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INGLATERRA DERRUBA RESTRIÇÕES SANITÁRIAS NESTA SEGUNDA-FEIRA

Inglaterra retira quase todas as restrições sanitárias nesta segunda

A partir da meia-noite local, estabelecimentos voltarão a funcionar com capacidade máxima e uso de máscara não será obrigatório

INTERNACIONAL 

por AF

A TUALIZADO EM 18/07/2021 – 20H51

Inglaterra derruba restrições sanitárias na segunda; uso de máscara não será mais obrigatório

HENRY NICHOLLS/FILE PHOTO/REUTERS

A Inglaterra retira, nesta segunda-feira (19), quase todas as restrições ligadas à pandemia, em um dia batizado de “Freedom Day” – e apesar do aumento do número de infectados, o que preocupa cientistas e políticos.

A partir da meia-noite local, os estabelecimentos comerciais e estádios podem voltar a funcionar com capacidade máxima, as casas noturnas podem receber mais pessoas, os pubs podem retomar o serviço de bar, e não há mais limite no número de pessoas que podem se reunir, em um movimento que dá um passo para a volta da “normalidade” pós-pandemia.

A partir desta segunda-feira, o uso da máscara também deixa de ser obrigatório na Inglaterra, mas seu uso continua a ser recomendado nos meios de transportes e lojas. O trabalho remoto deixa de ser a norma.

Fonte: R7
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GOVERNADOR EM EXERCÍCIO DO RIO DE JANEIRO APARECE EM EVENTO COM AGLOMERAÇÃO E MAIOR PARTE NÃO USAVA MÁSCARAS

Governador do Rio de Janeiro aparece em evento com aglomeração

Claudio Castro e o secretário estadual de Meio Ambiente compareceram à final de campeonato de futebol amador, em uma comunidade carioca

Lucas Janone e Helena Vieira, da CNN, no Rio de Janeiro

 Atualizado 04 de julho de 2021 às 20:48

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC)O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) Foto: André Melo Andrade/Immagini/Estadão Conteúdo

O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL), esteve em um campeonato de futebol amador, neste domingo (4), em uma comunidade de Senador Camará, na zona Oeste do Rio. Nas imagens postadas por ele próprio em suas redes sociais, era possível ver grande aglomeração de pessoas do lado de fora do campo.

A maior parte delas não usava máscaras de proteção. Apesar de aparecer o tempo todo de máscara, Castro cumprimentou os participantes do campeonato. Ele estava acompanhado do secretário estadual de Meio Ambiente, Thiago Pampolha.

O evento era a final de um campeonato amador de futebol. Castro aparece nas imagens dando início à partida. Procurado pela CNN para falar sobre a aglomeração e a presença de pessoas sem máscaras, o governador ainda não se pronunciou.

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SEGUNDO MINISTRO DA SAÚDE DA ITÁLIA, USO DE MÁSCARAS AO AR LIVRE NÃO SERÁ MAIS OBRIGATÓRIO

Itália suspende uso de máscara ao ar livre a partir de 28 de junho

Ministro da Saúde fez o anúncio após parecer favorável do comitê técnico-científico que assessora o governo sobre a pandemia

INTERNACIONAL

 por AFP

Ministro da Saúde da Itália anunciou que o uso de máscara não será mais obrigatório ao ar livre

YARA NARCI/REUTERS – 14.06.2021

A Itália, um dos países europeus mais afetados pela pandemia de covid-19, porá fim à obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre a partir de 28 de junho, anunciou nesta segunda-feira (21) o ministro da Saúde.

“A partir de 28 de junho, poremos fim à obrigação do uso da máscara ao ar livre”, anunciou Roberto Speranza em sua conta no Facebook, destacando que a decisão seria aplicada em regiões classificadas como “zona branca”, onde a circulação do vírus é baixa. Atualmente, a medida vigorará em toda a Itália exceto no Vale de Aosta (norte).

O anúncio é feito após um parecer favorável do Comitê Técnico-Científico que assessora o governo sobre a pandemia.

Esta equipe considerou que a máscara já não devia ser obrigatória nas zonas brancas, mas que a população devia ter sempre uma à mão em caso de situações de grande concentração de pessoas.

As previsões dos especialistas sugerem que em 28 de junho todas as regiões da Itália serão zona branca. Nesta segunda-feira, a Itália registrou 21 mortes e 495 casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Algumas regiões não registraram mortes.

Desde o início da pandemia, a Itália, com 60 milhões de habitantes, registrou 127.291 mortes e 4,25 milhões de infecções. No momento, 30% da população com mais de 12 anos está vacinada, ou seja, cerca de 16 milhões de pessoas.

Fonte: R7
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SAÚDE: COM INFECÇÃO POR COVID-19 EM QUEDA, ISRAEL RETIRA A OBRIGATORIEDADE DO USO DE MÁSCARAS EM LOCAIS FECHADOS

Israel retira obrigatoriedade de uso de máscara em locais fechados

Israelenses não precisam usar máscaras ao ar livre desde abril; novas infecções por Covid-19 estão em queda desde fevereiro

Reuters

 Atualizado 15 de junho de 2021 às 09:39

Israel retira restrições contra Covid-19Em abril, Israel retirou algumas restrições contra Covid-19; na foto, clientes sem máscaras em restaurante de Tel AvivFoto: Mostafa Alkharouf/Anadolu Agency via Getty Images (21.abr.2021)

Israel retirou a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 aos seus cidadãos nesta terça-feira (15), encerrando uma de suas últimas restrições principais, já que novas infecções por Covid-19 continuaram a diminuir e o país continua a vacinar.

As crianças foram para a escola e os adultos trabalharam sem máscaras pela primeira vez em mais de um ano. Os israelenses não precisam usar máscaras ao ar livre desde abril.

Cerca de 55% dos 9,3 milhões de habitantes de Israel estão totalmente vacinados – participação praticamente inalterada pela expansão da elegibilidade deste mês para incluir jovens de 12 a 15 anos.

Israel registrou neste mês zero ou uma morte diária de Covid-19, mostram dados do Ministério da Saúde. As novas infecções estão em declínio constante, após uma queda acentuada em fevereiro e março.

O ministério disse que máscaras ainda serão exigidas para não vacinados ou funcionários em instalações médicas, além de pessoas em quarentena e de passageiros em voos comerciais. 

(Escrito por Dan Williams; edição por Andrew Heavens)

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NO REINO UNIDO, EPI’S USADOS POR PROFISSIONAIS DE SAÚDE SÃO TRANSFORMADOS EM CADEIRAS ESCOLARES ENTRE OUTROS OBJETOS

Hospitais transformam EPIs em cadeiras escolares no Reino Unido

Máquina compacta máscaras e aventais usados pelos profissionais da saúde para fabricar vários outros objetos de plástico

TECNOLOGIA E CIÊNCIA J

oão Melo, Do R7*

Cinco hospitais já estão fazendo essa transformação

DIVULGAÇÃO/THERMAL COMPACTION GROUP

O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês) está utilizando uma tecnologia para transformar em cadeiras escolares os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), como máscaras usadas para a prevenção contra o contágio da covid-19 e aventais.

Para fazer esta transformação, o Thermal Compaction Group, empresa do País de Gales, desenvolveu uma máquina capaz de compactar sacos com grandes quantidades de EPIs em blocos de plásticos em apenas uma hora, fazendo com que este material possa ser reutilizado.

Os blocos possuem cerca de um metro de comprimento e, após serem processados, podem ser utilizados como matéria-prima para uma grande variedade de produtos, como cadeiras escolares e caixas de ferramentas, entre outros objetos.

A máquina é especializada em compactar o polipropileno, exatamente o material utilizado na produção dos EPIs, e já está sendo utilizada em um hospital no País de Gales, e em quatro hospitais na Inglaterra.

Plásticos são compactados em blocos

“Estamos retirando o que é designado como plástico descartável de um fluxo de resíduos muito caro para o NHS, recuperando o plástico e transformando-o em uma fonte inerte de polipropileno que é, em seguida, reutilizado em vários produtos”, destacou Matt Rapson, diretor ambiental do Thermal Compaction Group, em entrevista à Sky News.

A empresa afirma que outros 11 hospitais administrados pelo Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido receberão as máquinas que diminuem o tamanho do lixo em cerca de 85% durante o processo de compactação.

Roz Davies, gerente do Royal Cornwall Hospital, afirma que a instituição utiliza cerca de 10 mil máscaras por dia, e espera que essa tecnologia mude a forma como o Reino Unido de maneira geral lida com EPIs descartáveis.

“O uso de máscaras cresceu extraordinariamente este ano, mas agora temos a opção de reciclá-las, assim como outros itens como capas de teatro e aventais que antes seriam transportados para fora da Cornualha para incineração especializada”, destacou Davies.

Fonte: R7
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CIÊNCIAS: PESQUISADORES DE MELBOURNE NA AUSTRÁLIA UNEM O ÚTIL AO AGRADÁVEL AGREGANDO MÁSCARAS DESCARTADAS NA COMPOSIÇÃO DE PAVIMENTO ASFÁLTICO

Pesquisadores de Melbourne na Austrália descobriram que mascaras usadas descartadas no lixo podem se transformar em insumo para a fabricação de pavimento asfáltico. Ao mesmo tempo que adicionar milhões de máscaras descartadas a misturas de pavimentação de estradas reduz o custo da estrada, enquanto desvia bilhões delas dos aterros. Literalmente unir o útil ao agradável. Veja os detalhes dessa incrível descoberta lendo o artigo completo a seguir!

Usamos 6 bilhões de máscaras faciais por dia, mas os cientistas têm um jeito genial de transformá-las em estradas

 

A ideia de bilhões de pessoas passando por algumas máscaras por semana durante esta pandemia definitivamente soa o alarme, mas uma equipe de pesquisadores em Melbourne, Austrália, pode ter a solução.

Eles descobriram que adicionar milhões de máscaras descartadas a misturas de pavimentação de estradas reduziria o custo da estrada, enquanto desvia bilhões delas dos aterros.

Apenas um quilômetro de estrada precisaria de três milhões de máscaras, e o plástico de polipropileno usado para fazer máscaras cirúrgicas de uso único também aumentou a flexibilidade e durabilidade da estrada.

Jie Li e outros cientistas do Royal Melbourne Institute of Technology e Melbourne Technical College publicaram um artigo na revista Science of the Total Environment descrevendo o desenvolvimento.

O novo material composto é uma mistura de cerca de 2% de máscaras trituradas com agregado de concreto reciclado (RCA) – um material derivado de resíduos de concreto e outros minerais de edifícios demolidos.

Este material ultra-reciclado foi considerado no estudo ideal para duas das quatro camadas geralmente necessárias para criar estradas. A pavimentação de um quilômetro de estrada de mão dupla com o RCA e três milhões de máscaras faciais resultaria no redirecionamento de 93 toneladas de resíduos de aterros.

Estradas de plástico

As estradas também ganharam maior flexibilidade, já que o polipropileno ajudou a reforçar a aderência das partículas de entulho, além de dar um pouco de elasticidade aos agregados das partículas.

O produto final, então, é mais resistente ao desgaste do que o asfalto normal, além de ser mais barato, desde que haja método de coleta das máscaras.

Li e sua equipe fizeram uma análise de custos e descobriram que, a US $ 26 por tonelada, o RCA era cerca de metade do custo de mineração de materiais virgens de pedreiras e até um terço do custo de envio das máscaras usadas para um aterro sanitário.

A ampliação seria ideal para grandes projetos de infraestrutura. Por exemplo, Washington, um estado notavelmente progressista, tem as 11ª piores estradas em termos de reparos sem solução nos EUA

Se a porcentagem de estradas danificadas no estado de Washington fosse reparada com a mistura RCA / máscara de Li, isso reutilizaria quase 10 bilhões de máscaras, poupando aterros americanos de centenas de milhões de toneladas de lixo.

De acordo com a Fast Company, Li e sua equipe estão procurando parceiros da indústria privada ou governos dispostos a dar à sua estrada de máscara de plástico uma oportunidade para um teste em grande escala.

Fonte: Good News Network

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ENTRADA DE JOE E JILL BIDEN JÁ CAUSA MUDANÇAS NA CASA BRANCA

Veja as primeiras mudanças na Casa Branca de Joe Biden

Máscaras e testes contra covid-19 se tornaram obrigatórios dentro da Casa Branca; coletivas diárias de imprensa serão retomadas

Entrada de Joe e Jill Biden já causa mudanças na Casa Branca

ALEX BRANDON / POOL VIA REUTERS – 20.1.2021

Horas após a posse do novo presidente dos EUA, Joe Biden, já é possível ver as primeiras mudanças em relação à administração do ex-presidente Donald Trump na própria Casa Branca, residência oficial e sede da presidência do país.

Diversos novos protocolos contra a covid-19 foram adotados no local, em contraste com a quase completa ausência de medida para impedir a disseminação do novo coronavírus na residência oficial no último ano, que resultou em diversas contaminações, inclusive de Trump, da ex-primeira-dama Melania Trump, do filho deles, Barron e do ex-vice-presidente Mike Pence, entre outros.

A partir da posse, o uso de máscaras dentro da Casa Branca se tornou obrigatório, para todos os presentes. Todos os funcionários e jornalistas que trabalham na cobertura da presidência, além da máscara, vão precisar fazer testes periódicos para detectar se estão com covid-19.

Fonte: R7
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HOMENAGENS ÀS VÍTIMAS DOS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO SOFRERAM MUDANÇAS DEVIDO A PANDEMIA

 

Pandemia muda homenagens às vítimas dos atentados de 11/9

Máscaras, distanciamento social e homenagens com menos pessoas marcam a homenagem no ano do coronavírus aos mortos no 11 de setembro de 2001

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

Homem fotografa flores deixadas no memorial com nomes das vítimas do 11/9

Carlo Allegri / Reuters – 10.9.2020
A pandemia do novo coronavírus, que atingiu Nova York com força durante vários meses, deixando milhares de mortos, mudou não apenas a vida cotidiana na maior cidade dos EUA, como também as homenagens para as mais de 3 mil vítimas dos atentados contra o World Trade Center, que completam 19 anos nesta sexta-feira (11).

A tradicional leitura dos nomes das vítimas que morreram depois que os aviões atingiram as torres gêmeas na manhã de 11 de setembro de 2001 foi modificada. Nos anos anteriores, os familiares de cada uma das pessoas liam os nomes delas em uma cerimônia que se tornou tradicional.

Este ano, em uma tentativa de evitar aglomerações, a leitura dos nomes será gravada previamente e exibida em uma transmissão pela internet. O mesmo vai acontecer nas cerimônias em homenagens às pessoas que morreram na queda do voo 93, na Pensilvânia, e no Pentágono, em Washington.

“É um ano fora do comum, mas nunca tivemos dúvida de que faríamos uma homenagem. Os nomes serão lidos e serão ouvidos onde quer que as pessoas estejam. É um pouco inconveniente, mas vamos nos manter seguros dessa forma”, disse a diretora do memorial, Alice Greenwald, em entrevista à rede de televisão NBC.

Mudanças e tradições

No memorial Ground Zero de Nova York, os parentes das vítimas poderão comparecer para prestar suas homenagens durante as cerimônias, mas para evitar as aglomerações, a organização espalhou alto-falantes pelo parque, para que as pessoas possam ouvir a leitura e manter o distanciamento social.

 

Outras tradições que serão mantidas incluem o toque de um sino no horário de cada um dos ataques, a presença de uma guarda de honra e, à noite, os dois enormes holofotes que projetam feixes de luz azul simbolizando as duas torres serão acesos.As máscaras, o álcool gel e o distanciamento social são as principais novidades. Não apenas na cerimônia, mas também no museu do memorial, que está fechado desde março por causa da pandemia, mas será reaberto para os parentes de vítimas nesta sexta e para o público em geral no sábado.

Uma outra homenagem aconteceu na quarta-feira (9), na sede do Corpo de Bombeiros de Nova York, quando os nomes de 27 bombeiros, socorristas e paramédicos que morreram no último ano em decorrência de problemas de saúde causado por substâncias que eles ingeriram ou aspiraram enquanto socorriam as vítimas dos atentados, foram acrescentados ao memorial da corporação.

Segundo o Corpo de Bombeiros, desde o 11 de setembro de 2001, 226 membros da corporação morreram nessas condições, além dos 346 que morreram no dia dos ataques.

Parentes insatisfeitos

Apesar de muitos familiares dizerem que entendem a cerimônia diferente em 2020, alguns acreditam que o lema “never forget” (“nunca esquecer”, em inglês) está sendo deixado de lado e que a pandemia é uma desculpa para isso.

“Gostaria que eles não esquecessem, mas parece que estão tentando”, disse o bombeiro aposentado Jim Riches, que perdeu o filho, Jimmy, também bombeiro, em 2001.

Para essas pessoas, uma segunda entidade vai promover uma cerimônia a algumas quadras do memorial, onde elas poderão ler em voz alta os nomes dos familiares, como fazem todo dia 11 de setembro, há 19 anos.

 

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BOAS NOTÍCIAS: EMPRESA PROCURA INSTITUIÇÃO QUE PRECISE DE MÁSCARAS PARA DOAR 5.000 PEÇAS

É uma grande alegria quando ficamos sabendo de boas ações como essa que a KOS, marca brasileira que foi a primeira a desenvolver vestuário com tecnologia antiviral para profissionais de saúde, anunciou que vai doar 5.000 máscaras para as instituições que necessitarem. É só pedir!

Empresa quer doar 5 mil máscaras e procura instituição que precise

Conhece alguma instituição que está precisando de máscaras? A marca de roupas para profissionais da saúde KOS vai doar 5 mil.

“Mas se houver necessidade, podemos aumentar esse número”, informou a KOS em nota enviada ao SóNotíciaBoa.

Durante a pandemia a empresa trabalhou para produzir EPIs básicos para esse público. E agora, a marca está promovendo doações de peças, incluindo máscaras.

Marca brasileira foi a primeira a desenvolver vestuário com tecnologia antiviral para profissionais de saúde.

A linha de jaleco, scrubs, máscaras e camisetas, foi desenvolvida para beneficiar quase 2 milhões de profissionais da saúde. A tecnologia elimina seis vírus, incluindo o SARS-COV-2, a partir de 2 minutos.

“A tecnologia antiviral aplicada nos produtos da Kos garante a inativação e destruição de mais de 99% dos vírus em até 2 minutos, e 100% em até 10 minutos para influenza H1N1, H3N2, H5N1, H7N9, vírus sincicial respiratório (RSV) e Coronavírus Humano (229E)”, informou a empresa.

O motivo?

“Foi um pilar da empresa destinar parte da produção para doações”… já foram doadas  “para algumas, como o Instituto Pró Vida (2.000 máscaras) e associação Peter Pan (5.000 máscaras)”, disse a nota.

Com sede administrativa em São Paulo, a empresa mantém uma estrutura de produção e armazenagem em Brusque (SC), e opera por meio de 70 parceiros de produção que possuem capacidade para produzir 100 mil peças por semana.

A doação

Para conseguir a doação das máscaras, que são estão no e-commerce da KOS, mande o pedido por e-mail para a agência que trabalha com eles e organiza os donativos: cinthia.curado@pipah.com.br

“Entregamos no endereço da instituição”, informou a agência.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

Fonte: Só Notícia Boa

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O HÁBITO CONTÍNUO DE USAR MÁSCARAS, DEIXOU O JAPÃO ENTRE OS PAÍSES COM MENOR TAXA DE INFECTADOS E MORTES POR COVID-19

 

Coronavírus: por que os japoneses já usavam máscaras muito antes da covid-19

Durante a pandemia da gripe espanhola no início do século 20, o país entendeu os benefícios à saúde de cobrir a boca e o nariz, e começou a implementar a máscara como um elemento que faz parte de sua cultura

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

Durante a epidemia de Sars, o Japão foi um dos países menos afetadosDurante a epidemia de Sars, o Japão foi um dos países menos afetados

A pandemia de covid-19, que infectou mais de 13 milhões de pessoas e causou quase 550.000 mortes em todo o mundo, nos mudou de várias maneiras: como nos relacionamos com os outros, como usamos os espaços, a maneira como viajamos, a maneira como nos vestimos.

E uma das “roupas” novas que agora fazem parte da paisagem cotidiana são as máscaras

Inicialmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a máscara apenas para uso médico. Porém, à medida que o vírus se espalhou pelo mundo, seu uso se tornou popular como medida de proteção contra a covid-19.

Enquanto pessoas de diferentes países se adaptam a esse novo hábito, o Japão já usa a máscara como elemento de sua vida cotidiana há décadas – ou mesmo séculos.

“Quando alguém está doente, por respeito, usa a máscara para evitar infectar os outros”, disse à BBC Mitsutoshi Horii, professor de sociologia da Universidade Shumei, no Japão.

“Mas não é a única razão pela qual os japoneses têm esse hábito. Não é apenas uma prática coletiva desinteressada, mas um ritual autoprotetor”, acrescenta.

Vários analistas apontam que o uso generalizado da máscara, observado na sociedade japonesa há décadas, é uma das razões por trás da baixa taxa de infecções e mortes por covid-19 (até 15 de julho, o país registrava cerca de 22.000 casos e um total de 984 mortes).

É a taxa mais baixa entre os sete países considerados as maiores economias do planeta (EUA, China, Alemanha, França, Reino Unido e Canadá).

Mas como esse hábito surgiu na cultura japonesa?

“Hálito sujo”

Há registros que mostram que, durante o período Edo (1603-1868), as pessoas cobriam o rosto com um pedaço de papel ou com um ramo de sakaki, uma planta considerada sagrada em algumas regiões do país, para impedir que seu “hálito sujo” saísse.

“Existem algumas referências a esse tipo de prática nos livros, elas não eram tão comuns como são agora”, explica Horii. “Naquela época, embora houvesse um conceito de limpeza, não havia tanta consciência dos efeitos que vírus e micróbios têm em nossa saúde como hoje”, disse o sociólogo.

A verdade é que, segundo Horii, há um momento claro na história em que as máscaras são incorporadas aos hábitos dos japoneses, e esse momento é a pandemia da chamada gripe espanhola do início do século 20.

No Japão, essa pandemia causou cerca de 23 milhões de infecções e 390.000 mortes, em um país que naquela época tinha 57 milhões de habitantes.

“O governo japonês montou uma estratégia de vacinação, isolamento e uso de máscaras cirúrgicas ou máscaras faciais para impedir a pandemia, o que acabou ajudando a controlar a crise”, diz Horii.

“O fato é que as pessoas assumiram isso como parte de seus costumes, apontando que as máscaras também eram uma barreira contra a poluição.”

No entanto, o uso dessa proteção durante a pandemia de gripe espanhola era uma prática generalizada em todo o mundo.

Mas então, por que apenas os japoneses (e algumas sociedades asiáticas em menor grau) continuaram usando máscaras como parte de sua cultura?

Para o professor de história japonesa George Sand, da Universidade Georgetown, existem vários fatores que influenciam a adoção pelo país dessa peça de proteção como parte de sua vida cotidiana.

“Há uma crença falsa de que os japoneses adotaram essa medida porque seus governos são autoritários e há uma obediência cega aos regulamentos do governo, mas não é verdade”, diz Sand.

“Eles fizeram isso porque confiavam na ciência. O uso de máscaras era uma recomendação científica, vista pelos japoneses da época, em um país em processo de industrialização, como adaptação ao mundo moderno, como avanço tecnológico”, acrescenta.

Epidemia de Sars

Após a pandemia, apontam Horii e Sand, o que aconteceu foi um fenômeno de “fazer o que os outros começaram a fazer” e que ajudou a popularizar a máscara.

“No novo milênio, as máscaras no Japão se tornaram onipresentes, não tanto por causa de diretrizes estatais ou aspirações cosmopolitas, mas por causa do que é conhecido na psicologia como uma ‘estratégia de enfrentamento’ e uma escolha estética”, diz Sand.

A estratégia de enfrentamento, de acordo com a teoria, abrange os recursos externos e internos que uma pessoa usa para se adaptar a um ambiente estressante.

Um dos maiores testes do hábito público de cobrir a boca na cultura japonesa foi a epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), que atingiu o sudeste da Ásia em 2003.

“Enquanto o vírus afetou fortemente os habitantes de outros países na região, no Japão não houve vítimas”, diz Horii.

Na China, a Sars causou mais de 5.000 infecções e quase 350 mortes. No Japão, houve apenas duas infecções e nenhum caso fatal.

“E isso não apenas provou que os cientistas estavam certos quanto à eficácia das máscaras faciais para evitar o contágio, mas também reforçou seu uso”, observa o acadêmico.

Horii acrescenta que a emergência que o país sofreu em 2011, após o tsunami que destruiu a usina nuclear de Fukushima, também ajudou a disseminar ainda mais a necessidade da proteção pessoal.

Com o surgimento do novo coronavírus, o Japão estabeleceu uma estratégia de combate diferente: não realizou confinamentos prolongados.

“É uma questão cultural. Eles adotaram o uso de máscaras por vários motivos: para proteger os outros ou a si mesmos, esconder sua falta de maquiagem, preservar sua privacidade ou simplesmente porque pensavam que as máscaras pareciam boas, mas nunca por imposição do governo”, conclui Sand.

“Diante de uma pandemia da gravidade da que estamos vivendo, pode fazer a diferença entre centenas de milhares de mortes que estamos vendo nos Estado Unidos ou aquelas que o Japão tem, que não atingiu nem 1.000”, acrescenta.

Fonte: R7

 

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NOVO DECRETO DO GOVERNO DO RN RECOMENDA USO DE MÁSCARA POR TODOS EM CIRCULAÇÃO

Decreto recomenda uso de máscaras por pessoas em circulação no RN

O Decreto Estadual publicado nesta quinta-feira, 23, também recomenda o uso de máscaras caseiras ou de produção industrial pelos potiguares que estiverem em circulação.

A medida visa combater a disseminação do coronavírus que chegou a 646 casos confirmados e 30 mortes no Estado.

Fonte: Blog do BG

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ECONOMIA: O CONGELAMENTO DE PREÇOS DO ÁLCOOL GEL E MÁSCARAS SÓ GARANTE A VITÓRIA DA PANDEMIA

Saiba o porquê de ser um suicídio nesse momento de pandemia congelar preços de álcool gel e máscaras para ajudar a população a ter acesso aso produtos aqui na coluna ECONOMIA desta segunda-feira lendo o artigo completo a seguir de autoria de Thiago Fonseca.

Para que haja máscaras e álcool em gel para todos, só há uma solução: deixar os preços subirem

O congelamento, esse sim, garantiria a vitória da pandemia

A OAB quer que o governo federal imponha o congelamento dos preços do álcool em gel, das vitaminas, das máscaras e das luvas.

Como os leitores certamente já sabem, devido à pandemia do Covid-19 (o novo Coronavírus), houve uma súbita e intensa explosão na demanda por estes produtos (aumento de impressionante 3.233% nas compras). Em alguns casos, mesmo com a forte alta dos preços, está havendo desabastecimento.

Isso é totalmente normal quando um produto cuja oferta sempre foi historicamente estável repentinamente vivencia um surto de demanda. Não há como a oferta instantaneamente se adaptar a uma súbita explosão da demanda. Aumentar a produção de algo é um processo complexo, que leva tempo, e que exige investimentos.

A imprensa diariamente se delicia com notícias como as que vão abaixo:

Preço de álcool em gel e máscaras subiu até 161%; governo deveria tabelar?

Procon alerta para abusos nos preços de álcool gel e máscaras

Álcool gel acaba e preço de máscaras explode em São Carlos

Procon fiscaliza reajustes abusivos na venda de álcool gel e máscara

Farmácias do Rio não conseguem repor estoques e consumidores reclamam de preços abusivos do álcool gel

Blitz constata falta de álcool em gel e máscaras em estabelecimentos de Manaus; órgãos monitoram preços

Preço do álcool em gel chega a até R$ 38 em farmácias de Salvador

Em Curitiba, as poucas farmácias que têm álcool gel e máscaras começam a racionar

Após coronavírus, comércio de SP registra falta de máscaras e álcool gel

Demanda por álcool em gel gera diferença de preços de até 356%

Depois que a carne caiu, a notícia sumiu

Em dezembro de 2019, houve uma grande comoção nacional por causa do forte aumento do preço da carne bovina (por causa de uma inesperada alta das exportações para a China). Os suspeitos de sempre fizeram a única coisa que dominam: pediram congelamento dos preços.

As notícias do forte aumento eram estampadas em destaque nos principais veículos de imprensa, com indisfarçável regozijo. Dava-se a ideia de que, se não houvesse algum tabelamento, os preços jamais voltariam ao normal, e iriam se manter em irrefreável disparada.

Este Instituto se manifestou vigorosamente contra o congelamento, tanto em termos morais quanto econômicos. Trata-se de uma questão de economia básica: se os preços se mantiverem livres, com o passar do tempo, oferta e demanda voltarão a se equilibrar.

Pois bem, o que ocorreu?

Já no mês seguinte, janeiro de 2020, o preço da carne caiu 10%. Em fevereiro, caiu mais 4%. No início de março agora, a queda já é de 1%. No acumulado de três meses, a queda já chega a 15%.

Obviamente, tal fenômeno desapareceu da mídia. Aparentemente, a carne só é notícia quando o preço sobe. Quando cai, some.

Já quem entende o básico de economia não se surpreendeu em nada.

A função dos preços

Os preços nada mais são do que mecanismos por meio dos quais compradores se comunicam com vendedores e vice-versa.

Um preço é apenas uma razão (no sentido matemático do termo, isto é, o resultado de uma divisão) resultante da interação de duas mercadorias; é o quociente resultante da interação entre a oferta de uma mercadoria e a demanda por ela.

Preços surgem quando duas mercadorias são trocadas por dois indivíduos em uma transação concreta.

Entretanto, os “preços” que vemos nas lojas para cada bem disponível não são preços, mas sim propostas — e se tornarão preços somente se o bem for comprado.

Se o “preço” de um saco de batatas está colocado a $500, mas ninguém compra, então é errado dizer que o preço dele é de $500. O supermercado tentou vender a $500, mas tal valor foi recusado.

Empreendedores, sendo humanos, podem cometer erros. Um empreendedor pode oferecer um bem por um “preço” (proposta) alto demais e então descobrir que ele não conseguiu vender unidades suficientes para fazer o investimento valer, sendo então forçado a diminuir o preço para aumentar as vendas.

Isso não significa que o preço inicial estava errado e que o novo preço está certo: significa apenas que o empreendedor está reagindo à nova informação adquirida após sua primeira tentativa. Se mais informações chegarem, o preço será novamente ajustado, para cima ou para baixo.

Essa, aliás, é a essência do processo empreendedorial: reagir às mudanças que ocorrem no mercado, tentando sempre se adaptar às novas preferências demonstradas ou antecipadas pelos consumidores.

Por tudo isso, podemos dizer que, grosso modo, em economia, o preço é um conceito que pode ser traduzido como o “termômetro da escassez”: é o mecanismo que transmite aos agentes do mercado, tanto do lado da oferta quanto da demanda, informações sobre o nível de escassez de determinada mercadoria ou serviço.

Em um mercado sem intervenções, tabelamentos, estabelecimentos de pisos ou tetos, a variação do preço de um produto informa as condições de oferta e demanda do mesmo.

É por isso que os preços possuem um papel fundamental em uma economia de mercado.

O sistema de preços, quando deixado a funcionar livremente, é um engenhoso método de comunicação e coordenação. Os preços livremente formados nos informam não apenas sobre a abundância ou escassez de cada bem ou serviço específico, como também coordenam como cada bem e serviço será usado em um dado processo de produção.

Para os consumidores, um aumento nos preços de um produto sugere que este se tornou mais escasso. Consequentemente, os consumidores irão reduzir o consumo deste produto em decorrência deste aumento do preço e procurar por substitutos mais baratos.

Para os produtores, os preços maiores deste produto informam que pode haver maiores oportunidades de lucro para entrar neste mercado específico. Estes novos concorrentes irão ou produzir mais deste produto, aumentando sua oferta, ou produzir bens alternativos para concorrer com o produto em questão.

Este é o processo de descoberta que define a essência do mercado. E é este processo, quando deixado a ocorrer livremente, que garante que os preços estejam sempre em níveis que tendam a equilibrar oferta e demanda.

Por isso, assim como quebrar o termômetro não resolverá a febre, impedir que um determinado preço flutue livremente só provocará excedentes ou escassez.

Os preços das máscaras e do álcool em gel estão explicitando sua súbita escassez

Em uma economia de mercado, quando ocorre uma súbita explosão na demanda por um bem — como álcool em gel (aumento de 3.233% nas compras), luvas ou máscaras da categoria N95 —, ele se torna mais escasso. A sua oferta, até então estável em relação à demanda, passa a ser muito menor que a nova demanda.

No entanto, o efeito que isso gera não é um racionamento do produto, mas sim um aumento em seu preço.

O aumento no preço serve, de um lado, para reduzir a quantidade que os consumidores compram deste bem até um nível que esteja dentro do limite da oferta presentemente disponível (em vez de comprar estoques para mais de um ano, a pessoa irá comprar apenas o suficiente para um mês); e, de outro, para estimular os produtores a aumentarem a produção daquele item, pois agora há mais ganhos a serem obtidos (a demanda aumentou).

E é exatamente isso o que já está acontecendo: as fabricantes aumentaram sua produção, adotaram terceiro turno e contrataram mais mão-de-obra. Em alguns casos, a produção chegou a aumentar 1.300%, como mostra a notícia.

Nada disso ocorreria caso houvesse congelamento de preços. Se os preços fossem congelados, não haveria aumento da oferta (pois não seria lucrativo), não haveria mais investimentos (pois não seria lucrativo) e não haveria mais empregos gerados (pois não seria lucrativo).

Não seria lucrativo aumentar investimentos, adotar terceiro turno e contratar mão-de-obra porque tudo isso são custos. E as fábricas não iriam incorrer neste aumento de custos se suas receitas estivessem congeladas, com os preços tabelados em um nível muito abaixo daquele que equilibra a oferta com a nova demanda.

No final, não haveria aumento na produção, a demanda continuaria em forte ascensão, e aí haveria o inevitável: desabastecimento. E aí todos ficariam sem nada.

Com os preços maiores, os fabricantes viram que há mais lucros a serem alcançados. Mas estes lucros maiores só serão alcançados se houver maior produção e maior oferta. Lucros são alcançados no volume de vendas, e não apenas com o aumento dos preços.

Esta é a beleza e função precípua do sistema de preços: coordenar uma alocação racional de recursos escassos de modo a satisfazer as demandas dos consumidores. Ao fazer isso, os investimentos aumentam, os empregos aumentam, a oferta do produto aumenta e todos ficam em melhor situação — afinal, é melhor pagar mais caro, porém ter acesso a todos os produtos do que ter preços congelados e não ter acesso a nada.

Por isso, estava errada a deputada Jandira Feghali quando fez a seguinte ironia em seu Twitter:

Jandira.png

Sim, deputada. O capitalismo, ao fazer com que produtores voluntariamente aumentem a oferta de um produto, garantindo assim acesso a todos, é um arranjo extremamente solidário. E a senhora? O que já fez para efetivamente combater o novo coronavírus?

Para concluir

Sim, os mais pobres sofrerão com os preços temporariamente mais altos, mas ao menos eles terão acesso a estes bens. É melhor pagar caro, mas conseguir o que se quer, do que ter um preço congelado em um valor baixo, mas não ter o que comprar. Em época de quarentena, é natural e inevitável que o padrão de vida caia. Todos nós gostaríamos de ter acesso farto e barato a bens essenciais, mas, infelizmente, vivemos em um mundo de escassez.

Sendo assim, além de tudo o que foi dito, outra maravilha do sistema de preços livres é que ele estimula a racionalidade e a preservação, desincentivando os desperdícios.

Um aumento de preços decorrente de uma explosão na demanda garante que os consumidores passem a se comportar com mais eficiência. O aumento nos preços das máscaras mostra ao consumidor que ele não deve comprar todos os suprimentos da loja “apenas para se garantir”, pois há outras pessoas que também estão necessitadas daquele bem.

O aumento nos preços do álcool em gel estimulará as pessoas a utilizaram o produto de maneira mais racional: em vez de derramarem despreocupadamente mais de 100 ml nas mãos a cada uso (sendo que este volume a mais não traz mais benefícios), elas usarão apenas o suficiente para se higienizar e matar os eventuais vírus.

Assim, os preços garantem que haverá produto para todas as pessoas, de todas as classes sociais. Apenas dê tempo. As fábricas já estão produzindo (como demonstrado acima). Basta o governo não interferir.

A grande genialidade do sistema de preços é que todo esse “gerenciamento de recursos” ocorre automaticamente. Nenhum burocrata precisa de criar um plano mirabolante, nenhum político trapalhão precisa decretar alguma coisa, e nenhuma intervenção é necessária. Tudo se resolve.

Ademais, quero crer que Jandira Feghali e toda a esquerda não querem Jair Bolsonaro gerenciando a oferta de álcool em gel e de máscaras no país.

Fonte: Mises Brasil

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