RENAN CALHEIROS TRAÇOU ESTRATÉGIA PARA ACALMAR MILTARES SOBRE O RUMO DA CPI DA COVID

Renan Calheiros traça estratégia para acalmar militares e aproximá-los da CPI

No episódio desta sexta (30) do podcast Horário de Brasília, Daniela Lima e Renata Agostini contaram que senador quer abrir caminho para colaboração

Renata Agostini
Thais Arbex

Por Renata Agostini e Thais Arbex, CNN  

Atualizado 30 de abril de 2021 às 17:39

Renan Calheiros traça estratégia para acalmar militares e aproximá-los da CPI | CNN 360º - YouTube

Relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) traçou uma estratégia para acalmar os militares sobre os rumos da comissão, que inclui encontros com representantes das Forças Armadas e envio de mensagens, nos bastidores, de que as tropas não estarão no centro das investigações.

O assunto foi um dos temas do episódio desta sexta-feira (30) do podcast Horário de Brasília, apresentado por Daniela Lima e Renata Agostini. A dupla comentou que o movimento de Renan é importante porque o senador e o chamado G7, grupo que reúne parlamentares de oposição e independentes, já debatem a convocação do ex-comandante do Exército Edson Pujol, que entrou em choque com Bolsonaro e foi substituído recentemente pelo presidente.

O objetivo de Renan é aproximar os militares dos trabalhos da CPI, convencendo-os a colaborar com a apuração. O senador indicou a interlocutores que planeja realizar encontros com integrantes das Forças Armadas a partir da próxima semana.

O movimento atende a dois objetivos. De um lado, Renan quer rebater um discurso que, na visão do senador, será explorado por Jair Bolsonaro: de que a CPI pretende emparedar os militares. De outro lado, oferecer uma saída política às tropas, ao sinalizar que a CPI pretende apontar que os militares foram arrastados para o centro da crise pelo Palácio do Planalto – e não por decisão própria.

A avaliação de Renan, transmitida a interlocutores, é que o movimento será importante especialmente num momento em que a imagem do presidente da República está desgastada com parte dos militares, após a troca rumorosa dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Isso porque a ideia não é blindar as tropas de pedidos de informações ou de convocações. O incremento na produção de cloroquina promovido pelo Exército terá de ser apurado, já que investigar a recomendação do uso de ivermectina e hidroxicloroquina pelo governo é uma das frentes consideradas mais promissoras por Renan e seus aliados.

Na próxima quarta-feira (5), o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, será o primeiro militar a depor à CPI da Pandemia. Durante a semana, também serão ouvidos pela comissão outros nomes que ocuparam o posto de titular da pasta no governo Bolsonaro: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich vão depor na terça (4) e o atual ministro, Marcelo Queiroga, é esperado na quinta-feira (6).

O atual ministro da Defesa, Walter Braga Netto, ficou fora da primeira rodada de oitivas. Mas não está descartada a sua convocação. Sobre Pujol, Renan indicou a pessoas próximas que o ex-comandante do Exército pode esclarecer pressões feitas pelo Palácio do Planalto sobre as tropas.

Apresentado por Daniela Lima e Renata Agostini, o Horário de Brasília é transmitido ao vivo e com vídeo no site da CNN Brasil e no canal da emissora no YouTube, às sextas-feiras, a partir de 12h30. Depois, os episódios podem ser acessados on demand nas principais plataformas de podcast: Apple Podcasts, Spotify, Amazon Podcasts e Deezer.

Fonte: CNN
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POLÍTICA: EM NOTA, MILITARES CRITICAM CPI DA COVID E DEMONSTRAM APOIO A BOLSONARO

Acabou a paciência dos militares! O silêncio foi rompido… (veja o vídeo)

Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilFoto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Na última quarta-feira (28), o Clube Militar publicou nota criticando a instalação da CPI da Covid e demonstrando seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

“Temos ‘Marcolas e Fernandinhos Beira-mar’ investigando. O resultado dessa ‘investigação’ já sabemos: culpar o Presidente por aquilo que não o deixaram fazer”, diz a nota.

A publicação questiona tanto os investigadores quanto quem deve ser investigado pela CPI:

“O Estado de Direito, que pressupõe respeito às leis vigentes, particularmente a Constituição Federal só serve para aulas em cursos universitários, porque, na pratica, não é respeitado pelo Legislativo e Judiciário. Esse mesmo tribunal [STF], que ignora a Constituição, conferiu poderes para governadores e prefeitos usarem a pandemia para desviarem dinheiro público e não tratar adequadamente a população, agora culpando o presidente que eles impediram de coordenar as ações.”

A nota também expressa apoio ao presidente, e àqueles que precisam trabalhar em meio à pandemia:

“Que as algemas voltem a ser utilizadas, mas não nos trabalhadores que querem ganhar o sustento dos seus lares, e sim nos verdadeiros criminosos que estão a serviço do ‘Poder das Trevas’”.

Em vídeo, o advogado Luan Amâncio analisou a nota nos mínimos detalhes.

Confira:

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SEGUNDO MILITARES, TENDÊNCIA É DE INSTABILIDADE POLÍTICA ATÉ O FINAL DO MANDATO DO PRESIDENTE BOLSONARO

Militares avaliam cenários até o final do mandato de Bolsonaro

Avaliação é de que instabilidade política seguirá até o fim do mandato do presidente

Caio Junqueira
Por Caio Junqueira, CNN  
 Atualizado 30 de março de 2021 às 21:00

Militares avaliam cenários até o final do mandato de Bolsonaro

Militares da ativa e da reserva com que a CNN conversou nesta terça-feira fizeram uma análise do futuro do governo Bolsonaro. Segundo os oficiais, a principal tendência e de instabilidade política até o final do mandato, mas apontam também outros cenários.

  1. O presidente se fragiliza até o final do mandato e fica cada vez mais refém do Congresso Nacional, que o mantém nessa condição a fim de tirar proveito da situação gerando um estado de instabilidade permanente. Para os militares ouvidos, este é o cenário mais provável.
  2. O presidente se recupera politicamente. Vacinação em massa e retomada da economia fazem sua popularidade crescer novamente e traz estabilidade ao país.  Cenário, menos provável, segundo os interlocutores.
  3. O presidente tenta liderar uma ruptura, mas sem apoio das forças, acaba caindo. Cenário improvável.

Nos círculos militares nesta tarde, a tônica era que qualquer fosse o interesse do presidente em politizar as forças, elas não cederiam à pressão. Uma fonte disse à CNN que essa variável (apoio das Forças para uma aventura) o presidente nunca terá. E se houver uma demanda presidencial nesse sentido, haverá insubordinação.

Sobraram elogios aos demissionários, assim como Fernando Azevedo, pelo fato de terem desembarcado, o que foi considerado o melhor sinal de que as tropas não embarcariam em qualquer ideia de ruptura institucional. A leitura é a de que todos salvaram suas biografias.

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LOBBIES DE POLICIAIS MILITARES E DO SETOR PRODUTIVO OPERAM NOS BASTIDORES PARA RETIRAR GATILHOS FISCAIS DA PEC EMERGENCIAL

Câmara tenta retirar gatilhos fiscais da PEC Emergencial

Lobbies de policiais militares e do setor produtivo operam nos bastidores contra medidas desejadas pela equipe econômica do governo

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

08 de março de 2021 às 21:38

Lobbies de policiais militares e do setor produtivo operam nos bastidores para retirar da PEC emergencial os gatilhos fiscais que foram incluídos na versão final do texto aprovado pelo Senado com apoio da equipe econômica.

Segundo integrantes da articulação política, a Câmara opera para retirar pelo menos dois artigos da PEC. Um deles, a pedido de policiais militares, visa retirar do texto a vedação a “remoção” e “promoção” do funcionalismo.

Outra mudança que vem sendo operada é a revisão de benefícios tributários. O texto aprovado pelo Senado prevê que o percentual do PIB para benefícios fiscais precisa chegar a 2% em oito anos. A Câmara atua para ficar como é hoje: 4%. Uma reunião de líderes prevista para esta terça-feira (9) deverá definir esses pontos.

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MILITARES ACONSELHARAM O PRESIDENTE BOLSONARO A NÃO IR PARA O CONFRONTO COM GOVERNADORES E A BUSCAR UMA AGENDA POSITIVA NA SAÚDE

Militares orientam Bolsonaro a buscar agenda positiva

Foi justamente em razão disso que as declarações do presidente nesta quarta-feira (3) em relação aos governadores foram mais amenas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 03 de março de 2021 às 20:11

Militares orientam Bolsonaro a buscar agenda positiva | EXPRESSO CNN - YouTube
Militares aconselharam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a desistir de fazer um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, a não ir para o confronto com governadores e a buscar uma agenda positiva na saúde, no momento em que o país vive sua pior fase na pandemia.

Foi justamente em razão disso que as declarações do presidente nesta quarta-feira (3) em relação aos governadores foram mais amenas.

Ele disse, por exemplo, que “não quer culpar ninguém” e que iria conversar com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre a demanda por mais recursos que os governadores apresentaram em reunião na terça-feira (2) com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Em outra frente, seguindo essa linha, o Palácio do Planalto orientou o Ministério da Saúde a destravar as negociações com as farmacêuticas. Logo pela manhã, Pazuello se reuniu com o secretário-executivo Helcio Franco e o orientou a retomar as tratativas, especialmente com a Pfizer.

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MILITARES EM MIANMAR BLOQUEIAM INTERNET PARA EVITAR PROTESTOS

Mianmar e Austrália expõem o impacto da internet na democracia

Militares limitam o acesso da população às redes sociais no país asiático e o Facebook tem uma disputa com a imprensa australiana

INTERNACIONAL

 Giovanna Orlando, do R7

Militares em Mianmar bloquearam internet para evitar protestos

REUTERS/STRINGER – 18.2.2021

Cada vez mais presentes na nossa vida, as redes sociais se tornaram ferramentas para que as pessoas encontrem amigos, se informem e se sintam acolhidas. Nas plataformas digitais é possível se conectar com grupos que pensam como você, compartilham dos mesmos ideais e lutem pelos mesmos princípios. Por causa disso, esse ambiente virutal também se tornou protagonista em lutas políticas e embaraços legais.

Em fevereiro deste ano, Mianmar sofreu um golpe de Estado e a líder do país, Aung San Suu Kyi, foi presa. Uma junta militar assumiu o poder e pretende ficar no comando do país asiático por um ano.  Segundo a professora de Relações Internacionais da USP, Marislei Nishijima, o recente golpe entra no padrão de novas ditaduras do século 21, bastante diferentes das vistas anteriormente.

“Essas ditaduras surgem a partir de eleições legítimas em sistemas democráticos, onde um presidente se elege e, uma vez eleito, começa a usar a máquina do governo para não sair do poder”, explica.

Em Mianmar, a junta que assumiu o poder perdeu as eleições em dezembro do ano passado e rejeitou o resultado do pleito com a alegação de fraude.

O golpe foi criticado pela comunidade internacional, que exige que a democracia seja retomada, e mobilizou manifestantes vão às ruas diariamente para protestar contra o controle dos militares. Para evitar que informações sobre a situação em Mianmar vazassem e para impedir que outros movimentos de oposição fossem organizados, o novo governo decidiu bloquear a internet do país.

Em 2011, a ONU oficializou a acesso à rede como um direito humano básico à medida que o indivíduo utiliza a internet para exercer sua liberdade de opinião e de expressão e para promover o progresso da sociedade como um todo.

“O acesso à internet se torna interessante, até mesmo necessário, para que você consiga ter contato com uma pluralidade de crenças e ideias”, diz Carlos Piovezani, professor de Letras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e autor do livro “A Linguagem Fascista”.

Piovezani explica que a internet também permitiu que “grupos minoritários e marginalizados ecoassem suas vozes” e ressalta que essa

Nos últimos dias, grupos pró-golpe militar entraram em confronto com opositores e a repressão da polícia já deixou 8 mortos, sendo que apenas 3 foram confirmadas pelos militares. Sem a possibilidade de ouvir o lado dos cidadãos, mesmo que de forma remota pela internet, é difícil de compreender a dimensão dos problemas. “Com as redes, você consegue uma repercussão muito maior das suas queixas”, diz o professor da UFSCAR.

O bloqueio na Austrália

Na Austrália, lei obriga gigantes da tecnologia a pagarem mídia por seus conteúdos

O governo da Australia criou uma lei para obrigar as gigantes de tecnologia, como o Facebook e o Google, a pagar para as empresas de mídia pelo uso de notícias nas redes sociais. Na última semana, a empresa de Mark Zuckerberg rejeitou a decisão das autoridades e decidiu bloquear as páginas de notícia do país temporariamente.

Segundo a professora Nishijima, a decisão da Austrália pode se tornar uma tendência entre os países ricos, principalmente na Europa, já que eles são mais preocupados com a questão do controle de dados. Isso porque a grande maioria das empresas de tecnologia começaram nos EUA e segue a legislação norte-americana, o que faz o controle na Europa “mais frágil”.

“O governo australiano viu que o Facebook ganha muito dinheiro e eles querem uma parte disso. Para eles, se os cidadãos repassam notícias que vem de jornais locais, o Facebook precisa pagar por isso”, explica a professora da USP.

“Caso essa tendência continue pelo mundo, as redes sociais podem ter dois futuros: ou elas serão pagas, ou deixarão de funcionar nestes países”, pondera o o advogado e presidente da comissão de Direito Digital da OAB, Spencer Toth Sydow.

A rede social e o governo já entraram em um acordo e o Facebook e o Google decidiram que vão investir R$ 5 bilhões cada nos próximos 5 anos em conteúdo de notícias.

Fonte: R7

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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PEDIU O FIM DO GOLPE DE ESTADO EM MIANMAR

Biden anuncia sanções a Mianmar e exige renúncia de militares

Presidente dos EUA pediu fim do golpe militar no país asiático e disse que o resultado da última eleição deve ser respeitado

INTERNACIONAL

 Da EFE

O presidente dos EUA, Joe Biden, pediu fim do golpe de Estado em Mianmar

MICHAEL REYNOLDS / POOL VIA EFE – EPA – 10.2.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quarta-feira (10) a imposição de sanções econômicas a membros do governo militar que tomou o poder na semana passada em Mianmar, e insistiu que os militares “devem renunciar”.

Os militares de Mianmar “devem renunciar ao poder tomado e demonstrar respeito pela vontade do povo, expressada nas eleições de 8 de novembro”, comentou Biden em discurso na Casa Branca.

“Identificaremos uma primeira rodada de alvos nesta semana, e também vamos impor fortes controles às exportações”, acrescentou o mandatário americano.

Em concreto, Biden anunciou o congelamento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,4 bilhões) que o governo de Mianmar tem nos EUA para evitar que o dinheiro “seja controlado pelos generais”.

Golpe militar

No dia 2 de fevereiro, um dia após a revolta militar, o governo de Biden classificou o ato como golpe de Estado e anunciou que restringiria a ajuda voltada às autoridades de Mianmar, mais ainda mantendo a assistência humanitária à população, incluindo a minoria rohingya.

Desde o golpe de Estado, ao menos 190 pessoas foram detidas e 19 delas foram liberadas depois, informou nesta quarta-feira a Associação para a Assistência de Presos Políticos em Mianmar.

Fonte: R7
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PAZUELLO TEM APOIO POLÍTICO DOS MILITARES NO INQUÉRITO ABERTO NO STF

Militares lideram defesa de Pazuello no STF

 

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

|Atualizado 26 de janeiro de 2021 às 20:37

Militares lideram defesa de Pazuello no STF

Os militares lideram a defesa de Eduardo Pazuello no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles são o grupo dentro do governo que mais tem prestado apoio político a Pazuello e avaliam que o inquérito aberto no STF contra ele será a possibilidade efetiva, formal, jurídica e política de elencar todas as ações do ministro na pandemia e mais especificamente no Amazonas.

Tanto que grande parte dos dados que Pazuello vai utilizar em sua defesa no inquérito estão sendo levantados pelo Ministério da Defesa.

“Pazuello vai mostrar tudo o que as Forças estão fazendo na crise”, disse um ministro à CNN. Inclusive um dos documentos considerados mais relevantes: o que comprovaria que foram tomadas medidas em Manaus já no dia 8 de janeiro, data símbolo porque é a considerada quando Pazuello foi oficialmente informado da falta de oxigênio.

Ademais, já há uma numeralha sendo levantada com dados sobre cilindros, tanques líquidos e usinas de oxigênio entregues e pacientes transferidos. Em nível macro, serão apresentados dados sobre mortes no Brasil em proporção à população (hoje o Brasil ocupa o 18º lugar) e a posição na vacinação no mundo (hoje em 15º lugar).

“Ele não está fazendo nada que contribua para essas mortes e vamos mostrar isso”, disse um ministro.

A despeito dessa força-tarefa, na prática, é evidente o incômodo com a crise. Dizem que Pazuello virou ministro de maneira acidental na medida em que foi posto lá para ajudar Nelson Teich após a queda de Luiz Henrique Mandetta; mas, como Teich saiu, assumiu o posto.

O alvo real, consideram, é o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Assim, atacam o ministro para atingir o Palácio do Planalto já tendo em vista as eleições de 2022.

Falam também que ele está cumprindo uma missão de guerra dentro de uma estrutura – da Saúde – feita para tempos de paz.

Na avaliação dos militares, embora Pazuello esteja na ativa, ele está exercendo um cargo de natureza civil, o que é autorizado pela lei. Tecnicamente, então, não poderia se vincular sua gestão às Forças Armadas.

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NESTA SEGUNDA FEIRA (4) GOVERNO DO RN INICIA CURSO PARA FORMAÇÃO DE NOVOS POIICIAIS MILITARES

Por G1 RN

 

Governo do RN inicia curso para formação de novos policiais militares na segunda-feira (4) — Foto: Elisa ElsieGoverno do RN inicia curso para formação de novos policiais militares na segunda-feira (4) — Foto: Elisa Elsie

A aula inaugural da segunda turma do curso para formação de praças da Polícia Militar será realizada nesta segunda-feira (4). O governo do Rio Grande do Norte convocou ao todo 297 candidatos, sendo 96 homens e 201 mulheres.

A lista dos candidatos matriculados – referente ao Concurso Público regido pelo Edital nº 003/2018 – foi publicada no Diário Oficial do Estado da última quinta-feira (31).

Os novos alunos-soldados deverão comparecer na segunda-feira, às 6h, ao quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, que fica na Avenida Rodrigues Alves, no bairro do Tirol, para a solenidade de apresentação ao Curso de Formação Policial (CFP) 2021.

Os candidatos devem usar máscara de proteção por causa da pandemia da Covid-19. Os que não puderem comparecer no dia e horário agendados devem justificar a ausência junto ao Comando do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar do RN (CFAPM).

Fonte: G1 RN

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EXÉRCITO NÃO TEM PARTIDO NEM É INSTITUIÇÃO DO GOVERNO, DIZ COMANDANTE

Por Luiz Felipe Barbiéri, G1 — Brasília

 

Comandante do Exército afirma que militares não querem se envolver em política
Comandante do Exército afirma que militares não querem se envolver em política

O comandante do Exército, general Edson Pujol, disse nesta sexta-feira (13) que a instituição não pertence ao governo e não tem partido político.

O general discursou durante um seminário de defesa nacional, promovido pelas Forças Armadas.

A declaração vai na linha do que Pujol disse na quinta-feira (12), durante uma transmissão ao vivo pela internet. Na ocasião, ele afirmou que os militares não querem fazer parte da política nem querem que a política entre nos quartéis.

O comandante do Exército deu as declarações na mesma semana em que o presidente Jair Bolsonaro defendeu o uso de “pólvora” para defesa da Amazônia.

Bolsonaro fez o comentário ao aludir ao fato de que Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos, defendeu durante a campanha eleitoral sanções econômicas ao Brasil caso o país não detenha a destruição da floresta.

“Não somos instituição de governo, não temos partido. Nosso partido é o Brasil. Independente de mudanças ou permanências em determinado governo por um período longo, as Forças Armadas cuidam do país, da nação. Elas são instituições de Estado, permanentes. Não mudamos a cada quatro anos a nossa maneira de pensar e como cumprir nossas missões”, afirmou Pujol no seminário desta sexta.

De acordo com o blog do Gerson Camarotti, generais da ativa e da reserva entendem que Pujol está manifestando um incômodo da instituição com o que consideram tentativas de Bolsonaro de politizar o Exército.

O pretenso uso de “pólvora” contra os EUA gerou uma série de críticas de parlamentares contra Bolsonaro e piadas nas redes sociais, algumas com o Exército como alvo.

Também presente ao seminário, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, foi questionado após o evento se a declaração de Bolsonaro gerou constrangimento nas Forças Armadas. Para o ministro, o presidente fez uso de uma “força de expressão”.

“Para mim, foi uma força de expressão aquilo ali. Já te falei, ministro não vai comentar declaração de presidente. Estamos levando nossa vida normal. Estamos seguindo dentro dos nosso planejamentos estratégicos”, disse Azevedo e Silva.

Fonte: R7

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GENERAL DEFENDE LÍDERES MILITARES APÓS COMENTÁRIO DE TRUMP

Após comentários de Trump, general defende líderes militares

Chefe do Estado Maior do Exército, general James McConville, não fez um comentário direto, mas disse que os militares deveriam ficar fora da política

INTERNACIONAL

por Reuters – Internacional

Chefe do Estado Maior do Exército, general James McConville, defendeu militares

Um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusar as lideranças militares do país de buscarem guerras para manter os fabricantes de armas satisfeitos, o general mais graduado do Exército norte-americano disse na terça-feira (8) que os líderes das Forças Armadas só recomendam enviar tropas ao combate quando é do interesse da Segurança Nacional dos Estados Unidos ou em última instância.

Perguntado sobre as críticas de Trump sobre os líderes do Pentágono, o chefe do Estado Maior do Exército, general James McConville, se recusou a fazer um comentário direto, dizendo que os militares deveriam ficar fora da política, principalmente perto de uma eleição.

“Muitos destes líderes têm filhos e filhas que servem nas Forças Armadas, muitos destes líderes têm filhos e filhos que já estiveram em combate ou estão em combate agora”, disse McConville, que foi indicado por Trump ao cargo, durante um fórum online organizado pela Defense One, uma organização de imprensa focada nas Forças Militares dos EUA.

“Eu posso garantir ao povo americano que os principais líderes só recomendam enviar nossas tropas para o combate quando isso é requisitado pela Segurança Nacional, e como último recurso. Levamos muito, muito a sério como fazemos nossas recomendações”, disse McConville.

Trump cada vez mais tem enfrentado líderes do Pentágono por conta de uma série de questões após inicialmente oferecer cargos importantes para generais aposentados em seu governo.

Trump busca a reeleição no dia 3 de novembro e enfrentará o candidato democrata, Joe Biden.

Em uma entrevista coletiva na Casa Branca na segunda-feira, Trump criticou Biden, descrevendo-o como um defensor de “guerras sem fim” antes de voltar suas críticas aos líderes militares que ele mesmo indicou, dizendo que eles estão interessados em conflitos para satisfazer a indústria bélica militar.

Fonte: R7

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MILITARES ASSUMEM O PODER EM MALI, MAS PROMETEM NOVAS ELEIÇÕES

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ASSOCIAÇÕES MILITARES DO RN EMITE NOTA DE SOLIDARIEDADE AO EFETIVO FEMININO DO CEARÁ, QUE FOI ALVO DE MACHISMO POR PARTE DE COLEGAS DE FARDA

RN se solidariza com efetivo feminino da PM do Ceará que foi alvo de machismo

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Mulheres na segurança pública

A Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte (ASSPMBMRN) emitiu uma nota de repúdio ao episódio machista que ocorreu envolvendo o efetivo feminino segurança pública que atua no Ceará. As policiais femininas da corporação cearense foram alvo de comentários desrespeitosos por parte de alguns policiais militares. Esta conversa em áudio, entre os militares, ocorreu em uma rede social na noite da quarta-feira (15), vindo a público na última quinta-feira (16)

“A ASSPMBMRN abomina toda e qualquer conduta machista, que propague desrespeito à mulher, seja no âmbito pessoal ou profissional. Consideramos vergonhoso o desrespeito ao qual as mulheres da Polícia Militar do Ceará, e de todo o Brasil, foram expostas através dos comentários dos policiais da PMCE”, disse a nota.

A instituição ainda salientou, na nota, que há policiais femininas atuando em todos os estados brasileiros há pelo menos 35 anos. “Tempo suficiente para o reconhecimento do valor da atuação feminina como profissionais da Segurança Pública na missão de servir e proteger a sociedade. Visto que todas ingressaram nas corporações através de concurso, para a mesma atividade, independentemente do sexo biológico, sendo igualmente profissionais que merecem respeito”, reforçou.

“Além de não pactuarmos com a atitude, esperamos que a PMCE apure os fatos e responsabilize devidamente os autores desta atitude vergonhosa. Inclusive, já acionamos a assessoria jurídica da ASSPMBMRN para que medidas judiciais sejam tomadas neste sentido. Às mulheres policiais, todo nosso apoio”, concluiu a Associação.

O Corpo de Bombeiros Militar do RN também utilizou as redes sociais para manifestar solidariedade às policiais ofendidas. “Apesar das conquistas na luta pelos direitos da mulher em todas as áreas, infelizmente ainda há muito para ser alcançado. No âmbito da Segurança Pública, nosso respeito a essas profissionais dedicadas, que servem e protegem a todos. Elas estão por toda parte! Nas ruas, nas praias, comandando guarnições, no serviço administrativo ou realizando outras missões.Diante desse cenário, fica o registro de algumas das nossas bombeiras militares, guerreiras, fortes e destemidas”, disse em postagem na qual utilizou foto das militares em atuação.

Publicação do Corpo de Bombeiros do RN | 

Polícia MilitarCorpo de Bombeiros Militar – CBMAssociação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares (ASSPMBMRN)

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RESUMO DA SEMANA: GILMAR MENDES X MILITARES, NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, ALCKMIN INDICIADO

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA. Que é a sua cara para ver tudo que rolou na semana que passou, sob o comando de Vitor Brown você vai saber tudo sobre o conflito entre Gilmar Mendes e os militares, quem é o novo ministro da educação e que Alckmin foi indiciado pela Lava Jato. Então não saia dai e veja tudo!

Fonte:

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POLÍTICA: REGIME AUTORITÁRIO, É A DEFINIÇÃO DO STF E SUA JURISPRUDÊNCIA INFORMAL

A nova jurisprudência “informal” do STF não quer permitir que militares ocupem cargos no governo

General Eduardo Pazuello

Segundo nova jurisprudência “informal”, militares não podem ocupar cargos no governo. Mas ex-terroristas (ex ???) até como presidente da república eram mais do que aceitáveis, assim como sindicalistas, torneiros mecânicos gerindo bilhões de fundos de pensão, corruptos ameaçados de prisão, toda a fauna peçonhenta de esquerda et caterva … Ninguém nunca achou estranho .

Ah, e a palavra democracia agora significa regime autoritário de esquerda, censura à liberdade de expressão, supressão do direito de ir e vir. Risco de vida (risco de perder a vida) agora é “risco de morte” e a palavra teoria virou “narrativa”.

Segundo verificação feita pelo jornalista Alexandre Garcia, com toda a pandemia que mataria milhões, segundo os arautos do medo — morreram neste ano de 2020 , até agora, MENOS !!! oitocentas e tantas pessoas POR DIA do que em 2019.

A cloroquina, um remédio que era vendido há 70 anos em qualquer farmácia , sem receita médica, hoje é considerada mais perigosa do que o vírus chinês.

Se dizem que a cloroquina mata, por que a esquerda , que quer a morte do Presidente , reclama dele tomar esse remédio “mortal “? Não querem que ele morra?

E como essa gentalha (desculpe a palavra), que nunca se importou com o assassinato de cerca de 60 mil pessoas por ano e que é favor do aborto , agora se preocupa tanto com a Vida?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DECISÃO DO STF FAVORÁVEL A ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS MILITARES, OBRIGA GOVERNO A PAGAR SALÁRIOS COM CORREÇÃO

Associação dos Oficiais Militares ganha no Supremo ação que obriga o Governo pagar salário com correção, decisão gera precedente

12 jul 2020

A ação patrocinada pela Associação dos Oficiais Militares, através de seu departamento jurídico, para um associado teve decisão favorável no Supremo Tribunal Federal e trará grande impacto para os agentes públicos do Rio Grande do Norte, já que gera precedente. O oficial da PM garantiu, com a decisão do STF, o direito de ter o pagamento dos salários de dezembro e o décimo terceiro salário de 2018 pagos com correção monetária e juros.

O Recurso Extraordinário com Agravo teve como relator o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e foi assinado pela Procuradoria Geral do Estado, que tentava reverter a decisão do Tribunal de Justiça.

Na sua decisão o ministro Dias Toffoli argumenta que o serviço do Policial Militar foi efetivamente prestado e, portanto, o valor deve ser pago. Além do mais, não teria sido provado, no processo, fato impeditivo para o pagamento, sendo a reanálise de provas nesse sentido, impossível de ser feita no âmbito STF.

O ministro sustentou a obrigação do Poder Público com o pagamento pleiteado e a devida atualização.
A partir dessa decisão, cria-se um precedente para os aguentes públicos do Rio Grande do Norte.

Fonte: Política em Foco
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TCU DETERMINA DEVOLUÇÃO DE VALORES PAGOS IRREGULARMENTE A MILITARES DO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Militares terão que devolver os R$ 600 recebidos ilegalmente, diz TCU

Militares terão que devolver os R$ 600 recebidos ilegalmente, diz TCU

14 maio 2020

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, ontem, que os valores pagos irregularmente pelo Ministério da Cidadania, por meio do auxílio emergencial de R$ 600, a militares sejam ressarcidos aos cofres públicos. Durante a votação da liminar, que foi proposta pelo ministro Bruno Dantas, os ministros da Corte decidiram determinar também que o Ministério da Cidadania divulgue a lista completa de quem recebe e quanto recebe do auxílio emergencial de R$ 600. Essa medida foi proposta pela ministra Ana Arraes e aceita por unanimidade. Os dados devem ser colocados no Portal da Transparência do governo federal em até 15 dias.

Segundo o Ministério da Defesa, 73,2 mil beneficiários sem direito receberam o valor, porém, conforme apurou o Correio, que deu a informação em primeira mão, o número pode chegar a 189 mil militares e pensionistas que compõem a folha de pagamento da pasta. O ministro do TCU Bruno Dantas concedeu liminar determinando que seja feito desconto no salário, na folha de maio, do valor depositado irregularmente àqueles que receberam sem ter direito e ainda não tenham efetuado o ressarcimento. Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Armadas estão analisando caso a caso a situação de militares que receberam o auxílio emergencial.
Segundo a determinação do TCU, a pasta terá 15 dias para informar as medidas tomadas para apurar as faltas funcionais dos militares que solicitaram deliberadamente o auxílio. O Ministério da Cidadania No mesmo prazo, o Ministério da Cidadania terá que encaminhar a lista identificada de militares ativos, inativos e pensionistas que fizeram o ressarcimento e os que não devolveram o valor recebido indevidamente.
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