GOVERNO CUBANO NÃO PERMITIU REALIZAÇÕES DE MANISTAÇÕES PACÍFICAS POR MAIS LIBERDADE CIVIS

Governo cubano nega autorização para manifestações pacíficas

Ditadura alega que a iniciativa faz parte de esforços para derrubar o regime comunista do país

Bandeira cubana

Bandeira cubana | Foto: Gabrielmbulla/Pixabay

Em Cuba, o governo não permitiu a realização de manifestações pacíficas por mais liberdades civis. Nesta terça-feira, 13, as autoridades do país alegaram que a iniciativa faz parte de esforços para derrubar a ditadura comunista.

“Os organizadores e suas projeções públicas, assim como os vínculos de alguns com organizações subversivas ou agências financiadas pelo governo norte-americano, têm a intenção manifesta de promover uma mudança no sistema político de Cuba”, diz uma carta oficial entregue aos opositores.

Reunindo críticos ao regime, um grupo de Facebook chamado Archipiélago é responsável pelo planejamento do protesto. Inicialmente, os atos estavam marcados para 20 de novembro. Contudo, os eventos foram alterados para o dia 15 do mesmo mês, depois que o governo cubano declarou a data original como o ‘Dia Nacional da Defesa’.

Entre as reinvindicações, estão liberdades civis, o direito a se manifestar de maneira pacífica e anistia para os presos políticos.

Fonte: R7

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FIM DA RETIRADA DE CIVIS DO AFEGANISTÃO É ANUNCIDA POR PAÍSES EUROPEUS

Países europeus anunciam o fim da retirada de civis do Afeganistão

Alemanha, Holanda e Bélgica encerraram a saída de seus civis e militares; Itália deve acabar em breve e Espanha continuará no país

INTERNACIONAL

 Do R7, com AFP e EFE

Explosões no aeroporto de Cabul aceleraram o processo de retirada de civis e diplomatas do Afeganistão

EFE/EPA

As duas explosões que aconteceram nesta quinta-feira (26) em Cabul, no Afeganistão, aceleraram o processo de retirada de civis e de diplomatas estrangeiros do país por parte de militares europeus.

A Alemanha anunciou que concluiu a evacuação de seus soldados e equipe diplomática do Afeganistão. A ministra da Defesa, Annegret Kramp-Karrenbauer, afirmou que a piora da situação de segurança no aeroporto de Cabul acelerou o fim da evacuação que foi iniciada há 12 dias.

“Todos os soldados, membros do ministério das Relações Exteriores e da polícia federal que realizaram esta missão até um final seguro para nós, forma retirados de Cabul por avião”, informou Annegret Kramp-Karrenbauer em declaração à imprensa.

A Itália concluirá a retirada de civis de Cabul nas próximas horas e já está trabalhando em um plano de curto e médio prazo de apoio ao povo afegão, disse nesta quinta-feira o ministro das Relações Exteriores italiano, Luigi di Maio, após as duas explosões.

“Nas próximas horas as operações de evacuação serão concluídas, agora é necessário desenvolver a ‘fase 2’, com uma perspectiva de curto e médio prazo, ordenada, estruturada e estratégica”, disse Di Maio, ao explicar a situação no Afeganistão durante o Conselho de Ministros presidido por Mario Draghi.

Segundo o chanceler, o seu ministério “está disposto a coordenar a definição de um plano italiano de apoio ao povo afegão”, envolvendo todas as administrações dos ministérios em que os trabalhos já começaram, segundo a imprensa italiana.

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, afirmou que seu país trabalha “para evacuar o maior número possível de pessoas”, após o atentado duplo que deixou vários mortos e dezenas de feridos na entrada do aeroporto de Cabul.

A mensagem foi divulgada em um post do Twitter e dá a entender que a Espanha continuará realizando as operações de evacuação mesmo após os atentados e que esse processo deve ser acelerado diante dos incidentes.

Já o governo da Bélgica anunciou ainda na quarta-feira (25) que encerrou a retirada de pessoas do aeroporto de Cabul, após consulta a outros países da Europa. A Holanda fez um anúncio semelhante horas antes.

A decisão de dar as atividades por finalizadas foi tomada “em vista da evolução da situação no Afeganistão e de acordo com os outros parceiros europeus”, de acordo com nota oficial emitida pelo gabinete do primeiro-ministro, Alexander De Croo.

De acordo com o documento, as repatriações continuarão agora a partir de Islamabad, no Paquistão, que serviu de elo entre o Afeganistão e a Bélgica.

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VÁRIOS PAÍSES SE UNIRAM AO GOVERNO DOS EUA PARA PEDIREM A CUBA RESPEITO PELOS DIREITOS CIVIIS

Vinte países pedem a Cuba que respeite ‘direitos e liberdades’

Brasil está entre as nações que apoiaram o apelo feito pelo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken

INTERNACIONAL

por AFP

Países como Brasil e Colômbia pedem que Cuba liberte pessoas detidas durante protestos do dia 11 de julho

EVA MARIE UZCATEGUI / AFP

Vinte países, incluindo vários latino-americanos, se uniram ao governo dos Estados Unidos nesta segunda-feira (26) para pedir a Cuba que respeite os direitos civis e liberte as pessoas detidas pelos protestos sem precedentes realizados em 11 de julho na ilha.

Brasil, Colômbia e Equador foram alguns dos 20 Estados que apoiaram o secretário de Estado americano, Antony Blinken, no apelo ao governo comunista para “respeitar os direitos e liberdades legalmente garantidos do povo cubano” e “libertar os detidos pelo exercício de seu direito a protestos pacíficos”.

“Instamos o governo cubano a prestar atenção às vozes e pedidos do povo cubano”, diz a declaração conjunta, que também pede o fim das restrições à Internet.

“A comunidade internacional não hesitará em seu apoio ao povo cubano e a todos aqueles que defendem as liberdades fundamentais que todos merecem”.

Outras nações latino-americanas que assinaram a declaração foram Guatemala e Honduras, ambas estreitamente alinhadas com a política externa dos Estados Unidos.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, comentou em um tuíte que o apelo de Blinken é baseado no apoio “de vários países que foram pressionados a cumprir seus ditames”.

Ele também destacou que Cuba conta com o apoio de 184 países que pedem aos Estados Unidos o fim do embargo contra a ilha e pediu a Washington que apresente provas que comprovem suas “acusações caluniosas”.

“Separar o político do humanitário”

A Coreia do Sul, tradicional aliada dos Estados Unidos, foi a única nação asiática a aderir ao pedido. Na Europa, se uniram Áustria, Polônia e Grécia.

A declaração, no entanto, não foi assinada por aliados próximos dos Estados Unidos, como Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Japão e Espanha, apesar do entusiasmo que demonstraram em colaborar com o presidente democrata Joe Biden, após a turbulência das relações com seu antecessor, o republicano Donald Trump.

Biden pretende fazer uma frente comum com seus aliados para pressionar Cuba, mas Washington tradicionalmente fica isolado nessa questão.

A Assembleia Geral da ONU condenou, no final de junho, por esmagadora maioria e pela 29ª vez, o embargo imposto à ilha pelos Estados Unidos em 1962.

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, propôs aos Estados Unidos permitir o reenvio de remessas a Cuba, como primeiro passo para levantar o embargo.

“Muitas coisas poderiam ser feitas, sugiro apenas uma, com todo o respeito, pelas duas nações: que as famílias de Cuba possam receber remessas de quem vive e trabalha nos Estados Unidos ou em qualquer outro país”,  disse à imprensa o presidente de esquerda.

Segundo López Obrador, “Biden deve tomar uma decisão a esse respeito. É um apelo respeitoso, sem interferências, devemos separar o político do humanitário”.

Na semana passada, o governo Biden impôs sanções ao ministro da Defesa cubano. A Casa Branca afirma que busca uma forma de restaurar o acesso à Internet e permitir que os cubano-americanos enviem dinheiro sem precisar pagar ao governo.https://noticias.r7.com/internacional/vinte-paises-pedem-a-cuba-que-respeite-direitos-e-liberdades-26072021

Cuba registrou manifestações sem precedentes em mais de 40 localidades em 11 de julho, em meio à pior crise econômica da ilha em décadas e um forte aumento nas infecções por covid-19. Os protestos deixaram um morto, dezenas de feridos e mais de cem detidos.

Fonte: R7
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