ANÁLISE POLÍTICA: LULA NÃO ESTÁ TENTANDO ESCONDER SEU PROJETO RADICAL, POR QUE SERÁ? POR RODRIGOCONSTANTINO

Na ANÁLISE POLÍTICA deste sábado o jornalista Rodrigo Constantino comenta e explica o porquê de Lula não está tentando esconder seu projeto radical. Então assista ao vídeo completo e entenda o que está acontecendo na política e no jogo político das eleições 2022.

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PONTO DE VISTA: JAIR BOLSONARO NO MATO SEM CACHORRO

Caro(a) leitor(a),

A edição 193 da Revista Crusoé vem com um comentário do colunista Diogo Mainardi que não pode ser ignorado de maneira nenhuma, pois, pelo menos para mim, faz muito sentido. Vou explicar o porquê!

A trajetória ascensional do Jair Messias Bolsonaro chegou ao seu ápice no evento do sete de setembro de 2021, quando Bolsonaro do alto do palanque da parada militar em Brasília, com o seu vice Mourão ao seu lado calculou que, naquele momento poderia ter todo o apoio que precisava dos militares para dar a sua maior cartada, um golpe militar. Não foi a toa que ele, desde o início do seu mandato, recheou todos os gabinetes dos principais ministérios com muitos militares. Passou todo o seu mandato testando e tencionando a corda do poder o tempo todo, numa forçação de barra interminável contra a esquerda, com o intuito de conseguir o apoio dos militares. Portanto, aquele momento seria o tudo ou nada e deu nada. No dia seguinte ele teve que dar uma ré memorável. Ali ele perdeu uma grande fatia do seu eleitorado e começou a encolher. Ele sabe disso e sabe também que que essa fatia do seu eleitorado agora se posiciona ao lado de Sergio Moro. Unindo tudo isso ao péssimo momento econômico que estamos vivendo e que tende a se agravar a sua situação só tende a deteriorar.

Dessa forma é mais que compreensível que haja uma debandada geral da sua candidatura para a do ex-juiz Sergio Moro que ainda nem começou a arregaçar as mangas. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

Repercussão: com Lula na disputa, Bolsonaro fortalece ou enfraquece? | Exame

Trecho da coluna de Diogo Mainardi na edição 193 da Crusoé:

“A primeira pergunta a ser respondida sobre 2022 é a seguinte: Jair Bolsonaro vai levar sua candidatura até o fim? Meu palpite é que ele vai pular fora da disputa presidencial. Dou até uma data: junho ou julho. Se o sociopata tiver a certeza de que vai ser derrotado por Lula no segundo turno ou, de maneira ainda mais humilhante, no primeiro, ele desiste. O outro fator que pode persuadi-lo a fugir das urnas é Sergio Moro. Se meu candidato subir uns seis ou sete pontinhos nas pesquisas, o futuro presidiário vai buscar um caminho mais seguro para tentar evitar a cadeia”

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ANÁLISE POLÍTICA: AMINÉSIA OU PURA CARA DE PAU A DE ALCKMIN SE UNINDO AO MELIANTE LULA?

O comentário político desta quarta-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é por conta do brilhante jornalista, o âncora do Salve, Salve, BandNews, Felipe Moura Brasil. No vídeo a seguir ele fala sobre a primeira aparição conjunta em público do ex-presidente Lula (PT) e do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (ex-PSDB) em meio às articulações para a formação de uma chapa para concorrer à Presidência em 2022. O encontro entre os dois ocorreu durante um jantar, na capital paulista, promovido pelo grupo Prerrogativas, formado por juristas e advogados e deixou o ex-governador Geraldo Alckmin na saia justa depois que veio a público os diversos vídeos seus repudiando qualquer aproximação com o meliante Lula, por achar que ambos, Lula e o PT, têm a mesma cara: CORRUPÇÃO e ROUBALHEIRA.

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LULA CLASSIFICOU A ELEIÇÃO DE ORTEGA MESMO COM CONCORRENTES PRESOS OU EXILADOS COMO “UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO POPULAR DEMOCRÁTICA”

Entenda a relação de Lula e do PT com as “ditaduras de esquerda”

Ex-presidente e partido mantêm relações com países como Cuba, China, Venezuela, Coreia do Norte e Nicarágua

Douglas Portoda CNN

em São Paulo

O então presidente do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, sua ex-esposa, Dona Marisa, Jair Meneguelli, e o então presidente de Cuba, Fidel CastroO então presidente do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, sua ex-esposa, Dona Marisa, Jair Meneguelli, e o então presidente de Cuba, Fidel CastroLUIZ PRADO/ESTADÃO CONTEÚDO

Ao responder sobre uma fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores disse ser “má-fé’ afirmar que ele teria dado apoio a “ditaduras de esquerda”. Lula minimizou a ditadura na Nicarágua, comparando o tempo em que o presidente de lá, Daniel Ortega, estava no poder com a chanceler alemã Angela Merkel.

Entretanto, o próprio PT celebrou a eleição de Ortega ao divulgar uma nota, em 8 de novembro, na qual classificou a eleição em que todos os concorrentes de Ortega estavam presos ou exilados, como “uma grande manifestação popular e democrática”.

Dois dias depois, o comunicado foi excluído do site do partido. A justificativa da presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, foi de que a nota não havia sido submetida à direção partidária.

“A posição do PT em relação a qualquer país é defesa da autodeterminação dos povos, contra interferência externa e respeito à democracia, por parte de governo e oposição. Nossa prioridade é debater o Brasil com o povo brasileiro”, disse Glesi à época.

Se de um lado a legenda afirma ter posição de “respeito à democracia”, o PT e Lula já apoiaram publicamente outras ditaduras de esquerda, como a de Cuba, China, Venezuela e Coreia do Norte. Relembre:

Cuba

A relação de Lula com a família Castro, que comandou a ilha caribenha durante décadas, sempre foi de muita proximidade. Fidel Castro, que foi líder de Cuba até 2008, e o ex-presidente brasileiro se conheceram em 1980, durante a comemoração do primeiro ano da Revolução Popular Sandinista, na Nicarágua.

Na morte de Fidel Castro, em 2016, Lula afirmou sentir sua morte “como a perda de um irmão mais velho, de um companheiro insubstituível, do qual jamais me esquecerei.

Durante os protestos contra o governo cubano de julho deste ano, Lula disse que o movimento não tinha “nada de especial”, e saiu em defesa do atual presidente cubano Miguel Díaz-Canel, sucessor da família Castro, afirmando que ele estava “no meio do povo”, conversando com as pessoas.

Lula ainda disse que a ilha sofre há 60 anos com o bloqueio econômico dos Estados Unidos, pedindo ao presidente Joe Biden para “aproveitar esse momento” e encerrá-lo.

“Os americanos precisam parar com esse rancor. O bloqueio é uma forma de matar seres humanos que não estão em guerra”, disse à época.

“Se Cuba não tivesse um bloqueio, poderia ser uma Holanda. Tem um povo intelectualmente preparado, altamente educado. Mas Cuba não conseguiu nem comprar respiradores por causa de um bloqueio desumano dos EUA”, continuou.

Coreia do Norte

As relações entre o Brasil e a Coreia do Norte foram estabelecidas em 2001, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Entretanto, as relações bilaterais entre os países ficaram mais estreitas durante o governo de Lula.

Em 2006, os países assinaram um acordo comercial com o objetivo de intensificar e diversificar as relações comerciais bilaterais “em bases mutuamente vantajosas”. Em 2009 ainda houve a assinatura de protocolo adicional e a instalação da embaixada brasileira em Pyongyang.

Entre 2000 e 2015, o acordo comercial entre os países totalizou a movimentação de US$ 2,5 bilhões (R$ 14 bilhões na atual cotação).

China

Durante o governo de Lula, a China se tornou o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2012, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), o país asiático também passou a ser o maior fornecedor de produtos importados.

Em entrevista à agência chinesa Xinhua, em 25 de março, Lula afirmou que o governo de Xi Jinping era um “exemplo de que é possível cuidar da população por meio de um governo sério e com responsabilidade para com seu povo”, referindo-se à pandemia da Covid-19.

Quando o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a China havia inventando o cornavírus, Lula saiu em defesa, declarando que a agressão estava “desqualificando nosso maior parceiro comercial.”

“No primeiro em que eu fui presidente o fluxo de comércio entre Brasil e China era de apenas US$ 6 bilhões, quando eu sai, em 2010, era de US$ 76 bilhões. Ou seja, cresceu 16x a relação comercial entre Brasil e China no meu período. A China é um país extremamente importante na relação com o Brasil”, declarou Lula em entrevista ao jornal chinês Guancha.

Lula ainda ressaltou na entrevista a forte relação do Partido Comunista Chinês com a população. “A China tem um partido, que é resultado da revolução de 1949 do Mao Tsé-Tung. A China tem poder, um estado forte que toma decisões e que as pessoas cumprem. Coisas que não temos no Brasil.

No último dia 22, a ex-presidente Dilma Rousseff também elogiou a China. “A China representa uma luz nessa situação de absoluta decadência e escuridão que é atravessada pelas sociedades ocidentais”, declarou a petista ocorreu durante lançamento do livro “China, o Socialismo do Século 21”, da Editora Boitempo.

Venezuela

As relações de Lula e do PT com a Venezuela sempre foram bem consolidadas, primeiro com ex-presidente Hugo Chavéz e posteriormente com Nicolás Maduro.

Após o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, houve um estremecimento, em que Maduro expulsou o então embaixador Ruy Pereira do país.

Neste ano, durante as eleições em novembro, o PT emitiu um comunicado saudando o pleito venezuelano. O PT afirma que “o processo eleitoral ocorreu em total respeito às regras democráticas e concedeu a vitória do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) em vinte estados, tendo a oposição vencido nos três restantes.”

E ainda desejou que o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos fosse rompido pela convivência pacífica e com união.

Durante a crise política venezuelana em 2019, quando o opositor Juan Guaidó declarou-se presidente interino do país, a presidente do PT Gleisi Hoffmann criticou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump por reconhecerem Guaidó como mandatário.

Gleisi defendeu que Maduro havia sido eleito de forma democrática, em um processo eleitoral legítimo. Ainda disse que a posição dos governos brasileiro e norte-americano poderiam criar um efeito de instabilidade em toda a América Latina.

Em 2020, quando o então secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo fez uma visita a Roraima, Lula afirmou que o diplomata só visitou o Brasil para “provocar a Venezuela”.

“Gostemos dele ou não, a Venezuela tem um presidente eleito”, afirmou Lula, em uma entrevista à agência de notícias Reuters à época. “Os EUA precisam desistir dessa mania de querer ser o xerife do mundo.”

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MORO FAZ CRÍTICAS À LULA E DIZ QUE PETISTA FLERTA COM AUTORITARISMO

É preocupante candidato que flerta com autoritarismo, diz Moro sobre fala de Lula

Sergio Moro se filiou ao Podemos este mês e se tornou pré-candidato à Presidente da República; assista à entrevista exclusiva do ex-juiz à CNN

Anna Gabriela Costada CNN

Em São Paulo

 

Em entrevista ao âncora William Waack no Jornal da CNN nesta terça-feira (23), o ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro e ex-juiz da operação Lava Jato Sergio Moro fez críticas ao ex-presidente Lula. Para Moro, o petista “flerta com autoritarismo” e não teria vencido as eleições de 2018 mesmo se tivesse tido a oportunidade de se candidatar.

“Acho preocupante quando se flerta com o autoritarismo, quando se tem alguém que quer ser candidato a presidente e fica elogiando Cuba, os presos políticos que existem em Cuba, minimizando restrições à liberdade; quando fica elogiando a Nicarágua que acabou de passar por eleições onde foram presos por motivos políticos os adversários, acho que a gente tem razão para se preocupar”, disse Moro.

Em entrevista ao jornal El País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou a ditadura de Daniel Ortega na Nicarágua. Na fala, ele comparou o tempo em que o ditador e a chanceler alemã Angela Merkel estão no poder, mas afirmou que Ortega errou se mandou prender opositores.

“Acho muito preocupante que não tenhamos clareza nas credenciais democráticas nas intenção de um candidato à Presidência da República, seja aqui na extrema-direita ou infelizmente como tem aqui no Brasil também, na extrema-esquerda”, declarou Moro à CNN.

Sobre o rigor credenciado ao ex-juiz em relação às conduções na operação Lava Jato, Moro destaca que não tem animosidades pessoais com o ex-presidente Lula, e que os resultados da operação foram respaldadas pelo Judiciário.

“O ex-presidente insistiu na sua candidatura quando estava inelegível, no fundo ele foi poupado de uma derrota. Mas a grande recessão de 2014 e 2016 estava na memória. As sementes dessa recessão foram plantadas pelo governo Lula; eu não acredito que o ex-presidente, mesmo se tivesse em liberdade, tivesse ganhado aquelas eleições. Tanto que usou um  candidato que usava máscara com sua cara e perdeu”, afirmou Moro, referindo-se à candidatura de Fernando Haddad (PT) em 2018. Haddad acabou derrotado no segundo turno por Jair Bolsonaro.

Combate à corrupção

Em entrevista à CNN, Sergio Moro falou sobre o combate à corrupção e sua saída do atual governo, onde atuou como ministro da Justiça por pouco mais de um ano.

Em abril de 2020, Sergio Moro pediu demissão do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública horas após a publicação da exoneração do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo. Em anúncio de despedida, Moro afirmou que a troca do comando da corporação foi ocasionada por interferência política de Bolsonaro.

“Eu era tido como um juiz rigoroso, mas na minha avaliação eu apenas apliquei a lei para quem pagou ou recebeu suborno. E depois, dentro ministério da Justiça, quando eu vi meu trabalho comprometido, porque não tinha apoio do governo, quando foi rompida comigo a promessa de que nós não protegeríamos ninguém, eu saí do governo”, afirmou.

Eu não vou ficar no cargo de ministro por prestígio e poder à custa dos meus princípios, até porque não são meus princípios, são princípios do povo brasileiro, o povo brasileiro quer pessoas honestas dentro da política

Sergio Moro

Supremo Tribunal Federal

Para Moro, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em ações de combate à corrupção apresentou erros. Ele destaca o fim da execução em segunda instância, a transferência de casos de corrupção para a Justiça Eleitoral e a anulação da condenação do ex-presidente Lula.

“Uma crítica que tem que ser feita, é que nos últimos anos o STF tomou decisões que enfraqueceram o combate à corrupção. O fim da execução em segunda instância, a transferência de casos de corrupção para a Justiça Eleitoral, que não está bem preparada para cuidar desses casos, e o caso da anulação da condenação do ex-presidente, que com todo o respeito ao Supremo, foi um gritante erro  judiciário”, afirmou Moro à CNN.

Projeto no Podemos

Sergio Moro se filiou recentemente ao Podemos e se tornou pré-candidato à Presidência da República. À CNN, Moro falou sobre os principais projetos na política partidária. Segundo ele, o objetivo vai muito além do combate à corrupção.

“Fui convidado a apresentar meu nome no Podemos e estamos construindo um projeto que envolve tanto o combate à corrupção como também o enfrentamento das dificuldades que hoje sofrem a população brasileiro, o desemprego, a fome que nós vimos retornar, a inflação elevada, o combate à pobreza, a retomada do desenvolvimento econômico. Então esse projeto transcende, ele é muto mais amplo do que um mero combate à corrupção”.

Erradicação da pobreza

O combate à fome e à pobreza foi enfatizado por Sergio Moro em entrevista à CNN nesta terça-feira, o ex-ministro falou sobre uma força-tarefa de erradicação da pobreza e a criação de uma agência independente.

“O que nós temos conversado com muitos especialistas a respeito, é importante uma abordagem mais individualizadas das causas da pobreza. O que leva uma determinada comunidade a não escapar da armadilha da pobreza, o que leva família a não conseguir escapar desse ciclo de pobreza, temos que identificar essas causas. Pode ser uma falta de emprego, uma oportunidade de ensino, às vezes até de tratamento de saúde”, comentou.

Sem especificar como funcionaria uma “agência independente” no combate à fome, Moro destacou a necessidade de uma abordagem diferente da adotada por governos anteriores.

“É preciso ajudar as pessoas a serem resgatadas desse ciclo da pobreza, isso envolve uma abordagem diferente da que vem sendo feita, por isso eu falei na criação da erradicação da pobreza, seria a criação de uma agência independente, e teria uma missão muito específica, acabar de vez com a pobreza no Brasil. Nós podemos fazer isso, o Brasil tem uma economia grande o suficiente para suportar esses custos”, acrescentou.

Privatização da Petrobras

Ao destacar seus possíveis projetos sob filiação do Podemos, Moro não descartou a privatização da Petrobras, uma vez que seja feita com estudos e aparato da ciência.

Moro defendeu uma economia liberal, onde, segundo ele, o papel da iniciativa privada deve ser o de buscar inovações e abertura de mercados.

“Vejo o papel do estado dentro da economia como um papel regulador, qualquer decisão de privatizar a Petrobras depende de uma análise de como isso será feito, estamos indo para um mundo em que a preocupação é a economia verde, a sustentabilidade, fonte de energia renovável, estamos presos numa discussão sobre a privatização da Petrobras que é do século passado”, afirmou.

Se do ponto de vista econômico for bom para a economia a privatização da Petrobras, se isso gerar eficiência para nossa economia, a decisão tem que ser tomada. Não posso fazer essa afirmação sem que façamos um estudo. Política pública tem que ser baseada em evidências, em fatos e em ciência

Sergio Moro

Responsabilidade social x responsabilidade fiscal

Mais cedo nesta terça-feira, Moro esteve no Senado Federal para defender a aprovação da PEC apresentada pelo senador Oriovisto Guimaraes, seu correligionário no Podemos, como alternativa à PEC dos Precatórios aprovada na Câmara.

A PEC 41/2021, do senador Oriovisto Guimarães, define – por meio do cortes de despesas – recursos orçamentários para o financiamento do Auxílio Brasil (ex-Bolsa Família) sem furar o teto de gastos e sem dar calote nos servidores com créditos judiciais a receber.

O ex-ministro defendeu que é possível conciliar a responsabilidade social com a responsabilidade fiscal ao criar um auxílio à população. Moro ainda declarou que quando aprovado em 2016, o teto de gastos resultou na queda dos juros, o que impulsionou a recuperação da economia.

“Não vamos fechar os olhos para o rompimento do teto de gastos. Isso vai gerar um aumento da inflação, que vai ter que ser respondido pelo Banco Central, com o aumento dos juros. Isso terá como consequência a perda da responsabilidade fiscal do Brasil perante a comunidade internacional. É possível conciliar responsabilidade social com responsabilidade fiscal”, afirmou.

Filiação e candidatura

Sergio Moro se filiou ao Podemos no dia 10 de novembro e se tornou pré-candidato à Presidente da República.

“Moro coloca seu nome à disposição. Nosso objetivo é que a 3ª via consiga vencer, e hoje ele é pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos. Sonhamos com um homem sério como ele para cuidar do futuro dos nossos filhos, alguém que tem seriedade e responsabilidade com o que diz e com o que faz”, afirmou a deputada Renata Abreu, presidente nacional do Podemos.

Fonte: CNN

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LULA COMPARA TEMPO DO DITADOR ORTEGA NO PODER COM O DA CHANCELER ANGELA MERKEL

Lula minimiza ditadura na Nicarágua e compara Ortega a Merkel

Em sua fala, ex-presidente comparou o tempo em que o ditador Daniel Ortega e a chanceler alemã Angela Merkel estão no poder

Da CNN

em São Paulo

Em entrevista ao jornal El País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou a ditadura de Daniel Ortega na Nicarágua. Na fala, ele comparou o tempo em que o ditador e a chanceler alemã Angela Merkel estão no poder, mas afirmou que Ortega errou se mandou prender opositores.

“Temos que defender a autodeterminação dos povos. Sabe, eu não posso ficar torcendo. Por que que a Angela Merkel pode ficar 16 anos no poder e Daniel Ortega não?”, disse Lula.

“Eu não posso julgar o que aconteceu na Nicarágua. No Brasil eu fui preso”, afirmou o ex-presidente. Ele também ressaltou que Ortega está errado se prendeu opositores para não disputarem a eleição.

O PT divulgou uma nota nesta terça-feira (23) chamando de falso e de má-fé afirmar que Lula teria apoiado ditaduras de esquerda.

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SEGUNDO MANDETTA, NOVO PARTIDO UNIÃO BRASIL OPTARÁ PELA TERCEIRA VIA

União Brasil não apoiará Bolsonaro ou Lula, diz Mandetta sobre 2022

À CNN, ex-ministro criticou a gestão de Jair Bolsonaro e, ao comentar sobre terceira via, disse que acha “complicado” as prévias do PSDB

João de Marida CNN

Em São Paulo

 

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), e possível candidato à presidência da República na eleição de 2022 pelo novo partido União Brasil, afirmou à CNN nesta quarta-feira (17) que a sigla não apoiará o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no próximo pleito.

A criação do União Brasil, fusão entre o DEM e PSL, ainda precisa do aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ser oficializada. A expectativa é que o TSE dê a permissão até fevereiro de 2022.

“Essa é a única opção que é categoricamente colocada por todos que participaram das conversas do União Brasil, é que o partido não apoiaria a reeleição de Bolsonaro ou a vota de Lula”, disse Mandetta à CNN. “O partido tem que fazer uma discussão interna para poder decidir seu caminho. Isso ainda não está maduro. Ainda existem discussões para definir o caminho do partido ate a eleição.”

Segundo o ex-ministro, a demora para alinhar o “caminho” do partido em 2022 acontece devido à “melhor via é sempre a mais difícil de ser construída”, referindo-se ao que ficou conhecido como terceira via.

“O que ele esta fazendo agora para tentar se reeleger, de fazer gasto público, de fazer calote nos precatórios, isso não é de um governo responsável. Ele faz muito mal ao pensamento liberal. O ministro da economia dele é incompetente, não entrega nada, é um animador de auditório que não consegue materializar sequer uma discussão sobre equilíbrio orçamentário”, disse.

“Aquilo [o governo] é um bando fazendo diariamente proselitismo em pautas de costumes e um diversionismo político irresponsável, jogando a população contra as instituições, arrebentando com as instituições, tencionando a democracia a ponto de nos preocupamos até com um golpe.”

Entrada de Moro e prévias do PSDB

À CNN, Mandetta comentou sobre a filiação do também ex-ministro Sergio Moro ao Podemos, tornando-se pré-candidato à presidência em 2022. Ao ser questionado se a entrada do ex-juiz ao jogo político poderia “embaralhar” a terceira via, Mandetta afirmou que “não se preocupa com Moro, pois ele vem para ajudar”.

Mandetta, no entanto, se disse preocupado com as prévias do PSBD. No próximo domingo (21), um total de 44.697 filiados e mandatários cadastrados votarão o representante do partido que disputará a presidência da República nas eleições de 2022.

“Acho mais complicado as prévias do PSDB, e o grau de disputa muito apertada e como podem ser essas feridas. Se as pessoas do PSDB possam sair de lá pensando que ‘só porque passaram pelas prévias já são candidatos a presidência da República”, avaliou o ex-ministro Mandetta.

Para ele, o desafio para o ex-juiz da Lava Jato será “dialogar com quem faz a pauta política e agregar pessoas a esse projeto [a terceira via]”.

“Acho que Moro vai ter que abrir a roda de conversa e ver o que é possível e não possível de aceitar de diversas pautas. Ele senta a mesa representando a luta contra a corrupção, mas temos lutas enormes na saúde, na educação, economia, fome. Vamos ver quem se junta com essas propostas”.

CNN Brasil entrou em contato com a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) do governo federal e com o Ministério da Economia, e aguarda um posicionamento sobre as declarações.

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SAIBA COMO ESTÃO HOJE OS PRINCIPAIS PERSONAGENS DA LAVA JATO

Moro, Lula, Odebrecht: Onde estão os principais personagens da Lava Jato hoje

Confira como estão Sergio Moro, Deltan Dallagnol, Lula, João Vaccari Neto, Marcelo Odebretch, entre outros

Luana Franzãoda CNN*

São Paulo

 Sergio Moro

Após ter conquistado notoriedade como juiz na Operação Lava Jato, Sérgio Moro assumiu o cargo de ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro. Ele deixou o posto depois de desentendimentos com o presidente e acusou-o de tentativa de interferência na Polícia Federal em abril de 2020. Ele trabalhou na consultoria de uma empresa nos EUA, e atualmente está de volta ao Brasil para filiar-se ao partido político Podemos, apesar de não haver nenhuma confirmação sobre candidaturas nas eleições do próximo ano.

 Deltan Dallagnol

Em 17 de março de 2014 começava aquela que seria a maior operação de investigação do Brasil até o momento: a Lava Jato. As apurações sobre doleiros em diferentes estados acabou deflagrando um vasto esquema de corrupção: dois ex-presidentes, parlamentares, dirigentes partidários, empresas estatais e empreiteiras estiveram entre os investigados.

Em quase sete anos e 79 fases, diversos nomes foram introduzidos ao diálogo público – o juíz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o ex-presidente Lula, o empreiteiro Marcelo Odebretch, entre diversos outros, ocuparam as manchetes. Veja onde estão atualmente na galeria acima.

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ANÁLISE POLÍTICA: NA NOVA PESQUISA PODERDATA-BAND SERGIO MORO APARECE EM 3º LUGAR ISOLADO

Na ANÁLISE POLÍTICA deste sábado temos o comentário esclarecedor e imparcial do jornalista Felipe Moura Brasil sobre a última pesquisa eleitoral, feita pelo PoderData-Band. acerca das eleições para presidente da república em 2022. Ele comenta sobre a queda do Lula e a aparição do Sergio Moro já em 3º lugar, com 8%, isolado e descolado de Ciro Gomes que vem em 4º lugar com apenas 5%. Convido você a acompanhar desde já essa que parece ser a primeira de uma série de pesquisas com a inclusão e talvez a confirmação da candidatura de Sergio Moro, já que se aproxima a data final das filiações partidárias no mês de novembro.

Fonte:

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EM CARTA ENVIADA À JUÍZ ESPANHOL POR EX-CHEFE DO SERVIÇO SECRETO DA VENEZUELA DIZ QUE LULA FOI BENEFICIADO NO ESQUEMA DE PARTIDO DE ESQUERDA DA AMÉRICA LATINA

Ex-general diz que Venezuela mandou dinheiro para Lula

Partidos da esquerda na América Latina e também na Europa teriam sido financiados ilegalmente por Chávez e Maduro

INTERNACIONAL

 Do R7

Presidente venezuelano, Nicolás Maduro

FAUSTO TORREALBA/REUTERS – 6.12.2020

O ex-chefe do Serviço Secreto da Venezuela, general Hugo Armando Carvajal, conhecido como “El Pollo” Carvajal, enviou uma carta de sete páginas ao juiz espanhol Manuel García-Castellón em que relata detalhes de um esquema de financiamento de partidos de esquerda na América Latina e na Europa pelos governos de Hugo Chávez e de Nicolás Maduro. Entre os beneficiados estaria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações foram divulgadas pelo site espanhol Okdiario nesta semana.

“O governo venezuelano financia ilegalmente movimentos políticos de esquerda no mundo há pelo menos 15 anos, incluindo o financiamento da criação do partido político espanhol Podemos”, diz Carvajal. “Enquanto eu era diretor de Inteligência Militar e Contrainteligência da Venezuela, recebi muitos relatórios que mostravam que esse financiamento internacional estava acontecendo.”

Carvajal  cita como exemplos “concretos” de beneficiados pelo esquema de financiamento: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Néstor Kirchner, na Argentina; Evo Morales, na Bolívia; Fernando Lugo, no Paraguai; Ollanta Humala, no Peru; Zelaya, em Honduras; Gustavo Petro, na Colômbia; Movimento Cinco Estrelas, na Itália; e o partido Podemos, na Espanha.

No documento endereçado à Justiça espanhola, ele relata em detalhes como era o envio de dinheiro à Espanha durante a criação do partido de esquerda Podemos. Segundo Carvajal, os valores foram transportados para a Europa por meio de malas diplomáticas, um sistema oficial de correspondência entre governos e o corpo diplomático no exterior e que não permite violação.

Ele conta que o dinheiro era levado por um homem de confiança do governo venezuelano da embaixada de Cuba, em Caracas, para o Ministério das Relações Exteriores, onde era recebido por Williams Amaro, secretário de Maduro.

Amaro seria o responsável por enviar as quantias à embaixada do país na Espanha por meio das malas diplomáticas. Já em território espanhol, o dinheiro era recebido por Ramón Gordils, vice-ministro de Cooperação Econômica da Venezuela e presidente do Bancoex de Comércio Exterior, e entregue a Juan Carlos Monedero, um dos fundadores do Podemos.

Carvajal relata na carta que a última vez que soube desse tipo de operação foi em 7 julho de 2017, quando Ramón Gordils retornou a Caracas em um voo da Iberia.

Ele afirma ter como provar a existência do esquema de financiamento de partidos de esquerda pelo governo da Venezuela. “Tenho informantes que testemunharam diferentes estágios dessa rede. Pedi aos meus advogados que os contatassem enquanto eu estava na prisão para perguntar se eles estariam dispostos a atestar meu testemunho, e alguns responderam sim sobre concordar em testemunhar perante um juiz.”

R7 entrou em contato com a assessoria do ex-presidente Lula, mas não obteve resposta até o momento.

Capturado na Espanha

Carvajal foi preso na Espanha em setembro, acusado de envolvimento no tráfico de drogas. Ele estava foragido desde novembro de 2019, quando vivia em Madri, um dia antes de sua extradição para os Estados Unidos ser autorizada.

“Estou há dois anos trancado em apartamentos. Mudava a cada três meses, menos nesta ocasião, em que fiquei oito meses no mesmo apartamento”, disse aos policiais no momento em que estava sendo algemado.

A agência antidrogas dos Estados Unidos chegou a oferecer uma recompensa equivalente a R$ 50 milhões por informações que levassem à prisão do ex-chefe do Serviço Secreto da Venezuela.

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LULA E CIRO GOMES RECEBERAM QUASE R$ 1 MILHÃO DE SEUS PARTIDOS EM POUCO MAIS DE DOIS ANOS

Lula e Ciro receberam quase R$ 1 milhão de salários de seus partidos desde 2019

Cotados para as eleições de 2022, eles receberam juntos quase R$ 1 milhão; outros partidos também usaram verbas do Fundo Partidário para apoiar seus nomes

Marcos GuedesVital Neto

da CNNEm São Paulo

 

No período de 2019 a 2021, políticos sem cargo eletivo receberam salários e tiveram despesas com publicidade e advogados custeadas por seus partidos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Ciro Gomes, ambos com nomes cotados para as eleições presidenciais de 2022, receberam juntos, um total de quase R$ 1 milhão de seus partidos em pouco mais de dois anos.

O ex-presidente Lula consta como funcionário do Partido dos Trabalhadores (PT) no detalhamento de despesas do partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e recebe, atualmente, cerca de R$ 22 mil por mês de salário. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann não aparece na lista de pagamento da sigla, pois já ocupa um cargo eletivo.

Lula e Ciro Gomes também utilizam os recursos de seus partidos para a elaboração de publicidade.

O PT paga pelos serviços do fotógrafo do ex-presidente, Ricardo Stuckert, que recebeu R$ 716 mil do partido desde 2019, R$ 156 mil só neste ano. Já o PDT pagou R$ 250 mil a João Santana, publicitário que passou a cuidar da imagem de Ciro Gomes neste ano depois de ser condenado a oito anos de prisão por lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato, após serviços prestados ao PT.

A empresa de advocacia responsável pela defesa do ex-presidente Lula nos processos da Lava Jato, a Teixeira Zanin Martins, também recebe do PT. Desde 2019, o escritório já faturou R$ 939 mil pagos com os recursos do partido. Em nota, o escritório do advogado Cristiano Zanin Martins afirma que “a contratação firmada entre o TZM Advogados e o Partido dos Trabalhadores é de natureza privada e prevê a utilização de recursos privados”.

Além dos presidenciáveis, outro nome que se destaca entre aqueles contratados por seus partidos é o do ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Ao contrário de Lula e Ciro, Jefferson não aparece como funcionário na prestação de contas, mas como prestador de serviços técnicos, pelos quais recebe R$ 23,2 mil mensais.

Ele está preso desde 13 de agosto por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes escreveu que o político faz parte de uma “possível organização criminosa” que busca “desestabilizar as instituições republicanas”.

CNN detalhou como a verba do Fundo Partidário foi usada nos últimos anos pelos principais partidos e nomes do pleito eleitoral brasileiro.

A constatação é de que fundações ideologicamente ligadas às legendas são as que mais recebem os valores. Além disso, escritórios de advocacia e empresas de marketing também estão no topo da lista. Salários para os presidentes dos respectivos partidos e nomes conhecidos de cada legenda também ocupam lugar de destaque na lista.

Os gastos dos fundos partidários

Em comum no topo dos gastos da verba de fundo partidário, estão as fundações que estão ideologicamente alinhadas com as siglas.

O PT, por exemplo, mantém a Fundação Perseu Abramo, que tem como presidente o ex-ministro Aloizio Mercadante. A atuação da organização está direcionada para a formação política, no sentido de capacitar gestores públicos de esquerda. Entre 2019 e 2021, o Partido dos Trabalhadores desembolsou R$ 48,7 milhões em despesas com a fundação.

O Partido Social Liberal (PSL), ex-partido do presidente Jair Bolsonaro, declarou, entre 2019 e 2021, despesas de R$ 57,6 milhões com o Instituto de Inovação e Governança, presidido por Luciano Bivar, que também preside o partido.

A Fundação Ulysses Guimarães é quem mais recebe verbas do fundo partidário do partido MDB. Presidida pelo ex-ministro do governo Michel Temer, Wellington Moreira Franco, a organização atua no sentido de fornecer cursos para o desenvolvimento democrático do país, segundo consta no próprio site e recebeu, desde 2019, R$ 29,4 milhões do partido.

A mesma situação se repete em diversos partidos, como o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que gastou R$ 29 milhões com o instituto Teotônio Vilela, de 2019 a 2021.

Já o Partido Social Democrático (PSD), que teve despesas de R$ 30,5 milhões com a Fundação Espaço Democrático no período, e até mesmo o Novo, partido que afirma não usar recursos públicos, gastou R$ 7,1 milhões do Fundo Partidário para custear a Fundação Brasil Novo entre 2019 e 2020, instituição dirigida pelo presidente do partido, Eduardo Ribeiro.

Em nota, Ciro afirmou que “dedica-se às atividades do PDT como vice presidente e pré-candidato do partido. A legislação brasileira é muito clara quanto a legalidade da remuneração deste tipo de atividades. Ciro tem pautado sua vida pelo zelo com a coisa pública, renunciou a três aposentadorias que teria direito (como governador, prefeito e deputado) e nunca foi processado por corrupção”.

A assessoria de imprensa do PT também se manifestou, em nota. Leia abaixo:

Esclarecimentos sobre a matéria “Lula e Ciro receberam quase R$ 1 milhão de salários de seus partidos desde 2019”

1)   A destinação de 20% dos recursos do Fundo Partidário à Fundação Perseu Abramo é feita pelo PT obedecendo ao percentual mínimo fixado na Lei Orgânica dos Partidos. É assim com todas as fundações partidárias, não somente a do PT, mas isso não foi registrado na matéria.

2)   Os pagamentos pelos serviços jurídicos do Escritório Teixeira Martins são feitos com recursos próprios arrecadados pelo PT, conforme consta na prestação de contas do partido à Justiça Eleitoral, mas não foi registrado na matéria. O PT não usa recursos do Fundo Partidário para esta destinação.

3)   O PT voltou a contratar o ex-presidente Lula como dirigente remunerado (ele é presidente de honra do partido) desde janeiro de 2020. Além da comunicação regular à Justiça Eleitoral destes pagamentos legais e legítimos, o PT deu divulgação pública ao fato ainda em dezembro de 2019.

4)   O serviços do fotojornalista Ricardo Stuckert e de todos os profissionais e empresas de comunicação que prestam serviços ao PT são remunerados mediante contrato, prestação de contas e comprovação de serviços, tudo regularmente informado à Justiça Eleitoral.

5)   Todos estes esclarecimentos poderiam ter sido previamente prestados à CNN, caso a Assessoria de Imprensa do PT tivesse sido consultada como sempre foi, exceto neste episódio que destoa do relacionamento correto e profissional da emissora

6)   No que diz respeito ao PT, a reportagem comete erros e segue a linha de escandalizar a utilização legal de recursos do Fundo Partidário, que consideramos a maneira mais democrática de financiar a atividade e funcionamento dos partidos, prevista na Constituição. O contrário disso seria a privatização da atividade política.

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RESUMO DA SEMANA: REGULAMENTAÇÃO DA IMPRENSA É CENSURA?

Neste domingo você vai ver, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA a repercussão das declarações de ex-presidiário Lula da Silva sobre a regulamentação da imprensa, uma censura camuflada com o nome de “regulamentação”. Assista ao debate que rolou nos programas e canais de mídia ao longo da semana. 

Fonte:

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LULA COSTURA IDEIA DE FORMALIZAR E INSTITUCIONALIZAR UMA RELAÇÃO COM OS MILITARES PARA CONTER REJEIÇÃO

Lula planeja posição oficial aos militares para conter rejeição

A ideia de formalizar e institucionalizar uma relação de Lula com os militares vem sendo costurada há algumas semanas

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 04 de agosto de 2021 às 20:18

Lula planeja posição oficial aos militares para conter rejeição

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja um documento público na qual pretende fazer uma sinalização política a militares. A ideia de formalizar e institucionalizar uma relação de Lula com os militares vem sendo costurada há algumas semanas.

O plano inicial era que o documento fosse feito e divulgado apenas em 2022, mas o aumento do tensionamento político no país e os sinais claros de que militares rejeitam o retorno do petista ao palácio do Planalto têm feito com que seu entorno defenda que seja lançado ainda neste ano. Não há, porém, decisão tomada sobre prazos.

O ex-presidente pretende deixar claro seu respeito às Forças Armadas, defender a soberania nacional e elencar a relação que seu governo teve com a caserna. O objetivo de Lula é deixar claro que seu governo foi o período em que houve maior aporte orçamentário de todos os tempos — algo que os próprios militares reconhecem.

Petistas avaliam que o gesto necessário para sinalizar que um eventual retorno de Lula à relação seria pacífica, algo que também tem sido questionado pelos militares. Hoje, o ex-ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, é a principal ponte de Lula com os militares, mas ex-ministros da Defesa, como Celso Amorim, também têm ajudado no debate sobre o modelo ideal dessa aproximação.

Mas segundo fontes próximas ao ex-ministro Jobim, ele está preocupado porque não tem encontrado abertura entre os militares.

A rejeição dos militares é baseada nas condenações pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva além dos processos do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, todos ligados à Operação Lava Jato. O ex-presidente foi condenado em segunda instância e chegou a ficar preso por 580 dias.

Procurada, a assessoria do ex-presidente disse que não iria se manifestar.

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ANÁLISE POLÍTICA: LULA E BOLSONARO POSAM DO QUE NÃO SÃO, POR FELIPE MOURA BRASIL

Neste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA você vai se atualizar com as notícias vendo Felipe Moura Brasil,  O âncora do Salve, Salve, BandNews, falar sobre a queda de popularidade digital do ex-presidente Lula, medida pela consultoria Quest, após o petista defender a ditadura cubana em meio aos protestos da população contra o regime e ainda comentar sobre as duas primeiras missões que o senador Ciro Nogueira, líder do Centrão, terá à frente da Casa Civil do governo Bolsonaro. Uma delas é vencer as resistências no Senado à indicação do advogado-geral da União, André Mendonça, para o Supremo Tribunal Federal. A outra é construir um acordo para solucionar a questão do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, aprovado pelo Congresso. Então não perca tempo, aperte no play e se atualize!

Fonte:

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PGR RECORREU DA DECISÃO DE GILMAR MENDES QUE DECLAROU SUSPEITA A ATUAÇÃO DE MORO NOS PROCESSOS DE LULA

PGR recorre de decisão que estendeu suspeição de Moro a outros processos de Lula

No dia 24 de junho, o ministro Gilmar Mendes, STF, estendeu a suspeição do ex-juiz Sergio Moro a todos os processos do ex-presidente

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

Atualizado 02 de julho de 2021 às 19:34

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu nesta sexta-feira (2) da decisão do ministro Gilmar Mendes que declarou suspeita a atuação do então juiz Sergio Moro em processos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No dia 24 de junho, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estendeu a suspeição do ex-juiz Sergio Moro a todos os processos do ex-presidente Lula que o magistrado atuou.

Os processos do sítio de Atibaia e sobre o Instituto Lula voltaram, portanto, à estaca zero. Um dia antes da decisão de Gilmar Mendes, o Supremo Tribunal Federal também reconheceu a parcialidade de Moro ao condenar Lula no caso do triplex em Guarujá (SP).

No recurso, a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, afirma que a decisão é “insustentável também porque tomada sem qualquer apontamento de atos concretos nos demais feitos criminais que ensejem mais um reconhecimento da suspeição de Sergio Moro”.

“A decisão da Segunda Turma sobre a suspeição de Moro no caso do tríplex do Guarujá considerou, de maneira expressa, que a conclusão alcançada pelo órgão colegiado possui efeitos restritos, circunscritos especificamente à discussão destes autos. Nele, restou claro o propósito de evitar extensões exacerbadas, levadas a efeito sem se considerarem as condições particulares de cada processo-crime integrado pelo ex-juiz federal e o réu Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou a PGR.

Em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirma que “a extensão da suspeição do ex-juiz Sergio Moro aos demais processos em que ele atuou contra o ex-presidente Lula, tal como decidiu o Ministro Gilmar Mendes, é um desdobramento lógico e com pleno amparo legal. Por isso entendemos que a decisão será mantida”.

Fonte: CNN
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ANÁLISE POLÍTICA: A VIA DO CENTRO, POR ALEXANDRE GARCIA

Vamos começar a semana com o comentário político do célebre Alexandre Garcia que analisa os movimentos da política através das mudanças de partido de alguns dos seus principais atores e com isso como e de onde pode surgir a famigerada “terceira via” em meio a toda essa turbulência e polarização. Assista ao vídeo completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO RESGATA LULA, FREIXO TOMA “BANHO DE LOJA” E DORIA DESACELERA

Olá! Sábado é dia de ANÁLISE POLÍTICA com o talentoso jornalista Felipe Moura Brasil. Nesta edição o âncora do Salve, Salve, BandNews analisa a declaração do presidente do PSB de que o partido vai apoiar o candidato que apresentar maiores chances de derrotar Jair Bolsonaro nas urnas nas eleições de 2022. Em entrevista ao jornal O Globo, Carlos Siqueira afirmou: “se for Lula, será Lula. Se for Ciro, será Ciro. Se for outra pessoa, será outra pessoa”. Enquanto isso, o PSDB avalia que o governador João Doria vai enfrentar grandes resistências no Congresso caso seja confirmado candidato à Presidência. Então não perca essa oportunidade de se atualizar com apolítica nacional!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: QUEM É O MAIOR LADRÃO DO MUNDO? O GOOGLE RESPONDE!

Caro(a) leitor(a),

Fiquei surpreso quando vi a repercussão das declarações do cantor Amado Batista sobre Lula e seus filhos, já que a coisa mais comum nesse imenso país é ouvir as pessoas se referirem a Lula como “Ladrão”. Até o Google, quando se coloca lá: “maior ladrão do mundo”, responde com inúmeras opções de sites e citações sobre Lula como sendo essa pessoa. E isso não é de hoje. Fiz a minha primeira pesquisa com essa dita frase no Google há pelo menos 10 anos e a primeira imagem que surgiu como resposta foi a de Lula. Jornalistas renomados como Augusto Nunes, da Jovem Pan, Felipe Moura Brasil da BAND e Caio Coppolla da CNN chamam Lula de Ladrão, praticamente, todos os dias e ele ou Gleisi Hoffmann, sua fiel escudeira, nunca tinham reagido, porque sabem que se processar esses jornalista irão abrir uma ferida que não tem como fechar e vão perder a causa fragorosamente. Por que então resolveram reagir com o Amado Batista? Agora compraram uma briga interminável, pois por esse caminho terão de processar bem mais da metade da população brasileira acostumada a chamá-lo de ladrão diuturnamente. E eu sou um deles. Aqui no Blog do Saber tem centenas de publicações nesse sentido. Desse jeito nem a bilionária fortuna do maior ladrão do mundo vai ser suficiente para pagar honorários de advogados com tantos milhões de processos!

PT articula processo contra Amado Batista após cantor chamar Lula de ‘ladrão’

Assunto segue repercutindo nas redes sociais.

Publisher on 05.06.2021

Marcos Oliveira | Agência Senado

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, usou o Twitter para dizer que deve processar o cantor Amado Batista, depois de o músico chamar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ‘ladrão’ em uma entrevista concedida à Rede Nordeste de Rádio.

A declaração, reproduzida na íntegra pelo jornalista Magno Martins, foi ao ar na semana passada, mas só causou repercussão na cúpula do PT após o conteúdo ser noticiado pelo Conexão Política nesta sexta-feira (4).

Na entrevista, Batista defende o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e acusa Lula e os filhos dele.

Natural de Goiás, o músico disse que o petista não merece um novo voto de confiança porque possui um longo histórico de corrupção.

“Lula é um ladrão, só vota nele quem gosta de ladrão. Diferente de Bolsonaro, que não rouba”.

Ainda de acordo com Amado Batista, a riqueza acumulada pelos filhos do petista, especialmente o ‘lulinha’, retrata o antes e depois de Lula no Palácio do Planalto.

“Saiu do nada, [e] hoje é milionário. Não estou exagerando. Digo [isso] porque conheço seus negócios no agronegócio. Ande pelo Mato Grosso, como eu, e você comprovará”, reiterou.

Em reação, Gleisi afirmou que ‘quem faz acusação falsa’ é preciso que seja responsabilizado.

“Amado Batista terá de enfrentar a Justiça, assim como outros que mentiram sobre Lula e sua família. Quem faz acusação falsa tem de ser responsabilizado pelo que diz, seja famoso ou não”, escreveu hoje a presidente da sigla, nas redes sociais.

“Cuidado com a língua, mentirosos”, completou, em seguida.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

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ANÁLISE POLÍTICA: RESUMO DO DEBATE DE COPPOLLA X KATAGUIRI

Para quem não assistiu o debate entre Caio Coppolla e Kim Kataguiri que ocorreu no último sábado, ao vivo e arrebatou mais de 125 mil espectadores. Um retumbante repercussão que vale a pena ser vista e revista, pois serve de reflexão para todos os brasileiros nesse momento de extrema polarização e que nos falta uma terceira via para desafiar a mesmice e o retrocesso político em que o Brasil e os brasileiros estão lamentavelmente metidos. A meu ver o debate foi altamente positivo e útil, pois esclarece pontos importantes sobre esse momento nebuloso que estamos vivendo ao mesmo tempo que nos dá uma certeza: a de que não podemos chegar em 2022 sem a opção e o direito de um Brasil de futuro. Portanto sugiro que assista ao vídeo a seguir, faça sua reflexão e faça o seu juízo de valor!

Cortes do meu debate ao vivo (em 29/5) com o Deputado Federal Kim Kataguiri do MBL – a versão integral está em https://bit.ly/CaioXKim . Nesta edição, priorizei as minhas falas sobre os 5 temas em discussão: Eleições 2022, Bolsonaro e a Direita, Pandemia, Infraestrutura e Emprego. Há duas mensagens fundamentais que eu tentei transmitir ao longo do debate – a 1ª é essa aqui: “DESÂNIMO E DESESPERANÇA SÃO ARMAS DE COMUNICAÇÃO POLÍTICA – existe um Brasil que está dando certo e que está sendo varrido para debaixo do tapete por uma questão de militância” A 2ª mensagem é sobre a Eleição de 2022, no seu cenário mais provável (são os cortes iniciais deste vídeo, com as falas que eu transcrevo mais abaixo 👇🏼). 👉🏼 Por favor, COMPARTILHEM ESTE VÍDEO pra espalharmos essas duas mensagens e não deixem de assistir à versão completa no YouTube! 👊🏼🇧🇷 Tema “Eleições 2022”: “Eu sou um entusiasta da democracia e eu adoraria viver num país em que a realidade eleitoral nos propiciasse uma série de bons candidatos com os quais nós nos sentíssemos representados. Eu não tenho nenhum preconceito contra uma candidatura de 3ª via, de 4ª via, de 5ª via – isso seria salutar. Mas eu vivo no mundo real e, de tudo que foi falado no debate, eu gostaria de transmitir uma mensagem pro nosso espectador: NÃO EXISTE EQUIVALÊNCIA MORAL ENTRE LULA E BOLSONARO. Ainda que todas as acusações contra o atual Presidente da República fossem verdadeiras – e elas provavelmente não são – BOLSONARO ESTARIA PARA LULA ASSIM COMO UMA UNHA ENCRAVADA ESTÁ PARA UM PÉ QUEBRADO, e o Brasil precisa caminhar… e caminhar com o pé quebrado é infinitamente mais difícil.” “BOLSONARO, DE VEZ EM QUANDO, ENFRENTA O SISTEMA; LULA É O SISTEMA”. “E é uma pena ver jovens promissores como o Kim Kataguiri falando que em um eventual 2º turno (entre Lula e Bolsonaro) ANULARIAM O VOTO; eu repito: não existe equivalência moral entre Lula e Bolsonaro […] Nada chegaria aos pés do mal que seria para o Brasil a volta do LuloPetismo”. “Se fosse pra falar em uma metáfora de cinema: Bolsonaro é tipo um “RAMBO”: está na selva, é um sobrevivente, arranja confusão com cada um que cruza seu caminho; JÁ O LULA É O “PODEROSO CHEFÃO”: ele não move um músculo […] e tem um monte de gente fazendo o TRABALHO SUJO pra ele, inclusive o MBL, que fica desgastando o governo e pessoas da direita que não pensam estritamente como o Movimento.”

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO E LULA EM CAMPANHA CONJUNTA CONTRA TERCEIRA VIA, POR FELIPE MOURA BRASIL

Nesta quarta-feira a nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA trás O âncora do Salve, Salve, BandNews, Felipe Moura Brasil, falando sobre as notícias mais recentes que antecipam o debate eleitoral do ano que vem. Com o fortalecimento do ex-presidente Lula nas pesquisas, o PT tirou o pé do discurso pelo impeachment de Bolsonaro, pois enxerga que, sem Bolsonaro na corrida presidencial  uma terceira via pode surgir com muita força e melar o seu projeto de poder. Assista ao excelente comentário do jornalista, reflita e tire suas conclusões! 

Fonte:

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PONTO DE VISTA: DE UMA FORMA OU DE OUTRA A VERDADE SEMPRE APARECE, ATÉ MESMO PELA SENILIDADE

Caro(a) leitor(a),

O artigo a seguir é apenas o mote para eu desenvolver o meu pensamento sobre essa vergonha que é essa aproximação de Fernando Henrique com Lula. Apesar de, hoje, sabermos que o Ex-Presidente FHC é um militante de esquerda e que na época que foi presidente estava no guarda roupa, é algo altamente repugnante a sua declaração antecipada de que votaria em Lula caso vá para o segundo turno, em 2022, com Bolsonaro. Não tem a ver com a ideologia, pois sabemos que ambos são esquedopatas gourmet, mas pelos princípios e pela reputação. Fernando Henrique admitir que pode votar em Lula é o mesmo que dizer que concorda com a roubalheira e corrupção criada pela maior Organização criminosa já existente no planeta e não só isso, desta forma ele também admite que no seu governo também houve essa prática abusiva e criminosa. Não dá para não associar e/ou pensar de outra forma. Também admite que o seu partido, o PSDB, não tem candidato a altura para concorrer as eleições presidenciais. Agindo assim, ele está jogando na lata do lixo a reputação que construiu como governante que tirou o país de uma situação patética, horrorosa de penúria e hiperinflação para a prosperidade. E não vale mais a antiga máxima do “rouba mais faz”. A sociedade não admite mais isso. Se ele pensa assim também está admitindo que faz parte da velha política e ainda em vida joga o seu nome na lama. Não estou alertando o ex-presidente e muito menos lamentando, apenas constatando, pois quem tem de defender a reputação e ele e não eu. Ele é um homem de intelecto farto. Não precisa de ninguém para lhe dizer se falou demais ou verborragizou. Ele poderia, do alto dos seus quase 90 anos falar menos e se dar ao respeito, mas preferiu a exposição e ter que estar retuitando para esclarecer as bobagens que falou. Talvez esteja variando por conta da idade, mas ai alguém de sua confiança poderia intervir para preservar a sua imagem. Bem, a única certeza que tenho é que a mentira a cada dia está com as pernas mais curtas e a verdade está emergindo cada vez mais rápido. E não é de se estranhar que seja através da senilidade de alguns políticos da velha política!

Rui Costa defende união entre Lula e FHC contra Bolsonaro

Declarações ocorreram nesta sexta.

Publicado em 21.05.2021

Valter Campanato | Agência Brasil

O governador da Bahia, Rui Costa, do PT, resolveu falar sobre encontro político entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, divulgado nesta sexta-feira (21) pela cúpula petista.

Para Rui, a aproximação é consequência do cenário político atual, que é uma projeção de ‘tragédia’ e ‘incompetência’, na visão dele.

Apesar das críticas explícitas, ele não fez menção direta ao nome do presidente Jair Bolsonaro.

“As pessoas podem divergir. O Fernando Henrique tem ideias para a sociedade, de Estado, de como tocar a economia, tem um monte de ideias. O Lula tem outras ideias. Mas a política é isso. São ideias diferentes que têm que dialogar, todas a favor do Brasil”, declarou o petista, em entrevista a rádios locais.

“O que nós temos que buscar é salvar o nosso país dessa tragédia. Então é como se você trabalhasse numa empresa e alguém se tornou presidente, alguém incompetente da sua empresa, que não saber fazer nada. Você tá vendo sua empresa ir à falência. Então os funcionários, os sócios têm que se juntar pra salvar a empresa. Então nós somos os donos do Brasil. O povo brasileiro é o dono desse país. Então nós temos que salvar o Brasil dessa tragédia”, acrescentou.

Ainda sobre o assunto, o chefe do Executivo baiano usou o Twitter para dizer que é preciso ‘virar a página’.

“Lula e FHC podem ter divergências políticas e ideológicas, mas concordam que o Brasil precisa virar a página desta história trágica que estamos vivendo. Ninguém aguenta mais. O Brasil pertence ao povo brasileiro e todos nós temos nos unir para viver um novo tempo”, escreveu.

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.

Fonte: Conexão Política

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FACHIN EXIGE EXPLICAÇÕES DE JUÍZ FEDERAL DE CURITIBA O MOTIVO DE MANTER BENS DE LULA BLOQUEADOS

Fachin manda juiz de Curitiba explicar motivo de manter bloqueio de bens de Lula

Juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, não atendeu a um recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Gabriela Coelho da CNN, em Brasília

12 de maio de 2021 às 19:57

Fachin manda juiz de Curitiba explicar manutenção de bloqueio de bens de Lula

 O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou o juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, se explicar o motivo de não atender a um recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e manter o bloqueio de bens do ex-presidente em processos da Operação Lava Jato.

“Antes da análise do pleito liminar, solicitem-se informações à autoridade reclamada, encarecendo o envio de esclarecimentos acerca das noticiadas providências adotadas nos procedimentos que veiculam as medidas assecuratórias decretadas em desfavor do reclamante, bem como das razões pelas quais naquele juízo continuam a tramitar, considerada a extensão da ordem de habeas corpus concedida nos autos do HC 193.726. Instrua-se o ofício com cópia da inicial desta reclamação. Após, encaminhem-se os autos à Procuradoria-Geral da República para manifestação”, afirmou o ministro em despacho.

A defesa do ex-presidente Lula apresentou ao Supremo Tribunal Federal apresentou uma reclamação contra decisão do juiz Luiz Antônio Bonat.

Em março, a defesa de Lula recorreu da decisão de Bonat, que havia mantido os bloqueios de bens de investigados nos processos relacionados ao triplex, sítio de Atibaia, doações ao Instituto Lula e sede do Instituto Lula.

Na decisão, dada na última sexta-feira (7), Bonat destacou que, caso o ministro do STF defina pela liberação dos bens bloqueados, imediatamente serão executadas as providências, independentemente do envio dos processos para outra vara federal.

No dia 15 de abril, o Plenário do Supremo Tribunal Federal votou, por 8 a 3, para confirmar a liminar do ministro Luiz Edson Fachin que decidiu pela incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para processar e julgar os casos do tríplex no Guarujá (SP), do sítio de Atibaia (SP) e de duas ações envolvendo o Instituto Lula.

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POLÍTICA: ELEIÇÕES DE 2022 SE APROXIMANDO E O SUJO JÁ COMEÇA FALAR DO MAL LAVADO

Ciro abre “fogo” contra Lula, revela “sujeiras” do governo petista e causa alvoroço na “esquerdalha” (veja o vídeo)

Lula e Ciro Gomes - Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaLula e Ciro Gomes – Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Nesta segunda-feira (03), Ciro Gomes, já em clima de campanha para as eleições de 2022 e devidamente “comandado” pelo marqueteiro João Santana, publicou um vídeo intitulado ‘Uma verdade sobre Lula’.

A publicação, de menos de um minuto, contém uma avaliação sobre Lula durante a “era PT”.

“Eu gostaria que você tivesse paciência de escutar coisas que não está acostumado. Uma delas: o governo Lula deu pouco aos pobres e muito aos ricos”, diz ele, no vídeo.

As declarações de Ciro não agradaram os lulopetistas.

Com 2022 se aproximando, o “fogo na esquerdalha” começou.

É o sujo falando do mal lavado.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online
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POLÍTICA: NO JULGAMENTO POLÍTICO PARA SALVAR LULA DOS SEUS CRIMES ESTÃO COLOCANDO SÉRGIO MORO COMO BODE EXPIATÓRIO

Estão colocando Sergio Moro como bode expiatório para salvar o Lula”, ressalta advogado (veja o vídeo)

Sérgio Moro (Reprodução)Sérgio Moro

O ativismo judicial e as táticas da esquerda foram alguns dos temas do debate que reuniu o advogado e jornalista Paulo Faria, e o advogado Danilo Garcia na TV Jornal da Cidade Online.

Para o advogado Danilo Garcia, a suspeição de Moro é um julgamento político, e existe algo importante nessa história que está sendo estrategicamente ignorado: Lula teria praticado crime de lesa pátria, por conta da evasão de divisas brasileiras para ditaduras comunistas.

“É um julgamento político, não estou aqui dizendo se o Moro merece ou não merece apreço jurídico. Estou falando que estão colocando Moro como bode expiatório para salvar o ex-presidente Lula dos crimes por ele, e por sua organização partidária, para não dizer criminosa, praticados contra o erário brasileiro.

Muito me perguntarão que crimes? Ora, o Brasil tem bastante miséria, bastante área que precisa de incentivo fiscal financeiro para que possa prosperar, por que mandaram nosso dinheiro para Cuba, Venezuela, para África?

Dinheiro brasileiro que deveria ser empregado no Brasil. Maior que este crime não há. É crime de lesa pátria. Só por este crime o Lula deveria ser recolhido preso e jamais voltar ao cenário político. Estão usando o Moro como bode expiatório para justificar essas anulações absurdas. E assim tornar ele eletivo novamente. Estão querendo pegar o ex-juiz Sérgio Moro como bode expiatório para justificar o injustificável.

Para inocentar aquele que não é inocente, para apaziguar aquele partido político que não pensou no Brasil e nos brasileiros. Que só pensou em si e no seu plano perpétuo de reeleição e de manutenção no poder. Então, mais uma vez essa decisão do STF é uma decisão de ativismo judicial explícito e implícito. Ilegal do ponto de vista constitucional. Repugnante”, frisou.

“Esta questão de ideologia, de sexo, de catalogar as pessoas por cor de pele é a tática da esquerda”

Já o advogado Paulo Faria apontou algumas estratégias usadas pela esquerda, como a vitimização, e a cooptação da juventude e das ditas ‘minorias’:

“A esquerda trata as pessoas com pena, esperando submissão delas. Não é pelas capacidades ou competência. Nós, em vez de vivermos no país da meritocracia, vivemos no país da cleptocracia. Então é preciso mudar isso depois de 14 anos de governo petista.

E hoje temos esses jovens de 20/30 anos que foram formados na era petista, nós estamos vendo aí a porcaria que está o país. Nós estamos pagando o preço alto por ter colocado um analfabeto como o Lula no poder. Além de uma mulher, que representou muito mal as mulheres, porque mulher não é aquilo que estava na presidência da República, não. Ela acabou com o país.

Nem uma loja de 1,99 ela conseguiu fazer funcionar. Mas isso não é porque é mulher, é porque a pessoa é incompetente de pai e mãe. Então esta questão de ideologia, de sexo, de catalogar as pessoas por cor de pele é a tática da esquerda. Por exemplo a criminalização da homofobia, o STF legislando, é o ativismo judicial.

Aí acontece o seguinte quanto a essa lei da igualdade salarial, o presidente vai ter que sancionar, porque se ele não sancionar, ele vai ser chamado de misógino”, explicou Faria.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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O FUTURO JURÍDICO DE LULA SERÁ JULGADO EM VARA CRIMINAL ONDE JÁ FOI ABSOLVIDO DUAS VEZES

Lula será julgado em foro no qual já foi duas vezes absolvido

Varas criminais que vão receber processos da Lava Jato são especializadas em crimes financeiros, como corrupção e lavagem de dinheiro

Ricardo Brandt, colaboração para a CNN Brasil

25 de abril de 2021 às 06:00

Ex-presidente Lula durante discursoEx-presidente Lula durante discurso Foto: Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo

O futuro jurídico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será decidido no quarto andar do prédio da Justiça Federal, em Brasília. Ali funcionam as duas varas criminais do Distrito Federal, responsáveis pelos novos julgamentos das ações penais contra o ex-presidente abertas em Curitiba – o berço da Operação Lava Jato. Foi também onde o petista obteve duas absolvições, a primeira delas em julho de 2018 – quando estava preso e condenado a 9 anos e 6 meses -, em processo em que foi acusado por tentativa de obstrução à Justiça, uma suposta tentativa de compra do silêncio do delator Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras.

Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) da última quinta-feira (22) estabeleceu que a Justiça Federal do Distrito Federal tem a competência legal para julgar Lula, pelos supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro denunciados pela força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF), em Curitiba.

A maioria dos ministros seguiu voto do relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, que em março acatou pedido da defesa e declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e do ex-juiz Sérgio Moro para julgar o ex-presidente, nos processos vinculados ao esquema de desvios na Petrobras. Ao anular duas condenações de Lula, Fachin evitou a nulidade total dos processos, buscada pela defesa em outro recurso sobre a parcialidade de Moro, e assim costurou uma saída de sobrevida para as acusações, com o envio dos casos para Brasília para reinício de instrução e novos julgamentos.

Seguiram o voto do relator os ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rosa Weber e Cármen Lúcia. Os ministros Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski votaram pelo envio das ações para São Paulo, por envolverem crimes de lavagem de dinheiro no Estado, mesmo entendimento defendido pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A vez do sorteio

São quatro processos criminais: do triplex do Guarujá (que ocultaria propinas da OAS), do sítio de Atibaia (envolvendo OAS e Odebrecht), da compra do terreno para a sede do Instituto Lula e das doações à entidade (pela Odebrecht). Nos dois primeiros, Lula foi condenado e as sentenças foram confirmadas em segunda instância no Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
Os processos devem ser distribuídos entre os quatro juízes da 10ª e da 12ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, especializadas em julgamentos de casos de crimes financeiros, como de corrupção e de lavagem de dinheiro, envolvendo organizações criminosas.

Na 10ª Vara Federal – que atua na área há mais tempo e por onde já passaram casos emblemáticos, como as instruções do processo do mensalão -, o titular é o juiz Vallisney de Souza Oliveira, e o substituto, Ricardo Augusto Soares Leite. A 12ª Vara Federal tem como titular o juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, e como substituta, a juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves.

Mensalão e Lava Jato

Não é a primeira vez que Lula é réu na Justiça Federal do DF. Ele foi absolvido em duas ações da Lava Jato, em 2018 e 2019. Além de ser inocentado em 2018, na 10ª Vara, no caso da tentativa de obstrução delatada por Cerveró e pelo ex-senador Delcídio Amaral (então líder do governo Dilma Rousseff), o ex-presidente foi absolvido em 2019 pelo juiz titular da 12ª Vara no processo que imputou formação de organização criminosa e que ficou conhecido como o caso do “Quadrilhão do PT”.

O ex-presidente também é réu em dois processos penais abertos na 10ª Vara pelo juiz Vallisney de Oliveira. Um deles, aberto em 2016, por suposto esquema de corrupção na compra dos 36 caças Gripen, da empresa sueca SAAB, em 2015. Ele é acusado de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em outra ação aberta em 2017, o petista é acusado de receber propinas pela edição de uma medida provisória em 2009 que estendeu benefícios tributários para montadoras.

Além de Lula, foram réus nas varas especializadas em crimes do colarinho branco do DF o ex-presidente Michel Temer, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB/RJ), os ex-ministros Guido Mantega (PT), Geddel Vieira Lima (MDB), Moreira Franco (MDB), o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os delatores da J&F, os irmãos Joesley e Wesley Batista e o lobista Lúcio Funaro, entre outros, já foram processados ali. É onde também serão julgados os hackers que invadiram e vazaram mensagens dos investigadores da Lava Jato e de Moro.

Sobrecarga

Assim como a 13ª Vara Federal, em Curitiba, as duas varas da Justiça Federal no DF que receberão os processos da Lava Jato contra Lula são especializadas na atuação em processos de lavagem de dinheiro e organizações criminosas. A diferença está na estrutura e nas ferramentas disponíveis para agilizar os processos.

A criação das varas especializadas em lavagem de dinheiro e crimes financeiros em geral, em 2003, buscou otimizar a atuação do Judiciário nos casos de crimes desse tipo em uma época de explosão de casos, lembra Gilson Dipp, ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ex-corregedor nacional da Justiça e um dos idealizadores da resolução editada pelo Conselho da Justiça Federal (CJF).

“Com essas varas vieram o caso Banestado, depois o mensalão e agora a Lava Jato. A maior conquista recente do Judiciário brasileiro foi a criação das varas de lavagem de dinheiro, que inspirou vários países”, afirmou Dipp em entrevista para a CNN. Um dos problemas, segundo ele, foi a falta de estrutura adequada para as varas e uma melhor definição de que tipo de casos deveriam ser concentrados nesses juízos especiais, para se evitar sobrecarga e riscos de impunidade.

Em julho de 2005, por exemplo, os mandados de buscas realizadas pela PF em endereços ligados a Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Ney Suassuna (MDB-RJ) – a origem do mensalão, primeiro grande escândalo do governo Lula – saíram da 10ª Vara do DF. Foi também o local em que os réus do processo do mensalão (Ação Penal 470) foram ouvidos em 2007.

A 10ª Vara Federal Criminal foi a única especializada em crimes de lavagem de dinheiro da capital federal até 2018, quando a 12ª foi transformada para absorver a crescente demanda de processos, oriundos das descobertas da Lava Jato, ela tinha cerca de 2,3 mil ações penais em trâmite na época.

“Houve uma concentração de processos e muita visibilidade para os juízes. E eles não receberam um apoio funcional e material dos respectivos tribunais regionais federais”, afirmou Dipp. Por serem especializadas, essas varas não deveriam estar sujeitas à sobrecarga processual.

Entre 2016 e 2017, tanto o juiz Vallysney de Oliveira como o juiz Ricardo Leite foram alvos de ataques por suposta morosidade nos processos e decisões relativas à Operação Zelotes. O caso acabou arquivado na Corregedoria do CNJ. Na época, Ricardo Leite explicou ao órgão que suas decisões “obedeceram ao princípio do livre convencimento motivado” e também “não foram reformadas em grau recursal”, no TRF-1. “Suposta morosidade e o acúmulo de processos são resultado da sobrecarga de demandas relacionadas a temas complexos.” Sustentou ainda que “os dados reais da produtividade revelam o incremento da eficiência da vara, com recente diminuição do acervo”.

Em nota divulgada em 2017, a 10.ª Vara Federal rebateu publicamente as acusações de morosidade e suposto envolvimento com delatores da J&F – que depois não se comprovou – e listou “mais de 20 grandes operações criminais” como  Lava Jato,  Greenfield (sobre desvios nos fundos de pensão federal), Cui Bono, Zelotes, Swissleaks, Bullish, entre outras, que teriam sido instruídas com celeridade.

Risco de Prescrição

Com histórico de sobrecarga processual, falta de estrutura adequada para o volume crescente de processos contra a corrupção, envolvendo organizações criminosas, e acusações de morosidade, a 10.ª Vara Federal Criminal recebeu em março uma das ações de Curitiba, sobre doações da Odebrecht para o Instituto Lula.

O processo foi distribuído para o juiz Ricardo Leite, que já colocou Lula no banco dos réus no processo da Lava Jato por tentativa de obstrução à Justiça e depois o absolveu. Em janeiro de 2018, Leite ainda mandou a Polícia Federal apreender o passaporte do ex-presidente, que viajaria para a África do Sul, dias depois de o TRF-4 confirmar a condenação em segunda instância.

Os outros três processos ainda serão distribuídos. No caso do tríplex, o processo voltou à estaca zero, com a declaração de parcialidade de Moro e anulação de todos os atos e provas pelo STF. Nos demais, caberá aos novos juízes a decisão de validar ou não as provas e atos de instrução dos processos.

Foram anuladas pelo STF apenas as decisões da 13ª Vara Federal de Curitiba, como aceitação das denúncias feitas pelo MPF e julgamentos. Como Lula tem mais de 70 – o prazo de prescrição dos crimes imputados a ele cai pela metade -, a possibilidade de ele nem sequer ser sentenciado aumenta.

O presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), André Eduardo Brandão de Brito Fernandes, reconhece que as varas do Distrito Federal são mais assoberbadas e que o recebimento de processos volumosos e com grande atenção pública eleva a pressão em um ambiente já no limite. “Certamente os juízes tentarão evitar a prescrição dos crimes. Essas varas especializadas foram muito bem pensadas e são eficientes, apesar dos ataques nos julgamentos recentes do Supremo. Haverá pressão, mas os juízes estão prontos para isso.”

A defesa de Lula sustenta na Justiça desde 2016 que a 13ª Vara Federal de Curitiba e Moro eram incompetentes para julgar os casos investigados pela Lava Jato. O advogado Cristiano Zanin Martins afirma que o ex-presidente foi vítima de um processo político e acusado e condenado sem provas e de forma ilegal por Moro.

O defensor sustenta também que o magistrado era parcial e que todos os atos dos processos são nulos – argumento acolhido pela maioria do Supremo, em um dos processos. Segundo ele, Lula esteve ilegalmente preso por 580 dias e foi “vítima de perseguições e constrangimentos irreparáveis”. Em nota, a defesa disse que o STF “reconheceu que o ex-juiz Sérgio Moro quebrou a regra de ouro da jurisdição: agiu de forma parcial em relação ao ex-presidente Lula.”

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A SUSPEIÇÃO DO EX-JUÍZ SÉRGIO MORO NÃO SIGNIFICA ABSOLVIÇÃO DE LULA, EXPLICA CRIMINALISTA

STF não absolveu Lula, mas ‘zerou o jogo’ para petista, explica criminalista

“A decisão de quinta-feira (22) significa que o processo começa do zero absoluto”, avalia Celso Vilardi sobre caso do Tríplex do Guarujá

Produzido por Thiago Felix, da CNN em São Paulo

 Atualizado 24 de abril de 2021 às 17:23
STF não absolveu Lula, mas 'zerou o jogo' para petista, explica criminalista

 

O Supremo Tribunal Federal confirmou na última quinta-feira (22) a decisão que reconheceu a suspeição do ex-juiz Sergio Moro ao julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Lava Jato. Por maioria, o plenário da corte entendeu que Moro não atuou com equidistância e imparcialidade. Para o professor da Fundação Getulio Vargas, o criminalista Celso Vilardi, a imagem da Justiça sai desgastada — embora a decisão não signifique absolvição do petista

“É muito ruim para a imagem do nosso Poder Judiciário porque a população que não entende de incompetência de juízo e critérios de suspensão fica sem entender como uma pessoa condenada em primeira e segunda instância — e que o próprio STF mandou prender — anula tudo anos depois”, explica.

Vilardi acrescenta que a 13ª Vara Federal de Curitiba sempre foi incompetente para processar a denúncia contra Lula e que a decisão do STF foi tardia. “Curitiba era incompetente desde o início, mas o Supremo falhou porque, quando os advogados reclamavam, a corte acabou mantendo a competência de Curitiba, ainda que mudando gradualmente no tempo. Explicar tudo isso ao cidadão comum é muito difícil”, afirma.

Segundo explicou Vilardi, Lula se torna elegível para 2022, apesar de não ser possível interpretar que ele foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal, já que a corte não entrou no mérito das acusações.

“A decisão de quinta-feira significa que o processo começa do zero absoluto. Efetivamente, vai ter que reiniciar a própria investigação, mas isso não quer dizer que o STF tenha absolvido o ex-presidente Lula, ele zerou o jogo”. “O ex-presidente Lula pode concorrer em 2022, mas terá que enfrentar os processos criminais se eles forem possíveis à luz da questão prescricional”, completa

Fonte: CNN

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POLÍTICA: MARQUETEIRO DO PT PRESO POR LAVAGEM DE DINHEIRO É O NOVO CONTRATADO DO PDT

PDT contrata o marqueteiro João Santana, preso por lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução/Internet

O PDT contratou o jornalista João Santana, responsável pelas campanhas de Luis Inácio Lula da Silva (2006) e Dilma Roussef (2010 e 2014) para “ajudar” na área de comunicação da sigla. Santana foi o marqueteiro oficial do PT por longos anos. O investimento reforça a ideia de que Ciro Gomes vai, realmente, disputar eleição presidencial de 2022.

João Santana está tão otimista com seu “pupilo” que, em entrevista concedida ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, em outubro de 2020, chegou a dizer que Lula deveria ser vice na chapa encabeçada por Ciro.

“O Lula está em uma condição que não pode nem perder nem ganhar, porque assumiria o governo sangrando. Ele é o melhor perfil de vice que se pode ter”, disparou, acrescentando que também poderia trabalhar para uma candidatura de esquerda, na disputa de 2022.

Ciro Gomes e o presidente da legenda, Carlos Lupi, comemoraram a contratação no Twitter.

João Santana foi um dos investigados na Operação Lava Jato. Ele foi condenado a mais de sete anos de prisão por lavagem de dinheiro, em 2017. Mas, aderiu a um acordo de delação premiada e, por isso, cumpriu apenas um ano e seis meses de reclusão no regime fechado diferenciado. Ou seja: recolhimento domiciliar integral com uso de tornozeleira eletrônica. Em seguida, passou aos regimes semiaberto e aberto.

O fato é que nenhum marketing se iguala ao do presidente Jair Bolsonaro. Ele passeia, cumprimenta, entra e sai de residências por todo o Brasil; provando que o trabalho honesto e fiel aos princípios determinados nas eleições de 2018 continuam sendo um eficiente “boca a boca”. E o melhor: sem um tostão investido.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PLENÁRIO DO STF FORMOU MAIORIA E DECIDIU QUE OS PROCESSOS CONTRA LULA DEVEM SER MANTIDOS NA JUSTIÇA FEDERAL DE BRASÍLIA

Plenário do STF decide enviar processos de Lula para a Justiça Federal do DF

Edson Fachin, Luis Robeto Barroso, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rosa Weber e Cármen Lúcia votaram para mandar os casos para Brasília

Gabriela Coelho e Renato Barcellos, da CNN, em Brasília e São Paulo

Atualizado 22 de abril de 2021 às 16:40

Maioria do STF decide enviar processos de Lula para a Justiça Federal do DF

 O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e decidiu nesta quinta-feira (22) que os processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem ser mantidos na Justiça Federal do Distrito Federal.

Relator do caso, o ministro Edson Fachin votou pela transferência dos processos para a vara de Brasília porque, segundo ele, os fatos imputados a Lula têm relação com o local. A decisão do ministro foi seguida por Luis Robeto Barroso, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rosa Weber e Cármen Lúcia.

O ministro Alexandre de Moraes, assim como na última semana, disse que as acusações envolvendo o ex-presidente Lula não têm relações com o Distrito Federal e, sim, com São Paulo. A decisão dele foi acompanhada por Ricardo Lewandowski,

Já os ministros Nunes Marques, Marco Aurélio e Luiz Fux votaram pela permanência dos processos em Curitiba.

Na última quinta-feira (15), o plenário do Supremo Tribunal Federal formou maioria e acatou a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações do ex-presidente no âmbito da Operação Lava Jato.

O placar para manter a incompetência de Curitiba nas condenações do ex-presidente foi de 8 votos a favor e 3 contra.

Na sessão desta quinta, o Supremo avaliou uma sugestão do ministro Alexandre de Moraes para decidir se os processos de Lula serão analisados pela Justiça Federal em Brasília ou em São Paulo.

Fonte: CNN

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PLENÁRIO DO STF FORMOU MAIORIA E ANULOU AS CONDENAÇÕES DO EX-PRESIDENE LULA

Por 8 a 3, STF confirma decisão de Fachin que mantém Lula elegível para 2022

Plenário da Corte julgou recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República para manter os processos do ex-presidente em Curitiba

Gabriela Coelho, Teo Cury, Galton Sé e Renato Barcellos,

da CNN, em Brasília e São Paulo

 Atualizado 15 de abril de 2021 às 22:11

Por 8 a 3, STF confirma decisão de Fachin que mantém Lula elegível para 2022 | 7Segundos - Arapiraca

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e acatou a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava Jato.

O placar para manter a incompncia de Cuetêritiba nas condenações do ex-presidente foi de 8 votos a favor e 3 contra.

O relator, ministro Edson Fachin, votou para manter a decisão anterior de anular as condenações. Segundo o ministro, de acordo com entendimentos anteriores do STF, a 13ª Vara de Curitiba não é o “juízo universal” de fatos ligados à Lava Jato.

Para Fachin, a conduta atribuída a Lula “não era restrita à Petrobras, mas à extensa gama de órgãos públicos em que era possível o alcance dos objetivos políticos e financeiros espúrios”.

O ministro foi seguido por Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso.

O ministro Alexandre de Moraes entendeu pela incompetência de Curitiba, mas mandou os processos para SP, já que os fatos relacionados à denúncia foram no estado. “O assunto que está sendo julgado é um dos mais importantes, qual seja, o juiz natural. Todos têm o direito de ter um julgamento de acordo com o juiz natural adequado”, disse o ministro Moraes.

Entendimento Diferente

O ministro Nunes Marques abriu divergência quanto ao voto do relator por entender que o crime do qual Lula foi condenado aconteceu em detrimento da Petrobras, justificando, assim, o juízo da 13ª vara, por conexão.

Segundo o ministro, há ligação com os atos praticados por Lula com a Petrobras. “É necessário se preservar a competência de Curitiba, em prestígio à segurança jurídica à luz das asserções da acusação, tão reiterado pelo Supremo”, disse.

No caso, os ministros analisam o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a anulação das condenações de Lula e a transferência dos casos de Curitiba para a Justiça Federal do DF.

Na prática, os ministros decidem se mantêm ou se derrubam, na íntegra ou parcialmente, todos os pontos levantados na decisão que o relator da Lava Jato no STF proferiu há cerca de um mês: a anulação das condenações de Lula no âmbito da operação; o envio dos processos – triplex do Guarujá, sítio de Atibaia, terreno do Instituto Lula e doações da Odebrecht ao mesmo instituto – à Justiça Federal do DF; e o arquivamento da suspeição do ex-juiz federal Sérgio Moro.

Discussão

Nesta quarta-feira (14), em uma análise de uma questão preliminar, por 9 a 2, o STF decidiu que caberá aos 11 ministros do plenário analisar se mantém cada um dos pontos da decisão do ministro Edson Fachin que anulou as condenações de Lula. Os ministros discutiram se caberia à Segunda Turma julgar o caso, como queria a defesa do ex-presidente, ou o plenário, como se posicionou Fachin.

Entenda o caso

Em março deste ano, o ministro Edson Fachin decidiu anular todas as condenações contra Lula, por entender que os casos não deveriam ter tramitado na Justiça Federal do Paraná, responsável por julgamentos da operação Lava Jato.

O que acontece agora que a anulação das condenações foi mantida?

Com a decisão proferida pelo STF, os direitos políticos de Lula ficam mantidos. Ou seja, ele pode se candidatar a cargos políticos já nas eleições de 2022.

Mas isso não significa que Lula foi inocentado e que ele não voltará a ser investigado. Na próxima semana, o Supremo avalia se os processos serão analisados pela Justiça Federal em Brasília ou em São Paulo, como sugeriu o ministro Alexandre de Moraes em seu voto.

Lula tem mais de 70 anos – e, segundo o Código de Processo Penal, a prescrição de crimes tem prazo reduzido pela metade neste caso, o que poderia fazer alguns crimes terem a punibilidade extinta.

Relembre os processos contra Lula anulados por Fachin

Triplex no Guarujá

O ex-presidente foi condenado em 2017 pelo então juiz Sergio Moro, que atuava na 13ª Vara Federal de Curitiba, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.

De acordo com a decisão da época, Lula teria recebido o imóvel como propina da construtora OAS em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras, o que o petista nega.

A decisão foi confirmada na segunda instância pela 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e mantida pela 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que fixou a pena de 8 anos e 10 meses de prisão.

Foi essa condenação que levou Lula à prisão em abril de 2018. Em novembro de 2019, ele foi solto após o STF mudar o entendimento sobre a prisão em segunda instância e definir que um condenado só pode ser preso após trânsito em julgado, ou seja, ao fim de todos os recursos.

Sítio de Atibaia

Em 2019, o ex-presidente foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro por ter, supostamente, recebido propina da OAS e da Odebrecht por meio de reformas no sítio que ele frequentava com a família.

Apesar de o imóvel não estar no nome de Lula, a juíza substituta Gabriela Hardt, substituta de Moro, considerou que era “amplamente comprovado que a família do ex-presidente Lula era frequentadora assídua no imóvel, bem como que o usufruiu como se dona fosse”.

A decisão foi confirmada pelo TRF-4, que fixou a pena de 17 anos e 1 mês de prisão.

Instituto Lula

Além das condenações nos dois processos, o ex-presidente também era réu, na Justiça Federal do Paraná, em dois casos envolvendo o Instituto Lula, fundação sem fins lucrativos dedicada à manutenção do seu legado.

No primeiro deles, o petista é acusado de ter recebido um terreno de R$ 12 milhões para a construção de uma nova sede para a organização como propina da Odebrecht.

No segundo, Lula também é acusado de ter recebido R$ 4 milhões em propinas da empreiteira disfarçadas de doações à fundação. Em fevereiro, o TRF-4 manteve a suspensão dessa ação.

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POR MAIORIA DOS VOTOS O PLENÁRIO DO STF VAI JULGAR A ANULAÇÃO DAS CONDENAÇÕES DO EX-PRESIDENTE LULA POR FACHIN

Por 9 a 2, STF decide que plenário deve julgar anulação das condenações de Lula

Se maioria do plenário referendar decisão de Fachin, o ex-presidente Lula poderá ter de volta direitos políticos

Gregory Prudenciano e Nathallia Fonseca, da CNN, em São Paulo, e Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

Atualizado 14 de abril de 2021 às 20:17

Por 9 a 2, STF decide que plenário deve julgar anulação das condenações de Lula

A maioria do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (14), que o plenário da Corte confirmará ou não a decisão do ministro Edson Fachin, em março deste ano, que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que tramitaram na Justiça Federal do Paraná no contexto da Lava Jato.

Nesta quarta, o plenário debateu se o julgamento da decisão de Fachin deveria acontecer na Segunda Turma da Corte, composta pelos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Nunes Marques, ou no plenário no STF. Na quinta-feira (15), a decisão será sobre competência da 13ª Vara Federal de Curitiba sobre os processos ou envio do caso para o Distito Federal.

O placar foi de 9 a favor pelo julgamento no plenário no STF e 2 votos contra.

O relator, Edson Fachin, votou pela análise no plenário, e foi acompanhando pelo presidente do STF, Luiz Fux, e também pelos ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Votaram pela apreciação do caso na Segunda Turma o ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello.

Durante o voto, Fachin citou precedentes de casos julgados em turmas que foram parar no Tribunal pleno. De acordo com o ministro, a Constituição Federal atribui legitimidade à prestação jurisdicional sobre quaisquer causas inseridas na competência do STF. “Nessa dimensão, não há falar em preclusão do tema ou carência de fundamentação”, afirmou.

Já o ministro Gilmar Mendes fez uma série de críticas, apesar de votar com o relator. Para ele, “o processo de Lula teve um andar trôpego”. O ministro ainda afirmou que “embora concorde que matérias relevantes devam ser julgadas pelo plenário, matérias já deliberadas pela 2ª turma não podem ser trazidas para o plenário”.

Entenda o caso

Em março deste ano, o ministro Edson Fachin decidiu anular todas as condenações contra Lula, por entender que os casos não deveriam ter tramitado na Justiça Federal do Paraná, responsável por julgamentos da operação Lava Jato.

O que acontece se a anulação das condenações for mantida?

Se a maioria do Supremo concordar com a anulação das condenações, os direitos políticos de Lula ficam mantidos. Ou seja, ele pode se candidatar a cargos políticos já nas eleições de 2022.

Mas isso não significa que Lula foi inocentado e que ele não voltará a ser investigado. A Justiça Federal do Distrito Federal decidirá se os autos dos processos devem ser reaproveitados ou se as investigações teriam de ser refeitas. Lula tem mais de 70 anos – e, segundo o Código de Processo Penal, a prescrição de crimes tem prazo reduzido pela metade neste caso, o que poderia fazer alguns crimes terem a punibilidade extinta.

O que acontece se o STF derrubar a decisão de Fachin?

Se a maioria do Supremo discordar da anulação das condenações, Lula volta a perder os direitos políticos. Isto significa que ele ficaria inelegível outra vez e não poderia se candidatar nas eleições de 2022.

Desta forma, as decisões da Justiça Federal do Paraná estariam mantidas, e os casos não iriam mais para o Distrito Federal.

Apesar da decisão do STF pela suspeição de Moro no processo do triplex, Lula fica inelegível porque também foi condenado em segunda instância no caso do sítio de Atibaia.

No entanto, a defesa do ex-presidente ainda tem dois caminhos. Um é obter uma decisão que estenda ao processo do sítio o entendimento de que Moro foi parcial. Assim, este caso também seria anulado. O outro é recorrer novamente ao Supremo Tribunal Federal contra a possível manutenção dos processos no Paraná no julgamento desta quarta.

Relembre os processos contra Lula anulados por Fachin

Triplex no Guarujá

O ex-presidente foi condenado em 2017 pelo então juiz Sergio Moro, que atuava na 13ª Vara Federal de Curitiba, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.

De acordo com a decisão da época, Lula teria recebido o imóvel como propina da construtora OAS em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras, o que o petista nega.

A decisão foi confirmada na segunda instância pela 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e mantida pela 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que fixou a pena de 8 anos e 10 meses de prisão.

Foi essa condenação que levou Lula à prisão em abril de 2018. Em novembro de 2019, ele foi solto após o STF mudar o entendimento sobre a prisão em segunda instância e definir que um condenado só pode ser preso após trânsito em julgado, ou seja, ao fim de todos os recursos.

Sítio de Atibaia

Em 2019, o ex-presidente foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro por ter, supostamente, recebido propina da OAS e da Odebrecht por meio de reformas no sítio que ele frequentava com a família.

Apesar de o imóvel não estar no nome de Lula, a juíza substituta Gabriela Hardt, substituta de Moro, considerou que era “amplamente comprovado que a família do ex-presidente Lula era frequentadora assídua no imóvel, bem como que o usufruiu como se dona fosse”.

A decisão foi confirmada pelo TRF-4, que fixou a pena de 17 anos e 1 mês de prisão.

Instituto Lula

Além das condenações nos dois processos, o ex-presidente também era réu, na Justiça Federal do Paraná, em dois casos envolvendo o Instituto Lula, fundação sem fins lucrativos dedicada à manutenção do seu legado.

No primeiro deles, o petista é acusado de ter recebido um terreno de R$ 12 milhões para a construção de uma nova sede para a organização como propina da Odebrecht.

No segundo, Lula também é acusado de ter recebido R$ 4 milhões em propinas da empreiteira disfarçadas de doações à fundação. Em fevereiro, o TRF-4 manteve a suspensão dessa ação.

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DEFESA DE LULA PEDE QUE O MINISTRO DO STF LEWANDOWSKI TRANQUE AÇÕES DO SÍTIO DE ATIBAIA E DOIS PROCESSOS ENVOLVENDO O INSTITUTO LULA

Defesa de Lula pede que Lewandowski tranque ações de instituto e sítio

O plenário do STF deve julgar entre amanhã e quinta-feira (15) o recurso da PGR contra a anulação das condenações do ex-presidente na Lava Jato de Curitiba

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

Atualizado 13 de abril de 2021 às 19:17

Defesa de Lula pede que Lewandowski tranque ações de instituto e sítio de Atibaia

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta terça-feira (13) que o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), tranque a ação do sítio de Atibaia e dois processos envolvendo o Instituto Lula. Nos três casos o petista é acusado pelo Ministério Público Federal no Paraná de ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht.

O plenário do STF deve julgar entre amanhã e quinta-feira (15) o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a anulação das condenações do ex-presidente na Lava Jato de Curitiba.

Se Lewandowski não aceitar o trancamento, a defesa solicita que as provas obtidas no acordo de leniência da Odebrecht não sejam utilizadas, já que não houve acesso da defesa ao processo.

Segundo a defesa descreve no pedido, houve o descumprimento de decisões do Supremo que determinaram o compartilhamento dos elementos de prova e demais dados do acordo de leniência fechado entre a força-tarefa da Lava Jato de Curitiba e a construtora.

“Desde 2017 os advogados de Lula tentam acesso à íntegra do acordo de leniência e ao material trocado entre a “Lava Jato e autoridades estrangeiras. Desde então, os membros da extinta força-tarefa passaram a afirmar, inclusive perante o STF, que não tinham nada documentado com as autoridades de outros países em relação ao acordo de leniência da Odebrecht”, diz a defesa na peça.

‘Esquema vultuoso’

Na semana passada, conforme a CNN mostrou, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que contatos diretos com autoridades estrangeiras no âmbito da Operação Lava Jato eram harmônicos e corriqueiros.

A manifestação, assinada pelo subprocurador da República, Hindemburgo Chateaubriand, se deu em uma ação dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que defende que o material coletado pela Operação Spoofing (aquela que apura conversas vazadas de procuradores) mostra que a Lava Jato manteve cooperação informal com autoridades estrangeiras para investigar alvos da operação, entre eles Lula.

O sub-procurador afirmou ainda que “no esquema vultuoso de corrupção descoberto pela lava jato, identificou-se que os investigados abriram contas em bancos estrangeiros para receber dinheiro de propinas.”

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ANÁLISE POLÍTICA: CONTRA BOLSONARO, PONDÉ DECLARA VOTO “CONSERVADOR” EM LULA, POR CAIO COPPOLLA

Não poderia deixar passar o brilhante comentário político do jovem, competente e preciso Caio Coppolla, sobre o que escreveu o filósofo Luiz Felipe Pondé, quanto a sua escolha para presidente da república em 2022, caso a disputa no 2º turno se dê entre Bolsonaro e Lula. Que ele, Pondé, afirma, votaria em Lula. Sensacional a análise desse brilhante comentarista político, que coloca todas as coisas nos seus devidos lugares. Assista, veja o resumo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Em artigo na Folha de S. Paulo, PONDÉ DECLAROU VOTO EM LULA no 2º turno contra Bolsonaro. Ele argumenta que o governo petista foi melhor que o atual. Até aí, é só uma opinião (fácil de refutar). Mas o filósofo “filosofou” e foi além: “a SENSIBILIDADE CONSERVADORA indica que o Lula seria a opção menos ruim. Muitos subirão pelas paredes. SE ISSO ACONTECER COM VOCÊ É PORQUE VOCÊ É SIMPLESMENTE IGNORANTE acerca do assunto”. Ensinando que “a vida não é para iniciantes”, o professor arremata: “A nossa história recente aponta para LULA COMO O CANDIDATO CONSERVADOR EM 2022”. 👉🏼 Com a devida vênia, DISCORDO TOTALMENTE. E aproveito o ensejo da divergência pra CONVIDAR @lf_ponde PRA UM DEBATE sobre o tema: “Lula ou Bolsonaro: o Conservadorismo no 2º turno”. Se você quiser que esse encontro de ideias aconteça, COMPARTILHE ESSE VÍDEO usando a hashtag #PondeXCoppolla 👉🏼 A eleição de 2022 está muito distante, mas embarcando na reflexão provocada pelo prof. Pondé, EU GOSTARIA DE SABER A SUA OPINIÃO: se o 2º turno fosse hoje, você votaria Lula, Bolsonaro ou nulo? 👀 Escreva sua escolha nos COMENTÁRIOS e aproveite pra MARCAR UMA PESSOA QUERIDA (de preferência uma “em cima do muro” 🤷🏻‍♂‍) pra ela assistir ao vídeo e dar a sua opinião também!

Fonte:

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LULA ACUSA PAULO GUEDES DE NÃO TRABALHAR, MAS É DESMASCARADO POR JORNALISTA

Lula ataca Guedes, mas é desmascarado: “Todos conhecemos a sua aptidão pra ‘vida mansa’, malandragem, vagabundagem…”

Foto: José Cruz/Agência BrasilFoto: José Cruz/Agência Brasil

O comentarista político Rodrigo Constantino, da Jovem Pan, fez uma análise sobre o artigo do respeitado jornalista J.R. Guzzo que interpretou a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atacando o ministro da Economia do Governo Bolsonaro.

“O ‘candidatável’ Lula acusou o ministro Paulo Guedes de não trabalhar. Não se sabe ao certo quantas horas de serviço Guedes faz por dia. Mas, em relação ao Lula, há certeza absoluta: parou de trabalhar aos 29 anos de idade, quando ‘virou’ diretor de sindicato. Já está com 75”, explica Guzzo, em artigo.

Constantino aproveitou o texto e narrou os fatos de quando trabalhava ao lado de Paulo Guedes no mercado financeiro.

“Nessa, eu acho que posso ajudar um pouquinho porque eu trabalhei com Guedes por seis anos no mercado financeiro. O homem era, invariavelmente, o último a sair da empresa. E não só pra trabalho próprio, pras suas análises e leituras; mas também por generosidade. Muitas vezes, horas após o expediente, Guedes dedicava o seu tempo pra conversas, aulas, na verdade, com os funcionários”, lembra.

E continua:

“Guedes, enfim, é uma máquina de trabalho que, ainda, acordava de madrugada pra colocar a sua leitura em dia. E, Lula? Bem, todos conhecemos a sua aptidão pra ‘vida mansa’, malandragem, vagabundagem…

Até mesmo, a perda do seu dedo mindinho é motivo de alguma suspeita porque se trata do menor acidente possível pra receber aposentadoria integral pelo trabalho de torneiro mecânico e metalúrgico.

Lula gostava de subir em palanques, pregar greves, falar bravatas sensacionalistas e fechar acordos com patrões que o beneficiavam. Enxergou no sindicalismo uma oportunidade de carreira pra quem não gosta de trabalhar de verdade”.

“Qualquer pessoa minimamente decente é capaz de perceber a diferença gritante entre ambos: admira o espírito público de Guedes e condena o bandido corrupto que quase destruiu nossa democracia e afundou nossa economia”, afirma.

Ao falar sobre o apoio do PSDB à possível candidatura de Lula à disputa presidencial de 2022, Constantino diz que os tucanos “isentões” são capazes de cometer injustiças enormes em nome do seu projeto de poder.

“Eles querem só ‘demonizar’ Bolsonaro, obcecados que estão por derrubá-lo. E, como Guedes continua no Governo, o jeito é detonar o ministro junto; ainda que ao lado de um sujeito deplorável como Lula”, finaliza.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ANÁLISE POLÍTICA: REINALDO AZEVEDO & LULA, A ENTREVISTA PETRALHA, POR CAIO COPPOLLA

Na coluna ANÁLISE POLÍTICA desta quarta-feira fiz questão de publicar o comentário esclarecedor do espetacular Caio Coppolla sobre a entrevista que o outrora Tucano e anti-petista Reinaldo Azevedo entrevista o meliante Lula da Silva, para ajudar ao vídeo bem editado disseminar nas redes sociais, já que mostra as duas atitudes diametralmente opostas do jornalista vira-latas que pende para onde o dinheiro  e as conveniências lhe chamam. Então Caio Coppolla explica que: Ao se tornar elegível (pela caneta-amiga do STF) Lula regressa ao debate público como ex-Criminoso. Mas tolerá-lo é muito diferente de PROMOVÊ-LO, como fez Reinaldo Azevedo. Entrevistar Lula rendeu ao polêmico jornalista a sua MAIOR AUDIÊNCIA em muitos anos e o evento consagra sua “virada-de-casaca” com uma drástica guinada à esquerda: Reinaldo Azevedo precisa “reciclar” seu público para se manter minimamente relevante e quer SURFAR A 3ª ONDA DO LULISMO (a 1ª foi nos anos 80, a 2ª nos anos 2000 e a 3ª é agora – e não é uma “marolinha”!). Isso comprova que o ANTIPETISMO de Reinaldo Azevedo não era movido por convicção republicana ou repúdio à corrupção. Reinaldo vociferava, sim, contra Lula e o PT, mas EM DEFESA DO PSDB (de Aécio Neves) E DO MDB (de Michel Temer). Conforme o Partido dos Trabalhadores passa a polarizar com o Bolsonarismo, diminuem os ataques de Reinaldo Azevedo ao Petismo e a virulência do jornalista se volta, principalmente, contra a Operação Lava Jato, que a essa altura já investigava políticos de diversos partidos, inclusive os Tucanos e Emedebistas amigos dele.

Assista ao vídeo completo, reflita e tire suas conclusões!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: ESTAMOS NA IMINÊNCIA DE VIVER A FÁBULA DO SAPO E DO ESCORPIÃO COM LULA E CIRO GOMES

Caro(a) leitor(a),

O Brasil já é de longe o país das bizarrices e do surrealismo, já que os atores políticos perderam até o senso do ridículo, visto que, personagens como o jurássico Ciro Gomes continuam em cena vociferando barbaridades, antes, jamais imagináveis, como a que ele propõe nesse momento, visando única e exclusivamente materializar o seu projeto particular de poder acalentado há mais de 30 anos pelo seu ego. Propor ao meliante Lula, a quem já acusou publicamente e por diversas vezes de ser o maior ladrão do mundo e ter levado o Brasil a situação em que está, como repete em seu último discurso: “Imaginem vocês uma campanha em 2022, o Bolsonaro querendo se recuperar da impopularidade, a lembrar da esculhambação do Palocci, a esculhambação do Zé Dirceu, a esculhambação não sei de quem”. Mas mesmo explicitando toda a “esculhambação” do governo Lula, ele o quer ao seu lado, como vice-presidente numa chapa, onde vale tudo, até se unir a bandido condenado pelo poder e para o poder. Eu pergunto, meu caro leitor: Alguém em sã consciência é capaz de acreditar que há espaço para dois egos tão inflados num único pedestal? Alguém tem dúvidas que um governo tendo Ciro Gomes como Presidente e Lula como Vice, não duraria seis meses? Eu só consigo imaginar aquela fábula do sapo e do escorpião que pede carona no lombo do sapo para atravessar o rio e termina os dois se afogando. Então, precisamos enterrar definitivamente esses atores da velha política que jamais irão mudar o seu projeto de poder em prol de um Brasil melhor e mais desenvolvido. Parar de se iludir é a única e melhor coisa que os brasileiros podem e devem fazer nesse momento tão delicado!  

Para derrotar Bolsonaro, Ciro sugere que Lula concorra como vice em 2022

Publicado em 06.04.2021

Por  

 

Marcelo Camargo | Agência Brasil

 

O ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), sugeriu ao ex-presidente Lula (PT) que ele dispute as eleições de 2022 como vice-presidente, em prol de uma aliança contra Jair Bolsonaro, atual mandatário. A declaração foi proferida nesta última segunda-feira (5), durante debate sobre a proposta de reforma administrativa.

Para o político, o ex-presidiário deve se espelhar no exemplo de Cristina Kirchner, na Argentina, que topou ser vice na chapa de Alberto Fernández.

“A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é um grande líder da história brasileira, mas a gente devia pedir a ele que se compenetrasse e que não imitasse o exemplo desastrado do Maduro na Venezuela ou o exemplo desastrado do Evo Morales na Bolívia. E que olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina, em que, tendo uma força grande, deu um passo pra trás e ajudou a Argentina a se reconciliar”, afirmou.

Para justificar a estratégia, Ciro mencionou a corrupção que marcou as gestões do PT. Segundo ele, os escândalos poderiam minar uma eventual campanha de Lula.

“Imaginem vocês uma campanha em 2022, o Bolsonaro querendo se recuperar da impopularidade, a lembrar da esculhambação do Palocci, a esculhambação do Zé Dirceu, a esculhambação não sei de quem. Eu não digo nem que seja verdade ou que seja mentira, eu estou dizendo é o que eu estou vendo pela minha experiência. […] É fazer de novo a campanha antipetista em cima dos exemplos”, declarou.

E acrescentou:

“Derrotar Bolsonaro é muito importante, não por ódio a ele, mas para derrotar o desastre que ele está produzindo, na saúde, na economia, na relação internacional, em que o Brasil está desmoralizado. […] Quem vai operar esse novo projeto nacional é a política, uma nova e ampla aliança, generosa aliança que vai permitir ao Brasil se reconciliar consigo mesmo.”

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: O MELIANTE LULA É UM MENTIROSO E O INESCRUPULOSO ARNALDO AZEVEDO UM VIRA-LATA

Caro(a) leitor(a),

Faz tempo que esperava uma oportunidade de dizer quem eu penso que é o senhor Reinaldo Azevedo. Acontece que ao sair da Rádio Jovem Pan, mais precisamente, do programa Os Pingos Nos Is, onde até então se travestia de ativista de direita, ficou na berlinda um bom tempo e eis que ressurge há algum tempo  como militante petista. Como alguém, de meia idade, pode mudar da água pro vinho, assim, de repente? Eu sempre me perguntava. Mas quando descobri que a BAND foi comprada por capital chinês consegui associar e entender as coisas. O Reinaldo Azevedo não tem formação, caráter, princípios e muito menos identidade ideológica. O que ele tem é amor e apego ao dinheiro. Ele não serve a dois senhores, mas ao senhor que lhe pagar mais. E o resultado está ai na entrevista que fez com o meliante Lula da Silva. Então, casou tomé com bebé: o mentiroso e o vira-lata. Assista ao vídeo e verá! 

Lula e o “Dia da Mentira”: Um “casamento perfeito” (veja o vídeo)

Fotomontagem: Reinaldo Azevedo e Lula (Reprodução)Fotomontagem: Reinaldo Azevedo e Lula (Reprodução)

Reinaldo Azevedo fez uma entrevista com o ex-presidente e ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, no Dia da Mentira.

Reinaldo, é o mesmo jornalista que disse uma frase marcante anos atrás:

“Quem quebrou o pais, Lula, foi o seu partido. Quem deixou o país com 13 milhões de desempregados foi o PT! Deixa de ser picareta, cara!”

Lula, como sempre, aproveitou o “palanque” para novamente tentar atacar o presidente Jair Bolsonaro. Foi um fiasco.

O advogado Luan Amâncio analisou a entrevista e trouxe revelações importantes sobre as “falácias” ditas pelo ‘ex-criminoso’.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: A VERDADEIRA FACO DE JOÃO DORIA ESTÁ ESTÁ SE REVELANDO

Caro(a) leitor(a),

Você que acompanha as publicações do Blog do Saber e desta coluna, sabe do nosso compromisso em mostrar a verdadeira face de um personagem da política nacional que engana o eleitor há muito tempo. Esse personagem se chama João Doria e, a meu ver, é a mente mais doente da política nacional. Por isso a minha preocupação em impedir que esse crápula alcance seu objetivo maior que é ser presidente da república. O artigo a seguir é mais uma evidência e constatação do que venho falando aqui. O cara é capaz de tudo para chegar ao poder. Desde se aliar e usar o nome de Bolsonaro em 2018 para se eleger governador de São Paulo, como se aliar ao maior bandido e ladrão que a história da humanidade já conheceu, o meliante Lula. Portanto, peço a você que está consciente dessa verdade que me ajude a divulgar essa postagem!

Doria diz que aceita “sentar com Lula” e revela sua verdadeira face

Foto: Arquivo/Agência BrasilFoto: Arquivo/Agência Brasil

Em entrevista ao site esquerdista “Revista Fórum”, o deputado federal Orlando Silva, do PCdoB-SP, fez uma revelação bombástica: ele disse que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chegou a apelar para ele, em certa ocasião, e afirmar que toparia conversar com o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na tentativa de unir forças contra a reeleição do atual presidente, Jair Bolsonaro.

Em vídeo, o esquerdista detalhou o encontro com o tucano.

“Lá pelas tantas, ele (Doria), falando de política, falou a seguinte frase: “em 2022, para derrotar o Bolsonaro, eu sento até com o Lula”. Eu falei: “vai muito bem por aí. É um bom caminho”. Eu disse ainda para ele que fiquei com a frase na cabeça e, quando tivesse chance, ia falar sobre isso para um jornalista. E ele me respondeu: “pode falar”, contou em conversa com Cynara Menezes.

Sobre a tal “Frente Ampla”, que congrega artistas e adversários políticos de diversas vertentes contra Bolsonaro, Orlando Silva foi enfático ao dizer que apoiaria qualquer pessoa contra o chefe do Executivo, em um eventual segundo turno.

“Eu sou muito contra Bolsonaro. Eu e todo mundo que seja razoável. O que ele está fazendo no Brasil é inacreditável. Esse cara é tão perverso quanto esses ditadores que exerceram poder no Brasil. Ele equivale a Emílio Gastarrazu Médici”, acredita.

A afirmação de João Doria contrasta com a narrativa para se eleger, em 2018. Durante aquele ano, o tucano utilizava o slogan “BolsoDoria” e fazia duras críticas à corrupção e ao ex-presidente Lula, que era investigado na Operação “Lava Jato”, da Polícia Federal. Doria tentou de todas as formas vincular o próprio nome à imagem de Jair Bolsonaro, que era visto como político confiável, crível, sincero e empático. Mas, depois de eleito às custas da “onda Bolsonaro”, virou as costas pro atual presidente, tornando-se opositor ferrenho do Planalto.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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DIREITO-JUSTIÇA: CONLUIO EXPLÍCITO? NEM ÓLEO DE PEROBA RESOLVE PARA CARA DE PAU DA ESQUERDA

Zanin quer que Gilmar impeça o plenário do STF de julgar anulação das condenações de Lula

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, marcou para 14 de abril o julgamento dos recursos contra a decisão do ministro Edson Fachin que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato no Paraná.

O plenário vai analisar recursos apresentados tanto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto pela defesa de Lula.

A PGR tenta derrubar a decisão individual de Fachin e restabelecer as condenações – e com isso, a inelegibilidade – de Lula.

Entretanto, os advogados de Lula pediram a Gilmar Mendes que a Segunda Turma do STF impeça que o plenário da Corte julgue o recurso da PGR contra a anulação das condenações do petista na Lava Jato.

Zanin questiona a decisão do relator, Edson Fachin, de levar o caso ao plenário, sem passar pela Segunda Turma, que normalmente julga os recursos.

O objetivo claro da defesa de Lula é manter tudo na 2ª turma, notadamente após a mudança radical da ministra Cármen Lúcia.

No pedido, os advogados falam em “estabilizar a competência da 2ª. Turma julgadora para analisar todos os feitos que aportaram nesta Suprema Corte por iniciativa da Defesa Técnica do Reclamante que se imbricam e entrelaçam”.

“Não é justo ou razoável, insista-se, que o jurisdicionado seja surpreendido por alterações abruptas sobre a competência do órgão julgador. Essa instabilidade do órgão julgador, aliás, tem gerado perplexidade na comunidade jurídica e na sociedade”, diz a defesa.

O pedido não está pautado para a sessão de amanhã na Segunda Turma, mas os advogados querem que Gilmar Mendes leve-o “em mesa”, ou seja, sem inclusão prévia na lista de julgamentos.

Os fatos recentes indicam que Gilmar atenderá…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: GILMAR MENDES É O PIVÔ DO FIM DA LAVA JATO E DA LIBERDADE DE LULA

Caro(a) leitor(a),

O artigo a seguir faz a linha do tempo de uma armação, tal qual uma peça de teatro muito bem ensaiada, da história mais tenebrosa da nossa débil e frágil república, orquestrada por um personagem malévolo, mal caráter e sombrio, que atende pelo nome Gilmar Mendes. Ao ler o artigo você vai relembrar dos fatos que, aos poucos, paulatinamente, materializaram a deprimente situação que todos os brasileiros dobem estão vivenciando neste exato momento. Ao ler o artigo completo a seguir é muito fácil perceber que o principal responsável pelo desmonte da Lava Jato e a libertação do meliante Lula é esse personagem tenebroso, mau caráter, sem princípios nem honra que pauta seu discurso e decisões de acordo com os interesses dos amigos, comparsas, sócios e por que não dizer: de acordo com quem paga mais. Apesar de não termos provas de atos de corrupção envolvendo dinheiro por esse crápula, qualquer que tenha pelo menos dois neurônios, tico e teco, sabe que um jogo pesado como esse só acontece com muito, mas muito dinheiro por trás. E se não rolar dinheiro, rola ameaças de vida, como foi o caso do ex-ministro Joaquim Barbosa. Querer fazer-nos acreditar que isso não existe é subestimar a nossa inteligência. Que o diga a atitude da ministra Carmen Lúcia ao mudar o seu voto no julgamento sobre a suspeição de Sergio Moro. Tenho dito!

O papel de Gilmar Mendes na desestabilização da Lava Jato e na elegibilidade de Lula

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Analisar a atitude do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), empenhado em acabar com a “Operação Lava Jato”, não é tarefa fácil nem para os principais juristas do Brasil.

Isso porque as ações tomadas, nos últimos meses, contrastam, totalmente, com o Gilmar do passado.

Em 2016, por exemplo, quando o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi preso coercitivamente; o ministro fez piada durante uma palestra para estudantes em Fortaleza.

“Antes, batiam à nossa porta e a gente sabia que era o leiteiro, não a polícia”, ironizou.

Em outra ocasião, ele anulou a nomeação de Lula como ministro da ex-presidente Dilma Roussef (PT), que tinha o claro objetivo de obter a proteção do malfadado foro privilegiado. E, em seguida, minimizou uma outra queixa dos advogados de Lula relacionada aos grampos; dizendo que o ex-juiz federal Sérgio Moro “justificou” a “confusão” que resultou na quebra de sigilo da linha telefônica usada pela banca que defende o petista.

Ainda em 2016, após a votação de impeachment de Dilma Roussef, Gilmar se mostrava plenamente satisfeito com o curso das investigações, no centro do programa Roda Viva, da TV Cultura. Até fez elogios à condução da “Lava Jato”, citando o procurador Deltan Dallagnol como exemplo de que “as instituições brasileiras estão funcionando” e que a operação se desenrolava bem “graças a Deus e graças ao juiz Moro”.

“Eu acho que ele (Moro) está conduzindo um processo extremamente complexo, sofrendo uma pressão imensa, e tem conduzido muito bem”, afirmou o ministro no programa.

E completou:

“Eu não vejo essa transformação de magistrados em justiceiros“, destacou, acrescentando que a “carência de liderança” no país transformava Moro em herói.

Porém, passados cinco anos desses eventos, eis que surge um “novo” Gilmar e um novo Supremo, prontos a fulminar a “Lava Jato”, por uma suposta “parcialidade” do ex-juiz federal e em virtude de “práticas autoritárias” de um “modelo soviético” de persecução penal adotado pela “República de Curitiba”.

O início da “guerra” de Gilmar contra a “Lava Jato” coincide, exatamente, com a queda do PT do poder e o avanço das investigações sobre empresários e políticos que são próximos do ministro, como o ex-presidente Michel Temer, o senador José Serra e o deputado Aécio Neves, no segundo semestre de 2016.

Gilmar é considerado o mais político dos membros do Supremo e sustenta uma narrativa de que a operação é “autoritária”, teoria desmentida pelos fatos.

Hoje, ele é o líder da oposição à “Lava Jato” no Judiciário e para proteger os amigos e a si próprio – o patrimônio da família de Gilmar chegou a ser alvo de uma apuração da Receita Federal –, o ministrou não se furtou a usar o caso de Lula como emblema de sua nova guerra particular.

Em dezembro de 2018, o placar do julgamento estava 2 a 0 contra a suspeição de Moro, quando Gilmar pediu vista do processo e levou o habeas corpus impetrado pela defesa de Lula para o seu gabinete. Mas, havia um entrave: o voto do decano Celso de Mello. Por isso, Gilmar só voltou a cogitar retomar o julgamento depois que as mensagens roubadas dos telefones celulares da força-tarefa começaram a ser divulgadas, em junho de 2019. Celso de Mello aposentou-se em 2020 e o aval de Ricardo Lewandowski para que a defesa de Lula tivesse acesso formal ao acervo de mensagens, no início deste ano, fez com que Gilmar agendasse o julgamento, novamente.

Mesmo com provas roubadas por hackers, Gilmar sinalizava que estava prestes a retomar o julgamento após mais de dois anos. Fachin fez a sua parte: anulou todas as decisões da 13ª Vara Federal de Curitiba envolvendo os casos do ex-presidente, inclusive as condenações nas ações do tríplex e do sítio de Atibaia e determinou a remessa dos casos para a Justiça Federal de Brasília, conferindo ao novo juiz a possibilidade de usar as provas produzidas contra o petista no Paraná e extinguiu o habeas corpus que pedia a suspeição de Moro.

Beneficiar Lula e não punir Moro não era o que Gilmar esperava. O voto do ministro foi carregado com uma série de diálogos hackeados na tentativa de desqualificar toda a operação; imputando crimes aos procuradores e a Moro. Ricardo Lewandowski fez o mesmo.

Apesar do ensaio orquestrado, usar provas ilícitas no processo judicial não convenceu o ministro Kassio Marques Nunes, que rechaçou o uso das mensagens roubadas. Mas, a ministra Cármen Lúcia “salvou a pátria” de Mendes e alterou o voto de dois anos atrás para julgar Moro parcial, alegando que o “cenário” que se tinha em 2018 mudou.

Há novas batalhas nessa guerra e e já ficou claro pra todos que ela é controlada por Gilmar.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: DIA 14 DE ABRIL SERÁ JULGADO PELO PLENÁRIO DO STF A ANULAÇÃO DA CONDENAÇÃO DO EX-PRESIDENTE LULA

Plenário do STF vai julgar anulação das condenações de Lula em 14 de abril

Colegiado formado pelos 11 ministros da Corte decidirá se mantém ou não a decisão do ministro Edson Fachin

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

Atualizado 25 de março de 2021 às 19:34

Ex-presidente Lula responde perguntas de jornalistas

A decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular as condenações impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela Operação Lava Jato em Curitiba vai ser levada a Plenário no dia 14 de abril.

Foram incluídos juntos como o primeiro item da pauta dessa data os recursos apresentados pela PGR e pela defesa do ex-presidente Lula contra a decisão de Fachin, que anulou as condenações e determinou a transferência dos processos do PR para o DF.

Em 8 de março, o ministro do STF decidiu anular as condenações impostas a Lula alegando a incompetência da Justiça Federal do Paraná para julgar os casos envolvendo o ex-presidente na Lava Jato.

Na terminologia jurídica, “incompetência” significa dizer que a justiça paranaense não era o foro adequado para julgar o ex-presidente.

Na prática, isso significa que o então juiz Sergio Moro não deveria ter analisado os casos. Edson Fachin afirma ter seguido um precedente da Segunda Turma do STF, que retirou de Curitiba os casos da Lava Jato que não tinham conexão expressa com a Petrobras. O ministro enviou as ações para a Justiça de Brasília.

O julgamento do dia 14 não tem relação com outra decisão recente do Supremo Tribunal Federal, quando a Segunda Turma considerou Moro suspeito para julgar o ex-presidente. Nesse caso, a “suspeição” significa dizer que o ex-juiz não seria imparcial, portanto, teria julgado Lula de um ponto de vista tendencioso.

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ANÁLISE POLÍTICA: LULA LIVRADO! POR CAIO COPPOLLA

URGENTE #LulaLivrado *** LIVRE é quem desfruta da sua liberdade sem depender de ninguém; LIVRADO é quem desfruta da sua liberdade por causa de alguém. LULA NÃO É LIVRE; LULA FOI LIVRADO. Numa ação de suspeição presidida por um MINISTRO SUSPEITO, um TRIBUNAL DESMORALIZADO decidiu – fazendo menção explícita a PROVAS ILÍCITAS – anular atos processuais da Lava Jato contra Lula, nosso ex-Presidente, ex-condenado, ex-criminoso e ex-corrupto. Da mesma forma que João Cabral de Melo Neto criou a “morte morrida” e a “morte matada”, os sequestradores da Constituição no STF criaram a “LIBERDADE LIVRADA”: o direito que só o criminoso brasileiro tem de ficar livre apesar dos seus crimes (e até das suas condenações). Se isso também ofende o seu SENSO DE JUSTIÇA, não deixe de se posicionar: COMPARTILHE ESSE VÍDEO COM A HASHTAG #LulaLivrado . Desconstruindo narrativas falaciosas (como “Lula Livre”) no debate público, transformaremos essa vitória da impunidade no Tribunal em uma derrota definitiva nas urnas – não percam a esperança no Brasil 👊🏼🇧🇷

ERRATA: no vídeo, troquei a palavra “presidida” por “relatada” 🤦🏻‍♂️ O Ministro suspeito, obviamente, é o Ministro Presidente da 2a Turma (Gilmar Mendes), que já se referiu publicamente à Lava Jato como uma organização criminosa e, portanto, não pode ser considerado um juiz imparcial.

Fonte:

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O PERSONAGEM SÍMBOLO DA LAVA JATO, O EX-JUÍZ SERGIO MORO FOI DECLARADO PELO STF PARCIAL NO JULGAMENTO DO EX-PRESIDENTE LULA

Waack: Decisão sobre suspeição de Moro tem enormes consequências políticas

William Waack

Por William Waack, CNN  

23 de março de 2021 às 23:58

Ex-juiz e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro

O personagem símbolo da Lava Jato, o ex-juiz Sergio Moro, foi declarado parcial no julgamento do ex-presidente Lula. Moro presidiu, segundo dizia a Lava Jato, o inquérito do maior esquema de corrupção da história do Brasil.  E Lula agora se diz vítima da maior mentira jurídica da história do país.

A suspeição decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) é muito mais do que simbólica: terá efeitos práticos do ponto de vista legal e será usada – já está sendo – por outros réus e investigados.

Tem enormes consequências políticas, dado o significado da Lava Jato na política brasileira nos últimos anos. Entre elas, que Lula está no jogo eleitoral de 2022.

Num país que no transcorrer dos últimos anos ficou ainda mais pobre e dividido, e agora muito mais doente e angustiado, menos confiante em si mesmo, como tudo isso vai trabalhar? Ninguém sabe.

Fonte: CNN

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RESUMO DA SEMANA: FACHIN ANULA CONDENAÇÕES DE LULA E DECISÃO SUSPEIÇÃO DE MORO É ADIADA

Neste domingo temos a maior bomba que já explodiu em meio apolítica brasileira. A anulação de todas as condenações de Lula por Fachin, o próprio relator da Lava Jato e em seguida o julgamento sobre suspeição de Moro. Dois assuntos bombásticos e de muito pano pra manga, pra tomar o seu tempo neste fim de semana. Então, falta de distração e tédio não são pautas pra sua vida, aproveite! 

Fonte:

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PODCASTS: A REAÇÃO DE BOLSONARO APÓS ANULAÇÃO DAS CONDENAÇÕES DE LULA

O efeito Lula em Jair Bolsonaro

SEXTA, 12/03/2021, 08:17

Andréia Sadi comenta a reação do presidente Jair Bolsonaro após a decisão que anulou as condenações de Lula. Mesmo orientado a mudar seu discurso, Bolsonaro voltou a criticar os governadores e o isolamento social na sua ‘live’ semanal. ‘A essência do presidente é outra’, diz a comentarista.

Furo' sobre Bolsonaro no JN consolida repórter Andréia Sadi

Fonte: CBN

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A BRILHANTE ANÁLISE DE COPPOLLA SOBRE A ANULAÇÃO DOS PROCESSOS DO EX-PRESIDENTE LULA NA LAVA JATO

Coppolla dispara contra o STF e afirma que ministros não atuam de forma jurídica (veja o vídeo)

Foto: Reprodução/InternetFoto: Reprodução/Internet

O comentarista da CNN Brasil Caio Coppolla fez brilhante análise sobre a anulação de todos os processos em que Lula foi julgado e condenado, dentro da “Operação Lava Jato”.

“Por que, só agora, depois de tantos anos, a ‘justiça’ constatou que a 13º Vara de Curitiba não tem jurisdição, não tem legitimidade, não tem poder pra processar e julgar a conduta criminosa do ex-presidente Lula”, questionou.

E prosseguiu:

“A resposta é simples: a atuação do Supremo Tribunal Federal não é mais jurídica. A atuação do Supremo é política”.

E completou:

“Quando a Constituição não serve aos propósitos do STF, os ministros ignoram, reinterpretam e até reescrevem a lei com a maior desfaçatez, sem o menor pudor. Por isso que o Supremo, contrariando décadas de jurisprudência, decidiu que corruptos não podem ser presos; mesmo se condenados duas vezes: por um juiz e por um tribunal”, criticou, ironizando a conduta dúbia dos integrantes da Corte Maior do Brasil.

Coppolla disse ainda que, contra o STF, não há a quem apelar, porque o único mecanismo constitucional para frear abuso de autoridade seria o impeachment de ministros.

“Mas, infelizmente, quem julga a admissibilidade, o mérito dessas denúncias por crime de responsabilidade é o Senado e quase metade dos senadores é investigado ou responde a ações penais. Muitas delas, no próprio STF”, finalizou.

Confira o vídeo:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EDSON FACHIN ANULOU A CONDENAÇÃO DE LULA NA LAVA JATO, MAS A PGR VAI RECORRER DA DECISÃO MONOCRÁTICA DO MINISTRO

PGR vai recorrer da anulação das condenações de Lula

Decisão do Ministério Público Federal pode levar para a Segunda Turma ou para o Plenário do Supremo Tribunal Federal a decisão do ministro Edson Fachin

Da CNN, em São Paulo

Atualizado 08 de março de 2021 às 18:21

PGR vai recorrer de decisão de Fachin que anulou condenações de Lula | VEJA Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu recorrer da anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em processos da Operação Lava Jato.

Na prática, a decisão da PGR pode levar para a Segunda Turma ou para o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) a análise da decisão monocrática do ministro Edson Fachin, que anulou as decisões tomadas na Justiça Federal do Paraná dos processos envolvendo o ex-presidente.

O recurso deve ser apresentado nos próximos dias pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, que integra a equipe do PGR Augusto Aras.

Decisão de Fachin

O ministro Edson Fachin anulou em decisão monocrática, as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definidas pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato, e determinou a remessa dos respectivos autos à Seção Judiciária do Distrito Federal.

Para Fachin, a 13ª Vara Federal de Curitiba não tem competência para julgar os processos. A Justiça Federal do Distrito Federal analisará, agora, os processos.

As decisões são referentes aos casos julgados pela Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula.

Com a decisão de Fachin, o ex-presidente recupera os direitos políticos e volta a se tornar elegível.

Cabe agora à Justiça Federal do Distrito Federal decidir se os atos realizados nos processos envolvendo Lula podem ser validados ou reaproveitados.

Pedido feito em 2020

De acordo com Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente, Fachin atendeu a um pedido feito em novembro de 2020 pela defesa de Lula.

Em nota, o gabinete do ministro informou que, embora a questão da competência já tenha sido suscitada indiretamente, é a primeira vez que o argumento reúne condições processuais de ser examinado, diante do aprofundamento e aperfeiçoamento da matéria pelo Supremo Tribunal Federal.

De acordo com Fachin, as ações envolvendo o ex-presidente não poderiam ser julgadas pela Justiça Federal do Paraná, porque os fatos apresentados não têm relação direta com o esquema de desvios na Petrobras. Ainda segundo o ministro, desde o início da Operação Lava Jato, vários processos deixaram a Vara do Paraná pelo mesmo motivo.

“Inicialmente, retirou-se todos os casos que não se relacionavam com os desvios praticados contra a Petrobras. Em seguida, passou a distribuir por todo território nacional as investigações que tiveram início com as delações premiadas da Odebrecht, OAS e J&F. Finalmente, mais recentemente, os casos envolvendo a Transpetro (Subsidiária da própria Petrobras) também foram retirados da competência da 13ª Vara Federal de Curitiba”, diz a nota enviada pelo gabinete do ministro.

Por conta da decisão, Fachin notificou a perda do objeto de 10 habeas corpus e quatro reclamações protocoladas pela defesa de Lula. Entre as ações, se destaca a que questiona a suspeição do ex-juiz títular da 13ª Vara de Curitiba, Sergio Moro.

Publicado por Guilherme Venaglia

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O MINISTRO EDSON FACHIN ACEITOU A DESISTÊNCIA DE LULA DE DOIS HABEAS CORPUS SOBRE A SUSPEIÇÃO DE DESEMBARGADORES

Lula desiste de habeas corpus e esvazia estratégia de Fachin

Avaliação no Supremo é de que a tese da suspeição dos dois desembargadores não encontraria guarida na Corte

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 05 de março de 2021 às 20:55

Lula desiste de habeas corpus e esvazia estratégia de Fachin

 O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, aceitou, nesta sexta-feira (5), a desistência da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre dois habeas corpus que apontavam a suspeição dos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) João Pedro Gebran Neto e Carlos Eduardo Thompson Flores, pelo caso do sítio de Atibaia.

O motivo oficial da defesa do ex-presidente é que a maior parte dos temas já foi discutida em outros julgamentos. Mas, nos bastidores, se aponta que a ideia é evitar que o processo de suspeição dos desembargadores do TRF-4 contamine o julgamento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro no caso do tríplex de Lula.

A avaliação no Supremo é de que a tese da suspeição dos dois desembargadores – fundamentada basicamente no fato de se relacionarem com Moro – não encontraria guarida na Corte, uma vez que o universo jurídico se relaciona entre si, segundo uma fonte próxima a ministros do STF.

A análise é diferente da tese da suspeição de Moro, baseada, segundo a defesa, em diversos elementos corroborados com os diálogos hackeados de grupos do Telegram da Lava Jato, e que apontariam uma relação muito próxima entre Moro e os procuradores, o que acabou por favorecer a condenação do petista.

O receio da defesa de Lula é que o STF, ao não ver suspeição na segunda instância que condenou Lula, acabe por prejudicar o julgamento da suspeição da primeira instância.

Fonte: CNN

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A DEFESA DO EX-PRESIDENTE LULA APRESENTOU UM PEDIDO AO STF PARA SUSPENDER O JULGAMENTO DE RECURSOS APRESENTADOS PELA PRÓPRIA DEFESA

Defesa de Lula tenta anular movimento de Fachin no STF

A defesa do ex-presidente apresentou ao STF um pedido para tentar suspender o julgamento de dois recursos apresentados por ela mesma

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 04 de março de 2021 às 19:38

Fachin nega pedido para libertar Lula e anular sentença do caso tríplex | VEJA

 A defesa do ex-presidente Lula (PT) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para tentar suspender o julgamento, no plenário virtual, da Segunda Turma de dois recursos apresentados por ela mesma, que pedem a suspeição dos desembargadores do Tribunal Regional Federal da Quarta Região João Pedro Gebran Neto e Carlos Eduardo Thompson Flores no caso do sítio de Atibaia.

O motivo oficial é que a maior parte dos temas já foi discutido em outros julgamentos. Mas, nos bastidores, se aponta que a ideia é tentar cancelar o julgamento virtual para evitar que ele contamine o julgamento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro no caso do triplex de Lula.

Isso porque a avaliação no Supremo é a de que a tese da suspeição dos dois desembargadores – fundamentada basicamente no fato de se relacionarem com Moro – não encontraria guarida na Corte, uma vez que o universo jurídico se relaciona entre si, segundo uma fonte próxima a ministros do STF.

A análise é diferente da tese da suspeição de Moro, baseada, segundo a defesa, em diversos elementos corroborados com os diálogos hackeados de grupos do Telegram da Lava Jato, e que apontariam uma relação muito próxima entre Moro e os procuradores, o que acabou por favorecer a condenação do petista.

O receio da defesa de Lula é que o STF, ao não ver suspeição na segunda instância que condenou Lula, acabe por prejudicar o julgamento da suspeição da primeira instância.

Fonte; CNN

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MINISTRO DO STF MANDA INTIMAR JUIZ A CUMPRIR DECISÃO FAVORÁVEL A LULA

Ricardo Lewandowski manda intimar juiz a cumprir decisão favorável a Lula

 

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

04 de janeiro de 2021 às 16:26

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da SilvaDefesa de Lula quer acesso às mensagens hackeadas da operação Lava Jato

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski proferiu uma decisão nesta segunda-feira (5) na qual determina que um oficial de Justiça intime pessoalmente o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho a cumprir sua decisão de dar acesso à defesa do ex-presidente Lula (PT) de ter acesso às mensagens hackeadas da operação Lava Jato.

“À vista da íntegra da decisão juntada aos autos, ´prolatada pelo juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, que responde pelo plantão judiciário da 10ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal, determino seja ele intimado das decisões proferida por este relator mediante oficial de Justiça”, disse Lewandowski.

Na semana passada, o juiz negou o acesso às mensagens captadas pelo hacker Walter Delgatti Netto que tinha sido determinado por Lewandowski no dia 28 de dezembro. Basicamente, o juiz disse que cabe ao plantonista decidir apenas sobre medidas urgentes. Lewandowski chegou a reiterar a decisão, mas houve nova negativa.

A defesa de Lula quer o acesso às mensagens para reforçar o pedido de suspeição do ex-juiz Sergio Moro e anulação das condenações do petista na Lava Jato.

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