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BOAS NOTÍCIAS: MÃES VACINADAS QUE AMAMENTAM PASSAM SUA IMUNIDADE PARA SEUS FILHOS

Neste domingão temos boas novas, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. A Sociedade Brasileira de Pediatria – SBP, divulgou um estudo científico que comprova: mães vacinadas contra a Covid-19, que amamentam, passam anticorpos para recém-nascidos, ou seja, protegem os filhos da doença! Uma excelente notícia em meio a tanta desgraça acontecendo no nosso imenso país. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa boa nova!

Mães vacinadas que amamentam passam anticorpos para recém-nascidos

A Sociedade Brasileira de Pediatria – SBP, divulgou um estudo científico que comprova: mães vacinadas contra a Covid-19, que amamentam, passam anticorpos para recém-nascidos, ou seja, protegem os filhos da doença!

O estudo da SBP diz que não é preciso interromper a amamentação após a vacinação e faz uma análise das duas vacinas utilizadas no Brasil, no momento, a Coronavac e a AstraZeneca.

Conforme a análise, a vacinação em gestantes ou lactantes indica a proteção da mulher, diminuindo o risco teórico de transmissão e infecção dos filhos.

Leite Materno e Anticorpos

A entidade, por meio de seus Departamentos Científicos de Imunização, Infectologia e Aleitamento Materno, fez uma revisão sobre os dados disponíveis e orienta a vacinação contra a COVID-19 para lactantes.

Lembrando que o Ministério da Saúde recomendou a vacinação em gestantes, em nota técnica divulgada em março, desde que haja avaliação e orientação médica.

“O leite materno contém anticorpos (IgA secretória contra o SARS-CoV-2) que poderiam potencialmente proteger o bebê amamentado.

A recomendação da vacinação de mulheres que, na sua oportunidade de vacinação, estiverem amamentando, independentemente da idade de seu filho, sem necessidade de interrupção do aleitamento materno, ressaltando todos os benefícios de ambas as ações”, enfatiza o documento.

Recomendação

Na mesma linha a favor da vacinação, a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, a Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro, a Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Santa Catarina, entre outras entidades internacionais, também se posicionaram favoravelmente.

A nota técnica do MS recomenda a imunização das gestantes diagnosticadas com diabetes, hipertensão, obesidade, doenças cardiovasculares, asma, transplantadas, crônicas renais e doenças autoimunes.

O documento da SBP finaliza ressaltando que mulheres que preferirem não se vacinar devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.

Por Andréa Fassina, da redação do Só Notícia Boa – Com informações da SPB e MidiaMax

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: DEPOIS DE 40 ANOS VACINA CONTRA AIDS PARECE TER SIDO ENCONTRADA

Depois de 40 anos, eis que finalmente surge a vacina contra a AIDS. Com resultados promissores na fase 1, os testes clínicos realizados em humanos mostraram que 97% dos participantes que receberam a injeção desenvolveram as células imunológicas capazes de combater infecção pelo HIV. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa incrível descoberta!

Vacina contra HIV tem resultado promissor em estudo feito em humanos

Testes clínicos realizados em humanos com uma nova vacina contra o HIV tiveram resultados promissores na fase 1.

Segundo a IAVI – International AIDS Vaccine Initiative – e a Scripps Research, 97% dos participantes que receberam a injeção desenvolveram as células imunológicas capazes de combater infecção pelo HIV.

No estudo, os pesquisadores testaram uma nova abordagem de vacina que funciona estimulando a produção de células imunes raras, necessárias para criar os anticorpos certos para combater o vírus, que está em constante mutação.

Voluntários

48 pessoas participaram da primeira fase dos testes clínicos que avaliam segurança e anticorpos.

Os voluntários foram divididos em dois grupos: um grupo de baixa dose ou um grupo de alta dose.

 

Eles receberam duas doses da vacina ou do placebo, com dois meses de intervalo entre elas.

Os resultados mostraram que entre aqueles receberam o imunizante, 97% desenvolveram as células imunológicas corretas para prevenir uma infecção pelo HIV, os chamados anticorpos amplamente neutralizantes (BNAbs, na sigla em inglês).

Como funciona

Essas proteínas especializadas se prendem às pontas da superfície do HIV e podem neutralizar diversas cepas do vírus.

Mas, para produzir esse tipo específico de anticorpos não é tão fácil assim.

Será necessário primeiro ativar os linfócitos B responsáveis pela secreção desses anticorpos.

“Nós e outros [pesquisadores] postulamos há muitos anos que, para induzir os bnAbs, você deve iniciar o processo ativando as células B certas – células que têm propriedades especiais que lhes dão potencial para se desenvolverem em células secretoras de bnAb”, explicou William Schief, professor e imunologista da Scripps Research e diretor executivo de design de vacinas do Centro de Anticorpo Neutralizante da IAVI.

Próximas etapas

Para as próximas etapas, os institutos de pesquisa fecharam uma parceria com a empresa de biotecnologia Moderna para desenvolver uma vacina baseada em mRNA capaz de produzir essa resposta imune contra o HIV.

Há décadas a ciência tenta, sem sucesso, desenvolver uma vacina eficaz contra o HIV.

Os pesquisadores acreditam que a estratégia utilizada nesse estudo clínico pode ser aplicada no desenvolvimento de vacinas contra outras doenças, como gripe, dengue, Zika, hepatite C e malária.

Por Andréa Fassina, da redação do Só Notícia Boa – Com informações da Veja

Fonte: Só Notícia Boa

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PREFEITO ALEMÃO FOI AFASTADO DAS FUNÇÕES POR TOMAR VACINA SEM FAZER PARTE DA POPULAÇÃO PRIORITÁRIA

Prefeito é suspenso na Alemanha por tomar vacina antes da hora

Bernd Wiegand, de 64 anos, recebeu uma dose em janeiro, enquanto o acesso à vacina estava reservado às pessoas idosas

INTERNACIONAL

Da AFP

Prefeito alemão foi vacinado sem fazer parte da população prioritária

JACOB KING/POOL VIA REUTERS – 7.4.2021

O prefeito da cidade alemã de Halle, Bernd Wiegand, foi suspenso de suas funções pelo conselho municipal por ter tomado a vacina contra a covid-19 em janeiro sem fazer parte da população prioritária.

Uma maioria de 34 dos 48 vereadores votaram na quarta-feira à noite, em um conselho municipal especial, a suspensão temporária do prefeito de Halle, uma cidade do estado federado de Saxônia Anhalt, no centro da Alemanha.

O prefeito, de 64 anos, recebeu uma dose em janeiro, enquanto o acesso à vacina estava reservado na Alemanha às pessoas idosas.

Wiegand, atualmente de férias e ausente na reunião do conselho, explicou que tomou a vacina para evitar o desperdício das doses restantes. 

No entanto, suas explicações sobre esta vacinação, revelada várias semanas depois, variaram com o tempo. Primeiro, Wiegand havia afirmado que se beneficiou de um sorteio.

As autoridades da cidade também tiveram acesso às vacinas sem serem prioridades, o que o prefeito tentou manter em segredo, segundo os primeiros resultados de uma investigação do Ministério Público de Halle.

Os vereadores também receberam vacinas antes da hora. Desde então, estão pedindo desculpas.

Fonte: R7

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CHEGA AO RN MAIS 69 MIL DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19, SEGUNDO ANÚNCIOU DA GOVERNADORA FÁTIMA

Por G1 RN

 

Doses da CoronaVac em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiDoses da CoronaVac em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), anunciou, através de uma rede social, que o estado vai receber um novo lote com mais 69 mil doses da vacina contra Covid-19. Segundo a gestora, a confirmação foi dada pelo Ministério da Saúde.

Ao todo, serão 32 mil imunizantes da CoronaVac e 37 mil de Oxford/AstraZeneca. Fátima Bezerra afirmou que “esse montante será direcionado para a 1ª dose em idosos e trabalhadores das forças de segurança” e para “2ª dose de trabalhadores de saúde e idosos de 74 a 70 anos, segundo a orientação do PNI/MS (Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde)”.

O lote mais recente recebido no estado foi há exatamente uma semana, no dia 1º de abril, com cerca de 150 mil doses – a maior carga já enviada pelo Ministério da Saúde ao Rio Grande do Norte desde o início da campanha nacional de imunização, em janeiro.

Avançando na faixa etária de vacinação, algumas cidades do estado, como Natal, imunizam idosos a partir de 64 anos atualmente. Outras, como Mossoró, vacinam idosos de 63 anos. Com a chegada de mais doses, a expectativa é de que haja um novo avanço nessa faixa de idade.

De acordo com a plataforma RN+ Vacina, o Rio Grande do Norte recebeu até o momento 685.690 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 572.040 da CoronaVac e 113.650 de Oxford/AstraZeneca. O sistema aponta ainda que mais de 356 mil pessoas foram vacinadas no estado até o momento.

Fonte: G1 RN
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PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE NATAL SÃO INCLUÍDOS NO GRUPO PRIORITÁRIO PARA VACINA CONTRA COVID-19

Câmara aprova Lei que torna profissionais da educação prioritários na vacinação contra Covid

01 abr 2021

Fotos de Professores, imagem para Professores ✓ Melhores imagens | Depositphotos®

A Câmara Municipal de Natal realizou na tarde desta quarta-feira (31) mais uma Sessão Ordinária Remota. Na pauta de debates entre os parlamentares, foi discutida e aprovada uma Lei, em regime de urgência, que inclui os trabalhadores em educação do município de Natal na fase 1, como grupo prioritário do programa de vacinação contra a Covid-19. A matéria é de autoria da vereadora Divaneide Basílio (PT).

De acordo com o presidente da Casa, vereador Paulinho Freire (PDT), a matéria, além de garantir a proteção dos profissionais do setor, vai proporcionar o retorno das aulas na cidade. “Suma importância para que as escolas possam retornar suas atividades, principalmente no setor público, que a gente sabe que estão atrasados nos protocolos e a Câmara não podia ser incoerente. Portanto, aprovamos a essencialidade e não tinha porque não aprovar a preferência. Demos uma colaboração gigante tanto para o ensino público, quanto para o privado”, ressaltou Paulinho.

A autora destacou a necessidade do projeto que vai contribuir, não só para a segurança dos professores, como também auxiliar no plano de reabertura das atividades educacionais. “Quando nós protocolamos esse projeto foi justamente com a intenção de pensar o plano de retomada. Foi inclusive antes mesmo de votarmos aqui o projeto da educação em ser essencial e reabrir neste momento, pensando justamente que, a gente precisava se preparar e que precisávamos ter os nossos professores e professoras vacinados”, destacou Divaneide.

“Na semana passada aprovamos uma matéria que considerava a educação como essencial e inclusive argumentava que não tínhamos naquele momento como não considerar a educação como essencial, porque a educação é básica, é fundamental e prioridade. Mas ao mesmo tempo tínhamos que ter um gesto para que os trabalhadores das escolas pudessem ter proteção”, disse o vereador Felipe Alves (PDT), que subscreveu o PL.

“O governo federal já deveria ter colocado os professores na linha de frente e ter os vacinado desde o início, porém hoje temos a oportunidade de votarmos aqui na Câmara. Projeto importante que reconhece os professores. Espero que essa vacinação ocorra o mais rápido possível”, acrescentou o vereador Klaus Araújo (SD).

Fonte: Política em Foco
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CONFIRA AS DATAS DA APLICAÇÃO DA SEGUNDA DOSE DA VACINA DE OXFORD EM NATAL

Por G1 RN

 

Fila na UNP para vacinação nesta terça-feira — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV CabugiFila na UNP para vacinação nesta terça-feira — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV Cabugi

A Prefeitura de Natal alterou o funcionamento dos dois pontos de drive thru para aplicação exclusiva da segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca a partir desta quarta-feira (31).

O motivo da mudança foi a alta demanda de procura nesta terça-feira (30), em que muitos os que procuraram a UNP da Roberto Freire e o Ginásio Nélio Dias não conseguiram receber a dose de reforço. (Veja no fim o novo calendário).

“Verificamos uma alta demanda já nas primeiras horas da manhã, e que várias pessoas não estavam respeitando as datas do escalonamento montado pela SMS Natal. Em virtude disso, decidimos aumentar o prazo para essas pessoas receberem a segunda dose do imunizante e vamos ser rígidos na fiscalização desse cronograma que foi montado para evitar fila e demora no atendimento”, disse o secretário de saúde de Natal, George Antunes.

A alta demanda, no entanto, também foi do público que tinha o direito de se vacinar nesta terça-feira (30) e também não conseguiu. Algumas pessoas reclamaram das filas, que chegaram a durar até 4 horas. Em nota, a SMS informou que alguns vacinadores não puderam comparecer ao trabalho.

Onde ficam os drives exclusivos para a segunda dose da Oxford

  • Estacionamento da UNP na Av. Engenheiro Roberto Freire, na Zona Sul.
  • Ginásio Nélio Dias (acesso pela Rua da Mutamba, através do portão 03) – conta também com ponto de pedestre

Durante a Semana Santa, os drives também continuam em funcionamento para agilizar a imunização no município. É necessário apresentar cartão de vacinação, vínculo de trabalho em Natal e documento com foto.

Confira novo calendário

  • Quem tomou no dia 27 de janeiro – Procurar os drives entre 30 de março e 01 de abril.
  • Quem tomou no dia 28 de janeiro – Procurar os drives entre 02 de abril e 04 de abril.
  • Quem tomou no dia 29 de janeiro – Procurar os drives entre 05 de abril e 07 de abril.
  • Quem tomou no dia 30 de janeiro – Procurar os drives entre 08 de abril e 10 de abril.
  • Quem tomou no dia 31 de janeiro – Procurar os drives entre 11 de abril e 13 de abril.
  • Quem tomou no dia 01 de fevereiro – Procurar os drives entre 14 de abril e 16 de abril.
  • Quem tomou no dia 02 de fevereiro – Procurar os drives entre 17 de abril e 19 de abril.

Fonte: G1 RN

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NESTA SEGUNDA -FEIRA (29) NATAL VACINA IDOSOS A PARTIR DE 69 ANOS E AMPLIA CATEGORIAS DE TRABALHADORES COM VÍNCULOS NA SAÚDE COMPROVADOS

Por G1 RN

 

Aplicação de vacina Coronavac, contra a Covid-19, em Natal, Rio Grande do Norte. — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV CabugiAplicação de vacina Coronavac, contra a Covid-19, em Natal, Rio Grande do Norte. — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal anunciou que começa nesta segunda-feira (29), a vacinação contra Covid-19 para idosos com 69 anos e algumas categorias de trabalhadores de saúde.

Para receber o imunizante os idosos devem apresentar o cartão de vacinação, comprovante de residência de Natal e documento com foto. Os idosos podem procurar uma das 35 salas de vacinação ou os pontos de drive-thru (veja abaixo)

Para se vacinar, o trabalhador de saúde tem que apresentar obrigatoriamente a escala de trabalho impressa e assinada ou carteira de trabalho, contra-cheque, além do cartão de vacinação. Segundo o município, os trabalhadores de saúde contemplados na etapa podem se dirigir a um dos quatro pontos de drive-thru (Palácio dos Esportes, Arena das Dunas, Shopping Via Direta ou Ginásio Nélio Dias), das 8h às 16h.

A abertura para o novo público de trabalhadores de saúde será de forma escalonada, conforme calendário divulgado pela pasta:

  • Dia 29/03 – Trabalhadores de Saúde com vinculo comprovado em hospitais, maternidades, laboratórios, farmácias e drogarias.
  • Dia 30/03 – Trabalhadores de Saúde com vinculo comprovado em clínicas especializadas (cardiologia, vascular, nefrologia e endocrinologia).
  • Dia 01/04 – Trabalhadores de Saúde com vinculo comprovado nas demais clínicas especializadas.

Salas de vacinação

A SMS ainda informou que passará a trabalhar com 35 salas de vacinação distribuídas nos cinco distritos sanitários da capital, em funcionamento no horário de segunda a sexta das 8h às 11h30 e das 12h30 às 15h. As unidades são para vacinação de idosos.

Norte I

  • UBS Pajuçara: Rua Maracaí, S/N, Conjunto Pajuçara
  • USF Nova Natal : Rua do Pastoril, Nova Natal, Lagoa Azul
  • USF Redinha: Rua Do Campo, S/N , Redinha.
  • USF Nordelândia: Rua José Da Silva, S/N, Lagoa Azul.
  • USF Gramoré: Avenida Guaratinguetá S/N, Lagoa Azul.
  • USF Parque Das Dunas: Avenida Mar Mediterrâneo, N° 101, Conjunto Parque Das Dunas, Pajuçara.
  • USF Pompeia: Rua Oceano Atlânticos, N° 172, Nova República, Pajuçara.

Norte II

  • USF Vale Dourado: Rua Irmã Vitória, N° 02, Igapó.
  • USF Panatis: Rua Das Pimenteiras, S/N, Panatis.
  • USF Jardim Progresso: Rua Antonia Santana, S/N, Jardim Progresso.
  • USF Nova Aliança: Rua Da Consolação, 384, Nossa Sra. Da Apresentação.
  • USF Soledade II: Rua Serra Negra, N° 2000, Soledade II.
  • USF Santarém: Avenida Rio Doce, N° 12, Conjunto Santarém.
  • C.S Bela Vista: Rua Novo Recreio, S/N, Igapó.

Sul

  • UBS Candelária: Rua Nossa Senhora Da Candelária, N° 3402, Candelária.
  • ESF Rosangela Lima: Rua Santa Beatriz, N° 11, Planalto.
  • UBS Nova Descoberta: Avenida Xavier da Silveira, N° 05, Nova Descoberta.
  • UBS Satélite: Rua Das Carnaúbas, N° 02 Pitimbu.
  • UBS Pitimbu: Rua Serra De Piracanjuba, N° 02, Pitimbu.
  • ESF Ronaldo Machado: Rua Desportista Arthur Veiga, N°10, Planalto.

Leste

  • UBS São João: Rua Romualdo Galvão, N° 891, Tirol.
  • USF Brasília Teimosa: Rua Miramar, N° 34.
  • USF Rocas: Rua Francisco Bicalho, S/N, Rocas.
  • UBS Alecrim: Rua Fonseca e Silva, N° 1129, Alecrim.
  • Unidade Mista Mãe Luiza: Rua João XXIII, Mãe Luiza.
  • UBS Lagoa Seca: Rua Padre Antônio S/N, Lagoa seca.
  • USF Passo da Pátria: Rua Ocidental de Baixo, S/N, Pantanal, Centro.

Oeste

  • USF Nazaré: Rua Rubens Mariz, N° 447, Nsa Senhora de Nazaré.
  • UM Felipe Camarão: Rua Da Tamarineira, N° 25, Felipe Camarão.
  • USF Cidade Nova: Rua Do Laranjal, N° 483, Cidade Nova.
  • USF Bairro Nordeste: Rua alto da Bela Vista, N° 492, Bairro Nordeste.
  • USF Quintas: Travessa Luiz Sampaio, N° 712, Quintas.
  • USF Monte Líbano : Rua Matusalém , N° 191, Bom Pastor.
  • USF KM 06: Av. Capitão Mor Gouveia, N° 10.318, KM 06.
  • USF Nova Cidade: Rua Francisco de Assis Martins, S/N, Nova Cidade.

Fonte: G1 RN

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SAIBA MAIS SOBRE A VACINA TOTALMENTE DESENVOLVIDA NO INSTITUTO BUTANTAN

Tudo que você precisa saber sobre a Butanvac, a vacina brasileira

Tire suas dúvidas e entenda as características do candidato a imunizante contra a Covid-19 totalmente desenvolvido pelo Instituto Butantan, de São Paulo

Weslley Galzo, da CNN, em São Paulo

Atualizado 26 de março de 2021 às 15:15

Butanvac Instituto Butantan

 O governo do estado de São Paulo, em parceria com o Instituto Butantan, detalhou na manhã desta sexta-feira (26) as especificidades da Butanvac, primeira candidata a vacina desenvolvida integralmente em território nacional.

Limitações práticas devem dificultar a aplicação do imunizante, como apontam especialistas. O governador João Doria prometeu entregar 40 milhões de doses da vacina a partir de julho. No entanto, para que isso aconteça, ela precisa passar pelo crivo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nos testes clínicos — ainda não iniciados — e ter o uso emergencial, ou definitivo, aprovado neste período.

Para além dos prazos, a Butanvac é desenvolvida para também combater a variante P.1 do coronavírus surgida em Manaus e possui tecnologia similar à utilizada na produção da vacina contra a gripe. Estas e outras especifidades tornam a vacina do Butantan muito diferente dos demais imunizantes disponíveis no mercado.

Confira abaixo as principais informações que você precisa saber sobre a Butanvac:

A Butanvac é eficaz contra as variantes do coronavírus?

O Instituto Butantan não detalhou se a vacina combate todas as variantes do coronavírus existentes, mas ela foi desenvolvida para ser eficaz contra a variante P.1, identificada em Manaus, no Amazonas. 

“Nós já estamos trabalhando na versão P1 dessa vacina. Quando ela entrar em produção será eficaz contra a variante”, afirmou o diretor do instituto, Dimas Covas.

Será aplicada em uma ou duas doses?

O Instituto Butantan não confirmou quantas doses da vacina serão necessárias para imunizar a população. De acordo com Dimas Covas, presidente do instituto, a nova vacina tem potencial de imunização superior a de outros imunizantes e poderá proteger a população com apenas uma dose. “É uma possibilidade. O fato de você ter uma melhor resposta imunológica permite utilizar apenas uma dose”.

Prazo x burocracia: quanto tempo leva para a vacina começar a ser aplicada?

Em entrevista à CNN, o pesquisador e infectologista Júlio Croda, da Fiocruz, disse que o prazo anunciado pelo governador João Doria de início, em julho, da aplicação de 40 milhões de doses dificilmente será cumprido.

“Não é tão rápido que isso acontece. Apesar da capacidade de produção existir pelo Instituto Butantan, por usar tecnologia similar à vacina da gripe, a gente precisa de tempo desses estudos de fase 3 para evidenciar a eficácia da vacina, assim como foi feito com a Coronavac”, afirmou.

O pesquisador lembrou que os testes clínicos da fase 3 de outras vacinas disponíveis atualmente no Brasil e em outros países levaram pelo menos seis meses para serem concluídos. De acordo com o governo paulista, o pedido de desenvolvimento de estudo clínico será enviado nesta sexta-feira (26) à Anvisa. Caso a agência aceite o protocolo, a vacina ainda precisa passar pelos testes e conseguir a aprovação para uso na população.

Quais são as etapas pelas quais a vacina ainda precisa passar?

A vacina anunciada pelo Instituto Butantan já passou pelos testes pré-clínicos, que são realizados em animais e em laboratório, mas ainda precisa ser submetida às fases 1, 2 e 3 dos estudos clínicos. A fase 3 é a mais complexa e demorada, pois envolve a aplicação em um grupo maior de pessoas.

“Se é uma nova vacina, tem que obedecer todo o rito, fazer estudos de fase 1 e 2, que são mais rápidos. Em dois meses dá para fazê-los. Mas os ensaios de fase 3, utilizando uma população maior, de diferentes estados, demora um tempo”, explicou Croda.

O que muda com o fato de a Butanvac ser produzida no Brasil e com a mesma tecnologia da vacina da gripe?

A Butanvac usa o vetor viral da proteína Spike do coronavírus, que foi modificado geneticamente. Apesar da diferença em relação ao vírus da gripe, a produção será feita com os mesmos métodos utilizados pelo Butantan na vacina contra a influenza.

A principal mudança que este sistema de produção traz é a sua simplicidade em relação aos demais métodos utilizados no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, em geral mais tecnológicos e com necessidades especiais de armazenamento. Segundo o correspondente médico da CNN, o neurocirurgião Fernando Gomes, o grande ganho do Brasil com a Butanvac é a ampliação da produção.

“As outras vacinas [usadas no Brasil] têm uma dependência de insumos que vêm do exterior. Isso faz com que tenhamos produção limitada por algo que não conseguimos ter controle. A partir do momento que temos isso dentro do território nacional, as coisas ficam muito mais fáceis em termos de conseguir escalonar de forma maior a produção da vacina e sua distribuição”, disse.

Outro fator que muda com a Butanvac é o baixo custo de produção, já que os insumos não precisarão ser importados de outros países e o próprio método torna o processo mais barato.

Fonte: CNN

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O INSTITUTO BUTANTAN DESENVOLVEU UMA NOVA FÓRMULA DA VACINA CONTRA COVID-19 E VAI PEDIR AUTORIZAÇÃO DA ANVISA PARA INICIAR FASE DE TESTES

Butantan desenvolve vacina brasileira contra Covid-19 e quer iniciar testes

Instituto ligado ao Governo de São Paulo já é protagonista na vacinação contra a Covid-19 por meio da parceria na produção da Coronavac

Guilherme Venaglia e Sinara Peixoto, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 26 de março de 2021 às 02:39

Instituto Butantan

O Instituto Butantan desenvolveu uma nova fórmula de vacina contra a Covid-19. A entidade ligada ao Governo de São Paulo pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar a testagem.

O governador João Doria (PSDB) convocou uma entrevista coletiva para a manhã desta sexta-feira (26), ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, para dar uma notícia “da ciência, que nos enche esperança na luta contra a Covid-19”. Doria não antecipou o assunto da coletiva.

Diferentemente da Coronavac ou da vacina de Oxford, em que os parceiros nacionais podem produzir uma capacidade limitada de doses, na nova vacina o Instituto Butantan é o principal desenvolvedor dentro de um consórcio e poderá produzir a maior parte dos imunizantes.

A informação do desenvolvimento da vacina, que se chamará Butanvac, foi confirmada pela CNN na noite desta quinta-feira (25). O pedido de autorização para testes contempla as fases 1 e 2 dos estudos, que analisam a segurança e a capacidade de promover resposta imune. A fase da eficácia, na qual as vacinas podem pedir o uso emergencial ou o registro definitivo, é a terceira fase.

O Butantan já é protagonista na vacinação contra a Covid-19 no Brasil com a Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica Sinovac. O Instituto Butantan conduziu a testagem do imunizante no país e é o responsável pelo envase do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) que é importado da China.

A vacina já foi cadastrada no sistema da OMS, com as empresas Dynavax e PATH como parceiras. Ao todo, segundo o Ministério da Saúde, há 17 estudos pré-clínicos de vacinas no Brasil.

Vacinação no Brasil

Na terça-feira (23), sem explicar como, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, que o Brasil conseguirá vacinar toda a população até o fim deste ano. “2021 será o ano da vacinação dos brasileiros”, afirmou o presidente. “As vacinas estão garantidas”, disse Bolsonaro sem detalhar de que forma essa previsão será cumprida.

“Não sabemos por quanto tempo teremos que enfrentar essa doença, mas a produção nacional vai garantir que possamos vacinar os brasileiros todos os anos, independentemente das variantes que possam surgir”, disse. O presidente citou as três vacinas já aprovadas pela Anvisa para uso emergencial ou definitivo: Oxford/AstraZeneca, Coronavac e Pfizer.

Levantamento feito pela CNN, indica que o Brasil aplicou, até essa quinta-feira (25), 18.429.337 de doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 13.925,178 primeiras doses e 4.504.159 da segunda etapa.

As informações têm base em dados das Secretarias Estaduais de Saúde, que divulgaram o balanço preliminar da vacinação.

O levantamento é preliminar, pois nem todos os estados e municípios publicam informações sobre a campanha de imunização em sua totalidade.

Por enquanto, apenas os imunizantes da CoronaVac e a da AstraZeneca/Oxford estão em aplicação no Brasil, que aguarda a chegada das doses da Pfizer, já com registro definitivo aprovado pela Anvisa, mas com previsão de entrega em até 3 meses.

Nessa quarta-feira (24), a Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, solicitou à Anvisa o uso emergencial do seu imunizante no país.

Impasse entre gestões

Desde o início da pandemia, o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente Jair Bolsonaro criticam um ao outro sobre suas posturas no combate à Covid-19.

Especificamente sobre as vacinas, Doria sempre se mostrou favorável ao desenvolvimento e rápida aplicação de imunizantes no país. Já Bolsonaro, teceu críticas ao longo de quase um ano, principalmente à Coronavac, desenvolvida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

No entanto, no início de março deste ano, em um evento – usando máscara de proteção contra o vírus –, o presidente mudou o tom defendeu a vacinação e reforçou que o governo “não poupou esforços e recursos” no combate à pandemia do novo coronavírus.

“O Brasil está fazendo a sua parte. O governo federal tem mostrado seu trabalho e já foram entregues vacinas para 100% dos idosos acima dos 85 anos de idade, entre eles, a minha mãe. Até o final do ano teremos mais de 400 milhões de doses disponíveis para os brasileiros”.

Segundo o colunista da CNN Caio Junqueira, Bolsonaro teria sido aconselhado pela ala militar do governo a buscar uma agenda mais positiva na saúde, no momento em que o país vive sua pior fase na pandemia.

A importância de uma vacina nacional

Mesmo com imunizantes de farmacêuticas renomadas e de eficácia comprovada contra a Covid-19, já em aplicação no Brasil, especialistas afirmam ser essencial que o país tenha uma vacina nacional.

O desenvolvimento próprio é importante para baratear os custos da vacinação em massa. Uma vacina brasileira permitiria distribuição mais ampla, rápida e barata da imunização.

A demora na chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) em janeiro, por exemplo, gerou atrasos no início da produção da vacina da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e refletiu um problema estrutural da indústria brasileira, segundo o ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Ivo Bucaresky.

De acordo com relatório da Anvisa, publicado em outubro de 2020, 95% dos insumos usados para produção de remédios no Brasil vêm do exterior.

A maior parte vem da Índia (37%), que trava a liberação de doses da vacina de Oxford compradas pela Fiocruz, e da China (35%).

“Quando estava na Anvisa (2013-2016), previ que isso poderia acontecer, por uma guerra, uma crise diplomática. Veio a pandemia e a questão se impôs. Temos um problema estrutural, porque produzimos muito pouco dos insumos que a indústria farmacêutica usa no Brasil”, afirmou Bucaresky.

Fonte: CNN

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GRUPO DE EMPRESÁRIOS DO SETOR DE TRANSPORTES E POLÍTICOS EM MINAS GERAIS SÃO SUSPEITOS DE RECEBER ILEGALMENTE DOSES DA VACINA PFIZER CONTRA COVID-19

MP investiga se empresários e políticos mineiros foram vacinados ilegalmente

Grupo de empresários do setor de transportes e políticos de Minas Gerais foram vacinados com o imunizante da Pfizer, que ainda não está sendo usado no SUS

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 25 de março de 2021 às 22:15

MP investiga se empresários e políticos mineiros foram vacinados ilegalmente

Um grupo de empresários do setor de transportes e políticos de Minas Gerais são suspeitos de receber ilegalmente doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 no Brasil. O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal investigam o caso.

A informação foi divulgada em reportagem da revista “Piauí” e confirmada pela CNN.

O MPF informou que apura o caso para confirmar se houve violação da lei que prevê que todas as vacinas compradas pelo setor privado devem ser doadas ao SUS até que todos os grupos prioritários do Brasil sejam vacinados.

Já a Polícia Federal tenta entender como essas vacinas chegaram ao país e se há mais doses do imunizante para serem apreendidas.

A Secretaria de Saúde de BH disse que a vigilância sanitária fez vistoria no local e não encontrou evidências de que a vacinação ocorreu e que por isso não poderia tomar ações adicionais.

Já a Pfizer nega a venda e distribuição de vacinas no Brasil fora do Plano Nacional de Imunização

Vacina ainda não é usada no Brasil

A vacina da Pfizer já foi aprovada para uso em massa pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas, como os lotes ainda não chegaram ao país, não é usada na imunização da população.

O caso movimentou a oposição e o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), ex-ministro da Saúde e membro do comitê de acompanhamento da Covid-19 na Câmara, enviou ofício ao MP, ao Ministério da Saúde e à Anvisa pedindo apuração do caso e confisco das vacinas.

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EUA E TRÊS DOS SEUS PARCEIROS SE COMPROMETERAM A FORNECER UM BILHÃO DE DOSES DE VACINA PARA A ÁSIA

EUA, Índia, Japão e Austrália fazem pacto por vacinas para Ásia

Países do chamado Quad prometem 1 bilhão de doses de vacinas até 2022, num esforço para conter a influência da China

INTERNACIONAL

por Reuters

Biden participou de reunião virtual com Yoshihide Suga, Narendra Modi e Scott Morrison

TOM BRENNER / REUTERS – 12.3.2021

Os Estados Unidos e três de seus parceiros mais próximos na região do Indo-Pacífico se comprometeram, nesta sexta-feira (12), a fornecer até 1 bilhão de doses de vacina contra o coronavírus para a Ásia até o final de 2022, em uma reunião cuidadosamente coreografada para conter a crescente influência da China na região

O presidente dos EUA, Joe Biden, e os líderes de Austrália, Índia e Japão — países juntos conhecidos como Quad — prometeram em sua primeira cúpula moldar um Indo-Pacífico livre e aberto, com cooperação em segurança marítima, cibernética e econômica, todas questões vitais para as quatro democracias diante dos desafios de Pequim.

“Estamos renovando nosso compromisso de garantir que nossa região seja regida pelo direito internacional, comprometida com a defesa dos valores universais e livre de coerção”, disse Biden a seus colegas, sem citar a China.

Seu conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, classificou a cúpula virtual como um grande dia para a diplomacia norte-americana, enquanto os EUA buscam revitalizar suas alianças e se aproximar de Pequim com uma posição de força antes de uma reunião de alto escalão EUA-China no Alasca na próxima semana.

“Os quatro líderes discutiram o desafio apresentado pela China e deixaram claro que nenhum deles tem ilusões sobre a China”, disse Sullivan a repórteres mais tarde, acrescentando que todos acreditam que a democracia pode vencer a “autocracia”.

Em uma declaração conjunta, Biden, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, prometeram trabalhar de forma estreita na distribuição de vacinas contra a Covid-19, clima e segurança.

“Nós lutamos por uma região que seja livre, aberta, inclusiva, saudável, ancorada por valores democráticos e sem coerção”, acrescentaram.

Fonte: R7

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BIDEN INSTRUIU OS ESTADOS A TORNAREM TODOS OS ADULTOS ELEGÍVEIS PARA A VACINA A PARTIR DO DIA 1º DE MAIO

Biden anuncia vacina para todos os adultos a partir de 1º de maio

Em pronunciamento nesta quinta-feira (11), o presidente dos EUA afirmou que quer acelerar a imunização em todo o país

INTERNACIONAL

 Do R7, com Reuters

Biden anuncia que todos os adultos poderão ser vacinados a partir de maio

TOM BRENNER/REUTERS –11-03-2021

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta quinta-feira (11) que instruiu os estados a tornarem todos os adultos elegíveis para a vacina contra o coronavírus até 1º de maio e pediu aos americanos em um discurso na televisão que permanecessem vigilantes contra o vírus, horas depois de ter assinado um projeto de estímulo de US$ 1,9 trilhão.

Em um discurso forte, Biden disse que estava trabalhando para acelerar as vacinações contra a covid-19 para criar um maior senso de normalidade no país até o feriado do Dia da Independência de 4 de julho.

Essa data é uma nova meta para o presidente, que alertou os americanos que mais dor e morte ainda viriam do vírus que matou mais de 530 mil pessoas nos Estados Unidos. Em um relato sobre as dificuldades que a pandemia trouxe ao país, Biden disse: “Fotos e vídeos de 2019 parecem ter sido tirados em outra época. As últimas férias. O último aniversário com amigos. O último feriado com família extensa.”

“Embora fosse diferente para todos, todos nós perdemos algo”, disse ele, observando que o vírus foi recebido com “negações por dias, depois semanas, depois meses, que levaram a mais mortes, mais infecções, mais estresse, mais solidão.”

Mas à medida que o estímulo financeiro do projeto de lei de alívio recém-promulgado atinge um número crescente de pessoas vacinadas, Biden ofereceu um otimismo cauteloso a um país que, como o resto do mundo, está cansado de restrições à pandemia e dores econômicas.

Biden disse que estava ordenando aos estados que tornem todos os adultos elegíveis para receber uma vacina contra o coronavírus até 1º de maio. A Casa Branca disse que teria fornecimento de vacina suficiente para vacinar a população até o final de maio. Cerca de 10% dos americanos já foram totalmente vacinados.

O presidente também disse que mais tropas americanas ajudariam no esforço de vacinação, acrescentando que famílias e amigos devem poder se reunir novamente em pequenos grupos até 4 de julho, feriado que muitos americanos comemoram com festas ao ar livre, cachorros-quentes e fogos de artifício.

A Casa Branca também está buscando expandir o número de pessoas capazes de administrar injeções para incluir dentistas, optometristas, paramédicos, veterinários e estudantes de medicina. Biden fez campanha no ano passado com a promessa de que enfrentaria a pandemia de maneira mais eficaz do que o presidente republicano Donald Trump, e buscou encorajar e modelar comportamentos, como o uso de máscaras, que Trump evitou.

Ele encorajou os americanos a manterem os esforços de mitigação – usando máscaras, mantendo-se socialmente distante e praticando boa higiene – para interromper a disseminação do vírus conforme o ritmo das vacinações aumenta. Vários estados têm afrouxado as restrições.

“Enfrentamos e superamos um dos períodos mais difíceis e sombrios da história desta nação, o mais sombrio que já conhecemos”, disse Biden, acrescentando: “Prometo que você sairá mais forte”.

Fonte: R7
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BOAS NOTÍCIAS: A COVAXIN, VACINA PRODUZIDA NA ÍNDIA INDUZIU À PRODUÇÃO DE ANTICORPOS EM MAIS DE 98% DAS PESSOAS TESTADAS

O laboratório da Índia Bharat Biotech, que produz a vacina Covaxin conseguiu um resultado espetacular nas pessoas testadas, atingindo mais de 98% de eficácia. O ensaio de fase 3 é conduzido com cerca de 26 mil participantes distribuídos em 25 centros hospitalares na Índia.  Os resultados completos da última fase são esperados para as próximas semanas. Esse é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS nesta quinta-feira.

Vacina da Índia cria anticorpos em mais de 98% das pessoas testadas

Foto: Dibyangshu Sarkar/AFP

A vacina Covaxin, produzida na Índia pelo laboratório v, é segura e induziu à produção de anticorpos em mais de 98% das pessoas que participaram dos testes.

É o que mostra um estudo clínico de fase 2 da vacina contra a Covid-19 produzida a partir de vírus inativado. Os resultados foram publicados na plataforma médica medRxiv.

A Covaxin foi testada em humanos apenas no país asiático, onde foi aprovada para uso emergencial e está sendo aplicada na população desde o dia 3 de janeiro.

No Brasil, o Ministério da Saúde assinou contrato para compra de 20 milhões de doses no último dia 25 de fevereiro, mas o imunizante ainda não tem aval da Anvisa.

Eficácia

Mesmo com os ensaios clínicos de fase 3 ainda em andamento, a empresa divulgou, no dia 03 de março, resultados preliminares de eficácia da vacina, apontado até 81% de eficácia.

O ensaio de fase 3 é conduzido com cerca de 26 mil participantes distribuídos em 25 centros hospitalares na Índia.

A publicação desta segunda, 8, traz os dados de imunogenicidade (capacidade de gerar resposta imune) e segurança da vacina. Já os resultados completos da última fase são esperados para as próximas semanas, informou a empresa.

Os testes

No ensaio clínico de fase 2 foram avaliados 380 participantes com idades entre 12 e 65 anos divididos em três grupos.

Dois grupos receberam uma das duas dosagens do imunizante e um que recebeu placebo, substância sem efeito no organismo.

Os participantes receberam duas doses de vacina ou placebo via intramuscular em um intervalo de 28 dias.

O objetivo primário do estudo era verificar a presença de anticorpos neutralizantes no sangue dos participantes quatro semanas após a segunda dose.

Resultados

Passados 56 dias após a primeira dose (28 dias após a segunda dose), os participantes que receberam a dosagem maior tiveram mais de 98% de taxa de soroconversão, ou seja, produziram anticorpos que bloqueiam a ação do Sars-CoV-2.

Naqueles participantes que receberam a dosagem mais baixa, a taxa de soroconversão foi de cerca de 93%.

Quando testado o sangue dos participantes em relação ao chamado plasma convalescente, de indivíduos que se contaminaram e se recuperaram da Covid-19, não houve diferença significativa entre a taxa de anticorpos encontrada no plasma convalescente e nos participantes que receberam as duas doses da vacina no estudo.

Além da proteção via anticorpos, também chamada humoral, os pesquisadores avaliaram a proteção dada por resposta imune celular. Após 56 dias, a resposta imune celular, principalmente produzida por células T, foi alta, o que não foi observado para outras vacinas com vírus inativado, geralmente com baixas respostas celulares.

Baixos efeitos colaterais

A vacina também se mostrou segura, o que foi comprovado pela baixa incidência de efeitos adversos: cerca de 3% dos participantes nos dois grupos de dosagem reportaram efeitos colaterais, dos quais a maioria, 70%, foi leve, como dor no local da injeção ou fadiga. Efeitos que passaram em menos de 24 horas.

E mais: após três meses, os voluntários que tomaram a vacina continuaram a apresentar anticorpos no sangue, o que indica uma resposta imune duradoura.

Por Andréa Fassina, da redação do Só Notícia Boa – com informações do Diário do Nordeste

Fonte: Só Notícia Boa

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‘SE TIVERMOS EXCEDENTES VAMOS COMPARTILHAR COM O RESTO DO MUNDO’, DISSE BIDEN SOBRE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19

Biden promete compartilhar vacinas excedentes dos EUA

Presidente dos EUA encomendou mais 100 milhões de doses, mesmo após garantir imunizantes para todos os adultos do país

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, confirmou nesta quarta-feira (10) que o governo norte-americano compartilhará doses de vacinas contra a covid-19 que excederem a necessidade do país, o que parece provável com base nos contratos negociados.

“Se tivermos excedentes, vamos compartilhar com o resto do mundo”, disse Biden durante um ato na Casa Branca para comemorar o acordo com o qual a farmacêutica Merck Sharp & Dohme ajudará a fabricar a vacina da Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson.

Biden encomendou cerca de 100 milhões de novas doses, que espera receber no segundo semestre, embora o governo já tenha garantido em fevereiro as doses suficientes para vacinar todos os adultos do país.

Excesso de doses

A acumulação de doses por parte dos EUA e outros países ricos gerou preocupação entre alguns especialistas, que advertem que o fenômeno pode estar repercutindo na incapacidade de outros países com menos recursos conseguirem doses suficientes no curto prazo, o que pode aumentar o risco de mutações do coronavírus.

O mandatário disse nesta quarta-feira que o governo americano doará US$ 4 bilhões (cerca de R$ 22,7 bilhões) à aliança Covax para o desenvolvimento e a distribuição equitativa de vacinas até 2022, e que compartilhará com outros países os excedentes que possa ter ao vacinar toda a população americana.

“Isto (a pandemia) não é algo que possa ser parado com uma vala ou um muro, por mais alto que seja. Não estaremos seguros até que o mundo esteja seguro. Vamos garantir inicialmente o cuidado dos americanos, depois vamos tentar ajudar o resto do mundo”, declarou.

A nova encomenda da Casa Branca à Johnson & Johnson visa assegurar um fornecimento mais do que suficiente para o caso de Pfizer e Moderna, as outras fabricantes cujas vacinas já foram aprovadas no país, se depararem com problemas de fabricação.

A porta-voz da Casa Branca Jen Psaki disse durante à imprensa que também é possível que os excedentes de vacinas possam ser utilizados para vacinar menores de idade nos Estados Unidos, uma vez provada a eficácia nessa faixa etária.

O governo Biden também quer reservar unidades caso sejam necessárias para “aumentar a imunidade” daqueles que já foram vacinados, caso seja verificado que a resposta imunológica gerada pelos imunizantes de Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson diminui com o tempo, acrescentou Psaki.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia no mundo em termos absolutos, com mais de 29 milhões de casos de covid-19 e 528 mil mortes por complicações da doença.

Fonte: CNN
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O RN RECEBERÁ NA TARDE DESTA QUARTA-FEIRA (10) MAIS 43.200 DOSES DA VACINA CORONAVAC

Por G1 RN

 

Dose da Coronavac — Foto: Divulgação/Flávia Pacheco/SESDose da Coronavac — Foto: Divulgação/Flávia Pacheco/SES

O Rio Grande do Norte vai receber na tarde desta quarta-feira (10) mais 43.200 doses da vacina CoronaVac. O horário da chegada do voo com o novo lote em solo potiguar não foi divulgado pelo governo do Estado.

A recomendação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) é que, assim que essas doses forem distribuídas, os municípios potiguares iniciem a vacinação dos idosos de 75 a 79 anos. A expectativa da pasta é de que 45% desse público seja imunizado com esse lote.

Atualmente, ainda com doses remanescentes, Natal já anunciou o início da vacinação de idosos de 78 anos ou mais.

Das 43.200 doses que chegam nesta quarta, serão entregues imediatamente aos municípios 20.810. Isso porque as demais doses ficam guardadas na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), em Natal, para garantir a segunda dose da imunização. Além disso, há também a reserva técnica preconizada pelo Ministério da Saúde, estimada em 2.180 doses nesse lote.

Essa é a décima remessa de vacinas que o Rio Grande do Norte recebe do Ministério da Saúde. Ao todo, já foram entregues 314.240 vacinas, sendo 247.240 da CoronaVac e 67 mil de Oxford/AstraZeneca. As últimas doses chegaram em solo potiguar em 3 de março.

Segundo o RN+ Vacina, plataforma que monitora a imunização no estado, cerca de 122 mil pessoas já foram vacinadas no Rio Grande do Norte, sendo aproximadamente 41 mil já com a segunda dose.

Confira aqui todas as doses já recebidas:

  • 18 de janeiro – CoronaVac: 22.440 doses
  • 18 de janeiro – CoronaVac: 60.000 doses
  • 24 de janeiro – Oxford: 31.500 doses
  • 24 de janeiro – CoronaVac: 14.600 doses
  • 07 de fevereiro – CoronaVac: 29.000 doses
  • 07 de fevereiro – CoronaVac: 17.800 doses
  • 24 de fevereiro – Oxford: 35.500 doses
  • 24 de fevereiro – CoronaVac: 19.400 doses
  • 3 de março – CoronaVac: 40.800
  • 10 de março – CoronaVac: 43.200 doses (falta receber)
Fonte: G1 RN
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NATAL INICIOU A SEGUNDA ETAPA DE APLICAÇÃO DE VACINA PARA IDODOS COM 90 ANOS OU MAIS

Por G1 RN

 

Natal inicia segunda dose de Coronavac para idosos com 90 anos ou mais — Foto: Divulgação/SMS NatalNatal inicia segunda dose de Coronavac para idosos com 90 anos ou mais — Foto: Divulgação/SMS Natal

Natal iniciou nesta segunda-feira (8) a aplicação da segunda dose de Coronavac para idosos de 90 anos ou mais que se vacinaram a partir do dia 22 de fevereiro no município. A Secretaria Municipal de Saúde lembra que esta etapa terá sequência nas próximas semanas conforme bula do imunobiológico, que recomenda a segunda dose entre 14 e 28 dias após a primeira aplicação.

George Antunes, Secretário Municipal de Saúde de Natal, reforça a importância de as pessoas observarem o cartão de vacinação, onde constam informações importantes como o tipo da vacina, data em que receberam a dose e previsão do reforço.

A prefeitura continua a aplicação da primeira dose para pessoas com 80 anos e mais e também realiza o reforço, simultaneamente, de acamados e público idoso da etapa anterior.

A vacinação está disponível nos drives-thrus e salas para pedestres do Palácio dos Esportes, Via Direta e Nélio Dias, de segunda a quinta-feira, das 8h às 16h; e sexta-feira, das 8h às 12h. A SMS lembra que 21 unidades básicas de saúde também oferecem a vacina de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h30 e 13h30 às 16h (veja lista abaixo).

  • Norte I – UBS Pajuçara, UBS Nova Natal, UBS Redinha (novo) e UBS Nordelândia (novo);
  • Norte II – UBS Vale Dourado, UBS Panatis, UBS Nova Aliança (novo) e UBS Soledade II (novo);
  • Leste – UBS São João, UBS Brasília Teimosa, UBS Rocas, UBS Alecrim (novo) e Unidade Mista de Mãe Luiza (novo);
  • Oeste – UBS Nazaré, UBS Felipe Camarão II, UBS Cidade Nova (novo) e UBS Bairro Nordeste (novo);
  • Sul – UBS Candelária, UBS Rosângela Lima, UBS Nova Descoberta (novo) e UBS Ponta Negra (novo).

Fonte: G1 RN

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VACINA CUBANA SOBERANA 2 RECEBEU AUTORIZAÇÃO PARA INICIAR A TERCEIRA E ÚLTIMA FASE DE ENSAIOS CLÍNICOS

Vacina cubana contra covid-19 recebe aval para fase 3 de testes

Imunizante Soberana 2 será testado em 40 mil pessoas e, se for aprovado, será o primeiro da América Latina

INTERNACIONAL

Do R7

Diretor do instituto Finlay, Vicente Verez explicou a próxima fase de testes da Soberana

ERNESTO MASTRACUSA / EFE – 4.3.2021

A candidata de Cuba a vacina contra o novo coronavírus Soberana 02 recebeu autorização para iniciar a terceira e última fase de ensaios clínicos, na qual sua eficácia será testada em larga escala, tornando-se, assim, o primeiro possível imunizante latino-americano a avançar para a última etapa.

A Soberana 02 é o mais avançado dos quatro candidatos pesquisados em Cuba e foi desenvolvida pelo Instituto Finlay de Vacinas (IFV), estatal. O diretor do organismo, Vicente Vérez, declarou nesta quinta-feira que a autorização para o estudo de eficácia é “um dos grandes marcos” na corrida global para encontrar uma cura para a Covid-19.

Das 76 vacinas candidatas atualmente em testes clínicos em todo o mundo, a fórmula cubana é a primeira das que estão sendo desenvolvidas na América Latina a avançar para a fase final de testes.

Soberana 02, para aplicação intramuscular, é uma vacina subunitária que combina o antígeno do vírus e o toxoide do tétano, e também usa hidróxido de alumínio para estimular a resposta do sistema imunológico.

Após receber permissão do Centro de Controle Estatal de Medicamentos, Equipamentos e Dispositivos Médicos (Cecmed), o ensaio começará nos próximos dias em oito municípios de Havana. Os testes incluirão 44.010 voluntários com idades entre 19 e 80 anos e que não tenham sido infectados pelo SARS-CoV-2.

Combate à pandemia

A capital cubana é atualmente o território com a maior taxa de infecção da ilha e, nos últimos dois meses, foi responsável por uma média de metade dos novos casos registrados diariamente.

Além da Soberana 02, Cuba está desenvolvendo três outras vacinas candidatas contra a Covid-19, às quais acaba de ser acrescentada outra, especificamente destinada a prevenir o risco de reinfecção em pessoas em convalescença da doença.

A ilha não adquiriu vacinas no mercado internacional, nem é um dos países que aderiram ao mecanismo Covax, criado sob os auspícios da Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o acesso equitativo à imunização para nações de baixa e média renda.

Cuba tem 53.308 casos de coronavírus e 336 mortes desde o início da pandemia, de acordo com dados oficiais

Fonte: R7
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VICE-GOVERNADOR DO RN VISITA EM BRASÍLIA LABORATÓRIO DA EMPRESA RESPONSÁVEL PELA FABRICAÇÃO DA VACINA SPUTNIK.V

Em Brasília, vice-governador do RN visita farmacêutica que vai produzir vacina russa

03 mar 2021

O vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto, esteve nesta terça-feira, 2, em Brasília (DF), representando a governadora, Fátima Bezerra, em visita aos laboratórios da União Química, empresa responsável pela fabricação no Brasil da vacina russa contra o novo coronavírus, a Sputnik V.

A ação aconteceu por iniciativa do Fórum Nacional de Governadores, que defende celeridade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para liberar a fabricação do imunizante em larga escala no Brasil.

O vice-governador, o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, e 18 representantes de estados e do Distrito Federal conheceram as instalações do laboratório que tem capacidade para produção de 8 milhões de doses por mês.

“O cronograma de produção da vacina é para o início do mês de abril. A ideia é que os estados brasileiros, mediante a apresentação de um plano de vacinação, possam comprar as vacinas”, declarou o vice-governador.

Segundo ele, o foco da reunião foi esclarecer que é possível estreitar o calendário de imunização e que a Anvisa conceda a outorga emergencial para fabricação da Sputnik V, que já envolveria de imediato 10 milhões de doses contratadas pela União Química com a Rússia. Além disso, prevê a produção no Brasil – a partir de maio e junho – para o fornecimento de 8 milhões de doses por mês.

“Vivemos um momento crítico, um estado gravíssimo, em que a pandemia da Covid-19 uniformizou em todo o Brasil, o que se faz preciso aumentar o ritmo da vacinação. Este encontro foi muito importante, e todos saímos convencidos de que é preciso que o Governo Federal, no menor espaço de tempo, ajude a aprovação emergencial para que a Sputnik V integre a plataforma do Plano Nacional de Imunização”, destacou Antenor.

Fonte: Política em Foco

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MP QUE FACILITA COMPRA DE VACINA CONTRA CORONAVIRUS É SANCIONADA COM VETO POR BOLSONARO

Com veto, Bolsonaro sanciona MP que facilita compra de vacinas contra Covid-19

Medida Provisória diz que Anvisa tem que dar autorização em cinco dias

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 01 de março de 2021 às 23:20

Bolsonaro assina MP liberando R$ 20 bilhões para compra de vacinas contra Covid-19 - Jornal O Globo

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, nesta segunda-feira (1), com vetos, a Medida Provisória das vacinas. De acordo com o governo, a lei autoriza o Poder Executivo federal a aderir ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 , o Covax Facility, e estabelece diretrizes para a imunização da população.

A Medida Provisória prevê dispensa de licitação e contém regras mais flexíveis para os contratos. O texto também determina que a aplicação de vacinas nos brasileiros deverá seguir o previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 do Ministério da Saúde.

“A medida se justifica ante a situação de crise sanitária mundial decorrente da Covid-19, para atender a necessidade da realização de ações que assegurem a imunização da população mediante a adesão do Brasil ao Covax Facility e aquisição de vacinas por meio desse instrumento”, informou o Ministério da Saúde.

Após a manifestação técnica dos ministérios competentes, o presidente decidiu vetar alguns pontos, o primeiro deles tratava sobre o dever da Anvisa de conceder autorização temporária de uso emergencial para a importação, a distribuição e o uso de qualquer vacina contra a Covid-19 pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, em até cinco dias após a submissão do pedido.

“Dispensada a autorização de qualquer outro órgão da administração pública direta ou indireta, e desde que pelo menos uma das autoridades sanitárias estrangeiras elencadas no dispositivo tenha aprovado a vacina e autorizado sua utilização em seus respectivos países”, inclui o veto.

Em nota, o ministério da Saúde afirma que “a medida contrariava o interesse público ao tornar compulsória a autorização temporária de uso emergencial para a importação, de forma a dispensar a prévia análise técnica por parte da Anvisa acerca da segurança, qualidade e eficácia em cada caso, em prejuízo das competências legais da Agência para garantir o acesso a vacinas com qualidade, segurança e eficácia em território nacional, por meio de avaliação eventual risco de doença ou agravo à saúde da população”.

Outro ponto de veto foi o que previa que, “no caso de omissão ou de coordenação inadequada das ações de imunização de competência do Ministério da Saúde referidas neste artigo, ficam os estados, os municípios e o Distrito Federal autorizados, no âmbito de suas competências, a adotar as medidas necessárias com vistas à imunização de suas respectivas populações, cabendo à União a responsabilidade por todas as despesas incorridas para essa finalidade”.

Covax Facility

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a Covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

Trata-se de uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes.

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A PANDEMIA E A CORRIDA PELA VACINA CONTA O CORONAVIRUS AJUDARAM A CONSOLIDAR A IMPORTÂNCIA DO BRICS

Países do Brics se destacam na corrida pelas vacinas contra covid

Bloco se torna fundamental ao desenvolver 10 imunizantes e por contar com o maior laboratório do mundo, mas Brasil perde espaço

INTERNACIONAL

 Fábio Fleury, do R7

Funcionária ajeita bandeiras dos países do Brics para conferência na China , em 2017

WU HONG / POOL VIA EFE – EPA – ARQUIVO

A pandemia do novo coronavírus e a corrida internacional por vacinas contra a covid-19 ajudaram a consolidar a importância de pelo menos três dos cinco países-membro do Brics  — a aliança política criada em 2009 e formada hoje por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, considerados os principais países emergentes do mundo.

Até o momento, as nações do bloco contribuíram com o desenvolvimento de dez das 20 principais vacinas contra a covid-19 no mundo (seis desenvolvidas na China, duas na Índia e duas na Rússia). A Índia é sede do Instituto Serum, a maior fabricante de vacinas do mundo, e a China tem uma das indústrias de biotecnologia mais avançadas do planeta.

O Brasil, no entanto, corre o risco de perder espaço para os outros países. Isso porque não aderiu, anos atrás, às políticas do bloco que poderiam ter ajudado a instalar plantas para a fabricação de insumos farmacêuticos no país. Ainda assim, conta com duas instituições mundialmente reconhecidas, o Instituto Butantan, em São Paulo, e a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio.

“Esse foi um erro estratégico lá atrás, o país poderia produzir insumos há bastante tempo e não usou esse mecanismo. Isso tornou o mundo muito dependente da China e da Índia nesse setor. E agora a gente pode ver a importância de se ter essa estrutura no bloco”, afirma Márcio Coimbra, professor de Relações Institucionais e Governamentais do Mackenzie-DF.

A importância do Brics

Segundo Coimbra, a oferta de vacinas pelos países do Brics pode ajudar a equilibrar o mercado mundial, já que os EUA, a União Europeia, o Japão e outros países considerados desenvolvidos, que correspondem a 13% da população mundial, compraram 50% das doses de imunizantes disponíveis no mundo, de empresas que ficam nesses mercados.

A união dos países dentro do bloco pode ser ainda mais complicada do que simplesmente equacionar o fornecimento das vacinas, segundo Evandro Menezes de Carvalho, professor de Direito Internacional e coordenador do Núcleo Brasil-China da FGV-RJ. Na visão dele, divergências regionais e políticas dificultam que todos fechem uma pauta em comum.

“Numa situação de pandemia, nenhum país deveria se dar ao luxo de politizar a questão da vacina porque se trata de salvar vidas, mas não dá para ignorar que os países viram que seria inevitável um uso político e fizeram. A Rússia, por exemplo, que se antecipou na autorização para lançar a Sputnik-V. O Brasil não desenvolveu a sua vacina e fez uma politização às avessas, de rejeição e não participou do desenvolvimento”, explica Carvalho.

Uma questão que não foi solucionada a tempo, segundo o professor do Mackenzie-DF, foi a criação de um centro integrado de vacinas, que teria a participação de todos os países do bloco, mas que nunca saiu do papel. A decisão foi tomada após a cúpula do Brics em Joanesburgo, na África do Sul, em 2018, e a Índia deveria ser a sede desse instituto.

“Esse centro seria muito bem vindo hoje. E certamente ajudaria a concentrar os esforços de todos os países, diminuiria a competição. Acredito que no futuro ele deve ser feito. Na cúpula de 2020, Putin pediu aos outros países para acelerar essa criação. É uma pauta positiva e que pode unir mais o bloco”, explica.

Diplomacia na pandemia

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As relações diplomáticas estremecidas entre Brasil e China, assim como entre China e Índia, também dificultam esse processo. “A gente ainda não sabe qual vai ser a capacidade do bloco de deixar essas questões políticas de lado, evitar que isso tudo interfira em algo mais amplo, que é a saúde global”, afirma.

Isso pode ser visto, por exemplo, no momento em que a China fornece suas vacinas para países alinhados, como Paquistão e Tailândia, e a Índia fez o mesmo com os vizinhos Nepal, Sri Lanka e Bangladesh.

“A diplomacia é feita disso também, relações de confiança com países. Isso interfere nos cálculos da China, sem dúvida, entre atender um país que é hostil e um país que é amigo, não é difícil imaginar para quem vai ser dada a preferência e sobretudo porque a oferta é menor do que a demanda. Isso leva necessariamente a um processo de escolha”, ressalta Menezes.

Fonte: R7
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EM NATAL VACINA PARA PESSOAS ACIMA DE 85 ANOS TERÁ INÍCIO SEGUNDA FEIRA (1)

Por G1 RN

 

Idosos acima de 80 anos vão poder ser vacinados — Foto: Divulgação/Prefeitura de NatalIdosos acima de 80 anos vão poder ser vacinados — Foto: Divulgação/Prefeitura de Natal

Com a chegada de mais 7.500 doses dos imunizantes de Oxford/AstraZeneca, a Prefeitura de Natal anunciou que vai começar a vacinar os idosos de 85 anos ou mais a partir da próxima segunda-feira (1). Até esta sexta-feira (26), a vacinação está sendo exclusiva para idosos acima de 90 anos.

Para receber a vacina, os idosos de 85 anos ou mais devem se dirigir a uma das estruturas de vacinação e apresentar cartão de vacina, comprovante de residência e documento original com foto.

A vacinação está acontecem em três pontos de drive-thru: no Palácio dos Esportes, no Shopping Via Direta, e no Ginásio Nélio Dias – os dois últimos contam ainda com sala de vacinação para pedestre funcionando das 8h às 16h, de segunda a quinta-feira, e na sexta-feira até às 13h.

Além disso, a vacina pode ser recebida pelo idosos em 10 salas em Unidades Básicas de Saúde (UBS):

  • Distrito Sanitário Norte I: UBS Pajuçara; UBS Nova Natal
  • Distrito Sanitário Norte II: UBS Panatis; UBS Vale Dourado
  • Distrito Sanitário Leste: UBS São João; UBS Brasília Teimosa
  • Distrito Sanitário Oeste: UBS Felipe Camarão II; UBS Nazaré
  • Distrito Sanitário Sul: UBS Candelária; UBS Rosângela Lima.

As UBS funcionam de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h30 e de 13h30 às 16h.

“Pedimos também o apoio da população para conferir se o cartão de vacinação está sendo preenchido de forma correta, e, caso tenham alguma dúvida, devem se dirigir a um dos responsáveis nos postos de vacinação”, falou o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

Fonte: G1 RN
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UM LOTE COM 35,5 MIL DOSES DA VACINA DE OXFORD/ASTRAZENECA CHEGOU AO RN

Por G1 RN

 

Doses de Oxford/AstraZeneca chegaram ao RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiDoses de Oxford/AstraZeneca chegaram ao RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Um lote com 35,5 mil doses da vacina de Oxford/AstraZeneca desembarcou no Aeroporto de Natal na tarde desta quarta-feira (24). O governo do RN aguardava que 54,9 mil doses fossem enviadas pelo governo federal, porém os 19,4 mil imunizantes previstos da CoronaVac não chegaram nesse mesmo voo.

Segundo a superintendência do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte, a previsão é de que as doses de CoronaVac cheguem ao Aeroporto de Natal na quinta-feira (25), num voo Latam, às 15h20.

A explicação é que os voos saem de estados diferentes, já que a CoronaVac é produzida em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, e a vacina de Oxford com a Fiocruz, no Rio de Janeiro.

As novas doses serão utilizadas para começar a vacinação de indígenas e também dos idosos a partir dos 80 anos no estado. Com a chegada de um lote menor do que o previsto nesta quarta-feira (24), há também um contratempo na distribuição.

Apesar disso, as que já chegaram vão seguir o cronograma de serem distribuídas aos municípios nesta quinta-feira (5) pela manhã.

“A logística ideal seria esperar o lote da CoronaVac para enviarmos todas as doses ao mesmo tempo, mas dada a emergência de salvar vidas, as vacinas que chegaram hoje (quarta-feira) serão a partir de 7h distribuídas aos municípios, para que eles já iniciem esse processo de vacinação”, explicou Ralfo Cavalcanti, diretor geral da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), onde as vacinas vão ficar armazenadas.

Com a chegada deste novo lote nesta quarta-feira (23), o RN já recebeu até o momento 210.840 doses de vacinas, entre Coronavac (143.840) e a Vacina de Oxford/AstraZeneca (67.000).

O primeiro lote da Coronavac chegou ao Rio Grande do Norte no dia 19 de janeiro.

Fonte: G1 RN
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BOAS NOTÍCIAS: VACINA DA PFISER É A PRIMEIRA COM REGISTRO DEFINITIVO APROVADO PELA ANVISA

Uma grande notícia aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS nesta quarta-feira para o alívio de muita gente. A vacina da Pfiser/Biontech acaba de receber o primeiro registro definitivo emitido pela Anvisa contra a Covid-19, apesar de o governo, ainda não tê-la comprado. Esse é um artigo que você não pode deixar de ler!

Anvisa aprova registro definitivo da vacina da Pfizer contra a Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária anunciou nesta terça, 23, que autorizou o primeiro registro definitivo de vacina no Brasil. É o imunizante da Pfizer/Biontech contra Covid-19, que o governo brasileiro ainda não comprou e continua negociando com a farmacêutica.

O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, afirmou que a vacina produzida pelo laboratório Pfizer/Biontech apresentou segurança, qualidade e eficácia necessárias para a aprovação do imunizantes.

“Como Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informo com grande satisfação que, após um período de análise de dezessete dias, a Gerência Geral de Medicamentos, da Segunda Diretoria, concedeu o primeiro registro de vacina contra a Covid 19, para uso amplo, nas Américas”, afirmou em comunicado publicado pela Anvisa.

Qualidade e Eficácia certificados

A Anvisa é a primeira autoridade de referência pela Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS – a conceder registro de uma vacina da Covid-19, com sete locais de fabricação certificados.

“O imunizante do Laboratório Pfizer/Biontech teve sua segurança, qualidade e eficácia, aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa, que prossegue no seu trabalho de proteger a saúde do cidadão brasileiro”.

Barra Torres disse ainda que espera que “outras vacinas estejam em breve, sendo avaliadas e aprovadas. Esse é o nosso compromisso.”

As vacinas produzidas pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, e a da farmacêutica Astrazeneca, desenvolvida em colaboração com a Universidade de Oxford e com contratos com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), possuem apenas autorização de uso emergencial no Brasil – sem registro definitivo.

Com informações da CNN

Fonte: Só Notícia Boa

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EM MEIO AO ESCÂNDALO DA VACINAÇÃO, PRESIDENTE DA ARGENTINA DIZ QUE RECEBEU DOSE PARA DEMONSTRAR A POPULAÇÃO QUE O IMUNIZANTE É CONFIÁVEL

Fernández reclama de escândalo da ‘vacinação VIP’ na Argentina

Presidente diz que já demitiu o ministro da Saúde e afirma que recebeu a vacina russa para provar sua segurança

INTERNACIONAL

 Do R7

Em visita ao México, Fernández reclamou de escândalo de vacinação Em visita ao México, Fernández reclamou de escândalo de vacinação

JOSÉ MENDEZ / EFE – 23.2.2021

Em meio a uma visita oficial ao México, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, criticou de maneira dura as denúncias sobre um suposto esquema de “vacinação VIP”, montado no Ministério da Saúde, que destinaria doses de imunizantes contra a covid-19 para políticos e aliados.

Na semana passada, o presidente pediu para que o ministro da Saúde, Ginés González García, entregasse o cargo depois que um jornalista admitiu que havia sido vacinado mesmo sem pertencer a grupos prioritários, após tratar com o ministro.

“Queria que a Argentina funcionasse de outro modo. Claramente, quando fiquei sabendo do que aconteceu, reagi e perdi um ministro. Li que fizeram uma denúncia, O fato foi suficientemente grave para que um ministro como Ginés deixasse seu cargo, mas precisamos terminar com a palhaçada. Peço aos promotores e juízes que façam o que for necessário”, disse Fernández.

“Não existe esse delito”

O presidente acrescentou ainda: “não existe nenhum tipo penal na Argentina que diga ‘será castigado aquele que vacina outro que se adiantou na fila’. Não existe esse delito e não se pode criar delitos de graça”.

Fernández também criticou o fato de ter sido colocado, junto com outros políticos, como beneficiado pela “vacinação VIP”, por ter sido vacinado no fim de janeiro.

“A imprensa argentina me coloca entre os que receberam a vacina indevidamente, mas precisei entrar na campanha porque esses mesmos veículos diziam que não era possível confiar na vacina russa e tive que fazer pela confiança das pessoas. Pelo mesmo motivo Cristina (Kirchner, vice-presidente) foi vacinada, Axel (Kiciloff, governador de Buenos Aire) e muitos governadores, vários dos quais são da oposição”, explicou. 

Segundo o presidente, cerca de 70 pessoas foram vacinadas no país no que ele chamou de “circunstâncias irregulares”, mas algumas delas foram escolhidas por questões estratégicas.

“Nessas listas, aparecem pessoas que devem se vacinar pelas funções que desempenham. Por exemplo, vacinamos o ministro da Economia (Martín Guzmán) e alguns de sua equipe porque eles vão fazer visitas aos países do G7”, disse.

Na lista divulgada pelo governo, além da equipe de Guzmán, alguns com menos de 40 anos, aparece o fotógrafo presidencial Estebán Colazzo, de 33, parentes de políticos e alguns jornalistas.

Fonte: R7

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PLANO DE IMUNIZAÇÃO NA VENEZUELA FAVORECE PARLAMENTARES, IMUNIZOU MENOS DE 10% DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E EXCLUIU IDOSOS

Venezuela: Parlamentares recebem vacina contra covid antes de idosos

Três membros da oposição denunciam que já receberam a primeira dose da vacina russa Sputnik V

INTERNACIONAL

 Da EFE

O início da vacinação na Venezuela, com Sputnik V, excluiu os idosos

MIGUEL GUTIERREZ / EFE – 22.2.2021

Os 277 integrantes da Assembleia Nacional (parlamento) da Venezuela começaram a receber a vacina Sputnik V, seguindo o plano contra a covid-19 proposto pelo governo, que até esta terça-feira imunizou menos de 10% dos profissionais de saúde e excluiu os idosos.

Pelo menos três deputados da oposição relataram em redes sociais que foram vacinados com uma dose do medicamento russo, cujo primeiro lote, com 100 mil doses, chegou ao país em meados deste mês e será destinado a menos de 0,5% da população.

Os parlamentares Alfonso Campos, Anyelith Tamayo e Rubén Limas anunciaram que já tinham sido vacinados, mas a lista de deputados imunizados é mais longa e inclui, até o momento, pelo menos dez, de acordo com fontes legislativas consultadas pela Agência Efe.

Plano privilegia parlamentares

Está prevista a vacinação total do plenário, onde 92% dos integrantes são pró-governo. No entanto, o plano do governo dizia que os trabalhadores da saúde seriam os primeiros a receber proteção nesta primeira fase.

Esse esquema de vacinação incluirá os parentes diretos do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, uma vez que tanto a sua esposa, Cilia Flores, como o seu filho, Nicolás Maduro Guerra, ocupam cadeiras na câmara.

O presidente explicou na semana passada que depois de toda a vacinação para os profissionais da saúde seriam imunizados trabalhadores sociais, as forças de segurança e as autoridades do Governo, incluindo os deputados do Parlamento.

Desta forma, vários líderes chavistas também se beneficiarão deste tratamento preferencial, entre eles o deputado Diosdado Cabello, que sofreu com a doença em 2020.

Entretanto, o plano de vacinação que começou na quinta-feira passada proporcionou proteção a dezenas de trabalhadores da saúde, mas nenhum balanço oficial foi divulgado até agora.

Vários governadores e prefeito pró-governo relataram a chegada de algumas doses de Sputnik V às suas regiões, enquanto o governo assegura que o imunizante já está sendo aplicado em todo o país, sem explicar as quantidades.

A governadora de Táchira (na fronteira com a Colômbia), a opositora Laidy Gómez, denunciou o “desvio” de algumas vacinas na região, para a qual pediu ao governo que aderisse às normas internacionais e priorizasse os trabalhadores da saúde.

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SAÚDE: REGISTRO DEFINITIVO DA VACINA DA PFIZER CONTRA COVID-19 FOI CONCEDIDO PELA ANVISA

Anvisa aprova registro definitivo da vacina da Pfizer contra a Covid

 SAÚDE

Foto: Saulo Angelo/Futura Press/Estadão Conteúdo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira (23), o registro definitivo à vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. A vacina é a primeira vacina a obter o registro sanitário definitivo no Brasil, mas ela ainda não está disponível no país. (Veja íntegra da nota da Anvisa ao final da reportagem).

O G1 questionou o Ministério da Saúde sobre uma previsão de compra da vacina, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia recebido resposta.

As duas vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil são a de Oxford e a CoronaVac, mas ambas têm autorização de uso emergencial, e não o registro definitivo.

A vacina da Pfizer foi uma das quatro testadas no Brasil. No início do ano, a farmacêutica disse ter oferecido 70 milhões de doses da vacina ao governo brasileiro para entrega ainda em dezembro, mas a oferta foi recusada. O Ministério da Saúde disse que as doses propostas pela Pfizer causariam “frustração” aos brasileiros.

Veja íntegra da nota da Anvisa:

“Como Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informo com grande satisfação que, após um período de análise de dezessete dias, a Gerência Geral de Medicamentos, da Segunda Diretoria, concedeu o primeiro registro de vacina contra a Covid 19, para uso amplo, nas Américas.

O imunizante do Laboratório Pfizer/Biontech teve sua segurança, qualidade e eficácia, aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa que prossegue no seu trabalho de proteger a saúde do cidadão brasileiro.

Esperamos que outras vacinas estejam em breve, sendo avaliadas e aprovadas.

Esse é o nosso compromisso.” Diretor-presidente Antonio Barra Torres

Entre as autoridades de referência pela Organização Pan-Americana da Saúde OPAS), a Anvisa é a primeira a conceder o registro de uma vacina Covid-19, com 7 (sete) locais de fabricação certificados, refletindo a dedicação, planejamento e compromisso da Agência com o combate a pandemia. O registro abre caminho para a introdução no mercado de uma vacina com todas as salvaguardas, controles e obrigações resultantes dessa concessão. Diretora Meiruze Freitas.

Fonte: Blog do BG

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BOAS NOTÍCIAS: VACINA DA JOHNSON É EM DOSE ÚNICA E NÃO PRECISA DE REFRIGERAÇÃO ABAIXO DE ZERO

A vacina da Johnson & Johnson possui duas grandes vantagens, além de imunizar com apenas uma dose, ou seja, imuniza o dobro de pessoas, não precisa de refrigeração abaixo de zero, facilitando assim a distribuição e aplicação. Leia o artigo completo a seguir e conheça essa nova vacina finalizando a 3ª fase de testes e possui eficácia de 72% nos Estados Unidos. 

O que se sabe sobre a vacina da Johnson, de dose única

O imunizante não precisa de refrigeração abaixo de zero, o que facilita a distribuição e aplicação em um maior número de pessoas

SAÚDE | Do R7

Imunizante é fabricado por meio da tecnologia do adenovírus, a mesma usada na vacina de Oxford

DADO RUVIC/REUTERS

A vacina desenvolvida pelo laboratório belga Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, para proteger da covid-19 é administrada em apenas uma dose e está na terceira e última fase de testes no Brasil, com 7.560 voluntários.

A empresa já recebeu da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a Certificação de Boas Práticas de Fabricação, um dos documentos exigidos para o pedido de uso emergencial ou de registro da vacina no país, mas ainda não realizou nenhuma das solicitações.

A documentação segue em submissão contínua, processo adotado pela Anvisa para acelerar a liberação das vacinas contra a covid-19, o qual permite a análise dos dados de estudos com o imunizante por etapas, assim que eles são gerados, e não apenas ao final, quando todas as informações forem reunidas.

O infectologista Renato Kfouri, diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) e membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, explica que o imunizante é fabricado por meio da tecnologia do adenovírus vetor, assim como a vacina de Oxford, que já está em aplicação no Brasil.

Conforme descrito pela Janssen, os adenovírus são um tipo de vírus que causam o resfriado comum que, ao serem modificados para desenvolver a vacina, não se replicam e não causam resfriado. Quando a pessoa recebe a vacina composta do adenovírus, o corpo inicia um processo de defesa e produz anticorpos contra aquele invasor, o que cria uma memória no corpo contra o coronavírus.

“Outra parte do processo envolve o código genético do próprio SARS-COV-2. Ele possui em sua superfície externa uma espécie de coroa, formada pelos chamados ‘spikes’, ou espigões, que são os responsáveis pela ligação do vírus às células do corpo humano. Para produzir a vacina candidata da Janssen, um pedaço da proteína ‘S’, presente nesses espigões, é colocado dentro do adenovírus (que é o vetor, ou transportador)”, explicou a empresa por meio de nota.

O imunizante não necessita de refrigeração abaixo de zero, o que o torna compatível com os canais de distribuição padrão de vacinas, facilitando sua distribuição. “A grande vantagem é ser uma vacina de dose única, o que permite imunizar o dobro de pessoas”, afirma Kfouri.

A Johnson & Johnson anunciou que a vacina foi 72% eficaz na prevenção da doença nos Estados Unidos e alcançou uma taxa de 66% de eficácia global, em um teste realizado em três continentes e com variantes múltiplas do vírus.

No dia 8 de janeiro, o laboratório notificou um evento adverso grave ocorrido com um voluntário brasileiro durante os testes da vacina. Por razões éticas, o evento em si não foi divulgado e, de acordo com a Anvisa, as vacinações não foram interrompidas porque todos os voluntários já haviam recebido o imunizante.

Fonte: R7
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PRESIDENTE DA ARGENTINA PEDIU A DEMISSÃO DO MINISTRO DA SAÚDE EM MEIO A POLÊMICA SOBRE AUTORIZAÇÃO DE VACINA EM JORNALISTA

Presidente da Argentina pede saída do ministro da Saúde

Jornalista teria recebido autorização do titular da pasta para ser vacinado sem respeitar o protocolo seguido pela população

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, pediu nesta sexta-feira (19) a demissão do ministro da Saúde, Ginés González García, em meio à polêmica desencadeada por um jornalista próximo ao partido governista, que revelou ter sido vacinado contra a covid-19 depois de ter pedido ao titular da pasta, sem respeitar o protocolo seguido para a população em geral.Segundo fontes oficiais consultadas pela Agência Efe, o presidente deu a indicação ao chefe de gabinete, Santiago Cafiero, para pedir a saída do ministro, que por enquanto não falou publicamente sobre o assunto.

“Telefonei para meu velho amigo Gines González García, que conheço desde muito antes dele ser ministro, e ele me disse que eu tinha que ir ao Hospital Posadas. Quando eu estava para ir, recebi uma mensagem de seu secretário, que me disse que uma equipe de vacinadores do Posadas estava vindo para o Ministério, e para ir ao Ministério para me dar a vacina”, declarou o jornalista Horacio Verbitsky, de 79 anos, à estação de rádio “El Destape”.

Nas últimas horas, vários meios de comunicação locais divulgaram que outros rostos próximos ao governo teriam acesso à vacina de forma preferencial, mas nenhum deles confirmou a informação.

As declarações de Verbitsky, feitas esta manhã, vieram apenas um dia depois que a província de Buenos Aires, onde está localizado o referido hospital, foi a primeira a implantar a operação de vacinação contra o coronavírus para os maiores de 70 anos. A campanha começou após mais de um mês e meio em que apenas os funcionários da área da saúde foram imunizados em todo o país.

Em sua juventude, o jornalista foi militante na guerrilha Montoneros (esquerda peronista), tem uma longa carreira na mídia e atualmente é presidente do Centro de Estudos Jurídicos e Sociais. Ele admitiu hoje que há alguns meses disse que “preferia esperar um pouco” antes de ser vacinado, e ver “que efeitos colaterais poderia haver”.

“Eu não tinha pressa de me vacinar. Bem, ontem eu recebi a vacina. Decidi me vacinar”, afirmou ele, para revelar que pediu a González García, chefe da Saúde desde a chegada de Fernández ao poder, em dezembro de 2019, e que já havia ocupado o cargo durante o governo de Néstor Kirchner.

Até agora, a Argentina – que tem cerca de 45 milhões de habitantes, dos quais cerca de 7,2 milhões têm mais de 60 anos – recebeu 1,22 milhão de doses da vacina russa Sputnik V, longe dos 5 milhões inicialmente previstos para janeiro e dos 14,7 milhões assinados para fevereiro.

Também nesta semana, 580 mil doses do imunizante desenvolvido pelo Instituto Serum, na Índia, chegaram ao país vizinho, graças à transferência de tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.

Enquanto em outras cidades da província de Buenos Aires já começou a campanha em idosos, que devem se inscrever previamente em um site para ter acesso à vacinação, a capital, governada pela oposição ao governo nacional, por enquanto só abriu o registro online para aqueles com mais de 80 anos.

Fonte: R7
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SAIBA COMO FUNCIONA O PASSO A PASSO DA APLICAÇÃO DA VACINA CONTRA COVID-19

Por Lara Pinheiro e Paula Paiva Paulo, G1

 

Enfermeira retira dose de frasco da vacina da Moderna contra a Covid-19 durante vacinação em Los Angeles, nos Estados Unidos, no dia 10 de fevereiro. — Foto: Frederic J. Brown/AFPEnfermeira retira dose de frasco da vacina da Moderna contra a Covid-19 durante vacinação em Los Angeles, nos Estados Unidos, no dia 10 de fevereiro. — Foto: Frederic J. Brown/AFP

Após denúncias de fraude na aplicação das vacinas contra a Covid-19 no Brasil, o G1 conversou com especialistas para entender como funciona o passo a passo da vacinação. Nesta reportagem, você verá as respostas para as seguintes perguntas:

  1. Como vou saber se a vacina foi aplicada?
  2. Posso pedir para ver a seringa?
  3. Posso filmar a aplicação da vacina?
  4. O profissional precisa usar luva para aplicar a vacina?
  5. Quem está aplicando a vacina precisa usar máscaras N95/PFF2 ou proteção facial? E quem recebe?
  6. É necessário quem está aplicando usar óculos de proteção facial?
  7. Por que alguns profissionais apertam o braço da pessoa que vai ser vacinada antes de aplicar?
  8. O material é descartável?
  9. Cada dose tem quantos mL?
  10. Quantas doses vêm em cada frasco?
  11. Qual a capacidade de uma seringa?
  12. O que é o “espaço morto” da seringa?

1. Como vou saber se a vacina foi aplicada?

Preste atenção ao êmbolo (parte do meio da seringa, que “empurra” o líquido).

A enfermeira epidemiologista Ethel Maciel, que também é professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), explica o processo. “Quando você administra a vacina, primeiro aspira para ver se não pegou nenhum vaso sanguíneo, para ver se não vem nenhum sangue. Depois você aperta o êmbolo, que é a parte do meio da seringa, para poder administrar o conteúdo”, afirma.

“A recomendação é prestar atenção se foi administrado o conteúdo da seringa, que contém a vacina”, aconselha a professora.

O advogado e médico sanitarista Daniel Dourado reforça a recomendação do êmbolo.

“É bem simples olhar e ver se a vacina foi aplicada: ficar atento ao êmbolo”, diz.

Partes da seringa — Foto: Arte/G1

2. Posso pedir para ver a seringa?

Pode. “O paciente tem direito de ver o que está sendo feito, de ter todas as informações relevantes do procedimento a que está sendo submetido”, diz Daniel Dourado.

“Geralmete o técnico já mostra a validade, a ampola, a marca, o lote, tira a ampola para ver que está tirando da caixa. Em campanha grande acaba não sendo observado”, explica.

3. Posso filmar a aplicação da vacina?

Pode, desde que não mostre o profissional de saúde se ele não quiser aparecer. E, claro, desde que o paciente queira ser filmado, explica Daniel Dourado.

“Pode filmar sem mostrar, sem identificar o profissional de saúde. Não tem impedimento, as pessoas podem fazer isso”, afirma.

“A gente não tem autorização a não ser que peça à pessoa se ela se importa de ser filmada. Você pode pedir pra gravar, informa à pessoa que você vai filmar – e que você está filmando só o procedimento, não a pessoa”, explica Ethel Maciel.

4. O profissional precisa usar luva para aplicar a vacina?

Não.

“Não precisa usar luva. Para esse procedimento da vacina, internacionalmente, não precisa. Você não está trabalhando com nenhuma secreção, só está administrando um imunobiológico”, diz Ethel Maciel.

5. Quem está aplicando a vacina precisa usar máscaras N95/PFF2 ou proteção facial? E quem recebe?

As máscaras do tipo N95/PFF2 são as usadas para evitar a contaminação pelo coronavírus por meio de aerossóis. Elas já são recomendadas para uso no dia a dia por cidadãos em alguns países europeus, como a Alemanha.

“Quem está administrando, se estiver numa unidade de saúde, um hospital, tem que estar com máscara PFF2 ou N95, que tem uma capacidade de filtragem maior. Então [para] os profissionais de saúde é muito indicado que usem”, afirma Ethel Maciel.

“Em outros países, há indicação para que a gente use também em local sem fluxo de ar, local fechado, principalmente que tem circulação de muitas pessoas doentes. Para quem está recebendo a vacina, o ideal é que vá com a sua máscara, duas máscaras, se puder“, completa.

“Se você for receber a vacina no carro, como alguns idosos, ou num local aberto, essas recomendações podem mudar um pouco, mas, no caso do profissional de saúde, é sempre melhor colocar uma máscara que tenha uma proteção maior”, avalia a professora.

“As recomendações para proteção no nosso país não tiveram nenhuma mudança, como nos EUA, que estão recomendando usar duas máscaras, e como na Europa, que já estão recomendando usar N95 para todo mundo”, diz Ethel Maciel.

6. É necessário quem está aplicando usar óculos de proteção facial?

“Se o local for fechado, sem circulação de ar, é indicado, sim. Ou o face shield [proteção de acrílico], que tem sido mais utilizado pelos profissionais de saúde. Lembrando que é máscara e o face shield – face shield não substitui [a máscara], é só uma proteção dos olhos“, lembra Ethel Maciel.

7. Por que alguns profissionais apertam o braço da pessoa que vai ser vacinada antes de aplicar?

“Como a injeção é intramuscular, algumas pessoas, na hora de administrar, localizam o músculo. Não é obrigatório, é só uma forma de se certificar que você está pegando a camada muscular da pessoa”, diz a professora da Ufes.

“Principalmente em idosos, às vezes é mais difícil [localizar o músculo], porque, como tem uma perda muscular grande, fica um pouco difícil de a gente localizar. Então não faz parte da técnica, mas não está errado. Você pode fazer como pode não fazer”, acrescenta.

8. O material é descartável?

Sim, tanto a seringa como a agulha são descartáveis.

9. Cada dose tem quantos mL?

Em cada dose é aplicado 0,5 ml, tanto para a CoronaVac como a Covishield (vacina de Oxford).

10. Quantas doses vêm em cada frasco?

Tanto a CoronaVac, envasada pelo Instituto Butantan, como a vacina de Oxford/AstraZeneca, envasada pela Fiocruz, têm dez doses de meio mililitro (0,5 mL) em cada frasco.

11. Qual a capacidade de uma seringa?

Há mais de um tipo. Maciel avalia que as seringas de maior precisão são as melhores para a aplicação da vacina contra a Covid.

“Varia, tem de 1 mL, 2mL, 3 mL. Como essa vacina [da Covid] temos que dar 0,5mL, uma seringa de maior precisão, uma seringa menor, onde tem esses mL bem divididos, é mais fácil para quem está fazendo a aplicação”, afirma.

12. O que é o “espaço morto” da seringa?

O “espaço morto” é o espaço na seringa formado pelo “canhão” e pela própria agulha, que pode conter um volume residual da dose e que será descartado.

Em nota técnica do Ministério da Saúde, a pasta explica que os frascos com as vacinas já preveem esse valor extra. “A vacina pode conter volume em excesso, a fim de permitir a retirada e a administração do volume total de doses declaradas”, diz a nota.

Ethel Maciel explica que, por isso, o profissional já costuma aspirar um valor maior que os 0,5 mL necessários.

“Quando você olha a seringa, vê a marcação, precisa puxar 0,5 mL, e geralmente a gente puxa um pouquinho a mais, porque tem esse espaço, da agulha, do ar, sempre fica um pouquinho de dose ali. O que você tem que garantir é aplicar o 0,5 mL da dose”, afirma.

Fonte: G1

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BOAS NOTÍCIAS: BRASIL RECEBERÁ LOTE COM 10 MILHÕES DE DOSES DA VACINA DE OXFORD

A OMS autorizou o uso emergencial do imunizante, vacina de Oxford/AstraZeneca, no mundo inteiro e estima que o Brasil receberá algo em torno de 10,6 milhões de doses da vacina. Este é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS nesta quarta-feira de cinzas. Então, leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes!

Brasil receberá 10 milhões de doses da vacina de Oxford, após decisão da OMS

A OMS, Organização Mundial da Saúde, estima que o Brasil deverá receber algo em torno de 10,6 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, pelo consórcio Covax, ainda neste semestre.

A estimativa foi feita após a OMS autorizar, nesta segunda, 15, o uso emergencial do imunizante no mundo inteiro.

Na prática, a decisão permite que as vacinas sejam distribuídas pelo programa Covax Facility – iniciativa da OMS – para ajudar os países em desenvolvimento a ter acesso mais rápido e equitativo às vacinas contra a covid-19, informou a AgênciaBrasil.

“Hoje é um dia pra renovarmos a esperança no controle da pandemia. A OMS autorizou o uso emergencial das duas versões da vacina da Oxford AtraZeneca, dando sinal verde para que a vacinação comece mundialmente pelo Covax”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus durante coletiva.

A OMS autorizou o uso emergencial da vacina produzida em locais diferentes: uma fabricada pela AstraZeneca-SKBio, na Coreia do Sul e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.

“Elas são produzidas em locais diferentes e por isso precisam de revisões e aprovações separadas. A autorização de uso emergencial da OMS avalia e garante a qualidade, eficácia, segurança das vacinas para covid-19 e é um pré-requisito para que essas vacinas sejam distribuídas pelo Covax”, afirmou Tedros Adhanom.

Distribuição mais rápida

“Temos agora todas as ferramentas para a distribuição rápida das vacinas. Mas ainda precisamos aumentar a produção e continuamos a pedir aos desenvolvedores de vacinas que enviem seus dossiês a OMS para a revisão, ao mesmo tempo em que enviam para os países de alta renda”, disse o diretor-geral da OMS.

Até o momento, a organização só havia aprovado o uso emergencial da vacina da Pfizer/BioNTech.

A autorização para o uso da vacina da AstraZeneca ocorreu quatro semanas após a OMS ter recebido o dossiê com os estudos completos sobre o imunizante e planos de gestão de risco e adequação das cadeias de refrigeração dos fabricantes do imunizante.

Com informações da AgênciaBrasil

Fonte: Só Notícia Boa

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FALSA APLICAÇÃO DE VACINA EM IDOSA DE PETRÓPOLIS SERÁ INVESTIGADA PELA POLÍCIA CIVIL

Polícia vai investigar falsa aplicação de vacina em idosa em Petrópolis

Elis Barreto*, da CNN, no Rio de Janeiro    

Atualizado 15 de fevereiro de 2021 às 19:55

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro instaurou um inquérito para apurar o caso da técnica de enfermagem que simulou a aplicação da vacina contra Covid-19 em uma idosa, no município de Petrópolis, região Serrana do Rio de Janeiro. O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) também abriu uma sindicância e ouviu a profissional na manhã desta segunda-feira (15)

De acordo com a secretaria de Saúde de Petrópolis, embora a técnica de enfermagem tenha dez anos de experiência na área, em depoimento, ela garantiu que não percebeu o problema, assegurou que não foi intencional, mas um defeito com a seringa. A técnica de enfermagem presta serviço há um mês para o município. A secretária de Saúde informou que ela foi afastada e que o caso segue em apuração.

As imagens feitas pela família, e obtidas pela CNN, mostram o momento que a enfermeira chega a introduzir a agulha no braço do idoso, mas a seringa estava vazia. O caso aconteceu na última sexta-feira (12), em um dos dois pontos montados na cidade, no primeiro dia em que a imunização começou a ser feita em idosos acima de 90 anos.

A prefeitura de Petrópolis confirmou que a seringa utilizada estava vazia no momento da aplicação. Após a denúncia e o vídeo viralizar nas redes sociais, equipes da secretaria de Saúde da cidade fizeram contato com a família e a idosa foi vacinada com a dose contra a Covid-19.

Em nota, a prefeitura esclarece que se tratou de um caso isolado, que mantém o controle das vacinas e cobra o registro de qualquer ocorrência durante a vacinação. “O governo segue colaborando com as investigações a fim de esclarecer integralmente os fatos, e está adotando todas as medidas para garantir a transparência na vacinação e reforçando todo mecanismo possível de controle”, completa.

A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis informou que está acompanhando o caso e que já existe inquérito civil conjunto com o Ministério Público Federal no município para apurar problemas na aplicação das

Niterói

Um outro caso de falsa aplicação de vacina foi registrado em Niterói, município da região metropolitana do estado do Rio de Janeiro. O vídeo feito no posto drive-thru de uma Universidade Federal mostra o momento em que a técnica insere a seringa e não aplica a dose. De acordo com a Prefeitura de Niterói, a enfermeira foi afastada da função e será investigada pela Secretaria Municipal de Saúde.

“A família do idoso foi imediatamente acolhida. Uma visita foi agendada para o mesmo dia, no qual o médico e a enfermeira responsável realizaram a aplicação da vacina na casa do idoso”, informou a prefeitura de Niterói, em nota.

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EM REUNIÃO DO FORUM DOS GOVERNADORES, FÁTIMA BEZERRA PEDE AO PRESIDENTE DO SENADO PRIORIDADE PARA MAIOR OFERTA DE VACINA

Governadora pede ao presidente do Senado prioridade para maior oferta de vacina

14 fev 2021

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Ampliação da oferta de vacinas e maior rapidez no fornecimento aos estados, a liberação de recursos para ampliar a assistência pública de saúde, incluindo a aquisição de insumos, e o retorno do auxílio emergencial. Estas foram as prioridades sugeridas pela governadora do Rio Grande do Norte, professora Fátima Bezerra, ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para integrar a  pauta do Congresso Nacional neste início de ano.

Fátima Bezerra fez as solicitações na reunião virtual do Fórum dos Governadores do Brasil, na manhã desta sexta-feira (12). “O Brasil demorou a iniciar a vacinação e o faz de forma lenta. Neste momento, a pandemia recrudesce e precisamos acelerar a vacinação. Ainda estamos em parte da vacinação dos idosos e não chegamos ainda à faixa dos 80 anos. E eles são os mais vulneráveis. É preciso também incluir os profissionais da educação como grupo prioritário para que possamos retornar às atividades presenciais, até porque os alunos estão há um ano em atividade remota e isso gera prejuízos que aprofundam as desigualdades sociais”, argumentou a governadora.

Fátima também solicitou a intervenção do presidente do Senado para que o Ministério da Saúde defina um calendário de entrega de vacinas com maior quantidade de doses. “Precisamos acelerar o Plano Nacional de Imunização. Os prazos anunciados não foram cumpridos”, afirmou para citar que apenas 2% da população brasileira foi vacinada até agora. A chefe do Executivo estadual registrou também que a Lei que instituiu calamidade pública devido à pandemia da Covid-19 expirou em 2020. “Mas a pandemia não acabou, continuamos perdendo vidas. Há 15 dias solicitamos uma reunião com o Ministério da Saúde e esta reunião ainda não aconteceu”, disse, para em seguida externar sua confiança no desempenho de Rodrigo Pacheco como presidente do Senado.

O coordenador do Fórum dos Governadores, Wellington  Dias, do Piauí, destacou que a Covid-19 demanda rede extra de leitos e de profissionais de saúde, o que exige mais investimentos.  Ao pedir o apoio do presidente do Senado junto ao Governo Federal, Dias lembrou a redução, em 2021, do orçamento da Saúde: “o que gera problema crítico aos estados”. Lembrou também que o Ministério da Saúde não cumpriu o calendário inicial de entregar 15 milhões de doses da vacina em janeiro, e sugeriu contatos com os laboratórios para aquisição de maior quantidade de doses, bem como para o fornecimento de IFAs que gerem a produção de vacinas no Brasil.

A fim de mensurar a importância da vacinação, Dias disse que, com 50% da população vacinada, o percentual de internações cai 60%. Também apontou a definição de critérios padronizados em todo o país para compras de itens destinados à saúde pública. “O problema hoje é grave, deve ampliar em março e pode gerar colapso no sistema público de saúde. Os insumos tiveram um estouro de preços e há dificuldade de entrega pelos fornecedores”, afirmou.

Rodrigo Pacheco prometeu intermediar junto ao governo federal em favor das reivindicações dos governadores. Também presente à reunião, o presidente da Câmara dos Deputados, Artur Lira, se comprometeu a tratar dos pleitos junto aos ministros da economia, Paulo Guedes, e da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

Fonte: Política em Foco
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MAIS UM LOTE DE 46.800 DOSES DA CORONAVAC DESEMBARCAM NO RN

Governo do RN recebe novo lote de vacinas contra a Covid-19

08 fev 2021

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O Rio Grande do Norte recebeu mais um lote de vacinas contra a Covid-19. O desembarque das 46.800 doses da CoronaVac no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante aconteceu no fim da manhã deste domingo (7) e foi acompanhado pela governadora Fátima Bezerra.

Os imunizantes recebidos pela equipe da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) vão atender os idosos do RN, começando pelos acamados e os que estão acima dos 90 anos. Na sequência serão imunizados os idosos com mais de 85 anos, a partir da organização de cada município.

“Toda a logística já está pronta para fazer a distribuição aos municípios. Fazemos o apelo para que se tenha todo o cuidado no sentido de evitar aglomerações”, afirmou a governadora Fátima. “Os idosos acamados que começarão a ser vacinados agora serão atendidos em suas casas através das equipes de saúde dos municípios. Depois daremos início à vacinação dos idosos em geral a partir dos 90 anos, de forma decrescente, do mais idoso ao menos idoso”, completou a chefe do Executivo.

A escolha desses grupos prioritários para vacinação se deu conforme a disponibilidade das doses da vacina por parte do Ministério da Saúde. As doses que serão encaminhadas aos municípios seguem a divisão dos lotes anteriores, com base na estimativa populacional.

“O Ministério da Saúde sinalizou que a partir de agora estaremos recebendo as vacinas semanalmente. É importante que a população não fique ansiosa e não se dirija às unidades de saúde de forma desorganizada exatamente para que não cause aglomeração”, destacou a subsecretária de planejamento e gestão da Sesap, Lyane Ramalho.

A entrega das vacinas aos municípios seguirá os planos anteriores, com o transporte dos imunizantes até as Unidades Regionais de Saúde Pública, com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.

SEGUNDA DOSE

No início desta semana a Sesap vai distribuir o estoque para aplicação da segunda dose da CoronaVac para os potiguares atendidos com o primeiro lote de vacinas

A vacinação deste público deverá ocorrer em até duas etapas: de 10 a 17 de fevereiro e de 15 a 19 de fevereiro, devendo ser respeitado o intervalo de 21 a 28 dias entre a primeira e a segunda dose.

Fonte: Política em Foco

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459 MIL DOSES DISPONÍVEIS NO AMAZONAS, MAS APENAS 111.282 PESSOAS FORAM IMUNIZADAS ATÉ O MOMENTO

Por Luciana Rossetto, G1 AM

 


Grupo prioritário, profissional de saúde recebe vacina em Manaus — Foto: Divulgação

          Grupo prioritário, profissional de saúde recebe vacina em Manaus — Foto: Divulgação

Embora tenha recebido uma quantidade extra de vacinas contra a Covid-19, o Amazonas não é o estado que mais imunizou sua população. Além disso, é um dos que usam mais lentamente o estoque de doses disponíveis.

Esses lotes adicionais foram enviados após um acordo entre governadores, que levaram em consideração o colapso no sistema de saúde do estado. Na primeira remessa do Ministério da Saúde, o Amazonas recebeu 282.320 doses da Coronavac. No dia 23, outras 132,5 mil doses da AstraZeneca desembarcaram no Estado. No dia 25, o Amazonas recebeu 44,6 mil doses da Coronavac. No total, são 459.420 doses.

O Amazonas aplicou somente 24,22% das mais de 459 mil doses disponíveis do imunizante, conforme dados do consórcio de veículos de imprensa desta sexta-feira (5). É um dos que menos utilizou a oferta, atrás apenas do Acre, que usou 10,56%, de Roraima, que usou 15,40% , e de Tocantins, que aplicou 23,23% do total recebido.

Em números absolutos, o Amazonas aplicou o imunizante em 111.282 pessoas, o que equivale a 2,64% de sua população acima de 18 anos. Mesmo quando observado somente o percentual, o Amazonas perde para o Distrito Federal, que vacinou 3,20% de sua população — os dados são desta sexta-feira (5).

Questionada sobre a efetividade da campanha, a Secretaria de Saúde do Amazonas informou em nota que é responsável somente pela distribuição das vacinas às prefeituras e que o cronograma e aplicação de responsabilidade dos governos municipais. No entanto, a própria Secretaria definiu os nomes das pessoas que receberiam as doses em Manaus após a suspensão da vacinação pela suspeita de irregularidades (veja mais abaixo).

Para entender os motivos de tão poucas doses serem aplicadas, o G1 ouviu o procurador da República Igor da Silva Spíndola, que está a frente das ações do Ministério Público Federal (MPF) no combate à pandemia no Amazonas, e o virologista e vice-diretor de Pesquisa e Inovação da Fiocruz Amazônia, dr. Felipe Naveca. Eles comentam sobre quatro pontos que prejudicam a agilidade na vacinação do estado: irregularidadesausência de planejamentodemora no início da vacinação e problema de logística.

Profissional da saúde leva vacinas à zona rural de Manaus em imagem do dia 3 de fevereiro — Foto: DivulgaçãoProfissional da saúde leva vacinas à zona rural de Manaus em imagem do dia 3 de fevereiro — Foto: Divulgação

Irregularidades

Após mais de 15 dias do início da vacinação, Spíndola constata que a vacinação segue lenta e, por causa das irregularidades já constatadas, o processo precisa ser acompanhado rigidamente pelos órgãos de controle, incluindo as Defensorias Públicas e o Ministério Público estadual.

“Essas irregularidades têm travado a vacinação, porque quando percebemos que existem muitas pontas soltas, precisamos chamar as pessoas à responsabilidade, remodelar a logística para ser aplicada no outro dia e às vezes isso demora algumas horas”, afirmou Spíndola, para quem a a falta de controle abriu margem para irregularidades e fura fila na aplicação das doses.

Naveca também reclama das doses aplicadas indevidamente em Manaus quando não há doses para todos. “A situação no Amazonas começou a ficar complicada desde o primeiro dia por causa dos casos de pessoas que furaram fila. Isso foi muito ruim, inclusive com medidas judiciais para interromper a vacinação. Isso contribuiu muito negativamente”, disse.

Ausência de planejamento

De acordo com o procurador, o estado e os municípios não prepararam uma logística de controle para aplicação das doses. Houve dificuldades inclusive na preparação da lista com a relação de profissionais da saúde que deveriam ser imunizados prioritariamente.

“Esses lapsos de gestão tem atrasado muito a vacinação, porque não há doses suficientes, as pessoas precisam ser selecionadas e o estado e o município não conseguem selecionar essas pessoas a tempo”, disse Spindola. “Se fosse qualquer outra vacina, essas trapalhadas do governo estadual e municipal poderiam até não gerar prejuízo, mas como o insumo é muito limitado e não dá sequer para cobrir grupos prioritários inteiros, demandavam que eles tivessem se preparado para isso e eles não se prepararam”.

Segundo Spindola, mesmo quando há planejamento, às vezes há falhas na execução. “E precisamos ir para um novo planejamento para ver se a execução consegue ser de maneira mais acertada”.

Demora no início da vacinação

Para Naveca, a demora pode ter contribuído para os números tão críticos registrados no Amazonas e no próprio país. “Nós estamos muito atrasados na vacinação e nós teríamos tido um cenário muito melhor”, disse o epidemiologista, que aponta também a falta de distanciamento social como um dos motivos para um número tão alto de casos – mesmo com a nova variante em circulação.

O cientista da Fiocruz ressalta que se a vacinação tivesse se iniciado antes, a situação poderia estar mais controlada. “Ainda teve essa contribuição dos outros estados de abrir mão de uma parcela para o Amazonas, para poder conter essa situação que nós estamos, por um gesto humanitário mas também para proteger eles mesmos, se conseguíssemos conter a P1 dentro do Amazonas”, disse Naveca.

“Se a gente tivesse tido essa vacinação mais cedo, certamente nós teríamos números melhores hoje. O ideal era que ela tivesse começado no ano passado, mas se a gente pensar que os casos começaram a aumentar em dezembro, se tivéssemos começado no início de dezembro ou no final de novembro, nós não teríamos vivido essa situação certamente”, afirmou o cientista da Fiocruz.

Problema de Logística

Segundo Spíndola, existe a tentativa de justificar a lentidão na aplicação das doses com a ausência de estradas no estado, porém é uma peculiaridade com a qual os governos municipais ou estaduais sempre tiveram de lidar. Para ele, há instrumentos suficientes para adaptar a logística para a realidade local, além dos rios serem trafegáveis e existir o transporte por aeronaves.

“Jogar a responsabilidade do que está acontecendo em uma realidade que é totalmente superável, é um absurdo, porque se abrirmos um mundo de estradas no interior do estado, vamos partir para outras problemáticas que o estado vai ter que enfrentar amanhã e que ele também não está preparado”, afirmou o procurador. “O mote da questão toda é a falta de preparação do estado para atender essa logística diferenciada, porque ela é possível e não é tão complicada assim, mas demanda investimento, planejamento, vontade”.

O procurador defende que só há demora na entrega de vacinas no interior, porque não há investimento e não se planeja uma rede de logística. “A realidade impõe as dificuldades, mas para isso que a gente elege essas pessoas, para pensarem e para investirem na superação dessa realidade”, disse.

A mesma questão é citada pelo vice-diretor da Fiocruz Amazônia. “Se a gente parar para pensar na vacinação para a influenza ou outros vírus que têm calendário nacional, temos essa experiência. Então agora é aproveitar isso e colocar em prática o que se aprendeu ao longo do tempo para conseguir acelerar”, afirmou. “Por mais dificuldade que tenhamos na questão logística, o sistema de vacinação no Amazonas tem experiência em ligar com essas complexidades que temos no interior”.

Idoso recebe vacina em embarcação na área rural de Manaus — Foto: DivulgaçãoIdoso recebe vacina em embarcação na área rural de Manaus — Foto: Divulgação

Pazuello no Amazonas

No dia 4 de fevereiro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, começou a prestar depoimento à Polícia Federal, em Brasília, no inquérito que investiga a conduta dele em relação à crise sanitária no Amazonas. Pazuello está sendo investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta omissão. Veja os pontos citados pela PGR no pedido de investigação de Pazuello.

Segundo a Procuradoria Geral da República, desde o dia 6 de janeiro, havia a recomendação de transferência dos pacientes graves para outros estados, mas os primeiros deslocamentos só começaram dez dias depois. Outras questões abordadas pela Procuradoria Geral da República no pedido de investigação incluem a demora em agir e a entrega de medicamentos sem comprovação científica para combater a doença, entre outros.

Em sua última visita, o ministro teve atuação discreta. Ele chegou à Manaus na noite de 23 de janeiro, junto com um carregamento de vacinas, e de acordo com o Ministério da Saúde, ficaria no estado do Amazonas pelo “tempo necessário“. Em sua única agenda pública, Pazuello inaugurou um hospital de campanha em Manaus e chegou a dizer que 1,5 mil pessoas poderiam ser transferidas para atendimento em outros estados, superando em 6 vezes a estimativa inicial de remover 235 pacientes. Nesta sexta (5), órgãos de controle informaram o hospital opera sem protocolos.

STF autoriza investigação de Pazuello por colapso em Manaus: entenda o caso

STF autoriza investigação de Pazuello por colapso em Manaus: entenda o caso

No pedido, PGR cita atrasos nas medidas e envio de remédios sem eficácia comprovada.

Fura fila e investigação em Manaus

A campanha de vacinação contra a Covid-19 em Manaus é marcada por irregularidades. Veja cronologia abaixo:

Entenda porque o Ministério Público pediu a prisão do prefeito de Manaus

Entenda porque o Ministério Público pediu a prisão do prefeito de Manaus

David Almeida e Shadia Fraxe são citados em ação que denuncia irregularidades na campanha e favorecimento de pessoas que teriam furado a fila do grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19.

Fonte: G1
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GOVERNO RETIRA DA MP EXIGÊNCIA DA PFISER QUE A ISENTAVA DE RESPONSABILIDADES SOBRE EFEITOS ADVERSOS QUE A VACINA PUDESSE APRESENTAR

Governo exclui de MP da Vacina item que facilitava negociação com a Pfizer

Ministério da Saúde diz que avançou nas negociações para compra da vacina da Pfizer | GZH

O governo Jair Bolsonaro contrariou órgãos técnicos e excluiu trecho da Medida Provisória 1.026/2021, publicada em 6 de janeiro, que poderia ter facilitado a compra da vacina da Pfizer para a covid-19. Na primeira versão da MP, obtida pelo Estadão via Lei de Acesso à Informação, havia um artigo que autorizava a União a assumir a responsabilidade sobre efeitos adversos que os imunizantes pudessem apresentar. Além disso, o texto liberava a contratação de um seguro para cobrir os riscos que o governo assumiria. Essas medidas são exigências do laboratório Pfizer para vender seu imunizante.

Países da Europa e os Estados Unidos já firmaram compromissos nesses termos com a farmacêutica para viabilizar a compra do imunizante. Trata-se de exigência do laboratório para evitar ser alvo de eventuais ações judiciais, mas o governo considerou a cláusula “abusiva”.

A negociação com a farmacêutica americana, que ofereceu 70 milhões de doses ao País, se arrasta desde dezembro. O Brasil hoje depende da vacina Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan, e do imunizante da AstraZeneca/Oxford, produzido pela Fiocruz, e não tem doses suficientes para vacinar toda a população. A previsão do Ministério da Saúde é de que serão necessárias 350 milhões de doses no total.

A versão descartada da chamada “MP da Vacina” foi enviada ao Palácio do Planalto no fim de dezembro pelos ministros da Saúde, da Justiça, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Advocacia-Geral da União (AGU). Todos esses órgãos técnicos, portanto, entenderam que o artigo era aceitável. O texto foi devolvido e, quando voltou na sua nova versão, apenas seis dias depois, o artigo que facilitaria a negociação com a Pfizer havia sido suprimido. Esse segundo texto, diferentemente do primeiro, incluía ainda a assinatura do ministro da Casa Civil, general Walter Braga Netto.

A nova redação da medida também excluiu a permissão para a União contratar um seguro privado, mesmo de empresa estrangeira, ou a criar outras garantias, como um fundo público, para cobrir os riscos que o governo assumiria. Esse tipo de reserva de segurança é utilizado, por exemplo, nos Estados Unidos, e serve para indenizar pessoas que eventualmente sofram efeitos colaterais após tomarem vacinas.

Apesar de ainda não ter vacinas garantidas para toda a população, Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, resistem em aceitar a proposta da Pfizer. Em nota de 23 de janeiro, a pasta disse que comprar esta vacina seria uma conquista de “marketing, branding e growth” para o laboratório, mas causaria “frustração em todos os brasileiros”, porque a oferta de doses seria pequena. Das 70 milhões de doses que o laboratório negocia com o Brasil, só 8,5 milhões seriam entregues no primeiro semestre deste ano.

Bolsonaro e Pazuello apontam justamente a exigência da Pfizer de não responder por efeitos adversos como maior barreira para a negociação. “Lá no contrato da Pfizer está bem claro: ‘Não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral. Se você virar um jacaré, é problema de você’”, disse o presidente, em discurso em Porto Seguro no dia 17 de dezembro. No caso das duas vacinas que já estão sendo utilizadas no País, não há essa exigência. Caberá às fabricantes brasileiras dos imunizantes, Fiocruz e Butantan, responder por qualquer efeito adverso que não estava previsto.

Aval da AGU

Em parecer em que dá aval jurídico à medida, a AGU aponta a questão da responsabilidade da União em relação à vacina como de “induvidosa constitucionalidade”. “Este dispositivo, além de estar adequado à realidade dos fatos, vez que não há ainda vacinas cuja maturidade de pesquisas seja suficiente para seguimento do processo regular de aprovação, é de induvidosa constitucionalidade”. Para a CGU, na prática, o governo já se expõe ao risco de ser responsabilizado por efeitos adversos, pois as vacinas são aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em 20 de janeiro, após a publicação da MP, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, declarou que a Pfizer considerava a legislação brasileira não “adequada” para fechar contrato. “Estamos tentando verificar até onde eles podem ceder”, afirmou Franco.

Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que eximir a fabricante de responsabilização civil em caso de efeitos adversos causados por vacinas é prática comum em países desenvolvidos, inclusive para outros imunizantes, e algo recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Não é um contrato dracroniano. É o mesmo contrato que está sendo exercido no mundo inteiro e outros países estão aceitando”, diz o advogado Paulo Almeida, diretor executivo do Instituto Questão de Ciência.

Ele também afirma que a criação de fundos públicos para assegurar ressarcimento por efeitos adversos é “prática consolidada no mundo”. Segundo Almeida, porém, o uso deste recurso é uma rara exceção, pois as vacinas passam por “sério crivo das agências reguladoras”, o que já confirmaria a segurança dos produtos.

“Acaba sendo uma birra do governo. Talvez por desconhecimento das melhores práticas internacionais. Na pior leitura possível, é criar entraves para dificultar a entrada das vacinas, por desinteresse em se associar à empresa, seja por motivo ideológico ou mercadológico”, afirmou Almeida.

A epidemiologista Carla Domingues, que coordenou o Programa Nacional de Imunização (PNI) entre 2011 e 2019, disse ao Estadão, no fim de janeiro, que é difícil fazer uma avaliação mais precisa das condições negociadas para a venda de vacinas da Pfizer, pois em nenhum momento o contrato foi divulgado em sua íntegra para verificar se há mesmo “cláusulas leoninas e abusivas”, como disse o ministério.

No entanto, ela questiona o fato de o Brasil ser o único País a ter dificuldade de assinar com a farmacêutica americana, enquanto Estados Unidos, países da Europa e outras nações já fecharam negócio. “A dificuldade é porque o Brasil não se planejou para essa vacina, de enorme complexidade”, afirmou.

Respostas
Procurados para comentar a mudança na MP, o Ministério da Saúde e o Palácio do Planalto não se manifestaram. No Congresso, que tem até maio para analisar a medida provisória, há discussões sobre incluir no texto o artigo que facilitaria o negócio com a Pfizer.

ESTADÃO

Fonte: Blog do BG

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BOAS NOTÍCIAS: KATALIN KARIKÓ DEU A VOLTA POR CIMA E AGORA ESTÁ NA IMINÊNCIA DE GANHAR UM NOBEL

Uma cientista extraordinariamente brilhante é o destaque, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira. Katalin Karikó uma intrépida imigrante da Hungria para os Estados Unidos, se transformou numa das maiores cientistas da atualidade. Ela praticamente inventou terapias e vacinas derivadas de RNA e RNA – a base de tantos tratamentos que salvam vidas. Vale a pena você conhecer essa bela história e exemplo de superação!

Ela foi rebaixada, questionada e rejeitada, mas agora seu trabalho é a base da vacina Covid-19

A base da vacina COVID-19, e muitas outras, pode ser remetida ao trabalho de uma intrépida imigrante da Hungria para os Estados Unidos, cuja atitude de nunca-diga-morrer e crença em seu trabalho levaram a um dos mais importantes desenvolvimentos tecnológicos na pesquisa de vacinas.

Katalin Karikó está agora sendo cogitada para um Prêmio Nobel, mas a vida nem sempre foi tão parabenizadora para ela, e a história sobre como ela praticamente inventou terapias e vacinas derivadas de RNA e RNA – a base de tantos tratamentos que salvam vidas – foi preenchida com desafios.

Quando Karikó deixou sua Hungria natal com marido e filho pequeno, ela tinha apenas US $ 1.200 estufados no ursinho de pelúcia de sua filha. Agora, após anos de seu trabalho desenvolvendo tecnologias de mRNA e RNA, ela é a vice-presidente sênior da gigante farmacêutica alemã BioNTech, e seu trabalho recebeu mais de 12.000 citações acadêmicas .

Após graduar-se com um Ph.D. em bioquímica pela Universidade de Szeged, ela depois embarcou em uma carreira de pesquisa na Academia de Ciências da Hungria.

No entanto, depois de ser despedida, Karikó posteriormente mudou-se para os Estados Unidos após receber um convite da Temple University na Filadélfia em 1985. Ela acabaria por se transferir para a University of Pennsylvania, o que acabaria sendo um período extremamente difícil.

Naquela época, a pesquisa de RNA mensageiro era extremamente popular, mas logo depois que ela chegou, o método de usar o material genético de um vírus para comandar um corpo humano a duplicar certas proteínas para combater o vírus era considerado muito radical e muito arriscado financeiramente para ser financiado.

Os pedidos de subsídios fracassados ​​começaram a se acumular na mesa de Karikó, mas ela não se intimidou.

Dez anos depois de chegar à Filadélfia, ela foi rebaixada de seu cargo na UPenn e foi então diagnosticada com câncer.

“Normalmente, nesse ponto, as pessoas simplesmente se despedem e vão embora porque é tão horrível”  , disse ela a Stat, um site de notícias de saúde, em novembro . “Pensei em ir para outro lugar ou fazer outra coisa. Também pensei que talvez não fosse bom o suficiente, não fosse inteligente o suficiente. ”

Junto com outro imunologista chamado Drew Weissman, a dupla finalmente recebeu patentes para sua tecnologia de mRNA em 2012, mas depois de receber mais problemas da UPenn, Karikó conseguiu um emprego na BioNTech, uma empresa alemã fundada, talvez apropriadamente, também por imigrantes.

MAIS: Engenheiros projetam novas máscaras faciais com tira de teste para detectar COVID – muito parecido com um teste de gravidez

É uma coincidência que a primeira e mais difundida vacina COVID-19 foi produzida por esta empresa? Na realidade, foram Karikó e Weissman, repetidamente subestimados ou rejeitados pelos acadêmicos da Pensilvânia, que associaram seu método de terapia gênica de mRNA com a experiência da Pfizer para criar a vacina que já protegeu milhões de pessoas.

O par está sendo cogitado para o Prêmio Nobel, incluindo o famoso intelectual britânico Richard Dawkins e o CEO da Moderna, Derek Rossi.

Este ano, eles já conquistaram o Prêmio Rosenstiel de Trabalho Destacado em Medicina Básica.

“Por meio de sua pesquisa meticulosa em mRNA – e persistência apesar dos contratempos – Weissman e Karikó estabeleceram as bases para vacinas que salvarão inúmeras vidas”, disse o diretor do Centro Rosenstiel de Pesquisa em Ciências Médicas Básicas.

Em entrevista à CNN , Karikó, com olhos tão azuis quanto o gelo das geleiras do mar, explicou que o momento dos prêmios e comemorações chegará em outro momento, quando a pandemia que ela será a principal responsável pelo fim, de fato termina.

Fonte: Good News Network

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PREFEITO DE MANAUS ESTÁ SENDO ACUSADO DE DESVIAR VACINA CONTRA COVID-19 PARA CONHECIDOS

MP pede prisão do prefeito de Manaus, acusado de desviar vacinas contra Covid-19

Da CNN, em São Paulo

27 de janeiro de 2021 às 19:41

MP pede prisão do prefeito de Manaus, acusado de desviar vacinas contra Covid-19 | CNN PRIME TIME - YouTube

O Ministério Público do Amazonas (MP-AM) pediu a prisão do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), por desvios das vacinas contra o novo coronavírus. De acordo com as investigações, o prefeito cometeu crimes de falsidade ideológica e de peculato ao direcionar imunizantes para conhecidos.

O MP-AM afirma que houve dolo na distribuição dos imunizantes na capital amazonense, que vive uma crise muito grave na saúde por conta da nova onda da pandemia. Conclui ainda que as vacinas foram desviadas para atender interesses particulares do prefeito, e não os interesses públicos.

Segundo as investigações, dezenas de pessoas que têm ligações com o prefeito e têm relação com o alto escalão da Prefeitura de Manaus, e não fazem parte dos grupos prioritários para vacinação contra a Covid-19 receberam os imunizantes na frente de outras pessoas. O esquema envolveria a Prefeitura e outras secretarias de Manaus.

Em nota, o prefeito David Almeida se disse “profundamente indignado com a atuação ilegal e arbitrária do MP”.

Fonte: CNN

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BOLSONARO VAI A FESTA DO DIA DA ÍNDIA EM BRASÍLIA, APÓS LIBERAÇÃO DA VACINA

Após liberação de vacinas, Bolsonaro vai à festa do Dia da Índia em Brasília

Da CNN, em São Paulo*

27 de janeiro de 2021 às 00:01

Jair Bolsonaro ÍndiaPresidente Jair Bolsonaro participa da festa do Dia da República, o Dia da Índia, em BrasíliaFoto: Presidência da República/Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) compareceu à festa do Dia da Índia, em Brasília, nesta terça-feira (26), data em que o país asiático comemora a Constituição que formou a sua república.

O convite a Bolsonaro foi feito pela embaixada da Índia no Brasil e acontece depois da chegada de um lote de 2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, produzidas pelo laboratório indiano Sérum a partir da fórmula da AstraZeneca e de Oxford.

Segundo apuração da colunista da CNN Basília Rodrigues, o presidente havia antecipado a interlocutores que aceitaria o convite feito pessoalmente pelo embaixador Suresh K. Reddy em busca de mais vacinas “made in India”.

No discurso, o presidente não mencionou as vacinas, mas chamou a Índia de “país irmão do Brasil” e disse se considerar amigo do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

“Cada vez mais, Brasil e Índia se aproximam. Nunca o nosso relacionamento esteve tão bem”, afirmou Bolsonaro.

Com informações de Gabriel Hirabasi, da CNN, em Brasília

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DÓRIA CRITICA O PRESIDENTE NAS REDES SOCIAIS CINCO DIA APÓS PEDIR AJUDA PARA CONSEGUIR OS INSUMOS PARA FABRICAÇÃO DE VACINA

Cinco dias atrás, Doria pediu “ajuda” ao governo federal por insumos da China

da CNN, em São Paulo

 Atualizado 25 de janeiro de 2021 às 20:06

SP: Após quilombolas sumirem de plano de vacinação, Doria manda incluí-los - 19/01/2021 - UOL Notícias

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou o governo federal nesta segunda-feira (25) nas redes sociais cinco dias após pedir ajuda ao presidente e ao ministério das Relações Exteriores para conseguir os insumos para produção da vacina.

Em entrevista coletiva na última quarta-feira (20), o paulista pediu ao governo “humildade diante da necessidade dos insumos que são produzidos na China”.

“Neste momento, este mal-estar precisa ser superado. Não são só os insumos da vacina do Butantan que estão pendentes para serem liberados […], mas também a da AstraZeneca”, disse. “É preciso restabelecer um patamar equilibrado nas relações diplomáticas. Até agora, não vi nenhuma manifestação”.

“Este é um bom momento para, mais uma vez, solicitar que a chancelaria do Brasil, o ministro das relações exteriores do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro, tratem com respeito a China”, declarou na ocasião.

Nesta segunda, o presidente Jair Bolsonaro publicou nas redes sociais que os insumos chineses devem chegar ao Brasil nos próximos dias. O ministro da Saúde Eduardo Pazuello também fez o mesmo anúncio em um vídeo.

“A continuidade do recebimento dos insumos para fabricação das vacinas pelo Butantan voltou à normalidade. Isso graças à ação diplomática do governo federal com o governo chinês, por intermédio da embaixada chinesa no Brasil”, disse o ministro na gravação.

A autoria da negociação, no entanto, foi contestada por Doria. “Todo o processo de negociação com a China para liberação de insumos para a vacina do Butantan foi realizado pelo Instituto e pelo Gov. de SP”, escreveu ele no Twitter.

“Sem parasitismo dos negacionistas e oportunistas. Até aqui só atrapalharam nosso trabalho em prol da ciência e da vida. São engenheiros de obra pronta. Vergonha!”, repreendeu.

No entanto, a CNN teve acesso a uma carta do embaixador da China no Brasil confirmando a exportação dos insumos e as tratativas com o governo federal.

“O lado chinês está disposto a continuar a fortalecer a cooperação com o lado brasileiro no combate à pandemia”, disse Yang Wanming na carta, desmentindo o governador paulista.

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NESTE DOMINGO (24) O GOVERNO DO RN RECEBEU O SEGUNDO LOTE DA VACINA CONTRA COVID-19, COM MAIS 31.500 DOSES

RN recebe mais 31.500 doses da vacina contra a Covid-19

24 jan 2021

RN recebe mais 31.500 doses da vacina contra a Covid-19 - Blog do Marcos Dantas

O Governo do Estado recebeu neste domingo (24), às 16h, o segundo lote de vacinas contra a Covid-19. São 31.500 doses do imunizante produzido pela Oxford/AstraZeneca. A governadora Fátima Bezerra acompanhou a chegada da carga ao Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante. O lote inteiro será aplicado em mais de 30 mil profissionais da saúde do Rio Grande do Norte, dando sequência ao plano de vacinação coordenado pela gestão estadual.

“Estamos iniciando a semana renovando a esperança, recebendo essa nova remessa de vacinas”, afirmou a governadora. Ela também destacou que toda a logística para distribuição das vacinas novamente já está pronta e que a distribuição para os municípios terá início já nesta segunda-feira (25). As secretarias de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) mais uma vez farão o trabalho de transporte das vacinas às cidades-polo no interior.

A vacina da Oxford será aplicada de forma integral, uma vez que o intervalo necessário entre a primeira e a segunda dose é de 12 semanas e o Ministério da Saúde garantiu o envio de outro lote da vacina da Oxford em tempo hábil.

A subsecretária de Planejamento e Gestão da Sesap, Lyane Ramalho, também acompanhou a chegada das vacinas e disse que “daqui as doses seguirão para a Unicat (Unidade Central de Agentes Terapêuticos) e amanhã pela manhã estaremos organizando, registrando e preparando as caixas para distribuição em todas as regionais de saúde”. O desembarque da carga também foi acompanhado pelo titular da Sesed, secretário Francisco Araújo.

O RN iniciou a vacinação contra a Covid-19 na terça-feira (19), menos de 12h após o recebimento do primeiro lote contendo 82.440 doses da CoronaVac  – produzida pelo Instituto Butantan e pela Sinovac. Com a aprovação do segundo lote emergencial da CoronaVac, o Governo aguarda a sinalização do Ministério da Saúde para o recebimento de uma nova leva de imunizantes no RN.

O lote com 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca chegou ao Brasil na noite de sexta-feira (22) e foi processado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é parceira no desenvolvimento do imunizante. Devido a situação de calamidade vivida pelo Amazonas, já na quinta-feira (21), o Fórum dos Governadores concordou em ceder ao estado 5% do total das doses, além da cota proporcional.

Fonte: Política em Foco
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O NÚMERO DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 APLICADAS NO BRASIL JÁ É MAIOR EM PROPORCIONALIDADE QUE A ÍNDIA

Brasil passa Índia proporcionalmente em doses da vacina da Covid-19 aplicadas

Anna Satie, da CNN em São Paulo

 Atualizado 24 de janeiro de 2021 às 18:25

Brasil passa Índia proporcionalmente em doses da vacina da Covid-19 aplicadasBrasil ultrapassou a Índia em doses da vacina contra Covid-19 aplicadas, proporcionalmente, de acordo com o site Our World in Data

Segundo o levantamento, o país já vacinou 0,25 pessoa a cada 100 habitantes (1 a cada 400), enquanto a Índia administrou 0,11 (quase 1 a cada 900).

Índia começou a campanha de vacinação no último sábado (16) e o Brasil, no domingo (17).

O site leva em conta um boletim que considera que 604.374 pessoas já receberam o imunizante no Brasil. No entanto, dados compilados pela CNN junto a prefeituras e governos estaduais que divulgam o balanço preliminar mostram que mais de 700 mil pessoas já foram vacinadas no país.

Isso equivaleria a 0,33 pessoa a cada 100 habitantes.

É importante enfatizar, porém, que isso não significa, necessariamente, que essas pessoas já estão imunizadas, uma vez que é preciso duas doses para obter a eficácia total.

Outra observação é que, com uma população de quase 1,4 bilhão, a Índia tem mais de seis vezes o número de habitantes do Brasil. Para vacinar 10% da população, o país asiático precisa aplicar o imunizante em um número de pessoas que é quase equivalente à população dos estados das regiões nordeste e sudeste do Brasil.

Só o grupo prioritário da Índia, composto por profissionais de saúde, idosos, pessoas com comorbidades graves, policiais e soldados, soma 300 milhões de pessoas— mais que toda a população brasileira.

De acordo com o ministério da Saúde indiano, 1.582.201 pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra Covid-19.

Fonte: CNN

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APÓS ALEGAÇÕES DE QUE HAVIA RECEBIDO A VACINA ANTES DOS GRUPOS PRIORITÁRIOS, CHEFE DO ESTADO -MAIOR DA ESPANHA RENUNCIA AO CARGO

Chefe do Estado-Maior espanhol renuncia após acusação de furar fila da vacina

Da Reuters

 Atualizado 23 de janeiro de 2021 às 18:23

O chefe do Estado-maior da Espanha, Miguel Angel VillaroyaO chefe do Estado-maior da Espanha, Miguel Angel Villaroya

O chefe do Estado-maior da Espanha renunciou ao cargo neste sábado (23), após as alegações de que havia recebido a vacina contra Covid-19 antes dos grupos prioritários.

A ministra da Defesa, Margarita Robles, pediu explicações ao general Miguel Angel Villaroya, chefe do Estado-Maior de Defesa do país, depois dos relatos da mídia na última sexta-feira (22) sobre a sua vacinação.

Em um comunicado sobre a demissão do general, o Ministério da Defesa indicou, mas não afirmou explicitamente, que Villaroya havia sido vacinado. “O general nunca pretendeu tirar proveito de privilégios injustificáveis que manchariam a imagem das Forças Armadas e colocariam em dúvida a sua honra”, disse.

Ainda de acordo com o órgão, “Villaroya tomou decisões que considerou corretas, mas que prejudicaram a imagem pública das Forças Armadas”.

No início da pandemia, o general comentou na mídia o papel dos militares em ajudar na limpeza dos asilos e no cuidado com os idosos residentes.

Os espanhóis reagiram com indignação à notícia. Outros líderes militares também foram acusados de se vacinarem antes do indicado pelo plano de vacinação do país.

“General Villarroya e outros colegas, meu companheiro tem 67 anos, tem Alzheimer e é cego. Estamos esperando a vacina. Um balconista e uma ex-enfermeira e nós estamos no primeiro grupo. Você é mais importante?” tweetou um usuário com o nome de @ Marcosendra1.

As taxas de infecção em todo o país aumentou desde o final de dezembro. Foram 42.885 novos casos adicionados à contagem na sexta-feira, elevando o número a um total de 2.499.560 casos. Mais 400 novas mortes foram notificadas, contabilizando um total de 55.441 vítimas do vírus.

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PODCAST: DEVIDO O COLAPSO NO SISTEMA DE SAÚDE, MANAUS DEVE RECEBER COTA EXTRA DAS VACINAS QUE IRÃO CHEGAR

Governadores acertam cota extra de vacina para Manaus

SEXTA, 22/01/2021, 08:32

Furo' sobre Bolsonaro no JN consolida repórter Andréia Sadi

Andrea Sadi destaca que a informação foi passada pelo governador do Piauí, Wellington Dias, que participou da reunião de um grupo de trabalho que discute o colapso do sistema de saúde em Manaus e defendeu junto aos governadores, por meio do grupo no WhatsApp, que o Amazonas receba uma parte maior dessas novas doses. Das vacinas que vão chegar, Manaus deve receber o dobro. Governadores de 22 estados já tinham dado ‘ok’ para a proposta.

Fonte: CBN

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BOAS NOTÍCIAS: AMANHÃ O GOVERNO DA ÍNDIA ENVIA A VACINA OXFORD/ASTRAZENECA PARA O BRASIL

O verdadeiro motivo pelo qual o governo indiano havia suspendido a exportação de doses foi uma questão de logística, até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado. Agora liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19 e informou que e as primeiras remessas serão enviadas nesta sexta, 22, para Brasil e Marrocos. Para maiores detalhes e esclarecimentos leia o artigo completo a seguir!

Índia libera e vacina contra Covid será enviada amanhã ao Brasil

Notícia boa sobre a vacina Oxford/Astrazeneca. O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19 e informou que e as primeiras remessas serão enviadas nesta sexta, 22, para Brasil e Marrocos.

A afirmação foi feita pelo secretário de Relações Exteriores da Índia, em entrevista à Reuters.

“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando por Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, afirmou Harsh Vardhan Shringla.

O Palácio do Planalto confirmou à Record TV que recebeu a informação e já está em contato com o Ministério da Saúde.

As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Instituto Serum da Índia, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo.

A suspensão

O governo indiano havia suspendido a exportação de doses até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado.

No início desta semana, a Índia enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

O secretário das Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, disse que o fornecimento comercial da vacina começaria na sexta-feira, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro Narendra Modi de que a capacidade de produção da Índia seriam usadas por toda a humanidade para combater a pandemia.

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos”, disse ele, referindo-se ao fornecimento gratuito.

Com informações da Reuters e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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ANÁLISE POLÍTICA: CHINA NEGA INSUMOS PARA VACINA APÓS SER INSULTADA POR BOLSOBARO, POR JOSÉ NÊUMANE

Estamos de volta com o irreverente e destemido José Nêumanne Pinto, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA, comentando dentre outros assuntos sobre a Indignação dos chineses com insultos proferidos pela famiglia Bolsonaro e pelo chanceler Ernesto Araújo, que passaram a dificultar entrega de insumos para vacinas coronavac e da AstraZeneca, o que impede Pazuello de dar datas do plano de vacinação na resposta ao STF. 2 – Fiocruz não produziu uma só das 160 milhões que Ministério da Saúde diz que Brasil comprou na vacina da AstraZeneca, de fato produzida no laboratório indiano Serum. 3 – Ministro da Saúde espera entrega de 2 milhões de doses em Mumbai, mas Brasil fica fora da lista dos países para os quais a Índia anuncia exportação da vacina. O vídeo está imperdível. Então, comece logo a assistir!

Fonte:

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PREFEITO DE NATAL DIZ QUE ESTÁ PROTEGIDO POR TOMAR IVERMECTINA E NÃO TEM PRESSA PARA TOMAR A VACINA

Prefeito de Natal diz que não tem pressa para receber vacina porque toma ivermectina: “Estou protegido”

20 jan 2021

Prefeito de Natal diz que não tem pressa para receber vacina porque toma ivermectina: “Estou protegido”

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), afirmou na noite desta terça-feira 19 que “não tem pressa” para receber a vacina contra a Covid-19 porque está “protegido” da doença pelo fato de tomar regularmente o vermífugo ivermectina. Apesar da declaração, não há provas científicas de que o medicamento funcione contra o coronavírus, nem muito menos previna.

O chefe do Executivo municipal, que é médico, é um dos principais defensores da ivermectina no Rio Grande do Norte e tem defendido o uso do vermífugo desde o início da pandemia. Ele determinou a distribuição gratuita do remédio em todas as unidades básicas de saúde do município e até o uso “profilático” (para evitar a doença, algo também nunca provado).

“Eu digo que não tenho essa pressa para tomar a vacina porque estou tomando a ivermectina. Estou protegido, tomando na dosagem e no tempo certo. Quero convocar que quem não estiver incluído no primeiro grupo que podem tomar a ivermectina dentro da dosagem preconizada de 15 em 15 dias que estará protegido e poderá aguardar as próximas doses da vacina com tranquilidade porque se estará evitando o coronavírus”, destacou.

O prefeito de Natal se envolveu em uma polêmica nesta terça-feira no que diz respeito às vacinas. Durante a tarde, Álvaro Dias anunciou que seria o primeiro a receber a vacina na campanha de vacinação contra a Covid-19 que será realizada pela gestão municipal. Após a repercussão e críticas de que estaria “furando fila”, contudo, ele voltou atrás.

Fonte: Política em Foco

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CHEGARAM AO RIO GRANDE DO NORTE AS PRIMEIRAS DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19

Por Igor Jácome, G1 RN

 

Primeiras doses da vacina contra Covid-19 chegaram no Aeroporto de Natal às 1h desta terça-feira (19) — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiPrimeiras doses da vacina contra Covid-19 chegaram no Aeroporto de Natal às 1h desta terça-feira (19) — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O primeiro lote da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan contra a Covid-19, chegou ao Rio Grande do Norte na madrugada desta terça-feira (19). O avião da Azul que trazia as vacinas pousou no Aeroporto Internacional de Natal às 1h.

Nesta primeira etapa o estado recebe 82.440 doses da vacina contra Covid-19 que serão suficientes para imunizar 41.220 potiguares, já que a aplicação deve ocorrer em duas doses, com intervalo de 28 dias.

O Governo do Estado vai realizar um ato simbólico da vacinação nesta terça-feira (19), às 10h, na Escola do Governo.

A Secretaria de Saúde do Estado, no entanto, ainda não informou quando a vacinação vai começar, de fato, no Rio Grande do Norte. De acordo com previsões anteriores da pasta, a imunização deveria começar até 72 horas após a chegada do primeiro lote.

Do aeroporto, o lote foi levado para a Unicat. O transporte foi acompanhado pela Policia Federal (PF). As vacinas serão enviadas, a princípio, para sete centrais de saúde distribuídas pelo estado. Além de Natal, receberão as vacinas as regionais de Mossoró, Pau dos Ferros, Caicó, Santa Cruz, João Câmara e São José de Mipibu. A partir das centrais, as vacinas serão distribuídas para todos os municípios potiguares, segundo o governo.

De acordo com os dados do Ministério da Saúde, o primeiro grupo prioritário no estado consiste em 37.848 profissionais de saúde, 1.400 pessoas com 60 anos ou mais em instituições e 10 pessoas com deficiência também institucionalizadas.

O estado é o único que não vai receber doses para indígenas, nessa primeira fase, porque, segundo o governo do estado, os grupos locais não se encaixam na classificação de indígenas aldeados.

O Ministério da Saúde começou, durante a manhã, o processo de distribuição das quase 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceira com o laboratório chinês Sinovac, para todos os estados e o Distrito Federal.

Fonte: G1 RN

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NESTA SEGUNDA FEIRA PAZUELLO SE REUNIRÁ COM GOVERNADORES, O ENCONTRO MARCA A “DISTRIBUIÇÃO SIMBÓLICA” DA VACINA

Reunião de Pazuello com governadores inicia distribuição nacional da vacina

Da CNN, em São Paulo*

Atualizado 18 de janeiro de 2021 às 05:06

Chegada do quinto lote da Coronavac ao aeroporto de GuarulhosChegada do quinto lote da Coronavac ao aeroporto de GuarulhosFoto: Divulgação – 28.dez.2020 / Governo de São Paulo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reúne-se às 7h desta segunda-feira (18), em São Paulo, com governadores. O encontro marca o início da “distribuição simbólica”, conforme  classificou o próprio ministério, dos 6 milhões de doses da Coronavac.

Dirigentes como Wellington Dias (PT), governador do Piauí; Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais; Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte; Ratinho Jr (PSD), do Paraná, confirmaram presença no encontro, que ocorre no Centro de Distribuição Logística do Ministério da Saúde, em Guarulhos.

A logística de distribuição das vacinas será realizada aviões e caminhões, compondo estes últimos uma frota de 100 veículos com áreas de carga refrigeradas, que até o final de janeiro aumentarão em mais 50 . que se encontram em processo de expansão para 150 veículos até o final de janeiro de 2021. Toda frota possui sistema de rastreamento e bloqueio via satélite.

O Ministério da Saúde terá o apoio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Azul, Gol, Latam e Voepass para o transporte gratuito da vacina. Segundo o ministério da Saúde informou, a distribuição aos municípios ocorrerá junto com o Ministério da Defesa.

ConvitePazuello envia convite para “ato simbólico” de recebimento da vacina, em SP

No domingo (17), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, por unanimidade, os pedidos para uso emergencial da Coronavac e da vacina de Oxford — no entanto, apenas a vacina do Instituto Butantan já está disponível no Brasil.

O governo paulista informou que enviará 4.636.936 doses da vacina do Instituto Butantan para o Ministério da Saúde.

O estado de São Paulo ficará com 1.357.940 doses, número determinado pelo Programa Nacional de Imunização (PNI).

As demais doses serão distribuídas para os 26 estados e para o Distrito Federal.

Coordenador da temática de vacina no Fórum Nacional de Governadores, o governador do Piauí, Wellington Dias (PI), disse ao analista da CNN Igor Gadelha que o encontro ocorrerá às 7h, no depósito do Ministério da Saúde localizado no Aeroporto de Guarulhos.

Dias afirmou ainda que o critério de distribuição das doses será o equivalente a 2,5% da população de cada estado.

Os governadores também esperam que o ministro da Saúde anuncie nesta segunda-feira o cronograma para distribuição de novos lotes de doses de vacinas que serão importadas ou produzidas no Brasil nos próximos meses.

Em entrevista coletiva no domingo, Pazuello previu o início da campanha de vacinação simultânea em todo o país para quarta-feira (20), às 10h.

O ministro da Saúde contava com a chegada de 2 milhões de doses já prontas da vacina de Oxford compradas da Índia. No entanto, o voo, que estava previsto para decolar do Brasil na última sexta-feira (15), atrasou e ainda não partiu rumo a Mumbai.

A mudança de data do voo fretado pelo Ministério da Saúde para buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford na Índia foi definida após um pedido do governo daquele país.

Segundo assessores, após o Índia atrasar a liberação das doses prontas, Pazuello quer acelerar o processo de produção própria do imunizante. Fontes da Fiocruz, responsável pela produção do imunizante em território nacional, disseram ao analista Igor Gadelha que a fundação ainda depende da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), insumo importado da China.

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RESUMO DA SEMANA: CAOS NO AMAZONAS, IMPEACHMENT DE TRUMP AVANÇA E EFICÁCIA DA CORONAVAC

Neste 3º domingo de 2021, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA, já temos muito assunto e notícias em apenas 3 semanas, pois o ano começou eletrizante, com o caos no Amazonas em virtude da explosão do coronavírus, o impeachment de Trump que caminha para o seu desfecho final e a polêmica sobre a eficácia da Coronavac. Então, aproveite para se atualizar assistindo o vídeo completo a seguir com Nicole Fusco da Jovem Pan.

Fonte:

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COM EXPECTATIVA DE RECEBIMENTO DAS DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 NATAL JÁ PREPARA O LOCAL DE ARMAZENAMENTO

Natal conta com central de armazenamento e distribuição de vacinas contra covid-19

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Central de armazenamento e distribuição de vacinas | Foto: Rennê Carvalho

Com a expectativa de recebimento das doses da vacina contra covid-19 na próxima semana, Natal tem se preparado para armazenar as vacinas que serão distribuídas pelo Governo Federal aos municípios. Uma das estruturas com que a Prefeitura conta para o enfrentamento à pandemia é a Central Municipal de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (CEMADI). Segundo o Município, essa é uma das únicas do Nordeste com equipamentos específicos para o armazenamento de vacinas e soros.

“O Governo Federal já antecipou que pretende começar a vacinação contra a covid-19 pelas capitais dos estados. A decisão leva em conta a estrutura das maiores cidades, evitando atrasos no processo. No nosso caso, Natal atende a todas as exigências para prestar assistência à população. Estamos oferecendo 70 pontos fixos de vacinação, mais seis no sistema drive-thru e contamos também com a CEMADI para estocagem”, ressalta o prefeito Álvaro Dias.

De acordo com a prefeitura, a CEMADI possui nove câmaras frias, três freezers horizontais e 100 novas geladeiras, de uso específico para armazenamento de todos os tipos de vacina, seja qual for a escolhida pelo Governo Federal para a imunização da população. Além disso, esses equipamentos asseguram a preservação das características originais das vacinas.

As geladeiras da CEMADI imprimem relatórios de temperatura e conservação e estão vinculadas a um gerador próprio com capacidade para 48h de manutenção ininterrupta de estabilidade de temperatura. A gestão municipal explicou que o sistema garante que as vacinas, muitas com vírus vivos, cepas virais ou pedaços de microorganismos, fiquem armazenadas conforme todas as normas e sejam distribuídas de forma correta aos usuários.

Conforme reforçou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a CEMADI é peça fundamental na engrenagem do processo de vacinação, uma vez que que essa “Rede de Frio” se integra às 70 salas fixas de vacinas distribuídas em cinco distritos sanitários (Leste, Oeste, Sul, Norte I e Norte II). As salas de vacina recebem assessoramento técnico do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI), vinculado ao Setor de Vigilância Epidemiológica (SVE) da SMS.

Plano de Vacinação da própria Prefeitura do Natal foi apresentado na quinta-feira (14). De acordo com o documento, considerando a transmissibilidade da Covid-19, seria necessária a vacinação de 70% ou mais da população (a depender da efetividade da vacina em prevenir a transmissibilidade) para interromper a circulação da doença. Contudo, segundo a prefeitura, a reduzida disponibilidade da vacina no mercado mundial exige a definição de grupos prioritários com o objetivo de contribuir para a redução da morbimortalidade.

Na primeira fase, serão imunizados os idosos a partir de 75 anos, os idosos com mais de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência, os profissionais de saúde e a população indígena. A segunda fase pretende vacinar as pessoas na faixa etária de 60 a 74 anos e a terceira fase focará na população com comorbidades.

Fonte: Portal da Tropical- Notícias

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