MEXICANOS QUE SE DISFARÇARAM DE IDOSOS PARA TOMAR VACINA ACABARAM PRESOS

Mexicanos se disfarçam de idosos e são vacinados, mas acabam presos

Dois homens, de 30 e 35 anos, pintaram os cabelos de branco e usaram máscaras e faceshields para receber o imunizante

INTERNACIONAL

Da AFP

Vacinação contra covid-19 no México está restrita apenas para pessoas acima de 60 anos

ULISES RUIZ / AFP – 6.4.2021
Dois homens, ambos com cerca de 30 anos, conseguiram ser vacinados contra a covid-19 na Cidade do México, após se disfarçarem de idosos, mas foram descobertos e acabaram sendo presos. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (7), por autoridades da capital mexicana.

“No caso destes dois jovens que se disfarçaram e receberam a vacina como maiores de 60 anos, os dois estão detidos com prisão preventiva”, disse a prefeita da Cidade do México, Claudia Sheinbaum, em uma coletiva de imprensa.

O caso aconteceu há duas semanas, em um posto de vacinação em La Marina, no setor de Coyoacán, onde a campanha de vacinação era exclusivamente para pessoas com mais de 60 anos, segundo Cristina Cruz, funcionária da prefeitura.

Foi ali chegaram os dois homens, de 30 e 35 anos, com os cabelos e sobrancelhas pintados de branco, e usando máscaras e faceshields para esconder os rostos. 

Ambos apresentaram documentos de identidade falsos e conseguiram receber o imunizante, mas o plano veio abaixo quando eles foram obrigados a conversar com uma funcionária responsável por explicar o plano de vacinação.

“Uma colega percebeu pela voz que não parecia a de um idoso, e foi então que ela chamou as autoridades”, explicou Cruz, em entrevista ao portal de notícias UNOTV. Ela afirmou que os dois serão processados por falsidade ideológica.

Casos isolados

A vacinação no México começou no último dia 24 de dezembro, passando primeiro pelos funcionários da saúde que atuam na linha de frente do combate à pandemia, e agora se concentra nas pessoas da terceira idade, com o que o governo espera reduzir as mortes por covid-19 em cerca de 80%.

O país já relatou alguns casos isolados de pessoas que foram vacinadas furando o cronograma estabelecido com critérios de idade. Sheinbaum assegurou que, na capital, esses episódios têm sido raros.

O epidemiologista Hugo López-Gatell, porta-voz da estratégia do governo contra o coronavírus, condenou esses comportamentos, mas afirmou que as pessoas que receberam a primeira dose de forma irregular poderão ter também a segunda, para não desperdiçar recursos.

Negar a vacina a essas pessoas “seria exercer um ato de Justiça com medidas que são da saúde pública”, afirmou ele, após o caso de um oftalmologista que teve acesso irregular ao imunizante.

Com 126 milhões de habitantes, o México é o terceiro país mais atingido pela covid-19 em números absolutos, com 205 mil mortes, e tem o 14º maior número de casos, cerca de 2,25 milhões de casos registrados, segundo os dados oficiais. O país já aplicou 9,6 milhões de doses de vacinas,

Fonte: R7

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TRABALHADORES PRESOS HÁ 14 DIAS EM MINA DE OURO NA CHINA SÃO RESGATADOS

China resgata 11 trabalhadores presos em mina de ouro há 14 dias

Vinte e dois homens ficaram presos a cerca de 600 metros de profundidade na mina de Hushan após uma explosão

INTERNACIONAL

por Reuters

22 mineiros ficaram presos após explosão no dia 10

REPRODUÇÃO/VÍDEO/REUTERS

Equipes chinesas regataram 11 mineiros de ouro neste domingo (24), 14 dias depois de terem ficado presos após uma explosão subterrânea na província de Shandong, leste da China, informou a emissora estatal CCTV.

As imagens mostraram o primeiro mineiro resgatado, com uma venda preta nos olhos, sendo retirado de um poço de mina pela manhã. O trabalhador estava extremamente fraco, disse a CCTV em seu site Weibo. Equipes de resgate envolveram o homem em um cobertor antes de levá-lo ao hospital de ambulância.

Nas horas seguintes, dez mineiros de uma seção diferente da mina, que estavam recebendo alimentos e suprimentos de equipes de resgate na semana passada, foram trazidos à superfície.

Um deles estava ferido, mas vários dos outros foram mostrados caminhando, apoiados por equipes de resgate e vestindo um pano preto sobre os olhos, antes de deixar o local em ambulâncias.

Vinte e dois trabalhadores ficaram presos a cerca de 600 metros de profundidade na mina de Hushan após uma explosão no dia 10 em Qixia, uma importante região produtora de ouro sob a administração de Yantai na província costeira de Shandong.

Resgate continua

A operação de resgate continua procurando os outros desaparecidos em um local de explosão de uma mina de ouro.  “Os casos graves foram retirados primeiro e os seguintes estão em melhores condições físicas e psicológicas”, disse Xiao Wenru, engenheiro-chefe do Centro de Resgate de Minas sob o Ministério de Gestão de Emergências.

O chefe da equipe de resgate disse que as equipes continuarão procurando os outros 10 mineiros que ainda estão sem contato após o acidente.

“Os socorristas checaram os mineiros para ver se tinham ferimentos e cobriram os olhos para proteção. De modo geral, a operação de resgate foi mais rápida do que o esperado. Depois de retirar todos os mineiros encontrados, continuaremos com a busca pelos outros desaparecidos”, disse Chen Yumin, chefe da equipe de resgate no local.

Antes do domingo, as equipes de resgate estabeleceram contato com apenas 10 dos mineiros, que estão em boas condições físicas e psicológicas. Acredita-se que outro esteja morto.

As equipes de resgate disseram no sábado que os 10 trabalhadores voltaram a uma dieta normal após depender de soluções nutritivas para sobreviver nos dias anteriores. A sede do resgate no local informou que enviou alimentos, roupas e outros suprimentos para os 10 mineiros por meio de um canal.

Fonte: R7
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SAÚDE: PRESOS NÃO FAZEM MAIS PARTE DA LISTA DE PRIORIDADES PARA VACINAÇÃO DE COVID-19

Ministério da Saúde retira presos da lista de prioridades para vacinação de Covid

 SAÚDESEGURANÇA

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde retirou a população carcerária da lista de grupos prioritários para tomar a vacina contra a Covid-19. Não há, até agora, qualquer explicação para a decisão.

Faz somente oito dias que o Ministério da Saúde definiu os quem seriam os primeiros da fila de um plano de vacinação previsto para quatro etapas.

Primeiro, os profissionais da área da saúde, idosos com mais de 75 anos (ou a partir de 60 que morem em asilos) e os indígenas.

Depois, seriam imunizados os idosos com idade entre 60 e 74 anos.

Em seguida, portadores de doenças crônicas (pressão alta, cardíacos e aqueles com diabetes).

E, finalmente, trabalhadores da área da segurança, como policiais e funcionários do sistema prisional, e também os detentos — estes últimos agora foram rifados.

Fonte:Blog do BG

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GOVERNO DO RN FOI CONDENADO A PAGAR INDENIZAÇÃO À EMPRESA QUE TEVE MICRO-ÔNIBUS INCENDIADO POR ORDEM DE PRESIDIÁRIOS SOB SUA CUSTÓDIA

Estado do RN é condenado após incêndio de micro-ônibus ordenado por presidiários

O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado a pagar uma indenização de mais de R$ 129 mil à empresa Betesda Transporte e Turismo ME, que teve um micro-ônibus incedidado em 2016 por ordem de presidiários.

Por Redação – Publicado em 29/07/2020 às 10:00

Micro-ônibus foi incendiado no dia 29 de julho de 2016

O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado pelo juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, a pagar uma indenização de mais de R$ 129 mil à empresa Betesda Transporte e Turismo ME, que teve um micro-ônibus incendiado em 2016 por ordem de presidiários que estavam sob a custódia do Estado. Os valores definidos pelo juiz foram de R$ 114.550 a título de danos materiais e de R$ 15 mil por danos morais.

No entendimento do magistrado, houve conduta omitiva por parte do Estado, ao ter falhado em garantir a segurança e a ordem pública, o que contribuiu para o incêndio do micro-ônibus, que fazia a linha “M” (Natal-Macaíba). O veículo foi incendiado no dia 29 de julho de 2016. Na ação, a empresa alegou que o micro-ônibus era o único patrimônio da empresa e que constituia a fonte de renda de seu proprietário.

A empresa alegou ainda que esse foi o primeiro ato criminoso de uma sequência de várias outras condutas cometidas como forma de retaliação dos presidiários contra a instalação de bloqueadores de sinal de celular nas unidades prisionais do Estado.

Segundo a empresa, foram mais de 100 ataques em menos de duas semanas em todo o Rio Grande do Norte e que o caos na segurança pública do Estado chegou a ostentar, inclusive, repercussão nacional. Por fim, a emrepsa requereu a condenação por danos materiais, por danos morais e por lucros.

O Estado se defendeu alegando que o autor não apresentou provas suficientes de que houve omissão governamental, e, assim, não se desincumbiu quanto ao fato constitutivo do seu direito.

Decisão

Para o magistrado, o fato lesivo decorreu de ato omissivo do Estado, que consistiu em não agir específica e positivamente para evitar o incêndio, mesmo tendo ciência prévia do evento criminoso, ou de sua previsibilidade concreta.

De acordo com o juiz Bruno Montenegro, é evidente que o Estado, apesar de cientificado dos riscos e danos que poderiam vir à tona, não foi capaz de impedir que bandidos mantidos sob sua custódia em presídios comandassem a empreitada criminosa, em direta retaliação à instalação dos bloqueadores de sinal de celular nas unidades prisionais do Estado, a qual culminou no incêndio de 13 veículos, dentre os quais se encontrava o micro-ônibus do autor da ação.

O julgamento cita ocorrências de queima de veículos em Natal, Parnamirim, Macaíba, Florânia, Monte Alegre, São José de Mipibu, Currais Novos e Caicó, além de disparos contra uma delegacia de polícia na capital, tudo isso no intervalo de 24 horas.

“Percebo, senão, que se toda a articulação dos meliantes foi direcionada e orquestrada do interior de um presídio de segurança máxima, não se pode corroborar com o entendimento segundo o qual a ameaça efetivada pelos criminosos teria se dado de forma genérica, sem que as autoridades tivessem ciência sobre os locais nos quais os atos criminosos poderiam ocorrer. A meu sentir, e diante do quadro que se apresentou, restou clara a omissão específica das autoridades de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte”, comentou.

E continuou: “Se o Estado não houvesse assegurado garantias de incolumidade às empresas de ônibus, através do seu serviço de inteligência, certamente elas não teriam retomado a inserção de seus coletivos na via pública no dia dos fatos, restando bem caracterizada a omissão específica do ente estatal, visto que, havendo a possibilidade concreta de ocorrência de evento criminoso, o ente público estimulou que as empresas pusessem os ônibus em circulação, se omitindo, porém, de encampar ações preventivas”, entendeu o juiz Bruno Montenegro.

Fonte: Agora RN

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