CLIPES NACIONAIS: SEU JORGE – BURGUESINHA

Hoje vamos de CLIPES NACIONAIS com Seu Jorge que teve uma infância dura no bairro Gogó da Ema, em Belford Roxo. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, frequentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os irmãos em bailes funks e bailes charmes da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite. Participou da formação da banda Farofa Carioca, que   mistura dos ritmos negros de várias partes do mundo, como negrosreggaejongofunk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira   e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000. Participou também em diversos filmes em sua carreira.

 Fonte: Seu Jorge
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SOMENTE A GARANTIA DA MOBILIDADE SOCIAL É CAPAZ DE DIMINUIR A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E BRANCOS

Mobilização pode levar pauta racial para centro do debate público, diz professor

Da CNN, em São Paulo

Atualizado 21 de novembro de 2020 às 21:07

Mobilização pode levar pauta racial para centro do debate público, diz professor - Flipboard

Após uma sexta-feira de protestos por todo o país, em função da morte de um homem negro, espancado por seguranças de um supermercado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a Avenida Paulista amanheceu neste sábado com uma enorme pintura com os dizeres “Vidas Pretas Importam”.

A ação foi feita por um coletivo de artistas e produtores culturais. Na capital paulista, o protesto ocupou três faixas de uma das principais vias da cidade.

O professor de Direitos Humanos da FGV-SP Thiago Amparo conversou com a CNN sobre o fortalecimento dos atos antirracismo no Brasil após o crime em Porto Alegre.

Segundo ele, a esperança dessa mobilização nacional é de que a pauta racial e o combate à violência policial venha para o centro do debate público.

“O Brasil é um país muito racista, no sentido de perpetuar a violência racial, e esse último caso do assassinato brutal do João Alberto é de fato um dos ápices mais claros e brutais deste tipo de violência”, diz.

Thiago Amparo defende a necessidade de uma reparação histórica que garanta uma justiça socioeconômica à população negra, possibilitando o acesso a oportunidades em diferentes esferas: tanto no mercado de trabalho, quanto na educação.

Segundo o especialista, somente a garantia da mobilidade social será capaz de diminuir a desigualdade entre negros e brancos.

Fonte: CNN

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NAS ELEIÇÕES DE 2020 MAIORIA DO STF DETERMINA COTA FINANCEIRA PARA CANDIDATOS NEGROS

Maioria do STF determina cota financeira para negros nas eleições municipais 2020

O único a divergir, até agora, foi o ministro Marco Aurélio Mello.

Marcos Rocha

publicado  

em 02. 10 2020

Por Marcos Rocha

 

 STF 

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (2) maioria de seis votos para que os partidos promovam, já nas eleições municipais deste ano, a destinação proporcional aos candidatos negros dos recursos de financiamento de campanha e do tempo de propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio.

O julgamento ocorre em plenário virtual, no qual os ministros têm um prazo para votar por escrito, que se encerra às 23h59 desta sexta-feira (2). Confirmando-se a maioria já formada, fica mantida a liminar (decisão provisória) concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski em 10 de setembro, a pedido do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).

Em agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que cada partido deve dividir sua parte do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral) e do tempo de campanha no rádio e TV de modo proporcional entre candidatos negros e brancos. Entretanto, prevaleceu na ocasião o entendimento de que a medida somente se aplicaria a partir de 2022.

O PSOL, então, abriu então uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) pedindo a liminar para que a divisão fosse aplicada já nas eleições municipais deste ano. Ao analisar a questão, Lewandowski concluiu não haver prejuízo aos partidos, que teriam tempo suficiente para se adequarem à medida antes do início da campanha eleitoral.

Na decisão liminar, Lewandowski escreveu não ter havido mudança em regras eleitorais que justificasse a postergação da medida, mas somente uma determinação para que se aplique tratamento igualitário na divisão dos recursos.

No voto proferido agora, o ministro voltou a escrever que a medida contribui para a construção de “uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social, livre de quaisquer formas de discriminação”.

Até o momento, acompanharam o relator os ministros Luís Roberto Barroso (atual presidente do TSE), Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Rosa Weber.

O único a divergir, até agora, foi o ministro Marco Aurélio Mello, para quem a divisão proporcional dos recursos é medida necessária, mas que deveria partir do Legislativo.

Fonte: Conexão Política

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