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JOE BIDEN VAI REAPLICAR RESTRIÇÕES À VIAGENS A PARTIR DO BRASIL, REINO UNIDO E MAIS 26 PAÍSES DA EUROPA

Biden decide manter restrições a viagens do Brasil aos EUA

Governo norte-americano tem o maior número de casos da covid-19 no mundo e tenta conter a quantidade de pessoas infectadas

INTERNACIONAL

Do R7, com EFE e Reuters

Presidente dos EUA, Joe Biden

EFE/EPA/AL DRAGO

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vai reaplicar restrições a viagens a partir do Brasil, do Reino Unido e de mais 26 países da Europa, além de acrescentar a África do Sul a essa lista, anunciou a Casa Branca nesta segunda-feira (25). O ex-presidente Donald Trump havia suspendido as restrições antes de deixar o cargo, no último dia 20.

“O presidente decidiu manter as restrições que estavam anteriormente em vigor para o espaço Schengen europeu, o Reino Unido, a República da Irlanda e o Brasil”, anunciou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, em comunicado.

Só poderão entrar livremente nos Estados Unidos os cidadãos nacionais, os seus familiares diretos, portadores do green card com residência permanente ou vistos diplomáticos, militares ou governamentais.

A decisão do presidente faz parte do plano do Executivo para combater a pandemia de covid-19. Os EUA são o país mais afetado do mundo pela doença, com 25,1 milhões de infectados e mais de 419 mil mortos.

Variante sul-africana

Algumas autoridades de saúde estão preocupadas que as vacinas atuais possam não ser eficazes contra a variante da África do Sul, o que também aumenta a perspectiva de reinfecção.

A variante sul-africana, também conhecida como variante 501Y.V2, é 50% mais infecciosa e foi detectada em pelo menos 20 países. Funcionários do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) disseram que estariam abertos para adicionar outros países à lista, se necessário.

A variante sul-africana ainda não foi encontrada nos Estados Unidos, mas pelo menos 20 Estados americanos detectaram uma variante do Reino Unido conhecida como B.1.1.7. As vacinas atuais parecem eficazes contra as mutações do Reino Unido.

Fonte: R7

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BRASIL VIVE MOMETO DE RECUO DA PANDEMIA, MAS EUROPA ACENDE ALERTA PARA SEGUNDA ONDA

Brasil vive momento de recuo da pandemia, mas 2ª onda na Europa acende alerta

Guilherme Venaglia e Diego Barros, da CNN, em São Paulo e no Recife*

 Atualizado 25 de outubro de 2020 às 16:51

Homenagem na praia de Copacabana aos 100 mil mortos da Covid-19 no BrasilHomenagem na praia de Copacabana aos 100 mil mortos da Covid-19 no Brasil
Foto: Renato Spyrro/ONG Rio de Paz (8;ago.2020)

A pandemia do novo coronavírus refreou no Brasil, segundo indicam números recentes das entidades que acompanham a evolução da Covid-19 no país, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O Brasil chega ao final de outubro com números de volta ao patamar de maio, de acordo com a Fiocruz. A média móvel, que considera os últimos sete dias, chegou a 461,14 mortes por dia, segundo a fundação, o número mais baixo desde 6 de maio — apesar de ainda ser um patamar alto.

De acordo com a Fiocruz, esse número representa uma queda de 6,5% em relação à média de uma semana antes e 33,4% menos óbitos do que um mês atrás.

Doze unidades da federação tiveram queda na média de mortes em relação à semana anterior. Entre os maiores recuos estão Rondônia (-47,9%), Ceará (-44,6%) e Distrito Federal (-33,8%). Dez estados tiveram aumento na média de óbitos, com destaque para locais como Pará (95,4%), Amapá (66,3%) e Acre (40,8%).

Segunda onda

O maior temor que acompanha a queda nos casos é o medo de repetir a tendência da Europa. No velho continente, após experimentarem queda semelhante alguns meses atrás, os países vivem uma nova disparada dos casos e alguns já começam a adotar novas medidas de quarentena e distanciamento social.

Na França, o dia com o maior número de casos confirmados desde o início da pandemia foi este domingo (25), quando 52.010 casos da Covid-19 foram registrados no país.

O recorde anterior era de apenas um dia antes, quando foram registrados outros 45.422 casos da doença.

Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez anunciou a sua decisão de restabelecer um estado de emergência para a pandemia no país. Ele convocou uma reunião extraordinária com ministros para definir as novas medidas de distanciamento, que valerão inicialmente por 15 dias.

A Itália também divulgou novas medidas restritivas na tentativa de conter o rápido aumento da propagação de infecções por Covid-19 em todo o país. O decreto assinado pelo primeiro ministro Giuseppe Conte terá efeito a partir desta segunda feira (26).

De acordo com o documento, os bares e restaurantes serão obrigados a fechar às 18h, hora local – e não poderão ter mais de quatro clientes por mesa.

A Europa e o Brasil

A primeira onda na Europa precedeu o início da pandemia no Brasil, nos meses de fevereiro e março deste ano. E começa o temor de que o mesmo possa ocorrer a partir de agora. O primeiro alerta oficial veio do Consórcio do Nordeste, entidade que reúne os nove governos estaduais da região.

O Consórcio, presidido pelo governador do Piauí, Wellington Dias, possui um comitê científico, que emitiu neste domingo um alerta para o risco de uma segunda onda na região após a situação no velho continente.

O temor dos especialistas que orientam os estados do Nordeste é se repetir a situação do começo do ano, quando pessoas que vieram de países onde haviam casos foram as primeiras a testarem positivo para a Covid-19.

Um dos pontos de alerta é o fato de estarmos nos aproximando do verão. Europeus são turistas frequentes para os estados do Nordeste, sobretudo Bahia e Pernambuco, durante a alta temporada.

Para o Consórcio, a flexibilização de medidas de isolamento justifica uma maior atenção à chegada de viajantes do exterior.

Estados Unidos

Fenômeno semelhante entrou na agenda dos Estados Unidos. O país registrou 83.718 novos casos da Covid-19 neste domingo (25), o segundo recorde de diagnósticos da doença do novo coronavírus em apenas três dias.

Um dos principais temas da campanha eleitoral no país, e apontado por especialistas como um ponto fraco da candidatura republicana, o contágio pelo novo coronavírus tem aumentado em estados que devem ser decisivos no colégio eleitoral, como Wisconsin, Flórida, Michigan e Pensilvânia.

Agora, o contágio cresce no chamado “cinturão da ferrugem”, que abriga estados industriais como Wisconsin, Michigan, Pensilvânia e Minnesota. Esses estados foram cruciais para dar a Trump a vitória contra Hillary Clinton quatro anos atrás e o presidente precisa vencer nesses locais de novo, se quiser ficar mais quatro anos no poder.

Fonte: CNN

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: ATÉ MESMO AS PREVISÕES MAIS OTIMISTA NA EUROPA SÃO SUPERADAS COM AS VENDAS DE CARROS ELÉTRICOS

O meio ambiente agradece mais uma vez a CIÊNCIA, a TECNOLOGIA e ao COMPORTAMENTO humano. O destaque deste sábado, aqui na coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE é por conta da indústria automobilista que está de parabéns com a produção de carros elétricos que está cada vez maior e derruba todas as previsões para o ano de 2021. Leia o artigo a segui r e saiba o porquê!  

As vendas de carros elétricos na Europa quebraram até mesmo as previsões mais otimistas

Andrew Robert

Em 2021, um em cada sete carros vendidos na UE será elétrico, e as vendas, produção e inovação em geral estão crescendo nas grandes economias da Europa devido às rígidas regulamentações de emissões de CO2 do Parlamento Europeu.

As vendas de carros elétricos devem  ter triplicado este ano em comparação a 2019, e devem subir para até 15% da participação de mercado total em 2022, antes de atingir o teto.

Os regulamentos, que foram escalonados ao longo da última década, continuarão cambaleando até 2030, quando uma série de acordos internacionais e metas estabelecidas para ajudar a prevenir o pior da crise climática virão.

O grupo de reflexão sobre políticas verdes, Transporte e Meio Ambiente, resume os dados de um relatório publicado por eles que rastreia o cumprimento da meta de CO2 e as vendas de carros elétricos no setor automotivo da UE, declarando: “As vendas de carros elétricos estão crescendo graças aos padrões de emissões da UE. No próximo ano, um em cada sete carros vendidos na Europa será um plug-in. Os fabricantes da UE estão de volta à corrida de EV ”.

Os padrões de emissões da UE que entrarão em vigor no próximo ano são mais rigorosos, sugerindo um impulso para veículos movidos a combustíveis fósseis mais limpos e maior produção de veículos elétricos.

“Em 2021, o valor máximo da média da frota para carros novos na UE é de 95 gramas de dióxido de carbono por quilômetro”, escreve Electrive , um site da indústria de transporte elétrico da UE.

Eles fazem referência a um relatório da mídia baseado em vazamentos de que os parlamentares da UE querem aumentar as já rígidas restrições de 37,5% até 2030 para 50%, o que atraiu a ira de grupos da indústria automotiva alemã que dizem que as restrições já são muito ambiciosas. As restrições anteriores foram aprovadas com mais de 500 votos “sim” a menos de 100 votos “não”, então os políticos de mente verde podem achar que restrições mais intensas são possíveis.

Já existem alguns fabricantes de automóveis cujas frotas atendem aos padrões atuais e não precisariam ser muito alteradas para cumprir o aumento de 2021. Trata-se do Grupo PSA, que inclui Vauxhall, Peugeot, Citroen e Opel, bem como Tesla, Volvo e BMW.

A Renault, a Nissan, a associação Toyota-Mazda e a Ford precisam apenas reduzir os níveis de emissão total da frota em dois gramas para atender aos padrões atuais.

Fonte: goodnewsnetwork.org

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NENHUMA CONCLUSÃO FOI ALCANÇADA, DISSE PORTA VOZ DO FBI SOBRE A EXPLOSÃO EM PORTO DE BEIRUTE

 

FBI não tem conclusão firme sobre a causa da explosão em Beirute

Outras agências governamentais dos EUA e da Europa que acompanharam de perto as investigações acreditam que a explosão foi acidental

INTERNACIONAL

Do R7

Porto de Beirute ficou totalmente destruído após a megaexplosão

Wael Hamzeh/EFE/EPA – 28.08.2020

O FBI (Federal Bureau of Investigation) dos EUA disse nesta terça-feira (13) que não chegou a nenhuma conclusão firme sobre o que causou a megaexplosão de 4 de agosto no porto de Beirute, que matou quase 200 pessoas e causou bilhões de dólares em danos.

Outras agências governamentais dos Estados Unidos e da Europa que acompanharam de perto as investigações sobre a explosão acreditam firmemente que a explosão foi acidental.

“Nenhuma conclusão foi alcançada”, disse uma porta-voz do FBI à Reuters por e-mail. Ela citou uma declaração anterior na qual a agência dos EUA disse que estaria “fornecendo aos nossos parceiros libaneses assistência investigativa” em sua investigação.

“Outras perguntas devem ser dirigidas às autoridades libanesas como os principais investigadores”, disse a porta-voz.

A mídia libanesa informou na terça-feira que um relatório do FBI sobre a explosão foi entregue a um juiz libanês na segunda-feira. O FBI se recusou a comentar os relatórios.

Duas fontes do governo dos Estados Unidos familiarizadas com relatórios oficiais e análises sobre o incidente disseram que as agências americanas também estavam amplamente convencidas de que a explosão, envolvendo grandes quantidades de nitrato de amônio que havia sido armazenada em um edifício portuário por anos, foi um acidente.

Uma fonte do governo europeu familiarizada com relatórios e análises de inteligência disse que especialistas europeus oficiais também avaliaram que a explosão foi acidental.

 

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COM CRESCIMENTO DE NOVOS CASOS DE COVID-19 NA EUROPA, GOVERNOS EUROPEUS COMEÇAM A ESTUDAR MEDIDAS DE RESTRIÇÕES DE VIAGENS

 

Medo de uma segunda onda da pandemia aumenta na Europa

Governos europeus começam a estudar novas medidas de restrição de viagens, em meio a um crescimento generalizado de novos casos de covid-19

INTERNACIONAL

Da EFE

Casos de covid-19 não param de crescer em diversos países europeus

O temor por uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus está crescendo na Europa, diante do constante aumento de casos em países como Alemanha. França, Espanha e Reino Unido, que registram nos últimos dias um aumento de pelo menos mil novos casos a cada 24 horas.

A situação vem se deteriorando até mesmo na Croácia, que registrou um recorde de 180 novas infecções em um dia, um número que é quase o dobro do pico de 95 casos relatados no auge da pandemia, no início de abril.

Na Finlândia, a taxa de infecções triplicou em um mês, superando os 150 casos semanais. Pela primeira vez, o governo do país nórdico se viu forçado a aconselhar o uso das máscaras em locais públicos e pedir que as pessoas trabalhem de suas casas.

Piores números desde maio

Países como a Alemanha e a Espanha voltaram a registrar números que não viam desde o mês de maio.

Berlim registrou, entre quarta e quinta-feira, 1,445 novos contágios, o que manteve a Alemanha acima dos mil casos diários, uma barreira que o país ultrapassou pela primeira vez na semana passada, após meses com registros abaixo dela. No total, os casos acumulados no país passam dos 222 mil, com 9.2 mil mortes.

Na França, também houve um crescimento nos casos diários, 2.669 na quinta, depois de 2.524 na quarta, quase o dobro dos 1.397 de terça-feira. O país acumula 30 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia, com 18 novos óbitos nas últimas 24 horas.

O governo espanhol, por sua vez, notificou na quinta-feira quase 3 mil novas infecções, e incluiu no balanço resultados positivos da região de Madri, que não apareciam nas estatísticas de quarta.

Reino Unido muda metodologia

O Reino Unido registrou, na quinta, 18 mortos por covid-19, após uma mudança  na metodologia para contar os falecimentos que retirou 5.377 óbitos dos registros oficiais da doença.

A partir de agora, as autoridades britânicas só vão contabilizar como mortes por coronavírus aquelas que tenham acontecido em um prazo de até 28 dias depois que o paciente tiver um exame positivo, um critério que já era utilizado na Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, mas não na Inglaterra.

Com essa modificação, o total acumulado de mortes no Reino Unido desde o início da pandemia caiu de 46,7 mil para 41,3 mil nesta quinta. O governo não divulgou na quinta dados oficiais sobre o número de contaminados no país, mas depois de dois aumentos consecutivos de mais de mil casos, o total chegou a 313 mil.

Aumento generalizado

O aumento de casos é generalizado no continente após a reabertura das fronteiras. Na Itália, foram contabilizados mais de mil novos casos nos últimos dois dias, além de seis novas mortes na quinta-feira.

Com os novos positivos, no país foram detectadas mais de 252 mil pessoas contagiadas desde que foi decretado o estado de emergência em 21 de fevereiro com os primeiros casos locais na região da Lombardia, no norte.

Por sua vez, Portugal informou seis novas mortes e 325 novos casos, dos quais 204 aconteceram na região da capital, Lisboa. O país acumula 1,7 mil mortes e 53 mil contágios pelo coronavírus.

Novas restrições de viagem

Diante dessa nova expansão do coronavírus, diversos governos do continente estão adotando novas medidas para evitar a importação de mais casos de covid-19.

A Bélgica anunciou que, até o início de setembro, rá implantar no aeroporto de Bruxelas um laboratório móvel que permitirá fazer testes PCR nos passageiros que cheguem vindos de zonas consideradas de risco e também nos que estejam prestes a deixar o país.

As autoridades belgas ainda consideram regiões da Espanha, da França e do Reino Unido, entre outras localidades, como “zonas vermelhas”, para as quais ainda não é permitido viajar, e exigem um teste de cada viajante que tenha passado por elas.

Nesta semana, a Itália e a Grécia se somaram aos países que impõem medidas de controle sanitário aos passageiros que chegam provenientes da Espanha. Como isso, já são 18 os países da União Europeia que adotaram esses procedimentos para quem passa por terras espanholas.

A Dinamarca ampliou uma lista local de países para os quais as viagens estão desaconselhadas, incluindo a Bélgica e Malta a um grupo que já incluía Andorra, Espanha, Romênia, Luxemburgo e Bulgária.

O governo do Reino Unido avisou durante a semana que está analisando de perto os dados epidemiológicos de outros países europeus e que pode impôr novas restrições de viagens a qualquer momento.

Expectativa por uma vacina

A Comissão Europeia (CE) anunciou na quinta-feira que concluiu conversas com a farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson para adquirir pelo menos 200 milhões de doses de uma potencial futura vacina contra o coronavírus, além de deixar em aberto a possibilidade de comprar 200 milhões doses adicionais.

Depois que a Rússia anunciou nesta semana o registro da primeira vacina, que levantou dúvidas e críticas na comunidade internacional, a Organização Mundial de Saúde (OMS), alertou conra o surgimento de um “nacionalismo de vacinas” na corrida para chegar a um remédio contra o vírus.

 

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TECNOLOGIA: MAIOR CASA DA EUROPA IMPRESSA EM 3D É FABRICADA NA BELGICA

O destaque da nossa coluna TECNOLOGIA desta terça-feira é a maior casa impressa  em 3D  já fabricada na Europa. Uma obra executada pela Kamp C que  usou uma impressora “pórtico” de 32 x 32 pés, a maior de seu tipo na Europa, para criar a estrutura do prédio de dois andares. Convido você a ler o artigo completo  seguir para conhecer essa incrível tecnologia em 3D!

Impressora 3D completa a maior casa com impressão em 3D da Europa – com 2 histórias e 980 pés quadrados – em apenas 3 semanas

A maior casa impressa em 3D já feita na Europa – um caso de dois andares com duas salas de estar, cozinha, banheiro e saguão – foi recentemente concluída pela empresa belga de construção sustentável Kamp C, avançando enormemente na ciência da habitação impressa em 3D .

Kamp C e Jasmiens Smets

A Kamp C usou uma impressora “pórtico” de 32 x 32 pés, a maior de seu tipo na Europa, para criar a estrutura do prédio de dois andares. Usando uma mistura especial de cimento ejetada do bico da impressora, o trabalho no local levou apenas 3 semanas, com os trabalhadores da construção adicionando o telhado, a fundação, o piso, as janelas, as portas, o encanamento e a parte elétrica manualmente. (Veja o vídeo de lapso de tempo abaixo.)

O edifício de 980 pés quadrados também apresentou alguns toques sustentáveis ​​exclusivos, como piso aquecido e painéis solares, que foram adicionados posteriormente.

Dos benefícios da impressão 3D , também conhecida como “manufatura aditiva”, o trabalho preciso da máquina reduz os custos de materiais – às vezes enormemente.

Marijke Aerts, o gerente de projeto, disse ao News Atlas : “A resistência à compressão do material é três vezes maior do que a do tijolo de construção rápida convencional. Além das fibras no concreto, a quantidade de armadura de tela de arame utilizada é extremamente limitada. Como resultado da tecnologia de impressão usada, a cofragem era redundante, economizando cerca de 60% em material, tempo e orçamento. ”

Na Europa, onde as casas são normalmente construídas com tijolos, argamassa e concreto, economizar nos custos de construção não é ótimo apenas para a carteira, mas também para o meio ambiente; pois estima-se que a fabricação de concreto cria 1 tonelada de CO2 para cada tonelada de material, tornando-o um dos métodos de construção mais intensivos em carbono disponíveis para construtoras.

Projetada e executada como uma prova de conceito, a casa na Bélgica nunca foi projetada para ser habitada.

“Imprimir este prédio é principalmente uma declaração”, disse Emiel Ascione, outro gerente de projeto, à Digital Trends . “Mostra para a indústria da construção a acessibilidade e o potencial dessa técnica. Os benefícios da manufatura aditiva já estão rendendo frutos em uma ampla gama de outras indústrias, disse ele. Já era hora de que a habitação os alcançasse. ”

Ascione explicou ainda que muitas pessoas gostariam de ter uma estrutura mais exclusiva ou personalizada para sua casa, mas que os custos de fabricação de coisas como torres, ângulos circulares, salas de estar rebaixadas e outros designs criativos são altos demais para a maioria das pessoas.

Kamp C e Jasmiens Smets 

Outra empresa, nos Emirados Árabes Unidos, construiu uma casa impressa em 3D em Dubai usando materiais de origem local e terminou a sua depois de apenas duas semanas de construção – um belo design moderno medindo 6.900 pés quadrados (640 metros quadrados).

“Um grande benefício dessa técnica é que ela é livre de complexidade”, acrescentou Ascione. “Você poderia imprimir uma série de casas e tornar cada uma delas única, sem um impacto considerável no custo.”

Fonte: Good News Network

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TEMENDO MONOPÓLIO DO REMDESIVIR PELOS EUA, EUROPA NEGOCIA COM LABORATÓRIO

Europa teme que os EUA monopolizem o remdesivir e negocia com o laboratório

Washington domina quase toda a produção imediata do antiviral, que por enquanto demonstrou benefícios terapêuticos limitados contra a covid-19

BERNARDO DE MIGUEL

Barcelona / Bruxelas – 02 JUL 2020 – 12:18 BRT

Produção de remdesivir em laboratório de Cairo, em 25 de junho.Produção de remdesivir em laboratório de Cairo, em 25 de junho

aquisição pelos Estados Unidos de quase toda a produção dos próximos três meses do antiviral remdesivir, o primeiro remédio aprovado especificamente contra a covid-19, gerou surpresa e mal-estar na União Europeia, assim como entre especialistas e defensores do acesso universal aos medicamentos. Preocupa que o acordo estabeleça um precedente em plena pandemia —e ainda sem a vacina— e dê lugar a um novo cenário em que as operações comerciais limitem o acesso aos medicamentos e enfraqueçam a cooperação internacional frente ao coronavírus.

Comissão Europeia anunciou por sua vez que negocia com a Gilead para aumentar sua capacidade de produção, permitindo que também os europeus tenham acesso ao antiviral. “A comissária (ministra europeia) da Saúde, Stella Kyriakides, manteve numerosas conversações com o fabricante, e a Comissão (Poder Executivo do bloco) negocia a reserva de doses para os Estados membros da UE”, afirmou o organismo.

O mal-estar de Bruxelas e demais capitais europeias ante as táticas norte-americanas de formação de estoques é evidente. “A Comissão toma nota do anúncio feito pelos EUA”, afirmou o organismo, que já assistiu à batalha em torno das máscaras e da suposta tentativa norte-americana de adquirir o laboratório alemão CureVac, líder na investigação de uma vacina.

A polêmica desatada pela operação chegou nesta quarta-feira à sede da Organização Mundial da Saúde em Genebra, onde, ao ser perguntado sobre o caso, o diretor de emergências, Michael Ryan, afirmou que está tratando de verificar a informação e “suas possíveis implicações”.

Os especialistas consultados na Espanha destacam que o fármaco auxilia no tratamento de alguns doentes, mas que está longe de ser a cura que freará a epidemia. “Segundo o ensaio que o avaliza, reduz de 15 para 11 dias a internação de pacientes com pneumonia que precisam de ventilação com oxigênio, mas sem serem intubados”, explica Eduardo López Briz, do grupo Gênese de avaliação de medicamentos da Sociedade Espanhola de Farmácia Hospitalar.

São os doentes de uma gravidade média, aproximadamente uma quarta parte dos hospitalizados, que por sua vez são menos de 20% dos infectados com sintomas. “A dexametasona, por exemplo, é bastante mais rentável em nível terapêutico. É um corticoide já existente no mercado, barato e que já comprovou que salva vidas”, continua López Briz.

Para Santiago Moreno, chefe de serviço de doenças infecciosas do hospital Ramón y Cajal (Madri), o remdesivir “reduz as hospitalizações, mas não reduz a mortalidade nem diminui as internações na UTI, segundo os resultados preliminares. Falta sabermos ainda muitas coisas sobre este antiviral e estamos à espera de conhecer os resultados de dois grandes ensaios em andamento”.

A gravidade da pandemia do coronavírus acelerou extraordinariamente o processo de aprovação do remdesivir. Os Estados Unidos autorizaram em maio o uso do fármaco como tratamento de emergência. A Agência Europeia de Medicamentos deu na semana passada o primeiro passo para fazer o mesmo na UE, à espera da aprovação definitiva por Bruxelas, que pode acontecer já nesta sexta-feira.

Um tratamento de 12.600 reais

A transação entre o Governo dos EUA e o laboratório Gilead foi divulgada apenas dois dias depois de a empresa anunciar o preço de venda do antiviral nos países desenvolvidos: o equivalente a 2.100 reais por dose. O tratamento habitual, indicado para pacientes maiores de 12 anos, é de seis ampolas em cinco dias, o que situaria o custo do tratamento em cerca de 12.600 reais.

Vanessa López, diretora da ONG Saúde como Direito, que defende o acesso universal aos medicamentos, qualifica o preço de “abusivo”. “Cálculos feitos pela Universidade de Liverpool estimam que o custo de produção mais um lucro razoável seria de um dólar [5,30 reais] por dose”, afirma.

A organização alerta que, como no caso de outros fármacos, “os milionários investimentos de organismos públicos nas primeiras fases de desenvolvimento de novos fármacos acabem produzindo enormes lucros para as empresas farmacêuticas”. “Estes elevados preços e os acordos como o dos Estados Unidos põem em risco o acesso ao fármaco de toda a população que o necessite”, conclui López.

A Gilead destaca que está fazendo “um grande esforço para multiplicar a produção”. “Os prazos estão sendo reduzidos de quase 12 meses para cerca de 6 meses, para assegurar um acesso rápido e o mais amplo possível nesta situação de crise”, defende a companhia, acrescentando que a redução de quatro dias nas internações graças ao antiviral “geraria uma economia hospitalar de 12.000 dólares (63.800 reais) por paciente” nos Estados Unidos.

A Gilead defende em uma resposta por escrito que o acordo alcançado com Washington se deve ao “aumento significativo” da epidemia no país, onde “existe uma necessidade urgente de ajudar a tratar os pacientes afetados”, enquanto “a maior parte da UE e de outros países desenvolvidos reduziu grandemente seus níveis da doença”. O laboratório recorda que sua capacidade de fornecimento é “atualmente limitada” e que “a Gilead é uma companhia global com sede nos Estados Unidos”.

“Reconhecemos a escala global desta pandemia e estamos trabalhando o mais rapidamente possível para permitir o acesso em todo o mundo”, defende a Gilead.

Fonte: El País

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PANDEMIA: EUROPA COMEÇA A SAIR DE UM LONGO E TENEBROSO INVERNO

Europa dá seus primeiros passos rumo à liberdadade

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Imagem: Reprodução

Vários países na Europa já adotaram medidas para aumentar a liberdade de circulação, outros ainda aguardam a implementação de estratégias de saída dos bloqueios devido à crise do vírus chinês.

Alemanha

Na Alemanha, as medidas contra o coronavírus chinês continuarão pelo menos até o dia 3 de maio. Na próxima semana, o gabinete de combate ao coronavírus do governo alemão e os primeiros-ministros dos 16 estados federais decidirão o que acontecerá após o dia 3.

A chanceler Merkel e os líderes estaduais decidiram na semana passada que lojas de varejo, com uma área de até 800 metros quadrados, poderiam ser reabertas em 20 de abril. A condição é que as lojas limitem o número de clientes, evitem filas e cumpram os regulamentos de higiene e regras de distância (de pelo menos 1,5 metro). Isso também se aplica a instalações culturais, como bibliotecas, jardins zoológicos e jardins botânicos.

Lojas com um máximo de 2.500 metros quadrados podem reabrir em 4 de maio. Lojas maiores, como as de departamento, permanecem fechadas porque a conformidade com a regra de distância não seria possível. Os cabeleireiros também podem reabrir em 4 de maio, mas apenas com as práticas de higiene necessárias que incluem as máscaras para a boca. Desde o dia 15 de abril, usar máscaras foi recomendado com urgência em lojas e transportes urbanos e regionais.

Creches, escolas e universidades reabrirão gradualmente a partir de segunda-feira, 4 de maio. Os primeiros a voltar às escolas são as turmas de graduação, turmas que precisam fazer exames finais no próximo ano e as turmas de transição das escolas primárias.

Desde meados de março, a Alemanha proibiu o agrupamento de mais de duas pessoas, com exceção de familiares, parceiros e outros companheiros de casa, contatos profissionais urgentes, transporte público e funerais. Todas as lojas não-essenciais tiveram que fechar. Os restaurantes também fecharam, embora ainda fosse possível oferecer o serviço de entrega de refeições.

Igrejas, mesquitas e sinagogas também estão fechadas. Viagens particulares, visitas a familiares e passeios inter-regionais não são recomendados. Aqueles que ficam fora da Alemanha por mais de 72 horas sem um “motivo urgente” devem retornar à quarentena por duas semanas. Fazer visitas a casas de repouso e instituições para deficientes e idosos é proibido. No entanto, as gerências dos estabelecimentos devem impedir o isolamento social dos moradores. A realização de eventos como shows, festas, feiras e competições esportivas com público estão proibidos até 31 de agosto.

França

Na França, os bares permanecem fechados, mas as escolas reabrem. A partir de 11 de maio, as medidas de quarentena na França serão gradualmente eliminadas. O país está em bloqueio há dois meses.

Os franceses agora só podem sair de casa se tiverem um documento oficial e assinado que apresente uma razão convincente pela qual o cidadão está nas ruas. Quem não cumprir a ordem pode ser multado em 135 euros. Nas últimas semanas, a polícia em toda a França já emitiu centenas de milhares de multas.

O presidente francês Emmanuel Macron disse que o número de pacientes do coronavírus chinês em leitos de UTI está diminuindo. Se essa tendência continuar, a quarentena poderá ser suspensa em etapas a partir de meados de maio.

Em toda a França, o ensino on-line é fornecido, mas nem todas as crianças têm uma conexão adequada à Internet e, em muitos lugares, os pais são incapazes de monitorar a educação “virtual”. Quanto mais tempo as medidas levarem, maior a chance de atraso no aprendizado escolar.

Ainda está sendo discutido como as escolas poderão ser reabertas com segurança.

Um dos efeitos da reabertura será que os pais poderão voltar ao trabalho. Portanto, as empresas poderão reiniciar lentamente após 11 de maio, se cumprirem as regras de higiene.

Por enquanto, as portas permanecerão fechadas para a cultura e o turismo. Casas de shows e museus, campings e hotéis devem permanecer fechados indefinidamente.

Após 11 de maio, os franceses com sintomas de coronavírus chinês também serão testados em massa. Máscaras de boca estarão disponíveis para todos os franceses. E o governo de Macron quer trabalhar com um aplicativo “anticoronavírus”; mas o parlamento já alertou que deve-se primeiro considerar a privacidade dos cidadãos franceses.

Bélgica

Na Bélgica, a primeira-ministra belga, Sophie Wilmès, apresentou as novas diretrizes no combate ao coronavírus chinês nesta semana. Uma das medida foi a decisão de que o bloqueio para os belgas continue até pelo menos 3 de maio. A medida de proibir reuniões para mais de duas pessoas permanece, e as pessoas continuam podendo sair apenas para realizar tarefas essenciais.

Para quem tem filhos menores de 6 anos, será possível a partir de 3 de maio se locomover de carro para recreação. Isso não significa ir para a praia ou montanhas, mas estas famílias poderão caminhar em florestas, por exemplo.

Ciclismo e corrida já foram permitidos nas últimas semanas, mas com a nova medida foram adicionados patins e mobiletes. O governo espera que todos voltem para casa imediatamente após suas atividades. Descansar em um banco do parque ainda continuará proibido.

A nova diretriz permitirá que as pessoas em casas de repouso possam receber visitantes novamente: um visitante permanente por pessoa. A primeira-ministra belga enfatizou que isso era uma possibilidade e não uma obrigação. Ele disse que a medida é pra evitar a solidão de pessoas que não veem a família há semanas.

Na nova situação, o governo passou a recomendar o uso de máscaras faciais. O uso delas é recomendado em qualquer situação e distância, segura ou não.

Além disso, as lojas de bricolagem já reabriram nesta semana e os centros de jardinagem seguirão neste fim de semana. Em relação a outros setores, o primeiro-ministro belga disse que não houve mudanças. No entanto, ficou claro que festivais de verão e outros tipos de reuniões em massa permanecerão proibidos até o final de agosto.

Itália

Na Itália, o bloqueio continua, em princípio, até 3 de maio, mas há cada vez mais pessoas exigindo do governo o desbloqueio do país o quanto antes. O Ministro do Desenvolvimento Econômico acredita que as empresas e lojas que aderirem às medidas de segurança devem poder voltar ao trabalho a partir de hoje, 22 de abril.

Embora ainda não seja oficial, o Ministro da Educação deu a entender que o ano letivo encerrou. E os alunos que reprovarem no curso serão reavaliados no próximo ano letivo. Ainda há incertezas sobre os exames finais. A ideia é oferecê-los remotamente e oralmente, mas as organizações estudantis pedem ao ministro que examine as possibilidades de efetuá-los nas escolas.

No último decreto em 10 de abril, o primeiro-ministro italiano Conte anunciou que as rédeas seriam afrouxadas depois da Páscoa, e que livrarias e lojas de roupas infantis seriam reabertas. Mas vários líderes regionais não aceitaram a proposta, e mantiveram as livrarias fechadas. As regras relativas à liberdade de movimento também diferem por região, em todo o país você pode sair no máximo a 200 metros de sua casa para algum exercício físico. Mas na região de Veneto isso não foi autorizado. Por enquanto, não há eventos ou competições esportivas e os restaurantes também permanecerão fechados.

Uma força-tarefa foi criada para determinar até quando a Itália permanecerá fechada. A data, em princípio, permanecerá em 4 de maio, mas o governo está analisando se isso pode ser feito mais cedo e, possivelmente, por região em alguns casos. A Lombardia tem cerca de 200 mortes por dia, enquanto outras regiões estão praticamente livres do vírus chinês. A associação de industriais da Itália está pressionando o governo Conte a reiniciar rapidamente certas indústrias, como a indústria da moda e a automotiva.

Espanha

Na Espanha, o Conselho de Ministros se reuniu na terça-feira (14) para decidir sobre uma nova extensão do confinamento. A prorrogação foi determinada por mais duas semanas, de 26 de abril a 11 de maio. A grande questão é se o governo relaxará as regras estritas atuais.

Desde a semana passada, as profissões não-vitais também puderam voltar ao trabalho. Mas o governo espanhol parece disposto a permitir um pouco mais ao resto dos residentes, como por exemplo, permitir que crianças pequenas possam ir às ruas; ou um adolescente ou adulto sair para fazer compras ou passear com o cachorro, sem levar companhias.

Muitos espanhóis esperam poder levar seus filhos para essas compras diárias depois de 26 de abril. O governo também discute permitir se as pessoas poderão se exercitassem na rua novamente; correr ou andar de bicicleta foi estritamente proibido até agora. No total, os agentes multaram 600.000 pessoas em mais de um mês por violar as regras de bloqueio.

Muito depende do desenvolvimento nos próximos dias. No entanto, o governo percebe que, com a extensão do bloqueio para 11 de maio, a população ficará completamente trancada em casa por 57 dias, desde que o “estado de emergência” entrou em vigor em 14 de março.

Ninguém ousa falar sobre como o país pode ou deve receber turistas no próximo verão. O turismo, nacional e internacional, representa 14% do PIB da Espanha.

Áustria

A Áustria já reabriu pequenas lojas, centros de jardinagem e lojas de ferragens na semana passada, sujeitas a boas práticas de higiene e medidas de segurança. Os clientes precisam usar uma máscara facial e o acesso às lojas é limitado. Relaxamentos adicionais são esperados nos próximo dias.

As escolas abririam novamente em meados de maio.

Na Áustria são permitidas competições esportivas, mas dentro das regras de 1,5 metro de distância. Então, esportes como o tênis e golfe são permitidos. Eventos públicos continuam proibidos.

Dinamarca

Na Dinamarc,a as crianças da escola primária e berçário (creche) voltaram às aulas desde quarta-feira (15). As escolas secundárias e superiores permanecem fechadas, assim como as universidades. Depois de 10 de maio, os dinamarqueses querem relaxar a proibição de reuniões, mas os eventos públicos continuam proibidos.

Hotéis, academias e dentistas também permanecerão fechados.

Noruega

A Noruega pretende permitir que alunos com menos de 12 anos (escola primária) voltem à escola nas próximas semanas.

Suécia

Os suecos continuam a seguir sua própria linha, e um bloqueio nunca foi necessário no país.

Polônia

A Polônia manterá as eleições presidenciais em 10 de maio e também iniciará uma estratégia de saída de bloqueios a partir desta semana. Mais lojas serão abertas, mas sua fronteira permanecerá fechada até 3 de maio.

República Tcheca

A República Tcheca reabrirá as escolas primárias no final de maio, aplicando as devidas medidas de segurança e higiene; com não mais do que 15 alunos por classe e todos deverão usar máscaras faciais.

Shopping centers, restaurantes e atrações turísticas permanecerão fechados.

Fonte: El País

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