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VEJA A LISTA DAS CIDADES DO RN QUE ESTÃO SOB ALERTA DE CHUVAS PELO INMET

Litoral do Rio Grande do Norte tem 29 cidades sob aviso de chuvas; veja lista

Foto: Elisa Elsie

A faixa litorânea da região Leste do Rio Grande do Norte está sob aviso de chuvas. Ao todo são 29 municípios listados no informe divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso alerta para chuva entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de baixa probabilidade de alagamentos e pequenos deslizamentos, em cidades com tais áreas de risco. O aviso está em vigor e segue até às 10h deste sábado (30).

O grau de severidade do alerta é de perigo potencial, sendo a legenda de menor risco. Ela é representada pela cor amarela. Há ainda a cor laranja, intermediária que representa perigo, e a cor vermelha, a de maior risco e que representa grande perigo.

O Inmet recomenda que os cidadãos evitem enfrentar mau tempo, observem alteração nas encostas e, se possível, não usem aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante as chuvas. Mais informações podem ser consultadas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Veja lista de cidades no aviso de chuvas:

Arês
Baía Formosa
Brejinho
Canguaretama
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Goianinha
Jundiá
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parnamirim
Passagem
Pedro Velho
Pureza
Rio do Fogo
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
Senador Georgino Avelino
Tibau do Sul
Touros
Várzea
Vera Cruz
Vila Flor

Fonte: Blog do BG

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TEMPO NA CAPITAL POTIGUAR VEM APRESENTANDO PATAMARES MAIS A MENOS DEVIDO AS CHUVAS CONSTANTES E FORTES VENTOS

Frio em Natal? Meteorologista explica porque temperaturas estão mais baixas

Foto: Pedro Vitorino

O tempo na capital potiguar vem apresentando patamares mais amenos. A condição é atestada com temperaturas mínimas que variam entre 19 e 21 graus. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), o cenário é motivado pelas chuvas constantes e ventos fortes que incidem na Cidade do Sol neste período do ano.

De acordo com Gilmar Bristot, chefe de metereologia da Emparn, o início do segundo semestre desde 2019 vem apresentando comportamentos parecidos. Os anos que antecederam o período, no entanto, é que foram “fora do normal”. “Entre 2012 e 2018, tínhamos temperaturas mínimas três, as vezes quatro graus acima da média pra o período. O que vemos atualmente é um clima mais ameno, porém bem mais próximo da média esperada para esse período do ano”, afirma o especialista.

O 2º semestre chegou com alto volume de precipitação. A capital potiguar chegou a sofrer com os transtornos das chuvas, que trouxeram mais do que redução na temperatura. “O que observamos é que esse ano surgiu uma situação, mas as condições estão normais, que é quando chove de junho até agosto e os dias ficam mais nublados. Isso influencia na diminuição”, explica Bristot.

A temperatura mínima registrada em julho foi no último dia 18 de julho, quando os termômetros marcaram 20,7 graus durante a madrugada. Os cobertores e casacos durante esse período do dia devem continuar em uso também em agosto. De acordo com a meteorologia, é um período que os ventos ganham intensidade, o que motiva a continuidade de temperaturas mais amenas.

“Você terá (em agosto) mais intensidade de vento, o que garante a renovação constante do ar, significando em queda de temperatura. Com boa incidência de nuvens, a radiação solar incide em menor índice e também não consegue elevar os termômetros”, diz Bristot.

Fonte: Blog do BG

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UTILIDADE PÚBLICA: SAIBA QUAIS AS PRAIAS DA GRANDE NATAL QUE ESTÃO IMPRÓPRIAS PARA BANHO

Por g1 RN

 

Área próxima ao Morro do Careca foi uma das consideradas "impróprias para banho" no último boletim divulgado pelo Programa Água Azul — Foto: Fernanda Zauli/g1Área próxima ao Morro do Careca foi uma das consideradas “impróprias para banho” no último boletim divulgado pelo Programa Água Azul — Foto: Fernanda Zauli/g1

O mais recente Boletim da Balneabilidade das praias do Rio Grande do Norte aponta que 15 dos 33 trechos analisados estão impróprios para banho. Este é o maior quantitativo de praias classificadas como impróprias desde o início do monitoramento há mais de 20 anos.

Os dados foram divulgados pelo Programa Água Azul na última sexta-feira (8). Um novo boletim deve ser publicado na noite desta sexta-feira (15), com a atualização dos pontos.

Apesar das chuvas e alagamentos que foram registrados desde o início do mês de julho serem os principais fatores para o aumento de pontos impróprios, o coordenador do Programa, Ronaldo Diniz, diz que outros elementos também contribuíram para o quadro.

“Falta de saneamento, aspectos sociais. Mas as chuvas foram os principais fatores, pois as águas vieram lavando diversos locais, trazendo a sujeira para os reservatórios”, diz o especialista.

Estão impróprias para banho:

  1. Ponta Negra (acesso principal)
  2. Ponta Negra (Morro do Careca)
  3. Pirangi do Norte
  4. Via Costeira (Cacimba do Boi)
  5. Praia de Miami
  6. Mãe Luíza
  7. Areia Preta
  8. Praia do Meio
  9. Praia do Forte
  10. Redinha (Rio Potengi)
  11. Redinha (Região da Igreja)
  12. Barra do Rio
  13. Foz do Rio Pirangi (Nísia Floresta)
  14. Rio Pium (Ponte Nova)
  15. Rio Pium (Balneário Pium)

O estudo é realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas.

Fonte: G1 RN

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TRÂNSITO NA AVENIDA FELIZARDO MOURA NO BAIRRO NORDESTE FOI ALTERADO DEVIDO CRATERAS ABERTAS PELAS CHUVAS

Por Inter TV Cabugi e g1 RN

 

Desvio no trânsito teve início nas primeiras horas da manhã — Foto: Divulgação/STTUDesvio no trânsito teve início nas primeiras horas da manhã — Foto: Divulgação/STTU

O trânsito no bairro Nordeste, na zona Oeste de Natal, foi alterado na manhã desta terça-feira (12). O motivo, foram os buracos que surgiram na avenida Felizardo Moura, uma das principais vias da região.

Fiscais da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) estão no local para garantir a implementação dos desvios. “O desvio é feito para diminuir a carga na avenida Felizardo Moura, onde apareceram as crateras”, afirma o inspetor-chefe da STTU, Carlos Eugênio.

Apenas ônibus seguem no fluxo normal, pela avenida Felizardo Moura. Carros de pequeno porte e motocicletas estão sendo conduzidos à rua Alto da Boa Vista, chegando, posteriormente, ao viaduto da Urbana.

De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura de Natal (Seinfra), a Operação Tapa Buracos no local irá começar após a Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) resolver o esgotametno sanitário da região. De acordo com a pasta, a solicitação já foi feita junto à Companhia.

Em nota enviada ao g1 RN, a Caern afirmou que não possui nenhum registro sobre a demanda, mas que enviará uma equipe ao local. “Se constatada responsabilidade da Companhia, o serviço será priorizado”, afirmou.

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GOVERNO DO RN DECLARA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM 15 MUNICÍPIOS DO ESTADO DEVIDO AS FORTES CHUVAS

Por Igor Jácome, g1 RN

 

Vídeo mostra alagamentos na cidade de Touros, RN

Vídeo mostra alagamentos na cidade de Touros, RN

O Governo do Rio Grande do Norte anunciou que vai declarar situação de emergência em 15 municípios do estado por causa dos efeitos causados pelas chuvas desde o início de julho. A situação se agravou nesta sexta-feira (8), com mais chuvas na Leste potiguar. A Defesa Civil estima 3 mil pessoas desalojadas.

Inicialmente, o número anunciado era de 14 cidades, mas o dado foi atualizado pelo governo por volta das 14h30.

A publicação do decreto foi confirmada no início da tarde desta sexta-feira (8) pela governadora Fátima Bezerra (PT). Ainda de acordo com ela, o documento deverá ser oficializado ainda nesta sexta-feira (8) em edição extra do Diário Oficial do Estado.

“Estamos oficiando tanto o Ministério da Defesa como o Ministério do Desenvolvimento Regional acerca dos impactos provocados pelas chuvas aqui no Rio Grande do Norte, solicitando apoio para que o estado possa chegar junto aos municípios, ajudar os municípios a enfrentarem esses impactos”, declarou a governadora.

Fátima ainda afirmou que o conversou com o Comando Militar do Nordeste e o Exército se colocou à disposição para colaborar com o estado, por meio de cessão de pessoal e máquinas. Uma comissão estadual foi formada para coordenar as ações e manter o diálogo com as forças armadas.

Segundo a Defesa Civil, o Exército disponibilizou pessoal, pontes modulares, caminhões, bombas e outros equipamentos de acordo com a necessidade encontrada pelas equipes estaduais em campo.

Em entrevista coletiva realizada no início da tarde desta sexta-feira (8), a Defesa Civil afirmou que o estado tem pelo menos 62 mil pessoas afetadas pelas chuvas no estado e cerca de 3 mil pessoas desalojadas, mas o número deverá aumentar nas próximas horas e dias.

“Esse número crescerá exponencialmente, porque ainda não estavam no primeiro grupo municípios como Nova CruzMontanhasVárzea e Canguaretama. Neste momento, nosso principal foco e atenção está na calha do Rio Curimataú. Nós tivemos no fim de semana passado municípios mais afetados ao norte do litoral. Agora tivemos muito mais afetados ao Sul, pegando a região do Trairi e Agreste. A calha do Rio Curimataú está sobrecarregada em virtude do volume excessivo de chuva e as defesas civis estão retirando as pessoas para lugares seguros”, declarou o coordenador da Defesa Civil, coronel Marcos Carvalho.

Ainda de acordo com o coronel Carvalho, com a perspectiva é que a retirada de moradores de áreas afetadas pela cheia nos municípios de Canguaretama e Nova Cruz triplique o número de afetados pela situação.

“Com a retirada dessas pessoas desses locais, a tendência é que esse número, em virtude da extensão da área afetada, pelo menos triplique. Poderemos chegar a 180 mil pessoas afetadas. Como o desastre está em andamento, esses números têm a tendência de flutuar para cima, infelizmente”, acrescentou.

Segundo a Defesa Civil, os municípios que terão situação de emergência decretada são:

Ainda de acordo com o governo, o número de cidades poderá aumentar, de acordo com o monitoramento que está sendo realizado. Segundo os órgãos de meteorologia do estado, a previsão é que o RN registre precipitações mais leves no fim de semana.

O governo também determinou reforço do pronto-atendimento à população, além de monitoramento das estradas estaduais, apoio técnico e operacional às defesas civis municipais e monitoramento das bacias hidrográficas.

A Defesa Civil ainda monitora a situação de áreas sujeitas a deslizamento de terra, com foco em Natal, Canguaretama, Tibau do Sul e Baía Formosa.

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SAIBA QUAIS AS CIDADES O RN COM ALERTA DE ACUMULADOS DE CHUVAS PELO INMET

Inmet emite alerta de acumulado de chuvas para Natal e mais 156 cidades no RN

Foto: Inmet

O Instituto Nacional de Metereologia (Inmet) emitiu nesta quinta-feira (7) alertas de acumulado de chuva para 157 cidades do Rio Grande do Norte, incluindo a capital potiguar.

Esse alerta tem o grau de severidade de perigo potencial, o primeiro numa escala de três do Inmet – os outros dois são perigo e grande perigo.

Nesse tipo de alerta, as chuvas podem ser de 20 a 30 mm/h ou até 50 mm por dia. Nesse caso, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

Entre as recomendações do órgão, está evitar enfrentar o mau tempo, observar alteração nas encostas e, se possível, desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de necessidade, acionar a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Veja cidades atingidas
Acari
Açu
Afonso Bezerra
Água Nova
Alexandria
Almino Afonso
Alto do Rodrigues
Angicos
Antônio Martins
Apodi
Arês
Augusto Severo
Baía Formosa
Baraúna
Barcelona
Bento Fernandes
Bodó
Bom Jesus
Brejinho
Caiçara do Norte
Caiçara do Rio do Vento
Caicó
Campo Redondo
Canguaretama
Caraúbas
Carnaúba dos Dantas
Carnaubais
Ceará-Mirim
Cerro Corá
Coronel Ezequiel
Coronel João Pessoa
Cruzeta
Currais Novos
Doutor Severiano
Encanto
Equador
Espírito Santo
Extremoz
Felipe Guerra
Fernando Pedroza
Florânia
Francisco Dantas
Frutuoso Gomes
Galinhos
Goianinha
Governador Dix-Sept Rosado
Guamaré
Ielmo Marinho
Ipanguaçu
Ipueira
Itajá
Itaú
Jaçanã
Jandaíra
Janduís
Januário Cicco
Japi
Jardim de Angicos
Jardim de Piranhas
Jardim do Seridó
João Câmara
João Dias
Jucurutu
Jundiá
Lagoa d’Anta
Lagoa de Pedras
Lagoa de Velhos
Lagoa Nova
Lagoa Salgada
Lajes
Lajes Pintadas
Lucrécia
Macaíba
Macau
Marcelino Vieira
Martins
Maxaranguape
Messias Targino
Montanhas
Monte Alegre
Monte das Gameleiras
Mossoró
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Olho d’Água do Borges
Ouro Branco
Paraú
Parazinho
Parelhas
Parnamirim
Passa e Fica
Passagem
Patu
Pau dos Ferros
Pedra Grande
Pedra Preta
Pedro Avelino
Pedro Velho
Pendências
Pilões
Poço Branco
Portalegre
Pureza
Rafael Fernandes
Rafael Godeiro
Riacho da Cruz
Riacho de Santana
Riachuelo
Rio do Fogo
Rodolfo Fernandes
Ruy Barbosa
Santa Cruz
Santa Maria
Santana do Matos
Santana do Seridó
Santo Antônio
São Bento do Norte
São Bento do Trairí
São Fernando
São Francisco do Oeste
São Gonçalo do Amarante
São João do Sabugi
São José de Mipibu
São José do Campestre
São José do Seridó
São Miguel
São Miguel do Gostoso
São Paulo do Potengi
São Pedro
São Rafael
São Tomé
São Vicente
Senador Elói de Souza
Senador Georgino Avelino
Serra Caiada
Serra de São Bento
Serra do Mel
Serra Negra do Norte
Serrinha
Serrinha dos Pintos
Severiano Melo
Sítio Novo
Taboleiro Grande
Taipu
Tangará
Tenente Laurentino Cruz
Tibau do Sul
Timbaúba dos Batistas
Touros
Triunfo Potiguar
Umarizal
Upanema
Várzea
Vera Cruz
Viçosa
Vila Flor

Fonte: Blog do BG

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DEVIDO AS FORTES CHUVAS FESTIVAL DE QUADRILHAS JUNINAS DA TV TROPICAL FOI ADIADO

Festival de quadrilhas juninas da TV Tropical é adiado por causa das chuvas

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Divulgação

O Festival de quadrilhas juninas da TV Tropical que seria realizado no próximo fim de semana, entre os dias 8 e 10 de julho, foi adiado em razão das fortes de chuvas que caíram em Natal e Região Metropolitana, incluindo o município de Extremoz, onde o evento seria realizado.

O evento foi transferido para os dias 22, 23 e 24 julho. “Nesse momento, todas as atenções do poder público estão voltadas para os cuidados à população e infraestrutura do município, buscando a breve recuperação dos danos causados”, destacou a prefeitura.

Com premiação de R$ 49 mil, divididos entre os vencedores nas categorias Tradicional e Estilizada, o Festival de quadrilhas juninas da TV Tropical promete um evento de exaltação da cultura popular.

Confira nota oficial

Em virtude das chuvas recentes e do estado de emergência decretado em Extremoz pela Prefeita Jussara Sales, a Prefeitura Municipal e a TV Tropical informam que o Festival de Quadrilhas Juninas, marcado para o próximo fim de semana (8, 9 e 10/07) fica adiado para os dias 22, 23 e 24 de julho.

Nesse momento, todas as atenções do poder público estão voltadas para os cuidados à população e infraestrutura do município, buscando a breve recuperação dos danos causados pelo temporal.

Pelo mesmo motivo, a Prefeitura também retirou todo apoio a eventos de São João e demais durante este período.

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UTILIDADE PÚBLICA: SAIBA QUAIS AS CIDADES DO RN COM ALERTA DE CHUVAS PELO INMET

Inmet emite novo alerta de chuvas para 61 cidades do RN

Foto: Reprodução

As regiões Central, Leste, Agreste e a faixa litorânea da região Oeste estão com alertas de chuvas entre esta terça-feira (5) e a manhã da quarta-feira (6). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu o aviso de mau tempo que abrange quatro estados do Nordeste , incluindo 61 cidades do Rio Grande do Norte. As chuvas, no entanto, não devem superar os 50mm por dia.

Pelo alerta do Inmet, apesar da previsão de chuvas em níveis menores das que foram registradas no fim de semana, há riscos de alagamentos e pequenos deslizamentos, principalmente em cidades com áreas de risco e que já tenham sido afetadas em sua estrutura com as chuvas históricas do fim de semana.

Entre a segunda-feira e esta terça-feira, a região Leste do estado teve chuvas próximas aos 50mm em vários municípios, incluindo Parnamirim (47.8mm) e Natal (43.4mm), enquanto Parnamirim e Vila Flor registraram as maiores chuvas, com 53mm. Na região Oeste, Luís Gomes e Venha Ver tiveram chuvas de 47mm, enquanto o Agreste teve precipitações acumuladas acima dos 30mm em Jundiá, Brejinho, Passagem e Nova Cruz.

Natal

Segundo boletim informativo da STTU, a avenida Lima e Silva, entre a avenida Interventor Mário Câmara e rua dos Caicós, permanece interditada devido a pontos de alagamentos intransitáveis. O mesmo problema persiste na Avenida Ayrton Senna, no cruzamento com a avenida das Alagoas e avenida dos Xavantes. Ônibus precisam optar por desvios devido a esses grandes alagamentos.

O prefeito Álvaro Dias visitou alguns pontos da cidade. Um deles foi o bairro Felipe Camarão, um dos mais afetados, tendo uma imensa cratera dividindo a rua Mirassol. Servidores da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social estão realizando cadastro e encaminhando moradores das casas interditadas aos abrigos disponibilizados pela Prefeitura.

Ao todo, 25 residências foram interditadas pela Defesa Civil para que equipes da Secretaria de Infraestrutura realizem o trabalho de proteção das encostas. Quanto à lagoa de captação, 20 equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura estão atuando no trabalho de recuperação de vias, sistemas de drenagem e monitoramento.

Confira cidades que estão sob alerta de chuvas de acordo com o Inmet:

Alto do Rodrigues
Areia Branca
Arês
Baía Formosa
Bento Fernandes
Bom Jesus
Brejinho
Caiçara do Norte
Canguaretama
Carnaubais
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Galinhos
Goianinha
Guamaré
Ielmo Marinho
Jandaíra
Januário Cicco
Jardim de Angicos
João Câmara
Jundiá
Lagoa de Pedras
Lagoa Salgada
Lajes
Macaíba
Macau
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parazinho
Parnamirim
Passagem
Pedra Grande
Pedra Preta
Pedro Avelino
Pedro Velho
Pendências
Poço Branco
Porto do Mangue
Pureza
Rio do Fogo
Santa Maria
Santo Antônio
São Bento do Norte
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
São Miguel do Gostoso
São Pedro
Senador Georgino Avelino
Serrinha
Taipu
Tibau do Sul
Touros
Várzea
Vera Cruz
Vila Flor

Fonte: Blog do BG

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PREFEITURA DE NATAL ESTÁ MONTANDO ABRIGO NAS ESCOLAS PARA PESSOAS AFETADAS PELAS FORTES CHUVAS

Por g1 RN

 

25 casas foram interditadas pela Defesa Civil no bairro Felipe Camarão, em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi25 casas foram interditadas pela Defesa Civil no bairro Felipe Camarão, em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi

A Defesa Civil de Natal atendeu aproximadamente 50 chamados por causa das fortes chuvas que caíram sobre a capital potiguar no fim de semana. Ao todo, 12 lagoas de captação de água transbordaram neste domingo (3).

25 casas foram interditadas no bairro Felipe Camarão, onde uma cratera se abriu. Segundo o órgão, todas as famílias foram retiradas da região – exceto um morador que se recusou a deixar o imóvel.

A prefeitura montou três pontos para acolhimento de pessoas desabrigadas em escolas municipais. Apesar disso, os moradores que deixaram as casas em Felipe Camarão preferiram seguir para casas de parentes.

Na Zona Norte, 10 pessoas desabrigadas após alagamentos em suas casas, perto da lagoa do Santarém, foram acolhidas na Escola Municipal Nossa Senhora da Apresentação. O grupo é composto por três famílias e um idoso que vive sozinho.

Os outros dois pontos de acolhimento montados ficam na Escola Municipal Henrique Castriciano, no bairro das Rocas, e na Escola Municipal Professora Maria Cristina Osório Tavares, no bairro Felipe Camarão. A capacidade é para atendimento de 100 pessoas, segundo a Defesa Civil.

A Defesa Civil também registrou alagamento de duas ocupações urbanas feitas por famílias ligadas ao Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) para reivindicar moradias na capital potiguar. Os locais foram visitados pela Secretaria Municipal de Assistência Social

Na ocupação Palmares, no bairro das Rocas, o município informou que ofereceu abrigo nas escolas municipais, mas todos os moradores manifestaram vontade de permanecer no local. Foram doados 20 colchões e 20 cestas básicas. O mesmo aconteceu na ocupação Emmanuel Bezerra, no bairro da Ribeira.

A prefeitura decretou calamidade pública em razão dos efeitos da chuva na capital potiguar. O decreto autoriza a convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta ao desastre e realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade, para assistência à população afetada pelo desastre.

O decreto ainda autorizou os agentes de defesa civil a usar bens particaulares e entrar em casas para prestar socorro ou determinar evacuação, em caso de risco iminente.

A prefeitura também determinou o início de processos de desapropriação, por utilidade pública, de propriedades particulares localizadas em “áreas de risco intensificado de desastre”.

Lagoas de captação que transbordaram em Natal

  • Panatis
  • São Conrado
  • Esperança
  • Pajuçara
  • Xavantes
  • Pirangi (Airton Senna)
  • Soledade
  • Santarém
  • Jacaré
  • Preá
  • Ponta Negra
  • Jiqui
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SAIBA QUAIS OS ESTADOS BRASILEIROS MAIS CASTIGADOS PELAS CHUVAS DOS ÚLTIMOS DIAS

Chuvas deixam mortos e desabrigados no Nordeste e Sul do país; Alagoas é o estado mais prejudicado

Estados como Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Santa Catarina enfrentam enchentes, deslizamentos, e outras consequências da grande quantidade de chuvas

Luana Franzão

da CNN*

Em São Paulo

Imagens aéreas da chuva no município de Pilar, em Alagoas.Imagens aéreas da chuva no município de Pilar, em Alagoas.Foto: Agência Alagoas

Nordeste do Brasil está enfrentando grandes quantidades de chuva nos últimos dias, que trouxeram consequências como enchentes, deslizamentos e transbordamentos em diversos estados.

A chuva é comum na região neste período do ano, no entanto, o fenômeno meteorológico conhecido como “Ondas do Leste” está intensificando a precipitação no local. Ele consiste em alterações no campo de vento e pressão que atuam na faixa tropical do globo terrestre, gerando nuvens muito carregadas na costa leste nordestina.

O Governo Federal reconheceu nesta segunda-feira (4), por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU), em uma portaria Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, a situação de emergência em 15 cidades de AlagoasAmazonasBahiaPernambucoRio Grande do Norte e Santa Catarina.

“Pelos próximos 30 dias ela deve oscilar entre forte e fraca na costa do Nordeste, do recôncavo baiano até o Rio Grande do Norte“, disse a meteorologista do site Climatempo Maria Clara Sassaki, em entrevista à CNN, explicando que as chuvas podem continuar até o mês de agosto.

Alagoas

Um dos estados mais gravemente atingidos pelas chuvas, Alagoas registrou duas mortes neste final de semana. Cerca de 56 mil pessoas foram afetadas até o momento pela alta precipitação que tem sido registrada durante os meses deste ano.

No estado, há mais de 50 municípios em situação de emergência, e as enchentes também atingem a capital Maceió.

Em apenas quatro dias do mês de julho, cidades alagoanas registraram uma quantidade de chuvas maior do que a média prevista para todo o mês, com mais de 300 mm de precipitação.

Rio transborda e alaga cidade em Alagoas
Rio transborda e alaga cidade em Alagoas / Reprodução/CNN

Pernambuco

Pernambuco possui 29 municípios atingidos pelas chuvas, entre os quais 15 já encaminharam decretos de situação de emergência, segundo informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sedec).

A Central de Operações da Defesa Civil do estado registrou até o momento 1.085 pessoas desabrigadas e 5.988 desalojadas em todos os municípios atingidos.

A Defesa Civil do estado afirmou que está realizando um novo levantamento nas cidades atingidas, para compreender os impactos da chuva no estado, de acordo com informações obtidas pelo repórter da CNN Diego Barros.

Rio Grande do Norte

A capital do Rio Grande do Norte, Natal, decretou estado de calamidade nesta segunda-feira (4). Em 12 horas, a capital registrou mais da metade do volume de água esperado para todo o mês de julho, segundo o Centro Nacional de Monitoramento de Alertas e Desastres (Cemaden).

A cidade enfrentou alagamentos, abertura de crateras, deslizamentos, queda de árvores e edifícios interditados devido ao risco de desabamento.

O transbordamento de uma lagoa de captação das águas das chuvas causou a inundação de casas e desabrigou moradores em Parnamirim, município do estado

A prefeitura de Natal designou três escolas municipais para receber as vítimas de catástrofes relacionadas às chuvas nos próximos dias.

Santa Catarina

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência em três municípios de Santa Catarina nesta segunda-feira (4): Braço do Norte, Braço do Trombudo e Iomerê. As justificativas apresentadas pelas cidades são enxurradas, deslizamentos e chuvas intensas relacionadas aos meses de maio e junho.

*Sob supervisão de João Guimarães.

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FORTES CHUVAS QUE CAÍRAM EM NATAL NAS ÚLTIMAS 24 HORAS DEIXARAM A CAPITAL EM ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA

Natal decreta Estado de Calamidade Pública em virtude das fortes chuvas que atingiram a cidade

Foto: Reprodução

Em virtude das fortes chuvas que caíram sobre Natal nas últimas 24 horas com pluviometria registrada na ocasião em torno de 172mm e, nas últimas 96h registro de 264mm, causando danos estruturais em diversos pontos da cidade, a Prefeitura de Natal decretou Estado de Calamidade Pública.

O decreto assinado pelo prefeito Álvaro Dias foi publicado em uma edição extra do Diário Oficial do Município (DOM) que saiu ainda na madrugada desta segunda-feira (04).  Com a adoção da medida, todos os órgãos da esfera pública municipal estão autorizados a executar ações de resposta ao desastre e reabilitação do cenário e reconstrução, sendo coordenados pela secretaria municipal de Governo (SMG).

Além disso, em virtude do estado de calamidade, ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários dos desastres, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados a partir da caracterização do desastre, vedada a prorrogação dos contratos.

O decreto também autoriza o poder público Municipal a convocar voluntários para reforçar as ações de resposta ao desastre e realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada pelo desastre.

As autoridades administrativas e os agentes de defesa civil, caso seja necessário, estão possibilitados de adentrar nas casas, para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação, bem como para usar de propriedade particular, no caso de iminente perigo público, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.

Fonte: Blog do BG

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114 CIDADES DO RN ESTÃO SOB ALERTA DO INMET DEVIDO A GRANDE QUANTIDADE DE CHUVAS NAS ÚLTIMAS HORAS NO ESTADO

Por Fernanda Zauli, g1 RN

 

Rua alagada em Parnamirim neste domingo (3) — Foto: Redes sociaisRua alagada em Parnamirim neste domingo (3) — Foto: Redes sociais

O Instituto Nacional de Metereologia emitiu alerta vermelho de acumulado de chuva para 114 cidades do Rio Grande do Norte. O alerta vale até 11h da segunda-feira (4) e tem o grau de severidade de ‘grande perigo’.

Nesse tipo de alerta, as chuvas podem ser de 60 mm/h ou acima de 100 mm por dia. O alerta informa que há grande risco de alagamentos e transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco.

Em 12h, choveu em Natal mais da metade do volume esperado para todo o mês de julho. A chuva causou alagamentos, abriu crateras e a água invadiu casas na capital potiguar. Moradores perderam tudo com as casas alagadas.

Grau de Severidade de Alerta

Perigo Potencial (amarelo)Situação meteorológica potencialmente perigosa. Cuidado na prática de atividades sujeitas a riscos de caráter meteorológico. Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e não corra risco desnecessário
Perigo (laranja)Situação meteorológica perigosa. Mantenha-se muito vigilante e informe-se regularmente sobre as condições meteorológicas previstas. Inteire-se sobre os riscos que possam ser inevitáveis. Siga os conselhos das autotidades
Grande perigo (vermelho)Situação meteorológica de grande perigo. Estão previstos fenômenos meteorológicos de intensidade excepcional. Grande probabilidade de ocorrência de grandes danos e acidentes, com riscos para a integridade física ou mesmo à vida humana. Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e os possíveis riscos. Siga as instruções e conselhos das autoridades em todas as circunstâncias e prepare-se para medidas de emergência

Veja as cidades incluídas no alerta

  1. Acari
  2. Açu
  3. Afonso Bezerra
  4. Alto do Rodrigues
  5. Angicos
  6. Areia Branca
  7. Arês
  8. Augusto Severo
  9. Baía Formosa
  10. Barcelona
  11. Bento Fernandes
  12. Bodó
  13. Bom Jesus
  14. Brejinho
  15. Caiçara do Norte
  16. Caiçara do Rio do Vento
  17. Caicó
  18. Campo Redondo
  19. Canguaretama
  20. Carnaúba dos Dantas
  21. Carnaubais
  22. Ceará-Mirim
  23. Cerro Corá
  24. Coronel Ezequiel
  25. Cruzeta
  26. Currais Novos
  27. Espírito Santo
  28. Extremoz
  29. Fernando Pedroza
  30. Florânia
  31. Galinhos
  32. Goianinha
  33. Guamaré
  34. Ielmo Marinho
  35. Ipanguaçu
  36. Itajá
  37. Jaçanã
  38. Jandaíra
  39. Januário Cicco
  40. Japi
  41. Jardim de Angicos
  42. Jardim de Piranhas
  43. Jardim do Seridó
  44. João Câmara
  45. Jucurutu
  46. Jundiá
  47. Lagoa d’Anta
  48. Lagoa de Pedras
  49. Lagoa de Velhos
  50. Lagoa Nova
  51. Lagoa Salgada
  52. Lajes
  53. Lajes Pintadas
  54. Macaíba
  55. Macau
  56. Maxaranguape
  57. Montanhas
  58. Monte Alegre
  59. Monte das Gameleiras
  60. Mossoró
  61. Natal
  62. Nísia Floresta
  63. Nova Cruz
  64. Paraú
  65. Parazinho
  66. Parelhas
  67. Parnamirim
  68. Passa e Fica
  69. Passagem
  70. Pedra Grande
  71. Pedra Preta
  72. Pedro Avelino
  73. Pedro Velho
  74. Pendências
  75. Poço Branco
  76. Porto do Mangue
  77. Pureza
  78. Riachuelo
  79. Rio do Fogo
  80. Ruy Barbosa
  81. Santa Cruz
  82. Santa Maria
  83. Santana do Matos
  84. Santo Antônio
  85. São Bento do Norte
  86. São Bento do Trairí
  87. São Fernando
  88. São Gonçalo do Amarante
  89. São José de Mipibu
  90. São José do Campestre
  91. São José do Seridó
  92. São Miguel do Gostoso
  93. São Paulo do Potengi
  94. São Pedro
  95. São Rafael
  96. São Tomé
  97. São Vicente
  98. Senador Elói de Souza
  99. Senador Georgino Avelino
  100. Serra Caiada
  101. Serra de São Bento
  102. Serra do Mel
  103. Serrinha
  104. Sítio Novo
  105. Taipu
  106. Tangará
  107. Tenente Laurentino Cruz
  108. Tibau do Sul
  109. Touros
  110. Triunfo Potiguar
  111. Upanema
  112. Várzea
  113. Vera Cruz
  114. Vila Flor
Continuar lendo 114 CIDADES DO RN ESTÃO SOB ALERTA DO INMET DEVIDO A GRANDE QUANTIDADE DE CHUVAS NAS ÚLTIMAS HORAS NO ESTADO

SAIBA QUAIS OS MUNICÍPIOS DO RN QUE ESTÃO EM ALERTA LARANJA PARA CHUVAS

Litoral do RN tem 38 municípios em alerta laranja para chuvas; confira lista

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Reprodução/TV Tropical

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja de acumulado de chuvas para 38 municípios do Rio Grande do Norte. As cidades estão localizadas no Leste Potiguar e no Agreste Potiguar. O aviso é válido até as 10 horas da manhã desta quinta-feira (30).

De acordo com o alerta, as localidades podem ser atingidas por chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 a 100 milímetros por dia. Há o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios em cidades com tais áreas de risco.

As orientações do Inmet são para que a população evite enfrentar o mau tempo, observe alteração nas encostas e desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia se possível. Outra instrução é para que em caso de situação de inundação, os pertences podem ser protegidos com sacos plásticos.

Inserida no alerta, Natal registra chuvas fortes desde a madrugada desta quarta-feira (29). As precipitações provocaram transtornos e alagamentos em diversas avenidas da cidade. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), choveu até 88 milímetros no Leste Potiguar entre 7h da manhã de terça-feira e 7h da manhã desta quarta-feira.

Alerta amarelo

Um segundo alerta foi emitido para municípios do Rio Grande do Norte. Na cor amarela, o aviso também tem validade até as 10 horas desta quinta-feira (30). No entanto, o comunicado é mais brando, com possibilidade de chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia.

“Baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em cidades com tais áreas de risco”, diz o comunicado do Inmet.

Os municípios do RN inseridos no aviso estão espalhados pelas quatro regiões do estado, com predominância no Agreste Potiguar.

Confira a lista dos municípios do RN em alerta laranja:

Arez
Baía Formosa
Bom Jesus
Brejinho
Canguaretama
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Goianinha
Ielmo Marinho
Januário Cicco
Jundiá
Lagoa de Pedras
Lagoa Salgada
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parnamirim
Passagem
Pedro Velho
Pureza
Rio do Fogo
Santo Antônio
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
São Pedro
Senador Georgino Avelino
Serrinha
Taipu
Tibau do Sul
Touros
Várzea
Vera Cruz
Vila Flor

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SAIBA QUAIS AS CIDADES DO RN COM ALERTA DE CHUVAS INTENSAS PELO INMET

Por g1 RN

 

Onze municípios são mencionados em alerta de chuvas intensas — Foto: Reprodução/InmetOnze municípios são mencionados em alerta de chuvas intensas — Foto: Reprodução/Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para 11 municípios do Oeste do Rio Grande do Norte. O aviso é válido até 10h desta quarta-feira (29).

O alerta é da cor amarela, ou seja, de “perigo potencial”, o primeiro numa escala de três níveis – os outros são “perigo” e “grande perigo”.

Nesse tipo de alerta, as chuvas ficam entre 20 e 30 milímetros por hora e vão até 50 mm/dia. Além disso, os ventos podem correr entre 40-60 km/h.

O órgão diz que há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

Em caso de rajadas de vento, a recomendação é não ficar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas, e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Além disso, evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Caso seja necessário, as pessoas devem entrar em contato com a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Veja cidades atingidas

  1. Açu
  2. Alto do Rodrigues
  3. Areia Branca
  4. Baraúna
  5. Carnaubais
  6. Grossos
  7. Mossoró
  8. Pendências
  9. Porto do Mangue
  10. Serra do Mel
  11. Tibau
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CONFIRA OS MUNICÍPIOS DO RN COM ALERTA LARANJA DE CHUVAS

RN tem alerta laranja para acumulado de chuvas; confira municípios

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Heilysmar Lima

O litoral Leste do Rio Grande do Norte está em alerta laranja, o segundo mais grave, para acumulado de chuvas. O aviso foi emitido nesta quinta-feira (09) pelo Insituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e tem validade até esta sexta-feira (10).

De acordo com o Inmet, os municípios citados podem ser atingidos por chuvas de 30 a 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia. “Risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco”, destaca o alerta.

Um dos municípios é Natal. Desde o início da madrugada desta quinta-feira, a capital potiguar é atingida por chuvas. As precipitações causaram alagamentos em pelo menos oito ruas e avenidas da cidade, segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU).

As instruções do Inmet apontam ainda que a população evite enfrentar o mau tempo, obser alterações nas encostas, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia se possível.

Alerta amarelo

Além do alerta laranja, o Inmet colocou parte do estado, incluindo municípios de todas as regiões em alerta amarelo para chuvas intensas. Segundo o aviso, os municípios podem ser atingidos por chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos intensos entre 40 e 60 km/h.

“Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas”, informou.

Confira os municípios em alerta laranja:

Arez
Baía Formosa
Canguaretama
Ceará-Mirim
Extremoz
Goianinha
Ielmo Marinho
Macaíba
Maxaranguape
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Parnamirim
Poço Branco
Pureza
Rio do Fogo
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
Senador Georgino Avelino
Taipu
Tibau do Sul
Touros
Vera Cruz
Vila Flor

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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VEJA A LISTA DOS MUNICÍPIOS COM ALERTA DE CHUVAS PARA O FINAL DE SEMANA

Por g1 RN

 

Inmet publica alerta de chuvas intensas principalmente no litoral do RN — Foto: Reprodução/InmetInmet publica alerta de chuvas intensas principalmente no litoral do RN — Foto: Reprodução/Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas, com classificação vermelha – de grande perigo – para 44 municípios do Litoral do Rio Grande do Norte, além de cidades da Paraíba. O aviso vale das 10h desta sexta-feira (27) até às 10h do sábado (28).

Outro alerta, também de chuvas intensas com classificação laranja – de perigo – abrange outras 72 cidades potiguares, das regiões Central e Oeste.

O estado poderá ter chuvas com mais de 100 milímetros e ventos acima de 100 km por hora, de acordo com o órgão.

Alerta vermelho

No alerta vermelho, o instituto apontou para possibilidade de chuvas com volume superior a 60 milímetros (mm) por hora ou mais que 100 mm por dia, além de ventos superiores a 100 km/h.

Também há “grande risco” de danos em edificações, corte de energia elétrica, de queda de árvores, descargas elétricas, alagamentos, enxurradas e “grandes transtornos no transporte rodoviário”, segundo o Inmet.

O instituto orientou que durante a chuva a população desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Também recomentou que, em caso de enxurrada ou enchente, as pessoas coloquem seus documentos e objetos de valor em sacos plásticos.

“Em caso de situação de grande perigo confirmada: procure abrigo, evite permanecer ao ar livre”, informou o órgão.

Veja municípios em alerta vermelho

  1. Arês
  2. Baía Formosa
  3. Bento Fernandes
  4. Bom Jesus
  5. Brejinho
  6. Canguaretama
  7. Ceará-Mirim
  8. Espírito Santo
  9. Extremoz
  10. Goianinha
  11. Ielmo Marinho
  12. Januário Cicco
  13. Jundiá
  14. Lagoa de Pedras
  15. Lagoa Salgada
  16. Macaíba
  17. Maxaranguape
  18. Montanhas
  19. Monte Alegre
  20. Natal
  21. Nísia Floresta
  22. Nova Cruz
  23. Parnamirim
  24. Passagem
  25. Pedro Velho
  26. Poço Branco
  27. Pureza
  28. Rio do Fogo
  29. Santa Maria
  30. Santo Antônio
  31. São Gonçalo do Amarante
  32. São José de Mipibu
  33. São Miguel do Gostoso
  34. São Pedro
  35. Senador Elói de Souza
  36. Senador Georgino Avelino
  37. Serra Caiada
  38. Serrinha
  39. Taipu
  40. Tibau do Sul
  41. Touros
  42. Várzea
  43. Vera Cruz
  44. Vila Flor

Alerta laranja

Para as cidades em alerta laranja, o Inmet apontou uma previsão de chuvas de 30 a 60 mm por hora, ou ainda de 50 a 100 mm por dia, além de ventos intensos, entre 60 e 100 km/h.

Ainda há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

“Em caso de rajadas de vento: não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia”, recomendou também o Inmet.

O órgão instruiu a população a procurar a Defesa Civil pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193, em caso de perigo.

Municípios em alerta laranja

  1. Açu
  2. Afonso Bezerra
  3. Alto do Rodrigues
  4. Angicos
  5. Areia Branca
  6. Baraúna
  7. Barcelona
  8. Bento Fernandes
  9. Bodó
  10. Bom Jesus
  11. Caiçara do Norte
  12. Caiçara do Rio do Vento
  13. Campo Redondo
  14. Carnaubais
  15. Cerro Corá
  16. Coronel Ezequiel
  17. Currais Novos
  18. Fernando Pedroza
  19. Galinhos
  20. Governador Dix-Sept Rosado
  21. Grossos
  22. Guamaré
  23. Ipanguaçu
  24. Itajá
  25. Jaçanã
  26. Jandaíra
  27. Januário Cicco
  28. Japi
  29. Jardim de Angicos
  30. João Câmara
  31. Lagoa d’Anta
  32. Lagoa de Velhos
  33. Lagoa Nova
  34. Lajes
  35. Lajes Pintadas
  36. Macau
  37. Monte das Gameleiras
  38. Mossoró
  39. Nova Cruz
  40. Parazinho
  41. Passa e Fica
  42. Pedra Grande
  43. Pedra Preta
  44. Pedro Avelino
  45. Pendências
  46. Poço Branco
  47. Porto do Mangue
  48. Pureza
  49. Riachuelo
  50. Ruy Barbosa
  51. Santa Cruz
  52. Santa Maria
  53. Santana do Matos
  54. Santo Antônio
  55. São Bento do Norte
  56. São Bento do Trairí
  57. São José do Campestre
  58. São Miguel do Gostoso
  59. São Paulo do Potengi
  60. São Pedro
  61. São Rafael
  62. São Tomé
  63. Senador Elói de Souza
  64. Serra Caiada
  65. Serra de São Bento
  66. Serra do Mel
  67. Serrinha
  68. Sítio Novo
  69. Tangará
  70. Tibau
  71. Touros
  72. Upanema

Fonte: G1 RN

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CHUVAS INTENSAS EM NATAL DEIXAM DEFESA CIVIL EM ALERTA

Defesa Civil de Natal monitora pontos de riscos após alerta de chuvas intensas

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

População deve ter atenção aos riscos e ligar para o 190 | Foto: cedida

A Defesa Civil de Natal passa a monitorar áreas de riscos com equipe de plantão 24 horas, diariamente, para atendimento de ocorrências, monitoramentos e trabalhos preventivos após alerta de ocorrência de chuvas mais intensas.

De acordo com a Defesa civil, as equipes redobraram as atenções, tendo vistoriado as principais lagoas de captação da cidade. Na ocasião constatou-se que todas estavam com seus equipamentos funcionando normalmente com níveis de água entre baixo e médio. Informaram também que, após a emissão destes alertas pelos órgãos de monitoramento climático, o trabalho é intensificado, visando prevenir danos à população. Durante a noite desta segunda-feira (23), foi acrescentada uma equipe extra ao plantão, porém não foi registrado nenhum chamado do Centro de Operações de Segurança Pública – CIOSP.

A Defesa Civil informa que continuará atenta e orienta a população a observar os eventuais sinais de risco no seu entorno: nas áreas de morro ou encosta, observar sinais de afundamento de piso, fissuras ou rachaduras nas paredes, inclinação de postes; nas áreas de alagamento observar os níveis de água nas lagoas de captação, presença de lixo ou entupimento de bueiros, e, sempre que identificada qualquer situação de risco, acionar imediatamente a Defesa Civil através do Ciosp, ligando para o 190, e fazer o registro da situação.

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Por g1 RN

 

Alertas de chuva para cidades do RN — Foto: InmetAlertas de chuva para cidades do RN — Foto: Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas – um de chuvas intensas e outro de acumulado de chuvas – para cidades do Rio Grande do Norte, na manhã desta segunda-feira (23).

O alerta amarelo, de chuvas intensas com perigo potencial, abrange 113 cidades potiguares. Ele vale até 11h da terça-feira (24).

A previsão é de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, e ventos intensos, de até 60 km por hora. Segundo o Inmet, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Já o aviso de de acumulado de chuvas foi classificado em nível de perigo – na cor laranja – por previsão de chuvas com volume de até 100 milímetros de água por dia para 18 cidades localizadas no litoral potiguar.

O aviso laranja foi publicado às 7h55 desta segunda-feira (23) e é válido até às 8h de terça-feira (24). Segundo o órgão, a previsão é de chuvas com volume entre 30 a 60 mm por hora ou 50 a 100 mm por dia.

Ainda de acordo com o aviso, nessas cidades, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios.

O órgão recomendou que a população evite enfrentar o mau tempo, observe alterações nas encostas e, se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro de energia.

“Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, orientou.

Cidades com aviso de perigo por acumulado de chuva – de até 100 mm

  • Arês
  • Baía Formosa
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Extremoz
  • Goianinha
  • Maxaranguape
  • Natal
  • Nísia Floresta
  • Parnamirim
  • Pureza
  • Rio do Fogo
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • Senador Georgino Avelino
  • Tibau do Sul
  • Touros
  • Vila Flor

Aviso de risco potencial

Já o aviso de perigo potencial abrange outras 95 cidades, além das 18 cidades acima. Segundo o Inmet, em caso de rajadas de vento, a população não deve se abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas.

Também é recomendado que a população não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda e evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Cidades com aviso de perigo potencial por chuvas intensas

  • Acari
  • Açu
  • Afonso Bezerra
  • Alto do Rodrigues
  • Angicos
  • Apodi
  • Areia Branca
  • Augusto Severo
  • Baraúna
  • Barcelona
  • Bento Fernandes
  • Bodó
  • Bom Jesus
  • Brejinho
  • Caiçara do Norte
  • Caiçara do Rio do Vento
  • Campo Redondo
  • Caraúbas
  • Carnaubais
  • Cerro Corá
  • Coronel Ezequiel
  • Currais Novos
  • Espírito Santo
  • Felipe Guerra
  • Fernando Pedroza
  • Florânia
  • Galinhos
  • Governador Dix-Sept Rosado
  • Grossos
  • Guamaré
  • Ielmo Marinho
  • Ipanguaçu
  • Itajá
  • Jaçanã
  • Jandaíra
  • Januário Cicco
  • Japi
  • Jardim de Angicos
  • João Câmara
  • Jucurutu
  • Jundiá
  • Lagoa d’Anta
  • Lagoa de Pedras
  • Lagoa de Velhos
  • Lagoa Nova
  • Lagoa Salgada
  • Lajes
  • Lajes Pintadas
  • Macaíba
  • Macau
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Monte das Gameleiras
  • Mossoró
  • Nova Cruz
  • Paraú
  • Parazinho
  • Passa e Fica
  • Passagem
  • Pedra Grande
  • Pedra Preta
  • Pedro Avelino
  • Pedro Velho
  • Pendências
  • Poço Branco
  • Porto do Mangue
  • Riachuelo
  • Ruy Barbosa
  • Santa Cruz
  • Santa Maria
  • Santana do Matos
  • Santo Antônio
  • São Bento do Norte
  • São Bento do Trairí
  • São José do Campestre
  • São Miguel do Gostoso
  • São Paulo do Potengi
  • São Pedro
  • São Rafael
  • São Tomé
  • São Vicente
  • Senador Elói de Souza
  • Serra Caiada
  • Serra de São Bento
  • Serra do Mel
  • Serrinha
  • Sítio Novo
  • Taipu
  • Tangará
  • Tenente Laurentino Cruz
  • Tibau
  • Triunfo Potiguar
  • Upanema
  • Várzea
  • Vera Cruz

Fonte: G1 RN

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FRENTE FRIA DEVE CAUSAR CHUVAS E RECORDES DE FRIO EM VÁRIAS REGIÕES DO BRASIL

Por g1

 

Movimentação no Viaduto do Chá em São Paulo (SP), onde pedestres tentam se proteger do calor nesta terça-feira , 29 de março de 2022 — Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Movimentação no Viaduto do Chá em São Paulo (SP), onde pedestres tentam se proteger do calor nesta terça-feira , 29 de março de 2022 — Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Uma nova frente fria e uma massa de ar polar avançam pelo Brasil no decorrer desta semana e devem causar chuva e recordes de frio em várias regiões, a começar pelo Sul, e também nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, de acordo com o serviço de meteorologia Climatempo.

A frente fria chegou já nesta terça-feira (29), mas se espalha com mais força a partir desta quarta-feira (30), quando há chance de chuva forte. Já o frio deve avançar pelo interior do continente, alcançar o Norte da Argentina, o Sul da Bolívia e o Paraguai.

“É justamente este tipo de trajetória que faz com que o ar frio entre facilmente sobre o interior da Região Sul, em áreas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e até de Rondônia e do Acre”, analisa o Climatempo.

Assim, o mês de março deve terminar com queda nas temperaturas no Centro-Sul do país, com recordes para o ano em várias regiões. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Campo Grande e Cuiabá, isso deverá ocorrer entre a madrugada e/ou da tarde na quinta-feira (31) ou na sexta-feira (1º).

Em Porto Alegre, a previsão é de 14ºC já na quarta-feira.

“É alto o risco de temporais no deslocamento da frente fria pelo Sul do Brasil. Fortes a intensas áreas de instabilidade devem se formar entre o final desta terça e as primeiras horas da quarta-feira no Oeste e no Sul gaúcho. Estas áreas de instabilidade, então, vão avançar muito rapidamente para as demais regiões gaúchas entre a madrugada e o período da manhã. No decorrer do dia, atingem Santa Catarina e o Paraná”, complementou o serviço de meteorologia MetSul.

Veja abaixo os dias mais frios até o momento em 2022, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet):

  • Porto Alegre: 14,9°C (20 de março); 20,9°C (12 de março)
  • Florianópolis: 17,4°C (18 de fevereiro); 22,2°C (20 de março)
  • Curitiba: 12,9°C (17 de fevereiro); 19,0°C (20 de março)
  • São Paulo: 15,7°C (21 de março); 20,8°C (8 de janeiro)
  • Campo Grande: 19,7°C (18 de fevereiro); 26,9°C (24 de março)
  • Cuiabá: 21,8°C (13 de maro); 29,1°C (28 de janeiro)

Além disso, segundo o Climatempo, uma “situação pouco comum poderá ser observada”.

O frio deverá avançar antecipadamente nos estados de Rondônia e Acre, com previsão de recordes de baixas temperaturas para Rio Branco e Porto Velho na sexta-feira.

Veja a previsão para as capitais nesta quarta-feira (30):

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EVENTOS QUE ACONTECERIAM SÁBADO E DOMINGO NA ÁRVORE DE MIRASSOL FORAM CANCELADOS DEVIDO AS CHUVAS

Por g1 RN

 

Estrutura Árvore de Mirassol Natal (RN) — Foto: Alex RégisEstrutura Árvore de Mirassol Natal (RN) — Foto: Alex Régis

Os eventos Feliz Idade e a Feira Negra, que aconteceriam na Árvore de Mirassol neste fim de semana, foram cancelados por conta das fortes chuvas que caem em Natal desde a madrugada deste sábado (26).

O Feliz Idade aconteceria neste sábado e a Feira Negra no domingo, ambos das 15h às 21h no Espaço Cultural Marilene Dantas, na Árvore de Mirassol.

Segundo a organização dos eventos, as atividades culturais, de lazer, serviços e apresentações musicais ficaram inviáveis pela invasão da água na estrutura do lugar. Em breve uma nova data será informada.

A Feliz Idade ia contar com uma feira de artesanato, exposição de quadros, orientações de saúde para os idosos, apresentação de dança e shows do grupo Bolero A2 e do Padre Caio.

A Feira Negra tem como foco a valorização da cultura negra e teria venda de produtos de empresas de empreendedores negros, salão de beleza e shows de Analuh Soares e do grupo Axezísticos.

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CHUVAS DO DIA DE SÃO JOSÉ REPRESENTA ESPERANÇA PARA AGRICULTORES DO RN

Por Igor Jácome e

Iara Nóbrega,

g1 RN e Inter TV Costa Branca

 

Agricultor Eudes Batista aguarda chuva no Dia de São José, no RN — Foto: CedidaAgricultor Eudes Batista aguarda chuva no Dia de São José, no RN Foto: Cedida

É uma tradição no sertão do Rio Grande do Norte. Para os agricultores, a chuva no dia 19 de março significa uma boa temporada de inverno, para regar as plantações das diversas culturas.

O agricultor Eudes Batista, de 36 anos, mora na comunidade do sítio Melancias, zona rural de Mossoró, região Oeste potiguar, e conta que aguardou a data com ansiedade.

“A gente espera que seja um dia muito chuvoso pra que a gente possa retomar as plantações, para que a gente possa colher daqui a uns dias, né?”, comenta.

Alcimar Lima, de 29 anos, agricultor que mora em Severiano Melo, aguardava a chuva cair, ao longo do dia, para poder comemorar.

“O dia é muito esperado pelos agricultores nordestinos. Aqui no Rio Grande do Norte é um dia que significa esperança de um bom inverno, de um uma boa colheita, de uma boa safra. Segundo a tradição nordestina, a chuva no dia 19 de março significa que o restante da quadra chuvosa é de muita fartura”, contou.

Em Mossoró, agricultores participaram da tradicional missa na Igreja de São José, no site Bom Jardim. A programação também contava com uma procissão.

Para além da tradição, a meteorologia explica, em parte, a tradição sertaneja. Segundo o chefe do setor de meteorologia da Empresa de Pesquisa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, Gilmar Bristot, a data está muito perto da mudança de estações, do verão para o outono, o que propicia chuvas.

Nesse período, segundo ele, há maior possibilidade de chuva. Mas ele considera que a chuva no dia 19 não significa necessariamente que haverá um bom inverno ao longo do ano, o que depende mais das condições dos oceanos.

“Esse momento da mudança de estação fisicamente explica a questão do dia de São José ser um dia que orienta o agricultor. A mudança de estação acontece próximo do dia de São José, entre 21 e 22 de março. Nesse momento, a atmosfera fica muito sensível devido ao maior aquecimento por parte do sol, porque os raios solares ficam perpendiculares nessa faixa equatorial. Você tem uma concentração maior de calor gerando uma área de baixa pressão em que a zona de convergência, que é o encontro dos ventos alísios de nordeste com os alísios do sudeste, ocupa essa região aqui sobre o Nordeste e propicia essa ocorrência de chuva”, diz.

“Mas a questão de ser um ano bom ou não de chuvas depende muito das condições dos oceanos. O Oceano Pacífico tem que estar normal a frio e o Atlântico Sul precisa estar mais aquecido que o Atlântico Norte. Acontecendo isso, você tem a presença das instabilidades vinculadas aí à zona de convergência e ocorrência de chuvas”, explicou.

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AS FORTES CHUVAS QUE CAÍRAM EM NATAL PROVOCARAM ALAGAMENTOS EM ALGUNS HOSPITAIS DA CAPITAL

Hospitais ficam alagados durante fortes chuvas em Natal

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Reprodução/Redes Sociais

As fortes chuvas que caíram em Natal, com mais intensidade na madrugada deste domingo (06), provocaram alagamentos em hospitais da cidade. Foram registrados problemas no Hospital Municipal de Natal e no Hospital José Pedro Bezerra, mais conhecido como Hospital Santa Catarina.

Na unidade de saúde, no conjunto estadual de saúde, no conjunto de saúde, alagados, que dá o nome da situação estadual dos corredores completamente populares ao hospital alagados. Além disso, outras imagens relacionadas ao nível de água na área externa do hospital.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap-RN) desencadeou que “o fluxo de água no entorno escoou para a entrada da unidade, alagando os corredores, estacionamento e parte das instalações”.

De acordo com a pasta, “imediatamente as equipes de manutenção e limpeza foram acionadas, contornando a situação sem prejuízo aos pacientes e funcionários”. Na nota, a secretaria ainda acrescentou que o hospital foi construído há 38 anos em baixa da região, que não possui escoamento adequado.

No entanto, o volume de é alto, como nesta madrugada, há possibilidade de ocorrência comum como a registrada”, completada.

No Hospital Municipal de Natal, a foi situação semelhante. Imagens registradas por quem estava na unidade flagraram os corredores cheios de água durante este domingo. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde do município afirmou que “acionou o departamento de engenharia para avaliar a situação dos hospitais/maternidades municipais e da rede de urgência da capital”.

A pasta acrescentou que “não houve necessidade de atendimento de nenhum paciente, no momento o pronto socorro do hospital dos Pescadores teve que ser paralisado e orientação do SMS Natal é que quem caso precise dos serviços uma Unidade de Pronto Atendimento” .

Veja as imagens dos hospitais:

Fonte: Portal da Tropica _ Notícias

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SEGUNDO EMPARN, AS CHUVAS DOS PRÓXIMOS TRÊS MESES NO RN SERÃO DENTRO DA NORMALIDADE

Por Sérgio Henrique Santos, Inter TV Cabugi

 

Reunião sobre período de inverno no RN aconteceu nesta quarta (23) em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiReunião sobre período de inverno no RN aconteceu nesta quarta (23) em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn) espera chuvas dentro da normalidade no Rio Grande do Norte entre os meses de março, abril e maio.

O anúncio foi feito em uma reunião climática, que teve participação de órgãos e especialistas em meteorologia do Nordeste e do Estado, nesta quarta-feira (23), além de autoridades locais, como a governadora Fátima Bezerra (PT).

De acordo com o órgão, houve uma mudança na expectativa que era de chuvas acima da normalidade neste período em função da alta temperatura do Oceano Atlântico.

A perspectiva era ainda maior diante do bom cenário ocorrido no mês de janeiro em todo o estado, em que a média chuvosa foi de 144 milímetros quando era esperado 55 milímetros – foi o janeiro mais chuvoso desde 2004.

“O Oceano Atlântico continua mostrando tendência de aquecimento tanto na bacia do Atlântico Sul como na do Atlântico Norte. Isso dificultou um pouquinho o entendimento de como seriam as chuvas dos próximos meses. Ficou um pouco diferente da previsão feita em janeiro e a tendência é que nós tenhamos em março, abril e maio uma condição de normalidade na distribuição das chuvas”, explicou o meteorologista Gilmar Bistrot.

Quantidade de chuva

De acordo com a previsão apontada pela Emparn, o mês mais chuvoso deste período será abril, com perspectiva de média de 164 milímetros. Março tem previsão de média de 159 mm e maio de 108 mm.

Esses meses, segundo o meteorologista Gilmar Bistrot, são tradicionalmente os mais chuvosos do ano no estado e “contribuem com quase 60% das chuvas que acontecem no interior”.

A previsão inicial era de um período ainda mais chuvoso, acima da normalidade.

“As primeiras previsões realizadas desde novembro indicavam chuvas acima do normal, mas essa teimosia do Atlântico Norte em manter as temperaturas um pouquinho mais aquecidas influenciou pra essa tendência de chuvas próximas à normalidade“, explicou Bistrot.

O quadro pode melhorar e voltar a atingir o patamar anterior caso haja, nesse período, uma diminuição da temperatura no oceano.

“Isso poderá mudar caso o Atlântico Norte apresente uma diminuição da temperatura em torno de meio grau e aí nós teremos situação modificada, podendo sim aumentar as condições de chuva no interior do RN”.

Regiões mais afetadas

A Emparn prevê que a Região Leste do RN, que inclui parte do litoral potiguar, incluindo a capital Natal e a Região Metropolitana, será a com maior taxa de chuvas neste período, com um acumulado de 533 milímetros.

A Região Central também é citada pelo meteorologista Gilmar Bistrot, que diz que haverá “alguma dificuldade de chuva na região de Mossoró”.

Segundo a previsão da Emparn, a região que menos terá acumulado de chuva nesse período será o Agreste, com 342 mm nos três meses.

Reservatório de água

Para o diretor-presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), Auricélio Costa, os dois primeiros meses do ano foram positivos para aumentar o volume de água dos reservatórios potiguares.

“Até agora as boas chuvas que caíram já permitiram encher os pequenos reservatórios, molhar a terra, permitir a distribuição de sementes e isso é muito importante para a economia do RN”, destacou.

Segundo ele, a expectativa de chuvas dentro da normalidade é visto de maneira positiva. O diretor aponta que o nível atual de reservas é de 38% e que a expectativa é de que se atinja os 50% nesse período.

“Tivemos uma série de anos secos. Os reservatórios atualmente estão com 38% das suas reservas e nós esperamos que com essa boa perspectiva de chuva possamos atingir ou passar os 50%. Isso nos dá maior segurança hídrica e maior possibilidade de abastecimento público, bem como maior disponibilidade de água para produção agropecuária, que fortalece o estado”, pontuou.

Segundo o meteorologista Gilmar Bistrot, “essa chuva bem distribuída poderá trazer um alívio para os reservatórios. Não vai enchê-los, mas poderá amenizar a situação”.

Para a governadora do RN, Fátima Bezerra, que participou da reunião, será um “bom inverno, pincipalmente se a gente comparar com 2021, que foi um ano muito difícil e com chuvas abaixo do normal, inclusive com regiões como a Agreste e Potengi que passaram por muitas dificuldades”.

Programa das sementes

Esse período de chuvas mais intensas é esperado e monitorado também para o plantio no interiores do estado. Por conta dessa previsão para os próximos meses, com boa perspectiva, o governo iniciou a distribuição das sementes para os agricultores.

“O que mais é pedido à nós pela governadora é para o Programa de Sementes, que precisa estar pronto para o início das chuvas, com segurança”, explicou o secretário de Agricultura, da Pecuária e da Pesca, Guilherme Saldanha.

“Desde 15 dias atrás, nós realizamos a entrega das sementes em todo o RN e nessa virada agora para março, com o inverno se consolidando, o agricultor vai estar com a semente para no momento certo poder plantar com maior segurança e ter uma colheita farta”.

Segundo a governadora do RN, Fátima Bezerra, foram mais de 705 mil toneladas entregues a agricultores.

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SAIBA QUAIS AS CIDADES DO RN COM ALERTA DE CHUVAS PELO INMET

Por g1 RN

 

Inmet alerta para chuvas intensas em 22 duas cidades do RN — Foto: Fernanda MaribondoInmet alerta para chuvas intensas em 22 duas cidades do RN — Foto: Fernanda Maribondo

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas com perigo potencial para 22 cidades do Rio Grande do Norte.

O aviso vale desta sexta (4) até 11h de sábado (5).

A chuva de perigo potencial é a segunda numa escala de quatro níveis do órgão. Nesse nível, são previstas chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 mm por dia, além de ventos intensos – de 40 a 60 km/h.

Nesse tipo de evento, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O órgão recomenda, em caso de rajadas de vento, que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas, e que não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Além disso, é aconselhado evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Confira as cidades incluídas no alerta:

  1. Assu
  2. Afonso Bezerra
  3. Alto do Rodrigues
  4. Apodi
  5. Areia Branca
  6. Baraúna
  7. Caraúbas
  8. Carnaubais
  9. Felipe Guerra
  10. Galinhos
  11. Governador Dix-Sept Rosado
  12. Grossos
  13. Guamaré
  14. Ipanguaçu
  15. Macau
  16. Mossoró
  17. Pedro Avelino
  18. Pendências
  19. Porto do Mangue
  20. Serra do Mel
  21. Tibau
  22. Upanema

Fonte: G1 RN

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INMET ALERTA PARA CHUVAS FORTES NO RN

Previsão indica chuvas intensas no RN

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Foto: Heilysmar Lima

O Instituto Nacional Meteorologia (Inmet) para alerta de chuva intensas o Rio Grande do Norte desta quinta-feira até a sexta14). O aviso amarelo, o mais leve da escala, atende a todos os municípios do estado.

De acordo com o Inmet, os riscos potenciais são até 2 chuvas de 30 milímetros por ou de 50 milímetros por dia, com energias intensas de 60 km/h, além da possibilidade de corte de eletricidade, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Em caso de chuvas de vento, o instituto que recomenda a população se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e de descuidados elétricos. Além disso, a orientação é que não se estacione veículos próximos a torre transmissão e placas de propaganda e que sejam de uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

O mesmo alerta é válido para quase todos os estados do Brasil, com os extraordinários de Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Roraima. O RJ tem alerta de tempestade e SC e RS têm avisos de onda de calor.

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VEJA AS DICAS DO SUPERINTENDENTE DA DEFESA CIVIL DO RJ SOBRE COMO AGIR DIANTE DE TEMPORAIS EM REGIÕES DE RISCOS

Saiba o que fazer em caso de chuvas e risco de deslizamento em regiões urbanas

Superintendente da Defesa Civil do Rio de Janeiro, Lauro Botto Maia, falou à CNN sobre riscos durante chuvas

Atualizado 10/01/2022 às 12:41

Com a crise das chuvas pelo Brasil, o risco de deslizamento se torna uma das principais inseguranças para moradores de regiões urbanas. O superintendente da Defesa Civil do Rio de Janeiro, Lauro Botto Maia, dá indicações de como agir diante de temporais em regiões de risco.

Para essas localidades, geralmente, a Defesa Civil tem um sistema de aviso. “No momento em que ouvir alarmes sonoros das sirenes, saiam de suas casas”, disse.

Ele contou que, no Rio de Janeiro, o órgão faz treinamentos com a população para momentos como esse, para facilitar a evacuação da população de áreas de risco diante de temporais.

No último sábado, uma encosta cedeu na cidade de Rio Bonito, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, mas não houve vítimas. No último final de semana, as chuvas provocaram ao menos 90 ocorrências em todo o estado. As regiões Serrana, Norte e Noroeste.

“A gente trabalha sempre com o pior cenário possível, infelizmente”, disse o membro da Defesa Civil, mas alertou que a situação das chuvas na cidade não foram graves. Ainda assim, sempre há riscos, principalmente por causa da ocupação irregular em algumas áreas, e por conta da características geográficas da cidade.

A Defesa Civil do Rio e de outras cidades também colocam à disposição um número de telefone para receber alertas de temporais e demais riscos relacionados à previsão do tempo.

“Fiquem atentos aos alertas da defesa civil”, disse o superintendente. No Rio de Janeiro, “o número 40199 é utilizado para que o cidadão comum envia o seu SMS com seu CEP para receber alertas”, completou.

Por parte do poder público, a iniciativa primeira deve ser o mapeamento de áreas de risco para agir com assertividade. “A gente tem todas essas áreas mapeadas”, disse Maia.

Esse mapeamento serve para realizar iniciativas prévias que evitem a instalação de famílias em regiões de perigo ou que treinem pessoas para que ajam rápido diante de uma situação de risco. “A gente procura fazer o trabalho fora do período chuvoso. Por isso, não temos esse tipo de tragédia a anos no Rio de Janeiro”, diz.

No caso de a residência apresentar sinais de que pode estar cedendo sobre a força de deslizamentos e enchentes, ele recomendou que o imóvel seja abandonado “imediatamente”.

“Sob qualquer sinal de rachadura, ouviu o trincar da alvenaria da casa, abandone imediatamente a residência, e procure um dos pontos de apoio. Se não houver ponto de apoio, procure um lugar seguro”, alertou.

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INMET FAZ ALERTA DE CHUVAS COM PERIGO POTENCIAL PARA 91 CIDADES DO RN

Por g1 RN

 

Chuvas intensas atingem boa parte do estado entre esta quinta e sexta-feira — Foto: InmetChuvas intensas atingem boa parte do estado entre esta quinta e sexta-feira — Foto: Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas com perigo potencial para 91 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso vale desta quinta (6) até 11h da sexta-feira (7).

Os municípios atingidos ficam entre as regiões Seridó, Vale do Açu, Oeste, Alto Oeste e Costa Branca. (veja lista abaixo).

A chuva de perigo potencial é a segunda numa escala de quatro níveis do órgão. Nesse nível, são previstas chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 mm por dia, além de ventos intensos – de 40 a 60 km/h.

Nesse tipo de evento, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas..

O órgão recomenda, em caso de rajadas de vento, que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas, e que não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Além disso, é aconselhado evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

O alerta também é válido para cidades de outros estados do Nordeste e também do Sudeste, Centro-Oeste e Norte.

Chuvas são registradas em pelo menos 61 municípios potiguares neste início de ano

Cidades do RN afetadas

  1. Acari
  2. Assú
  3. Afonso Bezerra
  4. Água Nova
  5. Alexandria
  6. Almino Afonso
  7. Alto do Rodrigues
  8. Angicos
  9. Antônio Martins
  10. Apodi
  11. Areia Branca
  12. Augusto Severo
  13. Baraúna
  14. Bodó
  15. Caicó
  16. Caraúbas
  17. Carnaúba dos Dantas
  18. Carnaubais
  19. Coronel João Pessoa
  20. Cruzeta
  21. Currais Novos
  22. Doutor Severiano
  23. Encanto
  24. Equador
  25. Felipe Guerra
  26. Fernando Pedroza
  27. Florânia
  28. Francisco Dantas
  29. Frutuoso Gomes
  30. Governador Dix-Sept Rosado
  31. Grossos
  32. Guamaré
  33. Ipanguaçu
  34. Ipueira
  35. Itajá
  36. Itaú
  37. Janduís
  38. Jardim de Piranhas
  39. Jardim do Seridó
  40. João Dias
  41. José da Penha
  42. Jucurutu
  43. Lagoa Nova
  44. Lucrécia
  45. Luís Gomes
  46. Macau
  47. Major Sales
  48. Marcelino Vieira
  49. Martins
  50. Messias Targino
  51. Mossoró
  52. Olho D’Água do Borges
  53. Ouro Branco
  54. Paraná
  55. Paraú
  56. Parelhas
  57. Patu
  58. Pau dos Ferros
  59. Pedro Avelino
  60. Pendências
  61. Pilões
  62. Portalegre
  63. Porto do Mangue
  64. Rafael Fernandes
  65. Rafael Godeiro
  66. Riacho da Cruz
  67. Riacho de Santana
  68. Rodolfo Fernandes
  69. Santana do Matos
  70. Santana do Seridó
  71. São Fernando
  72. São Francisco do Oeste
  73. São João do Sabugi
  74. São José do Seridó
  75. São Miguel
  76. São Rafael
  77. São Vicente
  78. Serra do Mel
  79. Serra Negra do Norte
  80. Serrinha dos Pintos
  81. Severiano Melo
  82. Taboleiro Grande
  83. Tenente Ananias
  84. Tenente Laurentino Cruz
  85. Tibau
  86. Timbaúba dos Batistas
  87. Triunfo Potiguar
  88. Umarizal
  89. Upanema
  90. Venha-Ver
  91. Viçosa

Fonte: G1 RN

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VEJA A LISTA DE CIDADES DO RN QUE PODERÃO TER CHUVAS INTENSAS A PARTIR DO DIA 1º DE JANEIRO

Por g1 RN

 

Inmet alerta para chuvas intensas em 44 cidades do RN — Foto: Igor Jácome/G1Inmet alerta para chuvas intensas em 44 cidades do RN — Foto: Igor Jácome/G1

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para chuvas intensas em 44 cidades do Rio Grande do Norte a partir das 10h40 de 1º de janeiro(Veja a lista de cidades abaixo).

O órgão aponta que as chuvas podem chegar a 20 a 30 milímetros por hora ou até a 50 milímetros por dia.

De acordo com o Inmet, há um baixo risco de alagamentos e possibilidade de pequenos deslizamentos em locais que contém com esse tipo de área.

As recomendações do instituto são de evitar enfrentar o mau tempo, observar alteração nas encostas e evitar usar aparelhos eletrônicos ligados na tomada.

As chuvas são classificadas como de “perigo potencial”, a segunda numa escala de quatro níveis.

Caso seja necessário, o órgão diz que devem ser acionados a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Veja as cidades afetadas pela chuva

Fonte: G1 RN
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EMPARN APONTOU QUE 93 CIDADES DO RN SÃO CONSIDERADAS MUITO SECAS

Por g1 RN

 

Emparn apontou que 93 cidades são consideradas muito secas — Foto: DivulgaçãoEmparn apontou que 93 cidades são consideradas muito secas — Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte tem 93 municípios considerados muito secos. É o que aponta a análise de chuvas acumuladas divulgada nesta quarta-feira (15) pela Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), que analisou os índices pluviométricos durante todo o ano de 2021.

O número representa 55,6% das 167 cidades de todo o estado nesta situação. Outras 27 cidades também foram consideradas “secas” neste período e 33 tem situação avaliada como “normal”.

O relatório também indica que outras 10 cidades do estado tiveram um 2021 “chuvoso”. A Emparn informou que não conseguiu dados de quatro municípios e nenhum foi considerado “muito chuvoso”.

Os dados foram recolhidos de janeiro de 2021 até o dia 13 de dezembro.

Acumulado de chuvas

O relatório aponta ainda que a chuva observada no Rio Grande do Norte em 2021 foi de 435,39 milímetros, um desvio neste ano de-363 milímetros para a média anual, que é de 798,62.

As microrregiões que mais registraram chuvas foram Serra de São Miguel (799,8 mm), Umarizal (795,6), Pau dos Ferros (776,4) e Natal (745,2).

Em comparação às médias anuais, apenas as microrregiões Pau dos Ferros e Umarizal registraram acumulados de chuvas um desvio anual positivo em 2021.

Avanço da seca grave

No último dia 9 de dezembro, o Monitor das Secas, da Agência Nacional de Águas (ANA), apontou que a seca grave avançou principalmente no norte do estado.

O relatório indica que entre setembro e outubro houve a a seca grave subiu de 62% para 75% do território no estado – a pior condição entre os estados nordestinos.

Esta é a condição mais severa no território potiguar desde janeiro de 2019, quando 12% do Rio Grande do Norte passou por seca extrema, que é a segunda mais severa na escala do Monitor. Desde dezembro de 2020, é registrada seca em 100% do território potiguar.

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DEVIDO A POUCA QUANTIDADE DE ÁGUA HIDRELÉTRICA BELO MONTE OPERA COM MEIA TURBINA

Sem água, Belo Monte opera com meia turbina desde o início de agosto

Situação deve se manter até o fim de novembro ou meados de dezembro, quando o rio deve voltar a encher

Renée Pereira,

do Estadão Conteúdo

Barragem da hidrelétrica de Belo Monte durante a fase de construção da usina (23/11/2013) Barragem da hidrelétrica de Belo Monte durante a fase de construção da usina (23/11/2013) Foto: Paulo Santos/Reuters

A ameaça de apagão que o Brasil atravessa evidencia a limitação de um dos principais projetos de infraestrutura do País para enfrentar a seca atual. Erguida com investimentos de quase R$ 40 bilhões, Belo Monte, a quarta maior hidrelétrica do mundo, com capacidade para gerar 11.233 megawatts (MW), opera só com meia turbina desde o início de agosto.

Isso significa produzir cerca de 300 MW por dia – ou 2,67% da potência total. Construída sem reservatório, a fio d’água, a usina funciona conforme o regime hidrográfico do Rio Xingu, que varia 25 vezes entre a cheia e a seca – e este é o período do ano de auge da seca.

Desde que foi concluída, a usina tem produzido menos do que os especialistas calculavam para o período seco. Na época da construção, esperava-se que, durante a estiagem, ela produzisse cerca de 690 MW médios.

Durante o ano, a expectativa era produzir 4 mil MW médios. No ano passado, ficou em 3.293 MW médios e, em 2019, em 3.027 MW médios, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

“Geramos durante seis meses por ano, que é quando há volume de água no rio. Mas essa é a configuração do projeto”, diz o diretor-presidente da concessionária Norte Energia, Paulo Roberto Ribeiro Pinto.

Mesmo assim, ele afirma que Belo Monte tem tido um papel importante na recuperação dos demais reservatórios do País no período chuvoso e representa 7% da matriz brasileira.

A construção de usinas a fio d’água sempre foi motivo de grandes discussões no País. O modelo foi adotado para reduzir os impactos ambientais e tornar viável a construção das usinas. A escolha, no entanto, tem um preço que é a redução da capacidade de armazenamento.

O projeto de Belo Monte, por exemplo, nasceu na década de 70, como Hidrelétrica Kararaô, dentro de um complexo de seis usinas. Após várias remodelações, foi rebatizado de Belo Monte, com apenas uma usina. Para diminuir os impactos ambientais, a área alagada foi reduzida de 1.200 para 516 km².

Conflitos

Apesar das mudanças, a hidrelétrica sempre esteve envolvida em muitas controvérsias ambientais. Em 2020, quase um ano após a inauguração da última turbina, o Ministério Público Federal (MPF) voltou a questionar o hidrograma de vazão da usina aprovado na época do leilão.

Belo Monte foi construído em dois locais diferentes. Parte da água do Xingu é desviada para a usina Sítio Pimental, que gera 233 MW de energia. Esse desvio acabou reduzindo o volume de água na região da Volta Grande, onde estão localizadas algumas aldeias indígenas. O MPF argumentou que a diminuição de água estava provocando problemas para ribeirinhos, navegabilidade e para os peixes.

Por causa disso, em janeiro deste ano o Ibama aumentou a vazão na Volta Grande. Consequentemente, o volume de água para a usina diminuiu e afetou a produção. O presidente da Norte Energia calcula que essa alteração tenha reduzido em cerca de 1.600 MW médios a geração de Belo Monte e reduzindo em 2,5% os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste.

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CHUVAS QUE CAÍRAM NOS ÚLTIMOS DIAS TROUXERAM ALEGRIA AOS SERTANEJOS DO RN

Por Igor Jácome e Iara Nóbrega, G1 RN e Inter TV Costa Branca

 

Vídeo mostra sangria de açudes após chuvas no Oeste potiguar

Vídeo mostra sangria de açudes após chuvas no Oeste potiguar

Fortes chuvas que caíram nos últimos dias provocaram sangria de reservatórios de água e encheram rios, para alegria do sertanejo no Rio Grande do Norte. No Oeste potiguar, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) registrou um acumulado de 120 milímetros em Apodi, 111 mm em Jucurutu e 93 mm em Patu, nos últimos quatro dias.

Açudes de Itaú, Encanto, Campo Grande, Patu, Apodi e Rodolfo Fernandes derramaram água, a maioria na manhã desta quarta-feira (5). As imagens das cachoeiras do Caripina e do Roncador, em Felipe Guerra, também foram compartilhadas pelos moradores da região.

Natal e outras cidades do litoral também receberam bons volumes de chuva desde o fim de semana. Um dos pontos de monitoramento da capital chegou a registrar 70 mm em 96 horas.

Moradores registram cachoeira do Roncador após chuvas em Felipe Guerra, RN

Segundo o setor de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) o mês de maio começou com chuvas em todas as regiões do estado, com maior concentração na região de Mossoró, Vale do Assú e Médio Oeste.

De acordo com recente reunião com representantes de diversos órgãos do setor de meteorologia de estados como Paraíba, Bahia, Alagoas, Pernambuco e do Distrito Federal, os especialistas concluíram que a previsão para o próximo trimestre – maio, junho e julho – é de chuvas dentro da normalidade no Rio Grande do Norte.

Potiguares registram cachoeira da Caripina após chuvas no Oeste potiguar

“O acumulado previsto para próximo trimestre é de: 550 mm no Leste, 270 mm no Agreste, 140 mm na região Central e 180 mm no Oeste. Durante esses meses, poderão ocorrer eventos de chuvas intensas ao longo da faixa litorânea Leste devido à influência da região oceânica que está com as águas mais aquecidas do que o normal”, explicou o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot.

Primeiros meses tiveram chuvas abaixo da média

De acordo com Gilmar, as previsões eram de mais chuvas para os primeiros quatro meses do ano, que registrou precipitações 30% abaixo do esperado, mas a esperada contribuição do fenômeno La Ninã, no oceano pacífico, não foi tão grande.

“Em termos de chuvas, esse ano nós tivemos uma distribuição muito irregular de chuvas no interior do estado. Todos os meses, de janeiro a abril, apresentaram chuvas abaixo do normal. Algumas regiões, em especial alto Oeste e Seridó, o comportamento das chuvas foi melhor, nós tivemos uma maior intensidade de chuvas e melhor distribuição ao longo dos meses. São as regiões que nós analisamos que a agricultura teve êxito. No geral, o estado como um todo, nós tivemos desvios negativos em todos os meses, em torno de 30% abaixo da média”, disse.

Fonte: G1 RN
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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: AUMENTO DE CO2 X DESMATAMENTO. SAIBA QUEM É MAIS LETAL

Um aumento de 50% nos níveis de gás carbônico (CO2) na atmosfera pode ter um efeito na diminuição das chuvas na Amazônia similar ou até maior ao da substituição de 100% da mata por pastagens. É o que mostram as simulações realizadas em supercomputador do Inpe. Em números os estudos informam que esse aumento do CO2 contribui com uma redução anual de 12% no volume de chuvas, enquanto o desmatamento total diminuiria a precipitação em 9%. Leia o artigo completo a seguir e saiba como isso acontece!

Amazônia: acúmulo de CO2 reduz volume de chuvas mais que desmate

Aumento de dióxido de carbono na região pode ter impacto até 3 pontos percentuais maior que o do desmatamento na diminuição das chuvas

Simulações realizadas em supercomputador do Inpe mostram que efeito direto do aumento de gás carbônico sobre a floresta causaria redução de chuvas equivalente ou até superior à provocada pela substituição total das árvores por pastagens; resultado chama atenção para a necessidade de medidas regionais e globais para combater as mudanças climáticas. Crédito: João Marcos Rosa/AmazonFACE

Um aumento de 50% nos níveis de gás carbônico (CO2) na atmosfera pode ter um efeito na diminuição das chuvas na Amazônia similar ou até maior ao da substituição de 100% da mata por pastagens. A elevação do CO2 pode causar uma queda no vapor d’água emitido pela floresta que levaria a uma redução anual de 12% no volume de chuvas, enquanto o desmatamento total diminuiria a precipitação em 9%.

A estimativa foi apresentada em estudo publicado na revista “Biogeosciences” por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Técnica de Munique e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“Como o CO2 é um insumo básico da fotossíntese, quando ele aumenta na atmosfera há um impacto na fisiologia das plantas, o que pode ter um efeito cascata sobre a transferência de umidade das árvores para a atmosfera [transpiração], formação de chuvas na região, biomassa da floresta e uma série de outros processos”, explica David Montenegro Lapola, professor do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Unicamp, que liderou o estudo.

Efeito estufa

O pesquisador coordena um projeto financiado no âmbito do Programa Fapesp de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG). O trabalho integra ainda projeto apoiado pela Fundação na modalidade Temático e contou com bolsa de pós-doutorado.

Os pesquisadores queriam saber qual seria a influência no regime de chuvas apenas do efeito fisiológico causado nas plantas pelo aumento do CO2 na atmosfera. É sabido que uma maior disponibilidade do gás faz com que as plantas transpirem menos, emitindo menos umidade para a atmosfera e, consequentemente, gerando menos chuvas.

Normalmente, porém, previsões sobre o aumento do dióxido de carbono na atmosfera não dissociam o efeito fisiológico da elevação do CO2 do efeito que o aumento desse gás tem sobre o balanço de radiação na atmosfera. Nesse segundo caso, o gás impede que parte do calor escape da atmosfera, causando o fenômeno conhecido como efeito estufa.

Projeções apresentadas no último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU), levando em conta mudanças no balanço de radiação atmosférica, mais o efeito fisiológico nas plantas, já haviam mostrado uma possível redução de até 20% no volume anual de chuvas na Amazônia, evidenciando que grande parte das alterações no regime de chuvas na região será controlada pela resposta fisiológica da floresta ao aumento de CO2.

Ações locais e globais

Para o estudo atual, os pesquisadores realizaram simulações no supercomputador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Inpe, em Cachoeira Paulista. Foram projetados cenários de um aumento de 50% na concentração atmosférica de CO2 e seus impactos sobre a fisiologia da floresta ao longo de cem anos de simulação. Outra simulação deu conta de prever o efeito da substituição de 100% da floresta por pastagens. “Para a nossa surpresa, apenas o efeito fisiológico nas folhas da floresta geraria uma diminuição anual de 12% nas chuvas [252 milímetros a menos por ano]. Enquanto isso, o desmatamento total levaria a uma redução de 9% [183 milímetros a menos por ano]. São valores muito acima da variação natural de 5% da precipitação na Amazônia entre um ano e outro”, diz Lapola.

Os resultados chamam atenção para a necessidade tanto de ações locais – para reduzir o desmatamento nos nove países que abrigam a Amazônia – quanto globais, de forma a reduzir a emissão de CO2 na atmosfera pela atividade industrial, transporte e geração de energia, por exemplo.

Lapola é um dos coordenadores do experimento AmazonFACE (Free-Air Carbon Dioxide Enrichment, na sigla em inglês). Instalado ao norte de Manaus, ele vai aumentar a concentração de gás carbônico em pequenas parcelas de floresta, a fim de verificar as mudanças fisiológicas e atmosféricas causadas pelo aumento do dióxido de carbono. O experimento pode antecipar o cenário climático previsto para este século (leia mais em: agencia.fapesp.br/32279/ agencia.fapesp.br/31140/).

Transpiração da floresta e do pasto

Nos dois cenários projetados pelas simulações computacionais, a redução das chuvas seria causada por uma queda de aproximadamente 20% da transpiração pelas folhas. As razões para essa diminuição, porém, são diferentes em cada uma das situações.

As folhas possuem em sua superfície aberturas microscópicas, chamadas de estômatos. Para captar o CO2 para a fotossíntese, os estômatos se abrem e captam a quantidade necessária do gás, ao mesmo tempo que emitem vapor d’água. No cenário com mais dióxido de carbono no ar, as folhas ficam menos tempo com os estômatos abertos. Com isso, emitem menos vapor e diminuem a formação de nuvens e, portanto, de chuvas.

Outra razão se dá pela redução da área total de folhas. Numa eventual substituição de 100% da mata por pastagens, haveria uma redução de 66% dessa área. Isso ocorre porque, enquanto um metro quadrado de pasto tem uma área foliar um pouco maior do que esse mesmo metro quadrado, na floresta, com várias camadas de folhas sobrepostas nas árvores, a chamada área foliar pode ser superior a seis metros quadrados para cada metro quadrado de chão. Por fim, tanto o aumento de dióxido de carbono quanto o desmatamento influenciam ainda os ventos e massas de ar, que têm papel fundamental no regime de chuvas.

Cascata de fenômenos

“O dossel da floresta tem árvores altas, baixas, folhas, galhos, que trazem uma complexidade para a superfície, a chamada rugosidade. O vento bate nesses locais e gera redemoinhos, os vórtices, que por sua vez geram instabilidade e estão na origem da convecção responsável pelas chuvas equatoriais. A pastagem, por sua vez, é uma superfície lisa, em que o vento flui sempre em frente e, sem a floresta, não forma esses redemoinhos. Isso causa um aumento do vento, que leva boa parte da precipitação para o oeste. Enquanto isso, grande parte da Amazônia Leste e Central, a área brasileira, fica com menos chuva”, informa Lapola.

A diminuição da transpiração causada pelo aumento do CO2, por sua vez, aumenta a temperatura média em até dois graus, uma vez que há menos gotículas de água para amenizar o calor. Esse fator inicia uma cascata de fenômenos que resulta na inibição da formação da chamada convecção profunda (nuvens de chuva muito altas e carregadas de vapor d’água), diminuindo as chuvas.

“Um próximo passo seria testar outros modelos computacionais para comparar os resultados com o que encontramos. Além disso, é fundamental a realização de experimentos como o FACE, pois apenas eles podem fornecer dados para verificar e aprimorar simulações de modelagem como as que fizemos”, encerra o pesquisador.

O artigo CO2 physiological effect can cause rainfall decrease as strong as large-scale deforestation in the Amazon, de Gilvan Sampaio, Marília H. Shimizu, Carlos A. Guimarães-Júnior, Felipe Alexandre, Marcelo Guatura, Manoel Cardoso, Tomas F. Domingues, Anja Rammig, Celso von Randow, Luiz F. C. Rezende e David M. Lapola, pode ser lido em https://bg.copernicus.org/articles/18/2511/2021/.

Fonte: Revista Planeta

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NO SERTÃO POTIGUAR, PRODUÇÃO DE UVA GANHA ESPAÇO E ATÉ LINHA DE CRÉDITO

Por Hugo Andrade, Inter TV Costa Branca

 

Produção de uvas no semiárido nordestino, no Rio Grande do Norte — Foto: Reprodução/Inter TV Costa BrancaProdução de uvas no semiárido nordestino, no Rio Grande do Norte — Foto: Reprodução/Inter TV Costa Branca

Os produtores da região da Chapada do Apodi estão apostando cada vez mais na produção de uvas – principalmente nas variedades de mesa, que são para consumo “in natura”. Os primeiros investimentos têm dado certo e já existem novos agricultores interessados em entrar na atividade. Até linhas de crédito específicas foram criadas.

Passado o período chuvoso na região do semiárido, o trabalho no parreiral instalado no sítio Cruzeiro do Sul, em Apodi, segue firme. Esse é o momento da poda de produção, uma etapa importante para a próxima safra. A área está sendo preparada para produzir uvas de mesa das variedades Núbia e Vitória.

Segundo os produtores, o clima da região facilita a produção. A chuva tão esperada pelo sertanejo, e que chegou com mais intensidade em 2020, acabou atrapalhando um pouco o setor.

“A uva não se dá com muita chuva. Quem planta de irrigação sabe muito disso. Principalmente a uva porque a fruta é muito exposta e quando chove muito em cima dela, a tendência de praga aumenta muito. E se chover na florada, aborta quase toda. Ela chega a abortar 80% dos frutos”, conta o produtor Márcio Brilhante.

Márcio foi pioneiro na produção de uvas em Apodi. Passados os dois primeiros anos do cultivo, se prepara agora para a quarta safra. O segundo semestre do ano é o mais esperado.

“Quem produz uva aposta muito no segundo semestre. Eles passaram o período de inverno cuidando da planta, dando uma zelada para, quando entrar no segundo semestre, a planta estar com um vigor bom, uma planta boa para produzir bem melhor e cobrir os resultados de perda que deu no inverno”, diz.

Em duas safras e meia, os parreiras produziram 33 toneladas de uva de mesa em dois hectares. Ainda é pouco, diante do potencial. Um hectare chega a produzir, em média, 60 toneladas no caso da uva Núbia e 50 toneladas com a uva Vitória. O principal desafio ainda é encontrar mão-de-obra especializada na região.

Produção de uva ganha linha de crédito na região da chapada do Apodi, no Oeste potiguar — Foto: Reprodução/Inter TV Costa Branca

“A gente chama algumas pessoas, faz um treinamento, vê quem tem mais habilidade para a produção. Meus funcionários já estão atingindo um nível muito bom”, conta.

“Márcio foi pioneiro e passou por mais dificuldades. Nós estamos com uma região nova e passando essas dificuldades, mas vamos atingir nossos objetivos”, considera Django Dantas, consultor agrícola.

Aos poucos, outros produtores também começam a se interessar pelo cultivo da uva em Apodi. Um novo parreiral tem um ano e meio e as primeiras uvas do tipo Vitória devem ser colhidas já no mês de outubro.

O alto potencial da região também atraiu a atenção dos investidores. O Banco do Nordeste em Apodi abriu uma linha de crédito específica para os interessados na produção de uva.

“Por se tratar de uma atividade nova, foram feitos estudos por técnicos do banco. Com isso, foi possível formatar um orçamento para a realidade de Apodi, da chapada. Com a liberação, são linhas que vão desde a implantação de crédito até a manutenção dessa cultura. A gente tem o investimento e a linha de crédito que é o custeio”, conta Marinho Júnior, gerente de negócios da agência em Apodi.

Segundo o gerente do BNB, a linha de crédito disponibiliza uma quantia de R$ 94 mil reais por hectare para os produtores com carência de três anos.

As uvas produzidas na chapada são comercializadas em vários municípios da região Oeste. A fruta local tem uma grande vantagem na comparação com as que vêm de fora: elas duram mais nas prateleiras. E a produção cada vez maior já mudou os hábitos de consumo na cidade. A ideia é tornar a chapada do Apodi um polo na produção de uva na região.

“Criou-se um mercado muito importante que é o mercado consumidor regional. Os consumidores têm que valorizar o produto local, para fazer gira uma economia primeiramente local na sua cidade. Essa produção de uva vai trazer mais uma oportunidade. É uma atividade que emprega muita mão de obra. Por isso é importante o crédito estar próximo, e a pesquisa também”, considera Franco Mário Ramos, gestor do projeto fruticultura do Sebrae.

Fonte: G1 RN
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