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ASSOCIAÇÃO QUESTIONA MÉDICO SOBRE TRATAMENTO PRECOCECOM USO DE IVERMECTINA EM DETENTOS DE ALCAÇUZ

Médico de Alcaçuz que recomendou protocolo de medicamentos e disse que não perdeu nenhum detento para o COVID é questionado por associação

 SAÚDE


Foto: reprodução

Depois das declarações do médico Lionaldo Duarte, clínico da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, de que utiliza ivermectina para tratar precocemente covid-19 entre os presos, a Rede Potiguar de Apoio à Pessoa Privada de Liberdade Egressa e Familiares do Sistema Penitenciário (Raesp) solicitou, por escrito, uma posição do titular da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), Pedro Florêncio Filho, sobre a compra e uso de medicação sem comprovação científica para experimentação biomédica entre os detentos, sem conhecimento da Secretaria.

“O médico chegou a colocar durante a entrevista que Alcaçuz foi um ‘case’ de sucesso. Com isso ele vai inferir que, se lá dentro fez o teste e ninguém morreu, quer dizer que, aqui fora, todo mundo pode tomar. Mas, sabemos que a Organização Mundial da Saúde, a Associação Nacional de Infectologia e a de Farmacologia proibiu o uso de ivermectina como tratamento profilático para covid-19”, denuncia Francisco Augusto Cruz Araújo, Coordenador Geral da Raesp/RN.

Ao longo da entrevista, concedida a uma rádio de Natal, o médico que atua em Alcaçuz também afirmou ter autorização para realizar a “pesquisa” entre os presos com a administração do remédio, normalmente, utilizado no tratamento de piolho e pano branco, para prevenir e tratar a covid-19.

Diante da afirmação, o Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio Grande do Norte – CEPCT/RN também questionou em ofício a Seap, o prefeito de Nísia Floresta, Daniel Gurgel, e a Secretária Municipal de Saúde de Nísia, Lidiane Rodrigues, sobre qual o protocolo médico autorizado no presídio. O Comitê também pediu a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do médico:

É muito grave a utilização de presos para experimento científico porque eles não são ratos de laboratório. São pessoas que cometeram crimes, foram julgados pela justiça e estão cumprindo suas penas. Existe um protocolo próprio para realização de pesquisas dentro de espaços prisionais. Como a população prisional é extremamente estigmatizada, tanto faz para a sociedade de uma maneira geral que sejam feitos testes nessa população, que essas pessoas sofram riscos, o que aumenta o risco de adoecimento nos espaços prisionais”, adverte Francisco Augusto.

No Rio Grande do Norte, não foi registrado nenhum óbito por covid-19 dentre as mais de oito mil pessoas presas, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e o Monitoramento realizado pelo Conselho Nacional de Justiça.

“A Seap tem um setor específico para receber pedidos de realização de pesquisas. O que o médico fez passa longe de pesquisa científica, é um experimento próprio de uma convicção que ele tem a partir de sua concepção ideológica. Esse é o problema! Porque como o médico é o profissional autorizado para determinar o tratamento na prisão, ele utiliza seu viés ideológico para implementar o protocolo a uma população que não pode recusar. Aqui fora, posso dizer: não, não quero! Aí fica a questão, até onde vai o poder que o médico tem? A Seap, provavelmente, não tem conhecimento desse tipo de experimento, nem é recomendação da Secretaria fazê-lo”, alerta o Coordenador Geral da Raesp/RN.

Além de pedir um posicionamento oficial sobre a questão, a Raesp também vai enviar um ofício ao Ministério Público Federal solicitando que a entrevista seja analisada para verificação de algum tipo de conduta irregular

“É uma violação à dignidade humana, temos visto as consequências do uso de remédios para tratar covid-19 onde os pacientes têm apresentado graves sequelas”, critica Francisco Augusto, numa referência aos pacientes que tiveram complicações depois do uso do “kit covid” para tratamento precoce da covid-19. Alguns pacientes entraram para lista de transplante por comprometimento de órgãos danificados pelo excesso de medicamentos.

Fonte: Blog do BG

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SAÚDE: NOVOS LEITOS PARA TRATAMENTO DA COVID-19 SERÃO ABERTOS NA MATERNIDADE DE FELIPE CAMARÃO

Natal vai abrir mais um hospital de campanha para tratamento da covid-19

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Leitos serão instalados na maternidade Felipe Camarão, zona oeste de Natal | Foto: Internet

A Prefeitura do Natal anunciou a abertura de mais um Hospital de Campanha, com 20 novos leitos, para tratar pacientes com a covid-19. A unidade será instalada na zona oeste da capaital. A decisão foi tomada pelo prefeito Álvaro Dias após reunião com o comitê científico de Natal, realizada na terça-feira (16).⁣

De acordo com o Município, o hospital de campanha irá funcionar na Maternidade Felipe Camarão, zona oeste da capital. O prédio construído pelo município será dotado de 20 leitos de enfermaria e tem previsão para entrar em funcionamento até a próxima semana.⁣

“Este Hospital Felipe Camarão vem para somar na estrutura de combate à pandemia. Vai funcionar numa maternidade que estava fechada e nós iríamos reabrir. Assim podemos receber os doentes em fase clínica onde é possível dar uma assistência global antes do agravamento do paciente”, declarou o prefeito ⁣

Com essa nova unidade e outras que estão sendo montadas, a prefeitura prevê total de 310 leitos clínicos e 74 UTIs em Natal.

Fonte: Portal da Tropical_ Notícias

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ITÁLIA CONVERTE TREM EM UTI PARA ALIVIAR HOSPITAIS NO TRATAMENTO DA COVID-19

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BOAS NOTÍCIAS: CÂNCER DE PÂNCREAS JÁ TEM TRATAMENTO EFICAZ

Nesta sexta-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS temos um avanço da ciência e da medicina importantíssimo. médicos cirurgiões brasileiros do hospital Vila Nova Star, em São Paulo realizaram procedimento pioneiro no tratamento do câncer de pâncreas, conhecido por eletroporação irreversível com a Nanoknife, tecnologia que usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor . Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer esse novíssimo tratamento que pode salvar milhares de vida por ano!

Hospital realiza tratamento inovador para câncer de pâncreas

Tecnologia inédita no Brasil usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor, matando as células cancerígenas

atualizado 01/03/2021 17:06

Uma mulher de 55 anos foi a primeira paciente brasileira a se submeter a um novo tratamento contra o câncer de pâncreas. O procedimento de eletroporação irreversível com a Nanoknife foi realizado neste domingo (28/2), no hospital Vila Nova Star, em São Paulo. De acordo com especialistas, o tratamento é mais seguro, menos invasivo e com maior chance de sucesso oncológico que alternativas anteriores.O procedimento foi realizado pelo intervencionista oncológico Luiz Tenório Siqueira e pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo. De acordo com os médicos, a tecnologia usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor, matando as células cancerígenas. “Com esse novo equipamento, pacientes com câncer de pâncreas ganham uma nova alternativa nesse tratamento tão difícil”, detalha o especialista.O equipamento utiliza uma técnica de ablação moderna, algo como uma cauterização. São usados eletrodos paralelos, posicionados lateralmente ao tumor que, quando aplicada uma tensão definida, transferem ondas de alta voltagem de um lado para o outro, criando nanoporos permanentes na membrana celular. O processo interrompe a homeostase, criando um efeito que leva à morte a célula cancerígena.

“A ablação já era utilizada para combater outros cânceres, como pulmão, rins e fígado. Entretanto, as tecnologias predecessoras não permitiam o uso em tumor de pâncreas, pois geravam calor ou frio, o que machucava os órgãos e vasos ao redor do pâncreas. A Nanoknife não altera a temperatura, o que permite a realização em tumores de pâncreas”, esclarece Luiz Tenório.

O especialista explica que a incorporação da nova tecnologia oferece melhores perspectivas, principalmente aos pacientes que já apresentam o tumor em estado localmente avançado. Segundo ele, o câncer de pâncreas é um dos mais agressivos e apresenta uma alta taxa de mortalidade em cinco anos. Estima-se que apenas cerca 20% dos casos são diagnosticados no estágio inicial e, desta forma, passíveis de cirurgia.

A falta de sintomas na fase inicial do câncer de pâncreas resulta, na maioria dos casos, em diagnóstico tardio, o que reduz ainda mais a chance de cura. “Até então, a ressecção de tumores que invadiam importantes artérias do abdome era difícil ou mesmo impossível de ser realizada”, observa o radiologista. “E, geralmente, a expectativa de vida desse paciente é baixa. Agora, podemos melhorar esse cenário”.

Diminuição de riscos

Tenório detalha ainda que os tratamentos cirúrgicos anteriores, além de oferecerem maior risco à vida do paciente — pois havia chance de afetar estruturas vitais, como vasos que nutrem o fígado e intestino — poderiam não retirar o tumor completamente.

Claudia Meirelles, que há seis meses vinha realizando rádio e quimioterapia neoadjuvantes, era um exemplo de caso em que seria complicado ressecar completamente o tumor sem esse avanço tecnológico, de acordo com os médicos.

“Agora temos um procedimento cirúrgico mais seguro, menos invasivo e com maior chance de sucesso oncológico. Dependendo do caso, não é preciso abrir a barriga, pode-se fazer guiado por imagem de forma minimamente invasiva e o paciente recebe alta no dia seguinte”, justifica Luiz Tenório Siqueira.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes causadas pela doença. Por ano, mais de 11 mil pessoas morrem no país devido à doença. Raro antes dos 30 anos, torna-se mais comum a partir dos 60 e tem maior incidência entre os homens.

Fonte: Metrópoles

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REFLEXÃO: ACREDITE! VOCÊ PODE SE LIVRAR DA DEPENDÊNCIA DOS REMÉDIOS!

Apesar de o texto postado hoje, aqui na coluna REFLEXÃO ser, praticamente, na 1ª pessoa e um tanto marketeiro, promovendo a terapeuta  Carla Marçal, decidi publicá-lo, pois identifiquei-me bastante, já que se coaduna com o meu pensamento e a minha postura no que tange a ao fim da dependência dos remédios controlados. As pessoas estão cada dia mais dependentes de médicos e remédios e isso precisa ser invertido. É absolutamente palpável. Elas só precisam sair da Zona de Conforto. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e entender que não só pode como deve deixar essa dependência de lado!

O papel das terapias no fim da dependência dos remédios controlados

Remédios caindo da caixa
Robert Kneschke / Canva

Para algumas pessoas, remédios como o Rivotril são importantes para iniciar um tratamento, porque eles possibilitam que a pessoa viva até que ela seja capaz de viver sem eles

Infelizmente, porém, a maioria se torna dependente porque não conhece um caminho adequado para curar as feridas profundas da alma e veem os remédios como a única forma de acordar, viver e dormir.

Por isso é que as terapias tradicionais e alternativas são necessárias. Ao trabalhá-las em conjunto, podemos cuidar da mente do paciente e do seu espírito, fazendo a manutenção de dois dos três importantes pilares que sustentam a vida. Para ser feliz, afinal, é preciso encontrar o equilíbrio entre corpo, mente e alma!

Como eu, terapeuta, posso auxiliar nesse processo?

Converse: pergunte sobre a história do paciente, entenda quando começou a depressão, o que há por trás desse sentimento profundo de tristeza.

Pessoa segurando copo d'água com remédio do lado
Tinatin1 / Getty Images / Canva

Por meio disso você pode estudar mais a fundo a mudança de hábitos mentais e auxiliar o paciente a investir em pequenas ações que o farão ter mais autoconfiança, autonomia e autorresponsabilidade.

Você também pode sugerir o uso de florais, meditações, técnicas vibracionais, entre outras coisas que cuidem dele de dentro para fora.

Claro que nós não temos a solução para tudo de primeira e cada paciente é um caso diferente, mas com um bom diálogo e usando nossas ferramentas a nosso favor, mais pessoas serão curadas de suas dependências de remédios.

Com muito amor e dedicação, sempre dou total assistência e personalização em cada processo, para que o paciente sinta o cuidado de maneira integral!

Que tal marcarmos uma boa conversa para nos conhecermos melhor e você me contar um pouco sobre o que você pretende trazer nas sessões?

Carla Marçal
Escrito por Carla Marçal

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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OS 30 LEITOS NO HOSPITAL DOS PESCADORES NAS ROCAS SERÃO EXCLUSIVOS PARA O ATENDIMENTO DE PACIENTES DA COVID-19

Por G1 RN

 

Hospital dos Pescadores, no bairro das Rocas, será exclusivo para o atendimento de pacientes com Covid-19 — Foto: Alex RégisHospital dos Pescadores, no bairro das Rocas, será exclusivo para o atendimento de pacientes com Covid-19 — Foto: Alex Régis

A prefeitura de Natal anunciou nesta sexta-feira (26) que os 30 leitos de internação clínica do Hospital dos Pescadores, localizado no bairro das Rocas, serão destinados exclusivamente para pacientes com Covid-19. A medida foi tomada devido à atual situação da pandemia na capital potiguar. Todas as quatro Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) de Natal estão operando acima da capacidade de atendimento.

Segundo o comunicado da Secretaria Municipal de Saúde, o Hospesc passa a funcionar com porta regulada – os pacientes atendidos serão encaminhados através das UPAs de Natal. Ainda de acordo com a SMS, o perfil para internações clínicas é de pacientes com tratamento de casos leves da Covid-19.

A SMS registrou nas últimas duas semanas um aumento no número de pacientes provenientes das UPAs que precisam de internação.

UPAs continuam lotadas em Natal

“Abrimos 10 leitos de UTI no Hospital de Campanha, hoje contamos com 30 leitos de UTI na rede municipal, e agora reestruturamos o Hospesc com mais 30 leitos clínicos. Enquanto a vacinação ainda não está disponível para todos, pedimos para a população fazer a sua parte, evitando aglomerações, usando máscaras e mantendo a higienização das mãos”, disse o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

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CIÊNCIAS: A COQUELUXE DO MOMENTO NO COMBATE AO CORONAVÍRUS SE CHAMA ÓXIDO NÍTRICO

Na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta quarta-feira, 24/02, publicamos um artigo sobre o Óxido Nítrico, um gás existente na natureza, mas também no nosso corpo. Infelizmente, logo aos 30 anos de idade nosso organismo começa a diminuir sensivelmente a produção desse gás extremamente importante para a manutenção da nossa saúde e bem estar. A ciência descobriu agora que esse composto é extremamente eficaz no combate ao COVID-19. Éo que você vai saber ao ler o artigo a seguir!

O aumento dos níveis de óxido nítrico natural nos pulmões é um possível tratamento para COVID-19, conclui o estudo

Os pesquisadores descobriram que uma forma eficaz de tratar o coronavírus por trás da epidemia de SARS de 2003 também atua no vírus que está no centro da pandemia de COVID-19 em andamento.

A substância em questão é o óxido nítrico, um composto com propriedades antivirais que é produzido naturalmente pelo próprio corpo.

“Até onde sabemos, o óxido nítrico é a única substância que demonstrou ter um efeito direto sobre o SARS-CoV-2 [o vírus por trás da atual pandemia]”, disse Åke Lundkvist, professor da Universidade de Uppsala, que liderou o estudo, publicado em Redox Biology.

Embora as vacinas existam para ajudar a evitar que as pessoas adoeçam, ainda não existe uma cura eficaz para as pessoas que contraem COVID-19.

A ênfase principal nos tratamentos testados tem sido o alívio dos sintomas. Isso pode encurtar as internações hospitalares e reduzir a mortalidade. Até o momento, entretanto, não foi possível provar que algum desses tratamentos afetou o vírus real por trás da infecção.

O óxido nítrico é um composto produzido no corpo. Suas funções incluem atuar como um hormônio no controle de vários órgãos. Ele regula, por exemplo, a tensão nos vasos sanguíneos e o fluxo sanguíneo entre e dentro dos órgãos. Na insuficiência pulmonar aguda, o óxido nítrico pode ser administrado como gás inalado, em baixas concentrações, para aumentar o nível de saturação de oxigênio no sangue.

Durante a epidemia de coronavírus SARS (síndrome respiratória aguda grave) de 2003, esta terapia foi testada com sucesso. Uma das principais razões para os resultados bem-sucedidos foi que a inflamação nos pulmões dos pacientes diminuiu. Essa propriedade do óxido nítrico – a proteção que ele oferece contra infecções, por ser antibacteriana e antiviral – é exatamente o que agora interessa aos pesquisadores.

Seu estudo se baseia em uma descoberta sobre o coronavírus que causou a primeira epidemia de SARS. Em 2003, o óxido nítrico liberado da S-Nitroso-N-acetilpenicilamina (SNAP) provou ter um efeito antiviral distinto.

Os pesquisadores da Universidade de Uppsala e do Instituto Karolinska investigaram agora como o novo coronavírus envolvido na pandemia atual, SARS CoV-2, reage ao composto. E o SNAP também demonstrou um claro efeito antiviral neste vírus – e um efeito que ficou mais forte à medida que a dose foi aumentada.

“A dosagem e o momento do início do tratamento provavelmente desempenham um papel importante no resultado e agora precisam ser explorados o mais rápido possível”, diz Åke Lundkvist.

O grupo de pesquisa agora planeja prosseguir investigando os efeitos antivirais do óxido nítrico emitido na forma de gás. Para isso, eles construirão um modelo em laboratório para simular com segurança uma forma concebível de terapia para os pacientes.

Fonte: Uppsala University

Fonte: Good News Network

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SAIBA COMO ESTÃO OS PACIENTES DO AMAZONAS QUE RECEBEM TRATAMENTO CONTRA COVID-19 EM NATAL

Como estão os pacientes do Amazonas que recebem tratamento contra a covid-19 no RN

Heilysmar Lima

 – Atualizado em: 

Foto: Robson Araújo

Devido ao caos instaurado na rede de Saúde do Amazonas, dezenas de pacientes com covid-19 foram transferidos para outras cidades do país. Natal foi um dos destinos. Atualmente, a capital potiguar tem três hospitais com pessoas vindas do estado do Norte. Neste domingo (31), as unidades informaram o estado de saúde deles.

No Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), 10 pacientes com covid-19 estão internados. De acordo com o boletim médico, três deles estão internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e os outros sete estão em enfermarias. “Há 1 paciente intubado, 7 em máscara com suporte de oxigênio e 2 com cateter nasal de oxigênio”, informou o hospital.

No caso do Hospital Giselda Trigueiro, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap-RN) comunicou que há quatro pacientes internados na unidade. Segundo a secretaria, todos estão em condições estáveis.

Já no Hospital de Campanha de Natal, o boletim mais recente divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde Natal aponta que são 17 paciente internados. Desses, 14 estão internados em enfermarias. Os outros três estão sob cuidados intensivos.

Nesse sábado (30), nove pacientes tiveram alta do Hospital de Campanha. De acordo com a prefeitura, as pessoas que receberem alta serão acolhidas na Associação Casa do Divino Mestre, mantida pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Neópolis. Ainda no sábado, 14 pacientes desembarcaram na Base Aérea de Natal para receberem cuidados contra a covid-19 em Natal.

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CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER

CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER
Woman holding senior woman's hand on bed

Donanemab é a mais nova vedete da grande farmacêutica Eli Lilly no combate ao Alzheimer apresentada como uma promessa real na redução do declínio da cognição, em testes clínicos de fase 2 em humanos. Um grande avanço para o tratamento da doença, capaz de reduzir significativamente o declínio clínico em 32% ao longo de 18 meses, visando um tipo de beta-amilóide conhecido como N3pG. O artigo a seguir vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre a matéria!

Novo tratamento de Alzheimer mostra uma promessa real na redução do declínio da cognição usando anticorpos em testes em humanos

A grande empresa farmacêutica Eli Lilly acaba de demonstrar a eficácia do seu medicamento para Alzheimer, donanemab, em testes clínicos de fase 2 em humanos.

Os resultados são um grande avanço para o tratamento de uma doença que atualmente afeta seis milhões de americanos, mas que quase não tem métodos de alívio.

O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de estruturas da proteína tau chamadas placas. Uma dessas placas, chamada beta-amilóide, é a principal culpada da doença neurodegenerativa.

O anticorpo experimental Donanemab foi mostrado em um ensaio com 272 pacientes com Alzheimer em estágio intermediário para reduzir significativamente o declínio clínico em 32% ao longo de 18 meses, visando um tipo de beta-amilóide conhecido como N3pG.

Vários marcadores, como cognição e melhor função cerebral, foram considerados positivos, embora outros não tenham mostrado melhora.

Os pacientes foram trocados de donanemab por um placebo depois que os níveis de beta-amilóide voltaram aos de uma pessoa saudável, um processo que levou apenas alguns meses em alguns participantes.

“Estamos extremamente satisfeitos com essas descobertas positivas para donanemab como uma terapia potencial para pessoas que vivem com a doença de Alzheimer, a única causa principal de morte sem um tratamento que retarda a progressão da doença”, disse  Mark Mintun, MD, vice-presidente de dor e neurodegeneração, Eli Lilly and Company.

Um efeito colateral de inchaço do cérebro, conhecido como ARIA-E, ocorreu em 27% dos pacientes tratados com donanemab, disse a empresa. No entanto, o Alzheimer não tem cura e é fatal, então geralmente esses efeitos colaterais são mais tolerados pelas regulamentações do FDA, uma vez que não há outras opções para os pacientes.

“A doença de Alzheimer é uniformemente fatal … Acho que esse perfil de segurança combinado com esse perfil de eficácia é algo que nos deixa entusiasmados”, disse Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly, à Reuters .

Um segundo ensaio com 500 participantes está sendo organizado com a esperança de que os efeitos possam ser replicados.

Fonte: Good News Network

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CHEGARAM A NATAL 12 PACIENTES TRANSFERIDOS DE MANAUS PARA TRATAMENTO DA COVID-19

Por Fernanda Zauli, G1 RN

 

10 pacientes de Manaus ficaram no Huol e dois foram para o Hospital Giselda Trigueiro, ambos em Natal — Foto: Assessoria HUOL/Divulgação10 pacientes de Manaus ficaram no Huol e dois foram para o Hospital Giselda Trigueiro, ambos em Natal — Foto: Assessoria HUOL/Divulgação

Doze pacientes transferidos de Manaus, no Amazonas, chegaram a Natal na madrugada desta segunda-feira (18). De acordo com a Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap), 10 pacientes foram encaminhados para o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e dois para o Hospital Giselda Trigueiro, referência em doenças infectocontagiosas.

A transferência acontece por causa do colapso na saúde do Amazonas, com hospitais lotados e sem oxigênio para os infectados com o coronavírus.

Os pacientes foram trazidos em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). O Rio Grande do Norte é o quarto estado, além do Distrito Federal, a receber pacientes transferidos do Amazonas.

Com a transferência para Natal, o número total de pessoas transferidas para outros estados chega a 77. Foram enviados 9 pacientes a Teresina (PI), 23 pacientes a São Luís (MA), 15 para Brasília (DF), 15 para João Pessoa (PB), além dos 15 para a capital potiguar.

De acordo com o Governo do RN, foram assegurados o apoio logístico de ambulâncias, reposição de oxigênio da aeronave para o seu retorno, além de hospedagem dos profissionais e insumos e medicamentos ao Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) para garantir uma assistência segura e eficaz, além da garantia dos cinco leitos no Hospital Giselda Trigueiro disponibilizados para o atendimento com toda estrutura necessária.

O governo informou ainda que, levando em consideração o alerta epidemiológico de registros de casos de uma nova variante da Covid-19 no Amazonas, a equipe de Vigilância Epidemiológica da Sesap e o Laboratório Central de Saúde Pública do RN (Lacen) se organizam para execução de ações que conduzirão o processo de sequenciamento genético das amostras dos pacientes que tiverem coletado RT-PCR no estado de origem.

“As equipes irão estabelecer o fluxo em parceria com o Laboratório de Virologia da UFRN, que mantém articulação com a Fiocruz, para o sequenciamento dessas amostras e identificação da Cepa do vírus SARS-CoV-2”, informou o governo.

Fonte: G1 RN
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SAÚDE: O PAÍS COM MAIOR ÍNDICE DE PESSOAS COM TRANSTORNO DE ANSIEDADE DO MUNDO É NO BRASIL

 

Brasil tem a maior taxa de ansiedade do mundo - A Crítica de Campo Grande Mobile

Ansiedade é o transtorno mais comum entre os brasileiros; sintomas pioraram na pandemia

É hora de dormir. O seu dia transcorreu normalmente. Ao deitar a cabeça no travesseiro, a sensação deveria ser de tranquilidade. Não há motivo nenhum para grandes preocupações. Mas você – que não tem nada – abre o olho no meio da madrugada. O coração dispara. Aí gera aquela confusão: essa falta de ar é porque eu estou com Covid?

Vem o medo de algo pior – fulminante. A pessoa acha que vai morrer nessa hora. Os sintomas são intensos e reais. Mas, na hora do exame, não estão mais lá. Essa dificuldade em descobrir o que está realmente acontecendo atrasa a busca por um tratamento adequado. E o problema só cresce.

Desde 2017, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo. Já eram quase 19 milhões de brasileiros com a qualidade de vida comprometida. E aí veio o coronavírus – que desencadeou transtornos mentais – e piorou a situação de quem já sofria com eles.

O Ministério da Saúde vem conduzindo uma pesquisa para avaliar a saúde mental dos brasileiros. A primeira etapa foi realizada nos meses de abril e maio. Mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil participaram do estudo. O resultado mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica.

Você vai ver nesta reportagem:

– Desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo.
– Entenda como o nosso organismo reage à ansiedade normal.
– Quando a ansiedade vira doença?
– Identificando as diferenças da ansiedade normal para a patológica.
– A pandemia do coronavírus desencadeou transtornos mentais e piorou a situação de quem já sofria com eles.
– O que é transtorno de ansiedade generalizada.
– Ansiedade é a terceira principal causa de afastamento do trabalho no Brasil.

No próximo domingo (13), a série ‘Parada obrigatória 1 – vencendo a ansiedade’, vai acompanhar brasileiros na busca por um tratamento eficaz. O que o SUS precisa fazer para atender a essa imensa multidão de ansiosos que hoje existem no Brasil? E os outros transtornos de ansiedade – como a síndrome do pânico e o estresse pós-traumático? Você vai descobrir em que casos a medicação se torna indispensável.

Fonte: G1
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ADUTORA DO MÉDIO OESTE RECEBE POR PARTE DA CAERN MELHORIAS NO TRATAMENTO DA ÁGUA

Caern faz melhorias no tratamento de água da adutora Médio Oeste

Redação / Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Barragem Armando Ribeiro | Foto: cedida

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informou que iniciou nesta quarta-feira (26) a melhoria do tratamento de água para as cidades atendidas pela adutora Médio Oeste, essa semana. O objetivo é concluir as obras, no final de janeiro de 2021. Caso o inverno consolide-se aumentando a oferta de água na captação, o rodízio para as cidades de Campo Grande, Paraú, Janduís, Messias Targino e Patú não será mais necessário.

A Estação de Tratamento de Água (ETA), que fica próximo à cidade de Triunfo Potiguar, também atendida pela adutora, está recebendo um investimento de R$ 200 mil. O serviço está sob a responsabilidade da Unidade de Tecnologia em Tratamento de Águas e Efluentes da Gerência de Qualidade do Produto e Meio Ambiente (GQM).

 O serviço irá garantir o aumento de vazão de água, ou seja, a quantidade de água ofertada aos municípios aumentará, pois o processo de tratamento passará por modernização. Serão instalados dois novos filtros de tratamento, com quatro metros cada um, que reforçará o tratamento juntamente com outros quatro filtros já existentes. Dois Floco-decantadores, que ajudam no controle da turbidez, serão instalados. A melhoria na infra-estrutura da ETA também garantirá melhoria da qualidade da água ofertada aos moradores das cidades atendidas pela Médio Oeste.
Nos últimos anos, o sistema adutor Médio Oeste, teve dificuldades para abastecer sem rodízio as cidades atendidas, porque a captação esteve sempre com baixos índices de armazenamento de água. Localizada dentro da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a captação fica entre os municípios de Jucurutu e Triunfo Potiguar.
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JUIZ FEDERAL NEGOU PEDIDO DA CAMPANHA DE TRUMP CONTRA CONTAGEM DE VOTOS NA FILADÉLFIA

Juiz nega ação e diz que campanha de Trump recebe tratamento justo na Filadélfia

Da CNN, em São Paulo

Atualizado 05 de novembro de 2020 às 22.25

Juiz nega ação e diz que campanha de Trump recebe tratamento justo na Filadélfia | CNN Brasil

 

O juiz federal Paul Diamond, do distrito leste da Pensilvânia, negou um pedido da campanha do presidente Donald Trump contra a contagem de votos na Filadélfia.

Diamond, indicado durante o governo do republicano George W. Bush, pediu às autoridades locais da cidade que confirmassem se os dois partidos estavam sendo tratados corretamente em seus pedidos para acompanhar a contagem dos votos.

Ele também questionou o advogado representante da campanha, Jerome Marcus, se havia naquele momento observadores no local da contagem, no que recebeu uma resposta evasiva, mas que confirmava o acesso dos republicanos ao local.

“Há um número de pessoas, que não é zero, na sala”, disse Marcus.

Diante da resposta de que os dois partidos possuíam o mesmo número de pessoas observando a contagem, ele rejeitou as alegações da campanha de Trump. O magistrado ainda pontuou que considerava que o caso não deveria estar na Justiça Federal.

Fonte: CNN

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PESQUISA MOSTRA EFICÁCIA DE MEDICAMENTO NO TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA

 

Saiba o que existe de mais avançado no tratamento do câncer de mama

Conquistas mais recentes trazem medicamentos que agem diretamente na célula doente ou estimulam o sistema imune a atacar o câncer

Existem diferente tumores de câncer de mama, portanto há avanços  em tratamentos que comtemplam um tipo específico. O oncologista  NOAN PONDE do A.C CAMARGO CÂNCER CENTER, disse que durante um congresso Europeu houve grande avanço na eficácia do medicamento chamado Abemaciclib para tumores luminais na fase inicial quando não há metástase. Esse medicamento faz parte dos chamados inibidores de ciclina, impede a divisão e multiplicação das células cancerosas.

SAÚDE

Brenda Marques, do R7

 

Cada avanço no tratamento serve para um tipo específico de câncer de mama

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O câncer de mama não é uma doença única, existem diferentes tumores e, portanto, há tratamentos e avanços que contemplam um tipo específico dentre eles. As conquistas mais recentes são no âmbito da terapia-alvo, que age diretamente nas células cancerígenas sem afetar as que estão saudáveis e da imunoterapia, que estimula o próprio sistema imunológico a atacar o câncer.

Noam Ponde, oncologista clínico do A.C. Camargo Cancer Center, afirma que no mês passado, durante o Congresso Europeu, houve um grande avanço, com a apresentação de uma pesquisa que mostrou a eficácia de um medicamento chamado abemaciclib para tratar pacientes com tumores luminais -que têm receptores de estrógeno e progesterona – na fase inicial, quando não há metástase.

Esse tipo de tumor corresponde a mais de 70% dos cânceres de mama, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).

“Antes, eles eram usados só para pacientes com câncer metastático [quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo]. O estudo mostrou que quando esse remédio é usado por dois anos junto com a terapia endócrina aumenta a chance de cura para mulheres com alto risco de reaparecimento da doença”, explica.

O especialista explica que esse medicamento faz parte dos chamados inibidores de ciclina, um tipo de terapia-alvo que impede a divisão e multiplicação das células cancerosas.

Ainda em 2019, foram obtidas conquistas para tratar mulheres com câncer metastático do tipo HER2. Assim chamado em referência à proteína que ele expressa, esse tumor representa 20% dos cânceres de mama.

“Tivemos a aprovação de três drogas nos Estados Unidos: neratinib, tucatinib e trastuzumab-deruxtecan. Os três são terapia-alvo, mas de catecorias distintas”, detalha Ponde.

O oncologista esclarece que o último medicamento citado pertence à classe dos anticorpos monoclonais, que agem em um receptor específico da célula cancerígena, “É como um míssil teleguiado e joga dentro da célula a quimioterapia, então você consegue uma eficácia maior e toxicidade menor”, compara.

“Estudos mostraram que pacientes que já haviam feito outros tratamentos e receberam essas drogas apresentaram uma diminuição do tumor e, além disso, a doença ficou sob controle por um tempo mais longo do que o esperado”, destaca.

Também ano passado, o Brasil aprovou a primeira imunoterapia destinada para pacientes com câncer de mama no país, feita com um medicamento injetável chamado atezolizumabe.

O mecanismo de ação da imunoterapia consiste em “destravar” o sistema imune, que é bloqueado por alguns tipos de câncer. Essa liberação permite que as células de defesa do organismo reconheça e destrua o câncer, conforme descreve Ponde.

“O problema é que, com o fortalecimento do sistema imunológico, outras partes do corpo acabam sendo atacadas, como pulmão, pâncreas e glândula tireoide, então tem risco de hipotireoidismo”, explica.

Além disso, a abrangência da imunoterapia para o câncer de mama é muito limitada: seu uso está aprovado por órgãos reguladores só para pacientes que possuem câncer de mama triplo-negativo (que não possuem receptores hormanais nem a proteína HER2), metastático e a expressão de uma molécula chamada PDL-1, que impede o combate às células cancerosas.

“Existem dados promissores [sobre a eficácia para outros tipos de cânceres de mama], mas precisa de aprovação do FDA [Food and Drug Administration, a agência reguladora americana], que significa muita coisa no contexto de novos tratamentos”, frisa o oncologista.

‘Brasil está atrasado’

Questionado sobre o panorama brasileiro para o tratamento dos tumores de mama, o especialista enfatiza o atraso – na aprovação, comercialização, incorporação de novos medicamentos no SUS (Sistema Único de Saúde) e obrigatoriedade de cobertura por convênios.

“Uma caixa de abemaciclib custa R$ 18 mil por mês e os planos de saúde não são obrigados a pagar. Imagine a angústia de você receber o diagnóstico, ter o tratamento disponível, mas não poder pagar. Só consegue se processar o convênio, o que é absurdo”, ressalta

“Nesse momento está havendo uma consulta pública sobre a inclusão dos inibidores de ciclina no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde), o que tornaria a cobertura obrigatória”, informa.

A inclusão no SUS está ainda mais distante e, por enquanto, não passa de uma utopia. “Nesse momento nem se pensa nisso. Esse ano o SUS integrou uma droga chamada pertuzumabe que as pessoas já tomam há 9 anos para tratar o tumor do tipo HER2”, exemplifica.

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SAÚDE: O SUS ESTÁ MAIS ÁGIL PARA PACIENTES QUE PROCURAM ATENDIMENTOS PARA INÍCIO DO TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA, SEGUNO DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Outubro Rosa | Dados do Ministério da Saúde mostram que início do tratamento do câncer de mama para pacientes que procuram atendimento no SUS está mais ágil

Publicado em 18 minutos atrás

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Por Redação

O início do tratamento do câncer de mama para pacientes que procuram atendimento no SUS está mais ágil. Dados apresentados nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde de janeiro e julho de 2020 mostram que, em 99,57% dos casos atendidos, o tempo entre o diagnóstico e o tratamento do carcinoma in situ, estágio inicial do câncer de mama, foi de até 30 dias. No mesmo período de 2019, isso aconteceu em 99,16% dos casos.

Em 75,54% dos atendimentos, o tempo de até 60 dias entre o diagnóstico e o tratamento em todos os estágios do câncer de mama no SUS foi respeitado.

Ter o diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta a possibilidade de um tratamento menos agressivo e de cura da doença. Por isso, a campanha Outubro Rosa 2020 busca conscientizar as mulheres sobre a importância de ficar atenta para a prevenção e para os sinais da doença.

Foi após uma mamografia, ao fazer exames de rotina, que a bibliotecária Rosa Maria de Abreu, de 58 anos, descobriu o câncer de mama, em 2015. Ela passou por cirurgia, quimioterapia e hoje está curada.

“O fato de ter sido feito por meio de um exame preventivo, foi diagnosticado bem no início. É fundamental para gente ter acesso a tratamento. O diagnóstico preventivo antes de estar muito avançado é maravilhoso”, disse. “Façam o exame de toque que algumas podem detectar já bem no início alguma alteração na mama. Tudo tem que ser diagnosticado, que não tenham medo”, alertou.

O depoimento de Rosa Maria foi exibido durante o lançamento, pelo Ministério da Saúde, da campanha Outubro Rosa que é celebrada anualmente. Neste ano, o slogan é “Cuidado com as mamas, carinho com seu corpo”.

“A campanha do Outubro Rosa que vem na televisão, no seu trabalho, que você recebe um folheto, é muito importante pra ela lembrar de se olhar, se cuidar, porque a prevenção ainda é o melhor remédio”, avaliou Rosa Maria.

A cerimônia de lançamento da campanha contou com a presença da primeira-dama, Michelle Bolsonaro e da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Sintomas e Sinais

Entre os sintomas que podem ser um indicativo do câncer de mama estão o surgimento de caroço fixo e, geralmente, indolor, no seio. Essa é a principal manifestação da doença, presente em cerca de 90% dos casos, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Outros sinais são pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito, pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço e saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

Esses sinais e sintomas devem ser investigados por um médico para que seja avaliado o risco de ser câncer.

Fatores de risco

O câncer de mama não tem apenas uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco. Cerca de 4 em cada 5 casos ocorre após os 50 anos, de acordo com o Inca.

O sedentarismo, o consumo de bebidas alcoólicas, a obesidade e histórico familiar de câncer de mama e de ovário também aumentam o risco da doença.

Prevenção

De acordo com o Inca, cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como praticar atividade física, ter alimentação saudável, manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e amamentação.

Diagnóstico precoce

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais em grande parte dos casos. Para isso, é importante que as mulheres façam o autoexame que pode revelar pequenas alterações mamárias.

Em caso de permanecerem as alterações, elas devem procurar logo os serviços de saúde para uma avaliação.

Ministério da Saúde recomenda que, a cada dois anos, seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a mamografia de rastreamento, exame realizado mesmo quando não há sinais nem sintomas suspeitos.

“Fica uma observação: quanto mais cedo tratar, mais chance de curar, quanto mais cedo detectar, mais chance de tratar e de curar. É simples assim. O ministério recomenda que o rastreamento desse câncer, ele é muito forte entre 50 e 69 anos, é o ponto mais importante. Mas todas as outras idades também são importantes, desde a jovem mulher”, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Atendimento e  tratamento no SUS

O SUS oferta atenção integral à prevenção e ao tratamento do câncer de mama. O controle passa pelo diagnóstico precoce na Atenção Primária à Saúde e pelo rastreio mamográfico.

Mesmo com a Covid-19, o Sistema Único de Saúde (SUS) continuou com o atendimento e a oferta de tratamento às pacientes com câncer de mama. O SUS oferece cirurgias como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia e quimioterapia.

O Ministério da Saúde também conta com o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (PERSUS) que já implantou 24 aceleradores lineares, com um investimento de R$ 700 milhões. O objetivo do plano é ampliar e criar novos serviços de radioterapia em hospitais.

Prognóstico

estimativa do Instituto Nacional do Câncer, vinculado ao Ministério da Saúde, é que, em 2020, sejam registrados 66.280 novos casos de câncer de mama em mulheres no Brasil.

Fonte: Conexão Política

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ALEGANDO PROBLEMAS DE SAÚDE, PRIMEIRO-MINISTRO DO JAPÃO RENUNCIA O CARGO

 

Primeiro-ministro do Japão renuncia ao cargo por problema de saúde

Shinzo Abe sofre de uma doença intestinal inflamatória e decidiu deixar o governo para continuar o tratamento

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Shinzo Abe ocupava o cargo de primeiro-ministro desde 2012

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, renunciou nesta sexta-feira (28) ao cargo devido a problemas de saúde, encerrando um período à frente da terceira maior economia do mundo, durante o qual ele procurou retomar o crescimento, reforçar a defesa e impulsionar seu perfil global.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro pediu desculpa aos japoneses por não conseguir concluir o mandato e afirmou que não há uma data exata para deixar o cargo.

Abe tem lutado contra a doença colite ulcerosa há anos e duas visitas recentes ao hospital em uma semana levantaram questões sobre se ele poderia permanecer no cargo até o final de seu mandato, em setembro de 2021.

Shinzo Abe não queria causar problemas ao se demitir repentinamente, mas sua condição havia reaparecido e estava em risco de piorar, informou a agência de notícias Jiji.

A renúncia irá desencadear uma corrida pela liderança no Partido Liberal Democrático, e o vencedor deve ser formalmente eleito no parlamento. O novo líder do partido manterá o cargo pelo resto do mandato de Abe.

Quem quer que ganhe a votação do partido provavelmente manterá as políticas de Abe enquanto o Japão luta contra o impacto do novo coronavírus, mas pode ter problemas em repetir a longevidade política de Abe.

Longevidade no cargo

Na segunda-feira (24), Abe, que estava no cargo desde 2012, ultrapassou o recorde de mais longo mandato consecutivo como premiê estabelecido por seu tio-avô Eisaku Sato há meio século.

A renúncia de Abe também ocorre em meio a um ambiente geopolítico incerto, incluindo uma intensificação do confronto entre os Estados Unidos e a China e antes da eleição presidencial dos EUA em novembro.

 

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DESCOBERTA DE SUBSTÂNCIA QUE PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DA OBESIDADE É PATENTEADA POR PESQUISADORES DA UFRN

Por Ranniery Sousa, Inter TV Cabugi

 

Pesquisadores da UFRN patenteiam descoberta de substância que pode ajudar no tratamento da obesidade — Foto: ReproduçãoPesquisadores da UFRN patenteiam descoberta de substância que pode ajudar no tratamento da obesidade.

Da Floresta Amazônica vem a substância que pode ser a esperança para um novo tratamento contra a obesidade. Pesquisadores das Universidades Federais do Rio Grande do Norte e do Amazonas conseguiram extrair do Breu Branco, uma planta típica da floresta, o composto que está sendo testado para inibir a produção de gordura no organismo. A pesquisa já dura mais de sete anos e está na segunda etapa, com testes em animais.

Primeiro, os camundongos receberam dietas hipercalóricas, engordaram e depois tomaram o remédio que está sendo desenvolvido. O resultado demonstra que eles não só perderam peso, como o tratamento também evitou a absorção de mais gordura. Taxas de colesterol e glicemia também apresentaram melhoras no tratamento.

Com os estudos avançando, os farmacêuticos potiguares patentearam a descoberta e agora devem avançar para a próxima etapa de testes, em humanos.

“A Amirenona, essa substância nova natural, que é derivada do Breu Branco, atua com um mecanismo para inibir as taxas de carboidratos e lipídios do organismo. Reduzindo o peso corpóreo e atuando também na redução da glicemia e da taxa de lipídios. Então, tem uma série de fatores que vai atuar no metabolismo do organismo para inibir essas taxas pra reduzir o peso”, explica o professor Adley Lima, que coordena as pesquisas na UFRN.

Os pesquisadores estão animados com os resultados, que têm se mostrado promissores. Até agora, o composto teve eficiência de mais de 90% nos testes e sem efeitos colaterais importantes. Duas indústrias farmacêuticas brasileiras já procuraram a equipe de cientistas para investir no trabalho, que deve durar mais quatro anos até criar um produto final.

“A gente ainda tem ensaios em camundongos para realizar, comparando o produto com a substância isolada. A expectativa é que, com a solubilidade que conseguimos, o efeito melhore, então a gente espera que tenha uma atividade maior ainda referente a redução do peso e obesidade”, afirma Adley Lima, que é professor do departamento de Farmácia da UFRN.

Professor Adley Lima é o orientador da dissertação de mestrado de Luana Carvalho — Foto: Reprodução

A pesquisa faz parte da dissertação de mestrado de Luana Carvalho, orientada por Adley. “A obesidade é um problema crônico e agora, nesse momento de pandemia do coronavírus, as pessoas obesas estão em grupo de risco. Se esse medicamento já fosse comercializado, ele poderia salvar a vida de uma gama de pessoas que hoje vivem obesas”, conta a pesquisadora.

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais da metade (55,7%) da população adulta do país está com excesso de peso e quase 19,8% está obesa.

Fonte: G1 RN

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A DIFERENÇA DE TRATAMENTO E COBRANÇA ENTRE HOMENS E MULHERES CONTINUA E CONTINUARÁ EXISTINDO POR MUITO TEMPO

‘Transformação se impõe, não é mais uma opção’, diz ministra Cármen Lúcia

Da CNN

31 de julho de 2020 às 23:30

O programa O Mundo Pós-Pandemia desta sexta-feira (31) entrevistou a ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia. Ela falou sobre os impactos do novo coronavírus no país e na vida em sociedade.

“A transformação se impõe, não é mais uma opção. Nós não podemos continuar a querer bem só a quem está perto, pois quem está perto é o espelho de quem está mais longe. Talvez essas pessoas estejam sofrendo mais do que a gente”, disse.

  A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), que presidiu o        órgão entre 2016 e 2018, falou sobre os desafios do Poder Judiciário e o papel da mulher no pós-pandemia.

“Eu sei que a diferença de tratamento, a diferença de cobrança entre homens e mulheres, continua e continuará existindo ainda por muito tempo”, disse.

Cármen Lúcia foi entrevistada pelas jornalistas da CNN Luciana Barreto e Thaís Herédia e a comentarista Lia Bock. O comando da atração é da âncora Daniela Lima.

Fonte: CNN
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O TRATAMENTO DA CEFALEIA COM FISIOTERAPIA

Saiba como a fisioterapia pode ajudar no tratamento de cefaleia

A Cefaleia, conhecida popularmente como dor de cabeça, é um dos sintomas que incomodam milhões de brasileiros, o que causa um enorme impacto na saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), a dor de cabeça é um sintoma comum a diversas doenças, que podem apresentar como origem distúrbios do metabolismo, reações infecciosas, intoxicações, entre outros. “As pessoas acometidas dessa algia acabam sofrendo com limitações na sua qualidade de vida em função da dor e da tensão emocional, sofrendo, por sua vez, uma grande limitação na produtividade durante suas atividades do dia a dia”, explica o fisioterapeuta, Artur Oliveira, afirmando que através da fisioterapia a patologia pode ser prevenida e tratada.

Política em Foco: Qual é o trabalho da fisioterapia no tratamento da dor de cabeça?

Dr. Artur Oliveira: Cada vez mais a fisioterapia torna-se atuante nesta patologia, pois a grande incidência de pessoas portadoras de cefaleia gera a procura por métodos alternativos ao tratamento alopático com o objetivo de diminuir esta problemática. Diante deste contexto, a fisioterapia é uma opção viável para tratar esse tipo de algia se apresentando útil e eficaz não somente para as pessoas que tiveram resultados negativos com o tratamento alopático, mas firmando-se com eficácia em todas as circunstâncias da doença. É importante salientar que o método fisioterapêutico não trata da cefaleia em si, mas, de suas repercussões na vida de cada indivíduo. Por exemplo, caso a pessoa tenha uma cefaleia tensional, o fisioterapeuta ensinará ao paciente a melhor forma dele manejar a sua dor, o ajudando a detectar as repercussões musculoesqueléticas.

Política em Foco: E quais seriam os exercícios para a reabilitação da cefaleia?

Dr. Artur Oliveira: Muitos são os recursos e exercícios que podem ser utilizados pelo fisioterapeuta, como, por exemplo, mobilizações vertebrais, tração cervical, mobilização passiva das facetas cervicais, técnicas de relaxamento muscular, crochetagem do nervo occipital, liberação de aderências no couro cabeludo, reeducação postural, instruções posturais para cervical, alongamento das estruturas moles suboccipitais, do trapézio superior, dos músculos posteriores da cervical, da musculatura da cintura escapular, pericraniana e cervical, exercícios de fortalecimento crânio-cervical, entre outros.

Política em Foco: Caso a pessoa faça o uso de automedicação, como é que o fisioterapeuta pode utilizar suas técnicas e recursos para o controle dos sintomas?

Dr. Artur Oliveira: Excelente pergunta! Caso a pessoa faça o uso de automedicação, primeiro ela precisa entender que o uso do medicamento será uma cura provisória, podendo gerar o agravamento da dor a longo prazo. Neste caso, o profissional da fisioterapia utilizará de técnicas de terapia manual com mobilização articular e desativação de pontos gatilho de dor miofascial, entre outros, evoluindo o tratamento para uma terapia postural e orientações ergonômicas com o intuito de aliviar estresses desnecessários sobre os tecidos de sustentação. Desta forma, o paciente irá melhorar a estabilidade postural e, principalmente cervical, auxiliando no controle da dor.

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BOAS NOTÍCIAS: MAIS QUATRO PESSOAS VÃO TESTAR TERAPIA QUE LIVROU PACIENTE TERMINAL DE CÂNCER

Começamos esta segunda-feira com uma excelente notícia no nosso BOAS NOTÍCIAS. A terapia que ‘livrou’ paciente terminal do câncer será testada em mais 4 pessoas. Se der certo, aparentemente qualquer câncer será passível de cura. Eureka!

Mais 4 pessoas vão testar terapia que ‘livrou’ paciente terminal do câncer

Manchas de Vamberto desaparecendo - Foto: Reprodução/Fantástico

Manchas de Vamberto desaparecendo – Foto: Reprodução/Fantástico

A terapia genética pioneira da USP-Fapesp, que foi utilizada em homem de 64 anos com linfoma em fase terminal e fez desaparecer grande parte das manchas no corpo dele, será repetida em mais quatro pacientes até o primeiro semestre do ano que vem.

Quem garante é o hematologista Eduardo M. Rego, pesquisador do Centro de Terapia Celular (CTC-Fapesp-USP), entidade que concentrou as pesquisas.

“Minha expectativa é que até o primeiro semestre de 2020 vamos ter realizado pelo menos mais 4 tratamentos compassivos”, disse Eduardo Rego ao G1.

Este passo será realizado apenas em formato compassivo, com pacientes que não tenham mais nenhuma opção de tratamento.

Após estes pacientes, o grupo pretende abrir um protocolo de pesquisa clínica que atenderá mais pacientes em um prazo de dois anos.

Depois deste período é que apresentarão os resultados do estudo para a Anvisa, que irá decidir se o tratamento poderá ou não ser liberado no país em escala.

No SUS

O primeiro paciente a estar “virtualmente” curado de um linfoma a partir desta técnica ainda segue em tratamento, com medicações e sessões de fisioterapia para reabilitação após 40 dias em que ficou internado.

O mineiro Vamberto teve alta, está em casa e receberá o diagnóstico final de cura após cinco anos de acompanhamento da equipe médica.

A expectativa é que, junto com o acompanhamento de Vamberto, os resultados que virão a ser obtidos com os próximos quatro pacientes também sirvam para guiar os rumos do projeto.

“Tem que garantir que ele é eficaz e seguro, a partir daí podemos pleitear que essa estratégia seja incorporada ao SUS, mas aí vai entrar uma discussão de orçamento, que a gente não controla.”, lembrou.

Se as etapas de estudos e pesquisas continuarem a se manter promissoras, o coordenador do CTC Dimas Tadeu Covas, avalia que o tratamento pode ser adotado em larga escala com adaptações nos laboratórios de produção.

Para isso é preciso investir nessa pesquisa.

“Os investimentos necessários para ampliação da capacidade produtiva são de pequena monta, da ordem de R$ 10 milhões”, afirma Covas.

O tratamento

O tratamento inovador, que levou à remissão da doença do mineiro Vamberto Luiz de Castro, chama-se CART-Cell. Criado nos EUA, ele foi adaptado por cientistas brasileiros por um custo muito mais baixo.

O CART-Cell faz com que células de defesa do corpo (linfócitos T) virem receptores capazes de reconhecer o tumor e atacá-lo. O ataque é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.

“Desenvolvemos uma tecnologia 100% brasileira, de um tratamento que nos EUA custa mais de R$ 1 milhão. Esperamos que ela possa ser, no futuro, acessível a todos os pacientes do SUS”, disse Renato Luiz Cunha, outro dos responsáveis pelo estudo.

O tratamento ainda não está liberado na rede pública ou privada de saúde, por isso, Cunha explicou que, para que o estudo pudesse ter atendido a um paciente no hospital universitário, seu encaminhamento foi aprovado por uma comissão de ética.

A doença

O linfoma é um câncer que afeta as células do sistema linfático, que é uma parte importante do sistema imunológico, ou seja, o sistema de defesa do nosso organismo que ajuda a combater infecções. No linfoma, essas células passam a se proliferar de forma descontrolada.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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