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PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO LEI QUE AUTORIZA TRATAMENTO DE SAÚDE COM USO DE CANNABIS E DERIVADOS NO RN

Por g1 RN

 

Folhas da planta cannabis sativa — Foto: UnsplashFolhas da planta cannabis sativa — Foto: Unsplash

Uma lei publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (15) autoriza o tratamento de saúde com o uso de cannabis e derivados no Rio Grande do Norte.

A publicação também trata do incentivo à pesquisa sobe o uso medicinal e a divulgação de informações para população e profissionais da saúde.

A publicação diz que a lei visa “garantir o direito à saúde mediante o acesso a tratamentos eficazes de doenças e condições médicas, de quem deles precisarem”, assim como também “promover a educação em saúde, com base em evidências científicas atualizadas” e “incentivar a produção científica e o desenvolvimento tecnológico”.

Acesso ao tratamento

De acordo com a lei, fica assegurado “o direito de qualquer pessoa ter acesso ao tratamento com produtos à base de cannabis para uso medicinal, desde que com prescrição de profissional habilitado, observadas as disposições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atendidos os requisitos previstos em lei”.

O documento reforça que o direito ao tratamento com uso medicinal de cannabis deve ser garantido pelo poder público e pelo setor privado.

Além disso, o poder público também pode celebrar convênios com associações de pacientes, universidades e instituições de pesquisa públicas e privadas para garantir o tratamento.

Incentivo à pesquisa

A lei reforça ainda que o Estado deve incentivar “linhas de pesquisa e desenvolvimento de cooperações estratégicas relativas ao uso medicinal da cannabis e ao estabelecimento de padrões de qualidade e de segurança sanitária, bem como ao uso no âmbito industrial”.

Sobre o incentivo à pesquisa, deve haver promoção das atividades científicas como estratégia para aprimoramento da atenção integral à saúde, promoção e continuidade de processos de desenvolvimento científico relacionados ao uso medicinal e redução da desigualdade de acesso a produtos à base de cannabis para uso medicinal.

Além disso, a lei cita que é preciso fortalecimento da capacidade operacional e científica das instituições públicas de ensino e pesquisa, dos órgãos públicos de prestação de serviço, especialmente de saúde, bem como das Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação.

Nas pesquisas devem ser promovidos ainda o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social, com ênfase na região do semiárido, gerar emprego e renda e utilizar de forma adequada os recursos naturais disponíveis e preservar o meio ambiente.

O texto cita ainda que devem ser observadas as determinações legais e regulamentares quanto ao cultivo, processamento, produção e comercialização de cannabis incluindo sementes e demais materiais biológicos derivados, bem como seu uso para fins medicinais, industriais e de pesquisa.

Informações e campanhas

Segundo a publicação, o Estado também promoverá a difusão de informações sobre o uso medicinal da cannabis através de campanhas educativas destinadas a toda a população para a divulgação do direito ao tratamento com produtos à base de cannabis, apoio e organização de eventos como palestras, fóruns e simpósios e formação continuada e capacitação de gestores e profissionais de saúde sobre o tratamento baseado em evidências científicas atualizadas.

O Estado poderá celebrar convênios ou instrumento congêneres com associações de paciente instituições de pesquisa e universidades públicas ou privadas

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PESQUISA CLÍNICA DA UFRN SOBRE TRATAMENTO DA DEPRESSÃO ESTÁ RECRUTANDO VOLUNTÁRIOS

Por g1 RN

 

Depressão — Foto: Getty Images via BBCDepressão — Foto: Getty Images via BBC

Uma pesquisa clínica da UFRN sobre tratamento da depressão está recrutando voluntários no Rio Grande do Norte. O estudo investiga a cetamina como tratamento alternativo para a doença.

Os interessados em participar devem se inscrever através de um formulário (clique AQUI). O projeto busca pacientes com depressão resistentes ao tratamento tradicional. Os profissionais que tenham pacientes com depressão resistentes ao tratamento também podem encaminhá-los ao estudo através do formulário.

De acordo com o grupo de pesquisa da UFRN, a cetamina é uma droga anestésica que quando é utilizada em doses sub-anestésicas proporciona uma ação antidepressiva muito rápida.

Em 2020, foi aprovado nos EUA e no Brasil o uso da escetamina spray, uma medicação derivada da cetamina. Apesar de ser um tratamento promissor, tem um alto custo, o que o torna inviável para a maior parte da população.

Por conta do custo, esse grupo de pesquisadores da UFRN iniciou essa pesquisa para buscar a validação através de outra forma de administração da cetamina, que tenha um custo menor.

Nessa pesquisa, a cetamina é administrada por via subcutânea e tem um custo aproximado de R$ 10, cada dose. O estudo está sendo realizado no Ambulatório de Psiquiatria do Hospital Universitário há dois meses e atendeu cinco pacientes.

O tratamento é gratuito, dura oito semanas e a administração da cetamina é semanal. Cada sessão semanal tem um tempo médio de duas a três horas.

Além da administração da cetamina, são coletados dados clínicos e realizados exames de sangue a fim de investigar as alterações de moléculas relacionadas à depressão, por exemplo, os fatores de inflamação e os relacionados à resposta ao estresse.

Equipe

O estudo é realizado pelo Departamento de Fisiologia e Comportamento (DFS) do Centro de Biociências (CB), o Instituto do Cérebro (ICe) e o Departamento de Psiquiatria do Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol/UFRN).

A equipe é formada pelos professores Dráulio de Araújo e Fernanda Palhano-Fontes (ICe/UFRN), Nicole Galvão-Coelho (DFS/CB/UFRN), e Patrícia Cavalcanti e Emerson Arcoverde, do Departamento de Psiquiatria do Huol.

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CIÊNCIAS: UM INCRÍVEL TRATAMENTO PARA DOENÇAS AUTOIMUNES É A ESPERANÇA PARA PESSOAS COM DOENÇAS COMO LUPUS

Na edição da coluna CIÊNCIAS deste sábado você vai conhecer um novo e incrível tratamento para doenças autoimunes como o lúpus, que  é um distúrbio do sistema imunológico que faz com que os mecanismos naturais de defesa do corpo se voltem contra si mesmo. O Institutos Feinstein de Pesquisa Médica em Manhasset está estudando os efeitos de um medicamento para lúpus chamado Benlysta. Convido você a ler o artigo completo a seguir para ver os detalhes desse tratamento que pode ser a solução para uma infinidade de pessoas que sofrem de doenças autoimunes.

A maratonista parada por lúpus está correndo novamente graças ao incrível tratamento para doenças autoimunes

Quando uma corredora de maratona foi colocada fora de ação por lúpus, um distúrbio autoimune debilitante, um ensaio experimental a colocou de volta nos trilhos e pode vir a criar a primeira terapia segura para interromper a progressão da doença.

Foi durante o treinamento para a Maratona de Nova York de 2020 que Sasheen Reid, de 35 anos, teve a infeliz honra de morar na cidade com o mais severo bloqueio do país, colocando seus planos para a maratona em espera.

“Eu dei à luz em maio de 2020 e então tive uma crise muito forte por cerca de seis semanas após o parto”, Reid disse ao GNN.

Como a esclerose múltipla ou ELA, o lúpus é um distúrbio do sistema imunológico que faz com que os mecanismos naturais de defesa do corpo se voltem contra si mesmo.

Um ensaio estava sendo aberto ao mesmo tempo nos Institutos Feinstein de Pesquisa Médica em Manhasset para estudar os efeitos de um medicamento para lúpus chamado Benlysta. Então Reid se inscreveu para participar.

“Comecei o teste em outubro de 2020. Meu marido é assinante da Lupus Foundation, então sempre que um novo medicamento era lançado, ele me contava”, diz Reid. “Eu li muito sobre a luta das pessoas contra o lúpus, só tenho dores nas articulações e queda de cabelo. Não tenho envolvimento com rins ou arritmia cardíaca e acho que esse é o objetivo do estudo, se os pacientes podem ser diagnosticados precocemente, você pode prevenir a progressão da doença? ”

Pegando-o cedo e parando a doença em seu caminho

“Um dos maiores obstáculos [para o tratamento] é diagnosticar precocemente os pacientes com a doença”, disse Cynthia Aranow MD, reumatologista da Feinstein envolvida no estudo, ao GNN. “Em média, pode levar até seis anos para se obter um diagnóstico adequado, o que pode atrasar o início do tratamento de medicamentos para as pessoas, para controlar seus sintomas, controlar sua doença e prevenir danos a órgãos”.

Benlysta foi aprovado para pacientes com lúpus por mais de dez anos e, mais recentemente, foi aprovado pelo FDA para o tratamento da doença renal lúpica. No entanto, geralmente é usado depois que outros medicamentos falharam.

“O objetivo deste ensaio clínico de dois anos é focado em pacientes com um diagnóstico recente e precoce. Estamos especificamente interessados ​​em ver se o tratamento precoce com Benlysta pode interromper a progressão da doença em seus caminhos ”, disse ela.

“Se pudermos alterar o curso da doença por meio de intervenção precoce, esperamos poupar os pacientes da necessidade de medicamentos imunossupressores (que estão associados a muitos efeitos colaterais) para controlar sua doença no futuro.

Reid não sabe se ela recebeu o placebo ou Benlysta, mas ela já se sente muito melhor, e seus testes para o principal biomarcador de lúpus – anti DNA de fita dupla – caíram de 650 (normal para pacientes com lúpus).

Para Reid, isso se traduziu em: tirar os tênis de corrida, comprar as bebidas de colágeno pós-treino e entrar na pista.

“Eu era uma corredora. Fiz 10Ks, fiz meias maratonas, viajei para Barbados para fazer maratonas, no interior do estado de Nova York ”, disse ela. “Então, quando recebi o diagnóstico, estava determinada a, tanto quanto possível, não fazer com que mudasse meu estilo de vida.”

Ela diz que com um cronograma de treinamento de corredor, um trabalho em tempo integral e três filhos, ela tem que se certificar de que se cuida, especificamente alongando antes e depois das corridas, e alternando corridas com cross-training para força, para fortalecer as articulações que estão sujeitas a uma inflamação maior com o lúpus.

Reid completou recentemente uma corrida de 6 km, um marco em seu treinamento para a Maratona de Nova York de 2023 que se aproxima.

“Temos esperança de que os dados importantes coletados de Sasheen e outros levem a avanços na compreensão, tratamento e cuidado de pessoas com lúpus”, disse o Dr. Aranow.

Fonte: Good News Network

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS SINTOMAS E PREVENÇÃO DA PRISÃO DE VENTRE

Sintomas, prevenção e tratamentos para uma vida melhor

Prisão de ventre afeta mais as mulheres; veja como amenizar o problema

Colaboração para VivaBem

08/11/2021 04h00

iStockImagem: iStock

A dificuldade persistente em evacuar é um problema bastante comum que traz um desconforto enorme no dia a dia. A constipação intestinal, que também é conhecida como prisão de ventre, acompanha sintomas como dores abdominais, inchados e irritabilidade.

As mulheres costumam sofrer mais com o intestino preso. A situação desagradável é bastante comum na gestação, alguns dias antes da menstruação e na menopausa.

De acordo com Henrique Perobelli, gastroenterologista e proctologista do Hospital São Camilo, em São Paulo, as alterações hormonais durante o ciclo menstrual mexem com a musculatura do intestino e retardam o ritmo intestinal. “Além disso, o envelhecimento causa flacidez do assoalho pélvico devido ao peso aumentado que precisa suportar ao longo da vida. Isso agrava o problema”, afirma.

O especialista acrescenta que há ainda o fator comportamental. Muitas mulheres ficam com vergonha de evacuar fora de casa e seguram as fezes quando estão no ambiente de trabalho ou ao viajar. Por isso, como ficam mais tempo no organismo, os excrementos endurecem, o que dificulta a eliminação.

“Os estudos apontam que aumenta a prevalência de constipação crônica em mulheres mais velhas. O problema também é mais comum em quem sofreu abusos na infância e em pessoas de baixa condição socioeconômica”, destaca Rafaela Pacheco, médica e presidente da Associação Pernambucana de Medicina de Família e Comunidade e membro da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade).

Principais sintomas

A constipação intestinal é caracterizada pela dificuldade em evacuar. Um indicativo dessa dificuldade é o número de idas ao banheiro: menos de três vezes na semana já é considerado problemático. Geralmente, as fezes são mais duras, secas e em pouca quantidade, o que exige um maior esforço para sua eliminação. Algumas vezes, há ainda a sensação de evacuação incompleta.

Alguns indivíduos também apresentam cólicas abdominais, dificuldade para eliminar os gases, distensão no abdome e náuseas. Em alguns casos, surge a dor anal —quando há o ressecamento excessivo das fezes, causando fissuras e sangramentos na região.

Por que a constipação acontece?

Há diversos motivos para uma pessoa ficar constipada. Entre as principais causas estão o estresse, o consumo de poucas fibras, a hidratação inadequada e o sedentarismo.

Além disso, o uso de alguns medicamentos pode “segurar” ainda mais o intestino: remédios para hipertensão, antiácidos, diuréticos, anticonvulsivantes e alguns analgésicos e anti-inflamatórios entram para a lista.

As gestantes também são mais afetadas devido aos hormônios produzidos no período e pela pressão que o útero faz sobre o reto. Já os idosos apresentam mais o problema por perder a força muscular do abdome e usar medicamentos para doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson.

Outras condições de saúde como diabetesAVC (acidente vascular cerebral), problemas no cólon ou reto (como diverticulite ou síndrome do intestino irritável) e o funcionamento inadequado da glândula tireoide também aumentam o risco de prisão de ventre.

Em casos mais graves, a constipação intestinal crônica ocasiona complicações como fecaloma, ou seja, uma massa compacta de fezes endurecidas, que ficam no reto ou no cólon e interrompem o trânsito intestinal. Sendo assim, a pessoa não consegue mais defecar.

“Quem tem histórico de câncer colorretal na família, sangramentos nas fezes e perda de peso sem motivo aparente deve se atentar ainda mais e procurar ajuda médica. Também é importante observar se há mudanças no aspecto das fezes”, afirma Pacheco.

Tratamentos indicados

Quando a constipação intestinal se torna muito frequente, as fezes estiverem muito ressecadas ou houver sinal de sangue, é a hora de procurar um especialista para ter um diagnóstico correto. Geralmente, são realizados exames para descartar doenças e começar o tratamento adequado.

As pessoas que sofrem com a constipação são orientadas a mudar o estilo de vida. Isso envolve dieta, atividade física e aumento do consumo de água. Além disso, em alguns casos, são indicados medicamentos para combater o problema.

“O tratamento ocorre com a reeducação dietética, aumento do consumo de fibras, laxantes osmóticos, que umidificam as fezes, e formadores de bolo fecal. Em alguns casos, é preciso fisioterapia [para reeducar as funções do músculo esfíncter anal] e medicamentos específicos”, afirma Perobelli.

Vale destacar que o uso de laxantes sem prescrição médica não é recomendado. Apesar de proporcionar um alívio quase imediato, em quantidades excessivas, eles danificam as células do cólon e interferem na capacidade de contração. Sendo assim, costumam piorar a constipação em longo prazo.

“O ideal é evitar o uso de medicamentos ou quaisquer intervenções antes de mudar os hábitos de alimentação e estilo de vida”, completa a médica de família e comunidade.

Alimentação pode ser aliada

Alimentos fontes de fibras - iStock - iStockImagem: iStock

A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda consumir, no mínimo, 30 gramas de fibras por dia. Elas ajudam a dar volume e consistência pastosa ao bolo fecal, facilitando o trânsito intestinal.

“Uma dieta desequilibrada interfere no funcionamento intestinal. A adição de alimentos ricos em fibras à dieta e o aumento da ingestão de líquidos previne e alivia os sintomas. Essa mudança deve ser gradativa, já que as fibras em excesso causam desconfortos e se não forem bem hidratadas, acabam agravando a constipação”, explica Marcella Garcez, nutróloga e diretora da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).

Entre os alimentos fontes de fibras, podemos citar:

Por outro lado, a recomendação é evitar ou consumir com moderação alimentos com baixo teor de fibras e mais difíceis de digerir. É o caso das carnes vermelhas, laticínios, alimentos processados e fritos, fast-food e itens com farinha refinada e açúcar.

É possível prevenir a prisão de ventre?

Sim. De acordo com os especialistas consultados por VivaBem, a melhor forma de prevenir a prisão de ventre é apostar na manutenção de bons hábitos de vida. A boa notícia é que pessoas que sofrem de constipação leve também conseguem colher benefícios e controlar a condição com algumas atitudes simples do dia a dia. Veja:

  • Evitar segurar as fezes e ir ao banheiro assim que sentir vontade;
  • Mudar a dieta, ou seja, incluir mais fibras e beber mais água;
  • Ler os rótulos dos produtos e checar o teor de fibras;
  • Realizar atividade física regular. O ideal é se mexer pelo menos 30 minutos por dia, cerca de três vezes por semana;
  • Manter um horário e local regular para evacuar. É importante criar uma rotina;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas, já que desidratam as fezes;
  • Usar laxantes ou supositórios apenas com orientação médica;
  • Gerenciar o estresse e a ansiedade.

Fonte: Vivabem Uol

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CIÊNCIAS: NOVA DROGA DRIVADA DE FUNGO DO HIMALAIA É A NOVA VEDETE NO TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER

Com sucesso absoluto nos primeiros testes clínicos a nova droga NUC-7738 – uma droga de quimioterapia, derivada de um fungo – tem potência até 40 vezes maior para matar células cancerosas do que seu composto original, com efeitos colaterais tóxicos limitados. Conhecido como Cordycepin (também conhecido como 3′-desoxiadenosina) é encontrado no fungo Cordyceps sinensis do Himalaia e tem sido usado na medicina tradicional chinesa por centenas de anos para tratar câncer e outras doenças inflamatórias. Leia o artigo completo a seguir, aquina coluna CIÊNCIAS e saiba como funciona esta nova droga!

Medicamento anticâncer derivado do fungo do Himalaia elimina os primeiros testes clínicos

Universidade de Oxford

Um estudo da Universidade de Oxford mostrou que a nova droga NUC-7738 – uma nova droga de quimioterapia, derivada de um fungo – tem potência até 40 vezes maior para matar células cancerosas do que seu composto original, com efeitos colaterais tóxicos limitados.

O análogo de nucleosídeo natural conhecido como Cordycepin (também conhecido como 3′-desoxiadenosina) é encontrado no fungo Cordyceps sinensis do Himalaia e tem sido usado na medicina tradicional chinesa por centenas de anos para tratar câncer e outras doenças inflamatórias.

No entanto, ele se decompõe rapidamente na corrente sanguínea, de modo que uma quantidade mínima de medicamento destruidor do câncer é liberada para o tumor.

A fim de melhorar sua potência e avaliar clinicamente suas aplicações como medicamento contra o câncer, a empresa biofarmacêutica NuCana desenvolveu Cordycepin em uma terapia clínica, usando sua nova tecnologia ProTide, para criar um medicamento de quimioterapia com eficácia dramaticamente melhorada.

Uma vez dentro do corpo, Cordycepin requer transporte para as células cancerosas por um transportador de nucleosídeo (hENT1), deve ser convertido no metabólito anticâncer ativo, conhecido como 3′-dATP, por uma enzima fosforiladora (ADK), e é rapidamente decomposto no sangue por uma enzima chamada ADA.

Juntos, esses mecanismos de resistência associados ao transporte, ativação e degradação resultam na entrega insuficiente do metabólito anticâncer para o tumor.

NuCana utilizou a nova tecnologia ProTide para projetar uma terapia que pode contornar esses mecanismos de resistência e gerar altos níveis do metabólito anticâncer ativo, 3′-dATP, dentro das células cancerosas.

A tecnologia ProTide é uma nova abordagem para a distribuição de drogas quimioterápicas nas células cancerosas. Ele age ligando pequenos grupos químicos a análogos de nucleosídeos como a Cordicepina, que são metabolizados posteriormente, uma vez que atinge as células cancerosas do paciente, liberando a droga ativada. Esta tecnologia já foi usada com sucesso nos medicamentos antivirais aprovados pela FDA Remsidivir e Sofusbuvir para tratar diferentes infecções virais, como hepatite C, Ebola e COVID-19.

Os resultados do estudo, publicados na Clinical Cancer Research, sugerem que, ao superar os principais mecanismos de resistência ao câncer, o NUC-7738 tem maior atividade citotóxica do que a Cordycepin contra uma variedade de células cancerosas.

Pesquisadores de Oxford e seus colaboradores em Edimburgo e Newcastle estão agora avaliando o NUC-7738 no ensaio clínico de Fase 1 NuTide: 701, que testa a droga em pacientes com tumores sólidos avançados que eram resistentes ao tratamento convencional.

Os primeiros resultados do ensaio mostraram que o NUC-7738 é bem tolerado pelos pacientes e mostra sinais encorajadores de atividade anticâncer.

Outros ensaios clínicos de Fase 2 deste medicamento estão agora sendo planejados em parceria com a NuCana, para aumentar o número crescente de medicamentos contra o câncer com tecnologia ProTide que estão sendo desenvolvidos para tratar o câncer. De fato, são notícias promissoras.

Fonte: Universidade de Oxford

Fonte: Good News Network

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PROJETO QUE ASSEGURA TRATAMENTO DE SAÚDE COM CANNABIS É APROVADO PELA CCJ DA ALERN

CCJ da Assembleia aprova projeto que assegura direito ao tratamento de saúde com Cannabis

20 out 2021

CCJ da Assembleia aprova projeto que assegura direito ao tratamento de saúde com Cannabis - Blog A Fonte

O direito ao tratamento de saúde com produtos de Cannabis e seus derivados está na ementa do Projeto de Lei 149/2021, de autoria da deputada Isolda Dantas (PT), aprovado na reunião híbrida da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), da Assembleia Legislativa, realizada na manhã desta terça-feira (19).

O Projeto, que vai continuar a sua tramitação até ser submetido a votação final, no Plenário da Casa, também dispõe do incentivo à pesquisa sobre o uso medicinal e industrial da Cannabis e a divulgação de informações para a população e para profissionais da área de saúde.

“Este projeto de lei tem como objetivo garantir o direito à saúde da população Norte-rio-grandense através de medidas que promovam o acesso ao uso medicinal da Cannabis, por meio de apoio a pesquisas, de promoção de campanhas educativas e de parcerias com Associações de pacientes, universidades e institutos de pesquisa. O uso medicinal já é uma realidade no Brasil e no mundo, sendo utilizado para tratar doenças como dores crônicas, epilepsia, Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla e câncer, dentre outras”, registra a deputada Isolda na justificativa da proposição.

A propositura registra ainda que as pesquisas científicas e os relatos de pacientes e familiares indicam que o uso medicinal da Cannabis proporciona controle considerável dos sintomas de doenças sem os efeitos colaterais das medicações convencionais. Isso aumenta significativamente a qualidade de vida dessas pessoas e de seus cuidadores, que passam a conseguir realizar tarefas simples do dia a dia, até então inviabilizadas pela doença e pelos efeitos colaterais de outros tratamentos.

Antes da votação, por convite da deputada Isolda Dantas, os participantes da reunião ouviram depoimentos do advogado e servidor da Assembleia Legislativa, Gustavo Brito e da repórter da TV Assembleia Juliana Lobo, que fazem tratamento de filhos com o óleo da cannabis.

“Tenho um filho, João Pedro que tomou uma vacina tríplice viral quando tinha um ano e três meses e seis meses depois deixou de andar. Procurei a cannabis. Ele faz tratamento todos os dias e o resultado está sendo muito bom. Não estamos defendendo a cannabis como uso social, mas medicinal”, disse Gustavo.

Juliana Lobo relatou que seu filho já nasceu com problemas e um dia chegou a convulsionar várias vezes. “Não tinha mais o que fazer quando passei a usar a cannabis. Ele não tinha vida e chegou a cegar com as drogas que usava antes para o tratamento. Há cinco anos que meu filho não se interna em nenhum hospital. A gente precisa da legalização para uso medicinal”, afirmou Juliana.

Das 13 matérias relatadas e votadas, nove foram aprovadas, duas rejeitadas, uma baixada em diligência e uma teve pedido de vista. Participaram da reunião os deputados Raimundo Fernandes (PSDB), Hermano Morais (PSB), Subtenente Eliabe (SDD), Isolda Dantas (PT), Galeno Torquato (PSD) e Kleber Rodrigues (PL).

Fonte: Política em Foco
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SAÚDE: SAIBA TUDO SOBRE A PROSTATA – PARTE 1, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Nesta quinta-feira estamos começando uma série de vídeos muito importante, onde você vai conhecer tudo sobre a SAÚDE DA PRÓSTATA [Parte 1] . Nessa super aula do Dr. Samuel Dalle Laste serão abordados todos os aspectos que envolvem a saúde da próstata, como prevenção, doenças, sintomas, diagnóstico, tipos de tratamento, hormônios e muito mais. Então se acomode na poltrona e aprenda tudo que puder sobre próstata.

Fonte:

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS SINTOMAS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO DO ALZHEIMER

Alzheimer: saiba mais sobre a doença, seus sintomas, como preveni-la e tratar

Sem cura, ela afeta mais de 1 milhão de brasileiros e atinge com mais frequência pessoas acima dos 65 anos

Camila Neumam

da CNN

Em São Paulo

Medidas preventivas podem retardar o desenvolvimento do AlzheimerMedidas preventivas podem retardar o desenvolvimento do

Alguns aspectos da doença de Alzheimer ainda são uma incógnita para a medicina, justamente por ser uma doença neurodegenerativa que não tem cura. Sua causa, seu diagnóstico e seu tratamento nem sempre são precisos, o que torna a necessidade de se falar mais sobre a condição. Por isso, o dia 21 de setembro foi nomeado como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

No Brasil, ao menos 1,2 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência, e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. Em todo o mundo, o número chega a 55 milhões, com 10 milhões de novos casos por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo estimativas da Alzheimer’s Disease International, o número de indivíduos acometidos pela doença poderá chegar a 74,7 milhões em 2030 e 131,5 milhões em 2050, devido ao envelhecimento da população.

O que é o Alzheimer?

Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, progressiva e ainda sem cura, que atinge, em geral, pessoas acima dos 65 anos de idade, sendo a forma mais comum de demência no idoso, explica o psiquiatra Adiel Rios, pesquisador do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

A doença se instala quando o processamento de certas proteínas do sistema nervoso central começa a falhar. Com isso, surgem fragmentos de proteínas tóxicas dentro dos neurônios e nos espaços que existem entre eles. Essa toxicidade causa perda progressiva de neurônios em certas regiões do cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para linguagem, raciocínio, memória, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento abstrato.

O termo demência é usado para descrever um conjunto de sintomas que incluem perda de memória, dificuldade de pensamento e comprometimento da linguagem. Apesar de ser a causa mais comum de demência, a doença de Alzheimer não é a única. Existem outros tipos de demência neurodegenerativas e cerebrovasculares, afirma Natally Santiago, neurocirurgiã do Hospital San Gennaro.

“Diferentemente do envelhecimento cerebral normal, na doença de Alzheimer ocorrem alterações patológicas no tecido cerebral, com depósito de proteína (proteinopatia) e perda de neurônios”, explica Santiago.

Causas do Alzheimer

Não se sabe ainda o que realmente causa o Alzheimer, mas se acredita que seja algo geneticamente determinado. Segundo Santiago, a hereditariedade pode ser considerada um fator de risco, mas sem um caráter de transmissão genética direta a todas as gerações.

“Acredita-se que ocorra a transmissão de uma predisposição para desenvolvê-la, que junto a fatores externos (ambientais), pode ou não desencadear a doença”, disse.

Sintomas do Alzheimer

Perda de memória e alteração do comportamento são os primeiros sinais da doença, segundo a neurologista. Um sinal de alerta, segundo ela, é quando a perda da memória interfere nas atividades pessoais, se torna repetitiva e compromete a rotina do indivíduo.

“Com a evolução da doença, a memória fica significativamente comprometida, com incapacidade de reconhecimento de familiares, de ter as memórias autobiográficas. As alterações de comportamento também tendem a se agravar”, afirma Natally Santiago. O diagnóstico é clínico, feito por avaliação médica. Não existe um marcador para a doença, e os exames de sangue e de imagem ajudam na exclusão de outras possíveis causas de demência, explica a neurologista.

Nas fases iniciais do Alzheimer, as falhas progressivas de memória em relação a fatos recentes são os sintomas mais marcantes. Já memórias antigas tendem a ser preservadas, segundo Adiel Rios. “A pessoa pode se lembrar detalhadamente de fatos que ocorreram há 50 anos, mas não se lembra de algo que aconteceu ontem, ou há poucas horas”, comenta o psiquiatra.

Com a progressão da doença, começa a surgir a dificuldade para se orientar no tempo e espaço, e a incapacidade de se lembrar o caminho de casa, por exemplo. Outros sintomas são alterações do sono, agitação ou apatia e até quadros psicóticos, explica Rios.

“Na fase final da doença, o paciente perde a capacidade de se expressar, não reconhece nem os familiares e não consegue mais cuidar de si, demandando a presença de cuidadores em tempo integral”, diz o psiquiatra da USP.

O psiquiatra indica como os principais sintomas do Alzheimer:

  1. Perda de memória
  2. Diminuição da capacidade de juízo e de crítica
  3. Dificuldade de raciocínio
  4. Colocar objetos em lugar impróprio
  5. Alterações frequentes de humor e comportamento
  6. Mudanças na personalidade, e a perda da iniciativa para realizar tarefas

Fatores de risco para o Alzheimer

A doença foi batizada em homenagem ao médico Alois Alzheimer. Em 1906, o neuropatologista fez uma autópsia no cérebro de uma mulher que morreu após apresentar problemas de linguagem, comportamento imprevisível e perda de memória.

O Dr. Alzheimer descobriu as placas amiloides e os emaranhados neurofibrilares, considerados as marcas da doença. Conheça alguns fatores que podem contribuir para seu desenvolvimento:

Idade: a probabilidade de desenvolver Alzheimer dobra a cada cinco anos após os 65 anos. Para a maioria das pessoas, os sintomas aparecem pela primeira vez após os 60 anos. O Alzheimer de início precoce é uma forma incomum de demência que atinge pessoas com menos de 65 anos e geralmente tem fator hereditário.

História familiar: a genética desempenha um papel importante no risco de um indivíduo desenvolver a doença.

Traumatismo craniano: existe uma possível ligação entre a doença e traumas repetidos ou perda de consciência.

Saúde do coração: o risco de demência vascular aumenta com problemas cardíacos, como hipertensão, colesterol alto e diabetes.

Tratamento do Alzheimer

Como o Alzheimer ainda é uma doença sem cura, alguns medicamentos são indicados para estabilizar ou reduzir a velocidade de progressão da doença, proporcionando mais tempo com alívio dos sintomas, gerando mais qualidade de vida ao paciente e seus familiares, afirma Santiago.

O uso do medicamento experimental aducanumab, indicado para as fases iniciais da doença, foi aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) – agência reguladora dos EUA equivalente à Anvisa em junho de 2021. A agência não aprovava um novo medicamento contra o Alzheimer desde 2003.

A droga foi desenvolvida para pacientes com deficiência cognitiva leve e tem o objetivo de retardar a progressão da doença – não apenas aliviar os sintomas. A farmacêutica Biogen e seu parceiro japonês Eisai desenvolveram o aducanumab, administrado por meio de infusão intravenosa para tratar a doença de Alzheimer precoce. Em julho de 2020, a Biogen concluiu seu pedido para a FDA e aguardava a aprovação desde então.

Esta é a primeira autorização que muda a perspectiva do tratamento contra o Alzheimer. “O medicamento atua na proteína danificada no cérebro de quem já tem a doença”, afirma Jerusa Smid, coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

No entanto, há fatores controversos sobre o aducanumab, que ainda precisam ser esclarecidos. Eles envolvem resultados clínicos e de efeitos colaterais, que devem ser esclarecidos na fase 4 da pesquisa (que testa a medicação em um grupo maior de pessoas), segundo a neurologista.

“Faltam dados que comprovem a melhora clínica do paciente, além do fato de a medicação apresentar sangramento cerebral como efeito colateral, considerado grave”, afirma Jerusa.

Outras drogas vêm sendo estudadas. Em março de 2021 o New England Journal of Medicine publicou um estudo indicando que o medicamento intravenoso experimental do laboratório Eli Lilly and Company, donanemab, pode retardar o declínio cognitivo em pessoas com a doença.

Em 25 de julho de 2018, resultados adicionais de um ensaio clínico inicial para uma droga experimental, o anticorpo chamado BAN2401, mostraram que ele melhorou a cognição e reduziu os sinais clínicos de Alzheimer. Detalhes sobre a imunoterapia foram anunciados em uma entrevista coletiva durante a Conferência Internacional da Associação de Alzheimer no mesmo ano.

A primeira droga utilizada em larga escala e aprovada pelas agências reguladoras, em 1993, foi a tacrina. Porém, esse remédio caiu em desuso com o advento de novas medicações, pela dificuldade na administração e pelo risco de complicações e efeitos adversos.

As medicações que atuam na acetilcolina e que estão aprovadas para uso no Brasil nos casos de demências leve e moderada são a rivastigmina, a donepezila e a galantamina (conhecidas como inibidores da acetilcolinesterase ou anticolinesterásicos), segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). “Todas disponíveis no Sistema Único de Sáude”, diz a neurologista da ABN.

“As medidas preventivas e o uso destas medicações tendem a melhorar sintomas e a retardar a progressão da doença, mas, definitivamente, não trazem a cura do Alzheimer”, afirma Smid.

Como prevenir o Alzheimer

Como até hoje a medicina não descobriu o que realmente causa a doença de Alzheimer, as medidas consideradas preventivas tendem a retardá-la, não a evitá-la, explica Smid.

As medidas de prevenção foram elencadas em duas meta-análises (revisão de diversos estudos) divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry, em 2020, que analisaram estudos sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de demência, sobretudo Alzheimer.

consumo excessivo de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e a alimentação pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidadediabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

Estes fatores, segundo os especialistas, precisam ser evitados com medidas sociais e educacionais para melhorar a vida destes grupos. “Essas ações requerem programas de saúde pública e intervenções individualizadas, concluíram os pesquisadores da University College London e da University of Plymouth, ambas no Reino Unido, que assinaram o trabalho.

Os autores concluíram que dois terços das intervenções mais promissoras se concentraram em mudanças de estilo para uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para doenças cardiovasculares, como pressão alta e níveis de colesterol.

As principais ações preventivas (por indivíduos ou autoridades públicas) apontadas pelas duas meta-análises incluíram:

  1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes
  2. Manter o peso em um nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25
  3. Obter o máximo de educação escolar possível a partir da infância
  4. Evitar traumatismo craniano (como concussões)
  5. Manter-se cognitivamente ativo com leituras e aprendendo coisas novas
  6. Evitar ou controlar a depressão
  7. Gerenciar o estresse
  8. Tratar a “hipotensão ortostática” (sensação recorrente de tontura ao se levantar)
  9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos
  10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e adotar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral vinculada à memória)
  11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica)
  12. Praticar exercícios físicos
  13. Gerenciar a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular)
  14. Comer alimentos com vitamina C ou tomar suplementos (frutas cítricas, como laranja e acerola; legumes, como cenoura, pimentão amarelo e pimentão vermelho, e verduras, como couve e brócolis)
  15. Reduzir a exposição à poluição do ar e ao fumo passivo do tabaco
  16. Evitar abuso de álcool
  17. Evitar o hábito de fumar
  18. Ter sono de boa qualidade
  19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa (isso não se aplica em casos de menopausa precoce ou perimenopausa)
  20. Evitar o uso de medicamentos para demência como prevenção
  21. Combater a pobreza e a discriminação racial
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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS DESCOBREM PROPRIEDADES DA CAMAPU PARA RECUPERAÇÃO DO ALZHEIMER E PARKINSON

A Camapu é o destaque deste domingo, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores descobriram que a fruta pode ser a grande vedete na recuperação de pessoas com Alzheimer e Parkinson. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e saber dos detalhes dessa incrível descoberta!

Descoberta fruta que ajuda na recuperação de Alzheimer e Parkinson

Pesquisadores do Pará descobriram que uma substância presente no talo do camapu, uma fruta típica brasileira, é capaz de ajudar na recuperação do Alzheimer e do Parkinson.

O camapu já era conhecido como uma planta medicinal para tratar doenças neurodegenerativas, diminuir o colesterol e fortalecer a imunidade. Agora os cientistas comprovaram que o camapu tem uma substância que ajuda a estimular a produção de novos neurônios no hipocampo, responsável pela nossa memória.

Por isso, ele acreditam que ela poderá ser usada para tratar as duas doenças: Alzheimer e Parkinson.

“A notícia é muito boa, principalmente pelo fato de esta substância estimular o crescimento neuronal na área do hipocampo. A gente está falando da criação de novos neurônios, algo que algum tempo atrás não se falava”, diz Milton Nascimento dos Santos, do Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônica da Universidade Federal do Pará.

Promessa para a medicina

Por enquanto, a pesquisa se limita a animais, mas os cientistas já pesquisam uma forma de viabilizar a produção de um medicamento fitoterápico, que será aplicado em humanos.

Um medicamento à base dela também pode ser usado para tratar pacientes com depressão grave, onde há perda neuronal.

Desde a descoberta, o camapu tem sido uma nova promessa para a medicina, no tratamento de doenças neurodegenerativas.

Os primeiros testes aconteceram em ratos e agora iniciam-se os testes clínicos e de produção em larga escala.

Outro desafio dos cientistas é encontrar uma forma de melhorar a produção do camapu.

“A substância pode ser uma maravilha, mas se só é produzida pela planta uma vez por ano, a produção de fitoterápicos ficaria inviável”, diz Milton.

E nós ficamos na torcida para que a equipe de cientistas consiga driblar logo esse desafio e trazer logo novidades sobre o novo medicamento!

Com informações de GreenMe

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS: A TERAPIA QUÂNTICA MELHORA AQUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE COM ELA

A ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA E A TERAPIA QUÂNTICA

Dth. Miguel Galli
Terapeuta

Existe uma intenção muito séria por trás da brincadeira do desafio do balde de água e gelo disseminada pelo mundo todo, principalmente entre celebridades, há exatamente um ano atrás.

Foi uma forma de alerta e arrecadação de recursos para pesquisas e tratamento de uma doença sem cura, a “ELA” – Esclerose Lateral Amiotrófica, criada pela ALS Association.

Ao destruir os neurônios ligados à coordenação motora a pessoa perde lentamente e de forma irreversível os movimentos das mãos e pernas, ocorre atrofia e fraqueza muscular generalizada. Suas consequências na deglutição e fala, visão, paladar, olfato, audição, tato e raciocínio intelectual não são afetados. A morte acontece por danos causados aos músculos responsáveis pela respiração. De causa ainda desconhecida, é a doença do cientista Stephen Hawking.

Além das recentes evidências da grande influência epigenética no surgimento de todas as doenças, estudos atuais ligam o glutamato monossódico ao agravamento de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, Parkinson, autismo, esclerose múltipla, derrames cerebrais e, notadamente, a própria ELA. O glutamato é um aminoácido simples que existe no organismo e age como neurotransmissor, facilitando a comunicação de neurônio para neurônio. Entretanto, o excesso está por trás do agravamento e, talvez, do surgimento de diversos males. Ele é mais encontrado no cérebro e acredita-se ter papel fundamental no desenvolvimento da ELA, devido ao efeito neurotóxico sobre os neurônios motores!

O organismo produz a quantidade correta do glutamato natural distribuído nos músculos, cérebro, rins, fígado e em outros órgãos e tecidos. Entretanto, nós excedemos esta quantidade diariamente!

O Glutamato Monossódico (MSG) é muito utilizado na indústria alimentícia, mas quando absorvido em quantidades excessivas, pode ocasionar, em curto prazo, hiperatividade, cefaleia, dor torácica, tonteira e palpitações.

O excesso no cérebro mata certos neurônios, por permitir demasiado fluxo de cálcio para dentro dessas células. Injeções de glutamato em animais de laboratório também resultaram em danos irreversíveis às células cerebrais específicas.

Acumulamos o MSG no organismo quando consumimos cubos de caldos, pozinhos ou envelopinhos de temperos alimentares, ou mesmo em sua forma pura, como aditivo para realçar sabores em produto de nome comercial popular. A grande maioria dos alimentos industrializados contém o aminoácido, como frios, empanados de frangos, salgadinhos de todos os tipos, embutidos, salsichas, molho de tomate, ketchup, entre outros. Diante destes estudos sérios e conclusivos fica o alerta para que rótulos sejam lidos com cuidado e atenção. Sempre!

Os medicamentos alopáticos disponíveis para tratar a doença são poucos, e geralmente só retardam o agravamento do quadro.

Acompanhamos uma paciente com ELA, sexo feminino, 60 anos de idade, que fez uso por cinco meses da Terapia Frequencial Floral. Algo inusitado ocorreu neste caso, pois no segundo exame idirológico, o arco senil, completo e bem definido no exame inicial, desapareceu! O protocolo utilizado foi: Quellanthus (15 gotas manhã e noite), Diátese IV, Mentalis e Oxyflower (15 gotas manhã e noite), carvão vegetal ativado 200 mg (10 dias). Além disso, Envolucron Gel (duas gotas “gordas” na região do abdômen e fricções após o banho, repetindo-se sempre o mesmo procedimento diariamente).

O reequilíbrio energético promovido pelos Frequenciais Florais trouxe melhora à qualidade de vida da paciente com ELA. Como pudemos perceber na prática, a Terapia Frequencial Floral ofereceu respostas efetivas na harmonização do organismo como um todo. Vários amigos médicos e terapeutas têm relatos documentados de uso dos florais vibracionais, mas neste caso em especial, relatei o procedimento adotado para que todos de fato saibam que podemos melhorar a qualidade de vida e promover o equilíbrio energético e emocional com esta abordagem ou, devolver o bem-estar e o sorriso ao rosto de quem já não acreditava em mais nada e ninguém!

Fonte: Revista Saúde Quântica

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BOAS NOTÍCIAS: NOVO TRATAMENTO CONTRA CÂNCER DE MAMA MULTIPLICA POR 6 VELOCIDADE DE REGRESSÃO DO TUMOR

Um novo tratamento contra o câncer de mama que pode fazê-lo regredir 6 vezes mais rápido é o destaque de hoje, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. O composto que pode ajudar na regressão do câncer de mama foi descoberto por pesquisadores da USP. O trabalho foi publicado na revista científica Science Signaling e inclui o uso de droga identificada que enfraquece as células tumorais. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa notícia maravilhosa!

Tratamento pode fazer câncer de mama regredir 6 vezes mais rápido

Pesquisadores da USP descobriram um composto que pode ajudar na regressão do câncer de mama. O tratamento consegue acelerar em até seis vezes a regressão do tumor, mesmo nos tipos mais agressivos.

O processo inclui uma etapa antes da quimioterapia, com o uso de droga identificada que enfraquece as células tumorais. O trabalho foi publicado na revista científica Science Signaling.

Além de pesquisadores da USP, especialistas de Harvard, nos Estados Unidos, contribuíram com o estudo.

Metabolismo celular

Um dos autores da pesquisa, Vinícius Guimarães Ferreira, disse que a resposta para os bons resultados está no metabolismo celular.

“Nós levantamos 192 compostos, que estavam em uma biblioteca de compostos, de drogas, do laboratório. A gente já sabia onde esses compostos iam operar no metabolismo da célula. Testamos para verificar qual deles atingia a célula especificamente do triplo-negativo”, disse.

Triplo-negativo é como se chama o tipo mais severo de câncer de mama.

Em Harvard, Vinícius teve a supervisão e contribuição do professor Anthony Letai, especialista na avaliação de mecanismos que levam as células tumorais à morte.

De acordo com os pesquisadores, quando o tratamento contra o tumor é mais eficiente, o paciente tem menores chances de efeitos colaterais causados pelos medicamentos.

“É como se fosse um barranco, você empurra a célula perto do barranco para entrar o quimioterápico e dar aquele último empurrão”, comparou Vinícius.

Molécula ideal

A primeira parte do estudo analisou os compostos disponíveis para encontrar a molécula ideal. “No final, a gente encontrou alguns que eram os mais promissores e fomos para o modelo animal”, indicou o pesquisador. As drogas que deixaram os tumores mais vulneráveis foram testadas em camundongos com câncer de mama.

Os testes duraram 21 dias e mostraram resultados muito animadores. A resposta foi que usando apenas medicamentos quimioterápico, houve regressão de 10%. No tratamento combinado, o tumor diminuiu 60%. “A terapia foi 500% mais eficaz.”

Os pesquisadores destacam que, conforme dados da Sociedade Americana de Câncer, o câncer de mama triplo-negativo é responsável por cerca de 10% a 15% dos cânceres de mama e é mais comum em mulheres com menos de 40 anos. É um tipo de câncer que cresce mais rápido, com opções limitadas de tratamento.

E além dessa pesquisa, outros cientistas da USP descobriram que o zika vírus é capaz de matar tumores cerebrais. Para ajudar tornar o tratamento acessível para a população, estamos com uma campanha de arrecadação online. Acesse o Só Vaquinha Boa e contribua!

Com informações de R7

Fonte: Só Notícia Boa

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TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS PARA TRATAMENTO DA COVID-19 VEM REGISTRANDO QUEDA NO RN

Com ocupação de 72,3% dos leitos, RN só tem dois hospitais totalmente lotados

Heilysmar Lima

 Atualizado em:

Foto: Divulgação / Sesap-RN

A taxa de ocupação de leitos forçados para tratamento da covid-19 vem registrando queda no Rio Grande do Norte. Na tarde desta sexta-feira (25), às 14h45, o índice era de 72,3% em todo o estado. A região Oeste tinha a maior ocupação com 82%.

No Seridó, 77,5% dos leitos estavam utilizados. Já na Região Metropolitana de Natal, uma taxa era de 67,3%, a menor do RN no momento da consulta à plataforma Regula RN.

Os números refletiam no número de hospitais operando com uma capacidade máxima. Das 26 unidades hospitalares produzidas no site, apenas duas estavam com 100% de ocupação. Em períodos mais básicos da pandemia, esse número chegou a ser superior a 20.

Os hospitais completamente lotados eram o Hospital Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, e o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), em Natal. Outros quatro estavam com mais de 90% dos leitos usados: Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade (Pau dos Ferros); Hospital Regional Dr. Tarcísio de Vasconcelos Maia (Mossoró), Hospital de Campanha de Natal e Hospital São Luiz (Mossoró).

Dos 428 leitos abandonados no Rio Grande do Norte, 295 estavam ocupados, outros 20 estavam bloqueados e 113 estavam disponíveis. A fila de espera para essas vagas era de apenas quatro pessoas, todas as concentradas na Central Metropolitana de Regulação. Já dos leitos clínicos, 189 estavam ocupados e 33 bloqueados, com 232 leitos disponíveis sendo a maioria.

Nesta sexta-feira (25), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte chegou a 334.077 casos confirmados e 6.706 óbitos provocados pela doença.

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BOAS NOTÍCIAS: FDA APROVA NOVO TRATAMENTO PARA ALZHEIMER DEPOIS DE QUASE 20 ANOS

Há algum tempo não tínhamos novidades sobre novos tratamentos contra o Alzeheimer e já estávamos preocupados. Mas nesta semana recebemos uma boa notícia vinda dos Estados Unidos. A FDA acaba de aprovar novo tratamento para pessoas com Alzeheimer. O primeiro liberado nos últimos 18 anos. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes sobre esse novo tratamento.

Alzheimer: FDA aprova novo tratamento, o primeiro em 20 anos

Esperança contra o Alzheimer. A FDA, agência que regulamenta remédios nos Estados Unidos, acaba de aprovar um novo tratamento para pessoas com Alzheimer. É o primeiro liberado nos últimos 18 anos.

A aprovação foi nesta segunda, 7. A droga é a aducanumab – nome comercial Aduhelm. Ela é fabricada pela Biogen, informou o The New York Times.

O tratamento é feito por uma infusão intravenosa mensal para desacelerar o declínio cognitivo em pessoas nos estágios iniciais da doença, com problemas leves de memória e raciocínio.

Ele acata o processo da doença de Alzheimer, em vez de apenas tratar os sintomas da demência.

A aprovação aconteceu após pressão de grupos de defesa de pacientes. Eles alegam que há poucos tratamentos disponíveis e outros medicamentos em testes clínicos, embora mais promissores, vão demorar de três a quatro anos para serem aprovados.

Como o remédio age

O aducanumabe, um anticorpo monoclonal, tem como alvo uma proteína, amiloide, que se aglomera em placas no cérebro de pacientes com Alzheimer e é considerado um biomarcador da doença.

Uma coisa em que os críticos e os defensores da aprovação concordam é que a droga reduz substancialmente os níveis de amiloide, e o F.D.A. disse que o efeito do medicamento em um biomarcador o qualificou para o programa de aprovação acelerada.

Os defensores da aprovação também disseram que é possível que a eliminação da amiloide no início possa ajudar a controlar a doença no futuro, proporcionando benefícios adicionais além do declínio inicial ligeiramente atrasado.

Remédio caro

A empresa ainda não anunciou um preço, mas ele pode ficar na faixa de US $ 10 mil (R$ 50 mil)  a US $ 50 mil (R$ 250 mil) por paciente por ano, projetam analistas de Wall Street.

Ou seja, será um remédio caro, que pouca gente terá acesso num primeiro momento.

Nos EUA, a maioria dos custos deve sobre o programa Parte B do Medicare, que ainda não disse como cobrirá o medicamento e seus custos associados.

Controvérsias sobre a eficácia

Como os ensaios clínicos do medicamento forneceram evidências incompletas para demonstrar a eficácia, o F.D.A. concedeu a aprovação com a condição de que o fabricante, Biogen, conduza um novo ensaio clínico.

Até lá, o medicamento estará disponível para os pacientes, informou a agência norte-americana.

Se o estudo da Fase 4 não provar que o medicamento é eficaz, o F.D.A. poderá rescindir sua aprovação.

“Existem tão poucas evidências de eficácia”, disse o Dr. Lon Schneider, diretor do California Alzheimer’s Disease Center da University of Southern California e um dos muitos pesquisadores locais que ajudaram a conduzir um dos testes de aducanumabe. Ele acrescentou: “Não sei o que chamou a atenção do F.D.A. aqui.”

Já o Dr. Stephen Salloway, que participou dos estudos disse que embora entenda as preocupações sobre os dados, “a totalidade das evidências favorece a aprovação, e F.D.A. a aprovação abrirá a porta para uma nova era de tratamento para a doença de Alzheimer, na qual podemos construir. ”

Efeitos colaterais

Os riscos com aducanumab envolvem inchaço ou sangramento cerebral experimentado por cerca de 40 por cento dos participantes do ensaio de Fase 3 que receberam a dose alta.

A maioria era assintomática ou tinha dores de cabeça, tonturas ou náuseas. Esses efeitos levaram 6% dos usuários de altas doses a interromper o tratamento. Nenhum participante da Fase 3 morreu dos efeitos, mas um participante do ensaio de segurança sim.

Família aprovou

Henry Magendantz (foto acima) é um paciente no ensaio com aducanumabe. Ele tem recebido as infusões desde 2014.

A esposa, ao lado dele na foto, acredita que o medicamento desacelerou seu declínio o suficiente para permitir que ele ajudasse a escolher uma unidade de vida assistida, onde mora agora.

Vendas do remédio

A Biogen espera lançar o medicamento rapidamente, com mais de 600 locais dos EUA que devem administrá-lo.

Cerca de seis milhões de pessoas nos Estados Unidos e cerca de 30 milhões em todo o mundo têm Alzheimer, um número que deve dobrar até 2050.

Atualmente, cinco medicamentos aprovados nos Estados Unidos podem atrasar o declínio cognitivo por vários meses em vários estágios de Alzheimer.

Com informações do The New York Times

Fonte: Só Notícia Boa

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HOSPITAL ZONA SUL DE NATAL ESTÁ OBTENDO EXCELENTES RESULTADOS NO TRATAMENTO DA COVID-19

Hospital de Campanha Zona Sul ultrapassa a marca de 100 altas médicas

07 jun 2021

Prefeitura abre mais um Hospital exclusivo para pacientes com Covid-19

Com uma abordagem clínica diferenciada em relação aos pacientes que recebe para o tratamento da Covid-19, o Hospital de Campanha Natal Sul está obtendo excelentes resultados desde a sua inauguração. A unidade já contabiliza mais de 100 altas médicas e nenhum óbito ao longo de pouco mais de quatro meses e meio de funcionamento. De acordo com a direção médica do local, a abordagem terapêutica precoce, acompanhando as pessoas internadas de forma contínua para evitar o agravamento dos quadros e uma posterior intubação, ajuda a explicar o sucesso do tratamento oferecido no hospital.

O exemplo disso é a aposentada Júlia Moura, 89. Ela passou seis dias sob os cuidados da equipe do hospital e chegou com um quadro considerado grave, mas após todos os esforços recebeu alta nesta semana. “Ela chegou com insuficiência respiratória, saturando a 86% e fizemos um tratamento com o capacete Helmet, que permite uma ventilação mecânica não invasiva. É uma idosa com Alzheimer, diabetes e hipertensão, que esteve conosco do dia 22 ao dia 27 e hoje sai vitoriosa. Ficamos muito felizes”, afirma o diretor médico do Hospital de Campanha Natal Sul, Ediney Agra.

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, também celebra os resultados obtidos pela equipe do Hospital de Campanha Natal Sul. “Quando pensamos, estruturamos e inauguramos o Hospital, tínhamos a certeza de que essa estratégia iria alcançar ótimos resultados. É o que estamos vendo. Não registramos nenhum óbito nessa unidade e o índice de curados é acima da média. Tudo isso é fruto de um trabalho árduo de todos que fazem parte da rede de atendimento voltada ao enfrentamento da Covid-19. Vamos seguir nessa batalha para oferecer o melhor tratamento possível para os natalenses”, ressalta Álvaro.

O Hospital de Campanha Natal Sul opera com 41 leitos, sendo inicialmente 33 leitos de enfermaria clínica, quatro semi-intensivos, dois de estabilização e dois de admissão, tendo a possibilidade ter a sua capacidade ampliada para abrigar até 50 leitos. Outra terapia utilizada pela equipe da unidade que tem alcançado êxito é a do Capacete Helmet. A Secretaria Municipal de Saúde dotou o prédio com a estrutura necessária para oferecer esse tipo de abordagem e os resultados estão sendo positivos.

Na parte de recursos humanos, a equipe multidisciplinar da unidade conta com médicos plantonistas e intensivistas, 24 enfermeiros, 56 técnicos em enfermagem, fisioterapeuta, assistente social, psicóloga, farmacêutico, técnico em radiologia, servidores da parte administrativa e maqueiros.

Fonte: Política em Foco
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COMPORTAMENTO DE SENADORES NA CPI CAUSA REPÚDIO NO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

Conselho Federal de medicina repudia comportamento de senadores na CPI

Da CNN, em São Paulo
 Atualizado 03 de junho de 2021 às 12:03Conselho Federal de Medicina – Wikipédia, a enciclopédia livre

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nota de repúdio ao tratamento dado aos médicos por alguns senadores durante os depoimentos na CPI da Pandemia.

De acordo com o documento, “o CFM, em nome dos mais 530 mil médicos brasileiros, vem publicamente manifestar sua indignação quanto às manifestações que revelam ausência de civilidade e respeito no trato de senadores com relação a depoentes e convidados médicos no âmbito da comissão parlamentar de inquérito”.

E continua: “Os médicos brasileiros têm se desdobrado na linha de frente contra a Covid-19. Graças a eles e às equipes de saúde, milhões de pessoas conseguiram recuperar a sua saúde e hoje estão em casa com suas famílias e amigos. Essa atuação tem ocorrido com dedicação e empenho e, muitas vezes, sem condições de trabalho.”

Segundo consta o documento, médicos que estão na linha de frente no combate à pandemia buscaram o conselho para manifestar sua insatisfação com a postura de membros da CPI nas oitivas em que profissionais da medicina participam como convidados ou testemunhas.

“É com eles que o CFM se solidariza nessas críticas. A classe lamenta que esses médicos chamados a depor estejam sendo submetidos a situações de constrangimento e humilhação. Ao comparecer na CPI da Pandemia, qualquer depoente ou testemunha tem garantido seus direitos constitucionais, não sendo admissíveis ataques a sua honra e dignidade por meio de afirmações vexatórias.”

Fonte: CNN

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EM REUNIÃO DA DIRETORIA COLEGIADA, ANVISA APROVA EM USO EMERGENCIAL NOVO COQUETEL DE ANTICORPOS NO TRATAMENTO DA COVID-19

Anvisa aprova uso emergencial de novo coquetel de anticorpos contra Covid-19

Em abril, agência já havia permitido associação de outros anticorpos, produzidos pelas farmacêuticas Regeneron e Roche

Anna Satie, da CNN em São Paulo

 Atualizado 13 de maio de 2021 às 19:26

Tubo contendo anticorpos que podem ser usados em tratamento contra COVID-19

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quinta-feira (13), em reunião da diretoria colegiada, o uso emergencial de um novo coquetel de anticorpos no tratamento da Covid-19. É a associação do banlanivimabe e etesevimabe, produzidos pela farmacêutica Eli Lilly.

De acordo com o órgão, essas substâncias produzidas em laboratório são indicadas em casos leves e moderados da doença, em pessoas que tenham mais de 12 anos e pesem mais que 40 quilos, em terapia intravenosa.

“Esses pacientes devem apresentar ainda alto risco de progressão da doença para a forma grave ou que possa levar à necessidade de internação. A associação não deve ser usada em pacientes que já estejam hospitalizados com Covid-19 ou que necessitem de oxigênio ou ventilação mecânica”, orientou a Anvisa em comunicado, acrescentando que o coquetel não poderá ser adquirido em farmácias e que a autorização é apenas para uso hospitalar.

A agência indicou ainda que a inclusão do tratamento no SUS (Sistema Único de Saúde) depende da avaliação do Ministério da Saúde.

Esse é o segundo coquetel de anticorpos monoclonais aprovado pela agência. Em abril, o casirivimabe e o imdevimabe, das empresas Regeneron e Roche, receberam a mesma autorização. Esse tratamento, porém, é de alto custo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, um acordo da farmacêutica Regeneron com o governo norte-americano previa o fornecimento de 300 mil doses pelo valor mínimo de US$ 450 milhões, ou US$ 1.500 por dose (R$ 7.951). Caso fossem tratados apenas 70 mil pacientes, esse valor poderia chegar a US$ 6.500 por dose (R$ 34.458).

Esse é o terceiro medicamento aproado no Brasil contra a Covid-19. Além dos coquetéis de anticorpos monoclonais, a Anvisa aprovou em março o antiviral Remdesivir.

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BRUNO COVAS DECIDE SE LICENCIAR POR 30 DIAS DO CARGO DE PREFEITO PARA TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER

Com câncer, Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo

O vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB) assumirá a prefeitura da capital paulista após autorização da Câmara Municipal

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 02 de maio de 2021 às 18:54

Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito por 30 dias para tratar câncer | Jovem Pan

Com câncer no sistema digestivo, Bruno Covas (PSDB) irá se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo por 30 dias para realizar o tratamento contra a doença. A informação foi confirmada à CNN pelo vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Em nota, a prefeitura de São Paulo afirmou que o tucano precisará se dedicar integralmente ao tratamento de novos focos da doença, o que “não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”.  O ofício com o pedido de afastamento será enviado nesta segunda-feira (3).

Para a mudança da chefia da capital, é preciso que seja aprovado um projeto de lei na Câmara Municipal de São Paulo. Ricardo Nunes afirmou que enviará ao presidente da Casa, Milton Leite (DEM), o pedido para que a licença de 30 dias de Covas seja a partir de terça-feira (4).

O presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM), informou que assim que notificado dará publicidade ao pedido de licença médica e comunicará o vice-prefeito que passa a responder pelo comando da cidade. Segundo Leite, o processo é meramente formal, não havendo necessidade de qualquer tipo de aprovação pela Casa.

Nunes disse que conversou com o prefeito Bruno Covas, que informou estar seguindo uma orientação médica para que fique em repouso.

Tratamento e internação

Na última terça-feira (27), Bruno Covas, que tem 40 anos, recebeu alta hospitalar após internação no hospital Sírio-Libanês. Segundo o boletim médico, ele recebeu tratamento quimioterápico e imunoterápico, ambos “bem tolerados”.

Com a liberação do hospital, Covas prossegue com aplicações dos tratamentos com duração de 48 horas a cada duas semanas, informou o boletim.

Em post feito no Instagram, Bruno Covas publicou o boletim médico de sua alta. “Partiu casa! Mais uma vitória entre muitas batalhas. Agradeço a todos pelas rezas, orações e pensamentos positivos. O tratamento continua. O carinho e força que recebi durante todos esses dias são essenciais para continuar lutando e acreditando”, escreveu na publicação.

Quando foi internado pela última vez, a equipe médica encontrou novos pontos de câncer em Covas, que desde 2019 foi diagnosticado com a doença no trato digestivo. No dia 21 de abril, os médicos informaram que o prefeito apresentou também acúmulo de líquidos nos pulmões e no fígado.

No dia 16 de abril, o prefeito também usou as redes sociais para comentar o boletim médico em que foi revelado que ele apresenta novos pontos de câncer no fígado e nos ossos.

“Abaixar a cabeça!? De jeito nenhum. Vou seguir lutando. Ainda tenho muito trabalho a fazer. Obrigado a todos pelo carinho de sempre. Rezas, orações, pensamentos positivos que recebo de todos os cantos me fazem mais forte nessa batalha. #forçafocoefé”, escreveu Covas, no Instagram.

Fonte: R7

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IDOSA COM 100 ANOS DE IDADE ENTROU PARA A LISTA DE POTIGUARES QUE VENCERAM A COVID-19 NO ESTADO

Idosa de 100 anos vence a covid-19 e recebe alta após tratamento em hospital do RN

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Beatriz Lima elevada no último domingo (11) | Foto: Divulgação / Sesap

Com 100 anos de idade, a paciente Beatriz de Lima entrou para uma lista de potiguares que conseguiram vencer a covid-19. A idosa elevada alta no último domingo (11) após período de internação e tratamento no Hospital João Machado, localizado em Natal.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), a família relacionada à direção do hospital que Beatriz, atendimento qualificado durante os dias que permaneceu na unidade e que conta a história dela é uma forma de esperança para quem está em tratamento da doença.

Para Leidiane Queiroz, diretora geral do Hospital João Machado, “uma equipe se orgulha do crescimento tecnológico e assistencial da instituição no último ano, um fim de melhor atender uma população. As melhorias são coletadas em todos os setores. É um investimento duradouro e que ficará de legado para uma rede hospitalar estadual ”.

Referência em assistência psiquiátrica em todo o Rio Grande do Norte, desde abril do ano passado o Hospital João Machado, em Natal, também vem atuando como um grande reforço no combate à pandemia da covid-19. Atualmente, a unidade hospitalar conta com 45 leitos de ITU e 15 leitos exclusivos para tratamento da doença.

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ASSOCIAÇÃO QUESTIONA MÉDICO SOBRE TRATAMENTO PRECOCECOM USO DE IVERMECTINA EM DETENTOS DE ALCAÇUZ

Médico de Alcaçuz que recomendou protocolo de medicamentos e disse que não perdeu nenhum detento para o COVID é questionado por associação

 SAÚDE


Foto: reprodução

Depois das declarações do médico Lionaldo Duarte, clínico da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, de que utiliza ivermectina para tratar precocemente covid-19 entre os presos, a Rede Potiguar de Apoio à Pessoa Privada de Liberdade Egressa e Familiares do Sistema Penitenciário (Raesp) solicitou, por escrito, uma posição do titular da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), Pedro Florêncio Filho, sobre a compra e uso de medicação sem comprovação científica para experimentação biomédica entre os detentos, sem conhecimento da Secretaria.

“O médico chegou a colocar durante a entrevista que Alcaçuz foi um ‘case’ de sucesso. Com isso ele vai inferir que, se lá dentro fez o teste e ninguém morreu, quer dizer que, aqui fora, todo mundo pode tomar. Mas, sabemos que a Organização Mundial da Saúde, a Associação Nacional de Infectologia e a de Farmacologia proibiu o uso de ivermectina como tratamento profilático para covid-19”, denuncia Francisco Augusto Cruz Araújo, Coordenador Geral da Raesp/RN.

Ao longo da entrevista, concedida a uma rádio de Natal, o médico que atua em Alcaçuz também afirmou ter autorização para realizar a “pesquisa” entre os presos com a administração do remédio, normalmente, utilizado no tratamento de piolho e pano branco, para prevenir e tratar a covid-19.

Diante da afirmação, o Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio Grande do Norte – CEPCT/RN também questionou em ofício a Seap, o prefeito de Nísia Floresta, Daniel Gurgel, e a Secretária Municipal de Saúde de Nísia, Lidiane Rodrigues, sobre qual o protocolo médico autorizado no presídio. O Comitê também pediu a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do médico:

É muito grave a utilização de presos para experimento científico porque eles não são ratos de laboratório. São pessoas que cometeram crimes, foram julgados pela justiça e estão cumprindo suas penas. Existe um protocolo próprio para realização de pesquisas dentro de espaços prisionais. Como a população prisional é extremamente estigmatizada, tanto faz para a sociedade de uma maneira geral que sejam feitos testes nessa população, que essas pessoas sofram riscos, o que aumenta o risco de adoecimento nos espaços prisionais”, adverte Francisco Augusto.

No Rio Grande do Norte, não foi registrado nenhum óbito por covid-19 dentre as mais de oito mil pessoas presas, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e o Monitoramento realizado pelo Conselho Nacional de Justiça.

“A Seap tem um setor específico para receber pedidos de realização de pesquisas. O que o médico fez passa longe de pesquisa científica, é um experimento próprio de uma convicção que ele tem a partir de sua concepção ideológica. Esse é o problema! Porque como o médico é o profissional autorizado para determinar o tratamento na prisão, ele utiliza seu viés ideológico para implementar o protocolo a uma população que não pode recusar. Aqui fora, posso dizer: não, não quero! Aí fica a questão, até onde vai o poder que o médico tem? A Seap, provavelmente, não tem conhecimento desse tipo de experimento, nem é recomendação da Secretaria fazê-lo”, alerta o Coordenador Geral da Raesp/RN.

Além de pedir um posicionamento oficial sobre a questão, a Raesp também vai enviar um ofício ao Ministério Público Federal solicitando que a entrevista seja analisada para verificação de algum tipo de conduta irregular

“É uma violação à dignidade humana, temos visto as consequências do uso de remédios para tratar covid-19 onde os pacientes têm apresentado graves sequelas”, critica Francisco Augusto, numa referência aos pacientes que tiveram complicações depois do uso do “kit covid” para tratamento precoce da covid-19. Alguns pacientes entraram para lista de transplante por comprometimento de órgãos danificados pelo excesso de medicamentos.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: NOVOS LEITOS PARA TRATAMENTO DA COVID-19 SERÃO ABERTOS NA MATERNIDADE DE FELIPE CAMARÃO

Natal vai abrir mais um hospital de campanha para tratamento da covid-19

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Leitos serão instalados na maternidade Felipe Camarão, zona oeste de Natal | Foto: Internet

A Prefeitura do Natal anunciou a abertura de mais um Hospital de Campanha, com 20 novos leitos, para tratar pacientes com a covid-19. A unidade será instalada na zona oeste da capaital. A decisão foi tomada pelo prefeito Álvaro Dias após reunião com o comitê científico de Natal, realizada na terça-feira (16).⁣

De acordo com o Município, o hospital de campanha irá funcionar na Maternidade Felipe Camarão, zona oeste da capital. O prédio construído pelo município será dotado de 20 leitos de enfermaria e tem previsão para entrar em funcionamento até a próxima semana.⁣

“Este Hospital Felipe Camarão vem para somar na estrutura de combate à pandemia. Vai funcionar numa maternidade que estava fechada e nós iríamos reabrir. Assim podemos receber os doentes em fase clínica onde é possível dar uma assistência global antes do agravamento do paciente”, declarou o prefeito ⁣

Com essa nova unidade e outras que estão sendo montadas, a prefeitura prevê total de 310 leitos clínicos e 74 UTIs em Natal.

Fonte: Portal da Tropical_ Notícias

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ITÁLIA CONVERTE TREM EM UTI PARA ALIVIAR HOSPITAIS NO TRATAMENTO DA COVID-19

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BOAS NOTÍCIAS: CÂNCER DE PÂNCREAS JÁ TEM TRATAMENTO EFICAZ

Nesta sexta-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS temos um avanço da ciência e da medicina importantíssimo. médicos cirurgiões brasileiros do hospital Vila Nova Star, em São Paulo realizaram procedimento pioneiro no tratamento do câncer de pâncreas, conhecido por eletroporação irreversível com a Nanoknife, tecnologia que usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor . Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer esse novíssimo tratamento que pode salvar milhares de vida por ano!

Hospital realiza tratamento inovador para câncer de pâncreas

Tecnologia inédita no Brasil usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor, matando as células cancerígenas

atualizado 01/03/2021 17:06

Uma mulher de 55 anos foi a primeira paciente brasileira a se submeter a um novo tratamento contra o câncer de pâncreas. O procedimento de eletroporação irreversível com a Nanoknife foi realizado neste domingo (28/2), no hospital Vila Nova Star, em São Paulo. De acordo com especialistas, o tratamento é mais seguro, menos invasivo e com maior chance de sucesso oncológico que alternativas anteriores.O procedimento foi realizado pelo intervencionista oncológico Luiz Tenório Siqueira e pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo. De acordo com os médicos, a tecnologia usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor, matando as células cancerígenas. “Com esse novo equipamento, pacientes com câncer de pâncreas ganham uma nova alternativa nesse tratamento tão difícil”, detalha o especialista.O equipamento utiliza uma técnica de ablação moderna, algo como uma cauterização. São usados eletrodos paralelos, posicionados lateralmente ao tumor que, quando aplicada uma tensão definida, transferem ondas de alta voltagem de um lado para o outro, criando nanoporos permanentes na membrana celular. O processo interrompe a homeostase, criando um efeito que leva à morte a célula cancerígena.

“A ablação já era utilizada para combater outros cânceres, como pulmão, rins e fígado. Entretanto, as tecnologias predecessoras não permitiam o uso em tumor de pâncreas, pois geravam calor ou frio, o que machucava os órgãos e vasos ao redor do pâncreas. A Nanoknife não altera a temperatura, o que permite a realização em tumores de pâncreas”, esclarece Luiz Tenório.

O especialista explica que a incorporação da nova tecnologia oferece melhores perspectivas, principalmente aos pacientes que já apresentam o tumor em estado localmente avançado. Segundo ele, o câncer de pâncreas é um dos mais agressivos e apresenta uma alta taxa de mortalidade em cinco anos. Estima-se que apenas cerca 20% dos casos são diagnosticados no estágio inicial e, desta forma, passíveis de cirurgia.

A falta de sintomas na fase inicial do câncer de pâncreas resulta, na maioria dos casos, em diagnóstico tardio, o que reduz ainda mais a chance de cura. “Até então, a ressecção de tumores que invadiam importantes artérias do abdome era difícil ou mesmo impossível de ser realizada”, observa o radiologista. “E, geralmente, a expectativa de vida desse paciente é baixa. Agora, podemos melhorar esse cenário”.

Diminuição de riscos

Tenório detalha ainda que os tratamentos cirúrgicos anteriores, além de oferecerem maior risco à vida do paciente — pois havia chance de afetar estruturas vitais, como vasos que nutrem o fígado e intestino — poderiam não retirar o tumor completamente.

Claudia Meirelles, que há seis meses vinha realizando rádio e quimioterapia neoadjuvantes, era um exemplo de caso em que seria complicado ressecar completamente o tumor sem esse avanço tecnológico, de acordo com os médicos.

“Agora temos um procedimento cirúrgico mais seguro, menos invasivo e com maior chance de sucesso oncológico. Dependendo do caso, não é preciso abrir a barriga, pode-se fazer guiado por imagem de forma minimamente invasiva e o paciente recebe alta no dia seguinte”, justifica Luiz Tenório Siqueira.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes causadas pela doença. Por ano, mais de 11 mil pessoas morrem no país devido à doença. Raro antes dos 30 anos, torna-se mais comum a partir dos 60 e tem maior incidência entre os homens.

Fonte: Metrópoles

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REFLEXÃO: ACREDITE! VOCÊ PODE SE LIVRAR DA DEPENDÊNCIA DOS REMÉDIOS!

Apesar de o texto postado hoje, aqui na coluna REFLEXÃO ser, praticamente, na 1ª pessoa e um tanto marketeiro, promovendo a terapeuta  Carla Marçal, decidi publicá-lo, pois identifiquei-me bastante, já que se coaduna com o meu pensamento e a minha postura no que tange a ao fim da dependência dos remédios controlados. As pessoas estão cada dia mais dependentes de médicos e remédios e isso precisa ser invertido. É absolutamente palpável. Elas só precisam sair da Zona de Conforto. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e entender que não só pode como deve deixar essa dependência de lado!

O papel das terapias no fim da dependência dos remédios controlados

Remédios caindo da caixa
Robert Kneschke / Canva

Para algumas pessoas, remédios como o Rivotril são importantes para iniciar um tratamento, porque eles possibilitam que a pessoa viva até que ela seja capaz de viver sem eles

Infelizmente, porém, a maioria se torna dependente porque não conhece um caminho adequado para curar as feridas profundas da alma e veem os remédios como a única forma de acordar, viver e dormir.

Por isso é que as terapias tradicionais e alternativas são necessárias. Ao trabalhá-las em conjunto, podemos cuidar da mente do paciente e do seu espírito, fazendo a manutenção de dois dos três importantes pilares que sustentam a vida. Para ser feliz, afinal, é preciso encontrar o equilíbrio entre corpo, mente e alma!

Como eu, terapeuta, posso auxiliar nesse processo?

Converse: pergunte sobre a história do paciente, entenda quando começou a depressão, o que há por trás desse sentimento profundo de tristeza.

Pessoa segurando copo d'água com remédio do lado
Tinatin1 / Getty Images / Canva

Por meio disso você pode estudar mais a fundo a mudança de hábitos mentais e auxiliar o paciente a investir em pequenas ações que o farão ter mais autoconfiança, autonomia e autorresponsabilidade.

Você também pode sugerir o uso de florais, meditações, técnicas vibracionais, entre outras coisas que cuidem dele de dentro para fora.

Claro que nós não temos a solução para tudo de primeira e cada paciente é um caso diferente, mas com um bom diálogo e usando nossas ferramentas a nosso favor, mais pessoas serão curadas de suas dependências de remédios.

Com muito amor e dedicação, sempre dou total assistência e personalização em cada processo, para que o paciente sinta o cuidado de maneira integral!

Que tal marcarmos uma boa conversa para nos conhecermos melhor e você me contar um pouco sobre o que você pretende trazer nas sessões?

Carla Marçal
Escrito por Carla Marçal

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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OS 30 LEITOS NO HOSPITAL DOS PESCADORES NAS ROCAS SERÃO EXCLUSIVOS PARA O ATENDIMENTO DE PACIENTES DA COVID-19

Por G1 RN

 

Hospital dos Pescadores, no bairro das Rocas, será exclusivo para o atendimento de pacientes com Covid-19 — Foto: Alex RégisHospital dos Pescadores, no bairro das Rocas, será exclusivo para o atendimento de pacientes com Covid-19 — Foto: Alex Régis

A prefeitura de Natal anunciou nesta sexta-feira (26) que os 30 leitos de internação clínica do Hospital dos Pescadores, localizado no bairro das Rocas, serão destinados exclusivamente para pacientes com Covid-19. A medida foi tomada devido à atual situação da pandemia na capital potiguar. Todas as quatro Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) de Natal estão operando acima da capacidade de atendimento.

Segundo o comunicado da Secretaria Municipal de Saúde, o Hospesc passa a funcionar com porta regulada – os pacientes atendidos serão encaminhados através das UPAs de Natal. Ainda de acordo com a SMS, o perfil para internações clínicas é de pacientes com tratamento de casos leves da Covid-19.

A SMS registrou nas últimas duas semanas um aumento no número de pacientes provenientes das UPAs que precisam de internação.

UPAs continuam lotadas em Natal

“Abrimos 10 leitos de UTI no Hospital de Campanha, hoje contamos com 30 leitos de UTI na rede municipal, e agora reestruturamos o Hospesc com mais 30 leitos clínicos. Enquanto a vacinação ainda não está disponível para todos, pedimos para a população fazer a sua parte, evitando aglomerações, usando máscaras e mantendo a higienização das mãos”, disse o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

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CIÊNCIAS: A COQUELUXE DO MOMENTO NO COMBATE AO CORONAVÍRUS SE CHAMA ÓXIDO NÍTRICO

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quarta-feira, 24/02, publicamos um artigo sobre o Óxido Nítrico, um gás existente na natureza, mas também no nosso corpo. Infelizmente, logo aos 30 anos de idade nosso organismo começa a diminuir sensivelmente a produção desse gás extremamente importante para a manutenção da nossa saúde e bem estar. A ciência descobriu agora que esse composto é extremamente eficaz no combate ao COVID-19. Éo que você vai saber ao ler o artigo a seguir!

O aumento dos níveis de óxido nítrico natural nos pulmões é um possível tratamento para COVID-19, conclui o estudo

Os pesquisadores descobriram que uma forma eficaz de tratar o coronavírus por trás da epidemia de SARS de 2003 também atua no vírus que está no centro da pandemia de COVID-19 em andamento.

A substância em questão é o óxido nítrico, um composto com propriedades antivirais que é produzido naturalmente pelo próprio corpo.

“Até onde sabemos, o óxido nítrico é a única substância que demonstrou ter um efeito direto sobre o SARS-CoV-2 [o vírus por trás da atual pandemia]”, disse Åke Lundkvist, professor da Universidade de Uppsala, que liderou o estudo, publicado em Redox Biology.

Embora as vacinas existam para ajudar a evitar que as pessoas adoeçam, ainda não existe uma cura eficaz para as pessoas que contraem COVID-19.

A ênfase principal nos tratamentos testados tem sido o alívio dos sintomas. Isso pode encurtar as internações hospitalares e reduzir a mortalidade. Até o momento, entretanto, não foi possível provar que algum desses tratamentos afetou o vírus real por trás da infecção.

O óxido nítrico é um composto produzido no corpo. Suas funções incluem atuar como um hormônio no controle de vários órgãos. Ele regula, por exemplo, a tensão nos vasos sanguíneos e o fluxo sanguíneo entre e dentro dos órgãos. Na insuficiência pulmonar aguda, o óxido nítrico pode ser administrado como gás inalado, em baixas concentrações, para aumentar o nível de saturação de oxigênio no sangue.

Durante a epidemia de coronavírus SARS (síndrome respiratória aguda grave) de 2003, esta terapia foi testada com sucesso. Uma das principais razões para os resultados bem-sucedidos foi que a inflamação nos pulmões dos pacientes diminuiu. Essa propriedade do óxido nítrico – a proteção que ele oferece contra infecções, por ser antibacteriana e antiviral – é exatamente o que agora interessa aos pesquisadores.

Seu estudo se baseia em uma descoberta sobre o coronavírus que causou a primeira epidemia de SARS. Em 2003, o óxido nítrico liberado da S-Nitroso-N-acetilpenicilamina (SNAP) provou ter um efeito antiviral distinto.

Os pesquisadores da Universidade de Uppsala e do Instituto Karolinska investigaram agora como o novo coronavírus envolvido na pandemia atual, SARS CoV-2, reage ao composto. E o SNAP também demonstrou um claro efeito antiviral neste vírus – e um efeito que ficou mais forte à medida que a dose foi aumentada.

“A dosagem e o momento do início do tratamento provavelmente desempenham um papel importante no resultado e agora precisam ser explorados o mais rápido possível”, diz Åke Lundkvist.

O grupo de pesquisa agora planeja prosseguir investigando os efeitos antivirais do óxido nítrico emitido na forma de gás. Para isso, eles construirão um modelo em laboratório para simular com segurança uma forma concebível de terapia para os pacientes.

Fonte: Uppsala University

Fonte: Good News Network

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SAIBA COMO ESTÃO OS PACIENTES DO AMAZONAS QUE RECEBEM TRATAMENTO CONTRA COVID-19 EM NATAL

Como estão os pacientes do Amazonas que recebem tratamento contra a covid-19 no RN

Heilysmar Lima

 – Atualizado em: 

Foto: Robson Araújo

Devido ao caos instaurado na rede de Saúde do Amazonas, dezenas de pacientes com covid-19 foram transferidos para outras cidades do país. Natal foi um dos destinos. Atualmente, a capital potiguar tem três hospitais com pessoas vindas do estado do Norte. Neste domingo (31), as unidades informaram o estado de saúde deles.

No Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), 10 pacientes com covid-19 estão internados. De acordo com o boletim médico, três deles estão internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e os outros sete estão em enfermarias. “Há 1 paciente intubado, 7 em máscara com suporte de oxigênio e 2 com cateter nasal de oxigênio”, informou o hospital.

No caso do Hospital Giselda Trigueiro, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap-RN) comunicou que há quatro pacientes internados na unidade. Segundo a secretaria, todos estão em condições estáveis.

Já no Hospital de Campanha de Natal, o boletim mais recente divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde Natal aponta que são 17 paciente internados. Desses, 14 estão internados em enfermarias. Os outros três estão sob cuidados intensivos.

Nesse sábado (30), nove pacientes tiveram alta do Hospital de Campanha. De acordo com a prefeitura, as pessoas que receberem alta serão acolhidas na Associação Casa do Divino Mestre, mantida pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Neópolis. Ainda no sábado, 14 pacientes desembarcaram na Base Aérea de Natal para receberem cuidados contra a covid-19 em Natal.

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CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER

CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER
Woman holding senior woman's hand on bed

Donanemab é a mais nova vedete da grande farmacêutica Eli Lilly no combate ao Alzheimer apresentada como uma promessa real na redução do declínio da cognição, em testes clínicos de fase 2 em humanos. Um grande avanço para o tratamento da doença, capaz de reduzir significativamente o declínio clínico em 32% ao longo de 18 meses, visando um tipo de beta-amilóide conhecido como N3pG. O artigo a seguir vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre a matéria!

Novo tratamento de Alzheimer mostra uma promessa real na redução do declínio da cognição usando anticorpos em testes em humanos

A grande empresa farmacêutica Eli Lilly acaba de demonstrar a eficácia do seu medicamento para Alzheimer, donanemab, em testes clínicos de fase 2 em humanos.

Os resultados são um grande avanço para o tratamento de uma doença que atualmente afeta seis milhões de americanos, mas que quase não tem métodos de alívio.

O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de estruturas da proteína tau chamadas placas. Uma dessas placas, chamada beta-amilóide, é a principal culpada da doença neurodegenerativa.

O anticorpo experimental Donanemab foi mostrado em um ensaio com 272 pacientes com Alzheimer em estágio intermediário para reduzir significativamente o declínio clínico em 32% ao longo de 18 meses, visando um tipo de beta-amilóide conhecido como N3pG.

Vários marcadores, como cognição e melhor função cerebral, foram considerados positivos, embora outros não tenham mostrado melhora.

Os pacientes foram trocados de donanemab por um placebo depois que os níveis de beta-amilóide voltaram aos de uma pessoa saudável, um processo que levou apenas alguns meses em alguns participantes.

“Estamos extremamente satisfeitos com essas descobertas positivas para donanemab como uma terapia potencial para pessoas que vivem com a doença de Alzheimer, a única causa principal de morte sem um tratamento que retarda a progressão da doença”, disse  Mark Mintun, MD, vice-presidente de dor e neurodegeneração, Eli Lilly and Company.

Um efeito colateral de inchaço do cérebro, conhecido como ARIA-E, ocorreu em 27% dos pacientes tratados com donanemab, disse a empresa. No entanto, o Alzheimer não tem cura e é fatal, então geralmente esses efeitos colaterais são mais tolerados pelas regulamentações do FDA, uma vez que não há outras opções para os pacientes.

“A doença de Alzheimer é uniformemente fatal … Acho que esse perfil de segurança combinado com esse perfil de eficácia é algo que nos deixa entusiasmados”, disse Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly, à Reuters .

Um segundo ensaio com 500 participantes está sendo organizado com a esperança de que os efeitos possam ser replicados.

Fonte: Good News Network

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CHEGARAM A NATAL 12 PACIENTES TRANSFERIDOS DE MANAUS PARA TRATAMENTO DA COVID-19

Por Fernanda Zauli, G1 RN

 

10 pacientes de Manaus ficaram no Huol e dois foram para o Hospital Giselda Trigueiro, ambos em Natal — Foto: Assessoria HUOL/Divulgação10 pacientes de Manaus ficaram no Huol e dois foram para o Hospital Giselda Trigueiro, ambos em Natal — Foto: Assessoria HUOL/Divulgação

Doze pacientes transferidos de Manaus, no Amazonas, chegaram a Natal na madrugada desta segunda-feira (18). De acordo com a Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap), 10 pacientes foram encaminhados para o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e dois para o Hospital Giselda Trigueiro, referência em doenças infectocontagiosas.

A transferência acontece por causa do colapso na saúde do Amazonas, com hospitais lotados e sem oxigênio para os infectados com o coronavírus.

Os pacientes foram trazidos em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). O Rio Grande do Norte é o quarto estado, além do Distrito Federal, a receber pacientes transferidos do Amazonas.

Com a transferência para Natal, o número total de pessoas transferidas para outros estados chega a 77. Foram enviados 9 pacientes a Teresina (PI), 23 pacientes a São Luís (MA), 15 para Brasília (DF), 15 para João Pessoa (PB), além dos 15 para a capital potiguar.

De acordo com o Governo do RN, foram assegurados o apoio logístico de ambulâncias, reposição de oxigênio da aeronave para o seu retorno, além de hospedagem dos profissionais e insumos e medicamentos ao Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) para garantir uma assistência segura e eficaz, além da garantia dos cinco leitos no Hospital Giselda Trigueiro disponibilizados para o atendimento com toda estrutura necessária.

O governo informou ainda que, levando em consideração o alerta epidemiológico de registros de casos de uma nova variante da Covid-19 no Amazonas, a equipe de Vigilância Epidemiológica da Sesap e o Laboratório Central de Saúde Pública do RN (Lacen) se organizam para execução de ações que conduzirão o processo de sequenciamento genético das amostras dos pacientes que tiverem coletado RT-PCR no estado de origem.

“As equipes irão estabelecer o fluxo em parceria com o Laboratório de Virologia da UFRN, que mantém articulação com a Fiocruz, para o sequenciamento dessas amostras e identificação da Cepa do vírus SARS-CoV-2”, informou o governo.

Fonte: G1 RN
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SAÚDE: O PAÍS COM MAIOR ÍNDICE DE PESSOAS COM TRANSTORNO DE ANSIEDADE DO MUNDO É NO BRASIL

 

Brasil tem a maior taxa de ansiedade do mundo - A Crítica de Campo Grande Mobile

Ansiedade é o transtorno mais comum entre os brasileiros; sintomas pioraram na pandemia

É hora de dormir. O seu dia transcorreu normalmente. Ao deitar a cabeça no travesseiro, a sensação deveria ser de tranquilidade. Não há motivo nenhum para grandes preocupações. Mas você – que não tem nada – abre o olho no meio da madrugada. O coração dispara. Aí gera aquela confusão: essa falta de ar é porque eu estou com Covid?

Vem o medo de algo pior – fulminante. A pessoa acha que vai morrer nessa hora. Os sintomas são intensos e reais. Mas, na hora do exame, não estão mais lá. Essa dificuldade em descobrir o que está realmente acontecendo atrasa a busca por um tratamento adequado. E o problema só cresce.

Desde 2017, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo. Já eram quase 19 milhões de brasileiros com a qualidade de vida comprometida. E aí veio o coronavírus – que desencadeou transtornos mentais – e piorou a situação de quem já sofria com eles.

O Ministério da Saúde vem conduzindo uma pesquisa para avaliar a saúde mental dos brasileiros. A primeira etapa foi realizada nos meses de abril e maio. Mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil participaram do estudo. O resultado mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica.

Você vai ver nesta reportagem:

– Desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo.
– Entenda como o nosso organismo reage à ansiedade normal.
– Quando a ansiedade vira doença?
– Identificando as diferenças da ansiedade normal para a patológica.
– A pandemia do coronavírus desencadeou transtornos mentais e piorou a situação de quem já sofria com eles.
– O que é transtorno de ansiedade generalizada.
– Ansiedade é a terceira principal causa de afastamento do trabalho no Brasil.

No próximo domingo (13), a série ‘Parada obrigatória 1 – vencendo a ansiedade’, vai acompanhar brasileiros na busca por um tratamento eficaz. O que o SUS precisa fazer para atender a essa imensa multidão de ansiosos que hoje existem no Brasil? E os outros transtornos de ansiedade – como a síndrome do pânico e o estresse pós-traumático? Você vai descobrir em que casos a medicação se torna indispensável.

Fonte: G1
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ADUTORA DO MÉDIO OESTE RECEBE POR PARTE DA CAERN MELHORIAS NO TRATAMENTO DA ÁGUA

Caern faz melhorias no tratamento de água da adutora Médio Oeste

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Barragem Armando Ribeiro | Foto: cedida

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informou que iniciou nesta quarta-feira (26) a melhoria do tratamento de água para as cidades atendidas pela adutora Médio Oeste, essa semana. O objetivo é concluir as obras, no final de janeiro de 2021. Caso o inverno consolide-se aumentando a oferta de água na captação, o rodízio para as cidades de Campo Grande, Paraú, Janduís, Messias Targino e Patú não será mais necessário.

A Estação de Tratamento de Água (ETA), que fica próximo à cidade de Triunfo Potiguar, também atendida pela adutora, está recebendo um investimento de R$ 200 mil. O serviço está sob a responsabilidade da Unidade de Tecnologia em Tratamento de Águas e Efluentes da Gerência de Qualidade do Produto e Meio Ambiente (GQM).

 O serviço irá garantir o aumento de vazão de água, ou seja, a quantidade de água ofertada aos municípios aumentará, pois o processo de tratamento passará por modernização. Serão instalados dois novos filtros de tratamento, com quatro metros cada um, que reforçará o tratamento juntamente com outros quatro filtros já existentes. Dois Floco-decantadores, que ajudam no controle da turbidez, serão instalados. A melhoria na infra-estrutura da ETA também garantirá melhoria da qualidade da água ofertada aos moradores das cidades atendidas pela Médio Oeste.
Nos últimos anos, o sistema adutor Médio Oeste, teve dificuldades para abastecer sem rodízio as cidades atendidas, porque a captação esteve sempre com baixos índices de armazenamento de água. Localizada dentro da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a captação fica entre os municípios de Jucurutu e Triunfo Potiguar.
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JUIZ FEDERAL NEGOU PEDIDO DA CAMPANHA DE TRUMP CONTRA CONTAGEM DE VOTOS NA FILADÉLFIA

Juiz nega ação e diz que campanha de Trump recebe tratamento justo na Filadélfia

Da CNN, em São Paulo

Atualizado 05 de novembro de 2020 às 22.25

Juiz nega ação e diz que campanha de Trump recebe tratamento justo na Filadélfia | CNN Brasil

 

O juiz federal Paul Diamond, do distrito leste da Pensilvânia, negou um pedido da campanha do presidente Donald Trump contra a contagem de votos na Filadélfia.

Diamond, indicado durante o governo do republicano George W. Bush, pediu às autoridades locais da cidade que confirmassem se os dois partidos estavam sendo tratados corretamente em seus pedidos para acompanhar a contagem dos votos.

Ele também questionou o advogado representante da campanha, Jerome Marcus, se havia naquele momento observadores no local da contagem, no que recebeu uma resposta evasiva, mas que confirmava o acesso dos republicanos ao local.

“Há um número de pessoas, que não é zero, na sala”, disse Marcus.

Diante da resposta de que os dois partidos possuíam o mesmo número de pessoas observando a contagem, ele rejeitou as alegações da campanha de Trump. O magistrado ainda pontuou que considerava que o caso não deveria estar na Justiça Federal.

Fonte: CNN

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PESQUISA MOSTRA EFICÁCIA DE MEDICAMENTO NO TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA

 

Saiba o que existe de mais avançado no tratamento do câncer de mama

Conquistas mais recentes trazem medicamentos que agem diretamente na célula doente ou estimulam o sistema imune a atacar o câncer

Existem diferente tumores de câncer de mama, portanto há avanços  em tratamentos que comtemplam um tipo específico. O oncologista  NOAN PONDE do A.C CAMARGO CÂNCER CENTER, disse que durante um congresso Europeu houve grande avanço na eficácia do medicamento chamado Abemaciclib para tumores luminais na fase inicial quando não há metástase. Esse medicamento faz parte dos chamados inibidores de ciclina, impede a divisão e multiplicação das células cancerosas.

SAÚDE

Brenda Marques, do R7

 

Cada avanço no tratamento serve para um tipo específico de câncer de mama

Freepik

O câncer de mama não é uma doença única, existem diferentes tumores e, portanto, há tratamentos e avanços que contemplam um tipo específico dentre eles. As conquistas mais recentes são no âmbito da terapia-alvo, que age diretamente nas células cancerígenas sem afetar as que estão saudáveis e da imunoterapia, que estimula o próprio sistema imunológico a atacar o câncer.

Noam Ponde, oncologista clínico do A.C. Camargo Cancer Center, afirma que no mês passado, durante o Congresso Europeu, houve um grande avanço, com a apresentação de uma pesquisa que mostrou a eficácia de um medicamento chamado abemaciclib para tratar pacientes com tumores luminais -que têm receptores de estrógeno e progesterona – na fase inicial, quando não há metástase.

Esse tipo de tumor corresponde a mais de 70% dos cânceres de mama, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).

“Antes, eles eram usados só para pacientes com câncer metastático [quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo]. O estudo mostrou que quando esse remédio é usado por dois anos junto com a terapia endócrina aumenta a chance de cura para mulheres com alto risco de reaparecimento da doença”, explica.

O especialista explica que esse medicamento faz parte dos chamados inibidores de ciclina, um tipo de terapia-alvo que impede a divisão e multiplicação das células cancerosas.

Ainda em 2019, foram obtidas conquistas para tratar mulheres com câncer metastático do tipo HER2. Assim chamado em referência à proteína que ele expressa, esse tumor representa 20% dos cânceres de mama.

“Tivemos a aprovação de três drogas nos Estados Unidos: neratinib, tucatinib e trastuzumab-deruxtecan. Os três são terapia-alvo, mas de catecorias distintas”, detalha Ponde.

O oncologista esclarece que o último medicamento citado pertence à classe dos anticorpos monoclonais, que agem em um receptor específico da célula cancerígena, “É como um míssil teleguiado e joga dentro da célula a quimioterapia, então você consegue uma eficácia maior e toxicidade menor”, compara.

“Estudos mostraram que pacientes que já haviam feito outros tratamentos e receberam essas drogas apresentaram uma diminuição do tumor e, além disso, a doença ficou sob controle por um tempo mais longo do que o esperado”, destaca.

Também ano passado, o Brasil aprovou a primeira imunoterapia destinada para pacientes com câncer de mama no país, feita com um medicamento injetável chamado atezolizumabe.

O mecanismo de ação da imunoterapia consiste em “destravar” o sistema imune, que é bloqueado por alguns tipos de câncer. Essa liberação permite que as células de defesa do organismo reconheça e destrua o câncer, conforme descreve Ponde.

“O problema é que, com o fortalecimento do sistema imunológico, outras partes do corpo acabam sendo atacadas, como pulmão, pâncreas e glândula tireoide, então tem risco de hipotireoidismo”, explica.

Além disso, a abrangência da imunoterapia para o câncer de mama é muito limitada: seu uso está aprovado por órgãos reguladores só para pacientes que possuem câncer de mama triplo-negativo (que não possuem receptores hormanais nem a proteína HER2), metastático e a expressão de uma molécula chamada PDL-1, que impede o combate às células cancerosas.

“Existem dados promissores [sobre a eficácia para outros tipos de cânceres de mama], mas precisa de aprovação do FDA [Food and Drug Administration, a agência reguladora americana], que significa muita coisa no contexto de novos tratamentos”, frisa o oncologista.

‘Brasil está atrasado’

Questionado sobre o panorama brasileiro para o tratamento dos tumores de mama, o especialista enfatiza o atraso – na aprovação, comercialização, incorporação de novos medicamentos no SUS (Sistema Único de Saúde) e obrigatoriedade de cobertura por convênios.

“Uma caixa de abemaciclib custa R$ 18 mil por mês e os planos de saúde não são obrigados a pagar. Imagine a angústia de você receber o diagnóstico, ter o tratamento disponível, mas não poder pagar. Só consegue se processar o convênio, o que é absurdo”, ressalta

“Nesse momento está havendo uma consulta pública sobre a inclusão dos inibidores de ciclina no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde), o que tornaria a cobertura obrigatória”, informa.

A inclusão no SUS está ainda mais distante e, por enquanto, não passa de uma utopia. “Nesse momento nem se pensa nisso. Esse ano o SUS integrou uma droga chamada pertuzumabe que as pessoas já tomam há 9 anos para tratar o tumor do tipo HER2”, exemplifica.

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SAÚDE: O SUS ESTÁ MAIS ÁGIL PARA PACIENTES QUE PROCURAM ATENDIMENTOS PARA INÍCIO DO TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA, SEGUNO DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Outubro Rosa | Dados do Ministério da Saúde mostram que início do tratamento do câncer de mama para pacientes que procuram atendimento no SUS está mais ágil

Publicado em 18 minutos atrás

Em

Por Redação

O início do tratamento do câncer de mama para pacientes que procuram atendimento no SUS está mais ágil. Dados apresentados nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde de janeiro e julho de 2020 mostram que, em 99,57% dos casos atendidos, o tempo entre o diagnóstico e o tratamento do carcinoma in situ, estágio inicial do câncer de mama, foi de até 30 dias. No mesmo período de 2019, isso aconteceu em 99,16% dos casos.

Em 75,54% dos atendimentos, o tempo de até 60 dias entre o diagnóstico e o tratamento em todos os estágios do câncer de mama no SUS foi respeitado.

Ter o diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta a possibilidade de um tratamento menos agressivo e de cura da doença. Por isso, a campanha Outubro Rosa 2020 busca conscientizar as mulheres sobre a importância de ficar atenta para a prevenção e para os sinais da doença.

Foi após uma mamografia, ao fazer exames de rotina, que a bibliotecária Rosa Maria de Abreu, de 58 anos, descobriu o câncer de mama, em 2015. Ela passou por cirurgia, quimioterapia e hoje está curada.

“O fato de ter sido feito por meio de um exame preventivo, foi diagnosticado bem no início. É fundamental para gente ter acesso a tratamento. O diagnóstico preventivo antes de estar muito avançado é maravilhoso”, disse. “Façam o exame de toque que algumas podem detectar já bem no início alguma alteração na mama. Tudo tem que ser diagnosticado, que não tenham medo”, alertou.

O depoimento de Rosa Maria foi exibido durante o lançamento, pelo Ministério da Saúde, da campanha Outubro Rosa que é celebrada anualmente. Neste ano, o slogan é “Cuidado com as mamas, carinho com seu corpo”.

“A campanha do Outubro Rosa que vem na televisão, no seu trabalho, que você recebe um folheto, é muito importante pra ela lembrar de se olhar, se cuidar, porque a prevenção ainda é o melhor remédio”, avaliou Rosa Maria.

A cerimônia de lançamento da campanha contou com a presença da primeira-dama, Michelle Bolsonaro e da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Sintomas e Sinais

Entre os sintomas que podem ser um indicativo do câncer de mama estão o surgimento de caroço fixo e, geralmente, indolor, no seio. Essa é a principal manifestação da doença, presente em cerca de 90% dos casos, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Outros sinais são pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito, pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço e saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

Esses sinais e sintomas devem ser investigados por um médico para que seja avaliado o risco de ser câncer.

Fatores de risco

O câncer de mama não tem apenas uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco. Cerca de 4 em cada 5 casos ocorre após os 50 anos, de acordo com o Inca.

O sedentarismo, o consumo de bebidas alcoólicas, a obesidade e histórico familiar de câncer de mama e de ovário também aumentam o risco da doença.

Prevenção

De acordo com o Inca, cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como praticar atividade física, ter alimentação saudável, manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e amamentação.

Diagnóstico precoce

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais em grande parte dos casos. Para isso, é importante que as mulheres façam o autoexame que pode revelar pequenas alterações mamárias.

Em caso de permanecerem as alterações, elas devem procurar logo os serviços de saúde para uma avaliação.

Ministério da Saúde recomenda que, a cada dois anos, seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a mamografia de rastreamento, exame realizado mesmo quando não há sinais nem sintomas suspeitos.

“Fica uma observação: quanto mais cedo tratar, mais chance de curar, quanto mais cedo detectar, mais chance de tratar e de curar. É simples assim. O ministério recomenda que o rastreamento desse câncer, ele é muito forte entre 50 e 69 anos, é o ponto mais importante. Mas todas as outras idades também são importantes, desde a jovem mulher”, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Atendimento e  tratamento no SUS

O SUS oferta atenção integral à prevenção e ao tratamento do câncer de mama. O controle passa pelo diagnóstico precoce na Atenção Primária à Saúde e pelo rastreio mamográfico.

Mesmo com a Covid-19, o Sistema Único de Saúde (SUS) continuou com o atendimento e a oferta de tratamento às pacientes com câncer de mama. O SUS oferece cirurgias como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia e quimioterapia.

O Ministério da Saúde também conta com o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (PERSUS) que já implantou 24 aceleradores lineares, com um investimento de R$ 700 milhões. O objetivo do plano é ampliar e criar novos serviços de radioterapia em hospitais.

Prognóstico

estimativa do Instituto Nacional do Câncer, vinculado ao Ministério da Saúde, é que, em 2020, sejam registrados 66.280 novos casos de câncer de mama em mulheres no Brasil.

Fonte: Conexão Política

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ALEGANDO PROBLEMAS DE SAÚDE, PRIMEIRO-MINISTRO DO JAPÃO RENUNCIA O CARGO

 

Primeiro-ministro do Japão renuncia ao cargo por problema de saúde

Shinzo Abe sofre de uma doença intestinal inflamatória e decidiu deixar o governo para continuar o tratamento

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Shinzo Abe ocupava o cargo de primeiro-ministro desde 2012

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, renunciou nesta sexta-feira (28) ao cargo devido a problemas de saúde, encerrando um período à frente da terceira maior economia do mundo, durante o qual ele procurou retomar o crescimento, reforçar a defesa e impulsionar seu perfil global.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro pediu desculpa aos japoneses por não conseguir concluir o mandato e afirmou que não há uma data exata para deixar o cargo.

Abe tem lutado contra a doença colite ulcerosa há anos e duas visitas recentes ao hospital em uma semana levantaram questões sobre se ele poderia permanecer no cargo até o final de seu mandato, em setembro de 2021.

Shinzo Abe não queria causar problemas ao se demitir repentinamente, mas sua condição havia reaparecido e estava em risco de piorar, informou a agência de notícias Jiji.

A renúncia irá desencadear uma corrida pela liderança no Partido Liberal Democrático, e o vencedor deve ser formalmente eleito no parlamento. O novo líder do partido manterá o cargo pelo resto do mandato de Abe.

Quem quer que ganhe a votação do partido provavelmente manterá as políticas de Abe enquanto o Japão luta contra o impacto do novo coronavírus, mas pode ter problemas em repetir a longevidade política de Abe.

Longevidade no cargo

Na segunda-feira (24), Abe, que estava no cargo desde 2012, ultrapassou o recorde de mais longo mandato consecutivo como premiê estabelecido por seu tio-avô Eisaku Sato há meio século.

A renúncia de Abe também ocorre em meio a um ambiente geopolítico incerto, incluindo uma intensificação do confronto entre os Estados Unidos e a China e antes da eleição presidencial dos EUA em novembro.

 

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DESCOBERTA DE SUBSTÂNCIA QUE PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DA OBESIDADE É PATENTEADA POR PESQUISADORES DA UFRN

Por Ranniery Sousa, Inter TV Cabugi

 

Pesquisadores da UFRN patenteiam descoberta de substância que pode ajudar no tratamento da obesidade — Foto: ReproduçãoPesquisadores da UFRN patenteiam descoberta de substância que pode ajudar no tratamento da obesidade.

Da Floresta Amazônica vem a substância que pode ser a esperança para um novo tratamento contra a obesidade. Pesquisadores das Universidades Federais do Rio Grande do Norte e do Amazonas conseguiram extrair do Breu Branco, uma planta típica da floresta, o composto que está sendo testado para inibir a produção de gordura no organismo. A pesquisa já dura mais de sete anos e está na segunda etapa, com testes em animais.

Primeiro, os camundongos receberam dietas hipercalóricas, engordaram e depois tomaram o remédio que está sendo desenvolvido. O resultado demonstra que eles não só perderam peso, como o tratamento também evitou a absorção de mais gordura. Taxas de colesterol e glicemia também apresentaram melhoras no tratamento.

Com os estudos avançando, os farmacêuticos potiguares patentearam a descoberta e agora devem avançar para a próxima etapa de testes, em humanos.

“A Amirenona, essa substância nova natural, que é derivada do Breu Branco, atua com um mecanismo para inibir as taxas de carboidratos e lipídios do organismo. Reduzindo o peso corpóreo e atuando também na redução da glicemia e da taxa de lipídios. Então, tem uma série de fatores que vai atuar no metabolismo do organismo para inibir essas taxas pra reduzir o peso”, explica o professor Adley Lima, que coordena as pesquisas na UFRN.

Os pesquisadores estão animados com os resultados, que têm se mostrado promissores. Até agora, o composto teve eficiência de mais de 90% nos testes e sem efeitos colaterais importantes. Duas indústrias farmacêuticas brasileiras já procuraram a equipe de cientistas para investir no trabalho, que deve durar mais quatro anos até criar um produto final.

“A gente ainda tem ensaios em camundongos para realizar, comparando o produto com a substância isolada. A expectativa é que, com a solubilidade que conseguimos, o efeito melhore, então a gente espera que tenha uma atividade maior ainda referente a redução do peso e obesidade”, afirma Adley Lima, que é professor do departamento de Farmácia da UFRN.

Professor Adley Lima é o orientador da dissertação de mestrado de Luana Carvalho — Foto: Reprodução

A pesquisa faz parte da dissertação de mestrado de Luana Carvalho, orientada por Adley. “A obesidade é um problema crônico e agora, nesse momento de pandemia do coronavírus, as pessoas obesas estão em grupo de risco. Se esse medicamento já fosse comercializado, ele poderia salvar a vida de uma gama de pessoas que hoje vivem obesas”, conta a pesquisadora.

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais da metade (55,7%) da população adulta do país está com excesso de peso e quase 19,8% está obesa.

Fonte: G1 RN

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A DIFERENÇA DE TRATAMENTO E COBRANÇA ENTRE HOMENS E MULHERES CONTINUA E CONTINUARÁ EXISTINDO POR MUITO TEMPO

‘Transformação se impõe, não é mais uma opção’, diz ministra Cármen Lúcia

Da CNN

31 de julho de 2020 às 23:30

O programa O Mundo Pós-Pandemia desta sexta-feira (31) entrevistou a ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia. Ela falou sobre os impactos do novo coronavírus no país e na vida em sociedade.

“A transformação se impõe, não é mais uma opção. Nós não podemos continuar a querer bem só a quem está perto, pois quem está perto é o espelho de quem está mais longe. Talvez essas pessoas estejam sofrendo mais do que a gente”, disse.

  A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), que presidiu o        órgão entre 2016 e 2018, falou sobre os desafios do Poder Judiciário e o papel da mulher no pós-pandemia.

“Eu sei que a diferença de tratamento, a diferença de cobrança entre homens e mulheres, continua e continuará existindo ainda por muito tempo”, disse.

Cármen Lúcia foi entrevistada pelas jornalistas da CNN Luciana Barreto e Thaís Herédia e a comentarista Lia Bock. O comando da atração é da âncora Daniela Lima.

Fonte: CNN
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O TRATAMENTO DA CEFALEIA COM FISIOTERAPIA

Saiba como a fisioterapia pode ajudar no tratamento de cefaleia

A Cefaleia, conhecida popularmente como dor de cabeça, é um dos sintomas que incomodam milhões de brasileiros, o que causa um enorme impacto na saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), a dor de cabeça é um sintoma comum a diversas doenças, que podem apresentar como origem distúrbios do metabolismo, reações infecciosas, intoxicações, entre outros. “As pessoas acometidas dessa algia acabam sofrendo com limitações na sua qualidade de vida em função da dor e da tensão emocional, sofrendo, por sua vez, uma grande limitação na produtividade durante suas atividades do dia a dia”, explica o fisioterapeuta, Artur Oliveira, afirmando que através da fisioterapia a patologia pode ser prevenida e tratada.

Política em Foco: Qual é o trabalho da fisioterapia no tratamento da dor de cabeça?

Dr. Artur Oliveira: Cada vez mais a fisioterapia torna-se atuante nesta patologia, pois a grande incidência de pessoas portadoras de cefaleia gera a procura por métodos alternativos ao tratamento alopático com o objetivo de diminuir esta problemática. Diante deste contexto, a fisioterapia é uma opção viável para tratar esse tipo de algia se apresentando útil e eficaz não somente para as pessoas que tiveram resultados negativos com o tratamento alopático, mas firmando-se com eficácia em todas as circunstâncias da doença. É importante salientar que o método fisioterapêutico não trata da cefaleia em si, mas, de suas repercussões na vida de cada indivíduo. Por exemplo, caso a pessoa tenha uma cefaleia tensional, o fisioterapeuta ensinará ao paciente a melhor forma dele manejar a sua dor, o ajudando a detectar as repercussões musculoesqueléticas.

Política em Foco: E quais seriam os exercícios para a reabilitação da cefaleia?

Dr. Artur Oliveira: Muitos são os recursos e exercícios que podem ser utilizados pelo fisioterapeuta, como, por exemplo, mobilizações vertebrais, tração cervical, mobilização passiva das facetas cervicais, técnicas de relaxamento muscular, crochetagem do nervo occipital, liberação de aderências no couro cabeludo, reeducação postural, instruções posturais para cervical, alongamento das estruturas moles suboccipitais, do trapézio superior, dos músculos posteriores da cervical, da musculatura da cintura escapular, pericraniana e cervical, exercícios de fortalecimento crânio-cervical, entre outros.

Política em Foco: Caso a pessoa faça o uso de automedicação, como é que o fisioterapeuta pode utilizar suas técnicas e recursos para o controle dos sintomas?

Dr. Artur Oliveira: Excelente pergunta! Caso a pessoa faça o uso de automedicação, primeiro ela precisa entender que o uso do medicamento será uma cura provisória, podendo gerar o agravamento da dor a longo prazo. Neste caso, o profissional da fisioterapia utilizará de técnicas de terapia manual com mobilização articular e desativação de pontos gatilho de dor miofascial, entre outros, evoluindo o tratamento para uma terapia postural e orientações ergonômicas com o intuito de aliviar estresses desnecessários sobre os tecidos de sustentação. Desta forma, o paciente irá melhorar a estabilidade postural e, principalmente cervical, auxiliando no controle da dor.

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BOAS NOTÍCIAS: MAIS QUATRO PESSOAS VÃO TESTAR TERAPIA QUE LIVROU PACIENTE TERMINAL DE CÂNCER

Começamos esta segunda-feira com uma excelente notícia no nosso BOAS NOTÍCIAS. A terapia que ‘livrou’ paciente terminal do câncer será testada em mais 4 pessoas. Se der certo, aparentemente qualquer câncer será passível de cura. Eureka!

Mais 4 pessoas vão testar terapia que ‘livrou’ paciente terminal do câncer

Manchas de Vamberto desaparecendo - Foto: Reprodução/Fantástico

Manchas de Vamberto desaparecendo – Foto: Reprodução/Fantástico

A terapia genética pioneira da USP-Fapesp, que foi utilizada em homem de 64 anos com linfoma em fase terminal e fez desaparecer grande parte das manchas no corpo dele, será repetida em mais quatro pacientes até o primeiro semestre do ano que vem.

Quem garante é o hematologista Eduardo M. Rego, pesquisador do Centro de Terapia Celular (CTC-Fapesp-USP), entidade que concentrou as pesquisas.

“Minha expectativa é que até o primeiro semestre de 2020 vamos ter realizado pelo menos mais 4 tratamentos compassivos”, disse Eduardo Rego ao G1.

Este passo será realizado apenas em formato compassivo, com pacientes que não tenham mais nenhuma opção de tratamento.

Após estes pacientes, o grupo pretende abrir um protocolo de pesquisa clínica que atenderá mais pacientes em um prazo de dois anos.

Depois deste período é que apresentarão os resultados do estudo para a Anvisa, que irá decidir se o tratamento poderá ou não ser liberado no país em escala.

No SUS

O primeiro paciente a estar “virtualmente” curado de um linfoma a partir desta técnica ainda segue em tratamento, com medicações e sessões de fisioterapia para reabilitação após 40 dias em que ficou internado.

O mineiro Vamberto teve alta, está em casa e receberá o diagnóstico final de cura após cinco anos de acompanhamento da equipe médica.

A expectativa é que, junto com o acompanhamento de Vamberto, os resultados que virão a ser obtidos com os próximos quatro pacientes também sirvam para guiar os rumos do projeto.

“Tem que garantir que ele é eficaz e seguro, a partir daí podemos pleitear que essa estratégia seja incorporada ao SUS, mas aí vai entrar uma discussão de orçamento, que a gente não controla.”, lembrou.

Se as etapas de estudos e pesquisas continuarem a se manter promissoras, o coordenador do CTC Dimas Tadeu Covas, avalia que o tratamento pode ser adotado em larga escala com adaptações nos laboratórios de produção.

Para isso é preciso investir nessa pesquisa.

“Os investimentos necessários para ampliação da capacidade produtiva são de pequena monta, da ordem de R$ 10 milhões”, afirma Covas.

O tratamento

O tratamento inovador, que levou à remissão da doença do mineiro Vamberto Luiz de Castro, chama-se CART-Cell. Criado nos EUA, ele foi adaptado por cientistas brasileiros por um custo muito mais baixo.

O CART-Cell faz com que células de defesa do corpo (linfócitos T) virem receptores capazes de reconhecer o tumor e atacá-lo. O ataque é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.

“Desenvolvemos uma tecnologia 100% brasileira, de um tratamento que nos EUA custa mais de R$ 1 milhão. Esperamos que ela possa ser, no futuro, acessível a todos os pacientes do SUS”, disse Renato Luiz Cunha, outro dos responsáveis pelo estudo.

O tratamento ainda não está liberado na rede pública ou privada de saúde, por isso, Cunha explicou que, para que o estudo pudesse ter atendido a um paciente no hospital universitário, seu encaminhamento foi aprovado por uma comissão de ética.

A doença

O linfoma é um câncer que afeta as células do sistema linfático, que é uma parte importante do sistema imunológico, ou seja, o sistema de defesa do nosso organismo que ajuda a combater infecções. No linfoma, essas células passam a se proliferar de forma descontrolada.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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