ESTADOS TIVERAM REMESSA DA VACINA BCG REDUZIDA PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Ministério da Saúde reduziu remessa de vacinas BCG para estados

Ofício enviado pela pasta para secretarias de saúde estaduais afirmou que há “disponibilidade limitada” e “dificuldade na aquisição”; média mensal de imunizantes distribuídos caiu pela metade; segundo o Datasus, este ano, a cobertura vacinal da BCG está em 41,3%.

Beatriz Puente

da CNN

no Rio de Janeiro

Uma das primeiras vacinas a ser dada aos recém-nascidos no Brasil, a BCG teve o fornecimento reduzido para os estados brasileiros.

Pelo menos 14 estados afirmaram, em nota, que receberam um ofício do Ministério da Saúde informando a diminuição do quantitativo das doses da vacina. As secretarias ressaltam que receberam menos imunizantes, mas ainda não há desabastecimento por falta da vacina.

CNN teve acesso ao ofício enviado pelo Ministério para as secretarias estaduais de Saúde no final de abril.

No documento, a pasta justifica a redução das remessas por conta da “disponibilidade limitada” e das “dificuldades na aquisição” do imunizante. O ofício também pontuou que a instabilidade na quantidade dos lotes entregues pode perdurar por sete meses.

Antes da redução, o quantitativo médio disponibilizado por mês para cada estado era de cerca de 1 milhão de doses. Segundo o ofício enviado pelo Ministério da Saúde, a readequação dos lotes passou a prever cerca de 500 mil vacinas mensalmente.

A vacina BCG previne contra a tuberculose. No Brasil, a recomendação é para que seja aplicada nos primeiros dias de vida, mas pode ser administrada até os quatro anos de idade da criança.

Apesar de ainda não se tratar de uma situação de falta de imunizantes, as secretarias estaduais de saúde já registram a redução dos imunizantes. No Espírito Santo, por exemplo, o lote mais recente chegou com 60% do quantitativo usual.

O estado do Maranhão também relatou que a remessa o mês de maio foi menor do que os anteriores.

Como forma de evitar o desabastecimento, as secretarias têm planejado a logística para não desperdiçar doses. O frasco da vacina BCG é multidose e, após aberto, é necessário utilizar todo o conteúdo em até seis horas.

Uma das estratégias amplamente adotadas é o agendamento da aplicação da vacina e a centralização dos locais de aplicação, disponibilizando a BCG apenas em lugares como, por exemplo, as maternidades.

De acordo com o DataSUS, até agora, o Brasil atingiu 41,3% da cobertura vacinal da BCG em 2022. O PNI tem como meta vacinar pelo menos 90% do público-alvo com a BCG. Em 2021 e 2020, a cobertura foi de 68,6% e 74,7%, respectivamente.

Os dados publicados na edição mais recente do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostram que cerca de 68 mil pessoas adoeceram por tuberculose em 2021.

O coeficiente de incidência da tuberculose no Brasil é de 32 casos por 100 mil habitantes. O Brasil faz parte da lista de países prioritários para o enfrentamento à doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

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SENADO APROVA MP QUE AUTORIZA GOVERNO FEDERAL DOAR VACINA CONTRA COVID-19 PARA OUTROS PAÍSES

Doação de vacinas para outros países é aprovada pelo Senado

As doações deverão ser viabilizadas por meio de termos específicos firmados por meio do Ministério da Saúde

Gabrielle VarelaLuciana Amaral

da CNN

em Brasília

Frasco da vacina 100% nacional contra a Covid-19, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)Frasco da vacina 100% nacional contra a Covid-19, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (12), medida provisória que autoriza o governo federal a doar vacinas contra a Covid-19 para outros países em caráter de cooperação humanitária internacional. O texto agora segue para promulgação, pois não houve alteração do texto vindo do Executivo.

Segundo a MP, as doações deverão ser viabilizadas por meio de termos específicos firmados por meio do Ministério da Saúde.

A pasta será responsável por definir a quantidade das doações e os destinatários delas após consulta ao Ministério das Relações Exteriores.

Nenhuma doação poderá causar prejuízos ao processo de vacinação da população brasileira, afirma o texto. As doações só poderão acontecer após uma manifestação de interesse por parte do país beneficiário e a concordância em recebê-las.

Para o senador Vanderlan Cardoso, relator da matéria, não haverá prejuízo ao Brasil com essas doações, ainda mais com o acesso limitado de outros países a esses imunizantes.

“A urgência e relevância da MPV decorrem do fato de que a falta de acesso justo e equitativo às vacinas contra a Covid-19 dificulta a superação do cenário pandêmico mundial e das crises dele decorrentes, bem como favorece o surgimento de novas variantes do novo coronavírus”, justificou no relatório

As despesas com o transporte dos imunizantes deverão ser financiadas pelo país que receberá as doações, por dotações orçamentárias do governo federal ou de outros colaboradores, estabelece.

O relator rejeitou uma sugestão de alteração que obrigava a divulgação na internet pela União das informações dos países beneficiados com as vacinas.

Para ele, isso já um papel da administração pública. “Em que pese a pertinência da iniciativa, cumpre lembrar que transparência e publicidade são princípios já contemplados pelas normas que regem a Administração Pública no Brasil, sendo, a nosso ver, desnecessária a sua inclusão”, concluiu.

Em manifestação anterior, os ministérios da Saúde e das Relações Exteriores concordaram ser importante ampliar o acesso global às vacinas contra a Covid-19 para o combate à pandemia.

As pastas ressaltaram que já foram distribuídas doses suficientes para a vacinação de todos os grupos previstos inicialmente no plano nacional de vacinação, bem como as doses de reforço para a população de mais de 18 anos.

Desta forma, consideraram que o Brasil teria condições de colaborar com a imunização em países ainda com baixa cobertura vacinal.

Fonte: CNN

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COMITÊ CIENTÍFICO DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO RECOMENDA SUSPENSÃO DA EXIGÊNCIA DO PASSAPORTE DE VACINA EM TODA CAPITAL

Por TV Globo

 

Comitê recomenda fim da cobrança do passaporte de vacina no Rio
Comitê recomenda fim da cobrança do passaporte de vacina no Rio

Em reunião nesta segunda-feira (25), o Comitê Científico da Prefeitura do Rio recomendou à Secretaria Municipal de Saúde a suspensão da exigência do passaporte da vacina em toda a capital.

O documento era exigido desde o dia 12 de novembro de 2021 em lugares de uso coletivo, como academias de ginástica, cinemas, teatros, estádios e locais de visitação turística.

A decisão do Comitê foi baseada no atual panorama epidemiológico na cidade, que se mantém favorável e estável, e pode ser alterada caso haja mudança no cenário.

O decreto revogando a cobrança do passaporte deve ser publicado nesta terça-feira (26) no Diário Oficial do município.

Pouco depois da reunião, o prefeito Eduardo Paes confirmou a suspensão da medida.

“Será suspenso o passaporte da vacina por recomendação do Comitê Científico!”, tuitou o prefeito.

Quarta dose da Covid

A Secretaria Municipal de Saúde vai aplicar a 4ª dose da vacina contra a Covid para pessoas a partir dos 70 anos a partir da próxima quarta-feira (27).

As vacinas aplicadas serão Jansen e AstraZeneca.

A partir da semana seguinte, no dia 4 de maio, os pacientes serão idosos acima de 65 anos. Depois, a partir de 11 de maio, serão vacinados os idosos com mais de 60 anos.

A vacinação vai até o dia 21 de maio.

Calendário 4ª Dose da vacina para pessoas com mais de 70 e 60 anos em maio — Foto: Divulgação/PrefeituraCalendário 4ª Dose da vacina para pessoas com mais de 70 e 60 anos em maio — Foto: Divulgação/Prefeitura

Fonte: G1
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MPMG APRESENTOU DENÚNCIA CONTRA FALSA ENFERMEIRA POR COMERCIALIZAR E APLICAR DOSES DE SUPOSTA VACINA CONTA COVID-19

MP denuncia falsa enfermeira por venda e aplicação de supostas vacinas para Covid

Caso aconteceu em Minas Gerais no início de 2021 e movimentou cerca de R$ 700 mil; outras cinco pessoas também foram denunciadas

Carolina Figueiredo

Daniela Mallmann

Tiago Tortella

da CNN

em São Paulo e Belo Horizonte

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) informou nesta terça-feira (19) que apresentou denúncia contra uma mulher que se passava por enfermeira e outras cinco pessoas envolvidas na comercialização e aplicação de supostas doses de vacinas contra a Covid-19.

O caso aconteceu no início de 2021, época em que apenas idosos e profissionais de saúde estavam recebendo imunizantes contra a doença, e centenas de pessoas teriam sido vítimas do golpe.

Porém, apenas duas entraram com representação em relação ao crime de estelionato. A denúncia do MPMG foi apresentada à Justiça no dia 8 de abril de 2022 pela 12ª Promotoria de Justiça Criminal de Belo Horizonte.

De acordo com o Ministério Público, os envolvidos movimentaram cerca de R$ 700 mil e responderão pelos crimes de associação criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e falsidade ideológica.

Além disso, também foi solicitado que as duas pessoas que realizaram a denúncia por estelionato recebam, no mínimo, R$ 2.280 e R$ 6.500, respectivamente, como reparação dos danos causados.

A denúncia explica que a mulher não tinha qualificação para exercer enfermagem, mas, mesmo assim, se passava por profissional da saúde e “preparava e aplicava substâncias por ela descritas como imunizantes contra a Covid-19, utilizando o nome do laboratório Pfizer, (…) quando, na realidade, a substância aplicada tratava-se de soro fisiológico”.

A defesa da “falsa enfermeira” afirmou à CNN que “não teve acesso à denúncia” e que se manifestará “oportunamente” no processo.

Ainda de acordo com o MPGM, ela também preenchia os cartões de vacinação das vítimas e assegurava entregar o comprovante a quem recebesse as aplicações.

A venda das supostas vacinas contra a Covid-19 eram feitas em nome da empresa Vaccinando, e a denunciada era apresentada como sua representante legal, embora não fosse.

O texto também destaca que ela passava às vítimas a própria conta bancária e também de parentes para os pagamentos, que eram feitos através de Pix, TED, depósito bancário e dinheiro em espécie.

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CRIANÇAS QUE RECEBERAM VACINA ERRADA CONTRA COVID-19 NO PERNAMBUCO ESTÃO SENDO MONITORADAS PELAS AUTORIDADES DE SAÚDE DO ESTADO

Crianças recebem vacina errada contra a Covid-19 em Pernambuco

Dose da Janssen foi aplicada erroneamente em 41 crianças; seis apresentaram efeitos colaterais mais fortes, e todas serão monitoradas

Diego Barros

da CNN

em Pernambuco

Equipes de saúde do governo de Pernambuco acompanham 41 crianças que receberam, de forma equivocada, doses da vacina contra a Covid-19 da Janssen no município de Afogados da Ingazeira (PE).

Segundo informações estaduais e municipais, seis dessas crianças apresentaram efeitos colaterais mais fortes, como náuseas e vômitos. Todas as 41 serão monitoradas pelos próximos 30 dias por autoridades de saúde, que devem monitorar a resposta do organismo à dose não recomendada para crianças.

No Brasil, crianças entre 5 e 11 anos podem ser imunizadas com duas doses infantis da Pfizer; já a Coronavac pode ser utilizada na faixa etária de 6 a 11 anos. Ambas possuem a aprovação e a segurança atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A secretaria de Saúde de Pernambuco afirmou que crianças que receberam a vacina errada como 1ª dose deverão retornar, em 60 dias, para receberem a 2ª dose da Pfizer. Já aquelas que buscavam completar o ciclo vacinal e tomaram a Janssen como 2ª dose já são consideradas completamente imunizadas.

Segundo a prefeitura de Afogados da Ingazeira, a servidora responsável pelo erro foi afastada de suas funções e deverá responder a um inquérito administrativo.

Fonte: CNN

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ENTRETENIMENTO: GAME DA VACINA É LANÇADO NO RN

Por g1 RN

 

Game da vacina lançado no RN1 — Foto: ReproduçãoGame da vacina lançado no RN1 — Foto: Reprodução

O Game da Vacina já é sucesso entre os telespectadores do RN1 e agora também está disponível na internet. CLIQUE AQUI PARA JOGAR.

O jogo traz personagens que representam as cidades do Rio Grande do Norte. O personagem da cidade escolhida “ataca” o coronavírus com doses de vacina. Quanto mais coronavírus destruir, mais fases o jogador avança. A princípio, o game tem 24 municípios disponíveis.

O Game da Vacina foi desenvolvido pelo editor de imagens da Inter TV Alisson Lima e lançado no RN1.

De acordo com a editora-chefe do telejornal, Diana Barreto, a ideia é conscientizar as pessoas da importância da vacinação através da diversão.

“Quando começou a vacinação das crianças a gente pensou em incentivar essa imunização de uma forma lúdica e aí surgiu o Game da Vacina”, explicou.

O jogo pode ser acessado por computador, tablet ou celular através do navegador.

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COMITÊ CIENTÍFICO DO RN RECOMENDA APLICAÇÃO DA 4ª DOSE DA VACINA CONTRA COVID-19 EM PESSOAS ACIMA DE 60 ANOS

Por g1 RN

 

Comitê Científico recomenda aplicação da quarta dose em idosos — Foto: Divulgação Prefeitura Municipal de PetrolinaComitê Científico recomenda aplicação da quarta dose em idosos — Foto: Divulgação Prefeitura Municipal de Petrolina

O Comitê Científico do Rio Grande do Norte publicou nesta terça-feira (8) uma nova carta de recomendações para o atual momento da pandemia no estado. Entre elas, está o início da aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid em pessoas acima de 60 anos no estado.

Atualmente, os únicos autorizados a receberem a quarta dose no estado são os imunossuprimidos.

A carta de recomendações feita pelo comitê é encaminhada à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) para servir de base para decisões do governo do RN.

Nesta terça, a pasta anunciou inclusive que vai adotar uma outra recomendação do comitê, que é a de retirar a obrigação do uso de máscaras em ambientes abertos a partir de 16 de março – a medida é obrigatória desde maio de 2020.

O Rio Grande do Norte apresentou neste início de março a menor taxa de transmissibilidade da Covid desde o início da pandemia.

Outras recomendações apresentadas no documento foram a manutenção da cobrança do passaporte vacinal, a retomada da atividade remota para grupos de risco, como idosos e gestantes, e a realização de uma busca ativa por pessoas que estão com a imunização atrasada.

Para as recomendações, o comitê considerou a melhora no quadro epidemiológico, com queda de casos, a baixa taxa de ocupação em UTIs e urgências e a baixa taxa de solicitação de leitos, mas alertou para a circulação da variante Ômicron BA.2, “com grande poder de transmissibilidade”.

O documento cita ainda que o RN ainda não atingiu 80% da população completamente vacinada para Covid-19 e tem menos de 40% do público alvo com a dose de reforço e “que os efeitos do carnaval de 2022 sobre o número de casos de Covid-19 ainda não estão claros”.

Segundo o comitê, as medidas sugeridas são necessárias para que o cenário epidemiológico “não evolua para um quadro de piora”.

Veja recomendações

  1. Exigir nos estabelecimentos públicos e privados o certificado de vacinação (ou documento similar), constando a aplicação das três doses para sua validação. Exceção nos casos (grupo etário) em que a terceira dose ainda não for aplicável;
  2. Iniciar a campanha de vacinação da D4 para idosos a partir de 60 anos e intensificar a campanha da D4 dos imunossuprimidos, que começou em janeiro;
  3. Os estabelecimentos de ensino da educação básica devem estimular pais e responsáveis a vacinar suas crianças e adolescentes e contribuir como local de vacinação de seus educandos, sobretudo com a retomada das atividades escolares das redes estadual e municipal;
  4. Os estabelecimentos de ensino da educação básica e superior devem adotar as normativas de biossegurança na retomada de suas atividades. Alunos e servidores com sintomas não devem ir aos estabelecimentos de ensino, mantendo isolamento por 10 dias. Crianças sintomáticas cujos pais não podem mantê-las em isolamento em casa, devem ficar em sala separada dos demais estudantes no período de aula, durante o período de transmissão;
  5. Reforçar o protocolo de gestantes e puérperas para Covid-19 e influenza no RN
  6. Realizar busca ativa da população que está atrasada em relação à segunda e terceira doses ou que ainda não foi vacinada;
  7. Reforçar a informação de que os grupos vulneráveis para desenvolver formas graves e morte continuam sendo os idosos, imunosuprimidos, gestantes e crianças e devem ser desenvolvidas atividades de proteção para esses grupos, assim como fluxo de atendimento direcionados, minimizando os riscos de contaminação nos pronto-atendimentos;
  8. Retomar atividades remotas para todos os sintomáticos e grupos de risco (idosos, gestantes etc);
  9. Promover testagem ampliada de todos os sintomáticos e testagem populacional estratificada;
  10. Tornar facultativo, a partir de 16 de março de 2022, o uso de máscara de proteção facial em ambientes abertos, mantendo a obrigatoriedade em espaços fechados ou espaços abertos com grandes aglomerações de pessoas;
  11. Reforçar o uso de máscaras faciais nos transportes públicos;
  12. Reforçar a comunicação acerca de que todo paciente sintomático respiratório deve realizar o distanciamento social e usar a máscara

Fonte: G1 RN

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FIOCRUZ CONCLUIU A PRODUÇÃO DO PRIMEIRO LOTE DE VACINAS DA ASTRAZENECA CONTRA COVID-19 FABRICADA NO BRASIL

Como é feita a vacina de Covid 100% fabricada no Brasil, lançada pela Fiocruz

Primeiro lote de vacina AstraZeneca contra Covid-19 com fabricação 100% brasileira foi entregue nesta terça-feira (22)Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Fiocruz ganha autonomia para a produção da vacina contra a Covid-19 com o IFA nacionalFiocruz ganha autonomia para a produção da vacina contra a Covid-19 com o IFA nacional Divulgação Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a produção do primeiro lote de vacinas da AstraZeneca contra a Covid-19 com fabricação 100% brasileira.

O primeiro lote das doses feitas com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), no Rio de Janeiro, já está pronto para ser distribuído aos estados e municípios pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

Até então, a produção de vacinas pela Fiocruz dependia da importação do IFA da China. A partir de agora, a fundação ganha autonomia para a fabricação das doses.

Saiba como funciona a produção da vacina com fabricação 100% brasileira:

Produção do IFA ou concentrado vacinal

O ingrediente farmacêutico ativo é a matéria-prima da vacina, composto por vírus e células. No caso da vacina da AstraZeneca, o insumo é feito a partir do adenovírus. Incapaz de se replicar no organismo, o adenovírus funciona como “transporte” para levar as informações do novo coronavírus para o corpo humano. O vírus, que afeta chimpanzés, foi geneticamente modificado para gerar anticorpos sem oferecer qualquer tipo de risco à saúde.

Em um primeiro momento, são produzidas as substâncias que serão usadas na fabricação do imunizante. Depois disso, as células são multiplicadas e infectadas com o vírus para que ele se multiplique. Para evitar a contaminação, as células passam por um processo de rompimento e tratamento. Em seguida, parte das células é removida por um método de filtração, a chamada clarificação.

Na etapa de purificação, é feita a remoção dos contaminantes do vírus, como proteínas produzidas pelas células. Por fim, o vírus é concentrado e colocado na solução que contém os componentes da formulação do IFA. A partir disso, o IFA pronto é congelado.

Passo a passo para a fabricação da vacina contra a Covid-19 pela Fiocruz
Passo a passo para a fabricação da vacina contra a Covid-19 pela Fiocruz / Foto: Arte/ CNN Brasil

Processamento da vacina

Na fase de formulação, o IFA é adicionado ao componente que vai estabilizar a vacina e diminuir a concentração dos vírus. Eles são misturados de forma que os imunizantes sejam aplicados sem que haja reação.

Na etapa de envase, a vacina deixa grandes tanques de aço inox e vai para os pequenos frascos de vidro, os mesmos que ficam disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Antes de receberem o composto, os frascos são lavados e esterilizados. Depois, são levados até as máquinas que despejam o produto.

Nesse momento, as vacinas são fechadas com uma rolha de borracha e encaminhadas para a preservação, onde recebem um lacre de alumínio.

Rotulagem, embalagem e inspeção

Os frascos recebem os rótulos com o nome da vacina, número de lote, data de fabricação e validade. Na sequência, as vacinas seguem para serem embaladas.

Durante o processamento, são retiradas amostras de todos os lotes, que são encaminhadas para controle de qualidade interno a fim de garantir segurança e eficácia.

Os lotes só são liberados depois que os resultados do controle de qualidade ficam prontos. Após o envio dos laudos ao PNI, as doses são enviadas ao almoxarifado central do Ministério da Saúde para serem distribuídas para os estados e o Distrito Federal.

Entenda o processo de transferência de tecnologia

Em maio de 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou a Certificação de Boas Práticas de Fabricação do IFA produzido pela Fiocruz. A medida garante que a linha de produção da fundação cumpre com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do insumo.

A Fiocruz iniciou a produção nacional do IFA em julho, após a assinatura do contrato de transferência de tecnologia com a parceira AstraZeneca. Desde então, a foram produzidos lotes testes para obter a autorização de uso do IFA nacional na vacina contra a Covid-19.

A Anvisa aprovou o registro do IFA produzido pela Fiocruz no dia 7 de janeiro, permitindo à fundação envasar e fabricar a vacina com o insumo 100% brasileiro.

Até o momento, a Fiocruz dispõe de mais de 21 milhões de doses produzidas com IFA nacional, em diferentes etapas de produção e controle de qualidade.

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OPERAÇÃO DO MPRN APURA EMISSÃO DE RECEITUÁRIOS MÉDICOS FALSOS DESTINADOS À VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 E RETIRADA DE MEDICAMENTOS EM UBS DE PARNAMIRIM

Por g1 RN

 

Operação do MP cumpriu mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (16) em Parnamirim, na Grande Natal — Foto: CedidaOperação do MP cumpriu mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (16) em Parnamirim, na Grande Natal — Foto: Cedida

Uma operação deflagrada pelo Ministério Público, nesta quarta-feira (16) apura a emissão de receituários médicos falsos destinados à vacinação contra a covid-19 e à retirada de medicamentos em Unidade Básica de Saúde (UBS) de Parnamirim, na Grande Natal.

Segundo o MP do Rio Grande do Norte, o crime de falsificação de documento público teria sido cometido por uma servidora pública do município da região metropolitana.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência e no endereço profissional da investigada, com apreensão de celulares, pen-drives e documentos.

A Operação Acceptio – como a ação foi denominada – é fruto de uma investigação de três promotorias de Justiça de Parnamirim, em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRN, iniciada em junho de 2021.

Segundo depoimentos colhidos durante a investigação, as receitas eram emitidas com o nome e o CRM de uma médica que trabalhava em uma unidade de saúde à época.

Ouvida durante a investigação, a médica negou ter emitido os receituários e disse ter registrado um boletim de ocorrência junto à polícia.

A suspeita dos promotores é de que uma servidora emitia receituários ou atestados falsos que “comprovavam” que algumas pessoas possuíam alguma doença, garantindo prioridade na vacinação.

Os documentos também indicavam o uso de medicamentos específicos, para acesso aos remédios nas unidades de saúde. O órgão não informou se a mulher recebia algum tipo de vantagem.

“Para o MPRN, todos os documentos constantes nos autos reforçam os indícios de materialidade e de autoria do delito cometido de falsidade de documento público, além de outros delitos a serem apurados”, informou a corporação.

Em nota, a Prefeitura de Parnamirim informou que ainda não foi notificada oficialmente pelo Ministério Público e, tão logo receba a notificação, tomará todas as medidas cabíveis. “Informamos ainda que não compactuamos deste tipo de conduta e seremos rígidos nas medidas necessárias”, diz a nota.

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GRUPO FARMACÊUTICO ANUNCIOU QUE ENVIARÁ UNIDADE DE PRODUÇÃO DE VACINA PARA ÁFRICA

Países da África receberão kits de fabricação de vacinas anti-Covid

Ruanda e Senegal devem receber a estrutura necessária no 2º trimestre, mas as primeiras doses ficam prontas só em 2023

INTERNACIONAL

 por AFP

Grupo farmacêutico BioNTech anunciou que enviará unidades de produção de vacina para a África

ANDRE PAIN / AFP

O grupo farmacêutico alemão BioNTech, que desenvolveu a primeira vacina de RNAm contra a Covid-19 junto com o laboratório americano Pfizer, anunciou nesta quarta-feira (16) que unidades de produção móveis serão enviadas para a África este ano para que possa produzir seu imunizante.

“A pergunta que nos colocávamos era: podemos tornar o processo de fabricação suficientemente compacto para que (o produto) possa ser armazenado em um contêiner?”, disse à AFP o diretor-geral e fundador da BioNTech, Ugur Sahin.

Pioneiro no desenvolvimento da tecnologia de “RNA mensageiro”, este laboratório desenvolveu dois módulos que ocupam 12 contêineres no total: um, para fabricar o RNAm; e o outro, para a elaboração final do soro, que depois deve ser embalado em pequenos frascos.Esta fábrica portátil denominada “BioNTainer” será enviada para Ruanda, ou Senegal, ou talvez para os dois países, “durante o segundo trimestre” de 2022. Os primeiros lotes de vacinas estariam disponíveis um ano depois.

Hoje, montar uma fábrica com essas características leva pelo menos três anos.

“Eventualmente”, a África do Sul poderia fazer parte desta rede de produção, acrescentou a BioNTech, cuja sede se encontra em Marburgo (centro da Alemanha), onde os módulos foram apresentados.

A África é o continente com menos pessoas vacinadas contra a Covid-19. Dois anos depois do surgimento da doença, apenas 12% de sua população está totalmente imunizada.

Este projeto da BioNTech faz parte de um esforço para “instalar unidades de produção da tecnologia RNAm em todos os continentes”, explica Sahin, cujo grupo já vendeu vários bilhões de unidades de sua vacina desenvolvida com a Pfizer.

A fabricação desta vacina exige cerca de 50.000 passos cuidadosamente observados, mas tenta “padronizar seu processo e embalagem”, graças a esses módulos portáteis.

No início, técnicos da BioNTech trabalharão no local e, ao mesmo tempo, treinarão os profissionais locais. Trata-se da transferência de algumas tecnologias, mas sem necessidade de liberar patentes, como reivindicado por alguns países e ONGs.

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MINISTRO DO STF DETERMINOU QUE GOVERNO NÃO DISPONIBILIZE O DISQUE 100 PARA ATENDIMENTO DE PESSOAS CONTRÁRIAS A VACINA CONTRA COVID-19

Lewandowski proíbe governo de usar canal Disque 100 para queixas contra vacina

Na decisão, ministro disse que cabe ao governo disponibilizar vacinas e estimular a imunização, e não adotar medidas que possam desincentivar a vacinação

Gabriel Hirabahasi

da CNNem Brasília

Ministro Ricardo LewandowskiMinistro Ricardo LewandowskiFoto: Nelson Jr./Sco/STF (10.mar.2020)

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta segunda-feira (14), que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos não disponibilize o Disque 100 para o atendimento de pessoas contrárias à obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19.

O ministro determinou, ainda, que a pasta comandada por Damares Alves e o ministério da Saúde deixem claro, por meio de notas técnicas, o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que é possível estabelecer medidas restritivas para aqueles que decidirem não se vacinar contra a Covid-19.

Lewandowski citou uma decisão do próprio STF em meio à pandemia da Covid-19, segundo a qual: “A vacinação compulsória não significa vacinação forçada, por exigir sempre o consentimento do usuário, podendo, contudo, ser implementada por meio de medidas indiretas, as quais compreendem, dentre outras, a restrição ao exercício de certas atividades ou à frequência de determinados lugares, desde que previstas em lei, ou dela decorrentes”.

A determinação de Lewandowski se deu após um pedido apresentado pela Rede Sustentabilidade na semana passada. O partido questionou uma nota técnica em que a pasta se opôs ao passaporte vacinal e à obrigatoriedade de vacinação de crianças contra a Covid-19.

Na decisão desta segunda (14), o ministro disse que cabe ao governo federal disponibilizar as vacinas contra o coronavírus e estimular a imunização da população, e não adotar medidas que possam servir para desincentivar que as pessoas se vacinem.

“Penso que cabe ao Governo Federal, além de disponibilizar os imunizantes e incentivar a vacinação em massa, evitar a adoção de atos, sem embasamento técnico-científico ou destoantes do ordenamento jurídico nacional, que tenham o condão de desestimular a vacinação de adultos e crianças contra a Covid-19, sobretudo porque o Brasil ainda apresenta uma situação epidemiológica distante do que poderia ser considerada confortável, inclusive em razão do surgimento de novas variantes do vírus”, afirmou.

Na nota técnica do governo federal, divulgada no fim de janeiro, o ministério afirmou não ser contrário às campanhas de vacinação, mas, sim, contra medidas que imponham a obrigatoriedade da imunização e possíveis violações de direitos fundamentais.

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DESEMBARGADOR CONCEDEU HABEAS CORPUS PARA ALUNA FREQUENTAR AULAS SEM TOMAR VACINA

Justiça autoriza aluna a frequentar aulas no Rio sem comprovante vacinal

Parecer de desembargador derruba decisão anterior, que negou pedido de habeas corpus feito pela mãe da aluna para barrar a exigência do passaporte solicitado pelo Colégio Pedro II

Iuri Corsini

da CNN

No Rio de Janeiro

Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de JaneiroTribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro Reprodução/CNJ

O desembargador federal Marcello Granado concedeu habeas corpus para uma aluna de 11 anos do Colégio Pedro II poder frequentar as aulas sem tomar a vacina contra a Covid-19. A decisão, emitida no plantão deste domingo (13), contraria o parecer da juíza Mariana Preturlan que, no último dia 3, havia negado o habeas corpus impetrado pela mãe da aluna e mantido a decisão do colégio federal para que a estudante apresentasse o comprovante vacinal para ingressar nas aulas presenciais.

Na decisão, o magistrado citou que “não é possível obrigar as pessoas a se submeterem a um experimento com alto risco, principalmente aquelas que já tiveram a Covid”, e disse que chegam a seu conhecimento, todos os dias, notícias nas “redes sociais e Telegram” sobre relatos dos mais “diversos efeitos adversos”, em relação à vacina contra a Covid-19.

Procurado pela CNN, o Colégio Pedro II ainda não se manifestou da decisão. A medida adotada pela unidade é considerada polêmica pelos pais e tem dividido opiniões. Alguns acham que a exigência é uma garantia da segurança para os alunos dentro da sala de aula, já outros pensam que o passaporte de vacina não reduz o risco de contaminação.

Contrariando a própria Anvisa, que reforçou que as vacinas da Covid-19 aprovadas no Brasil são eficazes e seguras, e diversos outros órgãos e especialistas, o juiz disse que não há garantia em relação à segurança e eficácia do imunizante.

“Negar os riscos para saúde relacionados a qualquer vacina é uma postura anticientífica, especialmente se tratando de uma vacina cujos testes de segurança e eficácia não estão concluídos”, escreveu o desembargador em sua decisão.

Na sexta-feira (11), o plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar a liminar, do ministro Ricardo Lewandowski, que suspendeu a ordem do Ministério da Educação de desautorizar as universidades do país a cobrarem o passaporte da vacina a alunos, professores e funcionários.

O julgamento deve terminar somente no dia 18 de fevereiro. Hoje (14), o relator votou contra o despacho do MEC e o placar atual está em dois a zero no sentido de ser legal a exigência do comprovante vacinal.

Ato no Rio

Alunos da rede federal de ensino do Rio de Janeiro realizaram, neste sábado (12), um novo protesto reivindicando o retorno das aulas em modelo 100% presencial. Acompanhados pelos pais, estudantes do Colégio Pedro II, do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) se reuniram em São Cristóvão, bairro da Zona Norte da capital fluminense, para pedir a retomada das atividades.

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POPULAÇÃO ACIMA DE 60 ANOS NO ESTADO DE SÃO PAULO IRÁ RECEBER A 4ª DOSE DA VACINA CONTRA COVID-19 A PARTIR DE ABRIL

São Paulo começa a aplicar 4ª dose em pessoas acima de 60 anos em abril

Informação foi confirmada pelo coordenador-executivo do Comitê Científico de SP em entrevista à CNN

Ludmila Candal

Giovanna GalvaniIngrid Oliveira

da CNN

em São Paulo

 

A população acima de 60 anos no estado de São Paulo irá receber a 4ª dose da vacina contra a Covid-19 a partir do dia 4 de abril, informou João Gabbardo, coordenador-executivo do Comitê Científico do estado de São Paulo, em entrevista à CNN nesta sexta-feira (11).

Segundo Gabbardo, esta faixa etária é a única prevista até o momento para receber a 4ª dose. A condição é que a pessoa tenha recebido a 3ª dose da vacina há mais de 4 meses.

“Nesse momento, as evidências e experiências de outros países mostram que esse grupo é o que pode ser mais beneficiado com a 4ª dose. Não temos nenhum outro grupo para fazer previsão”, afirmou.

Para o restante do público, a prioridade em fevereiro e março será endossar as campanhas de 2ª e 3ª dose, bem como concluir o calendário vacinal das crianças, disse o coordenador-executivo.

O estado ainda avalia qual será a vacina utilizada para esta complementação da imunização, mas Gabbardo diz que SP trabalha com a ideia de que “a melhor vacina é a vacina que está disponível”.

“Em função de estarmos trabalhando uma dose de reforço, vamos analisar se pode ter uma vantagem utilizar vacinas diferentes para dose de reforço – uma vez que estaríamos utilizando vias diferentes de imunidade no organismo”, explicou.

Quarta dose

A dose adicional do imunizante foi divulgada como medida de enfrentamento à pandemia pelo Ministério da Saúde em 20 de dezembro de 2021, que recomendou a dose extra apenas para pessoas imunossuprimidas acima dos 18 anos e à população idosa.

Segundo nota técnica da pasta, deverá ser utilizada preferencialmente a vacina da Pfizer, de plataforma de RNA mensageiro, e de maneira alternativa, poderá ser aplicado o imunizante de vetor viral, da Janssen ou AstraZeneca.

Na quarta-feira (9), o governador de São Paulo, João Doria, havia afirmado que o estado aplicaria a 4ª dose independente da recomendação do Ministério da Saúde. Contudo, em nota informativa, a pasta afirmou “que até o momento não existem dados suficientes no Brasil para a recomendação de uma quarta dose para a população geral, exceto imunocomprometidos.”

O posicionamento tem sido alvo de debates entre especialistas consultados pela CNN, que tendem a avaliar a atual orientação do Ministério da Saúde como a mais adequada com os dados disponíveis no momento.

Fonte: CNN

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GOVERNADOR DE SÃO PAULO AFIRMOU QUE O ESTADO ADOTARÁ QUARTA DOSE DA VACINA CONTRA COVID-19 SE HOUVER OU NÃO RECOMENDAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Doria: SP vai adotar 4ª dose da vacina “independentemente de recomendação” da Saúde

Governador deu declaração à rádio paulista; 4ª dose é recomendada apenas para pessoas imunossuprimidas no momento

Bruna Macedo

Fábio Munhoz

da CNN

em São Paulo

João Doria (PSDB), governador de São Paulo, afirmou em uma entrevista nesta quarta-feira (9) que o estado irá adotar a quarta dose da vacina contra a Covid-19 “independentemente de haver, ou não, recomendação do Ministério da Saúde”.

A declaração foi feita por Doria à Rádio Eldorado, de São Paulo, e confirmada pela CNN.

“Avançando na segunda dose, nós poderemos avançar na dose de reforço, a quarta dose, seguindo uma ordem de faixa etária”, disse o governador. “Sim, vamos adotar em São Paulo a quarta dose, independentemente de haver ou não recomendação do Ministério da Saúde”, completou.

Segundo João Gabbardo, coordenador-executivo do Comitê Científico da Covid-19, a data de início da aplicação da quarta dose poderá ser definida nesta quinta-feira (9), em reunião do Programa Estadual de Imunizações.

Apesar da aplicação da quarta dose ter sido confirmada, antes de iniciar a campanha, a prioridade será da imunização daqueles que ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. A partir disso, a secretaria estadual de Saúde poderá avançar na vacinação com a quarta dose, seguindo uma ordem por faixa etária.

Em dezembro, o Ministério de Saúde autorizou a aplicação da quarta dose do imunizante contra o coronavírus, mas somente para pessoas imunossuprimidas. Entram nesse grupo cidadãos com imunodeficiência primária grave, em quimioterapia para câncer ou transplantados (de órgão sólido ou de células tronco) que fazem uso de drogas imunossupressoras, além de pessoas vivendo com HIV/Aids.

A intenção de ampliar essa nova dose da vacina já havia sido aventada pela coordenadora do Plano Estadual de Imunização, Regiane de Paula, durante entrevista coletiva no último sábado (5). “Estamos avaliando a quarta dose para a população [geral]. Mas antes, precisamos terminar a terceira dose de todos os elegíveis”, afirmou Regiane.

Segundo ela, o estado de São Paulo tem cerca de 10 milhões de pessoas aptas a tomar a terceira dose, mas que ainda não apareceram para receber o reforço. Além disso, cerca de 2,2 milhões de indivíduos não tomaram a segunda dose.

Na segunda-feira (7), a cidade de Botucatu (SP) deu início à vacinação com a quarta dose contra a Covid-19 de idosos com 60 anos ou mais, que tenham tomado a terceira dose há pelo menos 4 meses.

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MINISTRO DA SAÚDE AFIRMOU QUE 15% DO PÚBLICO-ALVO DA VACINAÇÃO INFANTIL CONTRA COVID-19 NO BRASIL JÁ RECEBEU AO MENOS UMA DOSE DO IMUNIZANTE

Queiroga: “Vacinamos 15% das crianças entre 5 e 11 anos”

Ministro comentou percentual de crianças que receberam uma dose dos imunizantes e negou que haja atraso na entrega das vacinas pediátricas contra a Covid-19

Giovanna Galvani

da CNNem São Paulo

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta terça-feira (8) que 15% do público-alvo da vacinação infantil contra a Covid-19 no Brasil, composto de crianças entre 5 e 11 anos, já recebeu ao menos uma dose de um dos imunizantes disponíveis para esta faixa etária.

Queiroga também negou que exista atraso na entrega de doses pediátricas da vacina contra a Covid-19 e cobrou estados e municípios da participação na campanha.

“As vacinas estão disponíveis. Já vacinamos 15% das crianças entre 5 e 11 anos, há capitais em que a vacinação já avança bastante”, disse o ministro, que repetiu a atual previsão da distribuição das doses pelo país.

“Até o dia 15 de fevereiro, todas as D1 [primeiras doses] estarão disponibilizadas. Não faltam vacinas. O ritmo heterogêneo mostra que é necessário haver um empenho de estados e municípios. Não é só o Ministério da Saúde – pelo contrário, o Ministério tem trabalhado fortemente para levar vacinas para o povo brasileiro”, declarou.

O ministro também criticou perguntas feitas por jornalistas no momento em que ele chegava ao Ministério. Os questionamentos incluíram uma possível falta de confiança dos pais nos imunizantes devido ao período mais longo do que o esperado entre a aprovação da vacina da Pfizer pela Anvisa, no dia 16 de dezembro de 2021, e a disponibilidade das doses para as crianças, que veio no dia 14 de janeiro.

“Não há demora nenhuma, as vacinas chegaram de maneira tempestiva. Desafio qualquer um provar que a Pfizer entregaria uma dose de vacina antes do prazo que entregou”, disse Queiroga.

“Vacinar uma criança não é igual vacinar um adulto. Às vezes você tem que convencer as crianças a se vacinarem, não dá pra pegar uma criança à força, ir lá e aplicar uma vacina com a criança berrando”, afirmou. “Essas questões dos pais terem receio é uma questão que tem que ver com os pais”.

Queiroga também defendeu que haja uma celeridade no processo de aplicação das segundas doses e dos reforços previstos para adultos contra a Covid-19, e afirmou que o Brasil enfrenta o pico de casos da variante Ômicron como os outros países. O ministro voltou a criticar as perguntas feitas sobre o tema:

“Para conter essa pandemia é muito mais importante avançar nas doses da vacina do que ficar nesse ‘nhém nhém nhém’ de vocês aqui que estamos atrasando doses de vacina”, disse aos jornalistas. “Estamos muito bem em relação a nossa campanha de vacinação. É com trabalho que instruímos essas narrativas”.

Sem “juízo de valor”

Questionado sobre as explicações prestadas pelo secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos (Sctie), Hélio Angotti Neto, em relação a uma nota técnica em que ele rejeitava a eficácia das vacinas e defendia a hidroxicloroquina, Queiroga disse que se manifestaria no trâmite adequado do processo.

No fim de janeiro, a secretaria comandada por Angotti publicou uma nota afirmando que as vacinas não têm eficácia e que medicamentos como a hidroxicloroquina têm. Após críticas da comunidade científica, o documento foi republicado com o mesmo teor no texto, mas sem uma tabela que sugeria que a hidroxicloroquina é eficaz e segura e a vacinação, não.

“Do ponto de vista técnico eu vou avaliar diante de um procedimento administrativo. Qualquer antecipação de juízo de valor da minha parte eiva de nulidade essa questão. Tenho que seguir o rito processual”, disse Queiroga. “Não estou julgando o mérito da motivação do secretario, enfrentarei isso no momento certo”, completou o ministro.

Fonte: CNN

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ESTABELECIMENTOS DE NATAL VOLTAM A SER OBRIGADOS A COBRAR PASSAPORTE DE VACINA AOS CLIENTES

Por g1 RN

 

Shoppings passaram a exigir comprovante vacinal contra a Covid no dia 21 de janeiro, mas suspenderam medida após decreto municipal. — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV CabugiShoppings passaram a exigir comprovante vacinal contra a Covid no dia 21 de janeiro, mas suspenderam medida após decreto municipal. — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV Cabugi

A Prefeitura de Natal publicou nesta sexta-feira (4) uma edição extra do Diário Oficial do Município em que revoga a parte do decreto municipal que suspendeu a cobrança de passaporte vacinal para entrada de clientes em shoppings, bares, restaurantes e outros estabelecimentos da capital.

Com isso, os estabelecimentos da capital voltam a ser obrigados a exigir o comprovante de vacinação contra a Covid-19 aos clientes.

A revogação do trecho do decreto segue uma decisão da 1ª instância da Justiça. Na última quarta-feira (2), o juiz Airton Pinheiro, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal, deu prazo de 48 horas para o município cumprir a determinação da Justiça, de 27 de janeiro, e passar a exigir o passaporte vacinal em estabelecimentos, como foi determinado em decreto estadual.

O magistrado estipulou multa no valor de R$ 50 mil por dia, limitada a R$ 1 milhão, caso a medida não fosse cumprida no comércio de Natal. Também previu multa diária de R$ 5 mil ao prefeito Álvaro Dias (PSDB).

A prefeitura informou que recorreu da decisão, mas até a manhã desta sexta-feira (4), o Tribunal de Justiça do RN ainda não se posicionou sobre o assunto.

A exigência do comprovante de vacinação para entrada nos estabelecimentos foi determinada em decreto do governo do estado, publicado em 18 de janeiro. A medida passou a valer no dia 21.

No entanto, no dia 25, Natal publicou um decreto municipal que desobrigou os shoppings, bares, restaurantes e outros comércios a cobrarem o comprovante da vacina na capital. O mesmo decreto, inicialmente, suspendia shows e eventos públicos e privados na capital. Porém, no mesmo dia, o município voltou atrás e liberou as festas com grande público.

A decisão jufici Ministério Público e a Defensoria Pública do Rio Grande do Norte entraram com uma ação na Justiça e no dia 27 o

Busca por vacinação

Dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN) apontaram que a exigência do passaporte vacinal para acessar eventos e locais de grande movimentação impulsionou a procura pela imunização contra a covid-19 em todo o Rio Grande do Norte, inclusive em Natal.

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IDEMA INSTITUI OBRIGATORIEDADE DE COMPROVAÇÃO VACINAL PARA ACESSO AO CAJUEIRO DE PIRANGI E AO PARQUE DAS DUNAS

Passaporte da vacina passa a ser necessário para acesso ao Cajueiro de Pirangi e ao Parque das Dunas

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Divulgação/Idema

Por meio da Portaria SEI Nº 011/2022, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), nesta terça-feira (25), a direção do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema institui a obrigatoriedade de comprovação do vacinal para acesso ao órgão (Ecocentro e Unidade de Mossoró), bem como esquema ao Parque Estadual Dunas do Natal “Jornalista Luiz Maria Alves” e ao Cajueiro de Pirangi. A decisão faz parte das medidas preventivas à Covid-19, pelo Governo do Estado.

A comprovação do Esquema Vacinal poderá ser feita a apresentação da Carteira Nacional de Vacinação Digital, disponível na plataforma do Sistema Único de Saúde – ConectaSUS; Certificado de Vacinação divulgado pelo RN+Vacina ou Cartões de Vacinação.

Para Leon Aguiar do Ide-Ide. “O Idema Atendentes de Todo o Estado; a Unidade de Conservação Parque das Dunas é uma área que recebe um grande público diariamente, aos fins de semana, sem contar principalmente com o Cajueiro de Pirangi, um dos nossos cartões-postais potiguares que possui uma circulação de pessoas muito fortes de todo o mundo . Devemos pensar na saúde da população e fazer o possível dentro de nossas capacidades”, afirmou.

O diretor acrescentou, ainda, que as medidas de controle sanitário (uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social) continuam vigentes.

Teletrabalho

A gestão do Idema também deliberou a respeito das atividades presenciais nas unidades administrativas do órgão. Casos de ocorrência de aumento de Covid-19 e síndromes gripais, o órgão estadual autorizou o sistema de teletrabalho até a próxima sexta-feira (28), para quem exerce atividades com o trabalho remoto. A medida tem como objetivo reduzir os índices de contato entre os servidores, colaboradores e terceirizados.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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HOMEM FOI RETIRADO DA LISTA DE TRANSPLANTE DE UM HOSPITAL EM BOSTON POR SE RECUSAR A TOMAR VACINA CONTRA COVID-19

Homem é retirado de lista de transplante de coração por não estar vacinado

Paciente precisa desesperadamente do órgão, diz pai

DJ Ferguson está internado em Boston | Foto: Acervo/FamíliaDJ Ferguson está internado em Boston | Foto: Acervo/Família

DJ Ferguson, de 31 anos, foi removido da lista de transplante de coração em um hospital de Boston porque se recusa a tomar a vacina contra a covid-19. É o que garantiu a família dele à emissora CBS Boston, na segunda-feira 24.

Apesar de estar em primeiro lugar para receber o órgão, Ferguson deixou de ser elegível devido ao seu “status de imunização”. Em estado grave, o paciente está internado no Brigham and Women’s Hospital.

O pai de Ferguson disse que o filho precisa “desesperadamente” do coração. “Ele não acredita na vacina porque vai contra seus princípios”, disse. “Como ele não vai tomar a vacina, o hospital o tirou da lista de transplante de coração.”

Centro de ensino de Harvard, o Brigham and Women’s Hospital informou ao canal que sua política de exigir que os destinatários sejam vacinados está alinhada com muitos outros programas de transplante nos EUA:

“Trata-se de uma das várias vacinas e comportamentos de estilo de vida necessários para candidatos a transplante (…) a fim de criar a melhor chance de uma operação bem-sucedida e também a sobrevivência do paciente.

A família de Ferguson considera transferi-lo para outro hospital que não tenha a política de vacinação. Contudo, os parentes temem que ele o homem esteja fraco demais para ser transferido.

Fonte: R7

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SEGUNDO A PREFEITURA DO NATAL, MENSAGEM DE TEXTO E LIGAÇÃO ALERTARÁ NATALENSES COM DOSES DA VACINA CONTRA COVID-19 ATRASADAS

Por g1 RN

 

Natalenses receberão mensagens pelo celular sobre a vacinação contra covid-19. — Foto: Carlos Dias/G1Natalenses receberão mensagens pelo celular sobre a vacinação contra covid-19. — Foto: Carlos Dias/G1

Moradores de Natal que registraram o número de celular no cadastro da vacinação contra a Covid-19 e que estão com doses em atraso vão passar a receber mensagens de texto e ligações alertando sobre a importância da conclusão do esquema vacinal.

A medida será utilizada para usuários que estão com a segunda ou terceira dose atrasadas, segundo o município.

“Ao todo, mais de 67 mil natalenses não completaram seu esquema vacinal, porém 35 mil pessoas cadastraram o telefone celular como forma de contato, então essas serão notificadas ou contactadas a procurar um ponto de vacinação”, explicou o secretário municipal de saúde de Natal, George Antunes.

De acordo com o município, a medida é possível graças a uma parceria firmada pela prefeitura com uma empresa de teleatendimento.

Na capital, 92% da população adulta (acima de 18 anos) iniciou o processo de imunização e, desse total, 85% encontram-se totalmente vacinados. Já na população com idade entre 12 a 17 anos, 71% iniciou o esquema vacinal, mas apenas 40% tomaram as duas doses.

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SÃO PAULO VACINA EM CERIMÔNIA SIMBÓLICA PRIMEIRA CRIANÇA CONTRA COVID-19 COM A CORONAVAC

Após aprovação da Anvisa, São Paulo vacina primeiras crianças com Coronavac

Imunizante do Instituto Butantan agora pode ser utilizado na faixa etária entre 6 e 17 anos

Tiago Tortella

Lucas Rocha

da CNNem São Paulo

 

São Paulo vacinou a primeira criança contra a Covid-19 com a Coronavac nesta quinta-feira (20), em cerimônia simbólica na Escola Estadual Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista.

Caetano de Jesus Martins Moreira, de nove anos, foi a primeira criança do país a receber o imunizante. “Inclusive, eu tomei a vacina da gripe recentemente. É só uma picada”, disse o garoto.

Além de Caetano, outras dez crianças – com idades entre 9 e 11 anos – também receberam a vacina na cerimônia.

O governador João Doria anunciou que 100 crianças serão vacinadas hoje com a Coronavac na escola. Outras também serão vacinadas na Região Metropolitana, em São Bernardo do Campo.

A aplicação do imunizante ocorreu horas após a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a utilização da Coronavac em crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos, com exceção dos imunossuprimidos.

A decisão foi tomada após avaliação da diretoria técnica da Anvisa do segundo pedido do Instituto Butantan.

A formulação e dosagem para esta faixa etária são as mesmas da vacina aplicada em adultos. As pessoas devem receber duas doses, com intervalo de 28 dias.

Neste momento, o Instituto Butantan conta com 15 milhões de doses do imunizante em estoque para distribuição aos estados e municípios.

O Governo de São Paulo também anunciou o novo calendário de vacinação de crianças no estado e estima que todas as crianças paulistas recebam a primeira dose até a primeira quinzena de fevereiro.

Durante a coletiva de imprensa, foi feita a ressalva de que as crianças com cinco anos receberão apenas a vacina da Pfizer, conforme a liberação da Anvisa.

Fonte: CNN

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PASSAPORTE DE VACINA SERÁ COBRADO NO RN EM ESTABELECIMENTOS FECHADOS E ABERTOS QUE SUPORTEM MAIS DE 100 PESSOAS

Por Sérgio Henrique Santos e Leonardo Erys, Inter TV Cabugi e g1 RN

 

Coletiva do governo sobre o passaporte vacinal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiColetiva do governo sobre o passaporte vacinal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Rio Grande do Norte vai passar a cobrar o passaporte vacinal para entrada em shoppings, bares, restaurantes e cinemas. O novo decreto, que será publicado nesta terça-feira (18) e passa a valer na sexta (21), determina que todos estabelecimentos fechados e aqueles abertos que suportem mais de 100 pessoas devem exigir que os clientes estejam com a vacinação completa contra a Covid.

O anúncio da nova medida foi feito na noite desta segunda-feira (17) em uma coletiva do governo do RN, com representantes da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed).

Segundo o secretário do Gabinete Civil, Raimundo Alves, o passaporte vacinal será “exigido em todos os segmentos, como bares, shoppings e restaurantes a partir de 100 pessoas. Todo e qualquer ambiente a partir de 100 pessoas. Abaixo de 100 pessoas, somente se for com ar-condicionado, em ambiente fechado”.

Segundo ele, o governo recomendou ainda aos municípios que os eventos público sejam suspensos pelos próximos 30 dias – até 16 de fevereiro.

“Aqueles eventos que são públicos, em que não são possíveis de ter o controle e exigir o passaporte vacinal”, disse Raimundo Alves.

“A recomendação do decreto estadual é pela suspensão até o dia 16 de fevereiro. A partir daí, vamos fazer uma reavaliação. Os eventos que já foram aprovados, os organizadores serão chamados a rediscutir os protocolos e os eventos que não cumprirem podem ser suspensos durante a realização.

Como vai ser cobrado

O secretário de Saúde do RN, Cipriano Maia, explicou que a exigência vai ser feita considerando comprovantes oficiais como o ConecteSUS, o RN+Vacina e a própria carteira de vacinação, de papel. “Se você já era pra ter tomado a terceira dose, vai ser exigida a terceira dose”, explicou.

“É preciso que lá na porta o restaurante o bar cobrem a vacina, porque se não nós vamos estar jogando aqui todo esse trabalho em parceria com os municípios fora”, reforçou o secretário estadual de Gestão de Projetos e Metas, Fernando Mineiro, que disse ainda que o governo vai disponibilizar as forças de segurança para agir no cumprimento da medida.

A sociedade precisa entender que é necessário ter o passaporte de vacina pra acessar qualquer local. E as forças de segurança vão estar à disposição do município”, pontuou.

Recentemente o RN renovou o decreto de calamidade pela pandemia. Veja entrevista abaixo com o secretário de Saúde:

Covid-19: Governo do RN renova decreto de calamidade
Covid-19: Governo do RN renova decreto de calamidade

Alto contágio e necessidade da vacinação

O secretário de Saúde explicou que a vacinação segue como fundamental para evitar o agravamento pela doença.

“No Brasil é o momento de alerta, da gente mobilizar a sociedade e os sistemas de saúde para que a gente possa conter a transmissão. Segundo, avançar na vacinação, porque as pessoas que estão se internando em grande maioria são não vacinados ou com vacinação incompleta”, explicou.

Segundo ele, a situação “é de extrema alerta”.

“Nós estamos vivendo um sobreposição de duas epidemias. A epidemia da Covid, que tem uma terceira onda em função da ômicron, que tem se mostrado muito mais transmissível que as outras, a proporção de testes positivos muito elevada. E a epidemia Influenza (gripe), que tem levado muita gente pra cama, afastado do trabalho, superlotado as UPAs trazendo também um quadro de muita preocupação, até porque muitos profissionais da saúde têm se afastado. É um quadro extremamente preocupante”.

Fonte: G1 RN
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TÉCNICA DE ENFERMAGEM ACUSADA DE APLICAR VACINA DE ADULTO VENCIDA EM CRIANÇAS NA PARAÍBA SERÁ OUVIDA PELO MPF

MPF ouve funcionária acusada de aplicar vacina vencida e de adulto em crianças na Paraíba

Uso indevido das vacinas ocorreu em dezembro e em janeiro, em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no município de Lucena, na Paraíba

Basília Rodrigues

da CNNem Brasília

Vacinas da Pfizer contra a Covid-19 para adultos (frasco roxo) e para crianças (frasco laranja)Vacinas da Pfizer contra a Covid-19 para adultos (frasco roxo) e para crianças (frasco laranja)Sandro Araújo/Agência Saúde DF

O Ministério Público Federal da Paraíba vai ouvir nesta semana a técnica de enfermagem acusada de aplicar vacinas vencidas de adultos em cerca de 40 crianças no município de Lucena, na Paraíba. O uso indevido das vacinas ocorreu em dezembro e em janeiro, em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade, antes da chegada das doses infantis corretas ao Brasil.

À CNN, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiro, informou, neste sábado (15), que crianças entre 4 e 9 anos receberam a vacina para adultos. Elas apresentaram eventos adversos leves como febre e dor no local da aplicação. Mas passam bem, de acordo com o secretário.

A funcionária foi afastada até que as investigações esclareçam se ela se equivocou ou agiu intencionalmente.

De acordo com o secretário, “a técnica em enfermagem errou porque aplicou a vacina em um período extemporâneo. Foi em dezembro e a vacinação de crianças com as doses certas só começou mesmo neste sábado. Além disso, as vacinas que ela usou estavam vencidas. A funcionária foi afastada porque adotou essa conduta por conta própria”, afirmou à CNN.

Como as vacinas ficavam acondicionadas na temperatura correta, de acordo com o governo local, a funcionária pode ter se confundido com a contagem do início da data de vencimento. O Ministério Público notificou a técnica em enfermagem, a coordenadora municipal de Vigilância Sanitária e o secretário municipal de Saúde.

Em nota, a prefeitura de Lucena confirmou o erro e disse que “uma auxiliar aplicou indevidamente e sem autorização vacinas” e que “está pondo à disposição das famílias acompanhamento médico e monitorando as crianças”.

CNN tentou contato com o prefeito da cidade, Léo Bandeira, e ainda não obteve retorno. A reportagem também não conseguiu falar com a funcionária.

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PRIMEIRA VACINA CONTRA COVID-19 PARA CRIANÇA NO BRASIL FOI APLICADA EM GAROTO INDÍGENA DE 8 ANOS

Criança indígena é primeira a ser vacinada no Brasil contra a Covid-19

Imunizante da Pfizer, único liberado para crianças, foi aplicado em solenidade em hospital de São Paulo

Anna Gabriela Costada CNN

em São Paulo

 

A primeira vacina contra a Covid-19 em uma criança foi aplicada nesta sexta-feira (14), no Hospital das Clínicas de São Paulo (HCFMUSP). Davi Seremramiwe, de 8 anos, foi a primeira criança a ser vacinada no país. O garoto indígena é natural de Mato Grosso, mas vem a São Paulo com frequência para realizar tratamento de saúde.

O imunizante da Pfizer recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância de Saúde (Anvisa), em 16 de dezembro, para ser aplicado em crianças de 5 a 11 anos no Brasil. Até o momento, a vacina da farmacêutica norte-americana é a única liberada pela autoridade sanitária para ser aplicada nesta faixa etária.

Em solenidade simbólica, com a presença de profissionais da saúde  e o governador de São Paulo, João Doria, mais crianças com comorbidades foram vacinadas contra a Covid-19. A vacinação no estado – para o público de 5 a 11 anos – terá início na segunda-feira (17), onde serão priorizadas as crianças indígenas, quilombolas e com comorbidades.

Davi, o primeiro garoto a ser vacinado contra a Covid-19, nasceu em uma tribo Xavante no estado do Mato Grosso, ele tem uma condição de saúde que afeta as pernas e o faz a andar com ajuda de uma órtese.

Por nove meses, ele e o pai, o cacique Jurandir Siridiwe, fizeram viagens periódicas à capital paulista para que Davi fosse tratado no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas. Atualmente, Davi mora com uma tutora na cidade de Piracicaba (SP). Ela o acompanha nas consultas rotineiras que garoto faz no HC com médicos das áreas de reabilitação e neurologia.

A primeira remessa de doses da vacina infantil da Pfizer contra a Covid-19 chegou ao Brasil na madrugada desta quinta-feira (13). No lote, vieram 1,2 milhão de vacinas destinadas ao governo brasileiro para distribuição aos estados e municípios, seguindo o critério populacional.

Ao todo, o Brasil deve receber 4,3 milhões de doses em janeiro. Para fevereiro, a expectativa é que a Pfizer entregue mais 7,2 milhões de doses e, em março, mais 8,4 milhões de imunizantes. O esquema vacinal para crianças é composto por duas doses com intervalo de oito semanas.

No estado de São Paulo a expectativa é de vacinar 4,3 milhões de crianças no período de três semanas.

Na quinta-feira (13), o governo paulista afirmou que os pais já podem incluir as crianças de 5 a 11 anos no pré cadastro para vacinação contra a Covid-19.

Segundo o governo, o pré-cadastro é opcional e não é um agendamento, mas agiliza o atendimento nos locais de imunização, evitando filas e aglomerações. Para cadastrar os filhos, os pais ou responsáveis devem acessar o link, clicar no botão “Crianças até 11 anos” e preencher o formulário online.

A página recebeu 303 mil acessos apenas no primeiro dia em que o pré-cadastro foi disponibilizado, número que supera a média de procura no último mês em 1.039%. Em dezembro, a média foi de 26.613 acessos diariamente.

Distribuição de vacinas infantis

Confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado:

Região Centro-Oeste (8,17%)

  • Distrito Federal – 1,30%
  • Goiás – 3,55%
  • Mato Grosso do Sul – 1,47%
  • Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

  • Espírito Santo – 1,93%
  • Minas Gerais – 9,02%
  • Rio de Janeiro – 7,49%
  • São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

  • Paraná – 5,25%
  • Rio Grande do Sul – 4,73%
  • Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

  • Alagoas – 1,77%
  • Bahia – 7,07%
  • Ceará – 4,42%
  • Maranhão – 4,02%
  • Paraíba – 1,89%
  • Pernambuco – 4,80%
  • Piauí – 1,62%
  • Rio Grande do Norte – 1,67%
  • Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

  • Acre – 0,57%
  • Amazonas – 2,77%
  • Amapá – 0,55%
  • Pará – 4,99%
  • Rondônia – 0,93%
  • Roraima – 0,38%
  • Tocantins – 0,86%
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PREVISÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE DOSES DA VACINA CONTRA COVID-19 PARA CRIANÇAS AOS MUNICÍPIOS DO RN É NESTA SEXTA-FEIRA (14)

Vacinas para crianças de 5 a 11 anos do RN serão distribuídas nesta sexta-feira

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Foto: Internet

A imunização das crianças de 5 a 11 anos de idade tem previsão de início na próxima segunda-feira (17) em todos os municípios do Rio Grande do Norte. O tem hoje 350 mil crianças nessa faixa de 20 anos.

“Por ser uma criança aberta para início de crianças de 5 anos”, disse Kelly Lima, coordenadora em Saúde da Sessão.

Como comorbidades entende-se crianças com cardiopatia crônica, pneumopatia crônica, imunodepressivos, doença renal crônica, asma, doença crônica, doença hepática crônica, doença hepática crônica, síndrome de Down, hematológica crônica, Diabetes Mellitus e obesidade.

A previsão é que as doses são distribuídas para todas as sextas regionais no início da tarde desta feira (14). O MS sinalizou que será enviado lotes a cada semana. “Está em curso a capacitação das equipes para a aplicação e manejo das vacinas nas crianças. Esse processo é essencial para que a aplicação seja segura”, disse Laiane Graziela coordenadora de Imunização da Sesap.

Os pais ou responsáveis ​​devem estar manifestando sua concordância com o cadastro a criança e feito+ além da Vacina dependente na plataforma da empresa ( https://rn.ufrn.br/ . Em caso de ausência de pais ou responsáveis, o termo de sentimento deve ser autorizado por um escrito.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMOU QUE AS PRIMEIRAS DOSES DA VACINA CONTRA COVID-19 CHEGARÃO AOS ESTADOS SEXTA-FEIRA (14)

Por g1 — São Paulo

 

Primeiro lote de vacina pediátrica contra Covid chega ao Brasil
Primeiro lote de vacina pediátrica contra Covid chega ao Brasil

As primeiras doses da vacina da Pfizer destinada a crianças de 5 a 11 anos chegarão aos estados na sexta-feira (14), informou o Ministério da Saúde. Caberá aos estados e municípios definir o cronograma de aplicação.

O voo com o primeiro lote de vacinas chegou ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, na madrugada desta quinta (13). Com exceção de São Paulo, em que o transporte será via terrestre, todos os demais estados do país, mais o Distrito Federal, receberão as doses por avião.

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, em 16 de dezembro, a vacinação de crianças de 5 a 11 anos.

Em 5 de dezembro, o governo federal divulgou as regras para a vacinação: ela ocorrerá em ordem decrescente de idade (das crianças mais velhas para as mais novas), com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente e para crianças quilombolas e indígenas; sem necessidade de autorização por escrito, desde que pai, mãe ou responsável acompanhe a criança no momento da vacinação; com intervalo de oito semanas – um prazo maior que o previsto na bula, de três semanas.

Veja a previsão de chegada das doses aos estados:

  • Acre: 23h50 desta quinta (13)
  • Alagoas: 10h30 de sexta (14)
  • Amapá: 13h10 de sexta (14)
  • Amazonas: 2h40 de sexta (14)
  • Bahia: 1h20 de sexta (14)
  • Ceará: 3h de sexta (14)
  • Distrito Federal: 0h05 de sexta (14)
  • Espírito Santo: 0h05 de sexta (14)
  • Goiás: 1h30 de sexta (14)
  • Maranhão: 11h35 de sexta (14)
  • Mato Grosso: 8h30 de sexta (14)
  • Mato Grosso do Sul: 7h35 de sexta (14)
  • Minas Gerais: 8h15 de sexta (14)
  • Pará: 1h55 de sexta (14)
  • Paraíba: 11h35 de sexta (14)
  • Paraná: 7h50 de sexta (14)
  • Pernambuco: 1h20 de sexta (14)
  • Piauí: 16h40 de sexta (14)
  • Rio de Janeiro: 0h45 de sexta (14)
  • Rio Grande do Norte: 2h de sexta (14)
  • Rio Grande do Sul: 0h45 de sexta (14)
  • Rondônia: 10h45 de sexta (14)
  • Roraima: 12h35 de sexta (14)
  • Santa Catarina: 8h25 de sexta (14)
  • São Paulo: doses serão entregues até sexta (14) por via terrestre
  • Sergipe: 14h40 de sexta (14)
  • Tocantins: 10h30 de sexta (14)

Fonte: G1

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RN PERDEU MAIS DE 39 MIL DOSES DE VACINA DA PFIZER QUE PASSARAM DO PRAZO DE 31 DIAS APÓS DESCONGELAMENTO

Por Igor Jácome e Emmily Virgílio, g1 RN e Inter TV Cabugi

 

Vacina da Pfizer é a mais utilizada como terceira dose no Rio Grande do Norte. — Foto: Getty Images via BBCVacina da Pfizer é a mais utilizada como terceira dose no Rio Grande do Norte. — Foto: Getty Images via BBC

O Rio Grande do Norte perdeu mais de 39 mil doses de vacinas da Pfizer porque os imunizantes passaram do prazo de 31 dias após descongelamento para serem utilizados, segundo confirmou a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

Somente a capital do estado, Natal, foi responsável por mais de 55% das doses que se perderam. Ao todo, 21.900 vacinas não foram aplicadas dentro do prazo, na cidade, e não podem mais ser utilizadas.

Mossoró, no Oeste potiguar, registrou a segunda maior quantidade de perdas, passando das cinco mil vacinas. No dia 28 de dezembro, a secretaria de Saúde do município já havia confirmado a perda superior a 4 mil vacinas.

Os dados da Sesap foram levantados no dia 30 de dezembro, com base nas informações repassadas por 151 municípios potiguares, que representam 90,4% das cidades do estadoAo todo, 39.515 doses se perderam. Desse total, apenas 205 ficaram inutilizáveis por outro motivo: um problema técnico na câmara fria em Jardim de Piranhas.

Segundo o estado, as doses serão recolhidas e desprezadas.

No documento assinado pela responsável técnica do Programa Estadual de Imunização, Katiúcia Carvalho, a Sesap afirma que, após a entrega dos imunizantes aos municípios, a responsabilidade pelo uso dentro do prazo fica a cargo das prefeituras.

“Reiteramos que as estratégia de vacinação e gerenciamento do imunobiológico após a entrega nos municípios é de responsabilidade da esfera municipal conforme as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações”, diz o documento.

Natal diz que perda foi motivada por ausência do público

Procurada pelo g1a Secretaria Municipal de Saúde de Natal disse em nota que a perda de doses ocorreu por causa da ausência do público que deveria receber os imunizantes, “mesmo com todo esforço da SMS Natal, em oferecer o maior número e diversidade de pontos de vacinação”.

“A SMS Natal não mediu esforços para vacinar a população. Ampliamos horários dos pontos de vacinação, ampliamos horários das unidades, ações extra muro como vacinação no Carnatal, shoppings, árvore de natal, clubes de futebol, Sesc, escolas, hotéis, feiras livres e pontos turísticos de Natal”, disse. A cidade tem 35.648 pessoas com a terceira dose atrasada, segundo a SMS.

A pasta ainda afirmou que solicitou o envio de doses congeladas à Secretaria de Saúde do Estado, o que aumentaria o prazo de uso pelo município, mas a Sesap disse que a medida não seria possível. Veja sobre o assunto mais abaixo, nesta matéria.

A justificativa apresentada pela prefeitura de Natal foi a mesma de Mossoró, no Oeste potiguar. No final de dezembro, o coordenador da imunização no município, Etevaldo de Lima, afirmou que a cidade tinha mais de 8 mil pessoas em atraso para tomar a terceira dose, porém o público não estava procurando a vacinação.

“Público nós temos. O que está faltando é parte desse público buscar a vacinação contra a covid. Nós usamos de todas as estratégias, pontos extras de vacinação, vacinamos de domingo a domingo, porém a população não quer”, disse.

Sesap muda estratégia na distribuição das vacinas

Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), Kelly Lima, ao perceber a grande quantidade de doses que os municípios tinham em dezembro, a pasta orientou as prefeituras sobre estratégias de ampliação da vacinação, com unidades volantes em locais de grande circulação de pessoas, por exemplo, mas nem todas as cidades aderiram.

“Quando já não havia tempo hábil, os municípios procuraram o estado para garantir a utilização desses doses, mas o tempo já era muito exíguo para que a gente conseguisse avançar. Tentamos fazer forças-tarefas, mutirões, mas não é tão simples, porque os municípios maiores têm dificuldade em realizar uma busca ativa mas efetiva”, justificou.

De acordo com ela, a situação levou o estado a mudar a estratégia de distribuição das doses especialmente para os maiores municípios, como Natal e Mossoró.

Já desde dezembro, o envio de doses só ocorre a partir de solicitação. Se o município acha que ele vai conseguir utilizar 10 mil doses ao longo daquele mês, nós enviamos essas doses”, afirmou.

Até então, o governo enviava as vacinas de acordo com a população de cada cidade e o número de pessoas que tomou a primeira e a segunda dose em cada uma.

A Sesap ainda informou que o Ministério da Saúde chegou a aumentar a validade de alguns lotes, em outubro, mas que a medida abrange apenas as vacinas que ainda estão congeladas. “Uma vez descongelada, não tem como congelar novamente ou ampliar o prazo de validade”, disse Kelly.

Envio de doses congeladas

prefeitura de Natal afirmou ao g1 que havia solicitado à Secretária Estadual de Saúde que as doses fossem entregues congeladas, para que pudessem ter uma validade maior. Porém a Sesap considerou que a medida não é possível por causa da mudança da temperatura na distribuição iniciada pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a pasta, inicialmente o governo federal enviava as doses a temperaturas entre 2º e 8º C, porém após o Ministério da Saúde conseguir caixas especiais, os imunizantes passaram a ser transportados aos estados a – 20º C.

Ao chegar à Unidade Central de Agentes Terapêuticos do Rio Grande do Norte, os imunizantes vão a temperaturas entre – 60 e -70º C. Porém, de acordo com a bula da vacina, a vacina só pode passar pela temperatura de – 20º C uma vez e por isso o estado começou a repassar os imunizantes para Natal na mesma temperatura com que envia às demais cidades potiguares.

Ainda assim, a pasta informou que parte das doses que foram perdidas em dezembro ainda tinham sido enviadas congeladas ao município.

Veja 10 municípios com mais perdas de doses da Pfizer no RN

  1. Natal – 21.900 doses
  2. Mossoró – 5.274
  3. Touros – 1.290
  4. Parnamirim – 1.185
  5. Maxaranguape – 1.140
  6. Currais Novos – 720
  7. Arês – 651
  8. Poço Branco – 622
  9. Riachuelo – 534
  10. Lagoa Nova – 552

Fonte: G1 RN

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SESAP INFORMOU QUE APESAR DO SURTO DE GRIPE BOA PARTE DOS MUNICÍPIOS DO RN ESTÃO SEM DOSES DA VACINA CONTRA O VÍRUS

Com surto de gripe, municípios do RN ficam sem estoque de doses da vacina

Redação / Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Alex Pazuello / Semcom

A Secretaria de Estado do Rio Grande do Norte (Sesap) informou que, relatado sobre a Influenza que afeta vários estados, boa parte dos municípios do RN estão sem doses da vacina contra a gripe. Um levantamento realizado em dezembro de 2021 revelou que 43 cidades potiguares precisaram suspender a imunização porque o estoque estava zerado.

De acordo com a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima, secretaria não possui mais estoque do imunizante e aguarda o envio de doses extras, por parte do Ministério da Saúde, para retomar a vacinação. Até então, o estado contava apenas com as doses remanescentes da mais recente campanha de imunização contra a influenza.

“Anualmente, uma campanha acontece de abril de junho. Nesse período, recebemos um quantitativo de mais de 1,4 milhão de doses para o público alvo, que incluía as pessoas mais vulneráveis ​​como crianças – acima de 6 meses, idosos e profissionais de saúde. Em determinado momento da campanha, esse público foi ampliado. Como ainda tínhamos as doses remanescentes, continuamos encaminhando para os municípios com uma proteção de proteção uma ampla proteção. Mas, desde dezembro, estamos vivenciando um surto de influenza. Então encaminhamos um ofício para o Ministério da Saúde solicitando doses extras, mas infelizmente ainda não houve retorno ”, ressaltou Kelly Lima.

O surto de gripe que vem afetando os estados brasileiros nas últimas semans foi impulsionado principalmente pela nova variante H3N2. A doença provoca sintomas bem conhecidos, como tosse, coriza, garganta inflamada, febre alta, dores de cabeça, dores no corpo e fraqueza.  No RN, uma chamada ‘nova gripe’ fez aumentar a procura por Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), gerando uma superlotação desses locais. Para evitar a maior transmissão do vírus, uma coordenadora enfatiza que, além da vacinação, outras medidas são importantes, como o uso da máscara, lavagem de mãos e respeito ao distanciamento social.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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NOVA VACINA CONTRA GRIPE QUE IRÁ CONTER A CEPA DO VÍRUS ESTÁ SENDO PRODUZIDA PELO BUTANTAN

Butantan está produzindo vacina contra gripe que contém nova cepa

Novo imunizante será distribuído pelo SUS em 2022 e é composto pelo vírus H1N1, H3N2 – e o subtipo Darwin – e a cepa B

Vinícius Tadeu

da CNN

São Paulo

Pesquisadores do Laboratório de Parasitologia do Instituto Butantan. Da esquerda para direita: Ana Carolina Tahira, Daisy Woellner Santos e Murilo Sena AmaralPesquisadores do Laboratório de Parasitologia do Instituto Butantan. Da esquerda para direita: Ana Carolina Tahira, Daisy Woellner Santos e Murilo Sena AmaralMurilo Sena Amaral/Fapesp

Diante do intenso aumento de casos de gripe no Brasil, principalmente causados pela influenza H3N2, o Instituto Butantan está produzindo uma nova vacina contra a gripe que irá conter essa cepa do vírus e o subtipo Darwin. De acordo com o Butantan, os imunizantes serão distribuídos no Sistema Único de Saúde (SUS) já em 2022.

A nova vacina contra a influenza será trivalente, composta pelos vírus H1N1, H3N2, do subtipo Darwin, e a cepa B. Segundo o instituto, o imunizante será importante para combater o surto de influenza H3N2 que atinge o Brasil e conter o espalhamento do vírus.

O Butantan já produz 80 milhões de doses de vacina contra influenza que são utilizadas na campanha nacional de vacinação. No entanto, por ser uma doença sazonal, o imunizante contra a gripe é atualizado a cada ano com base em relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) que apontam os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no último ano no hemisfério Sul.

Nessa nova versão da vacina, a H1N1 é a única cepa que continua presente na substância. O Butantan produz o imunizante contra a gripe em uma fábrica própria que produz separadamente os Ingredientes Farmacêuticos Ativos (IFA) das três cepas que, posteriormente, são misturados em uma outra fábrica de formulação e envase. As variantes do vírus são importadas da Europa.

“Já produzimos 100% do IFA do H1N1 em setembro. Estamos em vias de terminar o IFA da cepa B e em janeiro começamos a produzir o IFA do H3N2. Na primeira quinzena de fevereiro está previsto o início das formulações e do envase”, informou o diretor de produção do Instituto Butantan, Ricardo Oliveira.

De acordo com o instituto, uma versão tetravalente da vacina da gripe, que contém duas cepas de vírus A e duas cepas do vírus B, também está sendo trabalhada. O imunizante deverá substituir a versão trivalente no futuro.

Fonte: CNN

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RELEMBRE AÇÕES DO GOVERNO FEDERAL SOBRE PANDEMIA, POLÍTICA, ECONOMIA E A RELAÇÃO COM O JUDICIÁRIO

Em 2021, governo avançou com vacina em meio a embates com STF e alta da inflação

Pandemia pautou ações do governo federal durante todo o ano, com presidente obtendo vitórias importantes no Congresso e protagonizando tensão com Judiciário

Katia BrembattiBrayan

para a CNN

Relembre as ações do governo federal sobre pandemia, política, economia e a relação com o JudiciárioRelembre as ações do governo federal sobre pandemia, política, economia e a relação com o JudiciárioClauber Cleber Cetano/PR/Arte CNN

As ações do governo federal em 2021 giraram em torno da pandemia pelo segundo ano consecutivo, desde a corrida pela vacina contra a Covid-19, nova troca de ministro da Saúde, investigações da CPI da Pandemia até a aprovação do Auxílio Brasil para os prejudicados pela crise sanitária.

O ano começou com um dos momentos mais tensos da pandemia, quando Manaus passou pelo esgotamento do estoque de oxigênio medicinal, fato que se mostrou determinante para o fim da gestão de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde e a instalação da CPI da Pandemia.

Acusado de negligência ao lidar com a crise no Amazonas, Pazuello viu a pressão crescer e o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisou trocar pela terceira vez o ministro da Saúde. Depois de Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Pazuello, quem assumiu a pasta, que à época contava com o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios, foi o então presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.

O ministro, de perfil técnico, começou sua atuação defendendo o distanciamento social, a utilização de máscaras e a vacinação. Aos poucos, porém, passou a se alinhar mais às ideias do presidente. Um exemplo mais recente foi quando Queiroga afirmou que “é melhor perder a vida do que a liberdade”, em referência ao passaporte da vacina.

A atuação do Executivo no combate à pandemia na pandemia também foi alvo de denúncias de irregularidades. Uma delas foi o contrato com a farmacêutica Pfizer, que buscou contato com o governo federal por mais de 30 vezes durante o ano de 2020 – no entanto, as revelações só vieram à tona em 2021. O memorando para a compra de vacinas da Pfizer foi fechado apenas em dezembro de 2020, 9 meses após o primeiro contato.

Outra tentativa de compra de vacina também foi investigada pela CPI da Pandemia. Segundo o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e o servidor do Ministério da Saúde e irmão do parlamentar, Luis Ricardo Fernandes Miranda, houve irregularidades nas tratativas para a compra da vacina indiana Covaxin. Entre as irregularidades apontadas, estavam ​​desvio de conduta, invoice [nota fiscal] irregular, pedido de pagamento antecipado que o contrato não previa, entre outras. O Palácio do Planalto negou qualquer problema , e o imunizante não chegou a ser adquirido pelo governo.

Todo o rol de ações do Executivo foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Senado. Com maioria de senadores independentes, a CPI avançou nas investigações e incomodou o Planalto.

Bolsonaro reagiu. Fez diversas lives e discursos aos apoiadores com críticas aos senadores da comissão – os principais alvos foram o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL). Também realizou um ato político no Rio de Janeiro e discursou sem máscara com personalidades políticas, entre elas Pazuello.

Como militar da ativa, o ex-ministro da Saúde não poderia participar de evento político e, por isso, uma investigação foi aberta pelo Exército. Mas não houve punições, e Pazuello voltou ao Palácio do Planalto, na secretaria de Assuntos Estratégicos.

Apesar de idas e vindas nas diretrizes do governo sobre a vacinação, o país termina o ano com 80% do público-alvo com imunização completa e deve começar a vacinar crianças de 5 a 11 anos em janeiro de 2022.

Ao mesmo tempo, as consequências da CPI da Pandemia ainda podem impactar o presidente no próximo ano. O relatório final, apresentado em outubro, propôs o indiciamento de 78 pessoas, entre elas, Bolsonaro, que foi citado pelo relator por ter supostamente praticado nove crimes. O documento foi entregue ao procurador-geral da União, Augusto Aras, que será responsável por dar andamento ao caso.

Relação com o Congresso

No Legislativo, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à época no DEM, foi eleito para a presidência do Senado, e Arthur Lira (PP-AL) para o comando da Câmara – a candidatura de ambos era apoiada por Bolsonaro.

As vitórias garantiram um ambiente um pouco mais tranquilo para o presidente, que também se aproximou do Centrão, mirando uma melhor interlocução com o Congresso.

Bolsonaro promoveu onze mudanças no primeiro escalão, entre remanejamentos e criação de ministérios, priorizando deputados e senadores desse grupo partidário.

Foi o caso do deputado João Roma (Republicanos-BA), que assumiu a pasta da Cidadania em fevereiro, e Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que foi remanejado duas vezes no ano e agora ocupa a chefia do ministério recriado do Trabalho e Previdência.

Walter Braga Netto e Anderson Torres foram, em março, para a Defesa e Justiça e Segurança Pública, respectivamente. Além de novos ministros para o Meio Ambiente, Casa Civil, entre outros.

A aliança de Bolsonaro com o centrão foi sacramentada pela filiação do presidente ao PL (Partido Liberal) , de Valdemar da Costa Neto, no final de novembro.

Para o cientista político e professor de Direito da Universidade Positivo Francis Ricken, o governo deu “uma guinada na governabilidade” a partir da eleição de Lira, da escolha do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) como líder na Câmara e de Ciro Nogueira para ministro da Casa Civil.

Bolsonaro x Judiciário

Com o Judiciário, o tom foi de embates. O presidente Jair Bolsonaro disse por diversas vezes que, se não houvesse voto impresso, não haveria eleição em 2022. Os discursos mais duros foram direcionados aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do STF. Moraes conduz inquéritos que afetam ao presidente (como o das fake news), e Barroso é o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e defensor da urna eletrônica.

Bolsonaro chegou a enviar ao Senado um pedido de impeachment contra o ministro Moraes, afirmando que “não se pode tolerar medidas e decisões excepcionais de um ministro do Supremo Tribunal Federal que, a pretexto de proteger o direito, vem ruindo com os pilares do Estado Democrático de Direito”. O pedido foi rejeitado por Pacheco.

O presidente também cogitou pedir o impeachment contra Barroso, mas acabou desistindo.

A crise institucional atingiu o ápice quando Bolsonaro acompanhou um desfile simbólico da Marinha em frente ao Congresso, no mesmo dia em que se discutia a PEC do voto impresso e, na sequência, incentivou manifestações de seus apoiadores para o Dia da Independência.

No feriado de 7 de Setembro, Bolsonaro fez dois grandes discursos, em Brasília e São Paulo, questionando o STF dizendo que não cumpriria decisões de Alexandre de Moraes.

As falas tiveram respostas imediatas por parte da Suprema Corte e de outros órgãos federais. Na sequência, o presidente ouviu conselhos do seu antecessor, Michel Temer (MDB), e divulgou uma carta amenizando o tom das declarações.

De acordo com os especialistas ouvidos pela CNN, a forma de Bolsonaro lidar com os ministros foi uma estratégia para acenar aos seus apoiadores mais radicais.

“Tem uma porcentagem que parece não variar nas pesquisas. Esses seguidores concordam com cada ato do presidente”, diz Erica Anita Baptista, cientista política e pesquisadora do grupo Opinião Pública da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Para a pesquisadora, a descrença nas instituições democráticas por parte da população ajuda a explicar a postura do presidente.

“As instituições democráticas, como políticos, Congresso, ministros do STF, perderam muito apoio. Bolsonaro pegou isso muito bem. O que ele faz é basicamente se descolar das instituições e se colar ao povo”, afirma.

Ass relações do presidente com o STF podem ganhar uma trégua após a posse, em dezembro, de André Mendonça, ex-advogado-geral da União, como ministro da Corte. Após quatro meses de espera, Mendonça é o segundo indicado de Bolsonaro entre os 11 integrantes do Supremo.

Economia, Precatórios e Auxílio Brasil

A melhora na relação com o Congresso também ajudou Bolsonaro a aprovar o Auxílio Brasil. Com o fim do auxílio emergencial para as camadas da população mais afetadas pelo desemprego gerado pela pandemia, Bolsonaro criou o programa, uma versão modificada do Bolsa Família e que distribui até R$ 400 para famílias mais carentes.

A PEC causou controvérsia porque a forma de financiar o aumento das despesas foi driblar o teto de gastos e retirar dinheiro das ações judiciais com trânsito em julgado e que o governo federal deveria pagar aos processantes em 2022 – a alteração ficou conhecida como PEC dos Precatórios.

Na área econômica, o governo também conseguiu passar no Congresso a capitalização da Eletrobras e organizou temporadas de leilões, como o Infra Week e o Super Infra, que envolveram concessões de aeroportos, portos e ferrovias. Foram 39 ativos leiloados em 2021 pelo Ministério de Infraestrutura, totalizando R$ 6,23 bilhões os valores de outorga.

Além disso, o ano foi marcado pelo aguardado leilão do 5G – a quinta geração de internet para telefonia móvel.

No entanto, a elevação de preços em áreas como a alimentação, os combustíveis e a energia deram dor de cabeça à equipe de Paulo Guedes.

Mas, em 2021, a expectativa não virou realidade: a inflação chegou a bater dois dígitos, o desemprego continuou em alta, o preço dos combustíveis disparou e vários dos funcionários de confiança da pasta pediram demissão.

Para Luciana Caetano, um dos problemas é alinhar os discursos da equipe econômica com as práticas do presidente.

“A inflação no Brasil é de causa estrutural. Ao contrário da inflação de demanda, a estrutural não pode ser corrigida com elevação de taxas de juros, sobretudo, porque o país enfrenta um revezamento entre recessão com estagnação econômica desde 2015. Nesse estágio, uma elevação dos juros tende a piorar as condições para uma desejada recuperação econômica e do emprego”, diz.

A economista ressalta que os problemas para os trabalhadores vão além da falta de oportunidade. “No 1º trimestre de 2021, a taxa de desemprego chegou ao nível mais elevado (14,7%) do século 21 e, ao longo do ano, o avanço da inflação para alguns grupos de produtos ultrapassou 30%. Mas os salários seguem defasados, assim como os benefícios previdenciários. Servidor público está sem reajuste salarial há 3 anos e a economia já acumula, aproximadamente, 20% de inflação oficial (INPC) no mesmo período”, afirma.

Fonte: CNN

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ENFERMEIRA ISRAELENSE FOI A PRIMEIRA PESSOA A TOMAR QUARTA DOSE DA VACINA DA PFIZER

Israelense é a primeira a tomar a 4ª dose da vacina contra a Covid-19

Israel é o primeiro país a adotar uma segunda dose de reforço e vai imunizar 150 funcionários de um hospital em Tel Aviv

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Uma enfermeira israelense foi a primeira pessoa a tomar a quarta dose da vacina da PfizerUma enfermeira israelense foi a primeira pessoa a tomar a quarta dose da vacina da Pfizer JACK GUEZ / AFP

Orna Rahminov, enfermeira de um hospital de Tel Aviv, se tornou a primeira pessoa a receber a quarta dose da vacina contra a Covid-19 em Israel.

Israel, o primeiro país a escolher dar a quarta dose, lançou nesta segunda-feira (27) um estudo sobre a eficácia do segundo reforço do imunizante, que vai ser administrado em cerca de 150 profissionais de saúde do Hospital Shbea.

“É uma honra ter sido escolhida como a primeira, eu tenho muita fé nas vacinas”, disse Rahminov em uma entrevista ao site da unidade.

Em virtude das novas pesquisas que estão em andamento, o país decidiu adiar o lançamento de uma possível quarta campanha de vacinação.

“O estudo vai testar os efeitos da quarta dose para prevenir novas infecções e controlar a segurança da população”, informou o professor Gili Regev-Yochay.

Nesse ínterim, o Ministério da Saúde de Israel, no entanto, autorizou o uso emergencial do medicamento oral Paxlovid, da Pfizer.

A nação encomendou milhares de doses da vacina anti-Covid com o objetivo de combater a altamente contagiosa variante Ômicron. Os imunizantes deverão chegar ao país na quarta-feira (29).

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ANVISA DIVULGA NA ÍNTEGRA DOCUMENTOS QUE DEFINIRAM AUTORIZAÇÃO DE APLICAÇÃO DA VACINA DA PFIZER EM CRIANÇA DE 5 A 11 ANOS

Anvisa divulga íntegra de documentos que definiram aprovação da vacina para crianças

Publicação dos pareceres está alinhada com os princípios da transparência da agência, segundo a Anvisa

Lucas Rochada CNN

em São Paulo

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quarta-feira (22), a íntegra dos documentos que definiram a autorização da aplicação da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade no Brasil.

São dois documentos, o parecer público de avaliação de medicamentos (PPAM) e o Parecer Técnico PGR (plano de gerenciamento de riscos). A publicação dos pareceres está alinhada com os princípios da transparência da agência, diz a Anvisa.

De acordo com a Anvisa, o parecer público de avaliação de medicamentos reflete a avaliação de benefício-risco realizada a partir das informações técnicas consideradas pelos técnicos da agência para a aprovação.

Já o Parecer Técnico PGR considera a avaliação da Anvisa sobre o plano de gerenciamento de riscos e reúne as ações de farmacovigilância referentes a ampliação de uso da vacina da Pfizer. A farmacovigilância compreende a detecção, avaliação, compreensão e prevenção de efeitos adversos ou quaisquer outros possíveis problemas relacionados a medicamentos e imunizantes.

Autorização da vacina da Pfizer para crianças

A Anvisa autorizou o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade no Brasil no dia 16 de dezembro, após avaliação técnica do pedido submetido pela farmacêutica no dia 12 de novembro.

A dosagem da vacina para esta faixa etária será ajustada e menor (um terço) que aquela utilizada por maiores de 12 anos. Segundo a Anvisa, a proposta é ter frascos diferentes, com dosagem específica para cada grupo. Os frascos serão diferenciados pela cor, roxa para adultos e adolescentes e laranja para crianças, de acordo com a Pfizer.

Vacinação de crianças depende do Ministério da Saúde

A aprovação da Anvisa permite que a vacina já seja usada no país para a nova faixa etária. No entanto, a chegada do imunizante aos postos de saúde depende do calendário e da logística do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, responsável pela coordenação da distribuição das vacinas no Brasil.

O Ministério da Saúde informou que realizará uma consulta pública para inclusão da faixa etária na campanha de imunização. De acordo com a pasta, a consulta pública será aberta nesta quinta-feira (23) e ficará disponível até 2 de janeiro de 2022.

Com o encerramento da consulta, as contribuições apresentadas serão alvo de uma audiência pública no dia 4 de janeiro e, no dia seguinte, o ministério anunciará a decisão.

Ameaças enviadas à Anvisa

Desde outubro, a Anvisa foi alvo de ameaças por parte de pessoas contrárias à vacinação de crianças contra a Covid-19.

A Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou à Justiça Federal o homem acusado de enviar ameaças, em outubro, a diretores da agência.

De acordo com informações do analista de política da CNN, Caio Junqueira, a Anvisa recebeu mais de 130 e-mails com ameaças a seus servidores em razão da autorização para vacinação infantil.

Em entrevista à CNN, o gerente-geral da Anvisa, Gustavo Mendes, repudiou os ataques feitos a técnicos da agência após a aprovação da vacinação contra a Covid-19 no público infantil, e reforçou a rigidez e seriedade da avaliação dos imunizantes feita pela equipe.

“Nosso trabalho é técnico e estamos muito seguros da nossa decisão; todos os dados foram amplamente discutidos”, afirmou Mendes.

Na sexta-feira (17), a Anvisa publicou uma nota em resposta às declarações do presidente Jair Bolsonaro em live realizada na quinta-feira (16).

Na transmissão ao vivo, Bolsonaro disse que pediu o nome dos integrantes da agência que aprovaram a autorização do uso da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos no Brasil, para que sejam divulgados.

“A Anvisa não está subordinada a mim, vamos deixar bem claro isso, não interfiro lá, mas pedi extraoficialmente o nome de quem autorizou a vacina para crianças a partir de cinco anos. Queremos divulgar o nome dessas pessoas para que todo mundo tome conhecimento de quem são e forme seu juízo”, disse o presidente.

Em resposta, a Anvisa informou que “seu ambiente de trabalho é isento de pressões internas e avesso a pressões externas”.

Segundo a agência, o serviço realizado na análise das vacinas é pautado na ciência e “oferece ao Ministério da Saúde, o Gestor do Plano Nacional de Imunização – PNI, opções seguras, eficazes e de qualidade”.

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BOAS NOTÍCIAS: VACINA CONTRA COVID SEM AGULHA ESTÁ SENDO TESTADA NO REINO UNIDO

O destaque desta terça-feira, aqui na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS é a nova vacina da Dios-CoVax que começou a ser testada em humanos no Reino Unido. Para pessoas que têm medo de agulhas é a mais recomendada. Leia o artigo completo a seguir e conheça éssa nova versão de vacina contra a Covid-19.

Vacina contra Covid-19 sem agulha começa a ser testada no Reino Unido

Uma vacina inovadora contra a Covid-19 pode ajudar em breve todas as pessoas que têm medo de agulha. É que a Dios-CoVax começou a ser testada em humanos no Reino Unido.

Sem fazer uso de agulha, o imunizante é aplicado por meio de um jato de ar, que injeta o composto na pele. Além disso, a vacina usa como alvo várias estruturas comuns de coronavírus Beta, e não a proteína spike, que vem sofrendo mutações.

Para os cientistas, a Dios-CoVax é uma resposta promissora para novas variantes do coronavírus e pode proteger contra novas pandemias do vírus.

“A resposta das comunidades científica e médica ao desenvolvimento e à entrega das vacinas tem sido incrível, mas, conforme surgem novas variantes e a imunidade começa a diminuir, precisamos de tecnologias mais novas”, disse Jonathan Heeney, professor da Universidade de Cambridge e responsável pelo desenvolvimento da vacina.

Como funciona a Dios-CoVax

A Dios-CoVax funciona de uma maneira diferente das vacinas convencionais. Enquanto a maioria desses imunizantes usam a sequência do RNA para atingir a proteína spike do coronavírus, a nova tecnologia usa métodos que codificam os antígenos mais amplos, que aparecem em variados tipos de coronavírus. Dessa forma, a proteção é muito maior também.

Sabemos que o coronavírus está em constante mutação. Isso faz com que a própria proteína spike do vírus mude. Para contornar esse problema, a equipe de pesquisadores buscou novos tipos de antígenos, que são os mesmos em coronavírus que ocorrem na natureza, incluindo em animais que os carregam, como morcegos.

Quando aplicada, as células imunológicas do nosso corpo captam o vetor, decodificam o antígeno da vacina e apresentam as informações ao sistema imunológico.

É após esse processo que nosso sistema imunológico passa a produzir anticorpos neutralizantes, que bloqueiam a infecção pelo vírus.

Testes

Os testes estão sendo realizados pelo NIHR Southampton Clinical Research Facility.

Os candidatos são pessoas de 18 a 60 anos, saudáveis e que possam se disponibilizar para serem acompanhadas em um período de 12 meses.

A aplicação é feita através de um aparelho próprio e não causa dor.

Outra vacina também está em desenvolvimento na Carolina do Norte, Estados Unidos. O imunizante é um adesivo produzido a partir de um polímero que tem microagulhas na composição. Quem tem medo de agulhas também vai gostar de saber dessa novidade! Confira a matéria completa aqui no Só Notícia Boa!

Os testes iniciaram no Reino Unido - Foto: reprodução
Os testes iniciaram no Reino Unido – Foto: reprodução

Com informações de Revista Oeste

Fonte: Só Notícia Boa

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SESAP ESTIMA IMUNIZAÇÃO PARA CRIANÇAS EM JANEIRO DE 2022

Por g1 RN

 

Menino recebe dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em Roma, na Itália — Foto: Andrew Medichini/APMenino recebe dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em Roma, na Itália — Foto: Andrew Medichini/AP

Após a Anvisa anunciar que liberou a vacinação contra Covid-19 com o imunizante da Pfizer para crianças com idades entre 5 e 11 anos, a Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) estimou que a imunização desse público no estado só deve começar em janeiro de 2022, após a chegada de doses específicas.

De acordo com a coordenadora da Vigilância em Saúde, o estado tem cerca de 350 mil crianças nessa nova faixa etária a ser incluída no programa de imunização.

“Julgamos que é importante a ampliação da vacinação para esse público, porém a gente espera que os imunizantes cheguem em tempo oportuno. O Ministério da Saúde já sinalizou que não tem esse quantitativo de imunizantes para iniciar a vacinação desse público ainda em 2021”, afirmou.

“Nós acreditamos que exatamente por essa deficiência no número de doses, que ainda não chegaram aos estados, esse início só se dará em janeiro do próximo ano”, completou.

Ainda de acordo com ela, por se tratar do público infantil, as doses serão menores, e por isso o estado não poderia usar as vacinas já em estoque. Também é necessário esperar as orientações técnicas do Ministério da Saúde sobre o assunto.

Apesar disso, Kelly acredita que o público irá atender à convocação para a imunização. “É uma faixa (etária) que tem o hábito de ser vacinada, até pela caderneta de imunização. Quando as doses chegarem, prontamente iremos fazer a distribuição e as orientações aos municípios”, pontuou.

Anvisa libera uso

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quinta-feira (16) a aplicação da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

Ainda não há previsão de quando a imunização vai começar porque a vacina para este público tem diferenças em relação a que foi aplicada nos adultos. Por isso, o governo federal terá que comprar uma versão específica do produto com dosagens e frascos diferentes (foto acima), apesar de o princípio ativo ser o mesmo.

A mesma autorização de uso já foi concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos Estados Unidos e União Europeia), além de países como Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador, Honduras, Panamá, Peru e Uruguai.

Versão pediátrica

A dose para as crianças entre 5 e 11 anos de idade é 1/3 da formulação já aprovada no Brasil.

A formulação pediátrica é diferente daquela aprovada anteriormente apresentada para o público com mais de 12 anos – portanto, não pode ser utilizada a formulação de adultos diluída.

A criança que completar 12 anos entre a primeira e a segunda dose deve manter a dose pediátrica.

Também participaram da avaliação especialistas das sociedades brasileiras de Infectologia (SBI), de Imunologia (SBI), de Pediatria (SBP), de Imunizações (SBIm) e de Pneumologia e Tisiologia.

“Mesmo que seja um público que representa poucos casos de Covid-19, quando a gente faz um recorte, tem morrido mais crianças com covid-19 do que com outras doenças que são prevenidas com vacina, como o sarampo. Por isso a importância dessa imunização, além de a criança ser um vetor de transmissão. Embora a vacina não tenha cessado a transmissão entre adultos, pode ser que tenha esse efeito nas crianças”, ponderou a imunologista Janeusa Souto, que é professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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SEGUNDO ORIENTAÇÃO DA SESAP, SERÁ ADMINISTRADO REFORÇO DA PFIZER EM POTIGUARES QUE TOMARAM DOSE ÚNICA DA JANSSEN

Por g1 RN

 

Potiguares que tomaram dose única da vacina Janssen contra Covid devem receber reforço com Pfizer, orienta Sesap — Foto: Joana Lima/Prefeitura de NatalPotiguares que tomaram dose única da vacina Janssen contra Covid devem receber reforço com Pfizer, orienta Sesap — Foto: Joana Lima/Prefeitura de Natal

Moradores do Rio Grande do Norte que tomaram a dose única da vacina da Janssen contra a Covid-19 deverão tomar reforço com o imunizante da Pfizer. A orientação está em uma nota técnica divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quinta (9).

O intervalo para aplicação da dose de reforço, nesse público, é a partir dos dois meses, de acordo com o comunicado enviado aos municípios potiguares.

Segundo Juliana Araújo, da Secretaria Municipal de Natal, o município já começou a vacinar a população dentro desse novo esquema nesta quinta-feira (9).

Ainda de acordo com a nota técnica, essa parcela da população não precisa da aplicação de uma terceira dose, porque a primeira já é considerada esquema vacinal primário e a segunda é a dose de reforço, ao contrário das outras vacinas, que precisaram de duas doses para completar o esquema e depois, ainda contam com o reforço.

Segundo a Sesap, a medida foi adotada por causa de uma série de fatores. Um deles é que os lotes de vacina Janssen enviados ao estado seriem insuficientes para realizar o reforço de todas as pessoas que tomaram a dose única do imunizante há mais de dois meses.

O estado também alertou para o risco de perda de doses da vacina Pfizer que estão armazenadas nos municípios e perto da validade. Após descongelamento, as vacinas têm prazo de 31 dias para serem usadas.

“O reforço para o imunizante da janssen também é satisfatório com vacinas heterólogas e vem sendo realizado em outros estados diante da escassez de janssen”, diz a nota técnica.

O reforço pode ser feito com a vacina da Janssen, mas na falta de doses, deve ser feito com Pfizer.

Redução do prazo para dose de reforço

No documento, o governo também oficializou a orientação para que os município com grande estoque de vacina reduzam o prazo para aplicação do reforço para quatro meses, no caso das outras vacinas. O governo afirma que a organização mundial da saúde considera o prazo de três a seis meses para esse reforço confiável.

De acordo com o estado, por causa da redução da demanda, no fim do ano, as doses da Pfizer deverão ser mantidas congeladas na Central Estadual de Rede de Frios durante dezembro, mas os municípios poderão fazer as solicitações quando necessário, de acordo coma cota disponível.

“O Estado do Rio Grande do Norte reforça que em caso de doses próximas ao vencimento que não serão utilizadas oportunamente, recomendamos que os municípios comuniquem à Regional de Saúde (Ursap) para realizar remanejamento e assim otimizar a utilização das doses da vacina contra Covid-19”, diz a nota.

Outra orientação é que o público a partir dos 18 anos que for tomar a primeira dose só seja vacinado com Pfizer ou Coronavac.

Como tomar a dose de reforço em Natal

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Natal, as pessoas que tomaram a vacina da Janssen e já completaram dois meses da imunização podem procurar qualquer ponto de vacinação levando cartão de vacina, documento com foto e comprovante de residência de Natal.

Há vacinação nas unidades básicas de saúde, drive-thru no Ginásio Nélio Dia e no Shopping Via Direta, além do trailer na Árvore de Mirassol. Veja os horários de cada unidade no site (aqui).

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ITALIANO QUERIA OBTER PASSAPORTE SANITÁRIO USANDO BRAÇO FALSO PRA TOMAR VACINA CONTRA COVID_19

Italiano tenta se ‘vacinar’ contra a Covid com falso braço de silicone

Homem de 50 anos tentou burlar a imunização para receber o passe sanitário indevidamente, mas foi flagrado pela enfermeira

A Itália intensificou sua campanha de vacinação em meio à quarta onda de casos de Covid

GIUSEPPE LAMI / EFE – EPA – 21.11.2021

Um italiano de 50 anos, da região de Piamonte, que queria obter o passaporte sanitário sem se vacinar contra a Covid-19, tentou em vão receber a vacina em um braço falso de silicone, informaram as autoridades locais nesta sexta-feira (3).

“O caso beiraria o ridículo se não estivéssemos falando de um gesto de enorme gravidade, inaceitável diante do sacrifício que a pandemia está fazendo toda a nossa comunidade pagar, em termos de vidas humanas e custos sociais e econômicos”, lamentou no Facebook o governador da região de Piamonte (noroeste), Alberto Cirio.

O homem em questão se apresentou na quinta-feira à noite em um centro de vacinas da cidade de Biella, em Piamonte, com a ideia de enganar os profissionais da saúde.

A prótese estava muito bem feita, mas a cor e a sensação do tato imediatamente geraram suspeitas na enfermeira encarregada de aplicar a vacina nele, que lhe pediu que tirasse a camisa, descobrindo sua tática.

Depois, ele pediu à enfermeira que agisse como se não tivesse visto nada, o que ela se recusou a fazer e avisou aos seus colegas, que ficaram pasmos.

“Terá que responder na Justiça”, afirmou Cirio.

Fonte: R7

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BOAS NOTÍCIAS: HOSPITAL DA UNIVERSIDADE DE HAVARD TESTA EM HUMANOS VACINA CONTRA ALZHEIMER

É muito bom quando temos novidades no campo da cura do Alzheimer. O destaque desta terça-feira da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS uma nova vacina nasal que já está sendo testada em humanos, na sua 1ª fase, num ensaio clínico no Hospital da Universidade de Harvard, nos EUA. Notícia super animadora, pois outros laboratórios também começam a desenvolver suas vacinas baseadas no mesmo princípio ativo da vacina de Harvard. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa super descoberta!

Vacina nasal contra Alzheimer será testada em humanos

Uma vacina nasal contra Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez, num ensaio clínico no Hospital da Universidade de Harvard, nos EUA.

Os cientistas vão analisar, principalmente, a segurança e a dose ideal do composto. Recentemente, também já começaram os testes da biofarmacêutica sueca Alzinova com outra vacina contra o Alzheimer. O primeiro paciente a receber a dose mora na Finlândia.

Howard L. Weiner, professor de neurologia na Escola de Medicina de Harvard e líder em pesquisas sobre o Alzheimer há quase 20 anos, se prepara para iniciar os testes clínicos da vacina, em formato de spray nasal, desenvolvida pelo seu grupo de estudo.

Prevenção

Com a vacina, os pesquisadores querem prevenir ou retardar a progressão da doença. E para isso o ensaio da Fase 1, em humanos, será conduzido no Brighan and Women’s Hospital, segundo maior hospital universitário da Escola de Medicina de Harvard.

Serão 16 participantes com idades entre 60 e 85 anos. Todos os voluntários estão com Alzheimer em estágios iniciais e não possuem quaisquer outros problemas de saúde relevantes.

Ele vão receber duas doses da vacina com intervalo de uma semana entre elas. Nesse primeiro teste, os pesquisadores devem analisar a segurança do composto e também determinar a dose ideal a ser administrada.

A vacina se baseia no estímulo ao sistema imunológico pra limpar as placas amiloides que são a chave da doença de Alzheimer.

Elas se formam quando pedaços da proteína beta-amiloide se acumulam nas células nervosas, bloqueando as sinapses, região dos impulsos nervosos, o que prejudica as memórias.

Medicamento aprovado

Em junho deste ano, a Food and Drug Administration (FDA), a Anvisa dos EUA, aprovou o primeiro medicamento para o Alzheimer, o aducanumab, mas a decisão veio acompanhada de polêmicas. Ainda não há consenso sobre a eficácia do remédio e mais testes clínicos foram solicitados à fabricante.

Há ainda outros medicamentos à base de anticorpos que podem entrar no mercado no futuro. A farmacêutica Eli Lilly planeja enviar dados de seu remédio, o donanemab, ao FDA até o final do ano. As empresas Biogen e Eisai também estão nessa corrida com seu medicamento, o lecanemab.

Com informações da Superinteressante

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BOAS NOTÍCIAS: COMEÇA A VACINAÇÃO DA 3ª DOSE DA VACINA PARA TODOS OS BRASILEIROS MAIORES DE 18 ANOS

Começa a aplicação da terceira dose da vacina contra Covid-19 em todo o Brasil para todos os brasileiros. O artigo a seguir mostra e explica como será feita a vacinação. O Ministério da Saúde anunciou nesta terça, 16, que todos os adultos com mais de 18 anos poderão receber a terceira dose de reforço. O único requisito é esperar o intervalo de cinco meses após a segunda dose. Então leia e se atualize!

Veja como será a aplicação da 3ª dose da vacina para todos o brasileiros

Sim, todos os brasileiros deverão tomar a 3ª dose da vacina contra Covid, ou seja, a mesma dose adicional que vem sendo aplicada apenas em idosos, profissionais de saúde e pessoas imunossuprimidas.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça, 16, que todos os adultos com mais de 18 anos poderão receber a terceira dose de reforço. O único requisito é esperar o intervalo de cinco meses após a segunda dose.

Já para quem tomou Janssen, é preciso tomar a segunda dose com intervalo de dois meses após primeira. Cinco meses depois, poderão tomar a dose de reforço.

De preferência os brasileiros deverão tomar como reforço a vacina da Pfizer como dose adicional. No entanto, a aplicação poderá ser diferente para quem tomou outros tipos de imunizantes.

Veja:

  • Vacinados com duas doses da CoronaVac
  • Vacinados com duas doses da AstraZeneca
  • Vacinados com uma dose da AstraZeneca e uma da Pfizer
  • Vacinados com duas doses da Pfizer
  • Vacinados com uma dose da Janssen
  • Para quem tomou duas doses de CoronaVac

E para quem tomou as duas primeiras doses da Pfizer, ainda não há definição de qual imunizante será aplicado como reforço

Os brasileiros que tomaram as duas primeiras doses de CoronaVac devem receber, prioritariamente, a dose adicional da Pfizer.

Caso o imunizante esteja indisponível, podem ser aplicadas também as vacinas Oxford/AstraZeneca ou Janssen. O intervalo entre a segunda dose e a dose adicional é de 5 meses.

Para quem tomou duas doses da AstraZeneca

Os brasileiros que tomaram as duas primeiras doses de AstraZeneca devem receber a dose adicional da Pfizer. Segundo o Ministério da Saúde, a ideia é que a vacinação seja feita de forma heteróloga, ou seja, com uma vacina diferente daquela aplicada na segunda dose. Dessa forma, não pode ser aplicada uma terceira dose de AstraZeneca. A CoronaVac não tem previsão de ser usada como dose adicional pelo Ministério da Saúde.

Para quem tomou uma dose da AstraZeneca e outra da Pfizer 

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nos casos de pessoas que tomaram a primeira dose da AstraZeneca e a segunda da Pfizer, a dose adicional deverá ser da Pfizer.

Para quem tomou duas doses da Pfizer 

O Ministério da Saúde afirmou que ainda está decidindo qual será a dose adicional aplicada em brasileiros que tomaram as duas primeiras doses da Pfizer. Como o imunizante começou a ser aplicado em abril, a pasta prevê que ainda há tempo para tomar a decisão de usar a mesma vacina ou tomar um imunizante diferente para promover a vacinação heteróloga.

“Ainda não está no tempo de aplicar esse reforço, mas esperamos ter informações concretas a esse respeito em um curto espaço de tempo”, justificou Queiroga.

Para quem tomou a dose da Janssen 

O ministro da Saúde explicou que a vacina da Janssen precisa de uma segunda dose – diferente da dose de reforço. Quem receber o imunizante pode tomar a segunda dose após dois meses, assim como funciona com a AstraZeneca – as vacinas tem plataforma similar. Só após cinco meses depois da segunda dose, quem tomou a vacina da Janssen poderá receber a dose adicional, preferencialmente a da Pfizer.

Quando começará aplicação 

A partir da próxima sexta-feira (19), o Ministério da Saúde vai distribuir doses da Janssen aos estados e municípios, para aplicação da segunda dose.

O Ministério da Saúde pretende começar a distribuição de vacinas específicas para aplicação da dose adicional na próxima semana. No entanto, o calendário de aplicação deve ser anunciado pelos estados e municípios.

Atualmente, já estão recebendo a dose de reforço idosos com mais de 60 anos e profissionais de saúde, além de pessoas imunossuprimidas após 28 dias do ciclo vacinal completo.

A previsão do Ministério da Saúde é terminar a aplicação da dose adicional até maio de 2022.

Com informações do Yahoo

Fonte: Só Notícia Boa

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APLICAÇÃO DA VACINA DA PFIZER EM CRIANÇAS DE 5 A 11 ANOS FOI APROVADA POR UNANIMIDADE PELO CDC NOS EUA

CDC aprova vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos nos EUA

Painel da entidade aprovou o uso emergencial e depende de autorização da diretora para iniciar imunização em breve

INTERNACIONAL

 Do R7

Aplicação do imunizante em 28 milhões de crianças pode começar ainda nesta semana

ERIK S. MENOR/EFE/EPA

O painel de especialistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) aprovou por unanimidade a aplicação da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças com idade entre 5 e 11 anos. Cerca de duas horas depois, Rochelle Walensky, diretora do órgão, deu também sua permissão para que a imunização pudesse ser iniciada no país. Assim, a vacinação de crianças pode começar já na manhã desta quarta-feira (3) nos EUA.

Com isso, a vacinação de crianças pode ser iniciada ainda nesta semana. Na última sexta-feira, a agência de alimentos e medicamentos do país (FDA) já havia feito a mesma aprovação para uso emergencial. A medida é considerada essencial já que o país está perto de entrar no inverno e teme novo surto da doença, especialmente em áreas com baixa vacinação de adultos.

A dra. Walensky apareceu rapidamente no início da reunião e disse que aquele era um dia que “muitos de nós estávamos ansiosos para ver”, mas que é apenas uma parte do combate à pandemia. “É importante que continuemos a vacinar o maior número possível de adultos para proteger as demais crianças nas comunidades”, disse ela, referindo-se aos menores de 5 anos.

Segundo o jornal New York Times, o governo federal americano preparou um programa com mais de 20 mil pediatras, médicos de família e farmácias para aplicar as vacinas. Cerca de 15 milhões de doses já estão sendo preparadas para distribuição.

As crianças vão receber um terço da dose autorizada para os maiores de 12 anos e adultos, em duas doses com intervalo de três semanas. Essas vacinas serão armazenadas em ampolas menores e aplicadas com agulha própria.

Os especialistas consideram a época do ano crítica porque, após semanas de queda nos números da doença, as reuniões familiares de feriados como o Dia de Ação de Graças e o Natal, realizadas quase sempre em locais fechados por causa do tempo frio, podem voltar a causar surtos de Covid-19.

Cerca de 2 mil escolas em todo o país precisaram ser fechadas após a reabertura, entre agosto e outubro, por causa de surtos localizados da doença.

Riscos e benefícios

Segundo o CDC, os dados dos testes realizados mostram que os benefícios da imunização superam os riscos em potencial. Durante a discussão, os especialistas analisaram informações sobre a possibilidade de o imunizante causar uma inflamação no coração, a chamada miocardite. Os testes mostram que o risco é maior entre homens de 16 a 29 anos, mas a grande maioria se recupera e a possibilidade de apresentação do problema cai bastante na faixa entre 12 e 15 anos.

No entanto, uma forma muito mais preocupante de miocardite pode acontecer em casos graves de Covid, segundo os estudos, e o CDC não conseguiu detectar nenhuma morte por miocardite causada pela vacina. “Pegar Covid traz muito mais risco ao coração do que a vacina”, disse um dos cientistas do CDC, Matthew Oster.

Segundo o CDC, cerca de 8,3 mil crianças entre 5 e 11 anos chegaram a ser internadas por Covid (e um terço delas precisou de terapia intensiva) desde o início da pandemia e pelo menos 94 morreram. O número é proporcionalmente mais baixo que o observado em outras faixas etárias, mas no auge do último surto, após a reabertura das escolas, crianças dessa idade responderam por 11% dos casos registrados, na semana de 4 a 10 de outubro.

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RESPONSÁVEIS POR IDOSOS DOMICILIADOS ACAMADOS DEVEM REALIZAR O CADASTRO NO SITE PARA DOSE DE REFORÇO DA VACINA CONTRA COVID-19

Natal cadastra idosos dos acamados para dose de reforço contra covid-19

Redação / Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Joana Lima / Secom

Os responsáveis ​​pelos idosos acamados domiciliados com idade a partir de 60 anos devem realizar o cadastrado do idoso no site https://vacina.natal.rn.gov.br/ solicitando que uma equipe de vacinação da Prefeitura do Natal, através do SMS, realizar uma dose de reforço da imunização contra Covid-19, a D3.

O cadastro prévio se faz necessário pelo fato de as equipes de vacinação estarem indo aos domicílios e muitos idosos não se encontram em casa, ou seja, não são considerados acamados. Em Natal, nas primeiras fases da campanha, cerca de 3.500 pessoas solicitadasam esse tipo de atendimento. Devemos à logística ser complexa, um SMS não está fazendo aviso antecipado de quando a equipe vai vacinar, pois considera o aviso prévio desnecessário uma vez que os idosos são considerados acamados.

“A dose de reforço é com o imunizante do Pfizer que exige uma temperatura adequada que dura apenas 6h e cada frasco possui apenas seis doses, então traçar como rotas e verificar se o idoso já completou os seis meses de quando pré-ereta a D2, exige toda atenção de nossas equipes. Por esse motivo, solicitamos o cadastro prévio ”, explica o secretário municipal de Saúde, George Antunes.

Para as pessoas que não têm acesso à internet podem ir na Unidade Básica de Saúde mais próxima e solicitar a dose de reforço do acamado domiciliado.

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EUA ACEITARÃO ENTRADA DE VIAJANTES IMUNIZADOS COM MESCLA DE DOSES DIFERENTES DE VACINA CONTRA COVID-19

EUA aceitarão entrada de viajantes com mescla de tipos de vacina

Imunizantes precisam estar na lista de medicamentos aprovados pela OMS (Organização Mundial da Saúde)

INTERNACIONAL

Da EFE

EUA vão aceitar a partir do dia 8 de novembro entrada de viajantes imunizados contra a Covid-19

KEVIN MOHATT / REUTERS – ARQUIVO

Os Estados Unidos aceitarão a partir de 8 de novembro a entrada de viajantes imunizados contra a Covid-19 com uma mescla de doses de diferentes tipos de vacina, desde que os imunizantes tenham sido aprovados pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A informação foi confirmada na mais recente atualização das diretrizes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), com ênfase em que só serão aceitos comprovantes de vacinação com os imunizantes que receberam aval da OMS.

“As pessoas que tiverem uma combinação de duas (diferentes) doses de uma vacina de dose dupla licenciada pela FDA (Food and Drug Administration) ou que constem na lista de uso de emergência da OMS serão consideradas vacinadas com o ciclo completo”, disse um porta-voz dos CDC à Agência Efe neste sábado.

“Embora os CDC não tenham recomendado a mistura de tipos de vacina em uma série primária, reconhecemos que isso é cada vez mais comum em outros países, motivo pelo qual deve ser aceito para a interpretação dos ensaios de vacinação”, acrescentou.

A Casa Branca anunciou na sexta-feira que abrirá suas fronteiras aéreas e terrestres em 8 de novembro aos viajantes internacionais com o ciclo vacinal completo, incluindo os de países que estão sujeitos a restrições de entrada há mais de um ano, como Brasil e Espanha.

A última atualização dos CDC sobre o assunto, divulgada na sexta-feira, frisa que “para efeitos de entrada nos Estados Unidos, as vacinas aceitas incluirão as licenciadas ou aprovadas pela FDA ou que constam na lista de uso de emergência da OMS”.

Até agora, a OMS autorizou as três vacinas aprovadas pela FDA — Pfizer/BioNTech, Moderna e Janssen — e também incluiu em sua lista duas versões da vacina da AstraZeneca, assim como as da Sinopharm e da Sinovac.

A Casa Branca também anunciou nesta semana que abrirá as fronteiras terrestres com o México e o Canadá, que estão fechadas para viagens não essenciais desde março de 2020, período que coincide com o surto da pandemia e ainda com a gestão de Donald Trump como presidente.

O plano de abertura dessas fronteiras terrestres consistirá em duas fases. A primeira entrará em vigor em 8 de novembro e exigirá comprovante de vacinação de visitantes em viagens consideradas “não essenciais”, como turismo ou visitas.

A segunda será em janeiro de 2022, quando o comprovante de vacinação será obrigatório para todos os viajantes, incluindo os caminhoneiros, que terão tempo de se vacinar antes de a exigência entrar em vigor.

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BRASIL OCUPA O 4º LUGAR NO NÚMERO DE DOSES APLICADAS DE VACINAS CONTRA CORONAVÍRUS

Painel da Vacina: Brasil está em 59° no ranking global e é 4º no total de doses

Até às 11h do sábado (9), são cerca de 98.824.442 brasileiros totalmente imunizados, ou seja, que tomaram as duas doses da vacina ou o imunizante de dose única

Luana Franzãoda CNN*

São Paulo

Vacinação contra a Covid-19 no BrasilVacinação contra a Covid-19 no Brasil Breno Esaki/Agência Saúde DF

O Brasil ocupa o 59º lugar no ranking global de aplicação de vacinas contra a Covid-19, com uma taxa de cerca de 117,64 a cada 100 habitantes. O país também ocupa o 4ª lugar no número de doses aplicadas, com 250.941.443, ficando atrás de China (mais de 2 bilhões), Índia (935 milhões) e Estados Unidos (400 milhões).

Até às 11h do sábado (9), são cerca de 98.824.442 brasileiros totalmente imunizados, ou seja, que tomaram as duas doses da vacina ou o imunizante de dose única.

A aplicação da terceira dose ou dose de reforço continua avançando, somando 2.590.818 pessoas que a receberam até o momento, de acordo com as informações reunidas pela CNN Brasil.

Os números apresentados podem ser ainda maiores, visto que nem todos os estados e municípios divulgaram suas últimas atualizações.

Entre os países do G20, o Brasil ocupa a 13ª posição na quantidade de doses aplicadas a cada 100 habitantes. Os primeiros lugares são ocupados por China, com 153,64 doses, Canadá, com 149,63, e Itália, com 142,55. Outros países que também estão a frente são França (141,99), Reino Unido (138,12), Japão (136,55) e Coreia do Sul (134,05).

Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Informações obtidas por Giovanna Bronze, Julyanne Jucá, Ludmila Candal, Giulia Alecrim, Vital Neto, Victória Cócolo e Beatriz Araújo

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EM NATAL, IDOSO ACIMA DE 80 ANOS PODERÁ TOMAR TERCEIRA DOSE DA VACINA NESTE SÁBADO (3)

Por g1 RN

 

Natal começa a aplicar terceira dose de vacina em idosos acima de 80 anos neste sábado (2) — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV CabugiNatal começa a aplicar terceira dose de vacina em idosos acima de 80 anos neste sábado (2) — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV Cabugi

Natal passa a aplicar a terceira dose da vacina contra a Covid em idosos acima de 80 anos neste sábado (2). A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde nesta sexta-feira (1º).

Para receber a chamada D3, é preciso ter concluído o esquema vacinal, com duas doses ou dose única de qualquer imunizante, há pelo menos seis meses. A SMS lembra ainda que é necessário levar carteira de vacina, comprovante de residência e documento com foto.

Neste sábado, os drives no Ginásio Nélio Dias, Palácio dos Esportes, Sesi e Shopping Via Direta estarão abertos das 8h às 16h.

A prefeitura confirmou também que, a partir de segunda-feira (4), vai reduzir a faixa etária para o público de 70 anos e mais, em todos os pontos de vacinação – incluindo drives e Unidades Básicas de Saúde.

Informações sobre a fila dos drives, documentação, prazos, locais de vacinação e perguntas frequentes estão na plataforma Natal Vacina.

Primeira dose

Pessoas a partir de 12 anos que ainda não tomaram a primeira dose podem se dirigir a um dos drives de vacinação para atendimento. Para agilizar a vacinação é importante o cadastro prévio na RN Mais Vacinas.

Segunda dose

Coronavac

As pessoas que completaram os 28 dias da primeira dose do imunizante Coronavac podem procurar as UBS do município ou qualquer drive-thru para receber a segunda dose.

Oxford

UBS do município e todos os drives estarão com aplicação da D2 da Oxford para quem se vacinou até o dia 19 de julho.

Grávidas que tomaram a D1 de Oxford

As gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e que, por recomendação do Ministério da Saúde, não tomaram a segunda dose poderão completar seu esquema vacinal com o imunizante da Pfizer e em todas as UBS do município ou qualquer ponto de aplicação.

Pfizer

A segunda dose da Pfizer está disponível nas UBS do município ou nos drives Nélio Dias, Palácio dos Esportes, Via Direta ou ginásio do Sesi para quem tomou a primeira dose até 6 de agosto.

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PASSAPORTE DA VACINA É SUSPENSO NO RIO DE JANEIRO PELA JUSTIÇA

Justiça suspende exigência do passaporte da vacina na cidade do Rio

Na decisão, o desembargador Paulo Rangel afirma que o passaporte é uma “ditadura sanitária”, faz analogia à escravidão e cita Hitler

Camille Couto

Mylena Guedes

Leandro Resende

da CNN

No Rio

 

O Tribunal de Justiça do Rio suspendeu a exigência do passaporte da vacina na cidade do Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira (29). A decisão do desembargador Paulo Rangel é em caráter liminar.

A suspensão foi solicitada por uma cidadã em um habeas corpus, e o desembargador estendeu para todos os que circulam na cidade do Rio.

Na decisão, Rangel afirmou que o passaporte é uma “ditadura sanitária” e fez analogia à escravidão.

“Se no passado existiu a marcação a ferro e fogo dos escravos e gados através do ferrete ou ferro em brasas hoje é a carteira da vacinação que separa a sociedade. O tempo passa, mas as práticas abusivas, ilegais e retrógradas são as mesmas. O que muda são os personagens e o tempo”

Paulo Rangel, desembargador

O passaporte de vacinação é exigido na capital fluminense desde o dia 15 de setembro. A medida visa restringir a circulação de pessoas não imunizadas contra a Covid-19, para evitar aumento do número de internações e mortes em decorrência do vírus. Segundo o decreto assinado pelo prefeito Eduardo Paes, o acesso a academias, piscinas e pontos turísticos era permitido apenas para as pessoas que comprovassem que receberam a dose da vacina. Segundo Rangel, a exigência do documento é uma afronta ao direito à liberdade de locomoção.

“Já disse em outra oportunidade e aqui repito. O decreto divide a sociedade em dois tipos: os vacinados e os não vacinados…O Prefeito está dizendo quem vai andar ou não pelas ruas: somente os vacinados. E os não vacinados? Estes não podem circular pela cidade. Estão com sua liberdade de locomoção cerceada. Estão marcados, rotulados, presos em suas residências. E por mais incrível que pareça tudo isso através de um decreto. A hipocrisia chega a tal ponto de não se perceber que o transporte público (BRT) anda lotado de gente. Metrô, barcas, ônibus idem”, escreveu.

A ação de interromper a exigência do documento já tinha sido analisada pelo Tribunal de Justiça em outra ocasião. Contudo, a desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves negou o pedido contra o decreto municipal, no dia 14 deste mês.

A Procuradoria do Município do Rio informou que ainda não foi notificada, mas vai recorrer da decisão. “Acrescenta ainda que nesta quarta-feira (29/9) apresentou recurso junto ao STF para sustar os efeitos da liminar que suspendeu a necessidade de apresentação do comprovante de imunização nos clubes Militar e Naval.”

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LOTE DE VACINAS PARA APLICAÇÃO DA TERCEIRA DOSE É DISTRIBUÍDO NO RN PELA SESAP

Terceira dose: lote com vacinas para dose de reforço em idosos é distribuído no RN

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação / Sesap

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) distribui, no início da tarde de sexta-feira (17), o primeiro lote de vacinas contra a covid-19 para a aplicação da terceira dose. Segundo a secretaria, foram encaminhadas aos municípios 20 mil doses de Pfizer. A orientação é que a vacinação de reforço deve começar pelos idosos acamados e aqueles que vivam em instituição de longa permanência.

Além dessas para o reforço, ainda estão sendo distribuídas, para segunda dose, mais 73.750 unidades, sendo 28.200 da Pfizer, 18.840 de Coronavac / Butantan e outras 26.710 de Astrazeneca / Fiocruz, imunizante que voltou a ser entregue pelo Ministério da Saúde.

Assim, totalizam-se 93.754 doses que a Sesap, com apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, encaminhamento com objetivo de continuidade à campanha de vacinação no Rio Grande do Norte.

Parte dessas vacinas foram recebidas no fim da tarde desta quinta-feira (16). Chegaram ao estado 67.780 doses, sendo 39.780 da Pfizer e 28 mil Astrazeneca / Fiocruz.

Até o fim desta manhã, uma plataforma RN + Vacina registrava pouco mais de 3,49 milhões de doses aplicadas em solo potiguar. São 2,24 milhões de pessoas que receberam ao menos uma dose, alcançando 84% do público-alvo. O recorte entre os maiores de idade vacinados com duas doses ou dose única é de 47% dos adultos, o que representa 1,25 milhões de moradores do RN.

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EVENTOS E LUGARES COM PRESENÇA DE PÚBLICO EM CAICÓ SERÁ EXIGIDO O PASSAPORTE DA VACINA CONTRA COVID-19

Prefeitura de Caicó institui uso do Passaporte da Vacina em lugares e eventos com presença de público

14 set 2021

Prefeitura de Caicó institui uso do Passaporte da Vacina em lugares e eventos com presença de público - Notícias do Pássaro

Foi publicado nesta segunda-feira (13), o Decreto 900/2021, assinado pelo prefeito Dr. Tadeu, que institui no âmbito do município, o Passaporte da Vacina, que comprove que o cidadão está imunizado contra a Covid-19. O documento com um QR Code, está disponível na plataforma integrada RN + Vacina, do Estado do Rio Grande do Norte.

Os estabelecimentos e serviços pertencentes ao setor de  eventos, tais  como  shows, bares fechados que ofereçam aos clientes atrações musicais, feiras, congressos, jogos, teatros, com a ocupação máxima, deverão solicitar ao público, para ter acesso ao local do evento, comprovante de vacinação do cidadão contra COVID-19, que será autenticado pelo Passaporte da Vacina.

Será exigida, no mínimo, a comprovação da primeira dose do imunizante contra o novo coronavírus.

A comprovação da condição vacinal também poderá ser realizada pelo registro físico, mediante apresentação do comprovante de vacinação, ou de forma digital, disponível na plataforma RN + Vacina.

Os estabelecimentos que não respeitarem as regras e restrições previstas neste decreto e os demais protocolos estabelecidos, ficarão sujeitos às penalidades cabíveis.

Para ter acesso ao Certificado, siga o passo-a-passo:

Acesse o site RNMAISVACINA, clica no botão COVID19, depois no botão CIDADÃO. Na sequência digite o seu CPF e depois, em AVANÇAR. Digite a SENHA de acesso, clique em CERTIFICADO DE VACINAÇÃO para gerar o documento com o QR CODE e imprimir.

Fonte: Política em Foco
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BOAS NOTÍCIAS: ACORDO EUROFARMA X PFISER/BIONTECH PRODUZIRÁ VACINA NO BRASIL

BOAS NOTÍCIAS: ACORDO EUROFARMA X PFISER/BIONTECH PRODUZIRÁ VACINA NO BRASIL
31/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic

TEXTO

Vacina da Pfizer será produzida no Brasil, após acordo

A Pfizer fechou acordo e anunciou que a vacina da farmacêutica norte-americana contra a covid-19 também será produzida aqui no Brasil.

A responsável pela produção será a empresa Eurofarma, com sede em São Paulo e no Rio de Janeiro. A Pfizer informou que serão produzidos 100 milhões de doses por ano no Brasil.

O anúncio foi feito pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech nesta quinta-feira 25, com a assinatura de uma carta de intenção com o laboratório brasileiro Eurofarma.

A empresa pretende fabricar imunizantes aqui para distribuição em toda a América Latina.

De acordo com a Pfizer, as “atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos começarão imediatamente” junto à Eurofarma.

A produção

A empresa brasileira receberá matéria-prima dos Estados Unidos e a fabricação de doses prontas começará em 2022.

A expectativa é de que a produção anual chegue a 100 milhões de doses, que serão distribuídas exclusivamente na América Latina.

“Nossa nova colaboração com a Eurofarma expande nossa rede global de cadeia de suprimentos — nos ajudando a continuar fornecendo acesso justo e equitativo à nossa vacina”, disse, em nota, Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer.

Atualmente, o Brasil tem fabricação própria de duas vacinas contra a Covid: a Coronavac, produzida no Instituto Butantan, em São Paulo, e a AstraZeneca, fabricada na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Incorporação ao SUS

A parceria com o laboratório brasileiro aponta para a utilização da vacina Pfizer contra a Covid-19 em uma eventual campanha anual de imunização contra o coronavírus.

Isso porque o fármaco é um dos únicos com registro definitivo aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Além disso, a vacina da Pfizer é uma das aprovadas pela Comissão Nacional de Inclusão de Tecnologia no SUS (Conitec) para incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Na prática, a medida inclui o imunizante ao rol de medicamentos do SUS, assim como outras vacinas que já fazem parte do sistema, como a da gripe, por exemplo. A vacina da AstraZeneca contra a Covid também foi incorporada ao sistema.

“Estamos disponibilizando nossos melhores recursos em capacidade industrial, tecnologia e qualidade para este projeto, para que possamos cumprir o contrato com excelência e contribuir com o abastecimento do mercado latino-americano ”, disse Maurízio Billi, Presidente da Eurofarma.

Atualmente, o Brasil tem dois contratos assinados com a Pfizer/BioNTech. O primeiro deles, fechado em março, está em vigência e prevê a entrega de 100 milhões de doses. Desse quantitativo, 1 milhão chegou ao país em abril e outros 2,5 milhões em maio.

O segundo contrato, assinado em maio deste ano, também prevê 100 milhões de doses. No entanto, as vacinas só devem chegar ao país no último trimestre do ano.

Com informações do Metrópoles

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SAÚDE: TODAS AS SALAS DE VACINAÇÃO DE NATAL PASSARÃO A DISPONIBILIZAR A VACINA CONTRA GRIPE

Por G1 RN

 

A vacina da gripe protege contra as influenzas A (H1N1), A (H3N2) e B, mas não contra o novo coronavírus. — Foto: Andrea Rego Barros/Prefeitura do Recife

A vacina da gripe protege contra as influenzas A (H1N1), A (H3N2) e B, mas não contra o novo coronavírus. — Foto: Andrea Rego Barros/Prefeitura do Recife

Todas as 65 salas de vacinação em Natal passam a oferecer a vacina contra a gripe a partir desta quarta-feira (18). Com isso, os pontos extras como a praça Augusto Leite e o ginásio Nélio Dias deixam de funcionar.

O público alvo da vacina da gripe é a população com mais de seis meses de idade. Para se vacinar, a pessoa deve levar comprovante de residência, documento com foto e cartão de vacinação.

O Ministério da Saúde orienta que haja intervalo de pelo menos 14 dias entre doses das vacinas contra a Covid e Influenza.

Quem tomou a Coronavac, contra a Covid, deve esperar concluir o esquema vacinal com a segunda dose e aguardar 14 dias para tomar a vacina contra Influenza.

Quem tomou Oxford ou Pfizer, deve contar 14 dias após a primeira dose para tomar a vacina da Influenza e aguarde mais 14 dias para tomar a segunda dose do imunizante contra o novo coronavírus.

“Vamos disponibilizar a vacina de Influenza em todas as salas de vacinação até durar o estoque. O intervalo necessário de 14 dias entre a vacina contra o Coronavírus e a Influenza retardou um pouco o cumprimento da meta até o momento, porém, com a ampliação de mais salas de vacina, estamos dando mais acesso a população”, explica o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

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EM NATAL, PESSOAS COM 20 ANOS SERÃO VACINADAS NA SEGUNDA-FEIRA E NA TREÇA-FEIRA AS DE 19 ANOS

Natal vacina pessoas de 20 anos na segunda-feira e de 19 anos na terça-feira

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Heilysmar Lima

Natal vacinará nesta segunda-feira (16), as pessoas com 20 anos e na terça-feira (17) é uma vez dos jovens com 19 anos. A prefeitura acredita que ainda na próxima semana a capital alcance a faixa etária dos 18 anos e com isso conclua a fase atual do Plano Nacional de Imunização. Na capital potiguar, a vacinação segue de segunda-feira a sábado,

“Nossa estrutura vacinal está pronta. Acreditamos que com a chegada de novas doses estaremos nos próximos dias vacinando os jovens de 18 anos. Natal é uma das cidades do nordeste que mais avança na imunização ”, comenta Álvaro Dias, prefeito de Natal.

O secretário de Saúde, George Antunes, faz um apelo à população para que complete o esquema vacinal. “Tão importante como a primeira dose é a segunda, só assim nos sentiremos protegidos. A estrutura está pronta são mais de 40 pontos de vacinação, então eu peço, vão se vacinar ”, relata,

A vacinação contra Covid-19 acontece em 35 UBS e nos cinco drives (SESI, Nélio Dias, Via Direta, Palácio dos Esportes e Arena das Dunas), todos os endereços, horário de funcionamento, tempo de fila nos drive e dúvidas podem ser acessadas através do https://vacina.natal.rn.gov.br/ . É importante que a população faça o cadastro no RN Mais Vacinas.

Segunda dose

As 35 UBS e os drives (Palácio dos Esportes, Via Direta, Sesi, Nélio Dias e Arena das Dunas) aplicam a D2 dos imunobiológicos de Oxford, Coronavac e Pfizer (exceto Arena que não dispõe de Pfizer). Para receber a vacina basta estar com cartão de vacinação, documento com foto, comprovante de residência do município e dentro do prazo para a aplicação da D2.

Confira os prazos abaixo para ver quem está apto a receber a segunda dose:

Oxford
Pode receber a D2 quem conferir a primeira dose até 25 de maio, ou 85 dias.

Coronavac
Pode receber a D2 que completou 28 dias da primeira dose.

Pfizer
Pode receber a D2 quem confere a primeira dose até 21 de maio.

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INSTITUTO EM COSTA DO MARFIM CONFIRMA PRIMEIRO CASO DE EBOLA NO PAÍS DESDE 1994

Costa do Marfim registra primeiro caso de ebola desde 1994

País fez acordo com a Guiné para receber mais de 5 mil doses de vacina contra a doença

Costa do Marfim não registrava caso confirmado de ebola desde 1994

CELLOU BINANI / AFP

O Instituto Pasteur da Costa do Marfim confirmou neste sábado (14) o primeiro caso de ebola no país desde 1994, segundo divulgou o Ministério da Saúde do país e a Organização Mundial da Saúde.

De acordo com as primeiras informações, a paciente em questão havia viajado no último dia 12 para a capital marfinense, Abidjan, por via terrestre, vindo da vizinha Guiné, que anunciou em 19 de junho o fim do último surto da doença.

A mulher que foi diagnosticada com ebola tem 18 anos, nasceu em Guiné e foi internada em um hospital após sentir febre, conforme indicou o Ministério da Saúde da Costa do Marfim.

Segundo a OMS, não há indicação até o momento de que haja uma conexão entre o surto no território marfinense com o de Guiné, “mas pesquisas e a sequenciação genética identificarão a cepa e determinação se existe uma conexão entre ambos”.

Durante este ano, também chegaram a ser declarados surtos na República Democrática do Congo (RDC), cujo fim foi declarado em 3 de maio.

No entanto, esta a última vez em que foi registrado um surto em uma grande capital, como Abidjan, foi entre 2014 e 2016, resultando na morte de 11,3 mil pessoas.

Na Costa do Marfim, nenhum caso havia sido confirmado desde 1994, quando o vírus saltou de uma família de chimpanzés para um pesquisador que trabalhava na região.

“É uma grande preocupação que este surto tenha sido declarado em Abidjan, uma metrópole com mais de 4 milhões de habitantes”, indicou a diretora regional da OMS para a África, Matshidiso Moeti, por meio de comunicado.

A agência, além disso, indicou que 5 mil doses de vacina contra a doença que tinham sido reservadas para enfrentar o surto na Guiné, estão sendo transferidas para a Costa do Marfim, graças a um acordo entre os Ministérios da Saúde dos dois países.

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REVERENDO QUE NEGOCIOU VACINA EM NOME DO GOVERNO SERÁ OUVIDO NESTA TERÇA-FEIRA NA CPI DA COVID

Por Marcela Mattos, G1 — Brasília

 

CPI retoma depoimentos e mira em intermediárias de vacinasCPI retoma depoimentos e mira em intermediárias de vacinas

Após pausa de duas semanas em função do recesso parlamentar, a CPI da Covid no Senado retoma os trabalhos nesta terça-feira (3) com foco mantido nas investigações sobre as negociações de vacinas contra o coronavírus.

Nesta manhã, os senadores vão ouvir o reverendo Amilton Gomes de Paula, fundador de uma entidade privada chamada Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah).

O reverendo é uma peça-chave para mostrar como o governo brasileiro negociou a aquisição de imunizantes por meio de intermediários. No caso de Amilton Gomes, ele negociava a venda de 400 milhões de doses da AstraZeneca.

A oferta se dava em meio a uma escassez mundial de vacinas e mesmo após a própria farmacêutica ter informado que a venda do imunizante se daria apenas por meio de contratos diretos, sem intermediários.

A Senah é uma organização evangélica fundada em 1999, com sede em Águas Claras (DF), região próxima a Brasília. Após a fundação, a entidade desenvolveu projetos de ação sociocultural no Distrito Federal e em cidades do entorno.

Com esse histórico – e de maneira ainda inexplicada –, a Senah ganhou autonomia do governo para negociar a aquisição de vacinas.

Conforme mostrou o Jornal Nacional, o então diretor de Imunização do Ministério da Saúde Lauricio Monteiro Cruz deu aval para que o reverendo e a Senah negociassem a vacina AstraZeneca em nome do governo brasileiro com a empresa americana Davati Medical Supply. Veja no vídeo abaix

Ministério da Saúde exonera diretor que deu aval para reverendo negociar compra de vacina

O reverendo teve reuniões no Ministério da Saúde com Lauricio e com o então secretário executivo Elcio Franco – que concentrava, no ministério, as decisões sobre a compra das vacinas.

E-mails de março deste ano indicam que o reverendo propôs a compra do imunizante a US$ 17,50 por dose, valor três vezes mais caro que os US$ 5,25 pagos pelo ministério em janeiro a um laboratório da Índia

CPI da Covid já ouviu 33 depoimentos; relembre os mais importantes

Ministério: portas abertas ao reverendo

O nome de Amilton Gomes foi apresentado à CPI pelo policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que diz ser vendedor da Davati. Conforme relatou, a empresa também chegou ao ministério graças à ação do reverendo, que abriu as portas da pasta para as negociações com a empresa.

Outro vendedor da Davati, Cristiano Carvalho também citou o reverendo em seu depoimento à comissão e reforçou a versão de que foi ele quem iniciou as tratativas com o governo brasileiro. Ainda de acordo com Carvalho, o reverendo também tentou expandir os negócios com o Paraguai e a Arábia Saudita.

“No primeiro momento, eu fiquei totalmente incrédulo, porque o posto de reverendo, vamos dizer assim, não é uma coisa muito comum”, afirmou Carvalho, que também participou de reunião no Ministério da Saúde.

As negociações entre o governo brasileiro e a Davati não se concretizaram – e acabaram virando caso de polícia. Dominghetti acusou o então diretor de Logística Roberto Dias de cobrar propina no valor de US$ 1 por dose do imunizante. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a acusação.

Até o momento, a Davati e seus representantes no Brasil não indicaram de onde viriam essas supostas milhões de doses, já que a Astrazeneca dizia não trabalhar com intermediários. Nenhuma prova foi apresentada sobre a existência real dessas vacinas.

Exclusivo: Herman Cardenas, dono da Davati, diz ter sido enganado por parceiros brasileiros

Adiamento

Inicialmente, o depoimento do reverendo Amilton Gomes estava previsto para o dia 14 de julho. Ele, no entanto, apresentou um atestado médico solicitando o adiamento da oitiva.

Na véspera, o reverendo também acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo para que fosse reconhecido o direito de permanecer em silêncio diante de perguntas que pudessem incriminá-lo. O pedido foi acatado pelo presidente da Corte, ministro Luiz Fux.

Dessa forma, conforme a decisão de Fux, o reverendo pode se recusar a responder perguntas sobre fatos que o incriminem, mas terá de dizer a verdade sobre fatos dos quais foi testemunha.

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