PODCAST: PARA TIRA RODRIGO MAIA DA PRESIDÊNCIA E TER ALIADOS NA CÂMARA,GOVERNO NEGOCIA CARGOS E MINISTÉRIOS

 

Governo negocia cargos para tirar Maia e ter aliado na presidência da Câmara

SEXTA, 04/12/2020, 08:33

Conversa de Política – Andréia Sadi

Andréia Sadi é cotada para jornal da Globo e se muda para cidade do namorado – TV Foco

Andréia Sadi diz que a intenção é ter alguém no cargo que faça o que o Planalto quer, assim como acontece com os ministros. ‘Maia é alinhado com a pauta econômica, mas não é aliado do governo’, explica. Por isso, segundo ela, há uma mobilização para emplacar Arthur Lira (PP-AL), que inclui negociação de cargos e ministérios. Ela destaca ainda que a expectativa é que o Supremo ache um caminho para permitir que Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre possam concorrer à reeleição na Câmara e no Senado, respectivamente.

Fonte: CBN

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COM RENÚNCIA DO MINISTRO DO INTERIOR, GOVERNO PERUANO TEM PRIMEIRA BAIXA

Governo peruano tem 1ª baixa com renuncia do ministro do Interior

Rubén Vargas permaneceu apenas 14 dias no cargo em meio a um contexto de mal-estar entre ex-comandantes militares e policiais

INTERNACIONAL

Da AFP

Presidente do Peru, Francisco Sagasti

REUTERS/Sebastian Castaneda – 19.11.2020

O ministro peruano do Interior, Rubén Vargas, renunciou nesta quarta-feira (2), após receber criticas por uma reforma policial, tornando-se a primeira baixa do novo governo de Francisco Sagasti.

Vargas permaneceu apenas 14 dias no cargo e entregou sua carta de renúncia à presidente do Conselho de Ministros, Violeta Bermúdez, após ser duramente questionado pela oposição parlamentar e pela imprensa por causa de uma proposta de reforma do chefe da polícia e outros 17 generais como parte de uma renovação institucional.

Francisco Rafael Sagasti é o terceiro presidente do Peru em uma semana

“Apresento ao seu gabinete minha renúncia imediata como titular do Ministério do Interior. Somos totalmente conscientes de que esta gestão para melhorar nossa Polícia Nacional do Peru não se esgota com a designação de um ministro”, escreveu Vargas em carta difundida por jornalistas nas redes sociais.

O Congesso preparava um pedido de interpelação, seguido de uma eventual censura nos próximos dias.

Em sua carta, Vargas defendeu as demissões da cúpula policial e ressaltou que ocorreram para que a polícia recuperasse a confiança da cidadania.

A renúncia ocorre em um contexto de mal-estar entre ex-comandantes militares e policiais pela forma como o governo pretende reformar a polícia.

A isto se soma o boato de uma greve da polícia em repúdio à medida e denúncias de corrupção.

Vargas é o sexto ministro do Interior do Peru de 2020, um reflexo da crise institucional que o país atravessa.

A covid-19 atingiu de forma notável a polícia: mais de 500 agentes morreram e 33.700 se contagiaram, segundo cifras oficiais.

O presidente Sagasti ordenou em 24 de novembro uma reforma policial para a qual nomeou um novo chefe na instituição e deu baixa a 18 generais.

As mudanças foram apresentadas como reação à violenta repressão contra manifestantes, que deixou dois jovens mortos e mais de uma centena de feridos durante os protestos de 14 de novembro contra o governo de Manuel Merino, que durou apenas cinco dias.

O ministro demissionário tinha assumido a pasta em 19 de novembro e o presidente Sagasti lhe tinha ratificado sua confiança no domingo, descartando uma renúncia.

“Não estamos para entradas, saídas, nem jogos de xadrez em um momento tão crítico por um grupo de oficiais inconformados, a maioria dos quais é questionada”, disse o presidente em entrevista a quatro emissoras de televisão.

Fonte: R7

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POLÍTICA: RODRIGO MAIA VOLTA CRITICAR MEMBROS DO GOVERNO BOLSONARO

Sem qualquer razão, Maia volta a atacar ministros do governo Bolsonaro

Fotomontagem: Ernesto Araújo, Ricardo Salles e Rodrigo MaiaFotomontagem: Ernesto Araújo, Ricardo Salles e Rodrigo Maia

Na segunda-feira (30), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a criticar a postura adotada por alguns membros do governo Bolsonaro.

Uma autêntica e inoportuna intromissão do presidente da Câmara no Poder Executivo.

Tentem imaginar se fosse o contrário…

Os alvos das críticas mais recentes de Maia são Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, e Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores.

Segundo Maia, a ‘vaidade de alguns membros do governo está prejudicando o Brasil:

“O Brasil está ficando para trás porque a vaidade dos homens prevalece em relação à racionalidade e ao bom senso”, declarou ele.

E acrescentou ainda:

“Os ministros do Meio Ambiente e das Relações Exteriores estão destruindo a imagem do Brasil lá fora. Vaidosos não devem ser, porque estão apanhando e não mudam nunca”, ironizou ele, que vem, há tempos, destilando ódio em críticas ao governo

Felizmente, a insana ousadia de Maia está prestes a acabar…

Assim que ele deixar a presidência da Cãmara e voltar a ser simplesmente o “Botafogo”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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BIDEN FORMA UM TIME ECONÔMICO COM MULHERES NO GOVERNO

 

Nova equipe econômica do governo dos EUA terá 4 mulheres

Presidente eleito vai divulgar nome dos membros da nova equipe nesta terça-feira (1º), mas confirmou que Janet Yellen será secretária do Tesouro

INTERNACIONAL

Da AFP

Biden forma time econômico com mulheres

Joshua Roberts/Reuters – 25.11.2020

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, selecionou Janet Yellen, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), para comandar o Tesouro e anunciou uma equipe econômica com a qual busca romper as barreiras raciais e de gênero e superar a crise decorrente da pandemia.

Depois de fazer história ao escolher Kamala Harris, a primeira mulher e primeira pessoa de ascendência afro-americana e sul-asiática a ganhar a vice-presidência, Biden nomeou quatro mulheres de diferentes origens para cargos importantes em sua equipe econômica, assim como o primeiro subsecretário negro do Tesouro.

Nesta terça-feira (1º), Biden e Harris devem apresentar publicamente os selecionados.

“Esta é a equipe que nos ajudará a reconstruir nossa economia melhor do que nunca”, disse Biden em um comunicado divulgado na segunda-feira.

A posse do democrata está prevista para 20 de janeiro.

Os Estados Unidos, país do mundo com mais mortes por covid-19, enfrentam um desemprego de 6,9%, o dobro do que era antes da pandemia. O crescimento registrado no terceiro trimestre segue abaixo de 2,9%, na comparação com o mesmo período de 2019.

O Senado deve aprovar a nomeação de Yellen, mesmo que os republicanos mantenham a maioria na Câmara alta após as duas eleições parciais que serão realizadas em janeiro no estado da Geórgia.

O presidente do Comitê de Finanças do Senado, o republicano Chuck Grassley, disse à imprensa que Yellen deve receber “uma opinião favorável”.

Se o prognóstico for concretizado, Yellen se tornará, aos 74 anos, a primeira mulher a chefiar o Tesouro americano – equivalente ao Ministério da Economia -, depois de ser a primeira mulher a presidir o poderoso Fed, entre 2014 e 2018.

“Estamos enfrentando grandes desafios como país no momento”, disse Yellen no Twitter após ter sua nomeação revelada.

Uma prioridade absoluta para ela será obter a aprovação no Congresso de um novo plano de ajuda para os mais atingidos pela pandemia, quando expirar o enorme pacote de estímulo econômico aprovado em março.

A tarefa não será fácil, pois ainda não se sabe se os democratas manterão o controle do Senado em janeiro, ao contrário do que aconteceu quando Barack Obama assumiu o cargo em 2009 em meio à crise financeira.

“Para que possamos nos recuperar, devemos restaurar o sonho americano, uma sociedade onde cada pessoa pode realizar seu potencial e sonhar ainda maior para seus filhos”, tuitou Yellen.

Também na segunda-feira, Biden anunciou a nomeação de Wally Adeyemo como subsecretário do Tesouro. Advogado nascido na Nigéria, ele é ex-vice-conselheiro de Segurança Nacional e atual presidente da Fundação Obama.

‘Com responsabilidade’

Além de Yellen, outras três mulheres foram indicadas para altos cargos econômicos.

Neera Tanden, presidente do “think tank” Center for American Progress, será nomeada para chefiar o Escritório de Administração e Orçamento da Casa Branca, tornando-se a primeira sul-asiática e americana a ser escolhida para o cargo.

Embora Biden tenha elogiado a trajetória de Tanden, ex-assessora de Hillary Clinton durante a campanha de 2016, a indicação, que não tem o apoio unânime dos democratas mais progressistas, pode ser bloqueada no Senado, em um momento em que os republicanos já se manifestam contrários.

A afro-americana Cecilia Rouse, reitora da Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da Universidade de Princeton, foi nomeada para presidir o Conselho de Consultores Econômicos do Presidente (CEA).

Heather Boushey, descrita como uma “economista eminente” especialista em desigualdade e atualmente presidente do Washington Center for Equitable Growth, também assumirá um cargo no CEA, juntamente com Jared Bernstein, um amigo de Biden que foi seu conselheiro quando o presidente eleito era vice-presidente de Obama.

Vários cargos importantes na formulação de políticas econômicas, como o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) e o secretário de Comércio, ainda não foram anunciados.

Essas nomeações são aguardadas com ansiedade no exterior, já que o governo Donald Trump travou uma guerra comercial com a China e abalou as relações comerciais com os principais aliados dos Estados Unidos.

Biden disse que sua equipe econômica representa a diversidade da América.

“É composta por funcionários públicos comprovados, respeitados e inovadores que ajudarão as comunidades mais afetadas pela covid-19 e abordarão as desigualdades estruturais em nossa economia”, garantiu Biden.

Na segunda-feira, os estados cruciais de Arizona e Wisconsin certificaram oficialmente a vitória de Biden na eleição presidencial, cimentando ainda mais sua vitória e a derrota de Trump, que buscava o segundo mandato e ainda não admitiu o triunfo do democrata.

 

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MAIA ARTICULA BLOCO DE OITO PARTIDOS PARA SUCESSÃO DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA, MAS GOVERNO APOSTA EM IMPLOSÃO

Governo aposta em implosão de bloco de Maia

 

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 30 de novembro de 2020 às 20:46

Estou "namorando" Rodrigo Maia; é um parceiro, diz Bolsonaro | Exame

O governo aposta na implosão do bloco de oito partidos (DEM, PSDB, MDB, Cidadania, PT, PCdoB, PDT e PSB) que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, articula para a sucessão da presidência da Câmara. 

Na ponta do lápis, as legendas unidas carregariam cerca de 350 votos para o candidato a ser escolhido pelo grupo, mas governistas com quem a CNN conversou nos últimos dias avaliam que o grupo capitaneado não conseguirá chegar unido no dia 1 de fevereiro, data da eleição.

A aposta maior continua sendo na vitória do candidato preferido pelo Palácio do Planalto, Arthur Lira, líder do PP.

A avaliação dos governistas se dá dentro de dois cenários. Primeiro, considerando que Rodrigo Maia não conseguirá o aval jurídico para se candidatar para tentar seu quarto mandato consecutivo.A leitura é a de que o escolhido do bloco não terá os votos do restante do grupo uma vez que se sentiriam traídos por Maia que, segundo os governistas, prometeu a mais de um candidato a vaga.

Assim, a avaliação é a de que haveria um racha no grupo. Além disso, governistas dizem que é alto o grau de traições caso isso não ocorra por peculiaridades dentro de cada legenda e bancada.

No PSDB, por exemplo, calcula-se que metade da bancada de 31 deputados não votaria em Maia. O motivo é uma disputa interna ocorrida em 2019 quando o deputado Celso Sabino foi apoiado por Arthur Lira para assumir a liderança da Maioria na Câmara, mas o grupo mais próximo a Maia atuou para desfazer o acordo.

Além disso, parte dos tucanos está incomodada com a aproximação de Maia dos potenciais candidatos a presidente em 2022, como Sergio Moro e Luciano Huck.

João Doria, governador de São Paulo, não só pretende disputar como se isso ocorrer entrega o governo paulista ao vice, Rodrigo Garcia, do DEM.

No Republicanos, a avaliação dos governistas é a de que o nome do partido, Marcos Pereira, atual vice-presidente da Câmara, sofreria pressão do segmento evangélico para desistir de uma candidatura contra o governo.

Pereira e a legenda são ligados a esse segmento que tem muita proximidade com o presidente. Ademais, a sigla é a mesma de dois filhos do presidente, Carlos e Flávio, e a mesma de Marcelo Crivella e Celso Russomano, dois candidatos que o presidente apoiou –e perdeu— nessas eleições.

O PSL, segunda maior bancada da casa com 41 deputados, a situação é peculiar. Metade é bolsonarista e não votaria em  um candidato de Maia de qualquer modo.

A outra metade é ligada a Bivar, mas governistas garantem que se ele não for o candidato do bloco, todos migrarão automaticamente para a candidatura de Lira.

Baleia Rossi seria o nome do MDB no bloco, mas há resistência a seu nome por parte da esquerda uma vez que ele é muito ligado ao ex-presidente Michel Temer, artífice do impeachment de Dilma Rousseff.

Os paulistas, maior bancada da Câmara com 80 deputados, também têm resistência a fortalecer a legenda, minoritária dentro da bancada paulista.

Um outro nome do grupo, Agnaldo Ribeiro, relator da reforma tributária e próximo a Maia, é visto também com um longo caminho a se viabilizar, tendo em vista que sua própria bancada fechou com Arthur Lira.

O governo também avalia que a ideia de que toda a esquerda ao presidente Jair Bolsonaro marchará unida com Rodrigo Maia não prevalecerá.

No PSB, por exemplo, a conta é a de que mais da metade (17) da bancada de 31 deputados está com Lira. O segundo turno das eleições municipais neste domingo reforçaram esse elo, uma vez que Lira foi o principal articulador de JHC, candidato eleito pelo PSB em Maceió.

O governo tem trabalhado também os votos dos petistas, a maior bancada da casa com 54 deputados. A estratégia, porém, vem sendo feita por integrantes da própria base aliada com um discurso em duas frentes.

Primeiro, o de que Rodrigo Maia sempre foi oposição ao PT, ao passo que Lira integrou a base aliada dos governos petistas.

Segundo, que Maia teria compromisso muito maior com a agenda liberal a qual o PT se opõe do que Lira. Em suma, o governo avalia que Maia só tem fechado mesmo os votos do PC do B, que tem nove deputados. E que o prazo final para a formação dos blocos é o dia 1 de fevereiro às 11h.

STF

Os governistas também desenham um terreno arenoso para o caso de Rodrigo Maia conseguir o aval do Supremo Tribunal Federal para se candidatar.

Primeiro porque avalia-se que o bloco se diluiria tendo em vista que o que o mantém unido é a expectativa dos partidos de encabeçar o grupo. Nesse sentido, considerar-se-iam traídos por Maia e não o apoiariam.

Mas mesmo antes da decisão final do STF, os governistas já traçam suas estratégias para que a corte não interfira na disputa.

Os partidos da base articulam, por exemplo, a elaboração de um documento no qual se manifestariam contrariamente ao julgamento por considerarem que se trata de interferência de um poder em outro.

Pretendem também apontar o precedente que uma decisão favorável a Maia poderia abrir para eleições em geral, como para prefeitos, vereadores, governadores e até mesmo para presidente.

O julgamento no plenário virtual começa nesta sexta-feira e há uma expectativa grande no governo de que algum ministro peça vista.

Se isso ocorrer, o processo vai para o julgamento físico mas tão somente após o ministro que pedir vista liberar o processo e ainda assim o presidente da corte, Luiz Fux, pautá-lo. Se isso ocorrer, uma liminar poderá autorizar as candidaturas.

Se isso ocorrer, os governistas irão apostar em um discurso beligerante contra Maia focada na necessidade de alternância de poder na casa.

Isso porque Maia preside a Câmara desde 14 de julho de 2016, quando venceu a eleição após a renúncia de Eduardo Cunha. Depois, disputou e venceu as eleições de 1 de fevereiro de 2017 e de 2019.

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AUTONOMIA FINANCEIRA DA UERN É TRATADO ENTRE GOVERNO E INSTITUIÇÃO

Governo e UERN tratam sobre autonomia financeira da instituição

30 nov 2020

Portal da Tropical - Notícias - Governo e UERN tratam sobre autonomia financeira da instituição

A governadora Fátima Bezerra recebeu a reitora em Exercício da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), a professora Fátima Raquel Rosado,  na Governadoria. A pauta da reunião contou com temas como a autonomia financeira da instituição, Plano de Cargos e Carreiras dos servidores, investimentos e concurso público.

A governadora destacou o diálogo aberto e franco com os docentes e discentes. “A autonomia financeira da UERN é compromisso da nossa gestão. O concurso e plano de cargos e carreiras é um desafio considerando os limites orçamentários do Governo. Mas os investimentos são necessários para a universidade. Temos um perfil desenvolvimentista e nossa prioridade é a educação. Fico orgulhosa em ver a universidade integrada com o Governo e juntos vamos avançar”, destacou Fátima Bezerra.

A autonomia financeira da UERN depende da aprovação de um projeto de lei. Assim a universidade passaria a receber todos os meses um duodécimo para cobrir suas despesas, a exemplo do que acontece com poderes e outros órgãos de Estado. Será montado um grupo de trabalho para avaliar as medidas necessárias para efetivar a medida.

A reitora em Exercício da UERN explanou sobre a importância dos investimentos para a universidade. “Desde 2013 trabalhamos com o processo da autonomia financeira. São demandas reprimidas, contudo necessárias para avançar na qualidade dos serviços que prestamos. Estamos dialogando cotidianamente com o Governo sobre todas as pautas apresentadas”, disse a professora Fátima Raquel Rosado.

Participaram também da reunião o vice-governador, Antenor Roberto, os secretários Aldemir Freire (Planejamento e Finanças) e Socorro Batista (adjunta do Gabinete Civil), a chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Ana Morais, o pró-reitor Esdras Marchezan, a chefe de gabinete Cecília Maia e a assessora de Infraestrutura da UERN Bruna Medeiros.

Fonte: Política em Foco
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A NOMEAÇÃO DE NOVOS DEFENSORES PÚBLICOS SERÃO PERMITIDAS, DEPOIS DO ACORDO ASSINADO ENTRE GOVERNO DO ESTADO E DPE/RN E MPRN

DPE/RN, MPRN e Governo do Estado assinam acordo que permitirá nomeação de novos defensores públicos

25 nov 2020

Defensoria Pública do Estado, MPRN e Governo do Estado assinam acordo que permitirá nomeação de novos defensores públicos | Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE/RN), o Ministério Público Estadual e o Governo do Estado firmaram um termo de acordo que permitirá a nomeação de novos defensores públicos estaduais. A nomeação irá garantir a continuidade do plano de interiorização da instituição, a qual atualmente está presente em 15 das 57 comarcas existentes no Estado. O acordo foi homologado pelo juízo de direito da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal.

Através do documento, a DPE/RN se compromete a nomear e empossar, até novembro de 2021, 32 defensores públicos aprovados no último concurso por si realizado. A instituição possui em seu quadro de pessoal 102 cargos, dos quais apenas 70 estão ocupados, de modo que, com a posse prevista, a Defensoria Pública preencherá integralmente o seu quadro de membros.

“Com a nomeação inicial e consequente posse dos novos defensores públicos do Estado do Rio Grande do Norte, iremos preencher órgãos de atuação que estão atualmente vagos e apresentaremos uma proposta de criação imediata de dez novos núcleos de atendimento, ampliando nossa prestação de serviços à população potiguar, no interior do Estado”, registra o Defensor Público-Geral do Estado, Marcus Vinicius Soares Alves.

A abertura de novos núcleos de atendimento se dará em conformidade com a Lei Complementar Federal n. 80/90 e deve ser submetida à aprovação do Conselho Superior da Defensoria Pública deste Estado.

“O processo de expansão e crescimento da Defensoria Pública do Rio Grande do Norte segue um plano de interiorização e leva em consideração critérios de adensamento populacional e índices de exclusão social. Esperamos, assim, ampliar nossa atuação em áreas em que há maior urgência social”, registra o gestor.

Nos últimos quatro anos, a DPE/RN já havia realizado a nomeação de 32 candidatos aprovados no mesmo concurso. Com a posse, foi possível realizar a abertura de sete núcleos de atendimento nas cidades de Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Nísia Floresta, Santa Cruz, Currais Novos, João Câmara e Apodi.

O acordo registra ainda que a nomeação de novos candidatos implica na disponibilização de recursos para a manutenção do serviço a ser prestado. O documento prevê que as propostas orçamentárias para os próximos exercícios financeiros devem contemplar suporte financeiro hábil a atender os gastos de pessoal, custeio e investimento. O Governo do Estado assinou o documento registrando a autonomia administrativa e financeira da DPE/RN e se comprometeu a efetuar as adaptações necessárias na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual para que seja possível cumprir integralmente o acordo.

Fonte: Política em Foco
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CÚPULA DO SETOR ELEÉTRICO VOLTA AO TRABALHO, APÓS GOVERNO REVETER DECISÃO

Governo reverte decisão e cúpula do setor elétrico volta ao trabalho

Por Basília Rodrigues, CNN  

Atualizado 20 de novembro de 2020 às 18:00

Governo reverte decisão e cúpula do setor elétrico volta ao trabalho | CNN Brasil

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica e do Operador Nacional do Sistema, que estava afastada por decisão da justiça, vai voltar ao cargo. O Tribunal Regional Federal da 1ª região acolheu o pedido do governo federal, nesta tarde, e derrubou a decisão liminar que exigia o afastamento dos diretores por causa do apagão no Amapá.

A decisão foi do presidente do tribunal, Ítalo Fioravanti Sabo Mendes. O desembargador entendeu que o afastamento apenas poderia ser determinado em “caráter excepcional, cujo escopo é a necessidade de
garantia da instrução processual, quando a atuação concreta do agente público, no exercício de suas funções, puder comprometer ou prejudicar a produção de provas no processo” – o que não observou no caso.

Fontes do governo avaliaram à CNN que o problema da falta de luz no estado precisa ser resolvido antes de qualquer decisão sobre a permanência dos diretores nos cargos – o que poderá ficar para um segundo momento. A Advocacia Geral da União alegou que sem a diretoria nos cargos não haveria quem pudesse adotar medidas necessárias para contornar a falta de energia no Amapá.

O desembargador cita em sua decisão o argumento usado pela AGU sobre os riscos para todo sistema elétrico. “A manutenção da decisão impugnada, portanto, envolve danos imediatos e potenciais aos investidores, empresas, usuários e sociedade em geral, que não podem ficar em compasso de espera assistindo à inoperância da ANEEL por tão largo período de tempo”.

Fonte: CNN
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DEVIDO AO AUMENTO DE CASOS DA COVID-19 NA CALIFÓRNIA, GOVERNO ANUNCIA TOQUE DE RECOLHER POR UM MÊS

 

Governador da Califórnia impõe novo toque de recolher por um mês

A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (19), e passará a valer às 22h deste sábado (21). Outros estados também adotaram medidas contra a covid

INTERNACIONAL

Do R7, com AFP

Gavin Newsom pediu o apoio da população da Califórnia na luta contra a covid

O governador da Califórnia, Gavin Newsom decretou um confinamento para 94% do estado após o crescimento do número de casos do novo coronavírus. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (19), e passará a valer às 22h deste sábado (21). O confinamento e a restrição terá duração de um mês.

Em seu perfil oficial no Twitter, o governador pediu afirmou que “devido ao aumento de casos da covid-19, a CA [estado] está emitindo um pedido para que as pessoas fiquem em casa”.

O comunicado diz ainda que os “trabalhos e reuniões não essenciais devem parar das 22h às 5h nos condados da camada roxa”. A extensão do pedido do governador atingirá 94% do estado, marcado em alerta.

“O vírus está se espalhando a uma taxa que não vimos desde o início desta pandemia, e os próximos dias e semanas serão críticos para deter o aumento. Estamos dando o alarme”, disse Newson em um comunicado. “Juntos, podemos achatar a curva novamente”, reforçou.

A Califórnia registrou um número quase recorde de casos diários da covid-19 na quinta-feira (19), 11.478. O recorde histórico de 12.807 ocorreu em 27 de julho. O número de pacientes internados no estado subiu para 5.319, um salto de 4,5% em apenas um dia.

Mais estados adotaram medidas sanitárias contra o avanço da covid-19 nos Estados Unidos. Veja abaixo:

Washington

No estado de Washington, onde os casos dobraram nas últimas duas semanas, o governador democrata Jay Inslee proibiu desde o domingo todas as reuniões com pessoas fora do grupo familiar, um dos maiores fatores de contaminação. A menos que a pessoa entre em quarentena por 14 dias antes do encontro ou em quarentena por sete dias, com um resultado negativo para a covid-19.

Inslee também proibiu se alimentar dentro de bares e restaurantes, além de restringir para 25% a capacidade máxima em centros religiosos, supermercados e outras lojas.

Reuniões privadas ao ar livre ou jantares ao ar livre em um restaurante foram limitadas a um máximo de cinco pessoas.

As medidas vigorarão até o dia 14 de dezembro.

Novo México

Vale a partir desta segunda-feira a ordem de confinamento para a população, exceto para as saídas essenciais, e 100% dos comércios não essenciais fecharam. As refeições em bares e restaurantes estão proibidas. É permitida apenas a entrega de comida.

“O Novo México está em um momento de quebra. Enfrentamos uma situação de vida ou morte”, disse a governadora democrata Michelle Luján Grisham.

Michigan

O estado de Michigan anunciou no domingo o fechamento de escolas de Ensino Médio e universidades, que agora devem oferecer 100% de seus cursos no formato virtual, assim como cinemas e cassinos ou atividades recreativas internas, como boliche.

Jantares em bares e restaurantes estão proibidos e a recomendação é que se trabalhe de casa sempre que possível. As medidas vigorarão por ao menos três semanas, até 9 de dezembro.

“Estamos no pior momento desta pandemia até agora. A situação nunca foi tão difícil”, disse a governadora democrata Gretchen Whitmer.

Oregon

A partir de quarta-feira até o dia 2 de dezembro, os restaurantes e bares só poderão vender comida no formato “take away” ou “delivery”.

A governadora democrata Kate Brown também encerrou todas as atividades recreativas, incluindo museus, academias, zoológicos e jardins, e as reuniões foram limitadas a um máximo de seis pessoas.

Nova Jersey

As reuniões internas serão limitadas a 10 pessoas (como já é o caso em Nova York) e as externas a 150 pessoas, anunciou o governador democrata Phil Murphy, nesta segunda-feira.

Eventos internos, como serviços religiosos, casamentos e funerais, poderão continuar com 25% da capacidade, ou até 150 pessoas, acrescentou.

Dakota do Norte

O governador republicano Doug Burgum determinou na sexta o uso de máscaras em público, embora antes se opusesse à medida. Também limitou a capacidade em bares e restaurantes a 50% a partir desta segunda-feira.

Texas

As máscaras agora são obrigatórias no Texas, o segundo estado mais populoso do país depois da Califórnia. Mas a maioria das lojas ainda estão abertas, embora o Texas tenha registrado na semana passada mais de 10.000 novos casos diários em média.

A situação é princialmente preocupante em El Paso, na fronteira com o México, onde foram instalados necrotérios temporários.

Illinois

O estado de Illinois não impôs o confinamento, mas Chicago, a terceira maior cidade dos Estados Unidos, o fez desde esta segunda-feira pelo período de três semanas, com a exceção das idas à escola, ao supermercado ou ao trabalho, caso não possa ser realizado à distância.

Nova York

Na maior cidade americana – que no início foi o epicentro nacional da pandemia, com o registro mais de 34 mil mortes pela covid-19 – o governador democrata Andrew Cuomo ordenou, na última sexta-feira, o fechamento de bares e restaurantes que vendam bebidas alcoólicas, diante do aumento da taxa de novos casos do vírus no estado, que é de 2,8%.

O prefeito Bill de Blasio cogita fechar escolas públicas, que atendem 1,1 milhão de alunos, se o índice de novos casos atingir os 3% e assim permanecer por sete dias consecutivos.

 

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SEGUNDO GUEDES, PARA REDUZIR DÍVIDAS GOVERNO PODE ATÉ VENDER RESERVAS INTERNACIONAIS

Guedes diz que governo pode vender reservas internacionais para reduzir dívida

Anna Russi, do CNN Brasil Business, em Brasília

 Atualizado 19 de novembro de 2020 às 22:25

STF vai analisar pedido de afastamento de Paulo Guedes do Ministério da Economia - Economia - iG

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que para reduzir a relação da dívida pública sobre o Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil pode até vender “um pouco” de reservas internacionais do Brasil, de cerca de US$ 350 bilhões. 

As reservas internacionais em dólar servem como uma espécie de seguro para momentos de crise e garante que aquele país terá moeda estrangeira para cumprir suas obrigações com o resto do mundo.

Caso o Banco Central venda parte do montante que tem em dólar, o país terá mais moeda doméstica à sua disposição. Ou seja, ele pode usar o recurso para comprar papéis da dívida pública brasileira, o que reduziria o estoque da mesma.

“Você só precisa de US$ 400 bilhões, se você tiver uma moeda supervalorizada. Se o dólar contra o real é R$ 1,80 e a taxa de juros é de 17%, então muita arbitragem está acontecendo: pessoas moram fora e emprestam para o nosso governo aqui e ai você precisa de um monte de reservas para manter as pessoas calmas. Esse não é nosso caso”, disse ele.

“Nós estamos mudando a política. Queremos uma política fiscal apertada e o dinheiro fácil, com câmbio alto”, explicou o ministro.

Apesar de ter reduzido a dívida pública de 76,5% do PIB para 75,8% do PIB no primeiro ano de governo, a equipe econômica terá que lidar com um salto no endividamento público este ano. Isso porque os gastos com o combate à pandemia devem levar a dívida para cerca de 96% do PIB até o fim do ano.

Fonte: CNN

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