ADVOCACIA DO SENADO SE MANIFESTOU ATRAVÉS DE OFÍCIO AO STF PEDINDO REJEIÇÃO NO PRAZO PARA ANALIZAR PEDIDOS DE IMPEACHMENT

Senado pede que STF rejeite ação por prazo para análise de pedidos de impeachment

Advocacia do Senado argumenta que “a eventual concessão de medida cautelar resultaria no atropelo do poder de agenda do presidente da Câmara

Gabriel Hirabahasida CNN

Em Brasília

Plenário do SenadoPlenário do Senado11/02/2021REUTERS/Adriano Machado

A Advocacia do Senado se manifestou, nesta segunda-feira (18), em ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra o pedido que pretende estabelecer um prazo para a análise de pedidos de impeachment contra o presidente da República pelo presidente da Câmara dos Deputados.

No documento de 26 páginas, a Advocacia do Senado argumenta que “a eventual concessão de medida cautelar resultaria no atropelo do poder de agenda do presidente da Câmara dos Deputados, que passaria a ter uma obrigação, criada artificialmente por uma decisão judicial (sem previsão constitucional, legal ou regimental), de se debruçar incontinenti sobre a admissibilidade pedidos de afastamento do Presidente da República (que além de muito numerosos, na maioria das vezes são ineptos)”.

A ação em questão foi apresentada pelo PDT,que sustenta que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), “ao invés de analisar os requisitos de admissibilidade dos pedidos de impeachment protocolados, para então proferir decisão no sentido de arquivar ou dar impulso oficial à denúncia formalizada, profere declarações na mídia que sinalizam a rejeição sumária dos pedidos”.

Na última sexta (15), Lira afirmou, em petição enviada ao STF, que o impeachment de um presidente da República é uma “solução extrema e que “não há que se falar em prazo determinado em sede constitucional para que denúncia por crime de responsabilidade imputada ao Presidente da República seja examinada pela Presidência da Câmara dos Deputados”.

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SEGUNDO MP ELEITORAL, DEVEM SER JULGADAS IMPROCEDENTES AS AÇÕES DE CASSAÇÃO DA CHAPA BOLSONARO-MOURÃO NO TSE

MP Eleitoral opina por rejeição de ações de cassação de chapa Bolsonaro-Mourão

Ações acusavam a chapa de Bolsonaro e Mourão de abuso de poder econômico por disparo de mensagens no WhatsApp

Caio Junqueira

O Ministério Público Eleitoral afirma, em petição de 55 páginas obtida pela CNN, que devem ser julgadas improcedentes as ações de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para o MPE, não existem ilícitos da conduta descrita pelo Partido dos Trabalhadores nas ações, que acusam a chapa de Jair Bolsonaro de abuso de poder econômico e utilização indevida dos meios de comunicação por disparos em massa no WhatsApp.

“Em síntese, ante o conjunto probatório dos autos, conclui-se pela não comprovação da gravidade dos ilícitos narrados em grau apto para viciar substancialmente a legitimidade e a normalidade das eleições, o que inviabiliza o pedido de cassação do diploma. Do mesmo modo, porque não existem elementos concretos sólidos caracterizadores da participação ou da anuência dos candidatos representados nos atos abusivos, não prospera a declaração de inelegibilidade postulada.”

A ação é assinada por Paulo Gustavo Gonet Branco, vice-procurador-geral eleitoral.

Leia a íntegra abaixo:

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LULA COSTURA IDEIA DE FORMALIZAR E INSTITUCIONALIZAR UMA RELAÇÃO COM OS MILITARES PARA CONTER REJEIÇÃO

Lula planeja posição oficial aos militares para conter rejeição

A ideia de formalizar e institucionalizar uma relação de Lula com os militares vem sendo costurada há algumas semanas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 04 de agosto de 2021 às 20:18

Lula planeja posição oficial aos militares para conter rejeição

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja um documento público na qual pretende fazer uma sinalização política a militares. A ideia de formalizar e institucionalizar uma relação de Lula com os militares vem sendo costurada há algumas semanas.

O plano inicial era que o documento fosse feito e divulgado apenas em 2022, mas o aumento do tensionamento político no país e os sinais claros de que militares rejeitam o retorno do petista ao palácio do Planalto têm feito com que seu entorno defenda que seja lançado ainda neste ano. Não há, porém, decisão tomada sobre prazos.

O ex-presidente pretende deixar claro seu respeito às Forças Armadas, defender a soberania nacional e elencar a relação que seu governo teve com a caserna. O objetivo de Lula é deixar claro que seu governo foi o período em que houve maior aporte orçamentário de todos os tempos — algo que os próprios militares reconhecem.

Petistas avaliam que o gesto necessário para sinalizar que um eventual retorno de Lula à relação seria pacífica, algo que também tem sido questionado pelos militares. Hoje, o ex-ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, é a principal ponte de Lula com os militares, mas ex-ministros da Defesa, como Celso Amorim, também têm ajudado no debate sobre o modelo ideal dessa aproximação.

Mas segundo fontes próximas ao ex-ministro Jobim, ele está preocupado porque não tem encontrado abertura entre os militares.

A rejeição dos militares é baseada nas condenações pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva além dos processos do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, todos ligados à Operação Lava Jato. O ex-presidente foi condenado em segunda instância e chegou a ficar preso por 580 dias.

Procurada, a assessoria do ex-presidente disse que não iria se manifestar.

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SAÚDE: SAIBA QUAIS AS REAÇÕES DO CÉREBRO EM SITUAÇÕES DE PERSEGUIÇÃO OU REJEIÇÃO

Entenda como o cérebro reage a situações de rejeição e perseguição

Neurocirurgião Fernando Gomes explica as reações do cérebro no quadro Correspondente Médico

Fernanda Lanza, da CNN, em São Paulo

09 de março de 2021 às 08:37

Entenda como o cérebro reage a situações de rejeição e perseguição - Correspondente Médico - YouTube

Meghan Markle, de 39 anos, esposa do príncipe Harry, movimentou a imprensa mundial por causa de uma acusação que fez à realeza. Em uma entrevista bombástica à apresentadora Oprah Winfrey, Meghan contou que não queria mais estar viva quando convivia com a família real britânica.

Na edição desta terça-feira (9) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes explicou como o cérebro reage a situações de rejeição e perseguição.

“São muitas informações que acabam impactando o cérebro, principalmente a parte emocional — o chamado sistema límbico –, e com isso a autoestima fica abalada e as vias de fuga naturais acabam sendo a manifestação de uma doença como a depressão e ansiedade”, explicou Gomes.

“Uma região chamada ínsula do cérebro é ativada quando vem essa sensação de rejeição ou perseguição, assim como a região do giro do cíngulo, área que nos dá a sensação de sofrimento. Portanto, quando o desconforto é associado com o sofrimento, essas áreas cerebrais são acionadas, mostrando que não estão funcionando de forma adequada.”

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