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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO COMO UM MÉTODO PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇAS E BEM ESTAR DA POPULAÇÃO

Pessoa sentada com as pernas cruzadas em uma montanha durante o nascer do sol.
23 de Janeiro – Dia Internacional da Medicina Integrativa

Por que praticar Meditação?

A prática de meditação é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como um método para a prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, saúde e bem-estar da população.

Importante ressaltar que o Ministério da Saúde, conforme a portaria 145, de 11 de janeiro de 2017, incluiu a Meditação no rol de terapias complementares disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Meditar é um processo continuo de autocuidado e autoacolhimento, em que a pessoa fortalece seus valores pessoais, desacelera a criação de pensamentos, respira com atenção, relaxa o corpo, a mente e as emoções, sentindo e vivendo a vida com maior foco, concentração e saúde.

É uma oportunidade de ter as rédeas de sua vida em suas mãos, encontrando a paz interior para realizar suas atividades pessoais e profissionais com maior leveza e resultados.

Algumas dicas para inspirar você a começar ou renovar a prática de meditar:

1. Durante o dia, pare algumas vezes o que estiver fazendo, leve sua atenção ao ato de inspirar e expirar, usando a contagem: inspirar em 4 segundos, reter o ar em 4 segundos e expirar em 8 segundos, repita a sequência 4 vezes.

2. Caminhe todos os dias, durante 15 minutos, prestando atenção aos seus passos e ritmo respiratório, essa prática é uma forma de atenção plena e ajuda a liberar a criatividade.

3. Antes de dormir, desconecte sua atenção de aparelhos eletrônicos, escolha um local acolhedor, sente-se com a coluna ereta, faça a sequência respiratória com contagem, caminhe em direção ao seu coração, sente-se no centro dele, imagine uma luz dourada banhando você de energia amorosa, acolhedora e pacífica, todas as suas células, órgãos são preenchidos, você relaxa, descansa e se prepara para uma excelente noite de sono.

4. Escolha meditações guiadas, no You Tube, e ouça antes de dormir, enquanto dirige, usando transporte público.

Praticar meditação é um ato de amor, comece devagar e aos poucos aumente o tempo de experiência, poderá sentir o quanto te fará bem.

Anna Maria Oliveira

Escrito por Anna Maria Oliveira

Fonte: Eu sem Fronteiras

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BOAS NOTÍCIAS: A LONGEVIDADE APÓS OS 120 ANOS COM QUALIDADE DE VIDA JÁ É UMA UMA META REAL PARA A CIÊNCIA

texto

Seres humanos podem viver de 120 a 150 anos, diz nova pesquisa

Imagina viver de 120 a 150 anos? Sim, isso pode acontecer, de acordo com um novo estudo publicado na revista Nature Communications na semana passada – se perigos óbvios como doenças ou estressores não atrapalhem.

Pesquisadores de Singapura estimam que a longevidade do ser humano poderá ser muito maior do que se imagina.

E o que pode fazer uma pessoa chegar tão longe é justamente a qualidade de vida: caminhar, principalmente, e evitar ao máximo o estresse – duas questões pra se ligar no dia a dia, mesmo que você não queira chegar aos 150.

O estudo

Eles avaliaram mudanças nas contagens de células sanguíneas, número diário de passos dados pelas pessoas e dividiram os grupos em idade. Medidas como pressão sanguínea e contagem de células sanguíneas têm uma faixa saudável já conhecida, mas o número de passos é algo totalmente pessoal.

O pesquisador Timothy Pyrkov e colegas de equipe da Gero, empresa de biotecnologia com sede no país asiático, analisaram o ritmo de envelhecimento nos Estados Unidos, Reino Unido e Rússia.

O coautor do estudo, Peter Fedichev, afirma que, embora a maioria dos biólogos considere contagens de células sanguíneas e de passos “muito diferentes”, o fato de ambas “pintarem exatamente o mesmo futuro” sugere que o componente do ritmo de envelhecimento seja válido.

Além disso, os autores apontaram uma curva acentuada entre 35 e 40 anos. Pyrkov observa que, muitas vezes, este é o período que a carreira esportiva de um atleta termina, indicando que realmente existe algo na fisiologia que muda nessa idade.

Ter qualidade de vida

Avaliando os resultados, os pesquisadores enfatizam que qualidade de vida é essencial.

A questão proposta pelo estudo é estender a vida, mas sem aumentar o tempo que humanos passam por um “estado de fragilidade”.

“O foco não deve ser viver mais tempo, mas viver com mais saúde por mais tempo”, disse S. Jay Olshansky, professor de epidemiologia e bioestatística da Universidade de Illinois em Chicago, que não estava envolvido no estudo.

“A conclusão final dos pesquisadores é interessante de ver”, diz Olshansky, mas ele lembra que os “processos biológicos fundamentais de envelhecimento vão continuar.”

Para Fedichev e sua equipe, a pesquisa marca o início de uma longa jornada. “Medir algo é o primeiro passo antes de produzir uma intervenção”, disse.

Segundo ele, os próximos passos serão encontrar maneiras de “interceptar a perda de resiliência”.

Com informações da Nature e ScientificAmerican

Fonte: Só Notícia Boa

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ECONOMIA: A DESIGUALDADE DE RIQUEZA É UMA CONSEQUÊNCIA DO PROGRESSO, MAS REDUZ A POBREZA

Devo confessar que fazia muito tempo que não lia um artigo tão esclarecedor sobre economia e sociologia. No texto a seguir John Tamny explica com muita clareza como a desigualdade de riqueza acaba reduzindo a pobreza.  Todos nós deveríamos querer viver em um mundo repleto de empreendedores visionários e inovadores, que enriqueçam bastante em decorrências de seus inventos que aumentam substantivamente nosso padrão de vida. Quanto mais eles enriquecerem e mais financeiramente desiguais forem em relação a nós, maior será o nosso padrão de vida e menor será a diferença de estilo de vida entre eles e nós. Alguns críticos, que prefiro chamar de invejosos falam dessa desigualdade de riqueza como se essa tal riqueza atingisse um enorme contingente de pessoas. Quando vamos para os números esses bilionários representam apenas 1% da população mundial. Esses críticos sanguessugas não conseguem enxergar que graças a esse 1% os outros 99% passou a ter uma qualidade de vida milhares de vezes melhor do que o pobre da idade média. E que em termos de padrão de vida  menor será a diferença de estilo de vida entre eles e nós.É urgente passar a ver o lado positivo da desigualdade. Por isso, a genuína preocupação não tem de ser com a pobreza relativa, mas sim com a pobreza absoluta. E esta está sendo devidamente aniquilada pelo capitalismo e pela globalização.

Como a desigualdade de riqueza acaba reduzindo a pobreza

Em economias livres, a desigualdade é uma consequência do progresso

 

A desigualdade de riqueza sempre existiu no mundo. Mas ela nunca foi tão explícita e deletéria quanto na era feudal.

Naquele mundo, quando alguém via uma plantação, ou um celeiro, ou um arado, ou animais de carga, e perguntava a quem tais meios de produção serviam, a resposta é “ao agricultor e sua família, e a ninguém mais”. À exceção de algum ocasional gesto de caridade dos proprietários, aqueles que não possuíam meios de produção não podiam se beneficiar dos meios de produção existentes, a menos que eles próprios de alguma maneira também se tornassem proprietários de meios de produção. Eles não podiam se beneficiar dos meios de produção de terceiros, a menos que os herdassem ou os confiscassem.

Com a Revolução Industrial e a ascensão do capitalismo, a realidade mudou. Os meios de produção dos mais ricos passaram a servir diretamente aos mais pobres. A desigualdade continuou existindo, mas a pobreza absoluta passou a desabar.

No entanto, e curiosamente, a obsessão das pessoas com a desigualdade de renda nunca foi tão premente como é agora, exatamente quando a miséria absoluta está nas mínimas históricas.

Economistas como Thomas Piketty e entidades como a Oxfam pedem mais impostos sobre os ricos e mais controles e regulamentações para “combater o capitalismo” e “acabar com as desigualdades geradas por ele”. Utilizando-se de uma metodologia altamente questionável, a Oxfam quer “uma economia para os 99% da população mundial”, que “desconcentre” a riqueza do 1% mais rico da sociedade.

A contínua revolta contra “os ricos” e os seguidos clamores para se confiscar uma substantiva fatia de sua riqueza baseiam-se no velho princípio marxista de que há uma pequena minoria de abastados vivendo à custa da exploração da esmagadora maioria da população.

Tal raciocínio seria verdadeiro caso a revolta se direcionasse especificamente para aqueles indivíduos cuja riqueza foi adquirida por meios que atentam justamente contra o capitalismo, como subsídios governamentais, protecionismo e outras formas de governo que obstruem a livre concorrência.

No entanto, a gritaria tem sido generalizada e o alvo comum tem sido “os ricos” de forma geral.

Eis o problema fundamental com esta postura: ela desconhece por completo o papel que esse 1% desempenhou na melhora dos padrões de vida e das condições de trabalho da humanidade.

O grupo do 1%

Dos oito homens que encabeçam a lista dos mais ricos do mundo, quatro estão ligados às novas tecnologias. Na lista dos 500 mais ricos do mundo publicada pela revista Forbes, Bill Gates, da Microsoft, é seguido por Jeff Bezos, da Amazon, por Mark Zuckerberg, do Facebook, e por Larry Ellison, da Oracle. (E Steve Jobs, da Apple, só não está ali porque já morreu).

Isso os coloca no exclusivo grupo dos inovadores tecnológicos, que diariamente nos assombram e surpreendem com suas criações. É claro que suas inovações os deixaram incrivelmente ricos em relação a nós, mas será que isso significa que eles nos deixaram mais pobres? Mais ainda: será que isso significa que sua riqueza deveria ser confiscada?

Um estudo publicado em 2004 pelo economista William Nordhaus, da Universidade de Yale, já mostrava que “apenas uma pequena fração dos retornos derivados dos avanços tecnológicos entre 1948 e 2001 foi capturada pelos produtores, o que indica que a maior parte desses benefícios foi transferida aos consumidores”.

Nordhaus estimou que os empreendedores inovadores capturaram somente 2,2% do valor total que suas invenções criaram para a sociedade. E isso muito antes da invenção do smartphone e dos tablets.

Ou seja, não há dúvidas de que Bill Gates, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos e o falecido Steve Jobs se tornaram multimilionários com suas criações. Porém, como já mostrava Nordhaus, o valor que eles criaram para a sociedade com suas invenções é quase 40 vezes maior do que eles próprios embolsaram.

E isso é algo que podemos ver e sentir diariamente. A tecnologia da informação avança a passos mais do que agigantados, facilitando e barateando incrivelmente a comunicação e as transações comerciais das empresas e pessoas comuns. Esta redução nos custos da comunicação e do processamento de informação possui um notável impacto não apenas na vida diária das pessoas como também na produtividade das empresas.

Quando um computador custava US$ 10.000 (R$ 31.500) e a comunicação era cara e lenta, quantas pequenas empresas podiam surgir e prosperar? Hoje, em que um computador custa US$ 400 (R$ 1.260) e a comunicação é instantânea e de baixíssimo custo, quantas pessoas podem empreender e crescer?

Tudo isso foi gerado pelo avanço tecnológico possibilitado por esses bilionários. Mais empresas, mais produção, mais emprego e menos pobreza.

Como diz Edward Conrad, autor do livro “O lado bom da desigualdade“:

Dado que os benefícios da inovação auferidos pelo público são muito maiores que os lucros capturados pelos inovadores bem-sucedidos, surpreende a ânsia dos defensores da redistribuição em maximizar os impostos cobrados dos inovadores. Essas pessoas deveriam, isso sim, querer maximizar o ritmo destas inovações.

Quando a desigualdade aumenta, a diferença de padrão de vida entre ricos e pobres diminui

Apenas pense em Henry Ford, no falecido Steve Jobs, no criador da Amazon Jeff Bezos e no empreendedor da informática Michael Dell. Cada um destes se tornou extraordinariamente rico não por prejudicar os pobres e a classe média, mas sim por saber transformar luxos que até então eram usufruídos apenas pelos ricos — o automóvel, um smartphone (que, na prática, é um supercomputador), um Shopping Center mundial que vende produtos baratos a um clique, e o computador portátil — em bens corriqueiros acessíveis a todos.

E, graças à globalização, os inventos desses empreendedores não ficaram restringidos às suas fronteiras, mas se espalharam por todo o mundo. Ao popularizarem seus inventos, esses três empreendedores se tornaram extremamente ricos. Bem mais ricos que o resto de nós, meros mortais. Houve um aumento da desigualdade.

Mas esse aumento da desigualdade não apenas não foi maléfico, como, na verdade, representou uma redução na diferença de estilo de vida entre pobres e ricos. Quando essa desigualdade aumentou, a diferença de padrão de vida entre ricos e pobres diminuiu. Por definição.

E é assim porque, como a história sobre a riqueza no mundo deixa bastante claro, em economias de mercado, indivíduos se tornam ricos majoritariamente à medida que suas inovações melhoram o padrão de vida de todas as classes sociais. Eles só podem enriquecer — aumentando a desigualdade de renda — se conseguirem satisfazer as necessidades daquela maioria que não é rica.

Pense, por exemplo, no extraordinário valor de mercado da Amazon, que catapultou Jeff Bezos para o posto de homem mais rico do mundo. O valor da Amazon é uma função de Bezos ser capaz de servir, de forma barata, aos desejos de todos os consumidores do planeta desde sua base em Seattle, sem que a Amazon tenha uma presença física na maior parte do globo. Por isso, a importância da história da Amazon não pode ser minimizada.

O progresso sempre foi historicamente definido pelo encolhimento do mundo por meio da tecnologia. À medida que a tecnologia aproxima as pessoas (encolhendo o mundo), um número cada vez maior de indivíduos se torna capaz de atender aos nossos infinitos desejos. É extremamente emocionante lembrar que os melhores cérebros da humanidade trabalharam fervorosamente para possibilitar e facilitar o comércio entre indivíduos que não moram na mesma cidade e nem no mesmo país. Jaz aí a fonte de nossa imensa riqueza atual.

Assim, será que realmente há algo de surpreendente no fato de que a desigualdade aumentou nas últimas décadas? Eis um fenômeno que realmente não deveria causar surpresa alguma. O que é realmente importante é que esse aumento da desigualdade foi um efeito feliz e lógico de um aumento no comércio global. Graças aos avanços nas comunicações e nos meios de transporte, o empreendedor de hoje pode servir praticamente a todo o planeta (quando os governos não atrapalham com escorchantes tarifas de importação).

Cem anos atrás, a genialidade de Bezos estaria confinada ao noroeste dos Estados Unidos. Hoje, grande parte do planeta pode usufruir seu talento e se beneficiar dele. O mesmo raciocínio vale para Apple, Microsoft, Dell e todas as empresas de tecnologia.

Com a proliferação desta tecnologia que, figurativamente, encolheu o mundo, as chances de mentes empreendedoras geniais servirem aos desejos do mundo aumentaram exponencialmente. E, consequentemente, também aumentaram as chances destas mentes geniais se tornarem impressionantemente ricas. E, ao enriquecerem, tais pessoas também melhoram nosso padrão de vida e nos enriqueceram.

Sim, elas nos enriqueceram. A riqueza, como disse o economista Matt Ridley, é “a vida tornada mais fácil e confortável em decorrência dos mercados, das máquinas, da tecnologia, e das outras pessoas”. Hoje, mesmo as pessoas mais pobres dos países ricos (e daqueles países cujos governos não atrapalham severamente o livre comércio e a criação de riqueza) têm acesso a confortos e amenidades que teriam assombrado os bilionários de não muito tempo atrás: smartphones — que nada mais são do que computadores de alta tecnologia que dão acesso a literalmente todo o conhecimento existente no mundo — em seus bolsos; transporte barato com motorista particular ao toque de um aplicativo; filmes e televisão em seus tablets. Cito apenas esses três para não me alongar.

E, à medida que as pessoas vão enriquecendo, elas valorizam mais a inovação. E, à medida que avança a globalização, e a tecnologia da informação melhora nossa capacidade de nos comunicarmos, também aumenta a capacidade das empresas e dos indivíduos de alcançar uma maior quantidade de consumidores.

Assim, os inovadores que alcançam o êxito, como Steve Jobs, Bill Gates e Jeff Bezos, enriquecem muito mais que os inovadores que os antecederam no passado. E também se enriquecem muito mais que os doutores, professores e motoristas de ônibus, pois os ganhos destes estão limitados ao número de pessoas que podem servir.

O mesmo ocorre com os CEOs das empresas multinacionais bem-sucedidas. Eles gerenciam negócios que mudam a vida de bilhões de pessoas, e isso lhes traz uma remuneração de acordo.

Por isso, o aumento da desigualdade de renda é um subproduto de um arranjo econômico que premia aqueles que direcionam seu talento e sua riqueza de maneira mais efetiva. Quando um indivíduo tem êxito em uma economia globalizada, seu enriquecimento pode até parecer desproporcionado, mas o fato é que quem estipulou o valor de mercado deste indivíduo foram os próprios consumidores de seus produtos.

Duas histórias pouco difundidas

Jamais foi explicado por que seria deletério para a economia indivíduos buscarem carreiras que, caso bem-sucedidos, os tornarão muito mais desiguais em relação a seus pares. Levando ao extremo, se um grupo de cientistas descobrir a cura definitiva para o câncer, e enriquecer enormemente por causa dessa descoberta, os críticos da desigualdade terão de exigir que essa descoberta seja revogada, pois levou a um aumento da desigualdade.

Nessa mesma linha, Henry Ford morreu muito rico, Steve Jobs morreu valendo bilhões, e Michael Dell vale dezenas de bilhões. Como exatamente o fato de eles serem muito ricos prejudicou você? Alguém realmente diria que o mundo estaria melhor caso estes três fossem meros preguiçosos sem ambição? A desigualdade, sem dúvida, seria menor.

Quando John D. Rockefeller começou a vender querosene em 1870, ele detinha aproximadamente 4% do mercado. Já em 1890, ele tinha 85% do mercado. Como ele conseguiu esse aumento estrondoso de sua fatia de mercado? Foi espoliando os consumidores? Muito pelo contrário. Os preços do galão de querosene desabaram: eram de 30 centavos em 1869 e despencaram para 6 centavos em 1897. Rockefeller reduziu seus preços exatamente para aumentar sua fatia de mercado. Ao agir assim, ele afastou a concorrência e aumentou estrondosamente sua riqueza. Mas, simultaneamente, melhorou a qualidade de vida das pessoas. A Standard Oil de Rockefeller tornou a gasolina tão barata, que possibilitou à Ford criar um mercado de massa para o seu modelo T.

Já Henry Ford, por sua vez, duplicou o salário básico de seus empregados em 1914. A lenda é que ele fez isso para possibilitar a seus funcionários comprarem Fords. Falso. A verdade é que ele aumentou o salário de seus empregados para diminuir a rotatividade deles. Em 1913, a rotatividade de empregados na economia americana era de incríveis 370%. Ford, ao aumentar os salários e diminuir a rotatividade, reduziu seus custos trabalhistas, pois não mais tinha de treinar novos empregados. E, ao fazer isso, sua riqueza aumentou exponencialmente. Mas a qualidade de vida de seus consumidores também.

De novo: quando a disparidade de riqueza aumenta, a diferença de padrão de vida diminui.

Conclusão

Embora sempre haverá pobres e ricos, a definição moderna de “pobreza” é algo que certamente seria classificado como classe média em 2005, e bilionário em 1905.

À medida que a desigualdade aumenta, a diferença de padrão de vida entre pobres e ricos diminui. Óbvio: inovadores enriquecem em virtude da comercialização daquilo que era um luxo no passado, e os inovadores de hoje servem às necessidades de um número muito maior de pessoas.

Todos nós deveríamos querer viver em um mundo repleto de empreendedores visionários e inovadores, que enriqueçam bastante em decorrências de seus inventos que aumentam substantivamente nosso padrão de vida. Quanto mais eles enriquecerem e mais financeiramente desiguais forem em relação a nós, maior será o nosso padrão de vida e menor será a diferença de estilo de vida entre eles e nós.

Por isso, para estimular a inovação e o crescimento, é necessário permitir que os inovadores e empreendedores bem-sucedidos mantenham a totalidade de sua renda, a qual a sociedade, voluntariamente, lhes outorgou.

Punir o êxito com mais impostos logrará o objetivo contrário. Haverá menos inovações, menos crescimento econômico e, logo, salários mais baixos e mais pobreza.

É urgente passar a ver o lado positivo da desigualdade. Por isso, a genuína preocupação não tem de ser com a pobreza relativa, mas sim com a pobreza absoluta. E esta está sendo devidamente aniquilada pelo capitalismo e pela globalização.

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BOAS NOTÍCIAS: NOS EUA ALGUMAS CIDADES ESTÃO PAGANDO PARA VOCÊ SE MUDAR. SAIBA QUAIS SÃO!

Nos Estados Unidos, algumas cidades já estão pagando para você se mudar para lá. Elas oferecem programas para tenta atrair trabalhadores que deixaram seus escritórios e montaram carteiras em suas próprias casas, sabendo que o turno pode ser permanente. Alguns desses programas são irresistíveis com um custo de vida bem mais em conta. Portanto, não dê bobeira e comece logo a ler o artigo completo a seguir e saber quantas, quais são e onde estão localizadas essas cidades! 

Estas 6 cidades e este estado vão pagar para você se mudar para lá

Você está sentindo que precisa de uma mudança de cenário ou talvez queira se mudar para uma cidade mais barata? Se você se preocupa com o orçamento, mais e mais cidades na América vão pagar para você se mudar para lá.

Alguns desses programas exigem que você compre uma casa ou obtenha uma carteira de motorista estadual, mas outros exigem quase nenhum obstáculo.

Depois que a pandemia do coronavírus atingiu cidades em todo o país, muitos perceberam que talvez não precisem pagar US $ 4.000 por mês por um apartamento em Nova York ou por uma residência urbana na Califórnia se forem trabalhar em casa.

A maioria dos programas a seguir tenta atrair trabalhadores que deixaram seus escritórios e montaram carteiras em suas próprias casas, sabendo que o turno pode ser permanente.

1. Tulsa, Oklahoma

JustTulsa.com / Flickr — licença CC 

Tulsa Remote é uma iniciativa de recrutamento única que visa atrair indivíduos talentosos para a cidade Art Déco. Com uma doação de US $ 10.000 para inspirá-lo a se mudar, a iniciativa pede que você more na cidade deles por um ano, confiante de que desejará ficar mais tempo no final.

O candidato ideal para o Tulsa Remote é um nômade digital ou trabalhador remoto com a flexibilidade de trabalhar em qualquer lugar – que está procurando uma comunidade real para chamar de lar. Além de receber $ 10.000, distribuídos ao longo de um ano, o programa está oferecendo a você um espaço em um centro de co-working, ajuda para encontrar moradia e oportunidades regulares de construção de comunidade.

Leia mais nas perguntas frequentes e inscreva-se se quiser ir para onde o vento sopra nas planícies.

2. Ozarks, Arkansas

Sharon Mollerus / Flickr – licença CC 

“Um dos melhores custos de vida, inúmeras vantagens de estilo de vida ao ar livre, artes, cultura e culinária nacionalmente classificadas e renda per capita 14% maior do que a média nacional.”

Isso é o que o site do Northwest Arkansas Council se orgulha, dizendo que a região oferece “uma oportunidade única de criar equilíbrio para aqueles que desejam se mudar de grandes cidades e subúrbios congestionados e caros”.

Os condados de Benton e Washington vão oferecer às pessoas que trabalham remotamente, empregos de tempo integral – especialmente empreendedores de talento e aqueles em campos STEM – US $ 10.000 e uma rua ou mountain bike para aproveitar a infraestrutura de ciclismo bem estabelecida em Ozarks – ou uma associação anual a uma de suas instituições culturais e artísticas de “classe mundial”.

As inscrições podem ser feitas através do site deles , e você deve ser capaz de se mudar para o estado dentro de seis meses.

3. Savannah, Geórgia

Sunira Moses 

Savannah é um lugar lindo, e eles estão procurando incentivar os trabalhadores de tecnologia remotos a se mudarem para a área do condado de Chatham – desde que tenham três anos de experiência de trabalho verificável e que garantam pelo menos um ano de aluguel ou compra de propriedade.

As despesas de mudança serão cobertas com $ 2.000 após 30 dias de residência, e o cargo pode ser remoto ou interno. As inscrições podem ser feitas aqui .

PS O custo de vida da cidade é relativamente baixo – superando outras metrópoles regionais como Nashville e Atlanta.

4. Topeka, Kansas

Gary Todd 

A iniciativa Choose Topeka ajudará os trabalhadores que desejam se mudar para Topeka – que têm acordos para trabalhar dentro da cidade – com $ 10.000 em despesas de mudança para quem deseja alugar e $ 15.000 para quem quer comprar uma casa.

Os incentivos entram em ação após um ano de residência. Os trabalhadores remotos precisarão de um emprego fora do condado e receberão apenas $ 5.000 em assistência para o aluguel e $ 10.000 para comprar uma casa.

“O Choose Topeka foi criado com a intenção de investir em funcionários que vivam e trabalhem em Topeka e Shawnee County, para que possamos promover uma ‘comunidade intencional’, uma das construtoras de apoio à comunidade”, disse Barbara Stapleton, VP de Retenção e Talento de Negócios Iniciativas em GO Topeka .

5. Hamilton, Ohio

Amy Bolinder, licença CC 

O Programa de Atração de Talentos de Hamilton, Ohio está oferecendo “bolsas reversas” para recém-formados nas áreas STEM que ajudarão a pagar dívidas de empréstimos estudantis com pagamentos de $ 300 por mês – até $ 10.000 no total.

Eles devem comprovar emprego na cidade ou condado e planos de se mudar para lá – com qualquer mudança para fora da cidade ou condado, perdendo os pagamentos futuros.

6. Newton, Iowa

USDA

Newton, Iowa, está oferecendo um tipo de incentivo ligeiramente diferente. Procurando melhorar a qualidade do estoque de moradias disponíveis, a The Newton Housing Initiative está oferecendo dinheiro às pessoas que desejam construir uma nova casa.

“A Newton Housing Initiative, aprovada pela Câmara Municipal em 2014, ofereceu incentivos a construtores, incorporadores imobiliários, proprietários e compradores de casas …” escreve o site da iniciativa.

MAIS: a cidade do Mississippi pagará a você um estipêndio mensal e custos de realocação para se mudar para lá

Para casas avaliadas em US $ 180.000 ou mais, os candidatos ao programa de subsídio recebem um incentivo em dinheiro de US $ 10.000 e o Pacote de Boas-Vindas Conheça Newton no valor de US $ 2.500. Casas avaliadas em menos de US $ 180.000 renderão US $ 5.000 para os proprietários.

7. Alasca

Zetong Li 

Um dos lugares mais bonitos da Terra, o estado do Alasca não vai pagar necessariamente para você se mudar para lá, mas existe um fundo estatal financiado pelas vendas de extração mineral que paga um dividendo aos trabalhadores que optam por permanecer no estado.

De acordo com a Fox Business, “o valor exato do pagamento varia de ano para ano. Este ano, o pagamento é de $ 992. No ano passado, foi de $ 1.606. O maior dividendo até agora foi de $ 2.072 em 2015. ”

“Para ter direito ao dividendo, é necessário ser residente do estado durante todo o ano civil anterior, ter a intenção de permanecer como residente do Alasca indefinidamente e não ter sido sentenciado por uma condenação por crime no ano anterior, entre outros requisitos”. escreve Fox.

Fonte: Good News Network

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AUTOCONHECIMENTO: ZONA DE CONFORTO, COMO SAIR DELA, PARTE 5, POR WAGNER BRAGA

Continuando a série de vídeos sobre ZONA DE CONFORTO, aqui na coluna AUTOCONHECIMENTO, no vídeo desta sexta-feira, complemento mais um pouco sobre alimentação e zona de conforto. Como podemos mudar determinados hábitos alimentares e melhorar nossa qualidade de vida. Assista ao vídeo e aprenda como melhorar um pouco mais a sua AUTOPERFORMANCE e ser uma pessoal melhor e mais saudável a cada dia!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: COM A CAMPEÃ MARINGÁ SAI O RANKING DAS 100 MELHORES CIDADES PARA SE VIVER NO BRASIL

Conheça o ranking das 100 melhores cidades para se viver no Brasil, cuja campeã este ano foi Maringá no Paraná. O levantamento feito pela Macroplan – consultoria em cenários prospectivos e administração estratégica – mede áreas como educação, segurança, saneamento e saúde no estudo Índice dos Desafios da Gestão Municipal 2021, IDGM. Então, aproveite e veja se a sua cidade está rankeada e em qual colocação!

Veja as 100 melhores cidades para se viver no Brasil: ranking

Saiu o ranking das 100 melhores cidades para se viver no Brasil.

Para determinar as melhores, o levantamento da Macroplan – consultoria em cenários prospectivos e administração estratégica – mede áreas como educação, segurança, saneamento e saúde no estudo Índice dos Desafios da Gestão Municipal 2021, IDGM.

A campeã deste ano é Maringá, no interior do Paraná, com 430 mil habitantes. Fundada em 1947, é uma das poucas cidades planejadas do país e já foi campeã duas vezes em 2017 e 2018.

Ela é seguida no ranking por quatro cidades do estado de São Paulo: Jundiaí, São José do Rio Preto, Piracicaba e São José dos Campos.

Entre as capitais, as melhores colocadas foram Curitiba, Vitória, Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis.

Ranking por área

No recorte exclusivo na área da educação, as primeiras colocadas são Piracicaba, Limeira, São José dos Campos, Praia Grande e Maringá

Na área de saúde as campeãs são Florianópolis, Vitória, Curitiba, Palmas e, empatadas, as cidades de Joinville, Maringá e Montes Claros.

Na área de segurança, as melhores para se viver são São Paulo, Santos, São Bernardo do Campo, Mauá e Santo André.

Já nas áreas de saneamento e sustentabilidade, as melhores colocadas são Santos, Franca, Maringá, Curitiba e Uberaba.

Veja o ranking das 100 melhores

Maringá
Jundiaí
São José do Rio Preto
Piracicaba
São José dos Campos
Franca
Curitiba
Taubaté
Campinas
10ºVitória
11ºCascavel
12ºLimeira
12ºSantos
12ºSorocaba
15ºBelo Horizonte
16ºRibeirão Preto
17ºUberlândia
18ºLondrina
19ºSão Paulo
20ºSão Bernardo do Campo
21ºFlorianópolis
22ºMauá
22ºSumaré
24ºPalmas
25ºUberaba
26ºMontes Claros
27ºSanto André
27ºSuzano
29ºDiadema
29ºMogi das Cruzes
29ºJoinville
32ºSão José dos Pinhais
33ºCaxias do Sul
34ºBlumenau
35ºTaboão da Serra
36ºCampo Grande
37ºBetim
37ºContagem
39ºNiterói
39ºPonta Grossa
41ºGoiânia
42ºRio de Janeiro
42ºGuarulhos
44ºOsasco
45ºPorto Alegre
46ºPraia Grande
47ºBauru
48ºPetrolina
49ºPetrópolis
50ºJuiz de Fora
51ºVitória da Conquista
52ºCampina Grande
53ºRibeirão das Neves
53ºCarapicuíba
55ºFortaleza
56ºJoão Pessoa
56ºSanta Maria
56ºCuiabá
59ºVila Velha
60ºBoa Vista
61ºSerra
62ºItaquaquecetuba
62ºAnápolis
64ºTeresina
65ºGovernador Valadares
65ºSão Vicente
67ºCaruaru
67ºSalvador
69ºGuarujá
70ºMossoró
71ºRecife
72ºCampos dos Goytacazes
73ºCanoas
74ºNatal
74ºGravataí
76ºFeira de Santana
76ºNova Iguaçu
78ºPelotas
79ºSão Luís
80ºAracaju
81ºPaulista
82ºVárzea Grande
83ºCaucaia
84ºRio Branco
84ºCamaçari
86ºOlinda
87ºAparecida de Goiânia
88ºManaus
89ºSão João de Meriti
90ºMaceió
91ºCariacica
92ºSão Gonçalo
93ºJaboatão dos Guararapes
94ºBelford Roxo
95ºSantarém
96ºPorto Velho
97ºDuque de Caxias
98ºBelém
99ºAnanindeua
100ºMacapá

Com informações da IstoÉ

Fonte: Só Notícia Boa

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AUTOAJUDA: SORRIA SEMPRE, MESMO QUE NÃO ESTEJA SENDO FILMADO, POIS NÃO MACHUCA E FAZ MUITO BEM A SAÚDE

O ato de sorrir é um gesto simples, não custa nada e só faz bem a você e ao próximo. Sendo assim, rir faz bem a saúde, pois fortalece a imunidade e libera energia positiva. Então sorria sempre, em todo e qualquer lugar, mesmo que não esteja sendo filmado. O texto a seguir esclarece bem os benefícios para a saúde no ato de sorrir. Então, não deixe de ler!

Rir faz bem à saúde

Grupo de quatro amigos rindo ao ar livre.
FabioFormaggio /123RF

Bom humor é essencial para se ter uma melhor qualidade de vida, assim como a música. Sendo que partimos do princípio de tudo: o amor é incondicional. Por isso é preciso crer, ter fé; com alegria em viver. Então construa, erga um templo de paz em seu coração.

Estabeleça um propósito para a sua vida, com calma, paz interior e uma dose cavalar de paciência e outra de tolerância; além de muita tranquilidade. Pois bem, estes são os alicerces para alcançar o bem-estar existencial.

O pensamento tem poder de realizar os nossos sonhos. Acredite, creia; tenha fé na vida, em um futuro bem melhor. Cultive a autoestima, o amor-próprio. Tenha autoconfiança, busque o autoconhecimento.

Saiba que o que realmente importa é ser feliz, encarando o amor como um sentimento que leva a querer o bem; é afeição profunda, carinho, compreensão, tolerância, ternura, companheirismo, amizade. Isso porque o amor é incondicional.

Grupo de cinco amigas rindo na rua
nappy/Pexels

Acredite que o que parece ser impossível pode vir ser a mola propulsora para se atingir o possível. Aliás, o que é extraordinário, de acordo com as leis da natureza, que é mais do que depositar, crença íntima, em objetos de cera, que tendem a desaparecer nas areias do tempo.

Leve consigo, em sua “nécessaire”: uma poção de carisma, de boa vontade, além de coragem para se libertar das amarras que lhe impedem de sorrir. Pois a força vibratória de uma risada, a gargalhada, é poderosa, gera a magia da alegria.

Porque o otimista é aquele que acredita que coisas boas acontecerão. Por isso tem a plena consciência de que a felicidade é a gente que cria, então sorria. Mesmo se não estiver sendo filmado, sorrir não machuca; e faz muito bem à saúde. Isso ocorre porque o bom humor, quando compartilhados pelo riso, propicia intimidade, contribuindo para o espírito de alegria, fazendo bem à saúde, fortalecendo a imunidade, liberando energia positiva.

Carlos Pompeu
Escrito por Carlos Pompeu
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SAÚDE: A EXPECTATIVA DE VIDA DOSBRASILEIROS VOLTA A AUMENTAR E ATINGE 76,6 ANOS AO NASCER

Expectativa de vida dos brasileiros ao nascer aumentou de 76,3 para 76,6 anos, entre 2018 e 2019.Pode parecer pouco, mas representa um grande avanço, se levarmos em consideração que na década de 1940 essa expectativa era de 45,5 anos. Por isso lheconvido a ler o artigo completo a seguir e entender como é feito esse estudo demográfico!

Aumenta expectativa de vida do brasileiro ao nascer: 76,6 anos

Cresceu a expectativa de vida do brasileiro, em relação ano passado. É o que mostram dados publicados pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, nesta quinta, 26, no Diário Oficial da União.

Em 2018 a expectativa de vida do brasileiro era 76,3 anos. Em 2019 subiu para 76,6 anos.

Pode parecer pouco, mas é um grande avanço. Em 1940, por exemplo, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era de apenas 45,5 anos.

Com a nova contagem, o brasileiro hoje vive, em média, 30,8 anos a mais do que em meados do século passado.

Por idade

A expectativa de vida muda conforme a idade da pessoa e o sexo, sendo que a taxa de mortalidade dos homens é superior à das mulheres.

Aos 20 anos, a chamada sobremortalidade masculina atinge seu pico. Em 2019, um homem de 20 anos tinha 4,6 vezes mais chance de não completar os 25 anos do que uma mulher do mesmo grupo de idade.

De acordo com o demógrafo do IBGE, Fernando Albuquerque, na faixa entre 15 e 34 anos existe maior disparidade entre a taxa de mortalidade da população masculina em relação à feminina.

“Isso ocorre devido à maior incidência de óbitos por causas externas ou não naturais, como homicídios e acidentes, que atingem com maior intensidade a população masculina jovem. A expectativa de vida masculina no país poderia ser superior à que se estima atualmente, se não fosse o efeito das mortes prematuras de jovens por causas não naturais”.

Entretanto, de forma geral, em todas as faixas houve declínio da mortalidade ao longo do tempo.

Para o IBGE, o fato de que, em 1940, a população de 65 anos ou mais representava 2,4% do total e, em 2019, o percentual passou para 9,5% é um indicativo de que os brasileiros estão vivendo por mais tempo.

Segundo o instituto, um modo de se perceber esse movimento de maior longevidade é observar a probabilidade de uma pessoa que atingiu os 60 anos chegar aos 80 no país.

“A diminuição da mortalidade nas idades mais avançadas fez com que as probabilidades de sobrevivência entre 60 e os 80 anos de idade tivessem aumentos consideráveis entre 1980 e 2019 em todas as unidades da federação, chegando a alguns casos a mais que dobrarem as chances de sobrevivência entre estas duas idades”, disse Albuquerque.

Em 1980, de cada mil pessoas que chegavam aos 60 anos, 344 atingiam os 80 anos de idade. Em 2019, este valor passou para 604 indivíduos na média do Brasil.

O levantamento

A Tábua da Mortalidade é divulgada anualmente pelo IBGE e usa como referência dados de 1º de julho do ano anterior.

O dado é uma média da expectativa de vida dos dois sexos.

Com informações da AgênciaBrasil

Fonte: Só Notícia Boa

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O RN É UM DOS PARTICIPANTES DO MAIOR FLASH MOB DO BRASIL EM CAMAPANHA CONTRA FOME

RN participa de maior flash mob do Brasil em campanha contra a fome

Redação / Portal da Tropical

Atualizado em:

Parque das Dunas será palco da ação

O projeto “Samba-Dança contra fome” é uma iniciativa que vai reunir grupos de todos os estados brasileiros para o maior flash mob já realizado no país. O objetivo é incentivar as doações para a Campanha Natal Sem Fome, promovida pela ONG Ação da Cidadania.

O projeto tem como embaixadora a atriz e dançarina Claudia Raia. “A coreografia é assinada por João Carlos Ramos, do Rio de Janeiro, e especialmente criada para a música tema da campanha ‘Natal Sem Fome’. Ele convidou coordenadores em todos os estados, para que todo o Brasil fosse representado no flash mob”, diz Emanuel Rodriguez, professor de dança, gestor e criador do Projeto Tango y Vino, responsável pela ação no RN.

A ação no Rio Grande do Norte será gravada no domingo de manhã, em Natal. Cerca de 40 pessoas, entre dançarinos profissionais e entusiastas da dança vão participar. Emanuel conta que convidou academias e espaços de danças, e em tempos de pandemia, os ensaios que acontecem há um mês, foram adaptados. “Os participantes recebiam tutoriais com a coreografia, e ensaiavam em casa. Tivemos apenas um ensaio geral, seguindo todos os protocolos de segurança contra o Coronavírus”, explica. A gravação, no Parque das Dunas, também vai ter regras de distanciamento social.

“Nós acreditamos na potência da arte para sensibilizar as pessoas e incentivá-las a contribuir com a campanha”, diz Carlos Freire, diretor da ONG Avoante e coordenador da campanha no RN. Esse ano, por causa da pandemia, o Natal sem Fome está recebendo doações em dinheiro (www.natalsemfome.org.br) , que serão 100% revertidas em cestas básicas para famílias carentes.

“Acho a campanha essencial para a sensibilização da sociedade sobre o problema da fome, e fico muito feliz em poder ajudar doando meu tempo, minha dança. O nosso esforço como profissionais, diante dessa pandemia, está sendo muito grande. Ensaiar, muitas vezes sozinho, não é fácil. Mas estamos juntos em prol dessa causa”, diz Emanuel.

Flash mob

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente
combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.

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COMPORTAMENTO: AMERICANOS ENTREVISTADOS VEEM A NATUREZA COM OUTROS OLHOS DEPOIS DA COVID-19

Uma pesquisa feita entre 2.000 americanos perguntou como eles estão mantendo seu humor à luz das medidas de distanciamento social. O resultado foi impressionante. Quase seis em cada dez americanos têm uma nova apreciação da natureza durante a quarentena. Essa e outras impressões surpreendentes estão no conteúdo do artigo a seguir. Então, leia, reflita e tire suas conclusões!

Americanos dizem que COVID-19 lhes deu uma nova apreciação da natureza

 

 

Quase seis em cada dez americanos têm uma nova apreciação da natureza durante a quarentena, de acordo com uma nova pesquisa.

pesquisa perguntou a 2.000 americanos como eles estão mantendo seu humor à luz das medidas de distanciamento social.

58% dos entrevistados compartilharam que não apreciavam a natureza tanto quanto deveriam antes da pandemia COVID-19.

Conduzida pela OnePoll em nome da  Recreational Boating & Fishing Foundation  e sua campanha Get on Board, a pesquisa mostrou que três quartos dos entrevistados estão começando a sentir um impulso em seu humor graças a passar mais tempo ao ar livre – com 66% compartilhando que estão fazendo mais atividades ao ar livre perto de casa.

Seis em cada dez compartilharam que conseguiram finalmente reservar um tempo para explorar suas comunidades locais, com parques, trilhas e lagos locais no topo da lista de áreas recém-descobertas.

Um tempo para se relacionar

Robert Pearce

Pouco mais da metade dos entrevistados também foi pescar durante o período de quarentena, e 27% o fizeram especificamente para melhorar sua saúde mental. O fato de essa atividade poder ser realizada respeitando as diretrizes de distanciamento social também é uma vantagem para muitos. Um quarto dos que saem com uma vara também disse que uma vantagem da atividade é o vínculo que podem compartilhar com seus entes queridos.

Com uma infinidade de opções para atividades ao ar livre, quase quatro em cada dez entrevistados se tornaram mais fisicamente ativos durante o tempo em quarentena. Na verdade, 32% dos entrevistados estão participando de mais atividades ao ar livre do que nunca.

Uma das alegrias dessa recém-descoberta apreciação da natureza? Isso traz muitas pessoas de volta às memórias felizes da infância de estar ao ar livre com a família.

Parece que poucos querem parar com suas atividades baseadas na natureza tão cedo: 69% dos entrevistados estão planejando incorporar mais atividades ao ar livre em seu estilo de vida, mesmo depois que a pandemia de COVID-19 diminuir.

“Todos nós podemos usar um pouco de impulso de humor hoje em dia”, disse Stephanie Vatalaro, vice-presidente sênior de marketing e comunicações da RBFF. “O ar livre tem muitas atividades para escolher, então há algo para todos.”

PRINCIPAIS ATIVIDADES EXTERIORES QUE TRAZEM OS AMERICANOS DE VOLTA À INFÂNCIA

  1. Pesca – 37%
  2. Camping – 34%
  3. Ir à praia – 31%
  4. Indo para um lago – 31%
  5. Ciclismo ao ar livre – 28%
  6. Correndo – 24%
  7. Indo para um rio – 23%
  8. Passeios de barco – 23%
  9. Empinando uma pipa – 23%
  10. Caminhadas – 22%
  11. Jardinagem – 21%
  12. Observação de pássaros – 17%
  13. Escalada ao ar livre – 11%
  14. Caiaque – 10%

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: UM COLCHÃO PERSONALIZADO PARA CADA PESSOA É A INVENÇÃO DE UM PROFESSOR BRASILEIRO PARA ALIVIAR DOR LOMBAR E FIBROMIALGIA

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira temos uma invenção genuinamente brasileira para solucionar dois problemas que afligem uma fatia expressiva da população. As dores lombares afeta até 85 % da população brasileira e a fibromialgia que atinge 5%. Um professor fisioterapeuta criou exatamente um colchão que alivia dor lombar e fibromialgia e se você faz parte dessa fatia da população brasileira leia o artigo completo a seguir e quem sabe, resolva o seu problema!

Professor brasileiro cria colchão que alivia dor lombar e fibromialgia

Um professor brasileiro desenvolveu um projeto inovador de colchão para melhorar a qualidade de vida de pessoas com fibromialgia e dores lombares.

Fisioterapeuta, Jorge Alves Junior criou um colchão personalizado, com um dispositivo para reduzir as dores.

Ele é coordenador da Clínica de Fisioterapia da Universidade Anhanguera de Taubaté, no interior de São Paulo.

O professor disse em entrevista ao SóNotíciaBoa que teve a ideia ao ver o desespero da mãe dele, “dona Maria Célia, de 64 anos, que tem fibromialgia”.

Os estudos

Os estudos científicos estão sendo feitos com 88 pacientes, para identificar as necessidades deles. Baseado no peso dos ombros e do quadril de cada pessoa, o professor desenvolveu os colchões personalizados.

“Quando vamos comprar um colchão, o denominador que o INER (Instituto Nacional do Repouso) considera ideal para a densidade de espuma é sempre o peso e a altura da pessoa. Porém, analisando que o quadril é menor e mais pesado que os ombros, entendi que, quando nos deitamos, a gravidade empurra o quadril mais para baixo ocasionando um desnível entre os membros”, disse o professor ao SóNotíciaBoa.

Os colchões têm camadas com tipos diferentes de espuma.

“Para que o colchão seja ideal para cada pessoa, é preciso uma personalização, ou seja, tirar as medidas do paciente e colocar a densidade aferida pelo INER no quadril e reduzir a do ombro. Abaixo delas é colocada uma outra placa de espuma de estabilização e, acima, outra irregular, que pode ajudar com pontos de pressão na microcirculação periférica”.

Aplicativo

A ideia de Jorge Alves Júnior é trabalhar com indicação médica e com um aplicativo prático – ainda em desenvolvimento – para que o produto seja pago, produzido e entregue na casa do paciente.

“Profissionais de saúde vão prescrever a necessidade. Eles passam o aplicativo para o paciente, que preenche lá sua biometria – sexo, peso, altura, idade e lado do colchão para homem e mulher. O app gera o valor do colchão, faz o pagamento (ou parcelamento) e a informação vai direto para fábrica produzir, embalar e mandar para a transportadora entregar”, explicou.

Testes

Jorge informou ao SNB que a patente do colchão já foi registrada, mas ele ainda não está à venda porque se encontra em fase final de testes.

A pesquisa já foi aprovada na plataforma Brasil, que rege as regras sobre estudos científicos e proteção dos participantes no território brasileiro.

Os estudos estão sendo comparativos para testar em voluntários a eficácia desse novo modelo, em relação aos colchões disponíveis no mercado, como o de espuma com densidade única e de molas ensacadas.

Fibromialgia

A fibromialgia é a maior causa de dor crônica no Brasil.

Atualmente, 10% dos adultos brasileiros convivem com a doença, considerada crônica, que tem predominância em mulheres entre 35 e 44 anos.

Às vezes, a dor é tão intensa que atrapalha a qualidade do sono e faz com que o portador da fibromialgia acorde cansado, mesmo que tenha dormido por um longo período.

Isso aumenta a fadiga, a contração muscular e, consequentemente, a dor.

“As pessoas sempre vão em busca de um colchão confortável e nunca pensam na saúde. A ideia é unir conforto e clínica, diminuindo uma cultura de vícios posturais pelo menos durante o sono. Como passamos, em média, um terço de nossas vidas dormindo, se conseguirmos oito horas de sono com suporte adequado, teremos uma melhor qualidade de vida no futuro”, concluiu o professor Jorge Alves.

Colchão contra dores - Foto: divulgação
Colchão contra dores – Foto: divulgação

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa – com informações da Anhanguera

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: CONHEÇA A FÓRMULA DE COMO ALIVIAR OS SINTOMAS DA TPM

Aproveite o seu domingão para tirar todas as suas dúvidas e aprender como aliviar os sintomas da TPM com o Dr. Samuel Dalle Laste.Uma oportunidade única de você dar um salto quântico na sua qualidade de vida e na sua saúde. Então lhe convido a assitir o vídeo completo a seguir!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: SE VOCÊ ESTÁ PENSANDO EM MUDAR DE CIDADE VEJA O TOP TEN DAS MELHORES CIDADES PARA MORAR NO BRASIL

Nesta terça-feira você vai conhecer o ranking das 10 melhores cidades para se morar no Brasil baseado no Índice de Desenvolvimento Humano, aqui na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS, em meio a tanta notícia ruim nessa pandemia mundial. Mas é vida que segue e muitas pessoas em se mudar de cidade. Talvez esse seja um bom momento para planejar e avaliar. Por isso leia a reportagem completa a seguir que pode ajudar na sua decisão!

As 10 melhores cidades para se morar no Brasil: veja ranking

A grande campeã este ano é a cidade de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, seguida de Águas de São Pedro – também no estado de São Paulo – e Florianópolis, em Santa Catarina. Brasília, a capital federal, aparece no nono lugar. (veja Top 10 abaixo)

O levantamento, feito desde 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU), analisa a qualidade de vida em todos os países utilizando critérios que compõem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma métrica que se baseia nos indicadores de longevidade (expectativa de vida), renda (PIB per capita) e educação (taxa de matrícula e alfabetização).

A medição vai de 0 até 1. Os locais com índice acima de 0,800 são considerados acima da média. Já os com pontuação de 0,500 a 0,799 são medianos. E os que somam igual ou menos que 0,499 estão com o índice baixo.

O Brasil possui um IDH de 0,699 e está na 73ª posição no ranking mundial. Já a Noruega é o primeiro País da lista, tem IDH de 0,944.

Top 10 – melhores cidades brasileiras

10 – Curitiba – Paraná

Curitiba é uma das 10 cidades mais sustentáveis do mundo, sendo chamada de “capital ecológica brasileira” e “capital modelo”, com uma área verde de 64,5 metros quadrados (m²) por habitante.

Tem o ar brasileiro de melhor qualidade e já ganhou inúmeras premiações neste sentido. Pesquisa da OMS divulgada pela Prefeitura Municipal de Curitiba revela que a capital paranaense se destaca ao lado de Belo Horizonte e da região do Pontal do Paranapanema (São Paulo), com a taxa de poluição atmosférica abaixo da média de 20 microgramas por metro cúbico (m3).

Renda: R$ 1.581,04 (0,850)
Longevidade: 76,3 anos (0,855)
Educação: 0,768
IDHM Final: 0,823

9 – Brasília – Distrito Federal

Além de aparecer no Top 10 da ONU, a capital federal é a primeira colocada do País no ranking de qualidade de vida 2019 da Mercer e se mantém no topo há anos. Brasília repetiu os feitos de 2017, 2016, 2015 e 2012. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro e, em terceiro, está São Paulo. A pesquisa realizada pela Mercer – companhia global voltada aos recursos humanos – leva em consideração a qualidade de vida dos moradores em 450 cidades de várias partes do mundo.

Renda: R$ 1.715,11 (0,863)
Longevidade: 77,35 anos (0,873)
Educação: 0,742
IDHM Final: 0,824

8 – Joaçaba – Santa Catarina

Joaçaba é a terceira cidade de Santa Catarina do ranking e tem um importante centro industrial e comercial que a transforma em polo econômico e político do meio-oeste do Estado.

Ela também é referência na educação, como uma das cidades com índice zero de analfabetismo, além de destaque em itens como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

Renda: R$ 1.338,50 (0,823)
Longevidade: 78,44 anos (0,891)
Educação: 0,771
IDHM Final: 0,827

7 – Niterói – Rio de Janeiro

Além de estar em número 7 no ranking da ONU, o município de Niterói foi eleito o mais inteligente do Estado, segundo Connected Smart Cities. A avaliação de desempenho das cidades leva em consideração mais de 70 pontos definidos em 11 eixos: mobilidade; urbanismo; meio ambiente; energia; tecnologia e inovação; saúde; educação; economia; segurança; empreendedorismo; e governança.

Renda: R$ 2.000,29 (0,887)
Longevidade: 76,23 anos (0,854)
Educação: 0,773
IDHM Final: 0,837

6 – Santos – São Paulo

Santos é o maior município do litoral de São Paulo e conta com o maior porto da América Latina, que movimenta mais da metade do PIB do País. Está no Guinness Book como o jardim frontal de praia com o maior comprimento do planeta, com 5.335 metros de comprimento e largura entre 45 e 50 metros, um total de 218.800 mil metros quadrados (m²). O custo de hospedagem na região é tido como mais em conta, o que faz com que a cidade seja mais procurada para esse fim.

Renda: R$ 1.693,65 (0,861)
Longevidade: 76,13 anos (0,852)
Educação: 0,807
IDHM Final: 0,840

6 – Vitória – Espírito Santo

Vitória, capital do Espírito Santo, conserva boa parte do seu patrimônio arquitetônico e cultural, além da qualidade de suas praias. O que impulsiona a economia da cidade são os sete portos distribuídos pelo litoral, que possui 417 km de extensão. Pelo menos 97,9% das crianças entre 5 e 6 anos estão na escola e 99% das residências têm luz elétrica, coleta de lixo e água encanada.

Renda: R$ 1.866,58 (0,876)
Longevidade: 76,28 anos (0,855)
Educação: 0,805
IDHM Final: 0,845

4 – Balneário Camboriú – Santa Catarina

A cidade tem cerca de 44 km² e 138 mil habitantes. Devido ao turismo e à construção civil foi apelidada como “Dubai brasileira”, em alusão à cidade dos Emirados Árabes que é famosa por seus prédios modernos e altos.

Bastante frequentada por chilenos, uruguaios, paraguaios e argentinos, chega a receber até 4 milhões de pessoas na alta temporada. Também é uma das áreas mais seguras do País. A maioria dos moradores acima de 18 anos tem o ensino fundamental concluído.

Renda: 0,854 (R$ 1.625,59)
Longevidade: 78,62 anos (0,894)
Educação: 0,789
IDHM Final: 0,845

3 – Florianópolis – Santa Catarina

A capital do estado de Santa Catarina, Florianópolis, é conhecida como um dos mais importantes pontos turísticos brasileiro. Tem quase 462 mil habitantes e 440 km². Conta com uma extensa rede de hotelaria, além de beach clubs, lojas e restaurantes.

O setor de serviços e tecnologia da informação também está em alta no município, o que tornou a cidade um dos locais mais propensos para o empreendedorismo no Brasil. Segundo dados da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), a região movimenta atualmente mais de 16 mil empreendedores.

Renda: R$ 1.798,12 (0,870)
Longevidade: 77,35 anos (0,873)
Educação: 0,800
IDHM Final: 0,847

2 – Águas de São Pedro – São Paulo

Localizada no Estado de São Paulo, Águas de São Pedro é uma pequena cidade de apenas 3,2 km² e 3.100 mil habitantes, a 182 km da capital. O município tem o melhor indicador de educação do Brasil e de uma das expectativas de vida mais altas. É uma fundamental estância hidromineral e tem como sua principal fonte de renda o turismo.

Renda: R$ 1.580,72 (0,849)
Longevidade: 78,37 anos (0,890)
Educação: 0,825
IDHM Final: 0,854

1 – São Caetano do Sul – São Paulo

O município de São Caetano do Sul, também situado no Estado de São Paulo, no ABC paulista, e ocupa a primeira posição nesse ranking. Com 157 mil habitantes e apenas 15 km², tem 100 mil veículos circulando. É também o município com o 48º maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Renda: R$ 2.043,74 (0,891)
Longevidade: 78,2 anos (0,887)
Educação: 0,811
IDHM Final: 0,862

Com informações do Estadão

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: APESAR DA EXPECTATIVA DE VIDA TER AUMENTADO OS ÚLTIMOS ANOS TEM QUALIDADE INFERIOR

Estudo mostra que apesar da expectativa de vida da população mundial ter aumentado nos últimos 23 anos a qualidade de vida nos últimos anos é inferior, com maior risco de incapacidade. O estudo também constatou que no ano de 2013 apenas uma em cada 20 pessoas no mundo não apresentou nenhum problema de saúde. O artigo a seguir possui informações importantíssima que você precisa e merece saber para corrigir os vícios alimentares e melhorar a qualidade de vida para ter uma vida mais longeva e saudável até o fim.

Mais de 95% da população mundial não está saudável

Número de indivíduos com mais de 10 doenças aumentou 52% nos últimos 23 anos, diz estudo

RedaçãoEscrito por Redação Minha Vida

Em 8/6/2015

Apenas uma em cada 20 pessoas no mundo não apresentou qualquer problema de saúde em 2013, sendo que um terço da população mundial (2-3 bilhões de indivíduos) sofreu com mais de cinco doenças. É o que mostra o Global Burden of Disease Study, a maior e mais detalhada análise sobre os níveis, padrões e tendências em problemas de saúde e incapacidade em todo o mundo. Os resultados foram publicados no jornal The Lancet.

Global Burden of Disease Study 2013 analisou 35.620 fontes de informação sobre doenças e lesões de 188 países entre 1990 e 2013 para revelar o número substancial de doenças incapacitantes e os encargos gerais para os sistemas de saúde a partir de 301 doenças agudas e crônicas e lesões, bem como sequelas resultantes de um ou mais destes distúrbios.

O estudo mostrou que houve uma perda na qualidade de vida da população. Em 1990 aproximadamente um quinto (21%) dos anos de vida de um indivíduo não eram plenamente saudáveis ? em 2013 esse número subiu para cerca de um terço (31%).

Com a população mundial crescendo e a proporção de idosos aumentando, o número de pessoas que vivem com a saúde comprometida tende a subir rapidamente nas próximas décadas, alertam os autores.

É importante ressaltar que as taxas de mortalidade não acompanham esse ritmo. Por exemplo, enquanto a incidência do diabetes sofreu um aumento de 43% ao longo dos últimos 23 anos, as taxas de mortalidade por diabetes subiram apenas 9%. Isso significa que, apesar de a expectativa de vida da população ter aumentado, os últimos anos de vida tem uma qualidade inferior, com maior risco de incapacidade.

Os principais resultados da Global Burden of Disease Study incluem:

– Em 2013, lombalgia e depressão estavam entre os dez maiores contribuintes para a incapacidade em todos os países, causando maiores perdas de saúde do que diabetes, DPOC e asma;

– Em todo o mundo, o número de pessoas com diversas doenças rapidamente aumentou com o passar da idade. No ano de 2013 cerca de um terço (36%) das crianças de 0-4 anos nos países desenvolvidos não tinham doenças em comparação com apenas 0-03% dos adultos com mais de 80 anos. Além disso, o número de indivíduos com mais de dez doenças aumentou 52% entre 1990 e 2013;

– As oito causas de doenças crônicas em mais de 10% da população mundial em 2013 foram: cáries em dentes permanentes (2-4 bilhões), dor de cabeça tensional (1-6% bilhões), anemia ferropriva (1-2 bilhões), deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (1-18 bilhões), perda auditiva relacionada à idade (1-23 bilhões), herpes genital (1-12 bilhões), enxaqueca (850 milhões) e ascaridíase (800 milhões);

– O número de anos vividos com incapacidade aumentou ao longo dos anos devido ao crescimento e envelhecimento populacional;

– Os principais motores do aumento do número de anos vividos com incapacidade foram transtornos de abuso de musculoesquelético, transtornos mentais e de substâncias, distúrbios neurológicos e doenças respiratórias crônicas. A infecção por HIV/AIDS foi um dos principais impulsionadores do aumento do número de anos vividos com incapacidade na África subsaariana;

– Também houve um aumento na perda de saúde associada com a diabetes (aumento de 136%), doença de Alzheimer (aumento de 92%), dor de cabeça com uso excessivo de medicação (aumento de 120%) e osteoartrite (aumento de 75%).

Conheça 10 fatores que encurtam a expectativa de vida

Todo mundo quer viver muitos anos, não é mesmo? Mas você já se questionou se está somando mais pontos contra do que a favor na busca pela longevidade? Por isso mesmo, um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, divulgado no Journal of American Medical Association (JAMA) em 2013 elencou uma série de fatores que podem aumentar as chances de morte nos próximos 10 anos. De acordo com os pesquisadores, quanto mais deles constarem em sua lista, maiores são as chances de ter a vida encurtada, pois cada um acrescenta pontos às estatísticas. Listamos aqui quais são eles, explicando sua relação e o que dá para fazer para prevenir esses problemas. Confira!

Idade, ela pesa

Idosos no médico - Foto: Getty Images

Idosos no médico – Foto: Getty Images

Infelizmente, essa não dá para evitar, o tempo traz mudanças implacáveis no nosso organismo. “O envelhecimento é um fato, as células envelhecem, elas são datadas a viver 120 anos no máximo. O processo de envelhecimento celular ajuda a desencadear diversos problemas, afinal as artérias e o cérebro, entre outras estruturas, também ficam mais velhos e perdem funções”, ensina o cardiologista Otávio Gebara, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor de Cardiologia do Hospital Santa Paula.

Além disso, as deficiências que o nosso corpo vai adquirindo com a idade, como reparação dos tecidos e de combate a infecções e câncer, podem mascarar outros problemas de saúde. “Muitas doenças são diagnosticadas mais tardiamente, pois muitos sintomas são confundidos como processos relacionados ao envelhecimento e, quando a doença de base é diagnosticada, ela já se encontra mais avançada”, salienta Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Portanto, quanto maior a idade, mais pontos na ficha.

Os homens correm mais riscos

Conflito entre homem e mulher - Foto: Getty Images

Conflito entre homem e mulher – Foto: Getty Images

Esse quesito dá dois pontos aos homens, o que no caso é negativo, já que quanto mais elevada a pontuação, maiores os riscos de morte nos próximo 10 anos. Isso porque é comprovado que as mulheres vivem mais do que os homens. “Até a menopausa, elas têm o hormônio estrogênio que protege o sistema vascular”, ressalta o cardiologista Otávio Gebara. Como se não bastasse, a mulher vai ao médico com mais frequência fazer check-up e relatar suas queixas, o que lhe dá a vantagem de diagnosticar doenças mais cedo.

Além disso, os homens têm algumas desvantagens em seu organismo. “Eles têm uma taxa metabólica maior que as mulheres e o desgaste das células é mais intenso, razão pela qual o homem tende a gerar mais calor, transpirar mais, ter um intestino mais acelerado, ter mais força… E quanto mais se utiliza a máquina do corpo humano, mais precoce é seu desgaste”, ensina o endocrinologista Luciano Giacaglia.

Tabagismo

Cigarro - Foto: Getty Images

Cigarro – Foto: Getty Images

Pois é, o cigarro não poderia faltar nessa lista. O tabagismo é fator de risco para doenças como infarto, derrame, câncer, entre outras. O clínico geral Eduardo Finger, imunologista e chefe do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento do SalomãoZoppi Diagnósticos, acredita que nosso corpo tem uma reserva de energia que acumulamos até os 35 anos e depois começa a ser gasta. “Fumar cria problemas (a inflamação e divisão celular) que, para serem resolvidos, exigem um consumo de energia. Isso demanda um movimento ativo do seu corpo, que não vai sobrar depois”, ensina o médico.

Tanto que os danos do cigarro para a saúde só são realmente zerados se o indivíduo parar antes dos 30 anos. “Após isso, existe sempre prejuízo em relação aos que nunca fumaram, mas é menor do que se a pessoa continuar a fumar”, ensina o endocrinologista Giacaglia. Até porque, sempre fica algum dano nos pulmões ou no coração, causados pelo mau-hábito, e por mais que a genética influencie na saúde também, 80% das causas de doenças são creditadas ao estilo de vida que a pessoa cria para si mesma. Portanto, mais dois pontos para os fumantes.

Índice de Massa Corporal (IMC)

Balança - Foto: Getty Images

Balança – Foto: Getty Images

Ter o IMC acima de 25, ou seja, com sobrepeso, resulta em mais um ponto na estatística. E alguém pode até pensar, mas qual a diferença de alguns quilinhos a mais? “A gordura produz substâncias chamadas adipocinas, que são tóxicas. Elas aumentam as chances de se apresentar hipertensãodiabetes, problemas cardíacos e câncer, entre outros”, ensina o cardiologista Gebara. Mas aqui os especialistas pedem cautela, já que o IMC nem sempre leva tanto em consideração onde está concentrada essa gordura.

Inclusive, na contramão dessa pesquisa, alguns estudos demonstram que pessoas com sobrepeso têm mostrado uma maior expectativa de vida. “Em conclusão, mais que o peso ou IMC, é o percentual de gordura corporal que reflete os riscos para a saúde. A gordura localizada, principalmente na região do abdômen, é considerada a mais nociva, pois promove um quadro inflamatório que agride nossos vasos sanguíneos, propiciando infarto e AVC. Também sobrecarrega de gordura o fígado, que em alguns casos evolui para cirrose, e o pâncreas, levando ao diabetes”, ensina o endocrinologista Giacaglia.

Diabetes

Diabetes - Foto: Getty Images

Diabetes – Foto: Getty Images

Nesse quadro há alta taxa de açúcar no sangue, já que a insulina, hormônio que leva a glicose para dentro das células, está em falta ou não funciona mais tão bem. Isso danifica o corpo todo. “O excesso de glicose eleva a parede da artéria e produz os chamados produtos avançados glicosilados, que são tóxicos e enrijecem as artérias e favorecem o aparecimento de placas de colesterol”, explica o cardiologista Otávio. Isso causa danos em diversas estruturas do organismo, como o cérebro, o coração e os rins. Por isso, o diabetes aumenta um ponto na lista.

Doenças cardiovasculares

Médico e coração - Foto: Getty Images

Médico e coração – Foto: Getty Images

Já as doenças cardiovasculares, que podem ser consequentes da diabetes ou não, representam a maior causa de mortes no Brasil, cerca de 800 mil pessoas ao ano. “A doença cardiovascular promove obstrução da parede dos vasos, que, quando mais severa, leva a falta de circulação e morte das células que são irrigadas por esta artéria”, ensina o endocrinologista Giacaglia. Sendo assim, já ter tido alguma falência cardíaca e ter diabetes adiciona outros dois pontos negativos a lista.

Câncer

Câncer - Foto: Getty Images

Câncer – Foto: Getty Images

O câncer também drena energia do corpo, que poderia estar sendo enviada para outros processos metabólicos. “O tumor promove perda importante de massa muscular e óssea, ainda que determinada a cura. Além disso, libera substâncias na circulação que inibem o apetite, agravando o estado de desnutrição”, ressalta o endocrinologista Giacaglia. O tratamento também é arriscado, afinal a quimio ou a radioterapia acabam afetando não só as células cancerígenas, como também as normais.

De acordo com o estudo, quem já teve câncer tem muito mais chances de reapresentar a doença. “A pessoa apresenta um defeito de uma proteína que controla as mutações genéticas na célula, a chamada P-53, que por mais que o tumor seja erradicado, o problema continua”, ensina o clínico geral Eduardo Finger. Ou seja, mais dois pontos no risco de morte nos próximos 10 anos.

Doença pulmonar

Falta de ar e tosse - Foto: Getty Images

Falta de ar e tosse – Foto: Getty Images

A doença crônica mais comum dos pulmões é o DPOC, que pode se apresentar como bronquite crônica, causando uma inflamação nos brônquios, ou como enfisema pulmonar, que resulta em destruição dos pulmões ao longo do tempo. Em ambos os casos, a passagem de ar para os pulmões, e consequentemente a entrega de oxigênio para o corpo, é comprometida. E isso causa ainda outros problemas, além da redução de energia que é fornecida ao corpo. “Toda inflamação crônica acarreta a liberação de substâncias denominadas citoquinas, que agridem as células, como a das paredes arteriais e dos rins. Além disso, a falta crônica de oxigênio leva à geração de radicais livres que atacam o DNA das células, acelerando assim o envelhecimento precoce”, ensina Giacaglia. O DPOC adiciona mais dois pontos à lista.

Dificuldades ao lidar com as finanças

Finanças pessoas - Foto: Getty Images

Finanças pessoas – Foto: Getty Images

Depois de tantos problemas de saúde, parece estranho ver um fator do dia a dia nessa lista. Mas se uma pessoa que lidava bem com seu dinheiro começa a ter dificuldades nessa tarefa, ainda mais com o passar do tempo, isso só pode significar algum problema cognitivo, que tende a se agravar no futuro e até se manifestar na forma de doenças como o Alzheimer. “Esse é um sinal, uma ponta de iceberg. Ao aplicar um teste cognitivo numa dessas pessoas, percebe-se muitos outros aspectos, como falhas de memória, que a pessoa consegue disfarçar no dia a dia”, ressalta Otávio Gebara.

Esses males da mente podem se relacionar de diversas formas a comprometimento da expectativa de vida. “Pessoas com distúrbios cognitivos e de comportamento estão mais sujeitas a acidentes de toda espécie. Em alguns casos elas se tornam muito dependentes dos familiares, que se não tiverem boa estrutura psicológica acabam abandonando o idoso, que fica mais sujeito a desidratação, desnutrição e piora de seu cuidado higiênico”, conclui Giacaglia. Este item adiciona mais um ponto à lista.

Dificuldades de locomoção, banho e manuseio de objetos

Dificuldade de andar - Foto: Getty Images

Dificuldade de andar – Foto: Getty Images

São itens que representam o mesmo problema para a expectativa de vida, mas são contabilizados em separado na lista. Em primeiro lugar, essas dificuldades com atividades motoras representam dependência e podem aparecer em decorrência de alguma limitação físicas ou de doenças como AVC, paralisia ou Alzheimer. “São pessoas que se tornam dependentes de outras para cuidados básicos, como alimentação, higiene, lazer, e nem sempre podem estar sendo bem atendidas”, acredita Gebara. Além disso, normalmente esses problemas estão ligados a uma redução da massa muscular também. “Ela é nosso reservatório de proteínas em casos de desnutrição, por exemplo. Portanto, quem tem maior reserva muscular tem maior capacidade para enfrentar doenças que exijam mais proteínas, lembrando também que os anticorpos são proteicos, ou seja, a capacidade de se defenderem de infecções fica reduzida”, assinala Giacaglia. Por isso, cada um desses três problemas acrescenta um ponto à lista.

Fonte: Minha Vida.com

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BOAS NOTÍCIA: NO RANKING 10+ PORTUGAL É ELEITO O MELHOR LUGAR DO MUNDO PARA CURTIR A APOSENTADORIA

No nosso BOAS NOTÍCIAS desta segunda-feira você vai conhecer o ranking dos 10 melhores países do mundo para se aposentar em 2020, tendo como o grande vencedor Portugal segundo a revista International Living que há 41 anos publica o Índice Anual de Aposentadoria Global com os melhores lugares para as pessoas aproveitarem melhor as suas aposentadorias. Leia a reportagem completa a seguir e conheça os outros 9 países ranqueados!

Portugal é eleito melhor país para se aposentar: ranking 10+

Há 41 anos a revista International Living publica o Índice Anual de Aposentadoria Global com os melhores lugares para as pessoas aproveitarem melhor as suas aposentadorias.

Com base em dados que avaliam qualidade de vida, saúde, infraestrutura, visto, entretenimento e benefícios para os aposentados, a pesquisa também utiliza da experiência dos seus correspondentes para construir o melhor resultado possível.

“Levamos o bom senso de nossa equipe à questão: para onde devo ir? E compartilhamos com você suas recomendações. Não apenas dizemos qual é a situação do destino – ajudamos você a descobrir o que isso significa para você”, explica o editorial do Índice.

Motivos

Entre os motivos pelos quais Portugal lidera o Índice Anual de Aposentadoria Global 2020, estão o estilo de vida acessível – que inclui cuidados de saúde, profissionais de qualidade, clima temperado, alta classificação de segurança e excelentes comida e vinho.

A beleza geográfica natural do país combina com sua arquitetura de várias épocas, datada de milênios, para evocar uma sensação de permanência e tradição atemporal.

Portugal é o segundo país menos caro da Europa, depois da Bulgária.

Valores

Um casal pode viver com um estilo de vida confortável, embora não extravagante, por cerca de US $ 2.500 por mês, cerca de 10 mil reais.

Se você optar por morar no Porto, no norte, na capital do país, em Lisboa, ou nos paraísos de praia de expatriados em Cascais ou no Algarve, o valor aumenta em até US $ 3.000, cerca de 12 mil reais.

No entanto, você pode baixar esse valor de custo se afastando do centro da cidade.

O ranking

Dos 10 países do ranking, 5 ficam nas Américas, 3 na Europa e 2 na Ásia.

Veja os melhores países para se aposentar:

  1. Portugal
  2. Panamá
  3. Costa Rica
  4. México
  5. Colômbia
  6. Equador
  7. Malásia
  8. Espanha
  9. França
  10. Vietnã

Veja aqui os detalhes e valores médios para se viver em cada um dos 10 países do ranking.

Com informações do InternationaLiving e Infomoney

Fonte: Só Notícia Boa

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ECONOMIA: SAIBA QUAL É A RELAÇÃO ENTRE PRODUÇÃO, RENDA, CONSUMO E QUALIDADE DE VIDA

Na coluna ECONOMIA desta segunda-feira trago um artigo muito interessante e altamente esclarecedor escrito por Felipe Lungov  sobre a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida, onde o autor procura fazer entender que não existe almoço grátis, ou seja, não existe atalhos para se enriquecer e ter qualidade de vida. O único caminho é a produção. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões! 

Qual é a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida?

Não há atalhos: para enriquecer e ter qualidade de vida é necessário produzir

Eis um problema grave: em quase todas as discussões sobre políticas econômicas, as pessoas simplesmente ignoram de onde vêm os bens que os indivíduos consomem.

Como bem disse Gustavo Franco sobre a situação na Argentina, algumas pessoas acreditam que o leite vem da geladeira. Ou que os alimentos surgem magicamente nas gôndolas dos supermercados.

A mera distribuição e comercialização de bens é frequentemente confundida com a própria produção destes mesmos bens. Várias pessoas, inclusive economistas de viés intervencionista e desenvolvimentista, genuinamente acreditam que o problema não está na produção, mas sim na distribuição e na venda dos bens (ou seja, na demanda e no consumo).

É como se a questão da produção já estivesse magicamente resolvida.

E, no entanto, a questão da produção é o grande desafio de qualquer economia. E não o consumo.

Consequentemente, pouco se busca entender a relação entre as variáveis ‘produção’, ‘renda’, ‘consumo’ e ‘qualidade de vida’.

A seguir, uma humilde tentativa de oferecer um piso mais sólido em cima do qual essas discussões possam ser construídas.

É a produção o que cria riqueza

Comecemos com a produção.

Produzir, em termos econômicos, é o ato de criar um bem ou serviço. Quando um confeiteiro está misturando os ingredientes de seu bolo, ele está produzindo um bolo.

Antes de começar, ele tem em cima da mesa a farinha, os ovos, o açúcar, o leite etc. Ele junta todos esses ingredientes, de acordo com uma receita que ele conhece, e o resultado final — o produto — é o bolo.

O que houve de extraordinário aqui? Ele agregou valor aos ingredientes que tinha.

E o que quer dizer isso?

Se todos os ingredientes iniciais somados são comercializados por, digamos, R$ 10, e o bolo pronto (ou seja: os mesmos ingredientes, mas agora na forma de bolo pronto) é comercializado por R$ 13, a única conclusão a que podemos chegar é que a produção aumentou em R$ 3 o valor daqueles ingredientes.

(Uma análise mais rigorosa levaria em conta também o equipamento que ele utiliza, a energia elétrica, o aluguel da cozinha, seu próprio trabalho, e muito mais coisas. Considerar todos esses insumos não alteraria em nada o que está sendo explicado, mas complicaria desnecessariamente a explicação e por isso foi dispensado.)

Economistas dizem, portanto, que o confeiteiro produziu R$ 3 em bens. Ele acrescentou R$ 3 de valor aos R$ 10 inicias. Ele produziu e criou valor.

Poderia ter sido outro bem, como um chapéu, um guarda-chuva, um computador, um carro ou um navio. Poderia ter sido um serviço, como uma consulta médica, um reparo em automóvel, a instalação de encanamentos ou luz elétrica em edifícios ou uma aula de pintura.

E é claro que diversas pessoas podem se aliar e cooperar para produzir algo, cada uma contribuindo com uma pequena parte.

O que todos esses casos têm em comum é que o trabalho de uma ou mais pessoas foi convertido, por meio da produção, em algo útil para a humanidade, esse algo sendo material ou não.

Você provavelmente já ouviu falar no PIB, o Produto Interno Bruto. Embora possua imperfeições, esse número nada mais é do que:

  • a somatória de tudo o que foi produzido de bens e serviços (produto)
  • em um determinado espaço geográfico (interno)
  • desconsiderando-se as depreciações (bruto)
  • e durante um determinado intervalo de tempo (geralmente um ano).

O PIB é, portanto, a somatória dos valores de todos os bens e serviços que são produzidos na economia: todos os bolos, livros, mobília, carros, geladeiras, fogões, aulas de inglês, pizzas, apresentações de dança etc.

Se você trabalha e produz um bem ou um serviço, você certamente contribui sua parcela para o PIB de sua economia, o PIB de seu país, e o PIB mundial.

Esta é a produção pela ótica da criação de produto. Mas podemos vê-la também como criação de riqueza e, consequentemente, renda. Quando o confeiteiro termina seu bolo, ele está R$ 3 mais rico do que quando começou. Isso porque se somarmos e compararmos tudo o que ele tinha antes e depois da produção, houve um aumento de R$ 3 — ou uma renda de R$ 3.

Em economia, riqueza não tem o mesmo sentido que geralmente se atribui à palavra. Não estamos falando de luxo ou fortuna, mas de qualquer produto como alimentos, vestuário, moradia, remédios, computadores, eletrodomésticos, caminhões, tratores etc. O aumento da oferta destes bens configura aumento da riqueza.

Quanto mais bens e serviços disponíveis a um indivíduo, mais rico ele será. Quanto mais bens e serviços disponíveis aos habitantes de uma economia, melhor será sua condição de vida — e, consequentemente, menor será sua pobreza absoluta.

Dado que nosso personagem é confeiteiro por profissão, ele provavelmente decidirá vender essa riqueza que ele criou (o bolo) e usar o dinheiro para comprar outras riquezas que satisfaçam suas próprias necessidades — o consumo.

Ele pode usar o dinheiro para pagar parte do seu aluguel, parte de uma viagem, ou um pacote de figurinhas para seu filho. A possibilidade de realizar esse consumo é o que dá qualidade de vida às pessoas. Ninguém tem qualidade de vida quando não tem onde morar, roupa para vestir, comida para comer, acesso a tratamentos médicos, e por aí vai.

Por isso, o padrão de vida dos habitantes de um país é determinado pela abundância de bens e serviços que podem ser adquiridos com a renda de sua produção.

Quanto maior a quantidade de bens e serviços ofertados, e quanto maior a diversidade dessa oferta, maior será o padrão de vida da população. Quanto maior a oferta de alimentos, quanto maior a variedade de restaurantes e de supermercados, de serviços de saúde e de educação, de bens como vestuário, imóveis, eletrodomésticos, materiais de construção, eletroeletrônicos e livros, de pontos comerciais, de shoppings, de cinemas etc., maior tenderá a ser a qualidade de vida da população.

Perceba como cada um desses eventos decorre do anterior, começando com a produção. Só é possível atingir o último quando temos o primeiro, e cada etapa faz parte de um processo maior.

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A produção não é um fim em si mesmo, mas uma etapa impossível de ser abolida

É evidente que a razão que leva alguém a decidir produzir não é o trabalho de produzir em si, mas a melhora na qualidade de vida que esse trabalho lhe proporciona. A pessoa está atuando em uma ponta do fluxo, mas olhando para a outra.

O objetivo final de toda e qualquer produção é o consumo. A pessoa produz (aumenta a oferta de bens e serviços) para obter os meios (renda, dinheiro) com os quais poderá consumir outros bens e serviços.

Ou seja, as pessoas ofertam para poderem demandar.

Não deveria ser surpresa, portanto, que, ao se introduzirem desvios nesse fluxo (ou seja, quando nem toda a produção inicial pode ser convertida em qualidade de vida para a mesma pessoa), as pessoas escolham por diminuir sua produção de bens e serviços na economia.

Isso ocorre, por exemplo, quando governos passam a tributar pesadamente a renda do trabalho ou o lucro dos investimentos. Ou então quando o investimento e a produção são afetados por uma moeda instável. Ou mesmo quando o próprio ato de produzir é estorvado por regulamentações e burocracias que servem apenas para onerar o trabalho.

Países que cometeram esses erros em larga escala invariavelmente viram queda em suas produções até que esse vazamento fosse desfeito. O exemplo mais evidente desta dicotomia aplicada a um mesmo país são os EUA da década de 1970 com os EUA da década de 1980: na década de 1970, a moeda era inflacionada e instável, e todos os tipos de trabalho e produção eram pesadamente tributados. Como consequência, o país vivenciou uma prolongada estagflação. Isso foi revertido na década de 1980, com desoneração sobre a produção e redução de impostos sobre o investimento e sobre a renda (o que incentiva mais trabalho e produção), e estabilização da moeda, e como consequência o país vivenciou um grande boom econômico com baixa inflação de preços.

Esse é o motivo de economistas serem tão reticentes a medidas que desestimulem ou onerem a produção — e essa resistência é frequentemente vista como exagerada por aqueles que não estudaram economia.

Mas esse desvio de recursos no meio do fluxo, felizmente, tem sido exceção. Ao longo da história, quem produz, na maioria das vezes, consegue manter boa parte da riqueza criada até o final do fluxo. Não por acaso, vemos um aumento cada vez maior no produto e na qualidade de vida ao redor do mundo.

1.png

2.png

3.png

4.pngA questão que fica é se queremos acelerar ou frear esse processo.

Se quisermos acelerar, a produção deve ser desonerada e facilitada ao máximo. Se não quisermos, basta então apenas incentivarmos a demanda sem atentarmos para o lado da oferta. Isso é o que foi feito recentemente no Brasil.

Fonte: Mises Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: MOLISE NA ITÁLIA PAGA 700 EUROS POR MÊS PARA QUEM FOR MORAR LÁ

Na coluna BOAS NOTÍCIAS deste sábado temos mais uma grande oportunidade para quem sonha em morar no exterior. O governo de Molise, região ao sul da Itália, está oferecendo 700 euros por mês para que se prontificar de morar em uma das pequenas cidades da região e abrir um pequeno negócio para repovoar e movimentar as cidades. Aproveite e realize seu sonho. Leia a reportagem a seguir e saiba como se inscrever.

Itália paga R$ 3 mil para quem se mudar e abrir negócio em cidades pequenas

Gambatesa, comuna de Molise – Foto: Unsplash/@audejpeg

Oportunidade para morar na Itália. A região de Molise, no sul do país, está oferecendo 700 euros por mês – pouco mais de R$ 3.100 – para quem se mudar para alguma das cidades pequenas da região e abrir um negócio por lá.

“Queríamos que as pessoas investissem aqui. Elas podem abrir qualquer tipo de atividade: uma padaria, uma papelaria, um restaurante, qualquer coisa. É uma maneira de dar vida às nossas cidades e ao mesmo tempo aumentar a população”, disse Donato Toma, presidente de Molise.

De acordo com  The Guardian o valor será pago durante três anos para quem se mudar para povoados com menos de dois mil habitantes e se comprometer a abrir um negócio.

O incentivo é para reestruturar a região, que sofreu com a perda de moradores nos últimos anos.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), Molise, com uma população de 305 mil habitantes, está entre as regiões que perderam mais moradores nos últimos anos – mais de nove mil já saíram desde 2014. Em 2014 e 2018, o número de cidadãos italianos residentes no país caiu em 677 mil.

Mas não se trata apenas de aumentar a população.

Segundo o governante, as pessoas precisam de infraestrutura e um motivo para ficar. Por isso, cada cidade com menos de dois mil habitantes receberá dez mil euros (R$ 44,8 mil) destinados a infraestrutura e promoção de atividades culturais.

A proposta por parte das autoridades regionais será publicada no dia 16 de setembro no diário oficial e foi autorizada pelo Ministério de Desenvolvimento Econômico, informou a mídia local.

A partir dessa data, os interessados na proposta poderão enviar suas solicitações ao Conselho Regional pelo período de 60 dias.

O conselheiro Antonio Tedeschi, membro do Conselho Regional e autor da ideia, pretende repovoar as cem aldeias da região que estão sendo esvaziadas, revitalizar a economia e criar emprego.

A medida foi batizada de ‘renda ativa de residência’ e o valor total alocado e autorizado pelo governo italiano chega a um milhão de euros.

Tedeschi disse em redes sociais que “a iniciativa nasceu para deter o triste fenômeno da despovoação” e confia que seja “um primeiro passo até a revitalização” da região.

Com informações da EFE e Estadao

Fonte: Só Notícia Boa

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