EDUCAÇÃO: TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA CIDADE DE NATAL FORAM INCLUÍDOS EM GRUPO PRIORITÁRIO PARA VACINA CONTRA COVID-19

Prefeitura inclui professores e pessoas com deficiência em grupo prioritário para vacinação em Natal

Foto: Reprodução/DOM

A Prefeitura do Natal  publicou no Diário Oficial do Município desta terça-feira(27) a lei número 7.138, para inclusão dos/as trabalhadores/as em educação no município de Natal na fase 1, como grupo prioritário do programa emergencial de vacinação para o combate e erradicação do vírus covid-19 em todo o território do município de Natal, como medida de proteção e segurança, à saúde e vida dos/as trabalhadores/as supracitados/as, que
poderão estar expostos/as a pandemia do coronavírus nas escolas do território natalense.

O documento diz assim:

Faz saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE NATAL aprovou e que sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Ficam incluídos/as os/as trabalhadores/as no município de Natal na fase 1, como grupo prioritário do Programa Emergencial de Vacinação para o combate e erradicação do vírus COVID-19 em todo o território do município de Natal, como medida de proteção e segurança, à saúde e vida dos/as trabalhadores/as supracitados/as, que poderão estar expostos/as a pandemia do coronavírus nas escolas do território natalense.

Parágrafo Único – São considerados/as Trabalhadores/as em Educação, alcançados/as pelos benefícios desta Lei, todos/as aqueles/as profissionais, de todas as categorias, que estejam atuando nas unidades escolares no município de Natal.

Art. 2º A vacinação dos/as Trabalhadores/as em Educação será operacionalizada pelo órgão municipal competente, permitida a realização de convênios ou parcerias para a sua execução, de forma gratuita, àqueles/as trabalhadores/as de que trata esta Lei.

Art. 3º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão a conta de dotações orçamentárias próprias da Secretaria Municipal de Saúde Pública, suplementadas, caso necessário.

Art. 4º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Já a lei  7.139, estabelece prioridade na vacinação das pessoas com deficiência para vacinação contra a covid-19, no âmbito do município de Natal/RN, e dá outras providências.

O documento diz assim:

Art. 1º Fica estabelecida a prioridade na fase I, das pessoas com deficiência, definida no artigo 2º, da Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), na vacinação contra a Covid-19, no âmbito do município de Natal/RN.

Art. 2º Caberá ao Poder Executivo Municipal e a Secretaria Municipal de Saúde proceder a inclusão no rol de prioritários do programa de vacinação as pessoas com deficiência e estabelecer as diretrizes e planejamento de distribuição dos imunizantes.

Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta lei, no que couber, no prazo máximo de 30 dias.

Art. 4º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Continuar lendo EDUCAÇÃO: TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA CIDADE DE NATAL FORAM INCLUÍDOS EM GRUPO PRIORITÁRIO PARA VACINA CONTRA COVID-19

BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19

BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19
RJ - VACINA/CACIQUE DE RAMOS - GERAL - Segundo dia de Vacinação contra Covid19 na Quadra do Cacique de Ramos na Zona do Rio de janeiro na manhã desta sexta feira (09). Hoje estão sendo vacinados mulheres com 64 anos , homens com 65 anos e quem vai tomar a segunda dose. 09/04/2021 - Foto: ALEXANDRE SILVA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Mais um alento para os brasileiros foi anunciado pela ONU. O consórcio Covax Facility vai liberar na próxima semana 8 milhões de doses de vacinas contra covid-19 para o Brasil. O anúncio da antecipação das doses foi feito pela secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e pelo assistente do diretor-geral da OMS,Bruce Aylward. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desta boa nova!

ONU anuncia antecipação para o Brasil de 8 milhões de doses contra Covid-19

Dentre essas 8 milhões, na próxima semana, o consórcio irá definir se virão doses da vacina da Pfizer ou da vacina de Oxford para o Brasil

Leandro Resende
Por Leandro Resende, CNN  
16 de abril de 2021 às 19:44 | Atualizado 16 de abril de 2021 às 22:25

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou nesta sexta-feira (16) a antecipação de 8 milhões de doses de vacinas contra covid-19 para o Brasil através do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi passada à CNN por Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, após encontro com governadores.

Na próxima semana, o consórcio irá definir se virão doses da vacina da Pfizer ou da vacina de Oxford para o Brasil.  “Foi uma reunião muito produtiva. Serão 4 milhões de doses para abril e mais 4 que a OMS tenta antecipar para o mês de maio. Vacinas são um bem escasso. Mas o consórcio está fazendo uma gestão e direcionando as doses para quem mais precisa.”

O anúncio da antecipação das doses foi feito pela secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e pelo assistente do diretor-geral da OMS,Bruce Aylward. 24 governadores e três vices participaram do encontro virtual. O Brasil recebeu pouco mais de 1 milhão de doses dos 42 milhões contratados junto ao consórcio Covax.

Noleto destacou que, no encontro, os representantes globais da ONU e da OMS destacaram a “grande preocupação do mundo” com o Brasil, que vive recordes de óbitos, mortes e é celeiro da variante P1, uma versão mais contagiosa do mundo. “O momento do Brasil é muito difícil. Foi feito um apelo da comunidade internacional para que o Brasil adote medidas que permitam reduzir essa curva tão alta de casos. Só a vacinação não irá resolver os problemas do país”.

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra o coronavírusProfissional de saúde prepara dose de vacina contra o coronavírus Foto: Alexandre Silva/FotoArena/Estadão Conteúdo

A representante da ONU no Brasil também destacou que as Nações Unidas atenderão os apelos dos governadores por uma melhor interlocução com a China para facilitar a exportação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), que é a matéria-prima usada na produção das vacinas de Oxford, pela Fiocruz, e Coronavac, pelo Butantan.

“A questão com a China está superada, com a chegada do novo chanceler Carlos França. O Brasil está conversando diretamente e a ONU apoia esses esforços de negociação”, afirmou.

Antes do encontro, o Fórum de Governadores encaminhou uma carta para as Nações Unidas cobrando ajuda humanitária para o Brasil, lembrando que o país já auxiliou outros países em situações de extrema gravidade.

A proposta para a agenda com a ONU surgiu na primeira reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia de Covid-19 em março e foi encabeçada pelo governador do Piauí Wellington Dias, coordenador da temática de vacinas no grupo dos chefes dos Executivos estaduais.

Fonte: CNN

Continuar lendo BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19

SAÚDE: NATAL INICIOU NESTA TERÇA-FEIRA A VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 PARA PORTADORES DE AUTISMO E SÍMDROME DE DOWN

Vacinação de pessoas com autismo e síndrome de down contra Covid-19 foi iniciada nesta terça em Natal

 SAÚDE

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

A capital potiguar começou nesta terça-feira (30) a vacinação de autistas e pessoas de síndrome de down a partir dos 18 anos de idade, segundo confirmou a Secretaria Municipal de Saúde. O detalhe importante é que a imunização acontece exclusivamente na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Rua Barão de Serra Branca, em Candelária, na Zona Sul da capital, das 8h às 16h.

Para ser atendido, é preciso levar comprovante de endereço e documento – como um laudo médico – que ateste que a pessoa tem autismo ou síndrome de down. Um outro detalha do local é que a vacinação é exclusiva para residentes em Natal.

Fonte: Blog do BG

Continuar lendo SAÚDE: NATAL INICIOU NESTA TERÇA-FEIRA A VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 PARA PORTADORES DE AUTISMO E SÍMDROME DE DOWN

VACINA CUBANA SOBERANA 2 RECEBEU AUTORIZAÇÃO PARA INICIAR A TERCEIRA E ÚLTIMA FASE DE ENSAIOS CLÍNICOS

Vacina cubana contra covid-19 recebe aval para fase 3 de testes

Imunizante Soberana 2 será testado em 40 mil pessoas e, se for aprovado, será o primeiro da América Latina

INTERNACIONAL

Do R7

Diretor do instituto Finlay, Vicente Verez explicou a próxima fase de testes da Soberana

ERNESTO MASTRACUSA / EFE – 4.3.2021

A candidata de Cuba a vacina contra o novo coronavírus Soberana 02 recebeu autorização para iniciar a terceira e última fase de ensaios clínicos, na qual sua eficácia será testada em larga escala, tornando-se, assim, o primeiro possível imunizante latino-americano a avançar para a última etapa.

A Soberana 02 é o mais avançado dos quatro candidatos pesquisados em Cuba e foi desenvolvida pelo Instituto Finlay de Vacinas (IFV), estatal. O diretor do organismo, Vicente Vérez, declarou nesta quinta-feira que a autorização para o estudo de eficácia é “um dos grandes marcos” na corrida global para encontrar uma cura para a Covid-19.

Das 76 vacinas candidatas atualmente em testes clínicos em todo o mundo, a fórmula cubana é a primeira das que estão sendo desenvolvidas na América Latina a avançar para a fase final de testes.

Soberana 02, para aplicação intramuscular, é uma vacina subunitária que combina o antígeno do vírus e o toxoide do tétano, e também usa hidróxido de alumínio para estimular a resposta do sistema imunológico.

Após receber permissão do Centro de Controle Estatal de Medicamentos, Equipamentos e Dispositivos Médicos (Cecmed), o ensaio começará nos próximos dias em oito municípios de Havana. Os testes incluirão 44.010 voluntários com idades entre 19 e 80 anos e que não tenham sido infectados pelo SARS-CoV-2.

Combate à pandemia

A capital cubana é atualmente o território com a maior taxa de infecção da ilha e, nos últimos dois meses, foi responsável por uma média de metade dos novos casos registrados diariamente.

Além da Soberana 02, Cuba está desenvolvendo três outras vacinas candidatas contra a Covid-19, às quais acaba de ser acrescentada outra, especificamente destinada a prevenir o risco de reinfecção em pessoas em convalescença da doença.

A ilha não adquiriu vacinas no mercado internacional, nem é um dos países que aderiram ao mecanismo Covax, criado sob os auspícios da Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o acesso equitativo à imunização para nações de baixa e média renda.

Cuba tem 53.308 casos de coronavírus e 336 mortes desde o início da pandemia, de acordo com dados oficiais

Fonte: R7
Continuar lendo VACINA CUBANA SOBERANA 2 RECEBEU AUTORIZAÇÃO PARA INICIAR A TERCEIRA E ÚLTIMA FASE DE ENSAIOS CLÍNICOS

O NÚMERO DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 APLICADAS NO BRASIL JÁ É MAIOR EM PROPORCIONALIDADE QUE A ÍNDIA

Brasil passa Índia proporcionalmente em doses da vacina da Covid-19 aplicadas

Anna Satie, da CNN em São Paulo

 Atualizado 24 de janeiro de 2021 às 18:25

Brasil passa Índia proporcionalmente em doses da vacina da Covid-19 aplicadasBrasil ultrapassou a Índia em doses da vacina contra Covid-19 aplicadas, proporcionalmente, de acordo com o site Our World in Data

Segundo o levantamento, o país já vacinou 0,25 pessoa a cada 100 habitantes (1 a cada 400), enquanto a Índia administrou 0,11 (quase 1 a cada 900).

Índia começou a campanha de vacinação no último sábado (16) e o Brasil, no domingo (17).

O site leva em conta um boletim que considera que 604.374 pessoas já receberam o imunizante no Brasil. No entanto, dados compilados pela CNN junto a prefeituras e governos estaduais que divulgam o balanço preliminar mostram que mais de 700 mil pessoas já foram vacinadas no país.

Isso equivaleria a 0,33 pessoa a cada 100 habitantes.

É importante enfatizar, porém, que isso não significa, necessariamente, que essas pessoas já estão imunizadas, uma vez que é preciso duas doses para obter a eficácia total.

Outra observação é que, com uma população de quase 1,4 bilhão, a Índia tem mais de seis vezes o número de habitantes do Brasil. Para vacinar 10% da população, o país asiático precisa aplicar o imunizante em um número de pessoas que é quase equivalente à população dos estados das regiões nordeste e sudeste do Brasil.

Só o grupo prioritário da Índia, composto por profissionais de saúde, idosos, pessoas com comorbidades graves, policiais e soldados, soma 300 milhões de pessoas— mais que toda a população brasileira.

De acordo com o ministério da Saúde indiano, 1.582.201 pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra Covid-19.

Fonte: CNN

Continuar lendo O NÚMERO DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 APLICADAS NO BRASIL JÁ É MAIOR EM PROPORCIONALIDADE QUE A ÍNDIA

JUSTIÇA: ADVOGADOS AVALIAM QUE SERÁ DEMITIDO POR JUSTA CAUSA O EMPREGADO QUE SE RECUSAR TOMAR VACINA CONTRA CIVID-19

Empregado que não tomar vacina poderá ser demitido por justa causa, avaliam advogados; entenda em que situações

FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS

Trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 correm o risco de serem mandados embora por justa causa, afirmam advogados especializados em Direito do Trabalho ouvidos por esta coluna.

Com a aprovação para uso emergencial das vacinas contra a covid-19 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no domingo (17) e início do Plano Nacional de Imunização na segunda-feira (18), que irá permitir que todos os brasileiros possam se proteger da doença nos próximos meses, a recusa em se vacinar poderá custar o emprego de quem trabalha com carteira assinada.

Por enquanto, apenas os profissionais da saúde que estão da linha de frente de combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus estão sendo imunizados, mas à medida que a vacina for sendo liberada para todos, os trabalhadores das demais áreas poderão ser cobrados pelas empresas para apresentar o comprovante de vacinação a fim de manter seus empregos.

A coluna ouviu a advogada Adriana Calvo, autora do Manual de Direito do Trabalho e membro da comissão de Direito do Trabalho da OAB/SP; a especialista em gestão de pessoas e compliance trabalhista Ana Gabriela Primon, sócia do escritório Granadeiro Guimarães Advogados e o professor do Departamento de Direito do Trabalho da USP, Antonio Rodrigues de Freitas Júnior.

Para os três advogados, a possibilidade de demissão é possível e até mesmo provável, uma vez que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou que, apesar de a vacinação não ser obrigatória, ela poderá implicar em punições para aqueles que se recusarem a tomar a vacina. A decisão foi tomada no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 6586 e 6587) e de um Recurso Extraordinário com Agravo (ARE 1267879) que tratavam da vacinação contra a covid-19 e do direito de recusar a imunização em razão de convicções pessoais.

Empresa deve garantir ambiente de trabalho saudável

“Essa é uma questão bastante complexa e envolve uma discussão constitucional”, explica a advogada Ana Gabriela. “De um lado temos a liberdade do indivíduo e o princípio da legalidade, pelo qual ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, e, por outro, há a questão da saúde pública e o dever legal do empregador de manter um ambiente de trabalho saudável.”

“Considerando que o STF já decidiu que a recusa pode implicar em aplicação de multa, impedimento de frequentar determinados lugares ou até usar o transporte público, por exemplo, é possível a aplicação da justa causa porque nesse caso a empresa deve priorizar o interesse coletivo”, diz Ana Gabriela.

Para o professor Freitas, “o espaço do estabelecimento da empresa é de uso compartilhado e contribuir para evitar a propagação da doença por meio de práticas cientificamente recomendadas, é medida de higiene do local de trabalho pela qual cabe ao empregador zelar, fixando normas e protocolos de observância obrigatória”.

A advogada Adriana Calvo completa. “Fica claro que se o município onde estiver sediada a empresa não editar nenhuma lei dizendo que a vacina é obrigatória, então caberá ao empregador decidir se ele vai torná-la obrigatória ou não com base no seu poder diretivo. Esse poder vem do artigo 157 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), pelo qual o empregador tem o dever de zelar pela saúde e segurança no ambiente de trabalho.

“Como existe a possibilidade de o empregado que contrair covid-19 culpar a empregadora por acidente de trabalho trazendo repercussões econômicas muito grandes para a empresa, assim que a vacina estiver disponível, é provável que as empresas passem a exigir que seus empregados se imunizem.”

E os trabalhadores que estiverem em home office?

Já para o trabalhador que está em home office, ou seja, trabalha da sua casa e não comparece à empresa, os advogados entendem que, nesse caso, a empresa não pode obrigar a pessoa a se vacinar.

“Se o empregado trabalha em home office e não retornou à atividade presencial, não haveria nenhum fundamento para que o empregador exigisse a vacina desse empregado. O empregado está na sua casa, não traz nenhum risco para a empresa, é direito dele decidir se quer ser vacinado ou não”, diz Adriana Calvo.

Quem pode se negar a tomar a vacina e não ser demitido?

O professor Freitas entende que qualquer empregado pode ser demitido por justa causa, desde que fique demonstrado que há uma recusa infundada em tomar a vacina. Mas aqueles que tiverem uma recusa fundamentada não poderão ser obrigados. “Por exemplo: gestantes não podem ainda se submeter à vacina e portando podem se recusar. Por outro lado, a vacina também tem que estar disponível na localidade em número tal que sua aplicação seja possível”, diz.

O empregado que apresente também um atestado médico demonstrando que possui determinada condição de saúde que não permite se vacinar também não poderá ser obrigado, explica a advogada Adriana Calvo.

Mas basta não tomar a vacina para já ser mandado embora por justa causa?

Não é bem assim. Como a demissão por justa causa é uma punição que prejudica bastante o trabalhador, ela precisa ser aplicada de maneira proporcional à gravidade da falta, explica a Ana Gabriela. A sugestão da advogada é que a empresa faça uma gradação das penalidades.

“Primeiro, a empresa deveria aplicar uma advertência, em seguida, poderia aplicar uma suspensão do contrato de trabalho e, por fim, caso ainda houvesse a resistência do trabalhador, a demissão por justa causa.”

A advogada Adriana Calvo concorda que não deve haver uma justa causa imediata. “O ideal é primeiro dar uma advertência e um prazo de 30 dias para o empregado se vacinar e, caso ele não o fizer, então aplicar a justa causa.”

Tudo isso lembrando que a vacinação já tem de estar disponível para todos, pois já ficou decidido que as empresas não poderão comprar vacinas para imunizar seus empregados.

Ainda não há prazo para que a vacina esteja disponível para todos os brasileiros no Plano Nacional de Imunização.

Fonte:  Blog do BG

Continuar lendo JUSTIÇA: ADVOGADOS AVALIAM QUE SERÁ DEMITIDO POR JUSTA CAUSA O EMPREGADO QUE SE RECUSAR TOMAR VACINA CONTRA CIVID-19

GOVERNADORA DO RN PEDE A BOLSONARO ATRAVÉS DE OFÍCIO, A INCLUSÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO NAS FASES INICIAIS DA VACINA CONTRA COVID-19

Por G1 RN

 

Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) — Foto: Demis Roussus/Governo do RNGovernadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) — Foto: Demis Roussus/Governo do RN

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), enviou nesta quinta-feira (7) um ofício ao presidente da República Jair Bolsonaro com um pedido para que os profissionais da educação do Brasil sejam incluídos nas fases iniciais dos grupos prioritários da vacinação contra a Covid-19.

O documento cita que é preciso considerar a importância dos profissionais “para a retomada do desenvolvimento socioeconômico, científico e cultural do país”.

De acordo com o Plano Nacional de Vacinação, os trabalhadores em educação entram nos grupos prioritários, mas o governo ainda não definiu em qual das três fases iniciais esse grupo será inserido. Isso só vai ocorrer após aprovação das vacinas e disponibilidade de doses.

No ofício, a governadora do RN diz que os impactos causados pela pandemia da Covid-19 “diretamente aos profissionais e aos estudantes, em especial na educação pública no País, aprofundam as desigualdades de acesso e de permanência já existentes nas escolas e promovem enormes prejuízos à qualidade da aprendizagem, em todos os níveis e etapas”.

Segundo o documento, são cerca de 50 milhões de estudantes e 2 milhões de professores da educação básica sem aulas presenciais atualmente, comprometendo a aprendizagem de estudantes entre 4 a 17 anos.

A governadora do RN disse ainda que providências para preparação das escolas na volta às aulas presenciais foram adotadas no Brasil. No RN, segundo ela, a previsão é de que o retorno aconteça no dia 1 de fevereiro, “com todas as medidas definidas nos protocolos de segurança internacionais, nacionais e locais”.

A chefe do Executivo potiguar cita também investimentos para reestruturação física das escolas e de profissionais e ações de formação e reorganização curricular.

“Essas providências, no entanto, serão insuficientes sem a garantia da vacinação”, diz o texto da governadora Fátima Bezerra (PT).

“Comprometer ainda mais a educação, retardando o retorno das atividades presenciais, constitui-se substancial ameaça ao avanço e à sobrevivência da ciência brasileira, bem como o futuro do desenvolvimento e soberania do País”.

O pedido da governadora potiguar pede a inclusão dos profissionais da educação sem prejuízo dos profissionais da saúde e demais grupos vulneráveis.

Segundo Fátima, essa medida permitirá a retomada, em menor tempo, das atividades educacionais e vai contribuir “para a redução das desigualdades entre os estudantes, a preservação de seus vínculos com a escola, a diminuição dos riscos de ficarem ainda mais para trás ou abandonarem os estudos, assegurando a reabertura das escolas e das instituições de educação superior, com seus profissionais protegidos e imunizados”.

Plano Nacional de Vacinação

De acordo com o Plano Nacional de Vacinação, os grupos prioritários para vacinação foram divididos em fases.

Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

Segunda fase: Pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades.

Trabalhadores da educação; trabalhadores dos demais serviços essenciais (forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema de privação de liberdade, trabalhadores do transporte coletivo, entre outros); populações quilombolas; população privada de liberdade e pessoas em situação de rua também entram nos grupos prioritários. Entretanto, o governo irá avaliar em qual fase esses grupos serão inseridos após aprovação das vacinas e disponibilidade de doses.

Fonte: G1 RN

Continuar lendo GOVERNADORA DO RN PEDE A BOLSONARO ATRAVÉS DE OFÍCIO, A INCLUSÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO NAS FASES INICIAIS DA VACINA CONTRA COVID-19

COMPRA DA VACINA CONTRA COVID-19 PELA PFIZER SERÁ DISCUTIDA SEMANA QUE VEM

Ministério da Saúde e Pfizer discutem compra de vacinas semana que vem

Rudá Moreira, da CNN, em Brasília

 Atualizado 12 de novembro de 2020 às 21:03

Ilustração da potencial vacina contra Covid-19 da farmacêutica Pfizer

A compra pelo governo federal de doses da vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida pela empresa Pfizer será discutida em Brasília na semana que vem.

De acordo com uma fonte da CNN, já está marcada para a próxima terça-feira (17) uma reunião, no Ministério da Saúde, com representantes da farmacêutica para iniciar as negociações para uma futura compra do imunizante.

Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (12), a farmacêutica afirmou que países mais pobres vão pagar um preço mais baixo por dose da potencial vacina anti-Covid, que desenvolve em parceria com a BioNTech.

“Trabalhamos com uma abordagem de preços diferenciados, o que ajuda a garantir a equidade de modo que todos os países possam ter acesso à nossa vacina contra a COVID-19. Os países com a menor capacidade de pagar pela vacina pagarão um preço mais baixo, de acordo com os recursos de seu governo, enquanto os países que podem pagar mais deverão fazê-lo”, diz a empresa por meio de nota.

90% de eficácia

A Pfizer disse na última segunda-feira (9) que a vacina experimental contra a Covid-19 mostrou ter 90% de eficácia na prevenção da doença, com base em dados iniciais de um estudo amplo.

O estudo preliminar analisou os primeiros 94 casos confirmados de Covid-19 entre os mais de 43 mil voluntários que receberam duas doses da vacina ou um placebo.

Segundo a farmacêutica, menos de 10% das infecções ocorreram em participantes que receberam a vacina. Mais de 90% dos casos ocorreram com pessoas que receberam placebo.

A Pfizer e a parceira no desenvolvimento do imunizante, a alemã BioNTech, são as primeiras farmacêuticas a anunciarem dados bem-sucedidos de um ensaio clínico em larga escala com uma potencial vacina contra o coronavírus.

As empresas disseram que, até o momento, não encontraram nenhuma preocupação de segurança com a candidata a imunizante e que esperam pedir autorização para uso emergencial da vacina nos Estados Unidos neste mês.

Se obtiver a autorização, o número de doses da vacina será limitado inicialmente. Uma das questões pendentes é por quanto tempo a vacina fornecerá proteção.

No entanto, a notícia divulgada dá esperanças de que outras vacinas em desenvolvimento contra o novo coronavírus também possam se mostrar eficazes.

A Pfizer disse que a vacina proporcionou proteção sete dias após a segunda dose e 28 dias após a dose inicial da vacina. O ensaio de Fase 3 envolveu 43.538 participantes desde 27 de julho.

Até domingo (9), 38.955 dos voluntários receberam a segunda dose da vacina. A empresa diz que 42% dos locais de teste internacionais e 30% dos locais de teste nos EUA envolvem voluntários de origens racial e étnica diversas.

“Hoje é um grande dia para a ciência e para a humanidade”, disse Albert Bourla, presidente-executivo e chairman da Pfizer, em comunicado.

“Estamos atingindo este marco crucial em nosso programa de desenvolvimento de vacina em um momento em que o mundo mais precisa, com as taxas de infecção atingindo novos recordes, hospitais ficando superlotados e economias sofrendo para reabrir.”

Fonte: CNN

Continuar lendo COMPRA DA VACINA CONTRA COVID-19 PELA PFIZER SERÁ DISCUTIDA SEMANA QUE VEM

VACINA CONTRA COVID-19 APROVADA PELA RÚSSIA PODERÁ SER PRODUZIDA NO BRASIL

Rússia diz que vacina contra a covid-19 poderá ser fabricada no Brasil

Se houver aprovação regulatória, produção na América Latina começará em novembro, afirma chefe do fundo soberano russo, Kirill Dmitriev

SAÚDE 

 por Reuters

Rússia teria recebido pedidos de 1 bilhão de doses

A vacina contra a covid-19 aprovada pela Rússia, que será comercializada no mercado internacional com o nome de Sputnik 5 em referência ao primeiro satélite lançado ao espaço da história, deverá ser produzida no Brasil e a fabricação dela na América Latina iniciará em novembro, desde que obtida aprovação regulatória, disse o chefe do fundo soberano da Rússia, Kirill Dmitriev, nesta terça-feira (11).

Ele disse que a Rússia já recebeu pedidos por mais de 20 países por 1 bilhão de doses de sua recém-registrada vacina contra a doença causada pelo novo coronavírus.

Dmitriev falou depois de o presidente russo, Vladimir Putin, anunciar a aprovação da vacina com menos de dois meses de testes em humanos.

A velocidade com que a Rússia se movimenta para disponibilizar a vacina levou alguns cientistas internacionais a questionar se Moscou está colocando o prestígio nacional à frente de uma ciência sólida e segura.

Dmitriev disse acreditar que a vacina é incrivelmente segura e que não foram observados efeitos colaterais. Disse ainda que recebeu uma aplicação da vacina.

Fonte: R7

Continuar lendo VACINA CONTRA COVID-19 APROVADA PELA RÚSSIA PODERÁ SER PRODUZIDA NO BRASIL

O ASSUNTO DO MOMENTO É O ACORDO FIRMADO ENTRE BRASIL E REINO UNIDO PARA FABRICAR VACINA DE OXFORD EM MASSA

O ASSUNTO DO MOMENTO É O ACORDO FIRMADO ENTRE BRASIL E REINO UNIDO PARA FABRICAR VACINA DE OXFORD EM MASSA
BRUSSELS, BELGIUM - JUNE 18 : In this illustration a doctor holds a syringe and a bottle labelled as the Covid-19 coronavirus vaccine. At least 8,000,202 cases of infection, including 435,176 deaths, were recorded in total, particularly in Europe, the continent most affected with 2,417,902 cases (188,085 deaths) and in the United States, which has the highest number of cases (2,110,182) and deaths (116,081). There are about a hundred projects for vaccines against Covid-19, of which about ten are in the clinical trial phase. Pictured on June 18, 2020 in Brussels, Belgium, 18/06/2020 ( Photo by Vincent Kalut / Photonews via Getty Images)

Governo anuncia acordo para fabricar vacina contra Covid-19 no Brasil

O governo federal anunciou neste sábado, 27, que firmou um acordo de cooperação com o Reino Unido para o desenvolvimento tecnológico e acesso do Brasil à vacina para Covid-19, do laboratório AstraZeneca e da universidade de Oxford. Com o acordo, a vacina será fabricada no país. O anúncio foi feito em uma entrevista coletiva pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco.

De acordo com Franco, a vacina é uma das mais promissoras do mundo e a proposta de cooperação prevê a transferência de tecnologia para o Brasil. O país vai comprar os insumos para a produção da vacina, inclusive a tecnologia de formulação, envase e controle de qualidade. O acordo será firmado por intermédio da Fiocruz com produção pela Bio Manguinhos.

“Desta forma, eliminamos as margens de lucros exorbitantes e teremos acesso a vacina a preços adequados”, disse Élcio Franco, que prevê que o Brasil teria a autonomia na produção. “Buscamos evitar situações ocorridas no início da pandemia quando a alta demanda não permitiu que o país tivesse acesso adequado aos insumos e equipamentos”.

O acordo será dividido em duas etapas. Na primeira, o país assume os riscos da pesquisa. “Vamos pagar pela tecnologia, mesmo não tendo os resultados dos ensaios clínicos finais. Em uma segunda fase, quando a vacina se mostrar eficaz e segura, ampliaremos a compra.”

Será utilizada a previsão legal de encomenda tecnológica prevista na lei nº 10.973, de 2004, e amparada na lei de licitações, a 8.666, de 1993. “Nessa fase inicial, de risco assumido, serão 30,4 milhões de doses da vacina, no valor total de 127 milhões de dólares, incluídos os custos de transferência da tecnologia e do processo produtivo da Fiocruz, estimados em 30 milhões de dólares. Os dois lotes a serem disponibilizados à Fiocruz, de 15,2 milhões de doses cada, deverão ser entregues em dezembro de 2020 e janeiro de 2021”, explicou o secretário-executivo.

Se a vacina se mostrar segura e eficaz, serão produzidas outras 70 milhões de doses no valor estimado de 2,30 dólares por dose.

Fonte: CRN1

Continuar lendo O ASSUNTO DO MOMENTO É O ACORDO FIRMADO ENTRE BRASIL E REINO UNIDO PARA FABRICAR VACINA DE OXFORD EM MASSA

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar