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POLÍCIA FEDERAL ABORDA PREFEITO DE CIDADE DO RS E ENCONTRA R$ 500.000,00 EM CAIXA DE PAPELÃO NA BAGAREM DE MÃO

PF abre inquérito contra prefeito abordado com R$ 500 mil em caixas de papelão

Alba, conhecido como Gringo, prestou um depoimento aos policiais no qual teria dito que a origem do dinheiro era lícita, mas não especificou de onde ela vinha

Caio Junqueira

Atualizado 01/09/2021 às 21:03

PF abre inquérito contra prefeito abordado com R$ 500 mil em caixas de papelão | CNN Brasil

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba. Ele foi abordado pelos policiais quando tentava entrar em São Paulo pelo aeroporto de Congonhas, no dia 26 de agosto, com R$ 505 mil em caixas de papelão na sua bagagem de mão.

Alba, conhecido como Gringo, prestou um depoimento aos policiais no qual teria dito que a origem do dinheiro era lícita, mas não especificou de onde ela vinha.

Chamou atenção o fato de ele ter dito que o valor era de R$ 1,4 milhão, o triplo do que havia dentro de sua bagagem. O inquérito aberto pela PF tem como um dos objetivos apurar de onde veio o dinheiro e para onde ia.

O prefeito foi um dos que coordenaram a campanha do presidente Jair Bolsonaro em 2018 e é ligado politicamente ao deputado federal Bibo Nunes que, como ele, também é do PSL do Rio Grande do Sul. Bibo é um dos organizadores das manifestações de 7 de Setembro a favor de Bolsonaro (sem partido).

Sob reserva, investigadores disseram à CNN que é ainda é prematuro associar os recursos aos atos. Organizadores dos protestos por sua vez disseram à CNN que não há qualquer relação com as manifestações.

CNN procurou o prefeito. Ele informou que só prestará informações no dia 14 de setembro às 15h na Câmara dos Vereadores de Cerro Grande do Sul. Gilmar João Alba também ameaçou a produção afirmando: “cuidado com o que vai falar”.

CNN também procurou Bibo Nunes, mas ele não atendeu nem respondeu ao pedido de informações.

Fonte: CNN

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JUIZ DESIGNADO PARA INVESTIGAR ASSASSINATO DO PRESIDENTE DO HAITI ABANDONA O CASO

Haiti: juiz abandona investigação de assassinato de presidente

 

Magistrado devolveu o caso menos de uma semana após assumi-lo; analistas creem que foi por uma questão de segurança

INTERNACIONAL |

por AFP

Assassinato de Jovenel Moise ainda não foi totalmente esclarecido

VALERIE BAERISWYL / AFP – 23.7.2021

O juiz de instrução designado na segunda-feira para comandar a investigação sobre o assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, morto a tiros em julho por um comando armado, anunciou nesta sexta-feira (13) que vai deixar o caso.

“Nos desvinculamos deste caso por razões pessoais e ordenamos sua devolução ao decano deste tribunal”, informou o juiz Mathieu Chanlatte em carta dirigida ao tribunal de primeira instância de Porto Príncipe.

A rapidez com que o magistrado abandonou o caso, epicentro da atenção nacional, não surpreende alguns profissionais da justiça, que não escondem o risco da missão.

Questão de segurança

“Eu disse que seria difícil para o juiz Chanlatte: continua tendo o mesmo carro, não tem outros seguranças a seu serviço”, reagiu em declarações à AFP o juiz Jean Wilner Morin, presidente da Associação Nacional de Magistrados do Haiti, em um momento em que o país está assolado pela violência de grupos armados.

“Os grupos armados estão nas imediações do tribunal de primeira instância de Porto Príncipe, razão pela qual é muito difícil que qualquer magistrado possa levar adiante este caso”, acrescentou Morin,

Na investigação sobre o homicídio do presidente em 7 de julho em sua residência, a polícia haitiana diz já ter detido 44 pessoas, entre elas 12 policiais haitianos, 18 colombianos e dois americanos de origem haitiana.

As dúvidas sobre o assassinato aumentam no país: quem são os autores? Qual foi o motivo do ataque em que a primeira-dama foi ferida a bala, mas nenhum agente de segurança do chefe de Estado foi atingido?

“É necessário que todos os atores implicados aceitem que se lance luz sobre o assunto: quando um magistrado não dispõe dos meios necessários para tratar de um caso assim, o caso está sendo obstruído (…) Quando o tribunal onde fica o escritório do magistrado não é seguro e os documentos podem ser roubado, o caso está sendo obstruído”, disse Jean Wilner Morin.

 

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CGU NÃO ENCONTROU EVIDÊNCIAS DE SOBREPREÇO NA COMPRA DA VACINA COVAXIN

CGU descarta sobrepreço na compra da Covaxin, mas vai investigar Precisa

Relatório sobre o caso que está sendo finalizado indicará que a Precisa não ofereceu oficialmente as doses por US$ 10 para depois fechar contrato por US$ 15

Renata Agostini
CNN
  Atualizado 28 de julho de 2021 às 22:14

CGU descarta sobrepreço na compra da Covaxin, mas vai investigar Precisa

A Controladoria-geral da União (CGU) não encontrou evidências de sobrepreço na compra da Covaxin, vacina indiana encomendada pelo Ministério da Saúde em fevereiro deste ano.

Mas a pasta suspeita da postura da Precisa, representante brasileira do negócio, e irá investigá-la, segundo relato de fontes com conhecimento direto do caso.

O relatório sobre o caso que está sendo finalizado indicará que a Precisa não ofereceu oficialmente ao governo as doses por US$ 10 para depois fechar contrato por US$ 15.

A CGU reuniu provas que corroboram a versão apresentada por Emanuela Medrades, da Precisa, em depoimento à CPI da Pandemia. Ela disse na ocasião que se tratava apenas de uma expectativa e não uma oferta de fato.

Apesar de os técnicos da CGU terem apontado na análise preliminar do caso que havia ausência da devida justificativa de preço para a compra, os achados não suportam a suspeita de sobrepreço.

A CGU descartou que o valor final acordado com o governo brasileiro tenha sido 1.000% maior do que o anunciado pela Bharat Biotech meses antes, como suspeitava a CPI. Segundo o trabalho, não houve irregularidades relacionadas especificamente ao valor fechado.

Apesar disso, a CGU seguirá na trilha da Precisa. Isso porque a Bharat Biotech divulgou um comunicado rompendo a relação comercial com a empresa brasileira e dizendo que não reconhecia documentos enviados por ela ao Ministério da Saúde.

O movimento do laboratório indiano aconteceu dias depois de a própria CGU questioná-lo sobre a veracidade de alguns documentos do caso.

A CGU quer averiguar se houve uma tentativa de fraude por parte da Precisa e, por isso, pretende abrir um “processo administrativo de responsabilização” mirando a companhia.

A análise preliminar feita pela CGU no caso apontou cinco problemas na negociação e subsidiou a decisão do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de suspender o contrato de compra da Covaxin.
São eles: tentativa de realização de pagamento antecipado, sem previsão contratual; possível pagamento por meio de empresa não signatária do contrato; descumprimento dos prazos contratuais; justificativa de preço; manifestação do Ministério da Saúde sobre o inadimplemento.

Todos esses pontos serão endereçados https://www.cnnbrasil.com.br/politica/2021/07/28/cgu-descarta-sobrepreco-na-compra-da-covaxin-mas-vai-investigar-precisano relatório, que deve ser apresentado nos próximos dias. Ele abordará as conformidades contratuais e não se houve, por exemplo, caso de corrupção no negócio.

CNN procurou a Precisa Medicamentos e aguarda manifestação.

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INTEGRANTES DA CÚPULA DA CPI DA PANDEMIA DEFENDEM QUE BOLSONARO ENTRE NO ROL DOS INVESTIGADOS PELA COMISSÃO

CPI vê espaço para investigar Bolsonaro e avalia depoimento por escrito

A CNN apurou que o único impedimento da comissão em relação ao presidente é a sua convocação para prestar esclarecimentos presencialmente

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

 Atualizado 20 de junho de 2021 às 18:09

CPI vê espaço para investigar Bolsonaro e avalia depoimento por escrito

Integrantes da cúpula da CPI da Pandemia passaram a defender que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre no rol de investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito e, como primeiro passo para consolidar a medida, avaliam pedir que Bolsonaro preste depoimento por escrito aos senadores.

CNN apurou que a equipe jurídica que auxilia o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), após avaliar precedentes do STF (Supremo Tribunal Federal), tem a convicção que o único impedimento da comissão em relação ao presidente é a sua convocação para prestar esclarecimentos presencialmente. A avaliação é a de que outras medidas, inclusive a própria investigação sobre ações e omissões de Bolsonaro no combate à pandemia, podem ser adotadas pelos senadores.

Nesse cenário, a cúpula da CPI da Pandemia costura um caminho para que, em breve, Bolsonaro seja instado a responder a uma série de questionamentos por escrito. Uma das preocupações dos senadores é garantir que, uma vez aprovado o pedido, ele não seja derrubado pelo Supremo.

CNN apurou que, entre integrantes da corte, não há um consenso sobre a possibilidade de comissão investigar o presidente da República, mas a avaliação é a de que, se for elencado como testemunha, Bolsonaro tem a prerrogativa de depor por escrito.

Em entrevista à imprensa na sexta-feira (18), o senador Renan Calheiros afirmou que estuda incluir Bolsonaro na lista de investigados pela CPI da Pandemia. “Aparecendo fatos óbvios, como tem aparecido, a CPI vai ter que responsabilizar. Diante de provas, não há como não responsabilizar. Seria um não cumprimento do nosso papel”, afirmou.

Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República não se manifestou.

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LÍDER DO PSL NA CÂMARA DOS DEPUTADOS, VITOR HUGO DESTACOU A NECESSIDADE E IMPORTÂNCIA DE A CPI INVESTIGAR REPRESENTANTES DE ESTADOS E MUNICÍPIOS

 

Deputados debatem os rumos da CPI da Pandemia

À CNN, deputados federais Vitor Hugo (PSL-GO) e Alessandro Molon (PSB-RJ) abordaram a condução das autoridades diante da pandemia de Covid-19

Da CNN

05 de junho de 2021 às 20:17

Deputados debatem os rumos da CPI da Pandemia

Os deputados federais Vitor Hugo (PSL-GO) e Alessandro Molon (PSB-RJ) debateram, em entrevista à CNN neste sábado (5), os rumos da CPI da Pandemia – que investiga a ação das autoridades diante da pandemia de Covid-19 no Brasil – e a condução das investigações até o momento. A CPI da Pandemia já ouviu ex-ministros, o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, representantes de laboratórios e profissionais da saúde.

Líder do PSL na Câmara dos Deputados, Vitor Hugo destacou a necessidade e a importância de a CPI investigar representantes de estados e municípios.

“Ainda não vimos a CPI se voltar contra os desvios que já foram identificados, que o nosso presidente transferiu para os estados e municípios. Cade o governador do Amazonas sendo convocado? Isso é uma prova de ineficiência. Sabemos que a CPI tem se tornado palanque eleitoreiro, defendendo narrativas que não vão servir para dar nenhum pedido de impeachment. É uma CPI fadada ao insucesso e um ambiente tóxico”, disse.

O deputado Alessandro Molon defendeu que a CPI “cumpra um papel de importância” e que deve encontrar responsáveis pelas mortes causadas pela pandemia de Covid-19 no país.

“A CPI já conseguiu produzir evidências muito claras da responsabilidade do governo Bolsonaro por essas mais de 470 mil mortes, pelo desastre que tem sido essa pandemia no Brasil, e quem contribuiu para que ele agisse de forma tão desastrosa. Não tenho dúvida que ele terminará responsabilizado, eu sinceramente acredito que isso o aguarda, mas é preciso entender toda a cadeia de envolvidos nessa tragédia de milhares de mortes, isso passa por esse gabinete paralelo que está sendo desvendado”, afirmou Molon.

O deputado do PSB concordou, porém, que governadores também devem ser investigados pelas autoridades.

“Todos aqueles que praticaram crimes com o dinheiro público devem responder por eles e ser presos, sejam governadores, de onde forem. A Polícia Federal tem agido para apurar esse crimes, os culpados devem ser presos e responder pelos seus crimes. Nós não vimos nenhuma ação da PF até o momento para investigar a ação dele [presidente] e de seus ministros, mas são submetidos a ele, por isso a necessidade da CPI”, disse Molon.

O deputado federal Vitor Hugo rebateu, afirmando “não haver a necessidade de investigação por parte da Polícia Federal ao atual governo”.

“A PF não faz investigação porque não há o que investigar, a PF é subordinada ao estado, não ao presidente. Se isso não acontece com o nosso governo é porque somos muito diferentes dos outros governos que o senhor apoia”, afirmou Vitor Hugo.

 

Fonte: CNN

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CPI COM 10 ASSINATURAS PARA INVESTIGAR GASTOS DURANTE A PANDEMIA FAZ GOVERNADORA DO RN PASSAR MAL

Bastidores da Política Estadual: Governadora teria passando mal após tomar conhecimento das dez assinaturas da CPI

Com 10 assinaturas, a CPI da Covid para investigar os gastos do governo Fátima Bezerra durante a pandemia será protocolada na quinta-feira, às 10h, na Assembleia Legislativa. A informação foi confirmada pelo deputado estadual Gustavo Carvalho, em seu perfil no Instagram.

“CPI com 10 assinaturas confirmadas será protocolada quinta-feira às 10h na assembléia legislativa. Apuração de gastos e investimentos do RN com recursos encaminhados para a pandemia”, escreveu o parlamentar na publicação.

PASSOU MAL 

Segundo Fontes, a Governadora Fátima teria passado mal  quando tomou conhecimento das dez assinaturas para a CPI. Nossa fonte narrou que o clima de angustia foi generalizando. Alguns pesos fortes ligados ao governo, vão tentar a todo custo fazer com que o presidente da Assembleia engavete o andamento da CPI.

A PRESSÃO É  GRANDE 

A pressão em cima do  presidente da Assembleia, Deputado Ezequiel Ferreira, está é grande, tanto do governo Fátima que quer a todo custo frear a CPI, como dos deputados que quererem que a CPI siga a diante. Como Presidente, Ezequiel tem o poder de retarda a CPI e comprar uma briga com seus colegas, ou seguir com a mesma e comprar uma briga com o governo Fátima.

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PONTO DE VISTA: CPI COMANDADA SÓ POR INIMIGOS! É PRA RIR OU PRA CHORAR?

Caro(a) leitor(a),

Não concordo com esse nosso presidencialismo de coalisão, que favorece o concluiu, o amancebo e consequentemente a corrupção. Por causa disso chegamos onde chegamos na política brasileira. Um grau de corrupção nunca visto antes em país nenhum no mundo. O sistema de governo onde quem manda é o sistema e não o povo, como deveria ser em qualquer democracia que se preze. Um país onde se abre uma CPI para investigar os atos do Governo Federal numa pandemia, como a que vivemos, e os comandantes da mesma são os opositores deste governo e como se não bastasse, dentre eles existe pelo menos um investigado em mais de 20 processos e é réu em pelo menos dois, como o Renan Calheiros, corrupto de carteirinha, sabido por  toda a população brasileira que tem um filho governador de estado que, teoricamente, será investigado por essa CPI, soa como se para o congresso nacional o povo brasileiro fosse totalmente imbecilizado e ignorante. Mesmo que fosse essa a verdade, se os políticos tivessem um mínimo de decência, vergonha na cara e soubesse o que é gratidão jamais agiria assim. Afinal de contas só estão ali, gozando de todas as regalias que um parlamentar brasileiro tem graças a esse imbecil que o colocou lá para representá-lo. Portanto, no Brasil a mentalidade de quem se elege é a mesma de 100 anos atrás, acobertada pelo sistema e não há o menos sinal de que irá mudar. A velha política ainda continua comandando a política nacional porque, mesmo as velhas raposas que foram pegas pela lei ou pela Lava Jato voltam ao poder, através dos seus filhos, esposas e parentes que são apenas “laranjas” obedecendo ao comando dessas “velhas raposas”. Portanto a situação ainda vai piorar muito antes de começar a melhorar. Infelizmente, a conclusão que eu chego é que, ainda serão necessárias várias gerações, muita dor e sofrimento para que esse país possa deixar de ser terceiro mundista e se livrar da opressão do comunismo e do socialismo.

Se você tem consciência de que o que estou falando faz sentido pra você, por favor, divulgue, socialize e viralize essa postagem!

Randolfe Rodrigues, Omar Aziz e Renan Calheiros vão comandar CPI da Pandemia

Acordo foi fechado nesta sexta-feira (16).

Marcos Rocha

Publicado

em

Imagens: Agência Senado

Um acordo entre parlamentares que vão compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado, responsável por investigar as ações do governo federal e o uso de verbas federais transferidas a estados e municípios para combater a Covid-19, definiu que o colegiado será presidido por Omar Aziz (PSD-AM).

A vice-presidência terá o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento de instalação da CPI.

Ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), que era o mais cotado para ficar com o comando na comissão, caberá a relatoria do colegiado.

Renan teve que abrir mão da presidência da CPI depois que passou a ser considerado “impedido” por colegas por ser pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).

Enquanto o presidente da CPI é o responsável por conduzir os trabalhos de investigação e por determinar as fases que o colegiado vai seguir e o ritmo dos trabalhos, o relator prepara o parecer final, após os trabalhos. É ele, por exemplo, o responsável por sugerir indiciamentos ou não.

Conforme noticiado pelo Conexão Política, a comissão será composta por 11 titulares e sete suplentes, que já foram indicados por líderes partidários e, a partir de agora, ela já pode ser instalada. Na primeira reunião, serão eleitos o presidente, o vice-presidente e o relator da CPI.

Como membro mais idoso entre os titulares da comissão, o senador Otto Alencar vai comandar a instalação da CPI e a formalização da eleição do trio que vai comandar o grupo.

Por decisão do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), essa reunião terá que ser presencial. A data da ainda não foi definida, mas Randolfe Rodrigues diz que há disposição para seja na próxima quinta-feira (22).

Com informações, Agência Brasil.

Fonte: Conexão Política

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POR CAUSA DE FALAS CRÍTICAS AO PRESIDENTE BOLSONARO FEITAS PELO ADVOGADO MARCELO FELLER, MINISTRO DA JUSTIÇA REQUISITA INQUÉRITO POLICIAL

Ministro da Justiça requisita inquérito policial contra advogado que criticou Bolsonaro na CNN

 POLÍTICA

Ministro da Justiça requisita inquérito policial contra advogado que criticou Bolsonaro na CNN - 20/01/2021 - Mônica Bergamo - Folha

O ministro André Mendonça, da Justiça, pediu mais um inquérito com base na Lei de Segurança Nacional para investigar falas críticas ao presidente Jair Bolsonaro. O alvo agora é o advogado Marcelo Feller, de São Paulo. A Polícia Federal, subordinada a Mendonça e ao presidente, já abriu uma investigação.

Em julho do ano passado, quando integrava o quadro “O Grande Debate”, da CNN, Feller citou estudos e disse que o discurso do presidente era responsável por pelo menos 10% das mortes por Covid-19 no país. Na época, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes tinha acusado o Exército de se associar a um “genocídio” na crise do novo coronavírus. Feller também comentou: “Não é o Exército que é genocida, é o próprio presidente, politicamente falando”.

No pedido à PF, Mendonça disse que a acusação pode “lesar ou expor a perigo de lesão” o próprio regime democrático “e a pessoa do Presidente da República”. Ele também já pediu investigações com base na Lei de Segurança Nacional também contra os colunistas da Folha Ruy Castro e Helio Schwartsman, contra o jornalista Ricardo Noblat e o cartunista Aroeira.

O advogado Alberto Toron, que representa Feller, diz que a iniciativa “revela uma faceta opressiva contra a liberdade de expressão e crítica e, mais ainda, contra a liberdade de imprensa, pois Feller falava na condição de debatedor contratado da CNN”. O advogado vai impetrar um habeas corpus pedindo o trancamento da investigação. “Feller disse o que hoje todos dizem: que o presidente tem responsabilidade sobre a política que resultou nessa multidão de mortos”, afirma.

E o movimento de ex-alunos de faculdades de prestígio ganhou novos manifestos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, justamente por considerá-lo responsável pelos resultados das políticas de combate à pandemia —considerados desastrosos.

Médicos que estudaram na Faculdade de Medicina da USP defendem o afastamento do presidente em carta ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nela, eles criticam a “condução inepta, irresponsável e criminosa” do governo Bolsonaro no enfrentamento da Covid-19. O abaixo-assinado passava na quarta (20) de 700 assinaturas.

Um manifesto de ex-estudantes de medicina da Unifesp com o mesmo pedido também acusa o presidente de crime de responsabilidade. E já somava mais de 400 assinaturas na quarta (20).

Fonte: Blog do BG

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DIREITO- JUSTIÇA: ALEXANDRE DE MORAES SERÁ O PRESIDENTE DA COMISSÃO CRIADA PELO TSE, QUE VAI INVESTIGAR ATAQUE HACKER

Tensão à vista: TSE cria comissão para acompanhar investigação de ataque hacker e Moraes será o presidente

Alexandre de MoraesAlexandre de Moraes

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, determinou a criação de uma suposta ‘Comissão de Segurança Cibernética’ para acompanhar a investigação da Polícia Federal sobre ataques cibernéticos contra o TSE, no dia da eleição, em 1º turno.

Além do ministro Alexandre de Moraes, integram a comissão o corregedor-geral do TSE, ministro Luis Felipe Salomão; o delegado federal Disney Rosseti, assessor Especial de Segurança Institucional do TSE; dois juízes auxiliares do TSE; e um representante da Secretaria da Tecnologia da Informação (STI) do TSE.

O procedimento que costuma ser adotado por Moraes é extremamente peculiar. No inquérito das fake news, por exemplo, até humorista sofreu busca e apreensão, sem que qualquer explicação plausível fosse dada.

O ministro não é afeito a transparência, obstaculizando até aos advogados das partes o acesso aos autos.

Portanto, momentos de tensão podem estar próximos…

O detalhe mais pernóstico é que as ações de Moraes, não obstante o uso da força e da intimidação contra aqueles que o desagradam, não costumam apresentar resultados práticos e geram um estado de absoluta insegurança jurídica.

Fonte:Jornal da Cidade Online

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FORÇA-TAREFA PARA FISCALIZAR FALÉSIAS DE PIPA É CRIADA PELO GOVERNO DO ESTADO

Por G1 RN e Inter TV Cabugi

 

Decisão foi comunicada após reunião — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiDecisão foi comunicada após reunião — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Governo do Rio Grande do Norte anunciou na noite desta quinta-feira (19) que vai criar uma força-tarefa para auxiliar o município de Tibau do Sul na fiscalização das áreas interditadas temporariamente nas falésias de Pipa.

Na terça-feira (17), uma parte da falésia desabou e matou um casal, o filho de sete meses e o cachorro deles.

O Poder Executivo também garantiu instalar a estrutura para o isolamento da orla, no trecho do Centro de Pipa até à Praia do Madeiro, no intuito de proteger banhistas e comerciantes.

As decisões foram comunicadas na noite desta quinta-feira (19) após reunião da governadora Fátima Bezerra com representantes do Ministério Público Federal e da Defesa Civil estadual e nacional.

Farão parte da equipe que auxiliará na fiscalização da área agentes da força de segurança e de órgãos ambientais.

“O MPF sai daqui com o compromisso da governadora de dar o apoio logístico necessário para as medidas preventivas de isolamento, que são necessárias agora, enquanto os estudos estão sendo finalizados para a classificação dos riscos e identificação e sinalização das medidas necessárias”, disse o procurador da República Victor Mariz.

Uma nova reunião foi marcada para esta sexta-feira (20) entre representantes do Governo do RN e da Prefeitura de Tibau do Sul para definição de como funcionará a força-tarefa.

Equipe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil concorda com interdição no trecho — Foto: Emilly Virgílio/Inter TV Cabugi

Nesta tarde, equipe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil esteve no trecho da falésia que desabou ao lado de equipes da Defesa Civil do RN e do Idema para vistoria do local.

Segundo o órgão nacional, a medida atual de interdição é a melhor alternativa a curto prazo. Outras atuações serão pensadas após estudo das áreas. O trecho foi interditado um dia após o acidente pela Prefeitura de Tibau do Sul.

“A ação de curto prazo é essa que já está sendo feita pelo município, que é a ação de isolamento. Porque as outras ações carecem de estudo e de projeto. Então, tudo isso tem que ser feito com muita calma e muita tranquilidade pra que se tenha a eficiência desejada”, disse o geólogo Érico Borges, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Estudos vão pautar medidas futuras

A equipe coletou amostras das falésias para análises que podem ser usadas para decisões futuras no trecho. O geólogo explicou que qualquer medida de proteção a médio ou longo prazo na região depende de um estudo mais aprofundado.

“Tudo isso carece de estudo. Nós temos uma coleta de dados e já existe um trabalho sendo feito pelo município, que é anterior ao evento que ocorreu, justamente para propor uma norma de conduta para proteger o turista e o morador local”, disse ele em referência ao mapeamento das áreas de risco feito por uma equipe técnica da prefeitura.

Equipe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil esteve no trecho da falésia que desabou em Pipa — Foto: Emilly Virgílio/Inter TV Cabugi

Segundo o geólogo, as interdições temporárias feitas pela Prefeitura de Tibau do Sul por recomendação da Defesa Civil do RN garantem a segurança neste momento.

“No que diz respeito à preservação de vidas, acho que essa questão já foi equacionada pelo isolamento”.

O técnico explica que a decisão final sobre o que deve ser feito na região não vai depender apenas da Defesa Civil. Ele diz que os relatórios técnicos devem basear as decisões, mas que elas vão se dar em uma análise conjunta de outros órgãos.

“O Idema tem que se posicionar sobre qualquer tipo de interferência que vá ser feita em área de falésia. O Ministério Público tem que se posicionar também sobre ações que são pertinentes ou não. Outros órgãos têm que se posicionar e isso carece de demandas, reuniões”, disse.

Investigação do MPF

O Ministério Público Federal do RN (MPF) promoveu a instauração de um procedimento específico para apurar a situação da estabilização e dos riscos das falésias na região em que aconteceu o acidente.

Ao todo, segundo o MPF, há 18 inquéritos abertos envolvendo ocupações irregulares em bordas de falésias no litoral do estado, principalmente no Tibau do Sul, onde Pipa fica localizada. Ainda há seis ações judiciais, inclusive uma penal sobre o tema.

Falésias são um tipo de acidente geográfico formado por uma encosta íngreme ou vertical, que geralmente termina no mar e sofrem ação erosiva causada pela água. Falésias de grande dimensão costumam ser chamadas de penhasco.

Família morreu soterrada

O desabamento de uma falésia causou a morte de Hugo Pereira, de 32 anos, Stela Souza, de 33, do filho do casal, Sol Souza Pereira, que tinha 7 meses de vida, e do cachorro da família.

Uma das vítimas, Hugo Pereira, de 32 anos, era gerente de recepção no hotel Sunbay. Ele é natural de Jundiaí, no interior de São Paulo, e morava havia alguns anos em Pipa. Em 2017, o G1 contou a história de Hugo, que tinha rodado 14 mil quilômetros com uma cadelinha. A família aproveitava um dia de folga na praia quando aconteceu o acidente.

Testemunhas relataram que eles estavam sentados próximos à falésia, quando houve o desabamento. Stela ainda chegou a tentar salvar o filho e o abraçou antes da queda. A família foi velada e sepultada nesta quarta-feira (18) sob forte comoção, em Pipa.

“Ainda deu tempo de a mãe tentar segurar a criança, por isso que os adultos estavam mais machucados, porque a mãe estava abraçada com ele [o bebê]”, disse Igor Caetano, empresário de passeio náutico, que presenciou o acidente.

Fonte: G1 RN

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VEJA AS CONVERSAS QUE LEVARAM O MINISTÉRIO PÚBLICO A ACUSAR O PREFEITO DO RIO MARCELO CRIVELLA DE LIDERAR UM SUPOSTO ‘QG DA PROPINA’

Por Fantástico

 

Veja mensagens e depoimentos inéditos de investigados pelo MP na gestão Crivella

Veja mensagens e depoimentos inéditos de investigados pelo MP na gestão Crivella

O Ministério Público analisou mais de dez mil mensagens de celular entre Crivella e um grupo de colaboradores que, segundo a acusação, mantinham o chamado ‘QG da Propina’.

As conversas sugerem que esse grupo tinha carta branca para extorquir dinheiro de empresários e não tinha pudor em colocar o próprio prefeito contra a parede, com ordens e até ameaças.

De acordo com a delação, o esquema teria começado desde o período eleitoral, em 2016. O Fantástico mostra os depoimentos e conversas inéditas. Confira a reportagem completa no vídeo acima.

Ouça o podcast Isso é Fantástico:

O QUE DIZEM OS CITADOS

O prefeito Crivella divulgou dois vídeos neste sábado (12) nas redes sociais para se defender das acusações do Ministério Público.

Ele negou que tenha interferido para evitar o rebaixamento das escolas de samba Grande Rio e Império Serrano, em 2018. Segundo Crivella, a prefeitura foi consultada e respondeu que a decisão caberia apenas à Liga das Escolas de Samba, mas Crivella não respondeu às principais denúncias do inquérito do MP.

Segundo o prefeito, as buscas feitas pelo Ministério Público em sua casa e em seu gabinete, na prefeitura, nada encontraram. Ele disse que é acusado de tudo, mas não é réu em nenhum processo.

Crivella reuniu ao seu redor a equipe da prefeitura que responde pelas licitações e que, segundo ele, são todos servidores de carreira com mais de 30 anos de serviço. Ele afirmou que tem absoluta certeza de que todas as licitações foram conduzidas, nas palavras do prefeito, “pelo sagrado interesse do povo”.

Marcelo Crivella disse ainda que cobrou na Justiça bilhões desviados por empresas e abriu processo disciplinar contra funcionários condenados na Lava Jato e que foi ele que abriu também processo contra as organizações sociais que praticavam ilícitos na área da saúde e proibiu novas contratações com o setor público, além de ter aplicado multa milionária à OS Iabas. Essas ações, segundo ele, incomodam muita gente.

E neste domingo (13), a prefeitura do Rio refutou as acusações do Ministério Público sobre as negociações com o Grupo Assim Saúde. Em nota, disse que o processo de contratação do plano de saúde dos servidores foi aberto a todas as operadoras e que a Assim Saúde foi a única a apresentar uma proposta. O Grupo Assim Saúde não comentou a acusação de que teria pago propina em troca do contrato. Em nota, disse apenas que vem tentando junto à prefeitura equilibrar economicamente o contrato diante do aumento de custos de operação.

A defesa de Marcelo Faulhauber, ex-marqueteiro do prefeito, afirma que ele não participou de nenhum esquema criminoso e que está pronto a prestar todos os esclarecimentos às autoridades. O advogado do empresário Rafael Alves disse que as acusações contra ele são precipitadas e não têm compromisso com a verdade e que o Ministério Público interpretou as mensagens encontradas no celular de Rafael de forma malévola e enviesada. A LIESA, Liga das Escolas de Samba, e as escolas Grande Rio e Império Serrano não quiseram se manifestar.

O ex-coordenador de campanha de Crivella, Mauro Macedo, não respondeu aos contatos do Fantástico.

No sábado, o Jornal Nacional mostrou que o Ministério Público afirma ter encontrado indícios de que a Igreja Universal do Reino de Deus foi usada para lavar dinheiro da corrupção na prefeitura do Rio na gestão de Marcelo Crivella. Os investigadores citaram movimentações atípicas de quase R$ 6 bilhões, em um ano, nas contas da Universal.

Em nota, a Igreja Universal do Reino de Deus disse que não foi legalmente citada sobre as denúncias e que ignora a existência do documento relativo a elas e classificou de imoral o que chamou de vazamento de informações por autoridades sem que a parte envolvida saiba de investigação. Diz ainda que toda sua movimentação financeira é “completamente lícita” e declarada aos órgãos competentes.

A igreja também afirma que, sobre o prefeito Marcelo Crivella, “qualquer bispo ou pastor que decide ingressar na carreira política licencia-se de suas funções na igreja, passando a se ocupar exclusivamente da atividade pública”.

A Universal diz ainda que não há nenhuma relação financeira entre Marcelo Crivella, suas campanhas políticas e a igreja e que não participa direta ou indiretamente de atividades político-partidárias no Brasil e em nenhum dos outros países onde desenvolve atividade missionária.

A Universal também afirma que “nos últimos 30 anos, nenhuma instituição religiosa brasileira foi tão perseguida, atacada, fiscalizada e julgada com a Universal. Alega ainda que em todos os procedimentos, a igreja e seus oficiais foram inocentados”. E conclui afirmando que os autores da denúncia que classifica de infâmia, responderam na Justiça pelo que chama de falsas acusações e preconceitos contra cristãos.

Continuar lendo VEJA AS CONVERSAS QUE LEVARAM O MINISTÉRIO PÚBLICO A ACUSAR O PREFEITO DO RIO MARCELO CRIVELLA DE LIDERAR UM SUPOSTO ‘QG DA PROPINA’

COMPARTILHAMENTO DE DADOS COM A PGR SERIA UM USO ABUSIVO DO DIREITO DE INVESTIGAR, AFIRMA LAVA JATO

Lava Jato em Curitiba diz que compartilhar dados com PGR seria ‘abuso’

Gabriela Coelho Da CNN, em Brasília

17 de agosto de 2020 às 19:54

A força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba enviou esclarecimentos ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o compartilhamento de dados com a PGR seria um “uso abusivo” do direito de investigar.

“Permitir-se que a PGR ou qualquer outra unidade do MP possa ter acesso e usar provas obtidas mediante decisão judicial, constantes das bases de dados das FTs [forças tarefas], sem que a unidade solicitante esteja investigando fatos e pessoas relacionadas a tais informações, equivaleria a permitir bisbilhotagem ou mesmo a prática conhecida como fishing expedition, caracterizada por ser uma investigação especulativa, sem objeto certo e determinado”, disse a Lava Jato.

No documento, a força-tarefa disse também que a afirmação que há “caixas de segredos” no trabalho não é correta, assim como não é correta a alegação de que haveria milhares de documentos ocultos.

“Não há na força-tarefa documentos secretos ou insindicáveis pelas corregedorias. Todos os documentos estão registrados nos sistemas eletrônicos da Justiça Federal ou do Ministério Público Federal e não só podem ser como sempre foram acessados pela Corregedoria do MPF em correições ordinárias e extraordinárias”, continua.

Segundo o MPF, é equivocada a suposição, feita pelo PGR, de que 38 mil pessoas foram simplesmente “escolhidas” pela força-tarefa para serem investigadas. Segundo os procuradores, esse é o número de pessoas físicas e jurídicas mencionadas em Relatórios de Inteligência Financeira encaminhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério Público Federal, a partir do exercício regular do seu trabalho de supervisão de atividades suspeitas de lavagem de dinheiro.

No dia 3 de agosto, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou a decisão liminar (provisória) do presidente da Corte, Dias Toffoli, que havia determinado o compartilhamento de dados entre as forças-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fonte: CNN

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