BOAS NOTÍCIAS: BRASILEIRO COM DOWN VENCE SISU E É APROVADO EM UNIVERSIDADE FEDERAL

Uma história de superação é o destaque desta segunda-feira na coluna BOAS NOTÍCIAS. Um brasileiro alagoano com síndrome de Down  consegue nota no SISU para entrar no curso superior de bacharel em Teatro, pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Uma vitória monumental levando em consideração que num universo populacional de 300 mil indivíduos portadores dessa síndrome no Brasil apenas 74 estão em instituições de ensino superior. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes. 

Brasileiro com Down é aprovado em universidade federal

O jovem José Artur Ciríaco do Carmo foi aprovado pelo SISU e vai fazer curso superior de bacharel em Teatro, pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL.

Fera, como é conhecido, ele tem síndrome de Down, alteração genética que atinge 300 mil brasileiros. Destes, apenas 74 estão em uma Instituição de Ensino Superior (IES).

José Artur é mais uma prova de que ter Down não é impeditivo para estudar e conquistar seu espaço no meio acadêmico, apesar das dificuldades sociais, ou de aprendizado.

O estudante alagoano estudou em colégios regulares desde o início de sua vida escolar.

Artur é um jovem bastante comunicativo e está radiante com sua conquista.

De cabeça raspada e sorriso no rosto, ele conta que estudou muito para o ENEM e lembra que adora um palco.

Dificuldades vencidas

A mãe dele, a psicopedagoga Simone Ciríaco, conta que em alguns momentos encontrou barreiras nas escolas para oferecer um acompanhamento mais especializado ao José Artur. Mas ela lembra que todas as dificuldades foram enfrentadas e vencidas.

José Artur sempre teve apoio e estímulos positivos para se manter assíduo na escola.

Hoje ele é o primeiro aluno SD – com Síndrome de Down – a ser aprovado, para um curso do Ensino Superior, na Universidade Federal de Alagoas.

Conquistas

Essa foi a segunda grande conquista acadêmica de José Artur, que ingressou no curso técnico de Dança, também pela Universidade Federal de Alagoas, no ano de 2019.

Ele quer ser ator e professor de dança.

“É muito bom e estou muito feliz. Quero ser um professor de teatro e ator”, disse ao AFolhaHoje.

E reforça que portadores de SD não devem desistir dos seus sonhos.

“Todas as pessoas com dificuldade de estudar, peguem seus sonhos e vão para a vida”, concluiu.

Com informações do AFolhaHoje

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CADEIRANTE USA KIT DE MOBILIDADE URBANA MOTORIZADO PARA ENTREGAR COMIDA

Um exemplo de superação e determinação é o nosso destaque deste sábado na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Graças a um kit de mobilidade urbana motorizado, cadeirante desempregado ganha a vida como entregador de comida. Veja a reportagem completa a seguir e saiba como ele conseguiu essa proeza!

Cadeirante desempregado usa kit e vira entregador de comida. Vídeo

Cleber com sua moto adaptada Foto: Arquivo Pessoal

Cleber com sua moto adaptada Foto: Arquivo Pessoal

Cadeirante, desempregado e agora entregador. Cleber Vaz, de 39 anos, descobriu na internet um kit de mobilidade urbana motorizado para cadeirantes que mudou a vida dele.

Há dois meses ele circula trabalhando como “cadeiroboy”, com uma moto adaptada fazendo entregas para Uber Eats e Bee Delivery. O vídeo de Cleber fazendo entregas viralizou nas redes sociais. (assista abaixo)

“Nenhuma empresa contrata cadeirante. As vagas são preenchidas por pessoas que possuem pequenas deficiências, como por exemplo, quem não tem um dedo. Então, por conta disso, eu vi uma oportunidade nos aplicativos para trabalhar”, disse ao A Crítica.

“Eu já vendia bolo na rua com a minha esposa. Vendemos até hoje bolo de macaxeira e de milho, eu mesmo que faço. Tudo começou aí para eu querer ir atrás do kit.  Já trabalhei como fiscal e auxiliar administrativo, tudo graças à Associação dos Deficientes Físicos, a Adefa. Eles conseguiram para mim, sou muito grato”, diz o motoboy.

Kit livre

O kit deu liberdade de locomoção e uma nova perspectiva para o motoboy que trabalha sorridente pelas ruas de Manaus.

O guidão automatizado, que é conhecido como “kit livre”, vem diretamente de São José dos Campos (SP) e é totalmente adaptável à cadeira de rodas de Cleber.

O equipamento elétrico alcança no máximo 35km/h.

História

Com 21 anos Cleber levou um tiro e ficou paraplégico.

“Há 17 anos que vivo nessa condição. Tento me virar do jeito que eu posso. Muita gente conhece a minha história de vida. Fui baleado quando tinha 21 anos e acabei ficando paraplégico. Então, esse foi o modo que eu vi para ajudar a sustentar a minha família, pois as coisas não estão fáceis”, disse o autônomo de 39 anos.

Cleber Vaz explicou que a situação da família se complicou.

Morador do bairro Aleixo, situado na Zona Centro-Sul da capital amazonense, Cleber é casado e pai de três filhos pequenos, um menino de 13, uma menina de 9 e outro menino de 5 anos.

Mesmo numa condição especial ele se dedica total e incondicionalmente para criá-los.

“Eu vivia em casa chorando porque tinha acabado de perder um sobrinho de 14 anos por conta de um tiro na porta de casa. Sem Deus na minha vida, eu não teria conseguido. Por isso eu digo que fazer entregas salvou a minha vida. Isso me tirou da depressão”, revela.

Famoso

Cleber afirma que tem sido maravilhoso trabalhar com o delivery, pois por onde passa querem tirar fotos com ele.

“As coisas se tornaram mais difíceis, mas, devido ao tempo que tenho na cadeira, vivo uma vida normal como qualquer outra pessoa, pego até meus filhos na escola, sou completamente reabilitado”, explica o entregador, que brinca se autodenominando “cadeiroboy”.

Há dois anos, Cleber se tornou diácono da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (IEADAM).

Segundo ele, fazer a obra para o Criador também é o que lhe motiva a continuar.

“Ajudo como Diácono na igreja aqui do bairro, resgatando vidas de jovens perdidos que precisam de amor.

Isso me motiva a ser alguém melhor todos os dias, não só para a minha família, mas para os outros também. É importante fazer o bem e ajudar na obra de Deus”, explicou o entregador.

Assista ao vídeo de Cleber fazendo entregas pelo Uber Eats, que viralizou nas redes sociais:

Com informações do Correio Braziliense e A Crítica

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: USAIN BOLT PERDE REINADO PARA CORREDORA ALLYSON FELIZ

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado temos mais um linda história de superação. A corredora Allyson Felix que foi mãe e por causa disso perdeu o patrocínio, num ímpeto de superação, esta semana, conquistou a sua 12ª medalha de ouro, superando o jamaicano Usain Bolt que tem 11 medalhas. Leia a reportagem completa a seguir e saiba como foi!

Corredora que perdeu patrocínio por causa da gravidez bate recorde de Bolt

Allyson Feliz na corrida e com a filha - Fotos: reprodução / Instagram

Allyson Feliz na corrida e com a filha – Fotos: reprodução / Instagram

A força da mulher! Dez meses após dar à luz, a corredora Allyson Felix conquistou esta semana sua 12ª medalha de ouro e se tornou na única atleta do Mundo com essa marca em Campeonatos do Mundo.

Ela superou o jamaicano Usain Bolt, que tem 11 medalhas. O curioso é que Allyson Felix  foi desacreditada pelos patrocinadores quando engravidou. Na época, perdeu o apoio financeiro porque as marcas temiam que ela não teria o mesmo desempenho de antes.

Mas dois meses o nascimento da filha – que teve gestação de risco, pré-eclâmpsia e uma cesariana com 32 semanas de gravidez – Allyson voltou a treinar.

Agora, 10 meses após o nascimento da filha a velocista norte-americana mostrou o que é empoderamento e venceu o segundo segmento na estafeta mista 4×400 metros no Mundial de Doha.

Luta pelas mulheres

A atleta medalhista é conhecida por lutar pelos direitos das mulheres no esporte, que costumam não receber patrocínio durante e após a gravidez.

Eu tive que lutar muito este ano – pela minha saúde, pela minha filha, pelas mulheres e mães, pelo que eu mereço e pelo meu condicionamento físico. Estou realmente orgulhosa de estar no meu 9º campeonato mundial e este é mais especial, porque minha bebê está no estádio para assistir a tudo”, escreveu Allyson no Instagram ao lado de uma foto com a filha.

Que os patrocinadores tenham aprendido, após essa prova de superação, com direito a tapa com luva de pelica.

Com informações do Estadão e Claudia

Fonte: Só Notícia Boa 

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