O CAPITÓLIO SEDE DO CONGRESSO PODERÁ SER ALVO DE UM NOVO ATENTADO EM DISCURSO DE BIDEN

Polícia alerta para possível ataque ao Capitólio em discurso de Biden

Sessão conjunta da Câmara e do Senado, que ainda não foi marcada, poderia ser alvo de extremistas mais uma vez

INTERNACIONAL

DA EFE 

O Capitólio, sede do Congresso, poderia ser alvo de um novo atentado

SHAWN THEW / EFE – EPA – 8.2.2021

A chefe da Polícia do Capitólio dos Estados Unidos, Yogananda Pittman, alertou nesta quinta-feira (25) sobre um possível plano de extremistas para atacar o edifício do Congresso quando o presidente Joe Biden pronunciar seu primeiro discurso diante das duas câmaras legislativas, ainda sem data definida.

“Sabemos que membros de milícias que estiveram presentes no dia 6 de janeiro manifestaram seus desejos de atacar o Capitólio e matar o máximo de membros (do Congresso) possível, com uma ligação com o discurso sobre o Estado da União, sobre o qual sabemos que ainda não há uma data definida”, disse Pittman.

No dia 6 de janeiro, centenas de apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiram o Capitólio enquanto as duas câmaras realizavam uma sessão conjunta para certificar a vitória eleitoral de Biden, que ainda não havia sido reconhecida pelo ex-mandatário. Cinco pessoas morreram durante o ataque.

Esquema de segurança

Com base nas informações da polícia, Pittman considera “prudente” que as forças de segurança do Capitólio mantenham as medidas de segurança.

Após o ataque à sede do Congresso, as autoridades instalaram várias barreiras ao redor do edifício e mobilizaram a Guarda Nacional, uma corporação militar da reserva.

Pittman frisou que os extremistas que invadiram o Capitólio não estavam apenas interessados em atacar legisladores e agentes de segurança, mas também “queriam enviar uma mensagem simbólica à nação sobre quem estava a cargo do processo legislativo”, advertiu.

De acordo com a imprensa americana, a expectativa é que Biden faça o seu discurso, semelhante ao do Estado da União (como ainda não completou um ano no poder, focaria em explicar os planos e realizações nas primeiras semanas de governo), em sessão conjunta do Congresso, depois da aprovação de um terceiro pacote de estímulo econômico em meio à pandemia.

Pittman, que substituiu o antigo chefe da Polícia do Capitólio, Steven Sund, após a demissão depois do ataque, disse que os serviços secretos reunidos antes do ataque mostraram que não havia “nenhuma ameaça crível”.

“Foi insinuado que o departamento não sabia ou ignorava informações cruciais que indicavam que ocorreria um ataque da magnitude que vivemos em 6 de janeiro”, afirmou, acrescentou que tal informação nunca existiu.

“Embora soubéssememos da probabilidade de violência por parte de extremistas, nenhuma ameaça crível indicava que dezenas de milhares atacariam o Capitólio dos EUA, nem as informações recebidas pelo FBI ou qualquer outro parceiro de segurança indicavam tal ameaça”, argumentou.

Fonte: R7
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DISCURSO DE POSSE DO PREFEITO DE NATAL ÁLVARO DIAS

Confira na íntegra o discurso do prefeito Álvaro Dias

Por Anna Ruth

Em Prefeitura De NatalSlideshow

02 jan 2021

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Autoridades,

Senhoras e senhores:

É hora de celebrar o recomeço, mesmo com a formalidade dos protocolos e cerimoniais, lembrando que o ato de posse, muitas vezes é o renegar do passado, mas aqui vai ser apenas a verbalização da esperança em um futuro tracejado pelas maos de quem mereceu a fé e a confiança do povo para conduzir seu destino.

É tempo de prosseguir abrindo novos caminhos para fazer Natal avançar. É hora de marchar em frente, na direção certa, conjugando em tom vigoroso o trabalho incansável e ininterrupto, com a certeza de que uma revolução positiva ecoa nos quatro cantos da cidade, no timbre de cada obra como expressão prática e como amplitude de princípios, conceitos e ações para melhorar a qualidade de vida de todos.

Ter recebido uma votação que representa muito mais que o dobro dos votos destinados aos outros treze candidatos que contra mim concorreram, me comove e me emociona. Por isso quero externar meu mais profundo sentimento de gratidão, a Deus e a Natal, pelo reconhecimento a nossa gestão e ao trabalho realizado, que se traduziu numa das maiores votações da história dessa cidade.

A voz do povo se fez ouvir claramente. O recado foi direto. Os números são inegáveis e indiscutíveis. A magnitude que eles carregam, já bastariam se fosse para exibir o pecado da soberba. Eles mostram que o povo sepultou de forma implacável, inexorável e esmagadora a velha política de insultos, desaforos, mentiras e ataques pessoais, que apenas visam denegrir a imagem e atingir a honra dos outros candidatos.

Agora precisamos interpretar o recado das urnas: foi-nos dito claramente que é possível fazer política sem cultivar o ódio e falando a verdade, respeitando o eleitor, apresentando obras e prestando contas do que foi realizado. Fizemos uma campanha limpa, propositiva, democrática e respeitosa.

A resposta veio nas urnas pela voz do povo e com o povo fazendo seu julgamento. Essa voz se pronunciou através de caminhos livres e democráticos com uma força que, antes de impor uma reflexão, impõe uma verdade traduzida em duas palavras: esperança e amor. Essa foi a mensagem das urnas, que o povo natalense quis enviar nessa eleição.

O povo, em sua sabedoria, tantas vezes silenciosa, expressou a materialização do reconhecimento da liberdade, da integração e do companheirismo. Esse mesmo povo desprezou o ódio e escolheu o trabalho, a fé, a esperança e o amor.

Engana-se quem nos imagina contagiado pela nociva soberba dos vitoriosos fugazes. A cada dia amanhece o sol que nos guia, conjugando a prática do verbo lutar para continuar uma luta que não deve parar. Não por nós, mas pelos excluídos, pelos anônimos, pelos mais pobres, pelos que não tem vez, nem voz.

Pensar na próxima geração e não na próxima eleição, pode ser apenas uma frase de efeito, ou não. Cabe a nós, partícipes dessa jornada e gestores, adotar essa frase como uma ideia, adotando políticas públicas nesse sentido, tornando verdadeira essa frase e esse trocadilho, preparando um novo caminho a ser trilhado pelas gerações do futuro.

Aqui faço questão de afirmar: serei um instrumento do povo naquilo que para ele é sagrado e fundamental: a oportunidade de viver. Precisamos fazer da política uma atividade nobre, por isso proponho aos natalenses a união de esforços, a soma do poder público com a sociedade civil organizada para diminuir as desigualdades sociais e para desenvolver o que for vital para Natal e sua gente.

Minhas senhoras e meus senhores:

Abrindo um pequeno parêntese, recordo agora, quando no dia 11 de abril de 2018 estive aqui, numa sessão especial como essa da Câmara Municipal, para assumir a prefeitura do Natal. Naquele instante eu disse que sabia da grande responsabilidade que pesava sobre meus ombros a partir daquele momento. Sabia dos grandes desafios que iria enfrentar. Da tarefa árdua e difícil que teria pela frente e a promessa que fiz foi a de fazer tudo que estivesse ao meu alcance, usar toda a inteligência que Deus me deu para tentar corresponder às expectativas e aos anseios do povo da cidade de Natal.

Na verdade, eu não sabia quão árdua seria a tarefa que eu teria pela frente. Não sabia nunca que iria enfrentar o maior desafio que qualquer gestor jamais enfrentou na história recente, que é a pandemia do coronavírus. O tempo histórico, diferente do que é ensinado nas escolas não respeita datas, nem se coaduna com o inesperado. Atravessamos um período sem precedentes para as gerações que habitam o planeta.

Um vírus surgiu do outro lado do mundo e se disseminou pelo globo, impondo separações e perdas de todas as ordens, transformando as vidas das pessoas e trazendo muita dor e sofrimento à população. Eu até pensei em não abordar esse assunto hoje, mas como dizia Miguel de Unamuno: as vezes silenciar é mentir. E para não silenciar nem mentir, vou relatar o que houve, ressaltando alguns fatos.

Quando o coronavírus chegou a Natal, imediatamente e com rapidez começou a se disseminar. Uma doença nova, desconhecida, não havia um tratamento específico e os casos começaram a se propagar numa velocidade espantosa. As UPAS, unidades de pronto atendimento, ficaram superlotadas. Ambulâncias nas calçadas, com pacientes contaminados pelo coronavirus, sem ter sequer um leito para ser ocupado por eles.

Isso nos trouxe angústia, aflição e sofrimento. Nós, conscientes da gravidade da situação, já que tanto na rede pública quanto na privada havia uma busca desenfreada por leitos para pacientes acometidos pelo coronavírus, entendemos que precisávamos tomar medidas urgentes para sanar, ou pelo menos amenizar a situação.

Fomos ao Tribunal Regional do Trabalho, solicitamos o Hotel Parque da Costeira, que estava para ir a leilão, expondo nosso pleito e a necessidade urgente de tomar uma medida enérgica para salvar vidas, tivemos nosso pleito atendido, e em tempo recorde equipamos, instalamos e colocamos em funcionamento o nosso hospital de campanha, com 100 leitos de enfermaria e 20 leitos de UTI.

Ao mesmo tempo, abrimos três Centros de Enfrentamernto ao Coronavirus, nos locais de maior incidência e contaminação de pessoas por essa doença, em Natal. Instalamos o primeiro Centro, no Ginásio Nélio Dias na Zona Norte, que estava com índices assustadores de pessoas contaminadas. Disponibilizamos medicamentos e médicos treinados, especializados para tratar o coronavírus.

Da mesma forma abrimos outro Centro de Enfrentamento na Zona Oeste, com a mesma infraestrutura, com médicos e medicamentos disponíveis para a população. E instalamos ainda um terceiro Centro no Palácio dos Esportes, paraatender a população de Mãe Luiza, Praia do Meio, Petrópolis, Tirol e adjacências.

Aliado a isso, equipamos 10 Unidades Básicas de Saúde do município, nas quais estabelecemos um horário estendido, com disponibilidade também de médicos e medicamentos, para atender a população atingida pelo coronavírus.

Com essas medidas, conseguimos amenizar a primeira onda da doença na cidade de Natal. Diminuíram bastante os índices de letalidade e o número de vítimas, assim como também de contaminação de pessoas, por essa doença nefasta, nociva e que tanto sofrimento trouxe a população da cidade de Natal.

A pandemia do coronavírus poderia simplesmente ter pulverizado, aniquilado e destruído um mandato, se na cadeira de prefeito estivesse por acaso quem temesse o confronto com o imponderável, a luta contra o imprevisível, o enfrentamento direto contra um mal fortuito, traiçoeiro e pernicioso.

Eu poderia ter me acomodado. Poderia ter feito o velho discurso da covardia e da transferência de responsabilidades para outras esferas de governo. Mas não fiz isso. Tirei a gravata, joguei de lado o paletó, que a essa altura de nada servia, e vesti o jaleco branco, que tantas vezes na brancura de sua cor, presenciou, juntamente conosco o desenvolvimento de muitas ações que salvaram vidas, em outros momentos, durante nossa existência.

E não tinha outro caminho, para quem fez o juramento de Hipócrates. Sobre a minha mesa, estava a terrível notícia da morte. A coragem e a responsabilidade de gestor, aliadas a vocação de salvar vidas como médico nos fizeram enfrentar a doença indo para as ruas, sem temer o mais covarde e perverso mal que atingiu a cidade de Natal, como atingiu o mundo todo.

Fui para a frente da luta, sem medo e sem tréguas. Instalamos e equipamos hospitais para combater o coronavírus, tudo em tempo recorde. Esses hospitais rapidamente ficaram prontos, atendendo a quem batia a sua porta, todas as horas do dia e da noite. Enfrentamos a peste com a ira santa de quem não temeu a fera, por mais feroz que ela pudesse vir a ser.

Fui a todos e a tudo, rompi fronteiras, quebrei normas, passei sobre protocolos formais, visitei hospitais, adentrei enfermarias e UTIs, tudo em nome da vida, e para que o natalense, rico ou pobre, conhecido ou anônimo, todos encontrassem a mão estendida, o remédio que apascenta a dor, e o amparo que derrota o medo do sofrimento e da morte.

Honrei o velho jaleco branco e o juramento de hipócrates, consciente do dever e da responsabilidade, como gestor e como médico. Nada pedi em troca. Não mercadejei. Não pratiquei o populismo torpe, explorando a dor dos que sofriam. Tenho minha consciência tranquila e o sentimento do dever cumprido.

Fizemos isso, sabendo que o profissional de saúde é um sacerdote da vida. Eu sei, porque como médico durante anos e anos, esse foi o meu dia a dia. Por isso, nessa pandemia, como em tantos outros momentos, vivi na prática o verso escrito pelo grande poeta Cazuza, que disse em determinado momento: “Eu vi a cara da morte, e ela estava viva”.

E muitas vezes pudemos ver a cara da morte nesta pandemia, em muitos maus momentos, tivemos de tomar decisões difíceis, enérgicas e corajosas e agimos. Porque a coragem não é virtude que se escolhe, nem que se tem quando se deseja ter. A coragem é destino permitido aos que não tem medo.

Aos fracos, não poderia ter sido dada essa missão. Porque a eles, estão destinados apenas a mera concessão vergonhosa, da omissão e da covardia. Olhando para trás e enxergando tudo que passei desde o início desta pandemia, posso afirmar sem medo de errar: a coragem não me faltou em nenhum momento, seja para encontrar caminhos ou para tomar decisões, por mais difíceis e complicadas que fossem.

O capítulo do hospital de campanha está fincado na história de Natal. Representou um marco e um divisor de águas, pelo tempo recorde que foi implantado, pela sua atuação na pandemia e pelas vidas que salvou. Ele transformou Natal num exemplo de eficiência para o Brasil inteiro. Foi um dos grandes resultados na nossa guerra contra a pandemia, mesmo com sangue, suor e lágrimas.

            Alguns podem me perguntar se a missão terminou. Podemos responder a esses, lembrando o que escreveu um dos grandes nomes da literatura mundial, o escritor americano Richard Bach que disse certa vez: “Eis um teste para saber se você terminou sua missão na Terra: Se você está vivo, ainda não terminou”.

Minha missão a partir desse primeiro de janeiro, não apenas não terminou, como estará renovada e recomeçando. Agora com um novo ciclo e um compromisso forte, de fé e de coragem, para fazer “Natal Avançar”.

Faço questão de lembrar aqui que os seres humanos são iguais. Isso está escrito na constituição, na bíblia e na declaração universal dos direitos humanos. Mesmo assim muita gente desconhece isso no nosso país, fazendo com que a vergonha do racismo continue a existir na nossa sociedade. Mais de 100 anos após o fim da escravidão, verificamos que ainda existe um verdadeiro abismo a separar brancos e negros no nosso país.

Temos uma dívida social impagável com os afrodescendentes no Brasil. A escravidão deixou de existir, mas não deram escolas, nem moradia, nem emprego para os escravos libertos.

Precisamos começar a resgatar essa dívida. Podemos dizer que estamos no País das desigualdades. Desde cedo conhecemos a riqueza dos engenhos e das plantações de cana de açúcar, mas conhecemos também os rigores e os sacrifícios da escravidão indígena e dos negros, que deixaram chagas e mazelas na nossa sociedade.

Entre os mais pobres, os negros são muitos. Dados divulgados no estudo das desigualdades sociais pelo IBGE, mostram que entre os dez por cento dos brasileiros com menor renda familiar mensal, em torno de 75 por cento são negros.

De acordo com dados estatísticos, sabemos também que o Brasil possui uma das maiores populações negras do mundo, ficando atrás apenas da Nigéria. E Natal vai procurar contribuir na nossa gestão para resgatar a dívida social que temos com os negros.

Para isso, estaremos elaborando e estaremos implementando políticas públicas direcionadas, destinadas a essa finalidade. Dentro desse contexto, vamos hoje anunciar hoje, a criação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Direitos Humanos e Minorias.

Natal nos próximos 4 anos será melhor no turismo, com a concretização de obras consideradas importantes e inadiáveis, como o novo mercado da redinha, que representará a união da história com a modernidade, criando um novo espaço de contemplação e de beleza, com imagens indescritíveis do rio, do mar e da ponte que une à praia do forte à redinha.

Ponta Negra será novamente nosso orgulho internacional porque vamos priorizar e fazer investimento significativos naquele local, já estamos fazendo. Vamos dotá-la de melhor infraestrutura, trazendo comodidade, segurança, conforto e mais beleza para aquela praia, que é um verdadeiro cartão postal da cidade de Natal.

Tenho um compromisso com a cidade e com o povo, precisamos gerar emprego e renda, precisamos reaquecer a economia e investir no turismo com responsabilidade, para superar a grande lacuna gerada pelo desaquecimento de mercado provocado pela pandemia do coronavírus.

Agradeço a todos que lutaram ao nosso lado, combatendo o bom combate. Agradeço as lideranças comunitárias, aos presidentes de conselho, aos candidatos a vereador, aos vereadores eleitos, que somaram conosco nessa luta, imbuídos no sentimento de fazer Natal avançar.

Agradeço ao povo de Natal mais uma vez. A todos, quero dizer que não esquecerei os gestos, a participação, e os momentos que estiveram ao nosso lado, em toda essa campanha política.

Agradeço aos meus familiares, que sabem como ninguém dos estresses, das noites de sono mal dormidas, das ausências e das dificuldades que enfrentamos. Mas como disse Simone de Beauvoir: “todas as vitórias ocultam uma abdicação”.

Quero somar minha esperança à esperança de todos os natalenses. Vamos plantar agora as flores do futuro, imorredouras, porque feitas de convicção e fé, de consciências livres e sem as amarras do retrocesso.

Natal em seu esplendor de belezas e vocações naturais, plural na sua essência, falou pelo coração de seu povo, ao decidir que hoje aqui estivéssemos, todos nós, num ato humano e solene para continuar a construir, edificar e compor o livro aberto da história dessa cidade.

            Para encerrar, quero lembrar Aristóteles que afirmou: “A esperança é o sonho do homem acordado”. Vamos sonhar acordado, levando Natal, essa cidade do sol, com o rio e o mar, com suas belezas naturais, com suas praias maravilhosas, que cantam e encantam para ser a cidade que sonhamos.

Muito obrigado a todos

ÁLVARO DIAS

Fonte: Política em Foco

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CHINA NÃO VAI SE ACOVARDAR, ALERTA XI JINPING AOS EUA APÓS AMEAÇAS

 

Xi alerta EUA após ameaças e diz que ‘China não vai se acovardar’

Líder chinês, sem citar país ou Trump, denunciou ‘protecionismo e egoísmo extremo’, assim como ‘atos arrogantes e de assédio’ em discurso

INTERNACIONAL

Da EFE

Xi faz alerta aos EUA após ameaças

Carlos Garcia Rawlins/Reuters – 22.10.2020

O presidente da China, Xi Jinping, disse nesta sexta-feira (23) que “chantagem, bloqueios e pressão máxima não levam a lugar algum” e que o país “nunca vai se acovardar diante de ameaças”, em um alerta velado aos Estados Unidos e à política externa do governo Donald Trump.

“A China jamais permitirá que qualquer força viole ou separe seu território sagrado”, disse Xi em discurso com acentuado tom nacionalista no Grande Palácio do Povo, em Pequim, para comemorar o 70º aniversário da chegada à Coreia do Norte de voluntários chineses que lutaram na Guerra da Coreia (1950-1953) contra tropas americanas.

O líder chinês, sem citar especificamente o governo americano ou o presidente Donald Trump, denunciou “unilateralismo, protecionismo e egoísmo extremo”, assim como “atos arrogantes, hegemônicos e de assédio, que não levam a lugar algum”.

“Devemos falar com os invasores na língua que eles conhecem”, ressaltou, referindo-se à guerra travada há 70 anos.

“Uma guerra deve ser travada para dissuadir a invasão, e a violência deve ser enfrentada com violência. Uma vitória é necessária para ganhar a paz e o respeito”, declarou.

“A China nunca vai se acovardar diante de ameaças ou será subjugada. Nós, chineses, somos fortes e confiantes, e olhamos para o futuro com a expectativa de rejuvenescer esta nação”, afirmou Xi, salientando a “coragem de um país que não teme a morte sob nenhuma circunstância”.

As declarações foram feitas um dia após a notícia de uma possível venda, por parte dos EUA, de US$ 1,8 bilhão em armas a Taiwan – ilha que a China reivindica como parte de seu território.

China nega querer expansão

O presidente chinês disse que, há 70 anos, as tropas chinesas e as norte-coreanas derrotaram seus rivais e “quebraram o mito da invencibilidade das forças armadas americanas”.

“Destruímos o plano dos agressores. Após a vitória, os chineses finalmente conseguiram remover o rótulo de ‘o homem doente da Ásia Oriental’. Mostramos ao mundo a coragem de nossas forças armadas para lutar e vencer”, declarou.

Xi garantiu que a participação da China nessa guerra mostrou seu “compromisso” com a proteção da paz mundial e pediu aos chineses que “promovessem o espírito dessa luta”.

Ele também disse que a liderança do Partido Comunista Chinês (CCP) deve ser “ainda mais forte”, e que o país precisa “manter o caminho certo para seguir em frente”.

Além disso, Xi argumentou que seu país “não quer expansão” e que “a China está pronta para trabalhar com o mundo”.

“O desenvolvimento pacífico e a cooperação mutuamente benéfica continuam sendo o caminho certo”, reiterou.

Embora Xi não tenha mencionado diretamente os Estados Unidos, seu discurso foi marcado pelas crescentes tensões entre as duas principais potências mundiais, cujo relacionamento continuou a piorar nos últimos anos e especialmente nos últimos meses.

O comércio e a guerra tecnológica ou os conflitos diplomáticos e ideológicos têm sido acompanhados pelo aumento das tensões envolvendo Taiwan ou o Mar do Sul da China, onde ambos os lados se acusam de promover uma militarização.

Fonte: R7

 

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TENSÃO ENTRE AS DUAS POTÊNCIAS COLOCA O MUNDO EM ALERTA

O mundo está entrando em uma nova Guerra Fria?

As tensões entre os EUA e a China ficaram evidentes pelos discursos de Trump e Xi Jinping na Assembleia Geral da ONU em Nova York

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

 

Tensão entre as duas potências coloca o mundo em alerta

A Organização das Nações Unidas (ONU) está comemorando seu 75º aniversário justo em um momento em que a ordem global pós-2ª Guerra Mundial que possibilitou sua criação está instável.

Como observou o ex-secretário-geral da ONU Ban Ki Moon, o multilateralismo está em sério perigo.

A política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez os Estados Unidos desprezarem desde as convenções multilaterais do Acordo de Paris até o acordo nuclear com o Irã.

Enquanto isso, a China se posiciona visivelmente como o novo apoiador das Nações Unidas. Mas a crescente influência chinesa tem um preço.

Se Pequim está dedicando mais dinheiro para financiar agências da ONU como a Organização Mundial de Saúde (OMS), vai querer mais voz como resultado.

As ansiedade sobre o que a rivalidade Estados Unidos-China significa para a estabilidade global foram abundantes na Assembleia Geral da ONU nesta semana.

O presidente francês Emmanuel Macron não disfarçou a urgência em seu tom de voz ao dizer que o mundo de hoje não pode ficar refém da rivalidade entre a chineses e americanos.

Essa rivalidade, que tem feito os dois países se confrontarem em tudo — do comércio à tecnologia — está se tornando cada vez mais acirrada.

E o presidente Trump elevou ainda mais o tom de crítica de sua retórica, usando sua plataforma no cenário mundial para criticar o que chamou de “vírus da China”.

Com menos de 40 dias para a eleição nos Estados Unidos, a crítica a Pequim é parte fundamental da campanha eleitoral de Trump.

Há um esforço de sua campanha para se desviar das críticas sobre a forma como o presidente lidou com a pandemia criticando a China por “exportar o vírus”.

Um mundo bipolar no qual os Estados Unidos e a China disputam a supremacia levaria a um conflito militar?

‘Estamos avançando em uma direção perigosa’

É evidente que o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, está preocupado com o que vem pela frente, ao alertar para a possibilidade de outra “Guerra Fria”. “Estamos avançando em uma direção muito perigosa”, disse.

“Nosso mundo não pode permitir um futuro em que as duas maiores economias dividam o globo — cada uma com suas próprias regras comerciais e financeiras e capacidades de internet e inteligência artificial”, declarou.

“Uma divisão tecnológica e econômica corre o risco de se transformar inevitavelmente em uma divisão geoestratégica e militar. Devemos evitar isso a todo custo.”

Essa discussão aberta sobre as consequências de uma “grande divisão” mostra como o mundo está mudando rapidamente e como os diplomatas estão lutando para acompanhá-lo.

O presidente da China, Xi Jinping, declarou no debate geral virtual que “a China não tem intenção de travar uma Guerra Fria com nenhum país”. Essa declaração foi reveladora.

A presidência de Donald Trump intensificou as tensões com a China, a tal ponto que as especulações sobre aonde tudo isso leva são abundantes.

Um experiente diplomata disse à BBC na terça-feira que o debate na ONU sempre foi visto como um “caos criativo”.

Quando os líderes mundiais se reuniam de boa vontade e se encontravam em reuniões privadas, a verdadeira diplomacia era feita.

Agora é apenas o caos, disse este veterano com tristeza, perguntando retoricamente quem está no comando e qual líder mundial defende algo além de seu interesse próprio.

Injustiças e solidariedade

A pandemia evidenciou as injustiças do mundo, observou o secretário-geral da ONU.

As pessoas estão sofrendo e nosso planeta está queimando, disse ele, implorando aos líderes mundiais que vejam a covid-19 como um alerta e um ensaio geral para os desafios que virão no futuro.

Mesmo assim, uma hora depois de Guterres dizer que solidariedade é do interesse de todos para o futuro, Trump declarou que todos os líderes mundiais deveriam seguir seu exemplo e colocar seus países em primeiro lugar.

Se ele for reeleito, seu unilateralismo se tornará mais pronunciado, e as Nações Unidas provavelmente serão ainda mais marginalizadas por Washington.

O compromisso americano com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) também se enfraqueceria?

Se Joe Biden for eleito presidente, a tensão entre Washington e Pequim poderia ser diminuída, mas a rivalidade fundamental permaneceria.

O mundo está se realinhando, e a questão agora é como a velha ordem multilateral vai se adaptar e quem vai liderá-la.

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OPINIÃO: O BRASIL É UM PAÍS CRISTÃO E CONSERVADOR E TEM A FAMÍLIA COMO BASE, DISSE BOLSONARO EM SEU DISCURSO NA ONU

O grande momento do discurso: “O Brasil é um país Cristão e Conservador e tem na família sua base”

LER NA ÁREA DO ASSINANTE

Jair Bolsonaro

A morte de cristãos sempre foi ignorada por grande parte da grande mídia, classe artística e comunidade acadêmica. Defender a liberdade religiosa se tornou algo tão contaminado dentro do discurso público que mencionar o cristianismo como religião perseguida e vilipendiada é frequentemente visto como mentira.

É como se todas as religiões merecessem ser respeitadas e ter seus locais de culto, e respectivas liturgias protegidas, com exceção do cristianismo.

Ser cristão é ser visto como criminoso, hipócrita e retrógrado por globalistas e socialistas.

Bolsonaro em seu discurso deixou claro que essa realidade não será apoiada por seu governo, ao fazer um apelo para a comunidade internacional: “Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia.”

O presidente também afirmou:

“O Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base. Deus abençoe a todos!”

Bolsonaro em seu discurso deu voz aos menosprezados. Os invisíveis foram vistos e os esquecidos lembrados. A voz de um antimarxista que deseja um Brasil soberano, forte e livre ecoou no mundo.

O discurso de Bolsonaro vai de contra a tudo que vinha sendo observado na politica do Brasil nos últimos 20 anos. O presidente defendeu nossa soberania, afirmando que o Brasil está aberto para parcerias que ajudem no seu desenvolvimento tecnológico, contudo sem abrir mão de sua soberania e liberdade:

“Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados.” ( grifo nosso)

Em outro momento o presidente deixou claro que:

“Como um membro fundador da ONU, o Brasil está comprometido com os princípios basilares da Carta das Nações Unidas: paz e segurança internacional, cooperação entre as nações, respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos. Neste momento em que a organização completa 75 anos, temos a oportunidade de renovar nosso compromisso e fidelidade a esses ideais. A paz não pode estar dissociada da segurança.”

“A cooperação entre os povos não pode estar dissociada da liberdade. O Brasil tem os princípios da paz, cooperação e prevalência dos direitos humanos inscritos em sua própria Constituição, e tradicionalmente contribui, na prática, para a consecução desses objetivos.” ( Grifo nosso)

Sem liberdade não há humanidade e o presidente soube deixar claro que nenhum beneficio virá da renúncia desta tão importante dádiva:

“A Liberdade é o bem maior da humanidade”

Em seu discurso o presidente atacou a campanha de mentiras e desinformação a respeito das queimadas na Amazônia e pantanal, reforçou a importância das reformas econômicas e estruturais que vem sendo promovidas pelo governo, enalteceu o valor do agronegócio brasileiro e do homem do campo.

O tempo de o Brasil ser liderado por socialistas compromissados com sua ideologia, e não com a soberania nacional, acabou. Bolsonaro reafirmou o seu compromisso de lutar pela verdade, pelo povo brasileiro, por uma economia forte e pela herança judaico-cristã.

Se o presidente Jair Messias Bolsonaro segue falando e agindo do modo que tem feito até o momento, seu lugar na história como um grande estadista estará assegurado; Um homem que soube liderar a nação para além das algemas partidárias e ideológicas, com sabedoria, coragem, força e fé.

Leia o discurso completo:

“Senhor presidente da Assembleia Geral, Volkan Bozkir;

Senhor secretário-geral da ONU, António Guterres, a quem tenho a satisfação de cumprimentar em nossa língua-mãe;

Chefes de Estado, de governo e de delegação;

Senhoras e senhores,

É uma honra abrir esta assembleia com os representantes de nações soberanas, num momento em que o mundo necessita da verdade para superar seus desafios.

A COVID-19 ganhou o centro de todas as atenções ao longo deste ano e, em primeiro lugar, quero lamentar cada morte ocorrida.

Desde o princípio, alertei, em meu País, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade.

Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da Federação. Ao Presidente, coube o envio de recursos e meios a todo o País.

Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país.

Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior:

– Concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo;

– Destinou mais de 100 bilhões de dólares para ações de saúde, socorro a pequenas e microempresas, assim como compensou a perda de arrecadação dos estados e municípios;

– Assistiu a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à COVID;

– Estimulou, ouvindo profissionais de saúde, o tratamento precoce da doença;

– Destinou 400 milhões de dólares para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil;

Não faltaram, nos hospitais, os meios para atender aos pacientes de COVID.

A pandemia deixa a grande lição de que não podemos depender apenas de umas poucas nações para produção de insumos e meios essenciais para nossa sobrevivência. Somente o insumo da produção de hidroxicloroquina sofreu um reajuste de 500% no início da pandemia. Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados.

No Brasil, apesar da crise mundial, a produção rural não parou. O homem do campo trabalhou como nunca, produziu, como sempre, alimentos para mais de 1 bilhão de pessoas.

O Brasil contribuiu para que o mundo continuasse alimentado.

Nossos caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para distribuição interna e exportação.

Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta.

Mesmo assim, somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil.

Somos líderes em conservação de florestas tropicais. Temos a matriz energética mais limpa e diversificada do mundo.

Mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo, somos responsáveis por apenas 3% da emissão de carbono.

Garantimos a segurança alimentar a um sexto da população mundial, mesmo preservando 66% de nossa vegetação nativa e usando apenas 27% do nosso território para a pecuária e agricultura. Números que nenhum outro país possui.

O Brasil desponta como o maior produtor mundial de alimentos.

E, por isso, há tanto interesse em propagar desinformações sobre o nosso meio ambiente.

Estamos abertos para o mundo naquilo que melhor temos para oferecer, nossos produtos do campo. Nunca exportamos tanto. O mundo cada vez mais depende do Brasil para se alimentar.

Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares, no entorno leste da Floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas.

Os focos criminosos são combatidos com rigor e determinação. Mantenho minha política de tolerância zero com o crime ambiental. Juntamente com o Congresso Nacional, buscamos a regularização fundiária, visando identificar os autores desses crimes.

Lembro que a Região Amazônica é maior que toda a Europa Ocidental. Daí a dificuldade em combater, não só os focos de incêndio, mas também a extração ilegal de madeira e a biopirataria. Por isso, estamos ampliando e aperfeiçoando o emprego de tecnologias e aprimorando as operações interagências, contando, inclusive, com a participação das Forças Armadas.

O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição.

A nossa preocupação com o meio ambiente vai além das nossas florestas. Nosso Programa Nacional de Combate ao Lixo no Mar, um dos primeiros a serem lançados no mundo, cria uma estratégia para os nossos 8.500 quilômetros de costa.

Nessa linha, o Brasil se esforçou na COP25 em Madri para regulamentar os artigos do Acordo de Paris que permitiriam o estabelecimento efetivo do mercado de carbono internacional. Infelizmente, fomos vencidos pelo protecionismo.

Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo.

O Brasil considera importante respeitar a liberdade de navegação estabelecida na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

Entretanto, as regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade, para que agressões como a ocorrida contra o Brasil não venham a atingir outros países.

Não é só na preservação ambiental que o país se destaca. No campo humanitário e dos direitos humanos, o Brasil vem sendo referência internacional pelo compromisso e pela dedicação no apoio prestado aos refugiados venezuelanos, que chegam ao Brasil a partir da fronteira no estado de Roraima.

A Operação Acolhida, encabeçada pelo Ministério da Defesa, recebeu quase 400 mil venezuelanos deslocados devido à grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana.

Com a participação de mais de 4 mil militares, a Força Tarefa Logística-Humanitária busca acolher, abrigar e interiorizar as famílias que chegam à fronteira.

Como um membro fundador da ONU, o Brasil está comprometido com os princípios basilares da Carta das Nações Unidas: paz e segurança internacional, cooperação entre as nações, respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos. Neste momento em que a organização completa 75 anos, temos a oportunidade de renovar nosso compromisso e fidelidade a esses ideais. A paz não pode estar dissociada da segurança.

A cooperação entre os povos não pode estar dissociada da liberdade. O Brasil tem os princípios da paz, cooperação e prevalência dos direitos humanos inscritos em sua própria Constituição, e tradicionalmente contribui, na prática, para a consecução desses objetivos.

O Brasil já participou de mais de 50 operações de paz e missões similares, tendo contribuído com mais de 55 mil militares, policiais e civis, com participação marcante em Suez, Angola, Timor Leste, Haiti, Líbano e Congo.

O Brasil teve duas militares premiadas pela ONU na Missão da Republica Centro-Africana pelo trabalho contra a violência sexual.

Seguimos comprometidos com a conclusão dos acordos comerciais firmados entre o MERCOSUL e a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio. Esses acordos possuem importantes cláusulas que reforçam nossos compromissos com a proteção ambiental.

Em meu governo, o Brasil, finalmente, abandona uma tradição protecionista e passa a ter na abertura comercial a ferramenta indispensável de crescimento e transformação.

Reafirmo nosso apoio à reforma da Organização Mundial do Comércio que deve prover disciplinas adaptadas às novas realidades internacionais.

Estamos igualmente próximos do início do processo oficial de acessão do Brasil à OCDE. Por isso, já adotamos as práticas mundiais mais elevadas em todas as áreas, desde a regulação financeira até os domínios da segurança digital e da proteção ambiental.

No meu primeiro ano de governo, concluímos a reforma da previdência e, recentemente, apresentamos ao Congresso Nacional duas novas reformas: a do sistema tributário e a administrativa.

Novos marcos regulatórios em setores-chave, como o saneamento e o gás natural, também estão sendo implementados. Eles atrairão novos investimentos, estimularão a economia e gerarão renda e emprego.

O Brasil foi, em 2019, o quarto maior destino de investimentos diretos em todo o mundo. E, no primeiro semestre de 2020, apesar da pandemia, verificamos um aumento do ingresso de investimentos, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isso comprova a confiança do mundo em nosso governo.

O Brasil tem trabalhado para, em coordenação com seus parceiros sul-atlânticos, revitalizar a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.

O Brasil está preocupado e repudia o terrorismo em todo o mundo.

Na América Latina, continuamos trabalhando pela preservação e promoção da ordem democrática como base de sustentação indispensável para o progresso econômico que desejamos.

A LIBERDADE É O BEM MAIOR DA HUMANIDADE.

Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia.

Também quero reafirmar minha solidariedade e apoio ao povo do Líbano pelas recentes adversidades sofridas.

Cremos que o momento é propício para trabalharmos pela abertura de novos horizontes, muito mais otimistas para o futuro do Oriente Médio.

Os acordos de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e entre Israel e o Bahrein, três países amigos do Brasil, com os quais ampliamos imensamente nossas relações durante o meu governo, constitui excelente notícia.

O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino.

A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região.

O Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base.

Deus abençoe a todos!

E o meu muito obrigado!”

Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior

Professor. É formado em Letras pela UFPE.

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ANÁLISE POLÍTICA: TRÊS VISÕES DIFERENTE SOBRE O DISCURSO DE BOLSONARO NA ONU

ANÁLISE POLÍTICA: TRÊS VISÕES DIFERENTE SOBRE O DISCURSO DE BOLSONARO NA ONU
(Nova York - EUA, 24/09/2018) Presidente da República, Jair Bolsonaro, discursa durante a abertura do Debate Geral da 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU). rFoto: Alan Santos/PR

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira você tem a oportunidade de ver as opiniões e visões de três comentaristas da Jovem Pan sobre o discurso de Bolsonaro na ONU. Joel Pinheiro, Adrilles Jorge e José Maria Trindade, comentaram, no programa MORNING SHOW a fala de Jair Bolosonaro num discurso gravado previamente para a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Um debate imperdível que reúne jornalistas com viés de esquerda, centro direita e direita. Então, o que está esperando? Assista já, reflita e faça seu juízo de valor!

Fonte:

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COMPROMISSOS DO PRESIDENTE: “POLÍTICA DE TOLERÂNCIA ZERO” CONTRA CRIME AMBIENTAL, É O DESTAQUE EM DISCURSO DE BOLSONARO PARA LÍDERES MUNDIAIS

VÍDEO: Em discurso para líderes mundiais, Bolsonaro destaca “política de tolerância zero” contra o crime ambiental; veja

 DIVERSOS

 

Apesar do caráter virtual, a sede da ONU em Nova York receberá um representante de cada país. Cerca de 200 pessoas estão fisicamente presentes, o que equivale a 10% da capacidade de ocupação da estrutura. ASSISTA ACIMA A PARTIR DE 19 MINUTOS E 50 SEGUNDOS.

Assim como em 2019, quando discursou pela primeira vez na ONU, Bolsonaro deve falar sobre a Amazônia e as políticas ambientais do seu governo. Cada país-membro tem até 15 minutos para os discursos. Após a fala do presidente brasileiro, Donald Trump, Tayyip Ergodan e Xi Jinping – líderes dos Estados Unidos, Turquia e China, respectivamente – ocuparão a tribuna virtual.

“O presidente vai tocar na Amazônia. A princípio vai mostrar aquilo que estamos fazendo. Temos ainda a criação do Conselho [da Amazônia], a criação da operação Verde Brasil 2, um esforço do governo em combater as ilegalidades, o que não é simples, não é fácil e elas continuam a ocorrer, infelizmente”, afirmou a jornalistas, nesta segunda-feira (21), em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão. Ele coordena as ações do governo brasileiro no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia.

Agência Brasil

Fonte: Blog do BG

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OPINIÃO: A ESQUERDA USA O “É CIÊNCIA” PARA JUSTIFICAR DISCURSO IDEOLÓGICO TRAVESTIDO DE ACADEMICISMO

“É CIÊNCIA!” Eis o novo fetiche da esquerda..

Alessandro Molon

Eis o novo fetiche linguístico da esquerda. O último substituto do “vá estudar”. Neste caso, a ciência desarmamentista é a mesma da OMS, quando recomendou que tampássemos as bocas com mordaças de pano; a de Átila Iamarino, que previu um milhão de mortes pelo Covid; da revista “The Lancet”, referência na área da medicina, que publicou o estudo fraudado sobre a Hidroxicloroquina.

A ciência furada do deputado PSBista pode até dizer que mais armas significam mais mortes. As estatísticas, a realidade e os dados concretos dizem outra coisa, absolutamente diferente.

O Brasil, após o famigerado e arbitrário Estatuto do Desarmamento, que foi rejeitado nas urnas, pelo povo, e imposto de forma totalitária pelo regime Lulo-Petista, viu seus homicídios aumentarem 40%. Anteriormente, entre 1997 e 2000, quando FHC fez a primeira restrição armamentista pós regime militar, os números já haviam aumentado 10%.

Na Austrália, onde foi sancionada uma lei igualmente restritiva, os homicídios aumentaram 19%, os assaltos 69% e a os estupros, estatisticamente, passaram a vitimar 1 em cada 6 mulheres. Numero ainda inferior ao da Suécia, absolutamente desarmamentista, onde a proporção de vítimas é de 1 em cada 4.

Na outra ponta, também no Brasil, vimos os homicídios despencarem 20%, em 2019, quando o registro de armas aumentou 23,5%.

EUA, com 400 milhões de armas de fogo, o maior arsenal do Planeta, apresenta uma taxa de 5 homicídios para cada 100 mil habitantes, seis vezes menor do que a brasileira.

Suíça, com o maior arsenal proporcional do mundo, onde praticamente TODOS OS CIDADÃOS do sexo masculino, maiores de idade, têm uma arma de fogo, a taxa é de 0,3 para 100 mil.

A “ciência” esquerdista não é nada além de um “argumento de autoridade”. Uma falácia argumentativa, usada para embelezar o discurso fraudulento e dar-lhe alguma credibilidade. Não tem absolutamente NADA de real; NADA de concreto. É somente ideologia travestida de academicismo.

“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras.” (NIETZSCHE, Friedrich)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EDITORIAL: INFELIZMENTE O MAIOR INIMIGO DE BOLSONARO É ELE MESMO!

Caro(a) leitor(a),

Não há de se falar em Impeachment para Bolsonaro neste momento por vários motivos, cujo principal é a pandemia do coronavírus. Mas há de se falar em renúncia sim ou afastamento por insanidade mental. Porque o comportamento do nosso presidente é de alguém que não está gozando das faculdades mentais. O discurso ensandecido da deputada estadual Janaína Paschoal traduz exatamente o que o brasileiro médio que acompanha a política nacional e tem um mínimo de bom senso está sentindo. Infelizmente o Jornal da Cidade On Line vem fazendo um jornalismo tendencioso e fiel ao presidente Bolsonaro e isso não é jornalismo independente. Por causa disso tenho deixado de publicar suas principais matérias. No EDITORIAL desta terça-feira eu explico porque concordo com  Janaína!

Fonte:

Janaína “enlouquece” e pede Mourão na presidência (veja o vídeo)

Deputada Janaína Paschoal

Tratando o presidente da República como “esse senhor”, a deputada Janaína Paschoal pediu, na tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, a sua renúncia.

Não é a primeira vez que as atitudes de Janaína afrontam o seu eleitorado, a sociedade e às pessoas de bem.

Infelizmente, a deputada está completamente descompensada e comete um ato de traição aos milhões de votos que recebeu no pleito de 2018.

A atitude de enxovalhar o presidente da República por conta de seu gesto de reverência ao povo é desproporcional e injusta.

Pior, entretanto, é dizer que está arrependida de ter votado em Bolsonaro.

Assim, como só tínhamos duas opções no 2º turno, subentende-se que hoje ela votaria no Haddad, no PT.

Enlouqueceu!

Veja o vídeo:

da Redação
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