RN VOLTOU A TER MAIOR PREÇO MÉDIO NO LITRO DA GASOLINA ENTRE TODOS OS ESTADOS DO PAÍS

Por Igor Jácome, g1 RN

 

Posto de gasolina, combustível, Natal — Foto: Augusto César GomesPosto de gasolina, combustível, Natal — Foto: Augusto César Gomes

Rio Grande do Norte voltou a ter o maior preço médio do litro da gasolina entre todos os estados do país. Os dados são do último levantamento semanal feito pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).

Natal também é a capital com o preço médio mais alto, na comparação com todas as outras. Os dados foram levantados pela agência entre 17 e 23 de outubro.

preço médio do litro do combustível encontrado pela ANP no Rio Grande do Norte foi de R$ 6,948, na semana passada. Em Natal, o valor foi ainda maior: R$ 6,983.

Com os preços já próximos dos R$ 7, essa barreira deverá ser rompida nos próximos dias, porque a Petrobras anunciou um reajuste de 7% no preço do combustível a partir desta terça-feira (26), nas refinarias.

Com a alta, o preço médio de venda da gasolina nas refinarias passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro, um reajuste médio de R$ 0,21 por litro (alta de 7,04%). É o segundo reajuste no preço do combustível este mês. No último dia 9, a gasolina já havia subido 7,2%.

Diferença

Na capital do estado vizinho, Paraíba, o preço médio da gasolina ficou R$ 0,80 mais barata em relação a Natal, sendo comercializada a R$ 6,180.

Para se ter uma ideia da diferença, um motorista que encheu o tanque do seu carro com 40 litros na capital potiguar pagou R$ 32,12 a mais em relação a outro motorista que fez o mesmo em João Pessoa.

preço médio do litro de gasolina vendido no Rio Grande do Norte é quase R$ 1,44 mais caro em relação ao comercializado no Amapá – o estado com menor preço médio registrado pela ANP, que foi de R$ 5,511. Um motorista que encheu o tanque de 40 litros no RN pagou quase R$ 60 a mais.

O estado também teve o segundo menor desvio padrão (diferença entre os preços encontrados) nos estados (0,059), maior apenas que o de Roraima (0,025). Natal, que teve desvio padrão de 0,018, maior apenas que o de Manaus (0,011).

Preço médio da gasolina por estado de 17 a 23 de outubro

  • Rio Grande do Norte – R$ 6,948
  • Rio de Janeiro – R$ 6,914
  • Piauí – R$ 6,905
  • Acre – R$ 6,732
  • Goiás – 6,713
  • Rio Grande do Sul – 6,650
  • Minas Gerais – R$ 6,603
  • Ceará – R$ 6,599
  • Distrito Federal – R$ 6,586
  • Tocantins – R$ 6,556
  • Espírito Santo – R$ 6,410
  • Sergipe – R$ 6,404
  • Mato Grosso – R$ 6,403
  • Rondônia – R$ 6,397
  • Pará – R$ 6,341
  • Pernambuco – R$ 6,317
  • Alagoas – R$ 6,313
  • Amazonas – R$ 6,307
  • Bahia – R$ 6,264
  • Mato Grosso do Sul – R$ 6,231
  • Maranhão – R$ 6,218
  • Paraíba – R$ 6,197
  • Santa Catarina – R$ 6,141
  • Paraná – R$ 6,101
  • São Paulo – R$ 6,023
  • Roraima – R$ 5,973
  • Amapá – R$ 5,511

Diesel

O Rio Grande do Norte também foi o segundo estado do país com maior preço do litro de diesel (R$ 5,450), ficando abaixo apenas do Acre (R$ 5,865).

A partir desta terça (25), o litro do diesel vendido pela Petrobras à distribuidoras passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,28 por litro (alta de 9,15%). A última alta do combustível havia sido em 28 de setembro, de 8,89%.

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TEXTO-BASE QUE ALTERA CÁLCULO DO ICMS SOBRE O PREÇO DA GASOLINA É APROVADO NA CÂMARA

Câmara aprova texto-base que altera cálculo do ICMS sobre os combustíveis

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços relativo ao óleo diesel, ao etanol hidratado e à gasolina terá a um valor fixo

Gabriel Hirabahasi

da CNN

Larissa Rodrigues

 CNN Brasil Business

em Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (13), por 392 votos a 71, o texto-base do projeto de lei que prevê alteração na forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. A votação teve duas abstenções. Todos os destaques foram rejeitados e a matéria segue agora para a apreciação do Senado Federal.

Segundo o texto, o ICMS relativo ao óleo diesel, ao etanol hidratado e à gasolina terá a um valor fixo, “que não esteja sujeito a flutuações constantes, como ocorre atualmente”.

O projeto prevê que o preço do imposto será apurado a partir de valores fixos definidos na lei estadual e que, para o cálculo da cobrança do tributo, será levado em consideração o valor médio do litro nos dois anos anteriores. Ainda de acordo com a matéria, as alíquotas “serão fixadas anualmente e vigorarão por um ano a partir da data de sua publicação”.

O texto é defendido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e foi encampado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira. A matéria prevê uma redução no valor do combustível de 8% para a gasolina comum, 7% para o etanol hidratado e 3,7% para o diesel.

Por outro lado, o projeto vem sendo muito criticado pela oposição que alega tratar-se de uma cortina de fumaça para esconder o real problema do aumento no preço, a inflação externa e interna, somada ao aumento do petróleo e a desvalorização do real.

Na manhã desta quarta, Lira voltou a defender a aprovação do projeto e afirmou, em entrevista para a CNN Rádio, que o ICMS “é o vilão da história” do aumento dos preços dos combustíveis. Atualmente, a cobrança do imposto varia conforme o preço do combustível, havendo um novo cálculo sempre que os preços sobem. Se o projeto entrar em vigor, o cálculo hoje feito em relação à variação dos últimos 15 dias, passará a ser em cima de uma média dos últimos 24 meses.

Fonte: CNN

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POLÍTICA:SEGUNDO DEPUTADO, GOVERNADORES PREJUDICAM A POPULAÇÃO AUMENTANDO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS COM INTUITO DE SABOTAR O GOVERNO FEDERAL

Exclusivo: Deputado denuncia sabotagem dos governadores para aumentar preço dos combustíveis (veja o vídeo)

Foto: TV JCOFoto: TV JCO

Em entrevista à equipe da TV JCO, em Brasília, o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) falou algumas verdades sobre o cenário político nacional e não poupou ninguém! Ele denunciou o golpe de alguns governadores para aumentar o preço dos combustíveis e sabotar o governo Bolsonaro:

“O presidente Bolsonaro não tem culpa alguma nisso. No início do ano, ele zerou os tributos federais sobre os combustíveis. Quando ele zerou, os governadores aumentaram ainda mais o ICMS para ter mais arrecadação”, explicou.

Ele também criticou a implantação do passaporte sanitário, segundo ele, um verdadeiro atentado aos direitos individuais.

“Muitos prefeitos totalitários, como Eduardo Paes, começam a tomar atitudes para forçar os cidadãos a se vacinar. Eu soube que o prefeito de Nitéroi, Axel Grael, que envergonha o nome da família Grael, que é uma família renomada de esportistas, está querendo implantar o passaporte sanitário em Niterói, minha cidade”, desabafou.

A culpa é do Bolsonaro?

Em análise certeira, o deputado Carlos Jordy mostrou como o velho sistema sente-se livre para agir:

“Os ministros do Supremo, sabendo que nada cai na conta deles, dobram a aposta. Eles fazem essa disputa pública de poder e, no final das contas, se a economia for mal, vai cair na conta do presidente Bolsonaro”, ressaltou.

Se eles infligem sofrimento ao povo para atingir o presidente, não merecem nossa confiança…

De forma corajosa, o deputado Carlos Jordy falou ainda sobre os crimes de Lula, a terceira via que tenta pavimentar caminho para os velhos caciques de esquerda, censura no Brasil e muito mais!

Confira:

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DIFERENÇA DE PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS ENTRE POSTOS DO RN É UMA DAS MENORES DO NORDESTE

Variação de preço da gasolina entre postos do RN é a 2ª menor do Nordeste

20 set 2021

Variação de preço da gasolina entre postos do RN é a 2ª menor do Nordeste - Rádio 98 FM Natal

O motorista que for abastecer seu carro em um posto de combustíveis no Rio Grande do Norte não irá encontrar muita diferença no preço entre os estabelecimentos. De acordo com o mais recente levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), o estado tem a 2ª menor variação nos preços entre os postos pesquisados, comparado aos demais estados do Nordeste. No Brasil, é a 6ª menor variação. O preço médio da gasolina no estado, contudo, deixou de ser o mais alto do Brasil. Agora, é o segundo mais caro.

No levantamento, correspondente à semana entre os dias 12 e 18, o desvio padrão do Rio Grande do Norte só é maior que o de Roraima, Amapá, Tocantins, Maranhão e Espírito Santo. O preço mínimo em território potiguar é de R$ 6,390, enquanto o mais alto é de R$ 6,699. Em comparação aos estados vizinhos, a Paraíba tem preços que variam entre R$ 5,859 e R$ 6,329, enquanto Pernambuco tem gasolina comum que vai de R$ 5,780 a R$ 6,679.

No preço médio, levando em consideração a média entre todos os 52 postos pesquisados, o Rio Grande do Norte tem a gasolina comum custando R$ 6,620, valor pouco inferior à semana passada (R$ 6,625). O estado deixou de ter o preço médio mais alto do Brasil não devido à redução, e sim porque o Piauí registrou aumento no valor, que passou de R$ 6,605 para R$ 6,645.

Com informações Tribuna do Norte.

Fonte: Política em Foco

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ALTA NO PREÇO DO GÁS DE COZINHA FAZ PRODUTO CHEGAR À R$ 115,00 NO RN

Após nova alta, preço do gás de cozinha no RN chega a R$ 115

Preço médio praticado pelas revendedoras é o 11º do ranking nacional

Cláudio Oliveira/Tribuna do Norte
19/09/2021 | 08:17

O preço do botijão de 13kg do gás de cozinha, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), segue em escalada e no Rio Grande do Norte chegou aos R$ 115 nesta semana. Este foi o maior preço registrado no estado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), em levantamento que compreende o período de 12 a 18 de setembro. O preço médio do produto no Estado está em R$ 102,66. Contudo, se engana quem pensa que a situação é a pior do País. O preço médio praticado pelas revendedoras potiguares é o 11º no ranking nacional, ou seja, em dez estados, a situação é ainda pior.

A justificativa, segundo o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás/RN) para a alta no preço, mesmo sem reajuste nas refinarias, está num aumento que as distribuidoras repassaram às revendedoras que, por sua vez, transferiram para o consumidor. “No dia 1º de setembro, as distribuidoras aumentaram o repasse em torno de 7% que equivale no RN a cerca de 7 a 10 reais. Nos informaram que seria referente ao dissídio coletivo da categoria, que ocorre neste mês, além de outros custos anuais de combustível, energia e matéria-prima. Por isso tivemos essa majoração”, disse Francisco Correia.

Essa correção no preço, promovido pelas distribuidoras só ocorre uma vez por ano, segundo o Sindigás. Elas contabilizam uma alta de 50% no custo do combustível, além do aumento de energia e reajustes salariais. Os outros seis aumentos no preço do botijão nesse ano foram efetivados pela Petrobras nas refinarias.

Segundo o estudo semanal da ANP, no Rio Grande do Norte foram pesquisados 39 pontos de revendas de gás em Natal, Parnamirim e Mossoró, as três maiores cidades do estado. Parnamirim registrou o maior preço médio nesta semana ficando em R$ 105,69 e Mossoró ficou com o menor, R$ 100.

Porém, é em Natal onde se vende o botijão mais caro, chegando a R$ 115 num ponto de revenda da Avenida Nevaldo Rocha. O botijão mais barato da pesquisa no RN foi encontrado por R$ 90 na Cidade da Esperança e em Cidade Nova.

O pedreiro José Antônio de Lima, 53, observou a diferença de preços entre Natal e João Pessoa, na Paraíba, onde mora. “Vejo a diferença de preço daqui para lá em dois sentidos. Lá a gente compra mais barato e ainda tem prazo de até 30 dias para pagar. A gente encontra o botijão por menos de 90 lá. Aqui eu só vi de R$ 100 pra cima. É um absurdo porque a tendência é que aumente como vem ocorrendo todo mês e quem mais se prejudica são os mais pobres que estão passando fome com alta no preço de tudo”, declarou.

Nesta semana, o levantamento da ANP registrou que o menor preço do botijão de gás na Paraíba, onde Antônio mora, foi de R$ 87,99 e o maior chegou a R$ 110. O preço médio do gás de cozinha naquele estado é de R$ 99,52

No preço do botijão pago pelos consumidores nos pontos de revenda estão incluídos os custos e as margens de comercialização das distribuidoras e dos pontos de revenda. Isso varia em cada região, especialmente em relação ao frete.

No ranking nacional desta semana, o GLP mais barato está no Rio de Janeiro, que está com um preço médio de R$ 88,97 mas o botijão pode ser encontrado por até R$ 75,00. Já o maior preço médio ficou em Rondônia (R$ 114,43) onde a revenda chega a R$ 130.

Fonte: Agora RN

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O ESTADO DO RN ESTÁ NO 9º LUGAR NO RANKING DA GASOLINA MAIS CARA DO BRASIL

RN tem a 9ª gasolina mais cara do Brasil

24 ago 2021

RN tem a 9ª gasolina mais cara do Brasil; saiba quais são os estados com o litro mais barato

Batendo recordes inflacionários a cada semana, o preço da gasolina segue em indomável disparada no Brasil. Contudo, a depender do estado em que o consumidor mora, os valores praticados podem ter variações significativas.

O Rio de Janeiro tem o preço médio mais alto do País, com o litro vendido a R$ 6,48. Apenas três centavos abaixo, surge o Acre (R$ 6,45). O pódio é completado pelo Distrito Federal, onde a gasolina é comercializada por R$ 6,35, na média. Os dados constam na mais recente pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), realizada entre os dias 15 e 21 de agosto.

Entre os estados nordestinos, o Piauí é o recordista de inflação, com o preço médio de R$ 6,30; seguido do Rio Grande do Norte, cujos postos vendem o litro a R$ 6,10. No sentindo oposto, o estado com a gasolina mais barata é o Amapá. Na média, os amapaenses pagam R$ 5,14 pelo litro.

Na nova e indigesta realidade dos combustíveis, esta cotação pode ser considerada baixa, embora ainda soe estranho atribuir bons adjetivos à gasolina mesmo acima da casa dos R$ 5. O Ceará ocupa a 18º posição no raking nacional, portanto, está entre as 10 mais baratas do País, com o valor médio de R$ 5,93 por litro.

Ranking: preço médio da gasolina nos estados

  1. Rio de Janeiro: R$ 6,48
  2. Acre: R$ 6,45
  3. Distrito Federal: R$ 6,35
  4. Piauí: R$ 6,30
  5. Goiás: R$ 6,27
  6. Minas Gerais: R$ 6,18
  7. Tocantins: R$ 6,15
  8. Rio Grande do Sul: R$ 6,14
  9. Rio Grande do Norte: R$ 6,10
  10. Sergipe: R$ 6,09
  11. Rondônia: R$ 6,06
  12. Bahia: R$ 6,06
  13. Alagoas: R$ 6,04
  14. Espírito Santo: R$ 6,04
  15. Pará: R$ 6,03
  16. Mato Grosso do Sul: R$ 5,95
  17. Mato Grosso: R$ 5,94
  18. Ceará: R$ 5,93
  19. Pernambuco: R$ 5,90
  20. Maranhão: R$ 5,90
  21. Amazonas: R$ 5,79
  22. Paraíba: R$ 5,79
  23. Santa Catarina: R$ 5,74
  24. Paraná: R$ 5,73
  25. Roraima: R$ 5,63
  26. São Paulo: R$ 5,62
  27. Amapá: R$ 5,14
Fonte: Política em Foco
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SALTO NO PREÇO DA CONTA DE LUZ FAZ CONSUMIDOR ADERIR À ENERGIA SOLAR

Em meio a salto de preços na conta de luz, energia solar conquista consumidores

Aumentos, que devem continuar sendo constantes com a crise hídrica, estão ajudando a acelerar a adoção da energia solar por residências

André Jankavski, Estadão Conteúdo
18 de julho de 2021 às 17:26
Painéis de energia solar em Porto Feliz, no interior de SP Foto: Amanda Perobelli/Reuters

O acupunturista Julyo Ganiko decidiu montar a sua casa do zero na região de Guarulhos, na Grande São Paulo. Comprou um imóvel antigo e percebeu que, para a residência ficar ao seu gosto, era melhor destruir e construir tudo de novo. Uma de suas preocupações era com a questão da eletricidade: ele queria que tudo na sua casa fosse movido por energia elétrica, até mesmo o fogão.

Com receio de ter de pagar uma conta alta lá na frente, começou a pesquisar sobre a energia solar. Decidiu instalar painéis solares na residência de 220 metros quadrados de área construída, que ficou pronta em 2019, onde mora com a mulher e os dois filhos. O investimento foi de R$ 25 mil. “Hoje, pago R$ 70 na minha conta de luz todos os meses. Conversando com pessoas que moram próximas e que têm hábitos de consumo parecidos, elas gastam mais de R$ 300”, afirma Ganiko.

custo de energia, é provável que os vizinhos do acupunturista vejam a conta subir ainda mais. No fim de junho, foi anunciado o reajuste de 52% para a taxa extra embutida nas contas de luz, a chamada bandeira vermelha 2. Por causa disso, os brasileiros deverão pagar, em média, 8,12% mais, segundo os cálculos do economista André Braz, coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Esses aumentos, que devem continuar sendo constantes com a crise hídrica, estão ajudando a acelerar a adoção da energia solar por residências, baseada principalmente na geração distribuída.

Ela consiste na instalação de placas solares em telhados das casas, indústrias e até mesmo em pequenos e médios estabelecimentos. Para 2021, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estima que a geração distribuída deve saltar de 4,4 gigawatts para 8,3 gigawatts. Os investimentos nessa área, tanto de consumidores, quanto de fabricantes, devem chegar a R$ 17,2 bilhões.

“Antes, falávamos que era uma energia do futuro, mas já se tornou uma energia do presente, mesmo estando instalada ainda em 0,7% do total de casas”, afirma Bárbara Rubim, vice-presidente da Absolar. Segundo projeções realizadas pela Bloomberg New Energy Finance, cerca de 21,5% de toda a matriz energética brasileira será de responsabilidade da geração distribuída em 2050.

Em alta

De olho nesse potencial, a empresa paulistana Sunenergia foi criada em 2016. Ainda que boa parte do faturamento seja originado de pequenos e médios estabelecimentos comerciais, como concessionárias de veículos, o negócio residencial tem crescido ano a ano.

Foi a Sunergia, por exemplo, que instalou as placas solares na casa de Ganiko. A companhia cresceu 51% em 2020 e pretende triplicar de tamanho neste ano. Segundo Eduardo Sibulka, diretor comercial da empresa, a instalação já faz sentido para quem paga contas a partir de R$ 250 mensais.

Obviamente, quanto mais cara a conta, mais rápido será o retorno do investimento. “É um sistema que se paga rapidamente, e o aumento exacerbado das contas de energia está trazendo um movimento de procura muito grande”, afirma Sibulka.

Segundo o executivo, o processo de instalação também está sendo bem rápido: do primeiro contato até a última fase da instalação, são 70 dias. De acordo com um levantamento realizado pela empresa de soluções em energia Comerc em capitais de todo o País, o tempo médio de retorno do investimento de empresas e de consumidores residenciais na geração distribuída varia entre quase 4 anos, em Cuiabá (MT), e 6 anos e meio, em Curitiba (PR).

Em São Paulo, que possui maior quantidade de consumidores, a conta costuma fechar em 5 anos e 10 meses. A Comerc leva em conta tanto o potencial de geração energética (que é a incidência solar na região), quanto o preço médio cobrado pelas distribuidoras em cada localidade.

De acordo com o marketplace de energia solar 77Sol, a demanda está crescendo de maneira muito acelerada. A empresa conecta 3 mil parceiros (entre empresas e instaladores) a clientes. Vendo o aumento da procura, a startup está preparando um curso para formar mais instaladores – mesmo sem esse curso, a plataforma tem visto o número de profissionais crescer de 300 a 400 por mês.

“Precisamos correr atrás da oferta, pois, se não tivermos capacidade suficiente para atender à demanda, vamos frustrar o mercado”, diz Nicola Giani, presidente da 77Sol.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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EM NATAL, PREÇO DA CESTA BÁSICA TEVE AUMENTO DE 4% NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Por G1 RN

 

Preço subiu nos produtos em Natal — Foto: Reprodução/TV GazetaPreço subiu nos produtos em Natal — Foto: Reprodução/TV Gazeta

O preço da cesta básica subiu 4% no primeiro trimestre de 2021 em Natal. É o que aponta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, que foi publicada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta quinta-feira (8).

Esse é o segundo maior aumento entre as 17 capitais do país que integram a pesquisa. Apenas Curitiba, com um aumento de 6,8%, teve um crescimento maior no preço. Aracaju (3,4%), Belém (2,9%) e Florianópolis (2,7%) também tiveram alta. A maior queda foi de Campo Grande, com -4%.

No mês de março, o preço também aumentou na capital potiguar: 2,8%. Outras quatro capitais também sofreram aumento neste período, enquanto 12 tiveram redução.

Segundo o Dieese, o preço médio da cesta básica em Natal no mês de março foi de R$ 477,56, o quarto menor entre as 17 capitais pesquisadas. Apenas Aracaju (R$ 468,79), Recife (R$ 461,33), Salvador (R$ 461,28).

Em 12 meses, o aumento é de 12,1% na capital potiguar. No mesmo mês do ano passado, a cesta básica custava em média R$ 419,77.

Apesar do aumento, a capital registrou queda de 4,59% no preço do óleo de soja.

Fonte: G1 RN
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EMPRESAS DO SETOR FARMACÊUTICO FORAM MULTADAS PELO GOVERNO POR VENDAS DE MEDICAMENTOS ACIMA DO PREÇO AUTORIZADO

Governo multa empresas em R$ 15,2 mi por venda de medicamentos acima do preço

Anvisa também alertou contra os riscos da medicação indiscriminada no tratamento da Covid-19

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo

Atualizado 05 de abril de 2021 às 22:23

ComprimidosComprimidos Foto: Pixabay

Empresas do setor farmacêutico terão de pagar R$ 15,2 milhões em multas aplicadas pelo governo federal por venderem medicamentos usados no tratamento da Covid-19 acima do preço autorizado, informou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta segunda-feira (5).

As multas foram aplicadas pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (SCMED), órgão interministerial cuja secretaria-executiva é exercida pela Anvisa.

As fiscalizações que acabaram gerando as punições começaram a ser feitas em julho de 2020, “quando foi criada uma força-tarefa específica para atuar durante a pandemia de Covid-19”, diz a nota da agência.

Entre julho de 2020 e março de 2021, 139 processos já foram instaurados e foram aplicadas 64 multas em empresas do ramo farmacêutico.

Anvisa alerta contra uso indiscriminado de medicamentos

Também nesta segunda-feira, a Anvisa alertou em seu site contra o uso indiscriminado de medicamentos contra a Covid-19. A agência disse estar acompanhando “possíveis efeitos adversos graves” gerados pela automedicação e pela prescrição médica fora das diretrizes clínicas.

Em documento intitulado “Notificação de eventos adversos a medicamentos”, a Anvisa destacou que “todo medicamento apresenta riscos associados ao seu consumo e o seu uso deve ser baseado na relação benefício-custo”.

No texto, a agência incluiu referências a outros documentos oficiais em que afirma que “não existem estudos conclusivos” que comprovem a eficácia de medicamentos como a ivermectina, a cloroquina e a hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19.

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BOLSONARO EDITA DECRETO QUE OBRIGA POSTOS DE COMBUTÍVEIS INFORMAR OS VALORES DE TIBUTOS POR MEIO DE PAINEL EM LOCAL VISÍVEL

Por G1

 

Bolsonaro assinará decreto para obrigar postos de gasolina a exibir composição de preços - Jornal O Globo

O presidente Jair Bolsonaro editou decreto que obriga postos de gasolina de todo o país a informar a composição do valor cobrado por combustíveis na bomba. O decreto foi publicado na edição da madrugada desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União (DOU).

O decreto dispõe sobre a divulgação de informações aos consumidores referentes aos preços dos combustíveis automotivos. Os postos informarão aos consumidores os preços reais e promocionais dos combustíveis.

O decreto também diz que os postos revendedores de combustíveis automotivos ficam obrigados a informar os valores estimados de tributos por meio de painel em local visível. O painel terá os componentes do preço do combustível, como Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, entre outros tributos.

A norma entrará em vigor 30 dias após a data de sua publicação.

A Secretaria-Geral da Presidência da República informou que “a medida prevê mais clareza dos elementos que resultam no preço final e dará noção sobre o real motivo na variação de preços” e “fortalece um dos pilares da defesa do consumidor, que é o direito à informação”.

De acordo com o texto da assessoria de comunicação da Secretaria-Geral da Presidência , “como a oscilação nos preços dos combustíveis está atrelada aos preços das commodities no mercado internacional, e suas cotações variam diariamente, o consumidor muitas vezes não compreende o motivo da variação no preço final”.

Mudanças no cálculo do ICMS

No último dia 12 de fevereiro, Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar que propõe mudanças no cálculo do ICMS sobre os combustíveis. Segundo o governo, a intenção é estabelecer uma “alíquota uniforme e específica” – ou seja, um valor fixo e unificado em todo o país – para cada combustível com base na unidade de medida, com as seguintes medidas:

  • que o ICMS será recolhido uma única vez sobre gasolina, diesel, álcool, querosenes e óleos combustíveis, biodiesel, gás natural e gás de cozinha, entre outros produtos do tipo;
  • que o ICMS será cobrado na refinaria – nos termos da lei, serão contribuintes do ICMS “o produtor e aqueles que lhe sejam equiparados e o importador dos combustíveis e lubrificantes”;
  • que a alíquota de ICMS para cada combustível será uniforme em todo o país, com um valor fixado em reais – e não como uma porcentagem do preço total;
  • que essa alíquota será definida por deliberação dos estados e do Distrito Federal;
  • que o ICMS sobre lubrificantes e combustíveis de petróleo será recolhido na unidade da Federação onde houver o consumo final;
  • que mudanças nessas alíquotas só terão validade após uma “carência” de 90 dias.

Em outra frente, Bolsonaro prometeu zerar tributos federais sobre o diesel durante dois meses e determinou a troca do atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo general Joaquim Silva e Luna.

O presidente está insatisfeito com a política de preços da estatal e a troca foi entendida pelo mercado como uma intervenção política do Planalto, o que gerou forte abalo no valor de mercado da empresa.

Fonte: G1
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NO MÊS DE OUTUBRO EM NATAL O PREÇO DA CESTA BÁSICA SOBE 3,42%. OS VILÕES FORAM O TOMATE E O ÓLEO DE COZINHA

Por Julianne Barreto, Inter TV Cabugi

 

Óleo de cozinha impulsionou aumento no preço da cesta básica — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi Óleo de cozinha impulsionou aumento no preço da cesta básica

O preço da cesta básica aumentou 3,42% em Natal no mês de outubro em comparação com o mês de setembro. No ano, esse crescimento é de 13,81%.

Os dados estão na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos publicada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na sexta-feira (6).

De acordo com a pesquisa, no mês de outubro, a cesta básica custou R$ 436,76 na capital potiguar. A cesta básica aumentou em 15 capitais do país neste período.

Apesar do crescimento, o preço de Natal é o menor entre as 17 capitais analisadas na pesquisa. São Paulo tem a cesta básica com o maior custo: R$ 595,87.

O aumento no mês de outubro é impulsionado principalmente pela alta no valor do tomate, que foi de 43,92%, do óleo, que aumentou 11,35%, e também do arroz, que subiu 9,67%.

Subiram de preço também a farinha (2,97%), a manteiga (0,74%) e a carne (0,54%).

Segundo a pesquisa, nesse período, 12 quilos de tomate passaram de R$ 30,60 para R$ 44,04 em outubro. Uma garrafa com 900 ml de óleo passou de R$7,40 para R$ 8,24. Um pacote com 3,5 kg de arroz subiu de R$ 17,17 para R$18,83.

Supermercados de Natal e Mossoró, inclusive, têm limitado a venda de garrafas de óleo de cozinha por cliente. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sincovaga-RN), a medida é para evitar a falta do produto e também um aumento ainda maior de preço, por causa da dificuldade de abastecimento no mercado.

“Nós sabemos que o dólar subiu muito e a soja foi toda vendida para o exterior e que a safra do próximo ano já está todo vendida também. Além disso, houve um aumento no consumo, porque o auxílio emergencial deu mais poder de compra às famílias de baixa renda. Ou seja, diminuiu a oferta e aumentou o consumo”, explicou Geraldo Medeiros Junior, presidente do Sincovaga-RN.

Caíram de preço

Por outro lado, caíram de preço o leite (-2,66%), o açúcar (-2,44%), o pão (-2,19%), o feijão (-1,30%), a banana (-0,56%) e o café (-0,19%).

Segundo o Diese, o valor cobrado em uma cesta básica em Natal representa 45,18% do salário mínimo líquido e o trabalhador precisa exercer sua função por 91 horas e 57 minutos para poder comprá-la.

Aumento no ano

Além do aumento no mês, a cesta básica acumula um crescimento de preço no ano. De janeiro a outubro, o valor somado dos alimentos subiu 13,81%. O valor médio da cesta básica aumentou de R$ 381 para R$ 436 neste período.

Tomates impulsionaram aumento dos preços no mês de outubro — Foto: UnsplashTomates impulsionaram aumento dos preços no mês de outubro

Para os economistas, esse aumento não deve continuar nos próximos meses. Por causa de uma maior produção de alimentos, a safra brasileira de grãos começa a sair no final do ano.

Os especialistas acreditam ainda que a demanda caia por conta do fim do auxílio emergencial, previsto para dezembro, o que vai diminuir o poder de compra de muitas famílias.

“Por causa da pandemia, temos um número de desempregados muito grande. Então, a demanda de produtos vai diminuir”, explicou o economista Robspierre do Uó.

Considerando os últimos 12 meses analisados pelo Dieese, o aumento é ainda maior: de 27,74%.

Fonte: G1 RN

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AUTORIDADES DE SUPERMERCADOS ESTÃO EMPENHADOS EM BAIXAR O PREÇO DOS ALIMENTOS, DIZ BOLSONARO

Bolsonaro diz que não vai interferir no mercado por preços dos alimentos

 ECONOMIA

Bolsonaro diz que não vai interferir no mercado para baixar preços do arroz e do óleo

O presidente Jair Bolsonaro avisou que não vai interferir no mercado para baixar o preço dos alimentos. A declaração foi dada na noite dessa 4ª feira (9.set.2020) quando o presidente conversou com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada.

“Conversei com duas autoridades dos supermercados, tá? Na ponta da linha, o preço chega pra eles, e eles estão se empenhando para reduzir o preço da cesta básica, que dado ao auxílio emergencial, houve 1 pequeno aumento no consumo. Houve mais exportação por causa do dólar também, sabemos disso aí”, disse o presidente.

Mais cedo, o Comitê-Executivo de Gestão da Camex (Câmara de Comércio Exterior) anunciou que vai zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz. O arroz é 1 dos itens da cesta básica que mais encareceram em 2020.

Os rizicultores, os plantadores de arroz, estavam com prejuízo há mais de 10 anos, mas está sendo normalizado isso aí. Não vamos interferir no mercado de jeito nenhum, não existe canetaço para resolver o problema da economia”, falou Bolsonaro.

O presidente já tinha dito que não iria intervir no mercado. Ao visitar a cidade de Eldorado (SP) na última 6ª feira (4.set), pediu “patriotismo” aos donos de supermercados para conter o aumento de preços. Na ocasião, Bolsonaro declarou que “a melhor maneira de controlar a economia é não interferindo. Porque se interferir, dar canetada, não dá certo”.

Na tarde dessa 4ª feira (9.set), a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, pediu que supermercados e representantes de produtores de alimentos da cesta básica expliquem o aumento no preço dos produtos que compõem a dieta diária dos brasileiros.

PODER 360

Fonte: Blog do BG

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DIREITO JUSTIÇA : A INVESTIDA CONTRA LAVA JATO COM O OBJETIVO DE LIVRAR LULA PODE REPRESENTAR UM PREÇO MUITO ALTO AO PAÍS

A tenebrosa “promessa” do advogado de Lula

Cristiano Zanin e José Roberto Batochio

A investida contra a Operação Lava Jato, com o claro objetivo de livrar o meliante Luiz Inácio Lula da Silva, pode representar um preço extremamente alto ao país. Algo absurdo e inaceitável.

A sanha dos inimigos da maior operação contra a corrupção da história é de uma perversidade sem limites.

A promessa do advogado de Lula, José Roberto Batochio, vai muito além do que se possa imaginar…

Eis o que ele disse:

“Eu acho que o STF, se acolher a tese de que o juiz que sentenciou era suspeito, portanto inabilitado para fazê-lo do ponto de vista técnico-jurídico, o ato é absolutamente nulo. E, sendo nulo, eu tenho comigo que efetivamente se aproveita a todos os que foram alcançados por essa sentença”.

E prossegue o ousado criminalista:

“Creio que haveria anulação de todos os processos decisórios da lavra do juiz suspeito. E ele homologou as colaborações, decidindo se estavam presentes os requisitos formais exigidos por lei. Ainda que não se trate de decisão sobre o conteúdo dessas colaborações, o fato é que trata-se de uma homologação que tem conteúdo decisório”.

A conclusão do site O Antagonista, neste caso, está correta:

“(…) o golpe para salvar Lula vai salvar também corruptos de todos os partidos e corruptores de todas as empresas.”

É verdade.

Agora só falta o país ter que devolver o dinheiro que foi recuperado para os corruptos e indenizar aqueles que ficaram presos…

Fonte: Jornal da Cidade Online
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