ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

07/10/2019 21h09  Atualizado há uma hora


INTERNACIONAIS

Sala de controle de Chernobyl está aberta ao público

Em julho desse ano, o Presidente da Ucrânia, Volydymyr Zelensky, assinou um decreto designando oficialmente Chernobyl como atração turística. Agora, os turistas que visitarem a cidade, poderão entrar no centro de controle do reator nº 4 da Usina Nuclear de Chernobyl, coração da catástrofe de 1986, que mudou para sempre a história da região.

Para acessar a sala, os visitantes deverão utilizar um traje protetor, capacete e luvas. Ao deixar a unidade, todos passarão por dois testes radiológicos para medir a exposição a contaminantes.

O reator da unidade 4, que foi seriamente danificado, e seu sarcófago original foram cobertos por um arco de 32 mil toneladas, chamado de New Safe Confinement. Boa parte do equipamento original não está mais na sala, embora alguns itens como os diagramas de comportamento do reator e fiação envelhecida tenham permanecido.

A cidade e a usina receberam grande aumento no número de turistas após a série Chernobyl, lançada pela HBO em maio desse ano. Em entrevista à Reuters, a guia Viktoria Brozhko, disse que “muitas pessoas vêm aqui, fazem muitas perguntas sobre o programa de TV, sobre todos os eventos. As pessoas estão ficando mais e mais curiosas.”

Perguntada sobre o nível de radiação, ela respondeu: “Durante toda a visita à zona de exclusão de Chernobyl, você fica exposto a aproximadamente dois microsieverts, que é a mesma quantidade de radiação que você recebe ao ficar em casa por 24 horas”.

Chernobyl e a cidade vizinha de Pripyat são o epicentro de uma zona de exclusão de cerca de 3.200 quilômetros quadrados, embora partes dessa área tenham sido visitadas por turistas há muito tempo.

A tragédia, em 1986, resultou em 28 mortes por síndrome de radiação aguda e 15 mortes de crianças por câncer de tireóide. Como os danos causados pela radiação se espalham por anos e anos, o número total de mortes continua a ser objeto de disputa. Algumas estimativas apontam que, a longo prazo, o número de casos de câncer pode chegar a dezenas de milhares.

CNN

Pesquisadores desenvolvem sangue artificial capaz de ser doador universal

(Foto: Pixabay)

Cientistas no Japão desenvolveram um “sangue artificial” que poderá, no futuro, ser utilizado durante transfusões independentemente do tipo de sangue dos pacientes. Publicado na revista médica Transfusion, o estudo desenvolveu um substituto para imitar as funções do sangue biológico, resolvendo o problema das baixas reservas de doações nos hemocentros.

No nosso organismo, a hemoglobina é a proteína que existe no interior dos glóbulos vermelhos e cuja principal função é o transporte de oxigênio. Para substituí-la, a equipe desenvolveu “vesículas de hemoglobina” com um diâmetro de apenas 250 nanômetros que podem servir como transportador de oxigênio.

Os pesquisadores ainda não fizeram o teste em humanos, mas eles já realizaram a transfusão do sangue “substituto” em 10 coelhos. Seis deles sobreviveram: de acordo com o estudo, essa é a mesma taxa de sucesso que uma transfusão de sangue biológica do mesmo tipo.

Ainda não está claro, porém, se esse tipo de sangue poderia levar a problemas de saúde mais graves, já que os pesquisadores não fizeram uma análise a longo prazo. O estudo também alerta que suas descobertas “podem não ser generalizáveis ​​para os seres humanos”.

Apesar das limitações, a pesquisa poderia ajudar a encontrar o tão procurado substituto do sangue universal. Juntamente com a remoção da necessidade de um doador humano, o sangue artificial pode tornar as transfusões de sangue drasticamente mais acessíveis.

“É difícil estocar uma quantidade suficiente de sangue para transfusões em regiões como ilhas remotas”, disse o autor do estudo, Manabu Kinoshita, ao jornal japonês Asahi Shimbun. “O sangue artificial será capaz de salvar a vida de pessoas que de outra forma não poderiam ser salvas.”

Galileu

Fonte: Blog do BG

Alienígenas podem “grampear” asteroide para espionar Terra, sugere artigo

(MARK GARLICK/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images)

Nossa espécie evoluiu muito desde a idade da pedra, mas convenhamos, a humanidade ainda engatinha em sua jornada para virar uma civilização com tecnologia de fato avançada. Mal pisamos na Lua e nem mesmo o Sistema Solar pode ser considerado território familiar. Ainda assim, já sabemos como detectar vida em exoplanetas. E mais: temos um plano viável para enviar sondas a outras estrelas.

Agora imagine que, daqui a alguns séculos, os astrônomos descubram um mundo bem na vizinhança galáctica, a alguns punhados de anos-luz do Sol, com sinais claros da existência de seres vivos em um caminho evolutivo que parece apontar para um resultado parecido com o nosso. Não iríamos querer acompanhar de perto como as coisas se desenrolam?

Pois é: um pesquisador dos Estados Unidos acaba de propor exatamente esse argumento – só que às avessas: seriam os alienígenas que teriam vindo até aqui para espionar a nossa evolução.

Em artigo publicado em setembro no periódico The Astronomical Journal, o físico James Benford desenvolveu os alicerces da ideia improvável – mas não impossível – de que ETs possam ter instalado “escutas” na superfície de algum asteroide ou cometa cuja órbita o mantenha sempre por perto da Terra.

Explicando melhor: de 1997 até hoje, nós descobrimos 15 objetos que se enquadram na categoria de quasi-satélites (assim mesmo, com a letra “i”) – a maioria após 2010. Eles não são satélites de fato, como a Lua, pois estão girando em volta do Sol, e não da Terra. Mas suas órbitas estão praticamente sincronizadas com a nossa, de maneira que planetas e quasi-satélites são como carros de Nascar tirando fina um do outro volta após volta em um imenso circuito oval.

O mais famoso co-orbital (outro nome para quasi-satélite), que foi batizado com o código 2016 HO3, fica a uma distância de mais ou menos 38 vezes a da Lua, e deve permanecer cortejando nosso planeta durante séculos. Seria o local ideal para ETs espiões instalarem um “grampo” para ficar de olho em nosso mundinho azul.

Testar a hipótese de Benford não é nenhum grande desafio do ponto de vista científico ou tecnológico. Bastaria apontar telescópios para os co-orbitais, além de investigá-los com radares. Isso já poderia revelar algum eventual indício de tecnologia extraterrestre ancestral. Mas, obviamente, enviar sondas baratas para explorá-los in loco é a opção mais promissora — e é o que a China pretende fazer em 2022 com o 2016 HO3.

Vale lembrar que os alienígenas hipotéticos provavelmente não teriam implantado grampos nos quasi-satélites da Terra necessariamente para nos espionar. Milhões de anos atrás, eles podem ter detectado a presença de organismos simples como bactérias fotossintetizantes, ou então deram a sorte de observar algo um tanto mais complexo, como os dinossauros. A tecnologia teria ficado lá, ativa ou não. Caçá-la seria como fazer arqueologia de artefatos extraterrestres.

A ideia é uma abordagem alternativa ao método clássico utilizada pela comunidade SETI – grupo cientistas que procuram ETs inteligentes –, que consiste em tentar captar mensagens de rádio vindos de outros cantos da galáxia. Como a tática não deu em nada mesmo após muitas décadas de tentativas, entusiastas desse campo resolveram apostar em novas estratégias, sobretudo na busca por “tecnoassinaturas”: sinais de tecnologia não-humana no Universo.

Mas, afinal, para quê gastar dinheiro com uma proposta que até os mais ferrenhos defensores das pesquisas para encontrar civilizações alienígenas consideram tão incerta? Bem, mesmo se não houver nada de extraterrestres nos co-orbitais, ainda assim faremos descobertas científicas interessantes. E a própria constatação de que, em bilhões de anos, nenhum ET veio xeretar a vida na Terra já seria algo de valor por si só. Cadê todo mundo?

Super Interessante

NACIONAIS

Manchas de óleo

Manchas de óleo continuam a aparecer em todos os estados do nordeste brasileiro

Manchas de óleo continuam a aparecer em todos os estados do nordeste brasileiro

Bolsonaro, ministros e as Forças Armadas se reuniram para discutir o aparecimento de manchas de óleo em 132 praias de todos os estados do Nordeste. O presidente afirmou que o problema não foi provocado pelo Brasil e que existe um país “no radar”.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi ao Sergipe acompanhar uma operação para recolher a substância. Segundo ele, 100 toneladas de borra de petróleo já foram retiradas do litoral nordestino desde o surgimento das manchas no mês passado.

Na Bahia, ambientalistas suspenderam a soltura de filhotes de tartarugas no mar por causa das manchas de óleo.

Eleições no Conselho Tutelar

Eleição no Conselho Tutelar em Embu das Artes, SP — Foto: EVERALDO SILVA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOEleição no Conselho Tutelar em Embu das Artes, SP — Foto: EVERALDO SILVA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Cidades começaram a divulgar o resultado das eleições para Conselho Tutelar, realizadas ontem. Em 17 capitais e no DF já são conhecidos os novos conselheiros. Em Curitiba e outras 12 cidades, a votação foi cancelada, por problemas com urnas e denúncias de irregularidades, como compra de votos.

Neste ano, a eleição ganhou importância devido à polarização dos candidatos, opondo integrantes de alas de igrejas católicas e evangélicas. Em muitos locais, o comparecimento às urnas foi maior que o esperado, e houve filas e demora para votar. Podia participar qualquer pessoa com título de eleitor.

Sínodo da Amazônia

O Papa Francisco participou nesta segunda (7) da 1ª reunião de trabalho do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia — Foto: Claudio Peri/ANSA via APO Papa Francisco participou nesta segunda (7) da 1ª reunião de trabalho do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia — Foto: Claudio Peri/ANSA via AP

Começaram hoje no Vaticano as sessões de trabalho do Sínodo sobre a Amazônia. Durante 3 semanas, a assembleia de bispos vai discutir os desafios da Igreja na região. Na abertura do encontro, o Papa Francisco pediu respeito a indígenas e criticou a ‘colonização ideológica’.

Nobel de Medicina

William Kaelin e Gregg Semenza, dos EUA, e Peter Ratcliffe, do Reino Unido, ganham o Prêmio Nobel de Medicina — Foto: Jonathan Nackstrand / AFPWilliam Kaelin e Gregg Semenza, dos EUA, e Peter Ratcliffe, do Reino Unido, ganham o Prêmio Nobel de Medicina — Foto: Jonathan Nackstrand / AFP

Os americanos William Kaelin e Gregg Semenza e o britânico Sir Peter Ratcliffe ganharam o prêmio Nobel de Medicina por trabalhos que ajudam no combate a doenças como câncer e anemia. A pesquisa dos três envolve o entendimento de como as células detectam e se adaptam à presença de oxigênio.

Guerra na Síria

Turquia lança ofensiva contra curdos na Síria, diz TVTurquia lança ofensiva contra curdos na Síria, diz TV

Um vídeo obtido pela televisão da Síria mostra o início da ofensiva da Turquia contra forças curdas, horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar a retirada de militares norte-americanos do nordeste sírio. Os curdos na região recebiam apoio dos americanos.

Também teve isso…

Ativista é detido pela polícia durante manifestação nesta segunda-feira (7) em Londres — Foto: Alberto Pezzali/APAtivista é detido pela polícia durante manifestação nesta segunda-feira (7) em Londres — Foto: Alberto Pezzali/AP
Pink voa pela Cidade do Rock durante "So What"Pink voa pela Cidade do Rock durante “So What”
Fonte: G1
Por Blog do BG

‘Não é do Brasil, não é responsabilidade nossa’, diz Bolsonaro sobre óleo no Nordeste

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que a responsabilidade pelas manchas de petróleo encontradas em mais de uma centena de praias no litoral nordestino não é do Brasil . Na saída de uma reunião no Ministério da Defesa sobre o tema, ele disse estar “constatado” que o material não é produzido nem comercializado no país e que pode ter sido algo criminoso, um vazamento acidental ou um navio que naufragou.

— Nós estamos investigando, analisando, porque tem um DNA. Por exemplo, não é produzido em nenhum poço brasileiro. E não é comercializado de fora para cá esse tipo de óleo também. Então, [temos] uma certeza: não é do Brasil, não é responsabilidade nossa. A análise continua para saber se a gente consegue detectar de que país é, da onde veio, qual navio petroleiro que derramou esse óleo lá — declarou Bolsonaro.

De acordo com o presidente, foram identificados aproximadamente 140 navios que fizeram o trajeto por aquela região.

— Temos no radar um país que pode ser da origem do petróleo, e continuamos trabalhando da melhor maneira possível para dar uma, não só uma satisfação à sociedade bem como colaborar na questão ambiental — acrescentou.

Questionado sobre a possível origem do óleo, o presidente respondeu que não pode revelar. Antes disso, informou que as manchas começaram a ser analisados há mais de 30 dias, desde o dia 2 de setembro. A ordem de serviço que assinou no sábado, segundo ele, porque a situação persistiu. Na opinião de Bolsonaro, a investigação é “bastante complexa” porque o material migra por correntes marítimas que vêm da África e das Guianas.

Além de Bolsonaro, participaram da reunião os ministros Fernando Azevedo ( Defesa ), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Ernesto Araújo ( Relações Exteriores ) e Ricardo Salles ( Meio Ambiente ), este por videoconferência, de Sergipe, além dos comandantes do Exército , Aeronáutica  e Marinha .

O presidente não soube responder se o governo pode pedir uma indenização ou tomar outras providências caso se descubra a origem dos vazamentos.

— Logicamente, aí entra nessa legislação ambiental, que o ministro do Meio Ambiente (Ricardo Salles), que está agora na região, está voando para cá, ele poderá informar melhor vocês sobre isso — disse.

Segundo ele, o Brasil ainda não fez contatos com países que possam ter despejado o óleo na costa brasileira porque a investigação ainda está em curso. Ele comentou que, em um vazamento como esse, seria natural o comandante informar, “porque acidentes acontecem”, mas isso “infelizmente” não ocorreu. Em seguida, o ministro da Defesa enfatizou que “nada é ou está conclusivo”.

— Isso é importante. A causa não é isso, não é aquilo. Então está sendo investigado. Já foi aberto o inquérito em relação a isso — declarou Fernando Azevedo.

Bolsonaro afirmou ainda que, “com toda a certeza”, as manchas provocam um impacto negativo no turismo, afastando quem estaria interessado em ir para a região, mas destacou que o governo está participando da retirada do óleo que chegou à praia.

Ao ser questionado se ministro do Turismo , Marcelo Álvaro Antônio , participa das conversas sobre o tema, Bolsonaro negou e disse que ele estava na Espanha, mas não se sabe se já voltou ao Brasil. Diante de uma pergunta sobre se o ministro, denunciado na última sexta-feira pelo uso de candidaturas-laranja no PSL em Minas Gerais, ele encerrou a entrevista abruptamente.

Outro assunto tratado na reunião foi a Operação Verde Brasil, na região afetada por queimadas na Amazônia. Bolsonaro disse que os incêndios na área devem ter “a menor média dos meses de setembro, bem como a melhor média desde o século passado”.

— As Forças Armadas e demais órgãos agindo na hora certa porque os incêndios e os focos de calor são uma constante na região por vários aspectos. Então dei os parabéns às instituições envolvidas, tivemos uma pronta resposta não só ao Brasil bem como ao exterior — declarou.

O Globo

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Governo analisa mudança de regra para novos servidores públicos

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

A reforma administrativa que está em elaboração pelo Ministério da Economia pode incluir regras diferentes para quem venha a entrar no serviço público no futuro. A informação foi divulgada hoje (7) pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, durante entrevista a jornalistas, no Palácio do Planalto. Rêgo Barros ressaltou, no entanto, que o governo não cogita mexer na situação jurídica dos atuais funcionários públicos, que devem permanecer, por exemplo, com estabilidade no cargo.

“O presidente não cogita os atuais funcionários públicos de terem a sua situação legal modificada. Que aqueles que venham a adentrar no serviço público, futuramente, [a estabilidade] está sob análise da nossas equipes e, a partir dessa análise, o presidente tomará a decisão, óbvio, em consórcio com o Congresso que, ao fim e ao cabo, deve tomar a decisão final”, disse Rêgo Barros.

Pela manhã, o próprio presidente da República afirmou à imprensa que nunca discutiu acabar com o fim da estabilidade para servidores públicos. A afirmação, feita hoje na saída do Palácio da Alvorada, foi em resposta a uma matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense. De acordo com o jornal, a proposta de reforma administrativa a ser enviada ao Congresso Nacional previa tal medida.

Ministro do Turismo

O porta-voz do governo também reforçou a posição do presidente pela manutenção do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, que foi denunciado pela Procuradoria Eleitoral de Minas Gerais pelo suposto uso de candidaturas-laranjas do PSL no estado nas eleições do ano passado.

“Não há da parte do presidente, nesse momento, qualquer indício ou qualquer formulação de ideia no sentido de substituir o ministro. O ministro se mantém no cargo e detém a confiança do presidente Jair Bolsonaro”, disse Rêgo Barros.

Segundo a denúncia, na condição de presidente estadual do partido, Álvaro Antônio participou da inscrição de candidaturas de fachada de mulheres para permitir o acesso de recursos do fundo eleitoral. O ministro nega as acusações.

Agência Brasil

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Madrasta e padrasto pode postar foto com meu filho nas redes sociais?

Diariamente recebo mensagens do tipo:

“A madrasta do meu filho posta foto com ele nas redes sociais sem minha autorização, o que posso fazer para proibir?”

“Poso proibir a madrasta de postar foto com meu filho no Facebook?”

“Não quero a madrasta postando foto do meu filho no Instagram, o que fazer?”

“Posso proibir meus filhos de tirarem foto com a madrasta?”

“A madrasta do meu filho tem colocado foto dele nas redes sociais dela, o que posso fazer?”

E afinal, a madrasta e o padrasto podem ou não podem postar fotos dos enteados em suas redes sociais?

Para que você entenda como lidar com essa situação é importante você entender 6 (seis) coisas.

Leia a notícia na íntegra AQUI no Justiça Potiguar.

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Às vésperas de leilões, petróleo em praias mostra despreparo do país, diz Greenpeace

O Brasil tem mostrado demora para reagir e evitar danos causados por um petróleo ainda de origem misteriosa que atinge há mais de um mês várias praias do Nordeste, afirmou à Reuters nesta segunda-feira o porta-voz do Greenpeace para assuntos de clima e energia Thiago Almeida.

O cenário é “extremamente preocupante”, disse Almeida, já que o país se prepara para realizar três grandes leilões de áreas exploratórias de petróleo em um mês e tem buscado meios de acelerar os investimentos no setor, como uma forma de estimular a tão abalada economia brasileira.

“Claramente a União não está preparada para responder a um derramamento… É extremamente preocupante que é esse mesmo governo que está leiloando mais de 2 mil blocos pelo Brasil todo”, afirmou Almeida, em uma entrevista por telefone.

Entre outubro e o início de novembro, o Brasil realizará três leilões de áreas de petróleo e gás, sendo dois com foco em ativos no pré-sal.

Na próxima quinta-feira, está prevista a 16ª rodada de licitação de áreas sob regime de concessão. Depois, o país realizará em 6 de novembro o leilão do petróleo excedente da região da cessão onerosa. No dia seguinte, o governo faz a 6ª rodada do pré-sal.

“O governo nem mesmo conseguiu identificar a origem e encontrar os responsáveis, e a gente vê aí as manchas de óleo afetando animais marinhos, praias, pessoas, turismo e a economia dessas regiões.”

De acordo com mapa divulgado no domingo à noite pelo Ibama, o óleo já se espalha pelas costas de Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, onde chegaram mais recentemente.

Nesta segunda-feira, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que equipes dos órgãos ambientais Ibama e ICMBio recolheram mais de 100 toneladas de borra de petróleo no litoral do Nordeste desde o início de setembro.

Acionada pelo governo para auxiliar nas investigações, a Petrobras (PETR3;PETR4) informou que o petróleo encontrado nas praias é cru e não foi produzido em território brasileiro.

Depois disso, várias especulações surgiram no mercado sobre qual poderia ter sido a origem do vazamento.

“É muita informação desencontrada, muita falta de informação. Quem deveria ter essas respostas e já demorou mais de um mês é o governo”, disse Almeida, ressaltando que há meios científicos para buscar a origem desse petróleo e entender melhor o que aconteceu.

Ele evitou falar sobre hipóteses sobre a origem do petróleo, que aparece nas praias do Nordeste há mais de um mês.

Em um raro comentário público sobre o caso, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira que uma investigação está em curso para determinar a origem do petróleo.

Depois de uma reunião com as Forças Armadas e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que participou por videoconferência de Aracaju, Bolsonaro disse ainda que o petróleo “não parece vir de uma plataforma” e pode ser criminoso ou de algum navio afundado.

Procurado, o Ministério de Meio Ambiente não comentou o assunto imediatamente.

Moneytimes

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Procuradoria investiga se PF faz ‘cobrança abusiva’ para emitir passaportes

O Ministério Público Federal em Santo Ângelo (RS), com aproximadamente 77 mil habitantes e distante 351 quilômetros de Porto Alegre, abriu inquérito civil público para averiguar se a Polícia Federal estaria realizando ‘cobranças abusivas‘ para a emissão de passaportes.

O gasto para a confecção dos documentos, incluindo fabricação, personalização e fornecimento, é de R$ 74, informou a Casa da Moeda do Brasil, entidade pública responsável pela manufatura dos passaportes, ao Ministério Público Federal.

Ao mesmo tempo, o valor cobrado atualmente para a concessão do passaporte pela PF é de R$ 257,25.

A Procuradoria defende a necessidade de entender os motivos para a diferença, uma vez que ‘se trata de modalidade de tributo vinculado a uma atuação estatal específica, não se admitindo, portanto, sua utilização para aparelhar e financiar atividades gerais e essenciais do Estado, que são custeados pelos impostos’.

O pagamento da taxa deve ser feito após a pessoa se certificar de que possui todos os documentos e fazer a inscrição no site da PF. Após preencher o formulário, é gerado um boleto, que deve ser pago a partir de uma hora depois.

De acordo com o próprio site da PF, o valor é de R$ 257,25, mas pode ser superior em alguns casos.

Polícia Federal

“A Polícia Federal apenas presta o serviço de expedição de passaporte, conforme Decreto nº 5978/2006. O serviço público é remunerado por taxa estipulada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, no qual a Polícia Federal está inserida, na Portaria 927/2015. O valor pago pelo requerente de passaporte vai para a conta do Tesouro Nacional.”

Estadão Conteúdo

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STF anula cobrança automática de contribuições a sindicatos imposta em dissídio coletivo

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), anulou em medida cautelar (decisão provisória) cláusulas de um dissídio coletivo homologado pelo TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo) que previam o desconto em folha das contribuições sindicais e assistenciais.

O dissídio em questão foi acertado pelo tribunal em agosto, após acordo firmado entre o Sinddpd (sindicato dos empregados das categorias relacionadas a tecnologia da informação) e o Seprosp (sindicato patronal do setor).

O TRT-2 havia entendido que “os trabalhadores não precisam autorizar expressa e individualmente o desconto das contribuições assistencial e sindical de seus respectivos salários, sendo suficiente (…) a decisão tomada nas assembleias da categoria”.

A decisão de Lewandowski, proferida em 27 de setembro, atendeu a um pedido da empresa Thompson Reuters, que solicita à corte a anulação das três cláusulas do acordo que fazem referência às contribuições, sob o argumento que elas contrariavam a jurisprudência do Supremo e limitam a liberdade de associação.

O dissídio previa que as empresas deveriam repassar mensalmente ao Sindpd 1% do salário de todos os empregados do ramo, sindicalizados ou não, com um limite de R$ 40. O valor corresponderia à contribuição assistencial, usada para custeio de atividades sociais realizadas pelo sindicato, por exemplo.

Também estipulava o desconto de um dia de trabalho dos trabalhadores a título de contribuição sindical repassada ao Sindpd, além do pagamento por parte das empresas do setor da contribuição confederativa ao Seprosp.

Em sua decisão, Lewandowski cita resoluções anteriores do Supremo que afirmam ser inconstitucional que acordos ou convenções coletivas imponham compulsoriamente o pagamento das contribuições assistenciais e sindicais.

“Parece-me que o acordo homologado, nos pontos em que é contestado, (…) ofende, de maneira incontestável, a autoridade desta Corte”, afirma.

Ele suspendeu os efeitos das cláusulas até que o Supremo tenha uma decisão final sobre o caso. Na prática, o pagamento das três contribuições passa a não ser obrigatório para toda a categoria.

Segundo o Sindpd, as cláusulas são legais porque foram aprovadas em assembleia de trabalhadores e permitem o direito de oposição, isto é, que o trabalhador opte pelo não pagamento das taxas ao sindicato.

“Fomos notificados nesta quinta (3) e vamos recorrer. Não é compulsório e está dentro da lei. Vamos nos defender no Supremo”, diz o presidente da entidade, Antônio Neto.

“A reforma trabalhista diz que as contribuições têm de ser voluntárias, com a anuência prévia e expressa do trabalhador. O STF já decidiu em junho do ano passado que essa alteração é constitucional. O entendimento é que a autorização tem de ser individual, e não coletiva”, diz Sólon Cunha, professor da FGV Direito.

Ele afirma que o TRT-2 homologou o acordo porque não havia oposição nem da entidade representante dos trabalhadores.

Segundo ele, a divergência sobre a necessidade da autorização individual para os filiados a sindicatos. “Há juízes que dizem que a regra vale apenas para não filiados, e não para os sindicalizados”.

Já para Gisela Freire, sócia do escritório Cescon Barrieu, “qualquer desconto em folha depende de autorização prévia e expressa, o que significa individual, do trabalhador”.

Segundo ela, Lewandowski entendeu que homologar o acordo com as contribuições automáticas aprovadas em assembleia fere a liberdade de associação dos empregados.

“O ministro do STF não agiu bem ao associar a cobrança automática com lesão ao princípio da liberdade sindical, já que a OIT [Organização Internacional do Trabalho] entende que é compatível a cobrança quando aprovada em acordo ou convenção coletiva”, diz Antônio Rodrigues de Freitas, professor da USP.

“A decisão precisa ser cumprida, mas não se sustenta do ponto de vista jurídico se o acordo prevê o direito de objeção individual ao trabalhador. Não vejo inconstitucionalidade nesse caso”, diz.

Folhapress

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Ministro do Turismo rejeita se afastar após ser acusado no caso dos laranjas do PSL

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, negou nesta segunda-feira (7) a possibilidade de se afastar do cargo após ser indiciado pela Polícia Federal e denunciado pela Promotoria de Minas Gerais no caso das candidaturas laranjas do PSL.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, Álvaro Antônio repetiu três vezes, durante quase dez minutos, que irá se defender diante da Justiça e não deixará a pasta do governo Jair Bolsonaro (PSL).

“Quem não deve não teme. Por que eu me afastaria, sendo que eu tenho minha consciência tranquila? Eu respeito muito o trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público estadual, do Ministério Público Federal, da Justiça brasileira e eu vou ter minha oportunidade de, na Justiça, provar que, realmente, a minha conduta foi absolutamente idônea a frente do partido”, disse.

Já o presidente Jair Bolsonaro voltou a evitar responder nesta segunda sobre a situação do ministro, assim como havia feito na última sexta (4). Questionado sobre a permanência de Álvaro Antônio, encerrou uma entrevista. “Tá ok, obrigado”, disse ao sair do Ministério da Defesa.

Nesta segunda, a Folha revelou que a PF sugeriu uma nova investigação relacionada ao ministro, sobre suspeita de caixa dois na campanha. O depoimento de um assessor e uma planilha apreendida indicaram pagamentos por fora para abastecer as campanhas dele e do presidente.

Álvaro Antônio, que foi o deputado federal mais votado de Minas Gerais em 2018 e era presidente estadual no PSL na época, afirmou que sempre zelou pelas regras da lei eleitoral e que foi denunciado sem haver menções a seu nome nos autos ou citações, apenas com base na teoria do domínio de fato.

“Pelo fato de eu ser presidente do partido, eu teria que dar conta de todos os atos e ações de todos os membros do partido, sem ter absolutamente uma citação sequer ao meu nome. Vou fazer uma comparação grossa aqui. É como se o office boy aqui da Rádio Itatiaia, que é uma função nobre, cometesse qualquer delito na rua e o presidente da Itatiaia fosse responsabilizado por isso”, comparou.

Segundo ele, a campanha em Minas Gerais, um estado com 853 municípios, foi feita de carro, e seria impossível na coordenação de uma campanha “tão grande” dar conta do que fazia cada membro do partido. O ministro alega que o dinheiro das candidatas veio direto do diretório nacional do PSL e não passou pela executiva estadual, ou seja, que ele não teria como saber da condução dada a verba.

“Eu jamais orientei qualquer candidato ou candidata a contratar qualquer fornecedor que seja”, afirmou.

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou Marcelo Álvaro Antônio e outras 11 pessoas na última sexta-feira (4) sob acusação de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

O promotor do caso, Fernando Abreu, afirmou que todos os denunciados agiram em coautoria no esquema que teria usado verbas de campanha destinadas por lei a quatro candidatas mulheres para beneficiar candidaturas de homens do PSL.

Com base em provas de autos, a Promotoria apontou o atual ministro e o deputado estadual Professor Irineu como maiores beneficiados. O esquema funcionaria através de emissão de notas subfaturadas por parte das gráficas, fazendo a transferência dos valores das campanhas femininas para produzir material de outros candidatos.

O ministro foi ouvido pela PF e pela Promotoria no decorrer da investigação e pode apresentar sua versão dos fatos e documentos para colaborar com o inquérito, segundo Abreu.

“Ainda que o inquérito seja sigiloso e não tenha previsão de contraditório, para todos investigados nós deferimos a possibilidade de produção de prova porque o objetivo final não era denunciar A ou B, era esclarecer a verdade para que ela fosse submetida à Justiça”, disse o promotor a jornalistas na sexta.

O ministro chamou de “mentira deslavada” reportagem publicada pela Folha no domingo, que mostrou o depoimento de seu ex-assessor Haissander Souza de Paula à PF, onde este afirma achar que “parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Jair Bolsonaro”.

O ministro também respondeu sobre a “irritação” do presidente Jair Bolsonaro com as reportagens publicadas pela Folha —Bolsonaro afirmou que o jornal “desceu às profundezas do esgoto”.

“Eu acho que o principal ponto de um jornalismo sério é levar a verdade, é informar as pessoas, o eleitorado, informar a sociedade brasileira com a verdade. E a Folha de S.Paulo, acho que ninguém tem mais dúvida, que é um jornal político, partidário, ideológico de esquerda, que vem contribuindo para piorar cada dia mais a imagem do Brasil. Esse é o motivo da irritação do presidente Bolsonaro”, declarou.

Folhapress

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‘O Instituto Lula era uma romaria de empresários’, diz Marcelo Odebrecht

O empresário Marcelo Odebrecht disse nesta segunda, 7, que ‘o Instituto Lula era uma romaria de empresários’. Em depoimento à Justiça Federal, no âmbito de ação penal em que o ex-presidente é réu por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, Odebrecht declarou que, após a saída de Lula da Presidência, ‘havia sim um descontentamento enorme da classe empresarial em relação ao rumo que estava tomando o governo Dilma‘. Segundo Odebrecht, era ‘extremamente difícil’ de lidar com Dilma. “Essa a avaliação de todos.

Esses empresários, entre os quais, meu pai, não cansavam de ir até Lula para tentar ver se ele influenciava ela (Dilma) de alguma maneira.”

O empresário foi ouvido em uma Vara Federal de Osasco (Grande São Paulo), por meio de vídeo conferência. O processo, sobre negócios em Angola, na África, tramita na 10.ª Vara Federal de Brasília.

O juiz Vallisney Oliveira perguntou a Odebrecht. “Os srs utilizavam o ex-presidente Lula para fazer algum pedido ao governo da ex-presidente Dilma? Ele (Lula) trabalhava, entre aspas, pela empresa?, fazia algum favor para a empresa junto ao governo? Aqui (no processo) tem um crime de tráfico de influência. O sr como colaborador o que pode dizer sobre isso?”

“A maior dificuldade que tinha com a presidente Dilma era, por exemplo, no nosso caso, o projeto do etanol que o presidente Lula incentivou a Odebrecht entrar e, depois, a presidente Dilma fez várias medidas que foram contra”, respondeu o empresário. “Então, tinha sim, nós, empresários, recorríamos a Lula para tentar influenciar Dilma porque entendíamos que os rumos do governo não estão sendo dos mais adequados.”

Odebrecht reiterou que ‘o Instituto Lula virou uma romaria de empresários’.

“Mas eu não diria que nesse processo foi feito nada de ilícito, era uma coisa normal de um presidente que saiu e que colocou a sucessora dele.”

O juiz insistiu. “E por que o sr. se utilizava do ex-presidente?’

O empresário começou a responder. “Excelência, a percepção que existia em todo o meio empresarial…”

O juiz interrompeu e retomou a palavra. “Quero entender porque (o processo) é um tráfico de influência. Tem que ter alguma promessa do réu nesse caso específico.”

“Nesse caso específico não me lembro de nada, a gente pode ter pedido para ele reforçar lá alguma coisa. Acho que é normal, a gente fazia isso com os presidentes quando viajavam, presidentes e ex-presidentes, nós atualizávamos eles o que estávamos fazendo nesses países, lobby positivo a favor das empresas.”

Ainda ao ser indagado sobre palestras relativas ao Instituto Lula, Odebrecht explicou. “Soube que houve um combinado do meu pai com Lula, ou Alexandrino (Alencar, executivo do grupo), não sei ao certo, para se fechar algumas palestras. Assim como soube que várias outras empresas no Brasil e no exterior contrataram o presidente Lula para fazer palestras. Qual foi a motivação que meu pai contratou essas palestras, acho mais correto escutar diretamente dele.”

Odebrecht seguiu. “Havia duas razões: havia intenção de ajudar o Instituto Lula, como ajudamos o Instituto FHC. O presidente Lula era pessoa que tinha imagem bastante positiva em várias países em que a gente atuava. Ao contratar ele para umas palestras não deixara de ser um trabalho de relações públicas.”

O empresário ressaltou que avisou o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma) que R$ 15 milhões foram reservados a Lula e que esse valor sairia da “Planilha Italiano” – fluxo de dinheiro da empreiteira para o PT e para o Instituto. Ele disse que o dinheiro das palestras seria descontado da planilha, sem avisar Lula.

“No nosso entendimento, Instituto Lula fazia parte do projeto politico do PT.”

Estadão Conteúdo

Salles diz que mais de 100 toneladas de borra de petróleo foram recolhidas no Nordeste

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse nesta segunda-feira que equipes dos órgãos ambientais Ibama e ICMBio recolheram mais de 100 toneladas de borra de petróleo no litoral do Nordeste desde o início de setembro.

O comentário, no Twitter, foi publicado após o ministro ter ido a Sergipe para vistoriar regiões impactadas pelo óleo, que tem se espalhado pelo litoral do Nordeste desde o mês passado. Ele ainda publicou na rede social fotos nas quais acompanha técnicos do Ibama em uma praia repleta de manchas de petróleo.

“Desde 2 de setembro as equipes do Ibama e ICMBio, (têm atuado) junto aos 42 municípios (impactados pelas manchas), Marinha e demais órgãos no recolhimento de mais de 100 toneladas de borra de petróleo”, escreveu Salles.

No último sábado (5), uma das praias mais frequentadas do litoral de Fortaleza, a praia do Futuro, amanheceu imprópria para o banho por causa do aparecimento das manchas de óleo. A Semace (Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará) orientou os frequentadores que insistirem no banho de mar a evitarem o contato com o material tóxico.

No fim do dia, o presidente Jair Bolsonaro determinou que a Polícia Federal, o comando da Marinha e o Ministério do Meio Ambiente investigassem as causas e responsabilidades do surgimento das manchas nas praias do Nordeste.

A determinação foi publicada em edição extra do DOU (Diário Oficial da União). O texto estabelecia que as informações coletadas e as providências adotadas fossem apresentadas à Presidência da República em 48 horas.

No âmbito do Ministério do Meio Ambiente, as apurações serão feitas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

As apurações devem ocorrer, segundo o despacho de Bolsonaro, “sem prejuízo de ações coordenadas com o comando do Exército e com o comando da Aeronáutica”.

Segundo o Ibama, a análise das amostras do óleo feitas pela Petrobras e pela Marinha revelou que a substância não é de origem brasileira. Em nota, a Petrobras afirma que o material encontrado não é produzido e nem comercializado pela empresa, mas não explica como a análise foi feita.

Sobre os riscos para a saúde, a dermatologista Alessandra Romiti, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, disse à Folha que o contato de banhistas e pescadores com o óleo pode causar irritações na pele e alergias.

“Os dois principais riscos para a pele são a reação alérgica, que pode gerar coceira e vermelhidão e a formação de acnes de oclusão, ou seja, acnes geradas pelo excesso de óleo na pele, similar a quando se passa produtos oleosos demais como os protetores solares.”

Romiti destaca que se deve tomar cuidado com a região dos olhos, nariz e boca. Ela orienta que, em caso de contato com o material e eventual irritação na pele, deve-se procurar um dermatologista para o tratamento, que varia do uso de pomadas e sabonetes específicos à prescrição de remédios de ingestão oral.

Em nota, o Ibama corrobora a versão da dermatologista e acrescenta que o petróleo cru “pode conter compostos considerados cancerígenos”.

Reuters

 

‘Está cheio de doutor sem emprego, mas é difícil encanador passar fome’, diz ministro da Educação ao defender ensino técnico

Ministro da Educação em evento em São Paulo — Foto: Marina Pinhoni/G1

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a criticar as universidades federais e defendeu o ensino técnico em evento nesta segunda-feira (7) em São Paulo.

“A escola pode ensinar um ofício. Aí vem o preconceito desses ‘intelectualóides’ que acham que escola técnica não é boa porque ensina ofício. Tem que ser doutor. Está cheio de doutor sem emprego, mas é difícil ter um bom encanador passando fome ou na fila do Bolsa Família. É difícil um eletricista, um técnico bom, que não consegue se virar”, disse Weintraub.

O Brasil registrou 12,6 milhões de desempregados no trimestre encerrado em agosto, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com Weintraub, o governo federal vai lançar nesta terça-feira (8) um novo programa nacional para incentivar o ensino técnico no Brasil. “Nossa meta até o final do governo é aumentar em 80% o número de alunos no ensino técnico”.

O ministro deu as declarações durante a entrega de 180 ônibus escolares a 144 municípios do estado de São Paulo no programa do Ministério da Educação (MEC) chamado “Caminhos da Escola”. O investimento de R$ 40,7 milhões foi liberado por meio de emendas parlamentares de deputados federais.

Weintraub voltou a afirmar que a prioridade do governo Jair Bolsonaro (PSL) é a educação infantil e criticou as universidades federais, que já passaram por dois grandes contingenciamentos de verbas desde abril, que somam R$ 6,1 bilhão.

“Tenho sofrido críticas porque falo que a Educação tem que ser prioritária para creches e pré-escola e não para universidade federal. Mas cada universidade federal custa mais de R$ 3 bilhões por ano. Com uma delas a gente põe todas as crianças na creche na pré-escola”, diz.

Na semana passada, o MEC anunciou a liberação de R$ 1,99 bilhão da pasta que será destinado, principalmente, para universidades e institutos federais. Ao todo, R$ 3,8 bilhões ainda seguem bloqueados.

O ministro disse ainda que assumiu o MEC após “décadas de destruição, bagunça e balbúrdia” e que sua gestão está redefinindo gastos do “recurso escasso”.

“É uma turma [das universidades federais] que recebia bilhões como se não houvesse amanhã e pede mais R$ 50 milhões, R$ 60 milhões, enquanto está faltando ônibus para crianças”.

Weintraub afirmou que manterá, no entanto, o orçamento das universidades federais para o ano que vem, mas não detalhou se haverá mais contingenciamento de verbas.

“A gente não quer aumentar [o recurso]. A gente quer manter. Inclusive está no orçamento que foi enviado para o Congresso que a gente mantém o orçamento delas”.

Para obter mais recursos, segundo o ministro, as universidades devem recorrer ao Future-se, programa do MEC que pretende aumentar a participação privada no orçamento das federais. A proposta ainda está sob consulta pública, mas já levantou críticas de que pode ferir a autonomia de gestão.

“No Future-se, quem quiser mais recurso pode buscar na iniciativa privada. A consulta pública é feita justamente para escutar a sociedade, fechar uma nova proposta e encaminhar para o Congresso. O Congresso soberano vai decidir o que fazer”, diz.

G1

 

Mourão é condecorado ao penúltimo grau na hierarquia maçônica

Foto: (Adriano Machado/Reuters)

Hamilton Mourão foi condecorado ao penúltimo grau na hierarquia maçônica — o 32º do Rito Escocês, informa o blog de Lauro Jardim.

Mourão passou de “grande inspetor” a “soberano príncipe da maçonaria”.

O Antagonista

LOCAIS

Novo sistema de filiação partidária é apresentado pelo TRE a partidos políticos

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) apresentou aos partidos políticos estaduais o novo Sistema de Filiação Partidária – FILIA, instituído pela Resolução TSE n°. 23.596, de 20 de agosto de 2019. Promovido pela Secretaria Judiciária Eleitoral do TRE-RN, o evento teve o objetivo de detalhar as principais mudanças do sistema, bem como as orientações para o encaminhamento de dados pelos partidos políticos à Justiça Eleitoral.

A abertura foi realizada pelo presidente do TRE-RN, Desembargador Glauber Rêgo, que ressaltou a importância do encontro. “Essa é uma oportunidade de tratarmos sobre o novo sistema de filiação partidária, que está diretamente relacionado com as eleições municipais do próximo ano. Quem pretende se candidatar deve estar, até seis meses antes do pleito, com o domicílio eleitoral no local em que deseja ser candidato e também filiado a algum partido. A filiação será realizada por meio do novo sistema, por isso a importância de sanar todas as dúvidas”, explicou.

“O sistema possibilita a autonomia partidária, porque confia aos partidos políticos o registro de todos os filiados sem interferência da Justiça Eleitoral. Eles que cuidarão diretamente do sistema de filiação, sendo os responsáveis por alimentá-lo e geri-lo livremente. Além disso, também traz muito mais celeridade ao processo, porque está integrado vinte e quatro horas com outros sistemas do TRE. É um momento de inovação e avanço da Justiça Eleitoral”, destacou a Secretária Judiciária, Lígia Limeira, acerca das melhorias trazidas pelo sistema.

Todos os detalhes sobre o novo Sistema de Filiação Partidária – FILIA foram apresentados pela servidora Kassia Rego, vinculada à Seção de Jurisprudência, Legislação e Dados Partidários (SJDP). Conforme explicou a servidora, por meio da plataforma é possível gerenciar usuários de partidos políticos; gerenciar o cadastro de filiados; gerenciar relações internas de filiados; emitir a certidão de filiação partidária; e consultar relações oficiais e internas de filiados. Atualmente, a competência para gestão do sistema é da Presidência do TRE-RN, com apoio da Secretaria Judiciária, através da SJDP.

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Centro de Controle de Zoonoses disponibiliza novos locais de vacinação antirrábica em Natal

Foto: Divulgação

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) estabeleceu novos locais de vacinação antirrábica em Natal (confira ao final do texto). A Campanha, que iniciou em 19 de agosto, segue até 18 de outubro de 2019.

A intenção da Campanha é controlar a circulação do vírus da raiva canina e felina e, assim evitar casos de raiva nesses animais e a sua transmissão para humanos, para isso é preciso imunizar o maior número de animais.

O Centro de Controle de Zoonoses também está realizando a vacinação para as pessoas que têm mais de cinco animais e condomínios, bastando ligar para o número 3232 8235 para agendamentos.

A semana de vacinação antirrábica compreende 7 a 11 de outubro nos seguintes locais:

LESTE (PORTA A PORTA)

Bairro: Alecrim

Vila Naval

OESTE (PORTA A PORTA)

Bairro: Cidade da Esperança

NORTE I

Bairro Pajuçara

Ponto fixo: UBS Pajuçara

Bairro: Redinha (PORTA A PORTA)

Redinha Velha e Jardim das flores

NORTE II (PORTA A PORTA)

Bairro: Potengi

Conjunto Soledade II

SUL (PORTA A PORTA)

Bairro: Ponta Negra

Ruas: Poeta Jorge Fernandes; Aristides Porpino; Rua do Golfinho; Manoel B de Araújo; Luis Estevam.

Bairro: Capim Macio

Ruas: Profº Paulo Pinheiro; Profº João Machado; Adolfo Ramires; Levy Hijino Jales; Profº Jose Gurgel; Manoel Vilar; Odilon Gomes de lima; José Praxedes; José Seabra.

Bairro: Planalto

Rua Dos cometas; Rua Paracati; Rua Santo Onofre; Rua Dom Antônio de Almeida Lustosa.

Polícia Civil decide realizar paralisação no próximo dia 21 de outubro

Categoria espera, a partir desta medida, que o Governo do Estado acelere processos de progressão e promoção para agentes e escrivães

07/10/2019 às 11:57

José Aldenir / Agora RN
Cerca de 80% da força da Polícia Civil aguarda há três anos, em média, para alcançar um novo nível operacional

Os policiais civis do Rio Grande do Norte decidiram nesta segunda-feira, 7, realizar paralisação das atividades no próximo dia 21 de outubro. A categoria espera, a partir desta medida, que o Governo do Estado acelere processos de progressão e promoção para agentes e escrivães. Cerca de 80% da força da Polícia Civil aguarda há três anos, em média, para alcançar um novo nível operacional.

A deliberação sobre a parada aconteceu na sede do Sindicato da Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Sinpol), no bairro de Cidade Alta, na zona Leste de Natal. Em uma concorrida assembleia geral, com a presença de quase 200 profissionais – entre agentes, escrivães e aposentados –, a definição fina foi a de que a categoria precisa recrudescer nas exigências feitas ao Governo do Estado.

“Nossa pauta é simples, e tem a ver com as nossas promoções e progressões. O nosso projeto de reestruturação é todo voltado para isso. Esperamos que o Governo do Estado cumpra com o termo de acordo assinado com a categoria. Queremos que as negociações avancem e não fiquem apenas na embromação”, disse Nilton Arruda, presidente do Sinpol.

Ele revelou, ainda, que as negociações com os representantes do governo estadual acontecem desde julho passado. Um termo de acordo foi assinado no mesmo mês delimitando o compromisso da Secretaria Estadual de Administração (Sead) em deflagrar as ações de progressão e promoção dos policiais. “Não andou nada até agora. Os processos de progressão já concluídos não foram implantados. Queremos que o Governo cumpra com o acordo. As progressões e promoções são direitos dos policiais civis”, detalhou.

Segundo o Sinpol, mais de 80% dos policiais civis no Rio Grande do Norte– de um quadro de 1,39 mil profissionais – estão prejudicados sem as progressões de carreira. A média de atraso está entre 2 a 3 anos. “Eu sou um dos policiais que estão esperam pela progressão. Espero subir de nível desde 2015. São quatro anos de atraso na minha promoção. Isso é um absurdo”, diz.

Ainda de acordo com Nilton Arruda, representantes do governo estadual convocaram uma reunião para o próximo dia 15. A pauta será discussão será relacionada com a reestruturação da carreira da Polícia Civil. Caso o encontro traga avanços, a paralisação do dia 21 será suspensa. “Nós temos um processo concluído e se espera que as progressões sejam aprovadas. Caso o Governo não queira, de forma concreta, negociar e dar celeridade aos pontos acordados, nós faremos a paralisação”, encerrou.

Fonte: Agora RN

 

Henrique rebate Janot e diz que livro é “desmoralizado por mentiras e contradições”

Em sua obra, Janot afirma que Henrique Alves pediu pessoalmente para ele e o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, não fossem investigado

07/10/2019 às 11:22

Agência Brasil

Ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara Henrique Alves

O ex-ministro do Turismo Henrique Alves rebateu as acusações contra ele contidas no livro de memórias escrito pelo ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot. De acordo com o ex-ministro, “o livro é desmoralizado por mentiras e comprovadas contradições”.

Em sua obra, “Nada Menos Que Tudo”, Janot afirma que Henrique Alves pediu pessoalmente que ele e o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, não fossem investigados. Segundo o relato de Janot, o ex-ministro chorou ao saber que seu nome ficaria fora de investigação, e teria enviado cachaça em forma de agradecimento.

“Os absurdos e má-fé do ex-PGR Rodrigo Janot, citando meu nome – e reproduzidos aqui no RN – não merecem sequer resposta”, publicou o também ex-presidente da Câmara dos Deputados em sua conta no Twitter, no domingo, 6.

Henrique Alves foi alvo da Justiça em junho de 2017, quando foi preso em um desdobramento da Operação Manus, que investigava corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas. Em julho de 2018, o ex-ministro, que se encontrava em prisão domiciliar, foi autorizado a aguardar o julgamento em liberdade.

Fonte: Agora RN

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