O INSTITUTO BUTANTAN DESENVOLVEU UMA NOVA FÓRMULA DA VACINA CONTRA COVID-19 E VAI PEDIR AUTORIZAÇÃO DA ANVISA PARA INICIAR FASE DE TESTES

Butantan desenvolve vacina brasileira contra Covid-19 e quer iniciar testes

Instituto ligado ao Governo de São Paulo já é protagonista na vacinação contra a Covid-19 por meio da parceria na produção da Coronavac

Guilherme Venaglia e Sinara Peixoto, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 26 de março de 2021 às 02:39

Instituto Butantan

O Instituto Butantan desenvolveu uma nova fórmula de vacina contra a Covid-19. A entidade ligada ao Governo de São Paulo pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar a testagem.

O governador João Doria (PSDB) convocou uma entrevista coletiva para a manhã desta sexta-feira (26), ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, para dar uma notícia “da ciência, que nos enche esperança na luta contra a Covid-19”. Doria não antecipou o assunto da coletiva.

Diferentemente da Coronavac ou da vacina de Oxford, em que os parceiros nacionais podem produzir uma capacidade limitada de doses, na nova vacina o Instituto Butantan é o principal desenvolvedor dentro de um consórcio e poderá produzir a maior parte dos imunizantes.

A informação do desenvolvimento da vacina, que se chamará Butanvac, foi confirmada pela CNN na noite desta quinta-feira (25). O pedido de autorização para testes contempla as fases 1 e 2 dos estudos, que analisam a segurança e a capacidade de promover resposta imune. A fase da eficácia, na qual as vacinas podem pedir o uso emergencial ou o registro definitivo, é a terceira fase.

O Butantan já é protagonista na vacinação contra a Covid-19 no Brasil com a Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica Sinovac. O Instituto Butantan conduziu a testagem do imunizante no país e é o responsável pelo envase do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) que é importado da China.

A vacina já foi cadastrada no sistema da OMS, com as empresas Dynavax e PATH como parceiras. Ao todo, segundo o Ministério da Saúde, há 17 estudos pré-clínicos de vacinas no Brasil.

Vacinação no Brasil

Na terça-feira (23), sem explicar como, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, que o Brasil conseguirá vacinar toda a população até o fim deste ano. “2021 será o ano da vacinação dos brasileiros”, afirmou o presidente. “As vacinas estão garantidas”, disse Bolsonaro sem detalhar de que forma essa previsão será cumprida.

“Não sabemos por quanto tempo teremos que enfrentar essa doença, mas a produção nacional vai garantir que possamos vacinar os brasileiros todos os anos, independentemente das variantes que possam surgir”, disse. O presidente citou as três vacinas já aprovadas pela Anvisa para uso emergencial ou definitivo: Oxford/AstraZeneca, Coronavac e Pfizer.

Levantamento feito pela CNN, indica que o Brasil aplicou, até essa quinta-feira (25), 18.429.337 de doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 13.925,178 primeiras doses e 4.504.159 da segunda etapa.

As informações têm base em dados das Secretarias Estaduais de Saúde, que divulgaram o balanço preliminar da vacinação.

O levantamento é preliminar, pois nem todos os estados e municípios publicam informações sobre a campanha de imunização em sua totalidade.

Por enquanto, apenas os imunizantes da CoronaVac e a da AstraZeneca/Oxford estão em aplicação no Brasil, que aguarda a chegada das doses da Pfizer, já com registro definitivo aprovado pela Anvisa, mas com previsão de entrega em até 3 meses.

Nessa quarta-feira (24), a Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, solicitou à Anvisa o uso emergencial do seu imunizante no país.

Impasse entre gestões

Desde o início da pandemia, o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente Jair Bolsonaro criticam um ao outro sobre suas posturas no combate à Covid-19.

Especificamente sobre as vacinas, Doria sempre se mostrou favorável ao desenvolvimento e rápida aplicação de imunizantes no país. Já Bolsonaro, teceu críticas ao longo de quase um ano, principalmente à Coronavac, desenvolvida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

No entanto, no início de março deste ano, em um evento – usando máscara de proteção contra o vírus –, o presidente mudou o tom defendeu a vacinação e reforçou que o governo “não poupou esforços e recursos” no combate à pandemia do novo coronavírus.

“O Brasil está fazendo a sua parte. O governo federal tem mostrado seu trabalho e já foram entregues vacinas para 100% dos idosos acima dos 85 anos de idade, entre eles, a minha mãe. Até o final do ano teremos mais de 400 milhões de doses disponíveis para os brasileiros”.

Segundo o colunista da CNN Caio Junqueira, Bolsonaro teria sido aconselhado pela ala militar do governo a buscar uma agenda mais positiva na saúde, no momento em que o país vive sua pior fase na pandemia.

A importância de uma vacina nacional

Mesmo com imunizantes de farmacêuticas renomadas e de eficácia comprovada contra a Covid-19, já em aplicação no Brasil, especialistas afirmam ser essencial que o país tenha uma vacina nacional.

O desenvolvimento próprio é importante para baratear os custos da vacinação em massa. Uma vacina brasileira permitiria distribuição mais ampla, rápida e barata da imunização.

A demora na chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) em janeiro, por exemplo, gerou atrasos no início da produção da vacina da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e refletiu um problema estrutural da indústria brasileira, segundo o ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Ivo Bucaresky.

De acordo com relatório da Anvisa, publicado em outubro de 2020, 95% dos insumos usados para produção de remédios no Brasil vêm do exterior.

A maior parte vem da Índia (37%), que trava a liberação de doses da vacina de Oxford compradas pela Fiocruz, e da China (35%).

“Quando estava na Anvisa (2013-2016), previ que isso poderia acontecer, por uma guerra, uma crise diplomática. Veio a pandemia e a questão se impôs. Temos um problema estrutural, porque produzimos muito pouco dos insumos que a indústria farmacêutica usa no Brasil”, afirmou Bucaresky.

Fonte: CNN

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CHEGA A FASE FINAL DE TESTES EM ANIMAIS O SORO ANTI-COVID-19 DESENVOLVIDO NO INSTITUTO BUTANTAN

Soro anti-Covid, do Instituto Butantan, chega à fase final de testes em animais

Anvisa ainda precisa liberar a testagem em humanos

Diego Pavão, da CNN, em São Paulo

Atualizado 06 de março de 2021 às 18:38

Soro anti-Covid, do Instituto Butantan, chega à fase final de testes em animais

O Instituto Butantan anunciou que conseguiu avançar em um estudo que pode contribuir para o tratamento do novo coronavírus. O soro anti-Covid chega à fase final de testes pré-clínicos, e os resultados preliminares são promissores.

O soro anti-Covid está sendo feito a partir da aplicação do vírus SARS-CoV, inativado em labortório, em cavalos. O organismo destes animais reage ao vírus e produz anticorpos. Depois de purificados, estas respostas imunológicas são usadas para o desenvolvimento do soro.

A diferença do soro para a vacina é que, no caso do soro anti-Covid, é oferecido ao paciente um anticorpo pronto, capaz de reconhecer o vírus e bloquear seus efeitos e propagação nas células. Já a vacina é profilática:, quando injetada, o sistema imunilógico é o responsável por gerar o anticorpo; assim, em caso de contato com o vírus, o corpo consegue se defender.

O soro anti-Covid já foi testado em camundongos infectados pelo novo coronavírus e o resultado foi saitsfatório.

“O animal estava com a sintomatologia clara da doença. Nós analisamos a doença como uma doença já de moderado para grave e, um dia depois da administração do soro, o que nós vimos no pulmão destes animais foi uma proteção muito grande das estruturas”, afimou Ana Marisa Chudzinski, diretora do Centro de Desenvolvimento e Inovação do Butantan.

Segundo Chudzinski, uma vez aprovado pela Anvisa, o soro entra em uma fase de estudo clínico em humanos.

Fonte: CNN

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O INSTITUTO BUTANTAN CONFIRMA O REPASSE AO GOVERNO FEDERAL DE 6 MILHÕES DE DOSES DA VACINA CORONAVAC

Butantan confirma entrega de 6 milhões de doses da Coronavac à União

Guilherme Venaglia,

da CNN, em São Paulo

15 de janeiro de 2021 às 19:58

Embalagem oficial da Coronavac, vacina do Instituto ButantanEmbalagem oficial da Coronavac, vacina do Instituto Butantan Foto: Divulgação/Instituto Butantan

Instituto Butantan enviou nesta sexta-feira (15) um ofício ao Ministério da Saúde confirmando o repasse ao governo federal de 6 milhões de doses da Coronavac, a vacina contra a Covid-19 produzida pela entidade em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Na mensagem a Roberto Dias, diretor de Logística em Saúde do Ministério, o Butantan informa o faturamento das doses requisitadas mais cedo pela pasta, como noticiou o colunista da CNN Caio Junqueira.

O ofício enviado pela entidade ligada ao Governo de São Paulo questiona o Ministério da Saúde sobre a data de início de uma campanha de vacinação contra a Covid-19 no país, ainda não anunciada pelo governo federal.

A Fundação Butantan, gestora do Instituto, ainda pergunta quantas das 6 milhões de doses serão direcionadas ao Estado de São Paulo. Como é de praxe nas vacinas produzidas pelo Butantan em São Paulo, a parcela direcionada à população paulista já é entregue diretamente à secretaria estadual de Saúde do estado.

A entrega das vacinas — e a possibilidade de que seja iniciada a imunização — acontecerá, segundo o Instituto Butantan, assim que a Coronavac for autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A diretoria colegiada da Anvisa se reúne neste domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial da vacina, pedido pelo Butantan.

Primeira opção do governo federal para iniciar a imunização, a vacina de Oxford também será avaliada pela agência, mas há perspectiva de atraso na disponibilização depois que a Índia pediu ao Brasil que não enviasse já um avião que iria ao país buscar 2 milhões de doses do imunizante.

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ACORDO DO BUTANTAN COM MAIS DE 180 CIDADES PARA FORNECER CORONAVAC SERÁ CANCELADO PELO INSTITUTO

Butantan vai cancelar acordo com mais de 180 cidades para fornecer Coronavac

Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

Atualizado 14 de janeiro de 2021 às 17:26

Instituto Butantan amplia mão de obra para produção da vacina Coronavac

O Instituto Butantan deve comunicar na próxima segunda-feira (18) que todos os acordos com cidades estão cancelados. O presidente do instituto, Dimas Covas, explicou que todas as doses da vacina serão entregues ao Ministério da Saúde, assim que a Anvisa aprovar o uso emergencial ou o registro da vacina. O órgão discute no próximo domingo (17) o pedido para que 6 milhões de doses da vacina tenham a autorização de uso para grupos específicos no país.

Covas explicou à CNN que, assim que o acordo for fechado, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que assume a distribuição da vacina. “O critério é populacional. Todos os estados vão receber da mesma maneira. O acordo com os municípios era para o caso de o Ministério se recusar a comprar a vacina, mas como firmamos a parceria isso não vai acontecer”, disse ele.

Com a eficácia anunciada em 78% para casos mais leves e 100% para casos graves, a Coronavac teve 184 municípios interessados, que procuraram diretamente a direção do Instituto Butantan para pedir a vacina. São municípios de fora do estado de São Paulo que escolheram contar com um ‘plano B’, caso o plano de vacinação do Ministério da Saúde não avançasse. O levantamento foi feito pela Secretaria de Desenvolvimento Regional do Governo de São Paulo junto ao Butantan. Os dados foram confirmados pelo secretário Marco Vinholi.

A maior da lista é a capital fluminense. O próprio prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, firmou um acordo de cooperação com o órgão ligado ao governo de São Paulo para ter acesso à vacina, mesmo acreditando em um calendário nacional.

São ao todo 26 cidades do Rio de Janeiro. A prefeitura de Maricá, que tem pouco mais de 160 mil habitantes, pediu 440 mil doses ao Butantan e queria manter o acordo, mesmo depois da investida do Ministério sobre a vacina. Já a prefeitura de Niterói decidiu comprar 1,1 milhão de doses da vacina coronavac por R$ 57 milhões, pagando 10 dólares por dose. Cerca de 300 mil chegariam no fim de janeiro para vacinar profissionais da saúde e idosos, o que não vai mais acontecer.

Outras grandes capitais como Curitiba e Belo Horizonte também pleiteiam o uso da coronavac e assinaram compromisso de compra da vacina. O prefeito da capital paranaense, Rafael Greca, tinha fechado o acordo no início de dezembro para imunizar profissionais da saúde da cidade. Esse também era o foco da vacinação prevista pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil.

A diretoria do Butantan recebeu ainda o pedido de 10 associações de municípios de diversos estados. Nas contas do setor técnico do órgão paulista, se somadas todas as cidades que integram esses coletivos, seriam mais de 1000 municípios de olho na vacina chinesa.

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CLIPES INTERNACIONAIS: BRYAN ADAMS- PLEASE FORGIVE ME

Nesta terça-feira você vai conhecer melhor a história de um dos maiores astros do pop rock internacional. Bryan Guy Adams nasceu em 5 de novembro de 1959, no Canadá. Aos dez anos de idade inicia-se no mundo musical, quando aprende a tocar guitarra e participa de algumas bandas que acabam não dando certo. Foi aos 18, quando conheceu o baterista e compositor Jim Vallance, seu maior parceiro de composições, que sua carreira começou a deslanchar. Seu primeiro álbum, Bryan Adams, sai em 1980. Com a carreira já consolidada, Adams continua a produzir talento de Bryan Adams não se restringe apenas a música. O artista fez um livro de fotos preto e branco de 80 mulheres canadenses, com destaque para as cantoras Celine Dion, Joni Mitchell e Alanis Morrissete. A renda adquirida com a vendagem do livro foi destinada a um instituto do Canadá dedicado à  pesquisa do câncer de mama. É um dos músicos canadenses mais vendidos de todos os tempos. E agora curta uo dos seus maiores sucessos: Please Forgive me!

Fonte:/www.google.com/search?q=Clipes+internacioais

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GOVERNO DE SÃO PAULO E O INSTITUTO BUTANTAN AVALIAM ADOTAR O USO EMERGENCIAL DA CORONAVAC

Governo de São Paulo discute com Anvisa uso emergencial da coronavac

Por Pedro Durán, da CNN em São Paulo

 Atualizado 28 de agosto de 2020 às 23:12

O governo de São Paulo e o Instituto Butantan avaliam seguir a China e adotar o uso emergencial da coronavac. Pra isso, a Anvisa precisaria desenvolver um protocolo. Foi justamente esse um dos pedidos dos membros do governo que foram a Brasília se reunir com representantes do Anvisa e do Ministério da Saúde.

A informação foi confirmada pelo presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, à reportagem da CNN. Ele explicou que o Ministério da Saúde precisaria definir uma política nacional de imunização, mas que entende que o melhor seria priorizar os mais vulneráveis à Covid-19.

“Na minha opinião começaríamos com populações mais expostas, como profissionais das áreas da saúde e segurança e depois pessoas com comorbidades e idosos. Na sequência viriam professores e alunos”, disse.

5 milhões chegam em outubro

O estado de São Paulo conta com a primeira grande remessa da coronavac chegando na primeira quinzena de outubro. Mas no caso de uma mudança mais rápida do protocolo, as doses poderiam ser antecipadas pela Sinovac, fabricante da vacina na China, que já tem estoque.

Chineses vacinados

O protocolo de uso emergencial da coronavac na China já teve 24 mil vacinados. Até agora, 5,2% deles tiveram algum tipo de efeito colateral, como dores no local onde a vacina foi aplicada.

A aprovação foi no mesmo sentido do que quer o governo paulista, priorizando populações de alto risco.

Fonte: CNN

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SOLICITAÇÕES DE VERIFICAÇÃO DE INSTRUMENTOS PODEM SER FEITAS POR E-MAIL AO IPEM/RNIPEM/RN

IPEM/RN informa que solicitações de verificação de instrumentos podem ser realizadas por e-mail

Apesar da suspensão do atendimento presencial no Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte – IPEM/RN, como medida de prevenção ao avanço do COVID-19, as solicitações para verificação de instrumentos como balanças, medidores de pressão arterial (esfigmomanômetros), bombas de combustíveis, bombas medidoras de combustíveis e medidores de velocidade continuam sendo realizadas e podem ser solicitadas pelo email: operacional.ipem@gmail.com.

Terão prioridades as solicitações feitas por farmácias de manipulação; clínicas médicas, hospitais e postos de saúde; postos de combustíveis, supermercados e indústrias que possuam balanças rodoviárias.

Uma equipe de plantão de fiscais do IPEM/RN também continua atendendo as denúncias feitas pela população. Caso o cidadão desconfie de alguma irregularidade pode informar o órgão pelo e-mail ouvidoriaipem.rn@gmail.com ou pelo whats app 84 98147-9433.

Fonte: Política em Foco

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