BOAS NOTÍCIAS: SE VOCÊ ESTÁ PENSANDO EM MUDAR DE CIDADE VEJA O TOP TEN DAS MELHORES CIDADES PARA MORAR NO BRASIL

Nesta terça-feira você vai conhecer o ranking das 10 melhores cidades para se morar no Brasil baseado no Índice de Desenvolvimento Humano, aqui na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS, em meio a tanta notícia ruim nessa pandemia mundial. Mas é vida que segue e muitas pessoas em se mudar de cidade. Talvez esse seja um bom momento para planejar e avaliar. Por isso leia a reportagem completa a seguir que pode ajudar na sua decisão!

As 10 melhores cidades para se morar no Brasil: veja ranking

A grande campeã este ano é a cidade de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, seguida de Águas de São Pedro – também no estado de São Paulo – e Florianópolis, em Santa Catarina. Brasília, a capital federal, aparece no nono lugar. (veja Top 10 abaixo)

O levantamento, feito desde 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU), analisa a qualidade de vida em todos os países utilizando critérios que compõem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma métrica que se baseia nos indicadores de longevidade (expectativa de vida), renda (PIB per capita) e educação (taxa de matrícula e alfabetização).

A medição vai de 0 até 1. Os locais com índice acima de 0,800 são considerados acima da média. Já os com pontuação de 0,500 a 0,799 são medianos. E os que somam igual ou menos que 0,499 estão com o índice baixo.

O Brasil possui um IDH de 0,699 e está na 73ª posição no ranking mundial. Já a Noruega é o primeiro País da lista, tem IDH de 0,944.

Top 10 – melhores cidades brasileiras

10 – Curitiba – Paraná

Curitiba é uma das 10 cidades mais sustentáveis do mundo, sendo chamada de “capital ecológica brasileira” e “capital modelo”, com uma área verde de 64,5 metros quadrados (m²) por habitante.

Tem o ar brasileiro de melhor qualidade e já ganhou inúmeras premiações neste sentido. Pesquisa da OMS divulgada pela Prefeitura Municipal de Curitiba revela que a capital paranaense se destaca ao lado de Belo Horizonte e da região do Pontal do Paranapanema (São Paulo), com a taxa de poluição atmosférica abaixo da média de 20 microgramas por metro cúbico (m3).

Renda: R$ 1.581,04 (0,850)
Longevidade: 76,3 anos (0,855)
Educação: 0,768
IDHM Final: 0,823

9 – Brasília – Distrito Federal

Além de aparecer no Top 10 da ONU, a capital federal é a primeira colocada do País no ranking de qualidade de vida 2019 da Mercer e se mantém no topo há anos. Brasília repetiu os feitos de 2017, 2016, 2015 e 2012. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro e, em terceiro, está São Paulo. A pesquisa realizada pela Mercer – companhia global voltada aos recursos humanos – leva em consideração a qualidade de vida dos moradores em 450 cidades de várias partes do mundo.

Renda: R$ 1.715,11 (0,863)
Longevidade: 77,35 anos (0,873)
Educação: 0,742
IDHM Final: 0,824

8 – Joaçaba – Santa Catarina

Joaçaba é a terceira cidade de Santa Catarina do ranking e tem um importante centro industrial e comercial que a transforma em polo econômico e político do meio-oeste do Estado.

Ela também é referência na educação, como uma das cidades com índice zero de analfabetismo, além de destaque em itens como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

Renda: R$ 1.338,50 (0,823)
Longevidade: 78,44 anos (0,891)
Educação: 0,771
IDHM Final: 0,827

7 – Niterói – Rio de Janeiro

Além de estar em número 7 no ranking da ONU, o município de Niterói foi eleito o mais inteligente do Estado, segundo Connected Smart Cities. A avaliação de desempenho das cidades leva em consideração mais de 70 pontos definidos em 11 eixos: mobilidade; urbanismo; meio ambiente; energia; tecnologia e inovação; saúde; educação; economia; segurança; empreendedorismo; e governança.

Renda: R$ 2.000,29 (0,887)
Longevidade: 76,23 anos (0,854)
Educação: 0,773
IDHM Final: 0,837

6 – Santos – São Paulo

Santos é o maior município do litoral de São Paulo e conta com o maior porto da América Latina, que movimenta mais da metade do PIB do País. Está no Guinness Book como o jardim frontal de praia com o maior comprimento do planeta, com 5.335 metros de comprimento e largura entre 45 e 50 metros, um total de 218.800 mil metros quadrados (m²). O custo de hospedagem na região é tido como mais em conta, o que faz com que a cidade seja mais procurada para esse fim.

Renda: R$ 1.693,65 (0,861)
Longevidade: 76,13 anos (0,852)
Educação: 0,807
IDHM Final: 0,840

6 – Vitória – Espírito Santo

Vitória, capital do Espírito Santo, conserva boa parte do seu patrimônio arquitetônico e cultural, além da qualidade de suas praias. O que impulsiona a economia da cidade são os sete portos distribuídos pelo litoral, que possui 417 km de extensão. Pelo menos 97,9% das crianças entre 5 e 6 anos estão na escola e 99% das residências têm luz elétrica, coleta de lixo e água encanada.

Renda: R$ 1.866,58 (0,876)
Longevidade: 76,28 anos (0,855)
Educação: 0,805
IDHM Final: 0,845

4 – Balneário Camboriú – Santa Catarina

A cidade tem cerca de 44 km² e 138 mil habitantes. Devido ao turismo e à construção civil foi apelidada como “Dubai brasileira”, em alusão à cidade dos Emirados Árabes que é famosa por seus prédios modernos e altos.

Bastante frequentada por chilenos, uruguaios, paraguaios e argentinos, chega a receber até 4 milhões de pessoas na alta temporada. Também é uma das áreas mais seguras do País. A maioria dos moradores acima de 18 anos tem o ensino fundamental concluído.

Renda: 0,854 (R$ 1.625,59)
Longevidade: 78,62 anos (0,894)
Educação: 0,789
IDHM Final: 0,845

3 – Florianópolis – Santa Catarina

A capital do estado de Santa Catarina, Florianópolis, é conhecida como um dos mais importantes pontos turísticos brasileiro. Tem quase 462 mil habitantes e 440 km². Conta com uma extensa rede de hotelaria, além de beach clubs, lojas e restaurantes.

O setor de serviços e tecnologia da informação também está em alta no município, o que tornou a cidade um dos locais mais propensos para o empreendedorismo no Brasil. Segundo dados da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), a região movimenta atualmente mais de 16 mil empreendedores.

Renda: R$ 1.798,12 (0,870)
Longevidade: 77,35 anos (0,873)
Educação: 0,800
IDHM Final: 0,847

2 – Águas de São Pedro – São Paulo

Localizada no Estado de São Paulo, Águas de São Pedro é uma pequena cidade de apenas 3,2 km² e 3.100 mil habitantes, a 182 km da capital. O município tem o melhor indicador de educação do Brasil e de uma das expectativas de vida mais altas. É uma fundamental estância hidromineral e tem como sua principal fonte de renda o turismo.

Renda: R$ 1.580,72 (0,849)
Longevidade: 78,37 anos (0,890)
Educação: 0,825
IDHM Final: 0,854

1 – São Caetano do Sul – São Paulo

O município de São Caetano do Sul, também situado no Estado de São Paulo, no ABC paulista, e ocupa a primeira posição nesse ranking. Com 157 mil habitantes e apenas 15 km², tem 100 mil veículos circulando. É também o município com o 48º maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Renda: R$ 2.043,74 (0,891)
Longevidade: 78,2 anos (0,887)
Educação: 0,811
IDHM Final: 0,862

Com informações do Estadão

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: APESAR DA EXPECTATIVA DE VIDA TER AUMENTADO OS ÚLTIMOS ANOS TEM QUALIDADE INFERIOR

Estudo mostra que apesar da expectativa de vida da população mundial ter aumentado nos últimos 23 anos a qualidade de vida nos últimos anos é inferior, com maior risco de incapacidade. O estudo também constatou que no ano de 2013 apenas uma em cada 20 pessoas no mundo não apresentou nenhum problema de saúde. O artigo a seguir possui informações importantíssima que você precisa e merece saber para corrigir os vícios alimentares e melhorar a qualidade de vida para ter uma vida mais longeva e saudável até o fim.

Mais de 95% da população mundial não está saudável

Número de indivíduos com mais de 10 doenças aumentou 52% nos últimos 23 anos, diz estudo

RedaçãoEscrito por Redação Minha Vida

Em 8/6/2015

Apenas uma em cada 20 pessoas no mundo não apresentou qualquer problema de saúde em 2013, sendo que um terço da população mundial (2-3 bilhões de indivíduos) sofreu com mais de cinco doenças. É o que mostra o Global Burden of Disease Study, a maior e mais detalhada análise sobre os níveis, padrões e tendências em problemas de saúde e incapacidade em todo o mundo. Os resultados foram publicados no jornal The Lancet.

Global Burden of Disease Study 2013 analisou 35.620 fontes de informação sobre doenças e lesões de 188 países entre 1990 e 2013 para revelar o número substancial de doenças incapacitantes e os encargos gerais para os sistemas de saúde a partir de 301 doenças agudas e crônicas e lesões, bem como sequelas resultantes de um ou mais destes distúrbios.

O estudo mostrou que houve uma perda na qualidade de vida da população. Em 1990 aproximadamente um quinto (21%) dos anos de vida de um indivíduo não eram plenamente saudáveis ? em 2013 esse número subiu para cerca de um terço (31%).

Com a população mundial crescendo e a proporção de idosos aumentando, o número de pessoas que vivem com a saúde comprometida tende a subir rapidamente nas próximas décadas, alertam os autores.

É importante ressaltar que as taxas de mortalidade não acompanham esse ritmo. Por exemplo, enquanto a incidência do diabetes sofreu um aumento de 43% ao longo dos últimos 23 anos, as taxas de mortalidade por diabetes subiram apenas 9%. Isso significa que, apesar de a expectativa de vida da população ter aumentado, os últimos anos de vida tem uma qualidade inferior, com maior risco de incapacidade.

Os principais resultados da Global Burden of Disease Study incluem:

– Em 2013, lombalgia e depressão estavam entre os dez maiores contribuintes para a incapacidade em todos os países, causando maiores perdas de saúde do que diabetes, DPOC e asma;

– Em todo o mundo, o número de pessoas com diversas doenças rapidamente aumentou com o passar da idade. No ano de 2013 cerca de um terço (36%) das crianças de 0-4 anos nos países desenvolvidos não tinham doenças em comparação com apenas 0-03% dos adultos com mais de 80 anos. Além disso, o número de indivíduos com mais de dez doenças aumentou 52% entre 1990 e 2013;

– As oito causas de doenças crônicas em mais de 10% da população mundial em 2013 foram: cáries em dentes permanentes (2-4 bilhões), dor de cabeça tensional (1-6% bilhões), anemia ferropriva (1-2 bilhões), deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (1-18 bilhões), perda auditiva relacionada à idade (1-23 bilhões), herpes genital (1-12 bilhões), enxaqueca (850 milhões) e ascaridíase (800 milhões);

– O número de anos vividos com incapacidade aumentou ao longo dos anos devido ao crescimento e envelhecimento populacional;

– Os principais motores do aumento do número de anos vividos com incapacidade foram transtornos de abuso de musculoesquelético, transtornos mentais e de substâncias, distúrbios neurológicos e doenças respiratórias crônicas. A infecção por HIV/AIDS foi um dos principais impulsionadores do aumento do número de anos vividos com incapacidade na África subsaariana;

– Também houve um aumento na perda de saúde associada com a diabetes (aumento de 136%), doença de Alzheimer (aumento de 92%), dor de cabeça com uso excessivo de medicação (aumento de 120%) e osteoartrite (aumento de 75%).

Conheça 10 fatores que encurtam a expectativa de vida

Todo mundo quer viver muitos anos, não é mesmo? Mas você já se questionou se está somando mais pontos contra do que a favor na busca pela longevidade? Por isso mesmo, um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, divulgado no Journal of American Medical Association (JAMA) em 2013 elencou uma série de fatores que podem aumentar as chances de morte nos próximos 10 anos. De acordo com os pesquisadores, quanto mais deles constarem em sua lista, maiores são as chances de ter a vida encurtada, pois cada um acrescenta pontos às estatísticas. Listamos aqui quais são eles, explicando sua relação e o que dá para fazer para prevenir esses problemas. Confira!

Idade, ela pesa

Idosos no médico - Foto: Getty Images

Idosos no médico – Foto: Getty Images

Infelizmente, essa não dá para evitar, o tempo traz mudanças implacáveis no nosso organismo. “O envelhecimento é um fato, as células envelhecem, elas são datadas a viver 120 anos no máximo. O processo de envelhecimento celular ajuda a desencadear diversos problemas, afinal as artérias e o cérebro, entre outras estruturas, também ficam mais velhos e perdem funções”, ensina o cardiologista Otávio Gebara, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor de Cardiologia do Hospital Santa Paula.

Além disso, as deficiências que o nosso corpo vai adquirindo com a idade, como reparação dos tecidos e de combate a infecções e câncer, podem mascarar outros problemas de saúde. “Muitas doenças são diagnosticadas mais tardiamente, pois muitos sintomas são confundidos como processos relacionados ao envelhecimento e, quando a doença de base é diagnosticada, ela já se encontra mais avançada”, salienta Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Portanto, quanto maior a idade, mais pontos na ficha.

Os homens correm mais riscos

Conflito entre homem e mulher - Foto: Getty Images

Conflito entre homem e mulher – Foto: Getty Images

Esse quesito dá dois pontos aos homens, o que no caso é negativo, já que quanto mais elevada a pontuação, maiores os riscos de morte nos próximo 10 anos. Isso porque é comprovado que as mulheres vivem mais do que os homens. “Até a menopausa, elas têm o hormônio estrogênio que protege o sistema vascular”, ressalta o cardiologista Otávio Gebara. Como se não bastasse, a mulher vai ao médico com mais frequência fazer check-up e relatar suas queixas, o que lhe dá a vantagem de diagnosticar doenças mais cedo.

Além disso, os homens têm algumas desvantagens em seu organismo. “Eles têm uma taxa metabólica maior que as mulheres e o desgaste das células é mais intenso, razão pela qual o homem tende a gerar mais calor, transpirar mais, ter um intestino mais acelerado, ter mais força… E quanto mais se utiliza a máquina do corpo humano, mais precoce é seu desgaste”, ensina o endocrinologista Luciano Giacaglia.

Tabagismo

Cigarro - Foto: Getty Images

Cigarro – Foto: Getty Images

Pois é, o cigarro não poderia faltar nessa lista. O tabagismo é fator de risco para doenças como infarto, derrame, câncer, entre outras. O clínico geral Eduardo Finger, imunologista e chefe do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento do SalomãoZoppi Diagnósticos, acredita que nosso corpo tem uma reserva de energia que acumulamos até os 35 anos e depois começa a ser gasta. “Fumar cria problemas (a inflamação e divisão celular) que, para serem resolvidos, exigem um consumo de energia. Isso demanda um movimento ativo do seu corpo, que não vai sobrar depois”, ensina o médico.

Tanto que os danos do cigarro para a saúde só são realmente zerados se o indivíduo parar antes dos 30 anos. “Após isso, existe sempre prejuízo em relação aos que nunca fumaram, mas é menor do que se a pessoa continuar a fumar”, ensina o endocrinologista Giacaglia. Até porque, sempre fica algum dano nos pulmões ou no coração, causados pelo mau-hábito, e por mais que a genética influencie na saúde também, 80% das causas de doenças são creditadas ao estilo de vida que a pessoa cria para si mesma. Portanto, mais dois pontos para os fumantes.

Índice de Massa Corporal (IMC)

Balança - Foto: Getty Images

Balança – Foto: Getty Images

Ter o IMC acima de 25, ou seja, com sobrepeso, resulta em mais um ponto na estatística. E alguém pode até pensar, mas qual a diferença de alguns quilinhos a mais? “A gordura produz substâncias chamadas adipocinas, que são tóxicas. Elas aumentam as chances de se apresentar hipertensãodiabetes, problemas cardíacos e câncer, entre outros”, ensina o cardiologista Gebara. Mas aqui os especialistas pedem cautela, já que o IMC nem sempre leva tanto em consideração onde está concentrada essa gordura.

Inclusive, na contramão dessa pesquisa, alguns estudos demonstram que pessoas com sobrepeso têm mostrado uma maior expectativa de vida. “Em conclusão, mais que o peso ou IMC, é o percentual de gordura corporal que reflete os riscos para a saúde. A gordura localizada, principalmente na região do abdômen, é considerada a mais nociva, pois promove um quadro inflamatório que agride nossos vasos sanguíneos, propiciando infarto e AVC. Também sobrecarrega de gordura o fígado, que em alguns casos evolui para cirrose, e o pâncreas, levando ao diabetes”, ensina o endocrinologista Giacaglia.

Diabetes

Diabetes - Foto: Getty Images

Diabetes – Foto: Getty Images

Nesse quadro há alta taxa de açúcar no sangue, já que a insulina, hormônio que leva a glicose para dentro das células, está em falta ou não funciona mais tão bem. Isso danifica o corpo todo. “O excesso de glicose eleva a parede da artéria e produz os chamados produtos avançados glicosilados, que são tóxicos e enrijecem as artérias e favorecem o aparecimento de placas de colesterol”, explica o cardiologista Otávio. Isso causa danos em diversas estruturas do organismo, como o cérebro, o coração e os rins. Por isso, o diabetes aumenta um ponto na lista.

Doenças cardiovasculares

Médico e coração - Foto: Getty Images

Médico e coração – Foto: Getty Images

Já as doenças cardiovasculares, que podem ser consequentes da diabetes ou não, representam a maior causa de mortes no Brasil, cerca de 800 mil pessoas ao ano. “A doença cardiovascular promove obstrução da parede dos vasos, que, quando mais severa, leva a falta de circulação e morte das células que são irrigadas por esta artéria”, ensina o endocrinologista Giacaglia. Sendo assim, já ter tido alguma falência cardíaca e ter diabetes adiciona outros dois pontos negativos a lista.

Câncer

Câncer - Foto: Getty Images

Câncer – Foto: Getty Images

O câncer também drena energia do corpo, que poderia estar sendo enviada para outros processos metabólicos. “O tumor promove perda importante de massa muscular e óssea, ainda que determinada a cura. Além disso, libera substâncias na circulação que inibem o apetite, agravando o estado de desnutrição”, ressalta o endocrinologista Giacaglia. O tratamento também é arriscado, afinal a quimio ou a radioterapia acabam afetando não só as células cancerígenas, como também as normais.

De acordo com o estudo, quem já teve câncer tem muito mais chances de reapresentar a doença. “A pessoa apresenta um defeito de uma proteína que controla as mutações genéticas na célula, a chamada P-53, que por mais que o tumor seja erradicado, o problema continua”, ensina o clínico geral Eduardo Finger. Ou seja, mais dois pontos no risco de morte nos próximos 10 anos.

Doença pulmonar

Falta de ar e tosse - Foto: Getty Images

Falta de ar e tosse – Foto: Getty Images

A doença crônica mais comum dos pulmões é o DPOC, que pode se apresentar como bronquite crônica, causando uma inflamação nos brônquios, ou como enfisema pulmonar, que resulta em destruição dos pulmões ao longo do tempo. Em ambos os casos, a passagem de ar para os pulmões, e consequentemente a entrega de oxigênio para o corpo, é comprometida. E isso causa ainda outros problemas, além da redução de energia que é fornecida ao corpo. “Toda inflamação crônica acarreta a liberação de substâncias denominadas citoquinas, que agridem as células, como a das paredes arteriais e dos rins. Além disso, a falta crônica de oxigênio leva à geração de radicais livres que atacam o DNA das células, acelerando assim o envelhecimento precoce”, ensina Giacaglia. O DPOC adiciona mais dois pontos à lista.

Dificuldades ao lidar com as finanças

Finanças pessoas - Foto: Getty Images

Finanças pessoas – Foto: Getty Images

Depois de tantos problemas de saúde, parece estranho ver um fator do dia a dia nessa lista. Mas se uma pessoa que lidava bem com seu dinheiro começa a ter dificuldades nessa tarefa, ainda mais com o passar do tempo, isso só pode significar algum problema cognitivo, que tende a se agravar no futuro e até se manifestar na forma de doenças como o Alzheimer. “Esse é um sinal, uma ponta de iceberg. Ao aplicar um teste cognitivo numa dessas pessoas, percebe-se muitos outros aspectos, como falhas de memória, que a pessoa consegue disfarçar no dia a dia”, ressalta Otávio Gebara.

Esses males da mente podem se relacionar de diversas formas a comprometimento da expectativa de vida. “Pessoas com distúrbios cognitivos e de comportamento estão mais sujeitas a acidentes de toda espécie. Em alguns casos elas se tornam muito dependentes dos familiares, que se não tiverem boa estrutura psicológica acabam abandonando o idoso, que fica mais sujeito a desidratação, desnutrição e piora de seu cuidado higiênico”, conclui Giacaglia. Este item adiciona mais um ponto à lista.

Dificuldades de locomoção, banho e manuseio de objetos

Dificuldade de andar - Foto: Getty Images

Dificuldade de andar – Foto: Getty Images

São itens que representam o mesmo problema para a expectativa de vida, mas são contabilizados em separado na lista. Em primeiro lugar, essas dificuldades com atividades motoras representam dependência e podem aparecer em decorrência de alguma limitação físicas ou de doenças como AVC, paralisia ou Alzheimer. “São pessoas que se tornam dependentes de outras para cuidados básicos, como alimentação, higiene, lazer, e nem sempre podem estar sendo bem atendidas”, acredita Gebara. Além disso, normalmente esses problemas estão ligados a uma redução da massa muscular também. “Ela é nosso reservatório de proteínas em casos de desnutrição, por exemplo. Portanto, quem tem maior reserva muscular tem maior capacidade para enfrentar doenças que exijam mais proteínas, lembrando também que os anticorpos são proteicos, ou seja, a capacidade de se defenderem de infecções fica reduzida”, assinala Giacaglia. Por isso, cada um desses três problemas acrescenta um ponto à lista.

Fonte: Minha Vida.com

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BOAS NOTÍCIA: NO RANKING 10+ PORTUGAL É ELEITO O MELHOR LUGAR DO MUNDO PARA CURTIR A APOSENTADORIA

No nosso BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira você vai conhecer o ranking dos 10 melhores países do mundo para se aposentar em 2020, tendo como o grande vencedor Portugal segundo a revista International Living que há 41 anos publica o Índice Anual de Aposentadoria Global com os melhores lugares para as pessoas aproveitarem melhor as suas aposentadorias. Leia a reportagem completa a seguir e conheça os outros 9 países ranqueados!

Portugal é eleito melhor país para se aposentar: ranking 10+

Há 41 anos a revista International Living publica o Índice Anual de Aposentadoria Global com os melhores lugares para as pessoas aproveitarem melhor as suas aposentadorias.

Com base em dados que avaliam qualidade de vida, saúde, infraestrutura, visto, entretenimento e benefícios para os aposentados, a pesquisa também utiliza da experiência dos seus correspondentes para construir o melhor resultado possível.

“Levamos o bom senso de nossa equipe à questão: para onde devo ir? E compartilhamos com você suas recomendações. Não apenas dizemos qual é a situação do destino – ajudamos você a descobrir o que isso significa para você”, explica o editorial do Índice.

Motivos

Entre os motivos pelos quais Portugal lidera o Índice Anual de Aposentadoria Global 2020, estão o estilo de vida acessível – que inclui cuidados de saúde, profissionais de qualidade, clima temperado, alta classificação de segurança e excelentes comida e vinho.

A beleza geográfica natural do país combina com sua arquitetura de várias épocas, datada de milênios, para evocar uma sensação de permanência e tradição atemporal.

Portugal é o segundo país menos caro da Europa, depois da Bulgária.

Valores

Um casal pode viver com um estilo de vida confortável, embora não extravagante, por cerca de US $ 2.500 por mês, cerca de 10 mil reais.

Se você optar por morar no Porto, no norte, na capital do país, em Lisboa, ou nos paraísos de praia de expatriados em Cascais ou no Algarve, o valor aumenta em até US $ 3.000, cerca de 12 mil reais.

No entanto, você pode baixar esse valor de custo se afastando do centro da cidade.

O ranking

Dos 10 países do ranking, 5 ficam nas Américas, 3 na Europa e 2 na Ásia.

Veja os melhores países para se aposentar:

  1. Portugal
  2. Panamá
  3. Costa Rica
  4. México
  5. Colômbia
  6. Equador
  7. Malásia
  8. Espanha
  9. França
  10. Vietnã

Veja aqui os detalhes e valores médios para se viver em cada um dos 10 países do ranking.

Com informações do InternationaLiving e Infomoney

Fonte: Só Notícia Boa

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ECONOMIA: SAIBA QUAL É A RELAÇÃO ENTRE PRODUÇÃO, RENDA, CONSUMO E QUALIDADE DE VIDA

Na coluna ECONOMIA desta segunda-feira trago um artigo muito interessante e altamente esclarecedor escrito por Felipe Lungov  sobre a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida, onde o autor procura fazer entender que não existe almoço grátis, ou seja, não existe atalhos para se enriquecer e ter qualidade de vida. O único caminho é a produção. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões! 

Qual é a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida?

Não há atalhos: para enriquecer e ter qualidade de vida é necessário produzir

Eis um problema grave: em quase todas as discussões sobre políticas econômicas, as pessoas simplesmente ignoram de onde vêm os bens que os indivíduos consomem.

Como bem disse Gustavo Franco sobre a situação na Argentina, algumas pessoas acreditam que o leite vem da geladeira. Ou que os alimentos surgem magicamente nas gôndolas dos supermercados.

A mera distribuição e comercialização de bens é frequentemente confundida com a própria produção destes mesmos bens. Várias pessoas, inclusive economistas de viés intervencionista e desenvolvimentista, genuinamente acreditam que o problema não está na produção, mas sim na distribuição e na venda dos bens (ou seja, na demanda e no consumo).

É como se a questão da produção já estivesse magicamente resolvida.

E, no entanto, a questão da produção é o grande desafio de qualquer economia. E não o consumo.

Consequentemente, pouco se busca entender a relação entre as variáveis ‘produção’, ‘renda’, ‘consumo’ e ‘qualidade de vida’.

A seguir, uma humilde tentativa de oferecer um piso mais sólido em cima do qual essas discussões possam ser construídas.

É a produção o que cria riqueza

Comecemos com a produção.

Produzir, em termos econômicos, é o ato de criar um bem ou serviço. Quando um confeiteiro está misturando os ingredientes de seu bolo, ele está produzindo um bolo.

Antes de começar, ele tem em cima da mesa a farinha, os ovos, o açúcar, o leite etc. Ele junta todos esses ingredientes, de acordo com uma receita que ele conhece, e o resultado final — o produto — é o bolo.

O que houve de extraordinário aqui? Ele agregou valor aos ingredientes que tinha.

E o que quer dizer isso?

Se todos os ingredientes iniciais somados são comercializados por, digamos, R$ 10, e o bolo pronto (ou seja: os mesmos ingredientes, mas agora na forma de bolo pronto) é comercializado por R$ 13, a única conclusão a que podemos chegar é que a produção aumentou em R$ 3 o valor daqueles ingredientes.

(Uma análise mais rigorosa levaria em conta também o equipamento que ele utiliza, a energia elétrica, o aluguel da cozinha, seu próprio trabalho, e muito mais coisas. Considerar todos esses insumos não alteraria em nada o que está sendo explicado, mas complicaria desnecessariamente a explicação e por isso foi dispensado.)

Economistas dizem, portanto, que o confeiteiro produziu R$ 3 em bens. Ele acrescentou R$ 3 de valor aos R$ 10 inicias. Ele produziu e criou valor.

Poderia ter sido outro bem, como um chapéu, um guarda-chuva, um computador, um carro ou um navio. Poderia ter sido um serviço, como uma consulta médica, um reparo em automóvel, a instalação de encanamentos ou luz elétrica em edifícios ou uma aula de pintura.

E é claro que diversas pessoas podem se aliar e cooperar para produzir algo, cada uma contribuindo com uma pequena parte.

O que todos esses casos têm em comum é que o trabalho de uma ou mais pessoas foi convertido, por meio da produção, em algo útil para a humanidade, esse algo sendo material ou não.

Você provavelmente já ouviu falar no PIB, o Produto Interno Bruto. Embora possua imperfeições, esse número nada mais é do que:

  • a somatória de tudo o que foi produzido de bens e serviços (produto)
  • em um determinado espaço geográfico (interno)
  • desconsiderando-se as depreciações (bruto)
  • e durante um determinado intervalo de tempo (geralmente um ano).

O PIB é, portanto, a somatória dos valores de todos os bens e serviços que são produzidos na economia: todos os bolos, livros, mobília, carros, geladeiras, fogões, aulas de inglês, pizzas, apresentações de dança etc.

Se você trabalha e produz um bem ou um serviço, você certamente contribui sua parcela para o PIB de sua economia, o PIB de seu país, e o PIB mundial.

Esta é a produção pela ótica da criação de produto. Mas podemos vê-la também como criação de riqueza e, consequentemente, renda. Quando o confeiteiro termina seu bolo, ele está R$ 3 mais rico do que quando começou. Isso porque se somarmos e compararmos tudo o que ele tinha antes e depois da produção, houve um aumento de R$ 3 — ou uma renda de R$ 3.

Em economia, riqueza não tem o mesmo sentido que geralmente se atribui à palavra. Não estamos falando de luxo ou fortuna, mas de qualquer produto como alimentos, vestuário, moradia, remédios, computadores, eletrodomésticos, caminhões, tratores etc. O aumento da oferta destes bens configura aumento da riqueza.

Quanto mais bens e serviços disponíveis a um indivíduo, mais rico ele será. Quanto mais bens e serviços disponíveis aos habitantes de uma economia, melhor será sua condição de vida — e, consequentemente, menor será sua pobreza absoluta.

Dado que nosso personagem é confeiteiro por profissão, ele provavelmente decidirá vender essa riqueza que ele criou (o bolo) e usar o dinheiro para comprar outras riquezas que satisfaçam suas próprias necessidades — o consumo.

Ele pode usar o dinheiro para pagar parte do seu aluguel, parte de uma viagem, ou um pacote de figurinhas para seu filho. A possibilidade de realizar esse consumo é o que dá qualidade de vida às pessoas. Ninguém tem qualidade de vida quando não tem onde morar, roupa para vestir, comida para comer, acesso a tratamentos médicos, e por aí vai.

Por isso, o padrão de vida dos habitantes de um país é determinado pela abundância de bens e serviços que podem ser adquiridos com a renda de sua produção.

Quanto maior a quantidade de bens e serviços ofertados, e quanto maior a diversidade dessa oferta, maior será o padrão de vida da população. Quanto maior a oferta de alimentos, quanto maior a variedade de restaurantes e de supermercados, de serviços de saúde e de educação, de bens como vestuário, imóveis, eletrodomésticos, materiais de construção, eletroeletrônicos e livros, de pontos comerciais, de shoppings, de cinemas etc., maior tenderá a ser a qualidade de vida da população.

Perceba como cada um desses eventos decorre do anterior, começando com a produção. Só é possível atingir o último quando temos o primeiro, e cada etapa faz parte de um processo maior.

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A produção não é um fim em si mesmo, mas uma etapa impossível de ser abolida

É evidente que a razão que leva alguém a decidir produzir não é o trabalho de produzir em si, mas a melhora na qualidade de vida que esse trabalho lhe proporciona. A pessoa está atuando em uma ponta do fluxo, mas olhando para a outra.

O objetivo final de toda e qualquer produção é o consumo. A pessoa produz (aumenta a oferta de bens e serviços) para obter os meios (renda, dinheiro) com os quais poderá consumir outros bens e serviços.

Ou seja, as pessoas ofertam para poderem demandar.

Não deveria ser surpresa, portanto, que, ao se introduzirem desvios nesse fluxo (ou seja, quando nem toda a produção inicial pode ser convertida em qualidade de vida para a mesma pessoa), as pessoas escolham por diminuir sua produção de bens e serviços na economia.

Isso ocorre, por exemplo, quando governos passam a tributar pesadamente a renda do trabalho ou o lucro dos investimentos. Ou então quando o investimento e a produção são afetados por uma moeda instável. Ou mesmo quando o próprio ato de produzir é estorvado por regulamentações e burocracias que servem apenas para onerar o trabalho.

Países que cometeram esses erros em larga escala invariavelmente viram queda em suas produções até que esse vazamento fosse desfeito. O exemplo mais evidente desta dicotomia aplicada a um mesmo país são os EUA da década de 1970 com os EUA da década de 1980: na década de 1970, a moeda era inflacionada e instável, e todos os tipos de trabalho e produção eram pesadamente tributados. Como consequência, o país vivenciou uma prolongada estagflação. Isso foi revertido na década de 1980, com desoneração sobre a produção e redução de impostos sobre o investimento e sobre a renda (o que incentiva mais trabalho e produção), e estabilização da moeda, e como consequência o país vivenciou um grande boom econômico com baixa inflação de preços.

Esse é o motivo de economistas serem tão reticentes a medidas que desestimulem ou onerem a produção — e essa resistência é frequentemente vista como exagerada por aqueles que não estudaram economia.

Mas esse desvio de recursos no meio do fluxo, felizmente, tem sido exceção. Ao longo da história, quem produz, na maioria das vezes, consegue manter boa parte da riqueza criada até o final do fluxo. Não por acaso, vemos um aumento cada vez maior no produto e na qualidade de vida ao redor do mundo.

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3.png

4.pngA questão que fica é se queremos acelerar ou frear esse processo.

Se quisermos acelerar, a produção deve ser desonerada e facilitada ao máximo. Se não quisermos, basta então apenas incentivarmos a demanda sem atentarmos para o lado da oferta. Isso é o que foi feito recentemente no Brasil.

Fonte: Mises Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: MOLISE NA ITÁLIA PAGA 700 EUROS POR MÊS PARA QUEM FOR MORAR LÁ

Na coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado temos mais uma grande oportunidade para quem sonha em morar no exterior. O governo de Molise, região ao sul da Itália, está oferecendo 700 euros por mês para que se prontificar de morar em uma das pequenas cidades da região e abrir um pequeno negócio para repovoar e movimentar as cidades. Aproveite e realize seu sonho. Leia a reportagem a seguir e saiba como se inscrever.

Itália paga R$ 3 mil para quem se mudar e abrir negócio em cidades pequenas

Gambatesa, comuna de Molise – Foto: Unsplash/@audejpeg

Oportunidade para morar na Itália. A região de Molise, no sul do país, está oferecendo 700 euros por mês – pouco mais de R$ 3.100 – para quem se mudar para alguma das cidades pequenas da região e abrir um negócio por lá.

“Queríamos que as pessoas investissem aqui. Elas podem abrir qualquer tipo de atividade: uma padaria, uma papelaria, um restaurante, qualquer coisa. É uma maneira de dar vida às nossas cidades e ao mesmo tempo aumentar a população”, disse Donato Toma, presidente de Molise.

De acordo com  The Guardian o valor será pago durante três anos para quem se mudar para povoados com menos de dois mil habitantes e se comprometer a abrir um negócio.

O incentivo é para reestruturar a região, que sofreu com a perda de moradores nos últimos anos.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), Molise, com uma população de 305 mil habitantes, está entre as regiões que perderam mais moradores nos últimos anos – mais de nove mil já saíram desde 2014. Em 2014 e 2018, o número de cidadãos italianos residentes no país caiu em 677 mil.

Mas não se trata apenas de aumentar a população.

Segundo o governante, as pessoas precisam de infraestrutura e um motivo para ficar. Por isso, cada cidade com menos de dois mil habitantes receberá dez mil euros (R$ 44,8 mil) destinados a infraestrutura e promoção de atividades culturais.

A proposta por parte das autoridades regionais será publicada no dia 16 de setembro no diário oficial e foi autorizada pelo Ministério de Desenvolvimento Econômico, informou a mídia local.

A partir dessa data, os interessados na proposta poderão enviar suas solicitações ao Conselho Regional pelo período de 60 dias.

O conselheiro Antonio Tedeschi, membro do Conselho Regional e autor da ideia, pretende repovoar as cem aldeias da região que estão sendo esvaziadas, revitalizar a economia e criar emprego.

A medida foi batizada de ‘renda ativa de residência’ e o valor total alocado e autorizado pelo governo italiano chega a um milhão de euros.

Tedeschi disse em redes sociais que “a iniciativa nasceu para deter o triste fenômeno da despovoação” e confia que seja “um primeiro passo até a revitalização” da região.

Com informações da EFE e Estadao

Fonte: Só Notícia Boa

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