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EXPORTAÇÃO DE SOJA PARA A CHINA TEM UM PESO SIGNIFICATIVO NA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

China deve aumentar produção de grãos no país e reduzir importações

Anúncio é um alerta principalmente para os produtores de soja, já que a exportação do grão para o país asiático é representativa

ECONOMIA

 Do R7

Exportação da soja para a China tem um peso significativo na balança comercial brasileira

PIXABAY

A China aumentará sua capacidade de garantir o abastecimento de grãos e produtos agrícolas importantes, disse a agência estatal de notícias Xinhua neste domingo.

Ela afirmou que a China diversificará as importações de produtos agrícolas e apoiará as empresas a se integrarem às cadeias de abastecimento de produtos agrícolas globais.

A Xinhua disse ainda que a mensagem foi incluída em um documento oficial “nº 1” que define as prioridades de Pequim para o ano.

Fonte: R7

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SAÚDE: COMO SUA ALIMENTAÇÃO INTERFERE DIRETAMENTE NA PRODUÇÃO DE ENERGIA CELULAR

O que são os NUTRIENTES e ANTINUTRIENTES?

Em mais um série de vídeos especial sobre saúde e bem-estar, Doutor Samuel Dalle Laste vai esclarecer uma das principais queixas de seus pacientes. Fadiga é a falta de energia corporal que vai muito além do cansaço. Para entender este sintoma precisamos olhar de forma ampla para a nossa saúde e nosso estilo de vida. No quarto e último vídeo da série, o Dr. Samuel mostra como a sua alimentação interfere diretamente na produção de energia celular e pode ser uma das causas da fadiga.

Fonte:

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TIJOLO ECOLÓGICO FEITO COM RESÍDUOS DE SAL É DESENVOLVIDO POR CIENTISTAS DA UFRN

Por G1 RN

 

Tijolo ecológico foi produzido por cientistas da UFRN — Foto: UFRNTijolo ecológico foi produzido por cientistas da UFRN — Foto: UFRN

Cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) anunciaram nesta sexta-feira (23) que desenvolveram um tijolo solo-cimento ecológico, que é produzido através de um resíduo proveniente da produção de sal. O produto resultante do estudo rendeu um pedido de patente da instituição.

O tijolo ecológico é feito a partir da combinação de cimento, solo laterítico e carago, que é o resíduo da produção do sal. Em função desse último elemento, os pesquisadores da UFRN acreditam que a descoberta pode ter um impacto também econômico no estado, já que o RN concentra 95% da produção de sal do Brasil.

“O resíduo incorporado da indústria salineira é o carago, a primeira camada que se forma nos tanques de evaporação. No momento da colheita do sal, ele não é utilizado, ficando em pilhas nas salinas, sem um destino correto”, explicou Priscylla Cinthya Alves Gondim, uma das inventoras.

“Além da importância tecnológica da inovação e da relevância econômica, há também o aspecto da sustentabilidade, pois provoca a diminuição de impactos ambientais”.

A pesquisadora explicou que o carago foi analisado durante um ano, através de ensaios, momentos nos quais o resíduo foi inserido no tijolo com oito composições diferentes e testes seguindo as normas da ABNT.

Segundo Priscylla, a melhor dessas oito produções foi escolhida para a solicitação da patente, mas “em todas as composições obtivemos excelentes resultados, cerca de três vezes a mais que a resistência padrão exigida pela norma”.

Os materiais se mostraram viáveis em alvenaria de vedação, ou seja, as que são dimensionadas para suportar o próprio peso. Além da UFRN, participam da pesquisa os Institutos Federais do RN e de Alagoas.

Produção de baixo custo

Segundo o grupo de cientistas da UFRN, o tijolo ecológico pode ser utilizado para construção de casas populares e proporcionar maior acesso à moradia para populações de baixa renda.

Isso porque a elaboração do produto é realizada de forma simples, através da confecção de um material de baixo custo e de fácil produção, além de não necessitar de mão de obra qualificada.

O pesquisador Wilson Acchar, que supervisiona o Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia dos Materiais da UFRN, explicou que a combinação do carago – que é uma substância de dimensão grossa e lamelar – com o cimento e o solo laterítico – ambos com granulometrias fina e esférica – deu um bom empacotamento ao material formado.

De acordo com o pesquisador, isso melhorou a coesão entre as partículas, facilitando o trabalho com o material.

No aguardo do patenteamento, a pesquisadora Priscylla Gondim diz que isso significa que o “produto foi eficiente e eficaz” e “que poder ser replicado e inserido no mercado”.

Pedido de patente

Segundo a UFRN, o pedido de patente do tijolo integra o portfólio da vitrine tecnológica da instituição ao lado de quase 300 outras novas tecnologias. Segundo publicação de setembro do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), a UFRN foi, em 2019, uma das 15 instituições com mais pedidos de patentes no Brasil.

Além de Wilson e Priscylla, integram o grupo de inventores do tijolo ecológico Sheyla Karolina Justino Marques e João de Medeiros Dantas Neto.

Fonte: G1 RN

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: ATÉ MESMO AS PREVISÕES MAIS OTIMISTA NA EUROPA SÃO SUPERADAS COM AS VENDAS DE CARROS ELÉTRICOS

O meio ambiente agradece mais uma vez a CIÊNCIA, a TECNOLOGIA e ao COMPORTAMENTO humano. O destaque deste sábado, aqui na coluna ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE é por conta da indústria automobilista que está de parabéns com a produção de carros elétricos que está cada vez maior e derruba todas as previsões para o ano de 2021. Leia o artigo a segui r e saiba o porquê!  

As vendas de carros elétricos na Europa quebraram até mesmo as previsões mais otimistas

Andrew Robert

Em 2021, um em cada sete carros vendidos na UE será elétrico, e as vendas, produção e inovação em geral estão crescendo nas grandes economias da Europa devido às rígidas regulamentações de emissões de CO2 do Parlamento Europeu.

As vendas de carros elétricos devem  ter triplicado este ano em comparação a 2019, e devem subir para até 15% da participação de mercado total em 2022, antes de atingir o teto.

Os regulamentos, que foram escalonados ao longo da última década, continuarão cambaleando até 2030, quando uma série de acordos internacionais e metas estabelecidas para ajudar a prevenir o pior da crise climática virão.

O grupo de reflexão sobre políticas verdes, Transporte e Meio Ambiente, resume os dados de um relatório publicado por eles que rastreia o cumprimento da meta de CO2 e as vendas de carros elétricos no setor automotivo da UE, declarando: “As vendas de carros elétricos estão crescendo graças aos padrões de emissões da UE. No próximo ano, um em cada sete carros vendidos na Europa será um plug-in. Os fabricantes da UE estão de volta à corrida de EV ”.

Os padrões de emissões da UE que entrarão em vigor no próximo ano são mais rigorosos, sugerindo um impulso para veículos movidos a combustíveis fósseis mais limpos e maior produção de veículos elétricos.

“Em 2021, o valor máximo da média da frota para carros novos na UE é de 95 gramas de dióxido de carbono por quilômetro”, escreve Electrive , um site da indústria de transporte elétrico da UE.

Eles fazem referência a um relatório da mídia baseado em vazamentos de que os parlamentares da UE querem aumentar as já rígidas restrições de 37,5% até 2030 para 50%, o que atraiu a ira de grupos da indústria automotiva alemã que dizem que as restrições já são muito ambiciosas. As restrições anteriores foram aprovadas com mais de 500 votos “sim” a menos de 100 votos “não”, então os políticos de mente verde podem achar que restrições mais intensas são possíveis.

Já existem alguns fabricantes de automóveis cujas frotas atendem aos padrões atuais e não precisariam ser muito alteradas para cumprir o aumento de 2021. Trata-se do Grupo PSA, que inclui Vauxhall, Peugeot, Citroen e Opel, bem como Tesla, Volvo e BMW.

A Renault, a Nissan, a associação Toyota-Mazda e a Ford precisam apenas reduzir os níveis de emissão total da frota em dois gramas para atender aos padrões atuais.

Fonte: goodnewsnetwork.org

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DEPOIS DA RECARGA DA BARRAGEM DE UMARI, PESCADORES COMEMORAM AUMENTO DA PRODUÇÃO DE PEIXE

Por Hugo Andrade, Inter TV Costa Branca

 

Pescadores de Upanema comemoram aumento da produção de peixes depois da recarga da barragem de Umari — Foto: Reprodução/Inter TV Costa BrancaPescadores de Upanema comemoram aumento da produção de peixes depois da recarga da barragem de Umari — Foto: Reprodução/Inter TV Costa Branca

Os pescadores da colônia Z-52, na barragem de Umari, município de Upanema, região Oeste do estado, conseguiram melhorar a produção de peixes, graças ao bom nível do reservatório. A barragem chegou perto de sangrar em 2020 e está atualmente com 86,4% do volume total que pode armazenar, que é de 292.813.650,00 m³. No início de 2019, a barragem estava com cerca de 30% da capacidade.

A última sangria registrada em Umari aconteceu no ano de 2009. As chuvas deste ano foram responsáveis pela recarga da barragem, que é a terceira maior do Rio Grande do Norte. De acordo com a Emparn, em 2020 Upanema registrou no acumulado, 1151,1 mm de chuva. Isso representa cerca de 30% a mais de toda chuva registrada em 2019, quando choveu 764 mm.

O pescador e agricultor Luiz Lopes é um dos beneficiados. Ela conta que até o início do ano de 2020, dava pra ver os galhos secos da vegetação que fica no entorno da barragem. Agora, tudo está coberto pela água do reservatório. A água que hoje molha a cerca da propriedade dele na zona rural do município, é motivo de alegria.

“No ano passado, tava muito longe. Ficava bem lá pra dentro, na faixa de uns 200 metros ou mais, daqui pra chegar onde ela (a água) tava. Graças a Deus esse ano, com o inverno, a gente tá vendo ela bem pertinho! Esse ano tem sido muito bom pra nós. Já pegamos bem muito peixe nela. Tem dado muito peixe, devido o inverno ter sido muito bom. Tudo isso já ajudou a gente”, conta o pescador, Luiz Lopes.

Para agricultores e pescadores, a fartura de água é um sinal de tempos de mais tranquilidade daqui pra frente. Segundo Presidente da Colônia de Pescadores, José Francisco dos Santos, mais conhecido como “Dedé”, quando a barragem chega ao nível em que está hoje, todos se beneficiam.

“Quando ela está assim, o peixe aumenta. Conversei com os pescadores e eles relataram que até agora nesse mês de julho, teve pescador quem em um dia chegou a pegar 101 kg de peixe. Isso mostra que, com a capacidade que ela tá, a produção de peixe é bem mais favorável para o pescador”

Pescadores que em anos anteriores precisavam deixar o município em busca de outros reservatórios com maior volume de água, agora retomam a rotina diária de pesca. “Eu chego aqui lá pelas 6 horas, eu coloco a rede e na faixa das 10 horas eu vou apanhando ela novamente. Sempre eu pego uns peixes. Tilápia, tucunaré…”, conta seu José Alcides, que também é pescador na barragem.

Pela experiência, os pescadores também sabem que nesse período do ano, entre os meses de agosto e outubro, os fortes ventos interferem na pesca. Segundo eles, a água fica mais agitada e os peixes se escondem. Mesmo assim, eles não têm do que reclamar.

“Ela tá cheia, né? Tudo isso é uma felicidade. Fazia muitos anos, acho que uns 11 anos que a gente não via ela com esse total d’água. Foi um ano de fartura! Se não fosse essa doença que tá tendo no mundo, nós ‘tava’ feliz da vida”, comemora seu Luiz Lopes.

Fonte: G1 RN

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PRODUTORES DE ALIMENTOS ARTESANAIS DO RN CONSEGUEM APOIO DE BOLSONARO PARA EXPANSÃO DA PRODUÇÃO

Produtores conseguem apoio de Bolsonaro para expansão da produção de alimentos artesanais do RN

 ECONOMIA

Um dos grandes problemas dos produtores de alimentos artesanais do Rio Grande do Norte, como queijos, manteiga, doces e outros, é a grande concorrência de produtos de outros estados e a impossibilidade de expandir os negócios pelo país devido a falta da certificação federal. Durante a visita de Jair Bolsonaro a Mossoró, os produtores locais conseguiram o apoio do presidente e da ministra Tereza Cristina (Agricultura) para garantir a expansão da produção local para todo o país e ampliação da competitividade.

Durante a visita ao Estado, tanto Bolsonaro quanto Tereza se mostraram solidários e receptivos à pauta e já adiantaram que representantes do Governo Federal irão receber os produtores para estudar os próximos passos para certificar a produção potiguar dentro do Selo Arte. De acordo com representantes do grupo de produtores, o Selo vai permitir que vários dos produtos potiguares possam ser vendidos livremente em qualquer parte do território nacional, sem entraves burocráticos.

Para os consumidores, será uma garantia de qualidade, com a segurança de que a produção é artesanal e respeita as boas práticas agropecuárias e sanitárias.

Os produtores adiantaram que o leite produzido no RN já é um dos mais baratos do Brasil o que vai permitir que o produto potiguar tenha um preço competitivo e com qualidade e certificação, permitindo a expansão da produção de queijos, manteiga doces e outros, gerando mais emprego e renda.

Estiveram presentes no encontro com o presidente Bolsonaro os representantes Betânia Faria, produtora rural e parceira da Queijaria Dona Gertrudes; Rafael Gurgel e Bruno Henrique, defensores das pautas envolvendo a categoria; e deputado federal General Girão.

Fonte: Blog do BG
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FIOCRUZ ASSINA TERMO INÉDITO PARA PRODUÇÃO DE VACINA CONTRA COVID-19 NO BRASIL

Por Hélter Duarte, RJ1

 

Fiocruz assina termo inédito para produção da vacina da Covid-19 no Brasil.

Fiocruz assina termo inédito para produção da vacina da Covid-19 no Brasil

Nísia Trindade Lima, presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) disse, neste sábado (1º), em entrevista ao RJ1, que acredita na eficácia da vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida na Universidade de Oxford em cooperação com a farmacêutica Astrazeneca. Numa escala de 0 a 10, ela deu nota 9,5 para a vacina.

Fiocruz anuncia que deve começar a produzir vacina contra a Covid-19 em dezembro

“Dou 9,5 exatamente pelo rigor que nós temos que ter. E por que isso? Baseado num artigo científico e todo o acompanhamento científico que nós temos feito. Agora, a vacina tem que ser combinada a outras estratégias de saúde pública. É muito importante dizer isso. Há que continuar a pesquisa, há que ter uma boa estratégia de imunização e pra isso nós temos um Programa Nacional de Imunização”, disse Nísia.

Na sexta-feira (31), a Fiocruz assinou o termo inédito para a produção da vacina no BrasBio-Manguinhos) e começará em dezembro.

Em meados de julho, cientistas de Oxford anunciaram que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune no corpo dos voluntários.

A presidente da Fiocruz diz ainda que a vacina é o elemento central no combate à Covid-19, mas não é suficiente para tratar o problema devido à complexidade da doença. Segundo ela, a imunização precisa ser combinada com outros cuidados, como higienização, uso de máscaras e distanciamento seguro.

“Isto é fundamental neste momento. Não podemos descansar dessas medidas”.

O documento assegura a produção no Brasil de 100 milhões de doses da vacina. Ao mesmo tempo, a Fiocruz vai transferir a tecnologia para que o Bio-Manguinhos possa produzir integralmente a vacina no país e não precise importar o princípio farmacêutico da vacina.

“Esse é um fato inédito porque estaremos desenvolvendo a vacina em tempo recorde, porque já havia uma base científica e tecnológica na própria Fiocruz e na Universidade de Oxford, a partir de pesquisas. É uma esperança que vem da ciência”, disse Nísia.

Os testes com a vacina já estão na fase três, a última, que se prolongará até julho de 2021. Segundo Nísia, há previsão de já ter avaliações em novembro ou dezembro, que possam levar ao licenciamento da vacina. Mas, ao mesmo tempo, a fundação já está se preparando para esta produção.

“É importante que a vacina sairá a um custo de dose em torno de R$ 16, e que isto é possível porque estamos seguindo a orientação da farmacêutica, de que neste momento da pandemia a vacina tem de ser vista como bem público. Essa também é a defesa que fazemos para o nosso Sistema Único de Saúde”, disse a presidente da Fiocruz.

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BOAS NOTÍCIAS: AGORA É OFICIAL. O BRASIL VAI PRODUZIR 100 MILHÕES DE DOSES DA VACINA DE OXFORD

texto

Fiocruz vai produzir 100 milhões de doses da vacina de Oxford: Covid

Agora é oficial. O Brasil vai produzir 100 milhões de doses da vacina de Oxford, que se mostrou segura e induziu resposta imune, como divulgou a revista científica The Lancet.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde, e a farmacêutica britânica AstraZeneca assinaram um “memorando de entendimento” nesta sexta, 31, informou a Agência Brasil.

De acordo com o Ministério da Saúde, o documento define os parâmetros econômicos e tecnológicos para a produção da vacina da Covid-19 e, de acordo com o ministério, garante a incorporação da tecnologia em Bio-Manguinhos, da Fiocruz, para que o Brasil tenha condições de produzir a vacina de forma independente.

A Fiocruz recebeu informações técnicas fornecidas pela Astra Zeneca necessárias para a definição dos principais equipamentos para o início da produção industrial.

A instituição brasileira também colocará à disposição sua capacidade técnica para a aceleração do escalonamento industrial da vacina junto a outros parceiros.

De acordo com o Ministério da Saúde, ao mesmo tempo, a Fiocruz constituiu um comitê de acompanhamento técnico-científico das iniciativas associadas às vacinas para a covid-19, com a participação de especialistas da Fiocruz e de instituições como as universidades de São Paulo (USP) e as federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Goiás (UFG).

A vacina

O medicamento já está em fase de testes clínicos no Brasil e em outros países.

A assinatura do acordo final de encomenda tecnológica está prevista para a segunda semana de agosto e deve garantir o acesso a 30 milhões de doses da vacina entre dezembro e janeiro de 2021 e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres do próximo ano.

Investimento

O Ministério da Saúde informou que prevê um repasse de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos, para ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas.

Outros R$ 1,3 bilhão são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica.

Os valores contemplam a finalização da vacina.

Distribuição

A vacina produzida por Bio-Manguinhos será pelo SUS, Sistema Único de Saúde.

O acordo com a AstraZeneca permitirá, além da incorporação tecnológica desta vacina, o domínio de uma plataforma para desenvolvimento de vacinas para prevenção de outras enfermidades, como a malária.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Só Notícia Boa

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NEGÓCIOS: AGRONEGÓCIO NÃO PARA E MANTEM RITMO DE PRODUÇÃO

Frigoríficos parceiros do Programa Carne Pampa mantêm ritmo de produção
Crédito Fernanda Duarte Divulgação

Apesar do cenário turbulento e de incertezas que o Brasil está enfrentando devido à pandemia do Coronavírus (Covid-19), o agronegócio continua trabalhando vigorosamente para garantir o abastecimento de alimentos na mesa dos brasileiros. São nas fazendas, associações de raças e indústrias frigoríficas que os responsáveis desses processos estão trabalhando unidos em prol de uma única missão: manter a cadeia produtiva em movimento e fornecer carne de qualidade com garantia de procedência.

Anita Caino, responsável por acompanhar e supervisionar todo o processo de certificação na unidade do Frigorífico Silva, em Santa Maria (RS), destaca a importância de continuar com o trabalho dentro da indústria. “Fazemos parte de um dos elos da cadeia produtiva da carne bovina e somos responsáveis por garantir que não falte alimento para as pessoas, por isso vamos seguir com o compromisso de produzir alimentos seguros e de qualidade”, afirma, acrescentando que a indústria está tomando todos os cuidados necessários e medidas preventivas para que a equipe consiga exercer as suas funções com total segurança. “Estamos recebendo todo o suporte do frigorífico, bem como da ABHB e esperamos que este tempo difícil passe e tudo se normalize”, completa.

Mauricio Marangoni, certificador no Frigorífico Verdi, localizado em Pouso Redondo (SC), conta que a situação por lá não é diferente. Apesar dos cuidados redobrados, a indústria segue mantendo seus abates diários para que o abastecimento de carnes seja contínuo. “Com certeza nossa saúde deve estar sempre em primeiro lugar, neste momento os cuidados são ainda maiores. Realizamos diariamente os procedimentos necessários para a nossa proteção antes de trabalhar. O Brasil vem passando por uma situação complicada, é de extrema importância mantermos o nosso ritmo para não reduzir ainda mais o fator econômico”, destaca.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Eduardo Eichenberg, reconhece o empenho de todos os envolvidos pela manutenção dos trabalhos, em especial dos certificadores do Programa Carne Pampa, que são as pessoas fundamentais neste processo para garantir toda a qualidade e diferenciação que esta carne tem. “Todo o processo começa nas fazendas, na genética, na criação e terminação desses animais que vão acabar no frigorífico e passam pelo rigoroso processo de certificação dos certificadores da ABHB que vão garantir a qualidade da carne que chega ao consumidor”, observa.

Eichenberg salienta também que as propriedades e os pecuaristas seguem trabalhando, a indústria continua processando a carne e na sequência o varejo garante que haja o fornecimento de alimento para toda a população. “Estamos passando por um momento difícil, com uma série de restrições, mas a garantia alimentar está assegurada. Estamos tomando as medidas necessárias para garantir aos colaboradores toda a segurança de modo que os trabalhos sigam acontecendo e a carne, principal fonte de proteína, esteja na mesa do brasileiro e dos mercados que compram o nosso produto”, ressalta.

Atualmente o Programa Carne Pampa da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), conta com sete técnicos certificadores. São eles: Anita Caino, Noemi Buenno, Gabriela Dias e Emeli Almeida, do Frigorífico Silva; Mauricio Marangoni, do Frigorífico Verdi; Gabriela Marcos, do El’Golli; e Andresa Pacheco, do Novicarnes.

Fonte:  R.7
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ECONOMIA: SAIBA QUAL É A RELAÇÃO ENTRE PRODUÇÃO, RENDA, CONSUMO E QUALIDADE DE VIDA

Na coluna ECONOMIA desta segunda-feira trago um artigo muito interessante e altamente esclarecedor escrito por Felipe Lungov  sobre a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida, onde o autor procura fazer entender que não existe almoço grátis, ou seja, não existe atalhos para se enriquecer e ter qualidade de vida. O único caminho é a produção. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões! 

Qual é a relação entre produção, renda, consumo e qualidade de vida?

Não há atalhos: para enriquecer e ter qualidade de vida é necessário produzir

Eis um problema grave: em quase todas as discussões sobre políticas econômicas, as pessoas simplesmente ignoram de onde vêm os bens que os indivíduos consomem.

Como bem disse Gustavo Franco sobre a situação na Argentina, algumas pessoas acreditam que o leite vem da geladeira. Ou que os alimentos surgem magicamente nas gôndolas dos supermercados.

A mera distribuição e comercialização de bens é frequentemente confundida com a própria produção destes mesmos bens. Várias pessoas, inclusive economistas de viés intervencionista e desenvolvimentista, genuinamente acreditam que o problema não está na produção, mas sim na distribuição e na venda dos bens (ou seja, na demanda e no consumo).

É como se a questão da produção já estivesse magicamente resolvida.

E, no entanto, a questão da produção é o grande desafio de qualquer economia. E não o consumo.

Consequentemente, pouco se busca entender a relação entre as variáveis ‘produção’, ‘renda’, ‘consumo’ e ‘qualidade de vida’.

A seguir, uma humilde tentativa de oferecer um piso mais sólido em cima do qual essas discussões possam ser construídas.

É a produção o que cria riqueza

Comecemos com a produção.

Produzir, em termos econômicos, é o ato de criar um bem ou serviço. Quando um confeiteiro está misturando os ingredientes de seu bolo, ele está produzindo um bolo.

Antes de começar, ele tem em cima da mesa a farinha, os ovos, o açúcar, o leite etc. Ele junta todos esses ingredientes, de acordo com uma receita que ele conhece, e o resultado final — o produto — é o bolo.

O que houve de extraordinário aqui? Ele agregou valor aos ingredientes que tinha.

E o que quer dizer isso?

Se todos os ingredientes iniciais somados são comercializados por, digamos, R$ 10, e o bolo pronto (ou seja: os mesmos ingredientes, mas agora na forma de bolo pronto) é comercializado por R$ 13, a única conclusão a que podemos chegar é que a produção aumentou em R$ 3 o valor daqueles ingredientes.

(Uma análise mais rigorosa levaria em conta também o equipamento que ele utiliza, a energia elétrica, o aluguel da cozinha, seu próprio trabalho, e muito mais coisas. Considerar todos esses insumos não alteraria em nada o que está sendo explicado, mas complicaria desnecessariamente a explicação e por isso foi dispensado.)

Economistas dizem, portanto, que o confeiteiro produziu R$ 3 em bens. Ele acrescentou R$ 3 de valor aos R$ 10 inicias. Ele produziu e criou valor.

Poderia ter sido outro bem, como um chapéu, um guarda-chuva, um computador, um carro ou um navio. Poderia ter sido um serviço, como uma consulta médica, um reparo em automóvel, a instalação de encanamentos ou luz elétrica em edifícios ou uma aula de pintura.

E é claro que diversas pessoas podem se aliar e cooperar para produzir algo, cada uma contribuindo com uma pequena parte.

O que todos esses casos têm em comum é que o trabalho de uma ou mais pessoas foi convertido, por meio da produção, em algo útil para a humanidade, esse algo sendo material ou não.

Você provavelmente já ouviu falar no PIB, o Produto Interno Bruto. Embora possua imperfeições, esse número nada mais é do que:

  • a somatória de tudo o que foi produzido de bens e serviços (produto)
  • em um determinado espaço geográfico (interno)
  • desconsiderando-se as depreciações (bruto)
  • e durante um determinado intervalo de tempo (geralmente um ano).

O PIB é, portanto, a somatória dos valores de todos os bens e serviços que são produzidos na economia: todos os bolos, livros, mobília, carros, geladeiras, fogões, aulas de inglês, pizzas, apresentações de dança etc.

Se você trabalha e produz um bem ou um serviço, você certamente contribui sua parcela para o PIB de sua economia, o PIB de seu país, e o PIB mundial.

Esta é a produção pela ótica da criação de produto. Mas podemos vê-la também como criação de riqueza e, consequentemente, renda. Quando o confeiteiro termina seu bolo, ele está R$ 3 mais rico do que quando começou. Isso porque se somarmos e compararmos tudo o que ele tinha antes e depois da produção, houve um aumento de R$ 3 — ou uma renda de R$ 3.

Em economia, riqueza não tem o mesmo sentido que geralmente se atribui à palavra. Não estamos falando de luxo ou fortuna, mas de qualquer produto como alimentos, vestuário, moradia, remédios, computadores, eletrodomésticos, caminhões, tratores etc. O aumento da oferta destes bens configura aumento da riqueza.

Quanto mais bens e serviços disponíveis a um indivíduo, mais rico ele será. Quanto mais bens e serviços disponíveis aos habitantes de uma economia, melhor será sua condição de vida — e, consequentemente, menor será sua pobreza absoluta.

Dado que nosso personagem é confeiteiro por profissão, ele provavelmente decidirá vender essa riqueza que ele criou (o bolo) e usar o dinheiro para comprar outras riquezas que satisfaçam suas próprias necessidades — o consumo.

Ele pode usar o dinheiro para pagar parte do seu aluguel, parte de uma viagem, ou um pacote de figurinhas para seu filho. A possibilidade de realizar esse consumo é o que dá qualidade de vida às pessoas. Ninguém tem qualidade de vida quando não tem onde morar, roupa para vestir, comida para comer, acesso a tratamentos médicos, e por aí vai.

Por isso, o padrão de vida dos habitantes de um país é determinado pela abundância de bens e serviços que podem ser adquiridos com a renda de sua produção.

Quanto maior a quantidade de bens e serviços ofertados, e quanto maior a diversidade dessa oferta, maior será o padrão de vida da população. Quanto maior a oferta de alimentos, quanto maior a variedade de restaurantes e de supermercados, de serviços de saúde e de educação, de bens como vestuário, imóveis, eletrodomésticos, materiais de construção, eletroeletrônicos e livros, de pontos comerciais, de shoppings, de cinemas etc., maior tenderá a ser a qualidade de vida da população.

Perceba como cada um desses eventos decorre do anterior, começando com a produção. Só é possível atingir o último quando temos o primeiro, e cada etapa faz parte de um processo maior.

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A produção não é um fim em si mesmo, mas uma etapa impossível de ser abolida

É evidente que a razão que leva alguém a decidir produzir não é o trabalho de produzir em si, mas a melhora na qualidade de vida que esse trabalho lhe proporciona. A pessoa está atuando em uma ponta do fluxo, mas olhando para a outra.

O objetivo final de toda e qualquer produção é o consumo. A pessoa produz (aumenta a oferta de bens e serviços) para obter os meios (renda, dinheiro) com os quais poderá consumir outros bens e serviços.

Ou seja, as pessoas ofertam para poderem demandar.

Não deveria ser surpresa, portanto, que, ao se introduzirem desvios nesse fluxo (ou seja, quando nem toda a produção inicial pode ser convertida em qualidade de vida para a mesma pessoa), as pessoas escolham por diminuir sua produção de bens e serviços na economia.

Isso ocorre, por exemplo, quando governos passam a tributar pesadamente a renda do trabalho ou o lucro dos investimentos. Ou então quando o investimento e a produção são afetados por uma moeda instável. Ou mesmo quando o próprio ato de produzir é estorvado por regulamentações e burocracias que servem apenas para onerar o trabalho.

Países que cometeram esses erros em larga escala invariavelmente viram queda em suas produções até que esse vazamento fosse desfeito. O exemplo mais evidente desta dicotomia aplicada a um mesmo país são os EUA da década de 1970 com os EUA da década de 1980: na década de 1970, a moeda era inflacionada e instável, e todos os tipos de trabalho e produção eram pesadamente tributados. Como consequência, o país vivenciou uma prolongada estagflação. Isso foi revertido na década de 1980, com desoneração sobre a produção e redução de impostos sobre o investimento e sobre a renda (o que incentiva mais trabalho e produção), e estabilização da moeda, e como consequência o país vivenciou um grande boom econômico com baixa inflação de preços.

Esse é o motivo de economistas serem tão reticentes a medidas que desestimulem ou onerem a produção — e essa resistência é frequentemente vista como exagerada por aqueles que não estudaram economia.

Mas esse desvio de recursos no meio do fluxo, felizmente, tem sido exceção. Ao longo da história, quem produz, na maioria das vezes, consegue manter boa parte da riqueza criada até o final do fluxo. Não por acaso, vemos um aumento cada vez maior no produto e na qualidade de vida ao redor do mundo.

1.png

2.png

3.png

4.pngA questão que fica é se queremos acelerar ou frear esse processo.

Se quisermos acelerar, a produção deve ser desonerada e facilitada ao máximo. Se não quisermos, basta então apenas incentivarmos a demanda sem atentarmos para o lado da oferta. Isso é o que foi feito recentemente no Brasil.

Fonte: Mises Brasil

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