última data prevista para 30 de setembro. No ano passado, as restituições iniciaram no dia 17 de junho e se estenderam até o dia 16 de dezembro.

Outra mudança no processo foi a prorrogação do prazo de entrega da declaração, que agora se estende até o próximo dia 30 de junho. A medida tem como objetivo evitar aglomerações em agências, a sobrecarga dos sistemas digitais do órgão, e não prejudicar os contribuintes com dificuldade no acesso à internet.

Fonte: Agora RN

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LÍDER CHINÊS ANUNCIA QUE ENVIARÁ DINHEIRO PARA AJUDAR PAÍSES AFETADOS PELA COVID-19

China enviará dinheiro para países afetados pela covid-19

O país destinará nos próximos anos R$ 11,6 bilhões para apoiar os países afetados pela pandemia, em especial, os mais pobres

 

Chefe da China defende a suspensão da dívida dos países mais pobresChefe da China defende a suspensão da dívida dos países mais pobres

O presidente da China, Xi Jinping, anunciou nesta segunda-feira (18) que o país destinará nos próximos anos US$ 2 bilhões (R$ 11,6 bilhões) para apoiar os países afetados pela pandemia da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, em especial, os mais pobres.

O chefe de governo fez a declaração durante a assembleia anual da OMS (Organização Mundial de Saúde), que acontece de maneira virtual, justamente por causa da crise em escala global, provocada pela propagação do patógeno.

No encontro, Xi garantiu que as vacinas que forem desenvolvidas na China contra a doença “estarão disponíveis como bem público”, para que sejam acessíveis para todas as nações em desenvolvimento.

Além disso, o presidente apontou que defenderá junto aos integrantes do G20 a suspensão da dívida dos países mais pobres, como parte das medidas para superar a crise econômica desencadeada pela pandemia da covid-19.

Na videoconferência, Xi afirmou que o planeta vive a mais grave emergência de saúde desde a Segunda Guerra Mundial e garantiu que o surgimento e a propagação do novo coronavírus foi uma surpresa para todos.

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ESPECIALISTAS ESTIMAM QUE 60% DAS EMPRESAS DO PAÍS TERÃO QUE SE ADAPTAR A NOVA REALIDADE PARA SOBREVIVER

 ECONOMIA

MIT: 60% das empresas do país precisarão mudar os seus negócios para sobreviver

À medida em que algumas regiões do mundo começam a vencer a pandemia de coronavírus e a economia, aos poucos, reabre, especialistas tentam calcular o tamanho do impacto da crise nas companhias. Para entender quais mudanças vieram para ficar no mundo corporativo e quais modelos de gestão e negócio vão prevalecer no médio e longo prazo, o CNN Business conversou com a pesquisadora do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e coautora do livro “Qual Seu Modelo de Negócio?” (M.Books, 2018), Stephanie Woerner.

Entre os principais temas de sua pesquisa, Woerner estuda como as empresas lidam com as transformações causadas pela digitalização da economia, especialmente no que diz respeito à competitividade e governança.

Até a próxima quinta (7), a pesquisadora participa do evento online Frontiers Unlocked, promovido pelo MIT Sloan Review Brasil, que vai reunir especialistas para responder à pergunta “como será o novo normal para as empresas depois da pandemia de coronavírus?”. É possível acompanhar o evento pelo site oficial.

Para ela, apesar de a maioria das empresas brasileiras ainda operaram no primitivo modelo de negócio chamado de “silos and spaghetti” —  mais exatamente 60% de todas as companhias do Brasil —, as mudanças induzidas pelo coronavírus vão transformar completamente esse cenário. O termo é uma forma que a pesquisadora utiliza para denominar as companhias que ainda não sairam da prestação de serviços (ou criação de produtos) básicos para os seus clientes.

A tendência, daqui em diante, é que as companhias se digitalizem para aumentar a eficiência e desenvolver uma melhor experiência para os clientes.

À medida em que algumas regiões do mundo começam a vencer a pandemia de coronavírus e a economia, aos poucos, reabre, especialistas tentam calcular o tamanho do impacto da crise nas companhias. Para entender quais mudanças vieram para ficar no mundo corporativo e quais modelos de gestão e negócio vão prevalecer no médio e longo prazo, o CNN Business conversou com a pesquisadora do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e coautora do livro “Qual Seu Modelo de Negócio?” (M.Books, 2018), Stephanie Woerner.

Entre os principais temas de sua pesquisa, Woerner estuda como as empresas lidam com as transformações causadas pela digitalização da economia, especialmente no que diz respeito à competitividade e governança.

Até a próxima quinta (7), a pesquisadora participa do evento online Frontiers Unlocked, promovido pelo MIT Sloan Review Brasil, que vai reunir especialistas para responder à pergunta “como será o novo normal para as empresas depois da pandemia de coronavírus?”. É possível acompanhar o evento pelo site oficial.

Para ela, apesar de a maioria das empresas brasileiras ainda operaram no primitivo modelo de negócio chamado de “silos and spaghetti” —  mais exatamente 60% de todas as companhias do Brasil —, as mudanças induzidas pelo coronavírus vão transformar completamente esse cenário. O termo é uma forma que a pesquisadora utiliza para denominar as companhias que ainda não sairam da prestação de serviços (ou criação de produtos) básicos para os seus clientes.

A tendência, daqui em diante, é que as companhias se digitalizem para aumentar a eficiência e desenvolver uma melhor experiência para os clientes.

Para continuar lendo é só clicar aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/05/05/modelo-de-negocio-que-afeta-60-das-empresas-brasileiras-deve-mudar-pos-pandemia

Fonte: Blog do BG

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EMPREGO: WALMART E AMAZON VÃO CRIAR 250 MIL VAGAS ATÉ MAIO PARA SUPRIR DEMANDA DE VENDAS ON LINE

Em tempos de crise muita gente sofre, outros quebram, mas alguns aproveitam para dar um salto quântico. É o caso das empresas que trabalham com vendas on line e delivery. Para a sorte dos americanos algumas gigantes do mercado de e-commerce vão suprir grande parte da taxa de desemprego contratando funcionários demitidos dos setores prejudicados. Leia a reportagem completa a seguir e entenda o que está acontecendo!

Walmart e Amazon vão contratar quem está sendo demitido

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

Na contramão da crise econômica provocada pelo coronavírus, Walmart e Amazon anunciaram que vão contratar e absorver funcionários demitidos de setores prejudicados nos Estados Unidos.

E não se trata de ser bonzinho. É uma questão de visão estratégica de mercado! O motivo é simples: sem poder sair de casa por causa da quarentena, o consumidor passou a fazer compras online e a demanda das duas redes aumentou. Por isso, os empresários decidiram investir neste momento de crise, em vez e recuar.

O Walmart pretende contratar 150 mil funcionários adicionais para trabalhar temporariamente em suas lojas e centros de distribuição, para atender à crescente demanda, resultado da pandemia de coronavírus.

A rede de supermercados também planeja pagar US$ 550 milhões, cerca de 2,5 bilhões de reais,  em bônus aos seus funcionários atuais.

Para ajudar no processo de contratação, o Walmart diz que procurou grupos dos setores de hotelaria e restauração para empregar justamente pessoas que estejam enfrentando demissões.

As novas contratações do Walmart serão feitas até o final de maio. O processo de seleção vai cair de duas semanas para apenas um dia.

A empresa informa ainda que muitas das funções temporárias “se converterão em posições permanentes ao longo do tempo”.

Amazon

A Amazon também anunciou na semana passada a contratação de 100 mil novos trabalhadores para os seus armazéns de estoques e entregas nos EUA

Eles vão atuar nos armazéns de estoque e nos processos de entrega de produtos comprados através da Amazon.com.

Segundo a empresa, o reforço é necessário para dar conta do “aumento sem precedentes na demanda” de pedidos online, fruto da atual pandemia de coronavírus.

A Amazon informou que o pagamento de todos os funcionários dos Estados Unidos e Canadá terá um aumento de US$ 2,00 por hora, até abril.

“Estamos vendo um aumento nas compras online e, como resultado, alguns produtos, como artigos básicos e suprimentos médicos, estão fora de estoque. Com isso em mente, estamos priorizando temporariamente produtos básicos, suprimentos médicos e outros produtos de alta demanda que entram em nossos centros de atendimento, para que possamos receber, reabastecer e entregar mais rapidamente esses produtos aos clientes”, diz o comunicado divulgado no Business Insider.

Com informações da B9

Fonte: Só Notícia Boa

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ÚLTIMA DESTE SÁBADO: TRUMP LIBERA 60 BILHÕES DE DÓLARES PARA BRASIL E MAIS 8 PAÍSES

Em meio a tanta notícia ruim com essa pandemia do coronavírus o FED, Banco Central dos Estados Unidos resolveu liberar até U$ 60 bilhões para 9 países, dentre eles o Brasil, para ajudar a sobreviver a essa guerra contra o coronavírus. Leia o artigo a seguir e saiba dos detalhes!

BC e Fed fecham acordo para ampliar oferta de dólar em US$ 60 bilhões

Dinheiro vai ampliar a oferta de dólar no mercado doméstico

Publicado em 19/03/2020 – 15:16 Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Banco Central (BC) do Brasil e o Federal Reserve (Fed – banco central dos Estados Unidos) vão manter, por pelo menos seis meses, um acordo de swap (troca) de liquidez (recursos disponíveis) em dólares americanos. O montante é de US$ 60 bilhões e vai ampliar a oferta de dólar no mercado doméstico, informou hoje (19) o BC.

Segundo o BC, o dinheiro será utilizado para “incrementar os fundos disponíveis para as operações de provisão de liquidez em dólares”.

“A linha de liquidez soma-se ao conjunto de instrumentos disponíveis do BC para lidar com a alta volatilidade dos mercados em decorrência da pandemia da Covid-19”, acrescentou.

O anúncio de hoje inclui também as autoridades monetárias da Austrália, Dinamarca, Coreia do Sul, México, Noruega, Nova Zelândia, Singapura e Suécia. O Federal Reserve também possui linhas de swap de liquidez em dólares americanos com o Banco do Canadá, o Banco da Inglaterra, o Banco do Japão, o Banco Central Europeu e o Banco Nacional Suíço.

Edição: Fernando Fraga

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ECONOMIA: COMO EVITAR UM COLAPSO NA ECONOMIA MUNDIAL

Na nossa coluna ECONOMIA desta segunda-feira temos um artigo altamente esclarecedor do que está acontecendo com a economia mundial por causa da pandemia do coronavírus, através de um duplo choque, oferta e demanda, que é raríssimo de acontecer e dá sugestões para solucionar o grave problema. Leia artigo completo a seguir e tire suas conclusões!

Coronavírus: um caso raro de choque de oferta e de demanda – e suas possíveis consequências nefastas

E o que deveria ser feito

Em termos puramente econômicos — ênfase em ‘econômicos’ —, a atual epidemia do Covid-19 (que está prestes a virar pandemia) apresenta um estimulante debate intelectual: no curto prazo, teria este cisne negro um efeito inflacionário ou deflacionário sobre os preços da economia global?

E no longo prazo, quais as suas reais consequências?

Rápida cronologia

Como o leitor certamente já está ciente, a difusão do novo coronavírus está causando sérios estragos econômicos.

Ainda em fevereiro, a China entrou em quarentena. Quase 70 milhões de chineses foram literalmente mantidos presos dentro de casa pelo governo. A pena para quem desrespeitasse o aquartelamento era a cadeia. Empresas foram fechadas e linhas de montagem foram paralisadas. Restaurantes não abriram. Ninguém saía às ruas, que ficaram desertas. Nos poucos supermercados abertos, passou a haver racionamento e rigor na entrada de clientes. A atividade do setor privado (PMI – Índice dos Gerentes de Compras), sem nenhuma surpresa, desabou para as mínimas históricas. As principais companhias aéreas do mundo suspenderam seus voos para a China.

E então, apesar de todos os esforços, o vírus começou a se espalhar pelo mundo. Chegou à Coreia do Sul e causou estragos semelhantes. A Samsung e a LG fecharam várias fábricas. Depois chegou ao Japão. Escolas estão fechadas. Está havendo racionamento nos supermercados e, recentemente, uma escassez de papel higiênico.

Na Austrália, que também está sendo afetada, observa-se fenômeno idêntico. Um jornal local até passou a imprimir oito páginas extras para serem utilizadas como “papel higiênico de emergência”

Agora, o vírus se vai se espalhando rapidamente pela Europa. Ainda ontem, o governo da Itália, que se tornou o segundo país mais afetado pela epidemia (já são 631 mortos), simplesmente decretou o isolamento do país. Reuniões públicas estão banidas e qualquer movimentação pelo país está proibida, com exceção daquela estritamente necessária para atendimentos médicos e emergências. A polícia foi instruída a impingir rigorosamente as proibições.

Nos EUA, a epidemia ainda é incipiente, mas já demonstra rápido avanço. Já são mais de mil casos e 31 mortos. E, é claro, a venda de papel higiênico passou a ser racionada pelos supermercados (também no Canadá), em decorrência da súbita e inesperada demanda.

Ao redor do mundo, eis a situação: viagens a turismo e a negócio entraram em colapso (o que está afetando severamente a solvência das companhias aéreas), conferências e eventos esportivos estão sendo cancelados, e, principalmente, toda a cadeia global de produção foi severamente atingida, com várias fábricas e empresas fechadas.

Assim, a oferta global de produtos está afetada, pois as cadeias de suprimento, que possibilitam a produção desses bens, estão paralisadas.

Portanto, temos um impacto sobre a oferta (cadeias interrompidas, fábricas paradas, férias coletivas) e sobre a demanda (restrições de circulação, fechamento de escolas, interrupção de eventos de massa, viagens canceladas, lojas vazias, comércio sem clientes).

Ambos estes choques de oferta e demanda — bem como a expectativa de que há muito mas por vir — geraram pânico nos mercados financeiros. Nas últimas semanas, as bolsas de valores desabaram (pois espera-se menos crescimento econômico global e menores lucros para as empresas), o preço do barril de petróleo afundou (tanto pelo colapso da demanda quanto pela falta de um acordo entre a Rússia e a OPEP) e o indicador de volatilidade, também conhecido como Índice do Medo, alcançou as máximas vistas apenas em 2008, no auge da crise financeira mundial.

Como é de se esperar nestas situações, todos os investidores em busca de proteção e segurança se refugiam nos títulos públicos americanos, que são tidos como os mais seguros do mundo (e, ao contrário de vários europeus, ainda pagam juros nominais positivos). Esse aumento pela procura reduz os juros pagos por esses títulos (entenda aqui o mecanismo) e, como consequência, os títulos de 30 anos do governo americano estão pagando hoje a menor taxa de juros de sua história: 1,17%.

Para se ter uma ideia da magnitude da queda, no início de 2020 (meros dois meses atrás), esses mesmos títulos pagavam juros de 2,35%. Uma queda desta profundidade e rapidez mostra como os investidores experientes (o chamado smart money) estão receosos quanto aos impactos econômicos do coronavírus.

Os dois choques se iniciaram na Ásia

A Ásia foi, e ainda é, o epicentro do surto do coronavírus. E lá também continua sendo epicentro dos problemas das cadeias de suprimento global.

O efeito é duplo:

1) De um lado, todas as empresas ao redor do mundo importam produtos montados na China, no Japão e na Coreia do Sul; e dado que as fábricas destes países estão paralisadas, então tem-se uma disrupção momentânea das cadeias globais de suprimento. As outras empresas do mundo não conseguem receber suas encomendas fabricadas nos países asiáticos.

2) De outro, dado que esses países asiáticos são grandes importadores de commodities do resto do mundo (e utilizam essas commodities exatamente para fabricar os produtos que exportam para o mundo), e dado que suas fábricas estão fechadas, então temos um forte impacto sobre os preços das commodities.

E esse impacto sobre os preços das commodities já é explícito. Abaixo, o gráfico da evolução do Índice CRB, que é o principal índice de commodities do mundo. O índice engloba as 19 commodities mais transacionadas mundialmente: alumínio, cacau, café, cobre, milho, algodão, petróleo bruto, ouro, óleo para aquecimento, suínos, boi gordo, gás natural, níquel, suco de laranja, prata, soja, açúcar, gasolina e trigo. Em termos práticos, você pode interpretar o gráfico como sendo o preço em dólares de uma cesta contendo todas essas commodities.

Indice CRB.png

Índice CRB – evolução dos preços das commodities, em dólar

Observe que os preços das commodities desabaram, e voltaram ao mesmo nível de 2002. Tal efeito é fortemente deflacionário sobre os preços de bens e serviços, pois tudo, em última instância, depende de commodities.

Resta saber agora qual será o efeito sobre os preços da interrupção da cadeia de suprimentos globais. Tal fenômeno, por reduzir a oferta, tende a gerar uma pressão altista nos preços. Mas, por ora, isso ainda não foi observado.

Logo, a realidade é que, por enquanto, já estamos sentindo os efeitos de um choque de demanda — que já é perceptível na forte redução dos preços das commodities — e estamos vivenciando um ainda incipiente choque de oferta, que tende a se refletir na queda da produção de vários bens, como automóveis e eletroeletrônicos. No Brasil, esse choque de oferta já chegou: por falta de peças importadas da China, algumas fábricas estão dando férias coletivas.

Mas tudo tende a piorar.

Efeitos econômicos no resto do mundo

A grande encrenca deste duplo choque é que ambos tendem a se retroalimentar e a se espalhar pelo mundo, intensificando a disrupção. Se o Covid-19 mantiver sua progressão, os choques de oferta e demanda, até então restritos à Ásia, ocorrerão em todos os continentes. Na Europa, o fenômeno já começou.

Para facilitar o raciocínio, eis um resumo cronológico de toda a situação (o que já aconteceu e o que ainda pode vir a acontecer):

a) China, Coréia do Sul e Japão, por causa do Covid-19, sofrem um choque de oferta, o qual reduz profundamente a produção destes países. Sem produção, a renda cai.

b) Com a renda em queda, a população asiática reduz as importações do resto do mundo (commodities da América Latina e bens de consumo da Europa e dos EUA). Isso representa um choque de demanda para estes outros países.

c) Como consequência dessa menor demanda asiática, toda a produção destes países europeus e americanos voltada para a exportação tende a se reduzir. Assim, as pessoas dessas áreas passam agora a também ter uma renda menor.

d) Logo, tem-se menor produção e menor renda ao redor do mundo.

Mas ainda não acabou. O choque de oferta se alastra pelo mundo.

e) Dado que vários dos bens e serviços fabricados pelas empresas europeias e americanas contêm produtos intermediários fabricados na China, no Japão e na Coreia (cadeias globais de produção), a interrupção da atividade na Ásia afeta a produção na Europa e no continente americano. Tem-se um choque mundial de oferta.

f)  No entanto, na União Europeia a situação é mais grave. Conforma a epidemia vai se alastrando pela Europa (e na Itália com mais intensidade), a própria atividade econômica no continente europeu vai sendo suspendida, de modo que o choque de oferta acaba sendo intensificado nos países europeus. Sem estarem produzindo, não há renda. Sem renda, não há como os europeus demandarem produtos do resto do mundo.

Ou seja, tanto Ásia quanto Europa vivenciam os dois choques: demanda e oferta.

g) Por último, resta o continente americano. Por ora, nós estamos vivenciando apenas um incipiente choque de oferta, e um muito pontual choque na demanda (que é sentida nos setores voltados para a exportação). Ainda assim, é notável que os portos de Los Angeles e Long Beach estejam vivenciando uma queda de 2 milhões de contêineres em relação ao mesmo período do ano passado.

A questão é quais serão os desdobramentos em termos de preços. O que irá prevalecer: a restrição da oferta (aumento de preços) ou a queda da demanda (redução de preços)?

O que é fato é que um choque negativo na cadeia da oferta gera um choque negativo na demanda: as empresas, por não estarem mais nem produzindo e nem vendendo, tendem a se tornar insolventes, tornando-se incapazes de honrar suas dívidas ou mesmo de conseguir refinanciamento. Dependendo da situação, isso tende a gerar calotes em massa, o que pode colocar em risco todo o sistema bancário e financeiro.

Por tudo o que foi dito, e respondendo à pergunta inicial do artigo, o coronavírus tende a ter um efeito mais deflacionário sobre as economias — a menos, é claro, que os governos enlouqueçam e adotem as políticas erradas listadas a seguir.

Soluções

Em um contexto de choque de oferta, uma política fiscal expansionista — isto é, aumentar os gastos do governo — não faria sentido: se as pessoas estão proibidas de trabalhar pelos seus respectivas governos (Ásia e Itália) ou se elas não estão trabalhando porque seus fornecedores não estão produzindo (interrupção da cadeia de oferta global), então, por consequência lógica, fomentar um maior gasto estatal não terá como fazer a economia crescer. O único efeito será o de aumentar os preços.

Neste cenário de choque de oferta, o problema óbvio não é a escassez de gastos, mas sim a ausência de atividade econômica.

É difícil as pessoas aceitarem isso, mas quando se tem um choque de oferta ocasionado pelo surto de um vírus que afeta diretamente as bases produtivas das economias, não há como a oferta ser ressuscitada por meio de políticas fiscais e monetárias. É um tanto óbvio, mas vale a pena enfatizar: colocar o governo para imprimir dinheiro, ou para se endividar e gastar um dinheiro que não tem, não terá o poder de magicamente criar novos bens de capital, de ressuscitar linhas de produção e de religar máquinas. (Uma automação intensa até teria esse poder, mas não meros gastos do governo.)

Já um choque de demanda, em tese, até pode ser contrabalançado por um política fiscal baseada estritamente na redução de impostos. Mas isso funcionaria apenas no curto prazo. No longo prazo, sem um aumento na produção (e este é o caso, pois estamos vivendo um duplo choque), não haverá renda crescente para sustentar essa maior demanda.

Igualmente, se muitas empresas se tornarem insolventes por não estarem produzindo, e consequentemente vivenciarem problemas financeiros, então é verdade que uma política monetária mais expansionista poderia facilitar seus refinanciamentos até o momento em que a situação se normalizasse. No entanto, neste caso, também a margem seria estreita e com contrapartidas negativas (maior inflação de preços em decorrência de haver mais dinheiro na economia). E, como já explicado, políticas monetárias não têm como abolir problemas cujas origens estão em um choque de oferta (de novo: estamos vivenciando um duplo choque).

Sendo assim, eis o que realmente pode, e deve, ser feito: permitir que empresas em dificuldades adiem o pagamento de tributos; reduzir todos os fardos regulatórios e burocráticos que oneram a produção (qualquer oxigênio é bem-vindo); permitir a total e irrestrita cooperação entre organização científicas e de saúde; facilitar cadeias de oferta alternativas por meio da abolição de todas as tarifas de importação e barreiras não-tarifárias; facilitar o financiamento a pequenas e médias empresas (por exemplo, zerando o imposto de renda e o imposto sobre ganhos de capital dos fundos de investimento, de private equity ou de venture capital que investirem nelas).

Choques de oferta devem ser resolvidos com políticas do lado da oferta. Uma vez estabilizada a oferta, a renda é criada, e aí a demanda vem naturalmente.

Colocar o governo para imprimir dinheiro, ou para se endividar e gastar dinheiro que não tem apenas para sustentar elefantes brancos e com isso turbinar os números do PIB não é apenas uma solução insensata; é também a receita para um colapso econômico ainda maior no futuro.

Para concluir

Além de evitar adotar as más políticas elencadas acima (que irão intensificar os efeitos do choque de oferta), e de torcer para que sejam adotadas apenas as boas (que irão amenizá-los), resta apenas torcer para a descoberta da vacina. Desonerações e retiradas de obstáculos governamentais sobre a indústria farmacêutica ajudariam bastante, mas isso se tornou anátema.

O que é definitivo é que, infelizmente, os danos econômicos causados por um surto viral aparentemente fora de controle não podem ser abolidos totalmente por meio de truques fiscais e monetários. Quem dera fosse tão simples assim.

Fonte: Mises Brasil

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EDITORIAL: O AFASTAMENTO DE BOLSONARO DA IMPRENSA GARANTIRÁ O PIB DE 2020 ACIMA DOS 2%

Caro(a) leitor(a),

O PIB do brasil de 2019 poderia ter sido bem melhor se Bolsonaro tivesse tido a atitude de se afastar do portão do Palácio do Planalto desde o início do seu mandato. Agora eu acredito que a previsão do PIB para 2020 possa se materializar, basta ele cumprir com o que disse sobre ficar longe da imprensa.

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: GUIA BÁSICO PARA INVESTIMENTO EM AÇÕES

Na nossa coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quarta-feira trago mais um resumo animado de Albano do Seja Uma Pessoa Melhor sobre investimento para iniciantes. Tudo sobre o básico acerca de AÇÕES: lucro, prejuízo, dividendos, preço e valor de uma ação. Assista essa interessante mini-palestra e saiba como começar a investir o seu dinheiro em ações!

Fonte:

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GEOPOLÍTICA: RELAÇÃO COMERCIAL ENTRE REINO UNIDO E EUA EM RISCO

Na coluna GEOPOLÍTICA deste sábado o assunto é a permissão do Reino Unido do 5G da Huawei operar na infraestrutura em seu território que pode afetar relação comercial entre EUA e Reino Unido. Alguns avisos já foram dados ao primeiro ministro Boris Johnson pelo governo americano, mas até o momento ele não parece ter ouvido. Leia a reportagem completa a seguir, saiba o que está acontecendo e tire suas conclusões!

Decisão que permite 5G da Huawei no Reino Unido pode atrapalhar acordo comercial com os EUA

Guilherme L. Campos

Publicado em

Decisão que permite 5G da Huawei no Reino Unido pode atrapalhar acordo comercial com os EUA 12

Já não é mais possível deixar de vincular a Huawei, empresa controlada pelo Partido Comunista Chinês, aos episódios de roubo de tecnologias e espionagem. Uma rápida “googada” na internet revela a quantidade de episódios envolvendo a empresa e governos do ocidente.

Envolvimento com universidades americanas, com o objetivo de comprar pesquisadores e suas pesquisas além de infiltrar nos campus propaganda chinesa, é também uma realidade antiga, segundo o Departamento de Educação dos EUA.

A decisão britânica de selar o acordo foi tomada no fim de janeiro desse ano pelo Conselho de Segurança Nacional do Reino Unido, grupo presidido pelo próprio Primeiro Ministro Boris Johnson, apesar dos muitos avisos de possíveis armadilhas apresentadas pela proposta da Huawei.

O acordo prevê que a Huawei não poderá fornecer equipamentos para “partes sensíveis” do núcleo da rede, mas fornecerá um terço do equipamento ao que a BBC relata ser a “periferia” da futura rede 5G do Reino Unido.

Ainda segundo a BBC, a China parece ter dado ao Reino Unido uma escolha simples – escolher a Huawei ou enfrentar repercussões “substanciais” ao comércio e ao investimento. Dada a escolha entre os EUA e a China, o primeiro-ministro Johnson parece ter escolhido Pequim, relata o site Breitbart.

Os EUA, que alertaram o Reino Unido quanto ao perigo de conectar equipamentos e tecnologia da Huawei à rede 5G do país, demonstram preocupação com a decisão.

O jornal britânico The Times relata comentários de um “alto funcionário dos EUA”: “O apetite por um acordo comercial EUA-Reino Unido pode ser diminuído se o Reino Unido tomar a decisão errada sobre a Huawei”. Essa parece ser também a posição do presidente americano.

O presidente Trump disse anteriormente que o Reino Unido deveria ser “muito cuidadoso do ponto de vista da segurança nacional”.

Apesar dos avisos de que um acordo com a Huawei causaria problemas para seus aliados, a agência de inteligência interna do Reino Unido, o MI5, insistiu que não há motivo para preocupação.

Farage condena acordo com Huawei

Outra figura importante britânica, Nigel Farage, líder do partido Brexit, manifestou preocupação com o novo acordo com os chineses. Farage também teme que o acordo inglês com a Huawei pode comprometer o tão aguardado e necessário acordo comercial pós-Brexit com os EUA.

Escrevendo em sua coluna da Newsweek nesta semana, Farage alertou: “A recente decisão do governo do Reino Unido de envolver a empresa chinesa de tecnologia Huawei na criação de nossa rede 5G põe em risco não apenas o compartilhamento de informações, mas um futuro acordo comercial.

“A formação de laços com esta empresa está provando ser um erro monumental no momento em que um relacionamento especial [com os Estados Unidos] deveria estar florescendo”, completou Farage.

EUA têm evidências de perigo chinês

No início desta semana, as autoridades americanas alertaram os aliados de que a Huawei possui acesso ‘backdoor’ embutido em suas redes que poderiam ser exploradas pelo Partido Comunista Chinês.

“Temos evidências de que a Huawei tem capacidade secreta de acessar informações pessoais e confidenciais nos sistemas que mantém e vende em todo o mundo”, disse Robert O’Brien, consultor de segurança nacional do presidente Trump.

Encontro com Trump cancelado?

Há poucas horas, durante uma ligação telefônica entre Trump e Johnson, ficou decidido que a visita que o primeiro-ministro britânico faria ao colega norte-americano para discutir o acordo comercial será adiada para junho, quando o premiê estiver em Camp David, Virgínia, para o encontro do G7. O adiamento pode ser uma resposta de Trump ao acordo fechado entre britânicos e Huawei.

Guilherme L. Campos

Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do ‘The Right Talking’. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.
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ECONOMIA: CORREIOS, UMA PRIVATIZAÇÃO QUE TEM TUDO PRA DAR CERTO

ECONOMIA: CORREIOS, UMA PRIVATIZAÇÃO QUE TEM TUDO PRA DAR CERTO
Foto da fachada do Edifício da Agência dos Correios do Setor Comercial Sul Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado.

A privatização dos Correios já é dada como certa. É da vontade do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da economia Paulo Guedes e não faz parte das competências e atributos essenciais do Estado. Ainda não aconteceu por causa do forte lobby existente dentro do congresso nacional fomentado pelos funcionários da empresa. Mas é apenas uma questão de tempo para ocorrer. Nesse caso, várias concorrentes já se habilitam e demonstram interesse na compra da estatal. Uma delas é a UPS, que aproveitou o forum de Davos para conversar com o ministro. Anote ai! Isso vai acontecer!

Privatização dos Correios: UPS demonstra interesse em comprar estatal

Plano de privatização ainda não foi definido, mas várias empresas já estão de olho.

Redação

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A privatização dos Correios vem gerando o interesse de diversas empresas estrangeiras de logística.

Antes mesmo de ser eleito presidente da República, Jair Bolsonaro já sinalizava que empresa pública federal estaria como prioridade para uma possível privatização.

Conforme já noticiado pelo Conexão Política, as empresas Alibaba e Amazon já demonstraram o desejo em participar do processo de desestatização da estatal brasileira.

Agora, a UPS também teria demonstrado interesse, segundo interlocutores do governo brasileiro em Davos.

Paulo Guedes, que participa do Fórum Econômico Mundial, na Suíça, teria se encontrado com o presidente mundial da UPS, Nando Cesarone, segundo reportagem do Valor Econômico.

Mais cedo, o jornal Folha de S. Paulo veiculou que o ministro brasileiro também se reuniu com representantes da companhia americana de logística.

Ainda segundo o Valor, Guedes sua equipe teriam apresentado a investidores na Suíça a lista de privatizações e concessões que o governo pretende realizar.

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GEOPOLÍTICA: ACORDO DE COOPERAÇÃO AGRÍCOLA BRASIL-ALEMANHA TRARÁ MAIS DESENVOLVIMENTO

TEXTO

Brasil assina acordo de cooperação agrícola com a Alemanha

Acordo prevê troca de informação, visita técnica e financiamento rural.

Redação

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Brasil assina acordo de cooperação agrícola com a Alemanha 15

F. Sommer

 

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assinou neste sábado (18) um acordo de cooperação técnica com a Alemanha.

O acordo prevê troca de informações, visitas técnicas e financiamento rural entre os dois países.

Durante encontro do Fórum Global da Alimentação e da Agricultura (GFFA), em Berlim, Tereza Cristina e a ministra da Alimentação e Agricultura da Alemanha, Julia Klockner, assinaram uma declaração na qual o Brasil e a Alemanha se comprometeram a buscar uma agricultura sustentável para a demanda global por alimentos.

Na reunião, a ministra brasileira destacou que somente 2,3% do território brasileiro são utilizados para produção agrícola e 10,5% para a pecuária, e a agricultura não pode ser apontada como a vilã dos problemas ambientais ocorridos no mundo.

Esse acordo vai aproximar mais os dois países. Trocaremos conhecimento e nós poderemos mostrar a tecnologia que desenvolvemos para criar a agricultura tropical brasileira”, disse a ministra, em nota.

Após a reunião do GFFA, a ministra da Agricultura segue para a Índia, onde fará parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro que visitará o país.

Com informações, Agência Brasil

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GEOPOLÍTICA: PARECE QUE FINALMENTE O BRASIL VAI ENTRAR NA OCDE

Uma grande vitória do Brasil essa notícia vinda do governo dos EUA sobre a inclusão do Brasil na OCDE. Agora podemos dizer que o Brasil terá acesso aos programas e assuntos tratados com países de primeiro mundo que antes não tinha e que a parceria com os Estados Unidos é sólida! No artigo a seguir da jornalista Thaís Garcia veja como tudo se processou!

“Estamos construindo uma parceria sólida com os EUA”, diz Ernesto Araújo sobre prioridade dada ao Brasil para o ingresso na OCDE

Thaís Garcia

Publicado em 15.01.2020

“Estamos construindo uma parceria sólida com os EUA”, diz Ernesto Araújo sobre prioridade dada ao Brasil para o ingresso na OCDE 15

Imagem: EFE/ERIK S. LESSER

 

O Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, confirmou nas redes sociais o comunicado da embaixada americana que afirma oficialmente o apoio dos EUA para o Brasil ser o próximo a iniciar adesão à OCDE.

O ministro enfatizou que o anúncio americano de prioridade ao Brasil para o ingresso na OCDE comprova mais uma vez que o Brasil está construindo uma parceria sólida com os EUA.

Ernesto Araújo

@ernestofaraujo

Anúncio americano de prioridade ao Brasil para ingresso na OCDE comprova uma vez mais que estamos construindo uma parceria sólida com os EUA, capaz de gerar resultados de curto, médio e longo prazo, em benefício da transformação do Brasil na grande nação que sempre quisemos ser

Os Estados Unidos afirmaram na terça-feira (14) que o Brasil será o próximo país a iniciar o processo de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O comunicado foi feito por meio de nota à imprensa emitida pela embaixada, em Brasília.

“Os Estados Unidos querem que o Brasil seja o próximo país a iniciar o processo de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, afirmou a embaixada dos EUA em Brasília.

“Nossa decisão de priorizar a candidatura do Brasil, agora, como próximo país a iniciar o processo é uma evolução natural do nosso compromisso, como reafirmado pelo secretário de Estado [Mike Pompeo] e pelo presidente Trump em outubro de 2019”, acrescentaram.

Com a nova decisão, Argentina perdeu a prioridade que tinha.

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TECNOLOGIA: VALE A PENA COMPRAR UM CELULAR COM PROJETOR?

Na nossa coluna TECNOLOGIA desta quinta-feira trago um artigo espetacular sobre a nova tecnologia em matéria de audiovisual. O celular com projetor que já está revolucionando a indústria do entretenimento visual. Éle é capaz de projetar imagens com até 90 polegadas full HD e com a qualidade de uma SMART TV de última geração. A seguir temos um vídeo com uma pequena amostra do que há de mais moderno lançado na China e depois você pode conhecer as principais marcas e modelos disponíveis no mercado brasileiro e saber se vale a pena comprar um smartphone projetor. A Smart TV está com os dias contados?

Fonte:

Vale a pena comprar um celular com projetor?

Modelos de celular com projetor estão se tornando populares entre os brasileiros, mas vale a pena investir em um acessório do tipo?

O celular é um ótimo aparelho para nos permitir assistir aquele vídeo, filme ou série em um momento ocioso, como quando estamos viajando de ônibus ou na fila de um banco, mas pode ser muito útil também para assistir vídeo em casa quando bate aquela preguiça de ligar o computador.

Nesse casos, o uso de um projetor específico para celulares tem feito sucesso entre os brasileiros. No mercado, é possível tanto encontrar projetos individuais feitos especialmente para serem conectados em smartphones e até mesmo celulares que já vem com esse recurso em suas configurações. Mas vale a pena fazer esse tipo de investimento?

Preço

Esse é um dos pontos que os consumidores costumam considerar primeiro na hora de comprar um aparelho com projetor e, claro, a quantia que você embolsar no produto vai ter impacto direto na qualidade da imagem.

Para começar falando de celular que já vem com a função de projetor, os preços começam na faixa de R$ 1700,00, tanto nos que já possuem a função nativa, como o Quantum V, quanto os kits que contam com aparelho mais projetor separado.

A linha Z de celulares da Motorola é capaz de projetar imagens diretamente pelo celular, com os Moto Snaps. Na linha estão o Moto Z2 Play, Moto Z2 Force e Z3 Play, por exemplo. Esses modelos de celular custam, a partir de R$ 1.200,00, mas o Moto Snap Insta-Share Projector, que permite a projeção de imagens, deve ser comprado à parte, com preço médio de R$ 1.500,00.

Se você pretende comprar o celular com o projetor, é possível encontrar bons combos com desconto, como o Moto Z2 Play com o Moto Snap projetor por R$ 2.000,00. Agora, se você já possui um celular dessa linha e quer investir no projetor, não tem jeito, terá que desembolsar essa grana.

Uma opção mais em conta para quem já tem um celular e não quer gastar comprando um novo é procurar modelos de miniprojetor para celular, que permitem conexão direta com o smartphone. Esses aparelhos podem ser encontrados no mercado a partir de R$ 300,00.

moto-z3-projetor

Qualidade da Imagem

Vamos destacar a qualidade de imagem dos modelos que mencionamos no tópico acima.

No caso do Quantum V, que traz um projetor Laser HD integrado no smartphone, a imagem pode ser projetada a até 2 metros do aparelho, com resolução HD (1280 x 720 pixels), 31 lúmens e contraste de 5.000:1. O tamanho vai variar, dependendo da distância entre o celular e a tela de projeção, sendo de 40 polegadas para uma distância de 1 metro e 80 polegadas para 2 metros.

Já o Moto Snap da Motorola tem uma resolução menor, sendo de 854×480 WVGA (480p), que pode ser projetada a até 1,2 metros, com projeção de tela máxima de 70 polegadas, 400:1 de contraste e 50 lúmens.

Já no caso dos miniprojetores, utilizamos um modelo bom, sem ser premium, para ter como base: o Mini Projetor Led Profissional 1200 Lumen Wi-Fi uc46, que permite conexão por Wi-Fi ou HDMI com diversos aparelhos, incluindo smartphones e notebooks. O projetor é mais robusto do que as opções dos celulares, pesando 980g, mas entrega qualidade melhor, com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), distância de projeção de 1 a 3,8 metros e tamanho de projeção de até 130 polegadas, com 1200 lúmens e contraste 800:1.

Duração da bateria e peso

O Quantum V pode durar até 4 horas rodando projeções, graças a sua bateria de 4000 mAh e seu peso é de 203 gramas, o peso de um celular mais robusto.

Já o Moto Z2 Play tem bateria de 3.000 mAh, enquanto a bateria do projetor é de 1.100 mAh, o que leva a um tempo de duração de aproximadamente 2 horas. O peso do smartphone sozinho é de 145g e, com o Snap acoplado, de 270g.

Os modelos de mini-projetores costumam pesar entre 400g e 1kg, dependendo do modelo. A média de duração da bateria é de 4 horas, variando de produto para produto.

Vale a pena comprar um celular com projetor?

O celular com projetor atrai pela sua praticidade de poder assistir qualquer conteúdo em qualquer lugar em um tamanho considerável, sendo necessário ter em mãos apenas o seu celular (o que, vamos combinar, é um aparelho que sempre está por perto). Por outro lado, as opções de modelos do tipo no mercado brasileiro são poucas e não muito baratas.

O ponto principal para considerar se vale a pena ou não investir em um modelo do tipo é pensar o quanto você irá realmente usar essa função e, para a maior parte dos usuários, a resposta final será negativa. A verdade é que não vale a pena investir em um celular apenas pela função de projeção.

Caso você considere que irá usar o projetor com frequência (talvez no trabalho, talvez para distrair as crianças nas férias), uma opção mais viável pode ser realmente comprar um mini-projetor e deixá-lo, por exemplo, no escritório.


Yolanda Moretto é jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero e trabalha com assessoria de imprensa e gestão de redes sociais. Já trabalhou com setores de tecnologia, energia e empreendedorismo.

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OPINIÃO: O BRASIL É MAIS DO QUE NUNCA O CELEIRO DO MUNDO

Na nossa coluna OPINIÃO deste domingo temos o artigo de Alexandre Garcia publicado nesta sexta-feira em mais de 30 jornais sobre a jornada agrícola brasileira que está se transformando no maior produtor agrícola do mundo a passos largos, sem deixar de ser também o campeão mundial de preservação de suas terras nativas. Assista ao vídeo e conheça um pouco mais do grande potencial produtivo brasileiro.

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: STARTUP BRASILEIRA ABRE 100 VAGAS PARA BRASILEIROS TRABALHAREM EM PORTUGAL

Na coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado uma novidade maravilhosa para quem tem planos de sair do Brasil para tentar a vida no exterior. A Loggi, uma das 25 startup mais bem avaliadas do Brasil está recrutando candidatos para trabalhar em Portugal na área de tecnologia da Informação e abre 100 vagas. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes e como se inscrever!

Empresa abre 100 vagas para brasileiros trabalharem em Portugal

Lisboa/Portugal - Foto: Pixabay

Lisboa/Portugal – Foto: Pixabay
Oportunidade para quem sonhar em morar na Europa. A empresa Loggi está recrutando brasileiros para trabalhar em Portugal. São 100 vagas para talentos nacionais especializados em tecnologia. A startup está recrutando pessoal para seu novo escritório em Lisboa nas áreas de Engenharia de Software, Gerenciamento de Produto, Experiência do Usuário, Interface do Usuário, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos. A preferência é por pessoas com experiência no mercado, que possam se tornar líderes de soluções inovadoras.A Loggi ficou entre as 25 startups mais cobiçadas do Brasil para se trabalhar, segundo o LinkedIn, e tem acelerado sua expansão de operação e de equipe este ano.A empresa recebeu aporte de 150 milhões de dólares, vindo de fundos como SoftBank, GGV Capital, Fifth Wall e Velt Partners, além da Microsoft.As vagas

Ao oferecer a oportunidade de carreira internacional, a empresa também dará auxílio para obter visto de trabalho e acomodação.

“Lisboa é um centro tecnológico em rápida ascensão e vem se consolidando como um dos principais polos de startups do continente. A cidade também recebe alto incentivo governamental de fomento à tecnologia, possui ótimas universidades e é sede da maior conferência de Tecnologia da Europa, a WebSummit”, comenta Eduardo Thuler, Country Manager em Portugal.

Para se candidatar e fazer o cadastro clique aqui.

Com informações da Exame

Fonte: Só Notícia Boa

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GEOPOLÍTICA: AS RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL X ARGENTINA PARECE TOMAR UM RUMO CERTO

Na nossa coluna GEOPOLÍTICA desta sexta-feira o destaque é as relações Brasil x Argentina na visão de William Waack: O novo presidente da Argentina assumiu dizendo as coisas certas, e o presidente Jair Bolsonaro, após rusgas iniciais, também escolheu as palavras corretas. Há severas divergências entre a Argentina e o Brasil, porém, em questões como política econômica e especialmente protecionismo nas negociações com a União Européia. O comentarista também vê que os fatos em 2019 se impuseram sobre frases que inicialmente provocaram grande turbulência na política externa brasileira em áreas muito sensíveis aos nossos interesses comerciais, como política ambiental. Uma lição, porém, não parece ter sido aprendida pelo presidente do Brasil: não brigue com pirralhos, você perde sempre.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: O EQUILÍBRIO ENTRE O CONSERVADORISMO E O LIBERALISMO NA VISÃO DE RODRIGO CONSTANTINO

o equilíbrio entre o Conservadorismo e o Liberalismo na visão de Rodrigo Constantino é o destaque na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta terça-feira. O jornalista correspondente da Jovem Pan nos EUA dá uma senhora aula sobre o assunto surfando na aba do discurso nacionalista de Trump que censurou o Brasil acusando-o de desvalorizar o Real para prejudicar os EUA comercialmente discordando de Janaína Paschoal com relação ao projeto de liberação de cassinos no Brasil, que a deputada é contra. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

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ECONOMIA: SEM UMA MOEDA ESTÁVEL NÃO HA CRESCIMENTO ECONÔMICO

Caro(a) leitor(a),

Não é a toa que a nossa coluna ECONOMIA vem bombando publicação após publicação! É muito fácil de entender. Primeiro, o nosso público é formado por pessoas inteligentes e formadoras de opinião. Em segundo lugar, os artigos aqui publicados, em sua maioria do site da Mise Brasil, instituição centenária, cujos economistas são seguidores do grande Mises, são estudiosos da economia independentes, apartidários, que não misturam ideologia política com ciência. Até porque são como água e óleo. O artigo a seguir, de autoria de Thiago Fonseca, para mim, atingiu a perfeição. A única coisa ruim é constatarmos que estamos muito longe da estabilidade da nossa moeda e consequentemente do pujante crescimento econômico tão necessário para sairmos dessa profunda crise econômica! 

O investimento estrangeiro só virá quando a moeda for estável – historicamente, não é o nosso caso

Sem estabilidade na moeda, esqueça qualquer crescimento

Nota do editor 

Infelizmente, o artigo abaixo, originalmente publicado no dia 22 de agosto, está tendo de ser atualizado. Dado que os chicaguistas que estão na equipe econômica nada entendem sobre moeda, torna-se necessário voltar a repetir o básico.

__________________________

O dinheiro representa a metade de toda e qualquer transação econômica. Além de ser o meio de troca, a moeda é também a unidade de conta que permite o cálculo de custos de todos os empreendimentos, investimentos e despesas.

Consequentemente, a estabilidade deste dinheiro (meio de troca e unidade de conta) irá determinar a estabilidade de toda a economia.

A lógica é direta: se você não tem um meio de troca estável, você não tem como efetuar transações com este meio de troca. Se você não tem uma unidade de conta estável, toda e qualquer transação se torna incerta, pois você não como calcular custos (logo, nem lucros e prejuízos).

Por outro lado, se você tem uma moeda estável, a unidade de conta também se torna estável. Consequentemente, você se torna perfeitamente capaz de calcular e de fazer previsões. E aí suas transações se tornam muito menos incertas. Seus cálculos de custos (formação de preços, lucros e prejuízos) se tornam muito mais efetivos. Suas estimativas quanto aos valores futuros se tornam bem mais previsíveis.

Por isso, se a moeda é instável, a economia também se torna instável e fraca. Já se ela é estável, a economia se fortalece e prospera

E qual é a definição de estabilidade de uma moeda? Certamente, não é apenas a mensuração da inflação de preços. Não é só a inflação de preços dentro de um país o que define a estabilidade de uma moeda. A inflação de preços pode estar baixa por uma miríade de fatores, o que inclui uma simples redução na demanda, causada por uma estagnação na renda da população — que, por sua vez, decorre de uma atividade econômica fraca.

A melhor definição para a estabilidade de uma moeda está no comportamento do seu preço em relação às outras moedas estrangeiras. Afinal, se os outros meios de troca e unidades de conta estão encarecendo em relação à moeda nacional, isto significa que a própria moeda nacional está deixando de ser demandada como meio de troca e unidade de conta. Há outras melhores. O exemplo mais extremo disso é o do bolívar venezuelano. E também o peso argentino.

Em termos mais diretos, se a taxa de câmbio está continuamente encarecendo em termos da moeda nacional, então ela está se tornando instável. E está se enfraquecendo.

Consequências

Como já dito, a moeda é o meio de troca e a unidade de conta que permite o cálculo de custos de todos os empreendimentos, investimentos e despesas.

Consequentemente, se essa unidade de conta é instável — isto é, se seu poder de compra cai contínua e rapidamente, principalmente em termos das outras moedas estrangeiras —, não haverá incentivos para se fazer investimentos, principalmente de estrangeiros no país.

Quando investidores investem, eles estão, na prática, abrindo mão do consumo presente para obter um fluxo de renda futura. Para que investidores (nacionais ou estrangeiros) invistam capital em atividades produtivas, eles têm de ter um mínimo de certeza e segurança de que terão um retorno que lhe traga mais poder de compra no futuro do ele possui hoje.

Entretanto, se a unidade de conta é continuamente distorcida e desvalorizada, se sua definição é flutuante, há apenas caos e incerteza. Se um investidor não faz a menor ideia de qual será a definição da unidade de conta no futuro (sabendo apenas que seu poder de compra certamente será bem menor), o mínimo que ele irá exigir serão retornos altos em um curto espaço de tempo. Ou então não investirá.

Sendo mais direto, por que investir se qualquer eventual retorno futuro virá em um meio de troca que lhe permitirá comprar menos bens e serviços?

Vejamos um exemplo prático do Brasil.

Em fevereiro de 2017, um dólar custava aproximadamente R$ 3,10. Naquela época, um investidor estrangeiro que houvesse trazido US$ 100 para cá converteria para R$ 310.

Hoje, após uma série de bagunças — grampo dos irmãos Batista, greve dos caminhoneiros, incertezas eleitorais, incertezas quanto à economia mundial, guerra comercial, eleição argentina, badernas no Chiledesinteresse estrangeiro no leilão do pré-sal (algo que havia sido previsto por este Instituto) e, é claro, várias declarações infelizes de membros da equipe econômica —, o dólar custa aproximadamente R$ 4,25.

Consequentemente, se aqueles R$ 310 do investidor estrangeiro fossem reconvertidos em dólares, ele teria apenas US$ 73.

Isso significa que, para que ele obtivesse algum ganho real com seu investimento — por exemplo, para que ele pudesse voltar pra casa com pelo menos US$ 101 —, sua taxa de retorno líquido teria de ser de 38% (os R$ 310 teriam que se transformar em R$ 429) em dois anos e nove meses.

Isso equivale a um retorno líquido de 12,40% ao ano. E apenas para o investidor estrangeiro ficar no zero a zero.

Há algum investimento na economia produtiva — desconsidere títulos públicos ou mesmo especulação com ações, que não geram empregos — que gere um retorno líquido de 12,40% ao ano?

Sim, certamente há. Mas não muitos. Pergunte a qualquer operador de bolsa de valores e ele vai lhe confirmar que um retorno de 12,40% ao ano sobre o patrimônio investido é algo que apenas bancos e poucas grandes empresas conseguem.

Ou seja, resumindo tudo: um investidor estrangeiro teria de ter um retorno líquido de 12,40% ao ano apenas para ficar no zero a zero. Para começar a ter algum lucro minimamente relevante, ele teria de ter um retorno de, no mínimo, uns 15% líquido ao ano — algo que, hoje, você só consegue especulando com ações.

Agora, peguemos um cenário inverso.

Suponha que, neste mesmo período de tempo, o dólar tivesse caído de R$ 3,10 para R$ 3. (Uma queda modesta, o que configura uma moeda estável).

Um investidor estrangeiro que houvesse trazido US$ 100 para cá e convertido para R$ 310 teria agora US$ 103 sem precisar de ter investido em nada.

Isso significa que, se ele tivesse feito qualquer investimento produtivo – investimento em infra-estrutura ou em fábricas ou em tecnologia da informação, por exemplo —, ele teria um lucro ainda maior.

Se ele investisse em aeroportos e rodovias, e tirasse 5% ao ano líquidos, aqueles R$ 310 iniciais valeriam hoje (2 anos e meio depois) R$ 354. Lucro líquido de 14,20%.

Se esses R$ 350 fossem reconvertidos em dólares, ao câmbio de agora 3 reais por dólar, ele teria US$ 116. Ganho de 16%.

Perceba a diferença absurda: no primeiro cenário, seria necessário um retorno líquido 12,40% ao ano apenas para o investidor estrangeiro ficar no zero a zero. Já no segundo cenário, um retorno líquido de meros 5% ao ano já lhe garantiria um lucro líquido total de 16%.

E tudo por causa do câmbio.

(Detalhe técnico: para ambos os casos, é comum o investidor fazer o um hedge cambial para se proteger dessas flutuações. No entanto, se, por um lado, o hedge ajuda a suavizar as perdas em caso de desvalorização, ele também anula todos os ganhos em caso de valorização. Adicionalmente, investimentos produtivos são de longo prazo, e hedges cambiais de longo prazo são extremamente raros. Veja uma ótima reportagem sobre isso. Apenas agora que estão começando a dar alguma atenção a este problema. Hedge cambial é hoje feito apenas por importadores e exportadores, e para períodos de tempo de menos de um ano).

A importância da estabilidade

Para países em desenvolvimento, que precisam de investimentos estrangeiros, essa questão da estabilidade da moeda é crucial também por outro motivo: uma moeda estável cria as condições necessárias para a transferência de conhecimento.

O conhecimento acompanha o investimento e o capital estrangeiro vem acompanhado de conhecimento estrangeiro.

Um país de moeda estável envia um sinal claro ao mundo: “tragam seu dinheiro; mandem para cá seus especialistas; construam suas fábricas aqui; ensinem a nós tudo o que vocês sabem; e a riqueza que vocês criarem aqui voltará para vocês multiplicada e em uma moeda que mantém seu valor”.

Quando a moeda é estável, investidores têm mais incentivos para se arriscar e financiar ideias novas e ousadas; eles têm mais disponibilidade para financiar a criação de uma riqueza que ainda não existe. O investimento em tecnologia é maior. O investimento em soluções ousadas para a saúde é maior. O investimento em infraestrutura é maior. O investimento em ideias para o bem-estar de todos é maior.

Já um país de moeda instável está mandando um sinal claro aos investidores estrangeiros: “mantenham sua riqueza financeira e intelectual longe daqui; caso contrário, você irá perdê-la sempre que for remeter seus lucros”.

O máximo a que um país de moeda instável pode aspirar é utilizar para fins de curto prazo o capital puramente especulativo (o chamado “hot money”) que entra no país à procura de ganhos rápidos com arbitragem. Consequentemente, os melhores cérebros do país abandonarão as profissões voltadas para o setor tecnológico e irão se concentrar no mercado financeiro.

Os investidores preferirão se refugiar em investimentos tradicionais e mais seguros, como imóveis e títulos do governo. Não há segurança para investimentos de longo prazo, que são os que mais criam riqueza.

Conclusão

Não há crescimento econômico sem investimentos. E o investimento estrangeiro, pelo simples fato de ser mais vultoso (há muito mais capital fora do Brasil do que dentro do Brasil), é o mais capacitado a gerar crescimento econômico.

Igualmente, não há empregos sem investimentos produtivos. E não há empregos que paguem bem sem investimentos vultosos.

Mas não há investimentos produtivos sem moeda estável.

É por isso que os economistas clássicos, à sua época, já defendiam a idéia de que a moeda, para ser eficaz, deveria ser a mais estável possível. Eles já sabiam que ter uma moeda cujo valor flutuasse constantemente seria o equivalente a utilizar unidades de medida que flutuassem diariamente.

Imagine o que ocorreria se a definição de metro, grama e minuto fosse alterada diariamente? Em um dia, o metro tem 100 centímetros; no dia seguinte, o metro se desvaloriza e passa a valer 95 centímetros. Depois, se valoriza e passa a ter 107 centímetros. Como seria possível fazer qualquer obra dessa maneira?

Assim como um metro flutuante e um minuto flutuante gerariam vários erros de construção, de cálculo e de planejamento, um dinheiro (meio de troca e unidade de conta) flutuante não tem como permitir investimentos sensatos. Ele gera apenas uma grande desarmonia nas transações e um profundo caos no cálculo econômico.

Uma moeda instável desestimula investimentos produtivos. E, consequentemente, age contra o crescimento econômico.

Por isso, uma moeda estável é indispensável para atrair o capital estrangeiro e, com isso, gerar crescimento econômico.

Se a moeda brasileira mantiver sua atual trajetória de enfraquecimento e instabilidade iniciada em maio de 2017, pode esquecer qualquer chance crescimento. Não haverá investimentos estrangeiros produtivos.

Fonte: Mises Brasil

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TURISMO: A VOLTA DOS CASSINOS AO BRASIL PODE SER UMA SOLUÇÃO PARA ALAVANCAR A ECONOMIA NO BRASIL

TURISMO: A VOLTA DOS CASSINOS AO BRASIL PODE SER UMA SOLUÇÃO PARA ALAVANCAR A ECONOMIA NO BRASIL
Las Vegas, Nevada - July 25: Interior of Bellagio, a resort, luxury hotel and casino on the Las Vegas Strip, Nevada. The Bellagio opened on 1998.

O incipiente turismo no Brasil pode ser alavancado com a liberação de cassinos em resorts. Atitudes defendidas pelo Ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antônio que pretende aprovar MP e triplicar fluxo de turismo. Leia a reportagem completa a seguir e tire suas conclusões!

Ministro do Turismo defende a liberação de cassinos no Brasil

Marcos Rocha

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Ministro do Turismo defende a liberação de cassinos no Brasil 21

Anthony Wallace | AFP

A declaração foi feita por Álvaro Antônio na última quarta-feira (27) após o anúncio de uma MP para a área do turismo.

Para defender sua visão, o ministro trouxe dados sobre a liberação dos cassinos em outros países do mundo.

“Hoje 93% dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) já têm cassinos integrados a resorts. Isso já é uma realidade”, disse Álvaro Antônio.

Durante o anúncio de uma nova MP para o turismo, o ministro também apontou que o Brasil recebe aproximadamente 6,6 milhões de turistas por ano e que uma eventual liberação dos cassinos no país poderia elevar esse número para 20 milhões.

“O impacto será considerável na economia”, assegura.

Questionado sobre avaliações de que a eventual liberação de cassinos pudesse facilitar a ocorrência de crimes – como lavagem de dinheiro e evasão de divisas -, o ministro disse que a questão teria que ser debatida com a sociedade.

Além disso, Álvaro Antônio afirmou que gostaria de envolver a Polícia Federal, o Ministério da Justiça e o Ministério da Economia no debate.

Fonte: Conexão Política

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ECONOMIA: EXPORTAR MUITO E IMPORTAR POUCO É O CAMINHO DA POBREZA

Na coluna ECONOMIA desta sexta-feira temos um excelente artigo de Donald Broudreaux para reflexão sobre a política de certos países de exportar mais e importar menos achando que está gerando riqueza para a sua população. Na verdade a ideia de crescimento guiado pelas exportações não faz sentido, visto que o dinheiro ganho com as exportações não vai gerar riqueza ou melhor padrão de vida se não for gasto com bens de consumo importados. Leia o artigo completo a seguir e entenda como funciona esse ciclo virtuoso.

Exportar muito e importar pouco não gera crescimento e é o caminho para a pobreza

A ideia de “crescimento guiado pelas exportações” não faz sentido

“A economia crescerá conduzida pelas exportações!”, gritam 10 em cada 10 economistas desenvolvimentistas. Isso faz sentido?

Vejamos.

Crescimento e enriquecimento

O que gera crescimento econômico é um aumento na produção. E aumentos na produção requerem, além de investimentos, aumentos na especialização da mão-de-obra. Aumentos na especialização, por sua vez, requerem aumentos no comércio.

Se, por exemplo, você se especializa na produção de rolamentos, você só irá prosperar se houver várias pessoas com quem você possa fazer transações comerciais — não apenas compradores dispostos a adquirir seus rolamentos, mas também vários vendedores dispostos a fornecer a você vários bens e serviços que você poderá comprar com a renda adquirida com seus rolamentos. É exatamente o seu consumo destes bens e serviços o que irá aumentar seu padrão de vida.

Se você produzir e vender cada vez mais rolamentos, mas nunca gastar sua receita em bens de consumo, então você simplesmente estará elevando o padrão de vida de outras pessoas (aquelas que estão adquirindo seus rolamentos), e empobrecendo a si próprio.

Afinal, você trabalha e trabalha e trabalha, mas não adquire nada em retorno — apenas acumula dinheiro, o qual é inútil se você nunca gastá-lo para adquirir coisas que elevem seu padrão de vida.

As pessoas de um país podem, sim, se tornar mais prósperas ao se especializarem na produção de bens e serviços para então exportá-los para estrangeiros. Porém, esse aumento na produção e exportação fará esses produtores mais prósperos somente se eles gastarem suas receitas, como consumidores, em bens e serviços que importarem de estrangeiros.

O padrão de vida de um país é determinado pela abundância de bens e serviços. Quanto maior a quantidade de bens e serviços ofertados, e quanto maior a diversidade dessa oferta, maior será o padrão de vida da população. Assim, um povo que exporta mais visando a importar mais irá enriquecer e melhorar seu padrão de vida; já um povo que exporta mais apenas para exportar mais e, com isso, “melhorar sua balança comercial” irá reduzir seu padrão de vida — afinal, ao mandar mais produtos para fora e não trazer mais produtos para dentro, a oferta interna de produtos cairá. Menos produtos no mercado interno implicam direta redução no padrão de vida.

Exportações geram crescimento econômico?

Tendo isso em mente, passemos à pergunta: é possível haver um crescimento econômico guiado pelas exportações? Sim, mas somente se você interpretar corretamente o significado desta expressão.

O crescimento econômico ocorre quando, e apenas quando, há aumentos na quantidade de bens e serviços disponíveis para a população de um país consumir. Quanto mais capazes de consumir, mais ricos os indivíduos são.

Como Adam Smith e outros já haviam reconhecido, a divisão do trabalho — isto é, a especialização — é limitada pela amplitude do mercado. Quanto maior o mercado, mais profunda é a divisão do trabalho. E quanto mais profunda a divisão do trabalho, maior é a produção total. Logo, dado que o comércio internacional expande o tamanho do mercado, então o comércio internacional aprofunda a divisão do trabalho e, consequentemente, aumenta a produção total.

Disso podemos concluir que maiores oportunidades para se exportar de fato geram vantagens econômicas reais. Mas essas vantagens serão reduzidas, ou até mesmo anuladas, se essas maiores exportações não se traduzirem em maiores importações.

Se exportarmos mais e recebermos, em troca desses produtos exportados, mais bens e serviços importados que valorizamos como itens de consumo — e os quais valorizamos mais do que os produtos nacionais —, então ficamos em melhor situação. “Crescemos” economicamente. Se, no entanto, aumentamos as exportações mas não recebemos em troca mais bens e serviços, então nossa situação em nada melhorou.

O que realmente interessa, portanto, é o que recebemos (em termos de bens de consumo) em troca daquilo que produzimos.

Assim, se o governo passa a artificialmente incentivar exportações, mas em nada facilita as importações, então o crescimento econômico que ele estará promovendo seria o mesmo de caso ele passasse a promover a produção de “coisas amarelas” ou “coisas retangulares” (para as quais nunca houve demanda). Produzir mais exportações apenas para exportar mais faz tanto sentido quanto produzir mais coisas amarelas ou retangulares apenas para se produzir mais coisas amarelas ou retangulares.

Por isso, não há nada de remotamente especial, ou superior, ou economicamente significante em “crescimento guiado pela exportação”. Todo o crescimento, em última instância, é guiado pela produção — mas somente quando aquilo que é produzido é trocado por bens e serviços a serem consumidos.

(Se, por exemplo, Henry Ford aumentasse a produtividade de sua linha de produção do Modelo T — como ele de fato fez —, mas se recusasse a comprar qualquer bem ou serviço para ele e sua companhia em troca, esse menor custo unitário de produção tornado possível por essa produção em grande escala teria sido totalmente inútil para ele.)

Aproveitar oportunidades para produzir em maior escala será uma vantagem se houver economias de escala e se elas forem conduzidas por demandas de mercado. E um mercado global de fato possui um maior número de oportunidades do que qualquer mercado nacional, por maior que ele seja. No entanto, é sempre crucial ressaltar que qualquer crescimento econômico genuíno que porventura ocorra por esse aumento das exportações será por causa não daquilo que está sendo exportado, mas sim daquilo que está sendo importado.

Conclusão

Em uma economia de mercado, aumentamos nossa capacidade de consumo ao produzirmos maiores quantidades para outros consumirem — outros que, em troca, nos fornecerão aquilo que queremos consumir. Assim, cada um de nós “cresce” economicamente ao produzirmos mais coisas (mensuradas em termos de valor) para nossos parceiros comerciais consumirem, pois só assim nossos parceiros comerciais nos darão aquilo que queremos deles: mais coisas para nós consumirmos.

Assim como um indivíduo não irá prosperar caso entregue os frutos do seu trabalho para outros em troca de meros pedaços de papel (ou dígitos eletrônicos) que ele nunca irá gastar, nenhum grupo de pessoas irá prosperar se seguir essa mesma estratégia insensata.

Exportações são custos. Elas promovem crescimento econômico apenas se, em troca, a população do país exportador receber bens, serviços e ativos que melhorem sua qualidade de vida e sua capacidade de produzir. Qualquer país que insistir em exportar sua produção e, em troca, importar o mínimo possível (adotando tarifas de importação ou mesmo restringindo diretamente várias importações) estará no caminho certo para a pobreza.

Acumular dinheiro (no caso, moeda estrangeira oriunda das exportações) pode ser uma estratégia que eleva a prosperidade — mas apenas se esse dinheiro for gasto. Se ele jamais for gasto, todos os produtos enviados para outros países em troca deste dinheiro serão apenas presentes para os estrangeiros.

Por isso, qualquer povo que permita que seu governo adote esta política de estimular exportações e restringir importações estará apenas enriquecendo os outros e empobrecendo a si próprio.

Fonte: Mises Brasil

Continuar lendo ECONOMIA: EXPORTAR MUITO E IMPORTAR POUCO É O CAMINHO DA POBREZA

PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

Por G1

26/11/2019 02h00  Atualizado há 9 minutos


INTERNACIONAIS

Emmy Internacional

Equipe e elenco do "Porta dos Fundos" chega ao Emmy Internacional 2019 — Foto: DivulgaçãoEquipe e elenco do “Porta dos Fundos” chega ao Emmy Internacional 2019 — Foto: Divulgação

O “Especial de Natal Porta dos Fundos”, do Brasil, levou na noite de ontem o Emmy Internacional na categoria Comédia, durante a premiação que reconhece os melhores programas de televisão produzidos e transmitidos fora dos Estados Unidos. O Brasil também foi vitorioso com “Hack the city”, do National Geographic, na categoria de Séries de Curtas.

Terremoto

Bombeiros trabalham em prédio danificado após um terremoto de magnitude 6,4 em Durres, oeste da Albânia — Foto: Hektor Pustina / AP PhotoBombeiros trabalham em prédio danificado após um terremoto de magnitude 6,4 em Durres, oeste da Albânia — Foto: Hektor Pustina / AP Photo

NACIONAIS

Mudanças climáticas

Agência da ONU anuncia recorde de concentração de gases do efeito estufa no arAgência da ONU anuncia recorde de concentração de gases do efeito estufa no ar

A emissão de gases do efeito estufa precisa diminuir mais de 7% ao ano no período entre 2020 e 2030 para que o aumento na temperatura média global seja de apenas 1,5°C. Caso as emissões não sejam reduzidas nesse ritmo, o mundo caminha para um aumento de temperatura de 3,2°C.

Câmara x Senado

Maia e Alcolumbre costuram acordo para aprovar prisão em 2ª instância no CongressoMaia e Alcolumbre costuram acordo para aprovar prisão em 2ª instância no Congresso

Líderes partidários da Câmara e do Senado se reunirão com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para debater a votação de uma proposta que permita a prisão após condenação em segunda instância. O encontro acontecerá na residência oficial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Também são esperados o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes das comissões de Constituição e Justiça das duas Casas, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) e o deputado Felipe Francischini (PSL-PR).

Bruno Covas

O prefeito Bruno Covas (PSDB — Foto: TV Globo / ReproduçãoO prefeito Bruno Covas (PSDB — Foto: TV Globo / Reprodução

Internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, começa a terceira sessão de quimioterapia. A nova etapa do tratamento se estenderá até amanhã, com duração de 30 horas. Covas descobriu um câncer na cárdia, região entre o esôfago e o estômago, com metástase no fígado.

O Assunto

Podcast fala sobre o Flamengo: histórias do clube e da maior torcida do mundo. No episódio, Renata Lo Prete conversa com o jornalista e escritor Ruy Castro, rubro-negro que resgatou em livro as origens no Rio e o processo de nacionalização do Flamengo. Ouça:

Operação na Maré

Complexo da Maré — Foto: Reprodução / TV Globo

Complexo da Maré — Foto: Reprodução / TV Globo

Uma operação policial no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, terminou com dois mortos e unidades de saúde fechadas. Um dos mortos é Denis Brito, sobrinho do cantor Naldo Benny. Três suspeitos foram presos, segundo a polícia.

Curtas e Rápidas:

Futebol

  • 17 horas: Real Madrid x PSG
  • 17 horas: Manchester City x Shakhtar Donetsk
  • 17 Horas: Juventus x Atlético de Madrid

Previsão do tempo

Previsão do tempo para terça-feira (26/11)Previsão do tempo para terça-feira (26/11)

Hoje é dia de…

  • Dia Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade
 Fonte: G1
Por Blog do BG

CBF opina: Flamengo merece ser chamado de hepta brasileiro

A CBF emitiu nesta segunda-feira uma atualização no posicionamento sobre o tratamento ao Flamengo em relação ao número de títulos brasileiros. Para a entidade, “sob o ponto de vista esportivo”, o Flamengo é “merecedor da designação de heptacampeão brasileiro”.

A discussão envolve o título de 1987, que o Supremo Tribunal Federal (STF) atribuiu ao Sport. O Flamengo, campeão da Copa União daquele ano, se recusou a enfrentar o time pernambucano, vencedor do módulo considerado a segunda divisão da época.

Além de 1987 e 2019, o Flamengo tem títulos em 1980, 1982, 1983, 1992 e 2009.

O GLOBO

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‘Não se assustem se alguém pedir o AI-5’, diz Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (25) que não é possível se assustar com a ideia de alguém pedir o AI-5 diante de uma possível radicalização dos protestos de rua no Brasil.

Durante entrevista coletiva em Washington, Guedes comentava a convulsão social e institucional em países da América Latina e disse que era preciso prestar atenção na sequência de acontecimentos nas nações vizinhas para ver se o Brasil não tem nenhum pretexto que estimule manifestações do mesmo tipo.

“Sejam responsáveis, pratiquem a democracia. Ou democracia é só quando o seu lado ganha? Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo para quebrar a rua? Que responsabilidade é essa? Não se assustem então se alguém pedir o AI-5. Já não aconteceu uma vez? Ou foi diferente? Levando o povo para a rua para quebrar tudo. Isso é estúpido, é burro, não está à altura da nossa tradição democrática.”

O ministro afirmou que declarações sobre a edição de um novo AI-5 no Brasil, como a feita por um dos filhos de Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), foi uma reação ao que chamou de convocações feitas pela esquerda, endossadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo depois de ser solto, há pouco mais de duas semanas.

Guedes disse que era “uma insanidade” o petista pedir a presença do povo nas ruas –assim que saiu da cadeia, Lula disse que os jovens deveriam fazer protestos como os da Bolívia e Chile– e sugeriu que o projeto de lei que prevê o excludente de ilicitude seria também uma resposta de Bolsonaro ao petista.

“Chamar o povo para rua é de uma irresponsabilidade. Chamar o povo para rua para dizer que tem o poder, para tomar. Tomar como? Aí o filho do presidente fala em AI5, aí todo mundo assusta, fala o que que é? (…) Aí bate mais no outro. É isso o jogo? É isso o que a gente quer? Eu acho uma insanidade chamar o povo para rua para fazer bagunça. Acho uma insanidade.”

No mês passado, Eduardo afirmou que, se a esquerda radicalizasse no Brasil, como ocorria nos protestos no Chile naquele momento, era preciso “ter uma resposta que pode ser via um novo AI-5.”

“Assim que ele [Lula] chamou para a confusão, veio logo o outro lado e disse é, ‘sai para a rua’, vamos botar um excludente de ilicitude, vamos botar o AI-5, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. Que coisa boa, né? Que clima bom.”

O filho do presidente falou sobre a volta do Ato Constitucional de 1968, medida mais dura do regime militar, que institucionalizou a tortura e revogou direitos fundamentais no país, durante uma entrevista à jornalista Leda Nagle, divulgada no fim do mês passado.

O ministro admitiu que o ritmo das reformas desaceleraram no Congresso após a aprovação das mudanças na Previdência e disse que, quando as pessoas começam a ir para as ruas “sem motivo aparente”, é preciso “entender o que está acontecendo” e avaliar se é possível prosseguir com a agenda liberal.

“Qualquer país democrático, quando vê o povo saindo para a rua, se pergunta se vale a pena fazer tantas reformas ao mesmo tempo.”

Guedes foi questionado por um dos jornalistas se essa aparente diminuição do ritmo das reformas não era medo do ex-presidente Lula, que iniciou um discurso de forte crítica à agenda econômica do governo Bolsonaro. Na avaliação do petista, as medidas comandadas por Guedes retiram direitos dos trabalhadores e prejudicam os mais pobres.

“Aparentemente digo que não (Bolsonaro não está com medo do Lula). Ele só pediu o excludente de ilicitude. Não está com medo nenhum, coloca um excludente de ilicitude. Vam’bora.”

Após quase duas horas de entrevista coletiva, o ministro afirmou que estava dando declarações em off, jargão jornalístico para delimitar que não se pode publicar as informações. No entanto, a entrevista havia sido convocada por sua assessoria e estava na agenda oficial de Guedes antes mesmo de ele embarcar para os EUA.

Ele também foi avisado que as agências de notícia e emissoras de televisão faziam transmissões em tempo real.

Depois do debate sobre a publicação das informações, autorizada pelo ministro, Guedes foi questionado se achava a volta do AI-5 concebível em alguma circunstância e, então, ele negou que uma medida como essa fosse aceita em uma democracia.

“É inconcebível, a democracia brasileira jamais admitiria, mesmo que a esquerda pegue as armas, invada tudo, quebre e derrube à força o Palácio do Planalto, jamais apoiaria o AI-5, isso é inconcebível. Não aceitaria jamais isso. Está satisfeita?”, afirmou, dirigindo-se à repórter.

“Isso é uma ironia, ministro, o senhor está nos ironizando?”, disse a jornalista. “De forma alguma”, retrucou Guedes.

Em seguida, o ministro fez uma declaração dizendo que gostaria de fazê-la “ao vivo para o Brasil.”

“É irresponsável chamar alguém para rua agora para fazer quebradeira. Para dizer que tem que tomar o poder. Se você acredita numa democracia, quem acredita numa democracia espera vencer e ser eleito. Não chama ninguém para quebrar nada na rua. Este é o recado para quem está ao vivo no Brasil inteiro”, disse.

“Sejam responsáveis, pratiquem a democracia. Ou democracia é só quando o seu lado ganha? Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo para quebrar a rua? Que responsabilidade é essa? Não se assustem então se alguém pedir o AI-5. Já não aconteceu uma vez? Ou foi diferente? Levando o povo para rua para quebrar tudo. Isso é estúpido, é burro, não está à altura da nossa tradição democrática.”

FOLHAPRESS

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SE ACHANDO DEUS: Lula diz que não se pode ter ‘condescendência’ com o atual governo

Lula deu sinais a aliados de que não vai descer o sarrafo de seu discurso contra o governo Jair Bolsonaro, contrariando expectativa de integrantes de outros partidos de oposição e do próprio PT. O petista disse a parlamentares que não é possível ter “condescendência” com os atuais ocupantes do Planalto. Um amigo do ex-presidente avalia que os que esperam outra atitude dele que não essa desconhecem sua natureza política. A polarização, explica, está no DNA do PT desde sua fundação.

Há dentro da própria sigla quem pregue uma mudança no eixo de atuação para uma chave mais propositiva, com o intuito de furar a bolha dos que já simpatizam com a legenda. Mas o piso do discurso que será adotado por Lula foi dado neste fim de semana, no congresso do PT.

Integrantes do partido dizem enxergar uma evolução no tom do ex-presidente desde a primeira fala, dada sob a emoção da saída da carceragem de Curitiba, e o último discurso feito no evento partidário. Neste, Lula classificou a atual gestão como um “governo de destruição do país, dos direitos, da liberdade e até da civilização”.

O grupo mais próximo ao ex-presidente defende a manutenção do embate no campo político e diz que Lula já aponta limites ao não pregar o “Fora, Bolsonaro”.

PAINEL FOLHA

 

Bolsonaro quer garantia para quem se defender de invasor em sua casa

presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (25) que deve encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei para dar garantias a moradores de áreas urbanas e rurais que tenham suas propriedades invadidas.

“[Um projeto] para garantir dentro de casa, por exemplo, como você pode se comportar dentro de casa armado se alguém entrar. Hoje em dia como que é a legislação… Queremos [dar a] garantia absoluta de que dentro da sua casa você pode tudo contra um invasor, tá certo?”, afirmou ao chegar ao Palácio da Alvorada no início da noite.

Segundo o presidente, o texto será um projeto de lei e será encaminhado nesta semana ao Poder Legislativo.

“É um projeto de lei, essa questão não pode ser medida provisória. É um projeto de lei”, repetiu.

Bolsonaro disse não estar inventando nada, mas sim copiando o modelo de outros países. Em sua rápida fala, contudo, ele não explicou em que vai consistir esse projeto de lei.

“Nos EUA é assim, não estou inventando nada, estou copiando países desenvolvidos”, afirmou.

Na visão do presidente, um projeto como esse é necessário porque o poder público não é capaz de garantir a segurança da população o tempo todo.

“O que eu quero é… o poder público… não tem governador para proporcionar segurança para todo mundo 24 horas. Dentro de casa, você tem que ser dona de você.  Qualquer pessoa que vier entrar na sua casa, você tem poder absoluto sobre ela em defesa da tua vida, dos teus parentes”, afirmou, acrescentando que o texto terá validade tanto para propriedades urbanas quanto rurais.

Na semana passada, o governo Bolsonaro enviou ao Congresso um projeto de lei para isentar de punição militares e policiais que cometerem excessos durante operações de garantia da lei e da ordem.

O projeto que trata do excludente de ilicitude a militares em operações de garantia de lei e da ordem —como as que ocorreram no Rio de Janeiro, em Roraima e no Amazonas— é uma promessa de campanha.

As regras também abrangem integrantes da Força Nacional de Segurança Pública e membros da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Ferroviária Federal, policiais civis, militares e bombeiros, sempre quando estiverem apoiando operações de garantia da lei e da ordem.

Uma novidade em relação a proposta semelhante feita pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, é a inclusão de casos de terrorismo para que o excludente de ilicitude tenha validade.

Na manhã desta segunda, ao sair do Alvorada para o Palácio do Planalto, de onde despacha, Bolsonaro disse que enviaria uma série de propostas ao Congresso sobre segurança pública.

Um deles é para autorizar o emprego pelo governo federal da chamada GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para reintegração de posse em propriedades rurais.

As GLOs são operações de segurança autorizadas pelo Poder Executivo que podem ter duração de meses. Elas incluem a participação de agentes de segurança civis e militares, como das Forças Armadas e da Polícia Federal.

Hoje, é papel das gestões estaduais acionarem forças de segurança locais para fazer cumprir decisões judiciais de reintegração de posse. Para o presidente, no entanto, há governadores que têm protelado a retirada de invasores.

Em 1996, uma operação da Polícia Militar do Pará para a desobstrução de uma estrada deixou 19 trabalhadores rurais mortos, o que ficou conhecido como o massacre de Eldorado do Carajás. Um ano antes, dez sem-terra e dois PMs morreram num confronto em Corumbiara (RO).

Desde então, diante da repercussão negativa, inclusive no exterior, governos estaduais têm adotado postura de cautela no cumprimento de decisões judiciais para evitar novas tragédias.

Com o mesmo receio, o governo federal criou, na época, a função do ouvidor agrário, que existe até hoje. O posto foi inaugurado com o propósito de evitar conflitos e impedir embates entre agentes policiais e manifestantes sem-terra.

FOLHAPRESS
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Juiz preso na Bahia tinha relógios Rolex, joias e carros de luxo

Foto: Reprodução

O juiz Sérgio Humberto Sampaio , preso no sábado pela Polícia Federal sob suspeita de envolvimento em um esquema de corrupção no Tribunal de Justiça da Bahia , tinha em sua residência três relógios da marca Rolex, joias da marca Cartier e automóveis de luxo, de acordo com a investigação da Operação Faroeste.

As informações foram apresentadas pela Procuradoria-Geral da República ( PGR ) ao pedir a prisão temporária do juiz, como um desdobramento da Operação Faroeste. A prisão foi determinada pelo ministro Og Fernandes, relator do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Os itens de luxo foram encontrados pela PF na residência de Sérgio Humberto na última terça-feira, quando foi deflagrada a Operação Faroeste. Ele não estava em casa no momento. Sua esposa informou à PF que Sérgio estava de férias em viagem a Barreiras, no oeste baiano, região onde estão ocorrendo as decisões judiciais suspeitas de corrupção. Pelo risco de interferir nas provas, a PGR solicitou então a sua prisão temporária.

O Globo

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YES! Damares quer ‘salinhas pink’ para atender mulheres em delegacias

Fotos: Divulgação/Delegacia de Polícia Civil de Tefé (AM)

Depois da sua performance de hoje, Damares Alves prometeu que todas as delegacias do país terão um atendimento especializado para mulheres, registra O Globo.

“A partir de janeiro, preste atenção, todas as delegacias do Brasil também serão delegacias da mulher. Pronto! Vamos capacitar todos os agentes de delegacias do Brasil, todos os delegados”, declarou a ministra da Mulher.

“Nem que seja uma salinha pequenininha, todas as salinhas desses país estarão capacitadas para receber mulheres. Detalhe: eu vou pintar as salinhas de cor de rosa. Yes!”, acrescentou.

Depois do evento, Damares afirmou que a medida será implementada a partir de janeiro, com a ajuda das secretarias de Segurança Pública dos estados. “Nós vamos começar em janeiro. Não tem prazo para encerrar. Mas vamos procurar fazer no menor prazo.”

O Antagonista

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Exército do MST está de volta e já prepara ações por Lula em todo o país, antecipa Veja

Foto: Ricardo Stuckert

O MST, ao lado do chamado “Comitê Lula Livre”, está convocando a militância para participar de uma mobilização nacional no próximo fim de semana. O objetivo da turma? “Esclarecer a sociedade brasileira sobre a farsa montada pela Lava-Jato” contra o petista “e exigir a anulação dos processos contra ele”.

Se depender da vontade do exército de João Pedro Stédile, o país terá de reescrever a história de roubalheira da década petista no poder. Lula, nessa nova versão, não terá aberto os cofres do governo e beneficiado grandes empreiteiras em troca de propina e de dinheiro sujo para o caixa dois de campanha do PT. Também não terá aceitado favores milionários para si e para seus familiares dos mesmos empreiteiros. Será tudo obra de uma “intensa perseguição judicial”.

“Lula segue vítima de intensa perseguição judicial, já tendo sido ilegal e injustamente condenado em primeira instância (em dois processos) e em segunda instância (em um processo), resultando inclusive a cassação de seus direitos políticos”, diz o texto divulgado no site do MST.

Coluna de Robson Bonin/Radar/Veja

 

LOCAIS

Secretário garante que Estado vai pagar 13º salário de 2019 ainda este ano e que estado deverá anunciar calendário para 2020

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, garantiu nesta segunda-feira, 25, que o Governo do Rio Grande do Norte vai pagar ainda este ano o 13º salário de 2019 dos seus servidores. De acordo com o secretário, o pagamento será feito com receitas correntes e com receitas extraordinárias que o Estado espera obter.

Segundo Aldemir Freire, com o pagamento do 13º, o ano de 2019 termina com “avanços significativos” para o funcionalismo estadual. “Assim que assumimos, nós dissemos que era preciso antes de mais nada estabilizar a folha e dar previsibilidade ao servidor. E hoje nós estamos fazendo isso. Hoje temos praticamente um calendário de pagamentos dos servidores”, afirmou o secretário, durante entrevista a uma rádio local.

O titular da Secretaria de Planejamento e Finanças comparou o momento atual ao mesmo período do ano passado. Nessa época, em 2018, servidores ainda estavam recebendo a folha de outubro, sem previsão de novembro, dezembro e 13º salário – folhas que não foram pagas integralmente até hoje.

“Se antes os servidores não tinham a menor ideia de quando iam receber o salário do mês, hoje estamos garantindo uma data na qual ele recebe. E, provavelmente em 2020, vamos anunciar um calendário para o ano inteiro”, afirmou Aldemir Freire.

“Em 2019, nós garantimos o pagamento integral das 13 folhas. Para alguns servidores, aliás, vamos pagar 14 folhas, já que pagamos o 13º de 2017. E ainda queremos avançar sobre alguma parcela do passivo. Ou seja, para alguns servidores, poderemos pagar 15 folhas. O ano de 2019 foi muito mais significativo, estável e previsível para os servidores, e eles receberam um volume maior de recursos que em 2018”, ressaltou Aldemir.
Se conseguir pagar o 13º salário ainda este ano, a gestão da governadora Fátima Bezerra vai terminar o primeiro ano de administração com todas as folhas de 2019 pagas em dia.

AGORA RN

 

RN NO MEIO: Campanha de Bolsonaro teve 11 milhões de santinhos sem declarar à Justiça Eleitoral e parte de material bancada com verba do PSL

A análise de centenas de notas fiscais que integram a prestação de contas eleitorais dos 27 diretórios estaduais do PSL mostra que a campanha de Jair Bolsonaro em 2018 foi mais cara do que a declarada por ele à Justiça Eleitoral, além de ter sido financiada em parte por dinheiro público, o que ele sempre negou ter usado.

Os documentos revelam que ao menos R$ 420 mil —parte dele, dinheiro público do fundo eleitoral— foram usados para a confecção de 10,8 milhões de santinhos, adesivos, panfletos e outros materiais para a campanha de Bolsonaro, isoladamente ou em conjunto com outros candidatos do PSL.

O número pode ser maior, já que em algumas situações as notas fiscais listam o material eleitoral produzido sem especificar quais candidatos foram beneficiados. Esses R$ 420 mil equivalem a 17% de tudo o que Bolsonaro declarou à Justiça como gasto de sua campanha, R$ 2,46 milhões.

Apesar de entregar as notas fiscais à Justiça, os PSLs estaduais, nesses casos, não vincularam o gasto diretamente à campanha de Bolsonaro  —nem o presidente declarou, em sua prestação de contas, o recebimento dos santinhos.

O material deveria estar registrado na prestação de contas do presidente como doação recebida do respectivo PSL estadual, com o valor estimável em dinheiro, conforme determina a resolução 23.553/2017, do Tribunal Superior Eleitoral, que disciplinou a prestação de contas dos candidatos e partidos na eleição de 2018.

Ao proceder de forma diversa, o gasto eleitoral que beneficiou o presidente aparece na prestação de contas eleitoral apenas como gasto do PSL com determinada gráfica. E a campanha de Bolsonaro aparenta custo menor do que na realidade teve.

Por ter sido eleito, Bolsonaro já teve as contas de campanha analisadas pelo TSE, em dezembro, que as aprovou com ressalvas —houve determinação de devolução de R$ 8.200 ao erário devido a doações recebidas de fontes vedadas ou não identificadas.

Essa análise não pode ser reaberta, o que não impede eventual verificação de pontos específicos.

No sistema de prestações de contas eleitorais do TSE, não é possível identificar a exata fatia de dinheiro público embutida nesses R$ 420 mil, mas pelo menos os gastos dos diretórios de Minas Gerais, comandando à época pelo hoje ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e do Paraná são totalmente oriundos do fundão eleitoral, que em 2018 destinou R$ 1,7 bilhão aos candidatos.

Os outros diretórios que produziram material eleitoral para Bolsonaro sem vincular diretamente a ele —e sem que o presidente registrasse a doação recebida em sua própria prestação— são Rio Grande do Norte, Amazonas e Rio de Janeiro.

Esse último estado, reduto político dos Bolsonaros, foi o responsável pela maior fatia, R$ 356 mil. As notas fiscais mostram que três gráficas produziram para o PSL do Rio 9,8 milhões de santinhos, panfletos, adesivos e outros materiais que pediam votos conjuntamente para Bolsonaro, seu filho Flávio, eleito senador, e outros candidatos do PSL.

A prestação de contas da campanha do presidente não registra o recebimento dessas doações —os únicos diretórios dos quais Bolsonaro declara ter recebido material de campanha foram São Paulo e Bahia.

Em São Paulo, a Gráfica Arte Visão Van Gogh cobrou R$ 10 mil para produzir 2.222 adesivos para a campanha de Bolsonaro e de seu filho Eduardo, candidato a deputado federal.

Nesse caso, a campanha de Bolsonaro declarou ter recebido do diretório paulista do PSL doação estimada em R$ 5.000 relativa à produção de metade desses adesivos. A campanha de Eduardo Bolsonaro declarou ter recebido doação estimada em R$ 5.000 relativa à outra metade.

A resolução de 2017 do TSE estabelece que cabe a quem arcou com o gasto comprovar a produção dos materiais, mas frisa que isso “não afasta a obrigatoriedade de serem registrados na prestação de contas dos doadores e na de seus beneficiários os valores das operações”.

Procurados, nem o Palácio do Planalto nem os cinco diretórios estaduais do PSL quiseram se manifestar.

Bolsonaro e o PSL entraram nos últimos meses em uma crise, alastrada na esteira das denúncias sobre o esquema revelado pela Folha de candidaturas de laranjas nas eleições de 2018.

FOLHAPRESS

 

CEARÁ-MIRIM: Ronaldo Venâncio solta nota de esclarecimento sobre impugnação. Ele quer enganar a quem?

A coligação Reconstruir Ceará-Mirim enviou através de sessão de comentários essa nota de esclarecimento para o Blog, a qual reproduziremos e vamos comentar abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A coligação Reconstruir Ceará-Mirim, encabeçada pelo candidato a prefeito Ronaldo Venâncio (PV), vem a público manifestar repulsa ao que está sendo veiculado em diversas redes sociais.

Irresponsavelmente, alguns permanecem disseminando notícia de que o prefeito Ronaldo Venâncio não é mais candidato.

A coligação esclarece mais uma vez que não há nenhuma decisão judicial que impeça a continuidade da campanha do Prefeito Ronaldo Venâncio, tampouco que seja votado no próximo dia 01/12.

Pelo contrário!

A campanha anda a passos largos rumo a vitória, pois, todos os dias, recebe novos apoios.

E o ponto mais importante de tudo: o povo quer RONALDO.

Nossa cidade não aguenta mais tanto mediocridade, mentiras e ilações propagadas por alguns grupos políticos, atores e pessoas teleguiadas e manipuladas que não têm compromisso com a verdade.

Se não têm compromisso com a verdade, como querem ter com o povo de nossa terra?

O prefeito Ronaldo Venâncio vem sendo atacado violentamente todos os dias.

Esta, sim, é a mais pura verdade!

Enquanto isso, ele segue visitando todas as regiões de nossa cidade expondo suas propostas de campanha e prestando contas de tudo que foi possível fazer na condição de prefeito desde os últimos meses.

A pergunta que não quer calar é: será que o eleitor merece assistir a episódios de agressão e inverdades quase sempre dirigidas ao prefeito Ronaldo?

Basta!

A população de Ceará-Mirim exige respeito.

Se os adversários não se preocupam com isso, nós daremos este exemplo!

Aqui, o compromisso é com o povo através de propostas e verdades.

COLIGAÇÃO RECONSTRUIR CEARÁ-MIRIM

DO BLOG: A assessoria do Candidato Ronaldo Venâncio quer enganar quem? Quem tá atacando? Quem tá inventando? 

O candidato em vez de usar essa estratégia batida de responder atacando deveria explicar claramente a população de Ceara-Mirim todos as confusões que se meteu, principalmente de suas contas reprovadas e da tumultuosa relação com seus familiares que o acusam de ter delapidado o patrimônio familiar.

A lei garante que candidatos sob judice continuem fazendo campanha, mas quem concorre com registro indeferido tem seus votos computados como inválidos e contados em separado, dependendo a validação dos votos de uma decisão judicial que reforme a declaração de inelegibilidade. Essa é a verdade que está sendo veiculada e o candidato sabe disso.

O Ministério Público pediu a cassação da candidatura de Ronaldo e o Juiz Eleitoral, por duas vezes, decidiu que o candidato está inelegível.

Ronaldo tem oito reprovações de contas pelo TCE, com decisões transitadas em julgado, R$292.447,41 em dívidas públicas sendo executadas na Justiça pelo próprio Município, carteira de motorista e passaporte suspensos pela Justiça Federal, cobrança de dividas do Banco do Brasil e quer dizer que tão inventando o que?

O Melhor da nota é o gestor que teve oito reprovações de contas como gestor falar em mediocridade.

Menos candidato, menos……

BG

Fonte: Blog do BG

 

Ex-diretor da Petrobras critica desinvestimentos da estatal no RN

Em conversa com sindicalistas, ele reafimou a importância da companhia como instrumento de desenvolvimento.

26/11/2019 às 04:30

José Aldenir

Guilherme Estrella participou nesta segunda-feira do lançamento de campanha para a permanência da Petrobras no RN

Ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras nos governos Lula e Dilma e um dos pioneiros na pesquisa que levou à descoberta de petróleo no pré-sal no mar territorial brasileiro, o geólogo Guilherme Estrella esteve nesta segunda-feira, 25, em Natal para engrossar a campanha da Federação Única dos Petroleiros (FUP) contra a saída da estatal do Rio Grande do Norte.
Na Reitoria da UFRN, pela manhã, Estrella falou para um grupo de sindicalistas sobre a importância da companhia como instrumento de desenvolvimento e reafirmou todas as suas teses nacionalistas de que a Petrobras está sendo entregue ao capital estrangeiro.
Ao Agora RN, porém, ele evitou entrar em detalhes acerca do programa de desinvestimentos da empresa no Estado, que abrange 84 campos de produção em franca queda nos últimos anos. “Faz muitos anos que estou fora da empresa, mas posso falar dos prejuízos que essa nova política da empresa causará ao País”, acrescentou.
Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), de junho último, revelem que a Bacia Potiguar teve uma produção de 39.230 barris por dia, 6% menos do que o extraído no mesmo período do ano passado.
A produção de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte caiu 34,46% entre os anos de 2010 a 2018 e dos 60,6 mil barris do mineral extraídos diariamente em dezembro de 2010, o volume despencou para 40,7 mil no mesmo mês do ano passado.
Já o gás natural registrou uma queda de 1,6 milhões de metros cúbicos diários em dezembro de 2010 para 924 mil metros cúbicos diários em dezembro do ano passado.
Para Estrella, é a falta de investimentos é a principal causa do recuo da produção ao longo dos anos. “Estão transformando a Petrobras numa empresa de lucros imediatos para agradar os grandes acionistas”, explicou.
“Não há base ética e moral que sustente a saída da Petrobras no Nordeste brasileiro. E o Rio Grande do Norte, que extrai quase 40 mil barri/dia, a US$ 60 dólares do barril, fatura algo em torno de US$ 1 bilhão por ano, provando que a empresa não deficitária no Estado”, lembrou.
O biólogo pôs em dúvida a motivação financeira para a decisão da Petrobras de sair do RN, como de outros estados nordestinos.
“A retirada é política, que tem como base o lucro imediato e maior no menor tempo possível e para atender os interesses dos acionistas privados e que dominam o modo de gerenciar a Petrobras hoje”, afirmou.
Estrella lembrou ainda a importância da Petrobras na criação de empregos e na participação de projetos culturais ao sustentar que ela historicamente permeia a sociedade brasileira e não pode apenas ter no lucro seu objetivo maior.
“Trata-se de uma empresa integrada à sociedade como empresa estatal que é”, resumiu o ex-diretor da estatal.

Fonte: Agora RN

 

Setor agropecuário do RN registrou crescimento de 6,5% em 2017, diz IBGE

Indústria potiguar, por outro lado, registrou recuo de 9,5%, e colocou Estado entre as noves Unidades da Federação com variações do PIB inferiores à do Brasil.

26/11/2019 às 02:30

Valter Campanato / Agência Brasil

Produto Interno Bruto (PIB) positivo no RN foi segurado pela atividade agropecuária

variações médias do PIB inferiores à do Brasil, em 2017, o Rio Grande do Norte registrou o maior crescimento do Produto Interno Bruto no período, com variação positiva de 0,5%, puxado pelo setor agropecuário, que registrou um crescimento de 6,5%, mesmo com a indústria potiguar apresentando recuo de – 9,5%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 10 das 18 unidades da Federação com variação em volume do PIB superior à do Brasil, o desempenho da agropecuária foi determinante para esse resultado. Os quatro maiores resultados de volume ficaram com Mato Grosso, Piauí, Rondônia e Maranhão.
Após dois anos consecutivos de queda, 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,3%), o PIB do Brasil voltou a crescer em volume: 1,3% em 2017 na comparação com 2016. Entre as unidades da Federação, apenas Rio de Janeiro (-1,6%), Sergipe (-1,1%) e Paraíba (-0,1%) tiveram variações negativas.
Das outras 24 unidades da Federação, apenas Roraima e Distrito Federal não tinham apresentado queda de volume em 2016, ou seja, houve aumento de volume após dois anos de queda em 22 estados.
O Rio de Janeiro foi o único estado a ter variações negativas na Agropecuária (-2,0%), além da Indústria (-3,1%) e dos Serviços (-1,5%) e foi fortemente afetado pelos desempenhos das atividades: Atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas e serviços complementares (-8,2%), Construção (-14,8%), Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (-2,5%) e Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social (-0,7%), que, juntas, somavam 48,5% de sua economia em 2016.
Já Sergipe e Paraíba devem grande parte de seus resultados negativos à retração da Indústria, em função do setor de Construção, com resultados de -13,2% e -11,2%, respectivamente. Além disso, houve redução na produção de energia elétrica pela usina de Xingó em Sergipe e das Indústrias de transformação na Paraíba.

Fonte: Agora RN

 

Natal tem estoque de sangue abaixo do mínimo necessário

São necessárias ao menos 1 mil bolsas de sangue por dia, mas nos últimos dias a média foi de 850 bolsas

26/11/2019 às 03:00

Ministério da Saúde

Estoque está com nível cerca de 15% abaixo do esperado para o período

O estoque de sangue do Hemonorte de Natal está abaixo do que é esperado para o mês de Novembro. Com apenas 850 bolsas sanguíneas disponíveis, o que representa uma redução de 15% em relação à média para o período, o principal órgão responsável pela coleta e armazenamento de derivados sanguíneos no Rio Grande do Norte conclama o aumento de doações.
Segundo dados do Hemonorte, são necessárias ao menos 1 mil bolsas de sangue por dia, mas nos últimos dias a média é de 850 bolsas. Com isso, alguns estoques se encontram em estado crítico. O tipo AB negativo, por exemplo, só tem uma bolsa em estoque atualmente. Por dia, segundo o órgão, o estoque deveria ter armazenadas 10 bolsas deste tipo sanguíneo, no mínimo, para realizar procedimentos de transfusão.
Outro estoque baixo é do sangue B positivo. Nesta segunda-feira, o Hemonorte só tem 37 bolsas disponíveis. No entanto, a necessidade diária é de 113 bolsas.
Segundo dados do Ministério da Saúde, cada bolsa de sangue doada pode salvar até quatro vidas. Nesta segunda, por sinal, foi comemorado o Dia Nacional do Doador de Sangue. No Brasil, cerca de 3,3 milhões de pessoas são doadoras de sangue. Isso significa que 16, a cada mil pessoas, doam sangue regularmente.
O sangue doado é utilizado para pessoas com doenças hematológicas variadas e câncer; pessoas que se submetem a cirurgias eletivas de grande porte e para emergências. Vale ressaltar que, na semana do 25 de novembro, considerado o Dia Nacional do Doador de Sangue, os serviços de hemoterapia de todo o país estão mobilizados em campanhas locais para o fortalecimento da ação.
Além de Natal, o Rio Grande do Norte tem outros quatro pontos para a doação de sangue: Mossoró, Caicó, Currais Novos e Pau dos Ferros. Além disso, a unidade da capital conta também com o serviço de uma unidade móvel de coleta de sangue.

Requisitos para
doação de sangue
Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos e que estejam pesando mais de 50kg. Além disso, é preciso apresentar documento oficial com foto e menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis.
Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente.
O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, o que elimina qualquer possibilidade de contaminação.

Fonte: Agora RN

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POLÍTICA: O SHOW DE PAULO GUEDES SOBRE O PRÓXIMO LEILÃO DO PRÉ-SAL

Na nossa coluna POLÍTICA deste sábado você vai assistir a um show de Paulo Guedes sobre o leilão do pré-sal que vai acontecer na próxima semana, onde ele estima arrecadar 100 bilhões de reais. É preciso acelerar a exploração do pré-sal antes que o carro elétrico se popularize. Leia a reportagem completa e o vídeo a seguir e saiba de todos os detalhes!

Governo espera arrecadar mais de R$ 100 bilhões no maior leilão do pré-sal (veja o vídeo)

A Petrobras anunciou que vai disputar duas áreas, entre elas a de Búzios, considerada a maior área marítima de petróleo no mundo.

O governo espera arrecadar mais de R$ 100 bilhões.

 Em palestra recente Paulo Guedes falou sobre o potencial do pré-sal, que esta estimado entre 500 bilhões e 1 TRI de dólares, e a importância do Brasil explorar esses recursos em um curto espaço de tempo, antes da popularização do carro elétrico.

Foi um verdadeiro show, assistam:

 

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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ANÁLISE POLÍTICA: RESULTADO DA ELEIÇÃO NÃO AFASTA BRASIL DA ARGENTINA, POR ALEXANDRE GARCIA

A ANÁLISE POLÍTICA desta terça-feira é com Alexandre Garcia falando sobre as eleições na Argentina e o avanço da esquerda com a vitória do Peronismo. Também trata das novidades trazidas pela viagem de Bolsonaro à Ásia e o cerco dos Estados Unidos ao líder do Estado Islâmico que acabou provocando o seu suicídio. Assista ao vídeo e fique por dentro da política!

Fonte:

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ECONOMIA: O QUE VOCÊ ENTENDE POR EXPLORAÇÃO? LEIA ESSE ARTIGO E VEJA O QUE É EXPLORAÇÃO!

Na coluna ECONOMIA desta sexta-feira temos a oportunidade de entender a essência da palavra “exploração”. No Brasil tanto se fala que o trabalhador é explorado que o empresário passou a ser olhado como um mal feitor. No texto a seguir você vai mudar o seu pensamento de uma forma que ao término é muito provável que passe a ter pena do empresário brasileiro!

A “exploração dos trabalhadores” é um mito – e é fácil de entender por quê

Para começar, ser um trabalhador é muito menos arriscado do que ser um capitalista

“Para mostrar que algo é uma meia-verdade, temos de recorrer a longas e áridas dissertações”

— Frédéric Bastiat

Ainda é bastante dominante a ideia de que patrões estão, de alguma forma, explorando os empregados que trabalham para eles quando sua empresa aufere um lucro.

Curiosamente, logo de início já se ignora o fato de que o patrão está claramente fazendo mais pelas finanças dos empregados do que todas as outras pessoas que criticam o arranjo mas que não estão dando emprego a ninguém — postura essa muito comum entre aqueles “guerreiros sociais da internet”, que afirmam que dar emprego a alguém significa explorá-lo.

É verdade que trabalhadores recebem como salário menos que o valor total daquilo que eles produzem, mas é assim porque aquilo que eles produzem foi:

a) feito com recursos que tiveram de ser comprados pelos patrões capitalistas,

b) em uma fábrica, indústria ou local de trabalho que teve um custo para ser construído e que requer várias despesas para ser operado;

c) e com o capitalista sendo também responsável por bancar os custos de anunciar, propagandear e comercializar o produto fabricado, com o intuito de conectar o produto aos consumidores potenciais.

E, no final,

d) se o produto não vender, todos aqueles que trabalharam em sua fabricação já foram pagos, exceto o capitalista, que arca com os prejuízos.

Em termos práticos, houve uma volumosa quantia de dinheiro investido naquela fábrica ou local de trabalho, dinheiro este que não será recuperado tão cedo. Todos os gastos investidos na construção do local de trabalho, na compra de bens de capital, e na contratação de mão-de-obra ainda não foram recuperados pelo capitalista.

Uma empresa que investe, suponhamos, $10 bilhões — na construção da fábrica, comprando maquinários e pagando os salários dos trabalhadores — com o intuito de recuperar, na forma de fluxo de caixa anual, aproximadamente $1 bilhão (10% de retorno), terá de esperar 10 anos apenas para recuperar todo o capital adiantado (fora a inflação do período).

Neste caso, o capitalista  se endividou em $10 bilhões (ou, caso seja capital próprio, ele abriu mão deste valor e seu equivalente em bens de consumo que ele poderia ter adquirido no presente) para receber, anualmente, uma receita de $1 bilhão.

Ele age assim porque acredita que será capaz de atender aos desejos e necessidades das pessoas (consumidores) de uma maneira melhor do que elas estão sendo atendidas no presente. Tal atitude requer uma habilidade e uma competência que, por si sós, representam uma contribuição trabalhista acima daquela dos empregados. Estas características são exclusivas de um empreendedor.

Se sua visão estiver correta, ele auferirá lucros futuros. Se estiver errado, ele irá arcar com prejuízos.

Vale ressaltar que, ao agir assim, ou seja, se endividando ou colocando seu próprio capital em risco, ele está incorrendo em um risco que pode ser considerado desnecessário. Afinal, não fosse a busca pelo lucro, o rico capitalista poderia simplesmente comprar uma casa maior ou sair em um cruzeiro. No entanto, o capitalista assume um risco agora, e abre mão do consumo presente, na esperança de que irá obter um benefício no futuro. Isso é uma parte da sua remuneração.

Outra parte da sua remuneração é o tempo entre o investimento feito e as receitas trazidas por esse investimento. Tudo o mais constante, se tivermos de escolher entre ter recursos agora, no presente imediato, ou apenas a hipótese de ter esses mesmos recursos apenas no futuro, é claro que ficamos com a primeira opção, pois o futuro é incerto. É por isso que emprestadores de dinheiro (capitalistas) cobram juros no dinheiro que emprestam: eles estão abrindo mão da certeza do consumo presente pela hipótese de um consumo maior no futuro. Não há certeza nenhuma; apenas expectativas.

Já os trabalhadores recebem seus salários hoje, independentemente de como serão os lucros futuros dos capitalistas (com efeito, eles são pagos hoje mesmo se não houver lucros futuros).

Ou seja, os trabalhadores são pagos hoje, já o capitalista será remunerado:

a) apenas no futuro,

b) apenas se o produto fabricado for vendido, e

c) apenas se ele for vendido com lucro — isto é, se for vendido a um preço maior do que os custos de fabricação, o que inclui os salários dos trabalhadores.

O economista austríaco Eugen von Böhm-Bawerk explicou que, ao contrário de explorar os trabalhadores, o capitalista remove dos trabalhadores o fardo de ter de esperar pela renda. Se os trabalhadores quisessem produzir bens por conta própria, eles teriam de esperar até encontrar um comprador que lhes garantisse um salário estável.

Mais ainda: eles primeiro teriam de poupar (ou então se endividar) para acumular os recursos necessários para comprar uma fábrica ou construir um local de trabalho sem a ajuda do capitalista.

O capital aumenta o valor do trabalho

Vale também mencionar que o capitalista aumenta o valor da mão-de-obra do trabalhador.

Se um indivíduo decidir tentar fazer no campo o mesmo trabalho que faria em uma fábrica especializada, ele dificilmente terá um produto com a mesma qualidade. Certamente, não terá uma produção com o mesmo volume, o que significa que suas receitas seriam muito baixas.

O capitalista, portanto, aumenta o valor da mão-de-obra ao fornecer ao trabalhador as máquinas e ferramentas que aumentam a qualidade do produto e a quantidade produzida. Não fosse o capital disponibilizado pelos capitalistas (maquinário, ferramentas, matéria prima, insumos, instalações etc.), a mão-de-obra não teria como produzir estes bens de qualidade altamente demandados pelos consumidores. Consequentemente, os trabalhadores nem sequer teriam renda.

Logo, a conclusão óbvia é que trabalhadores claramente podem ganhar mais trabalhando para capitalistas do que por conta própria — caso contrário, todos os trabalhadores iriam simplesmente se declarar autônomos e daí passariam a ter uma renda maior.

Talvez alguns deles poderiam ganhar mais ao se tornarem autônomos, mas não querem assumir as responsabilidades concomitantes, as quais são atualmente arcadas pelo capitalista que os emprega. Isso também é evidência de que os capitalistas estão acrescentando valor ao trabalho dos trabalhadores.

Mais-valia

Os marxistas afirmam que os capitalistas exploram os trabalhadores ao simplesmente extraírem seus lucros dos salários dos trabalhadores sem estarem fornecendo nenhum valor ao processo produtivo — ou seja, os capitalistas estariam “extraindo uma mais-valia” dos trabalhadores.

Além de esta idéia ser infundada, como mostrado acima, vale também dizer que, se ela fosse verdade, organizações sem fins lucrativos rapidamente entrariam em cena, contratariam todos os trabalhadores, eliminariam o “peso morto” de se remunerar o capitalista e quebrariam todas as empresas voltadas para o lucro.

Mas isso não acontece simplesmente porque elas não conseguem. Os capitalistas estão claramente fornecendo alguma competência ou visão que beneficia seus empregados. Cada lado se beneficia desta transação mútua, o que é evidenciado pelo fato de que se o trabalhador pudesse conseguir um arranjo melhor, ele rapidamente o arrumaria, e se o empregador pudesse arranjar empregados melhores, ele os contrataria.

Em última instância, os salários não são um número arbitrário, mas sim um reflexo de quanto valor um empregado é capaz de criar para os consumidores do seu trabalho (no caso, os consumidores são o capitalista que paga por sua mão-de-obra, e os clientes que pagam pelo produto produzido).

Se um indivíduo quer abrir mão de ter um patrão e ficar com 100% das receitas de seu trabalho, ele pode perfeitamente fazê-lo: basta aprender uma habilidade, desenvolvê-la, acumular capital (ou se endividar), comprar equipamentos, alugar um local de trabalho, tornar-se autônomo e encontrar clientes que valorizem seu trabalho ao ponto de lhes providenciarem uma renda fixa mensal.

Mas aí ele próprio teria de se tornar um empreendedor capitalista.

Fonte: Mises Brasil

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ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA

Por G1

24/10/2019 20h18  Atualizado há 16 minutos


Julgamento no STF está 4 a 3 pela prisão de condenados em 2ª instância. Faltam 4 votos, e a discussão será retomada em novembro. Salles insinua relação entre Greenpeace e óleo; ONG diz que ministro mente. Queiroz reaparece em áudio e fala sobre cargos no Congresso: ’20 continho caía bem’. Parlamentares do PSL pedem expulsão de Eduardo Bolsonaro. O Chile entra no 7º dia de protestos, e a ONU manda missão ao país. Evo é reeleito em 1º turno na Bolívia, mas OEA e o bloco europeu pedem 2º turno.

INTERNACIONAIS

Caos no Chile

Soldado aponta arma perto de barricada em chamas em Valparaíso, nesta quinta-feira (24) — Foto: Rodrigo Garrido/ReutersSoldado aponta arma perto de barricada em chamas em Valparaíso, nesta quinta-feira (24) — Foto: Rodrigo Garrido/Reuters

Os atos de protesto contra o governo completaram uma semana no Chile, e a ONU anunciou que vai enviar missão de direitos humanos ao país. Dezoito pessoas já morreram nas manifestações, e Santiago o outras cidades tiveram novo toque de recolher anunciado hoje.

Bolívia

Presidente da Bolívia, Evo Morales, participa de coletiva de imprensa em La Paz, na Bolívia, nesta quinta-feira (24) — Foto: Juan Karita/APPresidente da Bolívia, Evo Morales, participa de coletiva de imprensa em La Paz, na Bolívia, nesta quinta-feira (24) — Foto: Juan Karita/AP

Segundo a agência Efe, Morales é o vencedor virtual, já que com 99,96% da contagem ele atingia 47,08% dos votos, com 10,57 pontos à frente do adversário Carlos Mesa. Ele precisaria de 40% dos votos, com pelo menos dez pontos de diferença sobre Mesa para ser proclamado vencedor, tendo assim uma margem de 0,57%.

Fonte: G1
Por Blog do BG

TARADÃO: Homem é preso por fazer sexo com boneco da Frozen, dentro de loja

Um homem de 20 anos foi preso em São Petersburgo, na Flórida (EUA), nesta terça (22), por ter feito, em meio a uma loja, sexo com boneco de pelúcia do Olaf, personagem da animação da Disney, Frozen.

Segundo relato de policiais, testemunhas teriam visto o jovem colocar o boneco no chão e se masturbado com ele. Após ejacular no brinquedo, ele teria pego uma pelúcia de unicórnio e feito o mesmo ato. Os bonecos foram retirados da loja e destruídos.

O jovem admitiu ter feito “coisas estupidas” e ter ficado “louco” com os bonecos.

Essa não foi a primeira vez em que foi preso por sexo com boneco. Em 2015, ele também foi acusado por se masturbar com pelúcias em um supermercado.

O Dia

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NACIONAIS

Prisão após 2ª instância

Ministra Rosa Weber durante sessão no STF nesta quinta-feira (24) — Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDOMinistra Rosa Weber durante sessão no STF nesta quinta-feira (24) — Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

O STF retomou pela 3ª vez o julgamento sobre prender ou não condenados após a 2ª instância. Os ministros Rosa Weber e Ricardo Lewandowski votaram contra, e Luiz Fux, a favor. O julgamento foi interrompido até novembro com o placar de 4 a 3. Veja os votos de todos os ministros até agora.

Desastre no Nordeste

Ricardo Salles — Foto: Bruno Fernandes/Agência Pixel Press/Estadão ConteúdoRicardo Salles — Foto: Bruno Fernandes/Agência Pixel Press/Estadão Conteúdo

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, insinuou uma relação entre o Greenpeace e as manchas de óleo que poluem as praias do Nordeste. Em uma rede social, ele publicou uma foto de um navio da ONG e sugeriu que a embarcação estava envolvida com o derramamento de petróleo.

A imagem é de 2016, e o Greenpeace chamou a acusação de “mentira” e citou que está ajudando a combater os impactos gerados por esse vazamento e cobrando ações. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, entrou na discussão e escreveu que o ministro “faz ilação desnecessária”.

’20 continho caía bem’

Queiroz aparece em áudio sobre indicações para cargos no CongressoQueiroz aparece em áudio sobre indicações para cargos no Congresso

Um gravação mostra Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, dando orientações sobre conseguir nomeações em gabinetes no CongressoOuça o áudio acima.

Ele fala em uma ‘fila’ no gabinete do hoje senador: “Tem mais de 500 cargos lá, cara, na Câmara e no Senado”, disse. “Vinte continho aí para gente caía bem”, emendou.

Crise no PSL

Na crise envolvendo outro filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro, 5 parlamentares do PSL pediram a expulsão dele do partido. A decisão sobre a expulsão caberá ao conselho de ética do PSL. Nesta semana, o deputado virou líder da legenda na Câmara e decidiu abrir mão da embaixada nos EUA. O presidente disse que preferia mantê-lo no Brasil para ‘pacificar’ a turbulência no partido.

Também teve isso…

Bolsonaro na China — Foto: Isac Nóbrega/PRBolsonaro na China — Foto: Isac Nóbrega/PR

Fonte: G1
Por Blog do BG

‘Não temos como estratégia de combate ao crime o confronto’, diz Moro

Foto: Bruno Cecim / Agência Pará

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que o aumento da letalidade policial tem ocorrido em alguns Estados por causa das forças de segurança locais. “O aumento da letalidade no enfrentamento entre polícia e criminosos não é algo que acontece no governo federal. No governo federal, nós não temos como estratégia de combate ao crime o confronto. O que tem acontecido pontualmente não tem relação com o governo federal”, disse durante o evento “Brazil Summit 2019”, organizado pela revista The Economist, em São Paulo.Por outro lado, o ministro afirmou que a redução de algumas estatísticas de criminalidade em todos os Estados da federação, como homicídios, roubos de carga e roubos a bancos este ano, é efeito também das ações do governo federal, entre elas uma ação mais incisiva contra o crime organizado.

Moro ainda disse que há um certo preconceito com o excludente de ilicitude no pacote anticrime. Segundo ele, essa parte de legítima defesa tem uma redação parecida no Código Penal português e alemão, que não são países vistos como violentos.

Durante participação no evento, Moro ainda disse que a criminalidade faz parte do Custo Brasil e que afeta o desempenho da economia, embora não seja lembrada dessa forma.

Segundo ele, o principal argumento a favor do pacote anticrime são os números altos de homicídios no Brasil, embora as estatísticas tenham mostrado queda este ano, como os homicídios, que, segundo ele, caíram 22% até agosto. “Mudar a legislação diante dessa realidade me parece mandatória”, disse, destacando que a pauta legislativa depende do Congresso.

Estadão Conteúdo

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BC venderá mais US$ 11,3 bi de dólares das reservas em novembro

Depois de leiloar US$ 26,9 bilhões das reservas internacionais nos últimos meses, o Banco Central (BC) venderá mais US$ 11,3 bilhões no mercado à vista em novembro. O anúncio foi feito hoje (24) pela autoridade monetária após o fechamento dos mercados.

Esse tipo de operação representa um novo modelo de intervenção cambial que tem reflexos na política fiscal, ao reduzir os juros da dívida pública e ajudar a segurar o endividamento do governo em momentos de dólar alto.

Um dos principais instrumentos do país contra choques externos na economia, as reservas internacionais estão atualmente em US$ 371,3 bilhões. No fim de agosto, quando o governo adotou a nova política, as reservas estavam em US$ 388 bilhões.

Compradores comuns não podem adquirir dólares das reservas internacionais. Esse tipo de operação está restrita a dealers – grandes bancos e corretoras autorizados pelo BC para atender à demanda de dólares por grandes empresas e outras instituições financeiras.

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STF suspende julgamento com 4 votos a favor e 3 contra prisão após condenação em 2ª instância

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o terceiro dia de julgamento sobre a prisão após condenação em segunda instância com quatro votos a favor dessa tese e três contra.

Nesta quinta-feira, votaram os ministros Rosa Weber, Luiz Fux e Ricardo Lewandowski. Faltam os votos de Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.

O julgamento será retomado no dia 6 ou 7 de novembro. O presidente do tribunal, Dias Toffoli , informou que anunciará a data na próxima segunda-feira (28).

A FAVOR DA 2ª INSTÂNCIA
Alexandre de Moraes
Edson Fachin
Luís Roberto Barroso
Luiz Fux

CONTRA A 2ª INSTÂNCIA
Marco Aurélio Mello
Rosa Weber
Ricardo Lewandowski

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VÍDEO: Após vitória do Flamengo, torcedor cumpre promessa e corre pelado na rua

Qual o limite do torcedor para demonstrar sua alegria após um grande feito do seu time de coração? E qual o limite do torcedor do Flamengo? Mais precisamente, qual o limite do flamenguista, que está de volta a uma final de Taça Libertadores após 38 anos? Em São Bento, cidade no interior da Paraíba, um torcedor, talvez, tenha extrapolado esse limite. Ele prometeu que, se o Flamengo vencesse o Grêmio nessa quarta-feira, no Maracanã, no jogo que valia a vaga na decisão, correria pelado pelas ruas da cidade. O time de Jorge Jesus atropelou o Tricolor de Renato Gaúcho com um 5 a 0 incontestável, e o resultado da promessa do torcedor você confere no vídeo AQUIem matéria na íntegra.

– Se o Flamengo ganhar quarta-feira do Grêmio, (…) eu corro nu, só com a mão na frente. Garanto. Pode marcar aí. E pode gravar, que eu posto no Instagram – prometeu o torcedor.

A promessa foi feita em uma mesa de bar, ao lado de alguns amigos, que registraram em vídeo o compromisso assumido pelo torcedor. E esses mesmos amigos filmaram a promessa sendo cumprida. Logo depois de o Flamengo atropelar o Grêmio no Maraca, o flamenguista fanático tirou as roupas – manteve apenas um boné na cabeça – e saiu correndo pelas ruas da pacata São Bento, distante 375km da capital João Pessoa.

A turma o seguiu de perto para registrar o momento para a posteridade. Com os celulares em punho, pegaram suas motos e, buzinando na madrugada sertaneja, alardearam o momento. A promessa estava paga. O flamenguista estava feliz.

A felicidade é justificada. Líder do Brasileirão com dez pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Flamengo agora está na final da Libertadores, algo que não acontecia desde 1981, ano em que conseguiu seu único título da competição. Eliminou na semifinal o Grêmio, um dos melhores times do país, depois de um empate por 1 a 1 em Porto Alegre e da impiedosa goleada por 5 a 0 no Rio. Agora tem pela frente o River Plate, da Argentina, na decisão em jogo único marcada para o dia 23 de novembro, no Chile. Será que vem mais promessa por aí?

Globo Esporte

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NOVO PENTE-FINO: Marinha descobre que óleo ficou mais tempo no mar e decide ampliar buscas por navios suspeitos

Foto: STRINGER / REUTERS

Na busca por um responsável pelo vazamento do petróleo que contamina a costa do Nordeste , o universo de navios-tanque sob investigação será ampliado. Novas análises químicas produzidas pela Marinha mostram que o óleo que aportou nas praias permaneceu mais tempo na água do que se sabia até agora. Diante dessa constatação, os investigadores decidiram ampliar a quantidade de navios a serem buscados.

Até então, o foco estava em 30 embarcações de dez países que navegaram na altura da costa nordestina, numa distância de 800 quilômetros, entre 1º de agosto e 1º de setembro. Um novo pente-fino será feito, em busca de navios com as mesmas características e que trafegaram pela área no mês de julho. A expectativa é que mais 30 navios sejam investigados.

Enquanto a Marinha expande o universo de embarcações a serem investigadas para definir a origem do vazamento, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugeriu no Twitter que o Greenpeace estaria por trás do derramamento. Salles, sem citar provas, insinuou que uma embarcação da ONG teria passado próxima ao litoral brasileiro no período em que o desastre se deu.

A tragédia do vazamento de petróleo já contaminou 233 localidades em todos os estados do Nordeste e segue sem a identificação dos responsáveis. A primeira detecção de óleo, com comunicação às autoridades, foi feita em 2 de setembro. Já são 53 dias de contaminação.

A estratégia do governo do presidente Jair Bolsonaro é lançar dúvida e culpa sobre a Venezuela. Perícias feitas pela Petrobras e por universidades federais mostram que o petróleo tem DNA venezuelano, sem que isso signifique que o vazamento seja responsabilidade do governo ou de alguma empresa venezuelana. Na noite de ontem, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, fez um pronunciamento em cadeia de rádio e TV para dizer que o governo vai acionar a Organização dos Estados Americanos (OEA) para que o regime de Nicolás Maduro dê uma explicação sobre o petróleo.

A Marinha foi foi designada para chefiar o Plano Nacional de Contingência, acionado diante da gravidade da tragédia ambiental. A Força é responsável pela mais ampla investigação a respeito do que de fato ocorreu. Entre os investigadores, não há qualquer certeza sobre quem são os responsáveis pelos vazamentos. Tanto que o atual estágio da investigação é de afunilamento de hipóteses e de refinamento dos dados científicos usados na apuração.

O GLOBO revelou ontem que o Centro de Hidrografia da Marinha passou a considerar, com base em dois novos estudos, que o foco do vazamento se deu a uma distância menor do que a levada em conta até então. Os estudos mostram uma distância entre 270 e 600 quilômetros do litoral, tendo como ponto de partida os estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Até então, as estimativas variavam entre 600 e 800 quilômetros.

Dados mais precisos passaram a evidenciar, por outro lado, que o óleo permaneceu na água por mais tempo do que o considerado até então. Primeiro, o Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira considerou, a partir de análises químicas, que o petróleo havia vazado no mar dez dias antes de aportar nas praias. A partir dessa constatação, foram buscadas as embarcações que trafegaram numa área específica entre 1º de agosto e 1º de setembro. Agora, um novo laudo mostra que o óleo permaneceu na água por mais tempo. Por isso, um novo escopo de navios foi definido, com navegação em julho.

A expectativa é que cerca de 30 novos navios entrem no radar das investigações. O levantamento deve ser concluído nesta semana.

– É comum que os navios informem atipicidades vistas na navegação. Nós não recebemos, porém, nenhum tipo de comunicação sobre coisas estranhas dos navios que passaram por essas rotas — afirma o capitão de mar e guerra Gustavo Calero Garriga, comandante do Centro Integrado de Segurança Marítima (Cismar), unidade responsável pela frente de investigação que cuida da análise do tráfego de navios-tanque.

Segundo Garriga, são analisados fatores como alteração de velocidade e de rumo dessas embarcações. As autoridades portuárias dos dez países de onde partiram os 30 navios inicialmente averiguados já foram contatadas para fornecer dados. O mesmo deve ocorrer com a nova leva de embarcações.

– Levantamos também históricos de poluição ambiental por esses navios – diz o capitão.

O Globo

 

TSE rejeita ação que questionava favorecimento da Record a Bolsonaro

Foto: Roberto Jayme/TSE 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou, nesta quinta-feira (24), improcedente denúncia de suposto favorecimento do Grupo Record aos então candidatos Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão nas eleições de 2018, por meio de um tratamento diferenciado à chapa na cobertura realizada por veículos do grupo, como a TV Record e o Portal R7.

A ação, ajuizada pela candidatura de Fernando Haddad, da coligação PT, PC do B e PROS, alegava uso indevido de meios de comunicação argumentando que a empresa teria atuado de forma desequilibrada, favorecendo a chapa vencedora tanto na programação da emissora de TV de mesmo nome quanto do Portal R7, ambos veículos controlados pelo grupo.

Os ministros seguiram a avaliação contrária do relator, Jorge Mussi, chegando a uma decisão unânime. Segundo Mussi, a cobertura realizada pelos veículos da empresa teve caráter apenas jornalístico, sem apelo ao eleitorado. Entre os argumentos contrários ao questionamento, os ministros apontaram falta de provas.

O julgamento foi iniciado em setembro. O relator Jorge Mussi apresentou sua posição contrária. A análise foi suspensa para a solicitação de mais elementos. Foi retomada com o voto do ministro Edson Fachin, que considerou as provas apresentadas pela coligação de Haddad insuficientes.

Agência Brasil

 

Bolsonaro diz que não tem mais contato com ex-assessor do filho, que ainda vai ouvir suposto áudio, e encerra: “O Queiroz cuida da vida dele e eu cuido da minha”

Foto: Isac Nóbrega / PR

“O Queiroz cuida da vida dele e eu cuido da minha”. Foi assim que o presidente Jair Bolsonaro reagiu ao responder se esperava que Fabrício Queiroz , o ex-assessor de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), ainda estivesse negociando cargos na Câmara e no Senado, conforme revelou O GLOBO nesta quinta-feira . Contrariado por ter sido questionado sobre o tema, Bolsonaro ameaçou encerrar a entrevista.

Disse ainda não ter ouvido o áudio em que Queiroz revela as tratativas. Indagado se a revelação do áudio teria sido originada pela guerra de seus filhos com o presidente do PSL, Luciano Bivar, Bolsonaro respondeu: “Não sei, não falo mais com Queiroz, mas vou ouvir o áudio”.

O presidente confirmou ter conversado com “quatro ou cinco” parlamentares do PSL, “há uns dez dias”, sobre a crise partidária: “Tenho direito, são do meu partido”. O presidente voltou a dizer que o desfecho desta crise pode ser sua saída do PSL.

Queiroz é investigado pelo Ministério Público do Rio por suposta prática da rachadinha — quando os servidores comissionados devolvem parte dos salários. Ele esteve no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio entre 2007 e 2018 e, no período, emplacou sete parentes na estrutura.

Procurado pelo GLOBO, Queiroz admitiu, por nota, que mantém a influência por ter “contribuído de forma significativa na campanha de diversos políticos no Estado do Rio de Janeiro”. Por nota, Flávio Bolsonaro negou que tenha aceitado indicações do ex-assessor e que mantenha qualquer contato com ele desde o ano passado.

O Globo

Rosa Weber vota contra a prisão após condenação em 2ª instância; placar no STF está em 3 a 2 a favor da execução antecipada da pena

Foto: G1

Ministra Rosa Weber votou contra a prisão após condenação em 2ª instância. Placar no STF está em 3 a 2 a favor da execução antecipada da pena.

Em seu voto, a ministra afirmou que a presunção de inocência é “garantia fundamental” prevista na Constituição que não pode ser lida “pela metade”.

Ontem, 4 ministros votaram: Marco Aurélio (contra), Alexandre de Moraes, Luiz Edson Fachin e Luís Roberto Barroso (a favor). Faltam ainda os votos dos ministros (nesta ordem): Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.

Com informações do G1

Ministro do Meio Ambiente destaca “coincidência” de navio do Greenpeace navegando “em frente ao litoral brasileiro bem na época do derramamento de óleo”

Reprodução: Twitter

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, voltou a contra-atacar a organização ambiental Greenpeace. Desta vez, Salles insinuou que a organização poderia estar por trás do vazamento de óleo que afeta todo o Nordeste do País.

Em sua conta no Twitter, o ministro afirma: “Tem umas coincidências na vida né… Parece que o navio do #greenpixe estava justamente navegando em águas internacionais, em frente ao litoral brasileiro bem na época do derramamento de óleo venezuelano…”

O ministro publicou, com a declaração, uma foto do navio do Greenpeace, que é utilizado pela organização em ações de protesto contra crimes ambientais.

Nessa quarta-feira, 23, Salles disse que não vai dialogar com o Greenpeace. Após o protesto da organização em frente ao Palácio do Planalto, o ministro chamou os ativistas de terroristas e disse que não estariam ajudando a limpar as praias.

Os manifestantes colocaram tinta preta no asfalto para simbolizar o óleo derramado nas praias do Nordeste. Também espalharam madeira queimada, que teria sido recolhida de locais de extração ilegal na Amazônia. Segundo a organização não governamental (ONG), 17 ativistas foram detidos pela Polícia Militar do Distrito Federal e levados à delegacia. O Greenpeace havia informado anteriormente que foram 23 presos, mas corrigiu o número.

Procurado sobre a declaração de Ricardo Salles, o Greenpeace ainda não se manifestou.

Com informações do Estadão

 

LOCAIS

Cosern dia quase 7 mil equipamentos para projeto que auxilia na limpeza de praias

A Cosern, empresa da Neoenergia, vai doar 6.950 equipamentos de proteção individual (3.100 luvas, 2.800 máscaras, 650 botas e 400 protetores solares) aos voluntários do projeto #SeChegaraGenteLimpa, força-tarefa montada pela Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) para limpar as praias potiguares que por ventura venham a ser atingidas por óleo nos próximos dias.

Nesta sexta-feira (25), das 14h às 16h, um aí grupo de 40 voluntários da Cosern
vai participar de uma capacitação que será realizada no auditório do Centro Administrativo Municipal de Parnamirim. Esse grupo vai se integrar aos 1.800 potiguares que atenderam ao apelo da força tarefa estadual nos últimos dias para atuar no projeto #SeChegaraGenteLimpa.

De acordo com a Defesa Civil, até a tarde da última quarta-feira (23), as praias do litoral potiguar estavam limpas, livres de contaminação e novos monitoramentos estão sendo feitos nesta quinta-feira (24). A capacitação dos voluntários é, portanto, uma medida preventiva. Em caso de chegada de óleo nas praias, o grupo de 1.840 voluntários será dividido e trabalhará de acordo com um calendário a ser divulgado até o próximo sábado (26).

 

VÍDEO: Idema investiga pesca de tubarões-martelo em reserva do RN

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

portal G1-RN destaca nesta quinta-feira(24) fotos e vídeos que começaram a circular nas redes sociais nessa quarta-feira (23) que deram princípio a uma investigação do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema). As imagens mostram pessoas posando com dois tubarões-martelo, aparentemente mortos, que teriam sido pescados em Macau, na Costa Branca potiguar.

O problema é que a espécie está ameaçada de extinção, tendo um dos maiores declínios populacionais no país. O caso registrado teria ocorrido na praia de Diogo Lopes, localidade inserida na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ponta do Tubarão. A prática, portanto, poderia ser um crime ambiental. Veja reportagem completa com vídeo AQUI.

Prefeitura inicia instalação da decoração natalina na capital; conheça novidades

Foto: Divulgação

A Prefeitura do Natal deu início à instalação da Decoração Natalina 2019. O serviço está sendo executado pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur). Com o tema “Natal de Som & Luz”, o projeto de decoração deste ano prevê mais peças natalinas em todas as regiões da cidade, incluindo a construção de mais uma árvore na cidade, além de um túnel luminoso de 100 metros de extensão.

Atualmente, a Semsur está implantando a decoração dos Três Reis Magos da BR-101, do Palácio Felipe Camarão e da Catedral Metropolitana. A Prefeitura também iniciou a montagem das árvores de Natal do Ginásio Nélio Dias e do Espaço de Lazer Marinho Chagas, no Parque dos Coqueiros, e Dromedários do Viaduto de Igapó.

O acervo natalino de 2019 contará com novas peças e mais cores. Ele também será instalado em áreas da cidade que antes não eram contempladas, como a zona Oeste. A iniciativa atende uma determinação do Prefeito Álvaro Dias, que tem como prioridade de gestão aproximar a prefeitura da sociedade e garantir a participação de todos os natalenses nos festejos natalinos.

A decoração será diferente de todas as outras já criadas. Diferente dos anos anteriores, o Executivo Municipal trará mais peças natalinas. O intuito é espalhar o espírito do Natal em todas as regiões e lembrar a todos da importância do nome da cidade. “O Natal em Natal celebra o nascimento de Jesus Cristo e, também, a data de fundação de nossa cidade. Somos a cidade do Natal e para comemorarmos essa data tão especial, iremos espalhar anjos, estrelas, cometas, painéis e notas musicais pelas ruas”, anunciou o titular da Semsur, Irapoã Nóbrega.

Aproximadamente 10 mil peças irão compor o acervo natalino de 2019. Desse total, cerca de oito mil são novos elementos decorativos. Em decorrência dos desgastes das peças do acervo antigo, a Prefeitura só conseguirá reaproveitar 40% do material usado nos anos anteriores.

A decoração do Natal em Natal será instalada em postes, árvores, canteiros centrais e fachadas de prédios públicos. Por toda a cidade a população verá os enfeites em formato de anjos, estrelas, cometas e notas musicais. Também serão instalados túneis luminosos, bolas gigantes, cascatas de luz e painéis com temas natalinos. As peças terão tons variando entre dourado, prata, azul, vermelho, verde e branco.

Outra novidade da decoração natalina de 2019 é o acréscimo de mais uma árvore gigante na cidade. Além de Mirassol, Parque dos Coqueiros e Ginásio Nélio Dias, atendendo um pleito da comunidade, este ano a Prefeitura irá implantar uma árvore na Área de Lazer do Panatis.

A Árvore de Mirassol terá 110 metros de altura e as demais, 30 metros. Todas serão decoradas nas cores prata, dourado e branco. A Casinha do Papai Noel, sucesso entre as crianças que visitam a Árvore de Mirassol, este ano será construída em madeira, com ambiente interno temático decorado com lareira, árvore de Natal, poltrona do Papai Noel, trenzinho e iluminação natalina.

Outra novidade é a instalação de novo túnel luminoso. Além de Mirassol, a Rua João Pessoa, em Cidade Alta, será contemplada com um túnel de 100 metros de extensão. A verba destinada para decoração natalina é “carimbada”, oriunda da Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) e voltada exclusivamente para serviços de iluminação pública.

Por G1 RN

24/10/2019 17h09  Atualizado há 4 horas


Deputados aprovam projeto que reajusta em 23% salários de PMs e bombeiros do RN — Foto: Demis Roussos/Governo do RN

Deputados aprovam projeto que reajusta em 23% salários de PMs e bombeiros do RN — Foto: Demis Roussos/Governo do RN

Foi aprovado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte o projeto de lei enviado pelo Governo do Estado que concede reajuste salarial para os policiais e bombeiros militares. O aumento previsto é de 23%, sendo parcelado em seis vezes, de forma gradativa, até 2022. O PL agora aguarda sanção da governadora Fátima Bezerra.

O projeto também prevê redução do tempo para que os militares alcancem promoções dentro de suas respectivas corporações. Pela proposta, por exemplo, um soldado da PM que atualmente precisa de 10 anos para subir ao posto de cabo, teria a promoção conquistada com 8 anos de serviço. Entenda abaixo as mudanças:

Salários

Praças

  • Soldado: R$ 3.571,82
  • Cabo: R$ 4.464,78
  • 3º Sargento: R$ 5.357,74
  • 2º Sargento: R$ 6.250,69
  • 1º Sargento: R$ 7.143,65
  • Subtenente: R$ 8.929,56

Oficiais

  • 2º Tenente: R$ 9.822,51
  • 1º Tenente: R$ 10.715,47
  • Capitão: R$ 12.501,38
  • Major: R$ 14.287,29
  • Tenente-coronel: R$ 16.073,21
  • Coronel: R$ 17.859,12
  • No final da carreira, um coronel pode chegar a receber R$ 23.302,10

Parcelas

Fica o reajuste parcelado da seguinte forma:

  • 2,5% a partir de março de 2020
  • 2,5 % a partir de novembro de 2020
  • 3,50 % a partir de março de 2021
  • 3,50% a partir de novembro de 2021
  • 4,50% a partir de março de 2022
  • 4.58% a partir de novembro de 2022

Principais pontos contemplados na mensagem:

  • Redução dos interstícios dos praças;
  • Ex officio para os oficiais com o máximo de oito anos de permanência no posto;
  • Dispensa da obrigatoriedade de constar em três quadros de acesso para a promoção por requerimento do tenente coronel a coronel;
  • 23% de majoração do subsídio em seis parcelas, sendo: 2,5% em março e novembro de 2020; 3,5% em março e novembro de 2021; 4,5% em março de 2022 e 4,58% em novembro de 2022, totalizando o acumulado de 23% no período.

Interstícios

  • De soldados para cabo, passa de 5 ou 10 anos – para 4 ou 8 anos
  • De cabo pra 3º sargento de 3 ou 6 anos – para 3 ou 4 anos
  • De 3º sargento para 2° sargento de 2 ou 4 anos – para 2 ou 3 anos
  • De 2º sargento para 1º sargento, de 2 ou 4 anos – para 2 ou 3 anos
  • De 1º sargento para subtenente, de 2 ou 4 anos – para 2 ou 3 anos

Por Inter TV Costa Branca

24/10/2019 16h28  Atualizado há 38 minutos


Pequenas manchas de óleo apareceram na Costa Branca potiguar — Foto: Misael AlcantaraPequenas manchas de óleo apareceram na Costa Branca potiguar — Foto: Misael Alcantara

Pequenas manchas de óleo apareceram na Costa Branca potiguar na manhã desta quinta-feira (24). A substância foi vista na praia da cidade de Grossos e também na Praia de Gado Bravo, no município de Tibau. Desde o começo dos registros no litoral potiguar, a região ainda não tinha sido atingida pelo óleo.

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) diz que aparição das novas marcas de óleo são preocupantes. O Idema afirma que vai iniciar um monitoramento na área, pois, apesar de ainda serem de pequenas manchas, o Instituto teme que a situação possa se agravar, aumentando o volume.

Há poucos dias, manchas de pequena proporção também apareceram no município cearense de Icapuí, que faz divisa com Tibau. Na cidade potiguar, o óleo foi visualizado por moradores, durante a maré baixa.

Ainda de acordo com o Idema, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) havia alertado no início da semana para a mudança na direção dos ventos, que começaram a soprar para o norte e poderiam deslocar as substâncias no mar. Os novos registro no litoral Norte do estado podem ser um indício desse alerta.

As manchas de petróleo em praias do Nordeste já atingiram 225 localidades em 80 municípios de 9 estados desde o final de agosto. Os estados em que elas apareceram são Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

A substância é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impactos nas cidades litorâneas. A origem da substância poluente está sob investigação.

Manchas de óleo que apareceram na Costa Branca potiguar preocupam o Idema — Foto: Misael AlcantaraManchas de óleo que apareceram na Costa Branca potiguar preocupam o Idema — Foto: Misael Alcantara

Fonte: G1RN

Por G1 RN

24/10/2019 17h56 Atualizado há 3 horas


Prefeitura abre inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos em Natal — Foto: João Maria AlvesPrefeitura abre inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos em Natal — Foto: João Maria Alves

A Prefeitura de Natal vai disponibilizar, em novembro, 188 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos em diferentes áreas. As inscrições foram abertas nesta quinta-feira (24) e as aulas vão acontecer nos turnos matutino e vespertino. O “Programa de Qualificação Técnica, Tecnológica, Social, Profissional Continuada” atinge todas as regiões da capital potiguar.

Há cursos nas áreas de design de sobrancelhas, arte em biscuit, chocolateria, artesanato em feltro, maquiagem, escova e penteados, aperfeiçoamento de corte de cabelo, entre outras.

A iniciativa é destinada aos cidadãos atendidos pelas instituições que compõem a rede sócio-assistencial do Município, bem como aos desempregados, jovens acima de 16 anos e idosos que almejam a reinserção no mercado de trabalho.

Quem quiser participar dos cursos, deve buscar os órgãos da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) mais próximos do seu bairro. Os locais para efetuar as inscrições são: Centro Público de emprego, trabalho e renda – Unidade – II (Praça Padre João Maria –R. João Pessoa, 78 – Cidade Alta –; Centro de Referência de Qualificação Profissional para o Trabalho – Unidade I (Rua Bariri, S/N – Gramoré); Centro de Referência de Qualificação Profissional para o Trabalho – Unidade II (Rua Manoel Miranda, 1860 – Quintas); Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda – Unidade I (Rua Fonseca e Silva, 1122 – Alecrim).

Os interessados devem se apresentar para efetuar a inscrição com os seguintes documentos: xerox do RG e originais do CPF, PIS, NIS, Carteira de Trabalho, Comprovante de Residência, Comprovante de Escolaridade, Comprovação de conhecimentos técnicos quando o curso exigir.

Fonte: G1RN

Justiça permite aquisição da Cannabis para tratamento de câncer no RN

Magistrado atendeu a pedido de habeas corpus feito por uma mulher que deseja fazer o cultivo caseiro da Cannabis para tratamento de câncer de mama

24/10/2019 às 17:10

Agência Brasil

Foram colocados nos autos estudos científicos e reportagens mostrando o uso do produto para fins terapêuticos

O juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal no Rio Grande do Norte, determinou a expedição de um salvo conduto para aquisição, importação, desembaraço aduaneiro e transporte de Cannabis, inclusive suas sementes em todo o território nacional. O magistrado atendeu a pedido de habeas corpus feito por uma mulher que deseja fazer o cultivo caseiro da Cannabis para tratamento de câncer de mama.

Foram colocados nos autos estudos científicos e reportagens mostrando o uso do produto para fins terapêuticos. Foram anexados ainda laudos médicos da paciente diagnosticada com câncer de mama. Inclusive há no processo uma declaração do diretor do Instituto do Cérebro da UFRN, Sidarta Ribeiro, mostrando os benefícios da Cannabis para o câncer.

“Tem sido recorrente não apenas no Brasil como em diversos países, a exemplo dos Estados Unidos, os médicos receitarem para os seus pacientes o tratamento à base da extração do óleo da planta de Cannabis. Esse é um dado que chama a atenção. Note-se que o tratamento essencialmente repressor dado à questão em nosso país por inspiração da política antidrogas norte americana, é hoje seriamente questionada e revista até pelos EUA no seu âmbito interno, tanto que vários Estados americanos já legalizaram o uso da Cannabis para fins medicinais, especialmente para pacientes com parkinson, câncer, glaucoma, epilepsia e até insônia ou dores nas costas”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes.

O magistrado foi mais além na sua análise: “Se não é crime o uso recreativo, muito menos pode ser considerado o uso terapêutico, especialmente quando corresponde a tratamento que é reconhecido cientificamente pela sua eficiência. Tanto o é que a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária/ANVISA permite a sua importação, porém, não da matéria prima ou semente, mas apenas de medicamentos ou produtos com o respectivo princípio ativo”.

Ele lembrou que apesar da ANVISA ter retirado a Cannabis Sativa da sua lista de drogas proibidas , quando utilizada para fins medicinais, a agência não permite a produção do óleo essencial no Brasil, nem muito menos a importação da matéria prima.

Fonte: Agora RN

 

Alcolumbre anuncia MP que libera recursos a cidades atingidas por óleo

Presidente em exercício viajou para AL e SE para ver situação

24/10/2019 às 17:09

marcelloj

O presidente em exercício, Davi Alcolumbre, disse hoje (24) que vai editar uma Medida Provisória (MP) para liberar recursos emergenciais aos municípios nordestinos atingidos pela mancha de óleo. “[Uma MP] para que os recursos cheguem na ponta, para que os estados e municípios possam de fato promover um aporte num contingente de trabalhadores nessas regiões, que já tiraram mais de mil toneladas desse rejeito das praias do Nordeste”, disse, em entrevista coletiva em Alagoas.

Alcolumbre viajou para Alagoas e Sergipe para acompanhar a situação das praias da região. Ele esteve na praia da Barra de São Miguel, em Alagoas, e nesta tarde visita a praia de Aruana, em Aracajú (SE).

“Será mais cômodo e produtivo se o governo federal, de maneira direta, possa, do ponto de vista legislativo, auxiliar o Nordeste brasileiro, os governos e prefeituras afetadas. Nós partimos do princípio de que uma MP pode sim, de fato, resolver imediatamente o custeio e a manutenção das despesas”, disse, explicando que essa é uma ferramenta eficaz no combate a episódios da natureza desse desastre ambiental. À noite, o presidente retorna para Brasília, onde vai ser reunir com o ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, e a equipe de governo para editar a MP.

Seguro defeso

O presidente do Senado, no exercício da Presidência, também anunciou a assinatura de um decreto para prolongar, por mais 2 meses, o pagamento do seguro-defeso a 60 mil pescadores afetados pela tragédia ambiental. Na terça-feira (22), o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Jorge Seif Júnior, havia anunciado uma parcela extraordinária do seguro-defeso para os pescadores artesanais da Região Nordeste.

O seguro-defeso é um benefício previdenciário destinado aos pescadores profissionais que ficam impossibilitados de desenvolver suas atividades durante o período de reprodução das espécies, quando a pesca é proibida. O valor do benefício é de um salário mínimo (R$ 998).

Até o dia 22, mais de 1 mil toneladas de resíduos foram recolhidas das praias do Nordeste. Na comitiva presidencial estão o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, autoridades e parlamentares da região.

“Esse drama é um episódio único e de proporções inimagináveis na história do nosso país. Sem entrar nas minúcias técnicas dos últimos acontecimentos, a nossa vinda é um gesto político e institucional com o nosso país. A nossa estada como presidente em exercício, acompanhado do ministro Ricardo Salles e das autoridades políticas do Nordeste, é um gesto com uma região que tem nosso reconhecimento pela sua capacidade de desenvolvimento econômico a partir do turismo, mas é também uma preocupação do governo central: o que fazer para diminuirmos os danos causados?”, disse Alcolumbre.

Causas

Durante a entrevista coletiva acompanhando o presidente em exercício, o ministro Ricardo Salles,  destacou novamente que o petróleo encontrado nas praias no Nordeste não tem origem nas bacias brasileiras, mas na Venezuela. Segundo ele, o governo federal, a Marinha e outros órgãos “tem feito tudo que tem ao seu alcance, em termos de tecnologia, equipes e colaboração internacional”, para identificar as causas do problema.

“Não se sabe direito como o óleo chegou aqui, dentre outras razões, porque para escoar sua produção de maneira clandestina há uma série de navios fantasmas que saem da Venezuela e transitam, inclusive em frente à costa brasileira, com seu sistema de transporte desligado e uma série de outras medidas dissuasórias que não permitem o rastreamento”, disse Salles.

Na terça-feira, o comandante da Marinha, Ilques Barbosa, explicou que a maior probabilidade é que o vazamento tenha partido de um navio irregular, chamado de dark ship. Em função de alguma restrição ou de embargo, esse tipo de embarcação navega com uma carga que não pode ser comercializada e, por isso, não alimenta os sistemas de identificação.

Fonte: Agora RN

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ECONOMIA: MAIOR GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL PARA SETEMBRO DOS ÚLTIMOS SEIS ANOS

ECONOMIA: MAIOR GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL PARA SETEMBRO DOS ÚLTIMOS SEIS ANOS
O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, e o futuro ministro da economia, Paulo Guedes, chegam ao gabinete do governo de transição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Esse tipo de notícia a Globo não mostra e se mostra não dá a devida importância ao assunto, mas aqui nós vamos sempre destacar tudo que for positivo do governo Bolsonaro. Somos brasileiros e patriotas. Temos a obrigação de torcer pelo governo em exercício, seja ele de esquerda ou de direita. Portanto temos que comemorar essa reação do mercado de trabalho. Uma grande notícia. Parabéns a equipe do ministro Paulo Guedes!

Setembro tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2013

Serviços e indústria de transformação puxaram abertura de vagas.

Redação

Publicado em 17.10.2019

Por

Setembro tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2013 21

Valter Campanato | Agência Brasil

Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 157.213 postos formais de trabalho foram criados no último mês.

O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em setembro de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 211.068.

A criação de empregos totaliza 761.776 de janeiro a setembro, 6% a mais que no mesmo período do ano passado.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, sete dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em setembro.

O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 64.533 postos, seguido pela indústria de transformação (42.179 postos).

Em terceiro lugar, vem o comércio (26.918 postos).

O nível de emprego aumentou na construção civil (18.331 postos); na agropecuária (4.463 postos), no extrativismo mineral (745 postos) e na administração pública (492 postos).

O único setor que demitiu mais do que contratou foram os serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento, com o fechamento de 448 postos.

Tradicionalmente, a geração de emprego é alta em setembro, por causa da produção da indústria para o natal e do aquecimento do comércio e dos serviços para as festas de fim de ano.

Na agropecuária, o início da safra de cana-de-açúcar é a principal responsável pela geração de empregos, principalmente no Nordeste.

Regiões

Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro. O Nordeste liderou a abertura de vagas, com 57.035 postos, seguido pelo Sudeste (56.833 vagas) e pelo Sul (23.870 vagas).

O Centro-Oeste criou 10.073 postos, e o Norte abriu 9.352 vagas formais no mês passado.

Na divisão por estados, todas as 27 unidades da Federação geraram empregos no mês passado.

As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (abertura de 36.156 postos), em Pernambuco (17.630), em Alagoas (16.529) e no Rio de Janeiro (13.957).

Pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro comentou que se trata do melhor resultado para o mês em seis anos.

“Estamos mudando o Brasil para melhor”, afirmou.

Rais

O Ministério da Economia também divulgou os números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2018.

O ano passado fechou com 46, 63 milhões de vínculos, 349,52 mil a mais do que em 2017, o que corresponde a um aumento de 0,8% nos postos com carteira assinada no país.

No ano passado, foram abertos na iniciativa privada 371.392 postos de trabalho com carteira assinadaa, 1,02% a mais do que em 2017.

Houve crescimento em quatro das cinco regiões do país, com liderança para o Nordeste, onde a oferta de vagas subiu 1,21%.

segunda maior alta foi registrada no Sul (1,1%), seguido pelo Norte (0,96%) e pelo Sudeste (0,67%).

Apenas no Centro-Oeste, houve fechamento de postos de trabalho, com queda de 0,52%.

Das 27 unidades da federação, 19 fecharam com desempenho positivo no emprego formal – principalmente Maranhão, Mato Grosso, Amapá, Santa Catarina e Amazonas.

O aumento no emprego foi maior na faixa de trabalhadores de 40 a 49 anos, com a abertura de 258 mil vagas.

Em segundo lugar, vieram os empregados de mais de 50 anos (153 mil vagas), seguido pela faixa de 30 a 39 anos (83 mil vagas).

A diferença entre homens e mulheres diminuiu levemente, com o emprego feminino subindo de 40% em 2017 para 40,1% dos postos de trabalho em 2018.

Em relação à escolaridade, o maior crescimento foi registrado entre os trabalhadores com ensino superior completo (458 mil vagas), seguido pelos que têm o ensino médio (373 mil) e o superior incompleto (69 mil).

Nos demais níveis de educação, houve fechamento de vagas.

Com informações, Agência Brasil

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ECONOMIA: SAIBA QUAL É A RELAÇÃO ENTRE PRODUÇÃO, RENDA, CONSUMO E QUALIDADE DE VIDA

Na coluna ECONOMIA desta segunda-feira trago um artigo muito interessante e altamente esclarecedor escrito por Felipe Lungov  sobre a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida, onde o autor procura fazer entender que não existe almoço grátis, ou seja, não existe atalhos para se enriquecer e ter qualidade de vida. O único caminho é a produção. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões! 

Qual é a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida?

Não há atalhos: para enriquecer e ter qualidade de vida é necessário produzir

Eis um problema grave: em quase todas as discussões sobre políticas econômicas, as pessoas simplesmente ignoram de onde vêm os bens que os indivíduos consomem.

Como bem disse Gustavo Franco sobre a situação na Argentina, algumas pessoas acreditam que o leite vem da geladeira. Ou que os alimentos surgem magicamente nas gôndolas dos supermercados.

A mera distribuição e comercialização de bens é frequentemente confundida com a própria produção destes mesmos bens. Várias pessoas, inclusive economistas de viés intervencionista e desenvolvimentista, genuinamente acreditam que o problema não está na produção, mas sim na distribuição e na venda dos bens (ou seja, na demanda e no consumo).

É como se a questão da produção já estivesse magicamente resolvida.

E, no entanto, a questão da produção é o grande desafio de qualquer economia. E não o consumo.

Consequentemente, pouco se busca entender a relação entre as variáveis ‘produção’, ‘renda’, ‘consumo’ e ‘qualidade de vida’.

A seguir, uma humilde tentativa de oferecer um piso mais sólido em cima do qual essas discussões possam ser construídas.

É a produção o que cria riqueza

Comecemos com a produção.

Produzir, em termos econômicos, é o ato de criar um bem ou serviço. Quando um confeiteiro está misturando os ingredientes de seu bolo, ele está produzindo um bolo.

Antes de começar, ele tem em cima da mesa a farinha, os ovos, o açúcar, o leite etc. Ele junta todos esses ingredientes, de acordo com uma receita que ele conhece, e o resultado final — o produto — é o bolo.

O que houve de extraordinário aqui? Ele agregou valor aos ingredientes que tinha.

E o que quer dizer isso?

Se todos os ingredientes iniciais somados são comercializados por, digamos, R$ 10, e o bolo pronto (ou seja: os mesmos ingredientes, mas agora na forma de bolo pronto) é comercializado por R$ 13, a única conclusão a que podemos chegar é que a produção aumentou em R$ 3 o valor daqueles ingredientes.

(Uma análise mais rigorosa levaria em conta também o equipamento que ele utiliza, a energia elétrica, o aluguel da cozinha, seu próprio trabalho, e muito mais coisas. Considerar todos esses insumos não alteraria em nada o que está sendo explicado, mas complicaria desnecessariamente a explicação e por isso foi dispensado.)

Economistas dizem, portanto, que o confeiteiro produziu R$ 3 em bens. Ele acrescentou R$ 3 de valor aos R$ 10 inicias. Ele produziu e criou valor.

Poderia ter sido outro bem, como um chapéu, um guarda-chuva, um computador, um carro ou um navio. Poderia ter sido um serviço, como uma consulta médica, um reparo em automóvel, a instalação de encanamentos ou luz elétrica em edifícios ou uma aula de pintura.

E é claro que diversas pessoas podem se aliar e cooperar para produzir algo, cada uma contribuindo com uma pequena parte.

O que todos esses casos têm em comum é que o trabalho de uma ou mais pessoas foi convertido, por meio da produção, em algo útil para a humanidade, esse algo sendo material ou não.

Você provavelmente já ouviu falar no PIB, o Produto Interno Bruto. Embora possua imperfeições, esse número nada mais é do que:

  • a somatória de tudo o que foi produzido de bens e serviços (produto)
  • em um determinado espaço geográfico (interno)
  • desconsiderando-se as depreciações (bruto)
  • e durante um determinado intervalo de tempo (geralmente um ano).

O PIB é, portanto, a somatória dos valores de todos os bens e serviços que são produzidos na economia: todos os bolos, livros, mobília, carros, geladeiras, fogões, aulas de inglês, pizzas, apresentações de dança etc.

Se você trabalha e produz um bem ou um serviço, você certamente contribui sua parcela para o PIB de sua economia, o PIB de seu país, e o PIB mundial.

Esta é a produção pela ótica da criação de produto. Mas podemos vê-la também como criação de riqueza e, consequentemente, renda. Quando o confeiteiro termina seu bolo, ele está R$ 3 mais rico do que quando começou. Isso porque se somarmos e compararmos tudo o que ele tinha antes e depois da produção, houve um aumento de R$ 3 — ou uma renda de R$ 3.

Em economia, riqueza não tem o mesmo sentido que geralmente se atribui à palavra. Não estamos falando de luxo ou fortuna, mas de qualquer produto como alimentos, vestuário, moradia, remédios, computadores, eletrodomésticos, caminhões, tratores etc. O aumento da oferta destes bens configura aumento da riqueza.

Quanto mais bens e serviços disponíveis a um indivíduo, mais rico ele será. Quanto mais bens e serviços disponíveis aos habitantes de uma economia, melhor será sua condição de vida — e, consequentemente, menor será sua pobreza absoluta.

Dado que nosso personagem é confeiteiro por profissão, ele provavelmente decidirá vender essa riqueza que ele criou (o bolo) e usar o dinheiro para comprar outras riquezas que satisfaçam suas próprias necessidades — o consumo.

Ele pode usar o dinheiro para pagar parte do seu aluguel, parte de uma viagem, ou um pacote de figurinhas para seu filho. A possibilidade de realizar esse consumo é o que dá qualidade de vida às pessoas. Ninguém tem qualidade de vida quando não tem onde morar, roupa para vestir, comida para comer, acesso a tratamentos médicos, e por aí vai.

Por isso, o padrão de vida dos habitantes de um país é determinado pela abundância de bens e serviços que podem ser adquiridos com a renda de sua produção.

Quanto maior a quantidade de bens e serviços ofertados, e quanto maior a diversidade dessa oferta, maior será o padrão de vida da população. Quanto maior a oferta de alimentos, quanto maior a variedade de restaurantes e de supermercados, de serviços de saúde e de educação, de bens como vestuário, imóveis, eletrodomésticos, materiais de construção, eletroeletrônicos e livros, de pontos comerciais, de shoppings, de cinemas etc., maior tenderá a ser a qualidade de vida da população.

Perceba como cada um desses eventos decorre do anterior, começando com a produção. Só é possível atingir o último quando temos o primeiro, e cada etapa faz parte de um processo maior.

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A produção não é um fim em si mesmo, mas uma etapa impossível de ser abolida

É evidente que a razão que leva alguém a decidir produzir não é o trabalho de produzir em si, mas a melhora na qualidade de vida que esse trabalho lhe proporciona. A pessoa está atuando em uma ponta do fluxo, mas olhando para a outra.

O objetivo final de toda e qualquer produção é o consumo. A pessoa produz (aumenta a oferta de bens e serviços) para obter os meios (renda, dinheiro) com os quais poderá consumir outros bens e serviços.

Ou seja, as pessoas ofertam para poderem demandar.

Não deveria ser surpresa, portanto, que, ao se introduzirem desvios nesse fluxo (ou seja, quando nem toda a produção inicial pode ser convertida em qualidade de vida para a mesma pessoa), as pessoas escolham por diminuir sua produção de bens e serviços na economia.

Isso ocorre, por exemplo, quando governos passam a tributar pesadamente a renda do trabalho ou o lucro dos investimentos. Ou então quando o investimento e a produção são afetados por uma moeda instável. Ou mesmo quando o próprio ato de produzir é estorvado por regulamentações e burocracias que servem apenas para onerar o trabalho.

Países que cometeram esses erros em larga escala invariavelmente viram queda em suas produções até que esse vazamento fosse desfeito. O exemplo mais evidente desta dicotomia aplicada a um mesmo país são os EUA da década de 1970 com os EUA da década de 1980: na década de 1970, a moeda era inflacionada e instável, e todos os tipos de trabalho e produção eram pesadamente tributados. Como consequência, o país vivenciou uma prolongada estagflação. Isso foi revertido na década de 1980, com desoneração sobre a produção e redução de impostos sobre o investimento e sobre a renda (o que incentiva mais trabalho e produção), e estabilização da moeda, e como consequência o país vivenciou um grande boom econômico com baixa inflação de preços.

Esse é o motivo de economistas serem tão reticentes a medidas que desestimulem ou onerem a produção — e essa resistência é frequentemente vista como exagerada por aqueles que não estudaram economia.

Mas esse desvio de recursos no meio do fluxo, felizmente, tem sido exceção. Ao longo da história, quem produz, na maioria das vezes, consegue manter boa parte da riqueza criada até o final do fluxo. Não por acaso, vemos um aumento cada vez maior no produto e na qualidade de vida ao redor do mundo.

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3.png

4.pngA questão que fica é se queremos acelerar ou frear esse processo.

Se quisermos acelerar, a produção deve ser desonerada e facilitada ao máximo. Se não quisermos, basta então apenas incentivarmos a demanda sem atentarmos para o lado da oferta. Isso é o que foi feito recentemente no Brasil.

Fonte: Mises Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: UMA JAQUETA TÉRMICA INTELIGENTE E À PROVA D’ÁGUA

A nossa BOA NOTÍCIA desta terça-feira é a novidade lançamento da Xiaomi, empresa chinesa, que apresentou ao mercado uma jaqueta com aquecimento smart, carregador USB e à prova d’água. Um agasalho que vai dar o que falar. Leia a reportagem a seguir e saiba conheça  a sua funcionalidade.

Jaqueta esquenta sozinha, é recarregável e à prova d’água

Foto: Xiaiomi

Foto: Xiaiomi

A chinesa Xiaomi lançou uma nova jaqueta com aquecimento smart, carregador USB, e mais: é à prova d’água.

O produto apareceu na plataforma de crowdfunding da marca com a indicação para regiões frias e fez sucesso.

Ela protege contra o vento e tem um sensor de temperatura inteligente ajustável, para garantir que o usuário se aqueça por inteiro.

Segundo a fabricante, o wearabble pode ser carregado por um power bank (recarregador de bateria), com autonomia por até sete horas.

Como 

O casaco é feito com um tecido resistente a contatos rápidos com a água, não permitindo molhe peças de roupa que estão por baixo.

Ele tem listras reflexivas na parte da frente e das costas, que refletem luz, tornando o usuário visível durante a noite.

O sistema é inteligente, com ajuste automático de acordo com a temperatura do ambiente.

Caso o tempo fique mais quente do lado de fora, o wearable desliga o aquecimento de forma automática.

Preço

A jaqueta foi o 407º produto anunciado na plataforma de financiamento coletivo da empresa e está em fase arrecadação.

O produto precisa atingir um certo número de vendas dentro de um determinado período para que os compradores recebam o produto, caso contrário ele é cancelado e os consumidores são reembolsados.

O casaco será vendido por 499 yuans, cerca de R$ 290 em conversão direta.

O valor poderá sofrer alterações com o decorrer do tempo e as variações do dólar.

Com informações Techtudo

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: ESSA É SEM DÚVIDA A MELHOR NOTÍCIA DO ANO

Você vai ver a melhor notícia do ano aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira. Sem dúvida é a melhor notícia do ano porque o melhor patrão do mundo resolveu pagar a todos os seus colaboradores um salario mínimo de US$ 70 mil/ano. Leia a reportagem e saiba quem é o melhor patrão do mundo, o que faz e como ele conseguiu essa façanha! 

Melhor patrão do mundo paga mínimo de US$ 70 mil a todos funcionários

Dan Price - Foto: reprodução / CNN

Dan Price – Foto: reprodução / CNN

Lembra do CEO que em 2015 cortou seu próprio salário em 90% para aumentar os salário dos funcionários e torná-los pessoas mais felizes? Dan Price está de volta e anunciou que vai fazer tudo de novo!

Diretor da Gravity Payments, com sede em Seattle, EUA, ele disse nesta terça-feira, 24, que todos os funcionários do novo escritório da empresa em Boise, Idaho, receberão um salário mínimo anual de US $ 70 mil – mais de R$ 280 mil – por ano até 2024. Isso dá quase R$ 25 mil por mês, de salário mínimo, repetimos.

“Hoje de manhã, cortamos a fita do novo escritório da @GravityPymts Boise e anunciamos que todos os nossos funcionários daqui começarão a ganhar nosso salário mínimo de US $ 70.000”, anunciou Price no Twitter.

“Estou muito grato por trabalhar com essa equipe incrível e poder compensá-los pelo valor que eles agregam à nossa comunidade”, afirmou Dan Price.

Felicidade dos funcionários

Em 2015, Dan Price decidiu aumentar o salário de seus funcionários depois de ler um estudo sobre felicidade.

Ele disse que uma renda adicional pode fazer uma diferença significativa no bem-estar emocional de uma pessoa quando ela recebe US $ 75.000 por ano.

Ele, Dan então decidiu aumentar os salários de todos os seus 120 funcionários em Seattle, elevando o salário mínimo para US $ 70.000. Para isso ele cortou o próprio salário de US $ 1 milhão em 90%.

Na época, a medida dobrou o salário de aproximadamente 30 de seus trabalhadores e deu 40 aumentos significativos adicionais.

E os salários mais altos transformaram a vida de seus funcionários.

“Eles conseguiram cultivar suas famílias, mais de 10% dos funcionários compraram uma casa pela primeira vez e as contribuições individuais para aposentadorias 401 (k) mais que dobraram”, afirmou.

Depois disso, o CEO compartilhou sua história para inspirar outros empresários.

O resultado foi que ele recebeu uma verdadeira chuva de novos clientes na época.

História

Price é o fundador e CEO da Gravity Payments: uma empresa de processamento de cartão de crédito que ele lançou em seu dormitório quando tinha apenas 19 anos.

Segundo a CNN, seu novo escritório em Boise pertencia a uma empresa independente chamada ChargeItPro antes de ser adquirida pela Gravity em 2016.

Veja o anúncio desta semana:

Dan Price

@DanPriceSeattle

This morning we cut the ribbon on the new @GravityPymts Boise office AND announced that all of our employees here will start earning our $70k min salary.

I’m so grateful to work with this amazing team and to be able to compensate them for the value they bring to our community.

Gravity boise ribbon cuttinggravity Boise ribbon cuttinggravity Boise ribbon cuttinggravity Boise ribbon cutting

Com informações da CNN

Fonte: Só Notícia Boa

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