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BOAS NOTÍCIAS: REMÉDIO QUE REDUZ PERDA DE MEMÓRIA EM 32% É A MAIS NOVA ESPERANÇA NO COMBATE AO ALZHEIMER

A farmacêutica Eli Lilly & Company acaba de anunciar a mais nova esperança no combate contra o Alzheimer. Um remédio capaz de reduzir em 32% a perda de memória dos pacientes e retardar a doença. A nova vedete se chama donanemab, mas ainda não está à venda, é experimental. Você não pode deixar de conhecer esse remédio maravilhoso. Então leia o artigo completo a seguir.

Alzheimer: Lilly anuncia remédio que reduz perda de memória em 32%

Esperança contra o Alzheimer. A Eli Lilly & Company, uma das maiores farmacêuticas do mundo, anunciou que conseguiu produzir um remédio capaz de reduzir em 32% a perda de memória dos pacientes e retardar a doença.

Além de melhorar a memória – em comparação com os indivíduos que ingeriram placebo – a companhia informou que as pessoas que tomaram o remédio também tiveram ganho na capacidade de realizar atividades da vida cotidiana.

O nome da substância usada é donanemab. Por enquanto, o medicamento não está à venda, é .

A notícia boa saiu esta semana no The Wall Street Journal, que disse: “Se as descobertas do pequeno ensaio de Fase 2 de Lilly se confirmarem, isso sugere que os pesquisadores descobriram um medicamento que pode pelo menos retardar o Alzheimer”.

O jornal norte-americano informou que os dados são de um pequeno estudo feito pela Lilly nos últimos 18 meses.

A companhia divulgou alguns destaques dos resultados da pesquisa e garantiu que, em breve, fará uma publicação completa, assim que os resultados do estudo forem revisados por seus pares.

Marco histórico

Na reportagem, Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly, disse que o momento é único e um marco histórico para os pacientes com Alzheimer.

O anúncio fez com que as ações da companhia valorizarem em dois dígitos.

Eles chegaram a subir 12% na Bolsa de Valores de Nova York.

Agora é torcer para saiam logo os resultados e que, depois, o medicamento passe na fase 3 e seja aprovado pela FDA, a Anvisa dos EUA.

Entrada da Lilly nos EUA - Foto: Darron Cummings / AP
Entrada da Lilly nos EUA – Foto: Darron Cummings / AP

Com informações do WallStreetJournal

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: CÂNCER, SINTOMA OU DOENÇA?

Na coluna SAÚDE desta sexta-feira você vai aprender qual a diferença entre doença e sintoma e a correta definição sobre Câncer numa mini-palestra muito interessante esclarecedora do Dr. Samuel Dalle Laste. Não deixe de assistir. Vale a pena conferir!

  • Fonte: Clinica Dalle Laste
  • Publicado em 7 de dez de 2018
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ESTUDO COM MEDICAMENTO PARA PACIENTES COM CÂNCER RETAL SURPREENDE CIENTISTAS

Câncer: medicamento elimina a doença durante estudo

É a primeira vez na história que os cientistas obtêm o resultado

Os pacientes foram submetidos aos exames de imagem que não detectaram a doença

Os pacientes foram submetidos aos exames de imagem que não detectaram a doença | Foto: Divulgação/MSKCC

Um pequeno estudo com um medicamento para pacientes com câncer retal surpreendeu os cientistas pelo resultado. Dos 12 pacientes que fizeram o mesmo tratamento com imunoterapia (que usa o sistema imunológico do paciente para combater a doença), todos tiveram uma notícia animadora: o câncer havia desaparecido ficando indetectável em exames físicos, endoscopia, tomografia e ressonância magnética.

“Acredito que esta seja a primeira vez que isso acontece na história do câncer”, disse o autor do estudo, Luis Diaz Jr, do Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering. O artigo foi publicado em 5 de junho na revista científica New England Journal of Medicine.

O estudo foi patrocinado pela empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. O artigo foi apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.

O estudo

Os pacientes receberam o dostarlimab, um medicamento conhecido por ser inibidor de pontos de controle. Foram escolhidos pacientes com câncer retal localmente avançado — tumores que se espalharam no reto e às vezes para os gânglios linfáticos, mas não para outros órgãos.

A medicação foi dada a cada três semanas durante seis meses e custou cerca de US$ 11 mil (cerca de R$ 52 mil) por dose. O medicamento ajudou a desmascarar as células cancerosas, permitindo que o sistema imunológico identificasse quais eram e as destruísse. Segundo os pesquisadores, não houve efeito colateral significativo.

Resultados

Os pacientes que enfrentam um câncer retal passam por uma dura rotina de tratamento, com quimioterapia e radioterapia e cirurgia.

Os 12 pacientes que participaram do estudo acreditavam que ao terminar a pesquisa teriam que passar por esses procedimentos, porque ninguém esperava realmente que seus tumores desaparecessem. No entanto, tiveram uma surpresa: nenhum tratamento adicional foi necessário.

Em um editorial que acompanha o artigo, Hanna Sanoff, do Centro Abrangente de Câncer Lineberger, da Universidade da Carolina do Norte, que não participou do estudo, o chamou de “pequeno, mas interessante”.

Os autores do estudos disseram na conclusão da pesquisa que, apesar dos resultados promissores, “É necessário um acompanhamento mais longo para avaliar a duração da resposta”.

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PESQUISA DA UFRN ESTUDA QUAIS OS TIPOS DE PESSOAS SÃO MAIS SUSCETÍVEIS AO ALCOOLISMO

Por Leonardo Erys, g1 RN

 

Pesquisa desenvolvida na UFRN usa peixes para estudar os efeitos do álcool — Foto: ReproduçãoPesquisa desenvolvida na UFRN usa peixes para estudar os efeitos do álcool — Foto: Reprodução

Uma pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está estudando quais os tipos de pessoas são mais suscetíveis ao alcoolismo, o comportamento de determinados perfis com o uso do álcool, e uma melhora no tratamento para a doença. A curiosidade é que toda essa análise está sendo feita a partir do estudo do comportamento de peixes ao ingerirem o álcool.

O peixe em questão é chamado de “zebrafish” ou peixe-zebra (de nome científico Danio rerio)A escolha dessa espécie se dá por um motivo específico: a similaridade genética com o ser humano.

“Ele chega a próximo de 80% de genes homólogos com o ser humano. E se a gente tratar de doença, ele chega a até 92% de homologia. E aí ele acaba sendo um modelo para estudos translacionais”, explicou a doutora em Ciências Biológicas Ana Carolina Luchiari, professora do Departamento de Fisiologia e Comportamento da UFRN e coordenadora do estudo.

Ela explica que um animal como o rato, por exemplo, compartilha mais da história evolutiva com o ser humano, mas que a complexidade dele torna o trabalho mais dificultoso nessa avaliação.

“Se a gente está buscando soluções de problemas, quanto mais simples o modelo e mais parecido com o modelo ideal ele for, é interessante pra gente. Então, esse peixe tem essa similaridade e tem comportamentos muito próximos quando a gente usa drogas nesses animais”, explica.

“A gente tem uma validação do comportamento, que é chamada de validação facial da pesquisa, que traz similaridades muito grandes com o comportamento do ser humano quando submetido a álcool e a outras drogas“.

No projeto, há a manipulação diária de algumas concentrações de álcool na água, onde o peixe faz a absorção através da respiração branquial. Na exposição crônica, cerca de 0,5% de álcool é manipulado na água todos os dias, o que corresponde a aproximadamente duas taças de vinho.

“O peixe vai ficando tolerante. Então você vê que depois de um mês de exposição, ele já não tem mais as mesmas respostas comportamentais”, explica a coordenadora do projeto.

O que o projeto busca entender?

Segundo a professora Ana Carolina Luchiari, o que o projeto busca entender, de maneira geral, “é como que a gente vai tratar o indivíduo que tem o alcoolismo desenvolvido – que foi exposto ao álcool durante a fase mais juvenil ou durante a fase mais adulta – num contexto que ele desenvolveu dependência e que ele é doente hoje. E como que a gente pode tratar esse indivíduo”.

Essa pesquisa sobre o alcoolismo começou na UFRN em 2010. Em determinado momento, foram definidos perfis comportamentais e neurológicos em relação ao álcool. Em 2017, teve início o estudo sobre o que bióloga define como “perfis de personalidade”, que analisa o comportamento dos peixes a partir da sua personalidade, se são mais corajosos ou mais tímidos.

E nesse ponto de análise também se enquadra outro objetivo da pesquisa: “Entender por que que alguns indivíduos são mais suscetíveis a desenvolver o alcoolismo do que outros”, explica a professora.

“Outro resultado relevante que tivemos é que alguns perfis apresentam a produção de um fato neurotrófico, que é um fato protetivo pro cérebro, aumentado. E o que a gente quer saber é como que esses indivíduos conseguem manifestar esse fator. Que genes estão relacionadas a essa expressão aumentada do fator protetivo, que faz com que eles então não sejam tão afetados pelo álcool”.

Outro ponto estudado, segundo Ana Carolina Luchiari, é entender fatores que são diagnóstico para indivíduos que apresentam a condição alcóolica fetal, ou seja, aqueles que foram submetidos à droga durante a fase do desenvolvimento embrionário e que tem uma manifestação neurológica-comportamental diferenciada.

Segundo ela, um dos pontos que a pesquisa tem apontado é que indivíduos que tem a síndrome alcóolica fetal “acabam apresentando logo no início do desenvolvimento, então seria um paralelo com o humano de 5 a 7 anos de idade, uma ansiedade generalizada muito marcante”.

Peixes com perfis diferentes

De acordo com a professora, os peixes analisados tem comportamentos diferentes, sendo uns mais corajosos (esses chamados de “bold”) e outros mais tímidos (esses chamados de “shy”). E esse comportamento afeta diretamente a relação com o álcool e o possível avanço para o alcoolismo.

“Nós observamos que animais que tem perfis comportamentais diferentes, aqueles que são mais corajosos, mais tomadores de risco, eles respondem diferente ao álcool do que aqueles que são mais tímidos, mais aversos a risco”, pontuou.

O animal mais tímido é o mais tem tendência a procurar pelo álcool. “Sugerindo que aqueles que são mais tímidos, eles tem uma tendência maior a procurar pelo álcool, porque a timidez dele é muito diminuída quando ele é exposto ao álcool”.

“No entanto, o animal que tem mais coragem, que a gente chama de perfil ‘bold’, ele responde menos ao álcool, então ele precisa de doses maiores pra ter uma responsividade. E isso está muito relacionado com o desenvolvimento de alcoolismo. Então, quando o álcool não faz efeito no organismo, doses maiores são necessárias e a chance desse indivíduo desenvolver a síndrome do alcoolismo é muito maior”.

A definição da personalidade de cada um, segunda explica, é feita previamente, através de testes de exploração de ambiente, afastamento de grupo social ou entrada em ambiente novo, por exemplo. “Aqueles que saem do grupo social e entram no ambiente novo de coloração branca, que eles tem aversão, são os mais corajosos, por exemplo”, explica.

Tratamentos

Entre as conclusões que a pesquisa já apontou, a professora explica que uma dela é que as drogas usadas no tratamento do alcoolismo não são suficientes e não foram eficientes também para os peixes. “Algumas drogas são melhores para perfis de indivíduos corajosos, mas não funcionam em perfis de indivíduos tímidos”, explica.

“Nós queremos sugerir algum tipo de tratamento que seja eficiente para ambos os perfis, talvez até em doses diferentes, mas um tratamento que seja um pouco mais generalizado, que a gente não precise depender de perfil pra poder fazer a utilização”, emendou.

O tratamento que está sendo testado atualmente é com o chá de ayahuasca. “Nós estamos separando os componentes principais da ayahuasca, que é o DMT e a harmina, e testando ambos separadamente pra entender como esses perfis respondem a essas drogas, esses compostos, e como que o indivíduo que é alcóolatra responde a esses compostos”.

A professora explica que o trabalho acontece em parceria ainda com outras universidades, como a Universidade Estadual de Criciúma e a PUC de Porto Alegre (RS), além de uma universidade no Canadá.

“Como o alcoolismo é a doença de adição por drogas lícitas que mais aparece no mundo, tem um incidência muito grande e segundo a OMS é a pior causadora de mortes além do câncer, então a busca por soluções é uma coisa, assim, que todo mundo tem interesse”.

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SEGUNDO SOCIEDADE DE CARDIOLOGIA, MAIS DE 38 MILHÕES DE PESSOAS NO BRASIL QUE SOFREM DE HIPERTENSÃO ARTERIAL DESCONHECEM O DIAGNÓSTICO DA DOENÇA

Um terço das pessoas desconhece diagnóstico de hipertensão, diz entidade

Cardiologista Roberto Kalil, presidente do Incor e apresentador do CNN Sinais Vitais, abordou os principais riscos da pressão alta em entrevista à CNN

Lucas RochaElis Franco

da CNN

em São Paulo

A hipertensão arterial, também chamada de “pressão alta“, atinge mais de 38 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, um terço dos brasileiros que vivem com a doença desconhecem o diagnóstico, de acordo com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

A condição é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares e renais. Nesta terça-feira (17), Dia Mundial da Hipertensão, o médico cardiologista Roberto Kalil, presidente do Incor e apresentador do CNN Sinais Vitais, abordou os principais riscos da pressão alta em entrevista à CNN.

“A hipertensão arterial é um mal silencioso – 30% da população do mundo têm hipertensão, muitos não sabem. Acima de 60 anos de idade, 50% da população brasileira se torna hipertensa”, diz Kalil.

Dentre as principais causas da pressão arterial alta estão a obesidade, histórico familiar, o hábito de fumar, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, estresse, consumo exagerado de sal, níveis altos de colesterol e falta de atividade física.

“Pouca gente controla a hipertensão: 50% se tratam com exercício, medicação e acompanhamento médico, mas só 20% tem o controle ideal da pressão. A hipertensão arterial agride o coração, o cérebro, os rins e é um mal silencioso, que acomete tanto o homem quanto a mulher”, alerta o cardiologista.

Como identificar os sinais da hipertensão

Indivíduos considerados hipertensos apresentam pressão igual ou maior que 14 por 9. Dentre os sintomas mais comuns estão tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão.

No entanto, a hipertensão geralmente é silenciosa o que indica a necessidade de realizar a aferição periodicamente. Pessoas acima de 20 anos devem realizar o procedimento ao menos uma vez ao ano. No caso de histórico na família, deve-se medir no mínimo duas vezes nesse período. A aferição permite o diagnóstico oportuno da doença em consultas médicas de rotina.

“Às vezes, pode se manifestar com dor na nuca, falta de ar, sensação estranha na cabeça, mas pode ser silencioso, como a grande maioria dos casos”, diz Kalil.

Conheça cinco estratégias para reduzir os riscos da hipertensão

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BOAS NOTÍCIAS: FINALMENTE CIENTISTAS DESCOBREM A CAUSA GENÉTICA DO LÚPUS

Muito importante e interessante o artigo publicado hoje, aqui na coluna CIÊNCIAS, pois trata-se de uma descoberta extraordinária da ciência. Finalmente uma equipe internacional de pesquisadores identificou uma causa da doença autoimune lúpus dentro das mutações de DNA de um gene que detecta o RNA viral. Como essa é uma doença crônica e, atualmente, não tem cura, essa descoberta é considerada o grande e decisivo passo para a cura.

Cientistas descobrem causa genética do lúpus, uma doença autoimune crônica

Uma equipe internacional de pesquisadores identificou uma causa da doença autoimune lúpus dentro das mutações de DNA de um gene que detecta o RNA viral – descobertas que levarão ao desenvolvimento de novos tratamentos.

Atualmente não há cura para a doença autoimune crônica que causa inflamação em órgãos e articulações e afeta o movimento e a pele – às vezes com sintomas debilitantes e complicações que podem ser fatais.

O lúpus afeta cerca de um quarto de milhão de pessoas nos EUA e no Reino Unido, e os tratamentos atuais são predominantemente imunossupressores que funcionam diminuindo o sistema imunológico para aliviar os sintomas.

Mas cientistas relataram recentemente a realização de sequenciamento completo do genoma no DNA de uma criança espanhola chamada Gabriela, que foi diagnosticada com lúpus grave quando tinha 7 anos de idade. Um caso tão grave com início precoce dos sintomas é raro e indica uma única causa genética.

Em sua análise publicada em 27 de abril na Nature , os pesquisadores relatam encontrar uma única mutação pontual no gene TLR7. Por meio de referências dos EUA e do Hospital Shanghai Renji na China, eles identificaram outros casos de lúpus grave em que esse gene também foi mutado.

Para confirmar que a mutação causa lúpus, a equipe usou a edição de genes CRISPR para introduzi-la em camundongos. Esses camundongos desenvolveram a doença e apresentaram sintomas semelhantes, fornecendo evidências de que a mutação TLR7 era a causa. O modelo de camundongo e a mutação foram ambos nomeados ‘kika’ por Gabriela, a jovem que está sendo tratada no Centro de Imunologia Personalizada da Universidade Nacional Australiana.

“Tem sido um grande desafio encontrar tratamentos eficazes para o lúpus, e os imunossupressores atualmente usados ​​podem ter sérios efeitos colaterais e deixar os pacientes mais suscetíveis à infecção”, disse Carola Vinuesa , autora sênior, investigadora principal e líder do estudo. novo Laboratório de Autoimunidade no Instituto Francis Crick, onde continuará a pesquisa. “Houve apenas um único novo tratamento aprovado pelo FDA nos últimos 60 anos.”

“Esta é a primeira vez que uma mutação TLR7 demonstrou causar lúpus, fornecendo evidências claras de uma maneira pela qual essa doença pode surgir”.

Pode ser um pequeno número de pessoas com lúpus que apresentam variantes no próprio TLR7, mas muitos pacientes apresentam sinais de hiperatividade na via do TLR7. Ao confirmar uma ligação causal entre a mutação genética e a doença, os pesquisadores podem começar a desenvolver tratamentos mais eficazes.

A mutação que os pesquisadores identificaram faz com que a proteína TLR7 se ligue mais facilmente a um componente de ácido nucleico chamado guanosina e se torne mais ativa. Isso aumenta a sensibilidade da célula imunológica, tornando mais provável que ela identifique incorretamente o tecido saudável como estranho ou danificado e monte um ataque contra ele.

Curiosamente, outros estudos mostraram que mutações que fazem com que o TLR7 se torne menos ativo estão associadas a alguns casos de infecção grave por COVID-19, destacando “o delicado equilíbrio de um sistema imunológico saudável”.

10x mais provável em mulheres

O trabalho também pode ajudar a explicar por que o lúpus é cerca de 10 vezes mais frequente em mulheres do que em homens.

Como o TLR7 fica no cromossomo X, as fêmeas têm duas cópias do gene, enquanto os machos têm uma. Normalmente, um dos cromossomos X é inativo nas mulheres, mas nesta seção do cromossomo, o silenciamento da segunda cópia é muitas vezes incompleto. Isso significa que as mulheres com uma mutação nesse gene podem ter duas cópias funcionais.

“A identificação do TLR7 como a causa do lúpus neste caso incomumente grave encerrou uma odisseia diagnóstica e traz esperança para terapias mais direcionadas para Gabriela e outros pacientes com lúpus que provavelmente se beneficiarão dessa descoberta”, diz a Dra. autor do estudo.

Os pesquisadores agora estão trabalhando com empresas farmacêuticas para explorar o desenvolvimento ou o redirecionamento de tratamentos existentes, que visam o gene TLR7. E eles esperam que direcionar esse gene também possa ajudar pacientes com doenças relacionadas, como artrite reumatoide e dermatomiosite, que pertencem à mesma família ampla do lúpus.

Agora uma adolescente que mantém contato com a equipe de pesquisa, Gabriela expressou esperança de que a descoberta fará com que as pessoas com lúpus sintam que não estão sozinhas na luta. “Espero que a pesquisa continue e acabe em um tratamento específico que possa beneficiar tantos guerreiros lúpicos que sofrem desta doença.”

Fonte: Good News Network

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SEGUNDOD INCA, 7 EM CADA 10 MULHERES DIAGNOSTICADAS COM CÂNCER DE OVÁRIO NO BRASIL MORREM EM DECORRÊNCIA DA DOENÇA

 Câncer de ovário mata 7 em cada 10 mulheres no Brasil, diz Inca

Doença, que tem os sintomas silenciosos, acomete mais de seis mil mulheres por ano no Brasil

Ingid Olivreira

da CNN

em São Paulo

 

O câncer de ovário é uma doença que acomete mais de seis mil mulheres todos anos anos no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse número, 7 em cada 10 pacientes morrem em decorrência da doença.

No domingo, 8 de maio, é estipulado o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Ovário para que mulheres observem os sinais e sintomas da doença, e façam exames de rotina — estabelecendo um diagnóstico precoce.

Nesta sexta-feira (6), no quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes explica que nem sempre a doença mostrará sintomas e isso pode dificultar o diagnóstico.

“O grande problema dessa doença é a questão anatômica e como ela se manifesta no começo. A pessoa pode não ter sintoma nenhum”, afirmou.

“Se a pessoa apresentar sintomas, vai precisar procurar o médico, conversar com ginecologista e estabelecer o diagnóstico e tratamento”, disse Gomes.

De acordo com o Inca, o câncer de ovário é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer do colo do útero.

Causas e diagnóstico

O médico explica que as principais causas do câncer de ovário podem estar associadas a diversos fatores como a idade, ele acomete mais as mulheres acima dos 50 anos, com menopausa tardia, aumentando chances de terem o câner de ovário.

Gomes cita outros fatores como mutações genéticas como o BRCA1 e BRCA2, histórico familiar, e excesso de gordura corporal.

“Por isso precisamos prestar atenção na saúde do nosso corpo sempre”, disse.

O neurocirurgião afirma que o diagnóstico pode ser feito nas consultas de rotina. As mulheres, se apresentarem qualquer um desses critérios devem ficar mais atentas e informar ao médico.

Segundo o Inca, o diagnóstico precoce desse tipo de câncer é possível em apenas parte dos casos, pois a maioria só apresenta sinais e sintomas em fases mais avançadas da doença.

“O relaionamento íntimo da mulher com a sua saúde, usando a ginecologia, é fundamental para identificar fatores de risco e fazer o diagnóstico precoce”, aponta.

Em relação ao tratamento, a abordagem pode ser variada. Normalmente, cirurgia de remoção do tumor e quimioterapia são usadas para tratar o câncer de ovário.

Fonte: CNN

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OITO PAÍSES RELATAM CASOS DE UMA HEPATITE MISTERIOSA QUE ESTÁ AFETANDO CRIANÇAS

OMS confirma novos casos de hepatite misteriosa

Já são 20 países com registros da doença

As crianças afetadas têm de 1 mês a 16 anos. A maioria delas é menor de 10 anosAs crianças afetadas têm de 1 mês a 16 anos. A maioria delas é menor de 10 anos | Foto: Divulgação/Unicef

Oito países relataram nesta semana novos casos de uma hepatite misteriosa que está afetando as crianças. A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou na terça-feira 3 que os registros, agora, chegaram a 20 países. Ao todo, quase 230 crianças ficaram doentes e outros 50 casos estão em investigação. São quatro mortes suspeitas (três na Indonésia).

A maioria dos casos foi registrada na Europa, grande parte no Reino Unido. Em 5 de abril, a OMS foi informada de dez casos de hepatite aguda severa de origem desconhecida em crianças de menos de 10 anos no centro da Escócia. Posteriormente, novos casos suspeitos foram identificados na Espanha, na Dinamarca, na Irlanda, na Holanda, na Itália, na França, na Noruega, na Romênia e na Bélgica, conforme a OMS. Fora da Europa, Israel e Estados Unidos se somaram à lista.

Os cientistas estão intrigados com a enxurrada de casos, porque nenhuma das crianças afetadas deu positivo para os vírus normais que causam hepatite. A busca por uma causa desconhecida é especialmente difícil porque os casos podem ter vários fatores por trás deles que não são consistentes entre as doenças.

As crianças afetadas têm de 1 mês a 16 anos. A maioria delas é menor de 10 anos. Nenhuma tinha outra doença.

“É muito urgente e estamos a dar prioridade absoluta a isso e a trabalhar muito de perto com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças na gestão e coordenação”, assegurou o diretor regional de Emergências da OMS, Gerald Rockenschaub.

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SAÚDE: NO DIA MUNDIAL DE COMBATE A ASMA SAIBA QUAIS OS FATORES CAUSADORES DA DOENÇA

Dia Mundial de Combate à Asma: especialistas destacam importância do tratamento

Asma não tem cura, mas o adesão ao tratamento reduz impactos dos sintomas que podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Tratamento da asma é feito com base em corticosteroides inalados, que atuam no controle da inflamação dos brônquiosTratamento da asma é feito com base em corticosteroides inalados, que atuam no controle da inflamação dos brônquiosGetty Images

A asma afeta cerca de 10% da população, sendo responsável pela morte de aproximadamente 2 mil pessoas a cada ano. A doença inflamatória crônica das vias respiratórias pode ser causada por diversos fatores como ácaros da poeira, mofo, pólen, vírus, rinite, excesso de peso e predisposição genética.

Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e dor no peito, principalmente após esforço físico e até mesmo ao falar.

Dia Mundial de Combate à Asma, celebrado anualmente na primeira terça-feira do mês de maio, chama atenção para a importância do controle da doença.

A asma não tem cura, mas o tratamento adequado pode reduzir os sintomas e ampliar a qualidade de vida dos pacientes. No Brasil, o tratamento pode ser realizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a partir de Unidades Básica de Saúde (UBSs).

“Ainda é muito comum se ouvir que a bombinha para asma vicia e que quando as crises melhoram, não precisa mais seguir com a medicação”, diz o médico. Segundo Bianchi, os desafios o controle da doença incluem a falta de adesão ao tratamento pelos pacientes.

Além do abandono dos cuidados, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia aponta uma série de lacunas no cuidado da asma, como o custo e acesso aos medicamentos.

O pneumologista Diego Ramos, da Medicina Interna Personalizada (MIP), afirma que ainda há desigualdade de acesso ao diagnóstico e tratamento da asma.

“Um dos desafios para o controle da asma é o conhecimento da doença e a conscientização entre os profissionais de saúde, além de lacunas na prescrição de inaladores e no monitoramento da adesão e capacidade de uso desses dispositivos”, diz.

Segundo o especialista, o Dia Mundial de Combate à Asma deve ampliar a conscientização do público em geral e dos profissionais de saúde de que a asma é uma doença crônica e não aguda.

Adesão ao tratamento

O tratamento da asma é feito com base em com corticosteroides inalados, que atuam no controle da inflamação dos brônquios, estruturas que ligam a traqueia aos pulmões. Os medicamentos reduzem os sintomas e ajudam a prevenir as crises.

Os especialistas alertam que a interrupção do tratamento sem a supervisão médica pode ser prejudicial à saúde.

“Durante as crises de asma, o uso de corticosteroide oral em doses preconizadas deverá ser utilizado com parcimônia e sob orientação médica. A falta de controle da doença pode resultar em crises graves e levar até à morte”, diz Bianchi.

De acordo com o Ministério da Saúde, a asma pode desencadear uma série de complicações, como redução na capacidade de realizar atividades, insônia, alterações permanentes no funcionamento dos pulmões, tosse persistente, dificuldade para respirar, hospitalização e internação por ataques severos.

Diagnóstico

diagnóstico da asma deve ser feito a partir de exames clínicos, considerando o histórico do paciente. Sinais como chiado, tórax exageradamente cheio de ar, presença de rinite alérgica e histórico familiar com doenças alérgicas e asma são alguns dos indicativos da doença. Exames para alergia e provas de função respiratória também auxiliam no diagnóstico.

“O diagnóstico de asma é um diagnóstico clínico e os exames são realizados para excluir doenças que podem causar ou simular asma. Em questão de riscos, sempre depende da gravidade da doença, mas a gente ainda tem mesmo com o aprimoramento do tratamento a mortalidade de cerca de quatro a cinco pessoas por dia no país com a doença”, diz Ramos.

Vacinação contra a gripe

O vírus influenza, causador da gripe comum, pode agravar o quadro clínico de pessoas que vivem com asma. A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) recomenda a vacinação contra a doença para pessoas acima de 60 anos e indivíduos com doenças cardiovasculares crônicas e respiratórias crônicas, incluindo a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

“Um dos principais fatores desencadeantes de crise de asma são as infecções virais respiratórias, destacando-se o rinovírus. Mas o vírus da gripe, o influenza, também causa as exacerbações e, ao se vacinar, diminui-se a chance de contrair influenza e, consequentemente, de evoluir para crises de asma”, explica Bianchi.

Ao reduzir os riscos da infecção pelo vírus da gripe, a vacinação também protege as pessoas de infecções bacterianas oportunistas que são mais fáceis de serem contraídas após a infecção viral.

“Ao se vacinar, o paciente de asma diminui a chance da influenza e, portanto, de uma pneumonia bacteriana secundária. Esse risco de evoluir com uma infecção secundária pode ser maior para um paciente com asma”, diz o médico.

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SEGUNDO MINISTÉRIO DA SAÚDE, O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA DOENÇA DE CHAGAS NO BRASIL TEM APRESENTADO MUDANÇAS

Ministério da Saúde chama atenção para transmissão oral da doença de Chagas

Perfil epidemiológico atual evidencia a transmissão oral pela ingestão de alimentos contaminados, principalmente na região amazônica

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Protozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de ChagasProtozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de ChagasEd Reschke/Getty Images

A doença de Chagas, infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, geralmente é transmitida pelo contato com fezes de insetos triatomíneos infectados, como o barbeiro, após a picada. No entanto, o perfil epidemiológico da doença no Brasil tem apresentado mudanças segundo o Ministério da Saúde.

O contexto atual evidencia a ocorrência de casos agudos relacionados à transmissão envolvendo espécies silvestres infectadas pelo parasito e à transmissão oral pela ingestão de alimentos contaminados, principalmente na região amazônica. Há ainda a predominância de casos crônicos decorrentes da infecção em décadas passadas.

Ministério da Saúde estima que 1,9 a 4,6 milhões de pessoas estão infectadas atualmente no país (1 a 2,4% da população). As informações foram divulgadas em evento realizado nesta quarta-feira (13), em alusão ao Dia Mundial da Doença de Chagas, celebrado no dia 14 de abril.

“A doença de Chagas ainda pode afetar uma população grande de pessoas, mais de 65 milhões de pessoas, sobretudo em países da América Latina, estão em risco para essa doença. Já vencemos muitos desafios, já melhoramos as condições socioeconômicas, mas ainda persiste em função das desigualdades sociais, não só a possibilidade da transmissão habitual, como outras formas de transmissão, como transmissão oral e a questão congênita”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Na transmissão vetorial, o Trypanosoma cruzi é transmitido durante a alimentação do barbeiro. Assim que o inseto termina de se alimentar, ele defeca, eliminando os protozoários que entram em contato com a ferida na pele humana.

O Ministério da Saúde chama atenção para outro modo de transmissão, que consiste na ingestão de alimentos contaminados com os insetos ou fezes triturados, incluindo o açaí, cana de açúcar e sucos de frutas. A doença de Chagas também pode ser transmitida por transfusão de sangue ou durante a gravidez, da mãe contaminada para o filho.

O chefe da Unidade de Doenças Tropicais Negligenciadas e Transmitidas por Vetores da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Luis Castellanos, afirmou que o enfrentamento da doença pelos países envolve três pilares fundamentais: estabelecer alianças, promover e apoiar a pesquisa e demonstrar compromisso.

“Estabelecer alianças devem ser vistas no interior do país e também fora do país, alianças interinstitucionais e intergovernamentais”, disse.

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, destacou a importância do diagnóstico e tratamento oportunos da infecção. “Para a Fiocruz, a doença de Chagas constitui um grande desafio de saúde pública desde os primórdios da nossa instituição com a incrível descoberta científica de Carlos Chagas”, afirmou.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO COMO UM MÉTODO PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇAS E BEM ESTAR DA POPULAÇÃO

Pessoa sentada com as pernas cruzadas em uma montanha durante o nascer do sol.
23 de Janeiro – Dia Internacional da Medicina Integrativa

Por que praticar Meditação?

A prática de meditação é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como um método para a prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, saúde e bem-estar da população.

Importante ressaltar que o Ministério da Saúde, conforme a portaria 145, de 11 de janeiro de 2017, incluiu a Meditação no rol de terapias complementares disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Meditar é um processo continuo de autocuidado e autoacolhimento, em que a pessoa fortalece seus valores pessoais, desacelera a criação de pensamentos, respira com atenção, relaxa o corpo, a mente e as emoções, sentindo e vivendo a vida com maior foco, concentração e saúde.

É uma oportunidade de ter as rédeas de sua vida em suas mãos, encontrando a paz interior para realizar suas atividades pessoais e profissionais com maior leveza e resultados.

Algumas dicas para inspirar você a começar ou renovar a prática de meditar:

1. Durante o dia, pare algumas vezes o que estiver fazendo, leve sua atenção ao ato de inspirar e expirar, usando a contagem: inspirar em 4 segundos, reter o ar em 4 segundos e expirar em 8 segundos, repita a sequência 4 vezes.

2. Caminhe todos os dias, durante 15 minutos, prestando atenção aos seus passos e ritmo respiratório, essa prática é uma forma de atenção plena e ajuda a liberar a criatividade.

3. Antes de dormir, desconecte sua atenção de aparelhos eletrônicos, escolha um local acolhedor, sente-se com a coluna ereta, faça a sequência respiratória com contagem, caminhe em direção ao seu coração, sente-se no centro dele, imagine uma luz dourada banhando você de energia amorosa, acolhedora e pacífica, todas as suas células, órgãos são preenchidos, você relaxa, descansa e se prepara para uma excelente noite de sono.

4. Escolha meditações guiadas, no You Tube, e ouça antes de dormir, enquanto dirige, usando transporte público.

Praticar meditação é um ato de amor, comece devagar e aos poucos aumente o tempo de experiência, poderá sentir o quanto te fará bem.

Anna Maria Oliveira

Escrito por Anna Maria Oliveira

Fonte: Eu sem Fronteiras

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, SEIS EM CADA DEZ BRASILEIROS APRESENTAM EXCESSO DE PESO ‘

Obesidade é uma doença crônica que atinge mais de um quarto da população adulta brasileira

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, realizada em parceria com o Ministério da Saúde, apontam que seis em cada dez brasileiros apresentam excesso de peso e a porcentagem de adultos com obesidade chegou a 26,8%, ou seja, mais de um quarto da população. Uma realidade alarmante que representa um grande problema de saúde pública e necessita de medidas urgentes para reverter a situação.

13/03/2022 às 09:00

Saúde Não Se Pesa

Os números da obesidade no Brasil têm crescido de modo expressivo em todas as faixas etárias. Entre os adultos, mais de 100 milhões estão acima do peso, com prevalência maior no público feminino (62,6%).

Outro dado alarmante é que a cada três crianças e adolescentes, entre 5 e 19 anos, um está acima do peso – sendo 11% com obesidade e 17,2% com sobrepeso.

As transformações, através das décadas, no mundo globalizado, mudaram os hábitos e o estilo de vida da população. Muitas crianças e adolescentes trocaram as brincadeiras ao ar livre por jogos eletrônicos e os alimentos industrializados ficaram cada vez mais acessíveis, tomando o lugar dos alimentos saudáveis. Além disso, a genética, hormônios, fatores psicológicos, alguns medicamentos e complicações neurológicas – fatores que não estão sob nosso controle – podem levar ao ganho de peso. Até 70% das causas da obesidade podem estar relacionadas à genética, histórico familiar e etnia.

Muito além dos padrões de estética, a obesidade é uma doença crônica, definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo. Sua principal causa é a desproporção energética entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Esse processo provoca um desequilíbrio geral no organismo, que pode desencadear ou agravar muitas outras doenças como: diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares (hipertensão, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca congestiva e embolia pulmonar), apneia do sono, problemas no fígado, de circulação sanguínea e até alguns tipos de câncer.

Por ser uma doença multifatorial, que engloba fatores genéticos, metabólicos, sociais e psicológicos, a obesidade exige tratamento multidisciplinar, individualizado e a longo prazo.

A boa notícia é que todos os tipos de obesidade: leve, moderada e grave – têm tratamento, que deve ser contínuo, como no caso das demais doenças crônicas.

A procura por um profissional de saúde é essencial para iniciar o tratamento, que deverá ser personalizado, pois cada pessoa tem um histórico diferente. Em alguns casos, pode ser recomendado o uso de medicamentos e, em outros, até mesmo, uma cirurgia.

Para ajudar com informações sobre o assunto, foi criado o portal Saúde Não Se Pesa. O movimento foi lançado em 2016 pela Novo Nordisk, empresa global de saúde que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de pessoas com obesidade.

O site conta com conteúdos sobre tratamentos e diagnóstico, além de depoimentos de pessoas com obesidade e uma janela que abre um link para ajudar na busca por um médico especialista.

Todos devem buscar a melhoria da qualidade de vida, por meio do bem-estar físico, mental e social. O único padrão que importa é o padrão da saúde.

Fonte: CNN

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HANSENÍASE É UMA DAS DOENÇAS MAIS ANTIGA DA HUMANIDADE E CONTINUA UM GRAVE PROBLEMA SE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

Por que a hanseníase ainda persiste como problema de saúde pública no Brasil

Dados preliminares divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que o Brasil diagnosticou 15.155 novos casos da doença em 2021

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Especialistas estimam que a pandemia de Covid-19 tenha levado à subnotificação dos casos de hanseníaseEspecialistas estimam que a pandemia de Covid-19 tenha levado à subnotificação dos casos de hanseníase Thiago Silva/Prefeitura de Boa Vist

Perda de sensibilidade, formigamento, diminuição de força e da mobilidade. Estes foram alguns dos sintomas que acometeram Patrícia Gonçalves Soares, 36, moradora de Vitória da Conquista, na Bahia, diagnosticada com hanseníase em 2013.

hanseníase é uma das doenças mais antigas da humanidade, com relatos de casos desde 600 a.C. Apesar de antiga, ela ainda é um grave problema de saúde pública, especialmente no Brasil, que concentra o segundo maior número de novos casos do mundo, atrás apenas da Índia.

A doença, que já foi chamada de lepra, foi renomeada devido ao estigma associado ao termo. Desde 1995, por definição da Lei nº 9.010, o termo lepra e seus derivados não podem mais ser utilizados na linguagem adotada nos documentos oficiais da União, dos estados e municípios. Este domingo (30) é marcado pelo Dia Mundial de Combate à Hanseníase.

Patrícia, que atua como coordenadora nacional do Movimento de Reintegração de Pessoas Afligidas pela Hanseníase (Morhan), conta que passou por diferentes consultas e atendimentos médicos até a confirmação do diagnóstico.

“Eu já tinha sintomas que já eram indícios de hanseníase há muito tempo, mas nenhum médico desconfiou que poderia ser a doença. Fiz uma peregrinação de médico em médico até que eu fui atendida por uma da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, que suspeitou que podia ser a hanseníase”, afirma.

Ela conta que não tinha conhecimento sobre a doença no momento do diagnóstico e que a descoberta sobre o preconceito em torno da doença foi um fator de preocupação. “Costumo dizer que eu fui um caso para estudo e que tudo que pode acontecer de pior na hanseníase aconteceu comigo. De início, foi uma situação muito ruim, mas com o tratamento eu melhorei e não tenho mais a doença, mas o cuidado permanece”, relata.

hanseníase é causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae, que afeta principalmente nervos periféricos e a pele. As complicações da doença podem levar a incapacidades físicas, principalmente nas mãos, pés e nos olhos.

Os sinais mais frequentes incluem dormência, formigamento e diminuição na força física das mãos, pés ou pálpebras, além de manchas brancas ou avermelhadas com diminuição ou perda da sensação de calor, de dor ou do tato.

No caso de Patrícia, a doença evoluiu para um quadro clínico agravado principalmente em razão do diagnóstico tardio. Ela desenvolveu uma condição clínica chamada de eritema nodoso, que consiste em uma reação inflamatória aguda, que se sobrepõe à evolução crônica e gradual da hanseníase.

“Eu cheguei a um estágio de eritema necrotizante, como se fossem bolhas de água meio sanguinolentas. Quando cheguei nesse estágio, cheguei a pensar que não tinha cura e que nunca iria melhorar, foi muito chocante nesse ponto”, diz.

O acompanhamento por uma equipe multidisciplinar, com médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, contribuiu para a melhoria do quadro. Hoje, Patrícia está curada da hanseníase e se dedica, junto ao Morhan, à luta pela garantia e respeito aos direitos das pessoas atingidas pela doença e familiares.

Criado em 1981, o Morhan é uma entidade que promover atividades de conscientização e tem como foco a construção de políticas públicas eficazes para a população afetada pelo agravo.

O tratamento da hanseníase é feito a partir da associação de três antibióticos (rifampicina, dapsona e clofazimina). A indicação do tratamento depende da condição clínica de cada paciente, podendo ser de seis meses a um ano. O tratamento melhora a qualidade de vida, reduz os riscos de complicações e interrompe a transmissão da doença.

Doença negligenciada

A hanseníase é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma doença negligenciada.

Segundo a definição da OMS, agravos desse tipo são considerados endêmicos em populações de baixa renda e contribuem para a manutenção de situações de desigualdade no mundo. Além disso, o baixo investimento em pesquisas científicas por grandes empresas e farmacêuticas amplia as lacunas no diagnóstico e no tratamento.

“Estudos epidemiológicos realizados usando grandes bases de dados têm demonstrado que as pessoas que acabam desenvolvendo a doença são aquelas com nível de escolaridade mais baixo, salários mais baixos e que têm condições de vida piores”, afirma o pesquisador Milton Ozório, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

Segundo o especialista, a persistência da hanseníase no Brasil como problema de saúde pública pode ser explicada, em parte, pelos determinantes sociais da saúde. De acordo com a definição da OMS, o conceito reúne fatores não médicos que influenciam a saúde humana, incluindo as condições nas quais as pessoas nascem, crescem, trabalham, vivem e envelhecem. Os determinantes perpassam os sistemas econômicos, as políticas públicas e sociais e as agendas de desenvolvimento.

“Quando falamos em condições de vida precária, incluímos questões como a falta de esgotamento sanitário, de água encanada e todos esses fatores que são importantes no que consideramos os determinantes sociais da saúde. Infelizmente, a persistência desses fatores no Brasil é risco justamente para essas populações que vivem em nível de pobreza e acabam desenvolvendo a doença com mais frequência”, completa Ozório.

Na avaliação do professor da Universidade de Brasília (UnB), Ciro Martins Gomes, ainda falta investimento em diagnóstico e tratamento da doença no país.

“A desigualdade social ainda faz com que a hanseníase seja uma doença relevante. Todo problema que temos de saúde pública, de saneamento e pessoas vivendo em locais muito aglomerados, leva ao aumento de uma doença transmissível. O desenvolvimento econômico social do Brasil, que não é satisfatório, justifica esse número de casos ainda alto”, diz.

A pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Carla Lisboa Porto, destaca que a persistência da hanseníase também está associada à dificuldade na realização do diagnóstico de forma oportuna.

“Temos aspectos de dificuldade de diagnóstico e de treinamento por parte de profissionais de saúde. Temos um país de dimensões continentais, que têm diferenças sociais gigantescas, inclusive no acesso da população aos equipamentos de acompanhamento de saúde”, diz.

Para Carla o acesso à informação sobre a doença ainda acontece de forma desigual nos diferentes municípios e regiões brasileiras. Ela defende a necessidade de investimento em políticas públicas e em campanhas de conscientização.

“São medidas que não conseguem atender igualmente populações e municípios que têm características muito diferentes, seja de acesso ou de formação de cuidados da saúde. A principal causa da não erradicação e do controle da doença é o silenciamento sobre as políticas públicas com relação à hanseníase. Apesar delas existirem, não existe ainda uma divulgação de maneira mais efetiva”, afirma.

Subnotificação dos casos

Dados preliminares divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que o Brasil diagnosticou 15.155 novos casos de hanseníase em 2021, índice abaixo do registrado em 2020, de 17.979 casos. Nos últimos dois anos, observa-se que o número de casos foi bem menor quando comparado ao ano anterior à pandemia. Em 2019, por exemplo, foram notificados 27.864 casos da doença.

Em 2020, foram reportados 127.396 casos novos da doença no mundo à OMS. Desses, 19.195 (15,1%) ocorreram na região das Américas, sendo 17.979 notificados no Brasil – o que corresponde a 93,6% do número de casos novos do continente.

Para os pesquisadores, a pandemia impactou diretamente na detecção de novos casos. Os índices mais baixos podem estar associados à subnotificação da doença devido à dificuldade na manutenção da oferta dos serviços e atendimento especializado.

“Nos dois anos da pandemia, tivemos uma redução em torno de 50% dos diagnósticos. Não é que a doença reduziu, é por que deixou-se de diagnosticar quase metade dos casos pelo problema de acesso à saúde. Temos que correr atrás desse prejuízo”, afirma Gomes.

Embora a hanseníase seja tratável e tenha cura, o estigma ainda contribui para dificultar a adesão ao tratamento. “Quando as pessoas se sentem acuadas pelo preconceito ou que aquilo pode ter uma repercussão social, elas têm tanto a dificuldade de procurar atendimento como de aceitar o diagnóstico e o tratamento, que demora de seis meses a um ano”, afirma o professor da UnB.

Estratégias para reduzir a incidência da doença

No contexto da agenda sanitária internacional, a hanseníase faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A iniciativa tem como meta o combate às epidemias da doença e de outros agravos transmissíveis, como tuberculose e malária até 2030.

No Brasil, o objetivo de reduzir a carga da doença até o fim de 2022 faz parte da Estratégia Nacional para o Enfrentamento da Hanseníase (2019-2022).

De acordo com o Ministério da Saúde, a meta poderá ser alcançada a partir da vigilância e do exame de pessoas próximas daquelas que tiveram o diagnóstico confirmado. Além disso, a pasta sugere que os profissionais de saúde façam a busca ativa para diagnosticar e tratar novos casos.

Em evento realizado no dia 25, em alusão à campanha Janeiro Roxo, de conscientização sobre a doença, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que serão incluídos dois novos testes laboratoriais complementares ao diagnóstico da hanseníase no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os testes “GenoType LepraeDR” e “NAT Hans” são exames de diagnóstico molecular, chamados tecnicamente de PCR, capazes de detectar o DNA da bactéria causadora da doença.

A tecnologia deve ser ofertada nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens). Segundo o ministério, neste primeiro momento, 10 estados devem receber as tecnologias até o final de 2022. A previsão de expansão para todos os estados e o Distrito Federal é até o final de 2023. Um outro tipo de exame, que consiste em um teste rápido, será ofertado nas Unidades Básicas de Saúde.

Desenvolvido por pesquisadores da Fiocruz, o kit “NAT Hans” obteve registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2021. O novo método de diagnóstico foi desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Carlos Chagas (Fiocruz Paraná) e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), ligado à Fiocruz e ao governo paranaense.

“O teste rápido para o diagnóstico é uma grande conquista, porque temos um sistema de saúde de acesso universal tão abrangente como nosso, o Brasil é o primeiro país do mundo a incorporar esses exames e oferecê-los gratuitamente a nossa população”, disse Queiroga no evento.

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PIONEIRO NA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 ISRAEL RECEBE PRIMEIRO LOTE DE PÍLULAS DA PFIZER CONTRA DOENÇA

Israel recebe a primeira remessa de pílulas contra a Covid-19

Primeiro-ministro Naftali Bennett afirma que o remédio ajudará a conter a nova onda da doença causada pela variante Ômicron

INTERNACIONAL

 por AFP

Israel recebe a primeira remessa do remédio desenvolvido pela Pfizer contra a Covid-19

PFIZER / AFP

Israel, país pioneiro na vacinação contra a Covid-19, recebeu nesta quinta-feira (30) seu primeiro lote de pílulas da Pfizer contra a doença causada pelo novo coronavírus, além de aprovar uma quarta dose da vacina para imunossuprimidos.

O remédio “nos ajudará a atravessar o próximo pico da onda da Ômicron”, disse o primeiro-ministro Naftali Bennett, após a chegada da carga ao aeroporto de Tel Aviv.

Procurado pela AFP, o Ministério da Saúde não informou a quantidade de comprimidos recebidos.

Na semana passada, a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos aprovou o tratamento, comercializado sob o nome de Paxlovid pelo laboratório americano Pfizer.

A pílula permite uma redução de hospitalizações e mortes em 88% em grupos de risco quando tomada nos primeiros cinco dias após o aparecimento dos sintomas, de acordo com ensaios clínicos que incluíram mais de 2.200 pessoas.

“É um elemento-chave, junto com a vacina e a máscara, na estratégia para conter a nova onda devido à Ômicron”, afirmou à AFP Ran Balicer, chefe de inovação do fundo israelense de seguros de saúde Clalit.

Para ele, o tratamento da Pfizer pode salvar as pessoas com maior risco de desenvolver sintomas graves do vírus e reduzir a pressão sobre os hospitais.

As autoridades israelenses registraram quase 4.000 novos casos de Covid-19 na quarta-feira, um recorde desde setembro, mas até agora não houve aumento acentuado nas internações.

O primeiro-ministro disse na semana passada que todos os israelenses acima dos 60 anos e os profissionais de saúde teriam direito a uma quarta dose da vacina. A decisão ainda não foi aprovada pelo Ministério da Saúde.

O diretor da pasta, Nachman Ash, autorizou nesta quinta-feira uma quarta dose para algumas pessoas imunossuprimidas.

Cerca de 4,2 milhões dos 9,3 milhões de residentes em Israel, ou seja, mais da metade dos adultos, receberam três doses da vacina contra o coronavírus.

Fonte: R7

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PESQUISA CLÍNICA DA UFRN SOBRE TRATAMENTO DA DEPRESSÃO ESTÁ RECRUTANDO VOLUNTÁRIOS

Por g1 RN

 

Depressão — Foto: Getty Images via BBCDepressão — Foto: Getty Images via BBC

Uma pesquisa clínica da UFRN sobre tratamento da depressão está recrutando voluntários no Rio Grande do Norte. O estudo investiga a cetamina como tratamento alternativo para a doença.

Os interessados em participar devem se inscrever através de um formulário (clique AQUI). O projeto busca pacientes com depressão resistentes ao tratamento tradicional. Os profissionais que tenham pacientes com depressão resistentes ao tratamento também podem encaminhá-los ao estudo através do formulário.

De acordo com o grupo de pesquisa da UFRN, a cetamina é uma droga anestésica que quando é utilizada em doses sub-anestésicas proporciona uma ação antidepressiva muito rápida.

Em 2020, foi aprovado nos EUA e no Brasil o uso da escetamina spray, uma medicação derivada da cetamina. Apesar de ser um tratamento promissor, tem um alto custo, o que o torna inviável para a maior parte da população.

Por conta do custo, esse grupo de pesquisadores da UFRN iniciou essa pesquisa para buscar a validação através de outra forma de administração da cetamina, que tenha um custo menor.

Nessa pesquisa, a cetamina é administrada por via subcutânea e tem um custo aproximado de R$ 10, cada dose. O estudo está sendo realizado no Ambulatório de Psiquiatria do Hospital Universitário há dois meses e atendeu cinco pacientes.

O tratamento é gratuito, dura oito semanas e a administração da cetamina é semanal. Cada sessão semanal tem um tempo médio de duas a três horas.

Além da administração da cetamina, são coletados dados clínicos e realizados exames de sangue a fim de investigar as alterações de moléculas relacionadas à depressão, por exemplo, os fatores de inflamação e os relacionados à resposta ao estresse.

Equipe

O estudo é realizado pelo Departamento de Fisiologia e Comportamento (DFS) do Centro de Biociências (CB), o Instituto do Cérebro (ICe) e o Departamento de Psiquiatria do Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol/UFRN).

A equipe é formada pelos professores Dráulio de Araújo e Fernanda Palhano-Fontes (ICe/UFRN), Nicole Galvão-Coelho (DFS/CB/UFRN), e Patrícia Cavalcanti e Emerson Arcoverde, do Departamento de Psiquiatria do Huol.

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SAÚDE: DEPOIS DE ASSISTIR ESSE VÍDEO VOCÊ NUNCA MAIS ADOECERÁ DE NOVO, POR DR. BRUCE LIPTON

Ser absolutamente saudável e nunca adoecer é o que 10 em cada dez pessoas gostaria de materializar em suas vidas. Entretanto, pesquisas apontam que 95% da humanidade padece de algum mal e apenas 5% são plenamente saudáveis. Por que isso acontece? Conheça a resposta e saiba como inverter isso, passando a fazer parte desse seleto grupo de pessoas plenamente saudáveis assistindo ao vídeo a seguir, do Dr. Bruce Lipton!

Fonte:

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O RACISMO É UMA DOENÇA CURÁVEL PORQUE NINGUÉM NASCE RACISTA, AFIRMA MARTINHO DA VILA EM ENTREVISTA

O racismo é uma doença curável”, diz Martinho da Vila à CNN

O cantor também comentou sobre a homenagem de “Excelência Musical” que recebeu no Grammy Latino, realizado em Las Vegas

Da CNN

Em São Paulo

 

Na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro no Brasil, o cantor Martinho da Vila falou sobre a data em entrevista à CNN e afirmou que “o racismo é uma doença curável”.

“O racismo é uma doença curável, porque ninguém nasce racista. As pessoas aprendem a ser racistas. Esse é um ensinamento do Nelson Mandela. E quem aprendeu a ser racista pode aprender a ser amoroso e compreensivo. Então, nós temos que colaborar com essa cura com as nossas ações, com as nossas atividades, com a nossa palavra e, principalmente, com nossos exemplos”, afirmou o cantor.

Martinho da Vila também comentou sobre a homenagem de “Excelência Musical” que recebeu no Grammy Latino, realizado em Las Vegas na última quinta-feira (18).

“Todo prêmio é estimulante. Então, ele nos alavanca para continuar a cumprir a missão que temos. Minha missão é cantar para divertir, emocionar e levar a reflexão. Por isso, eu recebo essa premiação muito bem”, afirmou Martinho da Vila.

Fonte: CNN

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SAÚDE: SAIBA QUAIS OS SINTOMAS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO DO ALZHEIMER

Alzheimer: saiba mais sobre a doença, seus sintomas, como preveni-la e tratar

Sem cura, ela afeta mais de 1 milhão de brasileiros e atinge com mais frequência pessoas acima dos 65 anos

Camila Neumam

da CNN

Em São Paulo

Medidas preventivas podem retardar o desenvolvimento do AlzheimerMedidas preventivas podem retardar o desenvolvimento do

Alguns aspectos da doença de Alzheimer ainda são uma incógnita para a medicina, justamente por ser uma doença neurodegenerativa que não tem cura. Sua causa, seu diagnóstico e seu tratamento nem sempre são precisos, o que torna a necessidade de se falar mais sobre a condição. Por isso, o dia 21 de setembro foi nomeado como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

No Brasil, ao menos 1,2 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência, e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. Em todo o mundo, o número chega a 55 milhões, com 10 milhões de novos casos por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo estimativas da Alzheimer’s Disease International, o número de indivíduos acometidos pela doença poderá chegar a 74,7 milhões em 2030 e 131,5 milhões em 2050, devido ao envelhecimento da população.

O que é o Alzheimer?

Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, progressiva e ainda sem cura, que atinge, em geral, pessoas acima dos 65 anos de idade, sendo a forma mais comum de demência no idoso, explica o psiquiatra Adiel Rios, pesquisador do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

A doença se instala quando o processamento de certas proteínas do sistema nervoso central começa a falhar. Com isso, surgem fragmentos de proteínas tóxicas dentro dos neurônios e nos espaços que existem entre eles. Essa toxicidade causa perda progressiva de neurônios em certas regiões do cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para linguagem, raciocínio, memória, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento abstrato.

O termo demência é usado para descrever um conjunto de sintomas que incluem perda de memória, dificuldade de pensamento e comprometimento da linguagem. Apesar de ser a causa mais comum de demência, a doença de Alzheimer não é a única. Existem outros tipos de demência neurodegenerativas e cerebrovasculares, afirma Natally Santiago, neurocirurgiã do Hospital San Gennaro.

“Diferentemente do envelhecimento cerebral normal, na doença de Alzheimer ocorrem alterações patológicas no tecido cerebral, com depósito de proteína (proteinopatia) e perda de neurônios”, explica Santiago.

Causas do Alzheimer

Não se sabe ainda o que realmente causa o Alzheimer, mas se acredita que seja algo geneticamente determinado. Segundo Santiago, a hereditariedade pode ser considerada um fator de risco, mas sem um caráter de transmissão genética direta a todas as gerações.

“Acredita-se que ocorra a transmissão de uma predisposição para desenvolvê-la, que junto a fatores externos (ambientais), pode ou não desencadear a doença”, disse.

Sintomas do Alzheimer

Perda de memória e alteração do comportamento são os primeiros sinais da doença, segundo a neurologista. Um sinal de alerta, segundo ela, é quando a perda da memória interfere nas atividades pessoais, se torna repetitiva e compromete a rotina do indivíduo.

“Com a evolução da doença, a memória fica significativamente comprometida, com incapacidade de reconhecimento de familiares, de ter as memórias autobiográficas. As alterações de comportamento também tendem a se agravar”, afirma Natally Santiago. O diagnóstico é clínico, feito por avaliação médica. Não existe um marcador para a doença, e os exames de sangue e de imagem ajudam na exclusão de outras possíveis causas de demência, explica a neurologista.

Nas fases iniciais do Alzheimer, as falhas progressivas de memória em relação a fatos recentes são os sintomas mais marcantes. Já memórias antigas tendem a ser preservadas, segundo Adiel Rios. “A pessoa pode se lembrar detalhadamente de fatos que ocorreram há 50 anos, mas não se lembra de algo que aconteceu ontem, ou há poucas horas”, comenta o psiquiatra.

Com a progressão da doença, começa a surgir a dificuldade para se orientar no tempo e espaço, e a incapacidade de se lembrar o caminho de casa, por exemplo. Outros sintomas são alterações do sono, agitação ou apatia e até quadros psicóticos, explica Rios.

“Na fase final da doença, o paciente perde a capacidade de se expressar, não reconhece nem os familiares e não consegue mais cuidar de si, demandando a presença de cuidadores em tempo integral”, diz o psiquiatra da USP.

O psiquiatra indica como os principais sintomas do Alzheimer:

  1. Perda de memória
  2. Diminuição da capacidade de juízo e de crítica
  3. Dificuldade de raciocínio
  4. Colocar objetos em lugar impróprio
  5. Alterações frequentes de humor e comportamento
  6. Mudanças na personalidade, e a perda da iniciativa para realizar tarefas

Fatores de risco para o Alzheimer

A doença foi batizada em homenagem ao médico Alois Alzheimer. Em 1906, o neuropatologista fez uma autópsia no cérebro de uma mulher que morreu após apresentar problemas de linguagem, comportamento imprevisível e perda de memória.

O Dr. Alzheimer descobriu as placas amiloides e os emaranhados neurofibrilares, considerados as marcas da doença. Conheça alguns fatores que podem contribuir para seu desenvolvimento:

Idade: a probabilidade de desenvolver Alzheimer dobra a cada cinco anos após os 65 anos. Para a maioria das pessoas, os sintomas aparecem pela primeira vez após os 60 anos. O Alzheimer de início precoce é uma forma incomum de demência que atinge pessoas com menos de 65 anos e geralmente tem fator hereditário.

História familiar: a genética desempenha um papel importante no risco de um indivíduo desenvolver a doença.

Traumatismo craniano: existe uma possível ligação entre a doença e traumas repetidos ou perda de consciência.

Saúde do coração: o risco de demência vascular aumenta com problemas cardíacos, como hipertensão, colesterol alto e diabetes.

Tratamento do Alzheimer

Como o Alzheimer ainda é uma doença sem cura, alguns medicamentos são indicados para estabilizar ou reduzir a velocidade de progressão da doença, proporcionando mais tempo com alívio dos sintomas, gerando mais qualidade de vida ao paciente e seus familiares, afirma Santiago.

O uso do medicamento experimental aducanumab, indicado para as fases iniciais da doença, foi aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) – agência reguladora dos EUA equivalente à Anvisa em junho de 2021. A agência não aprovava um novo medicamento contra o Alzheimer desde 2003.

A droga foi desenvolvida para pacientes com deficiência cognitiva leve e tem o objetivo de retardar a progressão da doença – não apenas aliviar os sintomas. A farmacêutica Biogen e seu parceiro japonês Eisai desenvolveram o aducanumab, administrado por meio de infusão intravenosa para tratar a doença de Alzheimer precoce. Em julho de 2020, a Biogen concluiu seu pedido para a FDA e aguardava a aprovação desde então.

Esta é a primeira autorização que muda a perspectiva do tratamento contra o Alzheimer. “O medicamento atua na proteína danificada no cérebro de quem já tem a doença”, afirma Jerusa Smid, coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

No entanto, há fatores controversos sobre o aducanumab, que ainda precisam ser esclarecidos. Eles envolvem resultados clínicos e de efeitos colaterais, que devem ser esclarecidos na fase 4 da pesquisa (que testa a medicação em um grupo maior de pessoas), segundo a neurologista.

“Faltam dados que comprovem a melhora clínica do paciente, além do fato de a medicação apresentar sangramento cerebral como efeito colateral, considerado grave”, afirma Jerusa.

Outras drogas vêm sendo estudadas. Em março de 2021 o New England Journal of Medicine publicou um estudo indicando que o medicamento intravenoso experimental do laboratório Eli Lilly and Company, donanemab, pode retardar o declínio cognitivo em pessoas com a doença.

Em 25 de julho de 2018, resultados adicionais de um ensaio clínico inicial para uma droga experimental, o anticorpo chamado BAN2401, mostraram que ele melhorou a cognição e reduziu os sinais clínicos de Alzheimer. Detalhes sobre a imunoterapia foram anunciados em uma entrevista coletiva durante a Conferência Internacional da Associação de Alzheimer no mesmo ano.

A primeira droga utilizada em larga escala e aprovada pelas agências reguladoras, em 1993, foi a tacrina. Porém, esse remédio caiu em desuso com o advento de novas medicações, pela dificuldade na administração e pelo risco de complicações e efeitos adversos.

As medicações que atuam na acetilcolina e que estão aprovadas para uso no Brasil nos casos de demências leve e moderada são a rivastigmina, a donepezila e a galantamina (conhecidas como inibidores da acetilcolinesterase ou anticolinesterásicos), segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). “Todas disponíveis no Sistema Único de Sáude”, diz a neurologista da ABN.

“As medidas preventivas e o uso destas medicações tendem a melhorar sintomas e a retardar a progressão da doença, mas, definitivamente, não trazem a cura do Alzheimer”, afirma Smid.

Como prevenir o Alzheimer

Como até hoje a medicina não descobriu o que realmente causa a doença de Alzheimer, as medidas consideradas preventivas tendem a retardá-la, não a evitá-la, explica Smid.

As medidas de prevenção foram elencadas em duas meta-análises (revisão de diversos estudos) divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry, em 2020, que analisaram estudos sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de demência, sobretudo Alzheimer.

consumo excessivo de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e a alimentação pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidadediabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

Estes fatores, segundo os especialistas, precisam ser evitados com medidas sociais e educacionais para melhorar a vida destes grupos. “Essas ações requerem programas de saúde pública e intervenções individualizadas, concluíram os pesquisadores da University College London e da University of Plymouth, ambas no Reino Unido, que assinaram o trabalho.

Os autores concluíram que dois terços das intervenções mais promissoras se concentraram em mudanças de estilo para uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para doenças cardiovasculares, como pressão alta e níveis de colesterol.

As principais ações preventivas (por indivíduos ou autoridades públicas) apontadas pelas duas meta-análises incluíram:

  1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes
  2. Manter o peso em um nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25
  3. Obter o máximo de educação escolar possível a partir da infância
  4. Evitar traumatismo craniano (como concussões)
  5. Manter-se cognitivamente ativo com leituras e aprendendo coisas novas
  6. Evitar ou controlar a depressão
  7. Gerenciar o estresse
  8. Tratar a “hipotensão ortostática” (sensação recorrente de tontura ao se levantar)
  9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos
  10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e adotar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral vinculada à memória)
  11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica)
  12. Praticar exercícios físicos
  13. Gerenciar a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular)
  14. Comer alimentos com vitamina C ou tomar suplementos (frutas cítricas, como laranja e acerola; legumes, como cenoura, pimentão amarelo e pimentão vermelho, e verduras, como couve e brócolis)
  15. Reduzir a exposição à poluição do ar e ao fumo passivo do tabaco
  16. Evitar abuso de álcool
  17. Evitar o hábito de fumar
  18. Ter sono de boa qualidade
  19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa (isso não se aplica em casos de menopausa precoce ou perimenopausa)
  20. Evitar o uso de medicamentos para demência como prevenção
  21. Combater a pobreza e a discriminação racial
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SAÚDE: CASOS DA DOENÇA DA URINA PRETA ESTÃO SENDO MONITORADOS PELA PASTA DE EPIDEMIOLOGIA E MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Ministério da Agricultura monitora casos da doença da ‘urina preta’

Segundo a pasta, consumidor deve adquirir peixes com selo de inspeção oficial; a doença de Haff é causada pelo consumo de pescados contaminados

Rafaela Larada CNN

em São Paulo

Doença de Haff já foi notificada em diversos municípios do AmazonasDoença de Haff já foi notificada em diversos municípios do AmazonasFoto: Reprodução/CNN Brasil

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou nesta quarta-feira (15) que todos os casos notificados e em investigação sobre a doença de Haff – conhecida como “urina preta” – estão sendo acompanhados pelas equipes da pasta e de epidemiologia do Ministério da Saúde.

Os profissionais trabalham em cooperação com os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

O Mapa orienta que a população fique atenta na hora de comprar pescados, de forma geral. Peixes, mariscos e crustáceos comercializados devem conter o selo dos órgãos de inspeção oficiais.

Os produtos identificados pelo carimbo de inspeção na rotulagem possibilitam a rastreabilidade de sua origem, o que os torna seguros.

“É muito importante que a população esteja atenta aos informes, evitando assim informações especulativas que venham a ocasionar confusão a respeito do tema”, disse a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Ana Lúcia Viana.

Pesquisas sobre os possíveis agentes causadores estão sendo realizadas pelos laboratórios, a partir das amostras coletadas dos alimentos consumidos, bem como de material biológico dos próprios pacientes acometidos pela doença.

Por ter sido registrada em diversos biomas (rios, lagos, mares etc.) e espécies, não é possível, até o momento, determinar, com base nos casos analisados, os ambientes e animais envolvidos.

Com base nas análises preliminares, as equipes laboratoriais realizaram uma ampla pesquisa de amostras em busca de moléculas suspeitas, especialmente dos grupos das palytoxinas e ovatoxinas, apontadas como as mais prováveis toxinas causadoras doença de Haff.

Estas moléculas são análogas – podem ser produzidas por microalgas tóxicas – e estão presentes na maioria dos aquários marinhos.

O que é a doença de Haff

A doença de Haff ainda não tem causa definida e se caracteriza por ser uma síndrome em que ocorre uma rabdomiólise (ruptura de fibras musculares), com início súbito, apresentando rigidez, dores musculares e alterações de enzimas.

Os primeiros sinais e sintomas podem se manifestar nas primeiras 24 horas após o consumo de peixe cozido, lagostins e outros frutos do mar contaminados.

A enfermidade é considerada emergente e, por ter origem desconhecida, enquadra-se como evento de saúde pública, sendo necessária sua notificação compulsória.

No Brasil, foram registrados casos da doença em 2008 com algumas espécies peixeis de água doce como o Pacu (Mylossoma spp), tambaqui (Colossoma macropomum) e pirapitinga (Piaractus brachypomus), bem como peixes de água salgada, como a arabaiana/olho-de-boi (Seriola spp.) e badejo (Mycteroperca spp), além de novos casos em 2016 e, agora, em 2021.

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AUTOCONHECIMENTO: CONHEÇA O SEGREDO DA AUTOCURA E SEJA SAUDÁVEL PARA SEMPRE

No meu livro “Quando Fala o Coração” falo sobre o método da AUTOCURA que desenvolvi ao longo de quase 40 anos, num aprendizado diário, com experiências reais. A o processo de Autocura está gravada em nosso DNA e se todos os animais. Por isso não precisamos nos escorar em  muletas para nos mantermos saudáveis. Muletas que, muitas vezes, ajudam a curar determinado mal, mas causam efeitos colaterais e adoecem o nosso corpo em outras funções. O Segredo da Cura está na nossa mente, que estando saudável controla e mantem todo o organismo intacto. O texto a seguir vem a confirmar essa afirmação. Por isso te convido a ler, refletir e fazer o seu juízo de valor.  

O Segredo da Cura

Quem pode dizer quais são os mecanismos misteriosos de uma cura? Quem sabe quais segredos se encontram nas profundezas do cérebro? Em muitos casos, o corpo se cura milagrosamente. A medicina convencional tem tido avanços incríveis e vem curando e beneficiando a humanidade de diversas formas, no entanto, ela tem suas desvantagens.

Já a medicina alternativa, que é um conjunto de práticas de terapias que ainda não tem a apropriada validação científica, pode ocorrer por mecanismos fisiológicos não conhecidos, considerados práticas de cura via métodos metafísicos e espirituais, diferentemente das práticas médicas convencionais.

Nosso corpo é composto por mais do que apenas matéria. Sabe-se hoje em dia que sentimentos, emoções, crenças e programas influenciam a forma como nos comportamos e têm efeitos dramáticos sobre o bem-estar do corpo, até mesmo em nível celular. Porém, temos um programa que se autocura.

Se você se cortar, a pele crescerá de novo. Se você tiver uma infecção bacteriana, o sistema imunológico entra em ação e dá conta de tais bactérias. O sistema imunológico é feito para curar a si próprio. Doenças não sobrevivem em um corpo que está emocionalmente saudável.

Somos um sofisticado sistema de captação e produção de energias vitais, e a mente canaliza e direciona essas energias, criando a atmosfera energética que influencia a realidade – e estas a moldam de acordo com nossas crenças.

ThetaHealing

ThetaHealing® foi projetado para abrir nossas habilidades psíquicas para curar, trazendo a energia do Criador para dentro de si, a fim de liberar crenças, instalar sentimentos e testemunhar curas. O terapeuta de ThetaHealing®, através de uma leitura intuitiva, descobre as emoções e crenças que são inerentes à pessoa e quais as doenças e disfunções estão ligadas a ela, explorando o sistema de crenças e suas relações com o corpo físico.

Existem muitas causas possíveis para uma doença, mas independentemente disso, sempre existe uma contradição que se inicia no nível psicoemocional ou espiritual. E essa contradição significa que existem forças atuando em sentidos opostos no sistema.

O resultado desse cabo de forças se manifesta como desordens e doenças no corpo físico. Por isso, essa contradição precisa ser conhecida e compreendida, podendo, assim, libertar-nos de padrões hereditários e genéticos que trazemos em nosso DNA, liberar-nos de crenças sociais e culturais limitadoras, pois somente através desta compreensão e liberação de crenças e emoções negativas é que será possível realizar a cura.

Devemos compreender que o corpo é maravilhoso, até mesmo mágico. Todas as partes do corpo, desde a menor célula até o maior órgão, vibram e ressoam entre si em belas vibrações. Quando há algo de errado com um órgão, ele envia sinais em dissonância aos outros órgãos.

Quando entramos em sintonia com o Criador, trazemos essa energia ao corpo e todas as células entram em harmonia com essa frequência mais pura e elevada, e o corpo se equilibra e se cura imediatamente.

O físico acusa o modo como estamos lidando com os acontecimentos em nossa vida. A pessoa só fica doente quando seus pensamentos, crenças e ações são contrários ao fluxo da natureza. A doença é a manifestação dos conflitos interiores e a cura é uma combinação do tratamento físico com o reposicionamento interior, superando e liberando os bloqueios instalados durante nossa trajetória de vida.

Por isso, a maior defesa e imunidade que temos é nos conhecer e saber que tudo, até mesmo as doenças, tem um propósito e um aprendizado. Algumas perguntas que devemos nos fazer quando descobrimos uma doença são: quando começou? O que estava acontecendo na minha vida naquela circunstância? O que de positivo está me servindo essa doença? O que estou aprendendo com ela? Como será a minha vida se eu ficar curado completamente?

Com uma investigação sincera, com toda certeza, você irá descobrir o que te levou a ficar doente e como trazer a cura em perspectiva, acessando a sabedoria inata dentro de si.

Escrito por Tania Rainha

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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INSTITUTO EM COSTA DO MARFIM CONFIRMA PRIMEIRO CASO DE EBOLA NO PAÍS DESDE 1994

Costa do Marfim registra primeiro caso de ebola desde 1994

País fez acordo com a Guiné para receber mais de 5 mil doses de vacina contra a doença

Costa do Marfim não registrava caso confirmado de ebola desde 1994

CELLOU BINANI / AFP

O Instituto Pasteur da Costa do Marfim confirmou neste sábado (14) o primeiro caso de ebola no país desde 1994, segundo divulgou o Ministério da Saúde do país e a Organização Mundial da Saúde.

De acordo com as primeiras informações, a paciente em questão havia viajado no último dia 12 para a capital marfinense, Abidjan, por via terrestre, vindo da vizinha Guiné, que anunciou em 19 de junho o fim do último surto da doença.

A mulher que foi diagnosticada com ebola tem 18 anos, nasceu em Guiné e foi internada em um hospital após sentir febre, conforme indicou o Ministério da Saúde da Costa do Marfim.

Segundo a OMS, não há indicação até o momento de que haja uma conexão entre o surto no território marfinense com o de Guiné, “mas pesquisas e a sequenciação genética identificarão a cepa e determinação se existe uma conexão entre ambos”.

Durante este ano, também chegaram a ser declarados surtos na República Democrática do Congo (RDC), cujo fim foi declarado em 3 de maio.

No entanto, esta a última vez em que foi registrado um surto em uma grande capital, como Abidjan, foi entre 2014 e 2016, resultando na morte de 11,3 mil pessoas.

Na Costa do Marfim, nenhum caso havia sido confirmado desde 1994, quando o vírus saltou de uma família de chimpanzés para um pesquisador que trabalhava na região.

“É uma grande preocupação que este surto tenha sido declarado em Abidjan, uma metrópole com mais de 4 milhões de habitantes”, indicou a diretora regional da OMS para a África, Matshidiso Moeti, por meio de comunicado.

A agência, além disso, indicou que 5 mil doses de vacina contra a doença que tinham sido reservadas para enfrentar o surto na Guiné, estão sendo transferidas para a Costa do Marfim, graças a um acordo entre os Ministérios da Saúde dos dois países.

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PEDIATRA DO INSTITUTO SANTOS DUMONT CONFIRMA SURTO DA DOENÇA MÃO-PÉ-BOCA NO RN

Por G1 RN

 

Síndrome da ‘mão-pé-boca’ é uma doença extremamente contagiosa entre crianças — Foto: Prefeitura de Cuiabá/DivulgaçãoSíndrome da ‘mão-pé-boca’ é uma doença extremamente contagiosa entre crianças — Foto: Prefeitura de Cuiabá/Divulgação

Uma doença comum no verão e no outono brasileiro está chamando atenção de pais de crianças em idade escolar no Rio Grande do Norte. Transmitida pelo vírus Coxsackie, a ‘mão-pé-boca’ provoca lesões nas mãos, pés e boca, como o nome sugere.

O pediatra do Instituto Santos Dumont (ISD), Ruy Medeiros, confirma o surto da doença em cidades como Natal e Macaíba, na Região Metropolitana. Na capital potiguar, algumas escolas chegaram a suspender as aulas do Ensino Infantil para impedir o avanço da contaminação entre os alunos.

“A gente chama de síndrome ou doença mão-pé-boca. Ela acomete, principalmente, crianças menores de cinco anos. É uma doença transmitida por via direta ou indireta. Os principais sintomas são os inespecíficos, tipo vômito, náuseas e diarréia. Mas a principal apresentação clínica é a febre e lesões no corpo. Essas lesões no corpo são do tamanho de grãos de arroz que acometem, principalmente, mãos, pés e boca. Por isso, o nome da doença”, explica o médico.

“É uma doença extremamente transmissível entre crianças. A gente tem observado surtos em Natal e Macaíba, mas também em vários locais do Estado”.

De acordo com o pediatra, a doença também pode acometer outras partes do corpo, como joelhos, genitália e nádegas. “Essas lesões vão evoluindo e se tornando pequenas feridas. Quando essas lesões acometem a boca, podem causar muita dor e dificuldade para deglutir. As lesões no corpo podem causar dor, também, e coceira”, conta.

Para a doença, não há tratamento específico. Ela surge e desaparece, na maioria dos casos, entre cinco e sete dias contados a partir dos primeiros sintomas. O ideal é que, nesse período, os pais e responsáveis pelas crianças evitem levá-las à escola e a locais com grande circulação de pessoas.

“A gente pede que pais que tenham crianças com sintomas, como febre e lesões no corpo, suspendam a aglomeração dessas crianças, quer seja na escola ou com outras crianças da mesma idade, para evitar a transmissão. Em pequenas localidades com crianças confinadas em ambientes muito fechados, como escolas, a transmissão é muito rápida”, explica o médico.

A doença mão-pé-boca é altamente contagiosa. De acordo com Ruy Medeiros, o tratamento é feito conforme os sintomas. Se há dor e febre, por exemplo, são ministrados medicamentos que irão aliviá-los, como os analgésicos. Caso as lesões agravem, a orientação é pelo uso de antibióticos.

De acordo com Ruy Medeiros, o surto dessa doença se caracteriza pela velocidade da transmissão. Os pais devem ficar atentos, ainda, ao correto diagnóstico, pois a doença é comumente confundida com sarna e escabiose. “O período de transmissão da doença pode anteceder o aparecimento das lesões. Algumas crianças, antes de apresentarem sintomas, já podem transmitir. Assim que aparecerem os sintomas, procure o serviço de saúde para que se possa ter uma orientação a respeito, se é uma doença grave ou não”, recomenda.

De acordo com o Ministério da Saúde, alguns sintomas que podem ser: febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões; surgimento de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas na boca, amígdalas e faringe; erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital; mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia; dificuldade para engolir e muita salivação por causa da dor.

A doença mão-pé-boca é comum na infância, com poucos casos registrados em adultos. A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados.

Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.

Nem sempre a infecção pelo vírus Coxsackie provoca todos os sintomas clássicos da síndrome. Há casos em que surgem lesões parecidas com aftas na boca ou as erupções cutâneas; em outros, a febre e a dor de garganta são os sintomas predominantes.

Recomendações

Alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete, são mais fáceis de engolir. Bebidas geladas como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles.

O cuidador deve sempre lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada.

Além disso, é recomendado evitar, na medida do possível, o contato muito próximo com o paciente (como abraçar e beijar); cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir; manter um nível adequado de higienização da casa, das creches e das escolas; não compartilhar mamadeiras, talheres ou copos; afastar as pessoas doentes da escola ou do trabalho até o desaparecimento dos sintomas (geralmente 5 a 7 dias após início dos sintomas); lavar superfícies, objetos e brinquedos que possam entrar em contato com secreções e fezes dos indivíduos doentes com água e sabão e, após, desinfetar com solução de água sanitária diluída em água pura (1 colher de sopa de água sanitária diluída em 4 copos de água limpa) e descartar adequadamente as fraldas e os lenços de limpeza em latas de lixo fechadas.

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BOAS NOTÍCIAS: UMA INCRÍVEL COINCIDÊNCIA COM DUAS OCORRÊNCIAS DE IDOSAS COM ALZHEIMER PERDIDAS

Uma idosa perdida no RS  e outra no DF foram salvas e entregues as suas famílias depois que pessoas atentas desconfiaram que elas poderiam sofrer de Alzheimer e procuraram descobrir seus familiares e/ou suas residência. Duas histórias bastante interessantes com final feliz. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes!

Duas idosas perdidas, com Alzheimer, são salvas no RS e no DF

Veja como é importante estar atento na rua e ter atitude. Duas senhoras com Alzheimer, que estavam perdidas na rua, foram salvas e voltaram para casa em segurança, na semana passada: uma em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e outra em Brasília, no Distrito Federal.

No caso de Porto Alegre, a senhora tinha 86 anos e estava perdida na rodoviária da capital. Agentes de fiscalização de trânsito (EPTC) estranharam quando viram a mulher de pijama e pantufa na rua, na última quinta, 29.

Eles foram conversar com a idosa e ela contou que estava perdida. Ainda assustada, a senhora não lembrava o próprio nome, nem onde morava, mas lembrou o nome do genro dela e disse que ele é advogado.

Foi o ponto de partida para os agentes começarem a busca pela família dela. Depois de algumas pesquisas no Google, eles localizaram os familiares e descobriram o nome dela: dona Joaquina.

Seis horas depois de perdida e angustiada, dona Joaquina voltou para os braços da família. Ela reencontrou as filhas na rodoviária, que a levaram em segurança para casa.

“Obrigada EPTC, pelo cuidado, dedicação e atenção com a mãe”, agradeceu Edna Afonso, uma das filhas da dona Joaquina.

“Parabéns aos agentes Júlio, Veiga, Adriano e toda equipe da EPTC pelo atendimento e, principalmente, pelo comprometimento com a profissão. Vocês foram os heróis de hoje!”, escreveu a página da prefeitura de Porto Alegre no Instagram.

Aconteceu com a gente em Brasília

Também na semana passada, nós do Só Notícia Boa – eu, Rinaldo e minha filha Lorena – passamos por uma situação idêntica aqui em Brasília.

Uma senhora bem vestida, com cabelinho arrumado, estacionou o carro dela ao lado do meu, no final da Asa Sul. Ela me disse que era médica aposentada, que tinha saído para ir ao banco, mas estava perdida. A idosa pediu ajuda para voltar para casa.

Conversando, eu percebi que a dona Ana se esquecia a todo momento de várias palavras, enquanto tentava me explicar o que havia acontecido. Na hora eu desconfiei que ela poderia ser Alzheimer.

Para encurtar a história, ela disse o nome do condomínio onde mora, na Vila Planalto e nós acompanhamos a idosa até a casa dela.

A confirmação do Alzheimer

Quando chegamos no bairro ela parou o carro para dizer que estava tudo bem e que já estava no bairro onde mora. Nós aproveitamos para perguntar se ela tinha algum familiar, ou uma amiga e o número do telefone dela.

E por sorte a “amiga” que ela lembrou, ao acessar o WhatsApp, era justamente a terapeuta que a atende.

Nós pedimos para conversar com ela e atendente que estava na linha ficou surpresa com a história.

Ela revelou que realmente a idosa tem Alzheimer, se trata virtualmente na clínica, mas que ela nunca tinha saído antes com o carro para dirigir sozinha.

“Vocês foram anjos na vida dela. Muito obrigado”, agradeceu a recepcionista.

A chegada em casa

Nós insistimos para levar dona Ana até a porta do condomínio onde ela mora. Ela ficou toda feliz quando chegou na portaria. A idosa se lembrou que ali era a casa dela e pediu para a equipe da portaria liberar nossa entrada.

Ela se lembrou também do prédio onde mora e seguiu com o carro para a garagem.

No outro dia

Mas a história da dona Ana, perdida com um carro na rua, não saía da nossa cabeça.

Preocupados, nós ligamos para a clínica no dia seguinte. Soubemos que foi pedida ajuda à família dela, que mora em outro estado.

Naquele dia, eles foram informados de que o estágio da doença dela tinha evoluído e que a senhora não pode mais viver sozinha com a irmã mais velha aqui em Brasília.

Ter ajudado a dona Ana a voltar para casa em segurança fez a gente ganhar o dia e, apesar de não termos feito foto nem vídeo, nunca mais vamos esquecer dela, mesmo que ela não se lembre mais da gente.

Fonte: Só Notícia Boa

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MULHER INTERNADA COM COVID QUE PRECISOU ANTECIPAR O PARTO CONHECE A FILHA 2 MESES DEPOIS

Por Inter TV Cabugi e G1 RN

 

Maria do Céu conheceu a filha após dois meses — Foto: DivulgaçãoMaria do Céu conheceu a filha após dois meses — Foto: Divulgação

Maria do Céu, de 36 anos, estava grávida de 8 meses da primeira filha quando foi diagnosticada com Covid, em maio deste ano, em Natal. Os médicos, então, decidiram antecipar o parto da bebê, que não foi contaminada, para seguir o tratamento da mãe.

A doença se agravou e Maria do Céu precisou utilizar um pulmão artificial, conhecido como ECMO, o mesmo utilizado pelo ator Paulo Gustavo. Ela ainda não tinha conhecido a filha.

Foram 30 dias com a ECMO e aproximadamente 60 dias, ao todo, de internação na UTI. Na semana passada, Maria do Céu teve alta e seguiu para recuperação em um leito clínico. Na sexta-feira (2), ela finalmente conheceu a filha, Maria Ana, que completou dois meses de vida.

No encontro ela pôde ver a filha pela primeira vez, tocá-la e tê-la no colo. O primeiro contato entre mãe e filha foi acompanhado pelo marido de Maria do Céu e por parentes, que aproveitaram o momento e a data especial para uma comemoração em dobro: a alta da UTI de Maria do Céu e o “mesversário” da bebê.

Tratamento com ECMO

Maria do Céu se tornou a primeira paciente a se recuperar do tratamento com ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea) no Rio Grande do Norte durante a pandemia da Covid-19.

Segundo a família, o tratamento, que foi feito em um hospital particular da capital potiguar, custou mais de R$ 100 mil.

“O médico explicou pra gente que existia essa possibilidade, que era um tratamento que os planos de saúde normalmente não cobrem e que não é disponibilizado pelo SUS, mas que poderia salvar a vida de Maria. A gente não tinha outra alternativa a não ser de imediato mobilizar a família para que a gente pudesse começar o tratamento”, contou o irmão Francisco Paiva.

“A gente acredita que se esse tratamento fosse mais divulgado, se mais pessoas tivessem acesso a esse tratamento, se fosse disponibilizado pelo SUS, sem dúvida nenhuma muitas vidas teriam sido salvas”

Paciente que utilizou Ecmo no tratamento para Covid recebe alta no RN

O médico que acompanhou o tratamento de Maria do Céu disse que a recuperação foi lenta e difícil, mas que a equipe apostou em uma abordagem humanitária.

“A gente vinha buscando o despertar dela, foi um despertar bem difícil. Quando ela despertou, a gente perguntou à família e buscou trazer coisas que ela gostava. Então, fizemos isso através de música, contando histórias, pra que ela se mantivesse acordada e esperançosa”, disse o cirurgião cardíaco Renato Max.

Alta comemorada

Na quinta-feira passada, quando Maria do Céu deixou a UTI pela primeira vez em dois meses de tratamento, a evolução dela para um leito clínico foi muito comemorada pela equipe de saúde do hospital.

Os profissionais se reuniram na unidade para recepcioná-la com balões de festa e até um sanfoneiro para animar a paciente (veja o vídeo acima).

Fonte: G1 RN

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CIÊNCIAS: WOLBACHIA É A NOVA BACTÉRIA QUE VAI ERRADICAR O MOSQUITO DA DENGUE DE UMA VEZ POR TODAS DA INDONÉSIA

 Cientistas estudam uma bactéria que, se utilizada, poderá reduzir a taxa de doença da dengue em 77%. A aposta é que a  wolbachia  competiria melhor e impediria a replicação da Dengue. A bactéria Wolbachia, está ajudando a Indonésia a combater a dengue. Uma luta, outrora inglória, mas agora com grandes chances de erradicar essa doença do mapa da Indonésia!

Hack de mosquito ‘milagroso’ reduz a taxa de doença da dengue em 77%

Assim como os mosquitos e as doenças que eles transmitem infestam as sociedades tropicais, o controle da própria praga da sociedade do mosquito,  a bactéria Wolbachia  , está ajudando a Indonésia a combater a dengue.

Cientistas que criaram uma epidemia de wolbachia  entre mosquitos na Indonésia reduziram as taxas de infecção de dengue em 77%, abrindo novas portas no controle potencial de epidemias transmitidas por mosquitos.

Às vezes chamada de “febre quebra-ossos” devido às fortes dores articulares e musculares decorrentes da infecção, a dengue, transmitida principalmente pelo mosquito do Nilo Ocidental, aedes aegypti,  pode deixar um ser humano sem ação por um mês.

Espalhado por todo o mundo ao longo das rotas comerciais fora da Ásia desde o século 2 aC, existem agora entre 100 a 400 milhões de infecções em todo o mundo a cada ano .

A cidade de Yogyakarta, na Indonésia, foi o local de um teste do Programa Mundial de Mosquito para ver se talvez a Dengue pudesse ser controlada usando uma espécie de bactéria frequentemente encontrada alojada em um. aegypti. Wolbachia  é talvez o parasita reprodutivo mais comum que existe na biosfera, e entre 25% e 70% de todas as espécies de insetos o carregam.

Programa Mosquito Mundial 

A lógica é que essa bactéria “milagrosa” vive no mosquito exatamente para onde a Dengue tenta ir, enquanto também compete por recursos como comida. A teoria é que a  wolbachia  competiria melhor e impediria a replicação da Dengue.

Não foi difícil, pois a wolbachia também foi usada para prevenir a propagação do vírus Zika no Brasil em 2016.

Cinco milhões de ovos de mosquito foram infectados com wolbachia  e foram deixados em baldes de água pela cidade ao longo de 9 meses para formar uma população consistente de mosquitos infectados.

Os resultados foram sucessos no nível da vacina, com a disseminação de todas as quatro variedades de Dengue reduzida em 77% e a taxa de hospitalização em 86%, em 12 zonas geográficas de Yogyakarta onde foram implantadas em comparação com 12 outras zonas nas quais não foram.

O Diretor de Avaliação de Impacto do Programa Mundial Mosquito descreveu os resultados como “inovadores”, acrescentando “acreditamos que pode ter um impacto ainda maior quando implantado em grande escala em grandes cidades ao redor do mundo, onde a dengue é um grande problema de saúde pública. ”

Fonte: Good News Network

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DECISÃO DE LIBERAR VISITAS DE PESSOAS VACINADAS CONTRA COVID-19 AOS PACIENTES INTERNADOS COM A DOENÇA NO RJ DIVIDE OPINIÕES DE ESPECIALISTAS

Especialistas divergem sobre visita de vacinados a internados com Covid-19

A resolução da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro de permitir o encontro durante a internação foi publicada nesta segunda-feira (17)

Lucas Janone, da CNN, no Rio de Janeiro

 Atualizado 18 de maio de 2021 às 21:49

Pessoas aguardam vagas para leitos de UTI em São Paulo Decreto libera visita de pessoas vacinadas a pacientes internados com Covid-19 no Rio de JaneiroFoto: Reprodução / CNN

A decisão de liberar a visita de pessoas vacinadas com as duas doses de imunizantes contra a Covid-19 aos pacientes internados com a doença no Rio de Janeiro dividiu opiniões de especialistas ouvidos pela CNN.

A resolução da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro de permitir o encontro durante a internação foi publicada nesta segunda-feira (17) no Diário Oficial do Município. Além da imunização, o decreto reitera também o uso obrigatório de máscara para entrada nas unidades de saúde.

Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo se colocou a favor da liberação de visitas aos pacientes com o novo coronavírus. No entanto, ele disse que medidas de proteção devem ser rigorosamente seguidas.

“Eu acho importante essa liberação da visita desde que o visitante tenha possibilidade de estar com toda a paramentação necessária, seja máscara, capote e luva. Ele estando imunizado, esse risco cai bastante”.

Chebabo ressaltou também que a visitação é muito interessante para a recuperação dos internados. De acordo com ele, “o paciente fica muito sozinho, e o encontro com entes queridos ajuda psicologicamente na luta contra a doença”.

Apesar do cenário pandêmico não favorecer, o infectologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Celso Ramos relatou à CNN a importância em liberar os encontros entre pacientes e visitas.

“O paciente sempre tem, a princípio, o direito de receber visitas, se não houver limitações sanitárias. Eu fiquei internado com Covid e sei como é. Para o paciente é muito solitário, é muito ruim, você fica sozinho no quarto vendo TV e esperando que algo aconteça”, disse o infectologista.

Em contrapartida, a presidente da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro, Tânia Vergara, alertou que mesmo as pessoas que estão vacinadas com as duas doses podem ser infectadas. Por isso, segundo ela, a permissão para a visita a pacientes com Covid-19 precisa ser discutida com muita cautela.

“A proposta da vacina é que, se a pessoa se infectar, ela tenha a doença leve e não sintomas graves ou vá a óbito. Algumas dessas pessoas já vacinadas podem adquirir a doença e, mesmo não registrando um quadro grave, elas podem transmitir para outros.”

Para a professora de epidemiologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Gulnar Azevedo, a visitação ainda é arriscada.

“Acho prematura a decisão de liberar. Precisaríamos ter mais segurança para propor”, disse a professora.

Começa visitação em hospitais da capital fluminense

À CNN, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirmou nesta terça-feira (18) que a visitação nas unidades do Rio de Janeiro “está acontecendo gradativamente”, e ressaltou que a decisão foi tomada em conjunto com o comitê científico.

“A maioria dos membros acha que é o momento de a gente começar a ter mais atenção em relação a esse isolamento forçado do paciente. Tem que se avaliar os riscos e benefícios disso e se acreditar na vacina, mesmo assim, utilizando os equipamentos de proteção individual.”

Soranz afirmou também que a decisão de liberar a visita é humanitária, pois é “muito duro para a pessoa que está internada não receber parente, nenhum tipo de visita”.

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ARTIGOS: A CIÊNCIA CONFIRMA QUE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, EXERCÍCIOS FÍSICOS E MENTAIS PREVINEM O ALZHEIMER

Ainda bem que a ciência vem, cada vez mais, se aproximando da espiritualidade e dos ensinamentos dos grandes sábios da história da humanidade. A medicina natural, a medicina Ayuvérdica, a filosofia Hermética e outras filosofias orientais, há milênios já pratica o modelo da conexão corpo-mente-espírito para o equilíbrio e a saúde integral. Em meu livro Coração, Intuição e Gratidão, um atalho para a vida plena, desenvolvo um método. O método da saúde Integral, através de 04 passos: Alimentação saudável, reprogramação do subconsciente, exercícios físicos e a prática diária da Gratidão. Ao ler o livro SUPER CÉREBRO, Como expandir o poder transformador da sua mente, me identifico completamente com a leitura e  o pensamento do Best Seller Deepak Chopra e fico muito feliz de saber que estou certo e o seu livro só confirma o meu método. A seguir transcrevo um trecho retirado do epílogo de Rudy, Enxergando o mal de Alzheimer com esperança e clareza, pagina 321.

Aprenda como prevenir o Alzheimer para não sofrer no futuro -

O que você pode fazer para evitar ou fazer face ao mal de Alzeheimer? Siga a tendência de estilo de vida que está funcionando no resto do mundo para tantas doenças. Para começar, exercícios. Um colega próximo, Sam Sisodia, mostrou que em modelos animais (ratos que receberam as mutações genéticas humanas do Alzeheimer), ao se providenciar à noite rodas para que eles se exercitassem, a patologia cerebral se reduzia de forma dramática. O exercício realmente induz a atividade dos genes que baixam os níveis de beta-amiloides no cérebro. Estudos epidemiológicos também confirmam que o exercício moderado (três vezes por semana por uma hora) pode diminuir o risco de Alzeheimer. Um teste clínico indicou que a prática de 60 minutos de exercício forte duas vezes por semana era capaz de diminuir a progressão da moléstia assim que ela começava.

A segunda chave é a dieta. A regra geral é: se o que você come faz bem para o coração, é bom para o cérebro. Uma dieta mediterrânea, rica em azeite de oliva extravirgem, assim como quantidades moderadas de vinho tinto  e mesmo de chocolate amargo, têm sido associadas ao baixo risco para desenvolver Alzeheimer. Uma prevenção até mais simples é comer menos. Em modelos animais, as restrições calóricas aumentam a longevidade e reduzem a patologia do cérebro. (mais recentemente, o óleo de coco extravirgem foi apresentado como útil para o tratamento e a prevenção da doença. Entretanto são necessários mais dados para avaliar essa pretensão.)

Você está alcançando o terceiro dos meios de prevenção ao ler este livro. Trata-se da curiosidade intelectual, que estimula a formação de novas sinapses no cérebro. Cada nova sinapse que você faz fortalece as que você já tem. Como dinheiro no banco, fazer mais sinapses significa que você não será tão facilmente exaurido antes de ter Alzheimer. Embora essa doença afete pessoas com espectro completo de educação, da saída do ensino médio ao doutorado, alguns estudos sugerem que um nível mais elevado de educação pode servir como proteção. Talvez mais importante que a estimulação intelectual seja o engajamento social. Ser mais socialmente interativo tem sido associado com risco mais baixo, enquanto a solidão tem sido documentada como um fator de risco para adquirir a doença.

Fonte: Chopra, Deepak

Supercerébro: como expandir o poder transformador da sua mente/Deepak Chopra, Rudolph E. Tanzi; tradução de Bianca Albert,                   Eliana Rocha, Rosane Albert. – São Paulo: Alaúde Editorial, 2013.

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SAÚDE: CÂNCER DE MAMA JÁ É O MAIS COMUM NO MUNDO SUPERANDO O DE PULMÃO

OMS: câncer de mama supera o de pulmão e já é o mais comum no mundo

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Câncer de mama | Foto: Sociedade Brasileira de Mastologia

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser maior causa de mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama, 11,7% do total, sendo o que mais pessoas atinge no mundo.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado, mas continua a ser aquele que mais pessoas mata. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas. Essas informações foram dadas ao jornal El País pelo médico Álvaro Rodriguez-Lescure, presidente da Sociedade Espanhola de Oncologia.

De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado.

A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

Fonte:  Portal da Tropical- notícias

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A GOVERNADORA DO RN ANUNCIOU QUE TERÁ TOQUE DE RECOLHER, PARA CONTER O AVANÇO DO CORONAVIRUS NO ESTADO

Fátima Bezerra anuncia toque de recolher no RN das 22h às 5h

Heilysmar Lima

 – Atualizado em: 

Foto: Divulgação / Governo do RN

A governadora Fátima Bezerra anunciou nesta sexta-feira (26) que o Rio Grande do Norte terá toque de recolher das 22h às 5h. A medida mais restrita foi tomada para conter o avanço da covid-19 no estado.

Além disso, uma governadora anunciou uma suspensão das aulas tanto na rede pública quanto na rede particular. Segundo ela, a exceções ficam por conta das turmas de séries iniciais e Ensino Fundamental 1. Outras medidas reveladas por Fátima Bezerra são a proibição de missas. As igrejas só funcionam para orações individuais. Estarão suspensos também o funcionamento de parques e a realização de festas que quaisquer naturezas.

“Nosso foco são como medidas restritivas para garantir o distanciamento social, conter as aglomerações e, com isso, conter a transmissibilidade do vírus”, afirmou.

Fátima acrescentou ainda que o decreto vai apresentar uma possibilidade de multa e até de detenção para quem descumprir as medidas. De acordo com a líder do Executivo Estadual, as responsabilidades de segurança responsáveis ​​pela fiscalização.

A governadora acrescentou ainda que o que diz respeito ao funcionamento do comércio e de serviços fica a cargo das prefeituras. “Nosso decreto tem o prazo de duas semanas. Aí nós vamos avaliar conforme o quadro da pandemia”, explicou.

Outras ações e o detalhamento de todas as medidas serão anunciadas em decreto que será publicado neste sábado (27) no Diário Oficial do Estado.

Fonte-Portal da Tropical _ Notícias

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA QUAIS OS BENEFÍCIOS DO CONTÁGIO PELO VÍRUS DA EMPATIA

         O vírus da empatia

Se esse vírus nos contagiar, teremos respeito para com o outro, aí inclusos a quebra da propagação da doença, a solidariedade para com os afetados e as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos da pandemia

Fernando Gaspar*

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Necessitamos uns dos outros. É um fato essencial. É a primeira grande lição espiritual e física da vida humana, se analisada retrospectivamente. Afinal, ao nascer, dependemos completamente dos nossos pais.

Na verdade, a necessidade da colaboração entre duas pessoas retroage à concepção. A lição se repete ao longo de toda a vida, nos mais diversos aspectos sociais. Já abordamos o tema em outro artigo. Em certas circunstâncias, a interdependência se torna mais evidente, mais aguda. É o caso de uma pandemia, onde um responde pela doença do outro. Nessas ocasiões, mais do que nunca, deveríamos optar pela empatia, pelo engajamento e pela solidariedade em prol da saúde.

Quando o mundo vive a propagação de uma doença contagiosa e para a qual não há tratamento específico, mas a perspectiva de uma vacina, então entra em cena a importância crítica dos cuidados preventivos. Nesse contexto, nossa saúde depende diretamente da higidez e dos cuidados de outras pessoas, pois a transmissão da infecção se dá de um infectado para um são, de diferentes modos, inclusive pelo ar, segundo a OMS. A preocupação consigo nos leva a desejar que todos cooperem para quebrar a cadeia de transmissão, inclusive aderindo a programas de vacinação, uma grande conquista científica.

Além de amor próprio, necessitamos, literalmente, de amor ao próximo, já que a proximidade é um fator crucial para o contágio. Acontece que grande parte dos infectados tem poucos ou nenhum sintoma. Deste modo, a conscientização de que cada um pode ser vetor silencioso para a doença ou a morte de outros é crucial para que todos adotem medidas higiênicas preconizadas pela ciência e pelas autoridades. Exige-se, portanto, uma  preocupação consigo e com os demais. Ninguém é excluído: “amai (até) vossos inimigos”, porque todos são potenciais vetores da doença e da morte, indiscriminadamente.

O grupo do neurocientista Giácomo Rizzolatti descreveu, em 1996, a existência dos chamados neurônios espelhos. Eles constataram, inicialmente, que certas áreas do cérebro são ativadas quando executamos determinadas atividades ou simplesmente observamos sua execução por outras pessoas. A existência dessas células sugere a importância da interação como um aspecto evolutivo e oferece uma base biológica adicional para a empatia.

Preocupar-se com os demais, colocar-se no lugar deles, é ter empatia. Sabe-se que a Covid-19 pode ser mais grave em certos grupos, como idosos e portadores de doenças. Cabe ao forte e ao jovem cuidar-se, tendo em vista a possibilidade de levar o vírus até aquelas pessoas. Dessa forma, posicionando-se na perspectiva de terceiros, deveremos adotar a postura fraterna, que implica no reconhecimento de que somos irmãos, considerando-se nossa origem espiritual e planetária, com destinos comuns. Sem dúvida, é nosso dever não infectar.

                            Unidade e interdependência

Estamos todos submetidos às mesmas leis universais. Do ponto de vista espiritual, o budista em geral reconhece ao menos duas dessas leis, a do karma e a do renascimento. A primeira faz retornar a cada um conforme suas obras, em todas as dimensões da vida. Diz o Vinaya Pitaka: “Quando os frutos da retribuição estiverem maduros, não há onde se ocultar.” Já o renascimento significa reviver nas formas. Ambas as leis têm implicações morais e éticas.

No olhar do filósofo Adolfo Váz quez, no livro Ética, a moral envolve os costumes, os hábitos e os valores de um grupo social numa dada época e lugar, sendo, portanto, variável. O comportamento moral, por sua vez é objeto de uma ciência chamada ética. Assim, aplicada à Teosofia, o reconhecimento das leis do karma e do renascimento pode mudar a moral e suas consequências éticas.

Como o ponto central da moral é a atuação, influência ou repercussão sobre o outro, a empatia ganha especial relevância. No Budismo, esse aspecto surge sob a forma de compaixão. Tocado pela possibilidade causar, de modo involuntário, o adoecimento do próximo, o budista cuida-se. Consequentemente, zela pelos demais. O cristão pode atribuir a mesma atitude à misericórdia com vistas à providência divina. De qualquer modo, o sentimento de simpatia alheia evoca o senso de unidade entre os seres, um flagrante monismo cósmico, que deve nortear nossas ações com vistas à empatia.

O próprio vírus é um exemplo de unidade e interdependência. O SarsCov-2, causador da Covid-19, é um parasita intracelular, como qualquer vírus. Logo, ele depende da célula hospedeira para se multiplicar e se propagar. Esse mecanismo viral é, por si só, um exemplo de dependência. A propósito, em termos teleológicos, o vírus possivelmente não “deseja” a morte do hospedeiro, uma vez que, quanto mais tempo este sobreviver, mais vírus serão produzidos. É sabido que os seres visam perpetuar-se, e colaboram nesse sentido.

Nessa discussão, naturalmente  emerge nossa relação com outros reinos da natureza, a começar pelos micróbios. Os micro-organismos constituem os seres vivos mais abundantes do mundo. Em relação a eles, os humanos são minoria: eis um recado para que respeitemos adiversidade  e as minorias entre nós mesmos, humanos, haja vista ser comum agirmos contra minorias. Sejamos empáticos. Afinal, se aquela lógica numérica fosse aplicada a nós, e não apenas entre nós, seríamos subjugados ou extintos em prol de outras criaturas. Outro ponto é que não devemos subestimar uma doença somente porque uma  minoria adoece gravemente; afinal, todos são importantes. Neste caso, pensar o contrário é faltar com a empatia e a fraternidade.

A despeito de sermos uma minoria entre os seres vivos, somos portadores de características singulares e sofisticadas, como a inteligência e a autoconsciência. Esses atributos nos fazem poderosos, o que torna nossa responsabilidade junto à natureza muito maior, se comparada a outras criaturas. Nossa possibilidade de intervir, para o bem ou para o mal, é enorme. Assim sendo, pela felicidade e bem-estar geral, é um dever pender essa balança para o bem comum, considerando-se a ecologia, da qual não podemos nos furtar.

Sob certo aspecto, a pandemia é um exemplo de desequilíbrio ecológico. Especialistas associam a atual crise sanitária ao desrespeito à natureza. Segundo eles, o desmatamento e o confinamento de animais silvestres trouxeram um antigo vírus das florestas para a cidade. Isso já aconteceu com o HIV e o Ebola. Como resultado, temos uma doença transmissível, as mortes e as sequelas da doença, e do isolamento social, passando pela economia e pela subsistência dos povos. Isso ocorre quando nos falta empatia para com a natureza.

O vírus expõe nossa condição de filhos da Terra e do Cosmo. Ele não faz distinção e representa uma ameaça potencial para qualquer pessoa, a despeito de gênero, idade, raça, nacionalidade, profissão, status, opção política, etc. No papel de vilão, é irônico constatar que o vírus é  me- nos preconceituoso e seletivo que os humanos. Ele pode invadir qualquer um. Unidos pela vulnerabilidade, os humanos deveriam reproduzir o caráter universal do vírus e fomentar uma visão que supere as aparentes diferenças entre nós. O vírus que não distingue ninguém deveria nos tornar mais espiritualizados; ele deveria ser o vírus da empatia, mas isso depende de nossa postura e atitudes.

Para o teósofo Pablo Sender, em Theosophy and Conscious Mind, o “As essências visíveis e invisíveis  do universo nos une à nossa origem. Estamos ligados por elementos comuns. Essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa.” problema fundamental na raiz dos nossos equívocos é a ignorância a respeito do que realmente somos. De fato, não por acaso Delfos diz: “Conhece-te a ti mesmo e conhecereis o universo e os deuses.” Nas dimensões sutis da existência há a essência que tudo permeia e de onde tudo provém O acesso consciente a esses níveis contém a chave do autoconhecimento e, por conseguinte, da sabedoria universal. E quanto mais profunda a autoconsciência, maior o poder de empatia, de amor e compaixão. Mas qual a origem da autoconsciência?

P. Blavatsky afirma que a autoconsciência individual surge na mente e por causa dela. A noção de ego está atrelada à mente. Por outro lado, os níveis mais profundos dos seres, para além da mente, são níveis coletivos, impessoais. Esses últimos planos de existência unificam a tudo e a todos, representam a raiz precípua de onde qualquer coisa se origina, do mineral ao homem, passando pelos diversos seres vivos ou os ditos inanimados, como os vírus cristalizados.

Em geral, os teósofos tomam o plano espiritual como a raiz fundamental e primeira de tudo que existe. De seus raios surge a miríade de possibilidades. Mas esse nível é indescritível, inconsciente (em nossa perspectiva mental) e por isso já foi tido pelos antigos como sendo nada, embora seja o incompreensível tudo–  assim como o infinitamente grande ou pequeno é um nada para nossos

Comparado ao espírito, buddh já possui certa consciência (que, na verdade, é estupenda, dada sua magnitude), embora para a mente ele seja ainda inconsciente. Para fins de comparação, imaginemos nosso corpo: estamos conscientes dele, mas nós mesmos estamos mergulhados num Cosmo esplendidamente infinito e ignoto. Embora o Cosmo seja o espetaculoso poder total, em nossa limitada visão ele é inconsciente.  sentidos. Importa considerar, portanto, que o espírito é um elemento universal. Para alcançar a mente, ele lança mão de um veículo intermediário chamado, em sânscrito, buddhi.

Segundo Blavatsky, buddhi pode ser comparado a uma folha de papel em branco. O espaço onde este se situa é Atman (Espírito), ao passo que o papel pode ser comparado a uma “condensação” transitória do raio do Atman, chamado buddhi. Esse papel, que é uma unidade onde tudo se inscreve, não admite dualidade ou egoísmo, até porque aí tudo se delineia e o ego inexiste. Na prática, é a fonte longínqua da empatia que resulta no altruísmo. É a origem do amor universal e irrestrito. A empatia é, portanto, um reflexo desses planos impessoais profundos e elevados na mente e nas emoções do ser humano.

A dependência mútua nos une por fios invisíveis, assim como as essências visíveis e invisíveis do universo nos une à nossa origem. O átomo em nosso corpo teve origem numa estrela que, num instante crítico e remoto, explodiu. Estamos ligados por elementos comuns. Num outro nível, essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa. Se não cultivarmos o amor ao próximo, respeitando-o, jamais seremos plenamente felizes.

Para usar uma metáfora, podemos concluir que se o “vírus da empatia” nos contagiar, teremos o devido respeito pela natureza e para com o outro, aí inclusos o autocuidado e a quebra da cadeia de propagação da doença. Deve aparecer a solidarieda- de para com os afetados pela enfermidade, suas sequelas e para com as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos. Afinal, na borrasca surgem grandes oportunidades para que a espiritualidade e o amor fraterno que estão na essência das religiões se manifestem.

Fonte:  REVISTA SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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COMPORTAMENTO: COMO LIDAR COM A DEPRESSÃO EM IDOSOS

A nossa coluna COMPORTAMENTO desta quinta-feira trás como destaque um assunto de suma importância nos dias atuais, que é a “Depressão em Idosos“. O tema é bastante atual tanto pelo fato de estarmos vivendo uma pandemia mundial, como pelo fato de a nossa população estar envelhecendo a cada dia. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

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Entenda como funciona a depressão em idosos

Segundo o IBGE, brasileiros na faixa etária de 60 a 64 anos são os que mais sofrem com a doença

Escrito por Fatime Ghandour

Redação Minha Vida

Em 10/2/2021

O que é depressão?

depressão é uma doença psiquiátrica crônica que tem como sintomas: tristeza profunda, perda de interesse, desânimo, desesperança, desleixo consigo mesmo e oscilações de humor. Por vezes é confundida com ansiedade e pode levar a pensamentos suicidas.

As depressões têm diferentes classificações, sobretudo de acordo com a sua intensidade. Assim, é essencial diagnosticar a doença e iniciar acompanhamento médico.

Depressão em idosos

Apesar de o problema atingir pessoas de diferentes idades, a última Pesquisa Nacional de Saúde realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa que brasileiros que estão na faixa etária de 60 a 64 anos são os que mais sofrem com a doença; segundo os dados, 11,1% deles estão depressivos.

As principais causas da depressão em idosos

A psicanalista especializada em bem-estar na terceira idade Eloah Mestieri explica que a saúde mental dos idosos é especialmente afetada pelos seguintes eventos – grande parte relacionados a perdas:

  • Morte de pessoas próximas
  • Aparecimento de déficits sensoriais (especialmente visão e audição) e dificuldades motoras, que culminam na perda de autonomia
  • Diminuição de atividades sociais
  • Distanciamento dos filhos, familiares e pessoas próximas
  • Falta interação, principalmente com pessoas da mesma faixa etária, propiciando: solidão indesejada em lares de idosos, tratamento infantilizado, ter sua vontade ignorada – sendo forçado a se submeter às escolhas de outras pessoas – e achar que está dando trabalho e/ou despesa aos familiares
  • Aposentadoria e sentimento de invalidez
  • Rebaixamento de rendimentos
  • Sofrer violência física ou psicológica

Segundo a psicanalista, o isolamento social causado pela pandemia da COVID-19 também é, atualmente, uma das principais causas de depressão em idosos.

Sintomas da depressão em idosos

A especialista diz que os sintomas comuns da depressão em idosos não são diferentes daqueles que ocorrem em pacientes mais jovens. Porém, reconhecer a doença no indivíduo da terceira idade é mais difícil por haver uma tendência de presumir que os sinais estejam associados a outras patologias físicas e mentais decorrentes do avanço da idade.

Os sintomas mais comuns da depressão em idosos são:

  • Isolamento: recolhimento em si mesmo, evitando contato social com amigos e com familiares e não participação nas conversas
  • Falta de energia e de interesse em atividades que antes gostava
  • Tristeza profunda ou sentimento de “vazio”
  • Pensamentos de morte ou suicídio
  • Ansiedade, irritabilidade ou agitação
  • Esquecimentos e raciocínio mais lento
  • Grande aumento ou diminuição do apetite
  • Muita sonolência ou insônia
  • Descuido com a própria higiene

Principalmente em idosos, estes sintomas da depressão podem agravar outras condições, como o mal de Alzheimer, demência senil, alteração do funcionamento do sistema endócrino e imunológico (afetando a saúde como um todo), perda do apetite, má qualidade do sono, cansaço e mal-estar quase que permanentes, baixa autoestima e possibilidade de suicídio.

1° boletim de suicídio no país, publicado em 2018 pelo Ministério da Saúde, alerta para a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Segundo os dados, nessa faixa etária foram registradas média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos – a média nacional é 5,5 por 100 mil.

O alerta é para que as pessoas próximas a pessoas da terceira idade fiquem atentas a quaisquer sintomas que possam indicar depressão, contatando um profissional da saúde caso necessário.

Por que a alta taxa de depressão em idosos?Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

De acordo com a psicanalista, a cultura ocidental enxerga o idoso como uma pessoa ultrapassada, cujas opiniões são descartáveis e sem importância. Assim, a população da terceira idade se encontra muitas vezes negligenciada pela sociedade, fortalecendo um sentimento de inutilidade, desrespeito e desvalorização, que influencia no bem-estar.

Além disso, Eloah menciona os poucos recursos para os mais velhos em relação a políticas públicas adequadas e efetivas, o que agrava a situação da depressão em idosos que não têm o suporte necessário. Somando-se a isso, é cada vez mais comum que idosos sofram violência física e mental por serem mais vulneráveis.

Como tratar a depressão em idosos?

Há casos em que apenas um apoio psicanalítico é suficiente, outras vezes é necessário fazer uso da terapia medicamentosa durante o período indicado pelo profissional.

Como ajudar o idoso?

Principalmente nos dias atuais (pandemia da COVID-19), é muito benéfico que o idoso tenha atividades que o mantenham engajado e com um propósito, preenchendo os dias. Uma boa dica é que a família e pessoas próximas conversem casualmente com o idoso e descubram seus gostos e vontades, ouvindo-o e incentivando-o a aprender algo novo ou a retomar alguma tarefa.

Eloah Mestieri também faz uma advertência: “não infantilize o idoso, ele não é uma criança grande. Ele é alguém que já viveu muito, sofreu, amou, rompeu barreiras, enfrentou desafios, superou problemas e apenas está em uma outra fase adulta da vida. Não faça perguntas sobre ele ao acompanhante, dirija-se sempre ao idoso. Nem queira decidir por ele. Isto é uma das piores formas de violência que o levará à depressão, à perda da autoestima e também ao destrutivo sentimento de nulidade.”

Fonte: 

Fatime Ghandour

Minha Vida

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BOAS NOTÍCIAS: REMÉDIO QUE REDUZ PERDA DE MEMÓRIA EM 32% É A MAIS NOVA ESPERANÇA NO COMBATE AO ALZHEIMER

A farmacêutica Eli Lilly & Company acaba de anunciar a mais nova esperança no combate contra o Alzheimer. Um remédio capaz de reduzir em 32% a perda de memória dos pacientes e retardar a doença. A nova vedete se chama donanemab, mas ainda não está à venda, é experimental. Você não pode deixar de conhecer esse remédio maravilhoso. Então leia o artigo completo a seguir.

Alzheimer: Lilly anuncia remédio que reduz perda de memória em 32%

Esperança contra o Alzheimer. A Eli Lilly & Company, uma das maiores farmacêuticas do mundo, anunciou que conseguiu produzir um remédio capaz de reduzir em 32% a perda de memória dos pacientes e retardar a doença.

Além de melhorar a memória – em comparação com os indivíduos que ingeriram placebo – a companhia informou que as pessoas que tomaram o remédio também tiveram ganho na capacidade de realizar atividades da vida cotidiana.

O nome da substância usada é donanemab. Por enquanto, o medicamento não está à venda, é .

A notícia boa saiu esta semana no The Wall Street Journal, que disse: “Se as descobertas do pequeno ensaio de Fase 2 de Lilly se confirmarem, isso sugere que os pesquisadores descobriram um medicamento que pode pelo menos retardar o Alzheimer”.

O jornal norte-americano informou que os dados são de um pequeno estudo feito pela Lilly nos últimos 18 meses.

A companhia divulgou alguns destaques dos resultados da pesquisa e garantiu que, em breve, fará uma publicação completa, assim que os resultados do estudo forem revisados por seus pares.

Marco histórico

Na reportagem, Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly, disse que o momento é único e um marco histórico para os pacientes com Alzheimer.

O anúncio fez com que as ações da companhia valorizarem em dois dígitos.

Eles chegaram a subir 12% na Bolsa de Valores de Nova York.

Agora é torcer para saiam logo os resultados e que, depois, o medicamento passe na fase 3 e seja aprovado pela FDA, a Anvisa dos EUA.

Entrada da Lilly nos EUA - Foto: Darron Cummings / AP
Entrada da Lilly nos EUA – Foto: Darron Cummings / AP

Com informações do WallStreetJournal

Fonte: Só Notícia Boa

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GOVERNADOR DO AMAZONAS CULPA FESTAS CLANDESTINAS PELA EXPLOSÃO DE CASOS DE COVID-19 NO ESTADO

Jovens levaram doença para casa, diz governador do Amazonas

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 14 de janeiro de 2021 às 21:27

Governador do AM rebate críticas de Arthur Virgílio

Diante do colapso do sistema de saúde no Amazonas, o governador do estado, Wilson Lima (PSC), culpou as festas clandestinas ocorridas no final de 2020 como as principais culpadas pela explosão de casos de Covid-19 no estado neste início de ano.

“Algo que contribuiu muito para o aumento significativo dos casos no Amazonas foram as festas clandestinas. As pessoas nas festas passavam copos de bebida de boca em boca. Aquilo foi fatal, não tinha outro caminho senão as pessoas serem infectadas,” disse o governador.

Ainda na trilha dos eventos clandestinos, Lima disse que o que se viu no Amazonas foi um processo de jovens levarem o vírus para casa, algo que pode ser notado de acordo os grupos etários mais infectados e com mais mortes pelo novo coronavírus no estado.

“No Amazonas os mais infectados estão entre 20 e 49 anos. Os que mais morrem estão acima dos 73 anos. Isso nos leva a crer que os jovens estavam sendo infectados e levando a doença para casa.”

Por conta do alto número de casos graves em pessoas mais velhas, a capital do estado, Manaus, vive atualmente uma crise de falta de tubos de oxigênio. Segundo o governador, a demanda por este material quadruplicou nas últimas duas semanas.

“No pico da pandemia levamos 30 dias para dobrar o consumo de oxigênio no estado. Agora em menos de 15 dias o consumo de oxigênio quadruplicou. Fomos surpreendidos por esse aumento excepcional.”

Fonte: CNN

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BOAS NOTÍCIAS: UM NOVO REMÉDIO PROMOVE IMUNIDADE INSTATÂNEA CONTRA O CORONAVÍRUS

Um novo remédio que está sendo desenvolvido pela Astrazeneca promove a imunização instantânea contra a Covid-19 e pode ser ministrado como tratamento emergencial para conter surtos da doença em hospitais e asilos, por exemplo. Essa talvez seja a melhor notícia para entrarmos no ano de 2021 com a forte esperança de contermos essa pandemia!

Astrazeneca anuncia remédio para tratar quem pegou Covid-19: evita infecção

Cientistas britânicos testam uma nova droga da AstraZeneca que poderia impedir quem pegou o coronavírus de desenvolver a Covid-19, doença causada pelo vírus.

O remédio, conhecido como AZD7442, envolve uma combinação de anticorpos de longa ação.

Em vez de anticorpos produzidos pelo organismo para combater a infecção, a droga usa anticorpos monoclonais criados em laboratório.

Evita infecção

Ele seria capaz de prover imunidade instantânea contra a doença e ser ministrado como tratamento emergencial para conter surtos da doença em hospitais e asilos, por exemplo.

Ainda, seria uma forma de conter o número de mortes e complicações causadas pela Covid-19 enquanto não há vacinas para imunizar toda a população.

Esse tratamento impede que o vírus se acople às células humanas.

“A proteína da espora do Sars-CoV-2 contém o RBD (domínio de receptor-obrigatório) do vírus, que possibilita ao vírus unir-se aos receptores em células humanas. Mirando a essa região da proteína da espora do vírus, anticorpos podem impedir o vírus de se acoplar em células humanas, e assim poderia bloquear a infecção”.

A informação está nos documentos sobre o ensaio clínico, enviado aos EUA. Eles mostram que está sendo pesquisada “a eficácia do AZD7442 para profilaxia pós-exposição da covid-19 em adultos”.

Se tiver a eficácia comprovada, o remédio deve ser tomado até o 8º dia da exposição ao coronavírus.

Ele ajudaria a impedir o desenvolvimento da doença por até 12 meses.

Os participantes dos testes têm recebido duas doses da droga.

Os estudos receberam o nome de “Storm Chaser”, ou “Caçador de Tempestade”.

AstrazZeneca

Quem desenvolve a droga é a AstraZeneca, mesma empresa que pesquisa a vacina contra o coronavírus comprada pelo governo federal do Brasil.

Também estão envolvidos no projeto os UCLH – Hospitais da Universidade College Londres.

Previsão

Seria possível ter a droga até março ou abril de 2021, se ela for aprovada pelas agências reguladoras de medicamentos depois de ter os estudos revisados.

Os testes são feitos em UCLH, outros hospitais britânicos e uma rede de 100 outros lugares pelo mundo.

A ideia é descobrir se o remédio protege pessoas com o sistema imune comprometido, como é o caso de quem faz quimioterapia.

Esse estudo recebeu o nome de “Provent”. Tanto esse quanto o Storm Chaser estão na fase 3, a última dos testes de medicamentos.

Os 2 ensaios no novo centro de pesquisas em vacinas dos UCLH foram financiados pelo braço de pesquisas do NHS – Nacional Health Service, equivalente do SUS no Reino Unido.

Com informações The Guardian e MSN

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: 50% DA POPULAÇÃO TEM A BACTÉRIA H. PYLORI NO ESTOMAGO

A incrível marca de 50% da população mundial tem a bactéria H. pylori no estômago afirma o Dr. Samuel Dalle Laste no seu vídeo esclarecedor sobre essa bactéria. Então não perca essa oportunidade única e saber se você tem ou não essa bactéria e se não tem, o que fazer para evitar e prevenir essa patologia!

Fonte:

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SAÚDE: O PAÍS COM MAIOR ÍNDICE DE PESSOAS COM TRANSTORNO DE ANSIEDADE DO MUNDO É NO BRASIL

 

Brasil tem a maior taxa de ansiedade do mundo - A Crítica de Campo Grande Mobile

Ansiedade é o transtorno mais comum entre os brasileiros; sintomas pioraram na pandemia

É hora de dormir. O seu dia transcorreu normalmente. Ao deitar a cabeça no travesseiro, a sensação deveria ser de tranquilidade. Não há motivo nenhum para grandes preocupações. Mas você – que não tem nada – abre o olho no meio da madrugada. O coração dispara. Aí gera aquela confusão: essa falta de ar é porque eu estou com Covid?

Vem o medo de algo pior – fulminante. A pessoa acha que vai morrer nessa hora. Os sintomas são intensos e reais. Mas, na hora do exame, não estão mais lá. Essa dificuldade em descobrir o que está realmente acontecendo atrasa a busca por um tratamento adequado. E o problema só cresce.

Desde 2017, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo. Já eram quase 19 milhões de brasileiros com a qualidade de vida comprometida. E aí veio o coronavírus – que desencadeou transtornos mentais – e piorou a situação de quem já sofria com eles.

O Ministério da Saúde vem conduzindo uma pesquisa para avaliar a saúde mental dos brasileiros. A primeira etapa foi realizada nos meses de abril e maio. Mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil participaram do estudo. O resultado mais alarmante: 86,5% dos entrevistados estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica.

Você vai ver nesta reportagem:

– Desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo.
– Entenda como o nosso organismo reage à ansiedade normal.
– Quando a ansiedade vira doença?
– Identificando as diferenças da ansiedade normal para a patológica.
– A pandemia do coronavírus desencadeou transtornos mentais e piorou a situação de quem já sofria com eles.
– O que é transtorno de ansiedade generalizada.
– Ansiedade é a terceira principal causa de afastamento do trabalho no Brasil.

No próximo domingo (13), a série ‘Parada obrigatória 1 – vencendo a ansiedade’, vai acompanhar brasileiros na busca por um tratamento eficaz. O que o SUS precisa fazer para atender a essa imensa multidão de ansiosos que hoje existem no Brasil? E os outros transtornos de ansiedade – como a síndrome do pânico e o estresse pós-traumático? Você vai descobrir em que casos a medicação se torna indispensável.

Fonte: G1
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SAÚDE: CONHEÇA A SÍNDROME DE FOURNIER E SAIBA COMO SE PREVENIR

Uma síndrome que acomete principalmente os diabéticos é o destaque deste domingo, aqui  na coluna SAÚDE. Você vai saber tudo dobre a Síndrome de Fournier. Então leia o artigo completo a seguir e se previna! 

Síndrome de Fournier: o que é, sintomas, causa e tratamento

Infecção bacteriana leva à necrose do tecido da região perineal e genital; homens e pessoas com diabetes são os mais são atingidos

Pin em Medicina E enfermagem

O que é Síndrome de Fournier

Síndrome de Fournier (CID 10 – N49.8), conhecida também como Síndrome de Mellené ou Gangrena de Fournier, é uma fasceíte necrotizante, ou seja, uma infecção bacteriana grave que leva ao comprometimento de tecidos moles da região perineal e genital.

A infecção leva à necrose do tecido lesionado devido à trombose dos vasos que nutrem a pele do local. Homens e pessoas com diabetes são os grupos mais atingidos pela Síndrome de Fournier; entretanto, não são os únicos, uma vez que todas as pessoas podem desenvolver a condição.

Sintomas da Síndrome de Fournier

Os sintomas mais comuns da Síndrome de Fournier são:

  • Vermelhidão na região perineal
  • Dor intensa no local acometido pela infecção
  • Febre
  • Hiperemia (aumento da circulação de sangue no local)
  • Drenagem de secreção serosa
  • Calafrios

Em quadros mais graves, também é possível observar áreas de pele necrosada e esbranquiçadas por conta da trombose.

Causa da Síndrome de Fournier

A Síndrome de Fournier é causada por uma infecção bacteriana na região genital e perineal (local situado entre o ânus e o escroto no homem, e entre o ânus e a vagina na mulher).

As bactérias que causam o quadro são encontradas naturalmente na região íntima e entre elas, estão os Estreptococos, os Estafilococos, as Enterobactérias e bactérias anaeróbicas. Porém, o principal agente no desenvolvimento da Síndrome de Fournier é a Escherichia coli.

Síndrome de Fournier é contagiosa?

A Síndrome de Fournier não é contagiosa. ?É uma infecção causada por bactérias que se proliferam demais numa pessoa, geralmente, com algum problema de imunidade comprometida?, diz Bruno Resende, urologista do Vera Cruz Hospital.

Por se tratar de um quadro infeccioso, a bactéria que origina a síndrome precisa de uma porta de entrada para o organismo. Desse modo, uma lesão no ânus, fístulas e fissuras anais, lesões escrotais e testiculares ou mesmo abcessos na uretra são caminhos para que a bactéria adentre no corpo do paciente.

“Por conta da infecção grave, há uma drenagem do material para a região perineal, desencadeando o problema”, explica Sandro Nassar de Castro Cardoso, urologista do Hospital Edmundo Vasconcelos.

Fatores de risco para a Síndrome de Fournier

diabetes mellitus é o fator mais associado à Síndrome de Fournier. “Para se ter uma dimensão, em geral, 60% dos pacientes com a síndrome são diabéticos. Mas apesar de ser mais frequente, não é exclusividade destes pacientes”, pontua o médico Sandro Nassar de Castro Cardoso.

Homens também são mais propensos a desenvolverem o quadro, já que casos na população masculina são dez vezes mais frequentes do que em mulheres. Outros fatores de risco para a Síndrome de Fournier são

  • Falta de higiene
  • Organismo imunossuprimido (por uso de medicamentos ou HIV)
  • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
  • Obesidade
  • Desnutrição
  • Procedimentos cirúrgicos
  • Infecções do trato urinário ou perianais
  • Baixa vascularização e trombose na região
  • Alcoolismo

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Fournier é feito a partir de exame clínico e exames como os de imagem. Isso ajuda a avaliar a extensão das lesões, detectar uma causa subjacente e acompanhar a resposta terapêutica.

A presença de gás nas partes moles do organismo, mostrada em exames de imagem, pode proceder de crepitação, mas a sua ausência não exclui o diagnóstico.

Tratamento da Síndrome de Fournier

A Síndrome de Fournier tem cura e, para isso, existem diferentes tipos de tratamentos para ela. De uma forma geral, o quadro é tratado com uma cirurgia na qual é retirada a pele necrosada e feita a drenagem da secreção purulenta.

Como a doença apresenta uma progressão muito rápida, a cirurgia devem ser realizada quase imediatamente após o diagnóstico, para evitar complicações e até a morte do paciente. Após o procedimento, o paciente é submetido a antibióticos.

Existe ainda a possibilidade do uso de câmara hiperbárica para o controle do caso. “Mas antes deste estágio, o paciente volta a cada dois dias para o centro cirúrgico, a fim de fazer o acompanhamento e lavagem da lesão. Somente quando não há mais infecção e o tecido de granulação está bom, o médico encaminha para a câmara hiperbárica para aumentar esse tecido”, explica Cardoso.

Posteriormente, o paciente é encaminhado para um cirurgião-plástico para reconstruir a área lesionada e necrosada pela bactéria. Entretanto, em casos mais graves da doença, pode haver a necessidade de realizar uma cistostomia e colostomia para evitar a contaminação por excretas da região perineal – ou seja, impedir que a urina passe pela uretra e as fezes pelo ânus.

Outro caso que pede um tratamento específico são pacientes que tiveram a infecção originada de uma doença intestinal. Nestas situações, após realizarem o tratamento padrão para a Síndrome de Fournier, é necessário reconstruir o intestino.

Complicações possíveis

A necrose da pele perineal e genital é uma complicação possível da Síndrome de Fournier. Existe ainda a possibilidade da infecção progredir e se deslocar para outras regiões do corpo. Além disso, a doença pode avançar de uma infecção local para uma sepse ou choque séptico.

Há também casos de morte relacionadas à Síndrome de Fournier. “Infelizmente, a mortalidade é alta por conta das complicações por quadros sépticos”, afirma o médico Sandro Nassar de Castro Cardoso.

Como prevenir a Síndrome de Fournier

Para se prevenir da Síndrome de Fournier, é importante tratar as doenças que predispõem o surgimento de lesões típicas do quadro.

Vale também adotar medidas que evitam a proliferação de bactérias, sendo importante manter a higienização correta da região genital, além de evitar alimentos ricos em açúcar, pois favorecem o desenvolvimento bacteriano.

É importante dar atenção aos fatores de risco, evitando o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, seguir uma alimentação saudável e não fazer uso de antibióticos sem indicação médica.

Referência

Sandro Nassar de Castro Cardoso, urologista do Hospital Edmundo Vasconcelos – CRM: 90871-SP

Bruno Resende, urologista do Vera Cruz Hospital – CRM: 120227

Redação Minha Vida

Maria Beatriz Melero

Fonte: Minha Vida
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CIÊNCIA: UM NOVO ESTUDO REVELA QUE INDÍCIOS DE ALZHEIMER PODEM SER REVELADOS NA MANEIRA COMO VOÇÊ ESCREVE

A ciência continua na sua mais ferrenha batalha para encontrar a cura e/ou a prevenção contra o Alzheimer e neste sábado você vai conhecer, aqui na coluna CIÊNCIAS o novo estudo que afirma ser possível revelar indícios de Alzheimer, através da maneira como você escreve. Então, não perca tempo e comece logo a ler o artigo completo a seguir e ajude a você mesmo e/ou pessoas que você ama a detectar e prevenir esse mal do século!

A maneira como você escreve pode revelar indícios de Alzheimer, diz estudo

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Escrita pode mostrar sinais. Foto: Pixabay

A inteligência artificial vai poder ajudar a detectar a doença de Alzheimer em breve com base na análise da escrita. Uma equipe da IBM e da Pfizer diz que treinou modelos de inteligência artificial para detectar os primeiros sinais da doença observando padrões linguísticos no uso das palavras.

Os resultados do estudo foram publicados nesta quinta-feira (22) na EClinicalMedicine e, de acordo com os pesquisadores, a ferramenta de triagem não exigiria exames ou varreduras invasivas. Para treinar os modelos de inteligência artificial, os pesquisadores usaram transcrições de respostas escritas à mão dos participantes do estudo.

O modelo de IA foi capaz de detectar alguns sinais precoces de deficiência cognitiva. Eles incluem certos erros de ortografia, palavras repetidas e o uso de frases simplificadas em vez de frases gramaticalmente complexas. A evidência está de acordo com a compreensão dos médicos sobre como a doença pode afetar a linguagem.

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ALEGANDO PROBLEMAS DE SAÚDE, PRIMEIRO-MINISTRO DO JAPÃO RENUNCIA O CARGO

 

Primeiro-ministro do Japão renuncia ao cargo por problema de saúde

Shinzo Abe sofre de uma doença intestinal inflamatória e decidiu deixar o governo para continuar o tratamento

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Shinzo Abe ocupava o cargo de primeiro-ministro desde 2012

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, renunciou nesta sexta-feira (28) ao cargo devido a problemas de saúde, encerrando um período à frente da terceira maior economia do mundo, durante o qual ele procurou retomar o crescimento, reforçar a defesa e impulsionar seu perfil global.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro pediu desculpa aos japoneses por não conseguir concluir o mandato e afirmou que não há uma data exata para deixar o cargo.

Abe tem lutado contra a doença colite ulcerosa há anos e duas visitas recentes ao hospital em uma semana levantaram questões sobre se ele poderia permanecer no cargo até o final de seu mandato, em setembro de 2021.

Shinzo Abe não queria causar problemas ao se demitir repentinamente, mas sua condição havia reaparecido e estava em risco de piorar, informou a agência de notícias Jiji.

A renúncia irá desencadear uma corrida pela liderança no Partido Liberal Democrático, e o vencedor deve ser formalmente eleito no parlamento. O novo líder do partido manterá o cargo pelo resto do mandato de Abe.

Quem quer que ganhe a votação do partido provavelmente manterá as políticas de Abe enquanto o Japão luta contra o impacto do novo coronavírus, mas pode ter problemas em repetir a longevidade política de Abe.

Longevidade no cargo

Na segunda-feira (24), Abe, que estava no cargo desde 2012, ultrapassou o recorde de mais longo mandato consecutivo como premiê estabelecido por seu tio-avô Eisaku Sato há meio século.

A renúncia de Abe também ocorre em meio a um ambiente geopolítico incerto, incluindo uma intensificação do confronto entre os Estados Unidos e a China e antes da eleição presidencial dos EUA em novembro.

 

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

Por G1 RN — Natal

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O novo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde Pública, publicado nesta quinta-feira (6), aponta que o Rio Grande do Norte registrou 54.106 casos confirmados de Covid-19 e 1.954 mortes pela doença desde o início da pandemia. Foram 21 óbitos a mais em relação aos dados do dia anterior.

Até quarta-feira (5), eram 53.490 casos confirmados e 1.933 mortes por Covid-19.

O estado tem ainda 17.276 casos suspeitos, 86.720 descartados e 50.841 inconclusivos. O número de pacientes recuperados se manteve em 28.243. O boletim destaca ainda que 193 óbitos estão sob investigação.

+ Número de casos ‘inconclusivos’ para coronavírus aumenta mais de 10 vezes em um dia no RN; entenda

O RN tem hoje 383 pessoas internadas por causa da Covid-19, sendo 260 na rede pública e 123 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 57,33% na rede pública e de 37,7% na rede privada.

No boletim, a Sesap revela ainda que 148.747 testes de coronavírus foram realizados no estado desde o início da pandemia, sendo 67.115 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 81.632 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 54.106 casos confirmados
  • 1.954 mortes
  • 28.243 confirmados recuperados
  • 17.276 casos suspeitos
  • 86.720 casos descartados
  • 50.841 casos inconclusivos
Fonte: G1 RN
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NÚMEROS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

Por G1 RN — Natal

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte chegou nesta terça-feira (4) a 52.566 casos confirmados de Covid-19 e registrou 1.926 mortes pela doença. São 32 óbitos a mais em relação ao boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde Pública do dia anterior.

Há ainda 63.235 casos suspeitos e outros 82.615 descartados. O número de pacientes recuperados segue em 27.923. Outros 208 óbitos estão sob investigação.

O novo boletim da Sesap aponta que o RN tem 397 pessoas internados por causa da Covid-19, sendo 264 na rede pública e 133 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 62,3% na rede pública e de 37% na rede privada.

A Sesap também divulgou que 145.440 testes de coronavírus foram realizados no estado desde o início da pandemia, sendo 65.563 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 79.877 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 52.566 casos confirmados
  • 1.926 mortes
  • 27.923 confirmados recuperados
  • 63.235 casos suspeitos
  • 82.615 casos descartados
Fonte: G1 RN
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BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DAS ULTIMAS HORAS NO RN

Por G1 RN — Natal

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte chegou a 51.577 casos confirmados de Covid-19 e 1.879 mortes pela doença. O boletim epidemiológico deste sábado (1º) aponta 102 mortes a mais que no dia anterior, mas a Secretaria Estadual de Saúde Pública explica que número é devido a atraso no envio das informações.

“O alto volume de notificações e confirmações de óbitos no dia de hoje é referente a semanas epidemiológicas anteriores. Um atraso no envio das informações teve reflexo no quantitativo de óbitos reportado hoje pela Sesap em seu boletim de informações para a COVID-19 no estado do RN”, informou a secretaria. Ainda de acordo com a Sesap, nas últimas 24h foram confirmados 4 óbitos.

O RN tem ainda 219 óbitos em investigação, 62.855 casos suspeitos de Covid-19 e 81.364 casos descartados. O número de pacientes recuperados não foi atualizado e segue em 22.901.

O RN tem 401 pessoas internados por causa da Covid-19, sendo 260 na rede pública e 141 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 70,72% na rede pública e de 42,48% na rede privada.

O boletim da Sesap aponta que 141.111 testes de coronavírus foram realizados no estado desde o início da pandemia, sendo 63.202 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 77.909 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 51.557 casos confirmados
  • 1.879 mortes
  • 22.901 confirmados recuperados
  • 62.855 casos suspeitos
  • 81.364 casos descartados
Fonte: G1 RN
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CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA SARAMPO PRETENDE IMUNIZAR PESSOAS DE 20 A 49 ANOS, CONTRA DOENÇA QUE VOLTOU A CIRCULAR NO PAÍS

Campanha de vacinação contra o sarampo começa nesta segunda (3) no RN

Objetivo é imunizar as pessoas de 20 a 49 anos contra a doença que voltou a circular no país

Por Redação – Publicado em 31/07/2020 às 17:29

Campanha começa nesta segunda (3)

A partir dessa segunda-feira (3) até 31 de agosto, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), realizará a Campanha de Vacinação contra o Sarampo no Rio Grande do Norte. O objetivo é imunizar as pessoas de 20 a 49 anos contra a doença que voltou a circular no Brasil.

No Rio Grande do Norte, cerca de um milhão e meio de pessoas se encontram nessa faixa etária. A meta é vacinar 95% desse público. Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Katiucia Roseli, “a vacinação é a principal forma de proteger a população contra o sarampo, interrompendo a cadeia de transmissão do vírus, reduzindo a incidência e gravidade da doença nesse público-alvo”.

Para atingir essa meta, é necessário que todos os serviços de saúde das redes estadual e municipais estejam mobilizados para vacinação. Nesse sentido, as equipes de saúde devem implementar estratégias diferenciadas de imunização, para facilitar o acesso da população nos lugares mais prováveis.

A vacina é uma estratégia de rotina que se encontra disponível para a população durante todo o ano. “Nesse momento, ressaltamos a importância de atualizar o cartão de vacina, mas lembramos que durante qualquer período do ano essa população terá acesso à vacina”, informa Katiucia.

Números

Com a reincidência da circulação do vírus do sarampo no país em fevereiro de 2018, o Brasil registrou, até março deste ano, 29.233 casos confirmados, com 30 óbitos causados pela doença. Em 2019, o Rio Grande do Norte registrou 11 casos de sarampo, sendo 02 importados. Neste ano, o estado não registrou nenhum caso da doença e, também, não há nenhum caso em investigação.

Fonte: Agora RN

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NÚMEROS ATUALIZADOS DA COVID-19 NO RN

Por G1 RN — Natal

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte se aproxima dos 50 mil casos confirmados de Covid-19. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde Pública nesta quinta-feira (30), são 49.667 pessoas diagnosticadas com a doença no estado e 1.751 mortes registradas. Outros 185 óbitos estão sob investigação.

Em relação ao boletim do dia anterior, são 616 casos novos e 16 mortes a mais – eram 49.051 casos confirmados e 1.735 mortes por Covid-19.

Ainda de acordo com os dados da Sesap, o estado tem 61.800 casos suspeitos e 78.818 descartados. O número de pacientes recuperados não foi atualizado e segue em 22.901.

O RN tem atualmente 415 pessoas internados por causa da Covid-19 no estado, sendo 276 na rede pública e 139 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 64,3% na rede pública e de 45% na rede privada.

A Sesap registrou ainda que 136.880 testes de coronavírus foram realizados no estado desde o início da pandemia, sendo 59.890 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 76.990 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 49.667 casos confirmados
  • 1.751 mortes
  • 22.901 confirmados recuperados
  • 61.800 casos suspeitos
  • 78.818 casos descartados

Fonte: G1 RN

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CASOS DE COVID-19 CONTINUAM AUMENTANDO NO RN

Por G1 RN

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte tem 37.060 casos confirmados e 1.345 mortes pelo novo coronavírus desde o início da pandemia no estado. Os dados foram atualizados no boletim da Secretaria Estadual de Saúde Pública do RN (Sesap) desta quinta-feira (9). Outos 187 óbitos estão em investigação.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 549 novos casos e 19 óbitos. Na quarta-feira (8), o estado tinha 36.511 casos confirmados de Covid-19 e 1.326 mortes pela doença.

Segundo o boletim, o RN ainda tem 51.511 casos suspeitos e 58.584 foram descartados.

Em relação aos leitos, o estado tem 667 pessoas internadas por coronavírus, sendo 415 na rede pública e 252 na rede privada. A ocupação dos leitos de UTI na rede pública é de 92,05% e na rede privada de 86%.

O boletim indica ainda que o RN realizou até o momento 98.484 testes para Covid-19, sendo 43.551 RT-PCR e 53.933 testes rápidos. O número de recuperados foi atualizado para 3.258 pacientes.

Situação do coronavírus no RN

  • 1.345 mortes
  • 37.060 casos confirmados
  • 51.511 casos suspeitos
  • 58.584 descartados

Fonte: G1 RN

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TUBERCULOSE TEM OS MESMOS SINTOMAS DO CORONAVIRUS, E JÁ MATOU 57 PESSOAS ESTE ANO NO RN

Doença com sintomas parecidos aos da Covid-19 já matou 57 pessoas este ano no RN

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

 

Pessoas apresentando sintomas como tosse, febre, fadiga e cansaço estão sendo frequentes nas unidades de saúde em meio a pandemia da Covid-19. Entretanto, eles também são característicos de outra doença que acomete com frequência a população do Rio Grande do Norte: a tuberculose. Até o modo de transmissão é o mesmo, por vias aéreas através da fala, espirro ou tosse.

De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde, o RN notificou até o momento, em 2020, um total de 778 casos de tuberculose, sendo que quatro deles também foram acometidos pela Covid-19, todos com desfechos favoráveis. No entanto, há um decréscimo de 11% no número de casos notificados em relação ao mesmo período do ano passado.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) informou que, dos 57 óbitos com menção de tuberculose, registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), nenhum teve associação com a doença pelo Coronavírus. “Assim, um dos principais desafios dos serviços de saúde é evitar o diagnóstico tardio da tuberculose e, com isso, atraso no início do tratamento, o que pode agravar o quadro clínico em caso de infecção simultânea com a Covid-19”, explicou Valéria Nepomuceno.

Alerta

Para alertar a população e, principalmente os profissionais de saúde, o Programa Estadual de Controle da Tuberculose (PECT) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu uma Nota Técnica com recomendações, esclarecimentos e medidas preventivas dos casos de tuberculose no período da pandemia.

“No intuito de estimular um olhar ampliado sobre a similaridade dos sintomas da tuberculose e da Covid-19, fazemos esse alerta aos profissionais de saúde, já que a Tuberculose continua sendo um importante problema de saúde pública no Rio Grande do Norte, provocando o adoecimento e dezenas de mortes em todo o Estado, mas que, entretanto, tem cura”, disse Valéria Nepomuceno, responsável técnica pelo Programa Estadual de Tuberculose.

Em conformidade com as orientações do Ministério da Saúde, a Sesap recomenda aos profissionais da saúde que adotem medidas, como: busca ativa dos tossidores que procurem os serviços de saúde na demanda espontânea; promover o encaminhamento das amostras para o diagnóstico laboratorial o mais precocemente possível, realizando as coletas com adequado equipamento de proteção individual (EPI) e em ambiente com ventilação adequada, além de manter as amostras sob refrigeração e protegidas da luz solar durante o transporte.

Também é recomendado o acompanhamento dos casos em tratamento de tuberculose, preferencialmente na modalidade de Tratamento Diretamente Observado (TDO), através de teleconsulta ou chamada de vídeo, limitando o comparecimento do paciente em tratamento de tuberculose à Unidade de Saúde apenas para o recebimento dos medicamentos necessários, evitando assim abandono de tratamento.

Fonte: Portal da Tropical Notícias

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BRASIL ALCANÇA MAIS DE 58 MIL CASOS CONFIRMADOS E 29.160 RECUPERADOS

Covid-19: Brasil tem mais de 58 mil casos confirmados da doença e 4.016 mortes

Até o momento, são 29.160 recuperados, o que equivale a 50%

Por Agência Brasil – Publicado em 25/04/2020 às 18:15

Reprodução / Internet

Dados foram atualizados neste sábado (25)

OBrasil chegou a 58.509 casos confirmados de contaminação por coronavírus, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada neste sábado (25). Nas últimas 24 horas foram acrescentadas às estatísticas mais 5.514 pessoas infectadas, um aumento de 7,1% e relação a ontem, quando foram registrados 52.995 casos confirmados. Até o momento, são 29.160 recuperados, o que equivale a 50%, e outros 25.333 estão em acompanhamento, o equivalente a 43%.Já o número de mortes subiu para 4.016, com 346 novos falecimentos de ontem para hoje, um incremento de 9,4%. Segundo o Ministério da Saúde, 1.312 óbitos estão em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (1.667). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (615), Pernambuco (381), Ceará (310) e Amazonas (287).

Além disso, foram registradas mortes no Maranhão (100), Pará (86), Bahia (70), Paraná (69), Minas Gerais (58), Paraíba (46), Espírito Santo (47), Santa Catarina (42), Rio Grande do Norte (38), Rio Grande do Sul (31), Alagoas (29), Distrito Federal (26), Goiás (25), Amapá (19), Piauí (17), Acre (11), Sergipe (9), Mato Grosso (9), Mato Grosso do Sul (7), Rondônia (7), Roraima (3) e Tocantins (2).

Fonte: Agora RN
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