MPRN E PREFEITURA DE ANGICOS FIRMAM TAC PARA REGULARIZAR QUADRO DE PESSOAL CONTRATADO

MPRN e Prefeitura de Angicos firmam acordo para realização de concurso público e substituição de contratados

28 maio 2020

MPRN e Prefeitura de Angicos firmam acordo para realização de concurso público e substituição de contratados

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Prefeitura de Angicos firmaram um termo de ajustamento de conduta (TAC) para regularizar o quadro de pessoal do serviço público municipal mediante a substituição dos profissionais contratados e ocupantes de cargos comissionados por efetivos. Ao assinar o documento, o Município também indicou que vai pagar horas extras aos professores municipais, em razão de déficit de pessoal, após a aposentadoria de vários profissionais em fim de carreira.
A partir de agora, a Prefeitura tem o prazo de 90 dias para realizar levantamento sobre a necessidade municipal de criação de cargos efetivos para regularizar o vínculo dos profissionais do Poder Público, levando em consideração o quadro atual e carências futuras.
Os passos seguintes serão o envio de projeto de lei criando os cargos de provimento efetivo para a Câmara Municipal e todas as providências pertinentes à realização de concurso público para o preenchimento das vagas ofertadas. Logo, o projeto de lei deverá contar cargos suficientes para substituição de todos os profissionais contratados que exerçam funções permanentes do serviço público local (ou seja, funções que não são temporárias).
Se o Município deixar de receber verbas federais para manutenção de programas específicos (como CREAS, CRAS, “Programa Criança Feliz”, dentre outros), será suspensa a exigibilidade de realização de concurso público para as categorias abrangidas pelo programa cujo custeio foi suspenso, enquanto durar a suspensão ou mesmo o atraso injustificado de repasse de verbas.
Os prazos para realização do concurso se iniciam no próximo ano. Assim que houver a admissão dos aprovados e classificados no certame o Município terá que exonerar os ocupantes de cargos comissionados e rescindir os contratos de trabalho temporários relativos às vagas destinadas aos servidores efetivos.
Fonte: Política em Foco
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REGRA QUE DEFINE ISOLAMENTO DE ESTRANGEIROS DEIXARÁ DE VALER EM 1º DE JULHO NA ESPANHA

Espanha define data para encerrar quarentena de estrangeiros e volta a incentivar o turismo

Regra que obriga isolamento de estrangeiros deixará de valer em 1º de julho, mas Governo ainda precisa definir condições de segurança para viajantes e população

Madrilenhos passeiam no parque Retiro, no primeiro dia de saída do confinamento, na segunda.Madrilenhos passeiam no parque Retiro, no primeiro dia de saída do confinamento, na segunda.

CARLOS E. CUÉ

|HUGO GUTIÉRREZ

Madri – 26 MAY 2020 – 11:55 BRT

A Espanha continua a tomar medidas em prol do retorno à atividade turística normal. Primeiro foi o presidente do Governo (primeiro-ministro), Pedro Sánchez, que anunciou no sábado que turistas estrangeiros poderiam viajar para o país no verão espanhol, que começa em junho. E na segunda-feira, em uma reunião interministerial por videoconferência, ficou definido o dia 1º de julho para o fim da quarentena obrigatória para viajantes que residem no exterior. Assim, concretiza-se a reativação de um setor vital para a economia espanhola e se elimina um obstáculo à venda de viagens, já que essa norma desestimulava os turistas que planejavam passar férias no país.

O Executivo estabeleceu como meta que o turismo, setor responsável por mais de 12% do PIB da Espanha, não perca a temporada de verão. Isso é vital para o setor —e para a economia espanhola—, pois essa é a época do ano em que se concentra o maior número de viagens pelo país. Por isso, as autoridades decidiram definir a data de vencimento da quarentena obrigatória para os turistas de fora.

Fonte: El País

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BOLSONARO TEM PRAZO LIMITE PARA SANCIONAR OU VETAR PL DO SOCORRO AOS ESTADOS

Bolsonaro tem até esta quarta para decidir sobre socorro aos estados

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 27 de Maio de 2020 às 04:28

bolsonaro governadoresBolsonaro se reuniu com os 27 governadores, ministros e presidentes da Câmara e do Senado na última quinta-feira

Termina nesta quarta-feira (27) o prazo legal para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tome uma decisão – com sanção ou vetos – sobre o Projeto de Lei (PL) n° 39/2020, que cria o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, com um socorro de R$ 60 bilhões aos estados e municípios para compensar perdas de receita durante a pandemia.

O PL, de autoria do senador Antonio Anastasia (PSD/MG), foi aprovado no Senado no dia 6 de maio e desde então aguarda a decisão presidencial. O prazo para a sanção ter validade é até 27 de maio.

Bolsonaro se comprometeu a sancionar o projeto nesta quarta-feira, com veto a um artigo que pouparia algumas categorias de um congelamento salarial de 18 meses aos servidores públicos.

A segurança pública está entre as categorias que poderiam ser poupadas no artigo em questão. Nesta terça-feira, o presidente aprovou um aumento de até 25% para as polícias do Distrito Federal, um movimento esperado antes de bloquear os reajustes até o final de 2021.

Na segunda-feira, o Senado aprovou outra medida que interfere no setor: a MP nº 918/2020, que cria funções de confiança destinadas à Polícia Federal e extingue cargos em comissão.

Em videoconferência com governadores, na última quinta-feira (21), Bolsonaro pediu apoio na manutenção desse veto sobre o salário de servidores – que, na prática, fará com que professores, membros da segurança pública e também médicos e enfermeiros que atuam contra a Covid-19 tenham seus salários congelados.

O PLP 39 vai custar R$ 125,8 bilhões para as contas da União, de acordo com cálculo do Ministério da Economia.

Somente em transferência direta da União para estados e municípios serão R$ 60,15 bilhões. A estimativa é de que a suspensão de dívidas dos entes federados subnacionais com a União e de dívidas previdenciárias somem, respectivamente, R$ 35,34 bilhões e R$ 5,6 bilhões.

Já a renegociação das obrigações com a Caixa Econômica Federal (CEF) e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve totalizar R$ 13,98 bilhões. Além disso, o pacote inclui R$ 10,73 bilhões em renegociações de obrigações com organismos multilaterais e mais R$ 5,6 bilhões na suspensão de pagamentos de dívidas previdenciárias.

Fonte: CNN

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SEGUNDO GUEDES BRASIL NÃO TEM SAÍDA E PRECISA “AGUENTAR” A CHINA

O Brasil está quebrado e precisa “aguentar” a China, diz Guedes

Do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 22 de Maio de 2020 às 18:45

Paulo GuedesMinistro da Economia, Paulo Guedes, na reunião ministerial em 22 de abril, no Palácio do Planalto.

Em vídeo da reunião ministerial divulgado nesta sexta-feira (22), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a China deveria financiar um Plano Marshall para o mundo a fim de compensar os impactos econômicos causados pelo coronavírus. Mesmo assim, segundo o ministro, o Brasil não deveria entrar em mais atritos com a China.

“A China é aquele cara que você sabe que você tem que aguentar. Porque para vocês terem uma ideia, para cada um dólar que o Brasil exporta para os Estados Unidos, exportamos três para a China”, diz Guedes, que também defende uma maior responsabilização aos chineses. “A China (censurado) deveria financiar um Plano Marshall para ajudar todo mundo que foi atingido”, disse ele

Guedes afirma que a relação com os chineses pode ser pragmática. E que a China precisa do Brasil porque “eles precisam comer”.

“Você sabe que geopoliticamente você está do lado de cá. (…) Não vamos vender para eles ponto críticos nosso, mas vamos vender a nossa soja para eles. Isso a gente pode vender à vontade. Eles precisam comer, eles precisam comer”, disse.

Críticas ao desenvolvimentismo

Segundo o ministro, o Pró-Brasil, vendido como uma espécie de plano para recuperar o país, essa ideia poderia ser um desastre. Segundo ele, a retomada do crescimento vem pelos investimentos privados, reformas e abertura da economia.

“Voltar uma agenda de trinta anos atrás, que é investimento público financiado pelo governo, foi o que a Dilma fez. Então, tá cheio de gente pensando nessa eleição agora, e botando coisa p… na cabeça de todo mundo aqui dentro. (…) O governo quebrou! Em todos os níveis (…)”

Segundo ele, a agenda de desalavancar bancos públicos e reduzir endividamento e queda de juros seria suficiente para o Brasil voltar a “voar”, mas aí veio o coronavírus. E a previsão de queda do PIB para 2020 é de 4,7%.

Guedes ainda afirmou que tem conversado com investidores e que querem um “bom ambiente de negócios no país”. Segundo o ministro, o mundo inteiro quer investir no Brasil e que estão dispostos a colocar “centena de bilhões de dólares” no país.

“Simplificação de impostos e segurança jurídica, coisas desse tipo”, disse. De acordo com o ministro, o governo precisaria entrar na OCDE e aderir ao General Purchase Agreement (GPA) seria o suficiente para o Brasil entrar no alvo dos investidores novamente.

“Então, basta a gente fazer isso, quer dizer, vai fazer concorrência para concessão, privatização, então nós já estamos na pista certa, já estamos indo para a direção certa”, disse.

Reconstrução com aprendizes militares

A reconstrução, segundo Guedes, pode passar pelo recrutamento de jovens aprendizes dos quartéis brasileiros. “Quantos jovens podemos absover?  Um milhão a duzentos reais, que é o bolsa família, trezentos reais, pro cara de manhã fazer calistenia. (…) De tarde, aprende a ser um cidadão, pô. (…) É… voluntário para fazer estrada, para fazer isso, fazer aquilo. Sabe quanto custa isso? É duzentos reais por mês.”

Segundo o ministro, com dez meses com um milhão de jovens, os custos para os cofres públicos seria de R$ 2 bilhões. “Então, nós vamos pegar na reconstrução, nós vamos pegar um bilhão, dois bilhões e contratar um milhão de jovens. A Alemanha fez isso na reconstrução (da Segunda Guerra Mundial)”, disse o ministro.

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ECONOMIA: RESTITUIÇÃO DO IR COMEÇA EM 29 DE MAIO E VAI ATÉ 30 DE SETEMBRO

Veja calendário de restituição do IR 2020; 1º lote vence no dia 29 de maio

O pagamento do primeiro lote ficou programado para o dia 29 de maio, com a última data prevista para 30 de setembro

Por CNN Brasil – Publicado em 22/05/2020 às 11:21

A declaração do Imposto de Renda (IR) é feita por meio de um programa da Receita Federal

Nesta sexta-feira (22), a partir das 9h, a Receita Federal libera a consulta do primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Depois que a pandemia de coronavírus se alastrou pelo Brasil, algumas regras do processo de declaração do IRPF 2020 passaram por mudanças, a começar pela adoção de um novo calendário.Depois dos ajustes, o pagamento do primeiro lote ficou programado para o dia 29 de maio, com a última data prevista para 30 de setembro. No ano passado, as restituições iniciaram no dia 17 de junho e se estenderam até o dia 16 de dezembro.

Outra mudança no processo foi a prorrogação do prazo de entrega da declaração, que agora se estende até o próximo dia 30 de junho. A medida tem como objetivo evitar aglomerações em agências, a sobrecarga dos sistemas digitais do órgão, e não prejudicar os contribuintes com dificuldade no acesso à internet.

Fonte: Agora RN

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CORTE DE ENCARGOS TRABALHISTAS PARA FOMENTAR CONTRATAÇÕES NO PÓS PANDEMIA É O NOVO PLANO DE GUEDES

CORTE DE ENCARGOS TRABALHISTAS PARA FOMENTAR CONTRATAÇÕES NO PÓS PANDEMIA É O NOVO PLANO DE GUEDES
O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala à imprensa no Palácio do Planalto, sobre os 500 dias de governo

Guedes planeja cortar encargos trabalhistas por até 2 anos com nova CPMF digital

O ministro Paulo Guedes (Economia) planeja uma desoneração emergencial de impostos aplicados sobre salários por um ou dois anos com objetivo de estimular empresas a contratarem trabalhadores após o pico do coronavírus no país. Para compensar a perda de receita, ele pretende criar um imposto sobre transações digitais.

A ideia resgata um antigo objetivo de Guedes, de implementar uma contribuição sobre pagamentos. Apesar de o debate lembrar a antiga CPMF e técnicos fazerem menção ao tributo em análises sobre a proposta, o ministro rechaça a comparação.

Guedes brinca que o último que falou no nome da CPMF foi demitido, em referência ao antigo secretário da Receita Marcos Cintra. O auxiliar de Guedes sempre defendia uma nova cobrança nos moldes da CPMF, cuja criação era rechaçada em declarações do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro diz agora que não se trata de CPMF. A ideia é buscar apoio político, defendendo a visão que se trata de um imposto diferente, a ser aplicado em transações digitais. O ministro ainda não dá detalhes da proposta.

O secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, disse na semana passada que as análises do governo sobre a CPMF foram interrompidas em 2019, mas podem voltar se necessário.

“Estudos [sobre CPMF] foram feitos no ano passado, mas a partir do momento em que houve decisão de que isso não seria considerado, interrompemos esses estudos. Na retomada, vamos avaliar tudo. Se for considerado necessário, [vamos] retomar estudo sobre isso também, se for necessário”, disse Tostes Neto na sexta (15).

Para Guedes, há chances de conseguir mais receitas. “Agora estou indo buscar recursos, e vamos precisar de apoio da opinião pública, da população, para fazer um movimento forte. Acho que vamos conseguir buscar o dinheiro para, quem sabe, chegar num momento de dizer que está pago o coronavírus”, afirmou em reunião com empresários na terça-feira (19).

Guedes acredita que o modelo do novo imposto, somado à desoneração dos encargos trabalhistas, seria benéfico ao livrar empresas de custos para contratar. “Vamos falar de encargos trabalhistas e possibilidade de contratar pessoas sem incidência de impostos sobre mão de obra. Vamos ter que lançar isso agora”, afirmou.

Atrelado à desoneração da folha, Guedes quer emplacar também uma redução de direitos trabalhistas com a justificativa de reduzir os recursos pagos pelas empresas à mão de obra. “No Brasil do desemprego em massa, temos que ter coragem de lançar esse sistema alternativo. Com menos interferência sindical, com menos legislação trabalhista“, disse.

O plano do Ministério da Economia é recriar o que chama de carteira de trabalho Verde e Amarela, modelo de contratação que prevê menos direitos e encargos trabalhistas. A tentativa anterior, criada por meio de uma medida provisória e voltada aos jovens, chegou ao fim do prazo de tramitação no Congresso sem ser votada e perdeu a validade.

“É um regime emergencial, vamos usar por um ou dois anos, depois o Brasil vai entender e ver o que é melhor”, afirmou. “Vamos criar um regime emergencial contra o desemprego em massa”, defendeu.

Na área tributária, Guedes também planeja emplacar seu modelo de fusão de PIS e Cofins, sugere prorrogar por mais tempo a suspensão do IOF sobre crédito para mitigar a crise e ainda vê como fundamental o refinanciamento de impostos diferidos durante a pandemia.

Entre as propostas planejadas pelo ministro para os próximos meses estão também novas linhas de crédito, já que entende que algumas delas, como a de financiamento da folha, não deram certo.

O ministro avalia que medidas para preparar o país para uma retomada devem ser lançadas dentro de 30 a 40 dias, depois de as discussões migrarem da Saúde para o que chama de segunda onda da crise do coronavírus, a econômica.

Na retomada, planeja ainda o novo marco legal do saneamento, alterações nas regras de petróleo e gás e aprimoramento de normas de logística e infraestrutura. Ele acredita que essas medidas trarão bilhões de investimentos privados em cada área.

Fonte: Blog do BG

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DIRETOR DA EBSERH INFORMA QUE CONVOCAÇÕES DO CONCURSO NACIONAL SERÁ FEITA ATÉ JUNHO

Convocações do concurso nacional serão iniciadas até junho, afirma diretor da Ebserh

Convocações do concurso nacional serão iniciadas até junho, afirma diretor da Ebserh

19 maio 2020

As convocações dos candidatos aprovados no concurso nacional da Rede Ebserh serão iniciadas ainda neste primeiro semestre. A informação foi confirmada nesta sexta-feira, 15, por Rodrigo Barbosa, diretor de Gestão da Pessoas da estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

“Estamos nos empenhando ao máximo para cumprir todas as etapas no menor prazo possível, de forma a começar a chamar os aprovados o quanto antes. A expectativa é grande por parte dos candidatos, mas também é nossa, para podermos contar com esse importante reforço nos nossos quadros, principalmente nesse contexto de pandemia”, disse o diretor.

O resultado final do concurso nacional da Rede Ebserh foi publicado no último dia 29 de abril e os editais com a classificação final podem ser conferidos nos sites da Rede Ebserh e do Instituto IBFC, banca organizadora do certame. As provas objetivas foram realizadas no dia 2 de fevereiro e registraram aproximadamente 250 mil candidatos presentes.

Foram oferecidas 1.660 vagas em todo o país, sendo 533 vagas para médicos em 88 especialidades, 998 vagas para a área assistencial em 53 especialidades e 129 para a área administrativa em 23 especialidades.

Sobre a Rede Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Devido a essa natureza educacional, os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde do país.

Fonte: Política em Foco
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GUEDES PEDE AO CONGRESSO QUE MANTENHA VETO DO PRESIDENTE A AUMENTO PARA SERVIDORES PÚBLICOS

Guedes cobra veto a aumento a servidores públicos: ‘Não assaltem o Brasil’

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
| Atualizado 16 de Maio de 2020 às 00:18
O ministro da Economia Paulo Guedes durante a coletiva de 500 dias do governoO ministro da Economia Paulo Guedes durante a coletiva de 500 dias do governo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta sexta-feira (15) que seja mantido pelo Congresso o eventual veto presidencial ao trecho que permite o reajuste de servidores públicos incluído no pacote de auxílio aos estados e municípios em virtude do coronavírus.

Ao votar a medida, os parlamentares aprovaram o trecho que colocava o congelamento dos salários como contrapartida para a ajuda federal, mas excluíram várias categorias desta regra. “Precisamos da contribuição do funcionalismo público. Dezenas de milhões de brasileiros estão sendo demitidos, milhares de empresas estão fechando. Só estamos pedindo uma contribuição”, afirmou Guedes.

O ministro afirmou que o governo rejeitou movimentos que pretendiam ir além, cortando até 20% do salário do funcionalismo. “Por favor, enquanto o Brasil está de joelhos, nocauteado, tentando sobreviver, não assaltem o Brasil”, disse o ministro.

Guedes também falou sobre os governadores e sobre o Congresso Nacional, ainda no bojo do assunto envolvendo o anúncio. Ele criticou os pedidos para a extensão do auxílio federal combinado à possibilidade de conceder aumento a servidores. “E vamos nos aproveitar de um momento como esse, da maior gravidade, de uma crise de saúde, e vamos subir em cadáveres para fazer palanque?”, afirmou.

A respeito do Legislativo, o ministro pediu que o veto, caso o presidente Jair Bolsonaro realmente o faça, seja mantido pelos deputados e senadores. “O que adianta um presidente vetar, se quando ele veta, o Congresso derruba. É para que isso? É para impor uma derrota política ao presidente, é para desorganizar a economia brasileira, é para transformar em guerra eleitoral um gesto de grandeza nosso de mandar recurso a guerra da saúde?”, criticou.

Ele afirmou não estar criticando nem o Congresso nem as categorias de servidores. A respeito das votações no Legislativo, ele afirmou, em referência à aliança recente do presidente Jair Bolsonaro com os partidos do chamado “Centrão”, que está em curso um acordo sobre programas de governo para a formação de uma base aliada mais sólida.

Ao lado do ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, Paulo Guedes afirmou que houve um erro de interpretação a respeito de “um PAC mais fundo”, em referência ao Programa Pró-Brasil, anunciado pelos ministros militares há duas semanas.

Guedes afirmou que o programa foi entendido como um aprofundamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), adotado no governo dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, e não seria. “Não foi isso que a Casa Civil falou, que o presidente falou, que o general Ramos (ministro da Secretaria de Governo) falou”.

No entanto, em seu anúncio, Braga Netto defendeu um eixo de investimentos públicos para a recuperação da economia brasileira após a pandemia da Covid-19. O ministro da Economia afirmou que os temores de que o Brasil poderia voltar a seguir um rumo de mais expansão dos gastos públicos afastaram investidores.

Fonte: CNN
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BOLSONARO DIZ QUE CHEGARÁ O MOMENTO QUE O POVO VAI CANSAR

Bolsonaro diz que atua pela abertura do comércio ‘dentro dos limites’ da Constituição, mas que ‘povo vai cansar’

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta sexta-feira, que está atuando pela abertura do comércio e de atividades essenciais “dentro dos limites” da Constituição, “por enquanto”, e que não vai discutir alternativas fora do texto constitucional, mas que chegará o momento em que “o povo vai cansar”.

Ele falou sobre o assunto ao ouvir um apelo de seus eleitores, na frente do Palácio da Alvorada, para que o governo federal permita que as pessoas “voltem a trabalhar”, mesmo com o crescente número de mortes por conta da Covid-19. Sem citar a quem se referia especificamente, Bolsonaro disse que “o que mais querem” é uma “escorregada” de seu governo, mas que ele não discutirá ações que não estejam respaldas pela Constituição.

— A lei me deu o direito de escolher as atividades essenciais. O resto que não é essencial está a cargo dos governadores e prefeitos, de acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal. Eu estou fazendo o que posso no meu limite, o que mais querem é uma escorregada minha. Desde o começo eu falo que o povo tem que trabalhar. Lamento as mortes, tenho falado isso. Não vou discutir o que está fora da Constituição. Eu tenho meu limite, por enquanto, mas vai chegar o momento em que povo vai se cansar — afirmou.

Uma das pessoas presentes na entrada da residência oficial chegou a sugerir que Bolsonaro fizesse um plebiscito para consultar a população sobre o isolamento social e as reformas, mas o presidente respondeu que “isso não existe”.

— A complicação é muito grande. Eu não tenho esse poder todo, não. Depende de muita coisa. Eu tenho que lutar com o que eu tenho — explicou.

Em relação ao aumento de infectados por coronavírus no país, Bolsonaro voltou a dizer que a crise provocada pela pandemia “vai passar”.

Os apoiadores do governo também reclamaram da ação de policiais militares de Pernambuco contra carreatas em defesa da reabertura do comércio no Estado. Isso porque algumas pessoas foram detidas hoje, em Recife, quando tentavam interromper o trânsito em protesto contra as medidas de restrições sociais, anunciadas pelo governador do Estado, Paulo Câmara (PSB). Sobre isso, Bolsonaro disse que “tem conhecimento” de tudo que está acontecendo.

— Imagina se o presidente fosse o PT, já tinham parado o Brasil já — emendou.

Fonte: Blog do BG

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ALTA EXPRESSIVA DA CESTA BÁSICA NA CIDADE DE NATAL EM 2020

PANCADA: Valor da cesta básica em Natal acumula alta de mais 11% em 2020

O preço da cesta básica apresentou aumento em 15 das 17 capitais pesquisadas do dia 1º ao dia 18 de março pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As altas mais expressivas ocorreram em Campo Grande (6,54%), Rio de Janeiro (5,56%), Vitória (5,16%) e Aracaju (5,11%). As quedas foram observadas em Belém (-3,27%) e São Paulo (-0,24%). Em Natal, conforme o levantamento, a cesta de alimentos básicos aumentou 4,96% em março na comparação com fevereiro. No ano, o aumento acumulado é de 11,01% – o segundo maior do país.

No período analisado, o conjunto de itens básicos da alimentação custou R$ 426,00, o quinto menor valor entre as 17 capitais pesquisadas, conforme Dieese. Importante ressaltar que não houve coleta de preços em alguns estabelecimentos, em razão da interrupção da pesquisa provocada pela pandemia de coronavírus. Em Natal, ao longo de 12 meses, a variação foi de 6,76%.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/valor-da-cesta-ba-sica-em-natal-acumula-alta-de-11-01-em-2020/476269

TRIBUNA DO NORTE

Fonte: Blog do BG

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