ANÁLISE POLÍTICA: A VERDADEIRA BIOGRAFIA DE RENAN CALHEIROS

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA deste sábado você, que ainda não conhece o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, vai ter a oportunidade de conhecer quem essa figura cara de pau e totalmente ante ético, que responde  a mais de 15 processos na justiça, por fraude, lavagem de dinheiro, obstrução de justiça, corrupção, o recordista de processos no STF. Assista ao vídeo da nossa Bárbara conheça essa rica biografia de contravenção! 

Fonte:

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RENAN CALHEIROS ENVIOU CARTA POR EMAIL AOS JOGADORES CONVOCADOS PARA COPA AMÉRICA PARA QUE ELES NÃO JOGUEM O TORNEIO

Em e-mail, Renan Calheiros pede que jogadores não participem da Copa América

Mensagem preparada pelos técnicos da CPI da Pandemia diz que não disputar o torneio seria ‘gesto de respeito à vida de milhões de famílias enlutadas’

Tainá Farfan, da CNN, em Brasília

Atualizado 06 de junho de 2021 às 15:38

Em e-mail, Renan Calheiros pede que jogadores não participem da Copa América

O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), enviou por e-mail, na noite de sábado (6), uma carta aos jogadores da Seleção Brasileira convocados para a Copa América, preparada pelos técnicos da comissão parlamentar, com justificativas para que eles não joguem o torneio.

CNN pediu posicionamento da CBF e do Palácio do Planalto, mas ainda não obteve resposta.

O texto fala que “é uma reflexão sugerida pelos técnicos com proposito de informar, alicerçados em argumentos estritamente técnicos, sem qualquer viés político”. E diz “as razões para a realização da Copa América na iminência de uma terceira onda da pandemia [de Covid-19] no Brasil não corresponde a opção sanitária mais segura para o povo brasileiro”.

Os técnicos na CPI elencam pontos para embasar os jogadores. Entre eles, esta o número de vacinados ser apenas de 10,77% no Brasil. O documento diz que o torneio “além de transmitir a falsa sensação de segurança e normalidade, oposta à realidade que os brasileiros vivem, teria o efeito reprovável de estimular aglomerações e transmitir um péssimo exemplo”.

Também é levantada a quantidade de mortos no Brasil: “Morrem em média perto 2 mil brasileiros todos os dias vitimados pela doença e o colapso do atendimento hospitalar se avizinha. Isso significa que a cada partida de futebol da Copa América, de 90 minutos, mais de 120 brasileiros estariam morrendo ao mesmo tempo. Futebol é uma das maiores expressões da alegria. Há alegria em uma situação como essa?”.

A carta também fala sobre a politização do assunto: “Alguns setores tentam forçar a realização da Copa América, ou não, como um ato político”.

“Não realizar e não participar da Copa América no Brasil não é um ato político, é um gesto de respeito à vida de milhões de famílias enlutadas pela morte e por cicatrizes incuráveis. É adotar a mesma disciplina técnica e científica que todos da Comissão Técnica e todos os Jogadores obedecem, desde sempre, todos os dias”, encerra o texto.

Segundo o senador Renan Calheiros, a iniciativa de enviar o e-mail aos jogadores “é uma tentativa de subsidiá-los com argumentos técnicos, na impossibilidade de dialogar com [o presidente Jair] Bolsonaro e com o presidente da CBF [Rogério Caboclo]. Nos resta apelar aos jogadores”.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse à reportagem que a convocação do presidente da CBF, Rogério Caboclo, para prestar depoimento na comissão deve ser marcado para antes do fim de junho. A data deve ser definida ainda essa semana.

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OPINIÃO: RENAN CALHEIROS COBRA DO GOVERNADOR DO RIO ALGO QUE PARECE SER SUA ESPECIALIDADE “MOLECAGEM COM DINHEIRO PÚBLICO”

 

Renan Calheiros cai na própria armadilha

Imagem em destaqueEste senhor não cansa de passar vergonha!

Renan Calheiros cobrou o governador do Rio de Janeiro, sobre algo que parece ser sua própria especialidade, o que chamou de “molecagem com dinheiro público”.

Indignado com a “motociata” realizada pelo presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro, neste domingo (23), o senador, relator da malfadada CPI da Pandemia, escreveu um tuíte cobrando explicações ao governador fluminense, Cláudio Castro, dando mesmo a entender que deve solicitar a convocação dele ao colegiado.

“A prioridade é barrar a pandemia, mas Bolsonaro rema para trás. A procissão no Rio em louvor ao vírus é declaração de guerra ao SUS. O governador terá que explicar a molecagem com dinheiro público. Pazuello pisoteia disciplina e hierarquia e ri a céu aberto. A CPI terá muito assunto.”, escreveu o parlamentar alagoano.

Pois é, Renan parece estar chegando onde todos querem, afinal: O momento em que as portas da CPI se abrem à convocação de governadores, prefeitos e demais agentes públicos, para que se expliquem sobre, olha só, “a molecagem com o dinheiro público”… … verbas federais bilionárias destinadas à pandemia, e que ninguém sabe onde foram parar.

E já que está mesmo autorizado, Renan Calheiros poderia chamar, após Cláudio Castro, o governador de Alagoas, Renan Filho. E fica ainda uma dica para quando a CPI, enfim, terminar.

Que o próprio Renan Calheiros tome a frente, abra mão do foro privilegiado e se explique sobre os 17 inquéritos que responde no Supremo Tribunal Federal.

Ao que parece, o que não falta ali, é molecagem!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: ESSA CPI É A MAIOR FALTA DE RESPEITO COM OS PALHAÇOS PROFISSIONAIS

Caro(a) leitor(a),

O vídeo a seguir deixa explícito o vexame e o constrangimento que os senadores Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues passaram ao tentar responder a pergunta feita pela repórter Berenice Leite do Jornal da Cidade Online: eu gostaria de saber, assim como a população, quando é que os senhores irão convocar governadores e prefeitos e investigar a questão do desvio de verbas que eram destinadas ao combate a pandemia? Embromaram, embromaram e não responderam uma pergunta tão óbvia e ululante! Mas é muito claro que eles não têm como responder essa pergunta, simplesmente porque o objetivo dessa CPI é unicamente o ataque direto ao presidente Bolsonaro. É a maior palhaçada já produzida pela nossa política tupiniquim. Uma palhaçada que tem patrocínio do STF, outro antro de palhaços, que deixa qualquer palhaço morto de vergonha! Enfim, pela primeira vez na vida eu torço para que uma CPI vire pizza de verdade! 

Viralizou: A pergunta que desmontou a CPI virou até meme (veja o vídeo)

Imagem em destaque

A forma como ‘vossas excelências’ tentaram escapar dos questionamentos foi tão ridícula que virou meme na internet.

Confira o vídeo que o vereador Paulo Chuchu, de São Bernardo (SP), colocou nas redes e está provocando muitas risadas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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LEVANTAMENTO FEITO POR TÉCNICOS DA CPI APOIADORES DE RENAN CALHEIROS, CONSIDERA 15 MENTIRAS NO DEPOIIMENTO DE PAZUELLO

Renan elabora réplica com o que considera 15 mentiras de Pazuello na CPI

Saiba quais são os 15 pontos contestados pelo relator da CPI da Pandemia no depoimento de Eduardo Pazuello

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 20 de maio de 2021 às 21:58

Renan elabora réplica com o que considera 15 mentiras de Pazuello na CPI

Um levantamento feito por técnicos da CPI da Pandemia que apoiam o trabalho do relator Renan Calheiros elaborou um levantamento com o que consideram ser 15 mentiras do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

Intitulado “Réplicas às afirmações falsas do ex-ministro Eduardo Pazuello”, o documento deverá ser anexado no relatório final da CPI e depois remetido ao Ministério Público. A ideia é que só com base nele seja pedido indiciamento por crime de falso testemunho.

No início, o documento cita que “ficou evidente que a missão do depoente nesta CPI não foi esclarecer a população ou colaborar para encontrarmos a verdade, mas, sim, eximir o Presidente da República de qualquer responsabilidade pela condução temerária pelo Governo Federal das ações de combate à pandemia”. Depois lista o que considera “afirmações falsas em 15 temas”.

Réplica às afirmações falsas do ex-ministro Eduardo Pazuello

Depois do depoimento iniciado ontem (19) nesta Comissão pelo ex-ministro Eduardo Pazuello, diversos órgãos de imprensa e a equipe de apoio à CPi analisaram as declarações do ex-ministro e as compararam com fatos, documentos e outras declarações públicas dadas ao longo dos últimos doze meses.

Ficou evidente que a missão do depoente nesta CPI não foi esclarecer a população ou colaborar para encontrarmos a verdade, mas, sim, eximir o Presidente da República de qualquer responsabildiade pela condução temerária pelo Governo Federal das ações de combate à pandemia. Embora tenha sido claramente treinado para esse objetivo, seu depoimento não se sustenta, e qualquer pessoa que tenha acompanhado suas declarações ao longo da pandemia e ouviu o que disse ontem a esta comissão chega à mesma conclusão: o depoente estava, sem nenhum pudor, mentindo para proteger outros culpados.

Essa atitude não é só criminosa por constituir falso testemunho e embaraçar os trabalhos da CPI, em violação ao art. 4º da Lei 1579, de 1952, mas também é incompatível com o que se esperaria de um oficial general, que deveria dedicar a vida à defesa do Brasil, mas desrespeita a memória de mais de 440 mil vítimas e a dor de suas famílias. Missão cumprida, ministro. Organizamos aqui alguns pontos do depoimento, para que fique claro o espetáculo lamentável a que o Brasil foi submetido na sessão de ontem:

Ordem do presidente

“Em hipótese alguma. O Presidente nunca me deu ordens diretas para nada” (…)“Em nenhum momento o presidente da República me desautorizou ou me orientou a fazer diferente de qualquer coisa que eu estava fazendo”

Todos vimos o vídeo divulgado em 22 de outubro de 2020, em que V. Exa. faloudurante um encontro com ele: ‘É simples assim: um manda e outro obedece’.

Aqui, tenta justificar que o que se fala em redes sociais são falas políticas, que não correspondiam a sua ação. Se essa desculpa pudesse prevalecer, seria impossível a esta CPI avaliar as ações do Ministério e do Governo, que são o principal objeto desta CPI, pois as declarações públicas não serviriam de nada e, como V.Exa. respondeu várias vezes ontem, não havia produção de documentos.

Tratecov

“Essa plataforma (TrateCOV), ela não foi distribuída aos médicos (…) O aplicativo – o aplicativo, não, a plataforma, não é um aplicativo – nunca entrou em operação”

No dia 11 de janeiro, durante um evento em Manaus, o Ministério da Saúde lançou o aplicativo TrateCOV. O lançamento da plataforma foi noticiado na TV Brasil.

V. Exa. defendeu o chamado tratamento precoce naquela ocasião e utilizou o termo “aplicativo” nas redes sociais. Aqui, veio com outra desculpa, de que o software foi roubado e divulgado por um terceiro.

Que interesse poderia ter um criminoso em divulgar gratuitamente um aplicativo desenvolvido pelo Ministério da Saúde em defesa da cloroquina?

Independentemente disso, não houve resposta sobre como um aplicativo que indica cloroquina poderia ajudar a evitar casos e mortes por covid, nem sobre o motivo pelo qual a população de Manaus deveria servir de cobaia para essa experiência.

Decisão do STF

“A decisão do STF em abril de 2020 limitou ainda mais a atuação do governo federal nessas ações. Assim, não há possibilidade de o Ministério da Saúde interferir na execução das ações dos estados na saúde sem usurpar as competências dos estados e municípios.”

Em nenhum momento o Supremo proibiu ou limitou ações federais. A decisão na Ação de Direta de Inconstitucionalidade nº 6341 permite que estados e municípios tomem suas medidas, mas não impede que o Ministério da Saúde tome as suas. O STF diz que o entendimento foi reafirmado pelos ministros em diversas ocasiões.

Perguntamos aqui, ontem, que medidas o Ministério teria sido impedido de tomar em razão da decisão do Supremo, e não veio resposta. Mas todos sabemos que o STF impediu, com aquela decisão, foi que o Presidente sabotasse as medidas de fechamento do comércio e redução de circulação, que tantas vidas salvou.

Brasil entre os países que mais imunizaram

“Hoje o Brasil figura entre os países que mais imunizaram no mundo. Ficamos atrás apenas de Estados Unidos, China e Índia”

A informação visa a confundir. Não faz sentido comparar números absolutos. O que importa é imunização percentual, ou seja, quantos por cento da população receberam a vacina. Além disso, começamos a vacinar no final de janeiro, quando poderíamos ter começado em dezembro do ano passado, como tantos países conseguiram.

Que sentido faz comparar o Brasil, com seus 210 milhões de habitantes, com nossa vizinha Guiana, com seus menos de 800 mil? O Brasil, mesmo não estando entre os mais pobres do mundo, aparece atrás de mais de 80 países se for considerado o percentual da população que recebeu ao menos uma dose de vacina. Nosso ritmo é um dos mais lentos do mundo.

Cloroquina

“A cloroquina é um antiviral e um anti-inflamatório conhecido pelo Brasil”

A cloroquina não é um antiviral nem um anti-inflamatório, e sim um antimalárico, utilizado no combate ao plasmódio da malária, que é um protozoário.

Zíka vírus x cloroquina

“Cloroquina foi usada para o tratamento da zika”.

Nunca houve administração de cloroquina para pacientes contaminados pelo zika vírus. Iniciou-se uma pesquisa em ratos, com resultados que não se replicaram em humanos. Por isso, a pesquisa foi interrompida. Além disso, o zika vírus não é semelhante ao coronavírus. A afirmação servia para confundir, para tentar passar uma ideia de versatilidade à cloroquina e, assim, tentar justificar eu uso para outras doenças.

Compra de vacina

“O Governo Bolsonaro não tinha como comprar a vacina da Pfizer sem a autorização do Congresso”

V. Exa. e o Presidente reclamavam publicamente das cláusulas da Pfizer, mas não citavam a necessidade de uma lei. Ao contrário, retiraram esse dispositivo do anteprojeto da MP 1026. V. Exa. disse ontem que não sabe por que o Governo fez isso e que não foi decisão do Ministério. Ainda assim, afirma que a Presidência não tinha ingerência sobre sua gestão. A alteração legislativa veio de um projeto do Senado. O Governo, que tinha a iniciativa legislativa, nada fez.

“Ah, mas sem a lei isso trazia insegurança jurídica como disse a CGU e a AGU”. Bom, os pareces são de 03 de março de 2021, justamente um dia após a aprovação da lei no Congresso.

A verdade é que V. Exa. se recusou a dizer por que dificultou a compra da vacina da Pfizer, por que não respondeu à comunicação da empresa, por que não agiu de forma previdente, e por que não protegeu a população brasileira.

Desautorização de compra da coronavac

“Nunca o Presidente da República mandou eu desfazer qualquer contrato, qualquer acordo com o Butantan. Nem por uma vez. (…) O Presidente da República fala também como agente político. Quando ele recebe uma posição de um agente político de São Paulo, ele se posiciona como agente político também, daqui para lá. Nunca houve a ordem” (…) “Uma postagem na internet não é uma ordem”.

Em outubro, V. Exa. anunciou um protocolo de intenção de compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac. Um dia depois, porém, o Presidente afirmou que o Governo Federal não ia adquirir “vacina da China”:

“Ele [Pazuello] tem um protocolo de intenções, já mandei cancelar se ele assinou. Já mandei cancelar. O presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade. Até porque estaria comprando uma vacina que ninguém está interessado por ela, a não ser nós”.

V. Exa. disse que essa declaração não representava uma ordem de cancelamento, mas somente uma “posição política” do Presidente contra o governador de São Paulo e que uma postagem da internet não é uma ordem. Mas não foi uma postagem. Foram diversas declarações do Presidente à imprensa brasileira e um vídeo de V.Exa. e o Presidente, lado a lado, que evidenciam a ordem dada.

O Presidente do Butantan, Dimas Covas, antes mesmo do depoimento de V. Exa., fez questão de enviar ofício para a esta Casa, afirmando que, após a contraordem do Presidente da República, em outubro de 2020, houve uma completa paralisação do processo de negociação, só sendo realmente assinado em 7 de janeiro de 2021:

Documento Renan CalheirosFoto: Reprodução

Conhecendo a personalidade do Presidente e a formação militar de V. Exa., fica evidente que V. Exa. recebeu ordem superior naquela ocasião e novamente aqui, para faltar com a verdade e proteger seu superior. Missão cumprida, mas isso não lhe é lícito fazer nesta CPI.

Tratamento precoce

“Assim não há possibilidade do Ministério da Saúde interferir na execução das ações de estado da saúde, sem usurpar as competências dos Estados e Municípios”

V. Exa. falou, no dia 11 de janeiro de 2021, sobre o tratamento precoce, e confirmou para o presidente a utilização em Manaus. Eis a transcrição do diálogo:

“Pazuello – Ouvi o Davi falar aqui sobre tratamento precoce, senhores, senhoras, não existe outra saída.
Presidente – Você entrou com o tratamento precoce em Manaus, não entrou?
Pazzuelo – Já está funcionando com a nova gestão.”

Oxigênio

“Quando a gente observa os mapas, a gente vê que a White Martins [empresa fornecedora de oxigênio] começa a consumir seus estoques já no fim de dezembro. Então ela tem um consumo, uma demanda, e começa a entrar no negativo, e esse estoque vai se encerrar no dia 13 [de janeiro], quando acontece uma queda de 20% na demanda e no consumo do estado. No dia 15, já voltou a ser positivo o estoque de Manaus”

“Não alertaram [antes], apenas no dia 10 à noite, pessoalmente. Eu acredito que as medidas possíveis a partir do dia 10 foram executadas, todas executadas”.

Faltou oxigênio na cidade de Manaus por mais de 20 dias. Ofício que a Advocacia-Geral da União enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em janeiro afirma que o Governo Federal sabia do “iminente colapso do sistema de saúde” do Amazonas dez dias antes de a crise estourar e faltar oxigênio para pacientes no estado.

Além disso, a Dra. Mayra Pinheiro declarou à Polícia Federal que foi V. Exa. quem a informou da falta de oxigênio em Manaus, no dia 8 de janeiro, o que seria impossível para quem só tomou conhecimento em 10 de janeiro. Evidente que alguém está mentindo.

Consórcio

Pazuello afirmou que optou por 10% em vez de 50% da oferta de vacinas disponibilizadas pelo consorcio da OMS Covax Facility.

Segundo Pazuello, “estar presente no consórcio era mais importante” do que a aquisição de um número elevado de imunizantes no primeiro momento, e que seria possível comprar mais vacinas dentro do consórcio numa etapa posterior, pois não haveria restrições quanto a isso”.

A informação não condiz com a realidade. O ex-Ministro recusou-se a declinar quemtomou a decisão e seus fundamentos técnicos. O consórcio era capitaneado pela OMS, praticamente todos os países já haviam aderido e o Brasil, naquele momento, não tinha perspectiva de outras contratações que justificasse a reserva de valor tão pequeno de doses da vacina. Na falta da resposta, a posição contrária à OMS, que marcava a política dos Estados Unidos, seguida pelo Brasil, que ficou clara no depoimento do ex-Ministro, parece ter sido a verdadeira razão.

TCU

O Ministro Pazuello afirmou, mas não comprovou, que todos os órgãos de controle interno e externo não recomendavam a assinatura do contrato de compra de vacinas com a Pfizer. No entanto, o TCU acabou de publicar nota de esclarecimento à imprensa dizendo “que nenhum de seus ministros se posicionaram de forma contrária à contratação da empresa Pfizer (…) nem desaconselhou sua imediata contratação”.

TCU documentoFoto: Reprodução

Produção de cloroquina pelo exército

V. Exa. afirmou desconhecer que a produção de cloroquina para Covid-19 pelo Exército tenha passado pelo Ministério da Saúde. No entanto, o Ministério da Defesa informou textualmente que foi o Ministério da Saúde que determinou a produção de cloroquina pelo Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército.

Eis o trecho do documento do Exército:

Imagem documento Renan CalheirosFoto: Reprodução

Pressão para regulamentar a cloroquina no SUS

Pazuello afirmou que nunca sofreu pressões para autorizar o uso da cloroquina no SUS, o que aconteceu com a Nota Informativa nº 17, de 2021, do Ministério da Saúde.

O Ministro Teich deixou o Ministério por discordar do Presidente quanto ao uso da cloroquina. O Ministro Mandetta também disse ter sofrido pressões no mesmo sentido. Posteriormente, foi noticiado que a Dra. Ludhimila Hajjar não teria assumido o Ministério da Saúde por não haver convergência técnica entre ela e o Presidente. O próprio Ministro Queiroga, que atualmente ocupa a pasta, teve extremo receio de contrariar o Presidente durante seu depoimento.

Contraditoriamente, o depoente quis convencer a Comissão de que ele, justamente o único que não tinha qualquer formação médica, foi o único que não sofreuqualquer pressão, orientação ou determinações do Presidente da República.Essa declaração é absolutamente inverossímil considerando os outros depoimentos e as condições de sua chegada ao Ministério.

Plano de contingência

O Ministério da Saúde tem um Plano Nacional de Contingência. Após questionamentos do TCU sobre a execução pífia desse plano, o Ministério decide alterá-lo em vez de cumpri-lo: trocou garantir por subsidiar, garantir por apoiar; estabelecer logísticas por elaborar pautas de distribuição.

Em outras palavras, o que se depreende do relato do TCU é que o Ministério, ao ser questionado acerca de suas omissões em relação às ações previstas em seus próprios normativos, em vez de ser proativo e agir, promoveu a modificação dos normativos, reduzindo o escopo e/ou a abrangência de suas atribuições. Esse procedimento está sendo objeto de investigação pelo próprio TCU.

O depoente não explicou por que foi feita alteração do normativo após a notificação do TCU, tendo ficado claro que o movimento foi para driblar as ordens da autoridade de controle. Evidentemente o TCU não se deixou enganar e já está investigando a manobra.”

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RECADO DAS FORÇAS ARMADAS À INTEGRANTES DA CPI SOBRE DEPOIMENTO DE PAZUELLO AJUDAROU NA MODERAÇÃO DE RENAN CALHEIROS

Forças Armadas articularam por Pazuello na CPI da Pandemia

Avaliação é a de que esse foi um dos fatores pelos quais Pazuello se sentiu mais à vontade na CPI do que outros ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 19 de maio de 2021 às 19:5

Forças Armadas articularam por Pazuello na CPI da Pandemia

Integrantes das Forças Armadas enviaram recados a senadores da CPI da Pandemia nos quais deixaram claro que Eduardo Pazuello era um general da ativa e que estava ali como um integrante do Exército Brasileiro.

A avaliação é a de que esse foi um dos fatores pelos quais Pazuello se sentiu mais à vontade na CPI do que outros ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro que já depuseram, como o ex-chanceler Ernesto Araújo e o ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten.

Também foi colocado por fontes que os recados ajudaram a moderar o relator Renan Calheiros (MDB-AL) na sua inquirição de hoje.

Senadores relataram à CNN terem conversado sobre o tema Pazuello já com o comandante do Exército, Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, que completa um mês no cargo nesta quinta-feira (20). O ministro da Defesa, Braga Netto, também teria feito contatos com senadores.

Militares da ativa avaliaram que a condição de general chegou a ser colocada por Pazuello logo no início do depoimento, quando foi questionado por Renan sobre suas credenciais para assumir a secretaria-executiva do Ministério da Saúde. Pazuello respondeu: “Seria perguntar se a chuva molha”.

Segundo o Senado Federal, Pazuello passou mal e foi atendido por Otto Alencar. O ex-ministro, no entanto, nega a versão dos senadores.

Após o depoimento ser suspenso, generais comemoravam o desempenho dele. Primeiro, pelo fato de não ter ido fardado, como se aventou. Segundo, por não ter utilizado do habeas corpus que o STF (Supremo Tribunal Federal) lhe concedeu para se manter em silêncio. E, terceiro, avaliaram que respondeu às perguntas.

Fonte: CNN
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POLÍTICA: PRESIDENTE DA CPI OMAR AZIZ, CORTA DE FORMA DESMORALIZANTE AS ASINHAS DE RENAN CALHEIROS

Aziz “corta as asas” de Renan: “A CPI não será usada para isso. Não há motivo para mandar prender ninguém.”

Omar Aziz e Renan Calheiros. Fotos: Geraldo Magela e Roque de Sá/Agência SenadoOmar Aziz e Renan Calheiros. Fotos: Geraldo Magela e Roque de Sá/Agência Senado

O senador Renan Calheiros, o “atleta” nas planilhas da Odebrecht, pediu na tarde desta quarta-feira (12), a prisão de Fabio Wajngarten, ex-secretário de comunicação do governo Bolsonaro.

O motivo do ‘abuso de autoridade’ parece evidente. Wajngarten não disse o que Renan queria ouvir.

“Vossa excelência mais uma vez mente. Mentiu diante dos áudios publicados, mentiu em relação à entrevista que concedeu. Mas esse é o primeiro caso de alguém que, em desprestígio da verdade, mente. O presidente pode até decidir diferentemente. Mas eu vou, diante do flagrante evidente, pedir a prisão de vossa senhoria”.

Demonstrando incômodo pelo fato de Renan tentar de todas as formas assumir o protagonismo da CPI, o presidente da comissão, senador Omar Aziz, tratou de ‘cortar as asas’ do relator, de maneira até desmoralizante.

“A CPI não será usada para isso. Não há motivo para mandar prender ninguém.”

E disse mais:

“Eu não tomarei essa decisão. Eu tenho tomado decisões muito equilibradas até o momento. Mas daí, a eu ser carcereiro de alguém, não. Eu não sou carcereiro de ninguém. Não vou transformar o país num lugar pior (…).”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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RENAN CALHEIROS E ARTHUR LIRA QUE SEMPRE ESTIVERAM EM LADOS OPOSTOS, AGORA ENSAIAM UMA APROXIMAÇÃO PARA 2022

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RENAN CALHEIROS TRAÇOU ESTRATÉGIA PARA ACALMAR MILTARES SOBRE O RUMO DA CPI DA COVID

Renan Calheiros traça estratégia para acalmar militares e aproximá-los da CPI

No episódio desta sexta (30) do podcast Horário de Brasília, Daniela Lima e Renata Agostini contaram que senador quer abrir caminho para colaboração

Renata Agostini
Thais Arbex

Por Renata Agostini e Thais Arbex, CNN  

Atualizado 30 de abril de 2021 às 17:39

Renan Calheiros traça estratégia para acalmar militares e aproximá-los da CPI | CNN 360º - YouTube

Relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) traçou uma estratégia para acalmar os militares sobre os rumos da comissão, que inclui encontros com representantes das Forças Armadas e envio de mensagens, nos bastidores, de que as tropas não estarão no centro das investigações.

O assunto foi um dos temas do episódio desta sexta-feira (30) do podcast Horário de Brasília, apresentado por Daniela Lima e Renata Agostini. A dupla comentou que o movimento de Renan é importante porque o senador e o chamado G7, grupo que reúne parlamentares de oposição e independentes, já debatem a convocação do ex-comandante do Exército Edson Pujol, que entrou em choque com Bolsonaro e foi substituído recentemente pelo presidente.

O objetivo de Renan é aproximar os militares dos trabalhos da CPI, convencendo-os a colaborar com a apuração. O senador indicou a interlocutores que planeja realizar encontros com integrantes das Forças Armadas a partir da próxima semana.

O movimento atende a dois objetivos. De um lado, Renan quer rebater um discurso que, na visão do senador, será explorado por Jair Bolsonaro: de que a CPI pretende emparedar os militares. De outro lado, oferecer uma saída política às tropas, ao sinalizar que a CPI pretende apontar que os militares foram arrastados para o centro da crise pelo Palácio do Planalto – e não por decisão própria.

A avaliação de Renan, transmitida a interlocutores, é que o movimento será importante especialmente num momento em que a imagem do presidente da República está desgastada com parte dos militares, após a troca rumorosa dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Isso porque a ideia não é blindar as tropas de pedidos de informações ou de convocações. O incremento na produção de cloroquina promovido pelo Exército terá de ser apurado, já que investigar a recomendação do uso de ivermectina e hidroxicloroquina pelo governo é uma das frentes consideradas mais promissoras por Renan e seus aliados.

Na próxima quarta-feira (5), o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, será o primeiro militar a depor à CPI da Pandemia. Durante a semana, também serão ouvidos pela comissão outros nomes que ocuparam o posto de titular da pasta no governo Bolsonaro: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich vão depor na terça (4) e o atual ministro, Marcelo Queiroga, é esperado na quinta-feira (6).

O atual ministro da Defesa, Walter Braga Netto, ficou fora da primeira rodada de oitivas. Mas não está descartada a sua convocação. Sobre Pujol, Renan indicou a pessoas próximas que o ex-comandante do Exército pode esclarecer pressões feitas pelo Palácio do Planalto sobre as tropas.

Apresentado por Daniela Lima e Renata Agostini, o Horário de Brasília é transmitido ao vivo e com vídeo no site da CNN Brasil e no canal da emissora no YouTube, às sextas-feiras, a partir de 12h30. Depois, os episódios podem ser acessados on demand nas principais plataformas de podcast: Apple Podcasts, Spotify, Amazon Podcasts e Deezer.

Fonte: CNN
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POLÍTICA: SENADORES GOVERNISTAS ESTÃO TENTANDO TIRAR RENAN CALHEIROS DA CPI DA COVID

Senadores governistas vão ao STF contra Renan na CPI da Covid e mantém batalha judicial

Foto: Edilson Rodrigues / Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senadores governistas que integram a CPI da Covid apresentaram um mandado de segurança ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar tirar Renan Calheiros (MDB-AL), escolhido ontem como relator, do colegiado. Na peça, Marcos Rogério (DEM-RO), Jorginho Mello (PL-SC) e Eduardo Girão (Podemos-CE) alegam que parlamentares que possuem parentesco em primeiro grau com possíveis alvos da investigação devem ser considerados impedidos. Renan é pai do governador de Alagoas. A comissão tem como um dos focos apurar o envio de recursos federais a estados e municípios.

Se aceita, a medida também poderia afetar outro senador do MDB, Jader Barbalho (PA), que é pai do governador do Pará, Helder Barbalho. Jader ocupa vaga de suplente na Comissão Parlamentar de Inquérito.

“Tendo em vista as previsões legislativas acima elencadas, mostrase evidente a vedação, por força do ordenamento jurídico pátrio, a participação de parlamentares que possuam parentes em linha reta ou colateral até terceiro grau em Comissões Parlamentares de Inquérito. Cumpre salientar que entre os membros da CPI encontra-se dois parlamentares que possuem parentes em gestões estaduais”, diz trecho do documento.

Para embasar o pedido, os senadores citam requerimentos apresentados por eles para localizar processos que indiquem possíveis desvios de recursos federais na pandemia. Os requerimentos ainda dependem da aprovação da maioria da comissão — os governistas estão em minoria, com quatro dos 11 membros titulares.

“Veja-se, portanto, que o Estado de Alagoas não é apenas mera hipótese quanto à investigação em curso, mas uma certeza, vez que já há requerimento quanto aos recursos enviados a todos os Estados, o Distrito Federal e as Capitais. Ademais, sabe-se que as provas serão reunidas, também, em relação ao Estado de Alagoas, para o respectivo exame e Juízo de valor quanto à correção ou não da aplicação dos recursos”, afirmam os parlamentares na ação.

Entre os requerimentos, Marcos Rogério apresentou uma solicitação ao colegiado para que todos os governadores e os prefeitos das capitais enviem informações sobre a aplicação dos recursos enviados, com as notas de empenho, ordens bancárias, notas fiscais, extratos bancários e processos administrativos de despesa.

Fonte: Blog do BG

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ANÁLISE POLÍTICA: DE ACORDO COM BÁRBARA, O SHOW COMEÇOU – PRIMEIRO ATO

A nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira temos Política com Humor sob o comando da competente Bárbara, que faz um resumão do que foi o primeiro ato do show que acompanharemos pelos próximos 3 meses., ou seja, a famigerada CPI da COVID, a maoir palhaçada já realizada nesse país surreal! Então assista, curta, se divirta muito, ria enquanto pode, pois depois o choro é livre!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: UM INSULTO SEM NOME, RENAN CALHEIROS RELATOR DA CPI DA COVID

Caro(a) leitor(a),

Diante dos últimos fatos políticos eu me pergunto e pergunto a você: até quando vamos assistir e engolir toda essa bosta passivos e imóveis? 

Peço perdão pela má palavra, mas não tenho como nominar de forma mais educada toda essa verborragia que vem lá do planalto central1 Porque chamar de palhaçada eu chamei em infindáveis e inúmeras publicações, aqui nesse blog. Assistir um bandido como Renan Calheiros assumir o cargo de relator de uma CPI que vai investigar atos corruptos e de improbidade administrativa, onde o seu próprio filho estaria sendo investigado e ele, na cara de pau, se diz suspeito quando a investigação atingir o seu filho, como se ele como relator pudesse, na conclusão final da CPI separar as coisas. Além de toda a palhaçada ainda somos considerados completos idiotas. São tantos insultos a nossa dignidade, sanidade menta e honra que não existem adjetivos para ou seja lá qual tipo de palavra para designar tanta falta de respeito, consideração e compaixão com o povo brasileiro. Não podemos mais ficar inertes diante de tanta barbaridade. Por isso eu peço a você que lê esse artigo, compartilhe com o máximo de pessoas do seu conhecimento para que possamos mudar essa triste realidade.

CPI da Covid é instalada e Renan Calheiros é confirmado relator

Decisão é vista como desfavorável ao governo federal.

Publicado em 27.04.2021

Fábio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), confirmou a indicação de Renan Calheiros (MDB-AL) como relator dos trabalhos.

Com isso, o emedebista será o responsável por produzir o relatório que atribui responsabilidades tanto relacionadas ao governo Bolsonaro como a estados e municípios.

A nomeação de Renan tem sido considerada uma clara derrota contra o governo federal, que buscou resistir e atuou nos bastidores para reverter a situação.

Ainda nesta terça-feira (27), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) derrubou a liminar concedida pela primeira instância da Justiça Federal, na noite de ontem (26), para barrar a indicação de Calheiros (MDB-AL) como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

O vice-presidente do TRF1, desembargador Francisco de Assis Betti, agiu neste sentido por considerar uma interferência indevida “na autonomia e no exercício das funções inerentes ao Poder Legislativo”.

Assis Betti destacou que, pelo regimento interno do Senado, a escolha do relator de uma CPI cabe exclusivamente ao presidente da comissão.

O desembargador escreveu que “tal ato não se submete ao controle jurisdicional em virtude da necessária manutenção da autonomia do Parlamento”.

Ele atendeu a um recurso protocolado pela Assessoria Jurídica do Senado Federal.

Em nota, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que a escolha do relator de uma CPI é questão interna, que “não admite interferência de um juiz”.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

Fonte: Conexão Política

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JUSTIÇA FEDERAL DE BRASÍLIA DETERMINOU QUE RENAN CALHEIROS NÃO PODERÁ SER O RELATOR DA CPI DA PANDEMIA

Liminar derruba Renan Calheiros da relatoria da CPI da Pandemia

Justiça acolheu pedido de liminar feito pela deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP)

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN   n

 Atualizado 26 de abril de 2021 às 20:01

RedeGN - Liminar derruba Renan Calheiros da relatoria da CPI da Pandemia

A Justiça Federal de Brasília determinou nesta segunda-feira (26) que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) não poderá ser relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, que está marcada para ser instalada nesta terça-feira (27) no Senado Federal. A Justiça acolheu uma ação popular ajuizada pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP).

Na decisão, assinada pelo juiz Charles Renaud Frazão de Moraes, o magistrado acolheu os argumentos apresentados por Zambelli de que Renan não poderia ser o relator pelo fato de ser pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).

A CPI da Pandemia pretende investigar ações e omissões do governo federal no combate à Covid-19 e também o uso de verbas da União por governadores e prefeitos, ou seja, o governador de Alagoas, Renan Filho, pode se tornar alvo do inquérito.

Na sexta-feira (23), o senador Renan Calheiros se declarou parcial para relatar temas sobre o estado de Alagoas na CPI.

Renan vinha sendo apontado como favorito à relatoria da investigação por fazer parte de uma articulação de senadores independentes e de oposição que formam maioria entre os 11 parlamentares titulares da CPI. O mesmo grupo também pretende tornar Omar Aziz (PSD-AM) o presidente da comissão, enquanto Randolfe Rodrigues (Rede-AP) deve ficar na vice-presidência.

Desde que o nome de Renan surgiu como favorito para relatar a CPI, o governo se moveu politicamente para tentar impedir que isso acontecesse. Em entrevista exclusiva à CNN nesta segunda-feira (26), o deputado federal e ex-ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) defendeu que Renan não tem “nenhuma condição” de ocupar a relatoria.

Além de Renan, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) também é pai de um governador, Helder Barbalho (MDB-PA). Jader Barbalho deverá integrar a comissão como suplente.

‘Medida esdrúxula’

O senador Renan Calheiros foi às redes sociais para criticar a decisão.

“1) A decisão é uma interferência indevida que subtrai a liberdade de atuação do Senado. Medida orquestrada pelo governo Jair Bolsonaro e antecipada por seu filho. A CPI é investigação constitucional do Poder Legislativo e não uma atividade jurisdicional.

2) Nada tem a ver com Justiça de primeira instância.
Não há precedente na história do Brasil de medida tão exdrúxula como essa. Estamos entrando com recurso e pergunto: por que tanto medo?”

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O MINISTRO DO STF RICARDO LEWANDOWSKI LIBEROU O ACESSO DE RENAN CALHEIROS À MENSAGENS DE MORO À PROCURADORES DA LAVA JATO

Lewandowski libera acesso de Calheiros a mensagens entre Moro e procuradores

O material inclui trocas de mensagens que citam o senador; processo está em segredo de Justiça

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

 Atualizado 23 de abril de 2021 às 19:50

Lewandowski libera acesso de Renan Calheiros a mensagens entre Moro e procuradores

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou nesta sexta-feira (23) o acesso do senador Renan Calheiros (MDB-AL) às mensagens do então juiz Sergio Moro com os procuradores da Operação Lava Jato, na Operação Spoofing. O processo está em segredo de Justiça.

O material inclui trocas de mensagens que citam o senador. O ministro deu acesso ao material somente com referências a Renan Calheiros, um dos políticos citados em acordos de delação, com investigados afirmando que o senador recebeu propina dos desvios da Petrobras.

Em dezembro de 2019, o STF recebeu denúncia que acusa o congressista de ter cometido os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Em fevereiro, Calheiros protocolou projeto de lei que prevê anistia para os hackers que revelaram diálogos. Na justificativa que acompanha a proposta, o parlamentar argumenta que os acusados contribuíram para o “aperfeiçoamento das instituições brasileiras”, pois os diálogos são “confissões inequívocas de perseguição política”, de “desprezo pelos direitos fundamentais das pessoas acusadas”.

A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal nesta sexta cópia das perícias feitas sobre os diálogos entre procuradores da Lava-Jato obtidos por meio de um ataque hacker, apreendidos pela PF na Operação Spoofing.

Passo a passo

Os arquivos das conversas foram apreendidos em 23 de julho, quando foi deflagrada a primeira fase da operação Spoofing, que apura a atuação do grupo de hackers.

Em dezembro de 2020, o ministro Ricardo Lewandowski concedeu à defesa do ex-presidente Lula acesso às mensagens apreendidas pela Operação Spoofing, da Polícia Federal, realizada em julho de 2019.

Já em fevereiro deste ano, a Segunda Turma do Supremo manteve o acesso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às mensagens apuradas pela Operação Spoofing que lhe digam respeito.

O colegiado entendeu que os membros do Ministério Público de primeiro grau não possuem legitimidade para postular na causa.

Em 14 de abril, o relator, Ricardo Lewandowski, determinou ao juiz da 10.ª Vara Federal do Distrito Federal, Ricardo Leite, que forneça cópia de todas as perícias feitas nas mídias apreendidas com os hackers. Solicitou também acesso à “perícia conclusiva englobando todo o material apreendido”, ao relatório final produzido pela PF e à denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal neste caso.

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ANÁLISE POLÍTICA: RENAN CALHEIROS NA CPI E AMOÊDO NO IMPEACHMENT? É A POLÍTICA DO QUANTO PIOR MELHOR!

O Boletim Coppolla está ocupando os espaços deste humilde blog, pois não existe uma mente mais brilhante na atualidade no Brasil, quando o assunto é política e direitos do cidadão. O competente jornalista tem o dom da oratória e o poder da persuasão. No seu comentário desta quarta-feira, feriado de Tiradentes você vai apreciar o seu comentário sobre a piada de mau gosto do Renan Calheiros como relator da CPI da Covid e também fala sobre o posicionamento de presidenciáveis como Amoêdo pelo impeachment de Bolsonaro. Assista, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: CPI COMANDADA SÓ POR INIMIGOS! É PRA RIR OU PRA CHORAR?

Caro(a) leitor(a),

Não concordo com esse nosso presidencialismo de coalisão, que favorece o concluiu, o amancebo e consequentemente a corrupção. Por causa disso chegamos onde chegamos na política brasileira. Um grau de corrupção nunca visto antes em país nenhum no mundo. O sistema de governo onde quem manda é o sistema e não o povo, como deveria ser em qualquer democracia que se preze. Um país onde se abre uma CPI para investigar os atos do Governo Federal numa pandemia, como a que vivemos, e os comandantes da mesma são os opositores deste governo e como se não bastasse, dentre eles existe pelo menos um investigado em mais de 20 processos e é réu em pelo menos dois, como o Renan Calheiros, corrupto de carteirinha, sabido por  toda a população brasileira que tem um filho governador de estado que, teoricamente, será investigado por essa CPI, soa como se para o congresso nacional o povo brasileiro fosse totalmente imbecilizado e ignorante. Mesmo que fosse essa a verdade, se os políticos tivessem um mínimo de decência, vergonha na cara e soubesse o que é gratidão jamais agiria assim. Afinal de contas só estão ali, gozando de todas as regalias que um parlamentar brasileiro tem graças a esse imbecil que o colocou lá para representá-lo. Portanto, no Brasil a mentalidade de quem se elege é a mesma de 100 anos atrás, acobertada pelo sistema e não há o menos sinal de que irá mudar. A velha política ainda continua comandando a política nacional porque, mesmo as velhas raposas que foram pegas pela lei ou pela Lava Jato voltam ao poder, através dos seus filhos, esposas e parentes que são apenas “laranjas” obedecendo ao comando dessas “velhas raposas”. Portanto a situação ainda vai piorar muito antes de começar a melhorar. Infelizmente, a conclusão que eu chego é que, ainda serão necessárias várias gerações, muita dor e sofrimento para que esse país possa deixar de ser terceiro mundista e se livrar da opressão do comunismo e do socialismo.

Se você tem consciência de que o que estou falando faz sentido pra você, por favor, divulgue, socialize e viralize essa postagem!

Randolfe Rodrigues, Omar Aziz e Renan Calheiros vão comandar CPI da Pandemia

Acordo foi fechado nesta sexta-feira (16).

Marcos Rocha

Publicado

em

Imagens: Agência Senado

Um acordo entre parlamentares que vão compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado, responsável por investigar as ações do governo federal e o uso de verbas federais transferidas a estados e municípios para combater a Covid-19, definiu que o colegiado será presidido por Omar Aziz (PSD-AM).

A vice-presidência terá o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento de instalação da CPI.

Ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), que era o mais cotado para ficar com o comando na comissão, caberá a relatoria do colegiado.

Renan teve que abrir mão da presidência da CPI depois que passou a ser considerado “impedido” por colegas por ser pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).

Enquanto o presidente da CPI é o responsável por conduzir os trabalhos de investigação e por determinar as fases que o colegiado vai seguir e o ritmo dos trabalhos, o relator prepara o parecer final, após os trabalhos. É ele, por exemplo, o responsável por sugerir indiciamentos ou não.

Conforme noticiado pelo Conexão Política, a comissão será composta por 11 titulares e sete suplentes, que já foram indicados por líderes partidários e, a partir de agora, ela já pode ser instalada. Na primeira reunião, serão eleitos o presidente, o vice-presidente e o relator da CPI.

Como membro mais idoso entre os titulares da comissão, o senador Otto Alencar vai comandar a instalação da CPI e a formalização da eleição do trio que vai comandar o grupo.

Por decisão do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), essa reunião terá que ser presencial. A data da ainda não foi definida, mas Randolfe Rodrigues diz que há disposição para seja na próxima quinta-feira (22).

Com informações, Agência Brasil.

Fonte: Conexão Política

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ANÁLISE POLÍTICA: RENAN E JADER BARBALHO SOB NOVA INVESTIGAÇÃO

Sábado é dia de se atualizar com as notícias e a política na noss acoluna ANÁLISE POLÍTICA e nada melhor do que ver e ouvir o extraordinário Alexandre Garcia que comenta entre outras coisas a abertura de investigação sobre o recebimento de 32 milhões de propina por Jader Barbalho e Renan Calheiros. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

Fonte:

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