ECONOMIA: A CULTURA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO DESTRÓI UM PAÍS

Na nossa coluna ECONOMIA desta sexta-feira trago um texto que veio em boa hora por causa da discussão sobre a reforma administrativa e faz grave advertência sobre o duplo ônus da cultura do funcionalismo público que, se não mudar vai fatalmente destruir o país. Leia esse brilhante texto de Leandro Vieira e entenda como isso pode acontecer! 

O duplo ônus da cultura do funcionalismo público

Assim se destrói um país

 

É tentador: salário vitalício, benefícios garantidos pelo estado, estabilidade, carga horária conveniente, e a não-necessidade de apresentar resultados.

Quem nunca desejou passar em um concurso público para dar fim às aflições motivadas pelas incertezas do conturbado cenário econômico-social atual?

A grande questão é que o sonho do concurso público tem gerado um enorme e duplo prejuízo ao país: além do custo exorbitante — o qual exige impostos e endividamento crescentes —, temos uma boa parcela de nossos talentos (nada menos que 12 milhões de jovens preparados) buscando vagas em trabalhos que não acrescentam nada ao avanço da nação.

O gasto do país com funcionários públicos (agora de todas as esferas de governo) é de 13,1% do PIB. Trata-se também do maior percentual entre todos os países analisados. Muito acima de países como Portugal, França, Austrália e EUA. Nestes, o gasto do governo com funcionalismo público é de aproximadamente 9% do PIB.

Já o Chile gastou somente 6,4% do PIB em salários do funcionalismo público em 2015.

Ou seja, em relação à renda, o Brasil gasta 45% a mais que os países mais ricos com seus funcionários públicos. Em relação ao Chile, gastamos incríveis 104% a mais.

E, considerando todo o funcionalismo público federal, nada menos que 83% dos funcionários estão no topo da pirâmide da renda, compondo assim a parcela mais rica da população. E sete em cada dez estão no grupo dos 10% mais ricos do país.

Assim, o governo é simplesmente o maior concentrador de renda e maior causador das desigualdades sociais no Brasil.

Segundo um relatório do Banco Mundial:

Com base em dados de 2016, os militares brasileiros recebem, em média, mais do que o dobro pago pelo setor privado (R$ 55.000 por ano), e os servidores federais civis ganham cinco vezes mais que trabalhadores do setor privado (R$130.000 por ano). A remuneração média por funcionário é excepcionalmente alta no Ministério Público Federal (R$ 205.000 por ano), no Poder Legislativo R$ 216.000 por ano) e no Poder Judiciário (R$ 236.000 por ano).

Além desses salários magnânimos, há também vários benefícios (penduricalhos) atrelados ao cargo, como auxílio-moradia, auxílio-transporte, auxílio-creche, auxílio-educação, auxílio-funeral, auxílio plano de saúde, reembolso por despesas médicas e odontológicas não cobertas pelo plano de saúde, retribuição por acúmulo de funções, bônus de eficiência etc.

Só o auxílio-moradia dos juízes custa R$ 1 bilhão por ano aos pagadores de impostos.

E, no final, a maior parte dos cargos públicos se dedica à operacionalização e à manutenção da máquina estatal — e nada mais do que isso. Só que apenas manter a máquina não gera crescimento econômico. É algo como uma locomotiva funcionando sem sair do lugar.

A mentalidade do concurseiro e do burocrata

Normalmente, as pessoas que almejam a um cargo público têm uma certa aversão a riscos.

Entretanto, elas próprias não conseguem enxergar os grandes riscos que estão por trás de suas escolhas. Enquanto se preparam para os concursos, os candidatos deixam de desenvolver as competências e habilidades extremamente necessárias na iniciativa privada. Não acumulam experiência, não fazem contatos, e colocam em seu currículo apenas os cursinhos preparatórios para concursos. Parecem nunca ter o pensamento “e se eu não passar?“.

Um concursado leva, muitas vezes, mais tempo para passar em um concurso do que um acadêmico leva para se fazer doutor. E em que contribuem os anos de estudo do “caçador de concursos” para o avanço da ciência? Em nada. E para a geração de novos negócios? Pior ainda.

Um número incontável de pessoas com preparo e talento passa a se dedicar — e com uma certa obsessão — a passar em algum concurso. Logicamente, o setor público não pode absorver todo esse contingente de pessoas. Consequentemente, apenas alguns passam. E a imensa maioria não aprovada permanece se preparando continuamente, na espera de algum dia ser aprovada.

Enquanto se preparam para os concursos, não desenvolvem habilidades e competências essenciais na iniciativa privada. Os conhecimentos que adquirem nessa jornada são rasos: não provocam avanços na ciência, tampouco estimulam a inovação e muito menos fomentam novos negócios. Trata-se, literalmente, de uma geração desperdiçada. Para infelicidade do país.

Com efeito, os conhecimentos que os concurseiros adquirem também não são úteis nem mesmo para promover melhorias significativas no próprio setor público. Por quê? Porque o sistema burocrático tem auto-defesas muito fortes. A intenção de burocratas sempre é a de se constituir como um grupo à parte, como um sistema de poder coletivo definido a partir da ausência de poder dos dominados.

O fenômeno burocrático caracteriza-se por um conservadorismo expresso especialmente na manutenção e expansão de uma situação de privilégio.

No lugar de representar uma ponte entre os interesses particulares e os coletivos, a burocracia serve a seus próprios interesses — trata-se de uma corporação que se defende em oposição ao resto da sociedade.

Nada pode gerar mais imobilismo do que isso.

O atraso

Um dos principais vetores do desenvolvimento econômico e social de um país é a sua capacidade de produzir ciência, tecnologia e inovação. A inovação é o fator mais importante, não apenas no desenvolvimento de novos produtos ou serviços, como também no estímulo ao interesse em investir nos novos empreendimentos criados.

Nesse cenário, surge a figura do empreendedor como uma força positiva no crescimento econômico, fazendo a ponte entre a inovação e o mercado.

Pode-se ir ainda mais além: o empreendedor é a figura principal desse processo. Apenas pesquisa, desenvolvimento e investimentos em capital físico e humano não causam o crescimento. Essas atividades ocorrem em resposta às oportunidades de crescimento, e tais oportunidades de crescimento são descobertas por empreendedores alertas às demandas futuras dos consumidores.

Lembrando Schumpeter, os empreendedores são os impulsionadores do desenvolvimento econômico, os responsáveis pelas mudanças econômicas em qualquer sociedade. O seu papel envolve muito mais do que apenas o aumento de produção e da renda per capita. Seu papel é iniciar e constituir mudanças na estrutura de seus negócios e da própria sociedade, sempre buscando atender às demandas dos consumidores. Essas mudanças geram maior produção e mais crescimento econômico, o que possibilita que mais riqueza seja usufruída pelos diversos atores sociais.

Entretanto, em nosso país, a cultura empreendedora cede lugar, cada vez mais, à cultura do funcionalismo público. Grande parte de nossos maiores talentos — pessoas capacitadas — sente-se muito mais atraída pelos benefícios do setor público do que pelos riscos e desafios do empreendedorismo.

Pessoas que poderiam contribuir para a melhoria das condições do setor produtivo — seja estudando a fundo a problemática das empresas, seja colocando em prática a sua visão de excelência, servindo de exemplo e referência para outras empresas e outros profissionais — desperdiçam seu talento e energia decorando apostilas para concursos.

Por aqui, empreender passou a ser uma saída para os menos preparados, para os mais necessitados, para aqueles que não têm condições de arrumar um emprego decente ou de passar em um concurso público.

E essa é a parte preocupante: nosso setor privado realmente não é eficiente, o empreendedorismo brasileiro, no geral (e essa é uma generalização necessária), é muito rudimentar, surgindo muito mais por necessidade do que pela identificação de oportunidades. Não há diálogo entre academia e mercado. E, em vez de termos pessoas debruçadas sobre os problemas enfrentados por nossas organizações, pesquisando, inovando ou empreendendo, temos um êxodo cada vez maior dos nossos talentos em busca do setor público.

Está tudo errado. Ao passo que os gênios americanos criam empresas fantásticas que mudam os rumos da humanidade, os gênios brasileiros passam em concursos públicos.

O grande inimigo

E, para piorar, além de enfrentar a concorrência dos salários do setor público, o empreendedorismo também não atrai os jovens por causa dos elevados riscos e das enormes dificuldades para se fazer negócios no Brasil.

Empreender e empregar legalmente no Brasil é muito caro. Para abrir uma empresa são necessários 107 dias, em média. Pagar impostos requerem 2.600 horas apenas para preencher formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia). Empregar alguém traz um custo extra de 103% do salário só com impostos e outros encargos trabalhistas. Ou seja, além do salário, você tem de pagar o equivalente a outro salário só com impostos, encargos sociais e trabalhistas. Não bastasse isso, ainda temos de arcar com nada menos que 93 impostos diferentes.

O resultado dessa equação é trágico: empaca-se o avanço da ciência e dos negócios, a oferta de empregos diminui, a economia estagna e mais e mais pessoas passam a almejar um posto nas instituições públicas, alimentando esse círculo vicioso.

Eis o resumo da tragédia: o governo asfixia o empreendedorismo com impostos, burocracias e regulamentações. Isso mantém os salários baixos. Salários baixos empurram jovens capacitados para o setor público, que garante estabilidade e altos salários. Mas todos os privilégios do setor público são bancados por impostos e endividamento do governo, os quais são integralmente pagos pela iniciativa privada. Isso deprime ainda mais os salários do setor privado, o que empurra ainda mais jovens preparados para o setor público.

É fundamental revertermos essa tendência e trabalharmos no sentido de fomentar a cultura empreendedora em nosso país. Quando coloco os verbos reverter e trabalhar na primeira pessoa do plural, quero puxar a responsabilidade para as nossas mãos, cidadãos comuns.

Não podemos esperar que o poder público faça a sua parte, pois o estado faz justamente o contrário: inibe a atividade empreendedora ao elevar a carga tributária e criar empecilhos burocráticos absurdos, buscando sempre financiar os altos gastos do setor público com mais tributos e endividamento.

O estado é hoje o grande inimigo da sociedade. Já que não podemos vencê-lo, devemos resistir fortemente à tentação de nos juntarmos a ele.

Conclusão

Nosso setor privado precisa de pessoas capacitadas, talentosas e inteligentes, mas grande parte de nosso contingente pessoal com essas características sente-se muito mais atraída por cargos públicos.

Do ponto de vista individual, todos aqueles que almejam vagas no setor público estão mais do que certos. Lógico: por que eu deveria me esforçar para atuar em um campo cheio de riscos, sem segurança e sem estabilidade, quando posso trabalhar para o estado, sem me preocupar pelo resto da vida? Por que me arriscar no setor privado, sofrendo cobranças e tendo de apresentar eficiência, se posso simplesmente ganhar muito no setor público, tendo estabilidade no emprego e sem ter de apresentar resultados?

Porém, é justamente o setor privado quem tem de sustentar a farra do setor público. Daí os baixos salários pagos na iniciativa privada. Toda a carga tributária existente no Brasil, que impede aumentos salariais na iniciativa privada, existe justamente para sustentar o setor público e seus funcionários que ganham salários magnânimos e vivem à custa dos trabalhadores da iniciativa privada, os quais ganham pouco justamente porque têm de bancar os membros do setor público.

Sim, o Brasil gasta demais com funcionários públicos, e não há quem se comprometa a pôr um freio nesta farra.

A questão é: como irão fechar as contas sem recorrerem a mais impostos? Se assim o fizerem, poderá chegar o dia em que irão inviabilizar as empresas, que são quem mantém toda essa estrutura. Ironicamente, sem o setor produtivo, o número de funcionários públicos bem pagos cairá a zero.

Fonte: Mises Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: CONCURSOS PÚBLICOS EM MAIS 12 ÓRGÃOS, COM SALÁRIOS DE ATÉ R$ 11 MIL

Mais concursos públicos na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira. Vagas abertas em 12 órgãos com salários até R$ 11 mil. Aproveite e veja as oportunidades na reportagem a seguir, escolha um e se inscreva já!

Concursos: 12 órgãos abrem vagas nesta 2ª. Salários até R$ 11 mil

Vagas no serviço público: pelo menos 12 órgãos abrem inscrições nesta 2ª feira, 10.

São mais de 850 vagas em várias partes do Brasil, para todos os níveis de escolaridade.

O maior concurso é o da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, com 340 vagas.

O maior salário é o de Vargem Grande do Sul, São Paulo: R$ 11.668,81.

O G1 publicou e a gente reproduz abaixo pra você:

Prefeitura de Fortuna de Minas (MG)
Inscrições: até 11/03/2020
18 vagas
Salários até R$ 3.000,00
Cargos de nível fundamental e superior
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Içara (SC)
Inscrições: até 12/03/2020
91 vagas
Salários até R$ 3.081,82
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Ceres (GO)
Inscrições: até 03/03/2020
168 vagas
Salários até R$ 10.743,41
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Vargem Grande do Sul (SP)
Inscrições: até 20/02/2020
30 vagas
Salários até R$ 11.668,81
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Teresina (PI)
Inscrições: até 06/03/2020
6 vagas
Salários até R$ 8.142,00
Cargos de nível superior
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Porto do Amazonas (PR)
Inscrições: até 10/03/2020
35 vagas
Salários até R$ 4.673,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Jundiaí (SP)
Inscrições: até 19/03/2020
5 vagas
Salários até R$ 6.738,68
Cargos de nível superior
Veja o edital

Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Santos (SP)
Inscrições: até 12/03/2020
11 vagas
Salários até R$ 5.200,00
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Câmara Municipal de Laranjeiras (SE)
Inscrições: até 28/02/2020
9 vagas
Salários até R$ 1.500,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Instituto de Previdência Municipal de Altinópolis (SP)
Inscrições: até 27/02/2020
1 vaga
Salários até R$ 2.076,61
Cargos de nível superior
Veja o edital

Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará
Inscrições: até 12/02/2020
340 vagas
Salários até R$ 2.809,37
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura Municipal de Ivinhema (MS)
Inscrições: até 09/03/2020
121 vagas
Salários até R$ 2.809,37
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Veja aqui a lista completa dos concursos abertos

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CONCURSOS PÚBLICOS SÃO SEMPRE PRIORIDADE AQUI NA COLUNA

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira temos mais 15 concursos públicos abertos em 7 estados com salários que vão até 13 mil reais. A maioria em prefeituras espalhadas em quase todas as regiões do Brasil. Veja a seguir lista com os cargos, salários e datas dos concursos.

15 concursos públicos abertos em 7 estados. Salários até R$ 13 mil.

Foto: reprodução / JPRodrigues / Metrópoles

Foto: reprodução / JPRodrigues / Metrópoles

São mais de 1,4 mil vagas para profissionais de todos os níveis de escolaridade. Só na prefeitura de Maracaí, em São Paulo, os salários chegam a R$ 13.217,90.

Já a Câmara Municipal de Santos, em São Paulo, abriu inscrições para preencher 38 vagas com salário máximo de R$ 8.000,00

A Marinha também seleciona, mas para 900 vagas com remuneração de até R$ 1.950,00. Podem se candidatar profissionais com Ensino Médio e as inscrições vão até 3 de fevereiro no site da Marinha.

O G1 publicou a lista e a gente reproduz abaixo pra você:

Câmara Municipal de Santos (SP)
Inscrições até: 19/02/2020
Vagas: 38
Salário máximo: R$ 8.000,00
Escolaridade: médio e superior
Local: Santos 
Mais informações
Corpo de Bombeiros de Roraima
Inscrições até: 21/01/2020
Vagas: 23
Salário máximo: R$ 60/hora-aula
Escolaridade: superior
Mais informações
Marinha
Inscrições até: 03/02/2020
Vagas: 900
Salário máximo: R$ 1.950,00
Escolaridade: médio
Mais informações
Prefeitura de Águas Formosas (MG)
Inscrições até: 20/02/2020
Vagas: 27
Salário máximo: R$ 3.782,58
Escolaridade: fundamental, médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Aracitaba (MG)
Inscrições até: 18/02/2020
Vagas: 41
Salário máximo: R$ 3.217,59
Escolaridade: fundamental
Mais informações
Prefeitura de Colíder (MT)
Inscrições até: 30/01/2020
Vagas: 59
Salário máximo: R$ 6.499,29
Escolaridade: médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Conceição da Barra de Minas (MG)
Inscrições até: 20/02/2020
Vagas: 12
Salário máximo: R$ 2.467,21
Escolaridade: fundamental, médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Corumbaíba (GO)
Inscrições até: 20/02/2020
Vagas: 16
Salário máximo: R$ 3.869,40
Escolaridade: fundamental, médio, técnico e superior
Mais informações
Prefeitura de Guadalupe (PI)
Inscrições até: 22/02/2020
Vagas: 33
Salário máximo: R$ 2.941,46
Escolaridade: médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Icatu (MA)
Inscrições até: 17/02/2020
Vagas: 94
Salário máximo: R$ 5.600,00
Escolaridade: médio, técnico e superior
Mais informações
Prefeitura de Maracaí (SP)
Inscrições até: 04/02/2020
Vagas: 31
Salário máximo: R$ 13.217,90
Escolaridade: fundamental, médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Mutunópolis (GO)
Inscrições até: 20/02/2020
Vagas: 70
Salário máximo: R$ 6.322,35
Escolaridade: fundamental, médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Rianápolis (GO)
Inscrições até: 19/02/2020
Vagas: 33
Salário máximo: R$ 3.802,35
Escolaridade: fundamental, médio e superior
Mais informações
Prefeitura de São Felix de Minas (MG)
Inscrições até: 18/02/2020
Vagas: 67
Salário máximo: R$ 10.499,54
Escolaridade: fundamental, médio e superior
Mais informações
Prefeitura de Viradouro (SP)
Inscrições até: 03/02/2020
Vagas: 7
Salário máximo: R$ 3.993,95
Escolaridade: fundamental e superior
Mais informações

Acesse aqui a lista completa dos concursos abertos

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: MAIS 16 CONCURSOS PÚBLICOS COM INSCRIÇÕES ABERTAS

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira temos mais 16 concursos com inscrições abertas com salários que vão até R$ 15 mil. Mais uma oportunidade para quem não conseguiu passar nos últimos concursos que divulgamos aqui. Não perca tempo, corra e se inscreva em um deles! 

16 concursos estão com inscrições abertas. Salários até R$ 15 mil

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A semana começa com boas novas: 16 concursos públicos abrem inscrições nesta segunda-feira. 2

São pelo menos 3.880 vagas em cargos para todos os níveis de escolaridade.

Os salários chegam a R$ 15.600,00 na Prefeitura de Mostardas (RS) e a R$ 7 mil no RioSaúde, na cidade do Rio de Janeiro.

O G1 postou e a gente compartilha com você.

Câmara Municipal de Patrocínio (MG)

Inscrições: até 10/01/2020
3 vagas
Salários: até R$ 6.111,86
Cargos de nível superior
Veja o edital

Hospital Ipiranga (SP)

Inscrições: até 20/12/2019
24 vagas
Salários: até R$ 1.142,64
Cargos de nível médio
Vagas para São Paulo
Veja o edital

Prefeitura de Acrelândia (AC)

Inscrições: até 03/12/2019
71 vagas
Salários: até R$ 3.000,00
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Campo Novo do Parecis (MT)

Inscrições: até 13/12/2019
4 vagas
Salários: até R$ 2.079,66
Cargos de nível médio
Veja o edital

Prefeitura de Itueta (MG)

Inscrições: até 15/12/2019
8 vagas
Salários: até R$ 1.250,00
Cargos de nível médio
Veja o edital

Prefeitura de Mandaguari (PR)

Inscrições: até 06/12/2019
33 vagas
Salários: até R$ 1.666,72
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Mostardas (RS)

Inscrições: até 02/01/2020
50 vagas
Salários: até R$ 15.600,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Nova Canaã do Norte (MT)

Inscrições: até 20/12/2019
41 vagas
Salários: até R$ 3.054,98
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Paranaguá (PR)

Inscrições: até 26/12/2019
3 vagas
Salários: até R$ 5.000,57
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Ponte Nova (MG)

Inscrições: até 02/01/2020
558 vagas
Salários: até R$ 4.741,99
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital 

Prefeitura de Sacramento (MG)

Inscrições: até 10/01/2020
49 vagas
Salários: até R$ 8.000,00
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Santa Bárbara (MG)

Inscrições: até 10/12/2019
4 vagas
Salários: até R$ 1.400,00
Cargos de nível fundamental e médio
Veja o edital

Prefeitura de Santa Luzia (MG)

Inscrições: até 03/01/2020
281 vagas
Salários: até R$ 1.250,00
Cargos de nível médio
Veja o edital

Prefeitura de São Miguel do Araguaia (GO)

Inscrições: até 06/12/2019
31 vagas
Salários: até R$ 3.500,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Tomazina (PR)

Inscrições: até 06/12/2019
3 vagas
Salários: até R$ 1.107,69
Cargo de nível alfabetizado
Veja o edital

RioSaúde (Rio de Janeiro/RJ)

Inscrições: até 10/12/2019
2.717 vagas
Salários: até R$ 7.791,00
Cargo de nível médio e superior
Veja o edital

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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