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SEGUNDO FÓRUM DE SEGURANÇA PÚBLICA, O NÚMERO DE HOMICÍDIOS NO BRASIL É O MENOR REGISTRADO DESDE 2011

Brasil tem menor taxa de homicídios em dez anos, diz anuário

Dados do 16º anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que país registrou o equivalente a 130 mortes por dia ao longo do último ano

Ítalo Lo Re,

do Estadão Conteúdo

País registrou o equivalente a 130 mortes por dia ao longo do último anoPaís registrou o equivalente a 130 mortes por dia ao longo do último anoESTADÃO CONTEÚDO

 

O Brasil registrou 47.503 homicídios ao longo do último ano, o equivalente a 130 mortes por dia, segundo dados divulgados, nesta terça-feira (28), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O número representa queda na comparação com 2020 e é o menor registrado desde 2011, quando se inicia a série histórica. Entre os motivos, especialistas apontam uma estabilização de conflitos entre facções criminosas, que na última década avançaram pelo Norte e Nordeste do País, e a implementação de programas estaduais focalizados em públicos mais jovens.

“As mortes caíram, o que é boa notícia”, disse ao Estadão o diretor-presidente do Fórum, o sociólogo Renato Sérgio de Lima.

“Mas comparando internacionalmente o número ainda é muito alto”, ponderou. Segundo ele, os dados divulgados neste ano foram contrapostos aos índices de 102 países, reunidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A comparação, segundo ele, não é positiva. “O Brasil é líder na quantidade absoluta de mortes e está entre os dez países mais violentos do planeta”, disse Lima.

“Quando se olha com zoom, 30 cidades brasileiras têm taxas acima de 100 mortes por 100 mil habitantes”, disse ele, reforçando que o índice nesses municípios é maior que o de qualquer país no mundo.

Entre as 30 cidades mais violentas do País, aponta o levantamento, 13 integram a Amazônia Legal e a maior parte delas está situada na região de fronteira.

“Existe um processo de migração da violência para a região Norte”, explicou Lima. Como causa disso, ele atribui a atuação na região de facções de bases prisionais e de milícias, o que teria elevado os índices de violência em Estados como, principalmente, o Amazonas.

O material do Fórum aponta que os registros de homicídio caíram em todas as regiões do País, exceto na Norte. Nela, foram registrados 6.291 assassinatos no último ano, ante 5.758 em 2020.

A maior alta foi no Amazonas, onde as mortes subiram de 1.121 para 1.670. Recentemente, o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram mortos em Atalaia do Norte, na fronteira do Estado. O crime chamou atenção para a alta da violência na área.

Os conflitos na Amazônia, explicou Lima, dão continuidade a uma série de disputas entre facções que vêm ocorrendo desde 2017 e que antes resultaram na alta de homicídios no Nordeste.

Em 2017, o Nordeste chegou a registrar 27.288 homicídios. Agora, ainda é a líder em registros no País, mas passa por um processo de estabilização – foram 20.500 ocorrências em 2021.

Neste período, outras regiões entraram no radar das facções. “Tabatinga (AM) hoje é considerada a segunda principal cidade de tráfico internacional de drogas e armas. Só perde para a rota de Ponta Porã (MS)”, destacou Lima.

“A rota de Ponta Porã é controlada pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), já a de Tabatinga é controlada pelo Comando Vermelho. Mas essas rotas são disputadas.”

Os conflitos pelo controle de regiões como essas, explicou, são um dos principais motivos que justificam a alta de mortes em regiões específicas do mapa, ao mesmo tempo em que outras localidades parecem sair de foco. “A área de Tabatinga ainda tem toda a interligação com as questões ambientais”, diz ele, lembrando que as execuções de Bruno Pereira e Dom Phillips, no Vale do Javari, foram perto daquela região.

“Mas o tráfico sozinho não explica isso (as variações nos homicídios), há outros fatores”, disse Lima. Conforme o diretor do Fórum, 23% da tendência observada em 2021 – seja de alta ou de diminuição dos índices de criminalidade – recebeu influência de alterações na estrutura demográfica da população brasileira.

“A gente sabe que quem morre mais e mata mais são os jovens”, disse o sociólogo. O processo de envelhecimento da população também resvala nos índices de criminalidade.

Lima reforça que as faixas de 10 a 19 anos e de 20 a 29 anos são as que mais influenciam nos indicadores, o que demanda políticas públicas focalizadas.

“É nesse segmento que a dinâmica da violência letal tem maior peso e, portanto, é nesse segmento que a gente tem que olhar com mais atenção o que está sendo feito”, disse.

Nesse contexto, ele reforça que programas específicos dos governos estaduais também podem ter influenciado a queda dos homicídios, sobretudo para evitar com que jovens sejam cooptados pelo crime organizado. Como exemplo, cita as iniciativas Viva Brasília, no Distrito Federal, e RS Mais Seguro, no Rio Grande do Sul.

“Esses programas, segundo os estudos disponíveis, funcionam. O problema é que são circunscritos à liderança do gestor daquele momento”, ponderou Lima.

Como não houve mudança estrutural na área, explicou, iniciativas como essas podem perder impacto, a depender dos planos dos próximos gestores.

Já o impacto da pandemia e das medidas de isolamento social em 2020 e no ano passado, segundo os analistas do Fórum, foi maior em crimes patrimoniais ou de oportunidade, como roubos, do que nos assassinatos.

Armamento e assassinatos

Nos últimos anos, relembrou ele, os discursos foram muito pautados pelo armamento da população. A facilitação do acesso às armas é uma das principais bandeiras do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição.

Conforme levantamento do Fórum, porém, esse não é um fator que reduz a criminalidade.

“A tese do governo seria ‘quanto mais armas, menos crimes’. Nos Estados que tiveram maior variação positiva no número de armas em circulação, deveria haver maior queda nos homicídios. E não é isso que acontece, a dispersão é muito grande, não existe um padrão.”

Conforme Lima, o levantamento mostra que há cerca de 4,4 milhões de armas de fogo em mãos de civis no País. Dessas, 1,5 milhão estão em circulação irregular, com registros expirados, o que se mostra inclusive como um ponto de preocupação.

“Mais de um terço das armas de fogo nas mãos de civis na circulação do País são armas irregulares, mostrando o grau de descontrole que as armas hoje encontram”, apontou. “Falta uma política de controle e rastreabilidade que, para a segurança pública, seria fundamental.”

Letalidade policial

Assim como os homicídios, a letalidade policial também teve queda em números absolutos: foi de 6.413, em 2020, para 6.145, no último ano, uma redução de 4,2%.

Ainda assim, a fatia ocupada por óbitos desse tipo, que compreendem as mortes decorrentes de intervenções policiais, teve leve aumento.

Foi de 12,7% para 12,9% das mortes violentas intencionais, que incluem ainda casos de homicídios dolosos (quando há intenção de matar), latrocínios (roubo seguido de morte) e lesões corporais seguidas de morte.

Lima reforçou que a queda em números absolutos da letalidade no País foi puxada por São Paulo, cujas mortes após intervenções policiais caíram de 814 para 570 em um ano.

Na avaliação de Lima, como o programa de câmeras ainda não atingiu o Estado todo, ainda não é possível correlacionar a baixa à adoção da tecnologia, que tem mostrado bons resultados em análises amostrais.

“A câmera é só um instrumento. O que aconteceu em São Paulo, que é mais importante, é uma política, como a própria PM chama, de compliance e controle. Reforçou a supervisão da atividade policial”, explicou o sociólogo.

“A polícia de São Paulo fez uma decisão de comando de controlar mais a sua tropa na rua, e isso tem esse impacto positivo. A câmera, por exemplo, no Rio de Janeiro ou em outro Estado não necessariamente vai funcionar se não vier junto da supervisão da atividade policial.”

Na outra ponta, Lima destacou que o Amapá chamou atenção em termos de letalidade policial. Ao todo, 31,8% dos homicídios no Estado foram por letalidade policial neste ano, número que corresponde a mais do que o dobro da média nacional (12,9%). Na região Sudeste, a maior letalidade é no Rio (28,5%).

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TAXA DE INFLAÇÃO ANUAL DO CANADÁ ACELEROU REGISTRANDO MAIOR ALTA EM 40 ANOS

Inflação no Canadá atinge maior alta em 40 anos

O preço da gasolina foi o grande vilão

Nas bombas, o combustível ficou 12% mais caro para os canadenses

Nas bombas, o combustível ficou 12% mais caro para os canadenses | Foto: Reprodução/Unsplash

A taxa de inflação anual do Canadá acelerou para 7,7% em maio, registrando a maior alta desde janeiro de 1983. O índice foi divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país nesta quarta-feira, 22.

No mês passado, a elevação da inflação ocorreu, em grande parte, por causa do preço mais alto da gasolina, que subiu 12% em maio. Segundo a divulgação, isso foi em decorrência da alta do petróleo, resultado da incerteza da oferta em meio à invasão da Ucrânia, bem como a maior demanda pelo combustível.

Serviços, como hotéis e restaurantes, também contribuíram para a elevação do índice, com as acomodações 40% mais caras. Os custos com a energia elétrica também subiram, chegando a 35% em maio na comparação anual.

Os preços dos alimentos permaneceram elevados em maio, com o valor médio quase 10% maior. Com esse cenário, os canadenses relataram que os produtos alimentícios foram os que mais pesaram no custo de vida das famílias. As interrupções na cadeia de suprimentos, os custos mais altos de transporte e insumos, continuaram pressionando a inflação no Canadá.

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DEPOIS DE QUASE TRÊS MESES DE ESTABILIDADE NO BRASIL TAXA DE TRANSMISSÃO DO CORONAVÍRUS VOLTOU A CRESCER NO PAÍS

Taxa de positividade para Covid-19 aumenta 18 pontos percentuais em 30 dias, diz Abramed

Último boletim InfoGripe da Fiocruz mostra que aproximadamente 48% dos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) foram decorrentes do coronavírus

Nathalie Hanna Alpaca

da CNN*

no Rio de Janeiro

Breno Esaki/Agência Saúde DF

Depois de quase três meses de estabilidade, a taxa de transmissão do novo coronavírus voltou a indicar um novo crescimento da doença no país. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), instituição que representa os laboratórios de diagnóstico, mostra que a taxa de positividade aumentou de 10,2% para 28,8% em apenas 30 dias.

De acordo com o Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na quinta-feira (26), aproximadamente 48% dos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) foram decorrentes da doença. Além disso, 84% das mortes por SRAG também estão relacionadas ao coronavírus.

Apesar dos números serem referentes a um período de sete dias, o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que essa tendência já vem se repetindo há algum tempo. “Essa propensão vem sendo observada desde a semana epidemiológica de 24 a 30 de abril”, explica, acrescentando que “a estimativa é de 6 mil casos de SRAG na semana epidemiológica de 15 a 21 de maio”.

“Na população adulta, a média móvel de casos semanais teve um aumento de cerca de 82% na comparação com o observado no começo de abril. Nas crianças, o vírus sincicial respiratório (VSR) continua sendo predominante. Nas demais, a Covid-19 é a principal causa entre os casos com identificação laboratorial”, ressalta.

O coordenador do boletim observa que há diversos fatores que auxiliaram no crescimento dos casos, entre eles o relaxamento com o uso de máscara, a falta de adesão à dose de reforço pela população adulta e o período desde o último pico da Covid-19, que ocorreu entre dezembro e janeiro.

“O relaxamento quase que total em relação aos cuidados, como uso de máscara, já tinha levado a esse aumento de SRAG por outros vírus respiratórios em crianças nos meses de fevereiro e março, por conta do retorno às aulas presenciais. Ao mesmo tempo, vimos que as pessoas pensavam que não era necessário ter nenhum cuidado, então tudo isso influencia”, diz.

“Adultos sem dose de reforço e o último pico do coronavírus, que ocorreu já faz 4 meses, fazem com que a imunidade já não esteja tão boa. A dose de reforço foi implementada porque os dados mostraram o quanto ela era importante, especialmente frente à variante Ômicron. É como a vacina anual da gripe, que não chamamos de reforço, mas é basicamente a mesma lógica”, diz o pesquisador.

“Não é dizer que deveríamos ter mantido todas as medidas durante todo esse tempo, mas ao menos usar máscara no transporte público, em lugares fechados ou com muita gente, especialmente no ambiente escolar”, completa.

O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, afirma que o aumento nos casos de SRAG no período de inverno é normal, mas destaca que necessidade de vigilância para possível aumento no número de casos em comparação aos dois últimos anos.

“O aumento de casos já era esperado e a expectativa é que os casos aumentem mais nos próximos meses por conta do inverno. É natural que tenha após quatro meses da onda anterior. Associado a isso, estamos entrando no período de sazonalidade nas SRAG, que tem um aumento todos os anos, antes mesmo da Covid. A única questão que temos que observar é se o número de casos será superior ao período pré-pandemia, o que pode ser um alarde”, aponta o presidente da SBI.

Vacinação no Brasil

O Ministério da Saúde informou à CNN que mais de 83% da população se vacinou com a primeira dose e 76,7% com a segunda dose ou dose única.

De acordo com a pasta, o governo federal já distribuiu mais de 487,7 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 e cerca de 48 milhões de pessoas estão aptas a receber a dose de reforço. O ministério também recomenda aos estados e municípios que façam a busca ativa da população para completar o esquema vacinal contra a Covid-19.

Chebabo também chama atenção para a cobertura vacinal da dose de reforço, que está baixa para o público brasileiro. Segundo ele, é esperado que tenha um aumento no número de casos de Covid-19, mas se as pessoas não se imunizarem, é possível que os casos se tornem graves.

“O que se sabe é que a subvariante que está crescendo é a BA.2. A vacinação da dose de reforço não está suficiente, o ideal é que chegue a 70% a 80% para que as pessoas não percam a proteção e que não aumentem os casos graves por falta de vacinação”, completa.

Fonte: CNN

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SAÚDE: SEGUNDO DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, A TAXA DE MORTALIDADE MATERNA NO RN DOBROU EM UM ANO

RN mais que dobra taxa de mortalidade materna em um ano

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Covid-19 e isolamento social podem ter contribuído para aumento dos óbitos | Foto cedida

No Rio Grande do Norte, a taxa de mortalidade materna registrou um aumento de 103% entre 2020 e 2021, revelam os dados registrados no Painel de Monitoramento de Mortalidade do Ministério da Saúde, No ano de 2020 a razão de mortalidade materna foi de 72,5 por 100 mil nascidos vivos, enquanto em 2021 foi de 147,2 por 100 mil nascidos vivos. A taxa é superior à média nacional, que foi de 107 mortes. A Covid-19 e o isolamento contribuíram para o aumento dos óbitos. A mortalidade materna ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez. Também se considera nesta categoria, a morte após um ano do parto, se houver causa relacionada com ou agravada pela gravidez, ou por medidas em relação a ela, como mortalidade materna tardia.

“A Covid-19 trouxe um agravamento na saúde materna em diversos sentidos. Primeiro pelo aumento da morbidade e mortalidade nas gestantes e puérperas acometidas pela doença, como também pelo afastamento das mulheres do consultório médico com temor em contrair a doença, e, dessa forma, descuidando de outras enfermidades, como hipertensão e diabetes. Além disto, diversas unidades básicas de saúde reduziram o atendimento devido ao isolamento social e de as unidades de terapia intensiva (UTIs) estarem superlotadas”, elenca os motivos Elvira Mafaldo, secretária executiva da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn).

De acordo com o Ministério da Saúde, 92% dos casos de mortalidade materna são por causas evitáveis; dentre as principais, destacam-se a hipertensão, hemorragia, infecções puerperais e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo aborto. Nestes últimos anos, mais uma causa foi somada a essa lista, o que gerou forte impacto sobre os casos: a Covid-19. Antes da pandemia, a média era de 50 por 100 mil nascidos vivos. Apesar de menor, a taxa ainda era alta se comparada ao ideal, a Organização Mundial de Saúde preconiza que a taxa deve ser inferior a 20.

Com essa disparada de casos no contexto da pandemia, a especialista analisa, se tornou ainda mais difícil ao Brasil atingir a meta de redução da razão de mortalidade materna (RMM) para 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030, desafio esse assumido para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Infelizmente, o Brasil já não havia conseguido cumprir a meta prevista anteriormente de 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2015.

Para mudar esse cenário, Elvira Mafaldo elenca como necessário um planejamento reprodutivo adequado; o acesso aos métodos contraceptivos para os casais (conhecendo o mecanismo de ação, de efeitos colaterais, reversibilidade); o direito a consulta pré-concepcional; o acesso às vacinas e exames necessários para uma saúde adequada antes de engravidar; um pré-natal de qualidade e resultados de exames em tempo hábil, além da certeza de ter uma maternidade de referência onde a gestante possa ser atendida não só no parto, mas também caso haja alguma intercorrência durante a gravidez. “Somente assim, poderemos proporcionar à mulher uma melhor qualidade de saúde durante a sua vida reprodutiva e enfim alcançar a meta estabelecida ao País”, pontua.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: TAXA DE EXCESSO DE PESO NOS JOVENS BRASILEIROS DE 18 A 24 ANOS AUMENTOU MAS DE 70%

Excesso de peso aumenta mais de 70% entre jovens de 18 e 24 anos

Já pessoas acima de 35 anos engordaram acima da média do país desde 2006, de acordo com dados do Ministério da Saúde

Nathalie Hanna Alpaca

da CNN*No Rio de Janeiro

Sobrepeso não é um fenômeno novo, mas aumenta a cada anoSobrepeso não é um fenômeno novo, mas aumenta a cada ano I Yunmai/Unsplash

Nos últimos 15 anos, a taxa de excesso de peso dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos aumentou de 20,65%, em 2006, para 35,71%, em 2021 – uma alta de mais de 70%. Em pessoas de 25 a 34 anos, houve um salto de 37,67% para 54,41%, com um crescimento de 44% no período. Os dados foram obtidos por meio do sistema Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

De acordo com Gilberto Kac, professor titular do Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o sobrepeso não é um fenômeno novo, mas aumenta a cada ano.

Não tem dúvida que o excesso de peso e obesidade são problemas graves. Eles podem gerar diabetes, hipertensão, vários tipos de câncer, problemas osteoarticulares e cardiovasculares. Observamos que esse obstáculo cresce cada vez mais em países desenvolvidos, como no Reino Unido e Estados Unidos, mas, nos últimos anos, vemos isso principalmente em países subdesenvolvidos e de baixa renda, como o Brasil.

Gilberto Kac

Kac ressalta que é mais comum que esses problemas de saúde se manifestem em pessoas mais velhas. Mas, segundo o nutricionista, os jovens podem sofrer riscos precoces de acordo com o quadro de saúde, principalmente em casos de sedentarismo.

Além dos jovens, pessoas acima de 35 anos engordaram acima da média do país em todos os anos disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Em 2006, 48,55% dos brasileiros apresentavam sobrepeso na faixa etária de 35 a 44 anos. Em 2021, esse número foi de 62,38%. O mesmo ocorreu nos indivíduos de 45 a 54 anos: de 54,74% saltaram para 64,39%.

O professor Gilberto Kac analisa que há diversos fatores que impulsionam esse aumento, como o sistema alimentar atual e a falta de atenção do poder público.

Existe uma questão de poder aquisitivo e de acesso. Há vários conglomerados industriais que pressionam esses indivíduos, por meio do marketing, para fazer o consumo de produtos ultraprocessados, como biscoitos e refrigerantes, e outros itens com características de baixo custo. Além disso, a falta de regulamentação governamental e a rotulagem frontal desses produtos deveriam ter programas muito mais avançados para proteger a população desse tipo de formação de paladar.

Gilberto Kac

Em dados gerais, 42,74% da população brasileira estava acima do peso em 2006. Já em 2021, último ano divulgado pelo sistema do órgão federal, esse índice era de 57,25%.

Economia afetada

Os problemas de saúde causados pelo sobrepeso podem afetar até a economia, segundo a economista e professora da Ibmec Vivian Almeida. Ela explica que quanto mais pessoas doentes, maiores as chances da produtividade do mercado ser atingida negativamente.

“Pessoas com doenças crônicas, de todas as faixas etárias, podem afetar a produtividade, principalmente os jovens, que são a raiz e energia da população economicamente ativa. O físico faz grande parte disso, desde o trabalho braçal até o intelectual. Então isso tende a escalonar. É um processo e um problema instigante, que pode afetar o PIB do país. A economia somos nós. A pessoa é a economia. Se a saúde da pessoa não estiver boa, nada estará 100%”, avalia.

Além da saúde, Vivian pontua que a alta nos preços dos alimentos causados pela inflação faz com que as pessoas procurem uma saída, como alimentos mais baratos e ultraprocessados.

“É possível observar uma perda do consumo há um tempo. Paulatinamente e de modo convergente, a perda de renda e o consumo mostra uma piora na alimentação. Exemplo disso temos os ultraprocessados, que são atrativos por muitas questões: mais baratos, acesso. Se observarmos pelo lado do consumo, esse vai sendo o efeito no corpo do brasileiro. Em média, a piora de alimentação está relacionado à piora de saúde”, completa a especialista.

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SEGUNDA-FEIRA (04) COMEÇA A INSCRIÇÃO PARA PEDIDO DE ISENÇÃO DA TAXA DO ENEM PARA EDIÇÃO DESTE ANO

SEGUNDA-FEIRA (04) COMEÇA A INSCRIÇÃO PARA PEDIDO DE ISENÇÃO DA TAXA DO ENEM PARA EDIÇÃO DESTE ANO
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Pedidos de isenção da inscrição para Enem 2022 começam nesta segunda-feira (4)

Data também é válida para participante que precisa justificar ausência no Exame do ano passado

Henrique Andrade

da CNNSão Paulo

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)CAIO ROCHA/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

A partir desta segunda-feira (4), os interessados em realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem solicitar a isenção da taxa de inscrição para a edição deste ano. O procedimento deve ser feito por meio da Página do Participante até as 23h59 do dia 15 de abril.

Pode sollicitar a isenção da taxa de inscrição o participante que:

  • Está cursando a última série do ensino médio em 2022 na rede pública
  • Cursou todo o ensino médio em escola de rede pública ou como bolsista integral na rede privada
  • Tem renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio (R$ 1.820)
  • Declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica

A data também é valida para quem precisa justificar a ausência no Exame de 2021. A justificativa é necessária para os interessados na isenção da taxa de inscrição para a edição deste ano. O participante que não compareceu aos dois dias do Enem deve enviar documentos que comprovem o motivo de ausência.

O resultado da solicitação de insenção e da justifcativa de ausência será divulgado em 22 de abril. Caso o pedido não seja aceito, será possível solicitar recurso entre 25 e 29 de abril, com retorno divulgado em 6 de maio.

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BRASIL FECHOU O MÊS DE FEVEREIRO COM MAIOR TAXA DE GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR DA HISTÓRIA

Brasil registra recorde de geração de energia solar em fevereiro

Dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a pedido da CNN

Iuri Corsini 

DA CNN Rio de Janeiro

REUTERS/Carlos Barria/File Photo

O Brasil fechou o mês de fevereiro com a maior taxa de geração de energia solar da história. Foram mais de 1,2 milhões de MWh (Megawatt-hora) gerados, o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.

Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), produzidos a pedido da CNN.

O número já estava dentro do esperado, uma vez que novas usinas solares estão entrando no mercado, um reflexo do caminho seguido pelo país de optar por energias mais limpas e diversas, como disse Ricardo Gedra, Gerente de análise e informações ao mercado da CCEE.

“De positivo, podemos citar a diversificação da matriz elétrica brasileira. Ter uma matriz diversificada é bom, pois você não fica na dependência de poucas, como as termelétricas e hídricas. Esse aumento para o país traz mais segurança e robustez para o sistema elétrico brasileiro”, explicou ele.

Atualmente, da capacidade total de geração de energia no Brasil (incluindo todas as fontes), apenas 2,5% correspondem à energia solar.

Além disso, aproximadamente 1,6% da eletricidade consumida no Brasil provém da energia solar centralizada, gerada pelas grandes usinas. Esses números, diz Gedra, devem aumentar significativamente ao longo dos próximos 10 anos.

O especialista também atribui esse avanço da geração de energia solar, principalmente puxada pela geração centralizada, ao crescimento do mercado livre no Brasil.

“As grandes empresas no Brasil têm agora a opção de comprar energia no mercado livre. E como elas tem essa opção, podem escolher a fonte que lhes convém. Muitas têm optado por fontes renováveis.

Essa questão da liberdade dos consumidores (que hoje ainda está restrita a grandes empresas) têm fomentado a energia solar e eólica, já que cada vez mais as empresas têm pensado nos impactos ambientais”, concluiu.

Os dados da CCEE se refletem, por exemplo, no número de consumidores deste tipo de energia. A quantidade de unidades consumidoras abastecidas por energia solar no Brasil dobrou nos últimos 12 meses.

Em março foram registrados 1,1 milhão de estabelecimentos, entre residências e empresas, frente aos 511 mil estabelecimentos, no mesmo período de 2021, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

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TAXA DE DESOCUPAÇÃO NO RN FECHA COM MENOR VALOR DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA

RN fecha 2021 com taxa de desemprego em 12,7%

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A taxa de desocupação do RN nos meses de outubro a dezembro de 2021 ficou em 12,7%, o que significa o menor valor desde o início da pandemia de Covid-19 no primeiro trimestre de 2020. Houve uma diminuição em 14,7% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo trimestre de 2020, a taxa de desemprego potiguar registrou uma diminuição de quase 3 pontos percentuais.

O RN tem a 11ª maior taxa de desocupação do País, porém a 3ª menor do Nordeste. Enquanto Santa Catarina (4,3%) e Mato Grosso (5,9%) estão em melhor situação no mercado de trabalho brasileiro, Amapá (17,5%) e Bahia (17,3%) têm os piores índices. Não houve aumento em nenhuma unidade federativa do País.

Em números absolutos, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua estima que a força de trabalho potiguar é de 1,53 milhão de pessoas, sendo 1,34 milhão de pessoas ocupadas e 194 mil desocupadas no último trimestre. Com isso, o número de desocupados teve queda tanto na comparação com o trimestre anterior (-12,2%), quanto no mesmo período do ano passado (-17,4%).

São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho e que tomaram alguma providência para conseguir emprego, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso, entre outras atitudes. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.

Taxa de participação no mercado de trabalho

Dos 2,89 milhões de potiguares com 14 anos de idade ou mais, 1,34 milhão estão ocupados. Isso significa que o nível de ocupação no Rio Grande do Norte é de 46,3%, um aumento de 2% em relação ao trimestre anterior. Este indicador é a proporção de pessoas ocupadas em relação à população em idade laboral (14 anos ou mais).

A taxa de participação na força de trabalho, que mede a proporção das pessoas ocupadas e desocupadas em relação à população em idade de trabalhar, foi de 53%. As mudanças no nível de ocupação e taxa de participação na força de trabalho não são estatisticamente relevantes e, por isso, permanecem estáveis.

Comércio e administração pública seguem com mais de 40% da ocupação

Dentre os potiguares ocupados no 4º trimestre de 2021, 21,2% tinham como trabalho principal atividades relacionadas ao comércio. A participação da administração pública foi de 20,8%. Na sequência, vêm as atividades de agricultura; informação e comunicação (ambas com 10%); e indústria (8,9%).

Importante destacar o crescimento de cerca de 19 mil vagas no setor de outros serviços, saindo de 58 mil ocupados no trimestre anterior para 77 mil no 4º trimestre deste ano.

Número de trabalhadores de casa tem maior aumento no ano

Com o incremento de 50%, aqueles que trabalharam sem remuneração ajudando a atividade econômica de membro do domicílio ou de parente tiveram, no 4º trimestre de 2021, a maior variação entre as categorias de trabalho. As demais (empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria) não registraram variações significativas no Estado.

Fonte: Blog do BG

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TAXA DE NATALIDADE DA CHINA CAIU PARA UM MÍNIMO RECORDE EM 2021

Número de nascimentos na China em 2021 é o menor em 44 anos

Taxa de natalidade no país mais populoso do mundo caiu para 7,52 por mil pessoas, segundo dados do National Statistics Office (ONE)

Autoridades estenderam em 2021 a política para permitir que os casais tenham três filhos

PIXABAY

A taxa de natalidade da China caiu para um mínimo recorde em 2021, com analistas alertando para um envelhecimento mais rápido do que o esperado, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira(17).

A taxa de natalidade no país mais populoso do mundo caiu para 7,52 nascimentos por mil pessoas, revelaram dados do National Statistics Office (ONE), abaixo dos 8,52 por mil em 2020, e o menor desde o início dos registros comparativos em 1978.

É também o nível mais baixo desde a fundação da China comunista em 1949. Pequim está enfrentando uma possível crise demográfica em meio ao envelhecimento da população, desaceleração econômica e o menor crescimento populacional em décadas.

O governo afrouxou a política de um filho por família em 2016, permitindo que os casais tenham dois filhos, mas essa mudança não provocou um baby boom.

No ano passado, as autoridades estenderam a política para permitir que os casais tenham três filhos. Em 2021, o país registrou 10,62 milhões de nascimentos, segundo dados oficiais.

A taxa de crescimento natural da população caiu para 0,34 por mil habitantes, ante o valor anterior de 1,45 por mil.

“O desafio demográfico é bem conhecido, mas a velocidade do envelhecimento da população é mais rápida do que o esperado”, disse Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management.

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ECONOMIA: O QUE O FED IRÁ FAZER DIANTE DE UM CENÁRIO OBSCURO NA ECONOMIA AMERICANA?

Um fato quase inédito, que não acontecia na economia dos Estados Unidos há, pelo menos, 40 anos volta a acontecer como consequência da pandemia de Covid-19. Com uma inflação de preços se aproximando da faixa dos dois dígitos rapidamente, uma taxa de desemprego de 3,9%, “aparentemente” positiva e os salários em queda, o país caminha para uma recessão. Leia o artigo completo a seguir e saiba o porquê disso!

Inflação de preços nos EUA é a maior desde 1982. E os salários reais estão em queda

O que o Fed irá fazer?

A inflação de preços nos EUA atingiu o maior valor em quase quarenta anos.

Segundo dados publicados ontem (quarta-feira, 12 de janeiro de 2022) pelo Bureau of Labor Statistics, o índice de preços ao consumidor (CPI – Consumer Price Índex) acumulado em 2021 foi de 7,1%.

A última vez em que ele esteve tão alto assim foi em junho de 1982, quando a taxa foi de 7,2%.

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Gráfico 1: evolução da taxa de inflação de preços ao consumidor americano (acumulado em 12 meses)

Este acentuado aumento na inflação de preços provavelmente irá aumentar a pressão política para que o presidente do Federal Reserve (o Banco Central americano) Jerome Poweel “faça alguma coisa” sobre isso.

Após meses insistindo que a inflação de preços seria “transitória” e que não havia motivos para preocupação, ficou claro, já em outubro de 2021, que a inflação de preços estava alcançando os piores níveis em décadas.

Desde então, o Fed fez uma alteração drástica no tom de seus pronunciamento, com Powell, nesta semana, dizendo que a inflação se tornou “uma ameaça severa“, e ainda reiterando que o Fed planeja elevar a taxa básica de juros bem mais cedo do que se imaginava:

À medida que o ano [de 2022] vá avançando … se as coisas progredirem como o esperado, iremos normalizar a política monetária, o que significa que, em março, iremos abolir o programa de compra de ativos, o que também significa que iremos elevar os juros ao longo do ano.

Observem a condicional “se as coisas progredirem como o esperado”. Naturalmente, o planejado aperto monetário irá depender fortemente dos indicadores econômicos do próprio Fed. Mais especificamente, irá depender de se a economia está crescendo e se a bolsa de valores está subindo.

Queda da renda real

Para muitos americanos, porém, as notícias já são ruins, e a carestia está subtraindo o poder de compra dos trabalhadores. Os números de dezembro mostram que a inflação de preços já superou os ganhos salariais. Em 2021, o salário médio aumentou 4,7% em termos nominais. Mas com a inflação de preços subindo 7,1%, os salários reais caíram.

O gráfico abaixo mostra esta evolução. A linha azul representa a evolução da taxa de inflação de preços. A linha cinza mostra a evolução dos ganhos salariais nominais. A partir de 2021, a inflação passa a subir mais que os salários.

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Gráfico 2: evolução da taxa de inflação de preços (linha azul) versus evolução dos ganhos salariais nominais (linha cinza). Fonte: BLS, tabela B-3. Ganhos por hora e semanais de todos os empregados do setor privado não-agrícolaConsumer Price Index 

Analisando esta diferença, pode-se constatar que os salários reais estão caindo há pelo menos oito meses, com a queda chegando a 2,3% em dezembro de 2021 em relação a dezembro de 2020.

Além da inflação de preços, a inflação de ativos também continua sendo um problema para os consumidores. Por exemplo, de acordo com a Federal Housing and Finance Agency, os preços dos imóveis estão em forte ascensão, tendo encarecido 16,4% em 2021. Trata-se do maior aumento da série histórica (iniciada em 1975), e muito maior do que os aumentos registrados no período 2004 a 2007, ápice da bolha imobiliária.

Empregos e estímulos

A taxa de desemprego em 3,9% parece positiva, mas a criação de empregos foi significativamente abaixo do consenso: foi de 199 mil em dezembro versus um consenso de 450 mil.

Este número fraco tem de ser visto dentro de seu real contexto: o maior plano de estímulo fiscal e monetário da história recente. Com a oferta monetária tendo aumentado 40% desde janeiro de 2020, e com o governo tendo um déficit de US$ 2,77 trilhões (espantosos 15% do PIB, o maior da história), a criação de empregos ficou muito aquém da ocorrida em outros episódios de recuperações, e a situação do emprego está significativamente pior do que estava em 2019.

O número de pessoas que não estão na força de trabalho, mas que querem um emprego, não mudou em dezembro. Foi de 5,7 milhões. Isso representa 717 mil pessoas a mais do que em fevereiro de 2020.

O total dos que estão desempregados há muito tempo (aqueles que estão sem emprego há 27 semanas ou mais) permaneceu em 2 milhões em dezembro de 2021. Isso são 887 mil pessoas a mais que em fevereiro de 2020. Estes desempregados representam 31,7% do total de desempregados, de acordo com o BLS (Bureau of Labor Statistics).

A taxa de participação da força de trabalho — que é a razão entre o número total de pessoas economicamente ativas (empregadas e desempregadas) e o número total de pessoas aptas a trabalhar — ficou em 61,9% em dezembro, estagnada há quase doze meses. E 1,5 ponto percentual menor que em fevereiro de 2020.

Finalmente, a razão entre empregados e população total ficou em 59,5%, o que dá 1,7 ponto percentual abaixo do nível de fevereiro de 2020.

Se colocarmos todos estes números dentro do contexto de um maciço estímulo de US$ 3 trilhões, a evidência é cristalina. A gastança e a impressão monetária desenfreadas não trouxeram melhorias. Todos os empregos recuperados vieram simplesmente da reabertura da economia. Eles viriam de qualquer jeito. O plano de estímulos não apenas não acelerou a criação de emprego, como, ao contrário, reduziu.

Com as pessoas desempregadas recebendo 300 dólares por semana para ficar em casa, as empresas passaram a ter dificuldades para contratar pessoas. A situação se tornou tão bizarra que o McDonald’s passou a pagar 50 dólares apenas para a pessoa comparecer para uma entrevista de emprego.

Como bem apontou o The Wall Street Journal, ainda antes da pandemia, empresas americanas já estavam reclamando de uma escassez de mão-de-obra qualificada para a indústria e para os setores mais tecnológicos, o que estava afetando a competitividade americana. Na atual situação, ficou ainda mais difícil para essas empresas encontrarem pessoas para operar fábricas de semi-condutores e desenvolver tecnologias de ponta.

Ou seja: a recuperação teria sido mais robusta sem estes estímulos.

Pior: os estímulos serviram apenas para gerar carestia e reduzir os salários reais.

Se a força de trabalho está estagnada e os salários reais estão caindo em meio à maior expansão monetária, ao maior pacote fiscal e ao maior déficit da história do governo americano, a conclusão inevitável é de que estes estímulos não foram particularmente exitosos.

Em específico, o número inédito de pessoas abandonando o emprego é evidência de um mercado de trabalho disfuncional, no qual centenas de milhares de americanos não querem trabalhar porque os custos superam os salários. Isto não é um sintoma de economia robusta; é um sintoma de um efeito realmente preocupante e deletério da inflação.

Por tudo isso, apesar da taxa de desemprego estar em 3,9%, o fato é que os EUA não estão nem próximos de um pleno emprego. A taxa está baixa porque, como demonstrado, a quantidade de pessoas que se retiraram da força trabalho (e que, portanto, não entram nas estatísticas) é alta. Apagar pessoas da lista de desemprego não representa pleno emprego.

Uma inflação persistentemente alta em conjunto com impostos mais altos (que serão necessários para financiar ao menos uma parte do déficit trilionário) significam menos oportunidades de emprego, pois as pequenas e médias empresas — que são as maiores empregadoras do país — têm de lidar com custos de produção maiores e margens de lucro menores.

A sinuca de bico do Fed

Nos últimos 40 anos, a cada queda relevante da Bolsa e a cada recessão, o Fed sempre recorria à mesma receita: socorrer o mercado e a economia, injetando dinheiro nos bancos.

A ideia é que esta impressão monetária fosse despejada na economia — via empréstimos concedidos pelos bancos — e causasse uma injeção de ânimo e de gastos, sustentando a Bolsa e interrompendo a recessão. Com efeito, por reiteradas vezes, o dinheiro novo animou a Bolsa e provocou gastos a curto prazo, mas não aboliu o ciclo econômico nem inibiu crises financeiras.

Só que este longo histórico de socorro condicionou os investidores e bancos a presumir que, na próxima crise, o Fed novamente socorrerá a Bolsa e a economia. Mas a novidade é que, ao contrário das outras ocasiões, agora realmente está havendo inflação de verdade (mesmo porque os estímulos de agora foram sem precedentes).

Logo, o que fará o Fed no atual e inédito cenário?

Se ele optar pelo combate à inflação e eventualmente indicar que haverá uma normalização dos juros — para níveis acima da inflação —, a Bolsa poderá despencar, junto com o PIB. Nem investidores, nem bancos, nem gestores, nem os demais países anseiam por essa alternativa. Também não aplaudiram inicialmente quando Paul Volcker acertadamente aumentou os juros em 1981, o que aniquilou a estagflação da década de 1970 e propiciou a volta da estabilidade e décadas de lucros nos mercados, mas ao alto custo de uma profunda recessão no curto prazo.

Se ele se mantiver no curso atual, tolerando uma inflação de preços mais altas para não apertar a bolsa, os desarranjos econômicos supracitados irão se intensificar, com consequências nada alvissareiras.

O grau de liberdade do Fed desapareceu. A até então “alternativa gratuita” dos estímulos fiscais e monetários não inflacionários expirou. A regra do jogo mudou. Para o mundo todo.

Fonte: Mises Brasil

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COMISSÃO DO SENADO APROVA SUBSTITUTIVO AO PROJETO QUE CRIA POLÍTICA DE PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS

Comissão do Senado aprova taxa de exportação para estabilizar preço de combustível

Ainda segundo a publicação, o texto aprovado na comissão precisa passar pelo plenário

Do CNN Brasil Business

Atualizado 07/12/2021 às 12:53

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta terça-feira (7) um substitutivo ao projeto de lei 1.472/2021, que institui uma política de preços de combustíveis e cria imposto de exportação sobre petróleo, de acordo com informação publicada pela Agência Senado.

O texto aprovado na comissão precisa passar pelo plenário.

Mudança no relatório

O relator do projeto, o senador Jean Paul Prates (PT-RN), apresentou nesta terça um novo parecer sobre a proposta, alterando as alíquotas de incidência do Imposto de Exportação sobre o petróleo bruto.

A receita advinda dessa cobrança será usada para subsidiar a estabilização dos preços quando os valores do insumo subirem.

O novo parecer traz uma alíquota máxima de impostos, que será zerada até o valor do barril atingir US$ 45 – a versão anterior previa que o imposto valeria quando o barril estivesse acima de US$ 80. Outra mudança é relativa a alíquota máxima, que agora será de até 20%, contra os 12,5% inicialmente previstos.

Pela nova definição, a alíquota será de no mínimo 2,5% e no máximo 7,5% aplicadas apenas sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 45 por barril e abaixo ou igual a US$ 85 por barril. A alíquota salta para no mínimo 7,5% e no máximo 12,5% quando é aplicada sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 85 por barril e abaixo ou igual a US$ 100 por barril.

No caso da parcela do valor acima de US$ 100 por barril, a alíquota será de no mínimo 12,5% e no máximo 20%. “Lembrando que por ser de aplicabilidade marginal, a alíquota não incidirá sobre a totalidade dos valores, mas sim apenas sobre a parcela de preço que exceder os valores mencionados”, destacou o senador no parecer.

Segundo Prates, o ajuste nas alíquotas partiu de sugestões do senador Jaques Wagner (PT-BA), para tornar o mecanismo “mais efetivo”. “Reconhecemos, contudo, a importância de assegurar previsibilidade aos investidores, e por isso propomos aqui valores mínimos e máximos a serem cobrados, disponíveis para ajuste do Poder Executivo, buscando aliar a efetividade regulatória e a proteção de investimentos”, afirmou Prates.

Pelo relatório, o Poder Executivo poderá alterar as alíquotas do Imposto de Exportação incidente sobre o petróleo bruto, obedecidos os limites mínimo e máximo fixados no projeto.

Fonte: CNN

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RN REGISTRA TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS CRÍTICOS PARA COVID-19 ABAIXO DE 50% HÁ UM MÊS

Taxa de ocupação de UTIs Covid no RN segue abaixo de 50% há um mês

Nesta terça-feira 24, a taxa está em 37,3%. Há 259 leitos críticos disponíveis e 94 ocupados por pacientes com Covid-19

Redação 24/08/2021 | 08:04 Desde julho, as internações diminuíram.

Foto: Ney Douglas

Ocupação de leitos Covid fica abaixo de 50% pela primeira vez desde novembro de 2020 no RN | Rio Grande do Norte | G1

O Rio Grande do Norte registra a taxa de ocupação de leitos críticos para pacientes com Covid-19 abaixo de 50% há cerca de um mês. No dia 22 de julho, o índice chegou a 50,44% em todo o estado – eram 341 UTIs disponíveis e 172, ocupadas. Desde então, as internações diminuíram. O dado é da plataforma Regula RN. Nesta terça-feira 24, a taxa está em 37,3%. Há 259 leitos críticos disponíveis e 94 ocupados por pacientes com Covid-19. Vale ressaltar que a diminuição de leitos de julho até agora se deve à reversão das UTIs para acomodar outros pacientes. A fila de espera por um leito de UTI Covid segue zerada. Na Região Metropolitana de Natal, a taxa de ocupação de leitos críticos é de 39,2%. No Seridó, taxa é de 29,4%. No Oeste, a ocupação está em 33,3%. No total, há ainda 158 leitos críticos Covid desocupados no RN.

Fonte: Agora RN

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DADOS ATUALIZADOS DO CORONAVIRUS NO RN

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 33%, a menor desde outubro de 2020

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 33%, registrada no início da tarde deste sábado (7). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 162.

É a menor taxa de ocupação de leitos de UTI desde o dia 23 de outubro de 2020. Naquela data, a taxa registrada no RN foi de 33,,94%.

Até o momento desta publicação são 199 leitos críticos (UTI) disponíveis e 98 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 258 disponíveis e 64 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 34,2% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 33,8% e a Região Seridó tem 22,2%.

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TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS CRÍTICOS DA COVID-19 É O MAIS BAIXO DESDE FEVEREIRO

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 62,4%, a mais baixa desde o início de fevereiro

Imagem: reprodução/Regula RN

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 62,4%, registrada no início da tarde deste sábado (03). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 426.

A taxa de ocupação é a mais baixa registrada desde o dia 3 de fevereiro deste ano, quando era de 60%.

Imagem: reprodução/Regula RN

Até o momento desta publicação são 146 leitos críticos (UTI) disponíveis e 242 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 241 disponíveis e 181 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 55,3% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 81,7% e a Região Seridó tem 55%

Fonte: Blog do BG

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TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS PARA TRATAMENTO DA COVID-19 VEM REGISTRANDO QUEDA NO RN

Com ocupação de 72,3% dos leitos, RN só tem dois hospitais totalmente lotados

Heilysmar Lima

 Atualizado em:

Foto: Divulgação / Sesap-RN

A taxa de ocupação de leitos forçados para tratamento da covid-19 vem registrando queda no Rio Grande do Norte. Na tarde desta sexta-feira (25), às 14h45, o índice era de 72,3% em todo o estado. A região Oeste tinha a maior ocupação com 82%.

No Seridó, 77,5% dos leitos estavam utilizados. Já na Região Metropolitana de Natal, uma taxa era de 67,3%, a menor do RN no momento da consulta à plataforma Regula RN.

Os números refletiam no número de hospitais operando com uma capacidade máxima. Das 26 unidades hospitalares produzidas no site, apenas duas estavam com 100% de ocupação. Em períodos mais básicos da pandemia, esse número chegou a ser superior a 20.

Os hospitais completamente lotados eram o Hospital Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, e o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), em Natal. Outros quatro estavam com mais de 90% dos leitos usados: Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade (Pau dos Ferros); Hospital Regional Dr. Tarcísio de Vasconcelos Maia (Mossoró), Hospital de Campanha de Natal e Hospital São Luiz (Mossoró).

Dos 428 leitos abandonados no Rio Grande do Norte, 295 estavam ocupados, outros 20 estavam bloqueados e 113 estavam disponíveis. A fila de espera para essas vagas era de apenas quatro pessoas, todas as concentradas na Central Metropolitana de Regulação. Já dos leitos clínicos, 189 estavam ocupados e 33 bloqueados, com 232 leitos disponíveis sendo a maioria.

Nesta sexta-feira (25), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte chegou a 334.077 casos confirmados e 6.706 óbitos provocados pela doença.

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SEGUNDO DADOS DO REGULA RN, ESTADO TEM 78% DA TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS CRÍTICOS PARA PACIENTES DA COVID-19

Por G1 RN

 

Covid: RN tem taxa de ocupação de leitos críticos menor que 80% após quatro meses — Foto: Regula RN

Covid: RN tem taxa de ocupação de leitos críticos menor que 80% após quatro meses — Foto: Regula RN

O Rio Grande do Norte registrou nova queda na taxa de ocupação dos leitos críticos. Neste sábado (19), de acordo com o Regula RN (dados colhidos às 8h40), chegou a 78%. A última vez que a taxa média baixou dos 80% foi em fevereiro – 77,64% em 17 de fevereiro.

A taxa de ocupação dos leitos críticos do estado esteve com média acima de 90% desde 1º de março – as únicas exceções foram os dias 23 de abril e 5 de maio, que registraram 89%. O número começou a cair para a casa dos 80% no dia 13 de junho.

De acordo com os dados deste sábado, a região Metropolitana tem 77,6% de ocupação; a região Oeste aparece com 80,7%; e o Seridó com 72,5%.

Quanto à fila de espera por um leito de UTI Covid, o Regula RN apontava esta manhã que quatro pacientes apareciam à espera de um leito crítico, mas havia 89 leitos disponíveis para internação. Ou seja, há mais leitos do que pacientes precisando deles neste momento.

Pacientes na lista de regulação no RN — Foto: Regula RN

Pacientes na lista de regulação no RN — Foto: Regula RN

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CIÊNCIAS: WOLBACHIA É A NOVA BACTÉRIA QUE VAI ERRADICAR O MOSQUITO DA DENGUE DE UMA VEZ POR TODAS DA INDONÉSIA

 Cientistas estudam uma bactéria que, se utilizada, poderá reduzir a taxa de doença da dengue em 77%. A aposta é que a  wolbachia  competiria melhor e impediria a replicação da Dengue. A bactéria Wolbachia, está ajudando a Indonésia a combater a dengue. Uma luta, outrora inglória, mas agora com grandes chances de erradicar essa doença do mapa da Indonésia!

Hack de mosquito ‘milagroso’ reduz a taxa de doença da dengue em 77%

Assim como os mosquitos e as doenças que eles transmitem infestam as sociedades tropicais, o controle da própria praga da sociedade do mosquito,  a bactéria Wolbachia  , está ajudando a Indonésia a combater a dengue.

Cientistas que criaram uma epidemia de wolbachia  entre mosquitos na Indonésia reduziram as taxas de infecção de dengue em 77%, abrindo novas portas no controle potencial de epidemias transmitidas por mosquitos.

Às vezes chamada de “febre quebra-ossos” devido às fortes dores articulares e musculares decorrentes da infecção, a dengue, transmitida principalmente pelo mosquito do Nilo Ocidental, aedes aegypti,  pode deixar um ser humano sem ação por um mês.

Espalhado por todo o mundo ao longo das rotas comerciais fora da Ásia desde o século 2 aC, existem agora entre 100 a 400 milhões de infecções em todo o mundo a cada ano .

A cidade de Yogyakarta, na Indonésia, foi o local de um teste do Programa Mundial de Mosquito para ver se talvez a Dengue pudesse ser controlada usando uma espécie de bactéria frequentemente encontrada alojada em um. aegypti. Wolbachia  é talvez o parasita reprodutivo mais comum que existe na biosfera, e entre 25% e 70% de todas as espécies de insetos o carregam.

Programa Mosquito Mundial 

A lógica é que essa bactéria “milagrosa” vive no mosquito exatamente para onde a Dengue tenta ir, enquanto também compete por recursos como comida. A teoria é que a  wolbachia  competiria melhor e impediria a replicação da Dengue.

Não foi difícil, pois a wolbachia também foi usada para prevenir a propagação do vírus Zika no Brasil em 2016.

Cinco milhões de ovos de mosquito foram infectados com wolbachia  e foram deixados em baldes de água pela cidade ao longo de 9 meses para formar uma população consistente de mosquitos infectados.

Os resultados foram sucessos no nível da vacina, com a disseminação de todas as quatro variedades de Dengue reduzida em 77% e a taxa de hospitalização em 86%, em 12 zonas geográficas de Yogyakarta onde foram implantadas em comparação com 12 outras zonas nas quais não foram.

O Diretor de Avaliação de Impacto do Programa Mundial Mosquito descreveu os resultados como “inovadores”, acrescentando “acreditamos que pode ter um impacto ainda maior quando implantado em grande escala em grandes cidades ao redor do mundo, onde a dengue é um grande problema de saúde pública. ”

Fonte: Good News Network

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ATUALIZAÇÃO DA TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS DA COVID-19 NO RN

Por G1 RN

 

Leitos críticos UTI Covid-19 Hospital De Campanha de São Gonçalo do Amarante, Grande Natal RN Rio Grande do Norte — Foto: Sandro MenezesLeitos críticos UTI Covid-19 Hospital De Campanha de São Gonçalo do Amarante, Grande Natal RN Rio Grande do Norte — Foto: Sandro Menezes

O Rio Grande do Norte está com 93,4% dos leitos críticos para Covid-19 ocupados nesta segunda-feira (7). É o que aponta o Regula RN, plataforma utilizada pelo governo do RN para monitoramento dos leitos em todo o estado. A consulta foi realizada às 14h. No início da semana passada, essa taxa era de 99%.

O estado está desde o início de março com ocupação média acima dos 90%. A situação mais grave atualmente é na Região Oeste, que tem 99,1% dos leitos de UTI sendo utilizados. A Região Seridó tem 92,5% e a Região Metropolitana

Taxa de ocupação está acima de 93% no RN — Foto: Divulgação Taxa de ocupação está acima de 93% no RN — Foto: Divulgação

Ao todo, 13 hospitais em todo o estado estão com 100% de ocupação e não possuem mais vagas para leitos de UTI Covid no momento. Outros 11 hospitais estão com ocupação acima de 80%.

Na rede de assistência, atualmente o estado tem 414 leitos críticos disponíveis, com 368 ocupados e 26 disponíveis – outros 20 estão bloqueados. Ao todo 63 pessoas estão na fila à espera de um leito de UTI.

Taxa de ocupação nos hospitais públicos do RN com leitos Covid — Foto: DivulgaçãoTaxa de ocupação nos hospitais públicos do RN com leitos Covid — Foto: Divulgação

A plataforma aponta ainda que até está segunda o estado já registrou 874 pessoas que morreram com a Covid na fila por um leito crítico durante toda pandemia. Há cerca de 15 dias, esse número passava de 800. O estado também teve recentemente o maior número de solicitações por um leito de UTI em um dia.

O Regula RN indica ainda que atualmente 72% das pessoas internadas em leitos de UTI no estado têm abaixo de 60 anos de idade – outros 28% são idosos. A mudança no perfil entre os internados é apontada pelos especialistas principalmente pela vacinação já mais avançada no público de pessoas idosas.

Atualmente o estado tem 758 mil pessoas vacinadas contra Covid com pelo menos uma das doses. O estado também possui 275.370 casos confirmados de infecção pelo coronavírus e 6.295 mortes pela doença, sendo 12 delas nas últimas 24 horas.

Fonte: G1 RN
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NO HOSPITAL ZONA SUL EM NATAL A TAXA DE CURADOS DA COVID-19 CHEGA A 76% DOS PACIENTES QUE PASSARAM PELA UNIDADE DE SAÚDE

Taxa de pacientes curados da Covid-19 atinge 76% no Hospital Zona Sul em Natal

21 abr 2021

Nominuto.com - Portal de notícias e artigos

Desde o início da sua operação, no final de fevereiro, o Hospital de Campanha da Zona Sul, uma das unidades exclusivas montadas pela Prefeitura de Natal para tratar os infectados pelo novo coronavírus, já recebeu 46 pacientes. Desse universo, nenhum óbito foi registrado até o momento, computando 35 altas médicas e 11 transferências de doentes que necessitam continuar o tratamento em hospitais de alta complexidade. De acordo com os dados, 76% das pessoas que passam pelo local são curadas.

A direção do Hospital celebra a taxa de altas, destacando o minucioso trabalho e empenho de toda a equipe de médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais, pessoal da área administrativa que atuam na unidade. De acordo com o diretor-geral do HZS, Edney Agra, disse que o diferencial está na abordagem em tempo hábil realizada em cada paciente, trabalhando para evitar o agravamento do quadro infeccioso e uma eventual intubação.

“Essa é uma unidade pensada para atender pacientes no estágio intermediário da doença, oriundos das nossas Unidades de Pronto-atendimento, Unidades Básicas e Centros Covid. Ao chegarem aqui são acolhidas por nossa equipe multidisciplinar, iniciamos logo nossos protocolos de atendimento, acompanhando os pacientes de maneira eficaz e graças a esse esforço estamos obtendo grandes resultados. Isso é muito gratificante para todos nós”, explicou Edney.

Para o prefeito Álvaro Dias, o Hospital Zona Sul é mais um bom resultado do empenho da gestão municipal no combate ao coronavirus em Natal. “O município não está medindo esforços para garantir a melhor assistência à população da capital. Nossas UPAs continuam funcionando, nosso Hospital de Campanha também, e recentemente passamos a contar também com essa unidade à disposição das pessoas acometidas pela Covid-19″, define o prefeito Álvaro Dias.

Alegria e alívio

Quem viveu a alegria de receber alta foi o autônomo Djeferson Bezerra, 32. Morador de Extremoz, ele chegou à unidade classificado como um paciente bem grave pela UPA Potengi, com pulmões em 75% de comprometimento e com muita dificuldade para respirar. Ele conta que temeu muito pela sua vida, mas logo que recebeu os primeiros cuidados no hospital recuperou as esperanças e, após sete dias, venceu a Covid-19.

“Fiquei muito aflito e pensei que não iria sair dessa. Agradeço demais o tratamento recebido aqui no Hospital. Abaixo de Deus, toda a equipe foi fundamental para o sucesso do meu tratamento. Hoje saio daqui feliz, doido para reencontrar minha família e eternamente grato aos profissionais da saúde”, finalizou, emocionado.

Ambiente de otimismo

O diretor técnico do Hospital, Raiff Villarim, relata que a atmosfera de otimismo criada no hospital também contribui muito para essa alta taxa de pacientes curados. Ele ressalta que o fator psicológico é fundamental para o sucesso no tratamento. “Muitos desses pacientes, antes de virem para cá, estavam em poltronas mal acomodadas e sem os devidos cuidados. Ao chegarem aqui, se instalam em leitos confortáveis, com todo o suporte, recebem um retorno positivo dos outros pacientes e mudam o pensamento, ajudando sobremaneira ao trabalho da nossa equipe”, detalhou.

A aposentada Maria da Glória, 71, precisou ficar um pouco mais de tempo no hospital, pois, com muitas comorbidades, necessitou de mais cuidados. Idosa, ex-fumante e com enfisema pulmonar, a Covid-19 a atacou de forma agressiva. Por todo esse quadro e por ser uma paciente bem espirituosa, ela logo ganhou a simpatia da equipe de profissionais do hospital e não conteve a emoção ao receber alta. “Ganhei muitas filhas e filhos durante o tratamento. Não me faltou nada aqui. Hoje estou muito satisfeita e pronta para retornar para o convívio da minha família. O que fizeram por mim nesse hospital não tem preço que pague”, contou ela.

O diretor da unidade Edney Agra conta ainda que o trabalho no Hospital de Campanha da Zona Sul vai ser otimizado, após a instalação da usina de oxigênio na última sexta-feira (16). Além disso, o departamento de engenharia da secretaria municipal de Saúde está finalizando ainda esta semana a instalação do sistema de fluxo de ar comprimido no local. Atualmente, a unidade opera com 41 leitos, sendo inicialmente 33 leitos de enfermaria clínica, quatro semi-intensivos, dois de estabilização e dois de admissão, mas o prédio tem capacidade para abrigar até 50 leitos.

“Esse modelo de hospital precisa ser replicado em todo Brasil e tem se mostrado um grande acerto da Prefeitura de Natal. A doença precisa ser combatida desde o início, oferecendo aos pacientes uma abordagem em tempo hábil que evite o agravamento da doença. É o que estamos fazendo aqui com muito sucesso”, apontou.

Rede

Leitos exclusivos para tratamento da Covid-19 montados pela Prefeitura de Natal conta atualmente com:

Hospital Municipal de Natal: 23 leitos de UTI e 31 leitos de enfermaria; Hospital de Campanha: 38 leitos de UTI e 100 leitos clínicos;

Hospital dos Pescadores: 30 leitos clínicos;

Hospital Natal Sul: 33 leitos clínicos e 4 semi-intensivos.

Fonte: Política em Foco

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EM 11º LUGAR NA TAXA MAIS ALTA DE VACINAÇÃO O RN ESTÁ ENTRE OS ESTADOS QUE MAIS RECEBE VACINAS

RN tem 11ª taxa mais alta de doses de vacinas recebidas no país

 SAÚDE

Técnica de Enfermagem é a primeira pessoa a receber a vacina contra a Covid-19 no RN: 'Chegou a ser um sonho e hoje é esperança' | Rio Grande do Norte | G1

Não procede a narrativa que o RN recebe “menos vacinas” que outros estados. De forma geral, baseado na população total e nas doses recebidas, o RN tem a 11ª taxa de doses recebidas. A média nacional é de 13,82%. O RN recebeu o equivalente a 13,42%, praticamente na média. Segue a lista:

AM 24,97%
RR 20,78%
RS 16,93%
RJ 15,73%
MS 15,12%
AC 15%
MG 14,9%
SP 14,84%
PB 14,43%
BA 13,71%

RN 13,42%

DF 13,35%
PE 13,19%
CE 12,87%
AL 12,27%
SC 12,25%
GO 12,08%
PI 11,98%
ES 11,24%
PR 11,02%
PA 11%
AP 10,8%
TO 10,6%
MT 9,6%
RO 9,4%
SE 9,33%
MA 8,9%

Ressalto que os envios do Ministério da Saúde devem seguir a proporcionalidade dos públicos alvos da campanha. Porém, o levantamento mostra que o RN não está sofrendo boicote. Outra observação pertinente é que para análise de população a ser atingida pela vacinação, os índices acima basicamente devem ser divididos por 2, já que as vacinas são em 2 doses.

Fonte: Blog do BG

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84 MUNICÍPIOS DO RN ESTÃO EM RISCO PARA TAXA DE TRANSMISSIBILIDADE OU EM ZONA DE PERIGO

RN tem 84 municípios em zona de perigo ou em risco para taxa de transmissibilidade da covid-19

Heilysmar Lima

 – Atualizado em: 

Foto: Canindé Soares

O Rio Grande do Norte tem 84 municípios em zona de perigo ou em risco, com taxa de transmissibilidade do coronavírus acima de 1,03. Por outro lado, 83 estão em zona segura ou neutra. A taxa mais recente para o RN é de 0,77. Os dados são da plataforma de monitoramento da pandemia desenvolvida pelo Laboratório de Inovação tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

De acordo com os números, 15 municípios do estado estão em zona de perigo, com taxa de transmissibilidade do vírus acima de 2,0. Isso significa dizer que, estatisticamente falando, 100 pessoas doentes contaminarão 200 saudáveis. O nível é o mais alto na escala apontada pelo Lais. A população faz RN dentro dessa zona é de 117.040. O município com a maior taxa é Lajes, na região Central do RN, com 7,97.

Em risco, com taxa de transmissibilidade entre 1,03 e 2,00, são 69 municípios. A população nesse grupo é de 870.622. Na zona neutra, que tem taxa entre 1,03, estão as 10 cidades do Rio Grande do Norte. Por fim, uma zona segura contém 73 municípios – entre eles estão Natal, Mossoró e Parnamirim, as principais cidades do estado. Contudo, a menor taxa é encontrada em Itajá, com 0,29.

De acordo com o Lais, um taxa de transmissibilidade é um indicador importante para analisar uma pandemia do coronavírus. No entanto, o laboratório destaca que os dados não podem ser utilizados. “É preciso considerar outros indicadores nas avaliações dos contextos epidemiológicos”, apontou.

Confira os dados em todos os municípios do RN, separados por zonas:

Zona de perigo (taxa maior que 2,00)

Lajes 7,97
Bento Fernandes 5,13
Januário Cicco 5,00
Caiçara do Rio do Vento 4,96
Venha-Ver 4,67
Ruy Barbosa 4,31
Ielmo Marinho 3,96
São Pedro 3,88
Poço Branco 3,71
Lagoa D ‘Anta 2,82
Sítio Novo 2,59
Vila Flor 2,37
Grandes Vendas 2,26
Angico 2,23
Taipu 2,07

Zona de risco (taxa maior que 1,03 a menor ou igual a 2,00)

Santa Maria 1,92
São Fernando 1,71
Marcelino Vieira 1,69
Pilões 1,59
Serrinha 1,59
Caiçara do Norte 1,58
Jardim de Angicos 1,55
Pedro Velho 1,55
Areia Branca 1,54
Cerro Corá 1,53
Coronel João Pessoa 1,53
Ipueira 1,52
Rio do Fogo 1,48
Taboleiro Grande 1,47
Frutuoso Gomes 1,42
Carnaúba dos Dantas 1,41
Viçosa 1,39
Nova Cruz 1,38
Serra de São Bento 1,37
Florânia 1 , 36
Messias Targino 1,36
Almino Afonso 1,34
Janduís 1,32
Serra Negra do Norte 1,32
Tenente Ananias 1,31
Alto do Rodrigues 1,28
Fernando Pedroza 1,28
Luís Gomes 1,28
Paraná 1,28
São Paulo do Potengi 1,28
Nísia Floresta 1,27
Barcelona 1,26
Brejinho 1,26
Encanto 1,26
Martins 1,26
Antônio Martins 1,24
Bom Jesus 1 , 22
Parelhas 1,22
Senador Georgino Avelino 1,22
Touros 1,22
Macau 1,21
Jaçanã 1,19
Riachuelo 1,19
Campo Redondo 1,18
Currais Novos 1,18
Passa e Fica 1,18
Jundiá 1,17
Pendências 1 , 17
Goianinha 1,16
Japi 1,16
Jardim de Piranhas 1,16
João Câmara 1,16
Monte Alegre 1,14
Monte das Gameleiras 1,12
Canguaretama 1,11
Jardim do Seridó 1,11
Francisco Dantas 1,10
Ipanguaçu 1,10
Montanhas 1,10
Ceará-Mirim 1,09
Acari 1,08
Doutor Severiano 1,08
Afonso Bezerra 1,07
Lagoa de Velhos 1,07
São Bento do Trairi 1,07
Tenente Laurentino Cruz 1,07
Carnaubais 1,06
Alexandria 1,05
Lagoa Nova 1,04

Zona neutra (Maior que 1,00 a menor ou igual a 1,03)

João Dias 1,02
Lajes Pintadas 1,02
Riacho da Cruz 1,02
Santana do Matos 1,02
São Vicente 1,02
Baraúna 1,01
Ouro Branco 1,01
São Miguel do Gostoso 1,01
Triunfo Potiguar 1,01
Upanema 1 , 01

Zona segura (igual ou menor a 1,00)

Açu 1,00
Galinho 1,00
Augusto Severo 0,99
Bodó 0,99
Parnamirim 0,99
Portalegre 0,99
Cruzeta 0,97
Equador 0,97
Mossoró 0,97
Macaíba 0,95
José da Penha 0,94
Rafael Fernandes 0 , 94
Apodi 0,93
São João do Sabugi 0,93
Senador Elói de Souza 0,93
Vera Cruz 0,93
Espírito Santo 0,92
Tangará 0,92
Extremoz 0,91
Maxaranguape 0,91
Riacho de Santana 0,91
Arez 0 , 90
Caicó 0,89
Itaú 0,89
Lagoa de Pedras 0,89
Olho D’Água do Borges 0,89
Santa Cruz 0,89
Santo Antônio 0,89
Várzea 0,89
Natal 0,88
São Tomé 0,88
Rodolfo Fernandes 0,87
São José do Campestre 0,87
Lucrécia 0,85
Pau dos Ferros 0,85
São Gonçalo do Amarante 0,84
São José de Mipibu 0,84
Caraúbas 0,83
Guamaré 0,83
Serra Caiada 0,81
Serrinha dos Pintos 0,80
Grossos 0,79
Umarizal 0,77
Patu 0,76
Timbaúba dos Batistas 0,76
Governador Dix-Set Rosado 0,75
Lagoa Salgada 0,75
Pureza 0,75
Pedro Avelino 0,74
Pedra Preta 0,73
Rafael Godeiro 0,73
São Miguel 0,71
Tibau do Sul 0,70
Jucurutu 0,69
São Francisco do Oeste 0,69
Serra do Mel 0,68
Passagem 0,67
Jandaíra 0,63
Parazinho 0,62
Porto do Mangue 0,61
Baía Formosa 0,60
São José do Seridó 0,55
Severiano Melo 0,55
Tibau 0,54
Paraú 0,53
Pedra Grande 0,51
São Rafael 0,51
Água Nova 0,50
Coronel Ezequiel 0,50
Santana do Seridó 0,46
São Bento do Norte 0,44
Felipe Guerra 0,32
Itajá 0,29

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LEITOS CRÍTICOS DE DEZ HOSPITAIS DO RN ESTÃO COM 100% OCUPAÇÃO

Por Leonardo Erys, G1 RN

 

Leitos do Hospital João Machado, que está atualmente com 100% de ocupação — Foto: DivulgaçãoLeitos do Hospital João Machado, que está atualmente com 100% de ocupação — Foto: Divulgação

Dez hospitais públicos do Rio Grande do Norte estão com 100% dos leitos críticos para Covid-19 ocupados. É o que aponta o Regula RN, plataforma que monitora as internações pela doença em todo o estado. A consulta foi realizada às 17h45 desta quarta-feira (17). Há quatro dias, eram seis.

Os hospitais que estão com lotação máxima são:

  • Hospital Colônia Dr. João Machado (Natal)
  • Hospital de Campanha (Natal)
  • Hospital Giselda Trigueiro (Natal)
  • Hospital Manoel Lucas de Miranda (Guamaré)
  • Hospital Maternidade Divino Amor (Parnamirim)
  • Hospital Regional de João Câmara (João Câmara)
  • Hospital Regional Dr. Tarcísio de Vasconcelos Maia (Mossoró)
  • Hospital Regional Lindolfo Gomes Vidal (Santo Antônio)
  • Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos (Assu)
  • Maternidade Infantil Integrada de São Paulo do Potengi (São Paulo do Poteng
  • 10 hospitais estão com 100% dos leitos ocupados no RN — Foto: LAIS10 hospitais estão com 100% dos leitos ocupados no RN — Foto: LAIS

Já os hospitais Dr. Mariano Coelho e Municipal Aluízio Bezerra estão com 80% dos leitos ocupados, número também considerado preocupante pelas autoridades de saúde.

Ainda de acordo com o Regula RN, que é coordenado pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), atualmente o estado está com 78,1% dos leitos críticos para Covid-19 ocupados.

Antes de fevereiro, a última vez que essa marca havia sido atingida foi em julho, quando o estado entrava num cenário de queda de internações após ultrapassar os 90% – taxa que foi persistente desde o mês de maio.

A situação mais preocupante atualmente é na Grande Natal, que registra 86,6% de ocupação. Segundo o comitê científico estadual, o percentual máximo orientado para a liberação das atividades econômicas é de 80%.

Taxa de ocupação de leitos críticos no RN — Foto: DivulgaçãoTaxa de ocupação de leitos críticos no RN — Foto: Divulgação

Atualmente, o Rio Grande do Norte tem 537 pessoas internadas com Covid-19segundo aponta o boletim epidemiológico da Sesap divulgado nesta quarta-feira (17). São 354 na rede pública e 183 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs), segundo o boletim da Sesap, é de 63,4% na rede pública e de 73,2% na rede privada.

Na terça-feira, a Prefeitura de Natal anunciou a abertura de mais 10 leitos críticos para Covid-19 no Hospital de Campanha até a sexta-feira (19). Atualmente, os 20 leitos estão ocupados.

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos
Fonte: G1 RN
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ECONOMIA: DESDE TERÇA FEIRA (1º) CONTA DE LUZ PASSOU A TER COBRANÇA DE TAXA EXTRA

ECONOMIA: DESDE TERÇA FEIRA  (1º) CONTA DE LUZ PASSOU A TER COBRANÇA DE TAXA EXTRA
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Conta de luz terá cobrança de taxa extra a partir desta terça

02 dez 2020

Conta de luz terá cobrança de taxa extra a partir desta terça | Economia | O Dia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acaba de aprovar a retomada do sistema de bandeiras tarifárias na conta de luz a partir desta terça-feira (1º). O mecanismo havia sido suspenso em maio devido à pandemia do novo coronavírus, e a agência havia acionado a bandeira verde, sem cobrança de taxa extra, até o fim deste ano.

A Aneel, no entanto, informou que as condições atuais não permitem mais manter a bandeira verde acionada. Por isso, a partir de terça-feira, as tarifas terão bandeira vermelha em seu segundo patamar, com uma taxa extra de R$ 6,243 a cada 100 kWh.

O diretor Efrain Pereira da Cruz mencionou “afluências críticas” nos principais reservatórios do País, no Sudeste e Centro-Oeste, além do Sul, e deterioração nos meses de outubro e novembro. Isso levou ao acionamento de termelétricas, o que pressionou o custo de geração de energia no País diante de uma “oferta adversa”.

O diretor mencionou que o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) está no teto em todos os submercados. Ele disse ainda que o Custo Marginal da Operação (CMO) da próxima semana operativa (de 28 de novembro a 4 de dezembro) foi estabelecido em R$ 744,43/MWh em todos os submercados do País, o maior do ano

Ainda segundo ele, o consumo de energia retomou o patamar pré-pandemia em setembro, e o setor enfrenta novamente uma seca que há muito não se via. Por isso, a avaliação da Aneel é que o sistema de bandeiras precisa ser retomado imediatamente – e não apenas em janeiro de 2021, como indicava a nota técnica do órgão regulador.

“São indícios concretos de que o mecanismo das bandeiras já merece ser restabelecido e a curto prazo, tendo em vista sua eficiência na sinalização de preços aos consumidores”, disse o diretor.

No sistema atual, que estava suspenso desde maio, na cor verde, não há cobrança de taxa extra, indicando condições favoráveis de geração de energia no País. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos.

Já a bandeira vermelha pode ser acionada em um dos dois níveis cobrados, dependendo da quantidade de termelétricas acionadas. No primeiro nível, o adicional é de R$ 4,169 a cada 100 kWh. No segundo nível, a cobrança extra é de R$ 6,243 a cada 100 kWh.

Fonte: Política em Foco
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TAXA DE BOMBEIROS COBRADA NO RN É DECLARADA INCONSTITUCIONAL PELA JUSTIÇA

Por G1 RN

 

TRânsito na BR-101, em Natal. Ônibus Natal. — Foto: Norton Rafael/Inter TV CabugiTRânsito na BR-101, em Natal. Ônibus Natal. — Foto: Norton Rafael/Inter TV Cabugi

O Pleno do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte declarou nesta quarta-feira (9) que é inconstitucional a taxa anual de “prevenção e combate a incêndios, busca e salvamento em imóveis localizados na Região Metropolitana de Natal e no interior do estado”, assim como a taxa anual de “proteção contra incêndio, salvamento e resgate em via pública para veículos automotores”, conhecida como “Taxa dos Bombeiros”, cobrada pelo Detran desde o ano passado.

Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), o desembargador Vivaldo Pinheiro explicou que, por essas atividades serem específicas do Corpo de Bombeiros, elas não podem ser custeadas pela cobrança de taxas. Elas devem ser custeadas pela receita obtida através de cobrança de impostos.

Para o Ministério Público Estadual, autor da ação, os serviços deveriam ser custeados através de impostos, já que são colocados à disposição, sem distinção, de toda a coletividade, e não através de taxas, que se predestinariam ao custeio do exercício do poder de polícia e da prestação de serviços caracterizados pela especificidade e pela divisibilidade.

O desembargador observou que – do ponto de vista formal – não se verificou nenhuma imperfeição que macule o processo de constituição da Lei Complementar em análise, denotando evidentemente a regularidade de seu processo, desde a iniciativa, passando pela tramitação e sanção.

Decisão

O desembargador Vivaldo Pinheiro reconheceu que a questão é complexa e recorreu aos julgados do STF sobre a matéria. Ele observou que a jurisprudência da Corte oscilava. Porém, frisou que em novembro de 2019, no julgamento da ADI 2.908/SE, de relatoria da ministra Cármen Lúcia, foi firmado o entendimento de que o serviço de segurança contra incêndio não pode ser custeado por taxa, por ser atividade essencial geral e indivisível, de utilidade genérica, devendo ser custeada por imposto.

No julgamento, o STF entendeu que o serviço de prevenção, combate e extinção de incêndios e de outros sinistros é universal e indivisível, enquanto for prestado pelos corpos de bombeiros militares. O relator explicou que as duas turmas observam essa orientação jurisprudencial, o que impede os estados de instituírem taxa de combate a incêndio.

“Partindo-se de premissa de que a validade de taxa deve ser examinada a partir de seus elementos conformadores, quais sejam, hipótese de incidência, base de cálculo, contribuinte, e não, exclusivamente, a partir da natureza da pessoa jurídica ou do órgão administrativo que desempenha as atividades estatais que a taxa pretende custear, vê que, in casu, a taxa cuja validade constitucional se discute tem como hipótese de incidência, justamente, a prevenção e combate a incêndio, busca e salvamento”, anota o relator.

Segundo Pinheiro, as atividades indicadas como hipóteses de incidência das referidas taxas são, na verdade, a síntese da atuação do Corpo de Bombeiros militar, “representando a própria razão de existir desse órgão”. O voto do relator foi acompanhado pelos outros desembargadores do TJRN.

Histórico

A taxa passou a valer em 2019 e o Estado estimava uma receita de R$ 20,4 milhões em um ano. Em janeiro de 2019, o MPRN entrou na Justiça com uma ação pedindo a imediata suspensão da cobrança da chamada ‘Taxa dos Bombeiros’. Em março o TJRN suspendeu liminarmente a cobrança. Os valores seriam revertidos para o Fundo Especial de Reaparelhamento do Corpo de Bombeiros Militar do RN (Funrebom).

O caso foi parar no STF em agosto do ano passado, quando o ministro Dias Toffoli acatou pedido do Governo do RN que entrou com ação requerendo o restabelecimento da cobrança da Taxa do Corpo de Bombeiros no IPVA 2019. No mesmo mês, o Executivo estadual voltou a emitir a cobrança da taxa.

Fonte: G1 RN

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