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SAÚDE: SAIBA COMO COMBATER OS DISTÚRBIOS DO SONO

Vamos começar a semana com um destaque na nossa coluna SAÚDE que aflige pelo meno 73 milhões de brasileiros,  os distúrbios do sono: insônia, apneia e bruxismo. Só o bruxismo acomete 40% dos brasileiros. No artigo a seguir especialistas dão dicas e orientam o que fazer e como se comportar para eliminar esses distúrbios do seu dia a dia!

INSÔNIA, APNEIA E BRUXISMO: SAIBA COMO COMBATER DISTÚRBIOS DO SONO

Por Redação WH

distúrbios do sono
Foto: Shutterstock

Acordar, voltar a dormir, levantar, deitar de novo e rolar na cama até o sol nascer. Esse é o ciclo de noites de muitos brasileiros que não conseguem aproveitar as horas de sono com qualidade devido os distúrbios do sono. De acordo com a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de pessoas no Brasil sofrem de insônia. Dados reunidos pelo Instituto do Sono de São Paulo mostram um grande crescimento, de 38% para 69%, da população que tem apneia, em análise de 2007 até 2017, o que reforça a relevância desse problema.

Dormir bem durante toda a noite é essencial para manter a saúde e a qualidade de vida de qualquer pessoa, é o que destaca Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex . “Ela ajuda a prevenir doenças, regula nossos hormônios e metabolismo, melhora o humor, além de aumentar a concentração e a memória durante o dia”, afirma.

Com tantos benefícios, os cuidados na hora de dormir devem ser redobrados, principalmente quando se refere aos distúrbios do sono. A especialista explica sobre alguns desses problemas e como adotar certos cuidados podem evitar ou amenizar os sintomas.

Insônia

Um dos distúrbios mais comuns é a insônia. Caracterizada pela dificuldade em iniciar e manter o sono, ela pode surgir como consequência de outras doenças ou alterações hormonais, além de surgir de forma isolada, em alguns casos. “Outros fatores podem desencadear os sintomas da doença, como a ingestão de cafeína e álcool, o uso de tabaco, diuréticos e alguns antidepressivos. Hábitos inadequados antes de dormir também podem prejudicar a qualidade do descanso, como fazer uma refeição muito pesada e não ter uma rotina e horário para deitar”, explica a consultora.

Para ajudar a combater a insônia, Renata reforça a importância de fazer a chamada higiene do sono, que ajuda a agilizar o processo de dormir com qualidade. “Adotar alguns hábitos são essenciais para melhorar as horas dormidas, como procurar deitar e acordar no mesmo horário, não ir para cama sem estar cansado, usar um travesseiro adequado ao seu biotipo e postura escolhida para o sono, ter cuidados com a alimentação e bebidas energéticas, usar o quarto apenas para o repouso, não assistir TV e não usar aparelhos eletrônicos na cama”, completa.

Distúrbios do sono: Apneia

Outro distúrbio cada vez mais conhecido entre os brasileiros é a síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), que é uma interrupção na respiração durante o descanso. As vias aéreas são bloqueadas impedindo o repouso apropriado. “Alguns comportamentos podem agravar o aparecimento desses episódios, como o consumo de bebida alcóolica, tabaco e dormir de barriga para cima. Além disso, a obesidade é um fator que agrava os episódios”, comenta a especialista.

Nesse caso, a orientação está ligada com cuidados com a saúde do corpo. Atitudes como perder peso, dormir de lado com o travesseiro correto, evitar ingerir bebidas alcóolicas e não fumar serão aliados fortes para diminuir a ocorrência da apneia durante as horas de sono. Além é claro, de consultar um médico.

Sonambulismo e as outras parassonias

Apesar das parassonias serem mais comuns na infância e sumirem na adolescência, elas podem afetar adultos também. Mas o que é esse distúrbio? Eles são transtornos episódicos que ocorrem na fase do sono, identificados por um despertar parcial que desencadeia movimentos motores anormais, como caminhar ou conversar. Os distúrbios mais comuns são o sonambulismo, terror noturno e despertar confusional.

De acordo com a consultora, algumas medidas de segurança podem ser necessárias, a fim de evitar acidentes de maior gravidade com a criança ou o adulto, como manter portas trancadas, proteger janelas com redes de proteção, dentre outras. Normalmente, o sonambulismo desaparece com o passar dos anos, no entanto, caso os episódios se tornem contínuos e acentuados é importante buscar ajuda médica.

Distúrbios do sono: Síndrome das pernas inquietas

Sabe aquela vontade incontrolável de movimentar as pernas durante o repouso? Ela também é um distúrbio que afeta a qualidade do descanso. Períodos de estresse e a ingestão de substâncias estimulantes, como álcool e café, agravam os sintomas. “Além de evitar consumir essas bebidas, a prática de exercícios físicos ajudam a diminuir o desconforto”, explica.

Bruxismo

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% da população mundial sofre com o bruximo, somente no Brasil esse número chega a 40%. O distúrbio consiste no ato de ranger e aperta os dentes de forma inconsciente enquanto se dorme, causando dores na mandíbula e cabeça, que acabam gerando pequenos despertares.

“Em casos de bruxismo é importante o acompanhamento de um profissional da saúde, que geralmente vai indicar o uso de uma placa estabilizadora. Porém, técnicas de relaxamento vão ajudar a diminuir os sintomas do transtorno”, aconselha Renata.

Além disso, a especialista indica alguns cuidados que podem ser seguidos para melhorar as noites de sono de qualquer pessoa, mesmo as que tem algum desses distúrbios. “Tente dormir ao menos oito horas por dia, utilize travesseiros e colchões adequados para manter a disciplina postural, tome um banho morno antes de deitar para relaxar, evite o uso de aparelhos eletrônicos, mantenha o ambiente arejado, silencioso e o mais escuro possível e faça refeições leves antes de ir para a cama”, completa a consultora da Duoflex.
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SAÚDE: SAIBA PORQUE DORMIR MAL DÁ MAIS FOME!

Uma pesquisa sobre a relação entre noite mal dormida e fome é o destaque da coluna SAÚDE desta sexta-feira num artigo da especialista Elizabeth Millard. A ciência diz que, quando isso acontece o cérebro anseia por mais alimentos ricos em calorias como uma forma de se manter acordado. Leia o artigo completo a seguir e veja quais as conclusões do estudo.

POR QUE DORMIR MAL DÁ MAIS FOME?

Por Eizabeth Millard – Runner’s World US

dormir mal dá mais fomeFoto: Shutterstock

Existem inúmeros estudos que comprovam a relação entre a baixa qualidade do sono e um maior desejo por alimentos nada saudáveis. Mas por que exatamente dormir mal dá mais fome no dia seguinte? Segundo a ciência, isso acontece porque quando seu corpo é privado do sono por muito tempo, o cérebro anseia por mais alimentos ricos em calorias como uma forma de se manter acordado.

Contudo, de acordo com uma nova pesquisa, não é apenas o seu cérebro que influencia nas suas escolhas alimentares: o nariz também pode fazer com que você coma mais quando está com sono.

Como a pesquisa foi feita

Publicado no eLife, o estudo recrutou 29 homens e mulheres, com idades entre 18 e 40 anos, e os dividiu em dois grupos. Ambos se revezaram na seguinte rotina de sono: dormiam normalmente durante quatro semanas, e depois, por uma noite, só podiam descansar quatro horas.

Depois de cada noite, era oferecido a eles ou um café da manhã convencional, ou uma variedade de lanches e snacks. Ao mesmo tempo, os cientistas rastrearam o que e quanto cada voluntário comeu. Antes de cada refeição, os participantes eram submetidos a ressonâncias magnéticas. E apresentados a vários cheiros diferentes (de comida ou não) para que suas atividades cerebrais fossem rastreadas.

Dormir mal dá mais fome ou faz com que a gente escolha alimentos mais calóricos? Resultados

Houve mais atividade na região do córtex piriforme — a parte do cérebro que recebe informações do nariz — quando o sono foi privado. As pessoas também comeram mais alimentos ricos em calorias — como rosquinhas, biscoitos de chocolate e batata frita — depois das noites mal dormidas.

“Pesquisas anteriores mostraram que a privação do sono leva a mudanças no tipo de alimento que as pessoas comem. E que problemas crônicos de sono estão ligados à obesidade”, disse o autor do estudo Thorsten Kahnt, professor-assistente de neurologia da Northwestern University Feinberg. “A principal descoberta do nosso estudo é que essa relação, pelo menos em parte, pode ser explicada por mudanças na maneira como o cérebro responde aos odores dos alimentos quando estamos com sono”.

Possíveis conclusões

É possível que isso esteja relacionado ao sistema endocanabinóide, responsável por regular a maneira como outros sistemas funcionam. Isso é feito através de uma série de neurotransmissores e receptores localizados em todo o corpo. E afeta uma variedade de processos cognitivos e fisiológicos. Desde a função pulmonar, modulação da dor e até resposta do córtex piriforme a certos aromas.

“Certas funções endocanabinóides são aprimoradas quando as pessoas são privadas de sono”, disse Kahnt. “E isso está relacionado às mudanças na ingestão de alimentos e como o cérebro processa os odores quando cansado”.

O estudo tem limitações, especialmente o tamanho pequeno da amostra e seu breve período. Afinal, os sujeitos tiveram apenas uma noite de sono encurtado.

Mas Kahnt disse que a grande quantidade de pesquisas que relacionam a privação do sono e más escolhas alimentares deve ser suficiente para convencer alguém a prestar atenção em seus hábitos de sono. Ou então a evitar passar em frente a uma padaria pela manhã.

Fonte: Womens Health Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: MÉDICOS TAILANDESES USAM COQUETEL ANTI-HIV E TEM MELHORA EM MULHER COM CORONAVÍRUS EM 48 HORAS

A Tailândia anuncia tratamento do coronavírus com coquetel anti-HIV e consegue melhora em 48 horas de mulher chinesa. Esse o nosso destaque desta quinta-feira na coluna BOAS NOTÍCIAS. Leia a reportagem completa a seguir e saiba tudo sobre essa descoberta.

Coronavírus: mulher melhora em 48h com coquetel na Tailândia

Esperança contra o coronavírus: médicos da Tailândia usaram um coquetel de medicamentos antivirais já conhecidos e uma mulher com a doença melhorou em 48 horas.

A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde da Tailândia, em entrevista coletiva neste fim de semana. A equipe médica afirmou a mulher é uma chinesa de 70 anos com o coronavírus e internada no Hospital Rajavithi, em 29 de janeiro. (vídeo abaixo)

A melhora aconteceu depois de ter sido tratada com medicamentos anti-HIV lopinavir e ritonavir, e grandes doses do medicamento anti-gripe oseltamivir. Ela recebeu o tratamento no Hospital Rajavithi, em Bangcoc e estava com o coronavírus há 10 dias, de acordo com os testes.

Embora tenha sido relatado que o tratamento melhorou a condição da paciente com coronavírus, a OMS, Organização Mundial da Saúde, vê a descoberta com cautela e ainda não considerou isso como a cura, disse o Dr. Rabindra Abeyasinghe, representante da OMS nas Filipinas.

“Vimos relatos vindos da Tailândia; é claro, a melhora de um paciente não constitui evidência… Precisamos reconhecer que esta é uma situação em evolução, é uma nova doença e a OMS continua comprometida em trabalhar em conjunto com a comunidade global de pesquisa para gerar essas evidências e compartilhá-las com os Estados membros quando disponíveis”, disse Abeyasinghe a repórteres em Malacañang.

Outros dois pacientes com coronavírus foram tratados com o coquetel de medicamentos. Um deles também melhorou. O outro teve que abandonar o tratamento após uma reação alérgica.

A melhora

Os médicos dizem que a rápida recuperação dela pode ajudar a solidificar a combinação de medicamentos como tratamento para o vírus.

Eles evitam falar em cura, já que é muito recente, mas garantem que a mulher melhorou da doença.

“Essa não é a cura, mas a condição do paciente melhorou bastante. Do teste positivo por 10 dias sob nossos cuidados, após a aplicação dessa combinação de medicamento, o resultado do teste ficou negativo em 48 horas”, disse o especialista em pulmão Dr. Kriangska Atipornwanich a repórteres.

“A perspectiva é boa, mas ainda precisamos fazer mais estudos para determinar se esse pode ser um tratamento padrão”.

OMS vai apurar

O relatório da Tailândia levará a OMS a trabalhar “mais estreitamente” com as autoridades de saúde da Tailândia.

Uma vez que a OMS estabeleça “evidências claras” do tratamento mais eficaz do vírus, Abeyasinghe disse que a organização reportará imediatamente.

Assista à reportagem da WIONews:

Com informações do WIONews , GNNJakartaPostKhaleejTimesAsiaOneABC/CBNews
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BOAS NOTÍCIAS:ESTUDO INUSITADO DIZ QUE PERFUME DE ROSAS MELHORA APRENDIZADO EM 30%

O destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira fica por conta de uma inusitada e estranha pesquisa feita por pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Freiburg-Medical, do Instituto Freiburg para Áreas Fronteiriças de Psicologia e Saúde Mental (IGPP) e da Faculdade de Biologia da Universidade de Freiburg. O estudo verificou o aprendizado com e sem incenso de rosas durante períodos de aprendizagem  e de sono com alunos da faculdade e demonstrou um aumento significativo no sucesso da aprendizagem em cerca de 30% quando os incensos de rosa foram usados durante as fases de aprendizado e sono”. Leia a reportagem completa a seguir e entenda como foi feita a pesquisa!

Perfume de rosas melhora aprendizado em 30%, diz estudo

De acordo com um novo e extenso estudo de sono em laboratório, pesquisadores alemães descobriram que os cheiros têm um efeito favorável no sucesso da aprendizagem, quando apresentados durante o sono.

Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Freiburg-Medical, do Instituto Freiburg para Áreas Fronteiriças de Psicologia e Saúde Mental (IGPP) e da Faculdade de Biologia da Universidade de Freiburg demonstraram que esse efeito também pode ser alcançado com muita facilidade fora do laboratório.

Para o estudo, os alunos de duas turmas da escola aprenderam vocabulário em inglês, com e sem perfume, durante o período de aprendizado e também à noite.

Resultado: os alunos se lembraram mais do vocabulário, com um perfume.

O estudo foi publicado no periódico Scientific Reports da Nature Group, no início desta semana.

“Mostramos que o efeito de apoio das fragrâncias funciona de maneira muito confiável na vida cotidiana e pode ser usado de maneira direcionada”, disse o líder do estudo, Dr. Jürgen Kornmeier, chefe do Grupo de Pesquisa em Percepção e Cognição do IGPP de Freiburg e cientista da o Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia da Universidade de Freiburg.

Experiências

A professora Franziska Neumann realizou várias experiências com 54 alunos de duas turmas da 6ª série de uma escola no sul da Alemanha.

Os jovens participantes do grupo de teste foram convidados a colocar palitos de incenso com perfume de rosa em suas mesas em casa enquanto aprendiam o vocabulário em inglês e na mesa de cabeceira ao lado da cama à noite.

Em outro experimento, eles também colocaram os palitos de incenso na mesa, ao lado deles, durante um teste de vocabulário na escola a longo de um teste de inglês.

Os resultados foram comparados com os dos testes nos quais não foram utilizados palitos de incenso, durante uma ou mais fases.

“Os alunos mostraram um aumento significativo no sucesso da aprendizagem em cerca de 30% quando os incensos de rosa foram usados durante as fases de aprendizado e sono”, diz Neumann.

Os resultados também sugerem que o uso adicional dos incensos durante o teste de vocabulário promove a memória.

Durante o sono

“Uma descoberta particular, além do estudo inicial, foi que a fragrância também funciona quando está presente a noite toda”, diz Kornmeier. “Isso torna as descobertas adequadas para o uso diário”.

Como essa fase do sono precisa ser determinada pela atividade cerebral através de um eletroencefalograma (EEG) no laboratório do sono, esse achado não foi adequado para o uso diário.

“Nosso estudo mostra que podemos facilitar o aprendizado durante o sono. E quem teria pensado que nosso nariz poderia ajudar consideravelmente nisso?”, questionou Kornmeier.

Reproduzido da Universidade de Freiburg – Centro Médico e GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: AS PESQUISAS PARA UMA VACINA CONTRA O CONAVÍRUS AVANÇAM RAPIDAMENTE

Vacinas contra o coronavírus é o destaque deste domingo na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores chineses dizem que já terão uma vacina para o coronavírus em até 40 dias. Em Hong Kong pesquisadores também anunciam que estão desenvolvendo outra vacina e a farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver mais uma vacina. Leia a reportagem completa a seguir e saiba os detalhes dessas pesquisas.

Pesquisadores chineses criam vacinas contra coronavírus

Cientistas chineses anunciaram que devem começar em menos de 40 dias os testes com a vacina que  desenvolveram contra o novo coronavírus, surgido na cidade de Wuhan.

O projeto envolve o Hospital Oriental de Xangai — parte da Universidade de Tongji — e a empresa de biotecnologia de Xangai, Stemirna Therapeutics, , informou a agência de notícias estatal Xinhua.

O CEO da empresa, Li Hangwen, disse hoje que não serão necessários mais de 40 dias para produzir as amostras de vacina, graças aos avanços tecnológicos do ARN mensageiro, o ácido ribonucleico que contém a informação genética do DNA e está envolvido na síntese de proteínas.

Depois disso, as amostras serão enviadas para testes e fornecidas aos centros médicos “o mais rápido possível”, embora ele não tenha indicado uma data para sua chegada ao mercado.

Outra vacina

No último domingo, Xu Wenbo, cientista do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China, explicou em entrevista coletiva que os pesquisadores estavam trabalhando em um remédio para a doença “depois de isolar com sucesso a primeira cepa do vírus”.

Outros pesquisadores chineses também anunciaram que já criaram uma vacina contra o novo coronavírus.

Yuen Kwok-yung, microbiologista e diretor do Centro de Doenças Infecciosas da Universidade de Hong Kong, disse que ela ainda precisa ser testada em animais, o que pode levar meses, e mais um ano de testes em humanos, antes do lançamento da vacina.

A nova vacina é uma modificação da vacina da gripe que pretende proteger tanto do coronavírus da China, quanto de gripes comuns.

Para Kwok-yung, a vacina que está em desenvolvimento na China atualmente deve ser baseada em uma versão inativa do vírus, que tem sua propriedade contagiosa destruída em laboratório, o que poderia resultar na apresentação de sintomas mais graves do que o normal em pessoas que tomarem a vacina e forem contaminadas com o vírus.

Além da China, pesquisadores dos Estados Unidos também se esforçam para criar uma vacina contra o novo vírus.

A farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver uma vacina, embora os prazos dados sejam muito menos otimistas do que os da empresa chinesa, já que essa poderia levar até um ano para o produto ficar acessível no mercado.

O vírus

O coronavírus da China é um novo vírus que já matou mais de 100 pessoas, a maioria na província de Hubei, epicentro da propagação.

Já existem  mais de 6 mil casos confirmados em 17 países, incluindo Estados Unidos, Japão e vários da Europa.

Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus é da mesma família que o SARS, que no começo dos anos 2000 causou uma epidemia conhecida como gripe asiática.

Com informações da Exame e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTSTAS DESCOBREM COMO TIRAR O VÍRUS HIV DAS CÉLULAS DOS INFECTADOS

Mais uma descoberta da ciência é o destaque da coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira. Cientistas norte americanos descobriram como tirar o vírus HIV do esconderijo, reativando o vírus latente na célula infectada para ser combatido pelo sistema imunológico. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todo os detalhes e em que estagio está essa pesquisa.

Cientistas descobrem como eliminar HIV das células de infectados

Duas cientistas dos EUA descobriram como tirar o vírus HIV do esconderijo, nas células de infectados, o maior obstáculo para sua eliminação completa dos organismos até agora.

A boa notícia foi divulgada nesta quarta, 22, pela revista científica Nature.

As pesquisadoras das Universidades de Emory e da Carolina do Norte, EUA, conseguiram reativar o vírus latente, tornando-o vulnerável para sair e ser combatido pelo sistema imunológico.

“Esta é uma conquista científica emocionante, e esperamos que seja um passo importante para um dia erradicar o vírus em pessoas que vivem com HIV”, disse Ann Chahroudi, da Universidade de Emory.

Um dos maiores problemas do vírus HIV é que ele consegue “fugir” do sistema imunológico e se esconde de forma inativa nas células infectadas, a chamada latência viral.

Atualmente, o tratamento para portadores de HIV se baseia na chamada terapia antirretroviral, que limita a infecção e deixa o vírus “escondido” nas células T CD4 +, não podendo ser detectado pelo sistema imunológico.

Os testes

As novas pesquisas divulgadas esta semana usam medicamentos que invertem essa latência e podem aumentar a expressão do gene viral, fazendo as células virais vulneráveis eliminarem o vírus pelo sistema imunológico.

Os testes foram feitos em camundongos e macacos que recebiam terapia antirretroviral.

No primeiro estudo, foi usado um medicamento chamado AZD5582 – inicialmente criado para tratar o câncer – que é capaz de ativar o vírus HIV latente.

No segundo estudo, foram combinadas duas intervenções imunológicas. Os cientistas injetaram um anticorpo para limpar as células T CD8 +, mais uma versão alterada da citocina IL-15. Essa combinação fez com que o RNA viral aparecesse no sangue e nos tecidos onde anteriormente não havia sido detectado.

Ainda não se sabe se os resultados podem ser replicados em humanos, mas as pesquisas representam um importante avanço no conhecimento sobre o HIV e as formas como o vírus pode ser manipulado.

Com informações da Nature e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: DESCOBERTA SUBSTÂNCIA MAIS EFICAZ NO COMBATE AO CÂNCER DE OVÁRIO

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quarta-feira temos mais uma descoberta da ciência na luta contra o câncer. Um pesquisadora brasileira desenvolveu uma substância mais eficaz no combate ao câncer de ovário do que o usado atualmente na quimioterapia. Veja a reportagem completa  a seguir  e saiba de todos os detalhes!

Pesquisadora brasileira descobre remédio eficaz contra câncer de ovário

Uma pesquisadora brasileira descobriu um remédio mais eficiente contra o câncer de ovário, do que o usado atualmente na quimioterapia.

A professora Carolina Gonçalves Oliveira é do Instituto de Química da Universidade Federal de Uberlândia, mas a pesquisa dela foi realizada na Universidade de São Paulo, em São Carlos.

Carolina e seus colegas desenvolveram um composto à base de paládio – metal branco prateado pertencente ao mesmo grupo da platina. Ele é capaz de combater células de tumor de ovário sem afetar o tecido saudável, problema que acontece com a cisplatina, utilizada atualmente.

Como

Pra usar a substância no combate ao câncer foi preciso criar moléculas mais estáveis, contendo o metal.

Depois de testar diversas combinações, Carolina identificou duas que, além de paládio, contêm compostos chamados tiossemicarbazonas, classe que promove o efeito de estabilização.

Alguns compostos da classe das tiossemicarbazonas são conhecidos por atuar na chamada topoisomerase, enzima presente em tumores e que participa do processo de replicação do DNA – alvo potencial, portanto, para quimioterápicos.

A cisplatina, por sua vez, atua diretamente no DNA, causando mudanças estruturais no material genético que impedem a célula tumoral de copiá-lo.

“São alvos diferentes, mas tanto a cisplatina quanto os compostos de paládio inibem o processo de divisão celular do tumor,” explicou o professor Victor Marcelo Deflon, coordenador do projeto.

Testes promissores

Em testes realizados nas culturas de células tumorais, verificou-se que 70% do complexo atravessa a membrana celular em 24 horas.

Além disso, o complexo 1 tem ação quase três vezes superior contra as células tumorais resistentes à cisplatina.

Ao mesmo tempo, ele não afeta células saudáveis. Essa característica seletiva confere menor toxicidade à molécula, evitando os efeitos colaterais dos tratamentos atuais.

Humanos

Os pesquisadores buscam agora desenvolver versões ainda mais eficientes da substância.

A ideia é obter uma molécula que possa ser testada em animais com grande chance de sucesso.

Só depois de testes bem-sucedidos nesses modelos o candidato a fármaco poderia ser testado em humanos.

Com informações do Diário da Saúde

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: COMBINAÇÃO DE DUAS DROGAS EXPERIMENTAIS É CAPAZ DE REVERTER A ARTRITE

Na coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado temos uma grande novidade da ciência e da medicina. Cientistas americanos desenvolvem remédios experimentais capazes de reverter a artrite. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

Cientistas revertem artrite com dois remédios experimentais

Artrite grau 2 acima e Artrite tratada em rato abaixo - Fotos: Instituto Salk

Artrite grau 2 acima e Artrite tratada em rato abaixo – Fotos: Instituto Salk

Cientistas dos EUA descobriram que a combinação de duas drogas experimentais é capaz de reverter sinais da artrite em ratos e também em células isoladas da cartilagem humana.

Os resultados da pesquisa do Instituto Salk, na Califórnia, foram publicados na revista Protein & Cell no início desta semana.

“O que é realmente empolgante é que essa é potencialmente uma terapia que pode ser traduzida para a clínica com bastante facilidade”, diz Juan Carlos Izpisua Belmonte, principal autor e professor do Laboratório de Expressão Genética de Salk.

“Estamos entusiasmados por continuar refinando esta promissora terapia combinada para uso humano”.

Como

Eles combinaram duas moléculas, o alfa-KLOTHO e o receptor beta 2 do TGF (TGFβR2), como possíveis drogas para o tratamento da artrite. Uma impede a degradação da matriz extracelular e a outra estimula a proliferação e impede sua degradação.

“Pensamos que, misturando essas duas moléculas que funcionam de maneiras diferentes, talvez possamos melhorar algo”, diz Paloma Martinez-Redondo, pós-doutorado em Salk e co-primeiro autor do novo estudo.

A pesquisa

Os pesquisadores trataram ratos jovens e saudáveis com artrite com partículas virais contendo as instruções de DNA para a produção de αKLOTHO e TGFβR2.

Seis semanas após o tratamento, os ratos que receberam partículas de controle apresentaram artrite mais grave nos joelhos, com a doença progredindo do estágio 2 para o estágio 4.

Os ratos que receberam partículas contendo DNA αKLOTHO e TGFβR2 mostraram recuperação de sua cartilagem: a cartilagem era mais espessa, menos células morriam e células em proliferação ativa estavam presentes.

A doença desses animais melhorou do estágio 2 para o estágio 1, uma forma leve de artrite e nenhum efeito colateral negativo foi observado.

Outras experiências revelaram 136 genes que eram mais ativos e 18 genes que eram menos ativos nas células da cartilagem dos ratos tratados em comparação com os ratos controle.

Entre eles estavam os genes envolvidos na inflamação e nas respostas imunes, sugerindo algumas vias pelas quais o tratamento combinado funciona.

Em humanos

Para testar a aplicabilidade da combinação de medicamentos a humanos, a equipe tratou células isoladas de cartilagem articular humana com αKLOTHO e TGFβR2.

Os níveis de moléculas envolvidas na proliferação celular, formação de matriz extracelular e identidade celular da cartilagem aumentaram.

A artrite

A artrite é o distúrbio articular mais comum nos Estados Unidos. Atinge 30 milhões de pessoas e sua prevalência deve aumentar nos próximos anos devido ao envelhecimento da população e ao aumento da taxa de obesidade.

A doença é causada por alterações graduais na cartilagem que amortecem os ossos e as articulações.

Durante o envelhecimento e o estresse repetitivo, moléculas e genes nas células dessa cartilagem articular mudam, levando à ruptura da cartilagem e ao crescimento excessivo do osso subjacente, causando dor e rigidez crônicas.

Agora a equipe de pesquisa planeja desenvolver ainda mais o tratamento para saber se a combinação de medicamentos pode impedir o desenvolvimento de artrite antes que os sintomas se desenvolvam.

Com informações do Instituto Salk e GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS DESCOBREM CÉLULA T QUE PODE TRATAR TODOS OS TIPOS DE CÂNCER

O destaque na nossa coluna Boas Notícias desta quarta-feira é um tratamento inovador desenvolvido por cientistas do País de Gales que tem grandes chances de tratar todos os tipos de câncer. Trata-se de um novo tipo da “Célula T” – responsável pela defesa do organismo contra ameaças desconhecidas, como vírus e bactérias – que poderá atacar e destruir a grande maioria dos vários tipos de câncer. Leia toda a reportagem a seguir e veja todos os detalhes sobre a nova descoberta. Um grande alento para a humanidade na luta contra o câncer!

Cientistas descobrem célula que poderá tratar todos os tipos de câncer

Thaís Garcia

Publicado em

Cientistas descobrem célula que poderá tratar todos os tipos de câncer 16Imagem: Reprodução

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, encontrou um novo tipo da “Célula T” – responsável pela defesa do organismo contra ameaças desconhecidas, como vírus e bactérias – que poderá atacar e destruir a grande maioria dos vários tipos de câncer.

A descoberta foi publicada na revista científica Nature Immunology e ainda não foi testada em doentes. Contudo, os pesquisadores acreditam que, embora o trabalho ainda esteja num estágio inicial, esta descoberta tem “um enorme potencial”, informou a BBC.

Os cientistas encontraram uma célula no sangue das pessoas que pode avaliar se existe uma ameaça a ser eliminada. Esta nova célula imune possui um receptor que age como um gancho, que se agarra à maioria dos cânceres ao mesmo tempo que ignora as células saudáveis.

Terapia universal

Dr. Andrew Sewell, responsável pelo estudo, afirma que é “altamente incomum” encontrar uma célula com potencialidades terapêuticas assim tão vastas no combate ao câncer. Segundo Sewell, esta descoberta aumenta a perspectiva de criar uma “terapia universal”.

“A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Este tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes de câncer. Antes, ninguém achava que isto fosse possível. Esta foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que esta célula existia”, contou Sewell ao The Telegraph.

A equipa de investigadores descobriu que este novo tipo de célula T pode encontrar e matar uma grande diversidade de células cancerígenas, incluindo as presentes no câncer de pulmão, pele, sangue, mama, ossos, próstata, ovário, rim e colo do útero.

Embora o processo como a célula ataca outras células ainda não seja compreendido, os cientistas acreditam que o receptor das células T interage com uma molécula, chamada de MR1, que existe na superfície de todas as células do corpo humano.

“Somos os primeiros a descrever uma célula T que se encontra com a MR1 nas células cancerígenas. Isto nunca foi feito antes”, afirmou Gary Dolton, participante da pesquisa, em entrevista à BBC.

Células T e a imunoterapia

As terapias das células T contra o câncer já existem e o desenvolvimento da imunoterapia contra a doença foi um dos mais importantes avanços neste campo. Os tratamentos, conhecidos como CAR-T ou TCR-T, envolvem a retirada de células imunes de um doente, que posteriormente são alteradas para que possam prender-se às moléculas que ficam na superfície das células cancerígenas. O CAR-T pode ter resultados impressionantes, que podem levar os doentes diagnosticados com uma doença terminal a entrar em remissão completa.

No entanto, os tratamentos até agora realizados apenas são úteis em algumas formas de leucemia e não em tumores sólidos, que são a maioria dos cânceres.

Os pesquisadores da Universidade de Cardiff acreditam que o receptor que encontraram nas células T pode conduzir a um tratamento para todos os tipos de câncer.

A ideia dos pesquisadores consiste em retirar uma amostra de sangue de um doente com câncer e extrair as células T para, posteriormente, serem geneticamente modificadas e reprogramadas para produzir o receptor com função de deter o câncer. As células alteradas seriam cultivadas em grandes quantidades em laboratório e recolocadas no doente.

Contudo, os cientistas afirmam que esta pesquisa foi apenas testada em animais e que serão necessários mais testes para confirmar se o tratamento pode ser aplicado em humanos.

Quando injetaram novas células num rato portador de câncer e com um sistema imunológico humano, os cientistas encontraram resultados “encorajadores para a eliminação do câncer”.

Cientistas descobrem célula que poderá tratar todos os tipos de câncer 17Células T atacam células cancerígenas. Foto: Science Photo Library.

Os resultados mostraram ainda que as células T dos doentes com câncer de pele, modificadas para expor o novo receptor, podem destruir as células cancerígenas do próprio paciente e também as células cancerígenas de outros doentes.

Andrew Sewell afirmou que existem “pessoas certas” interessadas em desenvolver o potencial desta nova terapia e acredita que os progressos podem chegar “muito rapidamente”, cita The Telegraph.

Cautela

No caso de o tratamento passar nos protocolos de segurança laboratoriais, a equipa pretende começar já em novembro os testes em humanos com doenças terminais.

Apesar dos elogios de vários quadrantes, alguns pesquisadores acreditam ser demasiado cedo para afirmar que estamos perante uma terapia que pode funcionar em todos os tipos de câncer.

Lúcia Mori e Gennaro De Libero, da Universidade de Basileia, na Suíça, afirmam estar muito entusiasmados com as “funções imunológicas deste novo tipo de células T e com o seu potencial”, mas acreditam ser “muito cedo para dizer que funciona em todos os tipos de câncer”, cita a BBC.

Também o professor de imunologia da Universidade de Manchester, Daniel Davis, afirma que “é uma pesquisa muito interessante. No entanto, é ainda muito básica e não está próxima dos medicamentos atuais”.

Os pesquisadores da Universidade de Cardiff pretendem agora descobrir se as células são comuns no organismo humano, uma vez que estas “podem ser muito raras, ou talvez ser o caso de a maioria dos seres humanos terem esses receptores sem estarem ativados”.

Thaís Garcia

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.
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