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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: NOVA SÉRIE DE TV COMANDADA PELO PRÍNCIPE WILLIAM DOCUMENTA A REPARAÇÃO DO NOSSO PLANETA

Uma nova série de TV comandada pelo Príncipe William, chamada “Earthshot”, terá a participação de David Attenborough e irá documentar a reparação de nosso planeta. Irá mostrando os desafios urgentes que enfrentamos e as soluções incríveis encontradas. Esse é um artigo que você não pode deixar de ver!

Edificante série de TV ‘Earthshot’ com David Attenborough documenta a reparação de nosso planeta – ASSISTIR

Uma nova série de televisão em cinco partes liderada pelo Príncipe William está sendo lançada globalmente: Apresentando Sir David Attenborough, Shakira e outros grandes nomes da conservação, você vai querer adicionar o Prêmio Earthshot: Reparando nosso Planeta às suas programações.

Cada episódio da série de cinco partes destaca um dos cinco “Earthshots” do Prêmio – mostrando os desafios urgentes que enfrentamos e traçando o perfil das pessoas inspiradoras em todo o mundo que já estão encontrando soluções incríveis, incluindo aquelas dos primeiros Finalistas do grande prêmio .

Esses finalistas notáveis ​​e suas soluções inovadoras para nossos maiores desafios ambientais são explorados, destacando alguns dos projetos práticos mais extraordinários que podem ser implementados em todo o mundo.

A série foi lançada no discovery + e BBC One no Reino Unido. Ele estreia em 16 de outubro nos Estados Unidos, com um lançamento internacional a seguir.

Reparando nosso planeta

As filmagens aconteceram em mais de 70 locações, contando histórias de locações como a savana queniana, a floresta tropical brasileira, o interior australiano e o centro de Tóquio.

Cada Earthshot é sustentado por metas acordadas cientificamente, incluindo as Metas de Desenvolvimento Sustentável da ONU e outras medidas internacionalmente reconhecidas para ajudar a reparar nosso planeta.

Juntos, eles formam um conjunto único de desafios enraizados na ciência, que visam gerar novas formas de pensar, bem como novas tecnologias, sistemas, políticas e soluções.

Alguns dos competidores apresentados incluem Coral Vita, Bahamas: uma inovação verdadeiramente avançada na criação de corais que pode restaurar os recifes de coral que estão morrendo em nosso mundo; AEM Electrolyser, Tailândia: Uma engenhosa tecnologia de hidrogênio verde desenvolvida para transformar a forma como fornecemos energia às nossas casas e edifícios; e mais.

De acordo com um comunicado , a série foi desenvolvida e produzida por Colin Butfield e Jonnie Hughes na Silverback Films; as cabeças criativas por trás do documentário de sucesso fenomenal David Attenborough: A Life on Our Planet e conselheiros de longa data do Prêmio Earthshot.

ASSISTA o trailer …)

Fonte: Good News Network

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PARA PERPETUAR MEMÓRIA DA AVÓ QUE SOBREVIVEU AO HOLOCAUSTO, NETO CRIA UM DOCUMENTÁRIO

Holocausto: Neto cria projeto para perpetuar memória da avó

Cecília Gewertz foi expulsa de casa com toda a família pelos nazistas e passou por cinco campos de concentração

INTERNACIONAL

 Sofia Pilagallo, do R7*

Neto e avó eram muito próximos

Há exatos 76 anos, as tropas soviéticas libertavam os prisioneiros do maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia, por onde passaram cerca de 1,3 milhão de pessoas, em sua maioria judeus. Entre os poucos sobreviventes, aproximadamente 200 mil, estava a polonesa Cecília Gewertz, que escapou da morte milagrosamente por diversas vezes e só viria a falecer em junho de 2018, aos 96 anos.

Já são mais de dois anos sem Dona Cecília, mas sua memória permanece mais viva do que nunca. Isso porque, em 2018, o neto Marcelo Gewertz, 25 anos, de São Paulo, e seus três irmãos decidiram eternizá-la a partir do projeto Sobre Viver o Holocausto: um documentário de 45 minutos e um site com fotos, vídeos e documentos que traçam em detalhes a história da avó.

No documentário, Cecília conta que após o início da Segunda Guerra, em 1939, quando tinha 17 anos, os nazistas invadiram sua casa e expulsaram toda a sua família — os pais e quatro irmãos —, que foram levados ao campo de extermínio de Treblinka, na Polônia, e, posteriormente, assassinados. Ao todo, ela perdeu 12 familiares na guerra.

Após passar algum tempo escondida, Cecília foi capturada pelos nazistas, e ao longo da guerra, passou por cinco campos de concentração: Auschwitz, Birkenau e Buna Werke, na Polônia; e Ravensbrük e Malchow, na Alemanha.

Em Auschwitz, possivelmente sua experiência mais dolorosa, Cecília caiu nas mãos do médico alemão Josef Mengele, que usava os prisioneiros como cobaias para experimentos desumanos, cruéis e, muitas vezes, fatais.

“Esse projeto é importante por dois principais motivos”, afirma Marcelo. “Primeiramente, quero honrar a história da minha avó e manter essa história viva. Acho que não tem homenagem maior que eu possa fazer para ela e para a família dela, que, infelizmente, eu não pude conhecer. Em segundo lugar, é necessário divulgar essas histórias para que a humanidade não repita o que foi feito no passado.”

Para o neto, gravar o relato da avó provocou um misto de choque, tristeza e admiração, sobretudo devido à proximidade entre os dois. “A minha avó era a pessoa que eu mais admirava e mais admiro. Gostava de passar mais tempo com ela do que com meus pais e irmãos”, diz. “No ano em que ela faleceu, por coincidência, eu arrumei um emprego que ficava a três ruas da casa dela. Acho que era um sinal de Deus. Felizmente eu aproveitei.”

História em detalhes

Apesar de sempre ter tido conhecimento de que a avó fora prisioneira do Holocausto, o jovem nunca tinha ouvido a história com tantos detalhes. “Às vezes, estávamos jantando, ela puxava um assunto e quando víamos, estava contando sobre como sofreu durante a guerra – mas eu nunca tinha ouvido a história inteira.”

Foi apenas em 2014, quando Marcelo tinha 19 anos, que ele e seus irmãos decidiram investigar toda a verdade. Eles, então, foram até a casa da avó e gravaram um depoimento de cerca de uma hora e meia, que ficou guardado até sua morte, quatro anos mais tarde.

“Como ela já não estava mais aqui, pensei que se eu não contasse, ninguém mais iria contar. Por mais que existam museus, institutos e acervos, se nós da família, não tivéssemos divulgado essa história, ela iria acabar se perdendo”, diz.

Para concluir o documentário, no qual foram usados basicamente o áudio e fotos de acervo, foram necessários três meses de trabalho. Já para montar o site, o jovem teve que partir em uma busca incessante — e contínua — por fotos e documentos que não estavam disponíveis na internet com facilidade.

“Não tinha muita informação sobre ela nem sobre vários outros sobreviventes. Quando você joga o nome deles no Google, raramente aparece alguma coisa — um ou outro que deu palestra, que ficou mais famoso”, afirma o neto. “O nome da minha avó está em bases de dados do mundo todo — Estados Unidos, Polônia, Alemanha, em Curitiba, aqui em São Paulo —, mas não está disponibilizado de forma acessível. Tive que ligar, mandar e-mail, cobrar.”

Papel e importância da terceira geração

É por esses e outros muitos motivos que Marcelo defende que o papel da terceira geração de sobreviventes seja o mais importante de todos, e possivelmente decisivo para a perpetuação da memória das vítimas do Holocausto.

“Apesar de os documentos ainda não serem acessíveis, eu vejo que vem sendo feito um esforço nesse sentido. Quando eu comecei a pesquisar o material sobre a minha avó, eu olhei em várias bases de dados e não achei nada. Dois, três anos depois, eu voltei a procurar e encontrei. Meu pai, por exemplo, não conseguiria ter feito isso.”

O jovem acredita ainda que, por mais que muitos sobreviventes tenham bisnetos, a terceira geração será a última que poderá perpetuar essa memória. Baseado em sua própria experiência — Marcelo passou a procurar saber mais sobre o assunto depois de adulto —, ele acha que, infelizmente, os bisnetos não vão conseguir atingir a idade necessária para desenvolver essa consciência e colher os relatos de seus bisavós enquanto eles ainda estiverem vivos.

Além disso, a terceira geração tem mais e melhores meios de registrar, armazenar e divulgar essas histórias do que a geração passada, que contava basicamente com gravadores e fitas cassetes. “Hoje em dia, com um celular básico e acesso à internet, é possível gravar áudios e vídeos de ótima qualidade e compartilhá-los com o mundo em questão de segundos.”

Lições passadas de geração em geração

Para o jovem, a vida da avó, em si, já é uma lição de vida – ele menciona três, no entanto, que merecem maior destaque. Primeiramente, valorizar a família. “Ela sempre contava umas histórias muito fortes, e por mais fortes que fossem, os únicos momentos em que ela realmente se emocionava era quando falava da família – do irmão, o único sobrevivente da família, com quem se encontrou algumas vezes durante a guerra, e sobretudo, dos pais.”

Em segundo lugar, não ter apego ao dinheiro. “Depois da guerra, minha avó começou a trabalhar na Suécia, e ela e umas amigas passaram a ganhar dinheiro. Enquanto as amigas queriam mais e mais, para comprar roupas e comidas caras, ela só queria o básico.”

E, por último, colocar a si mesmo em primeiro lugar. “Minha avó dizia que apesar de que era preciso ter um senso de coletividade quando se estava nos campos, se você não pensasse primeiramente em você em alguns momentos, você não sobreviveria. A comida era muito limitada e alguns trabalhos eram menos precários que outros, então cada decisão poderia significar, efetivamente, a diferença entre a vida e a morte.”

Antissemitismo pelo mundo

Marcelo destaca a ascensão do antissemitismo nos últimos anos. Segundo uma pesquisa realizada pela ONG judaica ADL (Anti-Defamation League) em 2019 em 18 países – citada, inclusive, no site do projeto – as atitudes antissemitas aumentaram consideravelmente em comparação com 2014, sobretudo no Brasil e na Argentina. No geral, 30% dos argentinos entrevistados têm atitudes antissemitas (em 2014, eram 24%), enquanto no Brasil, esse percentual é de 25% (em 2014, era de 16%).

A afirmação “os judeus ainda falam muito sobre o Holocausto” é considerada verdadeira para 60% dos brasileiros e 60% dos argentinos, de acordo com a pesquisa. Além disso, 24% dos brasileiros nunca tinham ouvido falar sobre o Holocausto ou não souberam responder sobre o assunto.

“A melhor forma de combater o antissemitismo é por meio da educação. Infelizmente, ainda tem muita gente que não sabe o que aconteceu, ou que nega o que aconteceu, o que é ainda pior”, afirma. “Os dados são alarmantes e só reforçam ainda mais o quanto é necessário continuar contando essas histórias. Para honrar os sobreviventes, mas sobretudo, para não deixar que os mesmos erros sejam cometidos no futuro. Como diz o ditado, ‘um povo que não conhece a sua história está fadado a repeti-la’.”

Fonte: R7

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O VENCEDOR DO PRÊMIO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA FOI O DOCUMENTÁRIO DA CNN

Documentário da CNN vence prêmio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha

da CNN, em São Paulo

 Atualizado 10 de dezembro de 2020 às 22:48

 

Documentário da CNN vence prêmio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha | CNN Brasil

O programa CNN Séries Originais é o grande vencedor do Prêmio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) de Cobertura Humanitária, na Categoria CICV de Reportagens e Documentários, com o episódio Povos Isolados, que foi ao ar no dia 28 de junho deste ano.

A 4ª edição do Prêmio CICV de Cobertura Humanitária teve 105 inscrições, dentre trabalhos de mídia impressa, televisiva, radiofônica e multimídia – incluindo documentários e podcasts.

O prêmio CICV de cobertura humanitária tem o objetivo de reconhecer o trabalho de jornalistas e veículos de comunicação brasileiros que se dedicam à cobertura de temas humanitários.

O programa apresentado por Evaristo Costa, mostrou como as comunidades mais isoladas do Brasil enfrentaram a pandemia do novo coronavírus.

A equipe da DOC. Films, que produz o CNN Séries Originais, é composta por Ailton Soares Cavalheiro, Daniel Salvia, Evaristo Costa, Flávia Moraes, Gabriela Pimentel, Guilherme Zwetsch, Lucas Mioni, Marcus Vinícius Oliveira, Nadhine Farah, Pablo Soares e Rafael Gomide.

Os repórteres do programa viajaram até a Amazônia para mostrar como as comunidades mais isoladas do Brasil enfrentam a pandemia da Covid-19.

O trabalho dos médicos, o drama da população e os casos de solidariedade foram os destaques da apuração jornalística. O resultado de gravações no meio da floresta, com viagens de até 14 horas de barco, deu vida ao documentário.

Apresentadas direto de Londres por Evaristo Costa, as séries são inspiradas no formato da CNN Americana, e trazem sempre três grandes documentários, alternando entre produções feitas no Brasil e conteúdo exclusivo da CNN Internacional, com temática variada e abrangente, navegando por todas as editorias.

O programa vai ao ar aos domingos, às 19h20 e terá uma reapresentação especial nesta quinta-feira (10), após o CNN Tonight.

Fonte: CNN

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SAÚDE: DOCUMENTÁRIO MUITO ALÉM DO PESO SOBRE ALIMENTAÇÃO É IMPERDÍVEL, DICA # 12

Nesta quarta-feira o Dr. Samuel Dalle Laste nos trás um DOCUMENTÁRIO sobre ALIMENTAÇÃO imperdível, que demonstra a relação das crianças com os alimentos. O documentário Muito Além do Peso foi lançado em novembro de 2012, em um contexto de amplo debate sobre a qualidade da alimentação das nossas crianças e os efeitos da comunicação mercadológica de alimentos dirigida a elas. O filme é fruto de uma longa trajetória da Maria Farinha e do Instituto Alana na sensibilização e mobilização da sociedade sobre os problemas decorrentes do consumismo na infância. Muito Além do Peso mergulha no tema da obesidade infantil ao discutir por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, a publicidade, o governo e a sociedade de modo geral. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.

Fonte:

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OPINIÃO: DESVENDANDO O MITO CORONAVÍRUS

Caro(a) leitor(a),

A panaceia que se faz em cima da pandemia do coronavírus é uma cortina de fumaça para encobrir coisas que estão muito além da compreensão do afegão médio e precisa vir a tona, pois existe uma cruel indústria farmacêutica querendo lucrar alto em cima das milhares de mortes e dos milhões de infectados por coronavírus. Então, chamo a sua atenção para as novas informações publicadas aqui a partir de hoje. Começando pelo case da Dr.a Judy Mikovits a seguir. 

Dra. Judy Mikovits

RESPONDENDO ÀS CRÍTICAS EM TORNO DO MEU DOCUMENTÁRIO SOBRE A PLANDEMIA VIRAL

Baixe a apresentação do Dr. Mikovits agora

Fonte: Freedom Plataforma

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GEOPOLÍTICA: EVOCRACIA, UMA DITADURA MALDITA

Na nossa coluna GEOPOLÍTICA desta sexta-feira temos um documentário produzido por Ariel Duranboger Bascoé, Criativo, Publicitário, Fotógrafo, Diretor, roteirista e produtor audiovisual sobre a verdade do governo Evo Morales que durou 13 anos de muita corrupção e impunidade. Evo Morales continua, assim como Lula, influenciando parte da população boliviana incitando a violência. Assista o vídeo e tire as suas conclusões.

A corrupção do governo Evo Morales, acumulada ao longo de 13 anos, permanece impune. Desde seu asilo, o ex-presidente da Bolívia continua a conduzir a eselidade de classe no país, fingindo voltar ao poder. A cada dia que passa, novos atos de corrupção cometidos durante seus esforços são descobertos e com eles as mentiras que eles estavam estilizando para desfalcar ainda mais a Bolívia.
Este documentário independente, puramente pulmonar, é uma coleção de testemunhos que atestam como a defesa pacífica da democracia boliviana e da liberdade foi sistematicamente distorcida pelas mentiras que Evo e seus seguidores espalharam para escapar da fraude eleitoral, fingindo que a opinião pública internacional acredita que houve um golpe, este vídeo de 46 minutos foca sua narrativa sobre os eventos que ocorreram durante os 21 dias de resistência pacífica da Bolívia para enfrentar o fraude do autoritarismo por Evo Morales e seus seguidores.
Muitas das imagens e músicas de apoio foram coletadas das mídias sociais e mídias sociais locais e internacionais. Agradecemos e pedimos permissão para incluí-los neste documentário, em todos os casos seus créditos foram respeitados.
Agradecemos também às pessoas que corajosamente deram seus testemunhos para contar o que muitos sabem e muitos buscam distorcer.

Fonte:

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OPINIÃO: O COMENTÁRIO BRILHANTE DE COPPOLLA SOBRE A CARICATURA DE DOCUMENTÁRIO “DEMOCRACIA EM VERTIGEM”

Na nossa OPINIÃO desta quarta-feira trago um brilhante texto do brilhante Caio Coppolla sobre a falsa narrativa do filme documentário Democracia em Vertigem, da diretora Petra Costa que concorreu ao Oscar. No seu Boletim Coppolla ele republica o vídeo do seu comentário em junho de 2019 sobre o tal documentário onde relaciona 46 falsas narrativas, mas por ser muito longo escolheu as 5 principais. Vale a pena ler o artigo desse fenomenal comentarista político e rever o debate no Morning Show!

A esquerda americana ainda gosta mais dos Obamas do que do Lula, por isso “Democracia em Vertigem” não levou o Oscar – pra quem não sabe, a película vencedora da categoria, “Indústria Americana”, é da produtora dos antigos residentes da Casa Branca. Mas isso não significa, em absoluto, que o documentário ficcional da cineasta militante Petra Costa tenha fracassado; cabe a nós determinar se, mais uma vez, a história será contada por quem se apossa dela.

Neste Boletim especial, procuramos fazer nossa parte na desconstrução das mentiras e no esclarecimento dos fatos. Nosso vídeo em destaque antecede a indicação do filme fantasioso ao Oscar, mas já alerta para seus erros factuais e narrativas capciosas. Alguns meses depois, já em 2020, Luan Sperandio, em matéria especial para a Gazeta do Povo, destrincha mais de 40 inconsistências do documentário: “Ao longo de mais de duas horas, praticamente a cada três ou quatro frases o espectador encontra uma omissão importante, uma falsa narrativa ou uma indução conspiratória“. Menos de 1 mês depois, O Antagonista publica seus comentários sobre a entrevista da diretora Petra Costa à CNN americana com habitual carga nas tintas.

03 conteúdos que, apesar de não darem a exata dimensão dos absurdos veiculados em Democracia em Vertigem, ajudam a enriquecer o repertório de quem ainda não perdeu as forças para argumentar pela Verdade e persuadir quem ainda não se sensibilizou para Ela.

Comentário do editor. Publico aqui meu comentário radiofônico (de junho de 2019) sobre essa grande obra de fantasia delirante. Na ocasião, destaquei 5 mentiras factuais e 5 narrativas falaciosas, dentre mais de 40 pontos controversos que percebi assistindo ao filme. Reitero aqui o pedido que fiz à época: “Ver um ladrão ser tratado como um herói ofende muito nosso senso de Justiça, mas aqui eu queria fazer um apelo: toda a direita brasileira precisa assistir Democracia em Vertigem. Este é um documentário que todos aqueles que não se sentem representados por Lula e pelo PT têm que assistir. Porque Democracia em Vertigem é uma peça de propaganda política mentirosa travestida de arte; mente sobre fatos a serviço de uma narrativa. Por que devemos assistir a algo que não é verdadeiro? Porque o preço por não se interessar por política, por não debater política, é aceitar calado a versão de quem fala mais alto… e Democracia em Vertigem não apenas fala, mas grita a plenos pulmões. E não grita pra mim ou pra você que já está vacinado contra os mandos e desmandos do PT e sua cleptocracia; o problema são os milhares e milhares de jovens que vão ter contato com essa narrativa de agora em diante. E pra desconstruir uma mentira, é fundamental conhecê-la”. Minha fala começa em 8m40.

ASSISTA A SEGUIR A ÍNTEGRA DO COMENTÁRIO DE CAIO COPPOLLA EM JUNHO DE 2019

Fonte:

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