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BOAS NOTÍCIAS: UMA BRASILEIRA QUE DEU UMA VIRADA DE MESA NOS EUA

Um exemplo de perseverança e superação é o destaque deste domingo, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Sophia Utnick, de 39 anos, é uma brasileira que superou os obstáculos da vida e montou várias empresas de serviços domésticos, inspirada na atividade de sua mãe, que era doméstica, além de outras atividades no meio artístico, de distribuição de bebidas, paisagismo e muito mais. Conheça a belahistória de superação dessa guerreira lendo o artigo completo a seguir!

Brasileira filha de doméstica vira empreendedora de sucesso nos EUA

Uma brasileira, filha de empregada doméstica, virou uma grande empreendedora nos Estados Unidos.

Sophia Utnick, de 39 anos, superou os obstáculos da vida e levantou várias empresas de serviços domésticos, além de outras atividades no meio artístico, de distribuição de bebidas, paisagismo e muito mais.

A vida mudou depois da perda de seu terceiro irmão de 16 anos para um câncer no fígado. Foi quando a família toda foi embora do país, na década de 80.

A mãe da empresária saiu de Governador Valadares, Minas Gerais e resolveu tentar a sorte em Boston, nos Estados Unidos, em busca de uma vida melhor.

A inspiração

Sophia é a caçula das irmãs e foi na cidade norte-americana que concluiu todos os estudos.

Na época da universidade, o primeiro curso escolhido foi justiça criminal. Mas, a raiz empreendedora vem da mãe, que foi uma das pioneiras das empresas de limpeza, em Boston.

Inspirada na mãe, Sophia, começou uma faculdade de administração. Esse foi um grande passo para começar a construir empresas e também criar os próprios negócios.

“Eu sou dona de uma empresa de distribuição de cerveja, junto com o meu marido. Nós somos um dos maiores no ramo, em Nova York. Também somos donos de uma empresa de landscape, em Miami. Sou paisagista, mas o que mais tenho feito é produção artística”, contou a empreendedora em nota enviada ao Só Notícia Boa.

Negócios na pandemia

Utnick Production, surgiu em meio a pandemia da Covid-19. Sophia não sentiu medo de empreender durante a crise.

Ela já ajudava artistas iniciantes com despesas da carreira e a fazer contatos no meio para crescer profissionalmente. Foi aí que a empreendedora juntou o útil ao agradável e montou mais uma empresa.

O foco de Sophia foi pegar pessoas da periferia de Recife, que tinham o sonho de entrar no meio artístico e dar oportunidades de crescimento.

“Peguei pessoas que ninguém daria oportunidade e comecei a ajudar e hoje graças a Deus, muitos estão com a sua carreira em crescimento”, conta.

Entre os artistas que divulga está MC Mirella, um dos novos talentos no mundo funk brasileiro.

Solidariedade 

Durante a pandemia, Sophia enviou para Recife e Minas Gerais, mais de 500 cestas básicas, para ajudar famílias em vulnerabilidade social e reduzir os impactos do isolamento social na região.

Fora essas ações, a empresária ajuda a arrecadar dinheiro para manter suas causas sociais de pé e a reabilitação de dependentes químicos.

“Em Minas Gerais, eu sempre ajudei a Instituição de Santa Luzia, que cuida de pessoas idosas com problemas mentais. A Casa das Meninas. Em tempos fora de pandemia alugava o trenzinho da alegria, para animar crianças e velhinhos”, lembra.

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: AS VEZES SÃO NECESSÁRIAS ALGUMAS PERDAS PARA DESCOBRIRMOS A NOSSA VERDADEIRA MISSÃO

A história que você vai ver no artigo a seguir é a mais claro e cristalino exemplo de que, às vezes, levamos uma vida inteira para descobrir qual a nossa verdadeira missão, o nosso verdadeiro talento único e invariavelmente passa pelo sofrimento  e pela dor. Mas a boa notícia é que ao encontrarmos essa resposta verificamos que para conquistarmos essa nova realidade passamos por perdas irreparáveis, mas essa conquista, essa nova realidade suplanta e muito, em todos os aspectos a situação anterior. Leia o artigo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Ao aprender a usar a  após um derrame, Chen Lie, de 60 anos, descobre que é uma pintora especialista

Aos 60 anos, Chen Lie sofreu um derrame hemorrágico que chegou “sem meu convite ou permissão”. Mas a paralisia temporária de todo o lado direito deu-lhe a oportunidade de florescer no lado esquerdo.

Sem convite ou expectativa, uma nova habilidade surpreendente mudaria sua vida.

Como parte de sua recuperação, ela teve que reaprender como fazer tudo – desde escovar os dentes até usar um garfo ou caneta – com a mão esquerda, resultando em muita frustração.

Um dia, em um acesso de tédio, e pela primeira vez na vida, ela pegou um dos pincéis do neto e começou a colocar cor na tela. A felicidade amanheceu em Chen, pois de repente ela podia pintar lindos cenários naturais, apesar de nunca ter pintado ou praticado um dia em sua vida.

“Eu nunca peguei o pincel antes”, disse Chen à Good News Network . “Não tinha mais nada para fazer, então peguei no pincel e tentei colocar a cor no papel.”

A pincelada

Depois de seu derrame em 2017, Chen concluiu a terapia com paciente internado no Texas antes de se mudar para Nova York para se inscrever em um programa experimental de terapia robótica assistida no Feinstein Institutes for Medical Research em Long Island no final de 2018.

O braço robótico essencialmente permitiu que Chen completasse muito mais repetições na fisioterapia do que seria possível sem ele, permitindo que ela recuperasse o movimento mais rápido.

“Cada vez que recuperávamos algo [durante a reabilitação], contávamos a eles as boas notícias”, disse Chen. “Eles pensaram que era uma maravilha que eu pudesse fazer algo como pintar.”

Chen – cujos pintores favoritos incluem o amado Bob Ross da América – completou incríveis 500 pinturas até hoje. Durante o mês de maio, que é o National Stroke Awareness Month, ela está pintando um todos os dias e postando uma foto em sua página de artista profissional / defesa no Facebook, Stroke of Hope , para ajudar a aumentar a conscientização.

“Na verdade, no começo eu só colocava as cores na tela e depois quanto mais eu fazia, eu lia sobre como pintar, li sobre a cor; é muita pesquisa para eu fazer ”, diz Chen, que considera isso algo como uma ocupação neste momento.

“Ganhei muito conhecimento, então, além da pintura à mão, o cérebro fica pensando; é bom para as vítimas de derrame não deixar o cérebro descansar; Continue pensando; continue procurando pelo conhecimento. ”

Um golpe de esperança

A influência de Bob Ross pode ser vista em um vídeo profissional feito por sua família contando sua história, enquanto ela usa “o velho pincel em leque”, como o próprio homem gentil costumava dizer, para pintar sem esforço árvores perenes cobertas de neve.

Pintura de Chen Lie, Stroke of Hope – FB

A primeira postagem que ela fez no Facebook foi de uma imagem de Cabo San Lucas na Cidade do México, que ela descreveu como “no topo da minha lista de viagens”.

“Nunca a vi pintar”, diz a filha de Chen, Liana. “Enquanto crescia, ela sempre estava ocupada trabalhando, eu nunca nem a vi ter um minuto para fazer qualquer um de seus hobbies. E agora, após o derrame, é bom vê-la fazendo algo que ama. ”

“É como um trabalho para ela! Ela vai sentar-se de manhã cedo, cinco dias por semana, a dedicação é tão real e tão forte que ela vai sentar de manhã, fazer uma pausa [para o almoço], descansar um pouco e voltar a isso ”, ela disse ao GNN.

Stroke Awareness Oregon havia contatado a família para ver se era possível incluir em um leilão algumas de suas pinturas para arrecadar dinheiro para programas de conscientização e resposta rápida para vítimas de derrame no estado.

“Vai para uma boa causa, que é o que o sonho da mamãe realmente é com o golpe de esperança, realmente espalhar a palavra de que não acaba depois que você tem o derrame.” disse Liana.

ASSISTIR suas histórias inspiradoras e algumas pinturas …

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BOAS NOTÍCIAS: PRISCILA SUPEROU O CÂNCER POR 3 VEZES E AGORA AJUDA OUTRAS MULHERES

Uma maravilha o destaque desta segunda-feira na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Uma mulher guerreira, chamada Priscila Araújo venceu o câncer por 3 vezes e agora ajuda outras mulheres espalhando positividade nas redes sociais. Com palavras, mensagens e entrevistas, ela leva esperança a mulheres que estão passando pelo que ela passou. Então, lhe convido a ler o artigo completo a seguir sobre essa linda história de superação!

Brasileira que venceu 3 vezes o câncer ajuda outras mulheres

Sabe quando a sua experiência de vida e superação ajudam outras pessoas a enfrentarem problemas parecidos? Uma brasileira que venceu três vezes o câncer está fazendo isso.

Exemplo e resiliência e fé, Priscila Araújo tem espalhado positividade nas redes sociais. Com palavras, mensagens e entrevistas, ela leva esperança a mulheres que estão passando pelo que ela passou.

Formada em gestão de recursos humanos e moradora de São José dos Campos, no interior de São Paulo, Priscila é casada, tem um filho de 6 anos, o Rodrigo Filho e é uma verdadeira guerreira.

História

E os últimos anos não foram fáceis. Ela perdeu dois bebês – um na barriga, em 2018 e outro que morreu três dias após o parto, em 2019. Seis meses depois, ainda em luto, descobriu um câncer no seio.

Depois da cirurgia, descobriu outro, um sarcoma, câncer raro de pele. Em novembro de 2020 teve outro susto: tirando pintas, por precaução, os médicos encontraram um câncer de pele, porém, mais simples desta vez.

“Confesso que foi difícil receber essa notícia e que os pensamentos ruins quiseram vir na minha mente, mas não deixei que eles me fizessem desanimar. Ergui a cabeça, alinhei os pensamentos e segui”, escreveu Priscila no Instagram.

A cura

E o marido dela comemorou:

“Terminou a radioterapia e graças a Deus não existe mais o câncer. No dia 02 de outubro [ela] encerrou esse ciclo […] no dia 13 de outubro a Pri completava 35 anos, foi presente de Deus pra nós, celebramos a vida e a esperança”, disse Rodrigo Santos da Costa Araujo, em entrevista ao SóNotíciaBoa.

Sim, Priscila sobreviveu a tudo isso e também a problemas financeiros. Não bastasse tudo isso, família também perdeu o apartamento onde morava.

Perguntamos como ela resiste a tantas pancadas da vida?

“Apesar das circunstâncias, vivo com a alegria e leveza que recebo de Deus […] “Sinto muita gratidão, pela cura, pela família, pelos amigos”, respondeu Priscila Araújo ao SNB.

Solidariedade

No meio do turbilhão, ela e o marido descobriram quando gente boa existe nesse mundo e o significado das palavras empatia e da solidariedade.

“Nossos familiares nos ajudaram muito, fizeram brechó, sorteios, rifas e doações. Nossos amigos também depositavam dinheiro na nossa conta, meu cunhado fez uma Vakinha”, contou Rodrigo.

A força

“Amigos e familiares se perguntam de onde vem tanta força, eu digo que foi de Deus em nossas vidas e encarar o problema sem pensar nas circunstâncias ou por que [aconteceu] comigo tudo isso”.

Hoje Priscila usa toda essa experiência dura que teve na vida pra levar esperança e mostrar que é possível sim vencer tantos obstáculos, mesmo quando parece não haver luz no fim do túnel.

Ela está escrevendo um livro pra contar a vida dela e procura uma editora para alavancar o projeto, que poderá trazer algum dinheiro para a família.

“Tenho um bom trabalho graças a Deus, sou técnico da qualidade na Embraer, mas precisamos também de uma segunda fonte de renda. A venda dos livros será uma forma de nos ajudar porque moramos de aluguel e o orçamento mensal sempre é apertado ou termina no vermelho”, contou Rodrigo.

Enquanto isso, Priscila está fazendo trabalho como influenciadora digital pelo Instagram.

“Estou com expectativa de poder ajudar muitas pessoas através da minha história, dizendo que é possível enfrentar as dificuldades com um sorriso no rosto e com a esperança de que coisas boas virão”, concluiu.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

Fonte: Só Notícia Boa

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MOMENTO ESPETACULAR: O LIMITE ESTÁ NA SUA MENTE

Um jovem americano com síndrome de Down, aos 21 anos, o primeiro especial a conseguir completar uma prova de triatlo é o destaque da nossa coluna MOMENTO ESPETACULAR desta quinta-feira. Ele provou que que o limite está apenas na nossa mente e tudo é possível nessa vida. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer esse exemplo de determinação, paciência e resiliência!

Jovem com Down é o 1º a completar prova de triatlo: o IronMan

Um jovem americano com síndrome de Down é a primeira pessoa no mundo a completar uma das provas mais concorridas entre os atletas no triatlo: o IronMan.

Chris Nikic tem 21 anos e depois de muita preparação, ele se superou com a conquista histórica, em 42 anos da competição. O jovem mora em Maitland, na Flórida e o sonho de vida dele era superar vários obstáculos antes de chegar ao maior de todos.

Chris fez uma cirurgia cardíaca aos cinco meses de idade, porque não conseguia andar até os 4 anos, nem comer alimentos sólidos até os 5. Ele passou por quatro cirurgias importantes no ouvido aos 17 anos. E ainda luta contra o lento e baixo tônus ​​muscular.

Mas quando as pessoas dizem a Chris que ele não pode fazer algo, ele simplesmente diz: “Observe-me e vou provar que você está errado”.

No ano passado, ele começou a treinar para o triatlo das Olimpíadas Especiais e adquiriu habilidade e resistência suficientes para nadar 1.000 metros em um lago.

“Foi algo que nunca imaginamos que fosse possível”, disse o pai de Chris, Nik, ao Runner’s World .

Mas o jovem queria ser campeão mundial e depois de saber que ninguém com síndrome de Down jamais havia completado um Ironman, Nik sugeriu a Chris que essa era sua oportunidade.

Iron Man

Em maio deste ano, após meses e meses de treinamento, Chris se tornou a primeira pessoa com síndrome de Down a terminar um meio Ironman.

Em 7 de novembro, ele terminou um Ironman completo.

A corrida inclui uma caminhada de 2,4 milhas, um passeio de bicicleta de 112 milhas e uma corrida de 26,2 milhas.

“Parabéns Chris por se tornar a primeira pessoa com síndrome de Down a terminar um IRONMAN. Você quebrou barreiras ao provar, sem dúvida, que tudo é possível!” escreveu a organização Ironman no Instagram.

Doações

Em colaboração com a IRONMAN Foundation, Chris já arrecadou 40 mil dólares – da meta de 100 mil dólares, cerca de meio milhão de reais – para ajudar causas importantes para ele.

As doações podem ser feitas no site da competição.

Os triunfos de Chris até agora, diz seu técnico e parceiro das Olimpíadas Especiais Dan Grieb, são graças a uma filosofia simples, mas poderosa: apenas melhore 1% a cada dia.

“É fácil ter sucesso porque só preciso melhorar um por cento a cada dia”, diz Chris.

Sua filosofia de 1% se mostrou tão eficaz que agora ele faz discursos motivacionais sobre o assunto.

Futuro

Quanto ao futuro, ele planeja continuar a se desafiar com objetivos ainda maiores.

“É hora de definir uma nova e MAIOR Meta para 2021”, escreveu ele no Instagram após terminar seu primeiro Ironman.

“Seja qual for, a estratégia é a mesma. 1% Melhor a cada dia. SIM, eu fiz o trabalho, mas tinham anjos me ajudando. Deus me cercou de anjos. A melhor parte de tudo. Nova família e amigos. Tudo sobre conscientização e inclusão. Conscientização sobre Síndrome de Down e Special Olympics. Inclusão para todos nós com todos vocês”, disse o verdadeiro campeão da vida.

Veja:

Com informações do Sunnyskyz

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: MAESTRO JOÃO CARLOS MARTINS, UM EXEMPLO DE RESILIÊNCIA, RESISTÊNCIA E PERSISTÊNCIA

O nosso destaque desta quarta-feira, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS é o show do nosso grande maestro João Carlos Martins postado no Instagram interpretando Marcello de Bach. Um exemplo único de resiliência, resistência e persistência que devemos tentar imitar, pois aos 80 anos e depois de 25 cirurgias nas mãos e nos braços ele consegue tocar piano como ninguém. Então não deixe de ler o artigo e assistir ao vídeo desse show imperdível!

Maestro João Carlos Martins faz arrepiar em novo vídeo tocando piano

Acordamos nesta terça, 22, com um novo vídeo do maestro João Carlos Martins usando as luvas biônicas e tocando com uma emoção de arrepiar.

A música, postada no Instagram é Marcello, de Bach e o maestro mostra que a recuperação dos movimentos dele está melhor a cada dia. (assista abaixo)

Em fevereiro de 2019 João Carlos Martins passou pela 24ª cirurgia nos nervos do braço esquerdo, para conter as dores crônicas e os médicos disseram que o maestro não poderia mais tocar piano, porque a mobilidade ficaria reduzida.

Ele não aceitou o prognóstico e com a ajuda das luvas biônicas que ganhou de presente no Natal de @ubiratanbizarro, o maestro persistiu.

Voltou a estudar, praticar e agora dá esse novo show de resiliência, persistência e esperança, pra inspirar a gente com música!

Amamos você maestro! Obrigado por ensinar a todos o sentido da palavra ressignificar !

Assista:

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BOAS NOTÍCIAS: CÂNCER-COVID-QUIMIOTERAPIA E A VOLTA PRA CASA LIVRE DE TUDO

Uma história belíssima de superação é o destaque desta quarta-feira aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Um casal do Texas, há 46 anos juntos passaram por momentos terríveis durante essa pandemia, pois tiveram que enfrentar os dois a Covid-19, e a mulher, câncer de mama e ovário e quimioterapia, mas escaparam. Leia o artigo completo a seguir e saiba como foi! 

Casal do Texas casado há 46 anos vence a crise de COVID-câncer-quimioterapia e volta para casa com saúde limpa

O amor e o compromisso de um casal através de circunstâncias impossíveis de imaginar dão um significado totalmente novo à frase “ter e manter na doença e na saúde”.

Além de ser diagnosticada com câncer de ovário e mama, Janice Beecham e seu marido há 46 anos tiveram que enfrentar as quarentenas do COVID-19 – mas eles saíram juntos do outro lado nesta semana.

Em 25 de março, com Janice e Robert seguindo estritamente todas as diretrizes de saúde pública do COVID-19 por causa do câncer de Janice, Robert ligou para o filho e decidiu ir ao médico para fazer um teste de COVID-19 por solicitação do filho, pois ele não havia se sentindo bem na semana anterior.

Ele foi internado no Hospital Parkland, em Dallas, recebeu seu teste positivo, mas se recuperou pouco depois, apesar de já ter sofrido dois derrames nesta década.

Um dos golpes o impediu de comemorar um aniversário com sua esposa, e ele não queria que isso acontecesse pela segunda vez.

O médico de Robert eventualmente inventou um plano para tirar o marido dedicado do hospital e visitar sua esposa, um plano que ele pensava que o manteria no caminho certo para a recuperação, porque seu amor por Janice era obviamente uma força curadora em sua vida.

Contra as probabilidades

Chegando em casa no aniversário de casamento, Robert Beecham descobriu que Janice, que havia sido submetida a uma cirurgia invasiva para câncer de mama apenas um mês antes, já havia testado positivo para o COVID-19.

Para complicar ainda mais, seu câncer de mama retornou e Janice não pôde iniciar a quimioterapia como tratamento para qualquer câncer até que sua convalescença COVID-19 estivesse concluída, o que poderia dar tempo para o câncer se espalhar.

“Quando cheguei em casa e fizemos a quarentena, eu estava melhorando progressivamente, mas Janice ainda tinha problemas com sua saúde”, disse Robert à CNN .

Mas eles são melhores amigos, que se ajudaram com isso.

Agradecendo a Deus, como só se pode fazer tal situação, os namorados do ensino médio terminaram quarentenas, cirurgias e quimioterapia, agora são COVID-19 e livres de câncer.

A CNN informa: “Janice ainda tem radiação preventiva, mas os dois disseram que são abençoados por estarem vivos e por terem comemorado mais um ano juntos”.

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: EXEMPLO DE SUPERAÇÃO E VITÓRIA ROZELI DA SILVA TRANSFORMA A VIDA DE 360 CRIANÇAS

Um exemplo de superação e vitória é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste domingo. Uma Ex-gari, analfabeta e vítima de violência doméstica, que foi mãe aos 12 anos de idade criou uma ONG que transforma a vida de 360 crianças pobres em Porto Alegre. Então você não pode deixar de ler esse artigo completo e conhecer essa história emocionante de Rozeli da Silva!

Ex-gari e analfabeta transforma a vida de 360 crianças pobres

“Eu sou gari, preta, pobre, não sabia nem ler e nem escrever. Fui vítima de violência doméstica, vivi em cárcere privado, fui mãe aos 12 anos e por muito tempo, quando não era invisível, era tratada como lixo. Hoje, represento para as crianças que acolhemos a esperança de que existe sim uma saída e que quando acolhemos com amor a nossa história e a de quem está ao nosso redor, podemos mudar o mundo!”.

As palavras de luta e vitória são de Rozeli da Silva, que há 10 anos criou uma ONG que transforma a vida de quase 400 crianças pobres de Porto Alegre!

A ONG Renascer da Esperança fez da luta pessoal de Rozeli um propósito de vida tão significativo e poderoso, que contagiou uma legião de pessoas, que se juntaram a ela e hoje levam dignidade, amor e esperança a esses pequenos brasileiros.

A história da Rozeli e da ONG Renascer da Esperança foi descoberta pelos Caçadores de Bons Exemplos, do casal Iara e Dudu, que vendeu tudo o que tinha em 2010 para rodar o Brasil atrás de bons exemplos. Eles fecharam parceria com o SóNotíciaBoa e agora vão contar histórias como esta, toda semana aqui no nosso portal.

O sonho da Rozeli

Rozeli foi criada rodeada pela pobreza e que hoje está viva graças às doações de comida que recebia ao pedir de porta em porta. Mas ela decidiu que era importante contar para o mundo que não existe criança da rua.

“Nenhuma delas brotou do asfalto, nasceu nos becos, ou foi colocada ali pela cegonha. Todas têm família e têm história, não cabe a ninguém o direito de dar nomes à elas: trombadinhas ou qualquer outra ofensa, não às representam”, lembra Rozeli.

Desde que começou a trabalhar como varredora de rua, ela entendeu que poderia ser capaz de realizar o que um dia ela sonhou – literalmente – juntar as crianças que vivem na rua e cuidar de cada uma delas, abraçando sua história, seus medos, suas inseguranças e traumas.

Deu certo

A ideia de Rozeli começou a ser abraçada por pessoas que ajudaram a construir a ONG.

Lea, assistente social, foi personagem desse sonho e peça fundamental dentro da construção da ONG Renascer da Esperança.

Por muito tempo, era ela quem escrevia e divulgava as ideias que estavam dentro do coração e da cabeça de Rozeli.

Com a ajuda de muitas outras pessoas da comunidade, o projeto da ONG foi estruturado, graças ao advogado Dr. João Plinio de Almeida, e o analfabetismo da Rozeli foi ficando para trás com o cuidado e paciência da lavadeira Dona Neli.

A sede

Em 1998, três anos depois da estruturação do projeto e de muitos dias e meses com ele embaixo do braço, a ONG ganhou sua sede, duas casinhas de madeira em um grande pátio da União, cedido pelo presidente da empresa em que Roseli trabalhava.

De lá pra cá, tudo mudou. A comunidade veio com braços e peças fundamentais para a estruturação de um lugar de acolhimento, incentivo a educação, ao esporte e, principalmente, ao renascer da esperança na vida de centenas de crianças da região.

Hoje, a ONG Renascer da Esperança cuida de mais 360 crianças e oferece reforço escolar, oficinas extracurriculares e diversas atividades… colhe frutos de um sonho que, com muita dedicação e superação, se tornou real.

Veja o trabalho da ONG na página deles, no Instagram, no Facebook e ajude!

A vitoriosa Rozeli - Foto: divulgação
A vitoriosa Rozeli – Foto: divulgação
Aulas na ONG - Foto: divulgação
Aulas na ONG – Foto: divulgação

Por Rinaldo de Oliveira e Caçadores de Bons Exemplos

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: BRASILEIRO COM DOWN VENCE SISU E É APROVADO EM UNIVERSIDADE FEDERAL

Uma história de superação é o destaque desta segunda-feira na coluna BOAS NOTÍCIAS. Um brasileiro alagoano com síndrome de Down  consegue nota no SISU para entrar no curso superior de bacharel em Teatro, pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Uma vitória monumental levando em consideração que num universo populacional de 300 mil indivíduos portadores dessa síndrome no Brasil apenas 74 estão em instituições de ensino superior. Leia a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes. 

Brasileiro com Down é aprovado em universidade federal

O jovem José Artur Ciríaco do Carmo foi aprovado pelo SISU e vai fazer curso superior de bacharel em Teatro, pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL.

Fera, como é conhecido, ele tem síndrome de Down, alteração genética que atinge 300 mil brasileiros. Destes, apenas 74 estão em uma Instituição de Ensino Superior (IES).

José Artur é mais uma prova de que ter Down não é impeditivo para estudar e conquistar seu espaço no meio acadêmico, apesar das dificuldades sociais, ou de aprendizado.

O estudante alagoano estudou em colégios regulares desde o início de sua vida escolar.

Artur é um jovem bastante comunicativo e está radiante com sua conquista.

De cabeça raspada e sorriso no rosto, ele conta que estudou muito para o ENEM e lembra que adora um palco.

Dificuldades vencidas

A mãe dele, a psicopedagoga Simone Ciríaco, conta que em alguns momentos encontrou barreiras nas escolas para oferecer um acompanhamento mais especializado ao José Artur. Mas ela lembra que todas as dificuldades foram enfrentadas e vencidas.

José Artur sempre teve apoio e estímulos positivos para se manter assíduo na escola.

Hoje ele é o primeiro aluno SD – com Síndrome de Down – a ser aprovado, para um curso do Ensino Superior, na Universidade Federal de Alagoas.

Conquistas

Essa foi a segunda grande conquista acadêmica de José Artur, que ingressou no curso técnico de Dança, também pela Universidade Federal de Alagoas, no ano de 2019.

Ele quer ser ator e professor de dança.

“É muito bom e estou muito feliz. Quero ser um professor de teatro e ator”, disse ao AFolhaHoje.

E reforça que portadores de SD não devem desistir dos seus sonhos.

“Todas as pessoas com dificuldade de estudar, peguem seus sonhos e vão para a vida”, concluiu.

Com informações do AFolhaHoje

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CADEIRANTE USA KIT DE MOBILIDADE URBANA MOTORIZADO PARA ENTREGAR COMIDA

Um exemplo de superação e determinação é o nosso destaque deste sábado na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Graças a um kit de mobilidade urbana motorizado, cadeirante desempregado ganha a vida como entregador de comida. Veja a reportagem completa a seguir e saiba como ele conseguiu essa proeza!

Cadeirante desempregado usa kit e vira entregador de comida. Vídeo

Cleber com sua moto adaptada Foto: Arquivo Pessoal

Cleber com sua moto adaptada Foto: Arquivo Pessoal

Cadeirante, desempregado e agora entregador. Cleber Vaz, de 39 anos, descobriu na internet um kit de mobilidade urbana motorizado para cadeirantes que mudou a vida dele.

Há dois meses ele circula trabalhando como “cadeiroboy”, com uma moto adaptada fazendo entregas para Uber Eats e Bee Delivery. O vídeo de Cleber fazendo entregas viralizou nas redes sociais. (assista abaixo)

“Nenhuma empresa contrata cadeirante. As vagas são preenchidas por pessoas que possuem pequenas deficiências, como por exemplo, quem não tem um dedo. Então, por conta disso, eu vi uma oportunidade nos aplicativos para trabalhar”, disse ao A Crítica.

“Eu já vendia bolo na rua com a minha esposa. Vendemos até hoje bolo de macaxeira e de milho, eu mesmo que faço. Tudo começou aí para eu querer ir atrás do kit.  Já trabalhei como fiscal e auxiliar administrativo, tudo graças à Associação dos Deficientes Físicos, a Adefa. Eles conseguiram para mim, sou muito grato”, diz o motoboy.

Kit livre

O kit deu liberdade de locomoção e uma nova perspectiva para o motoboy que trabalha sorridente pelas ruas de Manaus.

O guidão automatizado, que é conhecido como “kit livre”, vem diretamente de São José dos Campos (SP) e é totalmente adaptável à cadeira de rodas de Cleber.

O equipamento elétrico alcança no máximo 35km/h.

História

Com 21 anos Cleber levou um tiro e ficou paraplégico.

“Há 17 anos que vivo nessa condição. Tento me virar do jeito que eu posso. Muita gente conhece a minha história de vida. Fui baleado quando tinha 21 anos e acabei ficando paraplégico. Então, esse foi o modo que eu vi para ajudar a sustentar a minha família, pois as coisas não estão fáceis”, disse o autônomo de 39 anos.

Cleber Vaz explicou que a situação da família se complicou.

Morador do bairro Aleixo, situado na Zona Centro-Sul da capital amazonense, Cleber é casado e pai de três filhos pequenos, um menino de 13, uma menina de 9 e outro menino de 5 anos.

Mesmo numa condição especial ele se dedica total e incondicionalmente para criá-los.

“Eu vivia em casa chorando porque tinha acabado de perder um sobrinho de 14 anos por conta de um tiro na porta de casa. Sem Deus na minha vida, eu não teria conseguido. Por isso eu digo que fazer entregas salvou a minha vida. Isso me tirou da depressão”, revela.

Famoso

Cleber afirma que tem sido maravilhoso trabalhar com o delivery, pois por onde passa querem tirar fotos com ele.

“As coisas se tornaram mais difíceis, mas, devido ao tempo que tenho na cadeira, vivo uma vida normal como qualquer outra pessoa, pego até meus filhos na escola, sou completamente reabilitado”, explica o entregador, que brinca se autodenominando “cadeiroboy”.

Há dois anos, Cleber se tornou diácono da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (IEADAM).

Segundo ele, fazer a obra para o Criador também é o que lhe motiva a continuar.

“Ajudo como Diácono na igreja aqui do bairro, resgatando vidas de jovens perdidos que precisam de amor.

Isso me motiva a ser alguém melhor todos os dias, não só para a minha família, mas para os outros também. É importante fazer o bem e ajudar na obra de Deus”, explicou o entregador.

Assista ao vídeo de Cleber fazendo entregas pelo Uber Eats, que viralizou nas redes sociais:

Com informações do Correio Braziliense e A Crítica

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: USAIN BOLT PERDE REINADO PARA CORREDORA ALLYSON FELIZ

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado temos mais um linda história de superação. A corredora Allyson Felix que foi mãe e por causa disso perdeu o patrocínio, num ímpeto de superação, esta semana, conquistou a sua 12ª medalha de ouro, superando o jamaicano Usain Bolt que tem 11 medalhas. Leia a reportagem completa a seguir e saiba como foi!

Corredora que perdeu patrocínio por causa da gravidez bate recorde de Bolt

Allyson Feliz na corrida e com a filha - Fotos: reprodução / Instagram

Allyson Feliz na corrida e com a filha – Fotos: reprodução / Instagram

A força da mulher! Dez meses após dar à luz, a corredora Allyson Felix conquistou esta semana sua 12ª medalha de ouro e se tornou na única atleta do Mundo com essa marca em Campeonatos do Mundo.

Ela superou o jamaicano Usain Bolt, que tem 11 medalhas. O curioso é que Allyson Felix  foi desacreditada pelos patrocinadores quando engravidou. Na época, perdeu o apoio financeiro porque as marcas temiam que ela não teria o mesmo desempenho de antes.

Mas dois meses o nascimento da filha – que teve gestação de risco, pré-eclâmpsia e uma cesariana com 32 semanas de gravidez – Allyson voltou a treinar.

Agora, 10 meses após o nascimento da filha a velocista norte-americana mostrou o que é empoderamento e venceu o segundo segmento na estafeta mista 4×400 metros no Mundial de Doha.

Luta pelas mulheres

A atleta medalhista é conhecida por lutar pelos direitos das mulheres no esporte, que costumam não receber patrocínio durante e após a gravidez.

Eu tive que lutar muito este ano – pela minha saúde, pela minha filha, pelas mulheres e mães, pelo que eu mereço e pelo meu condicionamento físico. Estou realmente orgulhosa de estar no meu 9º campeonato mundial e este é mais especial, porque minha bebê está no estádio para assistir a tudo”, escreveu Allyson no Instagram ao lado de uma foto com a filha.

Que os patrocinadores tenham aprendido, após essa prova de superação, com direito a tapa com luva de pelica.

Com informações do Estadão e Claudia

Fonte: Só Notícia Boa 

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