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CIÊNCIAS: PESQUISADORES DESCOBREM QUE GOTÍCULAS COM CORONAVÍRUS PERMANECEM MAIS TEMPO NO AR DO QUE SE PENSAVA ANTES

Estudos científicos mais recentes mostram que, ao contrário do que se pensava até então as gotículas exaladas em espirros de pessoas infectadas permanecem bem mais tempo em suspensão no ar do que se pensava anteriormente. os chamados. Isso inclui o ar que uma pessoa infectada exala ao espirrar: os vírus infecciosos estão em gotículas líquidas de tamanhos diferentes, com gás entre elas. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa descoberta incrível!

Gotículas com coronavírus duram mais tempo do que se pensava

Descoberta de pesquisadores austríacos e italianos mostra que é preciso estudar mais esses fenômenos para chegar a conclusões mais eficientes sobre distanciamento e uso de máscara

Simulações de computador mostram quanto tempo pequenas gotas podem permanecer suspensas no ar. Crédito: Universidade de Tecnologia de Viena

É mais fácil se infectar no inverno do que no verão – isso é verdade para a covid-19, para a gripe e para outras doenças virais. A umidade relativa desempenha um papel importante nisso. Ao ar livre, o risco é muito mais alto do lado de fora no inverno do que no verão, como pode ser visto pelo fato de que nossa respiração se condensa em gotas no ar frio.

Modelos anteriores presumiam que apenas gotas grandes representam um risco relevante de infecção, porque pequenas gotas evaporam rapidamente. Na Universidade de Tecnologia de Viena (Áustria), no entanto, em cooperação com a Universidade de Pádua (Itália), demonstrou-se agora que isso não é verdade: devido à alta umidade do ar que respiramos, mesmo pequenas gotas podem permanecer no ar por muito mais tempo do que anteriormente assumido. O estudo foi publicado na revista PNAS.

Simulações e cabeças de plástico

O prof. Alfredo Soldati e sua equipe do Instituto de Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor da Universidade de Tecnologia de Viena estão pesquisando fluxos compostos por diferentes componentes – os chamados “fluxos multifásicos”. Isso inclui o ar que uma pessoa infectada exala ao espirrar: os vírus infecciosos estão em gotículas líquidas de tamanhos diferentes, com gás entre elas.

Essa mistura leva a um comportamento de fluxo relativamente complicado: tanto as gotículas quanto o gás se movem, ambos os componentes influenciam um ao outro e as próprias gotículas podem evaporar e se transformar em gás. Para chegar ao fundo desses efeitos, foram desenvolvidas simulações de computador, nas quais a dispersão das gotas e do ar respirável pode ser calculada em diferentes parâmetros ambientais – por exemplo, em diferentes temperaturas e umidade.

Além disso, foram realizados experimentos. Um bico com uma válvula controlada eletromagneticamente foi instalado em uma cabeça de plástico para pulverizar uma mistura de gotículas e gás de uma maneira precisamente definida. O processo foi gravado com câmeras de alta velocidade. Assim, foi possível medir exatamente quais gotas permaneceram no ar e por quanto tempo. A equipe de Francesco Picano, da Universidade de Pádua, também esteve envolvida no projeto de pesquisa.

Desaceleração do processo

“Descobrimos que pequenas gotas permanecem no ar uma ordem de magnitude maior do que se pensava”, afirmou Soldati. “Há um motivo simples para isso: a taxa de evaporação das gotas não é determinada pela umidade relativa média do ambiente, mas pela umidade local diretamente no local da gota.” O ar exalado é muito mais úmido do que o ar ambiente, e essa umidade exalada faz com que pequenas gotículas evaporem mais lentamente. Quando as primeiras gotas evaporam, isso localmente leva a um aumento da umidade, desacelerando ainda mais o processo de evaporação de outras gotas.

“Isso significa que pequenas gotículas são infecciosas por mais tempo do que o previsto, mas isso não deve ser motivo para pessimismo”, disse Soldati. “Isso apenas nos mostra que é preciso estudar tais fenômenos da maneira correta para compreendê-los. Só então podemos fazer recomendações cientificamente sólidas, por exemplo, no que diz respeito a máscaras e distâncias de segurança.”

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‘AMPLITUDE’ DE ATAQUE CIBERNÉTICO À EMPRESAS NOS EUA É DESTACADO PELO FBI

FBI destaca ‘amplitude’ do ataque cibernético nos EUA

Invasão a empresa que vende programas para varejo fez hackers espalharem vírus por mais de mil empresas no mundo

INTERNACIONAL

 por AFP

Ataques com ransomware vêm se espalhando pelos EUA nas últimas semanas

KACPER PEMPER / REUTERS – ARQUIVO

O FBI destacou neste domingo (4) que a “amplitude” do ataque cibernético em curso desde sexta-feira contra a empresa Kaseya, que afeta seus clientes nos EUA e vários outros países, poderia impedir uma resposta a todas as vítimas individualmente.

Os hackers atacaram a Kaseya na sexta-feira, pouco antes do fim de semana prolongado do Dia da Independência nos Estados Unidos, para exigir um resgate de potencialmente mais de 1.000 empresas por meio do software de gerenciamento oferecido por essa empresa norte-americana.

“Se você acredita que seus sistemas foram comprometidos, encorajamos você a usar todas as medidas recomendadas e seguir o conselho da Kaseya para desligar imediatamente os servidores (que hospedam o software afetado) e relatar isso ao FBI”, informou a autoridade em uma mensagem.

“Embora a escala deste incidente possa nos impedir de responder a cada vítima individualmente, todas as informações que recebemos serão úteis para combater essa ameaça”, enfatizou.

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O FBI abriu uma investigação e está trabalhando com a Agência de Segurança de Infraestrutura e Cibersegurança dos Estados Unidos (CISA) e outras agências “para entender a escala da ameaça”.

O presidente americano, Joe Biden, declarou no sábado que ordenou uma investigação, em particular para determinar se o ataque veio ou não da Rússia. “Ainda não temos certeza”, havia dito.

É difícil estimar a extensão desse ataque de “ransomware”, um tipo de programa que paralisa sistemas de computador e exige um resgate financeiro para desbloqueá-los.

De acordo com a Kaseya, menos de 40 clientes foram afetados, mas alguns deles também têm outros clientes, e o ataque pode ter se espalhado para centenas ou até milhares deles.

Com sede em Miami, a Kaseya, que afirma ter mais de 40.000 clientes, oferece ferramentas de TI para empresas, incluindo o software VSA, que permite o gerenciamento da rede de servidores, computadores e impressoras de uma única fonte.

Em uma nova mensagem no domingo, a empresa disse que estava trabalhando 24 horas por dia, “em todas as regiões”, para resolver o problema e restaurar o serviço para seus clientes que usam o software afetado remotamente “dentro de 24 a 48 horas”.

A empresa de segurança cibernética ESET Research identificou vítimas do ataque cibernético em 17 países no sábado.

Como consequência direta do ataque cibernético, uma rede de supermercados sueca teve que fechar 800 lojas no sábado, depois que seu sistema de caixas ficou paralisado.

Fonte: R7
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PONTO DE VISTA: A CADA DIA A MENTIRA TEM AS PERNAS MAIS CURTAS E É DESMASCARADA DE FORMA RETUMBANTE

Caro(a) leitor(a),

A cada dia a mentira tem pernas mais curtas e é desmascarada de forma retumbante. Quando o Partido Comunista Chinês tentou encobrir a verdade sobre a origem da Covid-19 enveredou por um caminho tortuoso e muito perigoso. Porque, num país de quase 1 bilhão e meio de habitantes, manter um segredo, por maior que seja a repressão e o tolhimento das liberdades individuais, é o mesmo que querer tapar o sol com uma peneira. Mais cedo ou mais tarde, a verdade sempre vem a tona e quando se trata de um número tão expressivo de pessoas envolvidas isso acontece muito rápido. Algo que ainda muito me surpreende é como o Partido Comunista Chinês ainda consegue manter o controle sobre uma quantidade cada vez maior de novos milionários e bilionários que surgem todos os dias na China. Essas pessoas, depois que descobrem o poder do dinheiro e o que ele pode lhes proporcionar. Depois que conhecem o mundo e passam a gozar das maravilhas que o capitalismo e o poder pode lhes dar têm todas as condições de se rebelarem contra o PCC e terem as suas vidas independentes do julgo comunista. Aqui e acola despontam notícias de algum bilionário desapareceu. Fala-se que em 2019, pelo menos 12 desses novos ricos chineses foram executados, mas a cada dia dezenas de novos bilionários despontam no cenário chinês e vai ficar impossível não perder o controle. A derrocada do PCC é apenas uma questão de tempo. O Comunismo está com os dias contados!

Primeiro caso de Covid-19 pode ter surgido na China em outubro de 2019

Estudo é da Universidade de Kent, no Reino Unido, publicado em jornal científico.

Publicado em 25.06.2021

CDC | Unsplash

O vírus que causa a doença da Covid-19 pode ter começado a se espalhar na China em outubro de 2019, dois meses antes de o primeiro caso oficial da doença ser registrado na cidade chinesa de Wuhan, de acordo com um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25).

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, usaram métodos da ciência da conservação para estimar que o Sars-CoV-2 apareceu pela primeira vez entre o início de outubro e meados de novembro de 2019, segundo artigo publicado no jornal científico PLOS Pathogens.

A data mais provável para o surgimento é 17 de novembro de 2019, e provavelmente a peste chinesa já havia se espalhado globalmente em janeiro de 2020.

O primeiro caso oficial na China surgiu em dezembro de 2019 e imediatamente foi vinculado ao mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

No entanto, alguns dos primeiros casos não tinham conexão conhecida com Huanan, o que implica que o micro-organismo infeccioso já circulava antes de chegar ao mercado.

Estudo conjunto publicado pela China e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de março reconheceu que podem ter ocorrido infecções em humanos antes do surto de Wuhan.

Em artigo publicado nesta semana, o pesquisador Jesse Bloom, do Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle, nos Estados Unidos, recuperou dados de sequenciamento genômico dos primeiros casos na China, que haviam sido deletados de uma base de dados.

As informações mostraram que as amostras retiradas do mercado de Huanan “não eram representativas” do Sars-CoV-2 como um todo e eram uma variante de uma sequência progenitora que circulava anteriormente, que se espalhou para outras partes do país asiático.

O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos confirmou à Reuters que as amostras usadas no estudo foram submetidas ao Sequence Read Archive (SRA) em março de 2020 e, posteriormente, excluídas a pedido de pesquisadores chineses, que disseram que seriam atualizadas e enviadas a outra base de dados.

Na discussão pública, acredita-se que essa exclusão pode significar mais uma evidência de que o Partido Comunista Chinês tenta encobrir a origem da doença.

Editor-chefe do Conexão Política e natural de Campo Grande (MS).
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RESUMO DA SEMANA: NISE YAMAGUCHI E LUANA ARAÚJO NA CPI DA COVID

Neste domingo o destaque da coluna RESUMO DA SEMANA é mais uma vez a CPI da Covid, com os depoimentos da Doutora Nise Yamaguchi e da médica Luana Araújo, que geraram grandes polêmicas e repercutiram durante toda a semana. Além de todos os destaques da política na semana sob o comando de Caterina Achutti. Então não perca a oportunidade de ficar por dentro de tudo!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: VÍRUS INOSCENTE, POR ALEXANDRE GARCIA

Segunda-feira é dia de Alexandre Garcia, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA onde ele lê e comenta o seu artigo publicado em 38 jornais com o título de “Vírus Inocente”, é uma ironia acerca da CPI da Covid que mais parece um teatro de inquisição nada santa. O extraordinário jornalista faz ponderações e críticas sobre o tema com extrema maestria. Coisa de quem o dom dá eloquência e você não pode perder!  

Fonte:

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CIÊNCIAS: UMA NOVA ENGENHARIA EM VACINA TESTADA EM HUMANOS CONTRA A AIDS PRODUZIU 97

Temos uma notícia e tanto na coluna CIÊNCIAS desta segunda-feira como destaque, que você vai vibrar! Estamos muito próximos de uma vacina contra a AIDS. Cientistas da International AIDS Vaccine Initiative (IAVI) e Scripps Research fizeram o primeiro teste humano de vacina contra a AIDS e tiveram resposta imunológica em 97% dos voluntários. A boa notícia é que eles Acreditam que “esse tipo de engenharia de vacina pode ser aplicado de forma mais ampla, trazendo um novo dia para a vacinologia.” Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes sobre essa matéria!

Primeiro teste humano de vacina contra HIV produziu resposta imunológica em 97% dos voluntários

Um ensaio clínico de fase 1 de uma vacina experimental preparou o sistema imunológico usando uma abordagem única para prevenir o HIV.

Com resultados promissores, anunciados em fevereiro pela International AIDS Vaccine Initiative (IAVI) e Scripps Research, a vacina mostrou sucesso em estimular a produção de células imunes raras necessárias para gerar anticorpos contra o vírus de mutação rápida – e a resposta direcionada foi detectada em 97 porcentagem de participantes que receberam a vacina.

“Nós mostramos que as vacinas podem ser projetadas para estimular células imunes raras com propriedades específicas, e esta estimulação direcionada pode ser muito eficiente em humanos”, disse William Schief, PhD, professor e imunologista da Scripps Research e diretor executivo de projeto de vacinas da IAVI’s Neutralizing Antibody Center, cujo laboratório desenvolveu a vacina.

“Acreditamos que esta abordagem será a chave para fazer uma vacina contra o HIV e possivelmente importante para fazer vacinas contra outros patógenos.”

Como uma próxima etapa, a IAVI e a Scripps estão fazendo parceria com a empresa de biotecnologia Moderna para desenvolver e testar uma vacina baseada em mRNA que aproveita a abordagem para produzir as mesmas células imunológicas benéficas. O uso da tecnologia de mRNA pode acelerar significativamente o ritmo de desenvolvimento da vacina contra o HIV.

O HIV, que afeta mais de 38 milhões de pessoas em todo o mundo, é conhecido por estar entre os vírus mais difíceis de combater com uma vacina, em grande parte porque evolui constantemente para diferentes cepas para escapar do sistema imunológico.

“Essas descobertas empolgantes emergem de uma ciência extremamente criativa e inovadora e são uma prova do talento, da dedicação e do espírito colaborativo da equipe de pesquisa e da generosidade dos participantes do ensaio”, disse Mark Feinberg, MD, PhD, presidente e CEO da IAVI.

Um em um milhão

Há décadas, os pesquisadores do HIV buscam o Santo Graal de estimular o sistema imunológico a criar anticorpos raros, mas poderosos, que podem neutralizar diversas cepas do HIV. Conhecidas como “anticorpos amplamente neutralizantes”, ou bnAbs, essas proteínas especializadas do sangue podem se ligar a picos de HIV, proteínas na superfície do vírion que permitem que o vírus entre nas células humanas e os desabilita por meio de regiões importantes, mas de difícil acesso, que não o fazem t variam muito de cepa para cepa.

“Nós e outros postulamos há muitos anos que, para induzir bnAbs, você deve iniciar o processo ativando as células B certas – células que têm propriedades especiais que lhes dão potencial para se desenvolverem em células secretoras de bnAb”, diz Schief.

“Neste ensaio, as células-alvo eram apenas cerca de uma em um milhão de todas as células B virgens. Para obter a resposta certa de anticorpos, primeiro precisamos preparar as células B certas. Os dados deste ensaio afirmam a capacidade do imunógeno da vacina de fazer isso. ”

A etapa de preparação seria o primeiro estágio de um regime de vacina de várias etapas com o objetivo de induzir muitos tipos diferentes de bnAbs, diz ele.

Promessa além do HIV

A estratégia de direcionar células B virgens com propriedades específicas é chamada de “direcionamento da linha germinativa”, uma vez que essas células B jovens exibem anticorpos codificados por genes não mutados ou “germinativos”. Os pesquisadores acreditam que a abordagem também pode ser aplicada a vacinas para outros patógenos desafiadores, como influenza, dengue, Zika, vírus da hepatite C e malária.

“Esta é uma grande conquista para a ciência das vacinas como um todo”, diz Dennis Burton, PhD, professor e presidente do Departamento de Imunologia e Microbiologia da Scripps Research, diretor científico do IAVI Neutralizing Antibody Center e diretor do NIH Consortium for HIV / AIDS Vaccine Development. “Este ensaio clínico mostrou que podemos impulsionar as respostas imunológicas de maneiras previsíveis para fazer vacinas novas e melhores, e não apenas para o HIV. Acreditamos que esse tipo de engenharia de vacina pode ser aplicado de forma mais ampla, trazendo um novo dia para a vacinologia. ”

O ensaio clínico, IAVI G001, ocorreu em dois locais: George Washington University em Washington, DC, e Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, inscrevendo 48 voluntários adultos saudáveis. Os participantes receberam um placebo ou duas doses do composto da vacina, eOD-GT8 60mer, junto com um adjuvante desenvolvido pela empresa farmacêutica GSK.

“Este é um estudo de referência no campo da vacina contra o HIV, demonstrando o sucesso na primeira etapa de um caminho para induzir anticorpos neutralizantes amplos contra o HIV-1”, diz McElrath.

O estudo prepara o terreno para ensaios clínicos adicionais que buscarão refinar e estender a abordagem – com o objetivo de longo prazo de criar uma vacina segura e eficaz contra o HIV.

O financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates, por meio da Colaboração para a descoberta de vacinas contra a AIDS – e doações do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) – apoiou uma rede de parceiros conduzindo análises e contribuindo para o desenvolvimento de vacinas, incluindo a Vacina NIH Centro de Pesquisa, o governo da Holanda e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.

(FONTE: Scripps.edu )

Fonte: Good News Network

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NATAL ABRE NESTE FIM DE SEMANA PONTOS DE DRIVE-THRU PARA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 E INFLUENZA

Por G1 RN

 

Vacinação contra Covid-19 segue em Natal no fim de semana — Foto: DivulgaçãoVacinação contra Covid-19 segue em Natal no fim de semana — Foto: Divulgação

Natal vai abrir neste sábado (17) e domingo (18) os pontos de drive-thru para a vacinação contra a Covid-19 e a Influenza, o vírus da gripe.

Segundo a prefeitura, a campanha de imunização contra a Covid-19 segue com aplicação da primeira dose em pessoas a partir de 63 anos, com a vacina de Oxford/AstraZeneca.

O lote de CoronaVac recebido nesta sexta-feira (16) será destinado à aplicação da segunda dose. Portanto, quem só recebeu a primeira dose da CoronaVac e está no prazo para receber a segunda, deve se dirigir a um dos pontos de vacinação.

A Secretaria de Saúde de Natal recomenda agora que a população receba a segunda dose da CoronaVac entre o 21º e o 28º dia, ou na data já aprazada no cartão de vacinação – a imunização neste período leva a eficácia a até 62%, maior do que quando a segunda dose é aplicada após 14 dias.

Para receber o imunizante é necessário apresentar o cartão de vacinação, comprovante de residência de Natal e documento com foto.

Locais para vacinação contra Covid-19

  • Arena das Dunas
  • UnP na unidade da avenida Roberto Freire
  • Ginásio Nélio Dias
  • OAB
  • Shopping Via Direta
  • Sesi/Fiern*

Os pontos funcionam das 8h às 16h. Os cinco últimos contam também com pontos de vacinação para pedestres.

*O único a não abrir no domingo é o Sesi.

Na segunda-feira a campanha ganha o reforço das 35 salas de imunização existentes na rede municipal com ênfase na imunização contra a covid-19.

Locais para vacinação contra Influenza

  • Palácio dos Esportes
  • Ginásio Nélio Dias, com acesso pelo portão 3

O público alvo dessa fase são crianças de seis meses a menores de seis anos de idade, gestantes, mulheres com 45 dias pós parto, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Na segunda-feira, além dos drive de vacinação, a SMS Natal também disponibiliza 20 salas de vacinação para a população.

O intervalo entre a vacina da Covid-19 e a vacina da gripe deve ser de, no mínimo, 14 dias. Portanto, se a pessoa tomar a vacina da gripe no dia 1, deve esperar até o dia 15 para receber a vacina da Covid-19, ou vice versa.

Fonte: G1 RN

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PONTO DE VISTA: AS AUTORIDADES NÃO TÊM CACIFE PARA COBRAR ORDEM SE NÃO DÃO O EXEMPLO

A nossa coluna PONTO DE VISTA desta quarta-feira faz uma  singela homenagem ao amigo, palestrante, empresário e mentor Nélio Wanderley, que escreveu um texto irretocável sobre a sua visão na nossa atual realidade política e econômica, chegando a conclusão que “o vírus mais letal é um povo dividido”. Que visão precisa, realista e franca da nossa situação atual em meio a maior pandemia da história da humanidade que já ceifou as vidas de mais de 350 mil brasileiros. É sabido por todos que a união faz a força e a desunião causa a destruição. Vale a pena insistir nesse cabo de guerra? Então convido você a ler esse texto magnífico, refletir, tirar as suas conclusões e tomar uma atitude!

E se deputados e senadores andarem armados no Congresso? | Ruth de Aquino - O Globo

O vírus mais letal é um povo dividido

Quando se vê o poder Executivo:
 – Reprimindo uso de medicamentos para tratamento precoce.
– Permitindo que a população se aglomere em ônibus lotados, sem tomar nenhuma providência.
– Sucateando o setor de saúde e fazendo obras faraônicas em outros setores.
– Aglomerando pessoas e sem fazer uso de máscara protetora.
– Fazendo Lockdown indiscriminado destruindo empresas, empregos e renda.
– Perseguindo ambulantes e abandonando a população a própria sorte sem renda para sobreviver.
– Fazendo licitações a toque de caixa e posteriormente sendo apurado desvios, comissões e produtos impróprios para uso ou não entregues.
– Puxando o tapete do outro mesmo sabendo que quem vai perder é o povo.
– Colocando a polícia para prender o cidadão de bem que precisa trabalhar.
– Usando as polícias para perseguir o povo e largando o mesmo nas mãos dos bandidos por falta de ação ostensiva ao crime.
– Fazendo jogo de força, criando uma crise por dia através de palavras, atos e ações.
Quando se vê o poder Legislativo:
– Colocando pautas bombas para enfraquecer outro poder sob a proposta de criar dificuldade para gerar facilidade.
– Não fazendo o seu papel de melhorar as leis existentes, facilitando a vida de todos através da tranquilidade, transparência e segurança das empresas.
– Não agindo em de forma contundente para prorrogação das eleições municipais para mais 2 anos, momento em que a população já estaria vacinada.
– Fazendo jogo de força, criando uma crise por dia através de palavras, atos e ações.
Quando se vê o poder Judiciário:
– Insistindo em fazer uma eleição municipal no momento mais perigoso em que já se começava a queda da curva de contaminação e mortes.
– Priorizando decisões que elevam o nível de instabilidade política, enfraquecendo o comando central e transferindo o poder em época de crise.
– Julgando soltura de bandidos e quando era o momento prioritário para reprimir os bandidos da máfia da verba da saúde que estão dando risada do povo.
– Aliviando uso de provas legais para alguns e autorizando uso de provas ilegais para outros.
– Abrindo investigação, julgando, prendendo e em um futuro próximo condenado em uma só instância.
– Fazendo jogo de força, criando uma crise por dia através de palavras, atos e ações.
Quando se vê a População:
– Aglomerado em festas clandestinas seja em praias paradisíacas ou favelas.
– Denunciando pequenos atos como por exemplo: Três crianças tomando banho em uma piscina de um condomínio as 21hs, provocando um aparato policial para reprimir essa “aglomeração”.
– Difundindo Fakenews indiscriminadamente, sem olhar a fonte, o contexto ou a veracidade dos fatos.
Quando falta Exemplo de cima, não se pode exigir o cumprimento pela parte de baixo!
Nélio Wanderley
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OPINIÃO: O VÍRUS INVISÍVEL TORNOU VISÍVEL NOSSA FALTA DE HUMANIDADE

Foto: Leopoldo Silva/Agência SenadoFoto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Publicado ontem nesse jornal o artigo: “a doença é coletiva… o vírus invisível tornou visível a nossa falta de humanidade”, solicitei aos leitores que quisessem contribuir apontando caminhos de como melhorar a nossa humanidade, independente dos governos. Nós, como povo, o que podemos fazer?

Eis algumas respostas:

“Sim, a doença é coletiva e com tudo que vemos, em termos de corrupção, mentiras e promiscuidade, isso em todas as áreas que deveriam dar bom exemplo (políticos, universidades, religiões, mídia, artistas etc.), estamos vivenciando a ‘Sodoma e Gomorra’ do século 21. Parece-me que a cura é um asteroide de enxofre sobre o planeta para destruir tudo. E olha que não sou religiosa e nem catastrófica, acreditem.”

“Texto perfeito! Pra quem pensa que a autora estava usando ironia, sinto muito, não é!!! É a verdade nua e crua…Todos somos culpados, uns mais do que outros!”

“Podemos começar assumindo que esse vírus chinês não é tão letal como querem fazer crer. Se fosse teríamos um número muito maior de vítimas fatais, e não teríamos um número tão grande de curados nem, tampouco, pacientes assintomáticos. Podemos continuar lembrando de outras pandemias anteriores, onde, ao invés de aterrorizar e desinformar a população, foram tomadas as medidas apropriadas como isolar os doentes, preservando os sãos, e buscando tratamentos precoces. Também seria uma boa medida abandonar o pânico e não colaborar com os ditadores que querem vizinhos denunciando vizinhos, que ficam buscando motivos políticos para usar o medo de morrer, incutido e amplificado nas mentes mais suscetíveis, para atingir seus objetivos de poder. Também seria ótimo abandonar a ilusão de que vacinas experimentais irão encerrar essa crise, e não ficar acusando o próximo de negacionista porque não concorda em ser cobaia. São algumas sugestões.”

“Observem que o texto tem o viés analítico do comportamento humano frente ao caos, pois independente de culpa do vírus ‘Ching Ling’, a história mostra que a solidariedade e união do ser humano são cruciais para vencer qualquer crise humanitária, porém a politização e o uso inescrupuloso da Pandemia pelos algozes do povo, tem feito o fator humanidade desaparecer! É possível ser humano, ser solidário e denunciar os ferrenhos corruptos do poder! Uma coisa não anula a outra…”

“Todo poder emana do povo, mas precisa haver União de pensamento em saber enxergar a realidade e manifestações pacíficas. O dia que conseguirmos alcançar esse patamar as coisas vão mudar. A mudança tem que partir da mente e do coração do povo. Vamos esperar por um milagre E acreditem: Eles acontecem!”

Traduzido nas palavras dos leitores, concordo com todos os pensamentos aqui colocados. Entretanto, alguns talvez não tenham entendido o que quero dizer com falta de humanidade. Motivo pelo qual faço as minhas considerações pontuais.

Em tempos de caos e crise, é comum que se busque algum culpado. Mas, é loucura culpar um único homem, acusar de genocida e ser responsabilizado pelas milhares de mortes.

A pandemia foi politizada e historicamente ilustrada pelo pensamento do líder de oposição que exaltou a natureza por ter criado o coronavírus e assim dar uma força para derrubar o presidente.

O projeto de “tomar o poder” ganhou força e já conta com alianças nunca imaginadas. São mais de quatro anos de desgaste e polarização.

Desde a campanha das eleições presidenciais, a população enveredou-se na selva das mídias sociais e passou a usar as palavras como armas para ferir uns aos outros. Desde então nos categorizamos como sendo de direita ou de esquerda. Hoje sem exagero, a sua orientação política conta mais do que a sua orientação sexual e quase sempre com critérios discriminatórios.

A política na filosofia, “é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana e divide-se em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na pólis) e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva da pólis).”

Apontei no meu artigo anterior, que maior doença do momento está no campo da ética individual e coletiva. A crise é VERTICAL, vem de cima, não há harmonia entre os poderes. O poder executivo, eleito pelo povo, sofre diuturnamente com os ataques vindos de parte do Legislativo e do Judiciário. E este, conta com as redes de televisão e mídias esquerdistas, para criar uma narrativa de que estão do lado do bem e da democracia. A direita que ocupa o poder legítimo é humilhada e escorraçada todos os dias. A prisão de apoiadores do presidente virou prática comum. O inquérito das fakes News é a maior das aberrações.

A forma como a população vem sendo tratada por ordens de prefeitos e governadores, é de um autoritarismo Hitleriano. Ontem foi um vendedor ambulante que foi preso com sopapos e violência; hoje um homem foi espancado por estar na rua após o toque de recolher. Sabem o que é mais assustador? Eles descobrem, não sei como, que o “infrator” é de direita. Há uma tese em curso, que é preciso “educar” com severidade os apoiadores do presidente.

Como veem, não dá para separar a política da pandemia…

Diante do exposto, fica evidente que a desinformação, a insegurança e o medo têm provocado negacionismo de alguns indivíduos, que não acreditam em tratamento preventivo e no precoce, e muitos morrem à míngua. E há as pessoas que rejeitam o uso de máscara, e se recusam a obedecer aos tiranos que nos querem reféns. Mas, a doença é real. Tem gente morrendo próximo a nós. Podemos fazer um esforço em aceitar os protocolos. Não como uma obediência cega. Trata-se da obediência que vem do entendimento de que ao nosso redor, tem gente “morrendo” de medo, que fica mais segura quando você coloca a máscara de proteção. Por respeito, por cuidado, por caridade, por amor ao próximo, devemos acatar as regras de higiene e convivência. Assim, damos uma utilidade nobre para esse acessório.

Quando digo que o Brasil fracassa no quesito humanidade, quero dizer que não é mais possível suportar as incertezas de mais um ano de pandemia, sem clamar por um pouco de paz nas redes.

A direita vem recebendo censura nas redes sociais, e ganhando rótulos diversos. Contudo, sabemos que o verdadeiro motivo é restringir o alcance dos conservadores nas mídias diversas. Afinal, o nosso presidente foi eleito por essa via. E 2022 está chegando.

Mais um motivo para os apoiadores do presidente colaborarem em relação à pandemia. Ele será julgado pelo voto. E tem crescido o número de pessoas (inclusive de direita), que não aprovam a forma como ele trata a pandemia. Apesar de ter direcionado bilhões para esse fim. Não estão interessados nos desvios do dinheiro e nem em punir os verdadeiros genocidas. Nunca o motivo foi salvar vidas.

Estamos vivendo um momento de muito desgaste nas relações humanas. O nível de desesperança e a sensação de impotência é o sentimento predominante. A saúde mental foi abalada desde o inicio da pandemia. Mas, agora está posta como quarta onda, o que deve significar que devamos dar atenção ao aumento preocupante dos transtornos psicológicos e psiquiátricos. Ninguém está imune, pois, essa é a primeira vez que profissionais da saúde e pacientes passam pela experiência de compartilhar os mesmos medos e ansiedades. O transtorno do estresse pós traumático, a depressão, síndrome do pânico e outros. Nunca como agora precisamos tanto uns dos outros. A falta intimidade física e psicológica, aliada a falta de perspectiva de futuro traz consequências devastadora para a vida das pessoas, em especial, as crianças e jovens. A pessoa humana tem instintos gregário, ou seja, tem necessidade de estarem umas com as outras, de

fazer laços afetivos, e dessa ligação nasce o amor e a solidariedade.

“A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza.” Charles Chaplin, (1923).

Que tal testar positivo para humanidade?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DIANTE DE UM VIRUS QUE TEM MUITA ENERGIA QUALQUER RELAXAMENTO É PERIGOSO, DIZ DIRETOR EXECUTIVO DA OMS SOBRE PANDEMIA NO BRASIL

Pandemia: Diretor da OMS admite preocupação com situação do Brasil

“A situação do Brasil mostra que isso não acabou para ninguém”, disse Mike Ryan nesta sexta-feira (26)

INTERNACIONAL

Do R7, com informações da EFE

"A situação do Brasil mostra que isso não acabou", disse Mike Ryan

SALVATORE DI NOLFI/EFE

O diretor-executivo de emergências da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mike Ryan, admitiu preocupação com o momento do Brasil no combate ao novo coronavírus, que é o causador da covid-19.

“A situação do Brasil mostra que isso não acabou para ninguém, pois qualquer relaxamento é perigoso, diante de um vírus que ainda tem muita energia”, disse o representante da agência, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (26).

“Se as medidas sanitárias de controle não forem mantidas durante a introdução das vacinas, pagaremos um preço alto”, completou Ryan.

O Brasil tem o terceiro maior número de casos de infecção no mundo (10,4 milhões, segundo o Ministério da Saúde), mas o diretor da agência admitiu não estar claro se a magnitude do contágio tem relação com o surgimento de uma variante do novo coronavírus no país.

Mas Ryan fez um apelo pela continuação dos cuidados, com distanciamento social e uso de máscaras, que se mostraram eficazes contra todas as cepas do coronavírus. “Aumentar a capacidade do sistema de saúde é algo positivo, mas não é suficiente”, afirmou o diretor da OMS.

Fonte: R7
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BOAS NOTÍCIAS: UMA CIENTISTA BRASILEIRA LIDERA UMA PESQUISA QUE ENCONTROU UMA PROTEÍNA CHAVE PARA O TRATAMENTO DA COVID-19

Beatriz Fontoura, cientista brasileira, professora de biologia celular da Universidade de Southwestern, no Texas, EUA,  está à frente do estudo que identificou a forma como uma proteína de coronavírus chamada Nsp1 bloqueia a atividade de genes que promovem a replicação viral. Você vai entender bem melhor como funciona essa relação vírus/proteína lendo o artigo completo a seguir!

Cientista brasileira encontra proteína chave para tratamento da Covid

Uma cientista brasileira, professora de biologia celular da Universidade de Southwestern, no Texas, EUA, lidera uma pesquisa que encontrou uma proteína chave para o tratamento da Covid-19.

Beatriz Fontoura está à frente do estudo que identificou a forma como uma proteína de coronavírus chamada Nsp1 bloqueia a atividade de genes que promovem a replicação viral.

O grupo de pesquisadores, do qual faz parte a cientista brasileira, analisou como impedir a ação dessa proteína que faz com que o vírus se multiplique o que dá esperança para novos tratamentos.

O estudo foi publicado agora em fevereiro na Science Advances .

“Quando um vírus infecta uma célula, a forma como a célula hospedeira reage é alterando as vias celulares de certa maneira que neutraliza a infecção viral”, disse Beatriz Fontoura a EurekaAlert. “Os vírus podem atingir muitas dessas vias para favorecer sua própria replicação”, explica. Uma área chave de interesse nas terapias virais é direcionar as células infectadas para impedir a replicação do vírus.

Vírus da Gripe
Os pesquisadores da UT Southwestern acrescentaram outra peça a esse quebra-cabeça.

“Estudamos a proteína NS1 do vírus influenza que bloqueia a ação na célula. Decidimos, então, testar a proteína do coronavírus”, disse Ke Zhang, Ph.D., pesquisador de pós-doutorado.

O Nsp1 do coronavírus foi descrito como uma proteína multifuncional capaz de alterar a replicação viral e suprimir a produção de outras proteínas, algumas das quais estão envolvidas na resposta imune.

O grupo de Beatriz Fontoura procurou saber como o Nsp1 faz isso e se usa um mecanismo semelhante ao da proteína NS1 do vírus influenza.

Os cientistas descobriram que a proteína do coronavírus suprime a capacidade que a célula tem de responder à infecção viral, permitindo que o SARS-CoV-2 se replique.

Os pesquisadores se perguntaram o que aconteceria se Nsp1 pudesse ser impedida de realizar uma dessas funções?

Em um experimento, eles infectaram células com SARS-CoV-2 e adicionaram um excesso de NXF1, que é sintetizado dentro do núcleo das células, para ver se isso bloquearia a replicação do vírus.

Surpreendentemente, foi exatamente o que aconteceu.

Reforço celular

Quando as células tiveram acesso a mais NXF1 do que o vírus SARS-CoV-2 poderia suprimir, elas foram capazes de impedir a multiplicação do vírus.

“Se você encontrar uma maneira de bloquear a interação entre Nsp1 e NXF1 ou aumentar a quantidade de NXF1 na célula, obterá mRNAs do núcleo e poderá obter um efeito protetor, como sugerido por nossos experimentos”, diz Fontoura.

Os tratamentos COVID-19 se concentram no gerenciamento dos sintomas enquanto o corpo luta contra a infecção com suas defesas naturais.

Mais estudos

Uma área chave de interesse nas terapias virais é direcionar as células infectadas para impedir a replicação do vírus.

Focar em Nsp1 ou sua interação com NXF1 representa uma maneira possível de fazer isso.

“Ainda precisamos saber mais, como a estrutura do Nsp1 ligada ao NXF1, o que esclareceria como isso bloqueia a exportação de mRNA e como podemos revertê-la”, diz Zhang.

“A pesquisa é promissora, mas para desenvolver terapias no futuro, primeiro precisamos entender melhor o mecanismo”, garantiu Zhang.

Mesmo com a chegada das vacinas, o vírus continua se espalhando e há necessidade de desenvolver essas terapias alternativas.
Os cientistas esperam conseguir isso estudando como o SARS-CoV-2 infecta as células e se propaga, neutralizando o sistema imunológico natural do corpo.

Com informações da EurekAlert

Fonte: Só Notícia Boa

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: SAIBA QUAIS OS BENEFÍCIOS DO CONTÁGIO PELO VÍRUS DA EMPATIA

         O vírus da empatia

Se esse vírus nos contagiar, teremos respeito para com o outro, aí inclusos a quebra da propagação da doença, a solidariedade para com os afetados e as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos da pandemia

Fernando Gaspar*

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Necessitamos uns dos outros. É um fato essencial. É a primeira grande lição espiritual e física da vida humana, se analisada retrospectivamente. Afinal, ao nascer, dependemos completamente dos nossos pais.

Na verdade, a necessidade da colaboração entre duas pessoas retroage à concepção. A lição se repete ao longo de toda a vida, nos mais diversos aspectos sociais. Já abordamos o tema em outro artigo. Em certas circunstâncias, a interdependência se torna mais evidente, mais aguda. É o caso de uma pandemia, onde um responde pela doença do outro. Nessas ocasiões, mais do que nunca, deveríamos optar pela empatia, pelo engajamento e pela solidariedade em prol da saúde.

Quando o mundo vive a propagação de uma doença contagiosa e para a qual não há tratamento específico, mas a perspectiva de uma vacina, então entra em cena a importância crítica dos cuidados preventivos. Nesse contexto, nossa saúde depende diretamente da higidez e dos cuidados de outras pessoas, pois a transmissão da infecção se dá de um infectado para um são, de diferentes modos, inclusive pelo ar, segundo a OMS. A preocupação consigo nos leva a desejar que todos cooperem para quebrar a cadeia de transmissão, inclusive aderindo a programas de vacinação, uma grande conquista científica.

Além de amor próprio, necessitamos, literalmente, de amor ao próximo, já que a proximidade é um fator crucial para o contágio. Acontece que grande parte dos infectados tem poucos ou nenhum sintoma. Deste modo, a conscientização de que cada um pode ser vetor silencioso para a doença ou a morte de outros é crucial para que todos adotem medidas higiênicas preconizadas pela ciência e pelas autoridades. Exige-se, portanto, uma  preocupação consigo e com os demais. Ninguém é excluído: “amai (até) vossos inimigos”, porque todos são potenciais vetores da doença e da morte, indiscriminadamente.

O grupo do neurocientista Giácomo Rizzolatti descreveu, em 1996, a existência dos chamados neurônios espelhos. Eles constataram, inicialmente, que certas áreas do cérebro são ativadas quando executamos determinadas atividades ou simplesmente observamos sua execução por outras pessoas. A existência dessas células sugere a importância da interação como um aspecto evolutivo e oferece uma base biológica adicional para a empatia.

Preocupar-se com os demais, colocar-se no lugar deles, é ter empatia. Sabe-se que a Covid-19 pode ser mais grave em certos grupos, como idosos e portadores de doenças. Cabe ao forte e ao jovem cuidar-se, tendo em vista a possibilidade de levar o vírus até aquelas pessoas. Dessa forma, posicionando-se na perspectiva de terceiros, deveremos adotar a postura fraterna, que implica no reconhecimento de que somos irmãos, considerando-se nossa origem espiritual e planetária, com destinos comuns. Sem dúvida, é nosso dever não infectar.

                            Unidade e interdependência

Estamos todos submetidos às mesmas leis universais. Do ponto de vista espiritual, o budista em geral reconhece ao menos duas dessas leis, a do karma e a do renascimento. A primeira faz retornar a cada um conforme suas obras, em todas as dimensões da vida. Diz o Vinaya Pitaka: “Quando os frutos da retribuição estiverem maduros, não há onde se ocultar.” Já o renascimento significa reviver nas formas. Ambas as leis têm implicações morais e éticas.

No olhar do filósofo Adolfo Váz quez, no livro Ética, a moral envolve os costumes, os hábitos e os valores de um grupo social numa dada época e lugar, sendo, portanto, variável. O comportamento moral, por sua vez é objeto de uma ciência chamada ética. Assim, aplicada à Teosofia, o reconhecimento das leis do karma e do renascimento pode mudar a moral e suas consequências éticas.

Como o ponto central da moral é a atuação, influência ou repercussão sobre o outro, a empatia ganha especial relevância. No Budismo, esse aspecto surge sob a forma de compaixão. Tocado pela possibilidade causar, de modo involuntário, o adoecimento do próximo, o budista cuida-se. Consequentemente, zela pelos demais. O cristão pode atribuir a mesma atitude à misericórdia com vistas à providência divina. De qualquer modo, o sentimento de simpatia alheia evoca o senso de unidade entre os seres, um flagrante monismo cósmico, que deve nortear nossas ações com vistas à empatia.

O próprio vírus é um exemplo de unidade e interdependência. O SarsCov-2, causador da Covid-19, é um parasita intracelular, como qualquer vírus. Logo, ele depende da célula hospedeira para se multiplicar e se propagar. Esse mecanismo viral é, por si só, um exemplo de dependência. A propósito, em termos teleológicos, o vírus possivelmente não “deseja” a morte do hospedeiro, uma vez que, quanto mais tempo este sobreviver, mais vírus serão produzidos. É sabido que os seres visam perpetuar-se, e colaboram nesse sentido.

Nessa discussão, naturalmente  emerge nossa relação com outros reinos da natureza, a começar pelos micróbios. Os micro-organismos constituem os seres vivos mais abundantes do mundo. Em relação a eles, os humanos são minoria: eis um recado para que respeitemos adiversidade  e as minorias entre nós mesmos, humanos, haja vista ser comum agirmos contra minorias. Sejamos empáticos. Afinal, se aquela lógica numérica fosse aplicada a nós, e não apenas entre nós, seríamos subjugados ou extintos em prol de outras criaturas. Outro ponto é que não devemos subestimar uma doença somente porque uma  minoria adoece gravemente; afinal, todos são importantes. Neste caso, pensar o contrário é faltar com a empatia e a fraternidade.

A despeito de sermos uma minoria entre os seres vivos, somos portadores de características singulares e sofisticadas, como a inteligência e a autoconsciência. Esses atributos nos fazem poderosos, o que torna nossa responsabilidade junto à natureza muito maior, se comparada a outras criaturas. Nossa possibilidade de intervir, para o bem ou para o mal, é enorme. Assim sendo, pela felicidade e bem-estar geral, é um dever pender essa balança para o bem comum, considerando-se a ecologia, da qual não podemos nos furtar.

Sob certo aspecto, a pandemia é um exemplo de desequilíbrio ecológico. Especialistas associam a atual crise sanitária ao desrespeito à natureza. Segundo eles, o desmatamento e o confinamento de animais silvestres trouxeram um antigo vírus das florestas para a cidade. Isso já aconteceu com o HIV e o Ebola. Como resultado, temos uma doença transmissível, as mortes e as sequelas da doença, e do isolamento social, passando pela economia e pela subsistência dos povos. Isso ocorre quando nos falta empatia para com a natureza.

O vírus expõe nossa condição de filhos da Terra e do Cosmo. Ele não faz distinção e representa uma ameaça potencial para qualquer pessoa, a despeito de gênero, idade, raça, nacionalidade, profissão, status, opção política, etc. No papel de vilão, é irônico constatar que o vírus é  me- nos preconceituoso e seletivo que os humanos. Ele pode invadir qualquer um. Unidos pela vulnerabilidade, os humanos deveriam reproduzir o caráter universal do vírus e fomentar uma visão que supere as aparentes diferenças entre nós. O vírus que não distingue ninguém deveria nos tornar mais espiritualizados; ele deveria ser o vírus da empatia, mas isso depende de nossa postura e atitudes.

Para o teósofo Pablo Sender, em Theosophy and Conscious Mind, o “As essências visíveis e invisíveis  do universo nos une à nossa origem. Estamos ligados por elementos comuns. Essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa.” problema fundamental na raiz dos nossos equívocos é a ignorância a respeito do que realmente somos. De fato, não por acaso Delfos diz: “Conhece-te a ti mesmo e conhecereis o universo e os deuses.” Nas dimensões sutis da existência há a essência que tudo permeia e de onde tudo provém O acesso consciente a esses níveis contém a chave do autoconhecimento e, por conseguinte, da sabedoria universal. E quanto mais profunda a autoconsciência, maior o poder de empatia, de amor e compaixão. Mas qual a origem da autoconsciência?

P. Blavatsky afirma que a autoconsciência individual surge na mente e por causa dela. A noção de ego está atrelada à mente. Por outro lado, os níveis mais profundos dos seres, para além da mente, são níveis coletivos, impessoais. Esses últimos planos de existência unificam a tudo e a todos, representam a raiz precípua de onde qualquer coisa se origina, do mineral ao homem, passando pelos diversos seres vivos ou os ditos inanimados, como os vírus cristalizados.

Em geral, os teósofos tomam o plano espiritual como a raiz fundamental e primeira de tudo que existe. De seus raios surge a miríade de possibilidades. Mas esse nível é indescritível, inconsciente (em nossa perspectiva mental) e por isso já foi tido pelos antigos como sendo nada, embora seja o incompreensível tudo–  assim como o infinitamente grande ou pequeno é um nada para nossos

Comparado ao espírito, buddh já possui certa consciência (que, na verdade, é estupenda, dada sua magnitude), embora para a mente ele seja ainda inconsciente. Para fins de comparação, imaginemos nosso corpo: estamos conscientes dele, mas nós mesmos estamos mergulhados num Cosmo esplendidamente infinito e ignoto. Embora o Cosmo seja o espetaculoso poder total, em nossa limitada visão ele é inconsciente.  sentidos. Importa considerar, portanto, que o espírito é um elemento universal. Para alcançar a mente, ele lança mão de um veículo intermediário chamado, em sânscrito, buddhi.

Segundo Blavatsky, buddhi pode ser comparado a uma folha de papel em branco. O espaço onde este se situa é Atman (Espírito), ao passo que o papel pode ser comparado a uma “condensação” transitória do raio do Atman, chamado buddhi. Esse papel, que é uma unidade onde tudo se inscreve, não admite dualidade ou egoísmo, até porque aí tudo se delineia e o ego inexiste. Na prática, é a fonte longínqua da empatia que resulta no altruísmo. É a origem do amor universal e irrestrito. A empatia é, portanto, um reflexo desses planos impessoais profundos e elevados na mente e nas emoções do ser humano.

A dependência mútua nos une por fios invisíveis, assim como as essências visíveis e invisíveis do universo nos une à nossa origem. O átomo em nosso corpo teve origem numa estrela que, num instante crítico e remoto, explodiu. Estamos ligados por elementos comuns. Num outro nível, essa interligação se torna mais notável numa crise como a atual. Se no dia a dia a cooperação é o motor da vida, agora ela se faz particularmente valiosa. Se não cultivarmos o amor ao próximo, respeitando-o, jamais seremos plenamente felizes.

Para usar uma metáfora, podemos concluir que se o “vírus da empatia” nos contagiar, teremos o devido respeito pela natureza e para com o outro, aí inclusos o autocuidado e a quebra da cadeia de propagação da doença. Deve aparecer a solidarieda- de para com os afetados pela enfermidade, suas sequelas e para com as vítimas dos efeitos sociais, psicológicos e econômicos. Afinal, na borrasca surgem grandes oportunidades para que a espiritualidade e o amor fraterno que estão na essência das religiões se manifestem.

Fonte:  REVISTA SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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REFLEXÃO: COMO EVITAR O MEDO DA MORTE PORQUE A EPIDEMIA ESTÁ AQUI?

Na nossa coluna REFLEXÃO desta quarta-feira trago um questionamento feito a OSHO há 40 anos quando a AIDS se espalhou e a resposta merece uma profunda REFLEXÃO para encontramos a resposta e/ou a solução para pandemia que estamos vivendo atualmente. Por isso eu te convido a ler o texto a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

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Como evitar a Pandemia ?

Osho foi interrogado sobre isso há cerca de 40 anos, quando a AIDS se espalhou.
– Osho respondeu:
′′Você está fazendo a pergunta errada – a pergunta certa deve ser:
COMO EVITAR O MEDO DA MORTE PORQUE A EPIDEMIA ESTÁ AQUI?
É muito fácil evitar um vírus, mas é muito difícil evitar o medo em você e evitá-lo no mundo.
As pessoas morrerão mais de medo do que de epidemia.
Nenhum vírus neste mundo é mais perigoso do que o medo.
Entenda esse medo, senão você se tornará um cadáver antes que seu corpo morra.
A atmosfera assustadora que você sente nesses momentos é uma loucura coletiva.
Isso aconteceu milhares de vezes e acontecerá novamente.
Se você não entende psicologia humana e medo, sua consciência pode estar completamente perdida.
Você nem vai saber quando perdeu o controle.
Então o medo pode fazer você fazer qualquer coisa.
Tenham cuidado!
Não assistam as notícias assustadoras.
Parem de falar sobre epidemia.
Repetir a mesma coisa continuamente é auto-hipnose.
O MEDO É UM TIPO DE AUTO-HIPNOSE.
Ele causa mudanças químicas no corpo.
E se você mantiver isso repetidamente, isso pode causar uma mudança química tão tóxica que pode te matar.
Durante uma epidemia, a energia no mundo se torna irracional. Você pode cair em um buraco negro a qualquer momento.
Meditação, ou melhor, paz cerebral, silêncio mental, pode então criar uma aura protetora na qual nenhuma energia negativa pode penetrar.”
– Osho
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CIÊNCIAS: COM VIRUS E BACTÉRIAS EM ALTA CIENTISTAS ESTÃO CRIANDO SUPERFICIES À PROVA D’AGUA PARA EVITAR DISSEMINAÇÃO

Para aqueles que não acreditam ou duvidam que Deus existe aproveitem para ler esse artigo maravilhosa que mostra o quão tecnológico e super, ultra, mega desenvolvida é a fauna e flora desse planeta, cujos animais servem de inspiração para o homem desenvolver as suas tecnologias e superar os graves problemas que surgem e afligem a humanidade, como é o caso da pandemia do coronavírus. Então leia o texto completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Os cientistas estão criando superfícies à prova d’água com base na natureza que também repelem bactérias

Com as preocupações sobre vírus e bactérias em alta, os cientistas começaram a procurar novas maneiras de impedir sua disseminação – e estão olhando para o mundo natural com um olho para copiar os designs da natureza.

Uma estratégia tem sido criar superfícies tão repelentes à umidade que esses micróbios não encontrem nada em que possam se agarrar. Essas superfícies são chamadas de hidrofóbicas (“ódio à água”), e os pesquisadores estão procurando imitar os materiais naturais produzidos por animais que podem repelir a água de forma muito eficaz – e também as bactérias.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e do Laboratório de Pesquisa em Engenharia de Construção do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA identificou uma maneira mais rápida e barata de produzir essas superfícies.

A folha de lótus é um exemplo particularmente famoso de um material hidrofóbico, mas os cientistas também descobriram que as asas da cigarra são naturalmente repelentes de água. Marianne Alleyne, professora de entomologia da Universidade, co-liderou um novo estudo sobre como podemos fabricar a mesma estrutura de superfície de forma barata e rápida.

No estudo publicado na Nano Letters , Alleyne e seus colegas apresentaram uma versão simplificada de um processo de fabricação chamado litografia de nanoimpressão. Com esse processo, a equipe desenhou um template para copiar a estrutura das asas do Neotibicen pruinosus, uma cigarra anual encontrada na região central dos Estados Unidos.

“Escolhemos trabalhar com asas dessa espécie de cigarra porque nosso trabalho anterior demonstra como as complexas nanoestruturas em suas asas fornecem uma excelente capacidade de repelir água. Essa é uma propriedade altamente desejável que será útil em muitas aplicações de engenharia de materiais, de asas de aeronaves a equipamentos médicos ”, disse Alleyne .

O novo processo da equipe envolve o uso de materiais mais baratos – esmaltes comerciais, por exemplo – em vez de materiais mais caros. A técnica também evita as altas temperaturas que prejudicariam as amostras naturais utilizadas por equipes no passado.

Para fazer o molde, que pode ser copiado e impresso, a equipe aplica um esmalte de secagem rápida diretamente na asa de uma cigarra, que depois seca em temperatura ambiente. Depois de concluído, o molde pode ser revestido com um polímero ou metal, com o interior dissolvido, deixando apenas a réplica de metal ou polímero.

Este método mais novo e simples é o primeiro passo para a invenção de novas superfícies ultra-hidrofóbicas com uma variedade de aplicações, a mais importante das quais pode ser a prevenção de bactérias e vírus de se estabelecerem e se espalharem.

Fonte: goodnewsnetwork.org

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REFLEXÃO: MAIS LETAL DO QUE O CORONAVÍRUS É O VÍRUS DO MEDO

‘Por favor não alimente medos’ é o tema da nossa REFLEXÃO desta quinta-feira. O texto a ser refletido fala metaforicamente fazendo uma comparação do medo provocado pela ‘cobertura adicional dos veículos de mídia controlados pela Cabala’ com o coronavírus. Enfatiza que o vírus do medo se espalha mais rapidamente do que qualquer outra coisa. E ntão lhe convido a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Por favor, não alimente medos!

O medo é um vírus que se espalha mais rapidamente do que qualquer outra coisa.

Você ainda não entendeu a mensagem?

De acordo com o blog FM 144 e outras fontes:

“O coronavírus atua nos níveis não físicos como uma espécie de nebulosa de Anomalia Negra, consistindo em bilhões de pequenas entidades, ou nanoprobes, semelhantes a aranhas. No entanto, é importante manter a calma e não entrar em pânico com a cobertura adicional dos veículos de mídia controlados pela Cabala (Nota: também é possível deixar as pessoas doentes apenas assustando-as persistentemente).”

A situação está sendo monitorada pelas Forças da Luz e contra medidas estão sendo tomadas. Além disso, já temos os meios para nos proteger:

“As Forças da Luz têm as suas contra-medidas correspondentes para a situação. E a melhor proteção física contra o vírus é, como em qualquer gripe principalmente, ter um bom sistema imunológico de forma natural, que pode ser alcançado com um estilo de vida saudável (sem cigarros, sem álcool etc.), com uma dieta nutritiva (vegetariana; ou se for baseada em plantas/vegana um tanto melhor) e exercício físico adequado.”

Mas a coisa mais importante a se fazer é parar de temer essa situação.

Por favor, não esqueça que você é o Co-Criador de sua própria Realidade. Que realidade você está ajudando a criar para si mesmo?

Por favor não alimente medos!

~ Surfacom

Fonte: https://surfacom-pt.blogspot.com/2020/03/por-favor-nao-alimente-medos.html

Fonte: Preparem-se para a mudança

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CIÊNCIAS: A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA E O CORONAVÍRUS

O artigo a seguir foi magistralmente escrito pelo Mestre em Filosofia pela UnB e astrólogo Ricardo Lindemann. O foco é a influência dos astros e da astrologia na origem do coronavírus e a vida na transição para a Era de Aquário. Convido você a ler e entender essa incrível relação!

Tudo o que Você deve Saber sobre a Era de Aquário (Despertar da ...

O vírus e a vida na transição para a Era de Aquário

“A Era de Aquário será um lindo dia ensolarado,
mas temos antes que cruzar a nuvem kármica
de nossas dívidas com o passado, cuja
cobrança estamos assistindo”

O grande desafio do momento parece ser o novo coronavírus (SARS-CoV-2) ou a doença que ele gera, a Covid-19. O vírus é novo, surgiu no fim de 2019, durante a conjunção de Saturno com Plutão; o apego à vida é um problema filosófico bem mais antigo, mas o medo da morte, sua sombra inseparável, tornou-se um problema muito atual. Uma vacina poderia resolver o problema, mas apesar dos esforços de vários países, ainda não está disponível.
Recentemente, na véspera do Ano Novo Astrológico (20/03/2020) e coincidindo com a conjunção de Marte com Júpiter e Plutão, e do ingresso de Saturno em Aquário (22/03/2020), divulgou-se uma primeira inspiradora notícia de um lenitivo: a Hidroxicloroquina.
Tal fato está conforme considerei na minha página do Facebook em 10/02/2020: “A entrada de Saturno em Aquário em 22/03/2020 deverá aliviar mais os efeitos ainda remanescentes da Grande Conjunção de Saturno com Plutão em Capricórnio, cujo processo culminou em 12/01/2020.”
Saturno em Aquário pode produzir insegurança social devido ao impulso aquariano pela excentricidade e pelo
radicalismo, mas pode estabilizar-se pelo conhecimento definido, pela concentração na pesquisa científica e pelo compromisso com metas sociais ou voltadas para o futuro.
Há controvérsias sobre a origem do novo coronavírus, mas a maioria das notícias converge para o seu surgimento
no início de dezembro de 2019, em uma feira de Wuhan na China. Há indícios de que havia ali venda de animais
vivos bastante exóticos para alimentação, incluindo morcegos, e que assim o vírus que estava nos animais teria contaminado os humanos. No início, houve imposição de sigilo e até repressão aos pesquisadores que identificaram a doença. Chegou a ocorrer a morte, pela própria Covid-19, de um médico, Dr. Li Wenliang, que tentou alertar as autoridades sobre a gravidade da crise, em fevereiro. Os efeitos do novo coronavírus se fizeram sentir durante a lunação que abrangeu o plenilúnio do Eclipse Penumbral Lunar de 10/01/2020 e do ápice da conjunção de Saturno com Plutão em 12/01/2020, conforme considerei na minha página do Facebook em 22/06/2019: “…já tenho assinalado aqui, e em meu livro (A Ciência da Astrologia e as Escolas de Mistérios. Brasília: Teosófica, [2020. 4 ed.]), os aspectos de Saturno com Plutão têm se relacionado com crises internacionais. Tais aspectos têm causado crises particularmente entre o Ocidente e o Oriente, como na oposição em 2001, com a queda da torres do World Trade Center, que parece ter sido o estopim da Guerra do Iraque; e na quadratura em 2011, com a caçada a Bin Laden e o início do último conflito na Síria. Teremos o ponto crítico da transformação na conjunção exata em 12/01/2020, mas
os eclipses podem potencializar efeitos antecipados, que tendem a afetar também a economia internacional. No Brasil, uma vez que pelo menos o Plutão já tem estado em conjunção com a cúspide da casa XII ou do Karma, também chamada Inimici ou dos inimigos, tais aspectos poderão agravar as dificuldades já existentes, período óbvio de aceleramento kármico e ajuste de contas com os excessos do passado.”
Num comentário posterior e de retrospectiva dos fatos ocorridos ou atraídos pela conjunção de Saturno com Plutão, também ali considerei em 10/02/2020: “… depois do Eclipse Penumbral da Lua de 10/01/2020. Incidentes ocorridos na proximidade daquela data, cuja gravidade foi aqui antecipada, poderiam ter tido desdobramentos muito
mais sérios, o que é motivo de alívio, como se pode destacar, entre outros: A morte do General Soleimani do Irã,
produzida por um drone norte-americano, e consequente retaliação iraniana; a derrubada do avião ucraniano por míssil iraniano, o processo parcial de impeachment de Trump; a renúncia do premiê russo; o Brexit inglês ou ROMAN GRAC/PIXABAY respectiva saída da União Europeia; o incêndio na Austrália; a erupção do vulcão nas Filipinas; o terremoto na Turquia; a avalanche na Caxemira; e a ainda não encerrada epidemia do coronavírus iniciada na China.”
A Era de Aquário, que é regida por Urano, é esperada há muito tempo como sendo o período da Fraternidade Universal e do fim das guerras, por meio de uma Federação das Nações no modelo da União Europeia ocorri- da em 1993 (conjunção de Urano com Netuno), sendo uma Era Astrológica um período de 2.150 anos que abrange uma constelação sideral dentro do movimento de Precessão dos Equinócios. Um grau de transição representariam 72 anos que seria provavelmente o período que estamos vivendo, embora haja controvérsias de quando teria iniciado, o que é natural para períodos tão longos. Cada vez que um planeta ingressa em Aquário, um novo impulso vibratório se soma na direção da Era de Aquário, mas grande mesmo será a transformação que se iniciará quando Plutão ingressar em Aquário em março de 2023, quando Saturno sairá daquele signo, depois de ter preparado a chegada de Plutão.
O universo é como um grande relógio e tudo indica existirem inteligências que o dirijam, como dizia Blavatskky em A Doutrina Secreta: “A Natureza não é um aglomerado fortuito de átomos.” A Astrologia se baseia na unidade da vida e na interdependência de suas formas de manifestação, bem como no princípio da periodicidade universal e no grande axioma hermé-tico: “Como em cima; assim embaixo.” O que acontece no Céu, se espelha na Terra. Conforme também considerei mais detalhadamente sobre as eras na revista SOPHIA nº 26, de abr/jun/2009, bem como no artigo Nostradamus e a Nova Era, publicado na revista SOPHIA nº 27, de jul/set/2009: “Existe uma dinastia espiritual cujo trono nunca está vazio, cujo esplendor jamais decai; seus membros formam uma corrente de ouro cujos elos jamais poderão romper-se porque eles fazem o mundo retornar para Deus de quem proveio.” É o ser humano que costuma transgredir as leis da harmonia espiritual e da natureza fazendo escolhas pouco sábias, como dizia Platão em A
República: “A responsabilidade é de quem escolhe: Deus está inocente nisso.” Daí surge o karma coletivo da Humanidade, que colhe o que semeou… A ignorância é a causa do mal… Atualmente estamos ingressando no Ano Novo Astrológico (20/03/2020) com Netuno em Peixes, regente da respectiva era anterior e planeta das águas e do contágio (que se dá por perdigotos ou gotículas d’água…), em semiquadratura com Urano, caracterizando uma crise entre os regentes das eras que estão em transição, ao contrário do período glorioso de 1993, quando iniciou a União Europeia, em que eles estavam em conjunção, como se estivessem “passando o bastão do revezamento”. A partir da primeira Conjunção de Júpiter com Plutão em 04/04/2020, que assim caracteriza uma data para haver uma maior clareza ou um despertar para a real dimensão do problema até o dia 12/05/2020, numa progressiva libertação, onde poderia surgir algum remédio ou tratamento lenitivo. Entretanto, se este diagnóstico for correto, de que a conjunção
de Saturno e Plutão teria originado o problema, então deveria ser favorável também o seu maior afastamento neste
semestre, que será em 12/05/2020, porém depois o Saturno iniciará seu movimento retrógrado. Outras datas favoráveis seriam 05/06/2020, quando ocorrerá um novo Eclipse Penumbral Lunar que pareceria diluir os efeitos
do anterior. Datas assim representam ápices de processos que influenciam todo o período da lunação. Melhor será o dia 27/07/2020, quando ocorrerá o sextil de Júpiter com Netuno, compreendendo com especial intuição ou superando a questão do contágio talvez com algum novo remédio ou alguma tão esperada vacina. É, todavia, importante compreender que na Astrologia Mundial, que trata do karma coletivo que envolve um número muito maior de países com interação de variáveis que não se consegue isolar, as previsões e os prognósticos são naturalmente mais probabilísticos do que no estudo de Mapas Astrais de indivíduos. Conforme o clássico provérbio: “Os astros inclinam; mas não determinam.” Embora se possa interpretar a natureza e direção das circunstâncias envolvidas, é difícil quantificar ou mensurar a sua intensidade. Conforme mencionei também no Facebook em 31/12/2017: “‘Saturno em Capricórnio, desde 20/12/2017, onde ficará pelo menos até março de 2020, parece trazer um ano de austeridades, ajuste de contas e tendências mais conservadoras e realistas em busca de segurança. Pode-se fazer uma analogia com o pêndulo que agora oscila para o outro lado, ou um arco que acumula tensão para lançar
a flecha da mudança que virá com Plutão ingressando em Aquário em 2023, e principalmente com o Grande Trígono de Plutão, Urano e Júpiter em 2029, que associo à Federação das Nações simbolizando o fim das guerras na Era de Aquário, conforme publiquei na revista SOPHIA nº 36, de out/dez/2011 (p. 43), se eu tiver interpretado corretamente a profecia do Bispo + C.W. Leadbeater em 1913.’ Será um lindo dia ensolarado de uma nova era de paz, mas temos antes de cruzar a nuvem kármica de nossas dívidas com o passado, cuja cobrança estamos assistindo.”
O novo coronavírus parece fazer parte deste plano divino, que guia as nações, de acordo com as possibilidades do karma coletivo, para mostrar à humanidade que somos todos um, sem as aparentes distinções de raça, crença religiosa, ideologia, classe social, ou como dizia Krishnamurti: “vós sois o mundo.” Também em Aos Pés do Mestre:
“Deus tem um plano, e esse plano é a evolução.”
Por outro lado, o apego à vida ou o medo da morte têm se intensificado com a presença do Covid-19. No mínimo
é importante ressaltar que muitos sábios da antiguidade como Samkara, Buddha, Krishna, Platão e talvez Cristo, também parecem concordar nessa questão da ignorância ser a causa do mal ou do sofrimento, caracterizando um ponto essencial do estudo comparativo entre religião e filosofia. Poderia parecer até que também Cristo concorda
neste tema quando afirma “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” [João VIII: 32], pois sugere que há uma escravidão ou submissão, talvez à matéria, causada pela ignorância ou carência do conhecimento da verdade. Pela ignorância de sua verdadeira natureza espiritual o ser humano se identifica com os corpos com os quais seu espírito se reveste, sendo esta a raiz do egoísmo. O egoísmo também é definido por Ksemaraja, sábio comentado por Taimni em O Segredo da Autorrealização: “A natureza essencial da escravidão, no mundo ilusório da manifestação, é o apaixonar-se pelo próprio poder individual limitado, devido à falta de percebimento daquela Realidade que é a única fonte existente de todo poder.” Dessa identificação com os corpos surge a atração por repetir o prazer ou a repulsão que tenta evitar a dor, abrangendo assim as diversas paixões que aprisionam o ser humano na
matéria, resultando no apego à vida e medo da morte, que reforça assim a ignorância de sua verdadeira natureza espiritual. Dessa forma cria-se um círculo vicioso que tende a reforçar-se, mas o vírus pode ser um agente kármico
ou um instrumento da natureza para quebrar tal círculo e levar a humanidade a meditar na imortalidade da alma e na ciclicidade da vida, como se encontra em A Tradição-Sabedoria. Assim, o ser humano poderá despertar para a importância do autoconhecimento e perceber sua grandeza divina, como se encontra em O Idílio do Lótus Branco:
“A alma do homem é imortal, e o seu futuro é o de algo cujo crescimento e esplendor não têm limites.”

 * Ricardo Lindemann é Doutorando em Ciência da
Religião pela UFJF, Mestre em Filosofia pela UnB,
Presidente do Sindicato dos Astrólogos de Brasília e Ex-Presidente da Sociedade Teosófica no Brasil.

Fonte: Revista Sophia 84ª edição

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BOAS NOTÍCIAS: VÍRUS DA VARÍOLA VAI SER TESTADO EM HUMANOS PARA A CURA DO CÂNCER

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira temos mais uma espetacular descoberta da ciência na luta contra o câncer. Pesquisadores australianos começam a testar em humanos um vírus que pode matar todo tipo de câncer. Se essa nova terapia der certo o câncer deixará de ser a doença que mais mata seres humanos no mundo. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes dessa grande descoberta.

Vírus que mata todo tipo de câncer começa a ser testado em humanos

Fonte: News Corp Australia

Fonte: News Corp Australia

Curiosamente, trata-se de um vírus conhecido, o da varíola bovina, extinto há mais de 200 anos.

A empresa de biotecnologia australiana Imugene, que licenciou a inovação, projetou o novo vírus. Chamado CF33, ele reduziu tumores com sucesso em testes com camundongos e no início de 2020 será testado em pacientes com câncer de mama, melanoma, câncer de pulmão, bexiga, câncer de estômago e intestino.

Vírus inofensivo

O professor Yuman Fong, especialista dos EUA que projetou o vírus, disse que a varíola bovina é inofensiva em humanos e a misturou com vários outros vírus que os testes mostraram que poderiam matar o câncer.

O tratamento inovador fará com que os pacientes injetem o vírus diretamente em seus tumores, onde é esperado que infectem as células cancerígenas e as explodam.

Espera-se que o vírus alerte o sistema imunológico de que existem células cancerígenas no corpo e o levará a procurar e matar outras células doentes.

Os testes

Yuman Fong está na Austrália nesta semana para conhecer representantes da Imugene e planejar os ensaios clínicos.

Fong projetou o vírus no Hospital City of Hope, em Duarte, Califórnia, EUA.

O chamado “estudo da cesta”, que será realizado na Austrália e em outros países, vai registrar pacientes com câncer de mama triplo negativo, melanoma, câncer de pulmão, bexiga, câncer de estômago e intestino.

Os pesquisadores acreditam que isso mostrará onde o tratamento é mais eficaz mais rápido do que apenas testar em um tipo de câncer.

O professor Fong está esperançoso porque outros vírus mais específicos para matar o câncer já estão se mostrando eficazes no combate ao câncer em humanos.

Tipos de virus

Cientistas americanos transformaram o vírus que causa o resfriado comum em um tratamento para matar o câncer no cérebro – em alguns pacientes o câncer desapareceu por anos antes de retornar, em outros ele encolheu consideravelmente os tumores.

Uma forma modificada do vírus do herpes, ou herpes labial chamada Imlygic ou T-Vec, está sendo usada para tratar o melanoma.

Ela ajuda o sistema imunológico do corpo a reconhecer e destruir tumores e, em seguida, encontra outras células de melanoma por todo o corpo e as mata.

Imunoterapia

O professor associado do pesquisador australiano Tom John, do Instituto de Pesquisa de Câncer Olivia Newton John, testou recentemente outro tratamento contra vírus em combinação com a imunoterapia Keytruda em 11 pacientes com câncer de pulmão e 3 pacientes viram seus tumores reduzirem de tamanho.

“Houve evidências de que os vírus poderiam matar o câncer a partir do início dos anos 1900, quando as pessoas vacinadas contra a raiva tiveram seu câncer desaparecido e entraram em remissão”, disse o professor Fong.

Pesquisas anteriores usando vírus para matar câncer falharam porque os vírus usados eram muito tóxicos; outros tratamentos só conseguem lidar com câncer em células específicas, como pele ou tecido hepático.

“O problema era que, se você tornava o vírus tóxico o suficiente para matar o câncer, estava preocupado que também matasse o homem”, concluiu ele.

O professor Yuman Fong que projetou o vírus Foto: News360

O professor Yuman Fong que projetou o vírus Foto: News360

Com informações do News Australia

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CIENTISTAS BELGA TAMBÉM SE APROXIMAM DA CURA DA AIDS

Temos mais uma BOA NOTÍCIA nesta quarta-feira para toda a humanidade. É sobre uma possível cura da AIDS. Cientistas belgas avançam um passo mais perto da cura da AIDS. Uma descoberta sensacional. Leia a reportagem completa a seguir e veja como foi a descoberta!

Avanços de cientistas levam a um passo mais perto da cura da AIDS

Thaís Garcia

Publicado em 18.09.2019

Avanços de cientistas levam a um passo mais perto da cura da AIDS 16

Imagem: Getty Images

Os pesquisadores belgas descobriram que esse vírus residual está escondido em células imunes específicas do corpo. Isso o mantém sob o radar. Segundo os cientistas, quando o paciente para de tomar inibidores da doença, o HIV pode voltar dessas células e causar um renascimento do vírus.

Medicamentos
A descoberta pode levar ao desenvolvimento de medicamentos, com uma maior probabilidade de curar completamente o paciente infectado com o HIV. Os pesquisadores falam de uma “pesquisa inovadora”.

Mais descobertas

Em julho deste ano, cientistas americanos afirmaram ter encontrado a cura para o HIV em alguns ratos. Os pesquisadores disseram que removeram o HIV do DNA dos ratos, uma conquista que os cientistas dizem que poderia ser um passo inicial em direção a uma cura para os seres humanos.

Os experimentos clínicos para o componente de edição de genes da cura poderão ser iniciados já em 2020, se o órgão americano FDA (Food and Drug Administration) os aprovar.

A descoberta aconteceu durante um estudo, de mais de 30 cientistas da Temple University e da University of Nebraska Medical Center, ao combinar um medicamento antiviral com a ferramenta chamada CRISPR, que pode editar genes. Os pesquisadores eliminaram o HIV em 9 dos 23 ratos que foram modificados, para que seu sistema imunológico imitasse melhor o dos humanos.

Kamel Khalili, um dos principais pesquisadores do estudo, enfatizou que há um grande salto científico de resultados promissores em ratos para o sucesso em humanos.

“Sabíamos o que precisávamos fazer, mas a tecnologia não estava disponível. Com a edição de genes, finalmente isto se tornou uma realidade. O resultado foi incrível”, disse Khalili ao Washington Post, dizendo que ele e sua equipe aguardavam uma ferramenta como o CRISPR, para combater um vírus que se torna parte do tecido de nossos cromossomos.

AIDS
Mais de 37 milhões de pessoas ainda estão infectadas com o vírus HIV e quase o mesmo número de pessoas morreram de AIDS, desde que a doença foi descoberta pela primeira vez, em 1981.

No entanto, o HIV não é mais visto como um vírus mortal, mas como uma doença crônica ou um distúrbio, na mesma linha que a diabetes e as doenças cardiovasculares.

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

Fonte: Conexão Política

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