APESAR DA QUEDA PELA PROCURA POR LEITOS DE UTI NO RIO DE JANEIRO, A SITUAÇÃO AINDA É PREOCUPANTE

Busca por leito de UTI cai pelo quinto dia consecutivo no Rio de Janeiro

O tempo de espera para reserva de terapia intensiva também caiu de 22 horas, para 17 horas, de segunda para terça-feira

Elis Barreto*, da CNN, no Rio de Janeiro

06 de abril de 2021 às 13:45

Famílias enfrentam grandes dívidas ao procurarem leitos de UTI em SPApesar de queda, cenário do sistema de saúde do Rio de Janeiro ainda é preocupante Foto: Reprodução / CNN

As solicitações por leitos de UTI para Covid-19 tiveram queda pelo quinto dia consecutivo no Rio de Janeiro. De acordo como painel de monitoramento da Covid-19 no estado, nesta segunda-feira (5), foram registrados 277 pedidos por uma vaga, distribuídos entre 156 de UTI e 120 de enfermaria. O tempo de espera para reserva de terapia intensiva também caiu de 22 horas, para 17 horas, de segunda para terça-feira.

O cenário da doença no estado ainda preocupa. No sábado (2), dia que fecha a contagem, o estado alcançou recorde de mortes pela doença registradas em 24 horas: 441. De domingo a sábado, foram 1.603 óbitos provocados pela Covid-19 nos 92 municípios. O total de mortes registradas no estado supera aquele que, até então, era o pico da pandemia, a última semana de maio, quando 1.372 vidas foram perdidas para a doença em todo o território fluminense.

Para conter a disseminação do Coronavírus, o governo do estado decretou 10 dias de recesso sanitário, com a criação de três novos feriados. O período chegou ao fim no último dia quatro, Domingo de Páscoa. No entanto, as medidas restritivas foram mantidas na capital e no estado até quinta-feira (8).

O estado do Rio de Janeiro já vacinou cerca de 10% da população prevista no Plano Nacional de Imunização (PNI), somando 1.316.104 pessoas imunizadas com a primeira dose. Na capital, foram aplicadas 921.289 vacinas de primeira dose. Ao todo, 62,5% dos idosos da capital já foram imunizados.

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PREFEITO DE CURITIBA ENVIA À CÂMARA MUNICIPAL PROJETO DE LEI QUE PREVÊ MULTA PARA QUEM DISTRIBUIR COMIDA A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA

Procuradoria e Defensoria se unem contra PL que proíbe alimentar sem-teto

Atualmente, são quase três mil sem-teto em Curitiba, segundo a prefeitura. Pela proposta, quem distribuir comida poderá ser multado de R$ 150 a R$ 550

Rayssa Motta e Pepita Ortega, do Estadão Conteúdo

02 de abril de 2021 às 19:06

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM) (26.fev.2021)Foto: Reprodução/CNN

O projeto lei enviado à Câmara Municipal de Curitiba pelo prefeito Rafael Greca (DEM), que prevê multa para quem distribuir comida a pessoas em situação de rua sem autorização, entrou no radar dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho e das Defensorias Públicas da União e do Estado do Paraná.

Os órgãos se uniram para pressionar o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Tico Kuzma (PROS), a segurar a tramitação da proposta até que a população seja consultada sobre o texto em audiência pública.

Em ofício encaminhado ao vereador, divulgado nesta sexta-feira, 2, a força-tarefa argumenta ter observado “considerável receio” da sociedade civil e das instituições que atendem a população vulnerável na cidade sobre a votação do PL.

No documento, procuradores e defensores também criticaram a proposta. Na avaliação deles, o projeto avança contra ações organizadas da sociedade civil “imprescindíveis para suprir a deficiência das políticas públicas”.

“Nota-se uma clara investida contra as ações humanitárias da sociedade civil e movimentos sociais que buscam, especialmente nesse momento de crise sanitária, suprir as omissões e deficiências das políticas públicas voltadas às populações mais vulneráveis”, escreveram.

“Centenas de pessoas, não assistidas adequadamente pelo Poder Público, são beneficiadas por essas ações voluntárias e humanitárias, desenvolvidas com demonstrado zelo, dedicação e responsabilidade social.

“Vale ressaltar que essas ações visam, sobretudo, garantir a sobrevivência com um mínimo de dignidade a esses cidadãos não alcançados, de modo adequado, pelos serviços e políticas públicas”, prosseguem.

A sugestão dos MPs e Defensorias é que o projeto seja debatido com participação social e que as organizações, movimentos e instituições que atuam junto à população vulnerável sejam ouvidos antes da tramitação.

Atualmente, são quase três mil sem-teto em Curitiba, segundo a prefeitura. O projeto municipal institui o chamado Programa Mesa Solidária.

Pela proposta, quem “distribuir alimentos em desacordo com os horários, datas e locais autorizados pelo Município de Curitiba”, poderá ser multado de R$ 150 a R$ 550, após advertência.

A administração municipal diz que a proposta foi pensada para “garantir eficiência e adequação sanitária à distribuição de alimentos”.

“Como parte da atribuição do município, o projeto disciplina o trabalho de distribuição de refeições por entidades particulares, baseando-se em princípios de ação social responsável”, afirma a prefeitura. “O marco regulatório também tem como objetivo reduzir o desperdício ou a carência de alimentos decorrente das ações realizadas pelas entidades”, acrescenta.

Ao tomarem conhecimento do projeto de lei, organizações não governamentais e grupos de voluntários que distribuem os alimentos na cidade se uniram em uma carta aberta para marcar oposição ao texto.

“Em meio a tantos problemas, tantas demandas não cumpridas, tantas possibilidades efetivas de resolver de forma eficaz o problema, a atitude é esta: proibir e penalizar quem faz”, diz um trecho da manifestação.

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ESPECIALISTAS APONTAM SITUAÇÕES EM QUE O BRASIL VIVEU COLAPSO NA SAÚDE E COMPARAM COM A ATUAL

Entenda quando um sistema de saúde entra em colapso e como sair da crise

Especialistas apontam situações em que Brasil viveu colapso na saúde e comparam com situação atual causada pelo coronavírus

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

03 de março de 2021 às 05:00

Hospital na capital de Santa Catarina, com leitos de UTI de Covid-19 ocupadosHospital Florianópolis, na capital de Santa Catarina, com todos os leitos de UTI de Covid-19 ocupados

Um ano após a pandemia do novo coronavírus chegar ao Brasil, o país vive no início deste mês de março o momento mais crítico no sistema de saúde, com ocupação máxima de leitos e recordes diários no número de novas mortes.

Muito se diz que vivemos uma situação de “colapso” na saúde em diversas localidades do país em razão da Covid-19, mas o que torna uma crise grave a ponto de merecer esse título?

Especialistas ouvidos pela CNN afirmam que um dos principais fatores é a proporção dos leitos ocupados, pela dificuldade de se ocorrer atrás da ampliação dessa estrutura, que demanda recursos e mão de obra. Também entra na conta o ritmo de agravamento da crise, o quanto o agente causador do colapso está avançando frente à capacidade de contê-lo.

“Um dos alertas importantes é a capacidade instalada de leitos, porque é muito difícil você ampliar rapidamente leitos de UTI, é uma área altamente especializada, que depende de pessoal muito qualificado e que não está disponível de maneira imediata no mercado”, afirma José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

“O grau de circulação do vírus, a capacidade do vírus de se transmitir. Aumentando a circulação de vírus mais pessoas adoecem, mais pessoas vão procurar assistência médica e mais pessoas vão ser internadas”, completa Temporão à CNN.

O médico Felipe Duarte Silva, gerente de práticas médicas do Hospital Sírio Libanês, afirma que o sistema de saúde não é preparado para o surgimento de uma doença como a Covid-19, com características muito diferentes das doenças tradicionais.

“Os sistemas de saúde usam a experiência prévia de atendimento à múltiplas doenças para montar suas estruturas. Num cenário desconhecido, fica muito difícil se preparar. A distribuição de leitos atuais foi feita para atender as doenças mais tradicionais da população, tivemos que nos adaptar rapidamente a essa nova realidade, pois além da Covid-19, temos que continuar a atender todas as outras doenças”, afirma o médico.

Covid-19

Para Edison Luiz Durigon, professor titular de virologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), a atual situação do colapso na saúde está sendo determinada pelo tipo de doença que o novo coronavírus causa, por ser uma doença que gera muitas internações.

“É um vírus silencioso, as pessoas pegam e passam bastante tempo sem recorrer ao serviço médico. Quando recorrem, já chegam em uma situação mais delicada e precisam ser internadas”, explica Durigon.

O professor prossegue, argumentando que a situação se agrava pela complexidade dos recursos hospitalares necessários e o tempo de internação longo a que os pacientes são submetidos.

“As pessoas acabam ficando internadas muito tempo, isso colabora para piorar a situação, isso é o que determina o colapso da saúde, o número excessivo de casos de uma doença que interna muito e leva muita gente para a UTI”, acrescenta o virologista.

Há como prever o colapso?

É preciso haver um acompanhamento da evolução da ocupação hospitalar de forma contínua, assim como da demanda e da evolução do cenário nacional e regional. Isso permite fazer previsões, porém elas só são eficientes no curtíssimo prazo, segundo explica o gerente de práticas médicas do Hospital Sírio-Libanês, Felipe Duarte Silva.

“Quando tentamos fazer previsões de longo prazo, vimos que elas foram muito impactadas pelo cenário nacional. Tentamos fazer modelo preditivo, mas isso acabou não se concretizando. A logística de planejamento de divisão e ocupação de leitos é fundamental para garantir que não chegue a um colapso”, acrescenta.

O médico diz que o preparo para o colapso é feito quando os profissionais se reúnem diariamente para analisar os números de pessoas acometidas, as taxas de ocupação de UTI, os espaços, equipes e equipamentos.

“Avaliamos o cenário e criamos planos de ação para quando o hospital alcançar determinados indicadores. Daí, aciona-se aberturas de novos leitos, mudança de espaços, e aquilo que foi planejado para atender os pacientes. Tem como prever o colapso, mas não tem como garantir isso 100%. A melhor forma de prevenir o colapso é ter planos de ação mapeados a partir da análise de dados”.

O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão enxerga a previsão como um planejamento que deve partir do governo federal. Para Temporão, teria sido necessária uma articulação nacional ao longo de 2020 a fim de prevenir a situação atual — o que, avalia o ex-ministro, não ocorreu.

O virologista Edison Durigon também avalia que o colapso poderia ter sido antecipado e critica “falta absoluta de planejamento”.

“Quando começou o colapso de saúde em março, o Brasil estava em uma situação delicadíssima, Manaus foi uma catástrofe total, uma tragédia anunciada. O que acontece agora é que todos os hospitais de campanha foram desmontados e não fizeram nada. Começamos a ver a segunda onda acontecer na Alemanha, Itália, EUA e novamente ficamos olhando o vírus chegar”, argumenta.

Como sair da crise?

A visão do gerente do Sírio-Libanês, em uma das regiões do Brasil mais afetadas pelo vírus, é de que o colapso pode ser solucionado com a distribuição de leitos a partir de análise de dados e com o comportamento colaborativo de todos.

“Essa colaboração se traduz dentro do hospital, onde todos trabalham incansavelmente para atender os pacientes que procuram nossa instituição, e fora do hospital, com o uso de máscaras, distanciamento social e higiene frequente das mãos”, sintetiza Felipe Duarte Silva.

Os especialistas concordam que a imunização é a solução mais urgente para desafogar o sistema de saúde em situações de crise.

“A saída dessa situação dependeria de um lado de nós conseguirmos o acesso rápido à um número muito grande de doses, o que é difícil hoje, o bem mais escasso no mundo no mercado mundial são as vacinas, e uma revisão crítica por parte do governo federal por sua postura alienada e anticiência”, afirma o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão.

Temporão acrescenta ainda outras medidas que devem ser adotadas e defende que o Ministério da Saúde lide o esforço de combate, listando medidas como distanciamento social, lockdown, uso de máscaras, medidas de higiene e a imunização.

“A única saída é vacinar, de maneira que a gente consiga diminuir o número de casos, diminuir o número de internações e diminuir o índice de mortalidade. Com isso, a gente sai fora do colapso do sistema de saúde”, afirma o virologista e chefe do departamento de Microbiologia na USP.

Brasil já viveu colapsos outras vezes

Zika, Sarampo e H1N1 são doenças mais recentes que já causaram colapso na saúde do Brasil conforme apontam os especialistas. No passado, a gripe espanhola. No entanto, argumentam, nenhuma situação tão alarmante como a que vivemos atualmente.

“O Brasil já viveu vários colapsos na saúde, um exemplo recente é a epidemia do Sarampo, em Manaus, em 2018, crianças foram à óbito por falta de internação, em 2009 tivemos a pandemia da gripe, da H1N1 e o Brasil viveu um colapso de saúde novamente, com essa doença bastante séria, mas foi mais rápido, a pandemia levou de 3 a 4 meses, então o sistema de saúde conseguiu respirar logo”, afirma Durigon.

Para o médico do Sírio-Libanês, há comparações do cenário atual com a gripe espanhol, “mas aquele era outro mundo, com menos conhecimento e tecnologia”.

“O Brasil já viveu outros momentos críticos sim, em 2009, eu era ministro, e tivemos a pandemia do H1N1, mas nós vacinamos 100 milhões de brasileiros em 2010, mobilizamos, usamos a ciência como aliada, seguimos a recomendação das organizações internacionais. Tivemos surto de febre amarela, surto de dengue, em nenhum momento nós vimos o que estamos assistindo estarrecidos hoje”, afirma José Gomes Temporão.

“Chegou a hora de o Brasil olhar para o que está acontecendo e começar a investir dinheiro em saúde pública, a criar mais hospitais, mais leitos de UTI, a criar uma infraestrutura mínima para que a gente possa combater essas novas pandemias, endemias e epidemias. O coronavírus não será nossa última pandemia”, finaliza o virologista da USP.

Fonte: CNN
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ARTHUR LIRA INFORMOU QUE CONVIDOU GOVERNADORES PARA DISCUTIR SITUAÇÃO DA PANDEMIA

Arthur Lira convida governadores para debater ações contra a pandemia

Lira afirmou ainda que ouvirá governadores sobre sugestões legislativas emergenciais para tramitarem em caráter de urgência

Da CNN Brasil

27 de fevereiro de 2021 às 12:51

Deputado Arthur Lira, do PP, em discurso na CâmaraDeputado Arthur Lira, do PP, em discurso na Câmara Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados (26.mai.2020)

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, informou neste sábado (27) que convidou governadores para um encontro na próxima semana para discutir a situação da pandemia.

“Pretendo fazer uma teleconferência com os governadores nesta semana, junto com o relator Márcio Bittar e a presidente da CMO [Comissão Mista do Orçamento], Flávia Arruda, para ouvir como o orçamento pode ajudar na superação da pandemia”, disse em suas redes sociais.

Segundo ele, inúmeros governadores estão tendo que tomar a decisão de decretar lockdown. “É hora de contribuir, buscando novas alternativas e novas vias legais para juntos mitigarmos essa crise”.

Lira afirmou ainda que ouvirá governadores sobre sugestões legislativas emergenciais para tramitarem em caráter de urgência, respeitando o teto fiscal.

“Com o recrudescimento e nova onda da pandemia, quero chamar todos os governadores para contribuírem com sugestões na formulação do orçamento geral da União.”

De toque de recolher ao lockdown

Na semana em que o Brasil teve o dia mais letal da pandemia em 2021, com 1.541 mortes registradas na quinta-feira (26), oito estados estão sob toque de recolher. Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Amazonas e Rio Grande do Norte impuseram restrições noturnas de circulação de pessoas para frear o avanço da Covid-19.

O governo do Distrito Federal decretou lockdown na sexta (26), suspendendo todas as atividades comerciais e industriais por 14 dias. Além disso, quatro estados anunciaram outras medidas de restrição durante a noite.

Santa Catarina suspendeu o funcionamento de atividades não essenciais das 23h de hoje até as 6h da próxima segunda-feira (1). O Rio Grande Do Sul ampliou o horário da sua suspensão de atividades para entre 20h e 5h, até o dia 7. Pernambuco proibiu qualquer atividade não essencial entre as 22h e 5h da manhã, a partir deste sábado (27).

Em São Paulo, o governador João Doria determinou um “toque de restrição”, que tem como objetivo evitar eventos e aglomerações desnecessárias. Porém, a medida não determina suspensão de atividades não essenciais.

Além dos estados, pelo menos 18 cidades brasileiras declararam seguir as determinações estaduais de toque de recolher ou decretaram suas próprias medidas. São elas: Salvador, Fortaleza, Campo Grande, Curitiba, João Pessoa, Manaus, Maringá, Dueré, Uberlândia, Viçosa, Porto Nacional e todas as cidades do Grande ABC, na região metropolitana de São Paulo.

Mesmo com o início da vacinação, a pandemia tem se agravado em diversos estados do país. Segundo a Agência CNN, o Brasil registra 10.461.767 casos e 253.066 mortes pelo coronavírus, ocupando o segundo lugar no ranking de mortes pela Covid-19 no mundo.

6,3 milhões de vacinados no Brasil

Em contrapartida, diversos estados receberam novos lotes das vacinas CoronaVac e AstraZeneca durante a semana, e uma nova carga com insumos chega no Rio de Janeiro neste sábado. Até sexta (26), ao menos 6,3 milhões de brasileiros já haviam recebido a primeira dose da vacina contra Covid-19, de acordo com levantamento feito pela CNN com dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde. Isso equivale a pouco menos de 3% da população total do país.

O Ministério da Saúde comunicou que espera receber do Instituto Butantan um lote com 2,7 milhões de doses da Coronavac até domingo (28). A previsão da pasta é que essas vacinas comecem a ser distribuídas na primeira semana de março, seguindo a divisão proposta no Plano Nacional de Imunização.

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DIANTE DE UM VIRUS QUE TEM MUITA ENERGIA QUALQUER RELAXAMENTO É PERIGOSO, DIZ DIRETOR EXECUTIVO DA OMS SOBRE PANDEMIA NO BRASIL

Pandemia: Diretor da OMS admite preocupação com situação do Brasil

“A situação do Brasil mostra que isso não acabou para ninguém”, disse Mike Ryan nesta sexta-feira (26)

INTERNACIONAL

Do R7, com informações da EFE

"A situação do Brasil mostra que isso não acabou", disse Mike Ryan

SALVATORE DI NOLFI/EFE

O diretor-executivo de emergências da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mike Ryan, admitiu preocupação com o momento do Brasil no combate ao novo coronavírus, que é o causador da covid-19.

“A situação do Brasil mostra que isso não acabou para ninguém, pois qualquer relaxamento é perigoso, diante de um vírus que ainda tem muita energia”, disse o representante da agência, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (26).

“Se as medidas sanitárias de controle não forem mantidas durante a introdução das vacinas, pagaremos um preço alto”, completou Ryan.

O Brasil tem o terceiro maior número de casos de infecção no mundo (10,4 milhões, segundo o Ministério da Saúde), mas o diretor da agência admitiu não estar claro se a magnitude do contágio tem relação com o surgimento de uma variante do novo coronavírus no país.

Mas Ryan fez um apelo pela continuação dos cuidados, com distanciamento social e uso de máscaras, que se mostraram eficazes contra todas as cepas do coronavírus. “Aumentar a capacidade do sistema de saúde é algo positivo, mas não é suficiente”, afirmou o diretor da OMS.

Fonte: R7
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DIREITO- JUSTIÇA: SEM DENÚNCIA E SEM CRIME RESTRIÇÃO DE LIBERDADE DO JORNALISTA EUSTÁQUIO JÁ PASSA DE 200 DIAS

Advogado expõe a situação de Eustáquio: 200 dias com restrição da liberdade, sem denúncia, sem processo e sem crime (veja o vídeo)

FotomontagemFotomontagem

Ricardo Freire Vasconcellos, advogado do jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio, preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, fez um resumo da situação em que se encontra o comunicador, atualmente.

Eustáquio está com as restrições à sua liberdade há mais de 200 dias, quando foi decretada a prisão temporária dele por cinco dias por “ausência de endereço certo e sabido”, em 26 de junho de 2020. Essa prisão foi prorrogada, para que fosse feita a oitiva, até o dia 6 de julho. Mas, no dia 5 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou as medidas cautelares restritivas, entre elas: proibição de aproximar-se do Supremo Tribunal Federal a menos de um quilômetro, ausentar-se de Brasília sem ordem judicial e impedimento de contactar aquelas pessoas que estão dentro do inquérito 4828, que investiga supostos atos antidemocráticos.

Durante todo esse período, foram feitas mais de cinco buscas e apreensões na casa dele, nas quais levaram tanto equipamentos de trabalho, tanto de Eustáquio, quanto da esposa.

Nesse espaço de tempo, o jornalista foi contratado para fazer matéria em São Paulo em relação às eleições municipais de 2020. Vasconcellos chegou a pedir autorização da justiça para ele se ausentar de Brasília. Porém, o jornalista viajou, urgentemente, a São Paulo e houve o entendimento de que ele violou as medidas cautelares impostas.

“Neste caso, foi imputada a ele tornozeleira eletrônica”, explicou o causídico, acrescentando que o jornalista já recebeu 164 ameaças de morte.

“Comunicamos ao ministro Alexandre de Moraes e ao Ministério dos Direitos Humanos, que marcou para ele ir lá e (por isso) teve a prisão preventiva decretada por violação das medidas”, informa.

O advogado, no entanto, esclarece que Eustáquio não violou nenhuma medida porque a prisão do jornalista não tem fundamentação jurídica nenhuma para se embasar. Até porque o próprio inquérito dos atos antidemocráticos já foi considerado pela delegada Denisse Dias Rosas, que chefia essas investigações, que não há indícios contra Oswaldo Eustáquio que leve a considerar qualquer delito.

Lembrando que o jornalista não está incluso no famigerado inquérito das Fake News, mas foi preso, ilegalmente, acidentou-se dentro do sistema carcerário e, hoje, está impedido de fazer tratamento que o recupere da paraplegia porque a “tornozeleira” o impede de usar os equipamentos adequados

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SEGUNDO SECRETARIA DE SAÚDE DO RN, EM RELAÇÃO AO OXIGÊNIO PARA PACIENTES INTERNADOS A SITUAÇÃO É TRANQUILA

Por G1 RN

 

Cilindros de oxigênio em Natal, RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiCilindros de oxigênio em Natal, RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) informou que o estado tem uma situação ‘tranquila’ em relação a oxigênio para pacientes internados e, no momento, não há risco de faltar.

“Nós temos hoje uma segurança de abastecimento de oxigênio nas nossas unidades. Nós temos leitos clínicos e críticos disponíveis, e oxigênio disponível, não só para paciente Covid, mas de todas as demandas que requerem o uso de oxigênio para tratamento”, disse a secretária adjunta de Saúde do estado, Maura Sobreira.

O Rio Grande do Norte disponibilizou 10 leitos para pacientes do AM, mas não há data definida para a transferência.

De acordo com o Regula RN, na tarde desta sexta (15), o RN estava 67,8% dos leitos ocupados. A pior situação é na região Seridó que está com 88,6% dos leitos ocupados. O RN tem, segundo a Sesap, 127.847 casos confirmados de Covid-19 e 3.149 mortes pela doença.

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OPINIÃO: É TRISTE E APARENTEMENTE LAMENTÁVEL A SITUAÇÃO DEPRIMENTE DA PODEROSA GLOBO

Caro(a) leitor(a),

Nasci no mesmo ano de fundação da Rede Globo de Produções. Não posso esquecer, pois quando ela completou 15 anos coincidiu com os 15 anos de Narizinho do Sítio do Pica Pau Amarelo, que também tem a minha idade. Portanto acompanhei a bela trajetória dessa emissora e sei que o Jornalista Roberto Marinho ideologicamente estava alinhado com os militares e foi sob o manto protetor do Estado Mãe que a emissora se desenvolveu, de vento em popa, num crescimento vertiginoso. Mas o Dr. Roberto Marinho morreu e os seus filhos, preferiram aderir ao PT e como fiéis escudeiros peitar o governo Bolsonaro, achando que ele não emplacaria o primeiro ano. Apostou errado e tem apostas erradas que são imperdoáveis e sem volta. A aposta é muito pesada. Tipo tudo ou nada! E as consequências est]ao ai!

Demissão em massa! Globo  manda embora 7 jornalistas veteranos

Foto IlustrativaFoto Ilustrativa

O mês de dezembro começou negativo para o Grupo Globo…

Não bastasse todas as baixas que o fatídico ano de 2020 causou na emissora, agora a Globo anunciou uma nova série de demissões.

No total, sete jornalistas veteranos irão deixar a emissora!

Entre eles, o experiente Luís Fernando Silva Pinto, que era correspondente em Washington desde 1986.

As principais mudanças, no entanto, foram na direção de Jornalismo de São Paulo (sai Cristina Piasentini, há 12 anos no cargo, e entra Ana Escalada, seu braço direito) e no Globo Repórter, com o desligamento da experiente Silvia Sayão. Ela era diretora do programa de grandes reportagens, que também perdeu a sua chefe de Redação na reformulação, Meg Cunha.

Outras baixas foram as de Maria Thereza Pinheiro, conhecida como Terezoca, e Teresa Cavalleiro, que comandavam a área de Projetos Especiais. Marco Antonio Rodrigues, o Bodão, conhecido por participar de programas como Bem, Amigos e coordenador das afiliadas de rede, sai da Globo após 41 anos.

Todos eles trabalham até o próximo dia 31.

A situação é dramática e a queda do gigante parece ser questão de tempo…

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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APÓS CONSTATAR O AVANÇO DA PANDEMIA NO PAÍS, PUTIN PEDIU QUE AUTORIDADES REGIONAIS NÃO TENTEM MAQUIAR A SITUAÇÃO REAL

 

Putin pede que governos ‘não tentem maquiar’ covid-19 no país

Rússia está prestes a ultrapassar a marca de 2 milhões de pessoas infectadas, mas presidente garantiu que situação está sob controle

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Putin para que covid não seja maquiada

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, constatou nesta quarta-feira (18) o avanço da pandemia do novo coronavírus no país e pediu para que as autoridades regionais “não tentem maquiar” a situação real.

“Em geral, a situação no país não é simples, mas está sob controle. Em algumas regiões da Rússia, a situação, digamos com clareza, é complexa”, declarou durante reunião virtual com o governo, na qual exigiu que as autoridades regionais sejam mais responsáveis.

O mandatário solicitou que “de forma alguma (as regiões) tentem maquiar a situação, pois é totalmente inadmissível se comportar como se tudo estivesse normal”.

“Ninguém precisa de relatórios de que tudo está bem, nem aqui, nem no centro, nem nas regiões’, advertiu, ao lembrar que a decisão de como gerir a pandemia em cada região cabe às autoridades locais e que “ninguém está isento de cumprir esta responsabilidade pessoal”.

Putin observou que o número de novos casos no país está crescendo diariamente e que, “infelizmente, está crescendo em número de casos graves”.

A Rússia está prestes a ultrapassar a marca de 2 milhões de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, com um total de 1.991.998 contágios confirmados desde o início da pandemia.

“E o mais alarmante é que o nível de mortalidade está aumentando”, disse Putin em um apelo para uma ação urgente para reverter a situação.

A Rússia registrou 456 mortes nas últimas 24 horas, o maior número de óbitos por covid-19 em um dia desde o início da pandemia, disseram as autoridades de saúde nesta quarta-feira.

“Qualquer lentidão é inaceitável neste momento. Clareza, capacidade de resposta e eficiência, estes são os critérios-chave para apoiar e proteger as pessoas. Este é o critério-chave do trabalho das autoridades em todos os níveis. Peço que tenhamos este princípio”, destacou Putin.

Fonte: R7

 

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NECESSIDADE DE MANTER A DESONERAÇÃO É CONSENSO NO CONGRESSO

 

Congresso trata como consenso necessidade de manter desoneração

Manutenção do benefício tributário a 17 setores é apoiada por deputados de situação e oposição, mas votação marcada para quarta (4) não está garantida.

POLÍTICA

Do R7

 

Sessão do Congresso para promulgação do Fundeb. Parlamentares se reunirão novamente

Deputados federais e senadores se preparam e pressionam para tentar derrubar na quarta-feira (4) o veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamento. O entendimento entre os parlamentares de situação e oposição, o empresariado e o próprio governo é que o regime tributário especial que hoje vale para 17 setores da economia precisa ser mantido pelo menos enquanto não há uma solução alternativa para aliviar os custos das empresas.

A desoneração foi criada em 2011 e consiste em um sistema diferenciado de recolhimento da contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que permite economia a empresas de áreas como call center, transportes e telecomunicações. Elas empregam juntas 6 milhões de trabalhadores. Em julho, o presidente Jair Bolsonaro vetou artigo de uma lei para prorrogar a desoneração até o final de 2021 afirmando não haver previsão para essa renuncia de receita no Orçamento do próximo ano, entre outros argumentos.

Entenda o que está em jogo na votação sobre veto à desoneração

Segundo o líder do governo no Congresso, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), há um consenso para a manutenção da desoneração e, caso a votação ocorra, o veto será derrubado. O governo no entanto, ainda tenta encontrar uma saída para bancar a renúncia de receita que ocorrerá em 2021 com a manutenção da desoneração.

Uma das apostas é mudar o formato da desoneração, alterando o cálculo e incluindo todos os setores da economia. O governo já tentou com essa proposta na mesa alcançar outro de seus objetivos, que é a criação do imposto sobre transações digitais. Com alíquota de 0,2%, o tributo que vem sendo chamado de “nova CPMF”, permitiria uma arrecadação de R$ 120 bilhões por ano, dos quais R$ 70 bilhões seriam usados para cobrir a desoneração, segundo o governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, no entanto, vem afirmando que a ideia do imposto digital, alvo de críticas, está “morta”.

Essa não é a única alternativa, porém. O governo trabalha com a possibilidade de que a manutenção da desoneração seja incluída na PEC Emergencial pelo relator do texto, o senador Márcio Bittar (MDB-AC).

Outra liderança do Congresso que vem defendendo o veto à desoneração é o líder do PSL no Senado, o senador Major Olímpio (SP). Ele afirma que o fim da desoneração aumentará o custo das empresas e causará de 500 mil a 1,2 milhão de demissões.

Olímpio, no entanto, revela um temor compartilhado também por outros parlamentares, o de que não haja quórum para a votação de quarta-feira. Isso porque a votação do veto já foi incluída na pauta do Congresso quatro vezes e, segundo o parlamentar, o governo, apesar de nas negociações comprometer-se com a derrubada do veto, “orientou a sua base a esvaziar e não dar quórum”. A última sessão que tinha a o veto à desoneração na pauta foi em setembro, cancelada justamente por falta de quórum.

Para a rejeição do veto é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, ou seja, 257 votos de deputados e 41 votos de senadores, computados separadamente.

Major Olímpio, que já participou de manifestação pela derrubada do veto em Brasília e irá a um novo ato na terça-feira (3), afirma que “se desoneração para esses 17 setores não for mantida” será ruim para o país. “E eu duvido muito que haja tempo e ânimo político para a votação de uma nova CPMF”, afirmou.

A intenção de derrubar o veto à prorrogação da desoneração é compartilhada pelos partidos de oposição. Segundo o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), líder da Minoria no Congresso, trata-se de um veto que prejudica os trabalhadores. Na hora que volta a cobrar pelo sistema antigo, muitas empresas vão acabar cortando trabalhador, vai aumentar o desemprego”.

Zarattini, porém, aponta outro risco à votação do veto, que é a falta de quórum simplesmente porque os partidos políticos estão com as atenções voltadas às eleições municipais que ocorrem neste mês de novembro. “No dia 4 não sei se haverá quórum, acho difícil porque estamos no meio do período eleitoral. Acho que vai acabar ficando para dezembro, diz.

 

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JUSTIÇA: A SITUAÇÃO FICA INSUSTENTÁVEL PARA O PRESIDENTE DA OAB, APÓS MPF ABRIR INQUÉRITO PARA APURAR SUPOSTO CRIME

MPF abre inquérito para apurar suposto crime do presidente da OAB e situação fica insustentável

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Felipe Santa Cruz

A situação está ficando extremamente complicada e indigesta para o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz.

Entre os advogados, parece tomar corpo o entendimento de que o presidente da entidade precisa ser afastado do cargo, imediatamente.

A citação de seu nome na delação premiada do ex-presidente da Fecomércio, Orlando Diniz, caiu como uma bomba.

Agora, para agravar o quadro, o Ministério Público Federal acaba de determinar a instauração de inquérito no âmbito da Polícia Federal para investigar possível prática de crime por parte de Santa Cruz, em razão da suposta tentativa de pagamento ilegal de benefício de R$17 mil reais, por mês, a um ex-funcionário da Ordem, que nunca contribuiu financeiramente em previdência privada para a entidade, para que fizesse jus a tal benefício.

O fato veio à tona através de um Memorando assinado pelo Tesoureiro, Vice-presidente e Secretário do Conselho Federal da OAB, que emitiram o respectivo documento comunicando a irregularidade e requerendo a suspensão do pagamento e revogação do ato.

Nesse sentido, o procurador da República, Caio Vaez Dias, em atenção ao pedido formulado pelo Instituto Nacional dos Advogados (INAD), determinou a abertura do inquérito policial, a juntada de documentos pelo Conselho Federal da OAB e algumas providências, inclusive a oitiva de Santa Cruz.

Eis o que determinou o procurador:

“1. Juntada dos documentos pela gestão do CFOAB:

a) cópia integral:

Do processo de nº 49.0000.2020.005019-2.

Da decisão do Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB exarada em sua 1.541ª Sessão, realizada em 17/02/1987.

Da ata do Conselho Diretivo que mencionou a questão do pagamento do benefício de R$ 17 mil reais ao ex-funcionário da OAB.

Das decisões da Diretoria da OAB e do Conselho Pleno mencionadas pelo Presidente da OAB em sua manifestação nestes autos.

Da ata da reunião do Conselho Pleno em setembro de 2020, que teria analisado a questão na sessão plenária.

2. A oitiva de:

A respeito dos fatos, de Paulo Fernando Torres Guimarães.

Dos signatários do Memorando nº 002/2020-DIRETORIA, de 13 de agosto de 2020 (cuja cópia consta destes autos).

Do Presidente da CFOAB e, ora representado, FELIPE DE SANTA CRUZ OLIVEIRA SCALETSKY.

De fato, a situação do presidente da OAB é desesperadora.

O seu afastamento do cargo é absolutamente necessário para que a entidade seja poupada.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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