PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTE SÁBADO

INTERNACIONAIS

Por G1


A foto, do dia 22 de maio, mostra a quantidade de escaladores do Everest — Foto: Handout / Project Possible / AFP Photo

A foto, do dia 22 de maio, mostra a quantidade de escaladores do Everest — Foto: Handout / Project Possible / AFP Photo

Um alpinista britânico e um irlandês morreram no Everest, pico mais alto do mundo, com 8.848m de altura e fica na fronteira entre o Nepal e o Tibete, o que eleva a 10 as vítimas fatais nesta temporada de escalada na região, informaram neste sábado (25) organizadores de expedições no Nepal.

Na sexta-feira (24), autoridades nepalesas anunciaram que quatro alpinistas morreram nas últimas 48 horas no Everest. Dois deles eram indianos, um era austríaco e outro, nepalês.

Uma das vítimas, a indiana Kalpana Das, de 52 anos, chegou ao topo do Everest, mas morreu na quinta-feira (23) à tarde no momento da descida. Outro indiano, Nihal Bagwan, 27 anos, também morreu durante a descida.

“Ele ficou bloqueado no engarrafamento durante mais de 12 horas e estava esgotado. Os guias trouxeram-no para o acampamento 4 e ele morreu no local”, relatou Keshav Paudel.

O austríaco, de 65 anos, era alpinista e morreu no lado tibetano da montanha, anunciou um organizador de expedição. O nepalês, um guia de 33 anos, morreu em um acampamento-base, depois de ficar doente no campo 3, a 7.158 metros de altitude.

A foto, de 29 de abril, mostra escaladores andando perto do acampamento 1 no Monte Everest — Foto: Phunjo Lama / AFP Photo

A foto, de 29 de abril, mostra escaladores andando perto do acampamento 1 no Monte Everest — Foto: Phunjo Lama / AFP Photo

Quantidade de pessoas

De acordo com um funcionário da agência de viagens Peak Promotions, do Nepal, a quantidade de pessoas no local pode ter contribuído para a morte de Bagwan.

Até quinta (23), quase 550 alpinistas tinham alcançado o topo do Everest nesta temporada, de acordo com dados divulgados pelas autoridades nepalesas. O período entre o fim de abril e o mês de maio é considerado mais vantajoso para a escalada do monte, pois as condições meteorológicas são menos extremas.

Fotos divulgadas nos últimos dias mostram uma longa fila de alpinistas, muito próximos uns dos outros, arrastando suas botas de escalada na área entre o cume e o desfiladeiro sul, onde fica o último acampamento na encosta do Nepal.

Analistas afirmam que o “engarrafamento” é provocado pela proliferação de permissões de escalada, assim como pelo reduzido número de “janelas” meteorológicas adequadas para chegar ao topo. Desta maneira, todas as expedições iniciam o ataque final ao Everest durante os mesmos dias.

Zona da morte

Uma altitude de 8 mil metros acima do nível do mar é considerada a “zona da morte”. Na altitude extrema, o oxigênio é mais escasso na atmosfera, e os alpinistas precisam recorrer a garrafas de oxigênio para alcançar o topo.

“Permanecer muito tempo na zona da morte aumenta os riscos de congelamento, de sofrer o mal da altitude, ou mesmo de morte”, explicou Ang Tsering Sherpa, ex-presidente da Associação de Alpinistas do Nepal.

Nos dias anteriores, outros dois alpinistas indianos e um americano morreram no Everest. Um montanhista irlandês também teria morrido, depois de escorregar e cair de uma área a 8.300 metros de altitude. O corpo não foi encontrado.

No ano passado, foram registradas 5 mortes na temporada de escalada do monte.

Desde que as autoridades nepalesas liberaram a escalada no Monte Everest nos anos 1990, as expedições comerciais aumentaram, assim como o número de alpinistas. Neste ano, o Nepal concedeu, para a temporada de primavera do hemisfério norte, o recorde de 381 permissões, ao preço de 11 mil dólares (cerca de R$ 44,2 mil) por pessoa, de acordo com os últimos dados disponíveis.

Ao menos 140 receberam permissões para escalar o Everest a partir do flanco norte, no Tibete. Cada titular de uma permissão é acompanhado por um guia, o que significa que mais de 750 pessoas estão na rota para a escalada.

O topo do Everest foi alcançado pela primeira vez em 1953, pelo neozelandês Edmund Hillary e pelo nepalês Tenzing Norgay.

Fonte: G1

Por G1


'A vida invisível de Eurícide Gusmão' vence mostra Um Certo Olhar em Cannes

‘A vida invisível de Eurícide Gusmão’ vence mostra Um Certo Olhar em Cannes

O filme brasileiro “A vida invisível de Eurídice Gusmão” foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, nesta sexta-feira (24). Com isso, a produção dá ao Brasil seu primeiro prêmio principal da competição paralela do evento.

Dirigido pelo cearense Karim Aïnouz, narra a trajetória de duas irmãs cariocas nos anos de 1950, cujos sonhos são soterrados pelo peso de uma sociedade machista. Fernanda Montenegro e Carol Duarte dividem o papel de Eurídice. O filme tem estreia prevista para novembro no Brasil.

“Tenho muita honra de estar representando o Brasil aqui hoje. A gente está passando por um momento no Brasil no qual a intolerância é algo muito forte”, afirmou o diretor ao receber o prêmio.

“Antes de qualquer coisa, é importante que este prêmio possa incentivar o futuro do cinema brasileiro, a diversidade da nossa cultura para que tenhamos um Brasil melhor do que estamos vivendo agora. Queria dedicar especialmente para a minha amada Fernanda Montenegro, para todas as atrizes do filme e para todas as mulheres do mundo.”

Assista ao trailer de 'A vida invisível de Eurídice Gusmão'

Assista ao trailer de ‘A vida invisível de Eurídice Gusmão’

A mostra Um Certo Olhar é uma competição paralela à oficial de Cannes, e tem o objetivo de exibir e celebrar obras com linguagem experimental. Este ano, seu júri é presidido pela atriz e diretora libanesa Nadine Labaki.

O filme é baseado no romance homônimo de Martha Batalha. Júlia Stockler interpreta Guida, irmã de Eurídice. Gregório Duvivier, Marcio Vito e Nikolas Antunes também estão no elenco.

Este é o terceiro longa do diretor brasileiro apresentado em Cannes. Sua primeira participação foi em 2002 com o filme “Madame Satã”. Retornou ao festival em 2011 com “O abismo prateado”.

Karim Ainouz, diretor de 'A Vida Invisivel de Euridice Gusmao', recebe o prêmio da mostra Um Certo Olhar em Cannes 2019 — Foto: Reuters

Karim Ainouz, diretor de ‘A Vida Invisivel de Euridice Gusmao’, recebe o prêmio da mostra Um Certo Olhar em Cannes 2019 — Foto: Reuters

Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível de Eurídice Gusmão', do diretor Karim Aïnouz — Foto: Divulgação/Bruno Machado

Fernanda Montenegro em cena do filme ‘A vida invisível de Eurídice Gusmão’, do diretor Karim Aïnouz — Foto: Divulgação/Bruno Machado

Fonte: G1

 

Por Lucas Salomão, G1 — Brasília

 


O presidente Jair Bolsonaro em imagem de arquivo, quando assinou primeira versão do decreto que flexibilizou a posse de armas — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro em imagem de arquivo, quando assinou primeira versão do decreto que flexibilizou a posse de armas — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), afirmou em nota técnica nesta sexta-feira (24) que a nova versão do decreto do presidente Jair Bolsonaro sobre armas é inconstitucional e pode favorecer “organizações criminosas e milícias”.

O documento da Procuradoria foi enviado ao Congresso Nacional e à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a exemplo do que fez quando a primeira versão do decreto foi assinada.

No parecer, de nove páginas, a PFDC afirma que a nova versão do decreto presidencial “não só manteve a inconstitucionalidade e ilegalidade” do texto anterior como “em diversos aspectos agravou a violação” ao Estatuto do Desarmamento.

Alvo de ações judiciais questionando as novas regras, o governo Bolsonaro recuou na quarta-feira (22) e publicou no “Diário Oficial da União” um novo decreto sobre as regras para posse e porte de arma de fogo. Entre as alterações anunciadas estão o veto ao porte de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns.

Segundo a Procuradoria, porém, apesar de vetar o porte desses armamentos, o decreto ainda mantém a autorização para que cidadãos comuns tenham direito à posse de alguns modelos de fuzis, carabinas e espingardas.

“Ou seja, qualquer pessoa poderá adquirir e manter em sua residência ou local de trabalho armas de alto potencial destrutivo. Apenas não poderá portá-las, ou seja, levá-las consigo fora dos referidos espaços privados”, diz a PFDC.

Além disso, o órgão afirma que o novo decreto passa uma “falsa impressão” de ter corrigido as inconstitucionalidades que, segundo a PFDC, constavam da primeira versão quando, na realidade, as manteve.

A Procuradoria afirma ainda que o novo decreto foi assinado sem “qualquer diálogo” com entidades e organizações da área da segurança pública, além de ter atentado contra a separação de poderes. Segundo o órgão, há trechos incluídos no texto cuja responsabilidade deveria ser do Legislativo.

“Longe de rever essas inconstitucionalidades, [o novo decreto] ressaltou os vícios da regulamentação pelo decreto 9.785/19 [o decreto anterior. Nenhum dos pontos suscitados pela PFDC/MPF foi sanado e, ao contrário, alguns outros foram agravados. Ressalta-se, uma vez mais, que o cenário é de inconstitucionalidade integral do decreto, dada a sua natureza de afronta estrutural à Lei 10.826/03 e à política de desarmamento por ela inaugurada”, diz a PFDC.

Milícias

Em outro ponto da manifestação, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão critica o fato de que o decreto desobriga que as munições adquiridas sejam marcadas com número de série.

Segundo o órgão, essa previsão dificulta o controle e a apuração de eventuais crimes cometidos com essas munições.

Por isso, segundo a PFDC, o decreto “cria as condições para a venda em larga escala e sem controle de munições e armas”.

“O que certamente facilitará o acesso a elas por organizações criminosas e milícias e o aumento da violência no Brasil”, diz a Procuradoria.

“As ilegalidades se acumulam em praticamente todos os espaços regulados pelo decreto (posse, compra, registro, porte, tiro esportivo, munições etc), de tal modo que resulta impossível do ponto de vista da sistematicidade jurídica afastar apenas dispositivos específicos do ato regulamentar. […] É necessário, portanto, invalidar a nova regulamentação e retornar à antiga”, conclui o órgão.

Governo recua e muda o texto do decreto das armas

Governo recua e muda o texto do decreto das armas

Senado

Nesta quinta (23), a Consultoria Legislativa do Senado também se manifestou sobre o novo decreto e, a exemplo da PFDC, também o considerou inconstitucional.

No texto, os técnicos da Casa afirmam que alguns pontos do novo decreto que flexibiliza o porte de armas não apresentaram “modificação substancial” em relação ao decreto anterior e “extrapolam a regulamentação” do Estatuto do Desarmamento.

Fonte: G1

Bolsonaro volta a defender mudanças na CNH e fim dos radares

presidente Jair Bolsonaro conversou rapidamente hoje (23) com algumas pessoas, em Cascavel (PR), e reforçou o envio de projeto de lei ou medida provisória para alterar as regras da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Em um vídeo divulgado pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro aparece respondendo algumas perguntas de uma pessoa que reclama da burocracia exigida para a profissão de caminhoneiro.

“Vou te dar uma boa notícia. Eu devo, na semana que vem, depende do presidente da Câmara, se será projeto de lei ou medida provisória, mexer no Código Nacional de Trânsito, onde a gente passa para 40 o número de pontos. O ideal era passar para 60, mas a gente teria dificuldade. E, também, a validade da carteira de motorista, de cinco para 10 anos”, disse o presidente.

O número de pontos a que Bolsonaro se refere é o limite máximo que cada condutor habilitado pode acumular ao longo de um ano, por infrações cometidas. Atualmente, o máximo é 19 pontos. A partir de 20 pontos na carteira, um processo de suspensão do direito de dirigir já pode ser instalado pelo órgão de trânsito.

“Pretendemos acabar com os simuladores para diminuir o preço da carteira de motorista, que está quase R$ 2 mil. É um absurdo gastar quase R$ 2 mil para uma carteira de motorista”, acrescentou Bolsonaro. Os simuladores de direção são utilizados em auto-escolas para treinamento de futuros condutores.

Jair Bolsonaro esteve no Paraná para participar da inauguração da usina hidrelétrica do Baixo Iguaçu, no município de Capanema, mas o mau-tempo na região impediu que o presidente conseguisse decolar de Cascavel até o destino.

O presidente também disse que vai desativar todos os radares de velocidade instalados em rodovias e que já engavetou 8 mil pedidos de instalação, nos últimos meses, após conversa com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes. “Fiquei acertado com ele que todo e qualquer radar ou pardal, uma vez vencendo o seu prazo [de licitação], nós não revalidaremos isso daí”.

De acordo com Bolsonaro, no feriado da semana santa, o número de acidentes caiu 15%. Ele diz não ver relação entre o uso de radares de velocidade e um trânsito mais seguro. Para o presidente, a sinuosidade das rodovias é a questão mais importante.

“Você tem que estar preocupado com a sinuosidade das estrada e não se tem um pardal escondido atrás da árvore. Estou agora conversando com o [ministro da Justiça] Sergio Moro, porque a PRF [Polícia Rodoviária Federal] está sob o comando dele, nós queremos acabar com os radares móveis também, que é uma armadilha para pegar os motoristas”, disse.

Com informações da Agência Brasil

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Presidente do STF diz que fake news já fazem parte do processo eleitoral no país

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse que as informações fraudulentas já fazem parte do processo eleitoral em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. A declaração foi dada noite de hoje (24) no seminário Fake News: Desafios para o Judiciário, organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil, que debateu o papel da Justiça frente às notícias falsas, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo.

“Pesquisa realizada pelo Ideia Big Date e divulgada neste mês revelou que mais de dois terços das pessoas receberam fake news pelo Whatsapp durante a campanha eleitoral de 2018”, disse Toffoli ao classificar o fenômeno das fake news como abrangente e complexo. “Esse processo [de desinformação] pode colocar em risco os processos e os valores democráticos”.

Para o presidente do STF, esse ambiente também propicia o avanço do discurso de ódio. “São discursos que estimulam a divisão social a partir da dicotomia entre nós e eles e que remete ao fantasma das ideologias fascistas conforme explica Jason Stanley em obra extraordinária recente Como Funciona o Fascismo”, disse.

Toffoli disse que tudo isso polui o debate democrático em dois aspectos principais: primeiro o cidadão passa a formar sua opinião e se conduzir na democracia guiado por ilusões, por inverdades e a deturpação da realidade deturpa os caminhos da própria democracia; e, segundo, ultrapassada a fronteira do pluralismo, do embate construtivo de ideias e opiniões, a polarização extrema inviabiliza o diálogo.

O ministro de STF Ricardo Lewandowski disse que houve uma divulgação “absolutamente incontrolável de fake news durante o período das eleições em 2018”. Para ele, o fenômeno é uma realidade com a qual a sociedade convive diariamente e deu exemplos de notícias falsas que circularam no país.

“Tivemos também o caso do kit gay, que foi amplamente divulgado, que o Ministério da Educação no Brasil teria disseminado nas escolas brasileiras um kit gay. O ministro da Educação teve que vir a público desmentir aquilo que era obviamente, a meu ver pelo menos, inverossímil”, citou. “Tivemos o caso da Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro brutalmente assassinada, que de repente foi acusada de estar envolvida com o tráfico de drogas”.

Em relação à influência das fake news em processos eleitorais, Lewandowski acredita que é preciso desenvolver instrumentos adequados para combatê-la. “Nós da Justiça Eleitoral e do Poder Judiciário deveríamos ter instrumentos para neutralizar a influência nefasta e negativa das fake news. Se a Justiça Eleitoral não estiver à altura de cumprir esse dever, é melhor fechar as portas e entregar a chave dos tribunais eleitorais aos partidos políticos”, disse.

O coordenador do Observatório da Liberdade de Imprensa da OAB, Pierpaolo Bottini, também falou sobre o uso das fake news com finalidade política nas eleições de 2018. “Exemplos revelam que nossa história tem uma intimidade com notícias falsas e revelam seu potencial de abalar as estruturas democráticas e revelam seu potencial para muitas vezes justificar medidas autoritárias”, disse.

Ao avaliar que o fenômeno das fake news não é novo no país, ele lembrou que a história está permeada de notícias falsas. “Em 31 de março de 1964, o [senador] Auro Andrade no Congresso Nacional declara vago o cargo de presidente da República porque seu mandatário supostamente não se encontrava no país, quando se sabia que o presidente da República se encontrava em território nacional. Podemos dizer, portanto, que uma fake news inaugurou o regime militar no Brasil, que foi encerrado, de certa forma, por uma tentativa desastrada de fake news no Riocentro, em 1981”.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Com demissões de abril, RN já perdeu quase 6 mil vagas de emprego em 2019

Relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados comparou dados de desemprego no estado potiguar neste mês e em março

Danilo Verpa / Folhapress
RN diminuiu desligamentos em mais de 1.500 em abril

O Rio Grande do Norte obteve um saldo negativo de 501 postos de emprego de carteira assinada fechados em abril. Com o resultado, o Estado já perdeu 5.969 postos de emprego formal em 2019. No ano todo, de acordo com o Caged, foram 46.070 contratações ante 52.039 desligamentos.

A informação está em relatório divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), por meio do Ministério da Economia. Os números de abril representam uma redução de 1.532 demissões se comparado ao mês passado, quando o Caged registrou 2.033 desligamentos no Estado.

A maioria das demissões ocorreu no setor dos Serviços. Foram 5.394 postos fechados. O Comércio está em segundo lugar com 3.048 demissões. Logo em seguida vêm a Construção Civil (-1.322); Indústria da Transformação (-1.258); Agropecuária (-601) e Extrativa Mineral (-130).

O número total é de 11.829 demissões, contrabalanceado por 11.328 contratações, sendo 5.586 apenas no setor de Serviço, 2.694 no Comércio, 1.502 na Construção Civil e 1.154 na Indústria da Transformação. O resultado é o saldo de -501 postos de trabalho.

Panorama brasileiro

O mercado de trabalho brasileiro criou 129.601 empregos com carteira assinada em abril, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira, 24, pelo Ministério da Economia.

O saldo de abril decorre de 1,374 milhão de admissões e 1,245 milhão de demissões. Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2013. Em abril de 2018, a abertura líquida de vagas havia chegado a 115.898, na série sem ajustes.

O resultado de abril ficou dentro do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As projeções eram de fechamento de 23.000 a abertura de 160.100 vagas, com mediana positiva de 78.000 postos de trabalho.

No acumulado de janeiro a abril, o saldo do Caged é positivo em 313.835 vagas. Em 12 meses até o mês passado, o saldo é positivo em 477.896 postos de trabalho.

Fonte: Agora RN

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