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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: 5 MANEIRAS DE TER MAIS ENERGIA

Este é um vídeo que você não pode perder, pois vai transformar a sua vida. Você vai descobrir como obter mais energia e disposição  ao longo do seu dia, através de 5 dicas simples, mas preciosas, que Albano do Seja Uma Pessoa Melhor vai lhe dar e se você realmente executar nunca mais sentirá cansaço, físico, mental ou sexual!

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SAÚDE: SAIBA TUDO SOBRE CRUDIVORISMO COM O DR. SAMUEL DALLE LASTE

Quinta-feira é dia da coluna SAÚDE e o destaque de hoje é mais uma mini palestra do extraordinário Dr. Samuel Dalle Laste, ensinado o que é CRUDIVORISMO, a alimentação saudável baseada em RAW FOOD. Então, te convido a conhecer essa modalidade de alimentação que está crescendo bastante entre as pessoas que gostam de alimentação saudável. 

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO, COMO SAIR DELA, PARTE 5, POR WAGNER BRAGA

Continuando a série de vídeos sobre ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, no vídeo desta sexta-feira, complemento mais um pouco sobre alimentação e zona de conforto. Como podemos mudar determinados hábitos alimentares e melhorar nossa qualidade de vida. Assista ao vídeo e aprenda como melhorar um pouco mais a sua AUTOPERFORMANCE e ser uma pessoal melhor e mais saudável a cada dia!

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NUTRIÇÃO: PRIORIZE O SEU CÉREBRO E FAÇA UMA NUTRIÇÃO A BASE DE ÔMEGA-3

A nutrição do nosso corpo é primordial à nossa saúde e começa pelo cérebro. Nesta terça-feira o destaque, aqui na coluna NUTRIÇÃO é uma dieta do mediterrâneo e ômega-3, priorizando o cérebro e uma melhor saúde mental. Então, aproveite essa oportunidade incrível e leia o artigo completo a seguir!

A melhor nutrição está no cérebro: dieta do mediterrâneo e ômega-3 é a receita para uma melhor saúde mental

Alimentos ricos em ômega 3 sobre mesa de madeira.
Tatjana Baibakova / 123RF

A digestão ocorre no estômago e no intestino, mas é o hipotálamo, no cérebro, que controla o apetite e a necessidade de ingestão de alimentos, sendo o responsável pelo controle da fome e da sede.

Essa região do cérebro está relacionada à sobrevivência, estando por essa razão localizada no chamado cérebro reptiliano. Ela é responsável por nos “lembrar” que devemos nos alimentar e beber. Nosso cérebro representa 2% do peso no nosso corpo, mas usa 20% da energia, por isso a alimentação é uma fonte de energia vital. Em relação à água, o cérebro consiste em 73% de água. Se retirarmos a água, nosso cérebro consiste em 60% de gordura e a gordura de melhor qualidade é o ômega-3.

O ômega-3 é retirado de peixes gordos, como salmão, arenque e sardinha. Leite e ovos também têm ômega-3, mas há um porém: se os animais se alimentaram do pasto, terá ômega-3, caso seja alimentado de forma industrializa este não será produzido. Exatamente como o salmão de cativeiro, que representa a maioria do consumo e que não possui ômega-3, sendo ideal que o salmão seja selvagem. Que tal as nozes, sementes de chia, linhaça? Também contêm ômega-3 e é uma ótima gordura para o nosso cérebro. Para bebês, o leite materno tem ômega-3 e pesquisas já revelaram que crianças que foram amamentadas por ele tiveram melhor desempenho escolar.

Não produzimos ômega-3, ela vem da dieta, no caso da amamentação, vem da nutrição na dieta da mãe. A melhor alternativa são as fontes naturais e não de vitaminas, estas não são comprovadamente um substituto com a mesma qualidade dos alimentos naturais.

Bebê sendo amamentado pela mãe.
Anna Shvets / Pexels

O cérebro cresce a uma taxa de 250 mil células nervosas por minuto, durante a gestação, nos 3 primeiros meses o cérebro do recém-nascido vai de 55% do tamanho do cérebro adulto.

E a melhor dieta? A do mediterrâneo, confira uma rotina nesta dieta:

Café da manhã

Chá de ervas e frutas, não muitas, o suficiente. Pode optar pelo sanduíche com duas fatias de pão integral com queijo de cabra ou minas, azeite, tomate, ervas e manjericão.

Pode optar pelos frutos secos na parte da manhã, pois como têm muitas calorias, sustenta ao longo do dia e são “queimados“ no decorrer do dia.

Almoço

Peixe em especial os mais gordurosos que contenham ômega-3. Tempere-o com ervas e especiarias como noz moscada, tomilho, alecrim e orégano. Arroz integral com lentilhas, legumes como cenoura, tomate, couve-flor e salada. Pode substituir o peixe por carne sem gordura, seja de vaca, porco, que esteja bem cozida. O cogumelo é uma ótima opção aos vegetarianos e contém alta fonte de proteína.

Salmão fatiado sobre folhas verdes e tomates.
Ponyo Sakana / Pexels

Sobremesa

Espere uns 30 minutos após a refeição para comer frutas como ameixa, laranja, abacaxi, tangerina ou kiwis.

Lanche da tarde

Iogurte natural com frutas vermelhas com farelo de aveia e um fio de mel. Pode variar no dia seguinte com iogurte com lactobacilos vivos para ajudar na microbiota intestinal.

Jantar

Uma sopa leve ou uma refeição mais leve como sardinha, atum, com berinjela, azeite, azeitonas, pimentão, cebola, alho podendo acrescentar uma fatia de pão integral para acompanhar.

Ceia

Um bom chá de camomila, manjericão com alecrim, maçã, chás que favoreçam um bom relaxamento.

Obrigado

Fabiano de Abreu
Escrito por Fabiano de Abreu
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SAÚDE INTEGRAL: PESQUISA MOSTRA QUE DIETA VERDE COM RESTRIÇÃO CALÓRICA SEMELHANTE DA DIETA MEDITERRÂNEA REDUZ OS RISCOS DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

O destaque, aqui na coluna SAÚDE desta quarta-feira é uma pesquisa publicadas na revista Heart feita com 3 grupos de indivíduos e 3 tipos de dietas diferentes. A dieta saudável, a dieta mediterrânea tradicional e a dieta mediterrânea ‘verde’. A pesquisa concluiu que a dieta mediterrânea ‘verde’ pode ser ainda melhor para a saúde cardiovascular e metabólica do que a versão tradicional. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir para conhecer que dieta é essa e quais os benefícios adicionais que pode proporcionar!

Emagrecimento e saúde: benefícios da nova dieta mediterrânea ‘verde’ revelada em estudo

Uma nova dieta mediterrânea “verde”, contendo ainda mais matéria vegetal e muito pouca carne vermelha ou aves, pode ser ainda melhor para a saúde cardiovascular e metabólica do que a versão tradicional sugere novas pesquisas publicadas na revista Heart .

A dieta mediterrânea, rica em alimentos vegetais, está associada a um menor risco de doenças cardíacas, derrame e diabetes e atualmente forma a espinha dorsal das diretrizes dietéticas para evitar doenças coronárias.

Acredita-se que seu impacto esteja relacionado à maior ingestão alimentar de polifenóis, gorduras e fibras “saudáveis” e menor ingestão de proteína animal.

Pesquisadores em Israel, Alemanha e EUA queriam descobrir se uma versão mais ecológica dessa dieta, mais rica em fontes de alimentos vegetais verdes e ainda mais baixa em ingestão de carne vermelha, poderia ser ainda melhor para a saúde.

De acordo com uma declaração do BMJ, eles distribuíram aleatoriamente 294 pessoas sedentárias e moderadamente obesas (IMC de 31) com uma idade média de 51 em três grupos dietéticos.

O primeiro grupo recebeu orientações sobre como aumentar a atividade física e orientações básicas para conseguir uma alimentação saudável.

O segundo recebeu a mesma orientação de atividade física, mais conselhos sobre como seguir uma dieta mediterrânea tradicional com restrição calórica (1.500–1800 calorias por dia para homens e 1.200–1400 calorias por dia para mulheres).

Era pobre em carboidratos simples, rico em vegetais, com aves e peixes substituindo a carne vermelha. Incluía 28 gramas de nozes por dia.

O terceiro grupo recebeu orientação de atividade física, além de aconselhamento sobre seguir uma versão verde com restrição calórica semelhante da dieta mediterrânea.

Isso incluiu 28 gramas por dia de nozes, evitar carne vermelha / processada e maiores quantidades de matéria vegetal. Também incluía 3-4 xícaras por dia de chá verde e 100 gramas de cubos congelados de Wolffia globosa (cepa cultivada de Mankai) – uma forma rica em proteínas da planta aquática lentilha-d’água, tomada como um shake de proteína vegetal verde como um substituto parcial para proteína animal.

Após seis meses, foi avaliado o efeito de cada uma das dietas na perda de peso e nos fatores de risco cardiovascular e metabólico.

Aqueles em ambos os tipos de dieta mediterrânea perderam mais peso: aqueles na dieta mediterrânea verde (verde Med) perderam 6,2 kg; aqueles na dieta mediterrânea perderam 5,4 kg; e os que faziam dieta saudável perderam 1,5 kg.

A circunferência da cintura – um indicador de uma protuberância do diafragma potencialmente prejudicial – encolheu em média 8,6 cm entre aqueles na dieta verde Med, em comparação com 6,8 cm para aqueles na dieta mediterrânea e 4,3 cm para aqueles na dieta saudável.

O grupo da dieta verde Med alcançou quedas maiores no colesterol ‘ruim’ de baixa densidade de 6,1 mg / dl, uma redução de quase 4%. Os valores equivalentes foram 2,3 mg / dl (quase 1%) para aqueles no grupo de dieta mediterrânea e 0,2 mg / dl para aqueles no grupo de dieta saudável.

Da mesma forma, outros fatores de risco cardiovascular e metabólico melhoraram mais entre aqueles na dieta verde Med, incluindo quedas na pressão arterial diastólica, resistência à insulina e um importante marcador de inflamação, a proteína C reativa, que tem um papel importante no endurecimento da artéria. A proporção de colesterol “bom” para “ruim” também aumentou.

Essas mudanças resultaram em uma queda substancial de quase duas vezes na Pontuação de Risco de Framingham em 10 anos – um cálculo usado para prever a probabilidade de doenças cardíacas graves na próxima década – entre aqueles que seguem a dieta verde Med.

Os pesquisadores alertam que sua amostra incluiu apenas 35 mulheres, nem foram capazes de identificar os fatores específicos na dieta verde mediterrânea responsáveis ​​pelos efeitos observados.

Mas eles escrevem em sua pesquisa revisada por pares : “A educação e o incentivo para seguir um padrão dietético verde Med em conjunto com a atividade física tem o potencial de ser um grande contribuidor para a saúde pública, pois pode melhorar o equilíbrio dos fatores de risco cardiovasculares, eventualmente prevenindo cardiovascular Morbidade e mortalidade.”

E eles concluem: “Nossas descobertas sugerem que a restrição adicional da ingestão de carne com um aumento paralelo de alimentos vegetais ricos em proteínas pode beneficiar ainda mais o estado cardiometabólico e reduzir o risco cardiovascular, além dos efeitos benéficos conhecidos da dieta mediterrânea tradicional. ”

Fonte: Good News Network

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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: PESQUISA APONTA QUE COMER TARDE AFETA O METABOLISMO E ATRAPALHA O EMAGRECIMENTO

O artigo a seguir tem como destaque uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism que focou no horário de alimentação a noite e chegou a conclusão que as pessoas que comem tarde da noite, próximo a hora de dormir afeta o metabolismo, prejudica a saúde e a longo prazo leva à obesidade. Leia o artigo completo a seguir e entenda como isso acontece!

Comer tarde da noite atrapalha o emagrecimento, diz estudo

Pesquisa indica que comer tarde, já perto do horário de dormir, altera o metabolismo e pode ser prejudicial à saúde

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 10/11/2020

Quando o assunto é dieta, o horário da alimentação sempre gera dúvidas. Afinal, comer tarde afeta o emagrecimento? De acordo com um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, sim, o horário da refeição pode influenciar na dieta tanto quanto o que está sendo consumido.

A pesquisa reuniu 20 voluntários saudáveis que foram divididos em dois grupos: um grupo fazia o jantar de rotina, às 18h, enquanto o outro realizava o jantar tardio, às 22h. Todos tinham o mesmo período fixo de sono, das 23h às 7h.

Para compreender quais são os efeitos que o horário da refeição pode exercer no corpo, os pesquisadores verificavam a glicose plasmática noturna e na manhã seguinte. Além de observar os níveis de insulina, triglicerídeos, ácidos graxos livres (FFAs), cortisol, oxidação de ácidos graxos na dieta e polissonografia durante a noite.

Comer tarde: resultados do estudo

Aqueles que foram comer tarde, às 22h, apresentaram glicose mais alta, um atraso de pico de triglicerídeo, menor FFA e oxidação de ácidos graxos. Esses efeitos, caso ocorram de forma crônica, podem levar à obesidade segundo a pesquisa.

Além disso, apesar de não afetar as fases e ciclos do sono, comer tarde causou aumento no cortisol, cuja produção elevada pode levar a problemas como:

  • Hipertensão
  • Hiperglicemia
  • Obesidade
  • Pele frágil
  • Listras roxas no abdômen
  • Perda de massa muscular e fraqueza
  • Osteoporose
  • Períodos menstruais irregulares
  • Excesso de pelos (em mulheres)
  • Atraso no desenvolvimento e baixa estatura (em crianças).

Com base nos dados colhidos entre os grupos, o estudo concluiu que a ingestão de calorias no final do dia, próximo ao horário de dormir, tem associação à obesidade e à síndrome metabólica. Por isso, a recomendação é evitar comer tarde, priorizando refeições sempre nos mesmos horários, criando uma rotina alimentar saudável e regular.

Síndrome metabólica: o que é e quais são os sintomas

A síndrome metabólica é um conjunto de doenças – como obesidade e pressão alta – que, quando associadas, aumentam o risco de problemas cardiovasculares. A causa é a resistência à insulina, que acontece geralmente com o ganho de peso ou com diabetes tipo 2.

O ganho de peso nesse processo promove aumento da pressão arterial e alterações de triglicérides e colesterol. Os sintomas mais comuns são:

  • Problemas de colesterol (que aumentam o risco de infarto e derrame)
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Acantose nigricans, escurecimento da pele em regiões como cotovelos, axilas e pescoço
  • Acrocórdons, crescimento da pele do pescoço, levando ao aparecimento de lesões que lembram pequenas verrugas escurecidas.

Evitar comer tarde, adotar uma dieta saudável, rica em fibras, frutas, carnes magras e vegetais, e realizar atividades físicas regularmente é essencial para prevenção da síndrome.

Fonte: 

Redação

Minha Vida

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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: APRENDA AS MELHORES RECEITAS DE PRATOS A BASE DEMANDIOCA

Em ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, aqui na coluna NUTRIÇÃO desta terça-feira você vai conhecer 10 receitas nutritivas e saborosas com mandioca, tanto de pratos doces como salgados,. A mandioca é uma raiz tuberosa rica em potássio, fibras, vitamina C e folato. Dentre inúmeras propriedades curativas, promove um bom funcionamento do intestino, fortalecem o cabelo, são benéficos para os olhos, previnem a anemia e reduzem o colesterol. Então, este tubérculo não pode faltar na sua mesa e nas suas refeições.

34 receitas incríveis com mandioca e os benefícios de se consumir essa raiz

10 receitas nutritivas e saborosas com mandioca

Saiba como fazer excelentes pratos doces e salgados com mandioca

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 3/11/2020

Originária da América do Sul, a mandioca é uma raiz tuberosa rica em potássiofibrasvitamina C e folato. Seus nutrientes promovem um bom funcionamento do intestino, fortalecem o cabelo, são benéficos para os olhos, previnem a anemia e reduzem o colesterol.

Além disso, a mandioca tem ação anti-inflamatória e antioxidante. Ela é ótima para quem pratica atividades físicas ou deseja emagrecer, pois é um carboidrato de baixo índice glicêmico.

Por causa da ação positiva no intestino e nutrientes essenciais, o consumo da mandioca também é indicado durante a gravidez e para introdução alimentar das crianças.

A seguir, veja uma lista de receitas com mandioca perfeitas para refeições principais e até mesmo lanches da tarde, com opções salgadas e doce.

Pizza fit com massa de mandioca

A pizza de massa de mandioca é uma ótima receita fitness para comer algo diferente sem sair da dieta. O prato é ideal para almoço, jantar e lanche da tarde, principalmente para os praticantes de atividades físicas.

O recheio fica a seu critério, então capriche no tempero e aproveite uma pizza leve e saudável! Veja o passo a passo de como fazer pizza fit com massa de mandioca.

Bolinho de mandioca assado

Um prato fácil de fazer e perfeito para qualquer hora do dia: assim é o bolinho de mandioca assado. O petisco é feito com apenas quatro ingredientes, e tempero a gosto.

Essa receita pode ser uma ótima escolha para introduzir o alimento na dieta das crianças e adolescentes. Confira como preparar o bolinho de mandioca assado.

Bolinho light de carne e mandioca

A mandioca é o ingrediente principal da massa do bolinho light, e a carne vermelha moída proporciona um recheio repleto de ferrozinco e vitamina B12. Essa receita também é assada.

Na hora de comprar a carne, não se esqueça de pedir para que ela seja moída na hora, garantindo assim maior segurança quanto ao corte e à higiene. Aprenda a fazer bolinho light de carne e mandioca.

Bolinho fit de mandioca com carne de sol

O bolinho fitness de mandioca com carne de sol e queijo é uma opção rápida e prática para um lanche com baixa caloria. O modo de preparo é bem simples: tudo junto e misturado, formando bolinhas que, após assadas, rendem um prato saboroso.

Nesse prato – caso prefira -, também é possível substituir a carne de sol por frango desfiado. Saiba como preparar bolinho fit de mandioca com carne de sol.

Bolinho funcional de mandioca

Alimentos funcionais aceleram o metabolismo e ajudam na prevenção de doenças. O mesmo acontece com as receitas. Adicionar esse bolinho funcional de mandioca à dieta pode melhorar a qualidade de vida.

Além da mandioca, entre os ingredientes tem iogurte natural e gergelim, que dão um toque especial ao prato. Confira o passo a passo da receita de bolinho funcional de mandioca.

Bolo de mandioca com coco

E que tal uma receita doce e saudável? O bolo de mandioca com coco é a melhor opção! O coco é rico em nutriente, além de ser um fruto funcional. Nessa receita, ele está presente na versão ralada e como leite vegetal, na massa.

A mandioca também é um dos ingredientes que compõem a massa. Veja como fazer bolo de mandioca com coco.

Pastelzinho de aveia, linhaça e mandioca

Pastel sem óleo? Também temos! O pastelzinho de aveialinhaça e mandioca é uma receita fitness e assada. É um ótimo snack para qualquer hora do dia, super fácil de fazer.

A linhaça é um grão muito presente nas dietas de quem deseja manter uma vida saudável, assim como a aveia, um cereal rico em fibras. Saiba como preparar pastelzinho de aveia, linhaça e mandioca.

Escondidinho de bacalhau com mandioca

Uma receita especial perfeita para reunir toda a família! O bacalhau é um peixe muito consumido na Páscoa, quase que um alimento típico do feriado. E o escondidinho de bacalhau com mandioca pode ser uma opção saudável para a época.

Quando estiver preparando o peixe, não se esqueça de deixá-lo de molho na água por um tempo, tirando assim o excesso de sal e evitando possíveis problemas na pressão arterial. Veja a receita de escondidinho de bacalhau com mandioca.

Empadão de frango e mandioca

Empadão é sempre bem-vindo para um delicioso petisco ou lanche da tarde. Nessa receita, o recheio é bem cremoso, feito com frango e mandioca.

O frango é um tipo de proteína que possui baixo teor de gorduras, além de ser rico em minerais, aminoácidos e vitaminas essenciais, como as do complexo B. Confira o passo a passo da receita de empadão de frango com mandioca.

Caldo de camarão com mandioca

Para quem gosta de frutos do mar, essa receita é imperdível. O camarão possui baixa caloria e é repleto de gorduras boas e proteínas. Além disso, ele pode ser um bom aliado na prevenção de diabetes e doenças cardiovasculares e na redução dos níveis de colesterol.

Aprenda a fazer caldo de camarão com mandioca.

Fonte:

Redação

Minha Vida

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SAÚDE: PARA MELHORAR A SAÚDE, QUAL ATITUDE MAIS IMPORTANTE?

Na nossa coluna SAÚDE desta quarta-feira temos uma live do Dr. Marco Menelau sobre o segredo da saúde plena, que começa com uma atitude muito importante: a conscientização de que sem uma alimentação estritamente saudável, não há saúde plena. Portanto lhe convido a assistir essa live incrível!

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SAÚDE: DIETAS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, POR DR. EDMOND SAAB Jr.

Nesta edição da coluna SAÚDE vamos assistir uma ENTREVISTA como Dr. Edmond Saab Jr. sobre Dietas e Alimentação Saudável. Ele dá dicas extraordinárias para uma saúde plena e integral, proporcionando uma longevidade sadia. Então não deixe de assistir a esse vídeo campeão que pode transformar a sua vida!

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ENTREVISTA: OS SEGREDOS DA LONGEVIDADE – DR. EDMOND SAAB

Se você presa pela sua SAÚDE e quer ter uma vida longa e saudável até o fim assista aqui na coluna ENTREVISTA o Dr. Edmond Saab Jr. esclarecendo muitas dúvidas sobre como manter a saúde em dia e ter uma vida longa e saudável no programa Vida & saúde!

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PODCASTS: A IMPORTÂNCIA DO ÓXIDO NÍTRICO NO SISTEMA IMUNOLÓGICO

A coluna PODCASTS desta segunda-feira trás uma mini-palestra do Dr. Edmond Saab Jr. sobre aquele que é, juntamente com o Magnésio, a substância mais importante para a manutenção da nossa saúde integral e plena, mas que quase ninguém sabe, incluindo quase toda a comunidade médica mundial. Esta substância, que na verdade, é um gás, se chama Óxido Nítrico. E se você ficou curioso(a) com essa afirmação, ouça o podcast completo a seguir e descubra tudo sobre esse gás!

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NUTRIÇÃO: CÚRCUMA, UMA ESPECIARIA INDIANA PARA CURAR TODOS OS SEUS MALES!

Você é literalmente o que você come, disso eu não tenho a menor dúvida. Por isso, nesta quarta-feira, aqui na coluna NUTRIÇÃO, temos um artigo especialíssimo sobre como aprimorar e proteger seu cérebro com uma especiaria fenomenal chamada de Cúrcuma. Essa substância fantástica, consumida por culturas ancestrais védicas da Índia, a aproximadamente 4.ooo anos, para curar todos os tipos de males e doenças, desde congestão nasal, intoxicações, feridas e até condições de pele, através da medicina Ayurveda. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e descobrir os segredos da longevidade dos contumazes consumidores dessa maravilha de raiz!

Como aprimorar e proteger seu cérebro com cúrcuma

Raízes de cúrcuma cortadas em volta de um pote com cúrcuma em pó.
Foto: Sommai Larkjit / 123RF

Há cerca de 4.000 anos, culturas ancestrais védicas da Índia usavam cúrcuma como tempero para comidas e em cerimônias religiosas. Existem registros de aproximadamente 2.500 anos atrás da cúrcuma sendo uma importante parte da medicina ayurvédica. A ayurveda é uma prática ancestral indiana de cura natural e holística. A ayurveda pode ser traduzida como “ciência da vida” – ayur significando vida e veda ciência ou conhecimento. A cúrcuma é usada desde essa época para curar todos os tipos de males e doenças, desde congestão nasal, intoxicações, feridas e até condições de pele. A literatura ayurvédica tem mais de 100 termos distintos para cúrcuma, dependendo do seu uso e propósito.

Até os dias de hoje o país que mais produz e consome cúrcuma no mundo é a Índia. A cúrcuma como o tempero que conhecemos é extraída da raiz (rizoma) da Cúrcuma longa, nome científico da planta. Essa raiz é cozida em água alcalina e depois seca ao sol. Na maioria das vezes a raiz é triturada e transformada em um pó e embalada para venda.

Apesar de ser usada há milhares de anos como um tratamento da medicina tradicional, nos últimos dez anos a medicina moderna tem estudado essas evidências tradicionais mais a fundo. As pesquisas científicas com a cúrcuma demonstram uma variada gama de benefícios à saúde, especialmente para o cérebro.

O maior responsável pelos benefícios mentais da cúrcuma é a curcumina, um polifenol com propriedades impressionantes. Diversos estudos demonstram as propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes naturais da curcumina. Esse composto está sendo amplamente estudado pela ciência em diversas aplicações para melhora da capacidade e saúde cognitiva.

Raízes de cúrcuma ao redor de um pequeno pote com cúrcuma em pó.
Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay

Redução de inflamação e menores níveis de oxidação promovem uma série de benefícios para a saúde. O poder anti-inflamatório da curcumina é tão forte que na mesma dose chega a ser igual ao de alguns remédios anti-inflamatórios com o benefício adicional de não ter os efeitos colaterais. Essa redução da inflamação melhora a memória de curto e longo prazo, pois ativa e protege o hipocampo, centro de memória do cérebro.

O consumo desse tempero também pode ajudar nosso cérebro a se reparar e até crescer. A curcumina aumenta a produção natural de Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF, em inglês). BDNF é uma proteína usada pelo cérebro como hormônio de crescimento. Ela

é capaz de estimular a criação de novos neurônios e novas conexões entre os neurônios. Nosso cérebro tende a perder neurônios com a idade, diminuindo a capacidade cognitiva. Porém esse ciclo pode ser atenuado com níveis mais altos de BDNF.

Adicionalmente, a curcumina tem sido estudada como mecanismo de prevenção a Alzheimer. Esse polifenol tem capacidade de quebrar a placa de beta-amiloide que se acumula no cérebro dos pacientes que possuem a doença. Essa capacidade serve como um mecanismo para retardar a doença em pacientes que já apresentam sintomas ou para prevenção em pessoas que possuem predisposição à doença.

Outros estudos ainda apontam a curcumina como possível agente anticancerígeno. Um estudo realizado no Brasil, pela UFRGS, liga a cúrcuma à prevenção de câncer cerebral. Nos testes em animais, viram uma redução de 45 a 65% no seu número de tumores no cérebro com o consumo de curcumina.

Resumo dos benefícios:

Refratário com cúrcuma em pó sobre uma mesa.

Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay
  • Poderoso antioxidante e anti-inflamatório
  • Melhor memória de curto e longo prazo
  • Promove plasticidade neural (cria e repara neurônios)
  • Combate e previne Alzheimer
  • Evidências de propriedades anticancerígenas

Conseguir todos esses benefícios não é difícil nem caro. Cúrcuma em pó é facilmente encontrada em supermercados e lojas de produtos saudáveis e a raiz fresca pode ser encontrada em feiras e hortifrútis.

Um detalhe importante: sozinha, a poderosa curcumina não tem uma boa absorção pelo corpo. Porém, uma solução muito simples é consumi-la junto com pimenta-do-reino.

A piperina da pimenta aumenta significativamente a absorção e a biodisponibilidade da curcumina.

Algumas combinações para usar cúrcuma de forma natural no dia a dia:

  • Ovos mexidos ou omelete com cúrcuma e pimenta-do-reino
  • Molhos e marinadas com iogurte natural, azeite e cúrcuma
  • Sopas, caldos e curry temperado com cúrcuma
  • Arroz branco ou risoto tingido com cúrcuma em vez de açafrão
  • Shot de cúrcuma e gengibre triturado com limão espremido

Existem muitos outros temperos, que você talvez já conheça que trazem benefícios para memória, atenção, humor e disposição. Descubra mais com o e-book gratuito “6 Temperos para a Mente”.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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SAÚDE: AS PROTEÍNAS VEGETAIS SUBSTITUEM BEM A WHEY PROTEIN?

Nesta quarta-feira o Dr. Samuel Dalle Laste vais tirar todas as suas dúvidas sobre proteínas. Ele vai lhe esclarecer quais as melhores proteínas vegetais e se elas são capazes de substituir a Whey Protein. Portanto, convido você a assistir a mini-palestra a seguir para encontrar as respostas a essas perguntas!

Fonte:

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NUTRIÇÃO: SAIBA COMO FORTALECER SUA IMUNIDADE NATURALMENTE

Em tempos de pandemia de coronavírus, onde depois de 5 meses ainda se sabe muito pouco ou quase nada sobre esse vírus e as vacinas ainda devem demorar pelo menos mais 6 meses, é imprescindível fortalecer ao máximo a nossa imunidade. E a forma mais eficaz é através de uma alimentação absolutamente saudável e natural. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer as dicas de como fazer isso! 

Fortalecendo a imunidade naturalmente

Pote em formato de coração com frutas e cereais, ao lado de um estetoscópio.
Foto: udra / 123RF

Em tempos de pandemia, o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é o isolamento social, seguido de formas de evitar o contágio, seja por meio de máscaras, do distanciamento humano, até que se encontre uma vacina eficaz contra o coronavírus (Covid-19). Além disso, as pessoas devem se preocupar em como fortalecer o sistema imunológico, evitando assim a probabilidade de contaminação, ou, caso ocorra, que os sintomas e a intensidade que afetam o organismo sejam minimizados de forma expressiva e perceptível.

O sistema imunológico humano funciona como uma barreira que blinda o corpo humano contra os antígenos: vírus, bactérias, entre outros. O método de defesa do organismo, por meio desse sistema, é denominado de resposta imune. Tal resposta ocorre de duas formas: a inata ou natural e a adquirida ou adaptativa.

A imunidade inata ou natural é nossa primitiva linha de proteção, visto que nos acompanha desde o nascimento, constituída por barreiras físicas, químicas e biológicas. Como exemplos, a pele é uma barreira física que nos protege contra os agentes patogênicos; a lágrima lubrifica os olhos, protegendo-os contra infecções; o suco gástrico é produzido pelo estômago e atua no processo de digestão; o suor tem ácidos graxos que auxiliam a pele a impedir a entrada de fungos; as plaquetas agem na coagulação do sangue.

A imunidade nata também é representada pelas células de defesa, como os leucócitos, neutrófilos e macrófagos; estes são, metaforicamente falando, os “soldados do organismo”.

Caso a imunidade natural não funcione, a imunidade adquirida entra em ação. A imunidade adaptativa consiste basicamente na defesa adquirida ao longo da vida, por meio de anticorpos e vacinas. A imunidade adaptativa opera diante de determinado problema. Depende do acionamento de células especializadas, chamadas de linfócitos.

Podemos fortalecer o sistema imunológico de forma natural, por meio do uso das plantas medicinais e alguns alimentos com funções antibióticas, antivirais e antibactericidas citados a seguir:

EQUINÁCEA

Foto ampliada de uma flor de equinácia.

Imagem de M W por Pixabay

Essa planta medicinal, também conhecida como Flor-de-cone, Púrpura ou Rudbéquia, é considerada um dos melhores imunoestimulantes naturais que existe, por sua capacidade de neutralizar a ação de micro-organismos patogênicos: vírus, fungos e bactérias. Outras propriedades: anti-inflamatória, antioxidante, desintoxicante; laxativa e antialérgica. As partes usadas da Equinácea são a raiz, as folhas e as flores, podendo ser utilizadas na forma de chá, infusão, compressa, e também encontrada em farmácias como cápsulas ou comprimidos.

UNHA DE GATO

Foto de um ramo de unha-de-gato.

Foto de keisotyo em Wikimedia Commons

Desenvolve-se na forma de cipó, formando arbustos. Seu nome científico é Uncaria tomentosa e é popularmente conhecido como Herinha. Suas principais propriedades são: anti-inflamatória, antioxidante e depurativa do organismo. Auxilia no tratamento de infecções e inflamações diversas do organismo humano, como artrite, úlcera e amigdalite. A casca, raiz ou folha da planta pode ser consumida em chás, infusões, ou em cápsulas.

CALÊNDULA

Foto de uma flor de calêndula.

Imagem de Heike Frohnhoff por Pixabay

A calêndula é uma planta medicinal, também conhecida como bem-me-quer, maravilha, margarida dourada ou verrucária, muito utilizada contra erupções, eczemas e outros problemas inflamatórios da pele. As propriedades medicinais são: adstringente, analgésica, anti-inflamatória, antifúngica, calmante, cicatrizante, antialérgica, antifúngica, antiviral e bactericida. As folhas e flores são componentes de pomadas, banhos, emplastos e chás e/ou infusões.

GINSENG

Prato com raízes de ginseng sobre uma mesa.

Imagem de whaltns17 por Pixabay

Erva comum na medicina chinesa, e a variedade mais recomendada é a Panaxginseng, sendo amplamente empregada para melhorar o raciocínio, a memória, a concentração e a resistência física. Foi comprovado cientificamente que seu principal componente ativo tem importantes propriedades anti-inflamatórias e anticâncer, além de ser antidepressivo e anticonvulsivante. No Oriente, principalmente na China, é muito empregado na forma de chás ou xaropes das folhas e caules, mas, no Brasil, é vendido em farmácias, como cápsulas ou comprimidos.

GINKGO BILOBA

Imagem ampliada de folhas de ginko biloba.

Imagem de Marzena P. por Pixabay

O Ginkgo Biloba é uma planta tradicional da medicina chinesa com ação anti-inflamatória, antioxidante e melhoria do fluxo sanguíneo corporal e cerebral. Este último benefício explica porque essa erva é mundialmente conhecida como excelente para a saúde mental, sendo recomendada contra demência, auxiliando a memória e o raciocínio. No Brasil, é encontrado nas farmácias em cápsulas ou comprimidos.

MACELA

Flores de macela em um campo.

Imagem de Vilve Roosioks por Pixabay

Essa erva brasileira é conhecida como Alecrim-de-parede, Camomila-nacional, Carrapichinho-de-agulha, Macela-de-campo, Macela-amarelo ou Macelinha e famosa por sua função calmante. Além de ser comum para tratamentos do sistema gastrointestinal e contra dor dentária, tendo em vista suas propriedades anti-inflamatórias. Ainda tem ação antiviral, antiespasmódica, antisséptica, calmante, antialérgica, adstringente, tônica, digestiva e expectorante. Utiliza-se as flores secas em chás ou infusões, além de tinturas.

PRÓPOLIS

Potes de vidro com mel e própolis empilhados.

Foto de formulário PxHere

Combinação de pólen, cera e resinas vegetais que as abelhas recolhem por meio das enzimas salivares. Dentre as variedades de própolis existentes e estudados para a saúde temos: marrom, verde e vermelha, todas com excelentes propriedades de antibiótico natural, anti-inflamatório, antifúngico e imunoestimulante. Pode ser utilizado na forma de extrato, tintura ou spray, tanto uso interno quanto externo (problemas de pele).

CÚRCUMA (AÇAFRÃO-DA-TERRA)

Cúrcuma em pó ao lado de cúrcuma em planta, com folhas decorativas.

Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay

Planta medicinal, também chamada de açafrão-da-terra, açafrão-da-índia, mangarataia e gengibre-dourado, utilizada tradicionalmente na Ayurveda (medicina tradicional da Índia), além de ser amplamente utilizada como especiaria na culinária. Apresenta inúmeras propriedades farmacológicas: antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana, antitumoral, diurética, hepatoprotetora, neuroprotetora, sedativa, entre outras. Pode ser empregada em tinturas, infusões ou como condimentos em molhos, carnes, sopas e outros pratos culinários.

GENGIBRE

Foto de gengibres cortados em fatias sobre uma mesa de madeira.

Imagem de Joseph Mucira por Pixabay

O gengibre é vegetal nativo da Ásia, onde a raiz é usada na culinária e na medicina natural. A planta tem benefícios terapêuticos: ação bactericida, anti-inflamatória, desintoxicante e termogênica. Amplamente utilizada no tratamento de enfermidades do sistema digestivo (cólica, gases, azia, diarreia, náusea), respiratório e circulatório. Utiliza-se na forma de chá ou infusão, xarope, pasta, ou como condimento culinário.

ALHO

Foto ampliada de quatro cabeças de alho, com uma delas pela metade.

Foto de formulário PxHere

O alho é uma planta comestível, rica em diversas vitaminas e minerais: enxofre, selênio, manganês, cálcio, cobre, potássio, fósforo, ferro, vitaminas B1, B6, C e fibras. Auxilia na redução da pressão arterial, níveis de colesterol LDL, desintoxicação por metais pesados, desempenho físico e combate a demência. Utilizado amplamente na culinária como tempero, mas tem as versões em cápsulas, tinturas ou óleos.

PIMENTÃO

Pimentões vermelhos e amarelos em uma cesta.

Foto de formulário PxHere

Vegetal parente das pimentas, em cores diferentes, do verde claro ao vermelho. O pimentão contém vitaminas A, C, B (1,3,5, e 6), E e K, além de antioxidantes carotenoides. Por suas propriedades auxilia na prevenção do câncer, degeneração cerebral, diminuição do risco de doença cardiovascular e saúde da visão. Amplamente utilizado na culinária na forma de saladas, molhos, sopas, entre outros.

ACEROLA

Imagem ampliada de frutas de acerola.

Imagem de Ponciano por Pixabay

Pequena fruta rica em vitaminas A, C, B1, B2, B3, B5 e B9, além de cálcio, zinco, cobre, magnésio, potássio e antioxidantes. A grande quantidade de vitamina C torna essa fruta importante aliada para aumentar a imunidade do organismo, sendo muito recomendada no combate de gripes e resfriados. Usada no preparo de refrescos, doces, geleias e sorvetes.

LIMÃO

Limão cortado ao meio sobre mesa de madeira.

Foto de formulário PxHere

Fruta enriquecida em vitamina C, minerais e antioxidantes, com propriedades antibióticas, antissépticas, cicatrizantes, diuréticas, imunoestimulantes. Podendo ser consumida na forma de sucos, shakes e molhos culinários.

Dica: um excelente shot de saúde para fortalecer o sistema imunológico de crianças e adultos – tomar em jejum meio limão (qualquer variedade) em meio copo de água filtrada com 10 gotas de própolis verde.

Se quiser conhecer mais a respeito do maravilhoso mundo da Medicina Natural, visite nosso site ou agende uma consulta.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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SAÚDE: ENTENDA O PORQUÊ DE VOCÊ NÃO ESTAR EMAGRECENDO!

Neste sábado você vai entender o porquê de não estar emagrecendo numa live com o Dr. Marco Menelau na nossa coluna SAÚDE. Ele vai explicar que o fiel da balança está na insulina. Então lhe convido a assistir ao vídeo completo a seguir para descobrir de uma maneira simples e didática como transformar o seu pensamento em realidade! 

Fonte:

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SAÚDE: VEJA AQUI OS DEZ HÁBITOS QUE TURBINAM A SUA IMUNIDADE

Toda quinta-feira é dia da coluna SAÚDE e em tempos de Covid-19 e pandemia nada melhor do que falarmos de imunidade. Algo que precisamos manter em alta para nos protegermos desse famigerado vírus, pois ainda é a maior arma que temos nessa guerra. Portanto convido você a ler o artigo completo a seguir sobre os dez hábitos que turbinam a sua imunidade e garantir a sobrevivência a essa pandemia!

Dez hábitos que turbinam a sua imunidade

Dormir bem, cuidar da higiene e outros cuidados fazem a diferença

Escrito por Carolina Serpejante

Redação Minha Vida

Em 3/10/2016

Estamos o tempo inteiro expostos a todos os tipos de doenças. Um simples descuido já pode ser suficiente para o sistema imunológico não dar conta de fechar todas as “portas” de nosso corpo, que são suscetíveis a alguma infecção ou vírus. Por isso, é muito importante ter consciência dos hábitos que podem blindar nossa imunidade contra qualquer complicação.

Pensando nisso, o Minha Vida foi atrás de especialistas que deram uma série de práticas para adotar no dia a dia e ter uma imunidade poderosa!

Hidrate-se:

Hidrate-se - Foto: Getty Images

Hidrate-se – Foto: Getty Images

É importante ingerir líquidos constantemente, mesmo antes de sentir sede. A ingestão de água melhora a resistência física e retira as impurezas do organismo, prevenindo doenças.

De acordo com o clínico geral Filippo Pedrinola, o ideal é ingerir diariamente por volta de 35ml de água por quilo de peso. Uma pessoa de 70kg, por exemplo, deveria ingerir 2450ml de água. “Mas é importante salientar que boa parte dessa água já está presente nos alimentos que comemos”, completa.

Ao fazer exercícios físicos, reidrate-se ainda mais, se possível com água de coco ou isotônicos, mas sem exagerar e nunca deixar a água de lado.

Tenha uma alimentação saudável:

Alimentação saudável - Foto: Getty Images

Alimentação saudável – Foto: Getty Images

manter uma dieta que inclui todos os grupos alimentares é fundamental para fortalecer a imunidade. “Proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais não podem faltar na dieta diária de ninguém”, conta o infectologista Alexandre Naine.

De acordo com pesquisas, os micronutrientes essenciais para o fortalecimento da imunidade são as vitaminas A, B6, B12, C, D, E, ácido fólico, zinco, ferro, selênio e cobre. Eles restauram a proteção contra infecções, fortalecem as células do sistema imunológico e aumentam a produção de anticorpos.

Passe longe dos vícios:

Passe longe dos vícios - Foto: Getty Images

Passe longe dos vícios – Foto: Getty Images

Evitar vícios, como álcool e tabaco, aumenta – e muito – a imunidade. “Esses vícios são extremamente danosos, não só para o nosso sistema imunológico, como para vários outros sistemas de nosso corpo”, afirma Alexandre.

Já existem estudos que comprovam que algumas bebidas podem, inclusive, fazer bem à saúde, mas desde que ingeridas com moderação. O vinho é o principal exemplo. De acordo com Alexandre, todo excesso é prejudicial e a bebida alcoólica não foge dessa regra.

De bem com você:

Autoestima - Foto: Getty Images

Autoestima – Foto: Getty Images

De acordo com os especialistas, a saúde mental está muito relacionada à imunidade. A baixa autoestima faz com que seu sistema imunológico trabalhe menos, além de atrapalhar nosso corpo no combate aos radicais livres, facilitando o aparecimento de doenças.

Faça exercícios!

Pratique exercício físico - Foto: Getty Images

Pratique exercício físico – Foto: Getty Images

Você sabia que um estilo de vida sedentário está associado a 28% das mortes por doenças crônicas, perdendo apenas para o tabagismo? Por isso, mexa-se e passe longe de doenças.

A recomendação dos especialistas é a prática de uma atividade física rotineira e que dê prazer, sempre tomando cuidado com os excessos: “A atividade física intensa pode causar o efeito contrário, baixando a imunidade por fadiga muscular e até mental”, lembra o fisiologista Raul Santo. Se o tempo é curto, inclua o exercício físico na sua rotina, como utilizar escada em vez de elevador ou caminhar depois do almoço.

Fuja do estresse:

Fuja do estresse - Foto: Getty Images

Fuja do estresse – Foto: Getty Images

Viver com tensões relacionadas ao trabalho e outras obrigações do dia é um dos fatores decisivos para a baixa da imunidade. Assim como a baixa autoestima, o estresse impede o sistema imunológico de funcionar a todo vapor, abrindo portas para doenças.

Quando você está estressado, o ideal é praticar alguma atividade que goste e que te faça bem. “Se forem exercícios físicos, melhor, pois são duas vantagens em uma”, conta Alexandre.

Cuide da sua higiene:

Lave as mãos - Foto: Getty Images

Lave as mãos – Foto: Getty Images

Estamos expostos a vírus e bactérias 24 horas por dia, em todos os lugares que frequentamos. O infectologista Fábio Fernandes Morato Castro, supervisor do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas, afirma que hábitos – como lavar as mãos antes de manusear alimentos, de levá-las a boca e aos olhos e sempre depois de dirigir ou usar o transporte público – devem ser levados em conta. Ao chegar em casa, vale tomar um banho para mandar todas as impurezas embora.

Previna-se:

Prevenção - Foto: Getty Images

Prevenção – Foto: Getty Images

Usar preservativo protege contra uma série de DST’s – doenças sexualmente transmissíveis – que não podem ser prevenidas apenas com bons hábitos alimentares ou exercícios. O vírus HIV é um dos principais inimigos da imunidade e o jeito mais fácil de contraí-lo é não usando camisinha. Por isso, previna-se sempre!

Atualize sua carteirinha de vacinação:

Vacinação - Foto: Getty Images

Vacinação – Foto: Getty Images

Muitas pessoas deixam de lado esse hábito tão importante. Tomar todas as vacinas deixa você protegido de doenças graves como hepatite B, varicela, hepatite A, BCG, sarampo, rubéola e caxumba.

Durma bem:

Durma bem - Foto: Getty Images

Durma bem – Foto: Getty Images

De acordo com a médica do Instituto do Sono Lia Rita Bittencourt, pessoas que não tem um sono adequado, com cerca de 6 a 7 horas por noite, pode ter seu sistema imunológico afetado. “A privação do sono diminui a quantidade e a função das células responsáveis pela imunidade”, conta a especialista.

As consequências disso são maiores chances de contrair doenças infecciosas e a diminuição do efeito de vacinas. “Diabetes e câncer também podem aparecer com mais facilidade em indivíduos que dormem pouco”, completa.

Fonte:

Carolina Serpejante

Minha Vida

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NUTRIÇÃO: QUANDO O GLÚTEN É MOCINHO OU VILÃO?

Nesta edição da coluna NUTRIÇÃO temos um artigo super interessante sobre o glúten que analisa o porquê de estar aumentando tanto a intolerância a essa substância nos últimos tempos. Também trás um receita maravilhosa de pão de amêndoas, claro, sem glúten, pra você fazer em casa.

Será que vale a pena tirar o glúten da sua alimentação?

Mulher com as duas mãos em frente ao seu corpo e a uma bandeja com pão.

Com certeza você já reparou a sua volta a oferta crescente de produtos sem glúten, assim como deve ter amigos ou parentes que optam por uma dieta livre desse composto.
Atualmente observa-se um número crescente de pessoas intolerantes ao glúten, além dos celíacos.

Os portadores da doença celíaca têm um grau de intolerância elevado de tal forma, que o mínimo contato com glúten pode colocar sua vida em risco, desencadeando diarreia, fechamento de glote, cólicas e diversos outros sintomas.

Os intolerantes podem apresentar anemia, enxaqueca, artrite, infertilidade, depressão, fadiga e vários outros desconfortos, porém não precisam de um controle tão rígido, não necessitando investigar se existem traços de glúten em tudo que consomem.

Trigo em campo, focado na imagem.

Pixabay/Martin Ludlam

Já parou para se perguntar por que isso está acontecendo?

Diante do crescimento da intolerância ao glúten, vários estudos passaram a ser realizados em busca de um fator que justificasse esses dados.

No livro “Barriga de trigo”, o cardiologista William Davis acredita que o desenvolvimento dessa intolerância está ligado à mudança genética que o próprio trigo sofreu ao longo dos anos.

Davis aponta diversos problemas que o consumo de glúten pode acarretar, mesmo para quem não é intolerante:

  • Dependência (tal qual substâncias viciantes)
  • Obesidade
  • Acnes e espinhas
  • Doenças cardiovasculares
  • Lipogênese
  • Envelhecimento precoce
  • Diabetes
  • Resultado metabólico de natureza acídica

Contudo, mesmo diante dos estudos apresentados, pode parecer desafiador optar de forma espontânea pela redução do consumo de glúten.

Deixar o pãozinho de lado, a pizza de domingo, assim como as pastas da mamma, é algo que não passa pela cabeça.

Porém, indo além dos estudos, existe um convite para você experimentar e provar como se sente ao reduzir o consumo de glúten no seu dia a dia, avaliando e percebendo como seu corpo se comporta, para então fazer uma escolha consciente, baseada na sua experiência.

Vou dizer que faz dez anos que optei por deixar o glúten fora das minhas refeições. Meu nível de vitalidade, imunidade e bem-estar cresceu de forma exponencial, mas essa é a minha percepção.

Diante de minha escolha, ao longo desses anos, desenvolvi diversas receitas que trazem satisfação e prazer.

Uma delas é o pão de amêndoas. Anota a receita, pega o avental, e vamos para a cozinha!

Pão de amêndoas

Serve: 6 pães

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de farinha de amêndoa
  • 1/2 xícara de chá de aveia em flocos médios
  • 3/4 de xícara de chá de polvilho doce
  • 1/4 de xícara de chá de azeite
  • 2 colheres de chá de sal
  • 1 sachê de fermento biológico para pão
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • Mix de sementes a gosto

Modo de preparo

  1. Em um bowl pequeno, misture o fermento com o açúcar.
  2. Adicione 1/2 xícara de chá de água morna e misture. Reserve.
  3. Em um bowl grande, coloque a aveia, a farinha de amêndoa, o polvilho doce e o sal. Misture.
  4. Adicione o azeite, 1/2 xícara de chá de água e o fermento dissolvido em água.
  5. Misture, integrando todos os ingredientes.
  6. Unte 6 aros de modelar alimentos, de 8 cm de diâmetro, com azeite e farinha de mandioca.
  7. Distribua os aros sobre uma assadeira untada.
  8. Distribua a massa, preenchendo os seis aros por igual.
  9. Polvilhe a superfície dos pães com o mix de sementes.
  10. Deixe descansar por 15 minutos.
  11. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 45 minutos.
  12. Retire do forno e distribua os pães sobre uma grade.
  13. Espere esfriar antes de cortar (o pão continua seu processo de cozimento, depois que sai do forno).

Pão redondo com lascas de amêndoas.

Pexels/hermaion

Dicas

  • A água a ser misturada no fermento deve estar morna, com uma temperatura agradável para mergulhar o dedo, de forma que não desestabilize o fermento.
  • O pão pode ser armazenado em recipiente fechado por até 5 dias na geladeira, ou dois dias em temperatura ambiente.
  • Você pode enriquecer o seu pão, acrescentado algumas sementes à massa.
  • Você pode optar por assar o seu pão em uma forma de bolo inglês, no lugar dos aros.

Bom apetite!

Anah Locoselli
Escrito por Anah Locoselli

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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SAÚDE: COMO PREPARAR CORRETAMENTE O OVO COZIDO PARA ELE SER UM SUPER ALIMENTO

Quinta-feira é dia da coluna SAÚDE trazer mais novidades e dicas super importantes para você melhora dia a dia a sua saúde. Nesta edição temos mais uma mini-palestra do Dr. Marco Menelau. Desta vez ele ensina como cozinhar um ovo corretamente para ele ser um super alimento. Então, assista esse vídeo precioso e nunca mais cozinhe um ovo de forma errada!

Fonte:

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NUTRIÇÃO: SAIBA COMO SE ALIMENTAR CORRETA E SAUDAVELMENTE

NUTRIÇÃO: SAIBA COMO SE ALIMENTAR CORRETA E SAUDAVELMENTE
Balance Of Healthy And Unhealthy Food Vector. Isolated Illustration

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Equilíbrio alimentar e a busca por um organismo saudável

Ter equilíbrio alimentar é essencial para manter um organismo saudável: tudo em excesso é prejudicial! É preciso elaborar, de acordo com a necessidade de cada um, um cardápio funcional que invista em alimentos específicos para cada momento do dia, para que assim seja possível ter uma ótima qualidade de vida.

Para ter uma alimentação equilibrada, é preciso moderar o consumo de alguns alimentos e, quando necessário, abrir mão daqueles produtos que podem ser prejudiciais à saúde. O corpo humano necessita de nutrientes específicos para funcionar corretamente – o consumo regrado de certos alimentos, além de garantir o bom desenvolvimento do organismo, é responsável pela sensação de bem-estar após uma refeição.

É muito importante cuidar da alimentação e estar sempre ligado ao que o corpo precisa, para que não haja um desgaste e para que doenças não sejam desenvolvidas pelo simples descuido alimentar. O poder de cuidar do seu corpo está nas suas mãos e nós vamos te ajudar com algumas dicas!

Confira agora o que é uma alimentação equilibrada, o que você deve consumir para manter esse equilíbrio para que o seu organismo esteja sempre saudável:

No que consiste uma alimentação saudável?

Imagem composta por vários alimentos saudáveis como: salmão, uvas, laranja, kiwi, limão, pêssego alho poró.

Imagem de Welcome to all and thank you for your visit ! ツ por Pixabay

Para cumprir com as necessidades naturais do organismo, uma alimentação equilibrada consiste em três requisitos básicos:

Alimentação completa: cardápio que contém basicamente todos os tipos de nutrientes, sejam eles com propriedades para fins estruturais como as proteínas, para produzir energia como carboidratos e gorduras e com funções de equilíbrio como as vitaminas e os minerais.

Alimentação saudável: cardápio que descarta qualquer exagero: separa-se as quantidades necessárias entre os distintos nutrientes, com a finalidade de evitar qualquer falta ou excessos entre eles.

Alimentação variada: consiste em consumir habitualmente alimentos de diversas origens para garantir a ingestão de todas as bases nutritivas essenciais.

Imagem de uma bancada cheia de alimentos saudáveis como: verduras e legumes como: abobrinhas, cheiro verde, alho, couve flor, pimentão, cebola, tomate, batata, milho e cenoura.
Imagem de Roberto Justo Kabana por Pixabay

Alimentos que podem ser consumidos diariamente, sem culpa!

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o consumo diário de aproximadamente 400g de verduras frescas, hortaliças e frutas, traz muitos benefícios à saúde. A OMS afirma que os alimentos destes grupos têm propriedades que auxiliam na prevenção de doenças, equilibram o corpo e fazem com que o organismo funcione de forma correta. Veja alguns exemplos:

Proteínas: as proteínas agem diretamente na síntese dos músculos, garantindo um desenvolvimento totalmente saudável e natural. São ainda uma grande fonte de energia para o corpo e atuam no controle hormonal. Não importa se as proteínas são de origem animal ou vegetal, elas garantem os mesmos benefícios ao corpo humano. Exemplos de proteínas de origem vegetal: quinoa, oleaginosas e soja; de origem animal: carnes, queijos e leite.

Frutas: ricas em fibras alimentares, as frutas auxiliam na saúde do coração e ajudam no equilíbrio da flora intestinal. Este grupo tem uma grande ênfase quando o assunto é imunidade, pois possui uma grande concentração de vitamina C, que é responsável por fortalecer o sistema imunológico e mantê-lo saudável para prevenir doenças como resfriados e gripes. Exemplos de frutas: morango, banana, laranja, limão, ameixa, uva, melancia, entre tantas as outras existentes!

Verduras e hortaliças: alimentos extremamente ricos em minerais como o ferro, magnésio, cálcio e fósforo, atuam diretamente na prevenção da anemia, na melhoria do funcionamento do cérebro e no fortalecimento dos ossos. Exemplos: couve, brócolis, batata doce, abóbora e espinafre.

Imagem de uma mesa decorada com juta. Sobre ela uma caneca de café, um bule e um arranjo de flores vermelhas decoram o espaço.
Imagem de Jill Wellington por Pixabay

Alimentos que devem ser consumidos moderadamente – de vez em quando não faz mal!

Alguns alimentos têm grandes concentrações de nutrientes, mas precisam ser consumidos com muita cautela, pois carregam consigo uma quantidade excessiva de calorias, açúcares, sódio, entre outras substâncias nocivas que podem desequilibrar o organismo. Veja alguns exemplos:

Carboidratos: responsáveis por gerar energia, os carboidratos beneficiam o coração e o cérebro, mas… quando consumidos em excesso, podem proporcionar um ganho de peso considerável. Presentes em pães, arroz e massas, por exemplo, não é indicado que uma pessoa coma mais de 6 gramas de carboidratos por dia. Uma opção para quem gosta destes alimentos é dar preferência às suas versões integrais que contém maior quantidade de fibras.

Café: o famoso cafezinho está presente na alimentação de boa parte da população mundial. Poucos sabem, mas ele faz com que o nosso sistema imunológico se mantenha saudável, afasta o mau humor e ainda nos dá energia para enfrentar um dia cheio. Mas claro, excessos cortam automaticamente qualquer benefício! É indicado que uma pessoa beba de 3 a 4 xícaras de café por dia, nunca mais do que 400 mg de cafeína.

Chocolate: o tão amado e ao mesmo tempo temido, chocolate costuma ser a primeira opção de sobremesas e até um “remédio” para amenizar os sintomas de uma TPM. O cacau em si é um alimento muito saudável por conter flavonoides, que beneficiam a saúde cardiovascular e ainda aceleram o metabolismo. Para comer esse doce sem culpa, prefira sempre a versão amarga, que contém maior quantidade de cacau – mesmo assim, não exagere!

Imagem de uma sorbeteria com a apresentação somente de vários tipos e sabores de sorvetes de massa dentro de potes de alumínio.
Imagem de Jan Vašek por Pixabay

Alimentos que devem ser evitados – estes atrapalham o equilíbrio alimentar

É claro que é bem provável que em algum momento da sua vida você consuma alguns destes alimentos, mas saiba que quanto menos eles estiverem no seu cardápio, mais saúde você terá ao longo da vida. O motivo? Eles inflamam o organismo e são os responsáveis pelo surgimento de diversas doenças. Saiba quais são eles:

Gordura trans: encontrada principalmente em sorvetes, salgadinhos, margarina e até em babatas pré-cozidas e congeladas, a gordura trans é uma vilã que sobe os níveis de colesterol ruim no organismo, aumentando consideravelmente os riscos de doenças no coração. Escolha sempre os alimentos que possuem gorduras boas, como o salmão, abacate ou prepare os alimentos de maneiras mais saudáveis.

Álcool: as pessoas sempre encontram uma desculpa para consumir bebidas alcoólicas sem peso na consciência: muito calor? Uma cervejinha cai bem; muito frio? Nada como um bom vinho para esquentar! Beber de vez em quando em poucas quantidades, tudo bem, mas os exageros podem desequilibrar completamente o funcionamento do organismo. Consumir bebidas alcoólicas com frequência faz com que o fígado tenha as suas funções diminuídas e, por conseguinte, danifica as células e aumenta a propensão da cirrose. Além de prejudicar o fígado, o álcool interfere em algumas capacidades cerebrais e causa alterações bruscas de humor. Prefira bebidas naturais, como sucos!

Alimentos industrializados: esses são um dos maiores vilões que você pode encontrar no ramo alimentício! Os alimentos industrializados são repletos de aditivos químicos e conservantes que causam danos à nossa saúde, além de interferir na absorção de vários nutrientes. Sejam sucos de saquinho ou de caixinha, carnes congeladas e processadas, massas instantâneas, retire todas essas opções do seu cardápio e sempre escolha os alimentos de preparação natural!

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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SAÚDE: SAIBA O QUE É, QUAIS OS BENEFÍCIOS E INTOLERÂNCIA DA LACTOSE

Na edição da coluna SAÚDE deste domingo temos um artigo sobre LACTOSE. A nutricionista Thayana Albuquerque tira suas dúvidas e esclarece tudo sobre o que é, quais os benefícios e intolerância à lactose. Por isso leia o artigo completo a seguir e passe a se alimentar melhor e com mais consciência.

Lactose: o que é, benefícios e intolerância

A lactose ajuda o trato gastrointestinal a controlar a proliferação de bactérias ruins

Lactose: Benefícios e Malefícios | Affidea

Escrito por Raisa Cavalcante

Redação Minha Vida

O que é lactose?

lactose é uma substância presente no leite e nos derivados lácteos. Também é conhecida como o açúcar do leite, pois proporciona a ele um sabor levemente adocicado. “É a junção de uma molécula de glicose e outra de galactose”, ressalta a nutricionista Thayana Albuquerque.

A função da lactose é fornecer energia e favorecer a absorção do cálcio no organismo. Isso acontece porque, segundo a nutricionista, a lactose reage com o oxigênio no interior das mitocôndrias gerando energia celular.

Benefícios

  • Regula o intestino
  • Melhora absorção de cálcio, magnésio, zinco e manganês
  • Aumenta a resistência a infecções do intestino.

A ingestão de lactose estimula o crescimento de bactérias benéficas do intestino, como as Bifidobacterium e os lactobacilos. “A lactose também reduz o pH intestinal, contribuindo assim para melhor a absorção de minerais como o cálcio, magnésio, zinco e manganês”, afirma a nutricionista Thayana.

No trato gastrointestinal habitam bactérias, vírus e fungos – o que também é conhecido como microbiota intestinal -, que trabalham para controlar a proliferação de bactérias ruins para a saúde. Dessa forma, o consumo de lactose é favorável para aumentar a resistência às infecções intestinais.

De acordo com a nutricionista Débora Copelli Lima, o ideal é consumir três porções de leite e derivados para atingir a quantidade de cálcio diária.

Alimentos com lactose

A lactose está presente no leite, seus derivados e alimentos que usam estes ingredientes como, por exemplo:

  • Queijos
  • Iogurtes
  • Manteiga
  • Pães
  • Cereais
  • Achocolatados
  • Doces
  • Bolos
  • Biscoitos.

Vale lembrar que, além dos citados acima, existem outros e cada alimento possui uma determinada quantidade de lactose.

Intolerância à lactose

“Ser intolerante à lactose significa que seu corpo não produz a enzima lactase, responsável pela quebra da lactose. Algumas pessoas já nascem com essa deficiência outras por período de estresse adquire”, explica Débora Copelli.

Os principais sintomas de intolerância à lactose são:

Portanto, a lactose pode ser maléfica para os intolerantes. Segundo a nutricionista Thayana Albuquerque, quando a pessoa apresenta deficiência na produção da enzima lactase, a lactose é fermentada pelas bactérias do intestino grosso.

Essa fermentação da lactose produz muitos gases e, além dos sintomas citados acima, podem ocorrer prisão de ventredor de cabeça, perda da concentração, cansaço ou dor muscular.

Diferença entre intolerância à lactose e alergia ao leite

Diferentemente da intolerância à lactose, a alergia ao leite é quando o organismo considera o leite como um corpo estranho, não aceitando as proteínas presentes neste alimento.

A alergia ao leite pode causar sintomas parecidos com a intolerância à lactose, por isso o problema pode ser facilmente confundido, mas cada um tem um mecanismo diferente.

Os sintomas da alergia ao leite são: urticárias, inchaço, coceira, tosse, falta de ar, diarreia, dor de barriga e gases.

Lactase ou lactose?

É comum que as pessoas confundam lactase com lactose, pois são palavras muito parecidas. No entanto, lactase é a enzima presente no organismo e, como dito anteriormente, quando a pessoa tem deficiência dessa enzima significa que ela é intolerante à lactose.

É possível fazer a suplementação da enzima lactase, que consiste na ingestão de comprimidos prontos capazes de digerir a lactose dos alimentos. Basta a pessoa ingerir minutos antes das refeições para que ela possa comer alimentos derivados do leite.

Lactose engorda?

A nutricionista Débora Copelli desvenda que a lactose por si só não engorda. Na verdade, o que engorda é o valor energético do produto consumido.

“O leite sem lactose pode engordar até mais do que o leite normal, já que o seu índice glicêmico é mais alto”, completa a nutricionista Thayana Albuquerque.

Referências

  • Nutricionista, Débora Copelli Lima – CRN: 53692
  • Nutricionista, Thayana Albuquerque – CRN: 4571.

Fonte:

Raisa Cavalcante

Minha Vida

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SAÚDE: UMA FRUTA INCRÍVEL QUE TEM O PODER DE PREVENIR O CÂNCER

Nesta sexta-feira você vai assistir a mais uma mini-palestra do Dr. Marco Menelau aqui na coluna SAÚDE, desta vez sobre uma fruta incrível que tem o poder de prevenir o câncer, o Kiwi. Ele também fala sobre suplementação alimentar e dá boas orientações e dicas!

Fonte:

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NUTRIÇÃO: SAIBA O QUE É ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL COM DR. DALLE LASTE

Neste domingo você vai saber na coluna NUTRIÇÃO o que realmente é “ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL” através de um alerta do Dr. Samuel Dalle Laste para a sua REFLEXÃO. Assista a este breve vídeo e entenda a mensagem! 

Fonte:

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