O triângulo amoroso perfeito – Parte 2

Nesta sexta-feira maravilhosa esta Coluna vem com O Triângulo Amoroso Perfeito – Parte 2, a continuação do poema o triângulo amoroso perfeito publicado na semana passada. Mais uma obra inspiradora do poeta Leôncio Queiroz no Blog do Saber.

Karen Armstrong, por sua vez, nos lembra que Deus não é um juiz externo que vigia e pune. É uma realidade que se revela de dentro — à medida que a criatura desperta para si mesma.

Portanto, a relação entre Deus, a criatura e o livre-arbítrio pode ser resumida assim:

Deus criou seres livres porque só um ser livre pode, genuinamente, escolher o bem, o amor e a evolução. E é nessa escolha — repetida, consciente e cotidiana — que a criatura se torna, progressivamente, mais semelhante ao Criador.

O Triângulo Amoroso Perfeito – Parte 2

O triângulo é o encontro,
A aliança, a união;
Aproximação, a chegada,
O contato, a ligação;
É o endereço do porto,
Mostrando celebração;
É o ciclo, é o retorno,
Triângulo ela conclusão;
Até um cego de guia,
Sente esta sensação.

Há cinco mil anos,
O triângulo é conhecido;
Na geometria do homem,
Tem famoso figurino;
A figura mais perfeita,
Na engenharia geral;
Nas pirâmides do Nilo,
Guarda tesouro feudal;
No deserto estão as obras,
Do Egito imperial.

Os três braços do triângulo,
Geram uma força gigante;
Um se apoia no outro,
Entrelaçado. marcante;
Multiplica as energias,
A lei da física garante;
Os três pontos, a perfeição,
Com resultado brilhante;
Viva sempre esta emoção,
Pois a vida é provocante.

Leôncio Queiroz

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