ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA

Por G1

12/09/2019 20h49  Atualizado há uma hora


Alerta pela democracia

Montagem com frase destacada do discurso de Raquel Dodge em sessão do STF na tarde desta quinta-feira (12)  — Foto: Arte/G1

Montagem com frase destacada do discurso de Raquel Dodge em sessão do STF na tarde desta quinta-feira (12) — Foto: Arte/G1

Em sua última sessão no STF à frente da Procuradoria-geral da República, Raquel Dodge pediu que os ministros do tribunal fiquem atentos a sinais contra a democracia.

“No Brasil e no mundo surgem vozes contrárias ao regime de leis, ao respeito aos direitos fundamentais e ao meio ambiente sadio também para as futuras gerações”, disse a representante do MP , que deixa o cargo no dia 17.

O decano do Supremo, Celso de Mello, fez um discurso de agradecimento à Dodge, e afirmou que o Ministério Público não pode servir a interesses específicos.

“O Ministério Público não serve a pessoas. O Ministério Público não serve a grupos ideológicos, o Ministério Público não se subordina a partidos políticos. O Ministério Público não se curva à onipotência do poder”, declarou.

‘Não vai mandar e desmandar’

Augusto Aras busca apoio no Senado Federal

Augusto Aras busca apoio no Senado Federal

O indicado por Bolsonaro para ser o novo PGR, Augusto Aras, visitou o Senado, onde será sabatinado para o cargo. Ao descrever para um senador o primeiro contato que teve com o presidente, ele afirmou que fez um alerta a Bolsonaro:

“Presidente, o senhor não pode errar (…) porque o Ministério Público, o procurador-geral da República, tem as garantias constitucionais, que o senhor não vai poder mandar, desmandar ou admitir sua expressão”, disse.

Fogo em hospital

Incêndio no hospital Badim na Tijuca na Rua São Francisco Xavier pacientes são evacuados, camas chegaram a ser montadas no meio da rua, na noite desta quinta-feira (12) no Rio de Janeiro, RJ. — Foto: CELSO PUPO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Incêndio no hospital Badim na Tijuca na Rua São Francisco Xavier pacientes são evacuados, camas chegaram a ser montadas no meio da rua, na noite desta quinta-feira (12) no Rio de Janeiro, RJ. — Foto: CELSO PUPO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Um incêndio atingiu o Hospital Badim, no Maracanã, Zona Norte do Rio. Os pacientes estão sendo transferidos para outros hospitais depois que colchões chegaram a ser colocados na rua para um primeiro-atendimento. Os bombeiros confirmaram a morte de uma pessoa. A direção do hospital suspeita que um curto-circuito tenha provocado o fogo.

Marcelo Odebrecht

O empresário Marcelo Odebrecht deixou hoje a prisão domiciliar, que cumpria desde 2017. Preso pela Lava Jato em 2015, ele conseguiu progressão de regime e fez uma visita à sede da construtora em SP.

Bolsonaro internado

Bolsonaro ao lado dos médicos Luiz Henrique Borsato (à esq.) e Antonio Luiz Macedo — Foto: Reprodução/Twitter

Bolsonaro ao lado dos médicos Luiz Henrique Borsato (à esq.) e Antonio Luiz Macedo — Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Bolsonaro ficará afastado do cargo por mais 4 dias, por orientação médica. Ele está internado em SP e se recupera de uma cirurgia de hérnia. Bolsonaro retomaria o cargo amanhã, mas a equipe médica decidiu prolongar o tempo de repouso. O hospital montou um escritório de onde Bolsonaro poderá despachar quando reassumir a Presidência. Ainda não há previsão de alta.

Queimadas no Pantanal

Governo de Mato Grosso decretou situação de emergência devido à estiagem e queimadas — Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Governo de Mato Grosso decretou situação de emergência devido à estiagem e queimadas — Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Os focos de queimadas no Pantanal estão 43% acima da média, e os estados de MT e MS decretaram emergência. O número de incêndios na região, entre 1º janeiro e 11 de setembro de 2019, já é 334% maior que o registrado no ano passado.

CPI de Brumadinho

Deputados da CPI sobre o rompimento da barragem de Brumadinho na Assembleia de MG aprovaram por unanimidade o relatório final. No documento, eles pedem o indiciamento de 13 funcionários da Vale e da TÜV SÜD, empresa alemã responsável pela auditoria da mineradora.

Dívidas na Arena

A Caixa Econômica Federal notificou o Corinthians sobre a execução da dívida de R$ 487 milhões na construção do estádio em SP. O clube diz que negociava o pagamento e que irá à Justiça contra o que chamou de “gesto intempestivo”.

Laboratório Sirius

Sirius: maior estrutura científica do país, instalada em Campinas (SP). — Foto: CNPEM/Sirius/Divulgação

Sirius: maior estrutura científica do país, instalada em Campinas (SP). — Foto: CNPEM/Sirius/Divulgação

A falta de dinheiro adiou a conclusão do maior projeto científico do país, o Sirius, em Campinas. O orçamento repassado para o complexo de pesquisas foi de R$ 75 milhões dos R$ 255 milhões previstos para 2019. Com isso, o centro não ficará completamente pronto até o fim de 2020, conforme previsto inicialmente.

Cadê o inverno?

Calor em São Paulo — Foto: NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO

Calor em São Paulo — Foto: NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO

Cariocas e paulistas enfrentaram o dia mais quente do inverno de 2019. No Rio, os 41,6ºC levou quem podia às praias. Os termômetros em SP atingiram os 35,4ºC, a segunda maior temperatura para o mês de setembro desde 1943. Amanhã, as temperaturas devem despencar, e os termômetros devem ficar entre 15ºC e 20ºC na capital paulista.

Também teve isso…

Imagem de Saturno captada pela Nasa em 2018 mostra tempestade atmosférica no pólo norte — Foto: NASA / ESA /Amy Simon e time OPAL / J. DePasquale (STScI)

Imagem de Saturno captada pela Nasa em 2018 mostra tempestade atmosférica no pólo norte — Foto: NASA / ESA /Amy Simon e time OPAL / J. DePasquale (STScI)

Fonte: G1

 

Por Blog do BG

Do hospital, Bolsonaro faz live e se emociona ao citar médicos

Mesmo hospitalizado para se recuperar de uma cirurgia, o presidente Jair Bolsonaro fez sua live semanal nesta quinta-feira (12), diretamente do quarto onde está internado, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

A transmissão ao vivo durou três minutos, e o presidente apareceu sentado atrás de uma mesa e usando uma sonda nasogástrica, utilizada para alimentação. Ele fez um repasse das ações mais recentes do governo, como a edição da medida provisória (MP) que institui a carteira estudantil digital e da MP que garante pensão a crianças nascidas com microcefalia ligada ao zika.

“Essa live não pode durar mais que dois minutos por determinação médica. Apenas me apresento agora para não quebrar a rotina. Como toda a semana, temos muita coisa boa a informar ao Brasil”, disse Bolsonaro. Em seguida, ele disse que na live da semana vem detalhará cada uma das medidas citadas.

Bolsonaro ainda mencionou a visita que recebeu hoje do cirurgião Luiz Henrique Borsato, médico que o operou em Juiz de Fora (MG), logo após o então candidato à Presidência receber uma facada, em um evento da campanha eleitoral. O presidente contou que Borsato fez um relato das graves condições em que Bolsonaro chegou ao hospital no dia do atentado e aproveitou para agradecer o trabalho do médico.

“Ele conta, com detalhes, que, por questão de milímetros, a faca não atingiu pontos vitais. Ela passou a milímetros da veia cava, do estômago, do coração. Então, é uma visita que eu não tinha como não me emocionar”, disse o presidente. Na sequência, ao citar o médico Antonio Luiz Macedo, cirurgião responsável pelas suas últimas três operações, Bolsonaro se emocionou e ficou com a voz embargada.

Por recomendação médica, Bolsonaro ficará afastado das funções por mais quatro dias e só deve retomar o governo do país a partir da próxima terça-feira (17). Até lá, o vice Hamilton Mourão continua como presidente em exercício.

Agência Brasil

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‘Ministério Público não serve a governos, pessoas ou partidos políticos’, diz Celso de Mello

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, aproveitou a sessão desta quinta-feira, 12, que marcou a despedida da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para fazer uma defesa enfática do papel do Ministério Público, que ‘não serve a governos, a pessoas, não se subordina a partidos políticos’ e ‘não se curva à onipotência do poder ou aos desejos daqueles que o exercem’.Dentro do Supremo, a incisiva fala do decano foi interpretada como um duro recado ao presidente Jair Bolsonaro, que indicou o subprocurador-geral da República Augusto Aras para suceder a Raquel Dodge no comando do Ministério Público Federal (MPF). Sem disputar a lista tríplice, Aras foi visto como o candidato que melhor soube ler os sinais de Bolsonaro quanto aos requisitos para nomeação ao cargo.

Bolsonaro já disse que quer um novo PGR que não seja “radical na questão ambiental”, nem que aja como um “xiita”, nem “atrapalhe” projetos de infraestrutura, sendo “alinhado” com o Brasil. O nome de Aras ainda depende de aprovação do Senado.

“O Ministério Público não serve a governos, não serve a pessoas, não serve a grupos ideológicos, não se subordina a partidos políticos, não se curva à onipotência do poder ou aos desejos daqueles que o exercem, não importando a elevadíssima posição que tais autoridades podem ostentar na hierarquia da República”, discursou Celso de Mello, sem citar nomes, na abertura da sessão plenária desta quinta-feira do Supremo.

“O Ministério Público também não deve ser o representante servil da vontade unipessoal de quem quer seja, ou instrumento de concretização de práticas ofensivas aos direitos básicos das minorias, quaisquer que elas sejam, sob pena de o Ministério Público se mostrar infiel a uma de suas mais expressivas funções, que é, segundo o que diz a própria Constituição Federal, a de defender a plenitude do regime democrático”, completou o decano.

Desde que Bolsonaro assumiu o comando do Palácio do Planalto, Celso de Mello tornou-se um dos principais defensores de direitos de minorias e da liberdade de expressão dentro da Corte. O decano foi o relator de uma das ações sobre a criminalização da homofobia, votando para enquadrar a discriminação contra homossexuais e transexuais como crime de racismo, em um voto histórico de 155 páginas que foi lido por seis horas e meia. O julgamento contrariou os interesses da frente parlamentar evangélica e do Palácio do Planalto.

No mês passado, em entrevista exclusiva ao Estado, Celso disse que Bolsonaro “minimiza perigosamente” a importância da Constituição e “degrada a autoridade do Parlamento brasileiro”, ao reeditar o trecho de uma medida provisória que foi rejeitada pelo Congresso no mesmo ano para retirar da Funai a demarcação das terras indígenas.

Estadão Conteúdo

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Deputados oferecem R$ 100 mil a quem der informação sobre ataque a Bolsonaro

Dois deputados federais do PSL estão oferecendo recompensas no valor de R$ 100 mil cada por informações que levem ao suposto mandante do atentado cometido há um ano contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O autor do ataque, em Juiz de Fora (MG), é Adélio Bispo de Oliveira, que, segundo a Polícia Federal, agiu sozinho. Mas essa conclusão não convence parte dos apoiadores do presidente.

O primeiro a ter a ideia foi Loester Trutis (MS), que publicou um vídeo nas redes sociais com a oferta do pagamento.

Saída Pela Direita/Folha de S.Paulo

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Emocionada com fim de mandato, Dodge se diz preocupada com democracia

Em uma das raras vezes em que falou com jornalistas durante seu mandato à frente da Procuradoria-Geral da República, Raquel Dodge disse estar preocupada com a democracia e, emocionada, destacou que procurou trabalhar em “áreas mais nodais” em busca de uma sociedade mais igualitária e justa.

O mandato de Dodge como procuradora-geral termina na próxima terça-feira (17). Nesta quinta (12), ela participou de sua última sessão plenária no Supremo Tribunal Federal. Ao final, respondeu a perguntas dos jornalistas.

“Acho que a democracia é uma obra coletiva, da sociedade, das instituições. Na minha mensagem final aqui no Supremo procurei enfatizar que nós levamos 30 anos para erguer a democracia do Brasil e fizemos isso numa onda internacional de criação das democracias liberais em vários países”, disse Dodge.

“Acho que o grande desafio do século 21 é não deixar que as democracias morram. Muitas vezes acontecem avanços e também retrocessos, e eu percebo com alguma preocupação muitos sinais de retrocesso no tocante às democracias liberais no mundo. Eu espero que isso não aconteça no Brasil.”

Para Dodge, a sociedade está atenta, cobrando resultados das instituições. Retomando o discurso que fez quando assumiu o cargo, em setembro de 2017, ela defendeu a melhoria da educação e dos serviços públicos em geral, com destaque para a segurança pública, e disse que é preciso dar condições para os jovens das periferias.

“Eu me empenhei muito para trabalhar nessas áreas mais nodais, achando que, fazendo assim, a gente conseguiria fortalecer essa promessa de sociedade que está na nossa Constituição”, afirmou, sem conter as lágrimas.

Questionada sobre as críticas que recebeu dentro e fora do Ministério Público Federal por, supostamente, ter diminuído o ritmo da Lava Jato, Dodge disse que seu legado nessa seara ainda vai aparecer.

“A maior parte das peças que ajuizei no Supremo estão em segredo de Justiça e no tempo próprio elas expressarão o empenho com que eu trabalhei no enfrentamento da corrupção naquilo que me cabe aqui”, respondeu.

“No tocante à atuação dos meus colegas, tenho certeza de que dei a eles toda a estrutura necessária para o enfrentamento à corrupção, dotando não só cada Procuradoria com a verba necessária como também apoiando todas as iniciativas que eles tiveram”, disse.

Folhapress

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PGR diz que não pediu federalização do caso Marielle

A Procuradoria Geral da República informou hoje que não pediu a federalização do caso Marielle Franco, como divulgado ontem por vários veículos.

Esclareceu que, em 16 de agosto, Raquel Dodge pediu ao STJ a íntegra do inquérito que apura irregularidades na investigação dos assassinatos da vereadora e de seu motorista.

A investigação da investigação, a cargo da PF, foi pedida pela procuradora-geral em novembro; dois presos informaram o MPF sobre tentativas na Polícia Civil de proteger os mandantes do crime.

O Antagonista

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Prefeitos declaram apoio a PEC paralela da Previdência

Representantes da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) manifestaram satisfação após encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ao serem informados que a proposta de emenda à constituição (PEC) paralela à reforma da Previdência prevê a adesão automática de municípios à reforma assim que a lei ordinária for aprovada pelas assembleias estaduais.

“Saímos muito contentes daqui. Vota-se a PEC da Previdência, aquela já aprovada na Câmara [dos Deputados], e 15 dias depois vota-se a PEC paralela. E essa PEC terá a seguinte condição: os governadores aprovam por lei ordinária a reforma previdenciária e os municípios não precisarão fazer lei. O que for aprovado valerá para todas as cidades”, explicou o presidente da FNP, Jonas Donizette.

Segundo o texto da PEC 133/2019, a PEC paralela, tudo que for aprovado pelas assembleias legislativas também valerá para os municípios. Caso os prefeitos queiram desfazer a adoção integral da reforma, eles deverão apresentar às câmaras de vereadores e aprovar, em até um ano, uma lei ordinária tratando do assunto.

Agência Brasil

Título de cidadão natalense para Eduardo Bolsonaro não é aprovado em regime de urgência; rito será normal

A Câmera Municipal de Natal negou a tramitação em regime de urgência da proposição de concessão de Título de Cidadão Natalense ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro e possível nome para assumir a vaga de diplomata nos Estados Unidos.

Foram 18 votos a favor, 3 contra e 2 abstenções. Para garantir a urgência, eram necessários, no mínimo, 20 votos favoráveis. Assim, a medida seguirá pela tramitação normal nas comissões temáticas da Casa e sem prazo para ser aprovado.

A proposição do título foi do vereador Cícero Martins (PSL), que pedia o título com urgência para ser entregue na próxima segunda-feira (16), quando Eduardo vem a Natal para participar de um evento sobre investimentos estrangeiros, durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que acontece no Centro de Convenções.

Marcelo Odebrecht deixa prisão domiciliar e visita sede da empreiteira

Era pouco mais de duas horas, quando Marcelo Odebrecht chegou à sede da empreiteira, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, quatro anos depois de ser preso na Operação Lava Jato. O empresário – um dos principais personagens do maior escândalo de corrupção da história País – teve a progressão da pena para o regime semiaberto autorizada nesta quarta, 11, pela Justiça. E o primeiro lugar visitado foi o prédio da empresa.

Marcelo chegou logo depois que muitos funcionários tinham acabado de voltar do almoço – e causou surpresa. Ninguém sabia da decisão do juiz, muito menos que ele iria à empresa. Acompanhado de advogados, ele passou por alguns andares e cumprimentou cada empregado. Em troca, recebeu sorrisos e mensagens de apoio, segundo fontes ouvidas pelo Estado. “Vi uma reação humana de pessoas que trabalharam anos com o Marcelo”, diz um executivo, que prefere não se identificar.

De acordo com funcionários, Marcelo estava bem fisicamente e vestia roupa social, de escritório. Apesar da postura austera, estava sorridente, diz uma outra fonte. O acionista da Odebrecht, que estava em prisão domiciliar desde dezembro de 2017, passou cerca de uma hora no prédio da empresa.

Estadão Conteúdo

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Ernesto relativiza tratado e diz que ‘ninguém está falando em ação armada’ na Venezuela

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, relativizou nesta quinta-feira (12) os termos do TIAR (Tratado Interamericano de Assistência Recíproca), que prevê defesa mútua dos países-membros em caso de ataques externos, e disse que sua possível ativação não significa uma intervenção militar na Venezuela.

“Cada vez está mais claro que a situação da Venezuela é uma ameaça à segurança da região e que, portanto, o TIAR tem vocação de tratar desse tipo de desafio […] Não significa ação militar, de forma nenhuma, não é isso que nós queremos”, afirmou o chanceler em Washington.

“O TIAR não é simplesmente um acordo de ação militar, é um acordo para ação coletiva diante de ameaças à segurança.”

O chanceler relativizou os termos do pacto assinado em 1947 —que trata de ameaça externa para que seja ativado— e disse que o governo brasileiro vislumbra apenas ações diplomáticas contra o regime do ditador Nicolás Maduro.

A ala militar do governo brasileiro sempre advogou contra qualquer ação intervencionista no país vizinho, mas as posições públicas do presidente Jair Bolsonaro são dúbias sobre o assunto.

“Isso [ameaça externa] é redação do tratado, mas, enfim, a própria existência hoje de um regime como a Venezuela, seja interno seja externo, representa ameaça, e acho que o tratado existe para isso. Independentemente do que está ali na letra, é uma ameaça externa no sentido de que nós estamos diante de uma situação que tem presença terrorista, presença de forças violentas aí”, completou Ernesto.

O chanceler endossou ainda o discurso do governo colombiano de que a presença de integrantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) na Venezuela agravou a crise na região e exige uma tomada de posição coletiva dos países do continente.

Nesta quarta-feira (11), o Brasil apoiou o presidente interino na Venezuela, Juan Guiadó, na OEA (Organização dos Estados Americanos), para aprovar a convocação de uma reunião que pode ativar o TIAR.

A resolução —chancelada por 12 dos 19 países que participaram do acordo, incluindo Brasil e EUA— prevê que os ministros de Relações Exteriores das nações participantes se reúnam na segunda quinzena de setembro para tratar do tema e decidir se o pacto de defesa mútua será ou não acionado.

O encontro está previsto para a semana do dia 23 de setembro, às vésperas da abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York.

Ainda que a moção fale em “defesa mútua dos países-membros”, não está claro se a convocação do TIAR implicaria em uma intervenção militar.

Folhapress

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Mourão ficará na Presidência da República por mais quatro dias

Foto: Adnilton Farias/VPR

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, ficará no cargo até a próxima segunda-feira (16). A interinidade do vice na Presidência da República, que se encerraria hoje (12), foi prorrogada por mais quatro dias, informou o Palácio do Planalto. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, a prorrogação do afastamento de Jair Bolsonaro foi uma decisão da equipe médica que assiste o presidente. Ele permanece internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

“A recuperação do Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, evolui positivamente. Entretanto, a equipe médica da Presidência da República decidiu mantê-lo afastado do exercício da função de chefe do Poder Executivo, por mais quatro dias, a contar de 13 de setembro de 2019, com a finalidade de proporcionar maior tempo de descanso”, informou, por meio de nota.

Bolsonaro licenciou-se do cargo no último domingo (8) para submeter-se a uma cirurgia de tratamento de uma hérnia incisional na região do abdome. Foi a quarta operação pela qual o presidente passou desde que sofreu uma facada em setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral.

A previsão é que o presidente permaneça internado por um total de 10 dias. Ele reassumiria suas funções ainda do hospital, nesta sexta-feira (13), mas agora isso só deve ocorrer a partir da semana que vem.

Agência Brasil

 

‘Eu sou governador do estado querendo ser presidente da República’, diz Witzel em entrevista, mirando sucessão de Bolsonaro

Foto: GloboNews / Reprodução

O governador Wilson Witzel afirmou que governa o estado do Rio com desejo de ser presidente da República . A declaração foi dada durante entrevista à jornalista Andreia Sadi exibida na noite desta quarta-feira pelo canal de TV paga Globo News.

– Eu sou governador do estado querendo ser presidente da República, porque aquilo que eu acredito que vai ser bom para o estado do Rio, para desenvolver a economia, desenvolver socialmente a população, resolver problemas graves do estado como a questão da pobreza nessas comunidades, o crime organizado… Tem questões macro que só um presidente pode resolver e eu tenho projetos para o Brasil – afirmou Witzel.

Entretanto, ele não confirmou sua candidatura ao cargo em 2022:

– Se, em 2022, eu vou ser candidato ou não, isso o tempo vai dizer.

Essa não foi a primeira vez que Witzel manifestou seu desejo de ocupar a Presidência da República. Em entrevista divulgada no começo de agosto à atriz Antonia Fontenelle, ele já havia mencionado seu desejo de ser presidente da República , preferencialmente como sucessor de Jair Bolsonaro.

Aproximação com o DEM

O governador comentou ainda sua aproximação política com o DEM, partido do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes, derrotado por ele nas eleições estaduais do ano passado:

– Bom, apoio de Eduardo Paes, por enquanto, zero. Agora, aproximação com o DEM, não com o Rodrigo Maia especificamente. Até porque o Rodrigo é presidente da Câmara, é um deputado do nosso estado, uma pessoa que eu respeito pelo trabalho que tem feito. Mas a aproximação é com o DEM, com o partido – disse ele – A aproximação com o DEM é uma aproximação importante, é um partido importante no cenário nacional e, é como eu falei, o PSC tem um projeto para o Brasil e o DEM também tem um projeto para o Brasil.

Durante a entrevista, Witzel lembrou também que não foi eleito com apoio de Bolsonaro:

– Eu fui eleito no Rio de Janeiro não pelo apoio do Bolsonaro, porque ele nunca declarou voto em mim. Eu declarei que votaria nele. Mas ele nunca declarou voto em mim. As pessoas me escolheram por aquilo que eu sou na minha história – disse o governador – Muita gente, pelo fato de eu ter declarado meu apoio ao Bolsonaro, entendeu que nós tínhamos semelhança de propostas e também votaram em mim.

Menos de 300 mortes em agosto

Grande parte da entrevista foi dedicada à discussão sobre segurança pública. Witzel afirmou que o estado registrou menos de 300 mortes em agosto, indicador que deve se repetir em setembro. Além disso, informou que 12 mil policiais militares e outros mil policiais civis devem ser admitidos até 2022.

Durante a conversa, a jornalista perguntou:

– Hoje, o senhor diria que matar, o assassinato de suspeitos, por exemplo em confrontos, é uma política de estado?

Ao que Witzel, em seguida, respondeu:

– Não só no Rio de Janeiro, mas no mundo inteiro. Quem está à margem da lei, portando um fuzil, atirando contra polícia, em qualquer lugar do mundo vai ser morto.

Sadi questionou então se a medida não aumentaria o risco de morte por engano de pessoas que portam objetos que podem ser confundidos um fuzil, como um guarda-chuva:

– A minha pergunta é: você diminui a taxa de homicídios matando? – resumiu a jornalista.

Ao que o governador deu a seguinte resposta:

– Desde o início do ano até agora, quase 800 pessoas deixaram de morrer. Isso porque nós estamos enfrentando o crime organizado. Se nós não tivéssemos enfrentando o crime organizado, você pode ter certeza: não só 800, seria mais gente morta. Porque as facções criminosas, elas matam. Elas matam pessoas inocentes, muito mais do que no confronto policial. Então, se nós retrocedermos e permitirmos que eles continuem se fortalecendo, continuem comprando arma, continuem vendendo droga, eles vão estar cada vez mais poderosos e matando cada vez mais gente. Então, se você olhar o resultado que nós tivemos, não há como você tirar a polícia do trabalho que ela está fazendo. Se você tirar, o crime organizado vai avançar.

Em um momento posterior da entrevista, novamente perguntado sobre se o assassinato de suspeitos era ou não uma política do estado, Witzel respondeu da seguinte forma:

– Política de estado é a polícia fazer o que tem que ser feito em qualquer lugar do mundo. Se você lembrar o que aconteceu na França, com gente de fuzil atirando nas pessoas, a polícia francesa veio e matou todo mundo. E ninguém se levantou contra o ato da polícia francesa. Então, o que acontece no Rio de Janeiro são atos terroristas. E essas pessoas que estão ali nas comunidades, eles conseguiram se encastelar no meio dessa população, que é uma população honesta, uma população decente, uma população que sofre.

O Globo

 

Agressor no RN deverá pagar indenização de R$ 20 mil após ameaçar e divulgar fotos íntimas de ex

Foto: Ilustrativa

Após agredir, ameaçar e divulgar fotos íntimas da vítima com a qual mantinha um relacionamento, um homem foi condenado pela 1ª Vara de Currais Novos a três anos e um mês de reclusão em regime aberto e deverá pagar a quantia de R$ 20 mil em razão dos danos morais a ela causados. A sentença é do juiz Marcus Vinícius Pereira Júnior. O processo corre em segredo de Justiça.

Veja decisão judicial aqui no Justiça Potiguar.

Indicado para procurador-geral da República, Augusto Aras diz ter alertado Bolsonaro em conversa: ‘O senhor não vai poder mandar, desmandar’

Foto: Reprodução/Globo

O subprocurador-geral Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro para procurador-geral da República, disse nesta sexta-feira (12) ter alertado o presidente de que o ocupante do cargo tem garantias constitucionais e que ele, Bolsonaro, “não vai poder mandar, desmandar”.

Aras tem feito diariamente visita aos gabinetes de senadores, em busca de apoio, antes da sabatina à qual será submetido no próximo dia 25 – depois, a indicação será votada pelo plenário do Senado. Nesta sexta, Aras teve encontro com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). O repórter cinematográfico da TV Globo Marcione Santana registrou parte da conversa:

“Tive o primeiro contato com o presidente da República através de um amigo de muitos anos e, nesse mesmo primeiro contato, eu disse ao presidente exatamente isso: ‘Presidente, o senhor não pode errar (…) porque o Ministério Público, o procurador-geral da República, tem as garantias constitucionais, que o senhor não vai poder mandar, desmandar ou admitir sua expressão. Tem a liberdade de expressão para acolher ou desacolher qualquer manifestação. O senhor não vai poder mudar o que for feito’”, disse Aras ao senador.

No plenário do Senado, a aprovação do nome do novo procurador-geral exige maioria absoluta, ou seja, pelo menos 41 votos favoráveis dentre os 81 senadores.

O mandato da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, termina no próximo dia 17. Se o nome de Aras ainda não tiver sido aprovado pelo Senado até essa data, assumirá temporariamente da PGR o vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal, o subprocurador Alcides Martins. Nessa hipótese, Martins fica no “mandato-tampão” até a posse de Augusto Aras.

A previsão é que Aras seja sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado no próximo dia 25. Para a presidente da comissão, senadora Simone Tebet (MDB-MS), não haverá dificuldades para que ele seja aprovado.

G1

FOTOS: Atriz Demi Moore volta a posar nua 3 décadas após capa icônica, e “desafia” a passagem do tempo aos 56 anos

A atriz Demi Moore na capa da revista Harper’s Bazaar (Foto: Divulgação)

A atriz Demi Moore voltou a posar nua para a capa de uma revista. Hoje aos 56 anos e mãe de três mulheres, a celebridade estampa a capa da mais recente edição da revista norte-americana Harper’s Bazaar. Na imagem, a artista aparece sorridente, sem nenhuma roupa, sentada à beira de uma piscina e fazendo uso de um chapéu rosa.

A capa estrelada por Moore vem à público quase três década após ela protagonizar uma das capas de revista mais celebradas de todos os tempos, em uma edição de 1991 da Vanity Fair, na qual aparece sua, enquanto grávida de sua segunda filha, Scout LaRue Willis – hoje com 28 anos. Ela também é mãe de Rumer (31 anos) e Tallulah (25 anos).

A atriz Demi Moore na clássica capa da revista Vanity Fair datada de 1991 (Foto: Divulgação)

Moore também causou comoção ao posar nua no cartaz de divulgação do filme ‘Striptease’, produção lançada em 1996, dirigida por Andrew Bergman e na qual a atriz contracena com os atores Ving Rhames, Robert Patrick e Burt Reynolds.

A capa de Moore para a Harper’s Bazaar chega às bancas às vésperas do lançamento de ‘Inside Out: A Memoir’, biografia na qual a atriz fala sobre infância, seus vícios, seus dramas pessoais, sua carreira e as dificuldades vividas por ela em Hollywood.

Na entrevista para Lena Dunham, roteirista e protagonista da série ‘Girls’, a estrela revelou que sofreu um aborto espontâneo à época em que era casada com o ator Ashton Kutcher. À época, ela tinha 42 anos, e Kutcher, 27 e o relacionamento causava polêmica por conta da diferença de idade. “Mas tenho zero interesse em posar de vítima”, afirmou Moore.

Ela também fala do relacionamento com o ex-marido Bruce Willis e as filhas. Também não deixa de abordar a luta contra a dependência química. “Era muito importante para mim ter partos naturais porque não queria perder um momento sequer. E assim eu experimentei dor. Parte de estar sóbrio é isso: não quero perder um só momento da vida, daquela textura, mesmo que isso signifique passar por alguma dor.”

A atriz Demi Moore no cartaz de Striptease (1996) (Foto: Divulgação)

No espaço de comentários do post da Harper’s Bazaar no Instagram mostrando a capa estrelada pela atriz constam vários elogios ressaltando a beleza de Moore.

“Essa mulher desafia a passagem do tempo!”, exclamou uma pessoa. “Meu Deus, ela está cada vez mais bonita”, elogiou outra. “Linda”, escreveu uma terceira. “Muito, muito maravilhosa”, declarou mais alguém.

Globo, via Monet

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Sesap confirma 4º caso de sarampo no RN

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) convocou a imprensa na tarde desta quinta-feira (12) para apresentar os novos números de sarampo no Rio Grande do Norte, que agora somam quatro casos confirmados e 29 em investigação. O quarto caso confirmado é de uma paciente de 19 anos, do município de Extremoz que foi contato de um caso confirmado de Natal. Os casos confirmados são dos municípios de Macaíba, Tibau do Sul, Natal e Extremoz. A maior parte dos casos em investigação concentra-se na região metropolitana e na quarta regional de saúde que abrange os municípios do Seridó. Os dados são referentes à Semana Epidemiológica nº 36 que encerrou em 7 de setembro.

Ao confirmar o primeiro caso da doença, há um mês, a Sesap declarou estado de alerta contra o sarampo no Rio Grande do Norte. A preocupação do governo estadual é devido à reintrodução do vírus no país através do estado de São Paulo que hoje vive uma situação de surto da doença, que tem proliferado a outras regiões do país.

A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Lucchesi, informou que a Sesap está executando um plano de ação para contingenciamento dos efeitos do sarampo. O plano criou um protocolo de investigação, tem atuado na qualificação da rede de saúde para identificação de casos e orientado a população para procurar as salas de vacinação das unidades de saúde.

A subcoordenadora lembra que o grupo prioritário de vacinação são as crianças porque apresentam uma chance maior de agravamento do quadro clínico, que precisam ser vacinadas com a dose 0, na faixa etária dos 6 aos 11 meses, mas convidamos algumas populações que são eventuais transmissores como professores, profissionais de saúde, além de diversas categorias profissionais que têm possível contato com pessoas contaminadas em trânsito por Natal, como funcionários do Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, guia de turismo e rede hoteleira.

“As pessoas precisam estar atentas porque o vírus do sarampo está circulando e apresenta sintomatologia inicial muito semelhante à dengue, zika e chinkungunya. Ter o cartão de vacinação em dia é essencial para combater a situação em que o estado se encontra. A vacina tríplice viral sempre esteve disponível nas unidades básicas de saúde e em todas as salas de vacina disponíveis do território estadual. É uma vacina que faz parte do calendário nacional de vacinação”, afirmou Alessandra Lucchesi,

SINTOMAS – Os principais sintomas do sarampo são mal-estar geral, febre, tosse e coriza, conjuntivite, manchinhas vermelhas na pele e manchas brancas na muscosa da boca. A recomendação é que crianças a partir de um ano e adultos até 49 anos que não se vacinaram procurem os postos municipais. Outra recomendação especial é que as crianças com idade a partir de seis meses com viagem marcada para estados com surto de sarampo sejam antes vacinadas.

Fonte: Blog do BG

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