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CIÊNCIAS: ENFIM O CONTROLE TOTAL DE PROBLEMAS GENÉTICOS HERDADOS SEM ALTERAR O DNA

CIÊNCIAS: ENFIM O CONTROLE TOTAL DE PROBLEMAS GENÉTICOS HERDADOS SEM ALTERAR O DNA
Conceptual paper illustration of human hands and DNA in a lab.

O destaque da nossa coluna CIÊNCIAS desta segunda-feira éa última e promissora descoberta feita por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco, e do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead. Os cientistas descobriram como modificar a ferramenta incomparável de edição de genes CRISPR para estender seu alcance ao epigenoma, que controla como os genes são ligados ou desligados, ou seja, criaram o botão liga/desliga para controlar problemas genéticos herdados sem alterar o DNA e reversível!

Pesquisadores criam ‘botão liga / desliga’ CRISPR para controlar problemas genéticos herdados sem alterar o DNA

 

Os cientistas descobriram como modificar a ferramenta incomparável de edição de genes CRISPR para estender seu alcance ao epigenoma, que controla como os genes são ligados ou desligados.

Os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco, e do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead, sem fins lucrativos do MIT, já usaram a ferramenta em laboratório para desativar principalmente o gene que produz a proteína Tau, que está implicada na doença de Alzheimer.

A nova ferramenta baseada em CRISPR chamada “CRISPRoff” permite que os cientistas desliguem quase qualquer gene em células humanas sem fazer uma única edição no código genético – e uma vez que um gene é desligado, ele permanece inerte nos descendentes da célula por centenas de gerações , a menos que seja ligado novamente com uma ferramenta complementar chamada CRISPRon.

Como o epigenoma desempenha um papel central em muitas doenças, de infecção viral a câncer, a tecnologia CRISPRoff pode um dia levar a terapias epigenéticas poderosas que são mais seguras do que a terapêutica CRISPR convencional porque não envolve nenhuma edição de DNA.

“Embora as terapias genéticas e celulares sejam o futuro da medicina, existem potenciais preocupações de segurança em relação à mudança permanente do genoma, razão pela qual estamos tentando encontrar outras maneiras de usar o CRISPR para tratar doenças”, disse Luke Gilbert, PhD, professor da UCSF e co-autor sênior do novo artigo, publicado na revista Cell de 9 de abril .

Como foi construído

O CRISPR convencional é equipado com duas peças de hardware molecular que o tornam uma ferramenta eficaz de edição de genes. Um dos componentes é uma enzima de corte de DNA, que dá ao CRISPR a capacidade de alterar as sequências de DNA. O outro é um dispositivo de localização que pode ser programado para zerar qualquer sequência de DNA de interesse, conferindo controle preciso sobre onde as edições são feitas.

RELACIONADO : Cada paciente tratado com terapia gênica CRISPR para doenças do sangue continua a prosperar, mais de um ano depois

Para construir o CRISPRoff, os pesquisadores dispensaram a função da enzima de corte de DNA convencional do CRISPR, mas mantiveram o dispositivo de homing, criando um CRISPR reduzido capaz de atingir qualquer gene. Em seguida, eles amarraram uma enzima a este CRISPR barebones. Mas, em vez de processar o DNA, essa enzima atua no epigenoma, que consiste em proteínas e pequenas moléculas que se prendem ao DNA e controlam quando e onde os genes são ativados ou desativados.

A nova ferramenta tem como alvo uma característica epigenética específica conhecida como metilação do DNA, que é uma das muitas partes moleculares do epigenoma. Quando o DNA é metilado, uma pequena etiqueta química conhecida como grupo metil é afixada ao DNA, silenciando os genes próximos. Embora a metilação do DNA ocorra naturalmente em todas as células de mamíferos, o CRISPRoff oferece aos cientistas um controle sem precedentes sobre esse processo.

Crédito: Jennifer Cook-Chrysos / Whitehead Institute 

Outra ferramenta descrita no artigo, chamada CRISPRon, remove as marcas de metilação depositadas pelo CRISPRoff, tornando o processo totalmente reversível.

“Agora temos uma ferramenta simples que pode silenciar a grande maioria dos genes”, disse Jonathan Weissman, PhD, membro do Whitehead Institute, co-autor sênior do novo artigo e ex-membro do corpo docente da UCSF. “Podemos fazer isso para vários genes ao mesmo tempo, sem nenhum dano ao DNA e de uma forma que pode ser revertida. É uma ótima ferramenta para controlar a expressão gênica. ”

‘Grande surpresa’ vira um princípio básico

Com base no trabalho anterior de um grupo na Itália, os pesquisadores estavam confiantes de que o CRISPRoff seria capaz de silenciar genes específicos, mas suspeitavam que cerca de 30 por cento dos genes humanos não responderiam à nova ferramenta.

O DNA consiste em quatro letras genéticas – A, C, G, T – mas, em geral, apenas Cs próximo a Gs podem ser metilados. Para complicar as coisas, os cientistas sempre acreditaram que a metilação poderia apenas silenciar genes em locais no genoma onde as sequências de CG são altamente concentradas, regiões conhecidas como “ilhas CpG”.

Como quase um terço dos genes humanos carecem de ilhas CpG, os pesquisadores presumiram que a metilação não desligaria esses genes. Mas seus experimentos CRISPRoff derrubaram esse dogma epigenético.

“O que se pensava antes deste trabalho era que 30 por cento dos genes que não têm ilhas CpG não eram controlados pela metilação do DNA”, disse Gilbert . “Mas nosso trabalho mostra claramente que você não precisa de uma ilha CpG para desligar os genes por metilação. Isso, para mim, foi uma grande surpresa. ”

Aumentando o potencial terapêutico de CRISPRoff

Editores epigenéticos fáceis de usar, como o CRISPRoff, têm um enorme potencial terapêutico, em grande parte porque, como o genoma, o epigenoma pode ser herdado.

Quando CRISPRoff silencia um gene, não apenas o gene permanece desativado na célula tratada, mas também permanece desativado nos descendentes da célula à medida que se divide, por até 450 gerações.

Para a surpresa dos pesquisadores, isso se manteve até mesmo em células-tronco em maturação. Embora a transição da célula-tronco para a célula adulta diferenciada envolva uma reconfiguração significativa do epigenoma, as marcas de metilação depositadas por CRISPRoff foram fielmente herdadas em 90 por cento das células que fizeram essa transição, o que mostrou que as células retêm uma memória das modificações epigenéticas feitas pelo Sistema CRISPRoff mesmo quando mudam o tipo de célula.

Alzheimer e a proteína Tau

Eles selecionaram um gene para usar como exemplo de como o CRISPRoff pode ser aplicado à terapêutica: o gene que codifica a proteína Tau, que está implicada na doença de Alzheimer. Depois de testar o método em neurônios, eles descobriram que o uso de CRISPRoff poderia ser usado para diminuir a expressão de Tau – embora não totalmente. “O que mostramos é que essa é uma estratégia viável para silenciar Tau e evitar que a proteína se expresse”, diz Weissman . “A questão é, então, como você entrega isso a um adulto? E seria realmente o suficiente para impactar o Alzheimer? Essas são grandes questões em aberto, especialmente a última. ”

Mesmo que CRISPRoff não leve a terapias de Alzheimer, existem muitas outras condições às quais ele poderia ser aplicado. Suas descobertas sugerem que CRISPRoff só precisa ser administrado uma vez para ter efeitos terapêuticos duradouros, tornando-se uma abordagem promissora para o tratamento de doenças genéticas raras – incluindo a síndrome de Marfan, que afeta o tecido conjuntivo, a síndrome de Job, um distúrbio do sistema imunológico e certas formas de câncer – que são causados ​​pela atividade de uma única cópia danificada de um gene.

Embora a entrega em tecidos específicos continue sendo um desafio, “nós mostramos que você pode entregar transitoriamente como um DNA ou como um RNA, a mesma tecnologia que é a base da vacina de coronavírus Moderna e BioNTech”, diz Weissman.

Como o epigenoma desempenha um papel central em tantas doenças, esta nova e estimulante tecnologia pode um dia levar a terapias poderosas para enfrentar nossos inimigos mais mortais, embora “seja necessário mais trabalho para realizar todo o seu potencial terapêutico”.

Fonte: Good News Network

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COMITÊ DE COORDENAÇÃO NACIONAL PARA ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA APONTA PROBLEMAS DE NOTIFICAÇÃO ENTRE DOSES DE VACINAS RECEBIDA E APLICADAS PELOS ESTADOS

Diferença entre doses de vacinas distribuídas e aplicadas ultrapassa 18 milhões

Havia 37,8 milhões de doses distribuídas e 19,6 milhões de doses aplicadas, segundo dados oficiais levantados pela CNN

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

01 de abril de 2021 às 21:54

Diferença entre doses de vacinas distribuídas e aplicadas ultrapassa 18 milhões

No dia seguinte ao Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 apontar problemas de notificação pelos estados quanto a doses de vacina aplicadas, o problema persistiu.

A diferença entre o que os estados vacinavam e entre o que informavam ao Ministério da Saúde era grande, segundo dados oficiais levantados pela CNN.

Havia 37,8 milhões de doses distribuídas e 19,6 milhões de doses aplicadas. O estado de São Paulo, por exemplo, havia informado ao Ministério da Saúde 5,8 milhões de doses aplicadas, mas no sistema do próprio governo paulista estavam lá 6,2 milhões de doses.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o coordenador do Forum de Governadores, Wellington Dias, conversaram hoje sobre isso. Há um consenso entre eles de que a saída é pela política.

O ministro disse que pretende qualificar esses dados e centralizar num banco de dados nacional único e confiável sob gestão da autoridade sanitária nacional. Welington Dias disse que um problema que precisa ser resolvido é que vários estados adotam diferentes bases de dados e têm diferentes sistemas de notificações. Além disso, ele explicou que a vacina enviada não necessariamente é diretamente aplicada, que leva um prazo entre a distribuição e a chegada, e que, além disso, têm reservas para a segunda dose, têm reservas de emergência.

O governo de São Paulo disse que o sistema paulista é atualizado de 15 em 15 minutos e, por isso, há diferença em relação aos dados do governo federal.

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RUMORES DE QUE O ATUAL PRESIDENTE DA TANZÂNIA FALECEU DE COVID-19 É DESMENTIDO PELO VICE

Tanzânia anuncia a morte do presidente John Mabufuli

Após boatos de que o mandatário teria tido covid-19, vice-presidente alega que ele morreu de problemas cardíacos

INTERNACIONAL

 Do R7, com AFP

A vice-presidente Samia Hassan (e) anunciou a morte de John Magufuli

ERICKY BONIPHACE / AFP – 24.7.2019

O presidente da Tanzânia, John Magufuli, de 61 anos, morreu nesta quarta-feira (17) por problemas cardíacos, anunciou a vice-presidente Samia Suhulu Hassan em um pronunciamento na televisão, depois de duas semanas de ausência do chefe de Estado, atribuída em alguns rumores à covid-19.

“É com grande pesar que lhes informo que hoje, 17 de março de 2021, às 18h (12h no horário de Brasília), perdemos nosso líder, o presidente da Tanzânia, John Pombe Magufuli”, declarou Hassan.

Magufuli, que segundo a vice-presidente tinha problemas cardíacos há 10 anos, apareceu pela última vez em público em 27 de fevereiro, e os boatos se espalharam. Ela afirmou que o presidente morreu no hospital Emilio Mzena, um estabelecimento federal na capital Dar es Salam, onde estava sendo tratado.

Há uma semana, o líder da oposição Tundi Lissu, que vive exilado na Bélgica, se juntou a outros que questionavam a ausência do presidente, dizendo que seria uma forma severa da covid-19, agravada por problemas de saúde.

Na segunda-feira, a própria Hassan tinha dito que a população deveria ignorar os rumores, afirmando que o presidente estava doente, mas sem especificar a doença. “Se tem um momento que devemos estar unidos, é agora”, pediu ela.

Reeleito em outubro de 2020, Magufuli, apelidado de “Trator”, chegou ao poder em 2015 prometendo lutar contra a corrupção.

Mas seu primeiro mandato foi marcado, segundo muitas organizações de direitos humanos, por uma tendência autoritária, reiterados ataques contra a oposição, e o retrocesso das liberdades fundamentais.

Em fevereiro, Tanzânia, que Magufuli disse ter sido “libertada” da covid-19 graças a orações, experimentou uma onda de mortes, atribuídas oficialmente a pneumonia.

Personalidades de destaque foram afetadas, como o vice-presidente do arquipélago de Zanzibar, Seif Sharif Hamad, que morreu. Após isso, Magufuli se viu forçado a admitir a presença do vírus na Tanzânia à imprensa.

Fonte: R7

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AUTOCONHECIMENTO: NÃO CONFUNDA AUMENTAR A CONSCIÊNCIA COM TOMAR CONSCIÊNCIA

É importante entendermos a diferença entre aumentar a consciência e tomar consciência. O texto a seguir nos informa com clareza essa sutil diferença. Ficar mais consciente ou elevar a consciência tem a ver com enxergar melhor o certo e o errado, mas tornar-se consciente tem a ver com desapegar-se dos problemas. Convido você a ler o texto esclarecedor a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Aumentar a consciência não é o mesmo que tomar consciência

Mensagem de 10 de Março de 2021

“Elevar a consciência não é o mesmo que tornar-se consciente. Você pode aumentar a consciência sobre o que está errado no mundo, que acha que precisa ser consertado, ou pode aumentar a consciência do que é bom no mundo que você poderia estar apreciando. O que você está fazendo é mirar com uma lanterna.

Você pode focar no positivo ou negativo. Isto é mirar onde você foca. MAS, tornar-se consciente significa que você percebe que tem uma escolha. Isso significa que bem e mal são lados opostos da mesma moeda. Enquanto se apegar à moeda, você vai continuar a ter os opostos. Deixe ir.

Aumentar a consciência é o mesmo que dizer ‘ei, há um problema aqui. ‘Perigo, Will Robinson, perigo!’ O alarme soou. ‘Volte’! ou ‘Vá em frente.’ Tornar-se consciente é ir além de aumentar a consciência. É além de ir para frente e para trás. Não é tornar-se mais ‘desperto’.

Pare de fazer o que sempre fez para obter melhores resultados

Tornar-se consciente é abandonar os problemas e questões. Significa abandonar o ego, o apego aos problemas e as soluções. Podemos ficar tão presos às nossas soluções que deixamos de resolver o problema. Isso é abandonar os apegos e tornar-se livre.

Não é ficarmos mais sobrecarregados ao que prestamos atenção. Não é encher nossa mente com mais assuntos com os quais se preocupar diariamente. Esta forma de consciência frequentemente pede por doações. Esta forma de consciência é um chamado para agir e não para a transcendência.

Não pense que porque você está mais consciente dos problemas que você está mais consciente. O que você está é mais preocupado com os assuntos. É bom ajudar a resolver problemas. Também é bom não viver a vida como uma coleção de problemas que precisam ser resolvidos. Abandone os problemas. Sinta alegria.

Ative sua atitude e deleite-se em ter um sucesso maior

Porque não aumentar a consciência de todo o bem no mundo, toda alegria, todas as pessoas solidárias, todas as deliciosas atitudes saudáveis, todos os maravilhosos dias de tempo bom? Que tal aumentar a consciência de todas as pessoas, eventos e coisas em sua vida que o deleitam?

Que tal aproveitar isso e ir além de tudo isso? Torne-se consciente!

Uma coisa é trazer algo para sua atenção. Outra coisa é ir além do objeto de sua atenção. Outra é perceber que não há problemas. A mente causa sofrimento, como Budha mencionou. Sem pensamentos, não haveria dor emocional. Haveria apenas o que é. Para entender isso, você precisa tornar-se consciente. Mencionar isso só aumenta sua consciência. Agora, vá além, ao invés. Comemore tudo!”

Rex Sikes – Fonte: https://gratitudeactivator.com/
Roseli Giusti Zahm e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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RELATORA DA ONU DIZ QUE SANÇÕES DOS EUA EXACERBARAM PROBLEMAS DA VENEZUELA

Sanções dos EUA agravaram calamidades na Venezuela, diz ONU

Relatora afirma que punições unilaterais por parte dos EUA pioraram problemas e crises que já existiam no país antes

Relatora diz que sanções exacerbaram problemas da Venezuela

MIGUEL GUTIERREZ / EFE – 12.2.2021

A relatora especial da ONU sobre o impacto negativo das medidas coercitivas unilaterais nos direitos humanos, Alena Douhan, afirmou nesta sexta-feira que as sanções aplicadas pelos Estados Unidos à Venezuela exacerbaram as calamidades no país sul-americano.

“As sanções impostas, cada vez mais, pelos EUA exacerbaram as calamidades anteriormente relatadas”, disse a relatora na primeira e única declaração pública, após uma visita de 12 dias à Venezuela.

Diante de dezenas de jornalistas em Caracas, Douhan analisou o registro das reuniões que realizou durante a estadia no país, que incluiu reuniões com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e cerca de 50 outras pessoas.

“Reconheço o efeito devastador das sanções sobre os direitos humanos, como a alimentação, a vida, a educação”, continuou a relatora, insistindo que as restrições dos últimos anos agravaram a crise na Venezuela, embora não tenha dito que elas causaram esta situação, como argumenta o governo de Nicolás Maduro.

Efeitos da crise

Entre esses efeitos devastadores relatados está o fato de o salário mínimo recebido pela maioria da população ser inferior a US$ 10 (cerca de R$ 53), o que fez com que entre 1 milhão e 5 milhões de venezuelanos deixassem o país desde 2015.

As sanções também apertaram o cerco financeiro, uma vez que vários representantes do governo têm restrições para representar os interesses da Venezuela no exterior, enquanto a principal indústria do país, a petroleira PDVSA, tem tido problemas para fazer negócios desde 2017.

Por esta razão, a relatora instou os países a suspenderem as sanções aplicadas à Venezuela, especialmente Estados Unidos, Portugal e Reino Unido, países que congelaram US$ 6 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões) que, de acordo com o estudo, o país necessita para ter acesso a alimentos e medicamentos.

Fonte: R7
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SAÚDE: SEGUNDO ESTUDO, BEBIDAS DIETÉTICAS PODEM SER TÃO RUINS PARA O CORAÇÃO QUANTO AS OUTRAS

Estudo liga bebidas dietéticas a problemas cardíacos; veja o que fazer

 SAÚDE

Bebidas diet aumentam risco de ataque cardíaco em mulheres, revela estudo | VEJA

Se seu coração dispara por bebidas dietéticas, pode não ser por causa do amor.

Um novo estudo descobriu que bebidas adoçadas artificialmente podem ser tão ruins para o coração quanto as que contêm açúcar.

“Nossa pesquisa sugere que bebidas adoçadas artificialmente podem não ser um substituto saudável para bebidas com açúcar, e esses dados fornecem argumentos adicionais para o debate atual sobre impostos, rotulagem e regulamentação de bebidas açucaradas e bebidas adoçadas artificialmente”, disse o autor principal Eloi Chazelas, doutorando e membro da equipe de pesquisa em epidemiologia nutricional da Universidade Sorbonne Paris Nord, na França.

“Já sabemos que as bebidas adoçadas com açúcar são ruins quando se trata de resultados cardiovasculares e outros resultados de saúde”, explicou o cardiologista Andrew Freeman, copresidente do grupo de trabalho de nutrição e estilo de vida do American College of Cardiology, que não esteve envolvido no o estudo.

Por exemplo, em comparação com mulheres que bebem refrigerantes açucarados, bebidas esportivas e sucos menos de uma vez por mês, um estudo de 2019 descobriu que mulheres que ingeriam mais de duas porções por dia (uma porção foi definida como um copo ou lata padrão) tinham um risco 63% maior de morte prematura. Homens que consumiram mais de duas porções tiveram um aumento de 29% no risco.

“Muitas pessoas acham que talvez refrigerantes diet e bebidas adoçados artificialmente sejam melhores do que bebidas adoçadas com açúcar. Mas há evidências recentes nos últimos dois anos que sugerem que existem possíveis danos nas bebidas adoçadas artificialmente, especialmente em mulheres”, contou Freeman.

Associação, não causalidade

A nova pesquisa, publicada nesta segunda-feira (26) no “Journal of American College of Cardiology”, analisou dados de mais de 100 mil voluntários franceses adultos participantes do NutriNet-Santé, um estudo nutricional francês em andamento. Lançado em 2009, ele pede aos participantes que preencham online três registros da dieta das últimas 24 horas a cada seis meses. A conclusão do estudo está prevista para 2029.

Os voluntários foram divididos em três grupos: não usuários, consumidores com moderação e grandes consumidores de bebidas diet ou açucaradas. As bebidas açucaradas incluem refrigerantes, sucos de frutas e xaropes com pelo menos 5% de açúcar e suco de frutas 100%. As bebidas dietéticas continham apenas adoçantes não nutritivos, como aspartame ou sucralose, e adoçantes naturais, como a estévia.

Durante o acompanhamento de 2011 a 2019, os hábitos de consumo de açúcar e dieta foram comparados separadamente a quaisquer primeiros casos de “derrame, ataque isquêmico transitório, infarto do miocárdio, síndrome coronariana aguda e angioplastia”.

Os autores disseram que eliminaram os primeiros casos de doença cardíaca durante os primeiros três anos, ajustados para uma “gama de fatores de confusão” que podem distorcer os dados, e encontraram um resultado pequeno, mas estatisticamente significativo.

Fonte: Blog do BG

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ECONOMIA: A CONSEQUÊNCIA DE UMA CEGA DEVOÇÃO AO SISTEM DE METAS DA INFLAÇÃO TEM COMO CONSEQUÊNCIA A ATUAL CARISTIA DOS ALIMENTOS

O artigo a seguir publicado aqui na coluna ECONOMIA desta quarta-feira nos dá a exta noção do que causou a carestia dos alimentos durante a pandemia do coronavírus. Ele nos mostra que as políticas de metas de inflação são a real causa dessa carestia. E você pode entender bem melhor depois que ler o artigo completo e analisar os gráficos!

A atual carestia dos alimentos é consequência de uma cega devoção ao sistema de metas de inflação

Políticas de metas de inflação são a causa, e não a solução dos atuais problemas

 

Comecemos com um exemplo simples que, no entanto, reflete exatamente o que está se passando na economia brasileira neste momento pandêmico.

Imagine uma economia em que haja apenas dois produtos: maçãs e laranjas. Vamos trabalhar apenas com o curto prazo.  Há 10 maçãs e 10 laranjas, e uma oferta monetária total de $20.

Suponha que a interseção entre oferta de laranjas e demanda por laranjas determine um preço de $1,10 por laranja. Isso irá, simultaneamente, estipular o preço de cada maçã em $0,90.

(Se você multiplicar 10 laranjas por $1,10 e 10 maçãs por $0,90 terá um total de $20, que é a oferta monetária total da economia).

O preço relativo entre laranjas e maçãs reflete a demanda da sociedade por estes dois bens, sempre de acordo com sua relativa abundância — ou oferta.

Agora, suponha que as preferências das pessoas se alteram e elas passam a demandar ainda mais laranjas e menos maçãs. Ou seja, a demanda por laranjas aumenta e a demanda por maçãs cai. Faltam laranjas e sobram maçãs.

O efeito de curto prazo será um aumento no preço das laranjas e uma redução no preço das maçãs (caso a oferta monetária se mantenha inalterada).

Assim, suponha agora que o novo preço de equilíbrio seja de $1,20 para laranjas e $0,80 para as maçãs.

Isso representa um aumento de 9% no preço das laranjas (de $1,10 para $1,20) e uma redução de 11% no preço das maçãs (de $0,90 para $0,80).

Estatisticamente, essa alteração no padrão de consumo deveria levar a uma alteração no peso de cada item na cesta de consumo. No início, laranjas e maçãs tinham o mesmo peso, pois eram consumidas igualmente (10 de cada). Agora, sobram maçãs e faltam laranjas. Logo, laranjas deveriam passar a ter mais peso estatístico do que maçãs. Se isso for feito, o cálculo da inflação estará correto.

No entanto, se não fizermos essa alteração, e considerarmos que o peso dos dois itens na cesta de consumo das pessoas se manteve o mesmo — que é exatamente o que o IBGE fez; ou seja, o Instituto não alterou os pesos dos itens na cesta de consumo durante a pandemia (e, justiça seja feita, nem teria como) —, então temos que a economia está vivenciando uma deflação de preços de 2%, calculada como uma média ponderada dos dois bens (aumento de 9% nas laranjas, queda de 11% nas maçãs, ambos os itens sendo mantidos erroneamente com o mesmo peso na cesta de consumo).

E tudo por causa de uma simples mudança na preferência das pessoas, mudança essa que não foi levada em conta pela agência que calcula a inflação de preços, que não alterou a cesta de consumo das pessoas — com o novo padrão de consumo, laranjas deveriam ter mais peso que maçãs.

(Ironicamente, o IBGE alterou a metodologia da cesta no fim de 2019, antes da pandemia. A alteração foi correta; porém, com a pandemia, ficou desatualizada)

Ato contínuo, em decorrência do fato de o índice oficial de preços estar agora apontando uma deflação, o Banco Central — que tem como principal política manter este índice de preços aumentando 4% ao ano — terá de reduzir a taxa básica de juros e expandir a oferta monetária (aumentar a quantidade de moeda na economia) com o objetivo de estimular a demanda e, com isso, encarecer ainda mais a laranja (ou evitar que a maçã caia de preço).

Agindo assim, ele tentará fazer com que o índice oficial de inflação ao menos volte para perto de 4%.

E por que o Banco Central tem de atuar para encarecer as coisas? Por que ele tem de impedir que os preços caiam? Nenhum economista convencional sabe responder seriamente a essa pergunta, sem cair em contradição.

É assim no mundo real

Embora extremamente simples, o exemplo acima ilustra exatamente o que o Banco Central brasileiro está fazendo nesta era de Covid-19.

Por causa das quarentenas e do desligamento compulsório da economia efetuado por prefeituras e governos estaduais, a esmagadora maioria do setor de serviços foi fechada. A cesta de consumo do brasileiro foi profundamente alterada.

Com poucas pessoas saindo de casa, a demanda por itens como passagens aéreas, passagens de ônibus, hotéis, turismo, vestuário, lazer, estacionamentos, ingressos de cinema e teatro, utensílios domésticos, móveis, toalhas, lençol, fronhas etc. simplesmente sumiu.

Com a queda global no preço do barril de petróleo e a forte redução na circulação de veículos, combustíveis baratearam. Com o fechamento das escolas e a adoção do ensino à distância, várias instituições ofereceram redução nas mensalidades.

Tudo isso pode ser comprovado nos gráficos abaixo.

Itens como artigos de residência, vestuário e transporte apresentaram a menor taxa de crescimento em 20 anos. (Observação: o gráfico está no formato de média móvel de 12 meses, o que significa que os valores se referem à média dos valores mensais para cada período de 12 meses).

Captura de Tela 2020-10-16 a`s 15.37.09.png Gráfico 1: taxa média mensal, em um período de 12 meses, de inflação de preços dos itens “transportes”, “artigos de residência” e “vestuário

Observe que, no primeiro semestre, todos apresentaram deflação de preços.

Já a educação, embora não tenha entrado em deflação, apresentou uma queda fragorosa:

Captura de Tela 2020-10-16 a`s 15.37.33.pngGráfico 2: taxa média mensal, em um período de 12 meses, de inflação de preços do item “educação”

Por outro lado, alimentos e bebidas vivenciaram uma disparada de preços.

Consequentemente, e dado que estes itens possuem um peso considerável na cesta de consumo criada pelo IBGE para calcular o IPCA, o Banco Central reduziu acentuadamente a SELIC (fazendo com que a taxa real de juros se tornasse negativa e menor até mesmo que a da Suíça) e expandiu e atuou para expandir a oferta monetária, principalmente por meio do Orçamento de Guerra.

O gráfico a seguir mostra a evolução da taxa Selic e da oferta monetária (M1).

m1xselic.pngGráfico 3: linha azul, eixo da direita: M1; linha vermelha, eixo da esquerda: taxa Selic

Observe que a relação é quase sempre inversa. Quando a Selic sobe, a expansão da oferta monetária sofre uma desaceleração. Quando a Selic cai, expansão da oferta monetária acelera.

Igualmente, a forte expansão monetária em conjunto com juros reais negativos depreciaram fortemente o real. O dólar encareceu.

O gráfico a seguir mostra a evolução da taxa Selic e da taxa de câmbio.

selicxcambio.pngGráfico 4: linha azul, eixo da direita: taxa de câmbio (reais por dólar); linha vermelha, eixo da esquerda: taxa Selic

Observe que a relação é também quase sempre inversa. Quando a Selic sobe, a expansão a taxa de câmbio cai (ou pára de subir). Quando a Selic cai, a taxa de câmbio sobe.

O real, até o início de outubro, foi a moeda que mais se desvalorizou no mundo. Um feito.

Como consequência desta forte expansão monetária, desta forte redução dos juros e da ampla desvalorização da moeda, os preços em reais das commodities brasileiras negociadas no mundo e cotadas em dólares, como arroz, milho, soja e carne, subiram forte.

O gráfico abaixo mostra a evolução dos preços, em reais, das principais commodities agropecuárias brasileiras, segundo dados do Banco Central:

Captura de Tela 2020-10-16 a`s 16.04.03.pngGráfico 5: evolução dos preços das principais commodities agropecuárias.

Com os preços em reais em alta, as exportações de alimentos passaram a bater recordes. E isso gerou seu encarecimento, mesmo tendo havido recorde de produção.

O gráfico abaixo mostra a taxa de inflação dos preços dos alimentos em comparação com os demais produtos da cesta do IBGE.

Captura de Tela 2020-10-16 a`s 15.43.27.pngGráfico 6: taxa média mensal, em um período de 12 meses, de inflação de preços dos itens “alimentos e bebidas”, “transportes”, “artigos de residência” e “vestuário”

Portanto, essa disparada dos preços dos alimentos se deveu, basicamente, a três fenômenos:

1) auxílio emergencial de R$ 600 por mês para 67 milhões de pessoas, que está sendo feito majoritariamente via expansão monetária.

2) Isso gerou um aumento da quantidade de moeda injetada na economia pelo Banco Central.

3) E gerou também uma alta do dólar, a qual foi causada tanto pela injeção de moeda quanto pela pronunciada redução da Selic.

Já os preços dos materiais de construção também seguem batendo recordes, mas estes nem sequer entram no índice de preços ao consumidor.

Apenas mais um exemplo

Portanto, comparando-se ao nosso exemplo hipotético inicial, os alimentos e os materiais de construção são as laranjas, que tiveram aumento na demanda e subiram intensamente de preços. Já todo o resto da economia são as maçãs, que tiveram queda na demanda e relativa estabilidade nos preços.

O IBGE captou esse fenômeno, mas não alterou o peso de cada item nas cestas de consumo (e, como dito, nem teria como em tão curto espaço de tempo). E o Banco Central, que é guiado exclusivamente pelo resultado final do índice de preços, reagiu de acordo com seu objetivo de tentar encarecer tudo em 4% ao ano.

Para compensar a queda dos preços dos estacionamentos (vazios), das passagens aéreas (aviões parados), das diárias de hotéis (fechados) e das roupas (quase ninguém compra roupa sem ir à loja experimentar), o Banco Central injetou moeda a rodo para fazer subir outros preços e, com isso, manter a meta de carestia em 4% ao ano.

Consequentemente, acabou gerando uma brutal carestia nos alimentos, algo que todas as famílias sentem no supermercado. E nos materiais de construção. E ainda impediu uma salutar e necessária queda nos preços nos outros setores (em recessão com alto desemprego, custos devem cair para auxiliar uma recuperação mais rápida).

Todo o problema, portanto, está não apenas na devoção cega ao sistema de metas de inflação, como também na estipulação de um valor absurdamente alto para esta meta. Em outros países da América Latina, a meta de inflação é bem menor.

Ao passo que, no Brasil, o Banco Central tem como meta encarecer o custo de vida do brasileiro em 4% ao ano, no Chile, na Colômbia e no México essa meta é de 3%. No Peru, é de apenas 2% (veja a lista completa aqui).

Se, por exemplo, tivéssemos como meta 3% (quiçá 2%, como o Peru) em vez de 4%, a Selic não teria sido reduzida tanto quanto foi, e consequentemente não estaríamos vivenciando essa bizarra desvalorização do real e essa desumana carestia nos alimentos (em meio a uma pandemia e um alto desemprego).

Nosso padrão de vida estaria maior. E, ainda mais importante, não estaria sendo construído um cenário bombástico para o futuro.

Eis a evolução dos preços no atacado:

ipa.pngGráfico 7: taxa média mensal, em um período de 12 meses, de inflação de preços no atacado

Com uma taxa média de 1,58% ao mês, estamos com um acumulado de quase 21% em 12 meses. Trata-se, simplesmente, da maior taxa da história do real.

Se isso “vazar” para os consumidores (e ao menos uma parte irá vazar), um aperto nos juros poderá ser necessário no futuro — um aperto maior do que seria necessário caso a meta de inflação fosse mais civilizada.

Tal aperto poderá afetar a recuperação econômica.

Ter uma meta para o encarecimento do padrão de vida já é, por si só, algo bizarro e que não faz nenhum sentido. A meta ser alta é algo ainda mais bizarro. Mas a busca por essa meta levar ao encarecimento desnecessário itens essenciais beira o criminoso.

Apenas mais um caso de desarranjo econômico causado pela Banco Central, essa agência estatal responsável por planejar centralmente os preços chaves da economia.

Fonte:mises.org.br

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ALEGANDO PROBLEMAS DE SAÚDE, PRIMEIRO-MINISTRO DO JAPÃO RENUNCIA O CARGO

 

Primeiro-ministro do Japão renuncia ao cargo por problema de saúde

Shinzo Abe sofre de uma doença intestinal inflamatória e decidiu deixar o governo para continuar o tratamento

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Shinzo Abe ocupava o cargo de primeiro-ministro desde 2012

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, renunciou nesta sexta-feira (28) ao cargo devido a problemas de saúde, encerrando um período à frente da terceira maior economia do mundo, durante o qual ele procurou retomar o crescimento, reforçar a defesa e impulsionar seu perfil global.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro pediu desculpa aos japoneses por não conseguir concluir o mandato e afirmou que não há uma data exata para deixar o cargo.

Abe tem lutado contra a doença colite ulcerosa há anos e duas visitas recentes ao hospital em uma semana levantaram questões sobre se ele poderia permanecer no cargo até o final de seu mandato, em setembro de 2021.

Shinzo Abe não queria causar problemas ao se demitir repentinamente, mas sua condição havia reaparecido e estava em risco de piorar, informou a agência de notícias Jiji.

A renúncia irá desencadear uma corrida pela liderança no Partido Liberal Democrático, e o vencedor deve ser formalmente eleito no parlamento. O novo líder do partido manterá o cargo pelo resto do mandato de Abe.

Quem quer que ganhe a votação do partido provavelmente manterá as políticas de Abe enquanto o Japão luta contra o impacto do novo coronavírus, mas pode ter problemas em repetir a longevidade política de Abe.

Longevidade no cargo

Na segunda-feira (24), Abe, que estava no cargo desde 2012, ultrapassou o recorde de mais longo mandato consecutivo como premiê estabelecido por seu tio-avô Eisaku Sato há meio século.

A renúncia de Abe também ocorre em meio a um ambiente geopolítico incerto, incluindo uma intensificação do confronto entre os Estados Unidos e a China e antes da eleição presidencial dos EUA em novembro.

 

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REFLEXÃO: UM CONTO TAILANDÊS PARA AMENIZAR SUAS DIFICULDADES E LHE DAR ESPERANÇA

Neste sábado, na nossa coluna REFLEXÃO você vai conhecer a história de Buda e o mendigo – uma história tailandesa que nos ajudou a ver os nossos problemas por outro ângulo. Eu espero que essa história chegue até você e que ela possa colocar um sorriso no seu rosto e no rosto das pessoas que você ama. Amor e luz, namastê.🙏🏼✨.

Fonte:

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REFLEXÃO: QUANTOS PROBLEMAS VOCÊ TEM?

Nesta terça-feira, aqui na coluna REFLEXÃO, trago mais uma mini-palestra da yoga Camila Zen. Desta vez ela relata um conto que nos ensina a enxergar os nossos problemas de outra maneira. Afinal de contas, dá pra resolver todos os problemas da nossa vida? Vamos assistir ao vídeo e refletir sobre isso!

Fonte:

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