DESCASO DA SESAP DEIXA SERVIDORES TERCEIRIZADOS COM SALÁRIOS ATRASADOS E HOSPITAIS SEM ALIMENTAÇÃO

Deputada Cristiane denuncia falta de alimentação nos hospitais por descaso da Sesap com servidores terceirizados

23 set 2021

A greve dos funcionários terceirizados da empresa JMT, prestam serviço aos hospitais estaduais, especialmente o Walfregdo Gurgel, pautou o pronunciamento da deputada estadual Cristiane Dantas, no plenário da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (22).

A deputada disse que, por causa da greve que já tem uma semana, os pacientes; acompanhantes e os próprios funcionários dos hospitais estão sem alimentação. “Esse é um problema muito grave. Os funcionários terceirizados estão reivindicando seus direitos pelos serviços prestados e Sesap precisa regularizar essa situação”, frisou a deputada.

E continuou: “Os servidores estão com salários atrasados desde agosto e sem auxílio transporte, funcionários da empresa JMT. Atualmente as equipes da empresa encontram-se reduzidas com apenas 30% dos funcionários trabalhando e, por este motivo, acompanhantes de pacientes e servidores do Hospital Walfredo Gurgel, por exemplo, estão sem alimentação.

Cristiane acrescentou que, além da JMT, trabalhadores da SAFE também estão com atividades paralisadas por falta de pagamento. “Na SAFE, empresa responsável pela limpeza e maqueiros dos hospitais, muitos trabalhadores estão com quatro férias atrasadas, além de vale transporte e salários atrasados, trabalhando em péssimas condições, sem data certa para receber seus proventos, sendo castigados pela empresa e pela Secretaria de Saúde do RN”, denunciou.

Diante dessa situação, a parlamentar finalizou cobrando a regularização dos pagamentos dos terceirizados. “É desumano para trabalhadores, pacientes e acompanhantes ficarem sem alimentação numa área tão essencial quanto a saúde. A SESAP precisa regularizar essa situação urgentemente”.

Fonte: Política em Foco
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IGREJA CATÓLICA EM NATAL CELEBRA CORPUS CHRISTI COM PROCISSÃO MOTORIZADA EM FRENTA DE HOSPITAIS E UNIDADES DE SAÚDE DA CAPITAL

Procissão motorizada celebrou Corpus Christi em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV CabugiProcissão motorizada celebrou Corpus Christi em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi

Uma “procissão motorizada” celebrou na tarde desta quinta-feira (3) o dia de Corpus Christi, da Igreja Católica, pelas ruas de Natal e também na frente dos principais hospitais e unidades de saúde do município.

O trajeto era previsto pela Arquidiocese de Natal, que definiu que a procissão motorizada sairia da Catedral de Natal logo após a celebração da missa às 15h no local. Houve outro missa realizada às 8h.

Além da Catedral, outras igrejas também realizaram essa celebração pelas ruas da cidade, com o Santíssimo Sacramento sendo levado em um carro, pelos bairros da capital potiguar.

“Tradicionalmente, nesse dia, também acontece a procissão com o Santíssimo Sacramento. Neste ano, devido às restrições da pandemia, em várias paróquias haverá apenas a celebração da missa; outras realizarão a procissão motorizada, levando o Santíssimo Sacramento por algumas ruas, em um carro”, informou.

Outras paróquias também apostaram na solidariedade. Na paróquia de Santo Antônio de Pádua, no conjunto Parque dos Coqueiros, na Zona Norte de Natal, o fieis produziram o tapete de Corpus Christi com alimentos doados, que serão entregues a famílias carentes da comunidade

Fonte: G1 RN
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HOSPITAIS DA IRLANDA CANCELARAM CONSULTAS NÃO URGENTES DEVIDO A NOVO CIBERATAQUE NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Ministério da Saúde da Irlanda é alvo de novo ciberataque

Hospitais tiveram de cancelar consultas não urgentes, mas campanha de vacinação contra a covid-19 não foi interrompida

INTERNACIONAL

 AFP

Hospitais cancelaram consultas não urgentes, mas vacinação foi mantida

CLODAGH KILCOYNE / REUTERS – 20.2.2021

O Ministério da Saúde da Irlanda foi alvo de um novo ataque cibernético neste domingo (16) semelhante ao que forçou na sexta-feira a paralisação do serviço público de saúde do país, disse o governo irlandês.

“O Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC) detectou na quinta-feira uma tentativa de ciberataque contra o Ministério da Saúde”, que suspendeu parcialmente seu sistema digital “como medida de precaução”, informou o governo em um comunicado.

“Esta tentativa de ataque continua a ser investigada, mas parece que se trata de um ataque ‘ramsomware’ similar ao que afetou” o serviço de saúde pública, o HSE Ireland, acrescentou.

Após esse ataque, que chamou de “operação criminosa internacional”, o serviço de saúde suspendeu completamente seus sistemas na sexta-feira.

Os hospitais tiveram que cancelar suas consultas não urgentes, mas a campanha de vacinação contra a covid-19 não foi interrompida.

Os ataques de ransomware explodiram nos últimos anos. Esse tipo de programa malicioso explora brechas de segurança de uma empresa ou de um indivíduo para criptografar e bloquear seus sistemas e exigir o pagamento de um resgate para desbloqueá-los.

Na quarta-feira, o ministro de Relações Exteriores britânico Dominic Raab defendeu o lançamento de uma coalizão internacional para responder à crescente ameaça de atores estatais e grupos criminosos que realizam ataques cibernéticos contra democracias, apontando para Rússia, China, Irã e Coréia do Norte.

Fonte: R7
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GOVERNO DOS EUA ESTÁ EM CONTATO COM PRESIDENTE DO BRASIL PARA FORNECER AJUDA À HOSPITAIS DO PAÍS

Casa Branca trabalha com governo brasileiro para auxiliar hospitais

Medida está sendo tomada por conta da aceleração da pandemia no Brasil e vai girar em torno de R$ 108 milhões

INTERNACIONAL

por Agência Estado

Auxílio vai girar em torno de R$ 108 milhões, segundo a porta-voz da Casa Branca

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta terça-feira (4), que o governo dos Estados Unidos está em contato com o Brasil para fornecer ajuda a hospitais diante da aceleração da  pandemia no país.

Durante uma coletiva de imprensa, a assessora informou que o auxílio deve ficar em torno de US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões na cotação atual) em medicamentos usados para a intubação de pacientes.

Segundo Jen Psaki, as negociações envolvem a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e ainda não estão finalizadas.

Recentemente, a Casa Branca anunciou que ajudaria no combate à crise sanitária na Índia, que tem registrado recordes de casos e mortes por covid-19.

Durante a coletiva de imprensa, a porta-voz informou que a ajuda enviada pela Casa Branca à Índia inclui 1.500 cilindros de oxigênio, 550 concentradores de oxigênio e uma unidade de geração de oxigênio em grande escala.

Ao ser questionada se uma parte dos estoques da vacina da AstraZeneca que serão doados pelos EUA irão para o Brasil, Psaki se limitou a responder que há “uma gama de solicitações” do mundo inteiro pelos imunizantes.

Fonte: R7
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NA ÍNDIA, PACIENTES COM COVID-19 QUEREM FUGIR DE HOSPITAIS DEVIDO AS PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO

Hospital para Covid-19 na Índia é tão ruim que pacientes querem fugir

Doze pessoas, incluindo um médico, morreram em um hospital de Nova Delhi no último sábado (1), depois que o local ficou sem oxigênio

Sandi Sidhu, Julia Hollingsworth, Clarissa Ward, Elizabeth Joseph e Tanya Jain, CNN

03 de maio de 2021 às 11:14

Parentes tiram paciente sofrendo com Covid-19 da ambulânciaParentes tiram paciente com Covid-19 da ambulância em hospital em Allahabad, Índia – 27/04/2021 Foto: Ritesh Shukla/NurPhoto via Getty Images

Por três dias, Goldi Patel, de 25 anos, foi de hospital em hospital no forte calor do verão de Nova Delhi, capital da Índia, tentando desesperadamente encontrar um que mantivesse seu marido respirando.

Quatro hospitais recusaram a mulher, que está grávida de sete meses do primeiro filho do casal, antes que ela finalmente encontrasse um que aceitasse internar o marido. Mas o nível de atendimento no Centro de Atendimento Sardar Patel Covid, um hospital de campanha improvisado para a pandemia nos arredores da capital, é tão insuficiente que seu marido está implorando para ir embora.

Perto do marido dela, que se chama Sadanand Patel e tem 30 anos, pessoas estão morrendo. Ele quase não tem contato com médicos e os remédios são limitados. Com 80% dos pulmões já infectados, ele fica apavorada com o que acontecerá se sua condição piorar.

“Estou com muito medo”, disse Sadanand no último sábado (1º), de sua cama de hospital, com respiração difícil. “Se meu estado ficar crítico, não acho que eles vão conseguir me salvar”.

Com os casos de coronavírus em forte ascensão na Índia, o sistema de saúde do país foi esticado além do limite. Camas, oxigênio e profissionais de saúde são escassos. Alguns pacientes com Covid-19 estão morrendo em salas de espera ou do lado de fora de clínicas lotadas, antes mesmo de serem vistos por um médico.

Apenas alguns pacientes da Covid-19 conseguem ser internados em hospitais sobrecarregados da Índia. Mas, uma vez lá dentro, enfrentam um tipo diferente de terror: a ausência de cuidados médicos ou suprimentos e as pessoas morrendo ao seu redor.

Corrida contra o tempo

Em fevereiro, as autoridades ordenaram o fechamento do Centro de Atendimento Sardar Patel Covid, acreditando que a Índia havia vencido o vírus. Quando ficou bem claro que não era o caso, a instalação de 500 leitos reabriu em 26 de abril – e logo se viram cenas caóticas.

Reportagens da mídia local mostraram que, apesar das enormes filas de pacientes do lado de fora do hospital, muito menos pessoas foram admitidas do que a capacidade total. Autoridades do alto escalão do Ministério da Saúde e da Polícia de Fronteira Indo-Tibetana, que dirigem o centro, não responderam ao pedido da CNN para comentar.

Sadanand foi internado um dia após a inauguração do hospital. Quando sua esposa Goldi o visitou alguns dias depois, o local estava lotado.

Na instalação cavernosa, em estilo de depósito, alguns pacientes ficam deitados em camas feitas de papelão. A medicina é limitada. Sadanand disse que só interagiu com um médico uma ou duas vezes em três dias desde que foi internado no dia 27. Ele viu dois homens em camas próximas gritarem por remédio e morrerem poucas horas depois, quando o oxigênio pareceu acabar.

No último sábado (1º), seu quinto dia no centro, pelo menos cinco pessoas ao seu redor morreram, disse o paciente. Um cadáver ficou deitado na cama ao lado dele por horas antes de ser removido.

O Ministério da Saúde e Bem-Estar da Família da Índia declarou no mês passado que iria expandir “rapidamente” a instalação para dois mil leitos com suprimentos de oxigênio para ajudar a resolver a falta de espaço hospitalar na cidade. Cerca de 40 médicos e 120 especialistas em emergência já haviam sido enviados ao centro.

Mas essa meta não condiz com a experiência do paciente Sadanand. “O governo acha que abriu este hospital e que os pacientes aqui estão sendo tratados. Mas, na verdade, nada disso está acontecendo”.

O homem conta que os médicos verificam os pacientes com pouca frequência. Ele está preocupado com o fato de que, se precisar de mais atenção médica, estaria muito doente para pedir ajuda. Às vezes, ele conversa com um paciente em uma cama próxima – que o aconselhou a sair do centro se ele se sentir um pouco melhor.

“A gente vai morrer deitado na cama porque não há ninguém para chamar o médico”, contou.

Outros tiveram a mesma experiência. Sarita Saxena disse à CNN na última sexta-feira (30) que seu cunhado foi internado no centro depois de ser recusado por pelo menos sete hospitais. Ela acha que nenhum médico está tratando os pacientes: as únicas pessoas que cuidam deles são familiares e amigos, que correm o risco de pegar a Covid-19,  já que não há paredes no centro para impedir a propagação.

Outros, fora do hospital, estão tão preocupados com a falta de atendimento que estão tentando fazer com que seus parentes tenham alta. Sadanand diz que está com tanto medo que pediu várias vezes a um médico para transferi-lo para outro hospital. Ele fez o mesmo apelo à esposa. Mas não outros lugares para interná-lo.

“Ele me pediu para tirá-lo daqui, que preferia ficar em casa, ele não se sente bem aqui e está com muito medo”, disse a esposa. “Fiquei tentando explicar que, se ele ficar aqui, pelo menos vai conseguir oxigênio”.

“A gente vai morrer deitado na cama porque não há ninguém para chamar o médico”

Sadanand Patel, paciente com Covid-19 internado no hospital Sardar Patel Covid

Menos oxigênio

O Lala Lajpat Rai Memorial Medical College (LLRM), um hospital na cidade de Meerut, no estado vizinho de Uttar Pradesh, está abarrotado.

As pessoas estão por toda parte – em macas, em mesas, no chão – gemendo e desesperadas por oxigênio. São cerca de 55 leitos para 100 pacientes, de acordo com a equipe do hospital. Existem apenas cinco médicos. Alguns pacientes estão deitados no chão.

Um desses pacientes é Kavita, de 32 anos, mãe de dois filhos, que não tem sobrenome. Ela está no chão do hospital há quatro dias, lutando para respirar. A mulher conta que não recebeu oxigênio e viu 20 pessoas morrerem.

“Estou ficando ansiosa. Estou com medo de parar de respirar”, contou. O oxigênio é um produto escasso na Índia, país que relatou mais de 2,5 milhões casos na semana passada.

Outros países enviaram cilindros e concentradores de oxigênio para a Índia que podem ajudar a produzir oxigênio, e o governo está transportando suprimentos por todo o país usando sua rede ferroviária. O doutor Harsh Vardhan, ministro da Saúde e Bem-Estar Familiar, disse na semana passada que há oxigênio adequado no país e não há necessidade de pânico.

“O oxigênio estava disponível em quantidade adequada antes e agora há ainda mais”, declarou a repórteres do lado de fora de um hospital. “Temos muito mais fontes de oxigênio disponíveis no país. Quem precisa de oxigênio vai conseguir obtê-lo”. Mas os hospitais ainda estão lutando.

Alguns centros médicos tuitaram mensagens de pedido de socorro, marcando contas oficiais e implorando por mais oxigênio para ajudar os pacientes com falta de ar.

Os familiares dos pacientes fazem longas filas fora dos centros de reabastecimento de oxigênio, segurando cilindros de oxigênio vazios. Doze pessoas (incluindo um médico) morreram em um hospital de Nova Delhi no último sábado (1º), depois que o local ficou sem oxigênio, de acordo com doutor SCL Gupta, o diretor médico do Hospital Batra.

Alguns hospitais alertam os pacientes que, se quiserem ser internados para tratamento, terão que fornecer seu próprio oxigênio.

“Já dissemos aos pacientes, antes de interná-los, que eles podem ter que obter seu próprio suprimento de oxigênio em caso de emergência se estiverem internados aqui”, disse Poonam Goyal, médico sênior do Hospital Panchsheel, no norte de Delhi.

Fora do LLRM, na cidade de Meerut, parentes de pacientes andavam de um lado para o outro enquanto esperavam por notícias. Lá dentro, o administrador do hospital, doutor Gyanendra Kumar, disse que o local tinha oxigênio suficiente, mas faltava pessoal.

“Não estamos recusando ninguém. Antes do coronavírus, nunca tinha visto uma crise como essa, mas acho que estamos administrando bem essa fase”.

Falta de remédio

Embora Goldi Patel esteja aliviada por seu marido estar recebendo oxigênio, ela está preocupada com sua condição geral – sem remédio para tratar a infecção pulmonar, o dano se espalhou para 80% de seus pulmões, de acordo com uma tomografia.

Sempre que ele se senta, começa a tossir violentamente e a dor rasga seu peito, disse ela. No hospital, ele recebeu comida, água e oxigênio, mas poucos remédios. A equipe do hospital só deu antibióticos ao homem depois que a esposa disse a todos que se mataria.

Na última sexta-feira (30), ela foi ao centro levar remédios para o marido. Ele é a única pessoa a ganhar um salário na família. “Além do oxigênio, o tratamento é muito necessário”, disse Sadanand. “Não dá viver na esperança de que, se receber oxigênio, ficará bem”.

O doutor Chandrasekhar Singha, consultor sênior de cuidados intensivos pediátricos do Hospital Infantil Madhukar Rainbow em Nova Delhi, disse que um paciente com infecção em 80% dos pulmões precisaria ter sua infecção tratada com antivirais, esteroides e antibióticos, além de oxigênio. “Ao dar oxigênio, ganha-se algum tempo”, explicou, acrescentando que 80% da infecção nos pulmões “não parece algo bom”.

A cada duas ou três horas, Goldi liga para o marido. Eles conversam apenas por alguns minutos antes de sua respiração ficar difícil. “Parece perigoso. Eu não o deixo falar muito. Fico tensa o dia todo”.

Goldi teme por si própria: grávida de sete meses, ela não sabe se tem Covid-19. A mulher não apresenta sintomas, mas não foi testada, já que um exame custaria 900 rúpias (cerca de R$ 65). Mesmo assim, ela diz que precisa apoiar o marido. Os pais de ambos moram em Uttar Pradesh e não têm outro sustento.

Todos estão frustrados com a resposta ineficaz das autoridades. Sadanand disse que se pensasse que estava sendo tratado de maneira adequada, não teria envolvido sua esposa de forma alguma.

“Uma pessoa que foi internada e recebe tratamento adequado jamais deixaria que a esposa grávida saísse durante os casos da Covid-19 para (tentar encontrar um hospital)”, lamentou. “Na minha mente, fico sempre preocupado com o que acontecerá se ela pegar o coronavírus”.

Julia Hollingsworth escreveu de Hong Kong. Sandi Sidhu escreveu de Hong Kong. Tanya Jain relatou de Gurgaon, Índia. Elizabeth Joseph e Clarissa Ward relataram de Meerut, Índia. Vedika Sud, Manveena Suri, Swati Gupta e Esha Mitra relataram de Nova Delhi, Índia.

(Esse texto é uma tradução. Para ler o original, em inglês, clique aqui)

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HOSPITAIS E SERVIÇOS DE SAÚDE EM NATAL SERÃO FISCALIZADOS PELA COMISSÃO DE SAÚDE DA CÂMARA MUNICIPAL

Comissão vai fiscalizar hospitais e serviços de saúde de Natal

13 abr 2021

Comissão vai fiscalizar hospitais e serviços de saúde de Natal | Câmara Municipal de Natal

A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Câmara Municipal de Natal realizou, nesta segunda-feira (12), uma reunião na qual os parlamentares fizeram a leitura do relatório da primeira fiscalização sobre o funcionamento dos transportes públicos durante a pandemia, estabeleceram visitas fiscalizatórias nas unidades de saúde da cidade e designaram projetos de lei para relatoria.

O presidente da Comissão, vereador Preto Aquino (PSD), informou que no próximo sábado (17) será feita uma fiscalização nos hospitais com o objetivo de avaliar os serviços de combate ao novo coronavírus oferecidos pelo Governo do Estado do RN. “Fiscalizar as ações do Poder Público é uma das prerrogativas deste colegiado e cumpriremos a nossa missão”, pontuou.

Seguindo o mesmo tema, a vereadora Camila Araújo (PSD) levantou questionamentos sobre a desativação de 40 leitos para a Covid-19 que estavam instalados na Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer – Hospital Luiz Antônio, no bairro das Quintas. De acordo com a parlamentar, “faz-se necessário esclarecer a situação junto à Secretaria de Saúde do Estado”.

Já o vereador Luciano Nascimento (PTB), falou sobre o relatório da fiscalização nos transportes públicos. “O documento atesta que os ônibus continuam lotados e com deficiência do processo de higienização nos veículos, o que deixa trabalhadores e usuários à mercê da proliferação do novo coronavírus. Com base nestas conclusões, vamos apresentar um ofício aos órgãos reguladores e cobrar o cumprimento dos protocolos de segurança aprovados nesta Casa”.

Entre as matérias designadas para relatoria, destaque para a de autoria do vereador Felipe Alves (PDT) que cria praia inclusiva para pessoas com deficiência. “Trata-se de um projeto com ações inclusivas em atividades de lazer e turismo importantes para a promoção da cidadania em nosso município”, avaliou o vereador Herberth Sena (PL), que fará a relatoria do texto.

Fonte: Política em Foco
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FISCALIZAÇÃO DESCOBRE MAIS DE 40 LEITOS DE UTI DO SUS OCULTOS, EM HOSPITAIS DE 8 CIDADES, NO RIO DE JANEIRO

Após fiscalização, RJ descobre mais de 40 leitos de UTI ocultos do SUS

Unidades estavam em hospitais de oito cidades que foram inspecionadas desde quinta-feira (18); ao menos 381 pessoas aguardavam por um leito de UTI no estado

Everton Souza, da CNN, no Rio de Janeiro
21 de março de 2021 às 10:28
Leitos de UTI no Hospital Ronaldo Gazzola, na zona norte do Rio de JaneiroLeitos de UTI no Hospital Ronaldo Gazzola, na zona norte do Rio de Janeiro, durante pandemia da Covid-19Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo (10.mar.2021)

O governo do Rio de Janeiro identificou mais de 40 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocultados por alguns municípios da Central Estadual de Regulação (CER). O estado começou a fiscalização dessa situação na quinta-feira (18) e, até agora, já inspecionou unidades de saúde de oito cidades.

Os números exatos de leitos que não estavam à disposição da Secretaria Estadual da Saúde devem ser divulgados nos próximos dias, segundo o secretário da Saúde, Carlos Chaves. “Essa fiscalização será contínua e não tem previsão para acabar. Precisamos de todos os leitos disponíveis para população fluminense”, afirmou.

A fiscalização é feita de surpresa e o objetivo é incluir os leitos supostamente ocultos na central de regulação, para distribuir de forma equilibrada as vagas nas UTIs e atender toda a população fluminense, inclusive em caso de transferência.

A Secretaria Estadual de Saúde publicou em edição extra do Diário Oficial do estado, em janeiro, uma resolução que criou a regulação unificada para leitos destinados a pacientes com Covid-19 em todo o território fluminense.

O documento assinado por Chaves estabeleceu que todos os leitos clínicos, obstétricos, pediátricos e de terapia intensiva com suporte ventilatório destinados ao tratamento do novo coronavírus estão sob a gestão estadual, por meio da CER, enquanto durar o estado de emergência em saúde pública.

A regulação feita pelo estado é o processo responsável por garantir o acesso ágil e de forma mais justa aos leitos hospitalares. O governo alega que algumas cidades do Rio de Janeiro estão “escondendo” leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) ao não cadastrar todas suas vagas no CER.

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SEGUNDO A NAHP O RISCO DE FALTAR REMÉDIOS NECESSÁRIOS PARA INTUBAÇÃO É IMINENTE

Hospitais particulares declaram risco iminente de ficar sem remédios

Segundo levantamento da Anahp, o estoque de seis medicamentos necessários para intubação está no limite também nas unidades particulares

Basília Rodrigues

Por Basília Rodrigues, CNN  

 Atualizado 20 de março de 2021 às 11:47

Equipe médica cuida de pacientes em área de emergência de hospitalEquipe médica cuida de pacientes em área de emergência de hospital Foto: Diego Vara/Reuters

Após o risco de escassez de remédios na rede pública, hospitais privados também declararam, neste sábado (20), que estão ficando sem medicamentos usados na intubação de pacientes com Covid-19.

“A situação é crítica e, se medidas urgentes não forem tomadas em âmbito nacional, mais pacientes morrerão”, afirmaram em nota.

De acordo com levantamento da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), o estoque de seis medicamentos necessários no procedimento de intubação está no limite também nas unidades particulares. Há remédios suficientes para mais quatro dias e outros, no máximo, para mais 19 dias. O levantamento foi realizado na quinta-feira (18).

“Entendemos a preocupação do governo em garantir os insumos necessários para a atenção aos pacientes do Sistema Único de Saúde [SUS], mas a situação do setor privado também é bastante preocupante e, certamente, atingirá o seu ápice nos próximos dias. Caso essas instituições fiquem sem as medicações necessárias para os procedimentos exigidos em pacientes acometidos pela Covid-19, a alta demanda dos hospitais privados sobrecarregará ainda mais o setor público- agravando a situação do sistema de saúde brasileiro”, afirma.

De acordo com a Agência de Vigilância Sanitária, as medidas anunciadas na sexta-feira (19) para facilitar a compra de remédios também alcançam a rede privada. Diretores e técnicos da agência encerraram os trabalhos ontem perto de meia-noite em um esforço para anunciar regras temporárias que atendam o estoque dos hospitais.

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JUSTIÇA-SAÚDE: GOVERNADORES SÃO QUESTIONADOS PELO MPF SOBRE LEITOS DESATIVADOS EM HOSPITAIS DE CAMPANHA

MPF cobra hospitais de campanha aos governadores e questiona leitos desativado

Foto: Ilustrativa

O Ministério Público Federal encaminhou ofício aos governadores dos estados solicitando informações sobre quantos hospitais de campanha foram construídos no período da Pandemia e quais estão efetivamente funcionando.

Segundo o ofício assinado pela subprocuradora Lindora Araújo, os governadores devem informar até a sexta-feira, 19, quantos e quais hospitais de campanha foram construídos no Estado? Quais hospitais de campanha foram construídos e não entraram em
funcionamento? E, dentre os que entraram em funcionamento, informar a data de inauguração das atividades de atendimento.

Solicita ainda, listar os hospitais de campanha que estão em funcionamento na presente data e, em relação aos desativados, informar a data da desativação e o motivo do fechamento. Qual a destinação dada aos insumos e equipamentos que compunham a
estrutura de eventuais hospitais de campanha que tenham sido desativados no Estado?

Fonte: Blog do BG

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SEGUNDO MINISTRO INTERINO DA BOLÍVIA ARTURO MURILLO, SE A PANDEMIA PIORAR, O GOVERNO SERÁ OBRIGADO A INTERVIR NA SAÚDE PRIVADA DO PAÍS

 

Bolívia ameaça expropriar hospitais e cemitérios se pandemia piorar

O ministro interino Arturo Murillo indicou que o governo de transição do país é obrigado a intervir na saúde privada diante da situação da covid-19

INTERNACIONAL

Da EFE

Ministro Arturo Murillo deu uma coletiva de imprensa em CochabambaMinistro Arturo Murillo deu uma coletiva de imprensa em Cochabamba

O governo interino da Bolívia alertou nesta segunda-feira (13) para a possibilidade do Estado desapropriar hospitais e cemitérios privados, caso a situação da pandemia do novo coronavírus se agrave e cause colapso nos centros de saúde e sanitários do país.

“No caso de colapso, também vamos intervir em cemitérios particulares”, disse o ministro de transição do governo (Interior), Arturo Murillo. “Não permitiremos que nosso povo não tenha lugar para ser enterrado”, disse ele à imprensa na cidade boliviana de Cochabamba.

A cidade, uma das maiores da Bolívia, com mais de 600.000 habitantes, registra há semanas casos de famílias que precisam esperar dias com o corpo de um falecido pelo novo coronavírus dentro de casa, por causa da saturação do cemitério municipal para poder enterrar ou incinerar as vítimas.

Murillo também informou sobre processos para desapropriar hospitais privados em Cochabamba e Santa Cruz, a maior cidade da Bolívia com mais de 1,5 milhão de habitantes e a mais afetada pela doença.

Essas e outras grandes cidades bolivianas, como La Paz e El Alto, relatam centros de saúde lotados para atender um número crescente de pacientes com o novo coronavírus.

Um dos países mais afetados

O ministro interino indicou que o governo de transição do país é obrigado a intervir na saúde privada diante da situação pelo covid-19, sem a intenção de “tirar nada de ninguém”, mas pagando “um preço justo”.

“Vamos fazer o que temos que fazer”, ressaltou, para também alertar para o aumento de preços nas farmácias até dez vezes mais que o normal.

“Não tirem proveito das pessoas”, disse ele, porque “elas têm todo o direito de receber, mas não para roubar”, então ele disse que haverá processos criminais e fechamento de farmácias se detectar preços excessivos.

A Bolívia registra 48.187 casos confirmados de covid-19 e 1.807 mortes, em um país com cerca de onze milhões de habitantes, com números que, segundo diferentes estudos, o colocam entre os mais afetados pela pandemia no mundo em comparação com sua população e os taxa de mortalidade em relação aos aspectos positivos da doença.

Fonte: R7

 

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HOSPITAIS DO RN SÓ DISPÕEM DE DOSES SUFICIENTES PARA DOIS PACIENTES PICADOS POR COBRA JARARACA

Por G1 RN

 

Hospital Giselda Trigueiro é um dos hospitais de referência para picadas de animais peçonhentos no RN — Foto: Quézia Oliveira/Inter TV CabugiHospital Giselda Trigueiro é um dos hospitais de referência para picadas de animais peçonhentos no RN

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), emitiu um alerta do Programa de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos da Subcoordenadoria de Vigilância Ambiental (Suvam) sobre a necessidade de reforçar as medidas de prevenção contra acidentes envolvendo serpentes no estado. Isso por que os estoques estão críticos. De acordo com a pasta, só a soro antiofídico suficiente para dois pacientes picados por jararaca em estoque, neste sábado (11).

Acidentes com jararacas são comuns no estado. Em janeiro deste ano, uma mulher de 49 anos picada por um animal acabou morrendo, mesmo após tomar o soro. O caso aconteceu no município de Dix-Sept Rosado, na região Oeste. Por causa do baixo estoque, os soros só são distribuídos entre quatro hospitais de referência em Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros. De acordo com a pasta, porém, os estoques estão vazios em Mossoró e Pau dos Ferros, ambas as cidades no Oeste.

De acordo com a secretaria, o problema é decorrente da crise de abastecimento de soros antivenenos – utilizados para tratar picadas de serpentes e outros animais peçonhentos – que afeta todo o país. Os soros antivenenos são fornecidos unicamente pelo Ministério da Saúde, que desde 2013 vem enviando um número de soros menor do que o solicitado pelos estados.

“O cenário se deve às adequações necessárias, por parte dos laboratórios produtores, para cumprir as normas exigidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em virtude disso, são recomendadas algumas estratégias para o enfrentamento da escassez desses insumos, como o controle diário e minucioso dos estoques, centralização em unidades estratégicas e o uso racional desses imunobiológicos”, disse a pasta.

Segundo a técnica responsável pelo controle dos soros da Sesap, Luanna Oliveira, “o estoque de soro antibotrópico (contra jararaca) está muito reduzido, tornando-se insuficiente para atender a demanda crescente dos acidentes. Na rede hospitalar de referência para esses atendimentos no RN, dispomos apenas do quantitativo para atender dois acidentes graves”, disse.

Segundo a Sesap, novos pedidos foram feitos, mas a situação do Ministério da Saúde também é delicada com estoques reduzidos para atender todos os estados, além de enfrentamento de dificuldades com a diminuição dos voos para transporte dos insumos.

Crise antiga

Em 2013, o estado reduziu de 19 unidades hospitalares para seis, os hospitais de referência para picada de cobras, para centralizar mais o estoque. Diante da nova crise vivenciada em 2019, foi necessário centralizar ainda mais a oferta desse serviço e atualmente há no RN quatro unidades hospitalares que recebem os insumos: Hospital Giselda Trigueiro (Natal), Hospital Tarcísio Maia (Mossoró), Hospital Regional do Seridó (Caicó), Hospital Dr. Cleodon Carlos de Andrade (Pau dos Ferros). Em Mossoró e Pau dos Ferros, porém, o estoque está vázio.

Prevenção

Segundo a Sesap, entre os cuidados para prevenção de acidentes com serpentes recomendados pelo Ministério da Saúde estão: usar sapatos fechados de cano alto ou perneiras ao caminhar na mata ou entre folhas secas; ter muita atenção e usar luvas de couro ao manejar locais onde as serpentes possam estar presentes, como matas, tocas, troncos e lenhas de árvores. No amanhecer e no entardecer, é preciso evitar aproximar-se de vegetação muito próxima ao chão, gramados ou até mesmo jardins, pois é nesse momento que serpentes estão em maior atividade.

Outra recomendação é não colocar as mãos desprotegidas em buraco e cupinzeiros, folhas secas, monte de lixo, lenha e palhas, evitar acúmulo de lixo ou entulhos que possam atrair ratos ou outros pequenos animais, um dos principais alimentos das serpentes. Trabalhadores rurais devem fazer uso de equipamentos de proteção individual (EPI).

“Em caso de acidente, deve-se lavar o local da picada apenas com água e sabão, procurar o serviço de saúde mais próximo. Se capturar o animal, levá-lo junto para ser identificado, o que ajudará no tratamento, com o uso do soro específico para cada tipo de envenenamento ou informar ao médico o máximo possível de características do animal, como: fotos, tipo do animal, cor, tamanho. Além disso, não se deve amarrar o braço ou perna picada, fazer prática de torniquetes ou garrotes, perfurar o local da picada nem utilizar materiais como pó de café, folhas, álcool, querosene, ou outros contaminantes, nem chupar o local da picada”.

Centro de Assistência Toxicológica

A Sesap disponibiliza o Ceatox, para orientação por telefone em qualquer situação de envenenamento. O Ceatox funciona em regime de plantão permanente 24h por meio dos números telefônicos: 0800 281 7005 / 3232.4295 / 98125-1247 / 98803.4140 (WhatsApp).

Fonte: G1 RN
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