Somos 100% Responsáveis pela Nossa Realidade
Atraindo a sua realidade, você começa a compreender que nada do que vivemos é fruto do acaso. Tudo o que nos cerca carrega uma relação direta com aquilo que emitimos para o universo. As pessoas que cruzam o nosso caminho, as situações que se repetem e até os desafios que insistem em bater à nossa porta seguem essa mesma lógica. Compreender essa dinâmica é o primeiro passo para deixar de ser vítima das circunstâncias e assumir, de fato, o protagonismo da própria existência.
A Lei da Atração, em seu enunciado original, afirma que semelhante atrai semelhante. Ou seja, aquilo que pensamos, sentimos e vibramos tende a se manifestar em nossa experiência concreta. Trata-se de uma das sete leis universais descritas no Kybalion, obra atribuída a Hermes Trismegisto, considerado o pai da filosofia hermética.
Segundo essa tradição milenar, o universo funciona a partir de princípios imutáveis. Entre eles estão o Princípio do Mentalismo, o Princípio da Correspondência e o Princípio da Vibração. Portanto, quando compreendemos que tudo é energia em movimento, entendemos também por que atraindo a sua realidade você jamais é um espectador passivo da própria vida.
Sobretudo, é importante destacar que essa responsabilidade não deve ser confundida com culpa. Somos responsáveis não porque escolhemos conscientemente cada sofrimento, mas porque nossa frequência vibracional molda continuamente aquilo que atraímos. Afinal, essa frequência é formada por crenças, emoções e padrões repetidos ao longo da vida.
A Lei do Retorno
Além disso, existe uma lei complementar que caminha lado a lado com a Lei da Atração: a Lei do Retorno, também conhecida como lei de causa e efeito. Enquanto a Lei da Atração explica que atraímos aquilo que somos, a Lei do Retorno mostra algo igualmente importante. Tudo o que emitimos, em pensamentos, palavras e ações, retorna até nós de alguma forma.
Essas duas leis estão profundamente interligadas. Todavia, é possível dizer que a Lei da Atração funciona como um ímã, aproximando de nós experiências semelhantes à nossa vibração. Enquanto isso, a Lei do Retorno garante que essas mesmas experiências, num movimento circular, voltem a nos alcançar como consequência natural.
Compreender essa interligação nos ajuda a olhar para os relacionamentos e os acontecimentos com outros olhos. Portanto, quando atraindo a sua realidade você reconhece esse elo entre causa e retorno, torna-se mais fácil identificar padrões que se repetem em sua trajetória.
Realidade Como Consequência do Que Atraímos
Tudo o que acontece em nossa vida é, de certa forma, consequência de nossas ações e da frequência em que vibramos constantemente. Quando vibramos em uma frequência mais elevada, mas nos permitimos ser levados por frequências mais baixas ao nos relacionarmos, corremos sério risco. Sobretudo o risco de sucumbir a essas influências mais densas.
Por essa razão, é crucial que aprendamos a atrair em vez de sermos simplesmente atraídos. Sobretudo nos relacionamentos, é fundamental agirmos como condutores, e não como conduzidos. Assim, mantemos a clareza sobre a frequência que desejamos sustentar em nossa realidade.
Contudo, isso exige vigilância constante. É fácil se deixar contaminar por vibrações densas quando convivemos de perto com quem vibra abaixo do nosso padrão. Atraindo a sua realidade de maneira consciente, você aprende a preservar sua frequência sem se isolar do mundo ao seu redor.
Posicionamento Versus Permissividade
Existe uma diferença essencial entre se posicionar e ser permissivo dentro de um relacionamento. Quando nos posicionamos, tornamo-nos protagonistas de determinada situação. Dessa forma, assumimos o papel de condutores, e não de conduzidos, determinando o curso e o rumo de nossas vidas.
Quando somos permissivos, por outro lado, perdemos esse protagonismo. Consequentemente, perdemos também o controle sobre o curso e o rumo de nossa própria existência, mesmo tendo plena consciência disso. Todavia, essa consciência sem ação concreta pouco nos protege das consequências que virão.
Pagamos, então, um preço muito alto e desnecessário. Desperdiçamos tempo, energia e, sobretudo, o conhecimento que já havíamos adquirido ao longo do caminho. Atraindo a sua realidade com posicionamento claro, evitamos repetir ciclos que já deveriam ter sido superados.
Portanto, posicionar-se não é sinônimo de rigidez ou de imposição. Trata-se, na verdade, de coerência entre aquilo que sentimos, pensamos e permitimos em nossa vida. Além disso, é esse posicionamento que nos devolve o protagonismo, lembrando-nos de que atraindo a sua realidade você escreve, a cada escolha, o próximo capítulo da sua história.
Mantra do EU SOU
Eu Sou vibração consciente, e por isso atraio aquilo que emano ao universo. Eu Sou causa e também consequência, condutor da minha própria história. E Eu Sou posicionamento, não permissividade, protagonista do meu caminho. Eu Sou responsável por atrair, a cada instante, a realidade que escolho viver.
Wagner Braga