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BOAS NOTÍCIAS: NOVO TRATAMENTO CONTRA CÂNCER DE MAMA MULTIPLICA POR 6 VELOCIDADE DE REGRESSÃO DO TUMOR

Um novo tratamento contra o câncer de mama que pode fazê-lo regredir 6 vezes mais rápido é o destaque de hoje, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. O composto que pode ajudar na regressão do câncer de mama foi descoberto por pesquisadores da USP. O trabalho foi publicado na revista científica Science Signaling e inclui o uso de droga identificada que enfraquece as células tumorais. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa notícia maravilhosa!

Tratamento pode fazer câncer de mama regredir 6 vezes mais rápido

Pesquisadores da USP descobriram um composto que pode ajudar na regressão do câncer de mama. O tratamento consegue acelerar em até seis vezes a regressão do tumor, mesmo nos tipos mais agressivos.

O processo inclui uma etapa antes da quimioterapia, com o uso de droga identificada que enfraquece as células tumorais. O trabalho foi publicado na revista científica Science Signaling.

Além de pesquisadores da USP, especialistas de Harvard, nos Estados Unidos, contribuíram com o estudo.

Metabolismo celular

Um dos autores da pesquisa, Vinícius Guimarães Ferreira, disse que a resposta para os bons resultados está no metabolismo celular.

“Nós levantamos 192 compostos, que estavam em uma biblioteca de compostos, de drogas, do laboratório. A gente já sabia onde esses compostos iam operar no metabolismo da célula. Testamos para verificar qual deles atingia a célula especificamente do triplo-negativo”, disse.

Triplo-negativo é como se chama o tipo mais severo de câncer de mama.

Em Harvard, Vinícius teve a supervisão e contribuição do professor Anthony Letai, especialista na avaliação de mecanismos que levam as células tumorais à morte.

De acordo com os pesquisadores, quando o tratamento contra o tumor é mais eficiente, o paciente tem menores chances de efeitos colaterais causados pelos medicamentos.

“É como se fosse um barranco, você empurra a célula perto do barranco para entrar o quimioterápico e dar aquele último empurrão”, comparou Vinícius.

Molécula ideal

A primeira parte do estudo analisou os compostos disponíveis para encontrar a molécula ideal. “No final, a gente encontrou alguns que eram os mais promissores e fomos para o modelo animal”, indicou o pesquisador. As drogas que deixaram os tumores mais vulneráveis foram testadas em camundongos com câncer de mama.

Os testes duraram 21 dias e mostraram resultados muito animadores. A resposta foi que usando apenas medicamentos quimioterápico, houve regressão de 10%. No tratamento combinado, o tumor diminuiu 60%. “A terapia foi 500% mais eficaz.”

Os pesquisadores destacam que, conforme dados da Sociedade Americana de Câncer, o câncer de mama triplo-negativo é responsável por cerca de 10% a 15% dos cânceres de mama e é mais comum em mulheres com menos de 40 anos. É um tipo de câncer que cresce mais rápido, com opções limitadas de tratamento.

E além dessa pesquisa, outros cientistas da USP descobriram que o zika vírus é capaz de matar tumores cerebrais. Para ajudar tornar o tratamento acessível para a população, estamos com uma campanha de arrecadação online. Acesse o Só Vaquinha Boa e contribua!

Com informações de R7

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: UMA BRASILEIRA QUE DEU UMA VIRADA DE MESA NOS EUA

Um exemplo de perseverança e superação é o destaque deste domingo, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Sophia Utnick, de 39 anos, é uma brasileira que superou os obstáculos da vida e montou várias empresas de serviços domésticos, inspirada na atividade de sua mãe, que era doméstica, além de outras atividades no meio artístico, de distribuição de bebidas, paisagismo e muito mais. Conheça a belahistória de superação dessa guerreira lendo o artigo completo a seguir!

Brasileira filha de doméstica vira empreendedora de sucesso nos EUA

Uma brasileira, filha de empregada doméstica, virou uma grande empreendedora nos Estados Unidos.

Sophia Utnick, de 39 anos, superou os obstáculos da vida e levantou várias empresas de serviços domésticos, além de outras atividades no meio artístico, de distribuição de bebidas, paisagismo e muito mais.

A vida mudou depois da perda de seu terceiro irmão de 16 anos para um câncer no fígado. Foi quando a família toda foi embora do país, na década de 80.

A mãe da empresária saiu de Governador Valadares, Minas Gerais e resolveu tentar a sorte em Boston, nos Estados Unidos, em busca de uma vida melhor.

A inspiração

Sophia é a caçula das irmãs e foi na cidade norte-americana que concluiu todos os estudos.

Na época da universidade, o primeiro curso escolhido foi justiça criminal. Mas, a raiz empreendedora vem da mãe, que foi uma das pioneiras das empresas de limpeza, em Boston.

Inspirada na mãe, Sophia, começou uma faculdade de administração. Esse foi um grande passo para começar a construir empresas e também criar os próprios negócios.

“Eu sou dona de uma empresa de distribuição de cerveja, junto com o meu marido. Nós somos um dos maiores no ramo, em Nova York. Também somos donos de uma empresa de landscape, em Miami. Sou paisagista, mas o que mais tenho feito é produção artística”, contou a empreendedora em nota enviada ao Só Notícia Boa.

Negócios na pandemia

Utnick Production, surgiu em meio a pandemia da Covid-19. Sophia não sentiu medo de empreender durante a crise.

Ela já ajudava artistas iniciantes com despesas da carreira e a fazer contatos no meio para crescer profissionalmente. Foi aí que a empreendedora juntou o útil ao agradável e montou mais uma empresa.

O foco de Sophia foi pegar pessoas da periferia de Recife, que tinham o sonho de entrar no meio artístico e dar oportunidades de crescimento.

“Peguei pessoas que ninguém daria oportunidade e comecei a ajudar e hoje graças a Deus, muitos estão com a sua carreira em crescimento”, conta.

Entre os artistas que divulga está MC Mirella, um dos novos talentos no mundo funk brasileiro.

Solidariedade 

Durante a pandemia, Sophia enviou para Recife e Minas Gerais, mais de 500 cestas básicas, para ajudar famílias em vulnerabilidade social e reduzir os impactos do isolamento social na região.

Fora essas ações, a empresária ajuda a arrecadar dinheiro para manter suas causas sociais de pé e a reabilitação de dependentes químicos.

“Em Minas Gerais, eu sempre ajudei a Instituição de Santa Luzia, que cuida de pessoas idosas com problemas mentais. A Casa das Meninas. Em tempos fora de pandemia alugava o trenzinho da alegria, para animar crianças e velhinhos”, lembra.

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: UMA GRANDE DESCOBERTA DA MEDICINA PARA OS PACIENTES COM CÂNCER

Uma grande descoberta trás um novo alento para pacientes com diversos tipos de câncer. Cientistas da Cardiff University, no Reino Unido constataram que a aspirina pode ser uma opção para o tratamento de vários tipos de câncer como de cólon, mama e próstata. Leia o artigo completo a seguir e saiba os detalhes dessa nova publicação científica.

Aspirina reduz em 20% mortes por câncer de cólon, mama e próstata

A aspirina, vendida sem contra-indicações em vários países como analgésico, pode ser uma opção para o tratamento de vários tipos de câncer como de cólon, mama e próstata.

Foi o que constataram cientistas da Cardiff University, no Reino Unido. Eles realizaram um estudo com pacientes de 18 tipos diferentes de câncer. (veja relação abaixo)

A conclusão publicada na eCancermedicalscience mostrou uma redução de 20 por cento nas mortes pela doença, em comparação com aqueles que não tomaram o medicamento.

Estudo

O estudo foi conduzido por Peter Elwood, professor honorário da Cardiff University que estudou os efeitos da aspirina por mais de 50 anos.

Os pesquisadores revisaram 118 estudos observacionais, que incluíram 250.000 pacientes com 18 tipos de câncer diferentes.

E constataram que a aspirina reduz a ‘propagação metastática’ – a propagação do câncer dentro do corpo.

“Pacientes com câncer devem ser encorajados a levantar o tópico da ingestão de aspirina com seus médicos”, disseram os pesquisadores.

O professor Elwood explica que ficou “impressionado com as ações da aspirina” nos mecanismos biológicos relevantes para o câncer.

Reduz mortes

“Nossa pesquisa sugere que a aspirina não apenas ajuda a reduzir o risco de morte, mas também reduz a disseminação do câncer dentro do corpo – a chamada disseminação metastática.

“Há agora um corpo considerável de evidências que sugere uma redução significativa na mortalidade em pacientes com câncer que tomam aspirina – e esse benefício parece não estar restrito a um ou alguns tipos de câncer.

‘No entanto, devemos também enfatizar que a aspirina não é uma alternativa possível a qualquer outro tratamento”, diz o professor Elwwol.

18 tipos

Os casos de câncer foram principalmente de cólon, mama e próstata, mas também incluíram nasofaringe, esôfago, fígado, vesícula biliar, pâncreas, bexiga, ovário, endométrio, cabeça e pescoço, pulmão, leucemia, glioma, melanoma, gastrointestinal (GI) e gástrico.

“No geral, descobrimos que a qualquer momento após o diagnóstico de câncer, cerca de 20 por cento mais dos pacientes que tomaram aspirina estavam vivos, em comparação com os pacientes que não tomaram aspirina”, conclui Elwood.

Com informações do Daily Mail

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS: NOVA DESCOBERTA PERMITE COMPREENDER COMO OS GENES SE EXPRESSAM E AS CONSEQUÊNCIAS DISSO

No artigo a seguir, aqui na coluna CIÊNCIAS desta segunda-feira, você vai saber que cada corpo humano tem cerca de 30 mil genes. Que eles ditam não apenas nossa aparência, mas também processos biológicos essenciais e que uma equipe de pesquisa da Universidade Estadual da Flórida descobriu como esse processo está implicado no câncer. Eles descobriram ainda que a forma como essa região se apresenta determina como os genes são ativados ou desativados. Portanto, convido você a ler o artigo completo e entender essa nova descoberta!

Descobertas novas informações sobre como genes ‘ligam’ e ‘desligam’

Processos agora revelados permitem avançar na compreensão de como os genes se expressam e as consequências disso

Mecanismos revelados desafiam os modelos atuais de como um gene é expresso. Crédito: CC0 Public Domain

Cada corpo humano tem cerca de 30 mil genes. Eles ditam não apenas nossa aparência, mas também processos biológicos essenciais. Agora, uma equipe de pesquisa da Universidade Estadual da Flórida (FSU, nos EUA) e da Universidade Nacional Australiana (ANU) descobriu um aspecto-chave da regulação do gene e, em última análise, como esse processo está implicado no câncer. Seu estudo foi publicado na revista Nature Communications.

No artigo, Jonathan Dennis, professor associado de ciências biológicas da FSU, e David Tremethick, professor da ANU, revelam informações importantes sobre a região de controle de um gene – onde as proteínas se ligam para ativar ou desativar genes. Os pesquisadores descobriram que a forma como essa região se apresenta determina como os genes são ativados ou desativados.

Esse “acondicionamento” se refere a todas as características de como e onde tais proteínas se fixam. O processo é crítico para a biologia humana, observou Dennis. “Quando a coisa errada se liga, você obtém fisiologia inadequada, em alguns casos, câncer”, disse ele.

As novas informações desafiam os modelos atuais de como um gene é expresso. Elas revelam que existem muitas maneiras diferentes de um promotor (a região do DNA que inicia a transcrição de um determinado gene) ser acondicionado para permitir ou restringir a expressão de um gene.

Papel importante

Uma proteína chamada H2A.Z desempenha um papel importante na regulação desse acondicionamento de genes de diferentes maneiras. Os pesquisadores descobriram que um papel importante da H2A.Z na regulação do gene é garantir que apenas os fatores regulatórios adequados tenham acesso aos promotores do gene.

“A H2A.Z é um tipo de proteína chamado variante da histona [as principais proteínas que compõem o nucleossomo]”, disse Lauren Cole, ex-doutoranda da FSU e primeira autora do artigo. “Como as variantes das histonas desempenham um papel importante na regulação do gene, este trabalho leva a uma compreensão ampliada do genoma humano.”

Segundo Tremethick, a descoberta ressalta quanto trabalho ainda precisa ser feito para entender o genoma humano e como essa descoberta pode trazer avanços nas pesquisas.

“Embora já tenham se passado quase 20 anos desde que o genoma humano foi sequenciado, como essa informação genômica é seletivamente utilizada para direcionar os padrões de expressão gênica que sustentam as decisões sobre o destino das células ainda permanece pouco compreendido”, disse Tremethick. “Embora ainda haja muito trabalho a ser feito, nosso estudo ajudará a mover essa área adiante para obter uma melhor compreensão de como nossos genes são expressos na hora e no lugar certos, o que tem implicações críticas para a saúde humana.”

Fonte: Revista Planeta

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CIÊNCIAS: UMA VACINA PERSONALIZADA ANTICÂNCER OBTEVE ÊXITO EM CAMUNDONGOS E PODE DAR CERTO EM HUMANOS

CIÊNCIAS: UMA VACINA PERSONALIZADA ANTICÂNCER OBTEVE ÊXITO EM CAMUNDONGOS E PODE DAR CERTO EM HUMANOS
Vaccine test on laboratory mouse, applied by injection

Um novo alento em busca da cura do câncer é o destaque da nossa coluna CIÊNCIAS deste sábado. Uma equipe de cientistas modificam os vírus para torná-los específicos para as células de um tumor. Esses vírus, chamados de vírus oncolíticos infectam e destroem especificamente as células cancerosas sem tocar nas células saudáveis. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer o princípio ativo dessa poderosa vacina.

Cientistas desenvolvem vacina anticâncer personalizada que funciona em camundongos

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Uma equipe de pesquisa em Montreal está ocupada desenvolvendo uma vacina anticâncer personalizada que funciona em camundongos.

No Centro de Pesquisa do Hospital da Universidade de Montreal (CRCHUM), Marie-Claude Bourgeois-Daigneault e uma equipe de cientistas modificam os vírus para torná-los específicos para as células de um tumor.

Uma vez no corpo do paciente, esses vírus – chamados de vírus oncolíticos – infectam e destroem especificamente as células cancerosas sem tocar nas células saudáveis. Esses vírus podem até estimular o sistema imunológico para que fique mais bem armado para reconhecer e matar células malignas. Isso é conhecido como imunoterapia.

Em um estudo publicado na  Nature , os pesquisadores mostram como eles criaram uma vacina personalizada eficaz, combinando vírus oncolíticos com pequenas moléculas sintéticas (peptídeos) específicas para o câncer alvo.

Aqui, Bourgeois-Daigneault explica a abordagem e as descobertas de sua equipe.

Em seu estudo, você usa vírus oncolíticos como adjuvantes de vacina anticâncer para imunizar camundongos. Como você faz isso?

Marie-Claude Bourgeois-Daigneault, CRCHUM 

Para que uma vacina induza uma resposta imunológica, ela deve conter elementos que estimulem as células do sistema imunológico – os famosos glóbulos brancos.

Esses elementos, chamados adjuvantes, são ingredientes de todas as vacinas. Eles permitem que o corpo humano perceba o perigo potencial e contenha a ameaça enviando seu exército de células imunológicas.

Nossa abordagem consiste em usar vírus oncolíticos para estimular essa resposta imune e direcioná-la ao câncer. Para ter sucesso, criamos uma vacina misturando vírus com peptídeos sintéticos (antígenos) que se assemelham ao câncer visado.

Porque é verdade que, para ser eficaz, a vacina tem que ser personalizada para cada paciente, a partir das mutações específicas de cada célula cancerosa. Graças ao trabalho de identificação feito por outras equipes de pesquisa, podemos prever quais peptídeos usar para cada paciente por meio das informações obtidas em uma biópsia.

A vantagem de nossa abordagem é que os próprios vírus oncolíticos têm o poder de matar o câncer. Podemos, assim, atacar o câncer em duas frentes: matá-lo diretamente com o vírus e induzir uma resposta imune, graças não só ao vírus, mas também à vacina.

Em nossos camundongos, pudemos demonstrar a eficácia da imunização resultante.

O que diferencia sua estratégia de vacina dos ensaios clínicos atualmente conduzidos por outras equipes?

As outras vacinas anticâncer personalizadas clinicamente testadas não usam vírus oncolíticos como adjuvantes de vacinação. Portanto, seu adjuvante não tem efeitos anticâncer diretos, ao passo que, em nosso caso, nossos vírus podem destruir o câncer.

Uma vacina anticâncer usando vírus oncolíticos está sendo testada no Canadá e nos Estados Unidos. No entanto, ela não é personalizada. Em vez disso, tem como alvo certos cânceres específicos que têm um antígeno em comum. Ao direcionar esse antígeno, a vacina induz uma resposta imune.

Nesse caso, os vírus oncolíticos devem ser geneticamente modificados para permitir a inserção do antígeno no genoma dos vírus.

Isso é muito diferente da nossa abordagem. Podemos ter como alvo todos os cânceres sem modificação genética. Um pouco como montar Lego – é uma questão de misturar peptídeos sintéticos semelhantes ao câncer com o vírus escolhido. Será muito mais fácil de implementar em um ambiente clínico.

Que desafios precisam ser enfrentados antes que sua abordagem de vacinação anticâncer personalizada possa ser traduzida em prática clínica?

O principal desafio é identificar as mutações contra as quais queremos vacinar. Porque um câncer é único em suas dezenas ou centenas de mutações, mas apenas algumas delas, uma vez direcionadas, terão um efeito terapêutico e nos permitirão eliminá-lo.

A identificação dessas mutações é a etapa fundamental que ainda precisa ser otimizada. Felizmente, muitos grupos estão trabalhando nessa área.

Fonte: Universidade de Montreal; Imagem em destaque: Dodgerton Skillhause, licença CC

Fonte: Good News Network

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SAÚDE: A VITAMINA D TAMBÉM PROTEGE VOCÊ DO CÂNCER

Nesta quinta-feira o Dr, Menelau dá uma verdadeira aula, pra ninguém botar defeito, aqui na nossa coluna SAÚDE sobre a Vitamina D e focando nas suas propriedades anticâncer. Nesse vídeo ele ensina como se manter em dia com esta vitamina tão essencial. Por isso você não pode deixar de assistir o vídeo a seguir!

Fonte:

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PREFEITO LICENCIADO DE SÃO PAULO, BRUO COVAS CONTINUA INTERNADO E SEGUE CONFIANTE NA LUTA CONTRA O CÂNCER

Continuo a lutar sem baixar a cabeça, diz Bruno Covas sobre tratamento de câncer

Prefeito licenciado de São Paulo fez postagem nas redes sociais neste domingo (9)

Thiago Vinícius Ramos Alves Da CNN, em São Paulo

09 de maio de 2021 às 18:45

Continuo a lutar e sem baixar a cabeça”, diz Bruno Covas

Internado para tratamento contra um câncer, o prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), publicou uma mensagem em suas redes sociais neste domingo (9), contando como está sua luta contra o câncer. Ele está internado há uma semana no Hospital Sírio Libanês, após apresentar sangramento no estômago.

“Continuo a lutar aqui no hospital. Sem baixar a cabeça e sem perder minha motivação. Muita força, foco e fé. E espero logo estar junto de vocês para agradecer por todo carinho. Feliz Dia das Mães e bom domingo!’, escreveu.

Covas está internado em uma Unidade Semi-Intensiva e não tem previsão de alta. Segundo o boletim médico divulgado na última quinta-feira (6), o prefeito será submetido a radioterapia.

Licença e tratamento

Covas anunciou que se afastaria do cargo de prefeito de São Paulo por 30 dias no último dia 2. Em nota, a prefeitura afirmou que o afastamento foi motivado pelo surgimento de novos focos de câncer em seu sistema digestivo.

“Com o surgimento de novos focos, o Prefeito de São Paulo precisará de dedicação integral ao tratamento e entende que não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”, diz o texto.

Em suas redes sociais, o prefeito postou um comunicado dizendo que tem sido “o mais transparente possível com a situação” de sua saúde e agradeceu o apoio recebido.

“Obrigado a todos. O apoio e carinho que recebo é essencial para superar os desafios que venho enfrentando. Com força, foco e fé, venceremos”, disse Covas. Com a licença, o vice Ricardo Nunes assumiu o posto por 30 dias.

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BRUNO COVAS DECIDE SE LICENCIAR POR 30 DIAS DO CARGO DE PREFEITO PARA TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER

Com câncer, Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo

O vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB) assumirá a prefeitura da capital paulista após autorização da Câmara Municipal

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 02 de maio de 2021 às 18:54

Bruno Covas decide se licenciar do cargo de prefeito por 30 dias para tratar câncer | Jovem Pan

Com câncer no sistema digestivo, Bruno Covas (PSDB) irá se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo por 30 dias para realizar o tratamento contra a doença. A informação foi confirmada à CNN pelo vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Em nota, a prefeitura de São Paulo afirmou que o tucano precisará se dedicar integralmente ao tratamento de novos focos da doença, o que “não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”.  O ofício com o pedido de afastamento será enviado nesta segunda-feira (3).

Para a mudança da chefia da capital, é preciso que seja aprovado um projeto de lei na Câmara Municipal de São Paulo. Ricardo Nunes afirmou que enviará ao presidente da Casa, Milton Leite (DEM), o pedido para que a licença de 30 dias de Covas seja a partir de terça-feira (4).

O presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM), informou que assim que notificado dará publicidade ao pedido de licença médica e comunicará o vice-prefeito que passa a responder pelo comando da cidade. Segundo Leite, o processo é meramente formal, não havendo necessidade de qualquer tipo de aprovação pela Casa.

Nunes disse que conversou com o prefeito Bruno Covas, que informou estar seguindo uma orientação médica para que fique em repouso.

Tratamento e internação

Na última terça-feira (27), Bruno Covas, que tem 40 anos, recebeu alta hospitalar após internação no hospital Sírio-Libanês. Segundo o boletim médico, ele recebeu tratamento quimioterápico e imunoterápico, ambos “bem tolerados”.

Com a liberação do hospital, Covas prossegue com aplicações dos tratamentos com duração de 48 horas a cada duas semanas, informou o boletim.

Em post feito no Instagram, Bruno Covas publicou o boletim médico de sua alta. “Partiu casa! Mais uma vitória entre muitas batalhas. Agradeço a todos pelas rezas, orações e pensamentos positivos. O tratamento continua. O carinho e força que recebi durante todos esses dias são essenciais para continuar lutando e acreditando”, escreveu na publicação.

Quando foi internado pela última vez, a equipe médica encontrou novos pontos de câncer em Covas, que desde 2019 foi diagnosticado com a doença no trato digestivo. No dia 21 de abril, os médicos informaram que o prefeito apresentou também acúmulo de líquidos nos pulmões e no fígado.

No dia 16 de abril, o prefeito também usou as redes sociais para comentar o boletim médico em que foi revelado que ele apresenta novos pontos de câncer no fígado e nos ossos.

“Abaixar a cabeça!? De jeito nenhum. Vou seguir lutando. Ainda tenho muito trabalho a fazer. Obrigado a todos pelo carinho de sempre. Rezas, orações, pensamentos positivos que recebo de todos os cantos me fazem mais forte nessa batalha. #forçafocoefé”, escreveu Covas, no Instagram.

Fonte: R7

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BOAS NOTÍCIAS: SUCESSO EXTRAORDINÁRIO DA VACINA CONTRA CÂNCER CEREBRAL EM HUMANOS

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Vacina contra câncer cerebral tem sucesso histórico em testes humanos

Um vacina contra o câncer cerebral, com o 1º teste em humanos, teve sucesso. O estudo foi publicado pela revista científica Nature.

Após resultados promissores, os pesquisadores irão para fase 2 de testes da imunoterapia para ajudar o sistema imunológico a matar tumores cerebrais.

De acordo com o artigo da Nature, a vacina é segura para todos os pacientes e mostra a esperada resposta imune ao tecido canceroso.

Os gliomas difusos são geralmente tumores cerebrais incuráveis ​​que se espalham no cérebro e são difíceis de remover completamente por cirurgia. A quimioterapia e a radioterapia também costumam ter um efeito limitado.

“Nossa ideia era apoiar o sistema imunológico dos pacientes e usar uma vacina como uma forma direcionada de alertá-lo para o neoepítopo específico do tumor”, explicou o diretor do estudo Michael Platten, Diretor Médico do Departamento de Neurologia da University Medicine Mannheim e Chefe de Divisão do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer (DKFZ).

A mutação IDH1 é uma candidata particularmente adequada aqui, pois é altamente específica para os gliomas e não ocorre em tecido saudável. Além disso, a mutação IDH1 é responsável pelo desenvolvimento desses gliomas: “Isso significa que uma vacina contra a proteína mutada nos permite atacar o problema na raiz”, acrescentou Platten.

Testes

Um total de 33 pacientes em vários centros diferentes na Alemanha foram incluídos no estudo. Além do tratamento padrão, eles receberam a vacina peptídica produzida pelo Hospital Universitário de Heidelberg e pela Universidade de Tübingen. A resposta imune pôde ser avaliada em 30 pacientes, de acordo com o estudo publicado na Nature .

Os médicos não observaram efeitos colaterais graves em nenhum dos pacientes vacinados. Em 93 por cento dos pacientes, o sistema imunológico mostrou uma resposta específica ao peptídeo da vacina e o fez independentemente da base genética do paciente, que determina as moléculas de apresentação importantes do sistema imunológico, as proteínas HLA.

Em grande parte dos pacientes vacinados, os médicos observaram “pseudoprogressão”, inchaço do tumor causado por uma série de células invasoras do sistema imunológico.

Esses pacientes tinham um número particularmente grande de células T auxiliares em seu sangue com receptores imunológicos que responderam especificamente ao peptídeo da vacina, como revelou o sequenciamento de uma única célula.

“Também pudemos demonstrar que as células imunes específicas da mutação ativadas invadiram o tecido tumoral cerebral”, relatou Theresa Bunse, do DKFZ, que coordenou as análises imunológicas para esses estudos.

Sobrevivência alta

A taxa de sobrevivência de três anos após o tratamento foi de 84 por cento nos pacientes totalmente vacinados, e em 63 por cento dos pacientes o crescimento do tumor não havia progredido dentro deste período.

Entre os pacientes cujo sistema imunológico mostrou uma resposta específica às vacinas, um total de 82 por cento não teve progressão do tumor no período de três anos.

Os pesquisadores também estão preparando um estudo de fase II para examinar pela primeira vez se a vacina IDH1 leva a melhores resultados de tratamento do que o tratamento padrão sozinho.

Uma pesquisa muito importante para a medicina está em andamento na USP, mas precisa de apoio. Cientistas da universidade descobriram que o zika vírus é capaz de curar tumores cerebrais em crianças. Conheça essa história e apoie o projeto no Só Vaquinha Boa!

Por Andréa Fassina, da redação do Só Notícia Boa – Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: CÂNCER DE MAMA JÁ É O MAIS COMUM NO MUNDO SUPERANDO O DE PULMÃO

OMS: câncer de mama supera o de pulmão e já é o mais comum no mundo

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Câncer de mama | Foto: Sociedade Brasileira de Mastologia

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser maior causa de mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama, 11,7% do total, sendo o que mais pessoas atinge no mundo.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado, mas continua a ser aquele que mais pessoas mata. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas. Essas informações foram dadas ao jornal El País pelo médico Álvaro Rodriguez-Lescure, presidente da Sociedade Espanhola de Oncologia.

De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado.

A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

Fonte:  Portal da Tropical- notícias

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CIÊNCIAS: MÉDICO DESENVOLVE MÉTODO PARA ESCOLHER O REMÉDIO PERFEITO PARA CADA TUMOR

Todos os dias a ciência e a medicina avançam com novas descobertas, principalmente na área da oncologia. Por isso, mais uma vez o destaque da nossa coluna CIÊNCIAS é um oncologista pioneiro e professor clínico da Universidade da Califórnia em Irvine, que está tendo o dobro das taxas de sucesso no tratamento do câncer. Ele desenvolveu um método para a escolha do remédio perfeito para cada tipo de tumor e acabou com o velho método de tentativa e erro. Leia o artigo completo a seguir e conheça qual é esse método revolucionário!

O médico determina o remédio perfeito para o câncer em estágio 4 de qualquer pessoa com perfil funcional – e seus resultados são ‘impressionantes’

Um oncologista pioneiro e professor clínico da Universidade da Califórnia em Irvine está tendo o dobro das taxas de sucesso no tratamento do câncer – e uma mãe ficou tão emocionada com o resultado que ela procurou um estranho que recomendou a clínica e os novos amigos agora estão ligados como fortes sobreviventes de diagnósticos terminais.

Quando Maria Lewis sentiu pela primeira vez um caroço, seu coração afundou porque ela havia perdido muitos membros da família para o câncer. Ela foi diagnosticada com câncer de mama triplo negativo – o que significa que não tinha nenhum dos receptores comumente encontrados no câncer de mama – e recebeu 3-6 meses de vida com pouca esperança de que qualquer tratamento funcionasse.

Depois de receber ordens para se preparar para o pior, o jovem de 50 anos com quatro filhos que moravam em casa viajou para Los Angeles depois de procurar ajuda na Internet.

Ela foi ver o Dr. Robert Nagourney, que usa a técnica emergente de “perfil funcional” para testar quais drogas funcionarão em qualquer paciente, usando amostras dos tumores ou fluidos reais.

Basicamente, isso envolve matar o tumor de um paciente primeiro no laboratório, com base em quais drogas e combinações de drogas aprovadas pelo FDA funcionam melhor, e então fornecê-las ao paciente – usando medicina personalizada baseada não na genômica, mas na biologia celular.

Nagourney ficou desencantado com a abordagem de tentativa e erro que testemunhou durante as bolsas em Georgetown e em outros lugares, e decidiu que deveria haver uma maneira melhor. Hoje, sua abordagem está pegando no mundo todo, devido ao sucesso de seus pacientes.

Quando Maria chegou à clínica dele, ela estava no estágio 4 – com um grande tumor de 6 cm em sua mama, um tumor em seu rim e envolvimento de linfonodos.

Uma semana depois de ir para casa em Utah, o Dr. Nagourney terminou seus testes e ela voltou a receber quimioterapia com base nos resultados do laboratório que visavam apenas os medicamentos certos. Três semanas após a sessão de quimio, ela não conseguia mais sentir o tumor. Três semanas depois disso, o tumor havia sumido.

Depois que Maria se recuperou, ela ouviu sobre Shellie Chrum em St. Louis (uma amiga de seu vizinho) que estava lidando com um diagnóstico terrível semelhante: câncer de mama metastático que se espalhou para seus pulmões e ossos, incluindo a coluna vertebral. Ela imediatamente ligou para Shellie.

Novos melhores amigos

“Embora nunca nos tenhamos conhecido pessoalmente, falamos ao telefone por muitas horas”, disse Maria ao GNN. “Tendo eu mesmo tido um diagnóstico de câncer com risco de vida e tendo sido abençoado com os resultados que obtive, quero gritar para que todos possam ouvir e aprender com a minha experiência com o teste de perfil funcional do Dr. Nagourney.”

Shellie seguiu o conselho de seu novo amigo e foi para a Califórnia no verão passado para que Nagourney pudesse remover o fluido de 43 anos de idade, o que forneceu células amplas para sua análise de EVA / PCD (Análise Ex-Vivo de Morte Celular Programada).

Depois de determinar que ela era HER2-positiva (para fator de crescimento epidérmico humano 2), Nagourney sabia que ela seria uma boa candidata para a combinação de drogas comuns Trastuzumabe (Herceptin) e Pertuzumabe (Perjeta), mas como tratar a doença envolvendo pulmão e ossos deixou o médico intrigado.

Ele descobriu uma interação altamente favorável entre a vinorelbina e o trastuzumabe e adicionou uma dose baixa de Everolimus – que resultou em uma combinação de quatro medicamentos que “nenhum outro paciente com câncer de mama já havia recebido”.

Depois de apenas dois ciclos dos medicamentos, administrados no primeiro e no oitavo dia de um ciclo de três semanas, os resultados da varredura em comparação com o final de junho foram “impressionantes … e consistentes com uma resposta completa ou quase completa à terapia”.

O derrame pleural de Shellie havia desaparecido, a enorme massa mamária havia desaparecido, sua metástase óssea havia desaparecido e todos os outros locais da doença eram virtualmente indetectáveis. Sem perda de cabelo, dano à medula óssea ou efeitos colaterais significativos além de feridas leves na boca do Everolimus, ela se aproximou de uma remissão completa com um regime criado especialmente para ela.

“O que aprendemos, no entanto, é que a seleção cuidadosa de todas essas drogas ativas, a substituição de uma droga por outra e a combinação inteligente de inibidores da via podem fornecer atividade inédita com pouca ou nenhuma toxicidade”, disse Nagourney.

Vários laboratórios em todo o mundo começaram a usar culturas primárias de tumor humano, semelhante ao trabalho realizado no Instituto do Câncer de Nagourney em Long Beach – e isso não é surpresa.

Nagourney conduziu uma meta-análise de resultados para um grande número de cânceres (> 2500) de tumores sólidos transmitidos pelo sangue que mostrou que os pacientes que receberam medicamentos “bons” (aqueles considerados ativos ou sensíveis no laboratório) eram 2,04 vezes mais prováveis responder.

Em um estudo em câncer de pulmão metastático em que a taxa de resposta é normalmente de 30%, os pacientes do Dr. Nagourney tiveram uma taxa de resposta de 64,5% (p <0,001) quando pré-selecionaram os tratamentos para eles e só lhes deram medicamentos que funcionassem para eles.

“Concluímos com sucesso mais de 10.000 estudos de pacientes”, disse Nagourney, que é autor do livro Outliving Cancer . Ter compilado um banco de dados tão grande provou ser a chave para prescrever o medicamento personalizado certo.

Qual é o custo?

Embora custe US $ 4-6.000 para testar o DNA de um tumor e transformá-lo em um perfil genômico, esse mapeamento ainda não prescreve uma terapia.

O método do Dr. Nagourney, que tem preço semelhante, na verdade determina a sensibilidade ou resistência ao medicamento, porque medicamentos que funcionam para um paciente podem não funcionar para outro, mesmo que ambos os pacientes tenham exatamente o mesmo diagnóstico.

O Instituto tenta manter os serviços de laboratório de perfil funcional o mais acessível possível. O preço atual de um painel é de US $ 4.950, que inclui a análise de medicamentos e uma discussão das descobertas com referências da literatura e, quando aplicável, o fornecimento de esquemas de protocolo de tratamento para o médico assistente.

Pacientes que não têm capacidade para pagar – conhecidos como “indigentes do ponto de vista médico” – podem ter seus custos cobertos se seus pedidos forem aprovados na Fundação Vanguard do Câncer , que foi iniciada pela mãe de John Stamos, Loretta.

Maria está emocionada com o resultado de Shellie. “Embora eu não esteja surpreso. Eu disse a ela desde o primeiro telefonema que um dia em breve ela estaria ajudando outras pessoas, compartilhando sua própria história de sucesso com o câncer ”, ela disse ao GNN por e-mail.

“Acredito que dei esperança a ela, quando a esperança era muito necessária. Graças ao Dr. Nagourney, temos outra vida salva, outra família salva. ”

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: CÂNCER DE PÂNCREAS JÁ TEM TRATAMENTO EFICAZ

Nesta sexta-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS temos um avanço da ciência e da medicina importantíssimo. médicos cirurgiões brasileiros do hospital Vila Nova Star, em São Paulo realizaram procedimento pioneiro no tratamento do câncer de pâncreas, conhecido por eletroporação irreversível com a Nanoknife, tecnologia que usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor . Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer esse novíssimo tratamento que pode salvar milhares de vida por ano!

Hospital realiza tratamento inovador para câncer de pâncreas

Tecnologia inédita no Brasil usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor, matando as células cancerígenas

atualizado 01/03/2021 17:06

Uma mulher de 55 anos foi a primeira paciente brasileira a se submeter a um novo tratamento contra o câncer de pâncreas. O procedimento de eletroporação irreversível com a Nanoknife foi realizado neste domingo (28/2), no hospital Vila Nova Star, em São Paulo. De acordo com especialistas, o tratamento é mais seguro, menos invasivo e com maior chance de sucesso oncológico que alternativas anteriores.O procedimento foi realizado pelo intervencionista oncológico Luiz Tenório Siqueira e pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo. De acordo com os médicos, a tecnologia usa agulhas para dar choques de alta voltagem no tumor, matando as células cancerígenas. “Com esse novo equipamento, pacientes com câncer de pâncreas ganham uma nova alternativa nesse tratamento tão difícil”, detalha o especialista.O equipamento utiliza uma técnica de ablação moderna, algo como uma cauterização. São usados eletrodos paralelos, posicionados lateralmente ao tumor que, quando aplicada uma tensão definida, transferem ondas de alta voltagem de um lado para o outro, criando nanoporos permanentes na membrana celular. O processo interrompe a homeostase, criando um efeito que leva à morte a célula cancerígena.

“A ablação já era utilizada para combater outros cânceres, como pulmão, rins e fígado. Entretanto, as tecnologias predecessoras não permitiam o uso em tumor de pâncreas, pois geravam calor ou frio, o que machucava os órgãos e vasos ao redor do pâncreas. A Nanoknife não altera a temperatura, o que permite a realização em tumores de pâncreas”, esclarece Luiz Tenório.

O especialista explica que a incorporação da nova tecnologia oferece melhores perspectivas, principalmente aos pacientes que já apresentam o tumor em estado localmente avançado. Segundo ele, o câncer de pâncreas é um dos mais agressivos e apresenta uma alta taxa de mortalidade em cinco anos. Estima-se que apenas cerca 20% dos casos são diagnosticados no estágio inicial e, desta forma, passíveis de cirurgia.

A falta de sintomas na fase inicial do câncer de pâncreas resulta, na maioria dos casos, em diagnóstico tardio, o que reduz ainda mais a chance de cura. “Até então, a ressecção de tumores que invadiam importantes artérias do abdome era difícil ou mesmo impossível de ser realizada”, observa o radiologista. “E, geralmente, a expectativa de vida desse paciente é baixa. Agora, podemos melhorar esse cenário”.

Diminuição de riscos

Tenório detalha ainda que os tratamentos cirúrgicos anteriores, além de oferecerem maior risco à vida do paciente — pois havia chance de afetar estruturas vitais, como vasos que nutrem o fígado e intestino — poderiam não retirar o tumor completamente.

Claudia Meirelles, que há seis meses vinha realizando rádio e quimioterapia neoadjuvantes, era um exemplo de caso em que seria complicado ressecar completamente o tumor sem esse avanço tecnológico, de acordo com os médicos.

“Agora temos um procedimento cirúrgico mais seguro, menos invasivo e com maior chance de sucesso oncológico. Dependendo do caso, não é preciso abrir a barriga, pode-se fazer guiado por imagem de forma minimamente invasiva e o paciente recebe alta no dia seguinte”, justifica Luiz Tenório Siqueira.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes causadas pela doença. Por ano, mais de 11 mil pessoas morrem no país devido à doença. Raro antes dos 30 anos, torna-se mais comum a partir dos 60 e tem maior incidência entre os homens.

Fonte: Metrópoles

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CIÊNCIAS: O ANTICORPO VOLOCIXAMAB BLOQUEIA A METÁSTASE ÓSSEA APÓS O TRATAMENTO DO CÂNCERDE MAMA

Cientistas chegaram a um anticorpo monoclonal chamado Volociximab. Ele bloqueou a metástase óssea após o tratamento do câncer de mama. Essa é a ótima notícia deste domingo, aqui na coluna CIÊNCIAS. A proteína alfa5 foi identificada pelas diferentes equipes de pesquisa, através de uma triagem realizada no genoma de pacientes com câncer de mama e que a tal proteína pode ser bloqueada pelo anticorpo monoclonal Volociximab. Então convido você a ler o artigo completo a seguir para entender como isso ocorre!

Italianos descobrem anticorpo que impede que câncer se espalhe

Pesquisadores italianos descobriram um anticorpo que impede que o câncer se espalhe.

O resultado da pesquisa, publicado na revista científica Oncogene no mês passado, mostra que os cientistas chegaram a um anticorpo monoclonal chamado Volociximab. Ele bloqueou a metástase óssea após o tratamento do câncer de mama.

O estudo internacional foi conduzido pelo Dr. Francesco Pantano, na Unidade de Oncologia Médica do Hospital Universitário Campus Bio-Medico  da Universidade de Roma.

Alta eficácia

A alta taxa de eficácia da ação do anticorpo foi comprovada por meio de testes em laboratório.

As diferentes equipes de pesquisa identificaram, por meio de uma triagem realizada no genoma de pacientes com câncer de mama, a proteína alfa5.

Ela representa um dos fatores mais envolvidos na criação de metástases ósseas, que podem levar ao reaparecimento do câncer, anos após o fim do tratamento do câncer de mama.

Os pesquisadores descobriram que a proteína alfa5 pode ser bloqueada pelo anticorpo monoclonal Volociximab.

A descoberta do grupo internacional, liderado pela Universidade Campus Bio-Medico de Roma, abre caminho para uma nova perspectiva terapêutica que afeta um aspecto do processo de metástase nunca explorado até agora.

Francesco Pantano, da Unidade de Oncologia Médica do Hospital Universitário Campus Bio-Medico, falou da segurança do tratamento.

“A proteína alfa 5 é o ‘gancho’ com o qual a célula cancerosa se liga à fibronectina, que está altamente presente no microambiente ósseo. Ele é bloqueado pelo Volocixamab, que fica no caminho das duas moléculas e impede que o tumor se espalhe para o osso. O resultado é muito promissor também porque o medicamento a partir do anticorpo é seguro, já foi testado e não é tóxico ”.

Grupo Internacional

Os resultados foram alcançados graças ao trabalho de grupos de pesquisas da qual fazem parte os professores Giuseppe Tonini e Daniele Santini em colaboração com o prof. Philippe Clézardin do Inserm de Lyon e graças ao trabalho dos grupos de pesquisa do Institut Curie de Paris e da Universidade de Hamburgo.

“Nosso esforço é entender melhor os diferentes mecanismos biológicos para oferecer aos pacientes tratamentos cada vez mais direcionados”, disse o Dr. Francesco Pantano.

A entrevista com o professor:

Com informações da Pozitizie e Unicampus.it

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: PACIENTE FICA CURADO DE CÂNCER TERMINAL APÓS CONTRAIR COVID-19

Um paciente que se curou de um câncer terminal após contrair covid-19 é o destaque, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS, nesta quinta-feira. O caso se deu no Royal Cornwall Hospital, na província de Cornuália, na Inglaterra, a 430 quilômetros de Londres, onde o idoso de 61 anos estava hospitalizado tratando um linfoma de Hodgkin em estágio III. Quatro meses depois da alta da Covid-19 um exame de tomografia revelou a remissão generalizada do linfoma. Essa história você não pode deixar de ver os detalhes!

Câncer avançado entra em remissão após paciente contrair Covid

Impressionante! Um homem de 61 anos, com câncer avançado, teve a remissão generalizada da doença após contrair o novo coronavírus.

O caso foi publicado no periódico médico British Journal of Hematology e está sendo estudado por especialistas.

O paciente tinha linfoma de Hodgkin em estágio III e estava hospitalizado no Royal Cornwall Hospital, na província de Cornuália, na Inglaterra, a 430 quilômetros de Londres.

Os autores da publicação médica informaram que o paciente deu entrada no departamento de hematologia do Royal Cornwall Hospital com inflamação nos gânglios e perda de peso.

Ele fazia hemodiálise para insuficiência renal em estágio terminal, após um transplante de rim malsucedido.

Coronavírus

Depois disso, o homem foi internado com falta de ar, chiado no peito e com pneumonia. A contaminação pela Covid-19 foi confirmada após exame de PCR.

De acordo com os cientistas, o idoso ficou em tratamento por 11 dias e foi liberado para finalizar a recuperação da Covid-19 em casa.

Também não foram administrados corticosteroides ou imunoquimioterapia, medicamos usados no tratamento do linfoma.

A remissão

Quatro meses depois, os médicos afirmaram que o inchaço dos nódulos havia diminuído.

Um exame de tomografia revelou a remissão generalizada do linfoma.

A hipótese levantada pelos autores do artigo é de que a infecção pelo novo coronavírus desencadeou uma resposta imune contra o tumor.

As citocinas inflamatórias produzidas em resposta à infecção poderiam ter ativado células T específicas com antígenos tumorais e células que naturalmente agem contra o tumor.

Ainda segundo o artigo, casos de remissão espontânea já haviam sido descritos, porém com outras infecções de pneumonia infecciosa e no contexto do linfoma não Hodgkin de alto grau.

Com informações da CNN

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: ESTUDO ASSOCIA A DIMINUIÇÃO DA PROGRESSÃO DO CÂNCER DE PRÓSTATA À DIETA MEDITERRÂNEA

Um estudo revelou que homens com câncer de próstata que relataram um padrão alimentar básico, que seguia mais de perto os princípios-chave de uma dieta de estilo mediterrâneo, tiveram melhores resultados durante o curso de sua doença e o mais curioso a incidência maior em negros. Então, leia o interessante artigo a seguir e conheça os detalhes!

Dieta mediterrânea diminui progressão do câncer de próstata

Redação do Diário da Saúde

Alimentação contra o câncer de próstata

Homens com câncer de próstata localizado que relataram um padrão alimentar básico, que seguia mais de perto os princípios-chave de uma dieta de estilo mediterrâneo, tiveram melhores resultados durante o curso de sua doença.

“Homens com câncer de próstata são motivados a encontrar uma maneira de impactar o avanço de sua doença e melhorar sua qualidade de vida,” disse o Dr. Justin Gregg, da Universidade do Texas (EUA). “Uma dieta mediterrânea é não-invasiva, boa para a saúde geral e, como mostrado por este estudo, tem o potencial de afetar [diminuir] a progressão do câncer.”

A dieta observada não era rigorosa, apenas continha mais frutas, vegetais, legumes, cereais e peixes, um padrão característico da dieta mediterrânea.

Depois de ajustar os fatores conhecidos por aumentar o risco de o câncer piorar com o tempo, como idade, antígeno específico da próstata (PSA) e volume do tumor, os homens com dieta de estilo mediterrâneo apresentaram um risco reduzido de crescimento ou avanço do câncer de próstata a um ponto onde muitos considerariam um tratamento ativo.

Melhores resultados para negros

Embora o maior número de participantes do estudo fossem brancos, o estudo revelou que o efeito de uma dieta mediterrânea foi mais pronunciado em participantes afro-americanos e outros que se identificaram como não brancos.

Essas descobertas são significativas, uma vez que a taxa de diagnóstico de câncer de próstata é mais de 50% maior em homens afro-americanos, que também apresentam um risco maior de progressão e morte pela doença do que os brancos ou asiáticos.

“A dieta mediterrânea tem sido consistentemente associada a um menor risco de câncer, doenças cardiovasculares e mortalidade. Este estudo em homens com câncer de próstata em estágio inicial nos dá mais um passo para fornecer recomendações dietéticas baseadas em evidências para otimizar os resultados em pacientes com câncer, que, junto com suas famílias, têm muitas perguntas nesta área,” disse a Dra. Carrie MacDougall, coordenadora do estudo.

Checagem com artigo científico:

Artigo: Adherence to the Mediterranean diet and grade group progression in localized prostate cancer: An active surveillance cohort
Autores: Justin R. Gregg, Xiaotao Zhang, Brian F. Chapin, John F. Ward, Jeri Kim, John W. Davis, Carrie R. Daniel
Publicação: Cancer
DOI: 10.1002/cncr.33182

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SAÚDE: COMER FRUTA DE ESTOMAGO VAZIO É UMA DAS ESTRATÉGIAS PARA CURAR O CÂNCER

Tudo que venho falando nas minhas palestras e no meu novo livro, que irei lançar em abril é confirmado a cada artigo que pesquiso e encontro na internet. Depois de muito estudar e pesquisar cheguei a conclusão que a forma mais saudável de se alimentar é ingerir uma fruta antes das refeições e não depois delas. Não vou me alongar aqui no porque, pois o artigo a seguir vai esclarecer isso pra você. O mais surpreendente é que esse simples hábito, além de ser altamente saudável ainda ajuda na cura do câncer. Então lhe convido a ler esse artigo espetacular e descobrir todo o valor das frutas na nossa vida!

Comer fruta de estômago vazio.

Isto abrirá os seus olhos! Leia a mensagem até ao fim; e depois, envie para a sua lista de amigos.
Dr. Stephen Mak trata de doentes com câncer terminal de uma forma “não ortodoxa/menos comum” e muitos pacientes se recuperam.
Antes, ele usava energia Solar para eliminar a doença dos seus pacientes. Ele acredita no tratamento natural contra doenças no corpo. Veja o seu artigo abaixo:
“É uma das estratégias para curar o câncer. Ultimamente, a minha taxa de sucesso é de 80 %. Pacientes com câncer não devem morrer. A cura para o câncer já foi encontrada – está na forma de como comemos frutas, quer acredite ou não.
Fico sentido pela morte de centenas de pacientes através do método convencional.
Comer Frutas
Todos nós pensamos que comer frutas significa comprar fruta, cortar e pormos nas nossas bocas. Não é assim tão fácil como pensamos. É importante saber como e quando comer as frutas.
Qual é a forma correta de comer fruta?
Significa não comê-las depois das refeições!
Frutas devem ser comidas de Estômago vazio.
Se você ingerir fruta de estômago vazio, ela terá um papel maior na desintoxicação do seu corpo, fornecendo muita energia para perder peso e outros benefícios à saúde.
As frutas são os alimentos mais importantes.
Digamos que você come duas fatias de pão e depois uma fatia de fruta. A fatia de fruta está pronta a ir direto aos intestinos através do estômago, mas é impedida devido ao pão que você comeu antes dela.
Enquanto isso, todo o pão e fruta fermenta, tornando-se em ácido. No minuto que a fruta entra em contato com a comida no estômago e os sucos digestivos, a massa inteira de comida começa a estragar o seu efeito.
Portanto, por favor, coma a sua fruta de estômago vazio ou antes das refeições!
Tem-se ouvido pessoas queixarem-se:
Todas as vezes que como melão, após as refeições,  o meu estômago incha; quando como uma banana, sinto vontade de correr para a banheiro, etc…etc..
Na verdade, tudo isso não aparecerá se comermos frutas de estômago vazio.
A fruta mistura-se com os outros alimentos apodrecendo e sendo digerida, produz gases, por isso a sensação de inchaço.
Cabelo esbranquiçado,  calvície, explosões nervosas e olheiras, tudo isso não acontecerá se você comer fruta de
estômago vazio.
Alguns dizem que algumas frutas, como Laranja e Limões, são ácidas.
Todas as frutas se tornam Alcalinas no nosso corpo, de acordo com o Dr. Herbert Shelton que fez investigação sobre esse propósito.
Se você aprender a forma correta de comer fruta, terá o segredo da beleza, longevidade, saúde, energia, felicidade e peso normal.
Quando precisar beber suco de fruta, tome apenas suco natural, não de latas, pacotes ou garrafas.
Nem vale a pena beber suco que tenha sido aquecido.
Não coma fruta cozida, porque não obterá os nutrientes de forma nenhuma. Somente sentirá o sabor. Cozinhar destrói todas as vitaminas.
Mas, comer a fruta por inteiro é muito melhor que beber o suco.
Se tiver que beber o suco natural de fruta, tome de gole em gole e devagar, porque deve  deixá-lo misturar-se com a sua saliva antes de engolir.
Você pode entrar num jejum só de frutas por 3 dias,  para limpar ou desintoxicar o seu corpo.
Faça isso e ficará surpreendido quando os seus amigos te disserem o quão radiante parece!

Frutas

Kiwi: pequena mas poderosa. É uma boa fonte de potássio, magnésio, vitamina E & Fibra. Contém duas vezes mais vitamina C do que a Laranja.
Maçã: Uma maçã por dia previne a vinda do câncer. Embora a maçã tenha uma quantidade pequena de vitamina C, ela tem antioxidantes & flavonoides que fortificam o efeito da vitamina C assim, ajudando a reduzir o risco do câncer do Cólon, ataques cardíacos e tromboses.
Morango: Fruta protetora; morango tem o conteúdo mais alto do efeito de antioxidantes entre grandes frutas e protege o corpo de causadores do câncer, entupimento dos vasos sanguíneos e sem radicais.
Laranja: a medicina mais doce. Comer 2-4 Laranjas por dia pode ajudar a prevenir a constipação, baixar o colesterol, prevenir e dissolver pedras nos rins assim também como diminuir o risco de câncer do Cólon.
Melão: O mais fresco a saciar a sede. Composto de 92% água, e também composto por uma grande dose de glutathione, que ajuda a reforçar o nosso sistema urinário. Também é uma fonte chave de lycopene – o oxidante que combate o câncer. Outros nutrientes que se encontram no melão são, a vitamina C & o Potássio.
Goiaba & Papaia: Lideram no conteúdo de  vitamina C. Elas são as campeãs pelos seus grande conteúdos em vitamina C.
A Goiaba é também rica em fibra, que ajuda na prevenção da constipação/congestão.
Papaia é rica em caroteno; que é bom para os olhos.
Beber água ou bebidas geladas depois das refeições = Câncer, acredita nisso? Para aqueles que gostam de beber água ou bebidas geladas, este artigo é aplicável para eles.
De qualquer modo, a água gelada ou bebidas irão solidificar o conteúdo oleoso que você acabou de ingerir e dificultará a digestão.
Uma vez que esse ‘lodo’ reagir com o ácido, ele quebrar-se-á e será absorvido pelos intestinos mais rápido do que a comida sólida.
Ira se alojar nos intestinos, e muito brevemente tornar-se-á em gordura e levará ao câncer!
O melhor é beber chá morno depois das refeições.
Vamos ser cuidadosos e conscientes. Quanto mais soubermos, mais chances teremos de sobreviver.
Um cardiologista diz:
Se todos aqueles que receberem este e-mail mandarem para 10 pessoas, poderão estar certos de que salvaremos no mínimo uma vida”.
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INTERFACE PARA RASTREAMENTO DE CÂNCER DE MAMA É CRIADO POR ALUNOS DA UFRN

Alunos da UFRN criam interface para rastreamento de câncer de mama

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Alunos vencem competição internacional desenvolvendo interface que investiga presença do câncer de mama em sangue de paciente | Foto: Cedida/UFRN

Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) desenvolveram uma interface de rastreamento de câncer de mama que utiliza apenas uma gota de sangue da paciente para apontar um diagnóstico. A ideia, que já é desenvolvida há três anos por um grupo de pesquisadores da UFRN, acaba de vencer o primeiro lugar global na Bayer Digital Campus Challenge 2020, competição internacional patrocinada pela Bayer (empresa química e farmacêutica), na qual estudantes de todo o mundo apresentam inovações para a empresa.

Os alunos Ingrid de Moura Câmara (Química do Petróleo), João Vitor Medeiros Mariz (Química Licenciatura) e Raíssa Vanessa de Oliveira Silva (Química Licenciatura) batizaram o projeto de IRACEMA. “Além de fazer referência a uma grande obra da nossa literatura, o termo também se encaixa como sigla para Interface de RAstreamento do CâncEr de Mama”, explica Ingrid. Para ela a interface é eficaz pois automatiza a parte estatística do modelo quimiométrico. “Todos os processamentos escolhidos pelo grupo de pesquisa tiveram os melhores resultados e mostram de maneira simples, rápida e com baixo custo o resultado da análise de sangue”, afirma.

O grupo foi orientado pelo professor do Instituto de Química (UFRN) Kássio Michell Gomes de Lima, que dedicou os últimos anos ao desenvolvimento e aplicação do exame conhecido como bioespectroscopia e outras técnicas multivariadas de classificação, na busca por um diagnóstico alternativo ou complementar à mamografia. “Neste trabalho os alunos apresentaram uma proposta de implementação da bioespectroscopia aliada com técnicas de classificação multivariada para rastreamento primário do câncer de mama como uma proposta de inovação tecnológica. Os alunos apresentaram brilhantemente diretamente a empresa Bayer, destacando as potencialidades da técnica bem como um modelo de negócio a ser estudado pela empresa visando sua implantação na rotina”, sugere o professor Kassio.

A Bayer Digital Campus Challenge 2020 reuniu estudantes das áreas de ciência, tecnologias, engenharia, matemática, economia ou humanidades, que puderam apresentar inovações, com a promessa de que a Bayer irá comprar e capitalizar as melhores ideias e invenções e poderá usá-las para desenvolver tecnologias para a saúde. Neste ano, se inscreveram 1.223 participantes de 81 países, que formaram 577 equipes. Na final do evento, transmitida ao vivo nesta quarta-feira, 02 de dezembro, a equipe da UFRN teve vinte minutos para apresentar a IRACEMA e mais dez minutos para responder às perguntas do júri. Logo após foi anunciada como a vencedora global.

Segundo o site da BAYER a equipe da UFRN será recompensada com uma viagem para as cidades de Berlim, Barcelona ou Boston, além de receber uma mentoria especial.

Challenge

A competição reuniu estudantes universitários e recém-formados sem restrição de idade ou nacionalidade, que apresentassem ideias de como as novas tecnologias digitais podem melhorar a saúde das pessoas. Os grupos formados deveriam ter de dois até cinco pessoas e os eixos temáticos deveriam focar em Machine & Deep learning; Data Science; Cloud Computing and IT Security; Digital Therapeutics; Além da possibilidade da empresa comprar e capitalizar as ideias propostas.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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CIÊNCIAS: KIT DE RASTREAMENTO DE CÂNCER DOMESTICO DE PROSTATA ESTÁ SENDO TESTADO

Cientistas de duas universidades em Ontário, Canadá estão desenvolvendo o primeiro kit de teste doméstico portátil do mundo projetado para fazer o rastreamento de câncer. O dispositivo permite aos pacientes monitorar seu próprio sangue em busca de biomarcadores exclusivos do câncer de próstata. Esse é uma avanço substancial que vai facilitar a descoberta precoce do câncer em muitos pacientes. Então, leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa excelente notícia.

Novo protótipo portátil está sendo desenvolvido para kit de rastreamento de câncer em casa

 

 

Engenheira biomédica Leyla Soleymani – por Georgia Kirkos, McMaster University

Cientistas de duas universidades em Ontário, Canadá, relataram progresso em seus esforços para lançar o primeiro kit de teste doméstico portátil do mundo projetado para fazer o rastreamento do câncer.

Um kit de rastreamento domiciliar para diferentes tipos de câncer seria uma mudança no jogo na busca por um monitoramento de saúde mais proativo. Para esse fim, pesquisadores das universidades McMaster e Brock estão desenvolvendo um dispositivo que permite aos pacientes monitorar seu próprio sangue em busca de biomarcadores exclusivos do câncer de próstata.

O dispositivo funciona de forma muito semelhante aos monitores que as pessoas com diabetes usam para testar seus níveis de açúcar no sangue.

Normalmente, quando os pacientes enviam amostras de sangue para um laboratório, os médicos procuram biomarcadores específicos que indiquem sinais de que um câncer pode estar presente. Esses biomarcadores são substâncias químicas dentro do corpo que podem indicar condições normais ou anormais se estiverem super ou sub-representadas em uma amostra de sangue.

Um biomarcador para câncer de próstata, por exemplo, pode ser a presença de uma substância química chamada antígeno específico da próstata (PSA). Níveis anormalmente altos desse antígeno são um indicador para os médicos de que o câncer de próstata pode estar se desenvolvendo no corpo do paciente. Amostras de sangue colhidas nos estágios iniciais para encontrar níveis elevados de PSA podem, portanto, fornecer aos pacientes a chance de tratar o câncer mais rapidamente, levando a melhores resultados.

O dispositivo desenvolvido na McMaster and Brock permite aos usuários misturar uma gota de seu sangue em um frasco contendo um líquido reativo preparado pelo laboratório. Os usuários então colocam essa mistura em uma tira e inserem no sistema de leitura do dispositivo. Então, após alguns minutos, o dispositivo mede a presença de PSA e informa o usuário sobre o grau em que o câncer pode estar presente.

Se os usuários puderem fazer um teste como este no conforto de sua própria casa – evitando uma ida ao consultório médico – mais pessoas podem estar verificando sua própria saúde e, possivelmente, detectar doenças em um estágio anterior. Também reduziria o número de vezes que os pacientes precisam sair de casa para fornecer amostras de sangue, uma vez que tenham sido diagnosticados.

Leyla Soleymani, engenheira biomédica da McMaster e presidente de pesquisa do Canadá em dispositivos biomédicos miniaturizados, liderou a equipe responsável pelo hardware do dispositivo, incluindo o chip que lê a amostra.

“Este é mais um passo em direção à medicina verdadeiramente personalizada”, disse ela em uma declaração de McMaster. “Estamos nos afastando de equipamentos centralizados e baseados em laboratório para esse tipo de teste.”

Os pesquisadores também apontam que essa tecnologia pode ser facilmente adaptada para medir outros marcadores, dependendo da forma do câncer ou de outra doença crônica. O dispositivo também permitiria que os pacientes continuassem a monitorar sua saúde após o tratamento.

Dispositivos futuros poderiam pesquisar por biomarcadores adicionais indicando condições anormais de outros tipos de câncer. A equipe também acredita que a tecnologia pode ser facilmente adaptada para medir indicadores de outras doenças crônicas além do câncer. Muitas doenças podem ser identificadas, como a equipe expressou em sua publicação acadêmica de prova de conceito, usando uma abordagem de “código de barras biológico”.

Mais testes, além do estudo de prova de conceito, serão necessários antes que a equipe possa buscar aplicações comerciais. Mas o desenvolvimento seria um grande salto em frente, aumentando a acessibilidade do monitoramento de saúde proativo e personalizado em casa.

Fonte: Good News Network

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A FALTA DE SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL AO TRABALHO PARA REALIZAÇÃO DE EXAME DE PREVEÇÃO AO CÂNCER , É PERMITIDO POR PROJETO DE LEI

Projeto de Lei permite falta de servidores ao trabalho para exame preventivo de câncer

10 nov 2020

BZNotícias - Deputada estadual, Eudiane Macedo é escolhida líder do bloco PTC-PR - Portal da Abelhinha

A deputada Eudiane Macedo (Republicanos) apresentou Projeto de Lei na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) alterando o texto do art. 111 da Lei Complementar nº 122, de 30 de junho de 1994. O dispositivo trata da concessão de ausências ao servidor público estadual e o PL da parlamentar acrescenta a hipótese de realização de exames preventivos de câncer, sem prejuízo da remuneração.

A Lei Complementar nº 122, de 30 de junho de 1994 é o texto normativo que trata do regime jurídico único dos servidores públicos estaduais. No seu art. 111, a Lei indica que não haverá prejuízo para o servidor que se ausentar em caso de doação de sangue, de alistamento eleitoral, casamento ou falecimento de ente querido. Então, a deputada Eudiane Macedo deseja que haja a previsão também do caso de ausência de até 3 dias por ano para realização de exames preventivos de câncer devidamente comprovados.

De acordo com a parlamentar, atualmente a lei permite a ausência apenas se o servidor já estiver doente, para tratar-se. “Essa é uma distorção, que deve ser corrigida; é fato inequívoco que as ações preventivas devem ser priorizadas. Dessa forma, o projeto busca possibilitar aos servidores a realização do exame preventivo de câncer sem que lhes seja computada falta ao serviço e, consequentemente, em desconto da sua remuneração.

Fonte: Política em Foco

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O MOVIMENTO NOVEMBRO AZUL BUSCA ALERTAR AOS HOMENS A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER DE PRÓSTATA

Novembro Azul terá ações de prevenção para a Saúde do Homem

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Novembro Azul

Todos os anos o movimento Novembro Azul busca alertar os homens da importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. Este ano, o Ministério da Saúde pretende também chamar a atenção para os cânceres de pênis e boca, que vêm aumentando sua incidência relativa geral.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através da coordenação de Saúde do Homem, vem trabalhando a prevenção do câncer de próstata, pênis e boca de forma alinhada à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem e seus eixos temáticos de maneira contínua na população masculina.

Durante todo o mês de novembro, serão realizadas ações com o objetivo de estimular o homem a superar preconceitos em relação aos cânceres de pênis, próstata e boca e compreender a importância de buscar avaliação médica, sem atraso, se perceber sinais e sintomas suspeitos desses cânceres.

No Rio Grande do Norte, de 2014 a 2018, a taxa bruta de mortalidade, por 100.000 homens, foi de 16,42 para o câncer de próstata, 4,22 para o câncer de boca e 0,48 para o câncer de pênis. O câncer de próstata surge como a primeira causa de morte (271 óbitos) em homens no RN, com 15,41%, seguido do câncer de brônquios e pulmões (199 óbitos).

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a incidência para o triênio 2020-2022 aponta, em homens, o câncer de próstata com 29,2% de incidência, seguidos dos de cólon e reto (9,1%), pulmão (7,9%), estômago (5,9%) e da cavidade oral (5,0%).

Câncer de pênis

– Tumor raro, maior incidência em homens a partir dos 50 anos. No Brasil, esse tipo de tumor representa 2% de todos os tipos de câncer que atingem o homem, sendo mais frequente nas regiões Norte e Nordeste e tem apresentado aumento de sua incidência relativa geral;
– Entre 2018 e 2019, ocorreram mais de duas mil mortes e aproximadamente 3 mil amputações por Câncer de Pênis, sendo 50%, em média, dessas cirurgias realizadas nas regiões Norte e Nordeste;
– Ligado à baixas condições socioeconômicas e educacionais, além da má higiene íntima. Estudos científicos também sugerem associação entre a infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) e o câncer de pênis

Câncer de boca
– Incidência mais comum acima de 40 anos;
– No Brasil, em 2017 ocorreram 4.923 óbitos em homens e 1.372 óbitos em mulheres, correspondendo ao risco de 4,88/100 mil homens e 1,33/100 mil mulheres;
– Fatores de risco comuns a outras neoplasias e doenças crônicas de um modo geral, estão o fumo e o álcool, de modo que o câncer de boca também pode ser evitado.

Câncer de próstata
– Risco estimado de câncer de próstata ocupa a 1ª posição no país (sem considerar os tumores de pele não melanoma) em todas as regiões brasileiras com um risco de 72,35/100 mil na Região Nordeste;
– Câncer da terceira idade cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Em 2018, o câncer de próstata foi considerado a segunda causa de morte em homens, no Brasil, com 15.576 óbitos (13,3%), e o câncer de traqueia, brônquios e pulmão representou a principal causa com 16.371 óbitos e 13,9% (INCA, 2020);
– Entre os fatores de risco para diversas outras neoplasias, a genética e o estilo de vida têm sido apontados como os principais, seguidos pela obesidade em estágio adiantado e a exposição a componentes químicos industriais como arsênio, componente de agrotóxicos, e fuligem.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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PESQUISA MOSTRA EFICÁCIA DE MEDICAMENTO NO TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA

 

Saiba o que existe de mais avançado no tratamento do câncer de mama

Conquistas mais recentes trazem medicamentos que agem diretamente na célula doente ou estimulam o sistema imune a atacar o câncer

Existem diferente tumores de câncer de mama, portanto há avanços  em tratamentos que comtemplam um tipo específico. O oncologista  NOAN PONDE do A.C CAMARGO CÂNCER CENTER, disse que durante um congresso Europeu houve grande avanço na eficácia do medicamento chamado Abemaciclib para tumores luminais na fase inicial quando não há metástase. Esse medicamento faz parte dos chamados inibidores de ciclina, impede a divisão e multiplicação das células cancerosas.

SAÚDE

Brenda Marques, do R7

 

Cada avanço no tratamento serve para um tipo específico de câncer de mama

Freepik

O câncer de mama não é uma doença única, existem diferentes tumores e, portanto, há tratamentos e avanços que contemplam um tipo específico dentre eles. As conquistas mais recentes são no âmbito da terapia-alvo, que age diretamente nas células cancerígenas sem afetar as que estão saudáveis e da imunoterapia, que estimula o próprio sistema imunológico a atacar o câncer.

Noam Ponde, oncologista clínico do A.C. Camargo Cancer Center, afirma que no mês passado, durante o Congresso Europeu, houve um grande avanço, com a apresentação de uma pesquisa que mostrou a eficácia de um medicamento chamado abemaciclib para tratar pacientes com tumores luminais -que têm receptores de estrógeno e progesterona – na fase inicial, quando não há metástase.

Esse tipo de tumor corresponde a mais de 70% dos cânceres de mama, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).

“Antes, eles eram usados só para pacientes com câncer metastático [quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo]. O estudo mostrou que quando esse remédio é usado por dois anos junto com a terapia endócrina aumenta a chance de cura para mulheres com alto risco de reaparecimento da doença”, explica.

O especialista explica que esse medicamento faz parte dos chamados inibidores de ciclina, um tipo de terapia-alvo que impede a divisão e multiplicação das células cancerosas.

Ainda em 2019, foram obtidas conquistas para tratar mulheres com câncer metastático do tipo HER2. Assim chamado em referência à proteína que ele expressa, esse tumor representa 20% dos cânceres de mama.

“Tivemos a aprovação de três drogas nos Estados Unidos: neratinib, tucatinib e trastuzumab-deruxtecan. Os três são terapia-alvo, mas de catecorias distintas”, detalha Ponde.

O oncologista esclarece que o último medicamento citado pertence à classe dos anticorpos monoclonais, que agem em um receptor específico da célula cancerígena, “É como um míssil teleguiado e joga dentro da célula a quimioterapia, então você consegue uma eficácia maior e toxicidade menor”, compara.

“Estudos mostraram que pacientes que já haviam feito outros tratamentos e receberam essas drogas apresentaram uma diminuição do tumor e, além disso, a doença ficou sob controle por um tempo mais longo do que o esperado”, destaca.

Também ano passado, o Brasil aprovou a primeira imunoterapia destinada para pacientes com câncer de mama no país, feita com um medicamento injetável chamado atezolizumabe.

O mecanismo de ação da imunoterapia consiste em “destravar” o sistema imune, que é bloqueado por alguns tipos de câncer. Essa liberação permite que as células de defesa do organismo reconheça e destrua o câncer, conforme descreve Ponde.

“O problema é que, com o fortalecimento do sistema imunológico, outras partes do corpo acabam sendo atacadas, como pulmão, pâncreas e glândula tireoide, então tem risco de hipotireoidismo”, explica.

Além disso, a abrangência da imunoterapia para o câncer de mama é muito limitada: seu uso está aprovado por órgãos reguladores só para pacientes que possuem câncer de mama triplo-negativo (que não possuem receptores hormanais nem a proteína HER2), metastático e a expressão de uma molécula chamada PDL-1, que impede o combate às células cancerosas.

“Existem dados promissores [sobre a eficácia para outros tipos de cânceres de mama], mas precisa de aprovação do FDA [Food and Drug Administration, a agência reguladora americana], que significa muita coisa no contexto de novos tratamentos”, frisa o oncologista.

‘Brasil está atrasado’

Questionado sobre o panorama brasileiro para o tratamento dos tumores de mama, o especialista enfatiza o atraso – na aprovação, comercialização, incorporação de novos medicamentos no SUS (Sistema Único de Saúde) e obrigatoriedade de cobertura por convênios.

“Uma caixa de abemaciclib custa R$ 18 mil por mês e os planos de saúde não são obrigados a pagar. Imagine a angústia de você receber o diagnóstico, ter o tratamento disponível, mas não poder pagar. Só consegue se processar o convênio, o que é absurdo”, ressalta

“Nesse momento está havendo uma consulta pública sobre a inclusão dos inibidores de ciclina no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde), o que tornaria a cobertura obrigatória”, informa.

A inclusão no SUS está ainda mais distante e, por enquanto, não passa de uma utopia. “Nesse momento nem se pensa nisso. Esse ano o SUS integrou uma droga chamada pertuzumabe que as pessoas já tomam há 9 anos para tratar o tumor do tipo HER2”, exemplifica.

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CIÊNCIAS:EQUIPE DESCOBRE PROTEÍNA QUE REPARA DNA DAS CÉLULAS CÂNCEROSAS E SERÁ CAPAZ DE EVITAR A QUÍMIO

Um avanço importante para as terapias oncológicas é o destaque, aqui na coluna CIÊNCIAS. A descoberta da proteína que repara o DNA das células cancerosas promete revolucionar os tratamentos para vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, ovário e pâncreas, será capaz de evitar a quimioterapia. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes dessa grande descoberta!

Um avanço importante para as terapias oncológicas que promete revolucionar os tratamentos para vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, ovário e pâncreas, a pesquisa foi publicada na prestigiosa revista comercial iScience.

Depois de apenas oito meses de pesquisa (o projeto é de cinco anos), pesquisadores do Instituto De Bellis em Castellana Grotta descobriram como bloquear uma proteína de reparo do DNA para matar células doentes, o que poderia levar à eliminação da quimio, em favor terapias medicamentosas menos invasivas destinadas a neutralizar apenas as células cancerosas, evitando a destruição do tapete de células saudáveis ​​e doentes induzida pela quimioterapia.

A pesquisa, liderada pelo professor Cristiano Simone e apoiada pela Airc Foundation em colaboração com o NIH dos Estados Unidos e com os grupos Airc de Roma, Bolonha e Milão, descobriu no laboratório o papel fundamental de um gene que produz uma das proteínas envolvidas no reparo do nosso O DNA, ao bloquear esse gene de forma direcionada, as células cancerosas são incapazes de reparar seu DNA e morrer.

O gene se chama SMYD3 e é conhecido há vários anos, mas até agora ninguém havia entendido sua função, ou seja, reparar células, tanto saudáveis ​​quanto cancerosas. Uma vez criadas as drogas, esta terapia pode ser aplicada em grupos significativos de câncer: em 15% dos casos de câncer de mama, 15% dos casos de câncer de ovário, 11% dos casos de câncer de cólon e 10% dos casos de câncer de pâncreas.

Professora Simone diz:

“Nossa descoberta expande a aplicabilidade do mecanismo chamado de ‘letalidade sintética’, que, ao explorar as mutações das células cancerosas, permite a morte direcionada apenas das células cancerosas, poupando as saudáveis.”

O  diretor científico  da de Bellis resume, 𝐆𝐢𝐚𝐧𝐥𝐮𝐢𝐠𝐢 𝐆𝐢𝐚𝐧𝐧𝐞𝐥𝐥𝐢: “agora nosso objetivo é desenvolver inibidores SMYD3 a fim de obter drogas poderosas a serem testadas em ensaios clínicos controlados (ensaios), para fins desta nova terapia medicamentosa combinada”

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BOAS NOTÍCIAS: CASAL VENCE O CÂNCER JUNTO APÓS SE CONHECER EM UM HOSPITAL

Um casal de Fundaleu, em Buenos Aires, na Argentina, é o destaque da edição desta terça-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Eles se conheceram no hospital, ambos fazendo tratamento contra o câncer e três anos depois estão casados e venceram o câncer juntos. Então leia essa linda história de amor e comece o seu dia de alto astral!

Casal se conhece em hospital e vence câncer junto

Por redação

Um casal venceu o câncer junto e está compartilhando sua linda história pra dar esperança a outras pessoas em situações semelhantes.

Bryan Casares e Candela Mozzi estavam recebendo tratamento para linfoma, tipo agressivo de câncer, em Fundaleu, em Buenos Aires, na Argentina.

Eles se encontraram num grupo de pacientes e bateram um longo papo. Foi então que perceberam que eram os únicos que conversavam o tempo todo. Uma química que não se explica.

Três anos depois, agora eles são um casal e os dois venceram juntos o câncer.

Bryan disse que quando as pessoas perguntam, “contamos a história toda porque esperamos que possa dar esperança àqueles que lutam com outras condições semelhantes.”

O amor vence obstáculos!!!

O antes e depois do casal Fotos: Arquivo Pessoal
O antes e depois do casal Fotos: Arquivo Pessoal

Fonte: sonoticiaboa.com.br

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EXPOSIÇÃO EM MOSSORÓ RETRATA MULHERES QUE LUTAM CONTRA CÂNCER DE MAMA

Por G1 RN

 

Exposição em shopping e vai ficar no Memorial da Resistência — Foto: DivulgaçãoExposição em shopping e vai ficar no Memorial da Resistência — Foto: Divulgação

Uma exposição em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, vai retratar mulheres que lutam ou lutaram contra o câncer de mama. O projeto que reúne 32 imagens vai ficar aberto ao público a partir deste domingo (25), às 16h, no Memorial da Resistência.

“Lindas, Fortes e Corajosas” tem fotos de pacientes, familiares e amigas que lutaram juntos contra a doença. A exposição é uma homenagem ao Outubro Rosa.

As fotografias foram feitas pelo fotógrafo Pacífico Medeiros, com produção e arte de Valéria Escóssia e coordenação de Suian Costa.

A exposição vai ficar até quinta-feira (29) na Sala Joseph Boulier, no Memorial da Resistência, das 7h às 17h.

“Todas as ações de conscientização e principalmente apoio às pessoas que enfrentam uma batalha como essa são necessárias, não só em outubro, mas sempre”, falou Luciano Sales, diretor do Memorial da Resistência.

Fonte: G1 RN

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SAÚDE: UM NOVO ESTUDO AFIRMA QUE AO CONTRÁRIO DO QUA ACONTECE NO FINAL DO DIA, O EXERCÍCIO MATINAL PODE EVITAR O CÂNCER

A hora de se exercitar sempre foi um assunto muito controverso no meio científico, mas temos que decidir em que ou quem acreditar. Como sabemos, e isso não é controverso é que as pessoas são noturnas ou diuturnas, isso é fato. Portanto, como sou diuturno escolhi me exercitar, desde sempre, pela manhã e como o nosso corpo é plenamente adaptável aos nossos hábitos (crença que também resolvi acreditar) nunca tive problema com isso. Mas agora a ciência, bem mais evoluída do que quando tomei essa decisão há pelo menos 35 anos, vem nos afirmar que o exercício matinal pode, inclusive, evitar o câncer. Portanto, convido você a ler o artigo completo a seguir e se inteirar dessa recente descoberta que pode ajudar você ou alguém que você conheça a evitar ser atingido(a) por esse mal!

O exercício matinal pode evitar o câncer, ao contrário do que acontece no final do dia, afirma um novo estudo

 

Estudos têm mostrado que uma causa potencial de câncer é a perturbação circadiana, o desalinhamento de sinais ambientais – como luz e quando você come – e os ritmos circadianos biológicos internos.

Está estabelecido que a atividade física regular ao longo da vida pode reduzir o risco de câncer, mas esse efeito protetor pode ser mais benéfico quando a atividade física é feita pela manhã, de acordo com um estudo recente coordenado pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), junto com o Departamento de Epidemiologia da Universidade Médica de Viena.

A maioria dos estudos sobre interrupção circadiana e risco de câncer focalizou o trabalho noturno. Estudos recentes sugerem que a exposição à luz durante a noite e a ingestão tardia de alimentos podem desempenhar um papel no risco de câncer. No entanto, até o momento, não se sabia se o momento da atividade física poderia influenciar o risco de câncer devido à interrupção circadiana.

Para responder a esta questão, os pesquisadores examinaram o efeito do momento da atividade física recreativa no risco de câncer de mama e de próstata em um estudo de caso-controle de base populacional.

Eles levantaram a hipótese de que o efeito benéfico da atividade física na redução do risco de câncer poderia ser mais forte quando feito pela manhã. Eles basearam sua hipótese nos resultados de um estudo experimental que mostrou que a atividade física à tarde e à noite pode retardar a produção de melatonina, um hormônio produzido principalmente durante a noite e com propriedades anticancerígenas bem conhecidas.

“O momento da atividade física obviamente tem um efeito sobre o ritmo dos hormônios sexuais e da melatonina – bem como sobre o metabolismo dos alimentos”, disse o coordenador do estudo, Dr. Manolis Kogevinas, do Instituto de Saúde Global de Barcelona. “Isso pode explicar nossos resultados.”

A análise incluiu 2.795 participantes do estudo MCC de controle de multicasos na Espanha. Os pesquisadores descobriram que o efeito benéfico da atividade física para reduzir o risco de câncer de mama e de próstata era mais forte quando a atividade era realizada regularmente pela manhã (8-10), com “resultados inalterados quando se considera o horário de atividade física mais extenuante”.

Os efeitos diferiram ao considerar as diferenças individuais na atividade e alerta de manhã e à noite. A atividade matinal (8-10 da manhã) parecia especialmente protetora para os noctívagos, pessoas que geralmente preferem ser ativas à noite e cuja produção de melatonina pode ser reduzida.

Em seu artigo, que foi publicado no International Journal of Cancer, os epidemiologistas discutem como a atividade física pode influenciar os ritmos circadianos humanos e os mecanismos biológicos, como alteração da produção de melatonina e hormônio sexual, metabolismo de nutrientes etc.

De modo geral, os resultados deste estudo indicam que “o horário do dia de atividade física é um aspecto importante que pode potencializar o efeito protetor da atividade física sobre o risco de câncer”, comentou Manolis Kogevinas, Diretor Científico da Distinção Severo Ochoa do ISGlobal e coordenador do o estudo.

“Esses resultados, se confirmados, podem melhorar as recomendações atuais de atividade física para a prevenção do câncer. Está claro que todos podem reduzir o risco de câncer simplesmente sendo moderadamente ativos fisicamente por pelo menos 150 minutos por semana ”, acrescentou.

Fonte: www.goodnewsnetwork.org

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BOAS NOTÍCIAS: IDOSA COM 107 ANOS SE RECUPERA DA COVID-19 APÓS 02 INFARTOS, CÂNCER E RI DO TEMPO

Um exemplo de resistência, coragem, resiliência e principalmente positividade é o destaque deste sábado na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Uma senhora com 107 anos de idade já escapou de dois infartos, 01 câncer e também da Covid-19 nos últimos 5 anos. E dá um banho de alegria, vontade de viver, positividade e ainda quer tomar cerveja. Então vale a pena ler o artigo a seguir e conhecer a história dessa guerreira.

Aos 107, idosa vence infartos, câncer, Covid e quer tomar cerveja: vídeo

Dona Maria Sirina da Silva é uma fortaleza! Após dois infartos e um câncer, agora ela venceu a Covid-19 e quer comemorar tomando cerveja! Quem vai negar?

Com bom humor, a idosa de 107 anos, moradora de Marumbi, no Paraná, revelou em vídeo que está ansiosa pra tomar o primeiro gole!

“Foi difícil passar pelo corona. Vamos beber, se Deus quiser, umas duas cervejas”, disse Dona Maria Sirina num vídeo gravado por uma das netas. (assista abaixo)

“Ela é uma mulher muito forte, guerreira, não se abate facilmente não viu. Disse que não vai morrer porque tem que cuidar dos filhos [risos]. Acredita que ela nem teve sintomas? Se curou em casa. É uma coisa muito emocionante”, disse a neta Marilsa Aparecida dos Santos, de 50 anos, ao GMC.

“Hoje a gente se ajuntou e nós choramos junto com ela. Ela é uma pessoa muito querida e muito forte. Tem uma fé muito grande”, afirmou a neta.

Covid-19

Maria e outros sete familiares foram contaminados pelo novo coronavírus e todos se recuperaram.

A preocupação da família era com a centenária que, por conta da idade e do tratamento que faz há 6 anos contra o câncer na virilha.

Há um ano e meio, sofreu dois infartos em um período de 15 dias.

Mas Maria enfrentou tudo com força, coragem e saúde.

E de acordo com a neta Marilsa, a centenária não precisou nem ir para o hospital.

Maria Sirina da Silva tem 4 filhos, 11 netos, 4 bisnetos e 4 tataranetos.

Assista a vovó dizendo que quer comemorar com cerveja:

 

Maria Sirina com a família - Foto: arquivo pessoal
Maria Sirina com a família – Foto: arquivo pessoal

Com informações do GMC

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CÂNCER-COVID-QUIMIOTERAPIA E A VOLTA PRA CASA LIVRE DE TUDO

Uma história belíssima de superação é o destaque desta quarta-feira aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Um casal do Texas, há 46 anos juntos passaram por momentos terríveis durante essa pandemia, pois tiveram que enfrentar os dois a Covid-19, e a mulher, câncer de mama e ovário e quimioterapia, mas escaparam. Leia o artigo completo a seguir e saiba como foi! 

Casal do Texas casado há 46 anos vence a crise de COVID-câncer-quimioterapia e volta para casa com saúde limpa

O amor e o compromisso de um casal através de circunstâncias impossíveis de imaginar dão um significado totalmente novo à frase “ter e manter na doença e na saúde”.

Além de ser diagnosticada com câncer de ovário e mama, Janice Beecham e seu marido há 46 anos tiveram que enfrentar as quarentenas do COVID-19 – mas eles saíram juntos do outro lado nesta semana.

Em 25 de março, com Janice e Robert seguindo estritamente todas as diretrizes de saúde pública do COVID-19 por causa do câncer de Janice, Robert ligou para o filho e decidiu ir ao médico para fazer um teste de COVID-19 por solicitação do filho, pois ele não havia se sentindo bem na semana anterior.

Ele foi internado no Hospital Parkland, em Dallas, recebeu seu teste positivo, mas se recuperou pouco depois, apesar de já ter sofrido dois derrames nesta década.

Um dos golpes o impediu de comemorar um aniversário com sua esposa, e ele não queria que isso acontecesse pela segunda vez.

O médico de Robert eventualmente inventou um plano para tirar o marido dedicado do hospital e visitar sua esposa, um plano que ele pensava que o manteria no caminho certo para a recuperação, porque seu amor por Janice era obviamente uma força curadora em sua vida.

Contra as probabilidades

Chegando em casa no aniversário de casamento, Robert Beecham descobriu que Janice, que havia sido submetida a uma cirurgia invasiva para câncer de mama apenas um mês antes, já havia testado positivo para o COVID-19.

Para complicar ainda mais, seu câncer de mama retornou e Janice não pôde iniciar a quimioterapia como tratamento para qualquer câncer até que sua convalescença COVID-19 estivesse concluída, o que poderia dar tempo para o câncer se espalhar.

“Quando cheguei em casa e fizemos a quarentena, eu estava melhorando progressivamente, mas Janice ainda tinha problemas com sua saúde”, disse Robert à CNN .

Mas eles são melhores amigos, que se ajudaram com isso.

Agradecendo a Deus, como só se pode fazer tal situação, os namorados do ensino médio terminaram quarentenas, cirurgias e quimioterapia, agora são COVID-19 e livres de câncer.

A CNN informa: “Janice ainda tem radiação preventiva, mas os dois disseram que são abençoados por estarem vivos e por terem comemorado mais um ano juntos”.

Fonte: Good News Network

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CIÊNCIAS: FINALMENTE PESQUISADORES DESCOBREM O GENE HERDADO QUE INCENTIVA A METÁSTASE

O destaque desta quinta-feira na coluna CIÊNCIAS é uma reportagem da Revista Planeta sobre a descoberta do gene herdado que pode impulsionar a propagação do câncer através da metástase. Desta forma a ciência avança a passos largos na cura do câncer. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa descoberta!

Descoberto gene herdado que pode impulsionar propagação do câncer

O gene ApoE se apresenta em três versões diferentes, uma das quais faz seus portadores terem um risco maior de metástase

 Ao analisarem as células imunológicas dos tumores e as agruparem por tipo, os pesquisadores descobriram mais células contra o câncer em camundongos com o gene ApoE4. Crédito: Elizabeth e Vincent Meyer, Laboratório de Biologia de Sistemas do Câncer, Universidade Rockefeller

Às vezes, o câncer permanece inalterado, mas muitas vezes ele entra em metástase, espalhando-se para novos locais no corpo. Suspeita-se há muito tempo que mutações genéticas que surgem no interior das células tumorais conduzem a essa reviravolta potencialmente devastadora de eventos. Agora, pesquisadores mostraram pela primeira vez que nossa genética preexistente pode promover metástases.

Um estudo publicado ontem (25 de maio) na revista “Nature Medicine” sugere que diferenças em um único gene, transportado no genoma de alguém desde o nascimento, podem alterar a progressão do melanoma, um tipo de câncer de pele. Os pesquisadores suspeitam que essas variações herdadas podem ter o mesmo efeito em outros tipos de câncer.

“Os pacientes costumam perguntar: ‘Por que sou tão azarado? Por que meu câncer se espalhou?’ Como médicos, nunca tivemos uma resposta”, diz o investigador principal, Sohail Tavazoie, professor e médico assistente sênior da Universidade Rockefeller (EUA). “Esta pesquisa fornece uma explicação.”

A descoberta pode transformar a maneira como os cientistas avaliam as metástases do câncer e levar a uma melhor compreensão dos riscos dos pacientes para informar as decisões de tratamento, afirma Tavazoie.

O mistério das metástases

A metástase ocorre quando as células cancerígenas escapam do tecido original para estabelecer novos tumores em outros lugares, um fenômeno que leva à maioria das mortes por câncer. Os cientistas suspeitam que as células cancerígenas, que emergem inicialmente devido a mutações nas células normais, ganhem sua capacidade de se movimentar após outras mutações. Mas, depois de décadas de pesquisa, eles ainda precisam encontrar uma mudança genética que possa ser comprovada para incentivar metástases.

Pesquisas anteriores no laboratório de Tavazoie identificaram um gene chamado ApoE, presente no DNA de todas as células do corpo antes de surgir qualquer câncer, que pode afetar a propagação do melanoma. O gene produz uma proteína que parece interferir em vários processos usados ​​pelas células cancerígenas para metastizar, como formar vasos sanguíneos, crescer mais profundamente em tecidos saudáveis ​​e resistir a ataques de células imunes que combatem tumores.

Os seres humanos, no entanto, carregam uma das três versões diferentes de ApoE: ApoE2, ApoE3 e ApoE4. Segundo Benjamin Ostendorf, do Laboratório de Biologia de Sistemas do Câncer da Universidade Rockefeller e primeiro autor do estudo, essas variantes poderiam explicar por que o melanoma progride de maneira diferente em pessoas diferentes. Em experimentos com camundongos que possuem uma de cada possibilidade das versões do gene, ele e seus colegas descobriram que os tumores naqueles com ApoE4 eram menores e se espalhavam menos.

Uma análise mais detalhada revelou que ApoE4 é a versão mais eficaz de ApoE em termos de aumento da resposta imune às células tumorais. Comparados aos animais com outras variantes, os camundongos portadores de ApoE4 mostraram uma maior abundância de células T de combate ao tumor recrutadas no tumor de melanoma, bem como vasos sanguíneos reduzidos.

“Acreditamos que um grande impacto das variações na ApoE decorre de diferenças na forma como elas modulam o ataque do sistema imunológico”, diz Ostendorf.

Tratamento melhor

Dados genéticos de mais de 300 pacientes com melanoma humano acompanharam os experimentos com camundongos: em média, as pessoas com ApoE4 sobreviveram por mais tempo, enquanto as pessoas com ApoE2 viveram menos. Essa conexão com os resultados sugere que os médicos podem examinar a genética dos pacientes para avaliar o risco de progressão do câncer.

Isso também poderia influenciar o curso do tratamento. Às vezes, os pacientes com melanoma recebem terapia que estimula seu próprio sistema imunológico a combater melhor o câncer. A análise da equipe às informações desses pacientes, bem como as experiências com ratos, mostraram que aqueles com ApoE4 respondem melhor às terapias que incentivam o sistema imunológico.

Da mesma forma, os pesquisadores mostraram que um composto experimental que aumenta a produção de ApoE, o RGX-104, foi eficaz em ajudar ratos com ApoE4 a combater tumores. O RGX-104 está atualmente em ensaios clínicos. (Tavazoie é cofundador científico da Rgenix, a empresa que desenvolveu o RGX-104.)

Otimização de tratamentos

Novas pesquisas são necessárias para determinar como otimizar tratamentos para pacientes com outras variantes de ApoE, diz Tavazoie. O ApoE2, por exemplo, foi associado a um risco aumentado de metástase. As evidências dos pesquisadores até o momento sugerem que a capacidade de supressão de metástases do ApoE3 cai entre a dos outros dois. “Precisamos encontrar os pacientes cuja genética os coloca em risco de baixa sobrevivência e determinar quais terapias funcionam melhor para eles”, diz Tavazoie.

As implicações podem se estender além do câncer. Outros estudos mostraram que variações no gene ApoE contribuem para a doença de Alzheimer: o ApoE4 agrava o risco desse distúrbio neurodegenerativo, em contraste com a supressão da progressão do câncer.

“Não está muito claro o que o ApoE faz na doença de Alzheimer, mas acreditamos que nosso trabalho no câncer também pode trazer informações para nossa compreensão dessa doença”, diz Tavazoie. Seu laboratório, normalmente focado no câncer, começou a investigar a conexão com esse distúrbio neurodegenerativo.

Fonte: Revista Planeta

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BOAS NOTÍCIAS: MAIS UMA DESCOBERTA SENSACIONAL NA LUTA CONTRA O CÂNCER

O combate sem tréguas contra o câncer é o foco dessa edição da coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira. E o Brasil está dando exemplo nessa iniciativa pioneira. Cientistas da USP, a mesma equipe que curou um paciente terminal há duas semanas faz mais um incrível descoberta no combate ao câncer de ovário. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes!

USP descobre molécula que reduz tumor e evita metástase

Imagem mostra redução do tumor de câncer de ovário em camundongo na USP em Ribeirão Preto Foto: reprodução

Imagem mostra redução do tumor de câncer de ovário em camundongo na USP em Ribeirão Preto Foto: reprodução

Pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, em parceria com um laboratório norte-americano, conseguiram identificar uma molécula que reduz o tumor e evita metástase do câncer de ovário.

A molécula de RNA, conhecida como MIR-450A, é capaz de reduzir o tamanho do tumor e impedir que ele se espalhe pelo organismo.

O estudo foi realizado no Centro de Terapia Celular do Hemocentro da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP), o mesmo que no começo do mês usou uma terapia genética e surpreendeu ao salvar um paciente terminal com câncer.

Testes

Testes in vitro e em camundongos apontaram que a molécula, quando superexpressa – em tamanho aumentado – tem efeito positivo para tratar o câncer de ovário.

“Durante os estudos, a gente identificou que essa molécula, que é um RNA pequeno, um micro RNA, tem características de suprimir um tumor”, explica Wilson Araújo da Silva Júnior, professor do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina da USP.

Wilson Júnior afirma que a molécula MIR-450A, presente no corpo humano e que pode ser reproduzida em laboratório, é capaz de silenciar genes envolvidos na migração celular e no metabolismo do tumor.

É isso que reduz o tamanho do tumor e bloqueia o processo de metástase.

Como

“Essa molécula está fazendo parte de uma revolução maior, que é a medicina genômica. Quer dizer, a gente só conseguiu identificar essa molécula, porque temos ferramentas de análises do genoma que antigamente não conseguiam investigar”, diz o pesquisador.

Coordenador do Centro de Medicina Genômica do Hospital das Clínicas e pesquisador do Centro de Terapia Celular do Hemocentro, ambos da USP, Silva Júnior diz pesquisadores em todo o mundo estão identificando moléculas capazes de combater o câncer.

Recentemente, cientistas da USP também descobriram, pela primeira vez, que a molécula chamada microRNA-367 pode reduzir a agressividade de tumores embrionários do sistema nervoso central, responsáveis por uma espécie de câncer mais comum em crianças.

“A revolução já está ocorrendo. Se você olhar na literatura, vai ver que vários grupos estão identificando. O que a gente vai ter para combater o tumor é exatamente várias moléculas e várias descobertas atuando no combate ao câncer”, afirma.

Medicamento

Agora, os pesquisadores esperam desenvolver um medicamento utilizando a molécula MIR-450A para auxiliar no combate ao câncer de ovário, uma vez que essa doença, geralmente, só é identificada em estágio avançado.

“É lógico que isso demora um tempo muito grande. Até chegar em um produto, isso pode levar 10 ou 20 anos, mas, o mais importante, é que conseguimos identificar moléculas que possam ser usadas como terapia, não só para o tumor, mas para outras doenças”, concluiu.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: TERAPIA GENÉTICA 100% BRASILEIRA CURA PACIENTE TERMINAL COM LINFOMA

Um paciente terminal, com metástase nos ossos, dependente de morfina diariamente, recebe alta de hospital e é declarado virtualmente livre do câncer que quase o matou. Tudo isso aconteceu aqui no Brasil. Leia a reportagem completa a seguir e conheça essa nova terapia genética 100% brasileira. 

Paciente terminal está livre do câncer com terapia genética brasileira

Equipe médica de Vamberto no HC de Ribeirão Preto — Foto: Divulgação/HCFMRP

Equipe médica de Vamberto no HC de Ribeirão Preto — Foto: Divulgação/HCFMRP

Um paciente terminal brasileiro com câncer vai ter alta após sucesso com uma terapia genética feita pela primeira vez na América Latina.

O homem, que estava desenganado, deixará o hospital livre dos sintomas do câncer, graças a um método 100% brasileiro baseado em uma técnica de terapia genética descoberta no exterior e conhecida como CART-Cell.

Segundo os médicos, o mineiro Vamberto, de 63 anos, servidor público aposentado, respondeu bem ao tratamento. Ele tinha linfoma e tomava morfina diariamente. Tinha previsão de um ano de vida. Mas quatro dias após o tratamento, ele deixou de sentir as fortes dores causadas pela doença, uma semana depois voltou a andar e o câncer entrou em remissão.

“Milagrosa”

“Essa primeira fase do tratamento foi milagrosa”, disse o hematologista Dimas Tadeu Covas, coordenador do Centro de Terapia Celular (CTC-Fapesp) e do Instituto Nacional de Células Tronco e Terapia Celular, apoiado pelo CNPq e pelo Ministério da Saúde.

“Não tem mais manifestação da doença, ele era cheio de nódulos linfáticos pelo corpo. Sumiram todos. Ele tinha uma dor intratável, dependia de morfina todo dia. É uma história com final muito feliz.”

Os pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC-Fapesp-USP) do Hemocentro, ligado ao Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, disseram que o paciente está “virtualmente” livre da doença, mas ainda não falam em cura porque o diagnóstico final só pode ser dado após cinco anos de acompanhamento. Tecnicamente, os exames indicam a “remissão do câncer”.

Participou da pesquisa

Antes de chegar ao interior de São Paulo, Vamberto tentou quimioterapia e radioterapia, mas seu corpo não respondeu bem a nenhuma das técnicas. Em um tratamento paliativo, com dose máxima de morfina, ele deu entrada no dia 9 de setembro no Hospital das Clínicas em Ribeirão com muitas dores, perda de peso e dificuldades para andar.

O tumor havia se espalhado para os ossos.

Seu prognóstico, de acordo com os médicos, era de menos de um ano de vida. Como uma última tentativa, os médicos incluíram o paciente em um “protocolo de pesquisa” e testaram a nova terapia, até então nunca aplicada no Brasil.

O tratamento

Os pesquisadores da USP – apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) – desenvolveram um procedimento próprio de aplicação da técnica CART-Cell, que foi criada nos EUA, é ainda recente, está em fase de pesquisas e é pouco acessível.

Nos EUA, os tratamentos comerciais já receberam aprovação e podem custar mais de U$ 475 mil, mais de de 2 milhões de reais.

A CART-Cell é uma forma de terapia genética já utilizada nos Estados Unidos, Europa, China e Japão. Ela consiste na manipulação de células do sistema imunológico para combaterem as células causadoras do câncer.

A estratégia da CART-Cell consiste em habilitar células de defesa do corpo (linfócitos T) com receptores capazes de reconhecer o tumor.

O ataque é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.

Como

Renato Luiz Cunha, outro dos responsáveis pelo estudo, explicou que a terapia genética consegue modificar células de defesa do corpo para atuarem em combate às que causam o câncer.

“As células vão crescer no organismo do paciente e vão combater o tumor”, disse Cunha. “E desenvolvemos uma tecnologia 100% brasileira, de um tratamento que nos EUA custa mais de US$ 1 milhão. Esperamos que ela possa ser, no futuro, acessível a todos os pacientes do SUS.”

Cunha recebeu, em 2018, o prêmio da Associação Americana de Hematologia (ASH), nos EUA, para desenvolver este estudo no Brasil.

Vamberto, 62, é funcionário público aposentado de BH e sofria de um linfoma terminal — Foto: Hugo Caldato/Hemocentro RP/Divulgação

Vamberto sofria de linfoma terminal – Foto: Hugo Caldato/Hemocentro RP/Divulgação

Com informações do G1 e JornalDaUSP

Fonte: Só Notícia Boa

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